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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4920 | 02 de Outubro de 2020

REUNIÃO INSTITUCIONAL: Para Nova Citrus, a prioridade é oferecer a melhor prestação de serviços ao cooperado

“Fazemos de tudo para atender bem o nosso cooperado”, disse o presidente da Cooperativa Nova Citrus, sediada em Nova América da Colina (PR), Natanel Francisco de Melo, ao final da 74ª reunião institucional virtual realizada pelo Sistema Ocepar, na tarde desta quinta-feira (01/10), com o objetivo de apresentar o cenário econômico-financeiro da cooperativa, por meio de indicadores e comparativos com outras cooperativas paranaenses do mesmo ramo e região.

Impactos - Segundo Melo, a estiagem e a pandemia impactaram negativamente nos negócios da Nova Citrus, cuja produção deve reduzir em 50%. Apesar disso, a cooperativa mantém sua estratégia de oferecer a melhor prestação de serviços ao quadro social.  “A gente fica bastante tranquilo com o cenário apresentado para nós, mostrando os números que alcançamos até o momento. Nós estamos passando por um ano muito mais difícil que os anteriores. A estiagem vem atrapalhando muito a nossa produção. Assim, no ano que vem, os nossos resultados talvez não sejam tão bons. A pandemia também tem atrapalhado bastante. Mas estamos seguindo o nosso plano de trabalho. Fazemos de tudo para atender bem o nosso cooperado. Estamos pagando o máximo que podemos pela laranja recebida deles, trabalhando com uma margem pequena, para defender mais o nosso associado e valorizar a nossa cooperativa”, disse o presidente da Nova Citrus.

Caminho certo - O analista técnico do Sescoop/PR, Jesse Rodrigues, que estava conduzindo a reunião, afirmou que a cooperativa está no rumo certo. “Esse é caminho. O objetivo principal da cooperativa é prestar serviço para o cooperado, dar uma oportunidade para que ele consiga colocar o seu produto no mercado, com qualidade e preço bom”, frisou.

A cooperativa - Fundada em 1 de julho de 2011, a Cooperativa dos Fruticultores de Nova América da Colina e Região – Nova Citrus, possui 64 cooperados que cultivam 500 hectares de laranja, com produção de 400 mil caixas (24 quilos cada) e produtividade média de 50 toneladas por hectare, obtida nos pomares de plena produção, em plantas de idade superior a sete anos. A cooperativa comercializa a fruta in natura para as Centrais de Abastecimento (Ceasas) e supermercados da região. Em 2019, faturou R$ 7,1 milhões. Segundo o presidente, há a intenção de investir em novos projetos, como a fabricação de suco, por exemplo, mas os planos foram suspensos, por enquanto. “O cenário não está bom e estamos esperando o momento mais adequado para isso”, disse.

Participantes - Melo estava reunido com mais representantes da cooperativa para acompanhar a apresentação promovida pelo Sistema Ocepar, entre eles, o diretor-secretário da Nova Citrus, Susumu Suzuki, o segundo-secretário, Cláudio Alves, e os conselheiros fiscais, Wilson Aparecido Sargi, Marcelo José Romagnolo, David Nunes de Araújo, Ademir Afonso Cesar e Aparicio de Souza.

Programação - No encontro, os indicadores de desempenho econômico-financeiro da Nova Citrus foram apresentados pelo analista técnico Jesse Rodrigues. Ele também destacou os números do cooperativismo paranaense e do ramo agropecuário no Paraná, além do resultado de um estudo sobre os impactos da pandemia nos negócios da cooperativa. Já o analista da Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec), Jhony Moller, tratou sobre o cenário econômico nacional, contemplando indicadores como PIB, câmbio e inflação. Ele também trouxe dados sobre o mercado da laranja, produção nacional de grãos e crédito rural. Ao final , a analista Eliane Goulart falou sobre as atividades finalísticas do Sescoop/PR nas áreas de monitoramento, cooperativismo, profissionalização e gestão estratégica, cujos programas, eventos e soluções estão disponíveis para todas as cooperativas vinculadas ao Sistema Ocepar. A reunião contou ainda com a participação do coordenador da área de monitoramento do Sescoop/PR, João Gogola Neto.

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COVID-19 I: Confira o comunicado 130 do Comitê de Acompanhamento

covid 19 destaque 11 09 2020O comunicado 130, emitido na manhã desta sexta-feira (02/10) pelo Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar, traz mais informações sobre as atividades realizadas nesse período de pandemia, como as reuniões institucionais virtuais com as cooperativas Uniprime Central e Nova Citrus e o início da 18º turma do Programa de Compliance do Cooperativismo Paranaense, na cooperativa Unimed Guarapuava, nesta quinta-feira (01/10). Confira abaixo todos os destaques do boletim.

1. O Sistema Ocepar, no dia 1º de outubro, realizou de forma virtual duas Reuniões da Autogestão com as cooperativas Uniprime Central e Nova Citrus, com a participação do corpo diretivo e gestores.

2. No dia 1º de outubro, o Sistema Ocepar, por meio do Sescoop/PR, iniciou a 18º turma do Programa de Compliance do Cooperativismo Paranaense, na cooperativa Unimed Guarapuava.

3. O Sistema Ocepar, no dia 1º de outubro, participou da reunião com representantes da Faep e Fiep/Sindiavipar, para avaliar assuntos de interesse para o desenvolvimento do setor produtivo do agronegócio e cooperativismo, com destaque para energia noturna, programa paraná trifásico e estradas rurais.

4. No dia 1º de outubro, foi realizado o último encontro do Seminário de Direito Cooperativo da Região Sul, com o tema Compliance em Sociedades Cooperativas.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). Desde que o trabalho remoto foi adotado pela instituição, em 20 de março, os integrantes se reúnem diariamente, por meio de videoconferência, para analisar cenários e discutir o andamento das atividades visando atender as demandas das cooperativas. O Comitê tem ainda divulgado os comunicados para informar as principais ações de interesse do cooperativismo paranaense que estão sendo executadas pelo Sistema Ocepar nesse período de pandemia.

 

COVID-19 II: Atualizados os destaques da área destinada ao coronavírus no Portal PR Cooperativo

covid II 25 09 2020A Área Covid-19 do Portal Paraná Cooperativo é atualizada toda sexta-feira com as notícias que foram destaques durante a semana no Informe Paraná Cooperativo e na Rádio Paraná Cooperativo. Lá, é possível acessar também os comunicados do Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar. Há ainda uma seção de perguntas e respostas, com esclarecimentos relativos à pandemia. Clique aqui e confira.

 

EVENTO I: Inscrições para o Encontro Estadual do Secretariado 2020 encerram nesta sexta-feira

Os profissionais de secretariado das cooperativas paranaenses interessados em participar do Encontro Estadual promovido pelo Sistema Ocepar, por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), têm até esta sexta-feira (02/10) para efetivar as inscrições. Basta acessar o link https://bit.ly/3ct4V7k. O evento será realizado nos dias 8 e 9 de outubro, desta vez em formato digital. E, como ocorre todos os anos, terá uma programação pensada especialmente para os profissionais das cooperativas paranaenses que atuam nessa área. No primeiro dia, haverá a apresentação de duas palestras, uma sobre “Criatividade e tecnologia: vida, trabalho e sociedade”, com Rodrigo Barros, e outra sobre “Etiqueta empresarial”, com Samar Merheb Jordão.

Workshop – As atividades têm continuidade no segundo dia, com a realização do workshop que vai debater o tema “Comunicação assertiva e visão estratégica – O profissional de secretariado como agente facilitador da comunicação interna”, comandada pelo professor Sebastian Bonhomme.

 

evento folder 25 09 2020

EVENTO II: Curso de pós-graduação em Educação Corporativa será lançado no Talk Show

formacao 30 09 2020O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR) realiza, nesta sexta-feira (02/10), o lançamento do curso de pós-graduação em Gestão da Educação Corporativa, cujo foco é desenvolver os agentes e profissionais de T&D das cooperativas paranaense. Será durante o Talk Show que ocorre das 14h às 15h30, pela plataforma Microsoft Teams, em parceria com o Isae. O evento terá como palestrantes os especialistas Alba Duarte, Laura Delgado e Eduardo Pitombo.

Alba Duarte - Alba Duarte é fundadora e CEO da Duart Consultoria e Treinamento em Sistema de Gestão, desenvolve consultoria em gestão de pessoas, programas de liderança e times de alta performance, coaching de carreira, executivo, business, pessoal e team coaching.

Laura Delgado - Laura Delgado é profissional com mais de 20 anos de experiência na área de desenvolvimento de pessoas, tem atuação em empresas do segmento industrial e de tecnologia. É responsável pelo início da operação do VLT Carioca. Possui sólidos conhecimentos na implantação de Universidades Corporativas, processos de carreira e desenvolvimento e Business Partner. Também tem vivência em empresas globais com desafios de transformação cultural.

Eduardo Pitombo - Eduardo Pitombo Machado é PhD pela Flórida Christian University, mestre em Administração e pós-graduado em Gestão Estratégica em Serviços pela FGV – RJ. É graduado em Engenharia Elétrica e possui especialização como Executivo de Produção Web. Participou de programas de treinamento de Empreendedorismo na Babson College, CPCL – Colloquium on Participant Centered Learning pela Harvard Business School, além de diversos cursos e congressos no Brasil e no exterior. Atuou como gerente de Projetos de Marketing na Xerox do Brasil. Sócio-diretor da Arbache Innovations e da Progressiva Consultoria, atuou em diversos projetos de consultoria em grandes empresas públicas e privadas. Gerenciou o Instituto do Varejo no Rio de Janeiro e foi diretor da Anitec – Associação Nacional de Inovação, Trabalho e Educação Corporativa. Diretor de Educação da Câmara Brasil – Porto Rico. Além de palestrante, será o mediador do Talk Show. (Com informações dos Linkedins dos palestrantes)

FOTO: pch.vector / Freepik

 

COOPERATIVISMO: OCB divulga boletins com informações de interesse do setor atualizadas até esta quinta-feira (01/10)

cooperativismo 02 10 2020 O Sistema OCB publica, semanalmente, diversos boletins com informações relevantes e de interesse do cooperativismo brasileiro. Confira abaixo as publicações atualizadas até esta quinta-feira (01/10), que tratam de política, economia, reforma tributária, pleitos do cooperativismo em tramitação no Congresso Nacional, normativos e medidas tributárias publicadas pelo governo que impactam nas cooperativas. Há ainda um apanhado sobre as ações que estão sendo executadas pela entidade para reduzir o impacto da pandemia nessa crise.

*Análise Política:* reforma tributária, orçamento público e os desafios para o teto de gastos. https://bit.ly/3dvDvOv

*Análise Econômica:* alta nos preços de alimentos no Brasil e no mundo. https://bit.ly/2UCWjUD

*Reforma Tributária:* alteração de calendário. https://bit.ly/3iJPv0X

*Pleitos do Cooperativismo:* temos 82 demandas das coops vinculadas à Covid-19. Veja como estão. https://bit.ly/2UD17rV

*Normativos:* resumo dos principais normativos federais relacionados à Covid-19, com link e análise da OCB. https://bit.ly/3anoYlY

*Medidas Tributárias:* infográfico com as respostas tributárias do governo à crise que tenham impacto nas cooperativas. https://bit.ly/2KrNgjn

Acompanhe essas e outras ações da OCB para diminuir o impacto desta crise em: https://www.somoscooperativismo.coop.br/covid-19

 

IBEF-PR: Superintendente e gerente da Lar são os ganhadores do Prêmio Equilibrista e Revelação de Finanças 2020

Mesmo diante de uma das maiores crises econômicas do país, o agronegócio foi um dos únicos setores a apresentar resultados positivos em meio à pandemia. Segundo a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, esse mercado foi fundamental para sustentar o PIB brasileiro, conseguindo, inclusive, bater recorde de grão nas safras e aumentar as exportações.

Ganhadores - E por efeito do resultado desse cenário, o Instituto Brasileiro de Executivos e Finanças (IBEF-PR) divulgou os ganhadores do Prêmio Equilibrista e Revelação de Finanças em 2020. O superintendente administrativo e financeiro Clédio Roberto Marschall foi o ganhador do Prêmio Equilibrista e o gerente financeiro Marcelo Afonso Riedi foi o ganhador do Prêmio Revelação de Finanças, ambos profissionais da área de finanças, do agronegócio e da mesma empresa, a Lar Cooperativa.

Primeira vez - Segundo o presidente do IBEF-PR, Claudio Enrique Lubascher essa é a primeira vez que a premiação, promovida pelo instituto, tem a mesma empresa ganhadora nas duas categorias. “Tivemos vários cases fantásticos e a votação foi bastante acirrada. Estamos muito felizes com os ganhadores do Prêmio Equilibrista e Prêmio Revelação de finanças, pois nunca antes tivemos a mesma empresa se destacando nas duas categorias. Isso mostra a força do agronegócio neste momento de recuperação da economia”, destaca Lubascher.

Destaque - O CFO da Unicesumar, Jeferson Vinhas Ferreira, e o Diretor Administrativo e Financeiro da Valmet na América do Sul, Lucio Pandolfi Junior, foram os ganhadores dos Prêmios Destaque de Finanças em 2020.

Os vencedores - Clédio Roberto Marschall iniciou a sua carreira na Lar Cooperativa Agroindustrial há 33 anos e se destacou pela coordenação e revisão do planejamento estratégico da empresa. Segundo o superintendente, foi uma satisfação ter o seu case escolhido como Equilibrista, principalmente pela relevância que o setor agrícola possuí, sendo responsável pela produção de alimento dentro e fora do país.

Feliz - “Estou muito feliz em receber o Prêmio Equilibrista. Com tantos candidatos e cases de alto nível e relevância para o estado, foi uma honra ser escolhido. Passamos por diversos desafios nos últimos anos e o prêmio vem como um reconhecimento por todo o trabalho feito pela equipe da Lar Cooperativa”, afirma Marschall.

Revelação - Já o Gerente Financeiro da Lar Cooperativa, Marcelo Afonso Riedi foi a grande revelação da área de finanças neste ano. Em uma nova fase da empresa, ele foi responsável por implementar um modelo de gestão diferenciado, focado em pessoas, processos e parceiros.

Somatório - Segundo Marcelo, o resultado do case é o somatório de inúmeras ações executadas no dia a dia, um trabalho da equipe feito com amor e empenho. “Ficamos muito felizes com o prêmio! Falo nós, pois esse case foi da equipe financeira e de toda a cooperativa. É uma honra fazer parte desse prêmio tão importante na comunidade financeira, representando, principalmente, o agronegócio e cooperativismo paranaense”, afirma o gerente financeiro.

Escolha - A escolha dos cases se deu a partir da votação realizada pelos associados do IBEF-PR. A consolidação dos votos foi realizada pela PwC Brasil, trazendo transparência, confiabilidade e imparcialidade ao processo. "Podemos garantir, com a nossa experiência acompanhando os desafios globais, que os cases reunidos aqui representam uma grande contribuição para toda a comunidade, principalmente em um ano tão desafiador quanto 2020. O Prêmio Equilibrista constrói um importante legado para todos os profissionais de finanças do Paraná”, destaca Carlos Peres, sócio da PwC Brasil e líder da região Sul.

Entrega dos prêmios - A cerimônia de entrega dos prêmios acontecerá no dia 29 de outubro, às 19h, e contará com uma estrutura montada em estúdio para receber fisicamente os profissionais premiados e transmitirá ao vivo pelas plataformas digitais para todo o país. O evento online ainda terá em sua programação uma palestra ao vivo e exclusiva com o fundador da Localiza e ex-secretário de Desestatização, Desinvetimento e Mercados, José Salim Mattar Júnior.

Patrocínio - O Prêmio Equilibrista 2020 recebe o patrocínio diamante da PWC Brasil, empresa especializada em auditoria e asseguração, consultoria tributária e societária, consultoria de negócios e assessoria em transações; bem como o escritório de advocacia Gaia, Silva e Gaede – consolidado na área corporativa, com ampla atuação em Direito Tributário e Societário.

Ouro - Na categoria Ouro, o evento recebe patrocínio do Banco Safra, da KPMG e da plataforma de netwoking, World Trade Center. Como patrocinadores Prata estão o Banco Alfa, a Deloitte e a Copel.

Prêmio Equilibrista 2020

Data: 29/10/2020

Horário: Das 19h00 às 20h30

Transmissão ao vivo pelo Vimeo

Mais informações: https://www.ibefpr.com.br/

Sobre o IBEF-PR - O Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças do Paraná (IBEF-PR) é uma instituição sem fins lucrativos, que congrega executivos de finanças dos vários segmentos da atividade econômica do Paraná: executivos das áreas de indústria, comércio, consultorias, empresas de serviços, auditorias, instituições financeiras (bancárias e não-bancárias) e instituições governamentais. Através de seus comitês de Finanças, Compliance e Riscos, Tributário e Empresarial, Inovação e Desenvolvimento de Executivos, o IBEF-PR realiza vários eventos, discussões e compartilha conhecimento para contribuir com o desenvolvimento dos profissionais de finanças do Paraná. Acompanhe o IBEF através do site e de suas redes sociais, participe dos eventos e encontros e saiba como fazer parte dessa comunidade. (Assessoria de Imprensa do IBEF-PR)

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CASTROLANDA I: Programa Semear realiza aula inaugural com jovens sucessores

castrolanda I 02 10 2020Desenvolvido pelos setores de Relacionamento com Cooperado e Desenvolvimento Humano da Castrolanda, o Programa Semear realizou na quarta-feira (30/09), na Cidade do Leite, em Castro, na região paranaense dos Campos Gerais, a primeira aula do projeto, que contou com número restrito de participantes para que fosse possível adequar as determinações de distanciamento social diante da pandemia de Covid-19.

Público - Inicialmente voltado ao público de jovens sucessores, cooperados e filhos de cooperados com idade acima de 18 anos, o programa promove a experiência de aprendizagem planejada e favorece os resultados de forma estratégica e assertiva.

Encontros - O Programa Semear tem sua estrutura dividida em cinco encontros realizados quinzenalmente com jovens sucessores Castrolanda. “É o momento que nós, como cooperativa, podemos disseminar a essência do cooperativismo, reforçar a cultura Castrolanda e transmitir conhecimento para quem, de fato, representa nosso futuro”, destaca o diretor-presidente Willem Berend Bouwman. O projeto, com conteúdo quinzenal, tem sua estrutura dividida em cinco encontros realizados nos períodos da manhã e tarde.

Temas - Entre os temas abordados dentro do programa, os jovens podem vivenciar e conhecer mais sobre a história do cooperativismo, bem como, sobre como funcionam as áreas de negócios da Cooperativa.“ Queremos espalhar sementes, ouvir ideias, trocar experiências e aprender junto como podemos ser ainda melhores e mais fortes”, comenta a Supervisora de Relacionamento com Cooperado, Roselia Gomes, que destaca ainda que em breve novas turmas serão criadas.

Sustentabilidade - Formar sucessores e aperfeiçoar as lideranças é primordial para levar adiante os valores da Castrolanda. “A essência do Semear é justamente a sustentabilidade da cooperativa. Ao conectar os jovens com a nossa realidade, dinamismo, conexões e responsabilidades, proporcionamos a troca de conhecimentos e o desenvolvimento das lideranças. Além disso, despertamos o desejo de seguir com seus trabalhos nas propriedades”, enfatiza a Gerente de Desenvolvimento da Castrolanda, Adriana Dalla Nora.

Sobre a Castrolanda- O compromisso com a transformação faz parte do DNA da Castrolanda. Uma cooperativa que transforma vidas, negócios e a comunidade ao redor. Com 68 anos de história, a Cooperativa Castrolanda é formada por mais de 1100 cooperados no Estado do Paraná e interior de São Paulo.

Faturamento e estrutura - Com 3,5 bilhões de reais de faturamento e aproximadamente 3500 colaboradores, possui unidades de negócios divididas em operações agrícola, carnes, leite, batata e administração e industrial - carnes, leite, batata e cerveja.

Objetivo - O objetivo das áreas de negócio é coordenar, desenvolver e fomentar as atividades dos cooperados, seguir presente em todos os elos da cadeia produtiva, agregar valor através das indústrias e crescer com sustentabilidade. (Imprensa Castrolanda)

 

CASTROLANDA II: Revista aborda modelos de gestão e atuação integrada com associados

castrolanda II 02 10 2020A edição trimestral da Castrolanda Revista, lançada nesta quinta-feira (01/10), conta com assuntos relevantes referentes ao trabalho realizado por cooperados e destaca as ações praticadas pela cooperativa nos últimos meses.

Presidente da Embrapa - Entre os temas em pauta, uma entrevista exclusiva com o presidente da Embrapa, Celso Luiz Moretti, que cita a importância das cooperativas no desenvolvimento dos negócios, analisa o cenário do agro nacional e os investimentos em pesquisas do setor.

Pré-assembleia virtual - Além disso, conteúdos que mostram como foi a primeira pré-Assembleia virtual da história da Castrolanda, o novo formato adotado para a comemoração do Dia do Agricultor e os resultados do crescimento nas exportações da Alegra no primeiro semestre. O projeto de expansão da produção de ração animal da Castrolanda e o Programa de Liderança Feminina também são alguns dos temas abordados nesta edição.

Conteúdo - A Castrolanda Revista tem sua distribuição impressa direcionada e pode ser acessada pela plataforma Issu ou na versão em pdf no site da Castrolanda. Confira! (Imprensa Castrolanda)

 

UNIUM: Consumo de queijo aumenta 29% no segundo trimestre de 2020

Com preços favoráveis ao produtor, o consumo de leite e derivados cresceu durante a pandemia da Covid-19 no Brasil. Em um relatório divulgado pela Nielsen, os dados mostram que, na comparação com o ano passado, até 10 de maio, o aumento no consumo foi de 29,2% nos queijos, 17,6% no leite UHT e de 16,4% no leite em pó. Com esse aumento, produtores locais de derivados do leite já sentem a diferença nos negócios.

Queijo de leite de cabra - No município de Arapoti, na região do Campos Gerais, no Paraná, uma das responsáveis pela produção de queijo é a família De Groot. Conhecidos pela produção de queijo de cabra (branco, frescal, cominho e ervas finas) e queijo tipo boursin, a família construiu, em 2017, um laticínio e, em 2018, colocou os produtos no mercado. “Iniciamos em 2009 com uma cabra. Hoje temos nossos produtos nos mercados de Curitiba e em março fomos aderidos ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi) e, a partir disso, conseguimos comercializar com o Brasil todo”, conta uma das fundadoras, Femmy De Groot.

Gouda - Ainda na mesma região, mas na cidade de Carambeí, Fabiane e Camila Greidarus produzem desde 2016 os queijos tipo Gouda. A tradição está na família há mais de 30 anos. “Nós começamos fazendo cursos de queijo em 2016 e fizemos uma queijaria pequena, mais para testes”, conta Fabiane. Quando a prima Nathalia Greidanus se juntou às irmãs, elas começaram o desenvolvimento da própria marca de produção Dutch Lady. “A intenção é construir um espaço maior, dentro das normas de fabricação e higiene, para então começar a vender os queijos comercialmente”, comenta Fabiane.

Tradição - A produção láctea é uma das tradições mais fortes da cultura e da culinária holandesas. Para o presidente da Associação Cultural Brasil Holanda (ACBH), Koob Petter, com os bons resultados na produção artesanal de leite e derivados, os costumes trazidos pelos imigrantes da Holanda conseguem ser preservados nas famílias e no Brasil. “Na cultura holandesa é muito comum esse tipo de produção e percebemos que esse traço tem permanecido firme nas comunidades dos Campos Gerais”, comenta.

Perspectiva positiva - Para as empresas do setor, os números demonstram uma perspectiva positiva para os próximos meses. No caso da intercooperativa Unium, a expectativa é de concluir o ano com investimento de R$ 3,7 milhões em armazenagem de leite in natura no município de Castro, nos Campos Gerais. “Temíamos o efeito da crise econômica, mas o consumo de leite cresceu e os preços são favoráveis ao produtor”, diz Willem Berend Bouwman, diretor presidente da Castrolanda e um dos diretores da Unium. Além disso, a marca espera aumentar a capacidade de entrada de leite para até 2,9 milhões de litros por dia. Para o fim do ano, a expectativa é atingir um aumento de 10% nas vendas.

Investimento - Diante da meta de grande produção de matérias-primas, a Unium concluiu um investimento de R$ 100 milhões para desidratar até 600 mil litros de leite/dia, também em Castro. Assim, caso exista excesso dos bens, garante a possibilidade de transformar em leite em pó, inclusive para exportação. “Estamos buscando a habilitação para a China”, conclui Bouwman.

Sobre a Unium - Marca institucional das indústrias das cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal, a Unium representa os projetos em que as cooperativas paranaenses atuam em parceria. Todas as marcas reunidas pela Unium, inclusive a Alegra, são reconhecidas pela qualidade e excelência. A Unium também conta com três marcas de lácteos: Naturalle - de produtos livres de aditivos -, Colônia Holandesa e Colaso. No setor de grãos, a Unium conta com a marca Herança Holandesa - farinha de trigo produzida em uma unidade totalmente adequada à ISO 22000, o que a qualifica com elevados padrões de exigência. (Imprensa Unium)

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COCAMAR: Programa é estruturado para atuar em todos os elos da cadeia da pecuária

Atenta ao mercado de carnes nobres e ainda em fase experimental, a Cocamar Cooperativa Agroindustrial está dando início ao Programa Cocamar de Carne Precoce Premium, com os primeiros abates de bovinos provenientes de fazendas de seus cooperados. Desde a segunda quinzena de setembro, animais estão sendo enviados para o frigorífico parceiro da cooperativa, o Argus, localizado em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba.

Todos os elos - Apoiar os produtores - “A Cocamar tem o objetivo de atuar em todos os elos da cadeia”, afirma o superintendente de Negócios Anderson Bertolleti, ressaltando que a cooperativa pretende apoiar os produtores desde a compra dos bezerros de qualidade, à recria e terminação, prestando assistência técnica, fornecendo insumos e medicamentos e chegando ao mercado com o produto final – cortes especiais – identificado por um selo do programa.

Rentabilidade - “É uma oportunidade que estamos oferecendo aos nossos cooperados”, observa o superintendente de Relação com o Cooperado, Leandro Cezar Teixeira, lembrando que o principal objetivo da cooperativa é possibilitar que o produtor tenha mais rentabilidade em seu negócio.

Premiar a qualidade - A demanda surgiu de produtores que desenvolvem o sistema de integração lavoura-pecuária (ILP) e integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) em suas propriedades e conseguiram reduzir a idade de abate de seus animais, conforme comenta o gerente executivo técnico, Renato Watanabe. Ele explica que os mesmos não estavam encontrando no mercado uma precificação adequada para animais de melhor qualidade: “Diante disso, a cooperativa decidiu também incluir o abate em seu programa, de maneira a fechar o ciclo da cadeia de produção”.

Entender - Segundo Watanabe, a fase experimental de abates, em curso, é para entender melhor como funcionam as classificações e saber em que nível se encontram atualmente os produtores ligados à cooperativa para estruturar as escalas no próximo ano.

Contente - O cooperado Gerson Bortoli, de Umuarama, um dos participantes do grupo de pecuaristas, fez uma avaliação positiva das primeiras semanas de experiência com o projeto. “”Fiquei contente com o atendimento e o preço dos bois”, afirmou.

Bandeira - Desde 1997 a Cocamar adota como uma de suas bandeiras o incentivo ao programa de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) em regiões de solos arenosos. Por esse sistema inovador e sustentável, pastagens degradadas são reformadas no verão com o cultivo de grãos, assegurando alimento em quantidade e qualidade para o gado no inverno, o que permite acelerar o ciclo do rebanho, ampliar a produtividade, gerar mais fluxo de caixa e modernizar a gestão da propriedade.

Insumos - Com suas operações voltadas principalmente ao recebimento de grãos, a Cocamar atende também a um grande número de pecuaristas com sua rede de lojas para a venda de produtos agropecuários nos estados do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul. O leque é amplo: itens veterinários em geral, ferramentaria, rações próprias e resíduos destinados à alimentação, madeira tratada, implementos e outros.

Indústria - Ainda para garantir suporte ao setor, a Cocamar inaugurou em fevereiro deste ano uma moderna indústria de rações em Maringá, com capacidade para 150 mil toneladas/ano. O foco é apoiar os produtores na busca por alta produtividade, conforme lembra o gerente comercial de insumos do grupo pecuária da cooperativa, Pedro Leonardo Sávio.

Colher os frutos - Sávio acrescenta: “Oito profissionais médicos-veterinários integram a equipe que presta assessoria técnica aos produtores em nutrição animal, genética e na propriedade como um todo, almejando a maior rentabilidade por hectare”. Com isso, o produtor que tem apostado em sua atividade a partir das orientações da cooperativa, começará a colher os frutos com a produção de animais de qualidade. “Vamos fechar a cadeia absorvendo a produção e oferecendo uma remuneração acima da realidade do mercado.”

Adicional - O programa compreende dois padrões de animais, oriundos de várias regiões: os derivados de cruzamento industrial de angus com nelore e os nelore precoce. Os produtores que atenderem aos quesitos desejados de carcaça, como acabamento uniforme de gordura, idade, faixa de peso e outros critérios, terão direito a um valor adicional pela arroba.

Frigorífico - Até formatar o programa, foram quase dois anos de estudos, levantamentos e a busca por parcerias. A opção pelo Frigorífico Argus se deve ao seu histórico de 65 anos e a credibilidade que possui junto ao mercado. O frigorífico vai identificar a carne e a origem dos animais abatidos com um selo, apresentando os diferenciais do produto da cooperativa.

Transparência - Para garantir escala, segundo explica o médico veterinário Luiz Henrique Garcia, da Cocamar, está sendo estruturado um grupo de produtores participantes e já há uma programação de abates experimentais semanais que deve perdurar por sessenta dias. “Contamos com um profissional fazendo a inspeção dos abates, para que haja transparência nesse processo.”

Orientação técnica - “Vamos padronizar os rebanhos, trabalhar apenas com animais de idade inferior a 24 meses, avaliados pela dentição, com gordura uniforme e na faixa de peso de 19 a 22 arrobas”, salienta Garcia, explicando que 90% dos animais abatidos até o momento tinham 20 meses de idade e, os restantes, 24 meses. Ele lembra que a cooperativa planeja oferecer orientação técnica qualificada para que os pecuaristas se especializem na produção de animais precoces, incluindo nutrição e sanidade, sempre atrelando isso ao fornecimento de insumos.

Opções - São oferecidas duas opções de participação aos pecuaristas: o fornecimento de 20 animais a cada 60 dias, totalizando 120 ao ano ou, a cada mês, 20 animais, somando 240/ano. Está sendo analisada a possibilidade de haver contratos para no máximo 480 cabeças/ano, por produtor. A cooperativa deverá apoiar os produtores inclusive na venda de animais não precoces para o frigorífico.

Padrão - “Pretendemos chegar ao nível de padronização da marca Precoce Prêmium Cocamar para que o consumidor, ao comprar sua carne para o churrasco no final de semana, encontre sempre o mesmo padrão de qualidade”, conclui Garcia. (Imprensa Cocamar)

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COOPAVEL: Com demanda em alta, integração na área de suínos é ampliada

Com o aumento da demanda no mercado de carnes, a Coopavel faz expansão na cadeia de suínos. A cooperativa abre mercados de exportação da carne suína brasileira para outros países e houve necessidade de ampliar essa cadeia produtora.

Capacidade de abate - O frigorífico da Coopavel, localizado na área industrial, em Cascavel (PR), tem capacidade para abater 3,2 mil suínos por dia. Uma das ampliações está na construção de um novo túnel no frigorífico, assim aumenta-se a capacidade da linha de cortes. Hoje, a cooperativa abate 40 mil suínos por mês e com essa ampliação a meta é chegar a 60 mil.

UPLs - Para suprir essa necessidade de abate, a Coopavel conta com duas UPLs (Unidade Produtora de leitões) próprias. Uma delas com 3 mil fêmeas e outra com 6,3 mil fêmeas, além de produtores parceiros que juntos possuem 4,5 mil fêmeas, todas com as melhores ferramentas em nutrição, genética, infraestrutura e departamento técnico especializado. A cooperativa conta ainda com mais 8 mil animais entregues por meio de contratos.

Ampliação - Com essa grande demanda, a Coopavel investiu R$ 70 milhões na ampliação de uma das UPLs, dobrando a sua capacidade de 6,3 mil para 12,6 mil fêmeas, somando 15,6 mil matrizes, investimento esse para oferecer o que há de melhor em qualidade ao integrado e ao consumidor final, informa o médico veterinário da área de Fomento à Suinocultura, Gustavo Bernart.                                                  

Novos integrados - Com essa grande demanda, a Coopavel busca novos integrados para a atividade da suinocultura. Hoje, a integração conta com cerca de 110 produtores. O sistema de parceria representado pelas granjas de terminação oferece uma oportunidade rentável para produtores rurais que desejam investir no setor desenvolvendo uma criação com elevado padrão de desempenho em custos operacionais relativamente baixos comparados a outras atividades.

Padrão - O padrão de galpão de terminação da Coopavel é o seguinte: modais 106x9,4 metros com a capacidade para alojar 920 animais. O barracão é pré-moldado com pé direito de 3,5 metros e possui sistema de piso vazado (grelhas de concreto) em 60% da baia. (Imprensa Coopavel)

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INTEGRADA: Cooperativismo multisetorial

integrada 02 10 2020O diretor-presidente da Integrada, Jorge Hashimoto, participou, no início desta semana, da primeira Live no novo espaço do Sicredi União PR/SP, recém inaugurado em Londrina (PR). Sob o tema cooperativismo, Hashimoto conversou com os presidentes do Sicredi, Wellington Ferreira e da Unimed Londrina, Omar Taha, sobre os desafios do sistema em tempos de pandemia.

Novo espaço - Mediado pelo jornalista Gelson Negrão, Hashimoto iniciou a sua participação parabenizando o Sicredi pelo novo espaço. Para o diretor-presidente da Integrada, a cooperação faz parte dos valores do cooperativismo. E esta pandemia, completou o diretor-presidente, evidenciou ainda mais este espírito. “Tivemos que mudar o nosso dia a dia, mas dentro da cooperativa, a adaptação foi mais fácil”, explicou.

Comitê de risco - Para encarar a pandemia, Hashimoto mencionou a criação do comitê de risco, que tem como objetivo preservar a saúde dos cooperados, colaboradores, clientes e parceiros. O diretor-presidente completou que, desde o início da pandemia, já se passaram duas safras e, pelos seus bons resultados, a Integrada mostrou a força da união entre todo o time.

Pessoas - O diretor-presidente enfatizou também que o maior patrimônio da Integrada são as pessoas. “A cooperativa não é só fazer negócios, mas atender toda a família”, enfatizou. Agora, observou Hashimoto, o desafio é criar uma nova geração de cooperativistas, levando o princípio do sistema para os mais jovens.

Fidelização - Para a fidelização desses novos associados, a prestação de um serviço de qualidade é uma das prioridades da Integrada. Hashimoto destacou as melhorias no sistema de gestão da cooperativa nos últimos anos, com o foco em agregar ainda mais valor para os associados.

Comunidade - Hashimoto destacou também que o cooperativismo não envolve só cooperados e colaboradores, mas também toda a comunidade. Ele lembrou das ações adotadas pela Integrada nesta pandemia, como as doações de álcool em gel, fraldas e luvas descartáveis para instituições de saúde onde a Integrada está presente. Isso, segundo ele, mostra o comprometimento do cooperativismo.

Íntegra - Confira na íntegra o debate pelo link: https://youtu.be/_nYkE0WZB4g. (Imprensa Integrada)

 

FRIMESA: Desafio do quintal

Mais de R$ 3 mil reais em prêmios e brindes foram entregues para os ganhadores do Desafio do Quintal – ação desenvolvida para combater a dengue – uma iniciativa das cooperativas de Medianeira (PR), Frimesa, Sicredi, Unimed, Sicoob, Cresol, Lar e Uniprime, realizada durante os meses de julho, agosto e setembro em prol do Dia de Cooperar.

Primeiro lugar - Foram inúmeras participações nas redes sociais Facebook e Instagram do Desafio do Quintal, totalmente on-line, sendo que o primeiro lugar quem ganhou foi Ivone Rogal, moradora do bairro Itaipu, que comemora seu prêmio e conta como foi motivada a se envolver no projeto. “Na correria do dia a dia a gente não se atenta muito as redes sociais, então meu filho foi um dos maiores incentivadores para participar do Desafio do Quintal. Não tínhamos intenção de ganhar, mas, sim, de cuidar do lote para evitar a proliferação do mosquito da dengue. No meu bairro, centenas de pessoas contraíram a dengue e sofreram muito”, avalia.

União - Segundo a participante, foram dois finais de semana que a família se ocupou para a limpeza dos fundos do lote, arrumação de jardim e pintura de muros. “Todos se uniram para manter o terreno limpo e sem focos do mosquito. Com o prêmio iremos pintar toda a casa. Convido a todos para participarem no próximo ano e ajudar o município a combater a dengue”, reforça Ivone Rogal.

Votação - A votação aconteceu pela Comissão Central Organizadora (CCO) e foram avaliados os seguintes quesitos: área limpa, manutenção da limpeza, organização, envolvimento da família e destinação do lixo/resíduos.

Casos - Medianeira registra quase 1200 casos de dengue e cinco óbitos pela doença em 2020. Os bairros com maior foco do mosquito são Ipê, Belo Horizonte, Parque Independência e Jardim Panorâmico.

Cuidar do próximo - O presidente da Cooperativa Lar, Irineo da Costa Rodrigues, parabeniza todos os participantes nessa nova iniciativa das cooperativas em prol da saúde pública do município. A pandemia reinventou as atividades, principalmente o Dia de Cooperar, que aconteceu através do projeto Desafio do Quintal, totalmente on-line e deve continuar nos próximos anos. “Precisamos cuidar das nossas casas, da nossa comunidade, isso também é cuidar do próximo. Os participantes demonstraram a preocupação em ter uma cidade limpa. Esses cuidados devem permanecer porque o Desafio do Quintal não é apenas para premiar, mas conscientizar e incentivar as pessoas a combaterem à dengue constantemente”, avalia.

Redes sociais - Veja como foi o projeto Desafio do Quintal nas redes sociais Facebook - fb.com/desafiodoquintal e no Instagram @desafiodoquintaldiac.

Ganhadores do Desafio do Quintal

Legenda: 1º lugar - Ivone Rogal - R$ 1.500,00

Legenda: 2º lugar - Jhenifer Videira - R$ 1.000,00

Legenda: 3º lugar - Ligia Mazzuco - R$ 500,00

Ganhadores das cestas:

Kellen Vieira

Fabiola Lieseski

Maria de Fátima

Elisangela Guzzo

Sidnei Rodrigues

Juliete Rossetto

Augusto Tombini

Mariluz Rupp

(Imprensa Frimesa)

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SICREDI: Sorteio especial de R$ 500 mil será realizado no final de outubro, mês da poupança

Em celebração ao mês da poupança, o Sicredi realizará, no final de outubro, o sorteio especial de R$ 500 mil da campanha “Poupar e Ganhar sem Parar”. Ao todo, a ação realizada nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro distribui R$ 2,5 milhões em prêmios, em sorteios semanais de R$ 5 mil, além do grande sorteio de R$ 1 milhão no fim da ação, em dezembro. Até agora, mais de 135 associados já foram contemplados.

Número da sorte - Com a campanha, a cada depósito de R$ 100,00 na poupança, o associado ganha um número da sorte para concorrer aos prêmios. Se as aplicações forem na modalidade poupança programada, quando o poupador autoriza, todos os meses, o depósito de forma automática em sua poupança, as chances dobram com dois números da sorte para concorrer. A visualização dos cupons e a conferência dos ganhadores da campanha está disponível no site da promoção.

Planejamento financeiro - “Para muitas famílias, o planejamento financeiro começa com a poupança. É importante incentivar o hábito de economizar em prol da realização de metas traçadas a médio e longo prazos. E a poupança é uma excelente opção para este objetivo. Dá previsibilidade ao investidor, não tem taxas ou impostos e ajuda a fortalecer a cultura de economizar com frequência e constância. Além disso, ter uma reserva financeira ajuda em períodos de incerteza econômica, como o que enfrentamos agora”, analisa a gerente de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Adriana Zandoná França.

Recordes e desenvolvimento - De acordo com o Banco Central, a captação líquida da poupança registrada em agosto foi oito vezes maior que a verificada no mesmo período de 2019. O resultado foi o mais alto já registrado para o mês desde o início da série histórica, em 1995.

Captação - Nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, o Sicredi registrou mais de R$ 1,8 bilhão em captação entre os meses de março e agosto. Na instituição, a opção pela modalidade beneficia o associado e as comunidades “Os recursos geram incremento no crédito da cooperativa incentivando o apoio aos negócios locais e fomentando o desenvolvimento regional. Um círculo virtuoso que começa com o associado, que desenvolve planejamento financeiro, e continua impactando todo o entorno”, comenta Adriana.

Resultados - Os associados que investem em produtos do Sicredi ainda se beneficiam com a distribuição de resultados, de acordo com o volume de negócios realizados com a instituição financeira cooperativa. “Além da poupança, o Sicredi possui outras modalidades destinadas a diferentes perfis de investidor. O importante é iniciar o hábito de poupar, de preferência com a modalidade mais tradicional entre os brasileiros, que continua se mostrando segura e a preferida entre os associados”, finaliza a gerente.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 23 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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UNIPRIME: Unicap, aquisição de cotas-parte da cooperativa

A Uniprime possui uma linha de investimento para quem deseja adquirir mais cotas-parte da cooperativa, já que é considerada uma ótima estratégia de investimento de longo prazo. Trata-se do Unicap, uma modalidade isenta de taxas administrativas e que pode ser contratado pelo APP Uniprime Mobile Banking e Internet Banking.

Aplicação - “O cooperado pode aplicar qualquer valor durante o ano, basta ter saldo em conta corrente. É possível, também, deixar agendado durante o mês a inclusão de um valor na aplicação. O Unicap é muito usado para garantir operações de crédito”, explica Marco Antonio Turatti, Gerente da Agência Uniprime Bauru - SP.

Fortalecimento - Adquirir cotas-parte significa investir em um negócio que também é seu. Ou seja, quanto mais os cooperados investem na cooperativa, mais forte fica a instituição, podendo oferecer produtos e serviços cada vez mais competitivos.

Rentabilidade - “Além de ser uma aplicação conservadora, a rentabilidade nesse momento é muito compensadora, tendo em vista que é a média anual da SELIC, superando algumas aplicações dentro do mercado financeiro. Vale ressaltar que a rentabilidade é igual para qualquer valor aplicado”, conclui Turatti.

Mais - Para saber mais sobre o Unicap, acesse AQUI. (Imprensa Uniprime)

UNIMED CASCAVEL: Cooperativa lança o Outubro Rosa; mês e cor do cuidado feminino

A ideia de um novo normal tem ido muito além dos cuidados contra a Covid-19 para Alice Viganó, de 76 anos. Em 2020, ela recomeçou a maior batalha da vida para vencer um câncer de mama reincidente. E conseguiu! A dona Alice é uma das 414 beneficiárias da Unimed Cascavel que iniciaram o tratamento neste ano. “Eu faço o acompanhamento, fiz o tratamento bem certinho, tive muita fé e estou curada”, comemora a vencedora.

Preocupação real - A cooperativa de saúde tem uma preocupação real com situação feminina e faz uma série de alertas, especialmente em relação ao câncer de mama e ao câncer de colo de útero, doenças que mais matam mulheres no Brasil e no mundo, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Outubro Rosa: mês e cor do cuidado feminino - Nos dois primeiros sábados de outubro (03/10 e 10/10), a Unimed Cascavel oferecerá atendimento especial às beneficiárias na Clínica de Atenção Primária do Centro de Atenção à Saúde (CAS). No alvo desse trabalho estão as mulheres entre 25 a 64 anos que não fizeram o papanicolau nos últimos três anos, além daquelas entre 50 e 69 anos de idade que não tenham realizado a mamografia nos últimos dois anos.

Sem cobrança - “Não haverá cobrança de coparticipação nem para a consulta, nem para o exame preventivo realizados nesses dois dias, na clínica da Unimed. O serviço é exclusivo para beneficiárias da Unimed Cascavel, que serão atendidas conforme todos os protocolos de segurança contra a Covid-19”, explica Luciana Cavalli, coordenadora de Atenção Personalizada à Saúde.

Agenda - Marque na agenda: dias três e dez de outubro, das oito ao meio-dia, no CAS, que fica na avenida Tancredo Neves, número 1189. Para participar, é preciso agendar horário pelo WhatsApp: (45) 98815-2708.

Na palma da mão - Ao longo de todo o mês, a cooperativa usará as redes sociais para publicar vídeos com orientações profissionais. Médicas do CAS contarão quais são os hábitos que mais influenciam na prevenção de doenças, a importância dos exames preventivos (que aumentam em até 90% as chances de cura), além de verdades e mitos sobre o câncer feminino.

Verdades

• Mulheres devem procurar anualmente o médico de referência para avaliar os exames necessários.

• Mulheres com histórico de câncer de mama na família têm mais riscos.

• Mulheres obesas têm maior risco probabilidade de câncer.

• Terapia de reposição hormonal pode ser um fator de perigo.

• Praticar atividades físicas ajuda na prevenção.

Mitos

• Próteses de silicone podem causar câncer de mama?

- Não!

• Não tenho histórico familiar. Posso ficar segura?

- Não!

• Emoções negativas (estresse, mágoas e raiva) podem causar câncer?

- Não!

• Faço o autoexame, apalpando os seios em busca de caroços. Estou dispensada de outros exames?

- Não!

Alerta - O Instituto Nacional do Câncer (Inca) estimativa que só neste ano mais de 66 mil mulheres sejam diagnosticadas com câncer de mama e outros 16.500 casos de câncer de colo de útero.

Lenços com amor - Neste ano em que a solidariedade é palavra que precisa se transformar em ação, a Unimed Cascavel também coloca em prática uma campanha para arrecadar lenços. Os itens serão doados às pacientes em tratamento na Uopeccan, no Coop e no Ceonc. Entre 28 de setembro e 23 de outubro, os lenços poderão ser levados até o ponto de coleta, que fica na Sede da Unimed Cascavel (Rua Barão do Cerro Azul, 594, Centro, Cascavel-PR).

Duas cores pelo seu cuidado - A fachada da cooperativa já está decorada com as cores do Outubro Rosa e também já antecipa o alerta para a prevenção ao câncer entre os homens, que será reforçado pela cor azul, no mês de novembro. À noite, o prédio estará iluminado pelas cores rosa e azul e, no horário de atendimento, as recepções estarão repletas de balões com a tonalidade da campanha.

Lives Unimed - Para este mês, a Unimed Cascavel programou duas lives com médicos especialistas no tratamento do câncer. Confira as datas:

• 15 de outubro, 19h - Leandro Acosta (oncologista cirúrgico)

Tema: Câncer de mama

• 19 de outubro, 19h - Luiz Sergio Sprícido (oncologista clínico)

Tema: Outubro Rosa, mês de prevenção.

(Imprensa Unimed Cascavel)

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REFORMA TRIBUTÁRIA: Criar impostos não é a melhor solução para o Brasil, afirma o senador Oriovisto

reforma tributaria 02 10 2020O senador paranaense Oriovisto Guimarães, que foi um dos entrevistados da edição de agosto da revista Paraná Cooperativo, usou remotamente seu espaço no plenário do Senado para contrapor a proposta da criação de mais impostos. "A grande questão não é o quanto um país cobra de imposto, mas o grau de satisfação da população sobre o retorno dos impostos que paga. Infelizmente, no Brasil, não temos um bom retorno desse dinheiro público. A criação de impostos não será solução enquanto não desincharmos a nossa máquina pública, que hoje gasta muito e ocupa uma boa parte do nosso orçamento", afirmou o senador.

Link - Assista à participação do senador Orivisto sobre o assunto no link: https://youtu.be/ChXN9cr7IRU

FOTO: Assessoria

 

PESQUISA: Alexandre Nepomuceno é o novo chefe-geral da Embrapa Soja

pesquisa 02 10 2020O pesquisador Alexandre Lima Nepomuceno, 55 anos, foi selecionado para assumir a Chefia-geral da Embrapa Soja, uma das unidades de pesquisa da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, que fica sediada em Londrina (PR). Sua gestão teve início neste dia 01 de outubro e se estenderá por um período de 2 anos, podendo ser prorrogado por dois períodos iguais de dois anos. Nepomuceno substitui o pesquisador José Renato Bouças Farias, que dirigiu a Empresa entre 2013 e setembro de 2020 e, que se despede e agradece aos parceiros, no depoimento.

Seleção - Indicado pela diretoria-executiva da Embrapa, o pesquisador Alexandre Lima Nepomuceno passou por um processo público de seleção. As etapas deste processo constaram da avaliação por comitê com membros internos e externos a Embrapa (CAS – Comitê Técnico de Avaliação), análise de currículo, da proposta de trabalho e arguição pelo público após defesa aberta via teleconferência. O CAS para Seleção de Chefes da Embrapa Soja foi composto pelos seguintes membros: Ivan Sérgio Freire de Souza (Secretaria de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa), César de Castro (pesquisador da Embrapa Soja) e Clara Beatriz Hoffmann Campo (pesquisadora da Embrapa Soja). Como membros externos, participam da seleção Renato Nóbile, superintendente da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB) e Ricardo Arioli, Presidente da Comissão Nacional de Cereais, Fibras e Oleaginosas da CNA. Na fase final do processo, Alexandre Nepomuceno foi entrevistado pela Diretoria Executiva da Embrapa que aprovou sua condução a Chefe-geral do Centro Nacional de Pesquisa de Soja da Embrapa (Embrapa Soja).

Entrevista - Na fase final do processo, Nepomuceno foi entrevistado pela Diretoria da Embrapa, que aprovou sua condução. Para integrar a gestão, o novo chefe indicou como adjuntos os pesquisadores Alvadi Antonio Balbinot Jr. (Pesquisa e Desenvolvimento) e Adilson de Oliveira Jr. (Administração) e a analista Carina Rufino (Transferência de Tecnologia).

Cenário do agronegócio e impacto nas cadeias em que a soja está envolvida - Pesquisador da Embrapa há 30 anos, Nepomuceno tem ampla experiência tanto como cientista quanto como gestor de projetos e equipes. Em sua defesa pública, apresentou uma visão abrangente do cenário atual para lidar com os desafios no ambiente interno e externo. Com relação ao macro cenário, ressalta que nos próximos 20 anos, o planeta chegará a 9 bilhões. Será um grande desafio produzir alimento para suprir a demanda alimentar mundial. Neste contexto, a soja consolida-se como a principal fonte de proteína, seja em ração animal ou em produtos industrializados.

Brasil - Diante deste cenário, o Brasil tornou-se um importante player, porque atualmente é o maior produtor mundial de soja com 120 milhões de toneladas e maior exportador do grão. O agronegócio representa 21% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e somente, em 2019, impulsionou o PIB em 3,8%. ¨Com a crise do Coronavírus, há a perspectiva de redução do PIB no País, mas o agronegócio deverá continuar tendo protagonismo, porque a demanda mundial por alimentos também é alta e crescente”, explica.

China - Atualmente 80% da soja brasileira é destinada para a China e que o crescimento do apetite chinês pelo grão deve crescer. “A demanda por proteína para atender o mercado chinês - em busca de alimentos de qualidade - deve manter o mercado brasileiro aquecido”, ressalta. “Por outro lado, a China tem se estruturado e vem participando cada vez mais com suas empresas em vários pontos da cadeia produtiva de soja brasileira. Pelo lado positivo ocorre a injeção recursos e entrada de produtos inovadores no País, uma vez que a China é hoje um dos maiores geradores de inovação. Pela perspectiva econômica, infelizmente, parte dos ganhos do agronegócio nacional acabam não ficando no Brasil.

Gargalos - Nepomuceno entende que entre os gargalos do agronegócio da soja no Brasil está o alto custo para escoar a soja internamente até os portos além da pouca agregação de valor. Aproximadamente 50% da produção brasileira é exportada como grãos e cerca de 27% é exportada como farelo ou outros derivados da soja. “Seria interessante termos maior agregação de valor nos produtos que exportamos para ampliar a rentabilidade e movimentar a indústria brasileira”, diz.

Sustentabilidade e qualidade - Outro tema apresentado em sua defesa pública está relacionado a iniciativas para ampliar a sustentabilidade e a qualidade da produção brasileira. “Pretendemos trabalhar para nos anteciparmos aos desafios a partir de informações técnicas e indicadores consistentes para mostrar a qualidade ambiental na produção da soja Brasileira. Vamos trabalhar para comprovar com dados científicos como a produção brasileira está respaldada em parâmetros ambientais, econômicos e sociais de sustentabilidade das cadeias produtivas”, ressalta.

Plano de trabalho - O plano de trabalho para a condução da Embrapa Soja, nos próximos 2 a 6 anos, foi elaborado a partir das diretrizes do governo brasileiro, das orientações corporativas previstas no Plano Diretor da Embrapa (que define os objetivos estratégicos da empresa) e ainda da agenda estratégica da Embrapa Soja. Seu objetivo é utilizar estratégicas para incrementar as parcerias com o setor privado; utilizar os processos de inovação para melhorar a eficiência das entregas, assim como organizar as reduzidas equipes de trabalho e ainda buscar alternativas para diminuir os custos e ampliar a receita.

Conceito - Um conceito recorrente no discurso de Nepomuceno é a manutenção ou mesmo a ampliação de aspectos da sustentabilidade, que, segundo ele, sempre permeou o desenvolvimento de ativos tecnológicos desenvolvidos pela Embrapa Soja, sejam produtos, serviços ou informações geradas para subsidiar os sistemas produtivos. Ele cita como exemplos: o controle biológico de pragas, a fixação biológica no nitrogênio, o plantio direto na palha e a rotação de culturas.

Presente - “Ä visão de sustentabilidade econômica, social e ambiental esteve presente nestes 45 anos de atuação da empresa. O desafio é trazer todo conhecimento proporcionado pela revolução digital e também genética para compor com o que já faz parte das expertises dos nossos pesquisadores. Transformar o conhecimento em inovação para impactar positivamente as cadeias produtivas”, enfatiza.

Big Data- Neste contexto, Nepomuceno cita o uso do Big Data, como exemplo, para criar novos serviços e facilitar a tomada decisão dos produtores, de forma muito mais assertiva e precisa. Também destaca a importância do ferramental de blockchain para possibilitar o rastreamento da soja brasileira, reforçando e comprovando os processos sustentáveis. Na genética, Nepomuceno mostra que as técnicas de edição de genomas estão revolucionando o trabalho nos laboratórios e irão impactar o agronegócio decisivamente.

Inovação - O novo chefe-geral entende inovação a partir do marco regulatório de Ciência e Tecnologia: conceito que diz respeito à introdução de novidades ou aperfeiçoamento do ambiente produtivo e social, seja criando, produtos e serviços, seja quebrando paradigmas no modelo de trabalho das equipes, desenvolvendo um plano de negócios ou mesmo um novo posicionamento para a marca. Inclusive, ressalta que há uma diretriz institucional de que até 2022, 40% dos projetos da Embrapa deverão estar atuando em inovação aberta com o setor produtivo. “Nosso grande aliado será o Marco Legal de C&T que dispõe sobre o estímulo ao desenvolvimento científico, à pesquisa, à capacidade científica e tecnológica à inovação. “É missão da Embrapa estar atenta às grandes inovações, assim como estar presente para resolver os problemas cotidianos que afetam as cadeias produtivas”, diz. “Temos um corpo técnico altamente qualificado, que consegue trabalhar com diferentes stakeholders e vamos atuar para realizar as entregas de forma estratégica para o agronegócio”.

Transferência de tecnologias - Com relação às ações de transferência de tecnologias, Nepomuceno entende ser preciso usar as técnicas tradicionais com os métodos inovadores para transferência de tecnologia. A realização de cursos e treinamentos à distância é uma realidade que só tende a se intensificar, por isso vamos estimular a ampliação da nossa presença nas plataformas digitais e realização de parcerias com os ecossistemas de inovação”, destaca.

Ambiente interno - O momento econômico no Brasil e no mundo não é bom devido a pandemia do Coronavírus “Este é um desafio que precisamos enfrentar com estratégia e busca de novas alternativas”, destaca. Com relação ao ambiente interno, afirma que a Embrapa Soja conta com aproximadamente 270 empregados e que, nos últimos dois anos, houve redução de 14% do quadro, devido ao Plano de Demissão Incentivada e aposentadorias. “Faremos um esforço para reorganizar as equipes para que possam continuar fazendo entregas no tempo necessária e com a eficiência que sempre tivemos”, conclui.

Currículo - Nepomuceno possui graduação em Agronomia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, mestrado em Fitotecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, doutorado em Biologia Molecula e Fisiolofia de Plantas, pela Universidade de Arkansas e pós-doutorado no Japan International Research Center for Agricultural Sciences (Jircas), no Japão. Desde 1990 é pesquisador da Embrapa. Atua como docente no curso de pós-Graduação em Genética e Biologia Molecular na Universidade Estadual de Londrina (desde 1999), e do curso de pós-graduação em Biotecnologia Ambiental na Universidade Estadual de Maringá, desde 2012. Foi membro da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), de 2001 a 2020, em oito mandatos com indicações feitas pela academia e por três ministros de agricultura. Entre 2011 e 2013, coordenou o Programa LABEX da Embrapa nos Estados Unidos, em Biotecnologia de Plantas. Atualmente é presidente do Portfólio de Biotecnologia Avançada aplicada ao Agronegócio (BioTecAgro), da Embrapa. É membro do Comitê Gestor do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Biologia Sintética (INCT-BioSyn). Também membro titular do Comitê Assessor do Centro Brasileiro-Argentino de Biotecnologia (CBAB). Desde 2018, representa o Brasil nas reuniões do grupo sobre Segurança de Novos Alimentos Harmonização entre países da Legislação de Biossegurança, promovida pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD).

Foco - Sua experiência de pesquisa está focada em Fisiologia Vegetal, Biologia Molecular, Engenharia Genética e Edição de Genomas (sistemas CRISPR), tolerância à seca, obtenção e caracterização de plantas geneticamente modificadas e biossegurança. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

 

INDÚSTRIA: Produção cresce 3,2% em agosto, quarta alta seguida

industria 02 10 2020A produção da indústria nacional cresceu pelo quarto mês seguido e registrou alta de 3,2% em agosto, na comparação com julho. Mesmo assim, o setor ainda não recuperou as perdas de 27% de março e abril, quando a indústria atingiu o patamar mais baixo da série, devido à pandemia de Covid-19. No acumulado no ano, a produção recuou 8,6%.

Pesquisa - Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta sexta-feira (02/10) pelo IBGE, que também mostra que, no confronto contra agosto de 2019, a indústria caiu 2,7%. Esse é o 10º resultado negativo seguido nessa comparação. Nos últimos 12 meses, a queda é de 5,7%.

Recuperação - Para o gerente da pesquisa, André Macedo, o resultado de agosto mostra que a indústria nacional segue em recuperação após o agravamento das medidas para conter a pandemia. “Há uma manutenção de certo comportamento positivo do setor industrial nos últimos meses. É um avanço bem consistente e disseminado entre as categorias, mas ainda há uma parte a ser recuperada”, analisa.

Impacto - Macedo explica que o impacto da necessidade do isolamento social foi de grande dimensão, já que afetou a produção em várias unidades no país, que fecharam ou foram suspensas neste período. O setor industrial está 2,6% abaixo do patamar de fevereiro, período pré-pandemia.

Todas as grandes categorias crescem; automóveis segue com forte influência - A pesquisa mostra que todas as grandes categorias apresentaram avanço em agosto frente a julho. Bens de consumo duráveis apresentou o maior crescimento: 18,5%. Também é o quarto mês seguido de expansão na produção, com acumulado de 524,2% nesse período. O segmento, entretanto, ainda se encontra 3% abaixo do patamar de fevereiro.

Bens - Bens de capital (2,4%), Bens intermediários (2,3%) e Bens de consumo semi e não duráveis (0,6%) também cresceram em agosto, mas abaixo da média da indústria. Todos também aumentaram pelo quarto mês consecutivo e acumularam, nesse período, ganhos de 76,4%, 25,2% e 25,0%, respectivamente.

Ramos - Entre os ramos pesquisados, 16 dos 26 apresentaram aumento. A atividade mais influente foi Veículos automotores, reboques e carrocerias, que cresceu 19,2%. Nos últimos quatro meses, o setor acumula expansão de 901,6%, mas ainda se encontra 22,4% abaixo do patamar de fevereiro.

Todo o setor-  "A produção dos automóveis impacta não só dentro da categoria de Bens de consumo duráveis, mas no setor industrial como um todo, porque influi na confecção de autopeças, caminhões e carros em geral”, afirma Macedo.

Influência - Também tiveram influência no resultado da indústria, na passagem de julho para agosto, os setores de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis, com avanço de 3,9% e de Indústrias extrativas, que cresceu 2,6%. Outras atividades que ajudaram no desempenho geral foram produtos de borracha e de material plástico (5,8%), couro, artigos para viagem e calçados (14,9%), Produtos de minerais não-metálicos (4,9%), produtos alimentícios (1,0%), confecção de artigos do vestuário e acessórios (11,5%), metalurgia (3,2%), produtos têxteis (9,1%) e produtos de metal (3,1%), que repetiram o desempenho positivo de julho.

Redução - Por outro lado, entre os dez ramos que apontaram redução na produção, produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-9,7%), perfumaria, sabões, produtos de limpeza e de higiene pessoal (-9,7%), Outros produtos químicos (-1,8%) e bebidas (-2,5%) foram os que mais contribuíram para os impactos negativos.

Média móvel - No que diz respeito a média móvel trimestral, houve crescimento de 6,9% no trimestre encerrado em agosto de 2020. Para o trimestre encerrado em julho, o aumento foi de 8,9%, quando interrompeu a trajetória predominantemente descendente iniciada em novembro de 2019. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Rodrigo Felix Leal / AEN-PR

 

COMÉRCIO EXTERIOR Setembro registra superávit recorde na balança comercial de US$ 6,1 bilhões

comercio exterior 02 10 2020As exportações brasileiras no mês de setembro somaram US$ 18,4 bilhões e as importações US$ 12,2 bilhões, com saldo positivo de US$ 6,164 bilhões e corrente de comércio de US$ 30,7 bilhões. A cifra de pouco mais de US$ 6 bilhões é o maior saldo já alcançado pela balança comercial para meses de setembro na série histórica iniciada em 1997.

Saldo positivo - No ano, o saldo positivo é de US$ 42,4 bilhões, o que representa um aumento de 18,6% sobre o mesmo período de 2019. A corrente de comércio totalizou US$ 271,1 bilhões – em que US$ 156,7 bilhões são referentes a exportações e US$ 114,3 bilhões a importações. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (01/10) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

Volume embarcado - Destaca-se também o aumento de 2,5% do volume embarcado no ano. Foram contabilizados recordes para o período nos volumes exportados de soja (total de 79,6 milhões de toneladas no acumulado do ano), óleos brutos de petróleo (55,4 milhões de toneladas), farelos de soja (13,7 milhões de toneladas), celulose (12 milhões de toneladas), óleos combustíveis (11,8 milhões de toneladas), carne bovina (1,3 milhão de toneladas), algodão (1,2 milhão de toneladas) e carne suína (675 mil toneladas).

Análise do mês - Nas exportações, comparadas a média diária de setembro de 2020 (US$ 879 milhões) com a de setembro de 2019 (US$ 966,5 milhões), houve queda de -9,1%, em razão da diminuição das vendas com produtos da indústria de transformação (-18,7%). Por outro lado, houve aumento nas vendas em agropecuária (3,2%) e na indústria extrativa (9,2%). Embora a corrente de comércio tenha sido inferior à do ano passado, o superávit comercial observou expressivo aumento de 62,1% em relação a setembro de 2019, o que permitiu ao país atingir a cifra histórica de US$ 6,164 bilhões.

Valores - Apesar do saldo em destaque, tanto os valores de exportação quanto de importação sofreram queda se comparados ao mesmo período de 2019. De acordo com o subsecretário de Inteligência e Estatísticas de Comércio Exterior da Secex, Herlon Brandão, o tamanho da redução da corrente de comércio do mês foi influenciado por uma base de comparação alta, com a exportação e importação de plataforma de petróleo em setembro do ano passado. “Não fosse a plataforma, a exportação de setembro teria apresentado retração de apenas 1,8% e a importação, de 17,8%”, explicou.

Superávit histórico - No que diz respeito ao superávit histórico, uma das razões apontadas por Brandão são os volumes exportados de produtos da indústria extrativa e agropecuária. “Temos observado repetidos recordes de volumes exportados de vários produtos desses setores. O principal destaque é o minério de ferro. Em setembro, exportamos 37,9 milhões de toneladas. É um recorde não só para setembro, como para qualquer mês do ano.” O subsecretário destacou também a ocorrência de volumes recordes no mês de setembro para produtos como açúcar e melaço (3,6 milhões de toneladas), café não torrado (221 mil toneladas) e carne suína (76 mil toneladas).

Expectativa para 2020 – terceira previsão Brandão apresentou também mudanças positivas na estimativa na balança comercial para o ano de 2020, com aumento na corrente de comércio em relação à previsão anterior. "O que observamos é um aumento dos preços dos bens exportados, sendo produto de destaque o minério de ferro, que teve aumento de 25%. Pelo lado da importação, observa-se uma retomada da economia interna e uma melhora do consumo nacional", afirmou.

Melhora do desempenho - O resultado da terceira previsão para o comércio brasileiro em 2020 é reflexo da melhora do desempenho dos últimos meses. Para 2020, a nova expectativa é de queda de 9,0% da corrente de comércio, redução inferior à de 13,2% da previsão anterior. De acordo com Brandão, “a exportação brasileira deve retrair 6,5% em valor, para um total de US$ 210,7 bilhões. Já a importação brasileira deverá diminuir 12,2%, para um total de US$ 155,7 bilhões. Com isso, o saldo comercial deverá ser de US$ 55 bilhões, valor próximo ao da segunda previsão, porém com uma corrente de comércio maior”, explicou. (Ministério da Economia)

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Acesse os dados completos da balança comercial brasileira em setembro

 

CÂMBIO: Dólar volta a subir e fecha no maior valor em quatro meses

cambio 02 10 2020Em mais um dia de volatilidade no mercado financeiro, o dólar voltou a subir e a fechar no valor mais alto em quatro meses. O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (01/10) vendido a R$ 5,653, com alta de R$ 0,038 (+0,68%).

Maior nível - A cotação está no maior nível desde 20 de maio, quando a moeda norte-americana tinha fechado em R$ 5,59. O dólar acumula valorização de 40,87% em 2020, o que torna o real a moeda com pior desempenho entre os principais países emergentes neste ano.

Oscilação - A divisa americana começou o dia em queda, abrindo a R$ 5,576, mas inverteu o movimento, passando a subir antes do fim de manhã. Na máxima do dia, por volta das 16h30, o dólar foi vendido a R$ 5,66.

Renda Cidadã - As incertezas em relação ao Renda Cidadã, futuro programa social que deve substituir e ampliar o Bolsa Família, continuaram a interferir no mercado. O dólar passou a subir depois que o vice-presidente Hamilton Mourão declarou que que a criação do programa depende de corte de recursos em outras áreas ou alguma medida fora do teto de gastos. Segundo Mourão, o governo não tem dinheiro extra, e caberá ao Congresso Nacional decidir.

Ministro - Na quarta-feira (30/09), o ministro da Economia, Paulo Guedes, tinha afirmado que não pretendia mais usar cerca de R$ 38 bilhões do adiamento de precatórios (dívidas reconhecidas pelo governo após decisão definitiva da Justiça) para custear parcialmente o Renda Cidadã. Segundo o ministro, o governo está passando um pente fino nas despesas dos precatórios, de modo a reduzir os gastos obrigatórios, mas essa não pode ser uma fonte permanente de recursos para o programa.

Ações - No mercado de ações, o dia também foi de volatilidade. O Ibovespa, índice da B3, alternou altas e baixas ao longo do dia, mas fechou em alta com ajuda das ações da Petrobras, as mais negociadas. O indicador encerrou o dia aos 95.478 pontos, com alta de 0,93%.

STF - Hoje, por 6 votos a 4, o Supremo Tribunal Federal (STF) deu aval para a privatização de refinarias da Petrobras. As ações ordinárias (com direito a voto em assembleia de acionistas) encerraram o dia em alta de 0,91%. Os papéis preferenciais (com prioridade na distribuição de dividendos) subiram 1,22%. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

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ECONOMIA I: Ipea projeta inflação sob controle e recessão menor

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) reviu a previsão de queda do Produto Interno Bruto (PIB) de 6% para 5% em 2020. Segundo o instituto, a inflação deste ano deverá ser de 2,3%, abaixo da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (4%). Essas projeções estão descritas em dois estudos publicados nesta quinta-feira (01/10), sobre crescimento econômico e sobre o comportamento dos preços.

Indicadores econômicos - A razão da revisão da projeção do PIB está nos indicadores econômicos do 3º trimestre. “Estão vindo melhores do que a gente projetava. A gente projeta que em agosto [os dados da] indústria, comércio e serviço continuaram vindo bastante positivos, acima de 5%. O comércio com índices [de crescimento] acima de fevereiro, pré-crise”, assinala o diretor de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea, José Ronaldo Souza Júnior.

Cautela - Apesar da melhora, o cenário econômico, marcado pela pandemia da covid-19, ainda exige cautela. O raciocínio é que não é possível pensar na economia sem pensar na saúde. “Como vai se dar a epidemia nos próximos meses necessariamente tem impacto na atividade econômica”, descreve o diretor. “Uma disseminação grande [da covid-19] e um número alto de mortes pode levar a desaceleração de setores que eventualmente já estão se recuperando, principalmente setor de serviços, como aqueles prestados às famílias, que dependem mais da circulação das pessoas.”

Situação fiscal e endividamento - Outra preocupação é com a situação fiscal e o endividamento do Tesouro Nacional. "A pandemia trouxe uma alta de gastos bastante acentuada, combinada com a redução da atividade econômica - que impactou na receita tributária. Com isso, gerou um déficit muito grande esse ano, comprometendo a dívida pública e tornando mais urgente a adoção de medidas relacionadas à contenção de gastos públicos”, alerta o economista.

Contenção de gastos - Para Souza Júnior, o governo vai ter que conter os gastos, para que a dívida pública tenha uma trajetória sustentável. Ele sugere a adoção de “medidas estruturais” para reverter o problema, como o pacto federativo e da reforma administrativa.

Preços e juros - Apesar da alta do preço de alguns alimentos, a inflação não preocupa o diretor. Ele acredita que haverá reequilíbrio. “O preço alto estimula a oferta. Para os próximos períodos, em particular para o ano que vem, é de se esperar uma alta na produção”, diz se referindo à oferta de produtos como arroz. Para outros produtos, o estudo do Ipea aponta que ainda há um grau de ociosidade na economia, o que evita alta de preços.

Selic - O diretor do Ipea acredita que o Conselho de Política Monetária do Banco Central não precise elevar a taxa Selic por causa da inflação, e que nas próximas reuniões o Copom mantenha a taxa nos atuais 2%. (Agência Brasil)

ECONOMIA II: Receita Federal arrecadou mais de R$ 124 bilhões em agosto de 2020

economia II 02 10 2020A arrecadação total das receitas federais atingiu, em agosto de 2020, o valor de R$ 124,505 bilhões, registrando acréscimo real – Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – de 1,33% em relação a agosto de 2019. No período acumulado de janeiro a agosto de 2020, a arrecadação alcançou o valor de R$ 906,461 bilhões, representando um decréscimo pelo IPCA de 13,23%.

Receitas administradas - Quanto às receitas administradas pela RFB, o valor arrecadado em agosto de 2020 foi de R$ 121,993 bilhões – representando um acréscimo real (IPCA) de 1,32% – enquanto, no período acumulado de janeiro a agosto de 2020, a arrecadação alcançou R$ 869,750 bilhões, registrando decréscimo real (IPCA) de 13,02%.

Diferimentos - Os resultados foram bastante influenciados pelos diversos diferimentos – adiamento do recebimento de receitas – decorrentes da pandemia de coronavírus, que somaram, aproximadamente, R$ 64,5 bilhões no período acumulado. Já o pagamento de tributos diferidos relativos a períodos de apuração anteriores começou a ser efetivado pelos contribuintes em agosto último.

Compensações - As compensações cresceram 97,88% no mês de agosto deste ano em relação a agosto de 2019 e também apresentaram crescimento de 53,62% no período acumulado. No período, foram observadas receitas extraordinárias de Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ)/ Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), que também contribuíram para o resultado. (Ministério da Economia)

Acesse os relatórios de arrecadação divulgados pela Receita Federal

 

ECONOMIA III: Publicada MP que amplia margem para concessão de crédito consignado

O Diário Oficial da União publica, nesta sexta-feira (02/10), a Medida Provisória (MP) nº 1.006, de 1º de outubro de 2020, que amplia até 40% a margem para concessão de crédito consignado para beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A MP foi assinada nessa quinta-feira (01/10) pelo presidente Jair Bolsonaro.

Atualmente - Atualmente, aposentados e pensionistas do INSS podem requerer empréstimos consignados que comprometam até 35% do valor do benefício no mês, mais 5% para uso de cartão de crédito na modalidade saque.

Ampliação - Com a ampliação, os empréstimos poderão comprometer até 40% do valor do benefício, mais 5% para uso de cartão de crédito na modalidade saque.

Validade - Os novos limites devem valer para empréstimos concedidos até o dia 31 de dezembro deste ano, segundo o governo.

MP - Por ser uma MP, as regras entram em vigor imediatamente e são enviadas à aprovação do Congresso Nacional. (Agência Brasil)

LEGISLATIVO: Aprovada MP que destina R$ 20 bi para empréstimos de pequenas empresas

legislativo 02 10 2020O Senado aprovou a Medida Provisória (MP) 977/2020, que abriu crédito extraordinário de R$ 20 bilhões para a União conceder garantia a empréstimos feitos pelos bancos a empresas com receita bruta entre R$ 360 mil e R$ 300 milhões.

Sem modificações - A MP foi aprovada na Câmara dos Deputados da forma como chegou ao Congresso nessa quarta-feira (30/09) e esta quinta-feira (01/10) era o último dia de vigência do texto. O relator da proposta no Senado, senador Jorginho Mello (PL-SC), recomendou a aprovação do texto sem modificações. Agora, a MP segue para promulgação.

Crítica - Jorginho Mello, no entanto, criticou o fato de a Câmara encaminhar a MP ao Senado em cima do fim do prazo para exame da matéria, o que impede uma discussão mais aprofundada do tema. Ele também sugeriu que os R$ 20 bilhões sejam encaminhados ao Pronampe, caso não haja a demanda esperada em relação aos recursos.

Destinação - O senador Esperidião Amin (PP-SC) também defendeu a destinação dos recursos ao Pronampe, que não dispõe de recursos suficientes para repasse às empresas.

Resguardar - A intenção da MP é resguardar pequenas e médias empresas afetadas pela crise econômica causada pela pandemia da covid-19. Além dessas empresas, também poderão ter acesso ao financiamento com garantia as associações, as fundações de direito privado e as sociedades cooperativas, exceto as de crédito.

Fundo Garantidor - O crédito será para possibilitar, no âmbito de Recursos sob Supervisão do Ministério da Economia, a integralização de cotas junto ao Fundo Garantidor para Investimentos (FGI), que visa garantir operações de crédito a pequenas e médias empresas, atendendo a demanda do Programa Emergencial de Acesso a Crédito (Peac-FGI).

Faturamento anua l- Esse programa é voltado às empresas com faturamento bruto anual entre R$ 360 mil e R$ 300 milhões, no ano calendário de 2019. O objetivo é garantir via FGI os empréstimos a essas empresas. Esse programa será somado ao Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), instituído pela Lei 13.999, de 2020.

Aporte inicial - O aporte inicial será de R$ 5 bilhões e as parcelas seguintes serão ocorrerão conforme a demanda do mercado de crédito por garantias. O limite é de R$ 20 bilhões. O dinheiro virá da emissão de títulos do Tesouro Nacional.

Relevância e urgência - Em seu relatório, Jorginho Mello avalia que a MP é “dotada de justificativas de relevância e urgência condizentes com a programação orçamentária que contempla, uma vez que visa garantir recursos financeiros a pequenas e médias empresas, que foram bastante afetadas pela paralisação das atividades devido à covid-19”. Não foram apresentadas emendas ao texto.

Quadro - De acordo com o ministro da Economia, Paulo Guedes, a medida é urgente por conta do “quadro apresentado de rápida propagação da doença, e a velocidade de resposta do poder público é condição necessária para minimizar o impacto econômico das medidas de combate à disseminação da covid-19, particularmente no que diz respeito à questão de preservação da renda, emprego das classes menos favorecidas e das pequenas e médias empresas, mais suscetíveis às características recessivas do seu impacto, sob pena do acirramento das consequências expostas”. (Agência Senado)

FOTO: Waldemir Barreto / Agência Senado

 

IBGE: Melhora percepção das empresas sobre impactos da Covid na 2ª quinzena de agosto

ibge 02 10 2020De 3,4 milhões de empresas em funcionamento, na segunda quinzena de agosto, 33,5% perceberam impactos negativos decorrentes da pandemia em suas atividades. Na quinzena anterior, eram 38,6%. Mas para 37,9%, o impacto foi pequeno ou inexistente; e, para 28,6%, o efeito foi positivo.

Melhora - A melhora na percepção atinge todos os portes de empresa, que sinalizaram maior incidência de efeitos pequenos ou inexistentes na quinzena do que impactos negativos. Isso fica evidenciado nas empresas de maior porte (52,6%) e de porte intermediário (43,3%) mas também entre as de pequeno porte (37,8%). Já as que mais perceberam efeitos positivos são as de porte intermediário (33,8%).

Pesquisa - Os dados são da última edição da Pesquisa Pulso Empresa: Impacto da Covid19 nas Empresas, divulgados nesta quinta-feira (01/10), pelo IBGE. Flávio Magheli, coordenador de Pesquisas Conjunturais em Empresas, destaca que a Pulso inicialmente procurou avaliar a situação das empresas em relação ao período pré-pandemia e depois acompanhá-las ao longo dos últimos três meses.

Fechamento das lojas e isolamento - “Num primeiro momento, percebemos impactos negativos correlacionados à demanda – vendas, produção e atendimento – devido ao fechamento das lojas e ao isolamento social. E, num segundo momento, o que passou a prevalecer foram os pontos relacionados à oferta e à cadeia de suprimentos, devido às dificuldades de acessar fornecedores”, analisa Magheli.

Retomada gradual - Segundo o pesquisador, verificou-se um processo de retomada gradual das atividades, influenciado pela abertura e flexibilização das ações de proteção nos estados e municípios. Com isso, as empresas foram percebendo os impactos cada vez menos negativos. “Mas os municípios tiveram ações diferenciadas e, apesar de avançarem no movimento de abertura, muitos ainda operam com controles e restrições de horário ou capacidade”, explica o coordenador.

Construção e comércio - Entre as atividades, assim como na quinzena anterior, as empresas de construção (40,0%) e do comércio (36,0%) reportaram as maiores incidências de efeitos negativos na quinzena. Por outro lado, nas empresas industriais, 40,3% reportaram impactos pequenos ou inexistentes e no setor de serviços, a incidência foi de 43,2%, com destaque para os segmentos de serviços de informação e comunicação (68,7%) e serviços de transporte (48,8%).

Dificuldades - “Do ponto de vista setorial, no início da pesquisa, há uma incidência forte de dificuldades na indústria, na construção, nos serviços e principalmente no comércio, devido à grande dependência dos pequenos comércios em relação às lojas físicas. Ao longo desses três meses, ocorreu uma retomada gradual, mas no final de agosto 33,5% das empresas ainda sinalizam algum grau de dificuldade”, diz Magheli.

Regiões - Regionalmente, os impactos gerais negativos perdem a predominância ao longo das quinzenas para a maior incidência de efeitos nulos ou positivos. Na segunda quinzena de agosto, o Sul foi o mais impactado negativamente (37,2%), seguido pelo Sudeste (35%). Os efeitos seguiram pequenos ou inexistentes para 37,4% das empresas na região Norte; 37,3% no Sudeste; 42,9% no Sul e 40,7% no Centro-Oeste.

Nordeste - “Destaque para a maior percepção de efeitos positivos para as empresas do Nordeste (45,0%). Diversas atividades voltaram a operar no Nordeste desde comércio de rua, transporte intermunicipal, além de ampliação dos horários de funcionamento”, explica Magheli.

Percepção de redução nas vendas afetou mais setor da construção - Em relação às vendas, há um equilíbrio nas percepções de redução nas vendas (32,9% das empresas); impactos pequenos ou inexistentes (34,7%); e aumento nas vendas (32,2%). Somando-se efeitos nulos e positivos, chega-se a 66,9%.

Aumento das vendas - A maior incidência de efeitos inexistentes e/ou de aumento das vendas atingiu todos os portes de empresa. Entre as de porte intermediário, 79,9% sinalizaram efeito nulo e/ou de aumento nas vendas enquanto 19,8% sinalizaram diminuição. Já entre as de menor porte, 66,7% reportaram efeito nulo e/ou de aumento nas vendas e 33,1% sinalizaram percepção de redução nas vendas.

Setores - Por setores, a percepção de redução nas vendas afetou mais a construção (42,7%). Mas para 38,3% das empresas industriais e 43,6% de serviços, prevaleceu a incidência de efeitos pequenos ou inexistente sobre as vendas. Para 40,7% das empresas do comércio, ressalta-se a maior incidência de efeitos positivos, com destaque para o comércio varejista (43%) e comércio de veículos, peças e motocicletas (46,6%).

Percepção - Regionalmente registrou-se percepção de aumento de vendas nas regiões Norte (44%), Nordeste (58,6%) e Centro-Oeste (40,5%). No Sul (40,6%) e no Sudeste (36%) houve maior incidência de diminuição.

Sem impacto - Mais da metade das empresas não percebe impacto negativo na fabricação de produtos ou na capacidade de atendimento a clientes

Alteração significativa - Para 54,4% das empresas não houve alteração significativa na capacidade de fabricar produtos ou atender clientes; enquanto que 31,4% tiveram dificuldades e 13,9%, facilidade. Além disso, 46,8% tiveram dificuldades no acesso aos seus fornecedores e 44,1% não perceberam alteração.

Pagamentos de rotina - Cerca de 40,3% das empresas tiveram dificuldades em realizar pagamentos de rotina na segunda quinzena de agosto, enquanto 53,0% consideraram que não houve alteração significativa nesse item.

9 em cada 10 empresas mantiveram empregos - Quanto ao pessoal ocupado, desde o início da série, a maior parte das empresas buscou manter os funcionários. Na segunda quinzena de agosto, 85% das empresas em funcionamento (2,9 milhões) mantiveram o número de colaboradores em relação à quinzena anterior; 8,1% indicaram redução; e 6,3% (218 mil) ampliaram o quadro.

Demissões - Entre as 280 mil empresas estimadas que demitiram, 56,8% reportaram que diminuíram em até 25% seu pessoal, com destaque para as empresas de menor porte (55,8%).

Campanhas - A realização de campanhas de informação e prevenção, e a adoção de medidas extras de higiene seguem como as principais iniciativas para enfrentar a pandemia, sendo adotadas por 93,1% das empresas. Outras 28,6% alteraram o método de entrega de produtos ou serviços; 25,7% adotaram o trabalho remoto; 20,1% anteciparam férias dos funcionários; e 23,8% adiaram o pagamento de impostos.

Efeito - “Ao longo dessas seis quinzenas (três meses) a percepção das empresas melhorou, mas o efeito de diminuição sobre as vendas, redução na capacidade de fabricar produtos ou atender clientes, dificuldades em acessar fornecedores e insumos e realizar pagamentos ainda faz parte da rotina das empresas”, resume Magheli.

Divulgação - Nesta sexta e última edição da Pulso Empresa: Impacto da Covid19 nas Empresas, que integra as Estatísticas Experimentais do IBGE, Flavio Magheli destaca que a pesquisa foi planejada para ter seus resultados divulgados num período oportuno e de forma a complementar outros indicadores conjunturais com informações adicionais relevantes para se possa ter um entendimento sobre a atividade empresarial e os efeitos da pandemia.

Mitigação - “Tradicionalmente nas pesquisas conjunturais do IBGE são pesquisadas informações quantitativas mensais, para apresentar o desempenho. Com a Pulso, o IBGE conseguiu investigar, quinzena a quinzena, a percepção das empresas sobre os efeitos da pandemia, o impacto nas vendas, a capacidade de atender os clientes, fabricar produtos, realizar pagamentos de rotina, mudanças nos processos, e acesso fornecedores. Assim como as principais medidas para mitigar os efeitos da pandemia” conclui Magheli. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Acácio Pinheiro / Agência Brasília

 

AUXÍLIO EMERGENCIAL: Prazo para asilos realizarem cadastro está terminando

auxilio emergencial 02 10 2020No Dia Internacional da Pessoa Idosa, celebrado nesta quinta-feira (01/10), a deputada federal Leandre Dal Ponte (PV-PR) destacou o auxílio emergencial de R$ 160 milhões em benefício das instituições de longa permanência de idosos (ILPIs). E pede atenção para o prazo de cadastramento para receber os recursos do governo federal. Segundo informações do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, o prazo para o cadastramento termina  dia 3 de outubro.

Explicação - No início do mês de setembro, a deputada paranaense e o secretário nacional de Promoção e Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa, Antônio Costa, fizeram uma transmissão ao vivo pela internet para explicar às instituições de longa permanência os trâmites do cadastro.

Atentas - “As instituições que ainda não realizaram o cadastro, precisam ficar atentas ao término do prazo. Este recurso vem em boa hora e será importantíssimo para realizar ações de promoção de saúde das pessoas e profissionais que vivem e trabalham nos asilos durante o período da pandemia”, destacou Leandre.

Criação - O auxílio emergencial para as ILPIs foi criado, após a sanção de um projeto de lei, de autoria da deputada Leandre, que destina R$ 160 milhões para os asilos. O recurso deve ser utilizado para ações de prevenção e promoção à saúde durante a pandemia. O projeto virou a Lei 14.018/2020. Parte do auxílio de R$ 160 milhões vem do descontingenciamento do Fundo Nacional da Pessoa Idosa.

Utilização - O recurso pode ser utilizado para compra de equipamento médico e hospitalares. Como um respirador ou um ventilador mecânico de ar, por exemplo. Colchões, cobertas, travesseiros, lençóis. São conhecidos como material de hotelaria. E podem ser adquiridos com o recurso emergencial. Alimentos para melhorar a imunidade dos idosos, também podem ser adquiridos. Assim como materiais para limpeza, máscaras e EPIs (Equipamentos de Proteção Individual), materiais para higiene, e fralda geriátrica descartável pode comprar.

Mais - O auxílio emergencial também pode ser utilizado para adequação de espaço, usando material sem ter laudo de construção. No entanto, as instituições de longa permanência não podem utilizar o recurso para pagamento de pessoal ou reformas, que necessitem de laudo de construção. (Assessoria de Imprensa da deputada federal Leandre Dal Ponte)

 

SAÚDE I: Brasil tem 144 mil mortes e 4,84 milhões de casos acumulados

O boletim diário do Ministério da Saúde, divulgado nesta quinta-feira (01/10), revela que o Brasil registrou 4.847.092 casos confirmados do novo coronavírus desde o início da pandemia. Desse total, 3% dos casos resultaram em morte (144.680); 10,1% dos pacientes estão em tratamento (489.640); e 86,9% dos brasileiros que contraíram covid-19 estão recuperados (4.212.772).

Óbitos e novos casos - Nas últimas 24 horas, foram registrados 728 óbitos e 36.157 novos casos confirmados.

Investigação - As autoridades de saúde ainda investigam se outras 2.440 mortes foram provocadas por coronavírus.

SP se aproxima da marca de 1 milhão de casos do novo coronavírus - Passados pouco mais de sete meses da confirmação do primeiro caso de covid-19 no Brasil, o estado de São Paulo está perto de somar um milhão de casos acumulados do novo coronavírus. Até hoje (1), o estado contabiliza 991.725 casos confirmados, sendo 6.097 deles computados nas últimas 24 horas. O total de mortes já soma 35.804, sendo que 182 delas foram contabilizadas de ontem para hoje.

Recuperados - Do total de casos diagnosticados, 856.453 pessoas estão recuperadas da doença, sendo 108.508 delas após internação.

Suspeita - Há 9.086 pessoas internadas em todo o estado em casos suspeitos ou confirmados do novo coronavírus, sendo que 3.919 delas estão em estado grave. A taxa de ocupação de leitos de unidades de terapia intensiva (UTI) está em 44% no estado e em 42,7% na Grande São Paulo. O número de novas internações no estado está caindo há dez semanas consecutivas e a taxa de ocupação já é a mais baixa desde o início da pandemia.

Mais casos - Onde há mais casos de covid-19 no Brasil

*Casos acumulados desde o início da pandemia

São Paulo = 991.725

Bahia = 312.050

Minas Gerais = 298.607

Rio de Janeiro = 266.235

Ceará = 241.684

Mais mortes - Onde há mais mortes por covid-19 no Brasil

São Paulo = 35.804

Rio de Janeiro = 18.567

Ceará = 9.023

Pernambuco = 8.279

Minas Gerais = 7.436

(Agência Brasil)

saude I tabela 02 10 2020

SAÚDE II: Boletim registra 1.879 novos casos de coronavírus

saude II 02 09 2020A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quinta-feira (01/10) mais 1.879 casos confirmados e 42 óbitos em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 178.886 casos e 4.483 mortes em decorrência da doença. Há ajuste de casos confirmados detalhados ao final do texto.

Internados - Nesta quinta-feira (01/10), eram 975 pacientes internados com diagnósticos confirmados de Covid-19: 805 em leitos SUS (385 em UTI e 420 em leitos clínicos/enfermaria) e 170 em leitos da rede particular (68 em UTI e 102 em leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 968 pacientes internados, 444 em leitos UTI e 524 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A secretaria estadual informa a morte de mais 42 pacientes. Todos estavam internados. São 20 mulheres e 22 homens com idades que variam de 27 a 87 anos. Os óbitos ocorreram entre 22 de setembro e 1º de outubro.

Residência - Os pacientes que foram a óbito residiam em: Curitiba (12), São José dos Pinhais (5), Apucarana (3), Ponta Grossa (3), Foz do Iguaçu (2) e Sarandi (2). Também foi confirmado um óbito em cada um dos seguintes municípios: Agudos do Sul, Almirante Tamandaré, Araucária, Cambé, Cambira, Castro, Colombo, Faxinal, Fazenda Rio Grande, Ibiporã, Jataizinho, Marechal Cândido Rondon, Maringá, Pinhais e Toledo.

Fora do Paraná - O monitoramento registra 1.919 casos confirmados de pessoas que não moram no Estado – 44 foram a óbito.

Ajustes - Alteração de município: Um óbito confirmado no dia 04/09 em Toledo (F, 68a) foi transferido para Marechal Cândido Rondon. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

 


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