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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4918 | 30 de Setembro de 2020

ENCONTRO DE NÚCLEOS: Sistema Ocepar debate PRC200 com lideranças cooperativistas de todo Estado

 

A nova fase do planejamento estratégico do cooperativismo paranaense, o PRC200, que deverá ser implementada a partir do ano que vem, é um dos temas que estarão em debate no Encontro Digital de Núcleos Cooperativos. O evento ocorre entre os dias 19 e 22 de outubro. Tradicionalmente realizado presencialmente de forma descentralizada pelo Sistema Ocepar, desta vez o Encontro vai reunir as cooperativas pela plataforma Microsoft Teams. A rodada inicia no dia 19, com representantes do Núcleo Centro-Sul, tendo como cooperativas anfitriãs a Frísia e a Cooptur. No dia 20, será com cooperativistas do Oeste e a Frimesa será anfitriã do evento. No dia 21, haverá a participação das lideranças no Norte e Noroeste, tendo como anfitriãs a Unitá e a Coagru. A série encerra no dia 22, com participantes do Sudoeste, tendo a Coasul como anfitriã.

 

Programação - Além do PRC200, o evento tratará das ações estratégicas do Sescoop/PR e dos cenários econômicos para os negócios cooperativos, tema da palestra que será ministrada pelo professor do Isae/FGV, Robson Gonçalves. No Espaço Frencoop está prevista a participação de senadores e deputados federais eleitos pelo Paraná e de representantes da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). As atividades iniciam com a apresentação das cooperativas anfitriãs.

 

Inscrições e informações - O Encontro Digital de Núcleos Cooperativos é dirigido a presidentes, gestores, colaboradores e cooperados das cooperativas paranaenses. Clique aqui para efetivar as inscrições. Mais informações com Neuza Oliveira ou Daniele Luana (secretaria@sistemaocepar.coop.br).

 

 

encontro folder 22 09 2020

FORMAÇÃO: Sexta-feira é dia de Talk Show de Educação Corporativa

formacao 30 09 2020Alba Duarte, Laura Delgado e Eduardo Pitombo são os palestrantes que já confirmaram presença no Talk Show de Educação Corporativa que o Sistema Ocepar promove, por meio do Sescoop/PR, na sexta-feira (02/10), das 14h às 15h30, pela plataforma Microsoft Teams. O evento é destinado a agentes de Desenvolvimento Humano e profissionais de Treinamento e Desenvolvimento das cooperativas paranaenses. Os interessados devem efetivar as inscrições até esta quarta-feira (30/09). Clique aqui.

Lançamento – No Talk Show haverá ainda o lançamento do curso de pós-graduação em Gestão da Educação Corporativa, cujo foco é desenvolver os agentes de Desenvolvimento e os profissionais de T&D das cooperativas paranaenses. Confira abaixo quem são os palestrantes do evento, que conta também com a parceria do Isae.

Alba Duarte - Alba Duarte é fundadora e CEO da Duart Consultoria e Treinamento em Sistema de Gestão, desenvolve consultoria em gestão de pessoas, programas de liderança e times de alta performance, coaching de carreira, executivo, business, pessoal e team coaching.

Laura Delgado - Laura Delgado é profissional com mais de 20 anos de experiência na área de desenvolvimento de pessoas, tem atuação em empresas do segmento industrial e de tecnologia. É responsável pelo início da operação do VLT Carioca. Possui sólidos conhecimentos na implantação de Universidades Corporativas, processos de carreira e desenvolvimento e Business Partner. Também tem vivência em empresas globais com desafios de transformação cultural.

Eduardo Pitombo - Eduardo Pitombo Machado é PhD pela Flórida Christian University, mestre em Administração e pós-graduado em Gestão Estratégica em Serviços pela FGV – RJ. É graduado em Engenharia Elétrica e possui especialização como Executivo de Produção Web. Participou de programas de treinamento de Empreendedorismo na Babson College, CPCL – Colloquium on Participant Centered Learning pela Harvard Business School, além de diversos cursos e congressos no Brasil e no exterior. Atuou como gerente de Projetos de Marketing na Xerox do Brasil. Sócio-diretor da Arbache Innovations e da Progressiva Consultoria, atuou em diversos projetos de consultoria em grandes empresas públicas e privadas. Gerenciou o Instituto do Varejo no Rio de Janeiro e foi diretor da Anitec – Associação Nacional de Inovação, Trabalho e Educação Corporativa. Diretor de Educação da Câmara Brasil – Porto Rico. Além de palestrante, será o mediador do Talk Show. (Com informações dos Linkedins dos palestrantes)

FOTO: pch.vector / Freepik

 

COVID-19: Realização do Fórum de Mercado, nesta quarta, é um dos destaques do comunicado 128

covid 19 destaque 30 09 2020As tendências do agronegócio para a safra 2020/2021 estarão em debate no Fórum de Mercado que o Sistema Ocepar promove, nesta quarta-feira (30/09), com a presença de André Pêssoa e Luiz Renato Lazinski. Esse é um dos destaques do comunicado 128, emitido pelo Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19, na manhã desta quarta. Confira abaixo todos os destaques do boletim.

1. O Sistema Ocepar irá realizar o Fórum de Mercado para discutir tendências do agronegócio para a safra 2020-2021, nesta quarta-feira (30/09), com a participação dos especialistas Luiz Renato Lazinski e André Pessôa. Clique aqui para mais detalhes.

2. No dia 30 de setembro, o Sistema Ocepar, por meio do Sescoop/PR, está realizando quatro turmas de formação para conselheiros fiscais das cooperativas paranaenses.

3. O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, participou do painel com representantes da Ocesc, Ocesp e Ocemg, no Encontro Nacional das Mulheres Cooperativas.

4. No dia 29 de setembro, o Sistema Ocepar, publicou o Boletim de Acompanhamento de Safra 2019/2020. Clique aqui para conferir.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). Desde que o trabalho remoto foi adotado pela instituição, em 20 de março, os integrantes se reúnem diariamente, por meio de videoconferência, para analisar cenários e discutir o andamento das atividades visando atender as demandas das cooperativas. O Comitê tem ainda divulgado os comunicados para informar as principais ações de interesse do cooperativismo paranaense que estão sendo executadas pelo Sistema Ocepar nesse período de pandemia.

 

FRENCOOP: Evair de Melo participa de debate sobre reforma tributária

frencoop 30 09 2020O Parlamento deverá, nesta semana, começar a apreciar as propostas para essa nova etapa da Reforma Tributária. Detalhes da proposta serão discutidos por ministros e lideranças parlamentares com o presidente Jair Bolsonaro. Dentre vários pontos, a Reforma trata de assuntos importantes para o cooperativismo em geral e o cooperativismo financeiro em especial. Para fomentar a discussão, a Confederação Brasileira das Cooperativas de Crédito (Confebras) promoverá programa especial, no âmbito do Connect Coop Webinar, com o deputado federal e presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), Evair de Melo, nesta quarta-feira (30/09), às 15h.

Adequado tratamento tributário - O adequado tratamento tributário ao Ato Cooperativo, previsto no artigo 146 da Constituição Federal, e a proteção de conquistas já alcançadas pelo setor são algumas das pautas fundamentais da Reforma Tributária no contexto cooperativista financeiro. Dois pontos merecem atenção: o reconhecimento da não incidência de Imposto de Renda sobre Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) dos atos cooperativos, já que as cooperativas de crédito são instituições sem fins lucrativos. Também está na pauta do evento, a discussão em torno do PLP 027/2020, que altera a Lei Complementar 130, importante instrumento de garantias para o Cooperativismo de Crédito.

Avaliação - Segundo o presidente da Confebras, Kedson Macedo, que coordenará o evento online, a Confederação tem se dedicado a avaliar os pontos fundamentais da proposta que envolvem o setor. “O momento, agora, é de garantir a solidez e as conquistas desse sistema tão importante para o fomento de uma economia solidária e do desenvolvimento local. Afinal, as cooperativas de crédito exercem um importante papel de transformação social junto às comunidades em que estão inseridas e, em muitas cidades brasileiras, são a única instituição financeira presente”, pontuou.

Frencoop - Presidida pelo deputado federal Evair de Melo (ES), convidado do webinar da Confebras, a Frencoop é uma das bancadas suprapartidárias mais atuantes e influentes do Congresso Nacional. A Frente conta com 268 deputados e 38 senadores, representando mais de 40% de adesão no Congresso Nacional. O presidente Evair integra o grupo de defesa dos interesses das cooperativas brasileiras desde o início de seu primeiro mandato, em 2015 e tem trabalhado na sensibilização dos novos parlamentares sobre a importância das cooperativas para a economia do país. (Confebras / OCB)

SERVIÇO

O quê: Webinar ConectCoop - “Reforma Tributária: seus impactos nas cooperativas de crédito e a PLP 027/2020”;

Quando: hoje - quarta-feira, 30 de setembro, às 15h

Link: https://conteudo.confebras.coop.br/conectcoop-webinar-reforma-tributaria-plp-27-2020

Garanta a sua inscrição gratuitamente!

 

AGRÁRIA: Palestras técnicas e assuntos de interesse dos cooperados marcam 17º WinterShow

agraria 30 09 2020A Cooperativa Agrária Agroindustrial e a Fapa (Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária) divulgaram a programação de Palestras do 17º WinterShow, que acontece entre os dias 13 e 15 de outubro. Como medida preventiva à Covid-19, a organização do evento optou pela realização de palestras online. A programação é gratuita e aberta ao público. Para participar, basta se inscrever no site do evento (www.wintershow.com.br).

Palestras - Para falar sobre questões técnicas ligadas ao cultivo de cereais de inverno e sobre os trabalhos realizados no último ano, os pesquisadores da Fundação irão fazer cinco palestras. As conversas abordarão temas como fertilidade de solo, manejo de plantas daninhas, controle biológico, estações climáticas, além de manejo de cultivares de cevada e rendimento de cultivares de trigo.

Universidades - A programação técnica do WinterShow 2020 ainda contará com a presença dos professores Brener Marra, da UFSJ (Universidade Federal de São João Del-Rei), e Cristiano André Pott, da Unicentro (Universidade estadual do Centro-Oeste). “Acredito que o formato adotado esse ano vai atingir um público bastante amplo através das palestras on-line. A programação tem a preocupação de difundir as tecnologias e as pesquisas da Fapa. Também nos preocupamos em trazer outros assuntos de interesse dos cooperados, com palestrantes de renome nacional”, destaca Viviane Schüssler, Gerente Agrícola e Social da Agrária.

Jornalista - No dia 13, quem conversa com o público é o jornalista Carlos Alberto Sardenberg. Conhecido como um dos principais jornalistas de economia do Brasil, Sardenberg é âncora do programa CBN Brasil, da Rádio CBN, e comentarista do Jornal da Globo, da TV Globo, e do Jornal das 10, da Globo News. Durante sua palestra ele tratará sobre as Perspectivas de Mercado no Pós-pandemia.

Maurício Lousada - Já no dia 15, o WinterShow encerra sua programação com Maurício Lousada. Um dos palestrantes mais requisitados do país atualmente, Lousada falará sobre as mudanças que foram impostas ao dia a dia das pessoas pela pandemia e como se adaptar a este tipo de situação. “Precisamos sempre nos reinventar em tempos de dificuldade. A atividade agrícola está sujeita a muitas intempéries, por isso convidamos o Maurício Lousada para essa palestra motivacional”, explica Viviane Schüssler. (Imprensa Agrária)

Confira a programação completa:

Terça-feira (13/10)

13h30 – Início da Programação On-line

14h00 - Estação Fertilidade do Solo e Herbologia

Resposta das culturas à aplicação de enxofre: Uma análise conjunta - Sandra Mara Vieira Fontoura - Faoa

Manejo de plantas daninhas no sistema de produção - Vitor Spader e Everton Makuch – Fapa

15h00 - Estação Trigo

Estrutura dos componentes de rendimento em cultivares de trigo - Juliano L. Almeida – Fapa

16h00 - Carlos Alberto Sardenberg - Perspectivas de mercado pós-pandemia

Quarta-feira (14/10)

14h00 - Estação Entomologia e Fitopatologia

Como integrar o controle biológico no manejo de pragas e doenças - Cristiane Gardiano Link, Heraldo R. Feksa e Alfred Stoetzer – Fapa

15h00 - Estação Cevada

Manejo de cultivares de cevada para produção de malte - Noemir Antoniazzi e Eduardo Stefani Pagliosa – Fapa

Quinta-feira (15/10)

14h00 – Resultados iniciais do projeto Manejo e Conservação do Solo na Região Centro-Sul do Paraná – Cristiano André Pott - Unicento

14h30 - Estações climáticas e seus efeitos no manejo das culturas de inverno - Rodrigo Ferreira - Fapa

15h00   Estação Biológicos/Biofábricas

Introdução às novas tecnologias de uso e produção de usinas. Brener M. Marra – UFSJ

16h00 - Maurício Louzada - Palestra com o tema "Pra Valer".

 

CAPAL: Cooperativa apoia o 4º Show Tecnológico Inverno

capal 30 09 2020Nesta quarta-feira (30/09), às 17h, acontece a 4ª edição do Show Tecnológico Inverno, realizado pela Fundação ABC. O evento on-line conta com o apoio da Capal Sementes, marca da Capal Cooperativa Agroindustrial, uma das mantenedoras da Fundação. O Show Tecnológico tem 13 estações virtuais, em que é possível o visitante realizar um tour nas lives. O jornalista Alexandre Garcia abrirá o evento e a inscrição deve ser feita pelo site: www.fundacaoabc.org/show. (Imprensa Capal)

 

BNDES: Banco lança linha de crédito voltada para Indústria 4.0

bndes 30 09 2020O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançou, nesta terça-feira (29/09) a nova linha Crédito e Serviços 4.0, que vai financiar serviços tecnológicos avançados e os chamados intangíveis, em especial voltados para a pequena e média empresa.

Modernização - A nova linha visa a modernização das empresas, estimulando a transformação digital e adoção de tecnologias 4.0. O financiamento é destinado a empresas, produtores rurais e ao setor público, e operacionalizado por meio de crédito indireto automático. O gerente de Clientes do BNDES, Gabriel Aidar, explicou que o objetivo é preparar as empresas para a implantação da manufatura avançada e viabilizar a implantação de soluções de cidades inteligentes.

Serviços - Entre os serviços tecnológicos apoiados pela nova linha de crédito estão manufatura enxuta e avançada, digitalização, internet das coisas (IdC), desenvolvimento de novos produtos e processos, tecnologias industriais básicas, eficiência energética e redução de resíduos. O limite por operação é de até R$ 5 milhões. A participação do BNDES é de 100%, com 20% de giro associado. O prazo de pagamento é de até 120 meses, com prazo de carência de três a 24 meses.

Contribuição - “A gente financia inteligência, a capacidade de gerar contribuições em vários setores, em várias áreas”, disse o diretor de Participações, Mercado de Capitais e Crédito Indireto do BNDES, Bruno Laskowsky. Isso compreende tudo que é relacionado à digitalização, economia produtiva, manuseio de dados, Big Data, IdC, entre outros serviços, que somados aos financiamentos tradicionais podem levar ao crescimento da economia.

Marco da indústria - O lançamento da linha Créditos e Serviços 4.0 vai complementar a linha Finame Máquinas 4.0 para aquisição de máquinas compatíveis com o sinal de internet 5G e IdC. A Finame Máquinas 4.0 já tem cadastrados 119 itens e 50 fabricantes, informou o gerente de Clientes do BNDES, Gabriel Aidar. O diretor Bruno Laskowsky afirmou que o novo programa de financiamento é um marco estruturante para a indústria nacional. “O BNDES quer gerar impacto social, melhorar a vida das pessoas lá na ponta e incentivar a economia”, declarou.

Competitividade - O ministro substituto da Ciência, Tecnologia e Inovações, Julio Semeghini, sustentou que a ideia é que a transformação digital possa avançar no país. Segundo ele, o ministério tem trabalhado para que as chamadas tecnologias 4.0 possam abranger o Brasil como um todo. Em edital lançado pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) recentemente, foram inscritos 1.190 projetos que solicitaram crédito de R$ 1,7 bilhão, e o edital só disponibilizava R$ 50 milhões. “Isso mostra como o Brasil está preparado para aproveitar a oportunidade da transformação digital”, disse Semeghini.

Ativos intangíveis- O secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos Da Costa, destacou que quando se fala hoje em financiar desenvolvimento, está se falando de ativos intangíveis. “Eu enxergo a nova linha do BNDES como um exemplo, talvez o mais importante, porque a transição para a indústria 4.0 é um fenômeno que traz oportunidades fundamentais para nós hoje”. Costa não tem dúvida que a indústria 4.0 permitirá ao Brasil dar saltos de produtividade e, consequentemente, de emprego e renda. O secretário afirmou que a nova linha de crédito do banco será complementada por ações da Câmara Brasileira da Indústria 4.0.

Tecnologias habilitadoras - Para o presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), José Velloso, o Brasil não pode ficar de fora das tecnologias habilitadoras da indústria 4.0. “Nós precisamos disso”.

Competitividade e produtividade - Velloso completou que a melhoria da competitividade e da produtividade da indústria nacional passa por essas ferramentas. O diretor de Desenvolvimento Industrial da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Carlos Abijaodi, considerou que a evolução rápida da indústria tem sido preocupação também dos países desenvolvidos e o Brasil está precisando fazer o mesmo, de modo a aumentar a capacidade da indústria nacional para competir internacionalmente. Abijaodi comentou que o salto para a indústria 4.0 vai trazer desafios para os setores público e privado e vai ajudar na retomada da economia.

Habilitadores - O diretor-geral do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Rafael Lucchesi, observou, por sua vez, que os serviços tecnológicos são habilitadores da indústria 4.0. Ele acredita que a parceria com o BNDES terá desdobramentos importantes para a indústria brasileira ser mais competitiva e ganhar novos mercados.

Embrapii - O diretor presidente da Embrapii, organização social voltada à inovação na indústria, Jorge Almeida Guimarães, salientou que ao fomentar a digitalização das empresas, o BNDES contribui para prepará-las para a obtenção de crédito. A Embrapii tem atualmente 61 unidades cuja grande força é o conhecimento intangível para atender às demandas das empresas nacionais, em todos os segmentos da indústria 4.0.

Motivo - De acordo com Guimarães, isso acontece porque a grande maioria das empresas brasileiras, sobretudo as de pequeno porte, não têm centros de pesquisa e desenvolvimento, que é o que a Embrapii oferece. Ele acredita que as tecnologias digitais modernas vão diminuir a distância entre as indústrias do Brasil e do mundo. Acrescentou que a meta da Embrapii é desenvolver a indústria nacional com vistas à internacionalização das empresas. (Agência Brasil)

FOTO: Governo do Espírito Santo / Divulgação

 

PNAD CONTÍNUA: Desemprego chega a 13,8% no trimestre encerrado em julho, maior taxa desde 2012

pnad continua 30 09 2020A taxa de desocupação no Brasil foi de 13,8%, no trimestre de maio a julho de 2020, a maior taxa da série histórica, iniciada em 2012. O índice corresponde a um aumento de 1,2 ponto percentual em relação ao trimestre anterior (fevereiro a abril, de 12,6%). Já em comparação com o mesmo trimestre de 2019 (11,8%) são 2 pontos percentuais a mais. A população desocupada chegou a 13,1 milhões de pessoas, aumento de 4,5% (561 mil pessoas) em relação ao mesmo período de 2019.

Recuo - A população ocupada recuou para 82 milhões, o menor contingente da série. Essa população caiu 8,1% (menos 7,2 milhões pessoas) em relação ao trimestre anterior, e 12,3% (menos 11,6 milhões) frente ao período de maio a julho de 2019. O nível de ocupação também foi o mais baixo da série, atingindo 47,1%, caindo 4,5 pontos frente ao trimestre anterior e 7,6 pontos contra o mesmo trimestre de 2019.

PNAD Contínua - Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada nesta quarta-feira (30/09) pelo IBGE. A analista da pesquisa, Adriana Beringuy, explica que as quedas no período da pandemia de Covid-19 foram determinantes para os recordes negativos deste trimestre encerrado em julho. “Os resultados das últimas cinco divulgações mostram uma retração muito grande na população ocupada. É um acúmulo de perdas que leva a esses patamares negativos”.

Força de trabalho - Outro indicador que está no menor patamar na série histórica é a força de trabalho (pessoas ocupadas e desocupadas), que chegou a 95,2 milhões de pessoas, com queda de 6,8% (ou 6,9 milhões) frente ao trimestre anterior, e de 10,4% (ou 11 milhões de pessoas) em relação ao mesmo trimestre de 2019.

Recorde - Já a população fora da força de trabalho atingiu o recorde da série e chegou a 79 milhões de pessoas - mais 8 milhões em relação ao trimestre anterior e mais 14,1 milhões frente ao mesmo trimestre de 2019. Entretanto, o aumento foi menor do que no trimestre encerrado em junho, quando o ganho foi de 10 milhões de pessoas. “A população fora da força aumentou muito, mas em julho, aumentou menos. Isso pode indicar um certo retorno das pessoas ao trabalho. Os movimentos ainda são discretos no comparativo com todo o período, mas é um indicativo”, acrescenta Beringuy.

Desalento atinge recorde de 5,8 milhões de pessoas - O contingente de pessoas desalentadas – que não buscaram trabalho, mas que gostariam de conseguir uma vaga e estavam disponíveis para trabalhar – também atingiu recorde e agora soma 5,8 milhões. O desalento segue aumentando, mas cresceu menos do que no trimestre anterior: 913 mil pessoas entraram no desalento no trimestre móvel terminado em junho, contra 771 mil no trimestre terminado em julho.

Pandemia - Para Beringuy, a pandemia dificultou a busca por ocupação e, com uma flexibilização cada vez maior da quarentena, a tendência é que as pessoas voltem a buscar trabalho. “Além de tirar o trabalho, a pandemia também impossibilitou sua procura, ou por conta das medidas restritivas, ou porque as atividades econômicas estavam suspensas ou, ainda, por questões de saúde pessoal”, afirma.

Comércio, Alojamento e alimentação e Indústria têm redução da ocupação em julho - Na comparação com o trimestre terminado em abril, a população ocupada diminuiu em oito dos 10 grupamentos de atividades analisados pela PNAD Contínua e ficou estável em dois. A ocupação em Alojamento e alimentação caiu 23,2%, com menos 1,1 milhão de pessoas empregadas. Também houve queda na Indústria (- 8%), o que representou cerca de 916 mil pessoas a menos.

Construção e comércio - Construção (queda de 9,5%, ou menos 559 mil pessoas) e Comércio (9,7%, ou menos 1,6 milhão de pessoas) apresentaram quedas menores do que em junho, quando registraram reduções de 16,6% e 10,9%, respectivamente. “Essa queda menor pode indicar um retorno de trabalhadores nesses setores, que foram beneficiados com a flexibilização da quarentena. Por exemplo, algumas obras interrompidas já voltaram e o comércio informal também”, explica a analista.

Informalidade diminui e trabalho doméstico chega ao menor nível da série - A taxa de informalidade chegou a 37,4% da população ocupada (o equivalente a 30,7 milhões de trabalhadores informais). No trimestre anterior, a taxa fora de 38,8% e, no mesmo trimestre de 2019, de 41,3%.

Trabalhadores domésticos - Também atingindo o menor patamar da série histórica da PNAD Contínua, o número de trabalhadores domésticos chegou a 4,6 milhões de pessoas, queda de 16,8% (ou 931 mil pessoas) frente ao trimestre anterior, e de 26,9% (ou 1,7 milhão de pessoas) frente ao mesmo trimestre de 2019. “A trajetória ainda é de queda”, explica a especialista, “mas a redução é menor do que a do trimestre encerrado em junho, quando foi de 21% frente ao trimestre anterior”, finaliza Beringuy. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: SejufF/PR

 

ECONOMIA: Déficit primário do Governo Central atinge R$ 96,1 bilhões em agosto

A retração econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus fez o Governo Central – Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social – encerrar agosto com déficit primário de R$ 96,096 bilhões. Apesar de ser o pior desempenho registrado para o mês desde o início da série histórica, em 1997, o resultado veio melhor que o estimado pelo mercado.

Estimativa - As instituições financeiras pesquisadas pelo Prisma Fiscal, publicação do Ministério da Economia com analistas de mercado, estimavam que o resultado negativo ficaria em R$ 98 bilhões no mês passado. Pela primeira vez desde abril, as receitas totais do Governo Central cresceram na comparação mensal com 2019. Em agosto, as receitas subiram 1% acima da inflação em relação ao mesmo mês do ano passado.

Resultado negativo - O déficit primário representa o resultado negativo nas contas do governo desconsiderando os juros da dívida pública. De janeiro a agosto, o resultado negativo do Governo Central totalizou R$ 601,283 bilhões, valor recorde da série histórica para o período. Nos oito primeiros meses do ano passado, o déficit somava R$ 52,066 bilhões.

Acumulado - No acumulado de 12 meses, o déficit primário chega a R$ 647,8 bilhões, o equivalente a 8,96% do Produto Interno Bruto (PIB). Para 2020, o Ministério da Economia projeta resultado negativo de R$ 871 bilhões para o Governo Central, o equivalente a 12,1% do Produto Interno Bruto (PIB).

Receita - Em relação à recuperação da receita, o Tesouro Nacional afirma que a alta verificada em agosto se deve à reversão parcial de algumas medidas que adiavam o recolhimento de contribuições patronais para a Previdência Social, do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). No início da pandemia, o governo permitiu que empresas adiassem o pagamento de diversas obrigações para ajudar o fluxo de caixa dos empregadores.

Aumento da receita - Ao descontar a parcela da arrecadação transferida aos estados e aos municípios, a receita subiu ainda mais. Segundo o Tesouro Nacional, as receitas líquidas saltaram 5,8% acima da inflação em agosto em relação ao mesmo mês do ano passado. Isso se deve, no entanto, à diminuição dos repasses aos governos locais decorrente da queda da arrecadação de tributos compartilhados – Imposto de Renda e Imposto sobre Produtos Industrializados – nos últimos meses.

Coronavírus - Mesmo com a recuperação em agosto, as receitas totais do Governo Central acumulam queda de 15% de janeiro a agosto descontada a inflação. O recuo reflete a crise econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus, que paralisou a produção e o consumo durante algumas semanas.

Despesas - Além da queda nas receitas, o aumento de despesas com o enfrentamento da pandemia da covid-19 foram os principais responsáveis pelo aumento do déficit primário. Por causa do estado de calamidade pública aprovado pelo Congresso em março, o Governo Central está dispensado de cumprir a meta de déficit primário de R$ 124,1 bilhões para este ano.

Aumento - Segundo os números do Tesouro, as medidas associadas à pandemia aumentaram as despesas em R$ 93,1 bilhões no mês passado. A maior despesa decorre do auxílio emergencial, que totalizou R$ 45,3 bilhões. Em segundo lugar, vem a ajuda aos estados e aos municípios, que consumiu R$ 15,2 bilhões.

Teto de gastos - Mesmo com autorização para gastar mais, o Tesouro fez um apelo para a preservação do teto federal de gastos, ressaltando que o dispositivo representa a única âncora fiscal que restou no Orçamento de 2020. Segundo o órgão, é necessário retomar os esforços de busca do reequilíbrio das contas públicas depois do fim da pandemia, caso contrário haverá danos para a sociedade e para a economia.

Teto de gastos - “Assim, se antes da crise era importante o cumprimento do teto dos gastos, a relevância do seu cumprimento no pós-crise será ainda maior. O teto significa uma redução da despesa primária por volta de 2,5 pontos do PIB até 2026”, destacou o Tesouro em comunicado. (Agência Brasil)

IPEA: Renda dos mais pobres foi 32% maior que a habitual em agosto

ipea 30 09 2020Cerca de 4,25 milhões de domicílios brasileiros, o equivalente a 6,2% dos lares, sobreviveram, em agosto, apenas com a renda do auxílio emergencial de R$ 600, pago pelo governo federal para enfrentar os efeitos econômicos da pandemia da covid-19. A proporção de domicílios exclusivamente dependentes do auxílio foi maior no Nordeste, ultrapassando os 13% no Piauí e na Bahia.

Rendimentos - Entre os domicílios mais pobres, os rendimentos atingiram 132% do que seriam com as rendas habituais em agosto. A ajuda financeira também foi suficiente para superar em 41% a perda da massa salarial entre as pessoas que permaneceram ocupadas.

Estudo - Os resultados constam do estudo divulgado nesta terça-feira (29/09) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), intitulado Os efeitos da pandemia sobre os rendimentos do trabalho e o impacto do auxílio emergencial: os resultados dos microdados da PNAD Covid-19 de agosto, que utiliza dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Papel - “O papel do auxílio emergencial na compensação da renda perdida em virtude da pandemia foi proporcionalmente maior do que no mês anterior”, disse, em nota, o autor da pesquisa Sandro Sacchet.

Mês anterior - Em comparação com o mês anterior, a redução da diferença entre a renda efetiva e a habitual foi generalizada. De modo geral, os trabalhadores receberam em agosto 89,4% dos rendimentos habituais (2,3 pontos percentuais acima de julho) – R$ 2.132 em média, contra uma renda habitual de R$ 2.384.

Setor privado sem carteira - Já os trabalhadores do setor privado sem carteira assinada receberam 86,1% do habitual contra 85% no mês anterior. Trabalhadores do setor privado com carteira e funcionários públicos continuaram a receber, em média, 95% do rendimento habitual.

Maior - A recuperação do nível de renda foi maior entre os trabalhadores por conta própria, que receberam em agosto 76% do que habitualmente recebiam, contra 72% em julho, alcançando rendimentos efetivos médios de R$ 1.486.

Por conta própria - Ainda que tenham recuperado parcela mais significativa da perda salarial devido à pandemia, os que trabalham por conta própria continuam tendo um dos menores índices de renda efetiva. O estudo cita como exemplo os trabalhadores de tratamento de beleza e serviços pessoais que receberam em agosto apenas 68,6% da renda habitual, auferindo uma renda média de R$ 1.072. O resultado, porém, é melhor que o de julho, quando receberam 60% da renda habitual.

Outros grupos - Outros grupos que sofreram muito com a pandemia, mas que apresentaram maior recuperação em seus rendimentos são os trabalhadores de atividades artísticas, esportivas e recreação (crescimento de 15% da renda); atividades imobiliárias (aumento de 20%); hospedagem (10,5%); serviços de alimentação (7,1%); e transporte de passageiros (7,3%).

Menos afetados - Segundo o Ipea, os trabalhadores menos afetados pela pandemia estão na administração pública, na indústria extrativa, nos serviços de utilidade pública, na educação, em serviços financeiros e armazenamento, nos correios e nos serviços de entrega.

Nordeste e Centro-Oeste - No Nordeste, a renda efetiva subiu de 86,7% do habitual em julho para 89,6% em agosto, enquanto o Centro-Oeste continua sendo a região menos impactada (91,8%).

Maior impacto - Conforme o estudo, o efeito da pandemia continua mais severo entre os idosos (85,6%) e menor entre os mais jovens (90,8%), e o impacto foi menor entre aqueles com ensino médio ou superior (89% para trabalhadores com médio completo e 91,1% para aqueles com ensino superior). (Agência Brasil)

FOTO: Rovena Rosa / Agência Brasil

 

PARANÁ: Orçamento de 2021 prevê queda de R$ 1,7 bilhão nas receitas do Estado

parana 30 09 2020O Governo do Estado prevê queda de R$ 1,7 bilhão na arrecadação tributária e perdas de 2,5% nas transferências da União em 2021 em relação aos valores previstos no orçamento de 2020, o que vai exigir novo rigor orçamentário e controle ainda mais amplo sobre as contas públicas. Essas diretrizes constam no Projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA), encaminhado nesta terça-feira (29/09) para a Assembleia Legislativa.

Despesa total - A peça prevê despesa total de R$ 50,6 bilhões, valor 1,3% superior ao previsto para o exercício de 2020. Serão destinados R$ 9,8 bilhões para a Educação, R$ 4,4 bilhões para Segurança Pública, R$ 5,5 bilhões para Saúde, R$ 745,5 milhões para Agricultura e R$ 11,7 bilhões para previdência dos servidores.

Covid-19 - O primeiro Orçamento do Estado depois da Covid-19 reflete o colapso econômico decorrente da pandemia, que teve reflexo nas contas públicas. “O texto foi trabalhado diante de um cenário atípico. São desafios enormes na saúde, na questão de emprego e renda, e também na contabilidade fiscal. Essa peça retrata o enorme desafio do próximo ano”, afirmou o chefe da Casa Civil, Guto Silva. “A redução da atividade econômica impacta no nosso orçamento”.

Custeio menor - Ele complementou que a previsão das receitas do Orçamento Fiscal, responsável pelo custeio das secretarias, caiu 0,8% em relação a 2020. “A previsão de R$ 1,7 bilhão a menos na receita própria é muito parecida com a prevista para 2020, mas no ano que vem não teremos apoio do governo federal. Teremos que continuar a política de corte de gastos, estimular alternativas para garantir eficiência e honrar os compromissos básicos”, acrescentou Silva. “O Paraná é um Estado forte e faremos o dever de casa com gestão e planejamento”.

Transparência - O secretário da Fazenda, Renê Garcia Junior, afirmou que Orçamento de 2021 tem o compromisso da transparência. Ele destacou a parceria com o Poder Legislativo para a discussão dos detalhes do projeto. “O orçamento é um contrato do Estado com a sociedade, e nada mais justo do que a Assembleia Legislativa discutir essa peça, as receitas e despesas”, afirmou. “Não encontramos solução mágica. Ele retrata exatamente aquilo que se espera, sem alternativa de receita fictícia ou mecanismos para esconder a situação. É uma realidade complexa, difícil, com impacto nas despesas obrigatórias”.

Despesas - A Receita Orçamentária Total dos Orçamentos Fiscal e do Regime Próprio de Previdência Social é estimada em R$ 47,1 bilhões. De forma geral, as despesas a partir delas estão distribuídas da seguinte forma: R$ 35,3 bilhões para secretarias e demais instituições públicas, inclusive outros poderes e R$ 11,7 bilhões para o Regime Próprio da Previdência.

Investimentos - As despesas de investimento das empresas públicas independentes foram fixadas em R$ 3,4 bilhões, sendo R$ 1,7 bilhão da Copel, R$ 1,5 bilhão da Sanepar e R$ 114 milhões da Portos do Paraná.

Outros poderes - Os repasses para os outros poderes previstos na LOA 2021 somam R$ 4,3 bilhões. São R$ 2,12 bilhões para o Tribunal de Justiça, R$ 992 milhões para o Ministério Público do Estado, R$ 388 milhões para o Tribunal de Contas, R$ 720 milhões para a Assembleia Legislativa e R$ 72 milhões para a Defensoria Pública.

Previdência - Como reflexo da reforma previdenciária, as receitas do Regime Próprio de Previdência do Estado aumentarão em 23,4% em relação a 2020, mas a despesa fixa ainda mantém crescimento significativo, na casa de 6,9%. A reforma previdenciária possibilitará a contenção da despesa do Estado em aproximadamente R$ 2 bilhões nos próximos cinco anos.

Tramitação - O presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, deputado Ademar Traiano, afirmou que a LOA vai tramitar em paralelo com a LDO, que teve a votação postergada em função da pandemia e só pode ser alterada pelo Poder Executivo. A LOA será encaminhada nesta semana para a Comissão de Orçamento para análises e eventuais emendas parlamentares.

Contribuição - “A Assembleia sempre deu a sua contribuição com a sociedade. Temos uma harmonia perfeita entre os Poderes no Paraná, por isso somos respeitados no contexto nacional. Justamente por isso teremos que ter um olhar diferenciado para as contas públicas do ano que vem”, afirmou Traiano.

Presenças - A entrega do Projeto da Lei Orçamentária Anual contou com a participação do deputado estadual Hussein Bakri, líder do Governo, e do secretário de Administração e da Previdência, Marcel Micheletto. (Agência de Notícias do Paraná)

 

MERCADO FINANCEIRO: Bolsa fecha em queda de mais de 1% em dia de nervosismo

Em mais um dia de nervosismo no mercado financeiro, a bolsa de valores fechou em queda de 1%. O índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), encerrou esta terça-feira (29/09) aos 93.580 pontos, com recuo de 1,15%.

Menor nível - Com o desempenho desta terça, o indicador está no menor nível desde 16 de junho, quando tinha encerrado aos 93.531 pontos. Após recuar 2,4% na segunda-feira (28/09), o Ibovespa chegou a esboçar recuperação nas primeiras horas do pregão, mas logo perdeu força no decorrer da sessão.

Câmbio - No mercado de câmbio, o dólar comercial encerrou a sessão vendido a R$ 5,643, com leve alta de 0,14%. A cotação oscilou fortemente. Depois de iniciar o dia em queda, chegando a cair para R$ 5,61 pouco antes das 10h, a divisa subiu fortemente, alcançando R$ 5,68 na máxima do dia, por volta das 13h. A moeda desacelerou durante a tarde até fechar próxima da estabilidade.

Tensão - O mercado financeiro continua sob tensão, após o anúncio da proposta de usar recursos de precatórios da União e do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Hoje à tarde, o secretário do Tesouro, Bruno Funchal, disse que a reação dos investidores representa um alerta.

Solução - Na avaliação do secretário do Tesouro, a solução para superar o impasse em relação às fontes de recursos para o Renda Cidadã passa pelo debate com o governo e o mercado mostrando as limitações das propostas apresentadas. “É importante o processo por que a gente está passando. Está sendo conturbado, mas é importante a sociedade estar junto e entender quais são as alternativas”, declarou Funchal. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

CONCURSO: Inscrições para o Café Qualidade terminam sexta-feira

Produtores rurais do Paraná têm até esta sexta-feira (02/10) para se inscrever no 18º Concurso Café Qualidade Paraná. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas nas unidades regionais do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná Iapar-Emater (IDR-Paraná).

Valorização - Organizado pela Câmara Setorial do Café do Paraná e pela Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, o concurso é uma estratégia para valorizar e fortalecer a produção de cafés especiais.

Categorias - Os interessados podem se inscrever em duas categorias: Café Natural (via seca) e Café Cereja Descascado ou Despolpado (via úmida). Os lotes serão avaliados por uma comissão julgadora, constituída pela Comissão Organizadora Estadual e composta por classificadores e degustadores de reconhecida competência no âmbito estadual e nacional.

Julgamento - O julgamento será no Centro de Pesquisa em Qualidade do Café do IDR-Paraná em Londrina. Todos os detalhes do regulamento estão disponíveis no site www.cafequalidadeparana.com.br

Cronograma - O cronograma final do concurso também já foi elaborado pela comissão organizadora. Entre os dias 5 e 9 de outubro, acontece a coleta de amostras dos lotes inscritos; de 13 a 23 de outubro, a classificação física e preparo das amostras para o júri; e de 26 a 30 de outubro o júri sensorial (prova de xícara) das amostras classificadas. Por fim, a divulgação e premiação dos vencedores está prevista para o dia 19 de novembro, em uma cerimônia online especial. “A pandemia exigiu que adaptássemos os procedimentos de avaliação e seleção, mas vamos garantir a segurança dos participantes e o incentivo aos produtores com um novo protocolo de trabalho”, explica o economista do Deral e responsável pela Comissão Organizadora Estadual, Paulo Franzini.

Resultados positivos - Ele ressalta que, ao longo dos anos, o concurso tem sido responsável por diversos resultados positivos para a cafeicultura paranaense. Entre as conquistas, estão a difusão de tecnologia desenvolvida pela pesquisa; incentivo para adoção das boas práticas de produção e de preparo de cafés especiais; capacitação de produtores e técnicos dos setores públicos e privados e agregação de valor ao produto final.

Melhoria - Além disso, essa iniciativa tem colaborado para a melhoria na gestão das propriedades e da produção sustentável, para aproximar os produtores dos compradores/cafeterias, e como comprovação da diversidade de sabores e aromas. “O concurso é uma ferramenta de marketing que ajuda a legitimar a qualidade do café paranaense. Assim promovemos as diferentes regiões produtoras e valorizamos o trabalho do cafeicultor, premiando a qualidade na xícara”, diz o economista.

História - A realização do concurso é uma etapa que vem de uma longa história de trabalho pela valorização do café do Estado. Nos anos 90, o Paraná lançou um modelo de produção popularmente chamado de Modelo Café Adensado, desenvolvido pelo Iapar (hoje Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná - IDR-Paraná). Entre outros, o objetivo principal era proporcionar o aumento da produtividade média das lavouras, proporcionando melhor renda com a diversificação das atividades dentro das propriedades.

Campanha - Em 2000, foi criada uma campanha para melhoria da qualidade do café paranaense denominada Café Qualidade Paraná. “O objetivo era o aumento do volume de produção de cafés de melhor qualidade, e reverter a imagem negativa que o Paraná tinha de só produzir cafés de baixa qualidade, fama herdada durante o auge da produção nos anos 60”, conta Franzini. Uma das ações da campanha foi incentivar a produção de cafés especiais através de concursos de qualidade nas diferentes regiões. E assim surgiu a primeira edição do Concurso Café Qualidade Paraná.

Produção - Segundo o Deral, a produção de café nesta safra está estimada em 943 mil sacas, volume semelhante ao produzido na safra anterior. A colheita foi encerrada no início de setembro, e devido às chuvas abaixo da média nas principais regiões produtoras, o atual volume representa uma redução em torno de 10% em relação à previsão inicial.

Valor elevado - Embora o café seja uma commodity de valor elevado, em torno de R$ 500,00 a saca de 60 quilos, o economista explica que esse preço não remunera os custos de produção. “O cafeicultor está vendendo a produção à medida que precisa liquidar seus compromissos de imediato. Este ano as vendas já chegaram a 47% da produção. Por isso o café do Paraná precisa de incentivo”.

Cultura expressiva - Mesmo que o café não esteja entre as culturas mais expressivas em termos de volume, o investimento dos produtores em qualidade, inclusive estimulado pelo concurso, ajuda a divulgar o produto paranaense.

Parceria - Os parceiros desta edição são a Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores Familiares do Paraná (Fetaep), Sistema Federação da Agricultura do Paraná (Faep), Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Sebrae, Sistema Ocepar, Fortaleza Coffee, Cooperativa Intregrada, Grupo 2 Irmãos, Sicredi, Crea-PR, Bratac, Sociedade Rural do Paraná, Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), Probat, Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), Cocamar, Cocari e Copacol. (Agência de Notícias do Paraná)

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ITR: Prazo de entrega da declaração acaba hoje

Proprietários rurais de todo o país têm até esta quarta-feira (30/09) para entregar a Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR). O prazo acaba às 23h59min59s. A Receita Federal está recebendo o documento desde 17 de agosto. Neste ano, o Fisco espera receber 5,9 milhões de declarações, contra 5,79 milhões no ano passado.

Balanço - Segundo o balanço mais recente da Receita, 5.277.997 de contribuintes haviam entregado a declaração até esta terça-feira (29/09). O pagamento da ITR poderá ser feito em até quatro quotas iguais, desde que nenhuma parcela seja inferior a R$ 50 e que a primeira quota seja quitada até o último dia do prazo de entrega da declaração.

Multa - O produtor rural que entregar a DITR depois do prazo pagará multa de 1% ao mês sobre o imposto devido ou R$ 50, prevalecendo o maior valor. Se o contribuinte constatar erros ou inconsistências depois de apresentar os dados, poderá enviar declaração retificadora, sem a interrupção do pagamento do imposto apurado na declaração original.

Obrigação - Está obrigada a apresentar a declaração a pessoa física ou jurídica, exceto nos casos de imunidade ou isenção, que seja proprietária, titular do domínio útil ou detentora de qualquer título do imóvel rural. Também deve enviar a DITR o contribuinte que perdeu a posse da propriedade entre 1º de janeiro de 2020 e a efetiva apresentação da declaração.

Preenchimento - A DITR deve ser preenchida no computador, por meio do Programa Gerador da Declaração do ITR, disponível na página da Receita Federal na internet. O documento pode ser transmitido pela internet. Caso o proprietário não tenha acesso à rede mundial de computadores, poderá entregar a declaração em mídia removível na unidade mais próxima da Receita Federal.

Auxílio - Neste ano, diversas instituições de ensino superior com núcleos de Apoio Contábil e Fiscal (NAF) estão prestando, em parceria com a Receita, orientações para o preenchimento e a entrega da declaração. O serviço está sendo prestado de forma gratuita e virtual. A lista dos NAF com auxílio a distância está disponível na página da Receita na internet. (Agência Brasil)

LEGISLATIVO I: Congresso deve analisar 10 vetos presidenciais nesta quarta-feira

legislativo I 30 09 2020Três sessões do Congresso Nacional para análise de 10 vetos presidenciais foram convocadas para esta quarta-feira (30/09). O primeiro item da pauta é o veto parcial 56/2019, que derrubou 24 dispositivos do chamado pacote anticrime (PL 6.341/2019 — Lei 13.964, de 2019). A primeira sessão começa às 10h no Plenário da Câmara dos Deputados. A sessão deliberativa remota no Senado está marcada para às 16h. Os deputados concluem a votação a partir das 19h.

Adiamento - A sessão originalmente convocada para a semana passada foi adiada para permitir a realização, no Senado, de sabatinas e votações de autoridades — acumuladas desde o início da pandemia de covid-19.

Vetos - Entre os vetos do presidente da República que ainda aguardam análise dos congressistas estão o VET 13/2020 — Parcial, que atingiu 12 dispositivos da lei que amplia os beneficiários do auxílio emergencial (PL 873/2020 – Lei 13.998, de 2020); e o VET 14/2020 — Parcial, que cancelou 10 dispositivos do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, o Pronampe (PL 1.282/2020 — Lei 13.999, de 2020).

Desoneração da folha - Outro item da pauta é o VET 26/2020, que prorroga a desoneração da folha de pagamento para 17 setores da economia até dezembro de 2021 (MP 936/2020 — Lei 14.020, de 2020).  Esse veto ainda não tinha acordo para votação na última sessão do Congresso em agosto.

Saneamento básico - Entre os vetos polêmicos, está ainda o que atingiu 18 dispositivos do novo Marco Legal do Saneamento Básico (VET 30/2020 – Parcial); e o veto total ao auxílio emergencial à mulher provedora de família monoparental (VET 35/2020).

Alíquotas - Devem ser apreciados ainda sete dispositivos vetados por Jair Bolsonaro à redução excepcional das alíquotas das contribuições aos serviços sociais autônomos e ao Fundo de Desenvolvimento do Ensino Profissional Marítimo (VET 29/2020 — Parcial).

Mais - Os congressistas também devem analisar os vetos parciais às regras para distribuição de prêmios por concessionárias ou permissionárias de serviço de radiodifusão e pagamento do valor da outorga do serviço (VET 31/2020); autorização a terceiros, por meio de qualquer forma de declaração, para retirada de medicamentos durante a pandemia (VET 32/2020); à frequência em locais de atendimento à população de rua e suspensão da obrigatoriedade de metas e requisitos do Sistema Único de Assistência Social , o Suas (VET 33/2020); e à suspensão durante  a pandemia de efeitos decorrentes do não cumprimento de indicadores financeiros ou de desempenho em contratos (VET 34/2020). (Agência Senado)

FOTO: Roque de Sá / Agência Senado

 

LEGISLATIVO II: Eleições municipais deste ano terão 66 deputados federais candidatos

legislativo II 30 09 2020Levantamento feito pela Câmara dos Deputados aponta que 66 parlamentares são candidatos a prefeito (59) ou vice-prefeito (7) nas eleições municipais deste ano, entre titulares e suplentes que atualmente exercem o mandato. O número é inferior às duas últimas eleições municipais (2012 e 2016), quando 87 e 82 deputados, respectivamente, foram candidatos.

Partidos - Ao todo, 21 partidos lançaram deputados como candidato. O PT é o que terá o maior número de candidatos a prefeito ou vice (são 9), seguindo de PSL (7), Republicanos (6) e PSB (5).

Mais - Em seguida vem Pros (4), Psol (4), DEM (2), MDB (3), PCdoB (3), PDT (3), PL (3), PSD (3), PSDB (3), Avante (2), Pode (2), Solidariedade (2), Cidadania (1), Patriota (1), PP (1), PTB (1) e PV (1).

Disputa - Em algumas cidades, dois ou mais deputados federais disputam o mesmo cargo. É o caso de Manaus (AM), Salvador (BA), Feira de Santana (BA), Fortaleza (CE), Belo Horizonte (MG), Campo Grande (MS), Belém (PA), Recife (PE), Teresina (PI), Rio de Janeiro (RJ), Nova Iguaçu (RJ), Boa Vista (RR) e São Paulo (SP).

Fortaleza - Em Fortaleza, são quatro candidatos à prefeitura da cidade, o mesmo acontecendo em Belém. A capital paulista terá cinco deputados candidatos, sendo três a prefeito e dois a vice.

Covid-19- Por causa da pandemia de Covid-19, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou que todas as 401 mil seções eleitorais terão álcool em gel para limpeza das mãos dos eleitores antes e depois da votação, e os mesários receberão máscaras, face shield (protetor facial) e álcool em gel para proteção individual.

Plano de Segurança - O Plano de Segurança Sanitária do TSE inclui ainda cartazes afixados nas seções com os procedimentos a serem adotados por todos. Os materiais foram doados ao TSE por 26 empresas e entidades empresariais.

Propaganda - Também por causa da pandemia, a propaganda eleitoral gratuita em rádio e televisão só começa em 9 de outubro. A votação, que geralmente ocorre em outubro, foi adiada para os dias 15 e 29 de novembro – respectivamente, 1º e 2º turnos.

Adiamento - O adiamento foi determinado pela Emenda Constitucional 107, promulgada pelo Congresso Nacional em julho. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Divulgação / Agência Brasil

 

LEGISLATIVO III: Deputados aprovam MP que prevê R$ 20 bilhões para socorro a empresas na pandemia

legislativo III 30 09 2020A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (29/09) a Medida Provisória 977/20, que abre crédito extraordinário de R$ 20 bilhões para a União conceder garantia a empréstimos feitos pelos bancos a empresas com receita bruta entre R$ 360 mil e R$ 300 milhões. A MP perde a vigência à meia-noite de quinta-feira (1º/10) e precisa ser votada ainda pelo Senado.

Relator - A matéria foi relatada pelo deputado Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF), que recomendou a aprovação do texto original, sem mudanças.

Peac - Segundo a Lei 14.042/20, os empréstimos devem ser realizados no âmbito do Programa Emergencial de Acesso a Crédito (Peac-FGI) até 31 de dezembro de 2020. Além das pequenas e médias empresas, poderão ter acesso ao empréstimo com garantia também as associações, as fundações de direito privado e as sociedades cooperativas, exceto as de crédito.

Fundo - O dinheiro virá da emissão de títulos públicos e reforçará o Fundo Garantidor para Investimentos (FGI), gerenciado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Alocação - Segundo o relatório de acompanhamento da execução orçamentária da Consultoria de Orçamento da Câmara dos Deputados, até o dia 25 de setembro, o governo já alocou no FGI cerca de 75% dos recursos liberados. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Maryanna Oliveira /Câmara dos Deputados

 

SAÚDE I: Brasil registra 863 óbitos e 32.058 novos casos em 24h

O boletim diário do Ministério da Saúde, divulgado nesta terça-feira (29/09), revela que o Brasil registrou 4.777.522 casos confirmados do novo coronavírus desde o início da pandemia.

Percentuais - Desse total, 2,9% dos casos resultaram em morte (142.921); 10,5% dos pacientes estão em tratamento (499.513); e 86,6% dos brasileiros que contraíram covid-19 estão recuperados (4.134.088).

Últimas 24h - Nas últimas 24 horas, foram registrados 863 óbitos e 32.058 novos casos confirmados. Os casos são menores aos domingos e segundas-feiras pelas limitações de alimentação da base de dados pelas equipes das secretarias de saúde. Já às terças-feiras, o número tem sido maior pelo envio dos dados acumulados do fim de semana.

Investigação - As autoridades de saúde ainda investigam se outras 2.501 mortes foram provocadas por coronavírus.

SP tem melhor terça-feira desde maio - Nas últimas 24 horas, o estado de São Paulo contabilizou 266 mortes e 6.377 casos do novo coronavírus. Com isso, o estado soma, até este momento, 35.391 mortes e 979.519 casos confirmados, desde o início da pandemia.

Balanço - Às terças-feiras, por causa de um represamento de dados que ocorre nos finais de semana, o balanço de casos e de mortes costuma ser sempre maior, batendo até recordes. Mas nesta terça (29/09) o balanço de mortes foi o menor já registrado para uma terça-feira desde o dia 26 de maio, quando foram registradas 203 mortes. Isso só foi interrompido no dia 8 de setembro, que se seguiu ao feriado prolongado de 7 de setembro, quando o registro foi de 53 mortes. Mas o balanço do dia 8 de setembro pode ter sido prejudicado com o represamento de dados ocorrido por causa do feriado. O dia que o estado de São Paulo mais registrou mortes em um único dia aconteceu em 13 de agosto, quando foram notificados 455 óbitos.

Recuperados - Do total de casos diagnosticados, 847.418 pessoas estão recuperadas, sendo 107.415 após internação.

Suspeitos - Há 9.076 pacientes internados em casos suspeitos ou confirmados do novo coronavírus, sendo que 3.954 deles estão em estado grave. A taxa de ocupação de leitos de unidades de terapia intensiva (UTI) é de 44,4% em todo o estado e de 42,9% na Grande São Paulo.

Mais casos - Onde há mais casos de covid-19 no Brasil

*Casos acumulados desde o início da pandemia

São Paulo = 979.519

Bahia = 308.252

Minas Gerais = 292.291

Rio de Janeiro = 263.699

Ceará = 239.497

Mais mortes - Onde há mais mortes por covid-19 no Brasil

São Paulo = 35.391

Rio de Janeiro = 18.388

Ceará = 8.950

Pernambuco = 8.222

Minas Gerais = 7.259

(Agência Brasil)

saude I tabela 30 09 2020

SAÚDE II: Boletim registra 1.310 novos casos de coronavírus

saude II 30 09 2020A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta terça-feira (29/09) mais 1.310 casos confirmados e 44 óbitos em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 175.423 casos e 4.378 mortes em decorrência da doença. Há ajustes de casos confirmados detalhados ao final do texto.

Internados - Nesta terça-feira (29/09) 910 pacientes estavam internados com diagnóstico confirmado de Covid-19: 762 em leitos SUS (384 em UTI e 378 em leitos clínicos/enfermaria) e 148 em leitos da rede particular (63 em UTI e 85 em leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 1.026 pacientes internados, 434 em leitos UTI e 592 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A secretaria estadual informa a morte de mais 44 pacientes. Todos estavam internados. São 15 mulheres e 29 homens com idades que variam de 41 a 94 anos. Um óbito ocorreu em agosto e os demais entre 7 e 29 de setembro.

Residência - Os pacientes que faleceram residiam em: Curitiba (11), Toledo (5), Londrina (3), Paranaguá (3), Bandeirantes (2), Guaratuba (2) e São José dos Pinhais (2). Houve ainda um óbito em cada um dos seguintes municípios: Apucarana, Borrazópolis, Cambará, Campo Largo, Colombo, Cruzeiro do Oeste, Dois Vizinhos, Laranjeiras do Sul, Marialva, Matinhos, Pinhais, Piraquara, Quatro Barras, Rolândia, Sarandi e Telêmaco Borba.

Fora do Paraná - O monitoramento da Secretaria de Estado da Saúde registra 1.875 casos de pessoas que não moram no Estado – 44 foram a óbito.

Ajustes - Alteração de município

Um caso confirmado no dia 06/09 em São Jerônimo da Serra foi transferido para Joinville (SC)

Um caso confirmado no dia 06/08 em São Jerônimo da Serra foi transferido para Ibiporã

Um caso confirmado no dia 13/09 em São Jerônimo da Serra foi transferido para Londrina

Um caso confirmado no dia 03/09 em Santa Cecília do Pavão foi transferido para Assaí

Um caso confirmado no dia 20/09 em Manoel Ribas foi transferido para Santa Cecília do Pavão

Um caso confirmado no dia 10/08 em Curitiba foi transferido para Nova América da Colina

Um caso confirmado no dia 04/09 em Nova América da Colina foi transferido para Nova Santa Bárbara

Um caso confirmado no dia 05/09 em Nova América da Colina foi transferido para Londrina

Um caso confirmado no dia 07/09 em Congonhinhas foi transferido para Rolândia

Um caso confirmado no dia 31/07 em Cascavel foi transferido para Congonhinhas

Um caso confirmado no dia 13/06 em Congonhinhas foi transferido para Cornélio Procópio

Um caso confirmado no dia 07/09 em Sapopema foi transferido para Nova Londrina

Um caso confirmado no dia 04/09 em Nova Fátima foi transferido para Londrina

Um caso confirmado no dia 10/07 em Santo Antônio da Platina foi transferido para Abatiá

Um caso confirmado no dia 23/09 em Cornélio Procópio foi transferido para Abatiá

Um caso confirmado no dia 01/07 em Abatiá foi transferido para Bandeirantes

Dois casos confirmados no dia 02/07 em Abatiá foram transferidos para Bandeirantes

Um caso confirmado no dia 30/06 em Abatiá foi transferido para Bandeirantes

Um caso confirmado no dia 17/08 em Abatiá foi transferido para Bandeirantes

Um caso confirmado no dia 10/09 em Abatiá foi transferido para Doutor Ulysses

Um caso confirmado no dia 11/08 em Agudos do Sul foi transferido para Mandirituba

Um caso confirmado no dia 04/09 em Agudos do Sul foi transferido para Curitiba

Um óbito confirmado no dia 16/09 em Curitiba (M, 79a) foi transferido para Vidal Ramos (SC)

Um óbito confirmado no dia 19/09 em Bocaiúva do Sul (M, 31a) foi transferido para Colombo.

Exclusões                                          

Um caso confirmado no dia 26/09 em Arapongas foi excluído por duplicidade de notificação

Um caso confirmado no dia 26/09 em Medianeira foi excluído por duplicidade de notificação

Um caso confirmado no dia 26/09 em Curitiba foi excluído por duplicidade de notificação

Um caso confirmado no dia 26/09 em Londrina foi excluído por duplicidade de notificação

Um caso confirmado no dia 26/09 em Foz do Iguaçu foi excluído por duplicidade de notificação

Um caso confirmado no dia 18/09 em Rolândia foi excluído por duplicidade de notificação

Dois casos confirmados no dia 11/08 em Curitiba foram excluídos por duplicidade de notificação

Um caso confirmado no dia 11/07 em Sapopema foi excluído por duplicidade de notificação

(Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

 


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