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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4948 | 13 de Novembro de 2020

OCEPAR: Diretoria se reuniu virtualmente nesta sexta-feira

 

Avaliação dos encontros de núcleos, novo modelo de governança cooperativa, planejamento estratégico (PRC200), encontro estadual de cooperativistas, entre outros assuntos, foram temas da reunião da diretoria, realizada na manhã desta sexta-feira (13/11) por vídeo conferência. A reunião foi conduzida pelo presidente, José Roberto Ricken e contou com a participação dos diretores: Alvaro Jabur, Clemente Renosto, Dilvo Grolli, Frans Borg, Jorge Hashimoto, Jorge Karl, José Aroldo Gallassini, Luiz Lourenço, Valter Pitol, Valter Vanzella, Wellington Ferreira, Wilson Cavina, Yuna Bastos e Luiz Roberto Baggio, diretor da Fecoopar.

 

Atividades – Ao abrir o encontro, Ricken fez um rápido relato sobre as atividades realizadas nos últimos 30 dias pela entidade. “A derrubada do veto na desoneração da folha em 17 setores da economia creio que foi uma conquista importante também para nossas cooperativas, participamos ativamente, junto com a OCB nas negociações com o Congresso. Realizamos duas lives com adidos agrícolas nos Estados Unidos, União Européia, África do Sul, Árabia Saudita, China, Japão, Índia, Coréia do Sul e Indonésia com mais de 1.200 acessos. Já existe um comprometimento do crédito rural, onde os recursos se esgotaram, portanto, necessitamos de R$ 1 bilhão adicional para financiamentos de máquinas e equipamentos. Participamos de reunião com os presidentes das organizações de Santa Catarina e Rio Grande do Sul para tratar de assuntos sobre o sistema cooperativista brasileiro, em especial ao Sescoop. Demos continuidade no debate sobre a reforma tributária. Realizamos de forma inédita de forma virtual nossos quatro encontros de núcleos com a participação de 444 lideranças de 78 cooperativas de seis ramos de atividade”, destacou Ricken.

 

Avaliação - Na avaliação dos membros da diretoria, os encontros de núcleos no formato digital tiveram uma excelente participação de lideranças e sugeriram que no futuro, pode ser estudado a possibilidade de realizá-lo de forma hibrida, presencial e virtual. Também destacaram sobre a lives com os adidos agrícolas realizado pelo Sistema Ocepar em parceria com OCB, Faep, Fetaep, Secretaria de Agricultura e Abastecimento e da Secretaria de Desenvolvimento Sustentável e com apoio do Mapa. Para os dirigentes foram dois eventos muito importantes com a presença dos nove adidos convidados e dos professores e palestrantes, Marcos Fava Neves e Marcos Jank. As duas lives com adidos foram transmitidas pela TV Paraná Cooperativo, canal do Sistema Ocepar no Youtube. Para assistir a Live 01, realizada no dia 27/10, Clique aqui Para assistir a Live 02, realizada dia 12/11, clique aqui

 

Governança – A reunião também contou com um relato do presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini sobre o processo adotado para o novo modelo de governança cooperativa. Na assembleia realizada no início deste ano foi confirmada a nova estrutura da Coamo, aprovada em outubro do ano passado com novas regras de governança. Gallassini que é um dos fundadores da cooperativa passou a responder pela presidência do Conselho de Administração e Airton Galinari foi indicado para ser o novo presidente executivo. Modelo este que já havia sido adotado por outras cooperativas paranaenses, como a Cocamar, de Maringá, onde Luiz Lourenço é o presidente do conselho e Divanir Higino da Silva é o presidente executivo.

 

Planejamento – O secretário de Planejamento do Governo do Estado do Paraná, Valdemar Bernardo Jorge, participou da parte final da reunião da diretoria e falou o Plano de Desenvolvimento do Paraná. Ele deu em primeira mão que o PIB brasileiro chegou a R$ 7 trilhões, enquanto o Paraná somou R$ 440 bilhões. “O resultado positivo foi obtido principalmente pelo desempenho da agropecuária, que contribui com uma supersafra de grãos. O agro representa 34% do PIB do Paraná e 29% da arrecadação, porteira para dentro, porteira para fora representa significativamente”, disse.

 

Crescimento - Segundo o secretário, os últimos levantamentos realizados pelo Ipardes demonstram que o crescimento econômico está sendo recuperado, mesmo com o fato de ainda estarmos com a pandemia vigente. “Saldo positivo no comércio, com alta consecutiva, geração de empregos, em especial no interior em todos os setores. O PIB agropecuário cresceu mais de 9% no primeiro semestre. No acumulado do ano, o PIB agropecuário cresceu mais de 13%”, destacou. O secretário destacou que “isso se deve muito ao trabalho realizado pelo Sistema Ocepar e pelas cooperativas que tem contribuído muito para esses saldos positivos mesmo num momento tão difícil da economia brasileira”.

 

Investimentos – O secretário falou que dentro do Plano Estadual de Retomada do Desenvolvimento, a meta é gerar 100 mil novos empregos, investir R$ 4,6 bilhões em obras públicas em operações contratadas e a contratar até 2022. Investir R$ 2,9 bilhões em infraestrutura com a construção de 5 mil km em obras rodoviárias, 400 km em recuperação de estradas rurais, recuperação da Orla de Matinhos e R$ 712 milhões para financiar os municípios paranaenses.

 

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AGRONEGÓCIO I: Ricken fala sobre o gigantismo do mercado asiático

 

1agronegocio 13 11 2020Os Sistemas Ocepar, OCB e Faep, a Fetaep e as Secretarias de Desenvolvimento Sustentável e do Turismo e da Agricultura e Abastecimento do Paraná, juntamente com o Ministério da Agricultura, promoveram na quinta-feira (12/11), a segunda edição do Fórum de Mercado Internacional, desta vez com a presença de adidos agrícolas da China, Japão, Índia, Indonésia e Coreia do Sul. Ao abrir o evento, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, detalhou, em números, a grandiosidade do mercado asiático, onde o agro brasileiro, em especial as cooperativas, pode conquistar ainda mais espaço. O Fórum de Mercado Internacional foi realizado virtualmente. O encontro foi mediado pelo jornalista Samuel Milléo Filho e transmitido ao vivo pelo canal do Sistema Ocepar no Youtube, a TV Paraná Cooperativo Ouça aqui

 

Adidos Ouça aqui outras matérias de rádio, em que os adidos agrícolas falam das oportunidades de negócios entre o Brasil e o mercado asiático. (Rádio Paraná Cooperativo)

 

 

AGRONEGÓCIO II: Importância dos adidos agrícolas para ampliação dos mercados na Ásia

 

agronegocio II 13 11 2020Marcos Jank é professor Agro Global do Insper (Instituto de Ensino e Pesquisa de São Paulo). Com ampla vivência em países asiáticos, ele não tem dúvidas em afirmar que as expectativas de ampliação de negócios com o Continente, no campo do agro, são enormes, ainda mais se pensarmos nos recordes que vêm por aí da nossa safra. Durante palestra proferida no Fórum de Mercado Internacional, Marcos Jank exaltou a importância do trabalho dos adidos agrícolas na conquista de novos mercados. 

 

Transmissão pelo Youtube - A live foi medidada pelo jornalista Samuel Milléo Filho e transmitida ao vivo pelo Canal do Sistema Ocepar no Youtube, a TV Paraná Cooperativo Se você não assistiu, acesse  https://www.youtube.com/user/sistemaocepar. Lá, você também assiste à primeira live, realizada em 27/10, que contou com as presenças dos adidos da UE, dos EUA, da Arábia Saudita e da África do Sul e com uma palestra do Professor da USP e da FGV, Marcos Fava Neves.  (Rádio Paraná Cooperativo)

 

 

AGRONEGÓCIO III: Oportunidades e desafios para o agro e cooperativas do Paraná na Indonésia e Coréia do Sul

 

Localizada na Ásia, com PIB de US$ 1,12 bilhão – a economia tem crescido, em média, 5% ao ano na última década –, a Indonésia é um potencial mercado para o agronegócio brasileiro, na avaliação do adido agrícola Gustavo Bracale. Dos 267 milhões de habitantes, 225 milhões são muçulmanos o que sinaliza uma boa oportunidade para os produtos brasileiros, especialmente os originários das cooperativas do Paraná, uma vez que o mercado halal, que inclui alimentos e bebidas, é avaliado em US$ 173 bilhões. A dieta alimentar do indonésio é pouco diversificada, pois se baseia no consumo de carboidratos, especialmente arroz e macarrão instantâneo.  Bracale foi um dos adidos convidados do Fórum de Mercado Internacional, encontro realizado com a presença dos representantes do Ministério da Agricultura em países asiáticos, e que foi mediado pelo jornalista Samuel Milléo Filho e transmitido ao vivo pelo canal do Sistema Ocepar no Youtube, a TV Paraná Cooperativo

 

Mercado Nos nove primeiros meses deste ano, aquele país exportou para o mercado brasileiro US$ 175 milhões, especialmente em óleo de palma, enquanto os embarques brasileiros para lá atingiram US$ 1,3 bilhão, com destaque para o farelo de soja, algodão e tabaco e, principalmente, com a retomada de negócios com o açúcar, devido à quebra da produção na Tailândia e Austrália. As importações da pauta agropecuária da Indonésia totalizaram, em 2019, US$ 18 bilhões, o que sinaliza que há uma boa fatia do mercado a ser conquistada pelo agronegócio brasileiro, segundo Bracale. 

 

Desafios - Ele disse que a missão é destravar aquele mercado para mais produtos brasileiros, apontando que os principais potenciais são os cereais, farelo e rações, borracha, algodão, açúcar, papel e celulose, oleaginosas, frutas e nuts, lactose e carnes. “Isso dá a ideia de qual é a verdadeira demanda de produtos agropecuários dos indonésios, a nossa atual participação e as possibilidades de ampliarmos a participação nesse mercado”, analisou. Dentro dos avanços, citou que, desde 2019, foram abertas as exportações e carne bovina congelada do Brasil, com a habilitação de 10 plantas, mas que se aguarda a liberação e pedido para mais 16 plantas, com o intuito de elevar a participação naquele mercado. Informou ainda que o governo indonésio sinalizou a abertura de importação de subprodutos de origem de animal, como farinhas e gorduras, para a produção de ração. E há um campo interessante para a oferta de produtos e serviços para o setor pecuário, como material genético, consultoria técnica, entre outros, que podem ser de interesse das cooperativas.  

 

Resistência - Em média, as tarifas de importação são baixas, em 5%. Mas, para atender interesses locais, o governo adota mecanismos para dificultar a entrada de produtos estrangeiros no país. Por exemplo, não importa carne de frango, para evitar impactos socioeconômicos e políticos. Esclareceu que, de um lado, há setores que defendem a abertura do mercado, mas de outro, há a força do lobby dos produtores que têm influência sobre os tomadores da decisão e o reforço de poucos conglomerados econômicos que dominam a cadeia e querem manter cativo esse setor. “Apesar de subsídios oficiais à produção, especialmente quanto à ração, na mesa do consumidor, o preço da carne de frango não é competitivo frente ao produto de outros mercados, especialmente do brasileiro.” A Organização Mundial do Comércio (OMC) deu ganho de causa ao Brasil em um painel contra a restrição da entrada de carne de frango. “O painel é de 2014 e, apesar da divulgação do relatório final, ainda não sabemos como e em que momento se dará essa abertura.”  

 

Competição - O adido agrícola na Coréia do Sul, Gutemberg Barone, disse que aquele país é extremamente interessante e, ao mesmo tempo, desafiador para o agronegócio brasileiro, porque, se de um lado, há um espaço muito grande a ser ocupado, por outro, é preciso enfrentar a competição de outros países. Com 51,83 milhões de habitantes, PIB de US$ 1,64 bilhão, em 2019, o país exportou US$ 542,3 bilhões, especialmente em maquinários, circuitos eletrônicos e automotivos e navios, e importou US$ 5032 bilhões, em petróleo, minérios, circuitos integrados e produtos do agronegócio. Aliás, a Coréia do Sul mantém acordo de livre comércio com 58 países que são competidores do Brasil no agronegócio. Outra questão a ser considerada: os sul-coreanos, em geral,  dão preferência aos alimentos de procedência nacional, mas por conta da juventude, especialmente devido à conexão virtual,  a influência ocidental já se observa pelo consumo de pizza, macarrão, carnes e diversos tipos de queijos, em contraste com a manutençao da dieta tradicional à base de arroz, vegetais, sopas e algumas carnes.  

 

Proteção -  Barone acrescentou ainda que o sul-coreano também é criterioso quanto a questões sanitárias e alimentos saudáveis, lembrando que, em 2019, devido ao surgimento de focos de peste suína africana no plantel do país, o consumo desta proteína teve acentuada queda e foi substituída pela carne de frango. E lembrou que o país tem um sistema complexo de fiscalização quanto à importação de produtos de origem agropecuária, com a atuação de vários órgãos, desde o Ministério da Agricultura, agências de ficalização, Ministério da Segurança de Alimentos e Medicamentos, que têm o poder de impor barreiras técnicas. “Portanto, produtos do agronegócio de outros paises para entrar na Coréia do Sul têm de enfrentar um sistema complexo de regualação oficial, além da resistência de produtores do setor e dos consumidores”, disse.  Dos  US$ 49 bilhões das importações do agronegócio em 2019, o Brasil participou com apenas 4,7%. 

 

Perspectivas - Barone disse que, em 2019, o Brasil exportou para aquele mercado  soja, em grãos e farelo,milho, café, carne de aves, manga, algodão, roupa e tabaco. E apenas Santa Catarina, conseguiu recentemente, depois de mais de 10 anos de negociação, entrar no merca de carne suína. E agora, com os avanços sanitários no Paraná, inclusive com reconhecimento oficial do governo brasileiro, e com a validação internacional pela OIE, prevista para ocorrer em  2021, de estado livre da peste suína clássica e da febre aftosa do rebanho bovino, o adido informou que já entrou com o pedido junto ao governo daquele país para estender a autorização de importação da carne suína para o Paraná e Rio Grande Sul. “Espero que não demore tanto.” Disse ainda que  também  está em negociação a exportação de carne bovina para aquele país. E lembrou que, neste ano, houve aumento muito grande da exportação de etanol, que entra na composição do álcool em gel, por causa do aumento do consumo devido à pandemia da Covid-19. E insistiu que ainda há um espaço muito grande a ocupar no setor de carne bovina, pescados, camarões, frutas, lácteos. E lembrou que, no caso das carnes de frango e suína, o país produz em torno de 80% da demanda local. “É preciso conhecer bem o mercado sul-coreano, aumentar o número de empresas registradas e  o interesse do mercado por elas, além de se adequar aos procedimentos do país para determinados produtos”, acrescentou.  

 

 

 

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AGRONEGÓCIO IV: Brasil se consolida como principal fornecedor agrícola da China

 

agronegocio IV 13 11 2020As exportações agrícolas do Brasil para a China devem fechar o ano em cerca de US$ 40 bilhões. Os embarques para o gigante asiático vão responder por aproximadamente 40% do total das vendas internacionais do setor em 2020, estimado em 100 bilhões de dólares. A guerra comercial entre EUA e China contribuiu para posicionar o Brasil como o principal fornecedor agrícola dos chineses, ampliando em 20% o volume de exportações ao país. O cenário de disputa entre as potências deve ser analisado com cautela, com estratégias para evitar riscos e prejuízos a diferentes cadeias produtivas brasileiras. A conjuntura comercial atual foi tema de palestra e debate com o adido agrícola do Brasil na China, Jean Carlo Cury Manfredini, que participou, na manhã desta quinta-feira (12/11), da segunda edição do Fórum de Mercado Internacional, com a presença dos representantes do Ministério da Agricultura em países asiáticos. A live foi mediada pelo jornalista Samuel Milléo Filho e transmitida ao vivo pelo canal do Sistema Ocepar no Youtube, a TV Paraná Cooperativo.

 

Produtos O destaque de vendas agrícolas brasileiras à China é a soja (20,5 bilhões de dólares comercializados em 2019), seguido por madeira, carne bovina, de frango, algodão, carne suína, açúcar e tabaco. “Estamos trabalhando também para diversificar a pauta de exportações, abrindo mercados para um número maior de produtos. Há boas perspectivas para subprodutos de origem animal (farinhas e óleos), lácteos, gergelim, amendoim, pescados e milho”, afirmou.  

 

Guerra comercial Na opinião de Manfredini, mesmo com a ascensão de Joe Biden ao poder nos EUA, a disputa comercial com a China vai prosseguir. “Não sabemos ainda como um presidente do Partido Democrata irá conduzir esta agenda, mas a queda de braço entre os dois países transcende ao governo de Donald Trump. O crescimento da influência política e econômica da China pelo mundo já preocupa os norte-americanos há um bom tempo. Essa história ainda tem muitos capítulos pela frente”, avaliou. 

 

Neutralidade Neste contexto, qual deve ser a posição do setor produtivo brasileiro? Para o adido em Pequim, neutralidade e diversificação da pauta de exportações são estratégias adequadas para manter o fluxo comercial do Brasil para a China. “Considerando que somos os maiores provedores de produtos agrícolas aos chineses, devemos ter presença constante junto às autoridades regulatórias do país, evitando problemas de posicionamento político e mostrando a eles o que temos a oferecer, a qualidade e a confiabilidade de nossos produtos”, afirmou. 

 

Gigante Segundo Manfredini, em 2020, o Produto Interno Bruto (PIB) chinês se tornará o maior do mundo, com 24 trilhões de dólares, desbancando os Estados Unidos do posto de maior economia global (no ano passado, o pib americano foi de 19,3 trilhões). Com uma população de 1,4 bilhão de habitantes, a China tem grande preocupação com a segurança alimentar, o que demanda a compra de produtos agrícolas em patamar anual superior a 130 bilhões de dólares. Neste segmento, o Brasil é o maior fornecedor do gigante asiático, seguido por União Europeia e Estado Unidos. 

 

Urbanização Cerca de 60% da população chinesa já vive em áreas urbanas, num processo que traz aumento de renda e mudanças no padrão de consumo, ampliando a demanda por alimentos. A migração para cidades ocorre no ritmo da estratégia governamental. “Há controle do governo sobre onde as pessoas podem morar e trabalhar. Para acessar serviços públicos de uma determinada região, o cidadão precisa ter autorização oficial. Estima-se que uma flexibilização deste controle possa ser feita em breve. Por outro lado, a renda do cidadão vem crescendo há anos”, explicou Manfredini.  

 

Evento A Live com os adidos agrícolas foi uma iniciativa dos Sistemas Ocepar, OCB, Faep, Fetaep e as secretarias de Desenvolvimento Sustentável e do Turismo e da Agricultura e Abastecimento do Paraná, juntamente com o Ministério da Agricultura. “O objetivo é fortalecer a relação comercial e a partir disso traçar estratégias para fortalecer a relação comercial com o mercado asiático”, ressaltou o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken.

 

COMUNICAÇÃO: Live dos adidos repercute na mídia

 

comunicacao 13 11 2020O Fórum de Mercado Internacional, realizado nesta quinta-feira (12/11) repercutiu na mídia. Ainda ontem, o Canal Publicou em seu site uma ampla matéria destacando a realização do encontro, que teve como destaque a participação dos adidos agrícolas do Brasil sediados na  China, Japão, Indonésia, India e Coreia do Sul, e também do professor sênior de agronegócio no Insper e coordenador do Centro Insper Agro Global. Clique aqui e confira. O Fórum de Mercado Internacional, com a presença dos representantes do Ministério da Agricultura em países asiáticos, foi mediada pelo jornalista Samuel Milléo Filho e transmitida ao vivo pelo canal do Sistema Ocepar no Youtube, a TV Paraná Cooperativo.

COVID-19 I: Confira comunicado 156 do Comitê de Acompanhamento

O Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar emitiu, na manhã desta sexta-feira (13/11), o comunicado 156, com destaque para a realização da segunda live com os adidos agrícolas, reuniões ordinárias das diretorias da Ocepar e Fecoopar, reuniões sobre o Código Florestal X Código Ambiental, e a Instrução Normativa nº 43 do Banco Central que trata sobre o envio de informações pelos participantes do PIX no período de 16 de novembro de 2020 a 31 de dezembro de 2020. Confira:

1. No dia 13 de novembro, foram realizadas as reuniões ordinárias das Diretorias da Ocepar e Fecoopar, com destaque nos itens: prestação de contas, ações estratégicas para o cooperativismo paranaense, plano de desenvolvimento do Paraná apresentado pelo secretário Valdemar Bernardo Jorge e o novo modelo de governança das cooperativas Coamo e Credicoamo.

2. No dia 12 de novembro, o Sistema OCEPAR, em parceria com o Sistema OCB, Sistema Faep e Governo do Paraná, foi realizado a segunda live com os Adidos Agrícolas da China, Japão, Índia, Indonésia e Coréia do Sul, visando identificar oportunidades para as cooperativas e agronegócio no mercado internacional. Clique aqui para acessar a matéria do Canal Rural.

3. O Sistema OCEPAR, no dia 11 de novembro, participou da reunião online, organizada pela OCESC, sobre o Código Florestal x Código Ambiental, com o palestrante Dr. Leonardo Papp, Assessor Jurídico Ambiental do Sistema OCB. Na reunião foi realizado alinhamento de conceitos e discutido sobre a judicialização que está acontecendo com o Código Florestal na atualidade.

4. No dia 12 de novembro, o Banco Central do Brasil - BCB, publicou a Instrução Normativa nº 43, que estabelece o formato, a periodicidade e as informações a serem prestadas pelos participantes do Pix nas transações ocorridas no período de 16 de novembro de 2020 a 31 de dezembro de 2020 e estabelece prazos para implementação do Pix Cobrança. Para acessar a instrução normativa nº 43, clique aqui 

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). Desde que o trabalho remoto foi adotado pela instituição, em 20 de março, os integrantes se reúnem diariamente, por meio de videoconferência, para analisar cenários e discutir o andamento das atividades visando atender as demandas das cooperativas. O Comitê tem ainda divulgado os comunicados para informar as principais ações de interesse do cooperativismo paranaense que estão sendo executadas pelo Sistema Ocepar nesse período de pandemia.

COVID-19 II: Confira os novos destaques da área destinada ao coronavírus no Portal PR Cooperativo

 

covid II 13 11 2020A Área Covid-19 do Portal Paraná Cooperativo é atualizada toda sexta-feira com as notícias que foram destaques durante a semana no Informe Paraná Cooperativo e na Rádio Paraná Cooperativo. Lá, é possível acessar também os comunicados do Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar. Há ainda uma seção de perguntas e respostas, com esclarecimentos relativos à pandemia. Clique aqui e confira.

 

 

EVENTO: Encontro Estadual de Agentes será no dia 20 de novembro

 

No dia 20 de novembro, profissionais das cooperativas do Paraná vão se reunir virtualmente, por meio da plataforma Microsoft Teams, a partir das 13h30, no Encontro Estadual de Agentes, cuja programação inclui a apresentação de palestras e cases. O evento será aberto oficialmente pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, e pelo superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche.  

 

Tendências - A primeira palestra será ministrada por Paula Abbas, que irá discorrer sobre “Como as tendências evoluem ao longo do tempo”. Paula é consultora em design estratégico, com foco em insights de consumo, estudos de futuro e estratégias para inovação. Ela também é professora nas áreas de Gestão Estratégica do Design, Inovação e Coolhunthing na PUCPR, UEL e Isae/FGV.  

 

Cooperativas - Depois, representantes das cooperativas Lar, Unimed Cascavel, Central Cresol Baser e C.Vale irão compartilhar as experiências de sucesso alcançadas por meio de iniciativas na área de formação e envolvendo diferentes lideranças. 

 

Mudanças - O Encontro Estadual de Agentes encerra com a participação de Clóvis de Barros Filho, doutor e livre docente da Escola de Comunicação e Artes da USP. Palestrante há mais de 10 anos no mundo corporativo e consultor, ele tratará sobre o tema “Mudança, um convite à realidade”.

 

Inscrições e informações - As inscrições devem ser feitas até o dia 17 de novembro. Acesse aqui o link. Mais informações com Henrique Xavier (henrique.xavier@sistemaocepar.coop.br), Mariana Balthazar (mariana.balthazar@sistemaocepar.coop.br) ou Sandra Schmidt (sandra.schmidt@sistemaocepar.coop.br).

 

2evento folder 13 11 2020

SISTEMA OCB: Boletins com informações atualizadas de interesse do setor

 

cooperativismo 13 11 2020 O Sistema OCB publica, semanalmente, diversos boletins com informações relevantes e de interesse do cooperativismo brasileiro. Confira abaixo as publicações atualizadas até esta quinta-feira (12/11), que tratam de política, economia, reforma tributária, pleitos do cooperativismo em tramitação no Congresso Nacional, normativos e medidas tributárias publicadas pelo governo que impactam nas cooperativas. Há ainda um apanhado sobre as ações que estão sendo executadas pela entidade para reduzir o impacto da pandemia nessa crise. Nesta semana, o destaque são as potencialidades do Pix para o cooperativismo. 

 

*Análise Política:* cenário de incertezas na agenda política e econômica. https://bit.ly/3dvDvOv

*Análise Econômica:* a chegada do Pix e suas oportunidades para o coop. https://bit.ly/2UCWjUD

*Reforma Tributária:* comparação entre as PECs 45 e 110. https://bit.ly/3iJPv0X

*Pleitos do Cooperativismo:* 82 demandas das coops vinculadas à Covid-19. Veja como estão. https://bit.ly/2UD17rV

*Normativos:* Resumo dos principais normativos federais relacionados à Covid-19, com link e análise da OCB. https://bit.ly/3anoYlY

*Medidas Tributárias:* Infográfico com as respostas tributárias do governo à crise que tenham impacto nas cooperativas. https://bit.ly/2KrNgjn

Acompanhe essas e outras ações da OCB para diminuir o impacto desta crise em: https://www.somoscooperativismo.coop.br/covid-19

 

COPAGRIL: Cooperativa renova certificação internacional de qualidade pelo 10º ano consecutivo

 

A Unidade Industrial de Aves (UIA) da Copagril, em Marechal Cândido Rondon (PR), conquistou novamente a certificação na Norma Global de Segurança dos Alimentos do BRC (British Retail Consortium) – a principal norma para o segmento, reconhecida pelos mais exigentes varejistas, fabricantes e empresas de alimentação no mundo. Este é o décimo ano seguido de aprovação da Copagril, e um excelente resultado foi divulgado nesta quinta-feira (12/11) pela auditora Michaela Knorr, da SGS do Brasil, declarando a nota máxima com grade AA. A conquista está sendo muito celebrada pela cooperativa, pois nesta data também é comemorado o Dia Mundial da Qualidade, além da Copagril estar em seu cinquentenário.

 

Reconhecimento - O diretor-secretário da Copagril, Márcio Buss, expressa que a certificação é o reconhecimento à toda a cadeia avícola da Copagril. “É uma auditoria altamente técnica, que avalia se estamos produzindo com qualidade, segurança e de acordo com a legislação. Demonstra a todos os clientes da carne de frango Copagril, do Brasil e também de qualquer lugar do mundo, que a nossa produção é com alto padrão de excelência”, reforça Buss ao agradecer o trabalho de toda a família Copagril. “Essa é um importante conquista para todos que trabalham na cadeia de Aves, independente da função, todos fazem parte desta certificação. É o resultado de todas as fases de produção, desde o Núcleo de Recria de Matrizes e Produção de Ovos Férteis, as Unidades Industriais de Rações, o Fomento de Campo e no frigorífico – e principalmente aos cooperados avicultores que são parceiros junto com a Copagril nesta atividade”.

 

Alimentos de qualidade - “O mundo exige alimentos de qualidade”, destaca o Superintendente de Operações da Copagril, José Aparecido de Lima. Ele comenta que não se trata apenas da qualidade visual do produto, “vem desde a produção inicial, do preparo da matéria-prima, da forma como as pessoas produzem e aquilo que vai chegar para o consumidor final representado por meio de alimentos seguros. O mundo anseia por alimentos de qualidade e nós entregamos qualidade”, complementa.

 

Regras - Ao chegar aos 10 anos de certificação, Lima, descreve que “no início foi preciso aprender como em uma escola. Ao longo dos anos você vai conhecendo as regras e com o tempo elas passam a incorporar o dia a dia. Nós começamos cumprindo e seguindo as medidas de qualidade, hoje estão incorporadas a nossa rotina, dos técnicos e produtores no campo, dos nossos empregados dentro e fora da indústria, todos sabem que o produto final deve ter a qualidade necessária e principalmente, ser seguro para o consumo. Quando as pessoas colocam isso como consciência de trabalho, temos a cultura de segurança dos alimentos”, descreve Lima.

 

Ano importante - A renovação da certificação BRC no grade AA, vem complementar um importante ano na história da Copagril – o ano de celebração dos 50 anos, que reafirma o valor nas pessoas, com um quadro funcional de alta competência e dedicação na produção de alimentos seguros, com qualidade para a satisfação dos consumidores. (Imprensa Copagril)

 

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COOPAVEL: Colaboradores são orientados sobre prevenção ao câncer de próstata

 

coopavel 13 11 2020A exemplo do que faz em outubro na prevenção ao câncer de mama, a Coopavel intensifica ações orientativas sobre câncer de próstata durante o mês de novembro. A enfermeira do Trabalho Giane Quinhones Dalla Costa informa que ações preventivas são realizadas durante todo o ano com os colaboradores, mas são ampliadas nos meses especialmente dedicados ao combate dessas doenças. O câncer de próstata é um dos mais comuns entre os homens e exige cuidados devido à sua letalidade.

Palestra - Os funcionários recebem informações sobre o que é, como prevenir e como buscar ajuda caso perceba alguma anormalidade. Em parceria com a Unimed, o setor de Segurança no Trabalho da Coopavel vai realizar uma palestra no dia 23 de novembro, com início às 14h, no auditório do Moinho de Trigo. "Contaremos com a presença de um especialista em assuntos ligados ao câncer que aprofundará informações sobre prevenção", informa a enfermeira Giane.

Morte - Segundo o Instituto Nacional do Câncer, os mais diferentes tipos de câncer vão levar à morte 68,5 mil brasileiros em 2020. Desses, 15,5 mil perderão a luta contra o de próstata. "Realmente, são números bastante preocupantes. E, por isso, reforçamos a importância de todos em dar a devida atenção a esse assunto", ressalta Giane. No Brasil, o de próstata é o segundo mais frequente, perdendo apenas para o de pele não melanoma.

Silencioso - A exemplo de outros tipos, o câncer de próstata também é silencioso em suas fases iniciais. Não há sintoma. E quanto surgem os primeiros sinais geralmente são semelhantes ao da expansão benigna da próstata. Os sintomas mãos comuns são dificuldades de urinar e vontade de urinar com mais frequência. Quanto o estágio já está mais avançado, o doente pode sentir dor óssea, infecção generalizada ou insuficiência renal.

Detecção precoce - Essas características, principalmente nas etapas iniciais da doença, fazem com que os médicos recomendem exames de detecção precoce. Os primeiros são o toque retal e o exame de sangue, destinado a avaliar a dosagem do antígeno prostático específico, conhecido por PSA. As investigações podem ser feitas também por exames clínicos, laboratoriais ou radiológicos. A grande maioria dos casos, 75%, ocorre em pacientes com mais de 65 anos. Mas os exames devem ser feitos a partir dos 40 anos.

O que é? - A próstata é uma glândula que só o homem possui e fica na parte baixa do abdômen. É um órgão pequeno, em formato de maçã situado abaixo da bexiga. A próstata envolve a porção inicial da uretra, tubo pelo qual a urina armazenada na bexiga é eliminada. A próstata produz parte do sêmen liberado durante o ato sexual. Quando surgem, há tumores que se desenvolvem e se espalham rapidamente, podendo levar a óbito. A maioria, entretanto, cresce lentamente e será detectada sem maiores riscos ao paciente. (Imprensa Coopavel)

UNIPRIME: Crédito atrativo para comprar ou construir imóveis

 

uniprime 13 11 2020

Ter um imóvel próprio é um sonho latente para muitos brasileiros e conectada com os anseios da população, a Uniprime passou a oferecer desde novembro de 2020 taxas mais competitivas para créditos imobiliários, seja na aquisição ou construção de imóveis. “Esta linha de crédito sempre foi bastante atuante na cooperativa e, agora, resolvemos torná-la ainda mais competitiva. Reduzimos a taxa de juros (CDI + 0,4%), seja para comprar ou construir imóveis”, explica dr. Jayr Paula Gomes Gonçalves, diretor Financeiro da Uniprime. O financiamento tem até 300 meses para ser quitado e o crédito, disponível tanto para Pessoa Física (PF) quanto Jurídica (PJ), pode ser destinado para aquisição ou construção de imóveis residenciais, comerciais e terrenos. “Ao realizar este financiamento, o cooperado participa dos resultados da cooperativa, ou seja, ele recebe parte dos juros pagos na distribuição das sobras anuais”, reforça o Diretor. Ficou interessado? Entre em contato com seu gerente Uniprime para mais informações. (Assessoria Uniprime)

 

 

ELEIÇÕES 2020: Como justificar ausência às urnas

 

eleicoes 2020 13 11 2020Ao contrário das eleições anteriores, em que os eleitores podiam ir a qualquer seção eleitoral fora do seu domicílio eleitoral (cidade onde vota) para preencher e entregar o Requerimento de Justificativa Eleitoral, em 2020 a Justiça Eleitoral recomenda que os eleitores não compareçam presencialmente aos locais de votação para justificar a ausência às urnas, a fim de evitar aglomerações.

 

Aplicativo - Em vez disso, os eleitores fora do seu domicílio eleitoral poderão utilizar o aplicativo e-Título para justificar a ausência das 7h às 17h. Basta baixar a ferramenta no celular e seguir as orientações que estarão disponíveis no dia da votação em 15 de novembro (1º turno) e 29 de novembro (onde houver 2º turno). O app usa uma ferramenta de georreferenciamento, que identifica a localização da pessoa e indica se ela está ou não fora do seu domicílio eleitoral.

 

Plataformas - Baixe o e-Título em smartphones ou tablets, nas plataformas iOS ou Android

 

Quadro-resumo - Clique para acessar o quadro-resumo sobre a Justificativa Eleitoral

 

Após as eleições - O eleitor também tem a opção de justificar a ausência às urnas após as eleições pelo app e-Título, no cartório eleitoral ou pelo Sistema Justifica em até 60 dias depois de cada turno de votação. Se o cidadão estiver no exterior, o prazo é de até 30 dias do retorno ao país.

 

Encaminhamento - A solicitação de justificativa, nestes casos, será encaminhada ao juiz eleitoral, por isso o eleitor deve informar o motivo da sua ausência e anexar o comprovante daquilo que foi relatado. Depois da análise da solicitação, o eleitor é notificado da decisão.

 

Prazos para justificar - No dia das eleições: pelo aplicativo e-Título, das 7h às 17h. Após as eleições: pelo aplicativo e-Título, pelo Sistema Justifica, ou ainda, diretamente no cartório eleitoral, em até 60 dias depois de cada turno de votação. Se o cidadão estiver no exterior, o prazo é de até 30 dias do retorno ao país. (Assessoria TRE-PR)FOTO: TSE

 

Acesse aqui os e-mails e telefones de contato das zonas eleitorais do Paraná

VBP: Valor da Produção Agropecuária de 2020 é estimado em R$ 848,6 bilhões

 

vbp 13 11 2020A poucas semanas para o fim do ano, o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de 2020 está estimado em R$ 848,6 bilhões, alta de 13,14% em relação ao ano anterior.  Desse valor, R$ 572,27 bilhões referem-se às lavouras e R$ 276,32 bilhões à pecuária. As lavouras tiveram um aumento real de 16,9% e a pecuária, 6,1%, em relação a 2019.

 

Resultado - A projeção, com base nos dados de outubro, é resultado dos preços agrícolas pagos ao produtor e das exportações. A maior parte dos produtos analisados apresentou aumento de preços, entre eles cacau (9,5%), café arábica (14,2%), feijão (17,2%), milho (17,6%), soja (26,4%), trigo (21,0%), maçã (20,6%), carne bovina (17,7%), carne suína (12,8%), ovos (8,3%) e arroz (22,3%). 

 

Melhor desempenho - Esses produtos, em razão dos preços e das quantidades produzidas no ano, foram os que apresentaram o melhor desempenho. Porém, a soja é o produto de maior destaque, com VBP estimado de R$ 223,2 bilhões, representando 26,3% do valor total do ano.

 

Estoques reduzidos - Além disso, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam estoques reduzidos para vários produtos, o que mostra que as vendas no mercado interno e para fora do país estão aquecidas.

 

Recorde - Vários produtos apresentam recorde de faturamento em 2020, como milho, soja, carne bovina e carne suína. “O comportamento dessas atividades resultou em valor expressivo para o VBP neste ano”, avalia José Garcia Gasques, coordenador-geral de Avaliação de Política e Informação da Secretaria de Política Agrícola, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

 

Grupo reduzido - Um grupo reduzido apresentou desempenho baixo (banana, batata-inglesa, tomate, uva e carne de frango).

 

VBP Regional - Em relação aos estados, cinco lideram o ranking: Mato Grosso (18,4%), Paraná (12,9%), São Paulo (12%), Minas Gerais (10,7%) e Rio Grande do Sul (8,1%).

 

Projeção para 2021 - As primeiras estimativas do VBP para 2021 indicam um cenário otimista. O VBP projetado é de R$ 949,22 bilhões, 11,9% acima do observado neste ano (R$ 848,6 bilhões). “Há boas perspectivas para soja, cuja previsão do VBP é de R$ 300 bilhões, contra R$ 223,2 bilhões neste ano. Também há resultados melhores para arroz e carnes”, diz o coordenador da pesquisa.

 

Evolução - O VBP mostra a evolução do desempenho das lavouras e da pecuária ao longo do ano e corresponde ao faturamento bruto dentro do estabelecimento. É calculado com base na produção da safra agrícola e da pecuária e nos preços recebidos pelos produtores nas principais praças do país. (MapaFOTO: Assessoria Copacol

 

>> Resumo do VBP

>> VBP regional

>> VBP completo

COMÉRCIO EXTERIOR: Embarques de açúcar batem recorde e balança comercial do agro alcança US$ 8 bilhões

 

comercio exterior 13 11 2020As vendas externas de açúcar foram recorde em outubro de 2020, com aumento de 121%, passando de US$ 543,96 milhões em outubro do ano passado para US$ 1,20 bilhão no mesmo mês deste ano. A quantidade exportada de açúcar foi recorde para toda série histórica, com 4,2 milhões de toneladas.

 

China - A China foi a maior importadora, com registros de US$ 311,74 milhões em aquisições ou 25,9% do valor total exportado pelo Brasil de açúcar. Outros países que compraram o açúcar foram a Índia (US$ 107,82 milhões; +33,8%), Bangladesh (US$ 85,07 milhões; +94,1%) e os Estados Unidos (US$ 61,95 milhões; +202,3%).

 

Álcool - Ainda no setor, houve aumento das exportações de álcool, que chegaram a US$ 184,87 milhões (75,4%). Os principais importadores de álcool brasileiro foram os Estados Unidos (US$ 63,91 milhões; -1,1%), a Coreia do Sul (US$ 45,79 milhões; +53,6%) e a União Europeia (US$ 45,75 milhões; +3.681%).

 

Balança - As exportações totais do agronegócio em outubro contabilizaram US$ 8,18 bilhões, o que significou recuo de 6,2% em relação ao mesmo mês do ano passado (US$ 8,72 bilhões).  De acordo com a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a queda das exportações ocorreu em função da redução de 3,6% no índice de quantum das exportações e de 2,8% no de preço.

 

Saldo - As importações dos produtos do agronegócio somaram US$ 1,2 bilhão no mês do estudo. O saldo da balança comercial contabilizou US$ 6,9 bilhões. A participação do agronegócio nas exportações totais do Brasil representou 45,8% do valor total exportado no mês passado, alta de 9,7% em relação ao mesmo mês de 2019.

 

Soja - Segundo a análise da SCRI, em sua nota técnica, como síntese para esse mês de outubro, a queda das exportações de soja em grão (- US$ 913 milhões) foi em parte compensada pelo destaque positivo nas exportações recorde de açúcar (US$ 658 milhões). 

 

Outros produtos - Outro setor que registrou desempenho favorável foi o de produtos florestais. As vendas externas do setor atingiram US$ 1,03 bilhão (8%). As exportações de celulose subiram 6,3%, chegando a US$ 550,13 milhões. A quantidade exportada de celulose subiu 9,9% na comparação entre outubro de 2019 e 2020, atingindo o recorde de 1,45 milhão de toneladas, porém, a queda do preço médio de exportação em 3,4% impediu um incremento maior do valor exportado.

 

Melhor desempenho - O produto que teve melhor desempenho no setor de produtos florestais foi o de madeiras e suas obras. Houve registro de US$ 351 milhões em vendas externas, com elevação de 61,7% na quantidade exportada, embora o preço médio de exportação do produto também tenha caído (-20,6%). (MapaFOTO: Assessoria Appa

 

>> Confira a nota e o resumo da Balança Comercial

>> Confira o Agrostat - Sistema de Estatísticas de Comercio Exterior do Agronegócio Brasileiro

 

SERVIÇOS: Setor tem terceira alta seguida e avança 2,6% em setembro

 

servicos 13 11 2020O setor de serviços cresceu 2,6% no Paraná entre agosto e setembro. É a terceira alta consecutiva e o melhor resultado do ano na série que compara os meses com ajuste sazonal, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (12/11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O turismo cresceu 11,7% no período, segunda variação positiva em sequência.

 

Acima da média nacional - O crescimento do Paraná fica acima da média nacional, de 1,8%. Em setembro, 25 das 27 unidades da federação tiveram expansão no volume de serviços, com alta em quatro das cinco macroatividades analisadas. A pesquisa do IBGE abrange hotéis, agências de viagens, restaurantes, serviços ambulantes de alimentação, transporte, parques, casas culturais, academias de condicionamento físico, lavanderias, cabeleireiros, serviços gerais de apoio e ensino de idiomas.

 

Recorte mensal - A recuperação do setor no recorte mensal começou a ser sentida em maio no Paraná, com crescimento de 0,9%. Em junho houve uma queda de 1%, num quadro similar a março e abril, no auge de casos de Covid-19. A seguir, houve três altas: em julho a evolução foi de 1,7%, em agosto de 1,8% e em setembro de 2,6%.

 

Crescimento - “O Paraná registra crescimento na produção industrial, no comércio e começa a ver indicadores positivos mais sólidos também no setor de serviços, que foi um dos mais impactados pela pandemia. Nessa retomada, é uma área que temos buscado fomentar com crédito, simplificações burocráticas, auxílio técnico e atração de investimentos”, afirmou o governador Carlos Massa Ratinho Junior. “É um setor que aos poucos vai acompanhar o movimento de subida da economia”.

 

Caged - O movimento positivo gradual já havia sido detectado pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que indicou a contratação de 4.716 pessoas no Paraná nesse setor em setembro e 2.843 em agosto. É a terceira categoria que mais gera novas vagas de trabalho no Estado.

 

Turismo - A evolução de 11,7% no turismo foi a segunda consecutiva, após crescimento de 29,7% em agosto. A comparação com setembro do ano passado ainda é negativa em 32,5% e o resultado acumulado do ano aponta queda de 37%.

 

Alta - Segundo o IBGE, a pandemia impactou um setor que tinha expectativa de alta no Estado em 2020. Em janeiro deste ano o crescimento foi de 5,5% em relação a janeiro de 2019, e em fevereiro de 3%, puxado pelos investimentos no Litoral, novas linhas aéreas conectando o Interior à Capital e dos recordes de visitações registrados em Foz do Iguaçu em 2019.

 

2021 - Apesar de o indicador apontar crescimento em 2020, a expectativa de evolução definitiva está voltada para 2021. Segundo a mais recente edição da Sondagem dos Impactos da Covid-19, pesquisa desenvolvida pela Paraná Turismo e pelo Conselho Paranaense de Turismo (Cepatur), 70% empresários do setor acreditam em uma retomada plena das atividades somente a partir de janeiro.

 

Ocupação - Ainda de acordo com a sondagem, apenas 18% dos hotéis do Paraná tiveram mais do que 40% de ocupação em setembro, o que demonstra que o movimento de turistas no Estado ainda é tímido, mas que dá algumas demonstrações de recuperação.

 

Serviços - Em relação a setembro do ano passado, o setor recuou 8,1% no Paraná. O principal impacto foi nos serviços prestados à família (atividades culturais e de recreação, atividades esportivas e serviços pessoais e de educação não continuada), com queda de 31,4%, e atividades enquadradas como outros serviços (coleta de resíduos, manutenção de veículos, atividades financeiras e corretores de seguro), com perdas de 12,8%.

 

Acumulado do ano - O acumulado no ano caiu 10,2% frente ao mesmo período de 2019, e o resultado dos últimos 12 meses indica -8,1% de perda. Os maiores impactos foram nas mesmas atividades, além dos serviços de informação e comunicação(Agência de Notícias do Paraná)

SAÚDE I: Brasil tem 164 mil mortes e 5,78 milhões de casos acumulados

 

As mortes em razão da pandemia do novo coronavírus chegaram a 164.281. Nas últimas 24 horas, foram registrados 908 óbitos. Na quarta-feira (11/11), o painel de estatísticas marcava 163.373 óbitos. Ainda há 2.295 falecimentos em investigação, dado referente ao dia 4 de novembro e que não foi atualizado, segundo o Ministério da Saúde em razão de problemas técnicos no sistema do órgão.

 

Infectadas - Os casos de pessoas infectadas pelo coronavírus ao longo da pandemia alcançaram 5.781.582. Entre quarta e quinta-feira (11 e 12/11), as autoridades de saúde notificaram 33.207 novos diagnósticos positivos para a covid-19. Na quarta, o sistema de informações para a pandemia trazia 5.748.375 casos acumulados.

 

Atualização diária - Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde sobre a evolução da pandemia no país, divulgada nesta quinta-feira (12/11). As informações são organizadas e verificados pelas secretarias estaduais de saúde.

 

Acompanhamento - O balanço apontou também 360.534 pacientes em acompanhamento. Outros 5.256.767 já se recuperaram da doença.

 

Covid-19 nos estados - Os estados com mais mortes são São Paulo (40.202), Rio de Janeiro (21.090), Ceará (9.430), Minas Gerais (9.259) e Pernambuco (8.794). As Unidades da Federação com menos casos são Roraima (705), Acre (707), Amapá (771), Tocantins (1.125) e Rondônia (1.492). (Agência Brasil

 

FOTO: Pixabay

saude I tabela 13 11 2020

 

SAÚDE II: Boletim registra mais 2.195 diagnósticos e 51 óbitos pela Covid-19

 

saude II 13 11 2020A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quinta-feira (12/11) mais 2.195 casos confirmados e 51 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus.  Os dados acumulados do monitoramento mostram que o Paraná soma 225.514 casos e 5.559 mortos em decorrência da doença. Há ajustes de casos confirmados detalhados ao final do texto.

 

Internados - Segundo o boletim, 581 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 483 pacientes em leitos SUS (257 em UTI e 226 em enfermaria) e 98 em leitos da rede particular (34 em UTI e 64 em enfermaria).

 

Exames - Há outros 979 pacientes internados, 404 em leitos UTI e 575 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

 

Óbitos - Os 51 pacientes que faleceram estavam internados. São 22 mulheres e 29 homens, com idades que variam de 32 a 90 anos. Os óbitos ocorreram entre 9 de junho e 12 de novembro. 

 

Residência - Os pacientes que foram a óbito residiam em Curitiba (29), Colombo (3), Ponta Grossa (2). A Secretaria da Saúde registra ainda a morte de um morador de cada um dos municípios de Cambé, Campo do Tenente, Fazenda Rio Grande, Irati, Ivaiporã, Londrina, Manoel Ribas, Marechal Cândido Rondon, Maringá, Medianeira, Paranavaí, Piraquara, Rio Branco do Sul, São José dos Pinhais, Sarandi, Tamarana e Toledo.

 

Fora do Paraná - O monitoramento da Secretaria da Saúde registra 2.309 casos de residentes de fora, sendo que 51 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

 

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