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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4928 | 15 de Outubro de 2020

MÍDIA I: Jornal da RPC destaca propostas defendidas pelo setor cooperativista do PR para as novas concessões rodoviárias

As propostas defendidas pelo cooperativismo para as novas concessões rodoviárias no Paraná estiveram em destaque na reportagem exibida, nesta quarta-feira (14/10), pelo jornal Boa Noite Paraná, da RPCTV. Na matéria, o repórter Wilson Kirsche informa que a Ocepar encaminhou ao governo estadual um documento solicitando mais transparência e concorrência nos próximos leilões de pedágio, para que os paranaenses paguem uma tarifa mais justa. Kirsche lembra que os atuais contratos vencem em 2021, os leilões de alguns trechos devem ocorrer em junho do ano que vem e os novos contratos vão valer por mais 30 anos. O repórter ressalta ainda o estudo feito pela entidade, que mostra o impacto do custo com o pedágio para os produtores rurais. No Oeste do Paraná, por exemplo, a cada 100 sacas de milho colhidas, sete são para o pagamento de pedágio. "Temos que ter os investimentos para que se tenha qualidade no serviço, para que o custo do transporte diminua. Não adianta ter via com uma mão e formar uma fila de caminhões a 10 km/h durante uma hora. O custo é enorme, muito maior que a tarifa", afirma o presidente da Ocepar, José Roberto Ricken, em entrevista concedida ao repórter.

Clique aqui para conferir na íntegra a matéria exibida no Boa Noite PR 

Clique aqui e saiba mais sobre as propostas defendidas pela Ocepar, divulgadas na edição mais recente da revista Paraná Cooperativo

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MÍDIA II: Presidente da Ocepar fala sobre o papel do agronegócio e do cooperativismo no combate à crise econômica

O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, concedeu, na manhã desta quarta-feira (14/10), uma entrevista ao jornalista Marc Souza, no programa Paraná no Ar, exibido pela emissora RIC TV Record. Ele foi convidado a falar sobre o papel do agronegócio e do cooperativismo no combate à crise econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus. “Ninguém imaginaria, em março, que estaríamos em uma situação tão complicada. O agro, por ser uma atividade essencial, não parou durante a pandemia. Imagine se a produção e a distribuição de alimentos parassem. Além das questões ligadas à saúde, causadas pela Covid, haveria o desabastecimento. Nosso compromisso foi de manter o abastecimento e, graças a isso, não temos problemas nesse sentido”, afirmou Ricken. “As cooperativas do Paraná abatem, em média, dois milhões de aves por dia e são necessários 100 milhões de aves alojadas no campo para manter essa produção. Como parar uma atividade como essa? Seria o caos. O setor de alimentos tem demanda e nós estamos seguindo com todos os cuidados sanitários”, acrescentou. Ricken também falou sobre outros temas, como meio ambiente e infraestrutura.

Clique aqui para conferir na íntegra a entrevista

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ENCONTRO DE NÚCLEOS: Sistema Ocepar vai realizar a reunião da diretoria durante os eventos

O Sistema Ocepar promove, entre os dias 19 e 22 de outubro, o Encontro Digital de Núcleos Cooperativos, com o propósito de debater temas de interesse do setor. Tradicionalmente os eventos ocorrem presencialmente de forma descentralizada mas, desta vez, vão reunir as cooperativas pela plataforma Microsoft Teams. A programação também vai contemplar a realização da reunião da diretoria da Ocepar.

Rodada - A rodada inicia no dia 19, com representantes do Núcleo Centro-Sul, tendo como cooperativa anfitriã a Frísia. No dia 20, será com cooperativistas do Oeste e a Frimesa será anfitriã do evento. No dia 21, haverá a participação das lideranças no Norte e Noroeste, tendo como anfitriãs a Unitá e a Coagru. A série encerra no dia 22, com participantes do Sudoeste, tendo a Coasul e o Sicredi Iguaçu como anfitriãs.

Programação - Os eventos começam com a apresentação das cooperativas anfitriãs. Depois, o professor do Isae/FGV, Robson Gonçalves, ministra palestra sobre “Cenários econômicos para os negócios cooperativos”. O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, vai tratar a respeito do Plano Paraná Cooperativo – PRC200 e também sobre as ações estratégicas do Sescoop/PR, juntamente com demais integrantes da equipe. No Espaço Frencoop está prevista a participação de senadores e deputados federais eleitos pelo Paraná.

Inscrições e informações - O Encontro Digital de Núcleos Cooperativos é dirigido a presidentes, gestores, colaboradores e cooperados das cooperativas paranaenses. Clique aqui para efetivar as inscrições. Mais informações com Neuza Oliveira ou Daniele Luana (secretaria@sistemaocepar.coop.br).

 

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FÓRUM: Painéis, cases e palestra magna integram a programação pensada especialmente para os profissionais de RH

Uma programação recheada de assuntos de interesse dos profissionais de Recursos Humanos das cooperativas do Paraná foi preparada para o Fórum que ocorre no dia 23 de outubro, por videoconferência, das 9h às 17h40. O evento, promovido pelo Sistema Ocepar, por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), vai reunir especialistas de diversas áreas em dois painéis: um sobre o papel do RH frente à governança e outro que vai tratar dos entraves trabalhistas, sucessos e fracassos pós reforma trabalhista e Covid-19.

Cases - Haverá ainda a apresentação de cases, com representantes das empresas Volvo, Ebanx, Klabin e GRPCom. O Fórum será encerrado com uma palestra magna ministrada pela consultora de empresas e professora da Fundação Dom Cabral e Insper, Leni Hidalgo, que vai falar sobre a transformação que a crise pode nos trazer.

Informações - Mais informações sobre o evento com os agentes de Desenvolvimento das cooperativas. O Fórum conta com o apoio da seção paranaense da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-PR).

SERVIÇO

Fórum dos Profissionais de RH 2020

Público: Profissionais de RH das cooperativas paranaenses

Data: 23/10, das 09h às 17h40

Inscrições até 20/10 AQUI

 

 

forum folder 15 10 2020

COVID-19: Confira os destaques do comunicado 137 do Comitê de Acompanhamento

covid 19 destaque 15 10 2020O comunicado 137, emitido nesta quarta-feira (14/10) pelo Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar, traz entre os seus destaques o lançamento do Projeto Evoluir, em conjunto com a Unimed Paraná, ocorrido na terça-feira (13/10), com o objetivo contribuir com a evolução das práticas de gestão e governança para atendimento da nova norma da Agência Nacional da Saúde (ANS), a RN 452. Confira abaixo todas as informações do boletim.

1. O Sistema Ocepar, nos próximos dias 19 a 22 de outubro, irá realizar o Encontro de Núcleos Cooperativos que, nesse ano, será de forma digital. Na oportunidade, serão tratados assuntos estratégicos para o desenvolvimento contínuo das cooperativas paranaenses. Clique aqui para fazer a inscrição.

2. No dia 13 de outubro, o Sistema Ocepar retornou às atividades de forma presencial.

3. O Sistema Ocepar, no dia 13 de outubro, realizou de forma virtual uma Reunião da Autogestão com a cooperativa Cooperfax e participação do corpo diretivo e gestores.

4. No dia 13 de outubro, o Sistema Ocepar participou da reunião com representantes do Sistema OCB para avaliar a aplicação dos recursos financeiros do Plano Safra 2020/21.

5. O Sistema Ocepar, por meio do Sescoop/PR, em conjunto com a Unimed Paraná, no dia 13 de outubro, lançou o Projeto Evoluir, que tem como objetivo contribuir na evolução das práticas de gestão e governança para atendimento da nova norma da ANS, a RN 452.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). Desde que o trabalho remoto foi adotado pela instituição, em 20 de março, os integrantes se reúnem diariamente, por meio de videoconferência, para analisar cenários e discutir o andamento das atividades visando atender as demandas das cooperativas. O Comitê tem ainda divulgado os comunicados para informar as principais ações de interesse do cooperativismo paranaense que estão sendo executadas pelo Sistema Ocepar nesse período de pandemia.

 

REUNIÃO INSTITUCIONAL: Sistema Ocepar promoveu encontro virtual com a CAMP

Durante a reunião institucional entre a entidade e a Cooperativa Agrícola Mista Prudentópolis (CAMP), o superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, reiterou a determinação do Sistema Ocepar, mesmo que remotamente devido à pandemia do coronavírus, em manter contato e ouvir as cooperativas paranaenses para poder ir em busca de atendimento às suas demandas, tanto na esfera estadual como federal. Lembrou das estratégias para o encaminhamento dos pedidos em busca de solução por meio da entidade nacional, a OCB, da Frente Parlamentar do Cooperativismo, no Congresso Nacional, e também pelo bom relacionamento com ministros, notadamente com a ministra Tereza Cristina, da Agricultura. No estado, os encaminhamentos têm tido repercussão junto ao govenador Ratinho Junior e seus secretários, com o apoio de entidades de classe, sobretudo do G7, grupo que reúne representantes de federações do setor produtivo estadual. 

Assuntos - Aberta por volta das 10h30 desta quarta-feira (14/10) pelo coordenador de Monitoramento da Gecoop, João Gogola Neto, a reunião, a 81ª na modalidade virtual, se encerrou depois das 12 horas, tempo em que foi cumprida extensa agenda de assuntos pertinentes à representação institucional do Sistema Ocepar; perspectivas de mercado; cenário econômico e financeiro das cooperativas paranaenses, do ramo agropecuário e, especificamente, da CAMP, e atividades finalísticas do Sescoop/PR. Pela cooperativa, que fica em Prudentópolis, na região centro-sul do Paraná, participaram diretores e funcionários, liderados pelo presidente Edison Rogério Rickli.

Característica - Segundo Rogério Rickli, a CAMP tem perfil mais conservador. É uma cooperativa pequena, mas que exige planejamento e firmeza nas decisões. “Com isso, evitamos qualquer atrapalho na gestão, ou seja, ela está sendo conduzida da melhor forma possível, mesmo porque estamos nos inteirando melhor sobre a atividade executiva. Mas sentimos que precisamos capacitar mais o pessoal para atender as novas demandas. Por isso, necessitamos do suporte da Ocepar, pois essa integração irá contribuir para atender a necessidade de forma mais rápida. Vamos intensificar esse contato”, disse. O superintendente Boesche lembrou que o Sistema Ocepar tem uma equipe de profissionais muito bem capacitada para atender as necessidades da cooperativa. “Estamos à disposição para atender no que for essencial e relevante para a Camp”, afirmou.

CAMP - Fundada em 1977, a cooperativa atua no recebimento, armazenamento, beneficiamento, secagem, seleção e comércio de soja, milho, trigo e triticale; presta serviços de assistência técnica agrícola; atua na produção de sementes fiscalizadas; no comércio de insumos para lavouras e de peças agrícolas, bem como no comércio e beneficiamento de erva mate. Atualmente tem 224 cooperados e 52 funcionários. Em 2019, faturou R$ 138,9 milhões e a estimativa é encerrar este ano com receita de R$ 150 milhões.

Presenças - Pelo Sistema Ocepar, ainda participaram da reunião a gerente de Desenvolvimento Cooperativo, Maria Emília Pereira Lima, o analista técnico da Gecoop, Emerson Barcik, e o analista de desenvolvimento técnico da Getec. Maiko Zanella.

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DIA DO CRÉDITO: Manfred Dasenbrock participa virtualmente de reunião com o Sistema Ocepar

Hoje, quando o mundo celebra o Dia Internacional do Cooperativismo de Crédito, Manfred Dasenbrock, presidente da SicrediPar, da Central Sicredi PR/SP/RJ e membro do Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (Woccu), foi o convidado especial para participar da 168ª reunião do Comitê de Acompanhamento da Covid-19 do Sistema Ocepar, realizada na manhã desta quinta-feira (15/10).

Lideranças - Segundo o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, “estamos trazendo nessas reuniões diárias do comitê interno algumas lideranças cooperativistas, para que possam falar um pouco do ramo em que atuam e suas percepções sobre o momento em que vivemos de isolamento social devido à pandemia da Covid-19”. Ricken destacou sobre a importância do crédito: “o cooperativismo como um todo, em especial o ramo crédito, se mostrou ser essencial neste momento em que o país passa, tanto no aspecto econômico como social, onde milhares de pessoas ficaram sem renda. Para nós, é uma satisfação recebê-lo e sua liderança frente ao ramo do crédito é fundamental”, frisou.

Sistema - Manfred iniciou sua fala destacando o trabalho realizado pelo Sistema Ocepar durante o período de pandemia. “Vocês mantiveram a conexão com todas as cooperativas neste período de trabalho remoto e isso mantém a confiança, a credibilidade. Foi um ano difícil, mas que pudemos construir as conexões. Especialmente o meio cooperativista não parou, precisou continuar trabalhando. A Ocepar tem feito um trabalho exemplar junto ao sistema e à sociedade”.

Vulnerabilidade - "Nós do Sistema Sicredi estamos permanentemente em sintonia com nossos públicos. Estou participando da reunião do Conselho da Woccu, de forma remota, onde trocamos nossas experiências. Um dos participantes é um professor de uma cooperativa da Coreia do Sul, que possui um modelo de três níveis, semelhante ao nosso sistema. Neste debate internacional tem sobressaído a pandemia e a preocupação com as classes mais pobres. Muitos países não têm o SUS, apenas nosso país tem e precisa fortalecê-lo ainda mais. A miséria inspirou a Cuna (EUA) para o tema, trazendo esperança para a comunidade global, inspiração para ajudar essas comunidades mais vulneráveis. Ou seja, pessoas ajudando pessoas. Nos EUA existem 120 milhões de pessoas ligadas ao cooperativismo. Isso se intensificou mais nas crises. As cooperativas nos momentos mais graves não se afastaram das pessoas. Lá fora, como aqui, as cooperativas de crédito se aproximaram muito das pessoas na solução dos seus problemas imediatos para a concessão de crédito consciente”, disse o dirigente. “Esta pandemia é a nossa Terceira Guerra Mundial”, frisou. “Nas reuniões do Comitê de Covid da Woccu, falamos sobre a subnotificação de casos do coronavírus e citaram o Brasil neste aspecto. Mas isso, segundo vários participantes, também aconteceu no Canadá, Estados Unidos e outros países desenvolvidos”, afirmou. 

Digital - “Para nós a digitalização é o caminho. O Brasil está bem à frente na questão da conexão com os demais países. Estamos competindo de igual com o sistema financeiro no restante no mundo”, destacou. Manfred frisou sobre a necessidade de olhar para frente, mas sem perder a história, o passado. “O que nos trouxe até aqui? Precisamos valorizar mais essas pessoas, os valores do cooperativismo, princípios e fundamentos. Neste momento tem sido nossa rede de conforto. Quando olhamos para os valores e a missão, valorizar o relacionamento, temos a certeza de que estamos no caminho certo. Valorizar e desenvolver as pessoas. Quando saiu aquelas resoluções da pandemia, de reduzir pessoal, reduzir salário, eu disse que isso não faz parte dos nossos princípios. Na crise é que conhecemos os verdadeiros amigos. A pessoa certa que se manifesta na hora incerta, ou seja, não podemos esquecer o que nos move, a cooperação entre as pessoas”, disse.

Frencoop - Manfred também destacou que cooperativistas de outros países ficam maravilhados quando se fala da representação política da Frencoop. “Essa forma criada pela OCB para termos uma base parlamentar para atender nossas demandas não existe em lugar algum do mundo. E hoje essa nossa representação está mais fortalecida, graças ao trabalho de educação política que foi conduzida pelo Sistema Ocepar. Algo fantástico e que precisa ser valorizado cada vez mais.”

Sistema S - O dirigente também ressaltou o importante trabalho realizado na área de educação pelo Sistema S. “O Paraná é um modelo de que todos os recursos estão sendo muito bem aplicados. Precisamos tratar muito bem esses recursos para não perdermos a confiança. Sei que isso acontece aqui de forma transparente, o que nos dá uma segurança grande para continuarmos contribuindo”, disse.

Tecnologias novas - “Não falta dinheiro para o setor investir em tecnologia e inovação, falta massa crítica para isso. Também não falta dinheiro para educação, especialmente com apoio do Sescoop/PR, que representa 10% do total investido pelo Sicredi nesta importante área e que contribui muito para a formação e desenvolvimento do cooperativismo. Precisamos trabalhar numa seleção de bons estagiários. São eles que no futuro serão nossos profissionais. Hoje temos alguns dirigentes que iniciaram como estagiários nas cooperativas”. Outro ponto abordado foi sobre o sistema cooperativa de crédito de livre admissão: “neste sistema estamos abertos para todos os públicos, indistintamente, sem diferenciação de raça, classe, religião ou ideologia. Precisamos ter em mente que essas pessoas que estão à margem serão acolhidas pelo sistema de crédito cooperativo, precisamos estar preparados”, frisou.

Participação - Sobre os diferenciais do cooperativismo, em especial do ramo crédito, Manfred disse que “as cooperativas têm uma gestão simples. Sabe por quê? O cooperado tem o contato, o telefone, o whats do seu diretor, tem acesso fácil e rápido. Assim, ele se conecta e cria confiança. Num sistema maior ele não vai achar. Alguém conhece ou já conversou com o presidente de algum grande banco? Com certeza não. Aqui no sistema isso é possível porque é uma regra de transparência democrática. Nos ajuda a crescer e não nos afasta do ideal dos fundadores. Os precursores precisam ser estudados, ler tudo que escreveram. Se esses pioneiros estão vivos, vá conversar com eles, ouvir o que fizeram e como fizeram. Aprender com essa rica história. Esse ideal é o que perseguimos, valorizar o passado para construir um futuro promissor”, aconselha Manfred.

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15 DE OUTUBRO: Dia Internacional das Cooperativas de Crédito é celebrado nesta quinta

15 outubro 15 10 2020As cooperativas de crédito singulares no Brasil já somam 873 e, juntas, representam praticamente 11 milhões de cooperados. E é por serem tão essenciais na vida de tantas pessoas, temos motivos de sobra pra comemorar o Dia Internacional das Cooperativas de Crédito, celebrado ao redor do globo, sempre na terceira quinta-feira do mês de outubro, desde 1948. Neste ano, a data cai neste dia 15 de outubro. O Conselho Mundial de Cooperativas de Crédito (Woccu, na sigla em inglês) definiu como tema para este ano o seguinte: Cooperativas de crédito: trazendo esperança à comunidade global.

Trajetória e conquistas - A data foi instituída há mais de 70 anos para relembrar a trajetória e as conquistas das cooperativas do ramo e promover a essência do poder transformador de realidades que o modelo cooperativista confere ao sistema financeiro.

Pessoas - São as pessoas que tornam as cooperativas de crédito cada vez mais relevantes para as comunidades. Em troca, as cooperativas atuam como centros de segurança para sua gente, oferecendo além de crédito, inclusão e educação financeira. E esse é um movimento de grandes proporções e resultados.

Produtos e serviços - Com um conjunto de produtos e serviços atraentes e preços e taxas competitivos, o ramo vem conquistando cada dia mais adeptos e se destacando com números mais expressivos, ano após ano, em todo o mundo. Por isso, o cooperativismo de crédito está cada vez mais em destaque no Sistema Financeiro Nacional, devido às suas características de um atendimento personalizado, democrático e próximo com os cooperados.

Mundo - O Woccu estima que há, no mundo todo, mais de 85 mil cooperativas de crédito que representam mais de – incríveis – 274 milhões de cooperados em todos os países onde estão presentes. A nível de comparação, o Brasil tem, atualmente, cerca de 211,7 milhões de pessoas.

Humano - Quando dizemos que o maior capital de uma cooperativa de crédito não é o financeiro, mas o humano, estamos falando das milhões de pessoas, como eu e você, que encontram nelas tudo o que precisam em termos de instituição financeira. Os números mostram que se todos os cooperados fossem vizinhos, seríamos tão grandes quanto países como a Bélgica, Portugal e Grécia e até maiores do que os Emirados Árabes ou a Áustria.

Brasil - No Brasil as cooperativas de crédito são tão essenciais que, em quase 600 cidades brasileiras, são a única instituição financeira presente, atendendo com qualidade e cumprindo todas as exigências legais e regulatórias estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional e pelo Banco Central. A rede de atendimento das cooperativas de crédito é simplesmente a maior do país, com 6.043 postos de atendimento. É por isso que já somos 4,5% da população brasileira.

Expansão - O cooperativismo de crédito tem se destacado nos últimos anos por sua contribuição para a expansão do mercado de crédito no país. A participação do chamado SNCC – ou Sistema Nacional de Crédito Cooperativo, tem aumentado de forma consistente e beneficiado principalmente as micro, pequenas e médias empresas, além das pessoas físicas (com ênfase nos produtores rurais).

Pessoas jurídicas - As cooperativas de crédito também atendem pessoas jurídicas. Segundo levantamento do Banco Central, em dezembro de 2019 mais de 1,5 milhão de pessoas jurídicas estavam ligadas ao SNCC. Esse número cresceu 9,6% em comparação com dezembro do ano anterior.(OCB / https://www.somos.coop.br/dicc / Informativo Fecoagro)

 

SICREDI I: Instituição destaca apoio do setor à sociedade no Dia Internacional das Cooperativas de Crédito

A capacidade do cooperativismo de crédito gerar transformações positivas na sociedade foi o tema ressaltado pelo Sicredi nas ações de comemoração ao Dia Internacional das Cooperativas de Crédito, celebrado este ano no dia 15 de outubro, com o tema “Trazendo Esperança à Comunidade Global”. Seja por meio do apoio ao empreendedorismo ou ações que contribuem com o desenvolvimento de economias locais, gerando inclusão e transformação social, o cooperativismo de crédito vem se mostrando, há mais de 100 anos, um instrumento para proporcionar resultados que vão além dos financeiros, levando benefícios diretos para as pessoas e as comunidades, no Brasil e no mundo.

Transformações - Promover transformações em escala global só é possível por meio de uma rede que ultrapassa fronteiras e é embasada em princípios muito bem estabelecidos de intercooperação entre atores de diversos países. De acordo com o Woccu Statistical Report 2019, desenvolvido pelo Woccu (Conselho Mundial de Cooperativas de Crédito, na sigla em inglês), o cooperativismo de crédito está presente em 118 nações de 6 continentes, com mais de 291 milhões de associados e 85 mil cooperativas. No Brasil, reúne aproximadamente 11 milhões de associados e 873 cooperativas, que juntas somam cerca de R$ 274 bilhões em ativos, segundo dados do Panorama do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo 2019.

Pessoas e comunidade - “O movimento de cooperativismo de crédito no mundo tem historicamente buscado apoiar as pessoas e comunidades, mas especialmente neste ano o Dia Internacional das Cooperativas de Crédito tem como objetivo evidenciar o papel do nosso segmento na sociedade. Nossa instituição tem crescido 20% ao ano, o que é um número expressivo, mas que só faz sentido quando entendemos que nossos resultados positivos, fruto do trabalho das cooperativas de crédito que compõem o Sicredi e seus colaboradores, geram benefício real na vida dos nossos associados e suas comunidades”, ressalta Manfred Alfonso Dasenbrock, presidente da SicrediPar e da Central Sicredi PR/SP/RJ e conselheiro do Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito.

Benefícios - Os benefícios do cooperativismo de crédito à sociedade foram objeto de estudo realizado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e divulgado neste ano. O levantamento chegou à conclusão de que o cooperativismo é capaz de incrementar o Produto Interno Bruto (PIB) per capita dos municípios em 5,6%, criar 6,2% mais vagas de trabalho formal e aumentar o número de estabelecimentos comerciais em 15,7%, estimulando, portanto, o empreendedorismo local. Os cálculos do Sicredi, com base no estudo da Fipe, mostram seu impacto agregado nas cidades de mais de R$ 48 bilhões em um ano e que suas cooperativas foram responsáveis pela criação de 79 mil novas empresas e pela geração de 278 mil empregos.

Do apoio ao desenvolvimento econômico à transformação social - Como forma de potencializar o seu impacto social positivo, o Sicredi aderiu oficialmente este ano ao Pacto Global, iniciativa voluntária que fornece princípios, diretrizes, informações e ferramentas para a promoção do crescimento sustentável e da cidadania, por meio de lideranças corporativas comprometidas e inovadoras. Quem integra o Pacto Global também assume a responsabilidade de contribuir para o alcance da agenda global de sustentabilidade. A Agenda 2030 tem como principal pilar os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

Movimento - Para apoiar os empreendedores locais, o Sicredi deu início, em maio, ao movimento "Eu Coopero com a Economia Local", buscando engajar as pessoas e entidades em prol do fomento do consumo de empreendimentos das suas localidades. A iniciativa reforça a sinergia entre o cooperativismo de crédito e os pequenos empreendedores, e está sendo realizada em todo o Brasil com a participação de mais de 100 entidades parceiras.

Prioridades - Ainda em 2020, a instituição teve como uma de suas prioridades levar soluções financeiras e não financeiras para dar suporte aos associados, com destaque para o crédito. Atuando junto a programas governamentais de apoio ao empreendedorismo, foi uma das instituições repassadoras de recursos via Programa Nacional de Apoio às Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), por meio do qual foi concedido R$ 1,8 bilhão em mais de 37 mil operações, o Peac-FGI, com repasses que totalizaram R$ 1,3 bilhão em mais de 5 mil operações, e o Pese, repassando cerca de R$ 144 milhões. Em linhas de crédito para folha de pagamento, o Sicredi repassou R$ 125 milhões, enquanto que para capital de giro foram repassados R$ 456 milhões.

Ações sociais - Com soluções não financeiras, e por meio de suas cooperativas, o Sicredi reforçou suas ações sociais para promoção da inclusão e da diversidade. O Programa União Faz a Vida, que tem como objetivo disseminar os valores do cooperativismo entre crianças e jovens por meio da educação, chegou à marca de 2,1 milhões de impactados, com 100 mil projetos em desenvolvimento. Já o Programa Pertencer, aplicado para estimular a participação dos associados nas assembleias e outros momentos de decisão das cooperativas, contou com mais de 430 mil participantes em 1,6 mil assembleias. O Programa Crescer, iniciativa de educação cooperativa, registrou 87 mil participantes, enquanto o Comitê Mulher, iniciativa criada para estimular a equidade de gênero, foi nacionalizado em 2020 e hoje conta com mais de 30 grupos atuantes.

Formação de lideranças - O trabalho de formação de jovens lideranças cooperativistas, realizado por meio dos Comitês Jovem do Sicredi, recebeu reconhecimento do Woccu este ano, tendo sido escolhido como modelo mundial para o fomento do segmento entre as novas gerações. Integrante do Comitê Jovem e associado do Sicredi, Vinícius Mattia, foi um dos vencedores no WYCUP – World Council Young Credit Union People, programa que tem o objetivo de estimular a formação de jovens lideranças e que premia participantes que desenvolveram projetos com potencial de causar influência global no Cooperativismo de Crédito. Como prêmio, Mattia participará da Conferência Mundial das Cooperativas de Crédito 2021, programada para ocorrer na Escócia. Tendo a Educação Financeira como uma de suas bandeiras, o Sicredi irá lançar, ainda em 2020, o programa Cooperação na Ponta do Lápis, buscando disseminar ações educacionais em todo o território nacional.

Referência - Tais iniciativas tornam o Sicredi uma referência para cooperativas de crédito de outros países – percepção compartilhada pelo presidente do Woccu, Brian Branch, que também não deixa de exaltar os benefícios para a sociedade. “Essas ações do Sicredi o tornam um modelo inspirador e são um exemplo de como o cooperativismo de crédito é essencial para evoluirmos em questões socioeconômicas”, afirma ele, ressaltando que cooperativas foram fundamentais para minimizar problemas sociais na África, no Haiti, e até mesmo em países europeus mais desenvolvidos.

Futuro: inovação para gerar valor, experiências e relacionamento Sempre tendo o associado no centro dos projetos, o Sicredi tem desenvolvido iniciativas e soluções, tanto em atendimento quanto em apoio, para oferecer experiências mais digitais e fluidas às pessoas. Iniciativas desenvolvidas e aprimoradas ao longo de 2020 são exemplos disso.

Atendimentos - Por meio do WhatsApp Enterprise e de seu assistente virtual, Theo, o Sicredi realizou mais de 1,4 milhão de atendimentos, com mais de 1,2 milhão de mensagens trocadas pelo bot. Em sua parceria com o AgTech Garage, foi realizado o projeto "Desafio Covid-19: soluções digitais para o agronegócio“, que teve como objetivo promover a difusão e a adoção de soluções confiáveis e de alto impacto desenvolvidas por startups para produtores rurais, além do Programa Intensive Connection, que buscou empresas para o desenvolvimento de tecnologias destinadas ao agrobusiness capazes de gerar transformações positivas no setor. Também merece destaque o aplicativo Sicredi Conecta, marketplace virtual que permite aos associados anunciar e vender produtos e serviços, e hoje reúne cerca de 43 mil usuários.

Aberto a inovações - “O Sicredi está sempre aberto às inovações e às novas tecnologias. Embora elas permitam interações à distância, isso não significa que iremos nos distanciar em nossos relacionamentos, ao contrário, iremos cada vez mais e sempre estar próximos das pessoas”, afirma Dasenbrock.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 23 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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SICREDI II: Programa de formação capacita jovens líderes do cooperativismo

A inclusão de jovens nas instituições financeiras cooperativas é um desafio global e, nos últimos anos, o Sicredi tem promovido iniciativas para aproximar as novas gerações do setor. Em 2020, o programa de desenvolvimento de lideranças cooperativistas reuniu jovens de 21 cooperativas nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, que já possuem o Comitê Jovem implantado, com objetivo de promover a formação contínua e a troca de experiências entre os participantes e colaboradores do Sicredi.

Atividades - Realizado de forma online, o programa também promoveu atividades junto aos jovens que ajudam a explorar competências individuais necessárias, inclusive em momentos de transformações, como as impostas pela Covid-19. O projeto ainda incentivou os participantes a planejar o futuro cooperativista no Brasil, além de desafiar os futuros líderes a implantar as soluções desenvolvidas nas regiões onde as cooperativas atuam.

Preparo - “Quanto mais preparados nós, jovens, estivermos, melhor o futuro que a gente vai projetar e aos poucos construir. É muito interessante o Sicredi ter essa visão e essa preocupação. Nada melhor do que orientar, apoiar e ajudar para que os jovens possam traçar o melhor caminho possível, não somente da liderança, mas na vida em sociedade, nas comunidades, principalmente voltado à cooperação”, analisou a integrante do Comitê Jovem e participante do projeto, Luiza Dognan.

Orientações - Para capacitar os jovens, os encontros contaram com a orientação de colaboradores das cooperativas que fazem parte da Central Sicredi PR/SP/RJ. "Estar em contato e trocar conhecimento com os jovens foi uma oportunidade muito gratificante. Eles têm muito potencial para contribuir com o cooperativismo. Por meio da aproximação com as novas gerações, garantiremos a perenidade e a sustentabilidade do empreendimento colaborativo, que são as cooperativas”, afirmou um dos mentores no projeto e diretor executivo da Sicredi Planalto das Águas PR/SP, Valmir Dzivielevski.

Compartilhamento - Em três encontros, o diretor executivo compartilhou sua trajetória profissional no Sicredi e orientou a solução financeira idealizada pelos jovens durante as reuniões. Na ocasião, os participantes identificaram, por meio de pesquisas, que muitos jovens estão inadimplentes. Com isso, sugeriram o desenvolvimento de um aplicativo com dicas de educação financeira e conteúdo dinâmico com vídeos, além de uma avaliação financeira para identificar o perfil investidor e disponibilidade de acesso ao gerente da conta, objetivando estreitar ainda mais o relacionamento com a instituição financeira cooperativa.

Ferramentas - “Para que a juventude não sofra com a inadimplência, é necessário criar ferramentas que proporcionem maior interação e tragam maior equilíbrio em suas finanças. Para isso, o planejamento financeiro ainda é a melhor saída”, finalizou o líder do Comitê Jovem e coordenador de núcleo da Sicredi Paranapanema PR/SP, Guilherme Fernandes de Melo.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 23 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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SICREDI PLANALTO DAS ÁGUAS: Novo espaço é disponibilizado para associados de Guarapuava

Atenta às necessidades de seus associados e buscando estar cada vez mais próxima, levando os benefícios de uma cooperativa de crédito nas cidades onde está presente, a Sicredi Planalto das Águas PR/SP, entregou uma nova estrutura na terça-feira (13/10).

Atendimento personalizado - Projetada com um design moderno, que visa oferecer aos associados um atendimento mais personalizado, a agência oferece também uma experiência ainda mais colaborativa e apresenta aspectos da marca do Sicredi, fazendo com que o espaço da agência se torne também um local de proximidade e convivência entre os associados.

Localização - A agência está localizada na Rua Quintino Bocaiúva, esquina com a Coronel Saldanha e possui 673 metros quadrados de área construída e estacionamento com 20 vagas para veículos. O ambiente interno foi pensado para oferecer conforto, proximidade e interação entre os associados. Logo na entrada, uma área de recepção foi criada para orientar sobre a melhor opção de atendimento. Quem precisar esperar contará com a área de convivência onde poderá tomar café, usar o sinal wi-fi ou até mesmo aproveitar para realizar tarefas de trabalho. Guarda-volumes estão disponíveis no autoatendimento para facilitar a mobilidade dos associados.

Padronização - Ideal tanto para as transações financeiras quanto para os associados fazerem negócios, o novo espaço preserva a padronização nacional das agências do Sicredi, o que é fundamental para que a instituição financeira proporcione uma experiência única em todos os lugares do Brasil.

Alegria - Para Adilson Primo Fiorentin, presidente da Sicredi Planalto das Águas, “é motivo de muita alegria disponibilizar um espaço nesse patamar em Guarapuava. A história mostra que desde a sua fundação, os Associados de Guarapuava vêm demostrando confiança na instituição financeira cooperativa, permitindo que consigamos crescer e retornar na forma de estruturas impecáveis como a nova Portal do Lago, que é a quarta agência na cidade”.

Cuidados - A cooperativa tomou todos os cuidados ao mudar a agência de endereço, inclusive com cerimônia de reinauguração apenas em forma on-line (para conferir acesse: https://www.facebook.com/PlanaltodasAguas).

Horário de atendimento - O horário de atendimento na agência é de segunda a sexta-feira, das 10h às 15h, com os caixas eletrônicos das 7 às 22h, e nesse momento, sempre atentando para as normas e medidas preventivas do Ministério da Saúde e demais órgãos oficiais. Mais informações pelo telefone: 42 3626-7050.

Canais digitais - E, para estar cada vez mais à disposição de seus associados nesse momento de pandemia, além das agências físicas, o Sicredi oferece também uma múltipla rede de canais (mobile e internet banking, redes de autoatendimento 24 horas, além do atendimento via WhatsApp).

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,6 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 23 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Planalto das Águas PR/SP)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande

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SICREDI FRONTEIRAS: Ação distribui 13,4 toneladas de alimentos não-perecíveis

sicredi fronteiras 15 10 2020Com o objetivo de reduzir custos com a emissão de faturas impressas e pensando nos conceitos de sustentabilidade, a Cooperativa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP, de 15/06 a 14/08, produziu uma campanha para incentivar os associados a optarem pelo recebimento da fatura em formato digital.

Adesão - Desta maneira, a cada adesão desde a data de início da campanha em que o associado optasse pela inibição da impressão da sua fatura do cartão de crédito através dos App Sicredi ou Internet Banking, a cooperativa doou 1 kg de alimento não-perecível para famílias e entidades em situação de vulnerabilidade social. A quantidade doada para cada município foi proporcional ao número de associados que aderiram à inibição da fatura.

Total - Ao final desta ação, a cooperativa contabilizou 13 mil e 400 associados que voluntariamente realizaram a alteração da fatura do formato impresso para o digital, o que resultou no montante de 13,4 toneladas de alimentos não-perecíveis que a Sicredi Fronteiras está distribuindo entre as comunidades onde atua.

Mais que o esperado - De acordo com Lerci Daniel Doebber, Gerente de Desenvolvimento de Negócios da cooperativa, essa ação que foi desenvolvida pela sua área e aprovada pela diretoria e conselho da cooperativa, resultou em um número bem maior do que o esperado, o que deixou evidenciado que a preocupação tanto ambiental quanto social está cada vez mais presente entre os associados e comunidade.

Destinação - "Esses alimentos estão sendo conduzidos para várias instituições de diferentes áreas, dependendo da demanda identificada pelos colaboradores das agências de cada município. Foram mais de 13 mil associados que abraçaram essa campanha e que caminham junto com o Sicredi que tem como objetivo de transformar sonhos em realidade", afirmou Doebber.

30 anos - Essa campanha fez parte das ações comemorativas ao aniversário de 30 anos da Cooperativa Sicredi Fronteiras.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 23 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

*Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICOOB: Em três semanas, Sistema de Cooperativas de Crédito já ultrapassa R$ 1,4 bilhão em crédito concedido via Peac

sicoob 15 10 2020Este ano, durante a pandemia do novo coronavírus, o Sicoob (Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil) já comprovou ser grande apoiador dos micros e pequenos empresários brasileiros. De acordo com o Sebrae, o Sistema foi um dos melhores players do mercado financeiro quando se fala em taxa de sucesso no acesso ao crédito neste período.

Peac - Para ajudar ainda mais as empresas brasileiras, o Sicoob passou a oferecer, desde 18 de setembro, crédito com garantia do Programa Emergencial de Acesso ao Crédito (Peac), sendo uma das instituições habilitadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a conceder este benefício. O programa visa auxiliar os negócios a atravessarem o momento delicado da pandemia. Em menos de três semanas, até o início de outubro, foi concedido R$ 1,4 bilhão.

Justiça financeira - "O Sicoob sempre esteve ao lado de seus cooperados, em busca de justiça financeira e apoio na realização de seus sonhos. Quando a crise começou, vimos que muitos micros, pequenos e médios empresários teriam bastante dificuldade em manter as contas em dia. Por isso, nos dispusemos a habilitar e oferecer várias linhas de crédito no Sistema", afirma Francisco Reposse, diretor Comercial e de Canais do Centro Cooperativo Sicoob. "O Peac é uma ação emergencial para auxiliar as empresas e nós queremos minimizar os impactos da crise neste público".

Fundo Garantidor - O programa é coberto pelo Fundo Garantidor para Investimentos (FGI) com crédito mínimo de R$ 5 mil, enquanto o máximo chega a R$ 10 milhões.

Carência - O período de carência pode chegar a 12 meses e o prazo total da operação pode ficar entre 12 e 60 meses, que devem ser negociados entre o empresário e sua cooperativa do Sicoob. A taxa de juros também será negociada com a cooperativa, sempre limitada a 1% a.m. Segundo Reposse, a expectativa é que cerca de 12 mil cooperados sejam atendidos com o programa.

Pronampe - Além deste programa, o Sicoob já contratou acima de R$ 2,5 bilhões através do Pronampe, mais uma iniciativa do governo para apoiar micro e pequenos empresários. Com mais esta ação, o Sicoob espera injetar além de R$ 5 bilhões em menos de 3 meses, apoiando os mais diversos setores da economia em todas as partes do país.

Sobre o Sicoob - O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil, Sicoob, possui 4,8 milhões de cooperados em todo o país e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. É composto por mais de 390 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e a Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob (Sicoob Confederação). Integram, ainda, o Sistema, o Banco Cooperativo do Brasil do Brasil (Bancoob) e suas subsidiárias (empresas/entidades de: meios eletrônicos de pagamento, consórcios, DTVM, seguradora e previdência) provedoras de produtos e serviços especializados para cooperativas financeiras. A rede Sicoob é a quarta maior entre as instituições financeiras que atuam no país, com mais de 3,4 mil pontos de atendimento. As cooperativas integrantes do Sistema oferecem aos cooperados serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, dentre outras soluções financeiras. Mais informações acesse: www.sicoob.com.br. (Imprensa Sicoob)

 

SICOOB UNICOOB: Central investe em segurança de TI e vira case de sucesso

sicoob central 15 10 2020 Ao longo dos últimos seis meses, entre março a agosto, a equipe de Infraestrutura de TI do Sicoob Central Unicoob trabalhou para atualizar seu ambiente de segurança. O refresh foi uma resposta ao crescimento da Central nos últimos anos, conforme afirma o supervisor de infraestrutura de TI, João Paulo Machado Vieira. Segundo ele, era fundamental garantir que os serviços financeiros oferecidos pela Central contassem com o mais alto grau de proteção digital.

Plataforma - Ao final do processo, a plataforma SonicWall, fornecedor que atende o sistema desde 2015, foi novamente escolhida para proteger os negócios do Sicoob. “Com a nova geração de soluções, estamos preparados para atender demandas atuais e futuras de segurança. Conseguimos proteger no nosso ambiente do core às agências, incluindo colaboradores em home office”, afirma o supervisor.

Conformidade - Viera ressalta também que, desde 2019, o time de TI e segurança está trabalhando para que o Sicoob Central Unicoob opere em conformidade com a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados). “A inteligência SonicWall facilita nosso acesso, por exemplo, a relatórios sobre evasões de dados”. Isso acelera o rastreamento de incidentes e a geração de análises que suportem a realização de ajustes de segurança e promovam o contínuo alinhamento à legislação.

Data centers - Todo esse processo é realizado com a manutenção de dois data centers redundantes – um instalado em Maringá e outro em Curitiba – que garantem a grande troca de informações, benchmarks e processos com as cooperativas, além de promover as melhores práticas em finanças, TI e segurança.

Transformação digital - Além disso, a acelerada transformação digital do segmento financeiro e a pandemia estão impactando as especificações técnicas de todo o mercado, acredita o especialista em Network, Mycow Nairne. “O crescimento do teletrabalho, por exemplo, exige que levemos as mais avançadas soluções de segurança também para as pontas da rede”. Dessa forma, o refresh da plataforma SonicWall no Sicoob Central Unicoob contribui para a proteção dos data centers, das agências e dos colaboradores que seguem em home office em tempo integral ou parcial.

Case - Com o sucesso do trabalho, o projeto de segurança de datacenter virou case de sucesso da SonicWall. A divulgação em diversos canais garantiu uma grande visibilidade ao Sicoob Unicoob. Clique aqui e confira na íntegra. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

COAMO I: Eleita a melhor cooperativa agrícola do Brasil

A Coamo é a Melhor Cooperativa Agrícola do Brasil em 2020, conforme ranking do anuário ‘As Melhores da Dinheiro’, da Revista Isto É Dinheiro. O prêmio é anualmente entregue durante evento em São Paulo com a presença de autoridades, líderes setoriais e os presidentes das companhias homenageadas e se tornou uma data aguardada no calendário empresarial do País. Porém, esse ano, devido a pandemia ocasionada pelo novo coronavírus, o reconhecimento ocorreu de forma digital.

Setores - A 17ª edição do anuário “1000 Maiores da Dinheiro” destaca as empresas campeãs em 22 setores, analisando os resultados das 1.000 melhores empresas do Brasil reconhecidas pela capacidade de buscar soluções em inovação e qualidade, recursos humanos, responsabilidade social, governança corporativa e sustentabilidade financeira.

União - “Um por todos, todos por um.” Esse é o título da reportagem referente à Coamo na edição especial da Isto É Dinheiro. Pouca gente sabe, mas a expressão popular “a união faz a força” tem origem no texto bíblico que diz “é fácil quebrar uma vara, mas é difícil quebrar um feixe de varas”. As cooperativas do agronegócio brasileiro são a pura concretização da metáfora. Juntas, as 1.613 entidades ativas no País respondem por quase 50% do Produto Interno Bruto (PIB) agrícola. De tudo o que é produzido no campo, 48% passam por uma dessas empresas de caráter associativo em algum momento da produção até chegar ao destino final.

Eficiência da gestão - Ter vencido no ano passado e agora, em 2020, comprova a alta eficiência da gestão da cooperativa criada em 1970. Em crescimento consistente com a expansão do agronegócio brasileiro, a cooperativa contabilizou a movimentação de 8,1 milhões de toneladas de soja, milho, trigo, aveia e café de janeiro a agosto. Até o fim do ano, a marca de 9 milhões de toneladas deve ser superada com tranquilidade.

Fidelidade - Para José Aroldo Gallassini, presidente do conselho administrativo da Coamo, o segredo para que a cooperativa continue a prosperar é a fidelidade dos associados. “O quadro vem crescendo, conforme vamos implementando novas áreas de atuação. Temos como objetivo ampliar constantemente o volume de recebimento da produção e o fornecimento de insumos”, afirmou Gallassini. Em 2019, a Coamo recebeu 3,1% da produção nacional de grãos e exportou mais de 4,8 milhões de toneladas, que representam quase US$ 1,5 bilhão. Para 2020, a previsão é de que os embarques ao exterior ultrapassem as 5 milhões de toneladas, em mercadorias no valor de US$ 1,65 bilhão.

Ritmo - Mesmo com a pandemia da Covid-19 ainda assombrando o mundo, a cooperativa manteve o ritmo e adotou medidas para que os impactos fossem amenizados entre seus mais de 10 mil colaboradores, entre diretos e indiretos. Redução de tempo de horas trabalhadas sem comprometer salários, sistema de rodízio nas unidades, regime de quarentena para grupos de risco e iniciativas para evitar aglomeração e circulação de pessoas, além da higienização pessoal, foram essenciais para que a rotina prevalecesse. “Promovemos condições para vencer essa dura batalha. A agricultura não para e não pode parar”, disse Gallassini.

Resultados - Os resultados que estão por vir comprovam a efetividade da precaução e do comprometimento de todos. “Comemoramos 50 anos em 2020 celebrando a maior produção da Coamo, com faturamento recorde, graças à variação cambial e ao aumento das exportações”, afirmou o presidente do conselho. Ainda contribuíram para o desempenho da Coamo a safra recorde do campo, a alta do preço de algumas commodities e, sobretudo, a resiliência dos cooperados brasileiros. (Imprensa Coamo)

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COAMO II: Trigo nosso de cada dia

No vento, o trigo dança suave e no sol brilha, exaltando toda a sua beleza. Um dos alimentos mais antigos do mundo, o cereal é responsável por significativa parcela da movimentação mercadológica nacional. É popular devido à variedade de produtos que podem ser extraídos, como pães, massas, e até bebidas, como a cerveja. Apesar de extremamente popular no Brasil, não é um alimento natural da América do Sul. As primeiras plantações foram identificadas no Egito.

Brasil - O trigo foi trazido ao Brasil pelos portugueses, que criaram as primeiras plantações no Estado de São Paulo. Hoje, o Brasil é produtor desse alimento e o cereal, é um dos principais ingredientes presentes na mesa do brasileiro e, portanto, essencial para a manutenção da saúde de muitas famílias.              

Coamo - Na Coamo, o trigo também ocupa um lugar privilegiado. Afinal de contas, a Coamo foi feita para este cereal. Em 1975, iniciaram as operações do moinho de trigo, em Campo Mourão. Em diversas regiões, é produzido pelos cooperados, que carregam verdadeiro amor pela cultura milenar. Sem contar, que a semente germinada no campo, mais tarde chega à mesa de milhares de brasileiros.

Cooperado - Orgulhoso de fazer parte deste trabalho, o cooperado Wilson Menin, de Mamborê (Centro-Oeste do Paraná), plantou na última safra 140 alqueires de trigo na propriedade Rio Sertão. “Saber que minha família, amigos e milhares de outras pessoas irão consumir o grão que eu cultivei com o máximo de carinho possível é muito satisfatório. Em cada grão que planto tem uma história que é repassada para diversas famílias brasileiras.”

Rigor técnico - Menin acrescenta que o cereal exige rigor técnico no cultivo. “Escolho sementes com qualidades relacionadas à panificação. Faço todo o acompanhamento para que não tenha nenhum tipo de doença e não sofra nenhuma intempérie climática. Depois, na colheita, quando vou descarregar minha carga na Coamo, é realizada a classificação e dada a qualidade da farinha, para saber qual será a sua destinação, se será para pão, macarrão, bolacha, cada um tem seu tipo. Realizamos nosso trabalho pensando no consumidor e no mercado.”

Satisfeito - Com todo esse cuidado, Menin revela que se sente satisfeito quando fica sabendo de pessoas que tiveram bons resultados com a farinha de trigo da Coamo. “Eu tenho orgulho da marca Coamo, tenho orgulho quando recebo retornos positivos, porque é um pedaço meu. É o fruto do meu trabalho que está na mesa das pessoas. Penso que produzir alimentos é uma das maiores satisfações do agricultor”, conta.

Moagem do trigo - O trigo entregue nas unidades da Coamo é destinado para os moinhos de trigo em Campo Mourão e Mamborê (PR). O cereal passará por uma classificação, onde será avaliada a quantidade de impurezas. As indústrias da Coamo utilizam de Boas Práticas de Fabricação. Se o trigo for aprovado, ele será segregado dentro dos oito silos da indústria de acordo com a sua classe.

Processo - Segundo o gerente do Moinho de Trigo, Romão Ferreira Rodrigues Neto, depois da classificação e de acordo com a demanda comercial inicia-se o beneficiamento do grão. Depois, será realizada a hidratação e descanso do trigo. “Essa etapa é fundamental para que o grão absorva a água e após expandir em volume, passe pelo processo de moagem. O gérmen e o farelo serão separados no peneiramento. Assim, teremos a classificação e tipificação das farinhas. Depois, ocorre o enriquecimento com ferro e ácido fólico, e as farinhas passam por um peneiramento de segurança, uma bateria de imãs e, por um processo de desinfestação, seguindo para o silo de produto acabado.

Próxima etapa - A próxima etapa, é o envase, conforme relata o gerente. “Nesse momento os produtos para linha de indústria são envasados em Big Bag’s e a granel. Para a linha de padarias e atacados são envasados em sacarias de ráfia ou papel de 25 e 50Kg no carrossel e, para linha de varejo, pelas empacotadoras de 1kg e 5kg, em embalagens de plástico e papel, todos passando por detectores de metais com rigoroso controle de processo.”

Qualidade industrial - O padrão de qualidade do grão é semelhante ao que os clientes finais exigem no produto acabado. “Esse trigo precisa ter uma qualidade intrínseca de tal forma que atenda toda a legislação. Além disso, nossos clientes são mais exigentes que a própria lei. No nosso caso, somos privilegiados, pois diferente dos nossos concorrentes, estamos envolvidos no processo desde o início do plantio do grão pelo nosso cooperado, até o final da cadeia que já é a entrega para o cliente. Estamos literalmente do campo até a mesa”, considera o gerente do Moinho de Trigo da Coamo.

Diferença - Romão Neto salienta que o trabalho no campo faz toda a diferença. “O capricho que o cooperado da Coamo tem com a lavoura no dia a dia, somado a toda condição de automação e tecnologia que o nosso moinho possui, é uma combinação perfeita de sucesso. É o que dá uma qualidade ímpar em nosso produto, inclusive, atestada pelos nossos clientes e consumidores.”

Seguro - Com pouco contato manual diretamente com o produto, o moinho de trigo da Coamo, é mais seguro. “Devido a toda automação que temos nas etapas da moagem, conseguimos atestar no quesito da segurança de alimentos, uma qualidade ainda maior. Inclusive no final de setembro o moinho de trigo passou pela pré-auditoria da certificação na FSSC 22000, a norma ISO de segurança alimentar.”

Amplo portfólio - Do Moinho de Trigo da Coamo saem diversos produtos que compõem os Alimentos Coamo por meio das marcas Coamo e Anniela. São farinhas de trigo tradicionais, especiais e específicas, além de Misturas para pães e bolos. (Imprensa Coamo)    

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AGRÁRIA: Autoridades prestigiam o segundo dia do WinterShow 2020

Promovido pela Cooperativa Agrária e pela Fapa (Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária) o WinterShow, maior evento de cereais de inverno do Brasil, realizado de 13 a 15 de outubro, contou em seu segundo dia, nesta quarta-feira (14/10), com a visita do Secretário Estadual de Agricultura e Abastecimento do Paraná, Norberto Ortigara, e do prefeito de Guarapuava, Cesar Silvestri Filho.

Relevância - Presença frequente no evento, Ortigara falou sobre a relevância da iniciativa da Agrária e da Fapa para a produção agrícola do estado. “Mesmo diante da pandemia e de uma grave crise hídrica, nossa agricultura continua apresentado bons resultados. O conhecimento é o principal insumo da agricultura moderna e, através do WinterShow, Agrária e Fapa demonstram o trabalho sério que realizam”, declarou o Secretário.

Incentivo - Já o prefeito Cesar Silvestri Filho, que também é cooperado da Agrária, lembrou que as tecnologias apresentadas no WinterShow incentivam os produtores a investir no plantio das culturas de inverno. “Apesar da falta de chuva, teremos uma boa produtividade e esperamos bons resultados por causa do preço, o que faz com que as perspectivas do WinterShow para o próximo ano sejam ainda melhores. Vemos muitos cooperados voltando ou ampliando as áreas cultivadas no inverno”, afirmou.

Programação técnica - Como na terça-feira (13/10), a programação de palestra do segundo dia da 17ª edição do WinterShow aconteceu de forma digital. Os participantes puderam acompanhar o conteúdo através do site do evento.

Integração - Às 14 horas, o tema Como integrar o controle biológico no manejo de pragas e doenças foi abordado pelos pesquisadores da Fapa Cristiane Gardiano Link, Alfred Stoetzer e Heraldo Feksa. A equipe teve o apoio do professor da UEM (Universidade Estadual de Maringá) Dauri Tessmann.

Resultados - Em seguida, o pesquisador Noemir Antoniazzi apresentou os resultados das pesquisas desenvolvidas por ele e pelo pesquisador Eduardo Pagliosa na Fundação. A palestra Manejo de cultivares de cevada para produção de malte mostrou um panorama sobre as características das cultivares de cevada cervejeira que são plantadas pelos cooperados da Agrária.

Produzir e preservar - Para encerrar a programação, o WinterShow recebeu o pesquisador da Embrapa Territorial Gustavo Castro. Com o tema Produzir e preservar: sustentabilidade da produção agropecuária brasileira, Castro mostrou ao público dados sobre a preservação em áreas rurais no país e sobre ações de sustentabilidade adotadas pelos agricultores. “Mais de um bilhão de pessoas em todo mundo se alimentam com produtos que têm origem no agronegócio brasileiro. Por isso, é importante um trabalho de defesa da nossa sustentabilidade e competitividade”, ressaltou.

O evento - A 17ª edição do WinterShow acontece até esta quinta-feira (15/10). As palestras têm início às 14 horas. Para participar, basta se inscrever gratuitamente no site do evento. O WinterShow 2020 tem o patrocínio ouro da Ouro Agri e o patrocínio prata do Sicredi. Os patrocinadores bronze são a Rocha Terminais Portuários e Logística, e o Sindicato Rural de Guarapuava. (Imprensa Agrária)

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IDR-PARANÁ: Serviço Alerta Ferrugem da soja inicia nesta quinta-feira

idr 15 10 2002O Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná - Iapar-Emater (IDR-Paraná) inicia oficialmente nesta quinta-feira (15/10) o Alerta Ferrugem, serviço que monitora e informa sobre a ocorrência da ferrugem asiática em lavouras de soja nas regiões produtoras do Estado.

Aplicativo - A partir desta safra, o serviço estará disponível também no aplicativo Iapar Clima, ferramenta que traz em tempo real as condições agrometeorológicas em todo o Paraná e vem a cada dia ganhando a preferência de técnicos e produtores. O aplicativo está disponível na AppStore e no Google Play. (acesse AQUI).

Ferrugem - Causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, a ferrugem asiática é capaz de provocar perdas de 90% da produtividade. A doença é considerada a mais preocupante em lavouras de soja, explica o engenheiro agrônomo Edivan José Possamai, coordenador do serviço de alerta no IDR-Paraná.

Coletores - O serviço Alerta Ferrugem faz a instalação de coletores em propriedades rurais estrategicamente selecionadas em toda a região produtora no Estado. A previsão é que sejam instalados 250 dispositivos na safra que se inicia.

Como é - Equipamento simples, o coletor nada mais é que um suporte metálico enterrado no chão, sobre o qual é instalada uma peça de PVC que gira livremente de acordo com a direção do vento. Dentro do tubo é depositada uma lâmina de microscópio envolta em fita adesiva, que serve para reter os esporos do fungo que passam por ali.

Análise - As lâminas são coletadas periodicamente e encaminhadas para análise em laboratório. Se confirmada a presença de esporos do fungo, essa informação é amplamente divulgada no site do serviço, programa de rádio e redes sociais do IDR-Paraná, imprensa e até grupos de whatsapp que reúnem produtores e técnicos nas diversas regiões produtoras.

Auxílio na decisão - A inclusão do Iapar Clima na estratégia de divulgação do Alerta Ferrugem amplia o alcance e facilita a consulta às informações que, agora, também estão disponíveis em aparelhos celulares. “É mais uma ferramenta para agricultores e técnicos acompanharem o monitoramento”, afirma Possamai.

Aplicações - O serviço fornece embasamento para decidir sobre a aplicação de fungicidas, operação que deve ser feita apenas quando há a conjugação de três fatores – lavouras no período de florescimento, presença de esporos na região e ambiente favorável para sua germinação nas plantas. A recomendação é que essa decisão seja sempre discutida com um técnico.

Objetivo - O objetivo é evitar as chamadas “pulverizações calendarizadas”, que obedecem a um cronograma previamente definido e são realizadas mesmo sem saber se há patógeno na lavoura, com aumento do custo de produção.

Redução - “Produtores que usam as informações do Alerta Ferrugem têm reduzido em mais de 30% a aplicação de fungicidas nas lavouras, uma economia de 1,8 saca por hectare no custo de produção”, destaca Possamai. De acordo com o agrônomo, a recente estiagem atrasou o plantio de soja e ainda não houve identificação de esporos no Paraná.

Iapar Clima- O aplicativo Iapar Clima faz a compilação de dados registrados por 80 estações meteorológicas, 42 do IDR-Paraná e outras 38 do Sistema Meteorológico do Paraná (Simepar).

Funcionalidades - O monitoramento de esporos da ferrugem asiática soma-se a outras seis funcionalidades já disponíveis na ferramenta – previsão do tempo, chuva acumulada, situação da água no solo, temperatura, mapas climáticos e alertas de geada para plantios de café.

Mapa - “Nesta primeira fase, vai para o aplicativo o mapa com a distribuição das unidades coletoras de esporos”, explica o engenheiro agrícola e pesquisador Pablo Ricardo Nitsche. “Mais à frente, também instalaremos nesses locais uma estação meteorológica portátil para estudar possíveis correlações entre dados de clima e ocorrência da ferrugem asiática.”

Parceria - O Alerta Ferrugem é fruto de parceria entre o IDR-Paraná, Embrapa Soja e Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), além de diversos colégios agrícolas e sindicatos. (Assessoria de Imprensa do IDR-Paraná)

 

AGRICULTURA FAMILIAR: Mapa disponibiliza novas ferramentas online para usuários do Selo Combustível Social

agricultura familiar 15 10 2020Para dar maior celeridade, transparência, eficiência e segurança aos cidadãos, e considerando as medidas de distanciamento social no controle da pandemia causada pelo Covid-19, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo (SAF), disponibilizou novas plataformas digitais aos usuários dos processos relativos ao Selo Combustível Social (SCS).

Portal - No portal de serviços do Governo Federal (Portal Gov.br), as empresas produtoras de biodiesel já podem solicitar de forma totalmente online a concessão do Selo Combustível Social. Todas as informações devem ser apresentadas digitalmente e o responsável legal da empresa consegue acompanhar o andamento do processo pela plataforma.

Solicitação - O Selo pode ser solicitado por empresas produtoras de biodiesel autorizadas pela da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e com Registro Especial de Produtor de Biodiesel junto à Secretaria da Receita Federal do Brasil.

Inclusão social - A concessão será feita ao produtor que promover a inclusão social dos agricultores familiares enquadrados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), por meio da celebração de contratos antecipados de compras de matéria-prima com agricultores familiares ou cooperativas agropecuárias habilitadas, prestar serviços de assistência técnica gratuita a todos os agricultores familiares contratados individualmente ou através de cooperativas agropecuárias habilitadas e comprar a matéria-prima contratada em um percentual não inferior ao mínimo definido no normativo vigente estabelecido pela Mapa.

Procedimentos - Para solicitar o Selo Combustível Social, o representante da empresa produtora de biodiesel pode acessar o link abaixo, informar os dados solicitados e anexar cópia dos documentos requeridos, entre os quais estão: carta de solicitação endereçada ao secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Mapa; autorização de produtor de biodiesel expedido pela ANP; Registro Especial expedido pela Secretaria da Receita Federal do Brasil; inscrição no CNPJ do Ministério da Economia; modelo de contrato celebrado com cada agricultor familiar/cooperativa agropecuária habilitada, de quem adquira matéria-prima; Declaração de Adimplência; plano de ATER; e Projeto Social.

>> Clique aqui para solicitar o Selo Combustível Social para uma empresa produtora de Biodiesel

Novidade - Outra novidade anunciada pelo Mapa permite que cooperativas agropecuárias solicitem por sistema online a habilitação, no âmbito do Selo Combustível Social como fornecedoras de matéria-prima da agricultura familiar e como prestadoras de serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) às empresas produtoras de biodiesel que possuem a certificação.

DAP - Para realizar a solicitação, a cooperativa precisa possuir Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) Jurídica válida e ativa. No caso de cooperativas não detentoras de DAP Jurídica, é necessário que tenham agricultores familiares, com DAP física, em seus quadros de cooperados.

Habilitação - Para habilitar a cooperativa agropecuária, o representante legal deve acessar o link abaixo, informar os dados cadastrais da cooperativa e de seus representantes, e anexar cópia dos documentos solicitados, que são: inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ); Estatuto Social da Cooperativa; Ata de eleição; Certidão atualizada da DAP Jurídica Ativa (se houver); e a listagem dos agricultores familiares associados à Cooperativa.

Processo - Todo o processo é realizado no portal do Governo Federal e pode ser acompanhado pelo representante da cooperativa. O resultado é divulgado pelo Mapa em até 60 dias.

>> Clique aqui para solicitar a habilitação de uma cooperativa  

Contratos - O Mapa também inovou a forma de receber os contratos firmados entre os agricultores familiares/cooperativas agropecuárias e as empresas produtoras de biodiesel. Agora, os contratos podem ser assinados eletronicamente, desde que as assinaturas sejam emitidas por autoridades certificadoras credenciadas perante a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil). Os laudos de assistência técnica também podem ser encaminhados ao Ministério da Agricultura eletronicamente.

Identificação - O Selo Combustível Social é um componente de identificação concedido pelo Ministério da Agricultura a cada unidade industrial do produtor de biodiesel que cumpre os critérios descritos na Portaria nº 144, de 22 de julho de 2019. A certificação confere ao seu possuidor o caráter de promotor de inclusão social dos agricultores familiares enquadrados no Pronaf.

Alíquotas - A concessão do direito de uso do Selo permite ao produtor de biodiesel ter acesso às alíquotas de PIS/Pasep e Cofins com coeficientes de redução diferenciados para o biodiesel, que variam de acordo com a matéria-prima adquirida e região da aquisição.

Contrapartida - Como contrapartida destes benefícios, a empresa produtora de biodiesel assume algumas obrigações, entre as quais estão: adquirir um percentual mínimo de matéria-prima dos agricultores familiares no ano de produção de biodiesel; celebrar previamente contratos de compra e venda de matérias-primas com os agricultores familiares ou suas cooperativas e com reconhecimento de firma em cartório ou declaração da entidade representativa da agricultura daquele município e/ou estado; e assegurar preços mínimos, capacitação e assistência técnica aos agricultores familiares. (Mapa)

 

ALEP: Projeto que amplia o acesso de produtores rurais às linhas de créditos avança na Assembleia

alep 15 10 2020A Assembleia Legislativa do Paraná aprovou em segundo turno de votação, na sessão plenária remota desta quarta-feira (14/10), a proposta que amplia a possibilidade de produtores rurais de todo o estado terem acesso às linhas de créditos para o aumento da produtividade e geração de emprego. O projeto de lei 586/2020, assinado pelo Poder Executivo, altera dispositivos da lei nº 20.165, de 2 de abril de 2020, que autoriza a concessão de subsídios com recursos do Fundo de Desenvolvimento Econômico – FDE para a Agência de Fomento do Paraná S.A. – Fomento Paraná e para o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), sob a modalidade de equalização de taxas de juros em operações de crédito realizadas no âmbito do Programa Paraná Mais Empregos.

Subsídio - A equalização de juros é um subsídio governamental dado aos produtores brasileiros. Por meio da equalização, o governo cobre a diferença entre a taxa de juros praticada no mercado financeiro e a taxa efetivamente paga pelo produtor.

Entes autorizados - De acordo com as mudanças previstas no texto, fica ampliada a lista de entes autorizados a conceder subsídios por meio do FDE, Fomento Paraná e BRDE, possibilitando a formalização de convênios por meio de órgãos e entidades integrantes do Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR), sob a modalidade de equalização de taxas de juros para os créditos oferecidos por meio do Programa Paraná Mais Empregos. Os agentes do SNCR são entidades públicas e estabelecimentos particulares que atuam para estabelecer e praticar condições de crédito para fortalecer toda a cadeia de produção rural.  

Acesso - O Governo explica que, como mecanismo de auxílio aos empreendedores, para que tenham acesso a linhas de crédito com encargos atrativos, a fim de retomar o crescimento econômico, a proposição visa ampliar as condições de equalização de juros nos financiamentos ofertados pelas instituições autorizadas, com a possibilidade de haver taxas de juros equalizadas até zero. “O objetivo desse mecanismo é compensar, em parte, a disparidade entre os encargos praticados em outras regiões do país, oferecendo maior competitividade aos empreendedores paranaenses e possibilitar auxílio financeiro aos setores em situação de maior vulnerabilidade”, ressalta o Executivo na justificativa do projeto.

Limite - Segundo o projeto, a equalização de juros fica limitada a três pontos percentuais ao ano a serem deduzidos da taxa integral de juros contratuais que o beneficiário contratar com os agentes financeiros credenciados ao SNCR, podendo o limite, em situações de relevante interesse público, excepcionalmente ser ampliado por decreto até o total dos juros contratados.

Emenda - O texto avançou com uma das seis emendas de plenário apresentadas por parlamentares. A emenda aprovada, assinada pelo deputado Anibelli Neto (MDB) e apoiada por diversos deputados, dá nova redação ao artigo 3º da lei nº 20.165, de 2 de abril de 2020. A mudança proposta pelo parlamentar prevê que operações de crédito concedidas no âmbito do Programa Paraná Mais Empregos, serão direcionadas para microcrédito, investimentos no agronegócio e na agricultura familiar, energia renovável, inovação, turismo, produção e consumo sustentáveis, investimentos e serviços para irrigação, conservação e retenção de água em nível de propriedade rural, bem como investimentos fixos, inclusive com capital de giro associado, nos projetos de micro, pequena e média empresa necessários para a implantação, reforma, ampliação ou modernização de empreendimentos, aquisição de máquinas e equipamentos novos ou usados, nacionais ou importados. (Assessoria de Comunicação da Alep)

FOTO: Dálie Felberg / Alep

 

PARANÁ: Operação de crédito garante maior repasse da história para precatórios

parana 15 10 2020O Governo do Estado encaminhou nesta quarta-feira (14/10) para a à Assembleia Legislativa projeto de lei para obter autorização para a contratação de operação de crédito de R$ 1 bilhão junto ao Banco do Brasil. O valor será destinado ao pagamento de precatórios judiciais em 2021.

Maior repasse - A operação de crédito, necessária em razão da previsão de queda na arrecadação por causa da pandemia de Covid-19, permitirá ao Estado não apenas cumprir as regras do Regime Especial instituído pela Emenda Constitucional 99/17, mas fazer em 2021 o maior repasse financeiro da história para pagamento de precatórios. A previsão é liquidar R$ 1,85 bilhão.

Troca de passivo - Na mensagem enviada ao Legislativo, o governador Carlos Massa Ratinho Junior ressalta que a captação não representará aumento do endividamento do Estado. O texto explica que a iniciativa propõe “simplesmente uma troca de passivo entre a dívida de precatórios (a ser reduzida) e a dívida com Instituições Financeiras”.

Liberação - Por outro lado, a operação possibilitará a liberação de recursos dos orçamentos de 2020 e de 2021 que atualmente estão comprometidos com o pagamento de precatórios judiciais.

Balanço - Em julho, a dívida consolidada do Estado era de R$ 27,2 bilhões, sendo que 25,46% (R$ 6,9 bilhões) correspondiam a dívidas de precatórios judiciais – uma redução de quase 30% em relação ao estoque de dezembro de 2019, que era de R$ 9,5 bilhões.

Repasse - De acordo com dados do Tesouro Estadual, foram repassados R$ 713 milhões em 2017, R$ 731 milhões em 2018 e R$ 1,4 bilhão em 2019. Para o exercício de 2020, o valor total de repasse previsto no acordo para o pagamento de precatórios é de R$ 1,65 bilhão, dos quais R$ 926,9 milhões já foram liberados até julho.

Estimativa - A estimativa de pagamento para os próximos anos é de R$ 1,85 bilhão em 2021 e R$ 1,95 bilhão em 2022, 2023 e 2024. “A quitação dos precatórios é parte de um compromisso de encerrar questões judiciais muito antigas, e neste ano eles foram fundamentais para injetar recursos na economia. A operação de crédito será fundamental nesse sentido”, afirma o secretário estadual da Fazenda, Renê Garcia Junior.

Precatórios - Os precatórios são requisições de pagamento expedidas pelo Poder Judiciário para cobrar o pagamento de valores devidos pelo Estado após condenação definitiva (transitado em julgado) em processos judiciais. Em alguns casos da ordem cronológica (ações comuns), as dívidas acumulam-se desde 1998. Em casos de créditos de natureza alimentar, desde 2001.

Ordenação - Eles são ordenados cronologicamente pela data da chegada do ofício requisitório nos tribunais, e sua soma constitui o passivo financeiro dos estados e municípios, que estão no regime especial de pagamento, devendo ser quitados na íntegra até 2024.

Pagamentos - Em 2020, os pagamentos do Tribunal de Justiça aos credores ultrapassam os R$ 2 bilhões, considerando todas as modalidades estabelecidas na legislação, entre aquelas da sequência natural e os acordos. Além do repasse já feito pelo Estado este ano, o valor soma também recursos librados em exercícios anteriores. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: José Fernando Ogura / AEN

 

CÂMBIO: Dólar ultrapassa R$ 5,60 com avanço da Covid-19 na Europa

cambio 15 10 2020Pelo segundo dia consecutivo, tanto o dólar como a bolsa de valores subiram. A retomada dos casos do novo coronavírus em vários países desenvolvidos aumentou as incertezas no mercado global, fazendo a moeda norte-americana voltar a ultrapassar a marca de R$ 5,60. No entanto, a bolsa fechou em alta, amparada por ganhos de ações de empresas domésticas.

Encerramento - O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (14/10) vendido a R$ 5,603, com alta de R$ 0,019 (+0,34%). A cotação começou o dia em queda, chegando a R$ 5,53 na mínima do dia, por volta das 10h. No entanto, o movimento reverteu-se ainda durante a manhã. A divisa subiu até fechar próxima da máxima do dia.

Tensões - Surgimento de uma segunda onda de casos de covid-19 na Europa provocou tensões nos mercados. Nesta quarta, Portugal decretou estado de calamidade, e a França anunciou toque de recolher entre as 21h e as 6h para conter o avanço da doença.

Estados Unidos - Nos Estados Unidos, os investidores perderam as esperanças de que um novo pacote de estímulo fiscal para a maior economia do planeta seja aprovado antes das eleições presidenciais de novembro. Em conferência, o secretário do Tesouro norte-americano, Steven Mnuchin, disse que o Congresso provavelmente não alcançaria um acordo antes do pleito.

Ações - No mercado de ações, o índice Ibovespa, da B3, voltou a subir, fechando o dia aos 99.334 pontos, com alta de 0,84%. O indicador está no maior nível desde 17 de setembro, quando tinha fechado pouco acima dos 100 mil pontos.

Acordo - O fechamento de um acordo entre a J&F e o Departamento de Justiça dos Estados Unidos fez as ações da produtora de carnes JBS (controlada pela J&F) subir 9,2% nesta quarta, sustentando a alta do Ibovespa. A J&F declarou-se culpada de violar legislação norte-americana contra corrupção e pagará multa de cerca de US$ 128 milhões. O acordo retira um entrave para que a JBS lance ações no exterior, o que aumentou a demanda por ações da companhia no Brasil. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

 

CÂMARA DOS DEPUTADOS: Projeto prevê que jornada do telebralho atenda às mesmas normas do trabalho presencial

camara 15 10 2020O Projeto de Lei 4831/20 prevê que a jornada de trabalho no chamado home office ou teletrabalho atenderá as mesmas normas do trabalho presencial.

CLT - O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Pela lei atual, os dispositivos relativos ao tema — como jornada de 8 horas e descanso mínimo de 11 horas entre duas jornadas — não são aplicáveis ao trabalho remoto.

Queixa - “Recentemente, uma pesquisa realizada pela Consultoria Talenses, especialista em recrutamento executivo, mostrou que 55% dos trabalhadores reclamam da carga horária excessiva”, afirma o deputado João Daniel (PT-SE), autor da proposta. “Ou seja: trabalham mais, muitas vezes assumindo funções de outros funcionários que foram desligados e aumentando sua responsabilidade corporativa. Estar em casa significa funções acumuladas”, complementa.

Acordo bilateral - Pela proposta, as atividades durante o intervalo entre as jornadas serão permitidas em acordo bilateral entre empregador e o empregado, sendo computadas como tempo de serviço, com garantia de hora-extra.

Comunicação - Ainda conforme o texto, a comunicação com o trabalhador via quaisquer plataformas, programas, aplicativos ou redes sociais sobre assuntos relacionados ao trabalho durante o intervalo interjornada também será computada como tempo de serviço, com garantia de hora-extra.

Equipamentos - De acordo com o projeto, a responsabilidade pela aquisição, manutenção ou fornecimento dos equipamentos tecnológicos e da infraestrutura necessária para a prestação do trabalho remoto será de responsabilidade do empregador, que poderá fazer o reembolso de despesas arcadas pelo empregado. Esses custos não poderão integrar a remuneração do empregado.

Contrato escrito - Hoje a CLT prevê que as disposições relativas a essas despesas serão previstas em contrato escrito.

Alterações - Ainda segundo a proposta, quaisquer alterações nas regras previstas para o teletrabalho deverão ser realizadas por meio de acordo ou convenção coletiva de trabalho. Conforme João Daniel, a intenção é assegurar “a participação do sindicato profissional na defesa e proteção de sua categoria”.

Outras propostas - Na Câmara, já tramitam outros projetos visando alterar as normas sobre teletrabalho previstas na CLT, como o PL 3915/20, que também obriga o empregador a disponibilizar a infraestrutura, os materiais, os equipamentos de tecnologia, os serviços de dados e de telefonia necessários ao teletrabalho. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Luis Macedo / Câmara dos Deputados

 

SAÚDE I: Brasil tem 749 mortes e 27,2 mil novos casos em 24 horas

Em 24 horas, o Brasil registrou 749 mortes e 27.235 novos casos de covid-19. Os dados estão na atualização diária divulgada pelo Ministério da Saúde no início da noite desta quarta-feira (14/10), a partir de dados das secretarias estaduais de saúde.

Total - Com os acréscimos, o país chegou a 151.747 óbitos em razão da pandemia do novo coronavírus. Na terça-feira (13/10), o número de mortes estava em 150.998. Ainda há 2.388 óbitos em análise por equipes de saúde para averiguar se o diagnóstico é de covid-19.

Casos confirmados- O número de casos confirmados acumulados chegou a 5.140.863. Até esta terça, o número de casos era de 5.113.628.

Acompanhamento - Ainda há 420.303 pacientes em acompanhamento. De acordo com o Ministério da Saúde, outras 4.568.813 pessoas já se recuperaram da doença.

SP ultrapassa 37,5 mil mortes por coronavírus - Com 6.031 novos casos e 227 novos óbitos registrados em 24 horas, o estado de São Paulo soma, desde o início da pandemia, 1.045.060 casos confirmados do novo coronavírus, com 37.541 mortes.

Projeções - Com isso, o estado vem se mantendo dentro das projeções feitas pelo Centro de Contingência do Coronavírus que estimava entre 1,10 milhão e 1,15 milhão de casos de covid-19 e entre 38 mil e 39 mil mortes até esta quinta-feira (15/10).

Recuperados - Do total de casos diagnosticados, 933.347 pessoas já estão recuperadas da doença, sendo 114.652 delas após internação.

Internados - Há 3.437 pessoas internadas em todo o estado em unidades de terapia intensiva (UTI), além de 4.389 pessoas internadas em enfermarias. A taxa de ocupação de leitos de UTI é de 42,2% no estado e de 41,6% na Grande São Paulo.

Covid-19 nos estados - Depois de São Paulo, os estados com mais mortes são Rio de Janeiro (19.440), Ceará (9.178), Pernambuco (8.438) e Minas Gerais (8.171). As Unidades da Federação com menos óbitos são Roraima e Acre (676), Amapá (728), Tocantins (1.021) e Mato Grosso do Sul (1.464). Roraima, que durante semanas permaneceu como estado com menos mortes, agora teve seus resultados no mesmo patamar do Acre conforme o balanço desta quarta-feira. (Agência Brasil)

saude I tabela 15 10 2020

 

SAÚDE II: Estado tem 907 novos casos e 17 mortes pela Covid-19

saude II 15 10 2020A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quarta-feira (14/10) mais 907 casos confirmados e 17 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os dados acumulados do monitoramento da mostram que o Paraná soma 193.564 casos e 4.775 mortos. Há ajuste de casos confirmados detalhados ao final do texto.

Internados - 734 pacientes com diagnóstico confirmado estavam internados nesta quarta-feira (14/10): 596 pacientes em leitos SUS (282 em UTI e 314 em leitos clínicos/enfermaria) e 138 em leitos da rede particular (49 em UTI e 89 em leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 938 pacientes internados, 390 em leitos UTI e 548 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos.

Mortes - A secretaria estadual informa a morte de mais 17 pacientes. Todos estavam internados. São quatro mulheres e 13 homens, com idades que variam de 41 a 92 anos. Um óbito ocorreu em agosto e os demais nos dias 10, 12 e 13 de outubro.

Residência - Os pacientes que morreram residiam em Curitiba (5), Londrina (2), São José dos Pinhais (2).

Um óbito- A Sesa confirma também um óbito em cada um dos seguintes municípios: Almirante Tamandaré, Cambé, Campina Grande do Sul, Foz do Iguaçu, Primeiro de Maio, Quatro Barras, Quedas do Iguaçu e Telêmaco Borba.

Fora do Paraná - O monitoramento registra 2.041 casos de residentes de fora, 47 pessoas morreram. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira Boletim no link: https://www.saude.pr.gov.br/sites/default/arquivos_restritos/files/documento/2020-10/informe_epidemiologico_14_10_2020_.pdf

 

SAÚDE III: ANS divulga lista de operadoras selecionadas para o Projeto Cuidado Integral à Saúde

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou nesta quarta-feira (14/10) a relação de operadoras selecionadas para o Projeto Cuidado Integral à Saúde, parceria da ANS com o Institute for HealthCare Improvement (IHI), a Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade – SBMFC e o Hospital Alemão Oswaldo Cruz – HAOC. A Iniciativa faz parte do Programa de Certificação de Boas Práticas em Atenção à Saúde (PCBP) e é uma fase preparatória para a solicitação da certificação em Atenção Primária à Saúde (APS).

Objetivo - O projeto terá duração de 36 meses e tem o objetivo de acompanhar e consolidar as experiências de operadoras que estejam implementando ou já implementaram um modelo de Atenção Primária à Saúde. Ao todo, 47 instituições se inscreveram para participar, sendo selecionadas 19 operadoras e uma entidade representativa de operadoras. Destas, dez são acreditadas pelo Programa de Acreditação de Operadoras.

Representatividade e diversidade - Segundo a gerente de Estímulo à Inovação e Avaliação da Qualidade Setorial, Ana Paula Cavalcante, os candidatos foram selecionados com o intuito de contemplar a maior representatividade e diversidade possíveis do setor, o que permite o acompanhamento e análise do seu desenvolvimento em vários contextos do País. “Os projetos foram classificados a partir das notas obtidas por meio de avaliação quantitativa e qualitativa, levando em conta a diversidade do setor de saúde suplementar”, explicou.

Seleção - A seleção considerou a área geográfica do projeto, o porte, a modalidade da operadora, a rede disponibilizada, o esforço no desenvolvimento do projeto, a capacidade de ampliação da cobertura da APS e o impacto futuro do projeto.

Requisitos - Dos 47 inscritos, cinco não cumpriram os requisitos para participar da seleção; dessa forma, 22 operadoras encontram-se em lista de espera e terão chance de serem convocadas em caso de desistência.

Edital - O edital do Projeto Cuidado Integral à Saúde – Projetos-Piloto em Atenção Primária à Saúde (APS) - foi lançado em 27 de fevereiro de 2020, porém, foi suspenso em 19 de março de 2020 por conta da pandemia de Covid-19, tendo sido reaberto no dia 27/07/2020. As inscrições puderam ser realizadas até o dia 28/08/2020.

Sobre a Certificação em Atenção Primária à Saúde (APS) - O Programa de Certificação em Atenção Primária à Saúde (APS) propõe um modelo inovador para a reorganização da porta de entrada na saúde suplementar com base em cuidados primários em saúde. A proposta é estimular a qualificação, o fortalecimento e a reorganização da atenção primária, por onde os pacientes devem ingressar preferencialmente no sistema de saúde. O programa prevê a concessão de um certificado às operadoras de planos de saúde que cumprirem os requisitos pré-estabelecidos nessa estratégia e é destinado apenas às operadoras de planos de saúde, que podem participar de duas formas: obtendo a certificação em APS ou implantando projetos-piloto em APS. (ANS)

Perfil dos classificados:

Dos selecionados, 60% são cooperativas médicas.

modalidade

 

 

 

 

 

 

 

Segundo o porte, 26% das operadoras selecionadas é de médio porte

porte

 

 

 

 

 

A região sudeste é a que tem a maior quantidade de projetos selecionados. Há previsão de projetos que ocorrerão em mais de uma região.

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 Confira a lista das instituições selecionadas:

imprensa operadoras aps lista web

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

Distribuição dos projetos selecionados e suas áreas geográficas de atuação:

porte regiao 002

ARTIGO: Era do relacionamento com o cliente

 

artigo 15 10 2020*Claudio Shimoyama

Sabemos que a crise causada pela pandemia com o isolamento social, trouxe mudança no comportamento de compra do consumidor, impondo diversas restrições e limitações. A insegurança quanto ao emprego, saúde, teletrabalho, mudou a maneira e a rotina de comprar os produtos e serviços.

Muitos consumidores estão planejando mais suas compras, estão pesquisando as melhores ofertas, escolhendo entre os canais físicos e digitais, reduzindo a frequência e tempo em lojas físicas, buscando resolver suas necessidades com praticidade e segurança.

De acordo com a pesquisa da Cielo, Impacto da Covid-19 no varejo Brasileiro, desde o início do surto, o varejo total no Brasil apresentou uma queda de 29,2%. Esse índice mostra que as empresas não se engajaram em buscar um melhor relacionamento com o cliente na era digital, e assim o consumidor fica mais distante das marcas que não atenderem as suas expectativas.

Na verdade, o chamado novo consumidor pós pandemia está mais cauteloso, houve mudança nas suas necessidades e prioridades de compra. E com essa mudança de comportamento, o desafio dos profissionais de marketing e vendas é proporcionar ao cliente uma experiência de compra única e diferenciada para melhorar o relacionamento e fidelização.

Os gestores precisam conhecer e entender o novo hábito de consumo, suas motivações e dores, diferenciar os tipos de clientes, e oferecer produtos e serviços relevantes para proporcionar um momento de prazer através de um bom atendimento. As empresas precisam rever a sua forma de atender o cliente, pois hoje tudo é on-line, em tempo real, por exemplo, não dá mais para ligar para um SAC e esperar por horas por uma solução ou respostas.

A pesquisa do Datacenso realizada com os consumidores paranaenses, mostra através do gráfico abaixo, que o atendimento é o principal fator da insatisfação.

grafico I 15 10 2020

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ainda, conforme o gráfico acima, se consolidarmos todos os fatores ligados ao atendimento, além do atendimento ruim do funcionário, percebe-se que a maioria das causas de insatisfação está ligada a este item. Por exemplo, demora para solução, quebra de promessa, falta de agilidade e entre outros. Portanto, a solução para um bom atendimento está no “P” de Pessoas.

A realidade entre o que pensa o gestor e o consumidor é bem diferente, pois quando cruzamos a questão sobre a qualidade do atendimento, o gestor dá uma nota bem superior ao do cliente. As empresas buscam se adaptar à nova realidade, se transformando em digital, mas conhecem muito pouco sobre o perfil e as necessidades dos seus clientes. O gráfico abaixo, da pesquisa Datacenso, realizada com o comerciante curitibano, mostra que parte significativa não trabalhava com vendas on-line antes da pandemia.

grafico II 15 10 2020

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Outro levantamento da pesquisa Datacenso é sobre o comportamento do consumidor em reclamar quando a experiência de compra não atende a sua expectativa. O gráfico abaixo mostra que a maioria dos consumidores paranaenses já deixou de ser cliente de alguma marca ou loja (74%), e destas, a maioria divulgou essa insatisfação para amigos e/ou familiares (81%). E atualmente com as redes sociais, o cliente insatisfeito fala para mais pessoas que antes, ou seja, o número é de 18 vezes mais com relação ao passado.

grafico III 15 10 2020

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O gráfico acima, reforça que o novo consumidor, na era digital e pós pandemia, tem mais poder, está mais exigente e menos fiel a marca, portanto, os gestores que tem como objetivo melhorar o relacionamento com o seu cliente, precisam entender o seu perfil e suas necessidades para atender e manter o relacionamento.

Sabemos que, na teoria, o grande objetivo de uma estratégia de marketing de relacionamento é gerar clientes fiéis, e que por acreditarem e confiarem nas soluções de sua empresa, passam a atuar como advogados ou defensores da marca, recomendando para amigos e conhecidos e até mesmo a defendendo em algumas situações. Mas, na prática, pelos números apresentados pela pesquisa do Datacenso, as promessas não são cumpridas pelas empresas.

Através da estratégia do marketing de relacionamento próximo com seus clientes, a sua empresa será capaz de colher feedbacks constantes sobre seus produtos e serviços, permitindo com isso a sua melhoria contínua. E ao corrigir erros e otimizar processos a qualidade de seus serviços irá melhorar e, com isso, a percepção de valor no mercado. Outra vantagem é que a empresa tornará seus clientes em defensores da sua marca, trazendo novos clientes por meio do chamado “boca a boca”. E a recomendação de amigos e conhecidos é a fonte de informação que tem maior credibilidade.

Porém, boas intenções não são capazes de garantir o sucesso de sua estratégia em todos os aspectos. Por isso, é preciso evitar alguns erros para não prejudicar seus resultados.

Seguem abaixo os erros mais comuns que a sua empresa deve evitar:

Desconhecer o cliente e a necessidade dele.

Conhecer seus clientes apenas superficialmente, tornam grandes as chances de se comunicar com eles de forma errada, além de oferecer brindes e benefícios que não são de seu interesse, que mais desmotivam que motivam.

Oferecer algo que é apenas do interesse da empresa.

Um relacionamento saudável é aquele onde ambas as partes são ouvidas e valorizadas. Por isso, ao construir o relacionamento com os clientes de sua empresa, não se preocupe apenas com os interesses e objetivos de sua organização, ofereça algo que é de valor também para seus clientes.

Não ajudar o cliente em suas dúvidas.

Nem todos os clientes de sua empresa sabem tudo sobre seu produto e as melhores práticas de uso. Por isso é importante que a sua empresa os mantenha informados sobre outros produtos e serviços que a empresa possui e que podem ajudá-los. E não se esqueça que o pós-venda é indispensável para manter clientes fiéis a sua marca.

A cada dia que passa a concorrência está cada vez mais acirrada, independente da área de atuação, sendo indispensável pensar em estratégias que façam mais do que atrair novos clientes. As empresas precisam de estratégias que sejam capazes de fidelizar os clientes já conquistados e gerar promotores para sua marca. Necessitam de estratégia que tem o objetivo criar e manter um relacionamento próximo entre a empresa e seus clientes.

Enfim, estamos na era do relacionamento com o cliente, em que os profissionais e empresas precisam valorizar o trabalho de qualidade e um relacionamento de alto nível com aqueles que são a razão de existir das empresas: os clientes e consumidores. Pense nisso!!

*Claudio Shimoyama é CEO do Grupo Datacenso

 


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