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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4951 | 18 de Novembro de 2020

COVID-19 I: Presidente da Lar participa de reunião do Sistema Ocepar e fala sobre desafios para 2021

O Sistema Ocepar prepara o novo planejamento para 2021, abrangendo diversas áreas de atuação institucional. Além dos Encontros de Núcleos e das reuniões de pré-assembleias, eventos contínuos de debate, a diretoria-executiva tem ouvido os dirigentes de cooperativas para conhecer suas demandas, opiniões e sugestões. Na tarde desta terça-feira (17/11), o presidente da Lar Cooperativa Agroindustrial, Irineo da Costa Rodrigues, participou da 189ª reunião do Comitê de Acompanhamento da Covid-19. Por videoconferência, o dirigente falou sobre vários temas que considera importantes para o planejamento de 2021. O encontro foi aberto pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, e contou com a participação dos superintendentes da Ocepar, Sescoop/PR e Fecoopar, respectivamente, Robson Mafioletti, Leonardo Boesche e Nelson Costa, além de gerentes e coordenadores da entidade. 

Consistência -“Estamos ouvindo os líderes do setor para dar mais consistência ao nosso planejamento. São temas que envolvem a atuação em questões de qualificação e capacitação, representatividade sindical, e a preparação do novo ciclo do Plano Paraná Cooperativo, o PRC 200. Todas as sugestões serão analisadas com profundidade pelas equipes de gestores da Ocepar”, explicou o presidente José Roberto Ricken.

Desafios - Na visão do presidente da Lar, que em setembro assumiu a presidência do Sindicato das Indústrias Avícolas do Paraná (Sindiavipar), o que as cooperativas fazem de melhor é gerar oportunidades de renda e mais qualidade de vida às pessoas. “Considero que o setor cooperativista tem desafios fundamentais para 2021: manter e ampliar os programas de educação e capacitação (o quinto princípio do cooperativismo), sanidade, mobilização a respeito da reforma tributária, buscar a ampliação da disponibilidade de linhas de crédito para investimentos. Também temos que divulgar mais a diferença econômica e social que fazemos na sociedade, produzindo com sustentabilidade e cuidado com o meio ambiente”, disse Rodrigues.

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COVID-19 II: Confira os destaques do comunicado 158 do Comitê de Acompanhamento

covid 19 II destaque 18 11 2020Na manhã desta quarta-feira (18/11), o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar emitiu o comunicado 158, informando que foi realizada, nesta terça-feira (17/11), a reunião institucional com a cooperativa médica Unimed Paranavaí, e que o presidente das cooperativas Lar e Cotriguaçu, Irineo da Costa Rodrigues, participou da reunião diária do Comitê. Confira abaixo todos os destaques. 

1. No dia 17 de novembro, o Sistema Ocepar realizou de forma virtual da Reunião da Autogestão com a cooperativa Unimed Paranavaí e a participação do corpo diretivo e gestores.

2. O Sistema Ocepar, no dia 17 de novembro, contou com a participação do presidente das cooperativas Lar e Cotriguaçu, Irineo da Costa Rodrigues, na reunião diária do comitê estratégico, para discutir possíveis ações para o novo ciclo do planejamento do cooperativismo paranaense.

3. No dia 16 de novembro, o Sistema Ocepar/Fecoopar em conjunto com o Sistema OCB/CNCoop e representantes da cooperativa Frimesa, realizaram reunião para tratar sobre a cobrança do adicional do RAT – Riscos Ambientais do Trabalho.

4. O presidente do Banco Central do Brasil – BCB, no dia 16 de novembro, participou do evento de lançamento do Pix o novo meio de pagamento eletrônico. Clique aqui para acessar a gravação do lançamento do Pix, #AgoraéPix.

5.No dia 16 de novembro, foi publicado no Diário Oficial da União, o Ato Declaratório nº 67 da Receita Federal do Brasil, a nova versão dos leiautes da EFD-Reinf. Clique aqui para acessar o Ato Declaratório nº 67. 

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). Desde que o trabalho remoto foi adotado pela instituição, em 20 de março, os integrantes se reúnem diariamente, por meio de videoconferência, para analisar cenários e discutir o andamento das atividades visando atender as demandas das cooperativas. O Comitê tem ainda divulgado os comunicados para informar as principais ações de interesse do cooperativismo paranaense que estão sendo executadas pelo Sistema Ocepar nesse período de pandemia.

 

ENCONTRO ESTADUAL: Paul & Jack fará show de mágica ao vivo, com transmissão pela televisão

O mágico ilusionista Paul & Jack fará um show ao vivo no Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses, que será realizado virtualmente no dia 4 de dezembro, das 8h30 às 11h30. Outra atração é o Espaço Sou Arte, que também deverá animar o evento com muita arte circense, dança e teatro. Ainda faz parte da programação a apresentação de palestra com o tema “O mundo pós-pandemia”, com o estrategista da área de Comunicação, Nizan Guanaes.

Autoridades – As atividades iniciarão com o pronunciamento de autoridades, como a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, o governador Ratinho Junior, o presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), Evair de Mello, entre outras.

Transmissão – O Encontro Estadual, que normalmente é realizado no Teatro Positivo, em Curitiba, com a presença de caravanas vindas de todas as partes do Estado, desta vez será em formato digital e poderá ser acompanhado pelo canal do Sistema Ocepar no Youtube, na TV Paraná Cooperativo, pelo Canal Rural e, possivelmente, também pela TV Paraná Turismo, do Governo do Estado.

 

encontro estadual folder 18 11 2020

REUNIÃO INSTITUCIONAL: Unimed Paranavaí apresenta demandas do ramo saúde no 98º encontro promovido pelo Sistema Ocepar

A criação de uma linha de crédito destinada especialmente ao ramo saúde e o acesso aos recursos dos fundos garantidores vinculados à Agência Nacional de Saúde (ANS). Essas foram as duas demandas apresentadas pela Unimed Paranavaí durante a 98ª reunião institucional promovida pelo Sistema Ocepar, na tarde desta terça-feira (17/11), com o objetivo de apresentar o cenário econômico-financeiro da cooperativa, por meio de indicadores e comparativos com outras cooperativas paranaenses do mesmo ramo e região.

Pleitos - Ao final do encontro, o gerente-geral da Unimed Paranavaí, Renato Nishikawa, falou sobre as necessidades da cooperativa médica.Primeiramente eu gostaria de agradecer a apresentação de vocês. O trabalho que a Ocepar vem desenvolvendo ao longo desses anos tem nos ajudado muito nas análises estratégicas. Do ponto de vista de posicionamento da nossa cooperativa, vocês devem ter observado que nós temos investido em serviços com recursos próprios. Hoje nossa cooperativa tem uma veia verticalizada. Além de um hospital próprio, nós temos uma clínica de oncologia, um centro de especialidades, um centro de terapias especiais com vários ambulatórios em várias cidades, como Paranacity, Terra Rica, Loanda e deveremos inaugurar mais um em Nova Londrina. E uma dificuldade que encontramos, e que talvez vocês possam nos ajudar, é encontrar uma fonte de financiamento voltada para o cooperativismo do ramo saúde”, afirmou. “O que mais precisamos nesse momento é isso. Nós somos uma cooperativa pequena e é difícil nos capitalizarmos para investir com recursos próprios. Somos em poucos cooperados, estamos em uma região economicamente mais fragilizada, e as fontes que existem no mercado não possuem taxas muito atrativas”, acrescentou.

Fundos garantidores - Nishikawa solicitou ainda o apoio da Ocepar, juntamente com a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), para viabilizar a liberação dos fundos garantidores junto à ANS. “Nós temos um volume gigantesco de recursos capitalizados lá que nós não podemos utilizar. No início da pandemia, cogitou-se essa possibilidade pois, pensamos, a margem de solvência serve pra quê? Nós procuramos a ANS mas eles disseram que não poderíamos utilizar a margem de solvência e colocaram um série de restrições caso nós tentássemos usá-la, o que praticamente inviabilizou o processo. Então, para que existem esses recursos? Precisamos da ajuda de vocês para tentar viabilizar o acesso mais facilitado a esse dinheiro que, na realidade, é nosso. Queremos utilizar esses recursos para criar condições de trabalho para o nosso cooperado, que é uma das premissas do nosso planejamento estratégico, e, também, oferecer um serviço de saúde e de assistência de qualidade”, ressaltou o gerente-geral da Unimed Paranavaí.

Importância - Segundo a presidente da cooperativa, Maria Angélica Ayres de Alencar Arrais, são dois pontos essenciais para a Unimed Paranavaí.Mais uma vez, eu queria agradecer a apresentação de vocês. Nos fornece uma visão global de como estamos indo ano a ano, principalmente nos dois últimos anos, que foram de crescimento, de evolução. Isso nos dá uma certa paz e mostra que as atitudes que tomamos de enfrentamento à Covid-19 e tudo mais foram corretas, assertivas. Vamos ver se vocês conseguem nos ajudar com as demandas que o Renato colocou, pois elas são de fundamental importância para o crescimento e a organização das nossas atividades”, finalizou.

Encaminhamento - O coordenador da área de monitoramento da Gerência de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, João Gogola Neto, destacou que um dos pilares do planejamento estratégico do Sistema Ocepar é justamente dar o suporte necessário para contribuir com o crescimento das cooperativas do Paraná e que, dessa forma, serão tomadas as devidas providências para o encaminhamento das demandas apresentadas pela Unimed Paranavaí. “Com certeza, é necessário que seja ofertada uma linha de crédito para o ramo saúde, mas em condições atrativas pois não adianta ter recursos que sejam muito caros. Deve ser algo plausível de contratação para as nossas Unimeds, para que possibilite esse crescimento verticalizado. Nós temos um técnico que participa do Conselho Nacional do Ramo Saúde e solicitaremos que ele leve esse tópico à discussão na próxima reunião. Também é importante que voltemos a conversar sobre o assunto, para desenhar um tipo de financiamento que atenda exatamente as necessidades de vocês e para que possamos formalizar o pleito”, afirmou. Quanto à liberação dos fundos garantidores, Gogola se comprometeu a fazer a minuta de um documento sobre a demanda e encaminhá-la para a cooperativa antes de protocolá-la para que seja inserida como item de pauta da próxima reunião do Conselho Nacional do Ramo Saúde.

Participantes - A reunião institucional também teve a presença do diretor administrativo da Unimed Paranavaí, Sari Omar, e do diretor de Provimento de Saúde, Bartolomeu Peres Silva. No encontro, os indicadores de desempenho econômico-financeiro da cooperativa foram apresentados pelo analista técnico do Sescoop/PR, Jesse Rodrigues. Ele também destacou os números do cooperativismo paranaense e do ramo saúde no Paraná, além do resultado de um estudo sobre os impactos da pandemia nos negócios da cooperativa. Ao final, o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo, Humberto César Bridi, falou sobre as atividades finalísticas do Sescoop/PR nas áreas de monitoramento, cooperativismo, profissionalização e gestão estratégica, cujos programas, eventos e soluções estão disponíveis para todas as cooperativas vinculadas ao Sistema Ocepar.

Unimed Paranavaí - A Unimed Paranavaí foi fundada em 11 de agosto de 1988 por iniciativa de um grupo de 53 médicos. Atualmente, possui 228 cooperados distribuídos em diversas especialidades, atendendo mais de 23.400 beneficiários em Paranavaí e outros 28 municípios da região Noroeste do Paraná.

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LIVE: Mudança de hábitos de consumo pode impulsionar negócios com a Índia, afirma adido agrícola

live 18 11 2020A mudança gradativa dos hábitos de consumo na Índia deve ampliar as oportunidades comerciais da agropecuária brasileira no país. “A demanda por carne de frango, frutas e lácteos cresce de 5% a 7% ao ano, impulsionada pela elevação da renda da classe média, que abrange mais de 200 milhões de pessoas”, explica o adido agrícola do Brasil na Índia, Dalci de Jesus Bagolin. O representante do Ministério da Agricultura participou, no dia 12 de novembro, da segunda edição do Fórum de Mercado Internacional, com a presença de adidos agrícolas do Brasil em países asiáticos. A Live foi transmitida ao vivo pelo canal do Sistema Ocepar no Youtube, a TV Paraná Cooperativo.

Indicadores - Conforme Bagolin, as exportações agrícolas do Brasil para a Índia foram próximas a 900 milhões de dólares em 2019. No segundo país mais populoso do mundo, com mais de 1,3 bilhão de habitantes, a participação comercial brasileira ainda é pequena, se comparada com demais países asiáticos. “O Brasil é o 10º maior exportador de produtos agrícolas para a Índia e nossa pauta está concentrada principalmente no açúcar, óleos vegetais, madeira e algodão. Os principais fornecedores dos indianos são a Indonésia, Estados Unidos, Malásia e China. As importações agrícolas do país foram de 30 bilhões de dólares no ano passado e o óleo vegetal (palma) respondeu por quase metade das compras”, explicou.

Características -“Existe ainda um desconhecimento grande sobre o potencial do mercado indiano. É um país complexo, com várias línguas, distintas culturas e religiões. E, ao contrário da China, a população na Índia é majoritariamente rural e muitos ainda cultivam hábitos vegetarianos. No entanto, a crescente classe média tem forte demanda por produtos de maior valor agregado, incluindo carne de frango”, observou Bagolin.

Potencial agrícola - De acordo com o adido, um aspecto que muitos desconhecem é o fato da Índia ser um grande produtor agropecuário. “Os indianos são os maiores produtores mundiais de leite e pulse (leguminosas secas como grão-de-bico e lentilhas), e o segundo maior de arroz, trigo, frutas, cana de açúcar e hortaliças. A safra de grãos no país, em 2019, foi de 280 milhões de toneladas, com um PIB (Produto Interno Bruto) agropecuário de 390 bilhões de dólares. Porém, a área agricultável já chegou ao limite”, relatou.

Proteína -Segundo Bagolin, estudos indicam que apenas 5% da população rural e 18% da urbana consomem a quantidade recomendada de proteína de boa qualidade. “Para suprir esse déficit, anualmente, cada cidadão indiano teria que consumir 15 kg a mais de proteínas (carne, farelo de soja ou pulses), o que exigiria do país a importação adicional de 20 milhões de toneladas de alimentos. É um dado que demonstra o potencial imenso do mercado indiano, para o médio e longo prazo”, afirmou.

Confiança - Na visão do adido agrícola, a parceria comercial tende a ser ampliada, a partir de um maior conhecimento das características do mercado. “O Brasil é quase um desconhecido na Índia, por isso a promoção comercial da qualidade e diversidade de nossos produtos é uma tarefa fundamental. Em geral, os indianos demoram para fechar negócios, pois muitas vezes são empresas familiares de várias gerações e é preciso criar um vínculo de confiança e amadurecimento do relacionamento. Eles gostam de conversar olho no olho”, explicou Bagolin.

Diversificação - Entre os produtos que podem ganhar espaço numa pauta diversificada de exportações, o adido cita matérias-primas para a manufatura (algodão, couro, madeira, óleos essenciais) e itens para a indústria de alimentos, tais como gergelim, pimentas e especiarias. “Há potencial também para castanhas, erva-mate e frutas, em especial maçã, abacate e açaí.”

Cooperativismo - De acordo com Bagolin, a forte presença do cooperativismo é outra característica da Índia, o que pode favorecer o intercâmbio com o setor cooperativista brasileiro. “As cooperativas agropecuárias do segmento lácteo desempenham um importante papel econômico e social, tendo sido responsáveis por tornar o país o maior produtor mundial de leite. Também no setor sucroalcooleiro, as cooperativas têm forte participação, controlando cerca de 40% das usinas de açúcar. Existem várias experiências bem-sucedidas e as cooperativas brasileiras poderiam buscar acesso ao mercado indiano por meio de parcerias com cooperativas locais”, disse o adido agrícola.

Evento - A Live com os adidos agrícolas foi uma iniciativa dos Sistemas Ocepar, OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) e Faep, Fetaep e secretarias de Desenvolvimento Sustentável e do Turismo e da Agricultura e Abastecimento do Paraná, juntamente com o Ministério da Agricultura. Atualmente o Brasil tem 24 adidos agrícolas em 22 países. Na função de representantes do agronegócio brasileiro em outros países, eles estudam os hábitos do país onde estão lotados, prospectam negócios, antecipam possíveis mudanças políticas e sanitárias, fazem relatórios de análise de cenários e promovem os produtos brasileiros.

 

FORMAÇÃO: Sescoop/PR capacita facilitadores em metodologia de educação

O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR) iniciou a formação de duas turmas do curso de facilitadores do cooperativismo, uma de colaboradores internos da entidade e outra de agentes das cooperativas. O primeiro grupo foi capacitado entre os dias 13 de fevereiro e 6 de novembro e o segundo começou o treinamento no dia 12 de novembro e segue até dia 27 de novembro, em formato virtual pela plataforma Zoom.

Nova metodologia - O objetivo da capacitação é mostrar aos participantes como funciona a nova metodologia de multiplicação do conhecimento sobre o cooperativismo, desenvolvida em parceria pelo Sescoop Nacional e Sescoop/PR, com a empresa Educare Consultoria e Desenvolvimento, denominado Coletânea de Cooperativismo para Facilitadores.

Norteamento - Segundo a analista técnica do Sescoop/PR, Eliane Lourenço Goulart, a nova metodologia pedagógica vai nortear as ações de apresentação do cooperativismo aos diversos públicos, com orientações aos agentes multiplicadores das cooperativas. “Baseada na metodologia andragógica (educação para adultos), os profissionais das cooperativas terão linhas diferenciadas para atuar junto a cinco públicos: cooperados, novos cooperados, funcionários, empresas parceiras e conselheiros”, explicou. O curso é ministrado pela instrutora Nara Liane Silveira, diretora da Educare Consultoria e Desenvolvimento.

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UNICAMPO: Cooperativa de Maringá (PR) faz 28 anos unindo forças no campo

No dia 16 de novembro, a Unicampo (Cooperativa de Trabalho dos Profissionais de Agronomia), de Maringá, noroeste do Paraná, completou 28 anos de fundação. Para marcar a data e destacar o papel importante da cooperativa na prestação de serviços especializados para a agropecuária, foi realizada uma live pelo seu canal no Youtube, com a presença da diretoria e do consultor e palestrante José Eduardo Bassan. “O objetivo da Unicampo é ser cooperativa todos os dias. Foi assim desde a sua fundação. E assim pretendemos seguir mais 28 anos para frente”, disse o presidente da Unicampo, Luciano Ferreira Lopes.

Os cooperados - A Unicampo foi constituída em 1992. Atualmente, possui 5.500 cooperados, dos quais 2.500 estão ativos. Fazem parte do quadro social diversos profissionais de ciências agrárias, como engenheiros agrônomos, médicos veterinários, zootecnistas. “A cooperativa foi e ainda é a porta de entrada para o mercado de trabalho para muitos profissionais. Somos uma associação de pessoas que se unem para ser mais competitivos no mercado, mais fortes. Tem gente que prefere caminhar sozinho. Mas aqui, optamos por andar juntos”, comenta Lopes.

Faturamento - “É gratificante ver o quanto a cooperativa evoluiu nesses 28 anos”, completa o dirigente. Segundo ele, o atípico ano da pandemia do coronavírus trouxe muitos desafios, porém, apesar dos percalços, a cooperativa vai fechar o ano bem, mantendo a sua linha de crescimento. “O ano de 2018 foi excepcional, em 2019 mantivemos um bom desempenho e em 2020, mesmo com a crise, teremos aumento no faturamento, podendo chegar R$ 190 milhões”.

Rádio - Em entrevista à Rádio Paraná Cooperativo, o presidente da Unicampo conta o que motivou a escolha do modelo cooperativistas para a prestação de serviços especializados no meio rural, fala de como é feito esse trabalho e da importância da intercooperação com as cooperativas da região de Maringá. Ouça aqui

Live - Clique aqui e confira a live comemorativa aos 28 anos da Unicampo. Para saber mais sobre a cooperativa acesse www.unicampo.coop.br

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UNIMED LONDRINA: Cooperativa médica cresce em ranking nacional de operadoras de planos de saúde

unimed londrina 18 11 2020A Unimed Londrina subiu quatro posições no ranking Valor 1000, publicação do jornal Valor Econômico que avalia o desempenho de empresas em 25 ramos de atuação. No ranking dos 50 maiores planos de saúde, a cooperativa de Londrina (PR) conquistou o 32ª lugar (no ano passado, estava em 36º).

Conquista - O presidente da Unimed Londrina, Omar Genha Taha, comemora a conquista da operadora. “Melhorar a posição da Unimed Londrina neste ranking é muito significativo, especialmente neste ano em que passamos por inúmeros desafios. Dividir espaço com grandes operadoras é uma responsabilidade. A Unimed Londrina se destaca porque tem uma gestão inovadora e com foco no futuro”, valoriza. Outras duas Unimeds do Paraná fazem parte da lista: Curitiba e Maringá.

Metodologia - Para definir a colocação de cada operadora, a publicação do Valor Econômico considerou as contraprestações efetivas, eventos indenizáveis líquidos, resultado líquido e ativo total das empresas. A Fundação Getúlio Vargas (FGV) e a Serasa Experian chancelaram a metodologia da publicação.

Esforço sistêmico - “Os resultados obtidos e a melhora da posição no ranking podem ser creditados a um esforço sistêmico que envolve o trabalho e comprometimento de uma grande equipe, incluindo diretoria-executiva, conselhos, cooperados e colaboradores”, reconhece Taha. (Imprensa Unimed Londrina)

 

SICOOB: Sistema anuncia isenção de tarifas nas transações Pix até para público PJ

sicoob 18 11 2020Na semana em que se inicia a operação do Pix, o Sicoob - Sistema de Cooperativas Financeiras do Brasil - anuncia a isenção tarifária sobre todas as transações Pix, para pagadores e recebedores, pessoas naturais e jurídicas. A isenção valerá, pelo menos, até 16 de fevereiro de 2021.

Mudança - Segundo o diretor-executivo de Operações do Centro Cooperativo Sicoob, Marcos Vinicius Viana Borges, o Pix muda aspectos importantes da relação dos brasileiros com a sua vida financeira. "O novo método de pagamento facilita todo o processo de transferência monetária e auxilia, em especial, micro e pequenos empresários, com isenção ou tarifas mais baratas e ausência de encargos financeiros, pois o recebimento das suas vendas é imediato", explica.

Acesso - Para o diretor, a decisão de isentar as tarifas do Pix, alinhada aos objetivos do Sicoob, foi uma maneira de possibilitar o acesso à nova ferramenta por um maior número de pessoas naturais e jurídicas.

Revolução - Borges destaca que o Pix é uma revolução no sistema financeiro nacional. "O Banco Central, no desenvolvimento do Pix, ao lado da inovação tecnológica, concentrou-se na inclusão, assegurando o acesso ao Pix por bancos, cooperativas financeiras e instituições de pagamento, estimulando e equilibrando a competição. Adicionalmente, o regulador definiu a figura de Contas Transacionais, permitindo a realização de transações Pix a partir de contas correntes, contas poupança e contas de pagamento, essa última oferecida por instituições de pagamento (fintechs e bigtechs). Com um celular na mão, as pessoas têm condição de abrir digitalmente uma dessas contas, na instituição que desejarem, inclusive no Sicoob, e acessarem de imediato ao Pix. É super inclusivo".

Pontos fortes - A instantaneidade da transferência financeira e custos menores são pontos fortes do Pix para a sociedade brasileira. O serviço também funcionará 24h por dia, sete dias por semana, conferindo comodidade e agilidade para todos, seja qual for o momento que precisarem.

Alinhado - O executivo conta que o Pix está bastante alinhado aos pilares do Sicoob, como incentivo à inclusão e justiça financeiras. "Em diversas localidades, somos a única instituição financeira presente. Por isso, é importante estarmos atentos às necessidades das pessoas e ao que há de melhor em tecnologia e inovação em favor dos brasileiros. O Sicoob é para todos".

Capacidade transformacional - Como avalia Borges, o Pix só está começando, e a sua capacidade transformacional é incrível. Basta analisar o que está por vir, como o Pix cobrança, o Pix saque (no comércio) e a condição de as pessoas pagarem as suas contas de água, gás, luz e telefone, os impostos e, em especial, as compras no comércio. Em um futuro próximo, o Open Banking também será revolucionário.

Sobre o Sicoob - O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil, Sicoob, possui 4,8 milhões de cooperados em todo o país e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. É composto por mais de 390 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e a Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob (Sicoob Confederação). Integram, ainda, o Sistema, o Banco Cooperativo do Brasil do Brasil (Bancoob) e suas subsidiárias (empresas/entidades de: meios eletrônicos de pagamento, consórcios, DTVM, seguradora e previdência) provedoras de produtos e serviços especializados para cooperativas financeiras. A rede Sicoob é a quarta maior entre as instituições financeiras que atuam no país, com mais de 3,4 mil pontos de atendimento. As cooperativas integrantes do Sistema oferecem aos cooperados serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, dentre outras soluções financeiras. Mais informações acesse: www.sicoob.com.br. (Imprensa Sicoob)

 

SICREDI: Debate para apoiar mulheres empreendedoras será promovido em parceria com a Visa

sicredi 18 11 2020Com o objetivo de celebrar o Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino - data criada pela ONU - Visa e Sicredi lançam o ‘Encontro Empreendedora’, que irá promover conteúdo voltado ao empreendedorismo feminino das pequenas e médias empresas brasileiras. O evento gratuito e virtual conta com Nina Silva e Márcia Piatti para debater sobre inovação e empreendedorismo, no dia 19 de novembro.

Trajetórias - As convidadas, com mediação da jornalista Renata Simões, irão compartilhar suas trajetórias profissionais e de vida, em um papo descontraído e atual. A live será às 13h (horário de Brasília), transmitida pelo canal do Sicredi no YouTube. Terá tradução simultânea de libras, para ser ainda mais acessível.

Apoio- Com o Encontro Empreendedora, a Visa e o Sicredi esperam apoiar milhares de mulheres que precisam de capacitação para ampliar seus negócios e prosperar. “Esse é um tema de suma importância para nós do Sicredi e para a sociedade em geral. Atualmente, as mulheres empreenderas tem 40% menos sucesso ao transformar seu empreendimento em negócio do que os homens. O exemplo de mulheres que venceram essa barreira é fundamental, pois serve de apoio e inspiração para que esse quadro se altere”, comenta Gisele Rodrigues, superintendente de Soluções de Meios de Pagamento do Sicredi.

Desafios - “A Visa está empenhada em participar do enfrentamento aos desafios que as mulheres possuem, criando uma economia digital mais inclusiva, conectada e customizada a essas necessidades. Usando o poder da marca, do negócio e da rede que possuímos, podemos contribuir para o empoderamento das empreendedoras em todo o mundo. Diversas são as iniciativas em andamento que procuram, entre outros desafios, por exemplo, diminuir o gap de US$ 1,5 trilhão que as mulheres têm no financiamento de empréstimos”, conta Eduardo Barreto, vice-presidente da Visa do Brasil.

Sobre as convidadas - Executiva em tecnologia há mais de 20 anos, Nina Silva é especializada em gestão de projetos internacionais e transformação digital. A empresária é também escritora, mentora de negócios, palestrante e colunista da MIT Sloan Review e UOL Economia. Destaca-se pelo seu trabalho como uma das fundadoras e CEO do Movimento Black Money, sendo bastante premiada: considerada pela Forbes, em 2019, uma das 20 Mulheres Mais Poderosas do Brasil, e pela MIPAD (Most Influential People of African Descent), como uma das 100 afrodescendentes mais influentes do mundo abaixo de 40 anos.

Filha de agricultores - Já Márcia Piatti vem de uma família de agricultores na região sul do país. Por não ser um filho homem, desde pequena, foi incentivada a estudar e seguir seus passos fora da propriedade. Mas o destino a fez retomar num momento muito difícil e assumir o negócio da família, sem nenhuma experiência ou qualificação. Hoje, junto com sua mãe, é referência na região em termos de produtividade e manejo da terra. Também recebeu muitos prêmios e reconhecimentos ao longo de sua vida, sendo agraciada em 2018 pelo Prêmio Nacional Mulheres do Agronegócio, entre outros. Sua história é bastante conectada ao Sicredi, que a ajudou a expandir seu negócio e a tem apoiado em diversas frentes. Faz parte do Conselho Administrativo da cooperativa Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ, e busca retribuir seus conhecimentos adquiridos repassando aos que precisam, não só com apoio financeiro, mas como uma família em que possam confiar, pois acredita que juntos podem crescer e fazer a diferença.

SERVIÇO:

Live Visa e Sicredi - ‘Encontro Empreendedora’

Dia 19/11, às 13h, com Nina Silva, Márcia Piatti e moderação de Renata Simões

Gratuito e online, transmitido pelos canal do Sicredi no YouTube.

Outras informações em www.sicredi.com.br/site/dia-do-empreendedorismo-feminino.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 23 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br).

*Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

Sobre a Visa Inc. Visa Inc. (NYSE:V) é a empresa líder em pagamentos digitais no mundo. Nossa missão é conectar o mundo por meio do que há de mais inovador, confiável e seguro em meios de pagamentos – permitindo que pessoas, negócios e economias prosperem. Nossa avançada rede de processamento global, a VisaNet, oferece pagamentos seguros e confiáveis em todo o mundo e é capaz de processar mais de 65 mil transações por segundo. O foco implacável da empresa em inovação é um catalisador para o rápido crescimento do comércio conectado em qualquer dispositivo e uma força motriz por trás do sonho de um futuro sem dinheiro em papel para todos, em todos os lugares. À medida que o mundo passa do analógico para o digital, a Visa insere sua marca, produtos, pessoas, rede e escala para remodelar o futuro do comércio. Para mais informações visite www.visa.com.br e nossa página no LinkedIn. (Imprensa Sicredi)

 

SICREDI UNIÃO PR/SP: Campanha Árvore Solidária chega à 10ª edição

sicredi uniao 18 11 2020Pelo décimo ano, a Sicredi União PR/SP irá realizar sua tradicional campanha Árvore Solidária, uma das principais iniciativas da instituição financeira cooperativa durante a época natalina e que vai ao encontro dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), Pacto Global (Global Compact) da Organização das Nações Unidas (ONU) ao qual é signatária.

Auxílio - Em 2020, a campanha que recolhe e doa toneladas de alimentos no Natal mobilizará suas 110 agências para angariar itens que ajudarão entidades assistenciais presentes nos municípios das quatro regiões de atuação da Sicredi União - Norte e Noroeste do Paraná e Centro e Centro Leste Paulista.

Combate à fome - O lançamento da campanha aconteceu com os colaboradores no dia 13 de novembro e neste ano o foco será no combate a fome. Para tanto, a ação vai recolher gêneros alimentícios não perecíveis até o dia 11 de dezembro. Em seguida, as agências terão até o dia 18 para realizar as entregas às entidades beneficiadas.

Ambiente natalino - A campanha Árvore Solidária ainda compõe o ambiente natalino das agências, contribuindo com a decoração do espaço ao se empilhar os mantimentos recebidos em forma de pinheiro.

Metas - Dentro dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), a meta do Brasil, até 2030, é erradicar a fome e garantir o acesso de todas as pessoas, em particular as mais necessitadas e em situação de vulnerabilidade, incluindo crianças e idosos, produzir alimentos seguros, culturalmente adequados, saudáveis e suficientes durante todo o ano.

Mundo justo - "Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar, melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável são compromissos dos ODS e a Sicredi, que é signatária desse movimento, se dispõe a contribuir com a construção de um mundo mais pacífico, justo e sustentável”, afirmou Rogério Machado, diretor executivo da Sicredi União PR/SP.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 23 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

 

UNIPRIME: Parceria com Mercedes-Benz é renovada

uniprime 18 11 2020A Uniprime anunciou, nesta terça-feira (17/11) - e pelo segundo ano consecutivo -, um acordo com a Mercedes-Benz do Brasil, operação nacional da montadora alemã, com objetivo de oferecer condições especiais aos cooperados na compra de automóveis 0 Km.

Benefícios - Além de 8% de desconto na aquisição do carro zero, a parceria ainda proporciona aos cooperados frete grátis, cortesia na película protetora de vidros e primeira revisão (Assist A) sem custo.

Regras - É importante se atentar às regras do benefício: o desconto na compra de um automóvel novo é válido apenas para cooperados da Uniprime Norte do Paraná Pessoas Físicas e para todos os pontos de vendas autorizados Mercedes-Benz, em território nacional. Já os demais benefícios incluem apenas as concessionárias Divesa, presente em Londrina, Maringá, Curitiba e Cascavel (PR).

Vantagens exclusivas - Reconhecida por conceder vantagens exclusivas para seu público, a Uniprime entende a parceria com a Mercedes-Benz do Brasil como uma oportunidade de estabelecer um relacionamento sólido com seus cooperados. O acordo faz parte do propósito da cooperativa em contribuir positivamente para a vida financeira das pessoas, através da oferta de produtos, serviços e parcerias que tragam vantagens para os cooperados.

Mais - Quer saber mais? Fale com um Gerente Uniprime. E, se você ainda não é cooperado Uniprime, acesse AQUI, localize uma de nossas agências e fale agora mesmo com um gerente. (Imprensa Uniprime)

 

BOM JESUS: Nova unidade é adquirida em Palmeira

bom jesus 18 11 2020Constante evolução, estas duas palavras estão no slogan da Bom Jesus, que apresenta aos cooperados a segurança que a cooperativa oferece. Na última sexta-feira (13/11), ela adquiriu uma nova unidade na cidade de Palmeira (PR), a FTG, localizada próxima a atual unidade da Bom Jesus no município.

Nova fase- Para Luiz Roberto Baggio, diretor-presidente da Bom Jesus, "a cooperativa inicia uma nova fase na vida dela, uma fase de desenvolvimento e de crescimento". Em relação a aquisição da nova unidade, Baggio comenta que "a Bom Jesus acredita muito no potencial de Palmeira, é um município que acolheu muito bem a cooperativa, e a Bom Jesus vem crescendo muito na região. E além de acreditar no potencial de agricultura e pecuária em Palmeira, esta aquisição beneficia os demais entrepostos ao redor, isso dá não somente uma interação de recepção, mas também de agilidade no processo de logística em grande volume de cereais, como soja e milho, e das culturas de inverno como trigo, cevada etc", afirma.

Plano estratégico - A unidade tem papel importante no plano estratégico da cooperativa, pois ela beneficia além dos produtores de Palmeira, também da Lapa, Irati, Rebouças, São João do Triunfo e São Mateus do Sul devido a sua grande capacidade de armazenamento de cereais, assim auxilia em transbordo e secagem de cereais das unidades vizinhas. Sua capacidade é de 950 mil sacas e conta com 3 tombadores, sendo para bi-trem, carreta e truck, somado a 2 balanças em uma área pouco maior de 2 alqueires. Conforme acordo com a atual proprietária do local, a partir de 1º de fevereiro de 2021 a Bom Jesus realizará a gestão da unidade, podendo assim receber a safra de verão dos produtores locais. Com isso, somando as duas unidades no município, a Bom Jesus passará a ter a capacidade de armazenagem de 1,2 milhão de sacas em Palmeira.

Presença - A cooperativa está em Palmeira desde 2001 e seu primeiro gerente é o atual responsável pelo sementeiro da Bom Jesus, o agrônomo Carlos Alberto Klenki. Atualmente, com Luiz Fernando Mol na gestão da unidade, atua na cidade com uma capacidade de recebimento de cereais de 250 mil sacas e 358 cooperados. (Imprensa Bom Jesus)

FOTO: Facebook PaluEnge / Divulgação

 

COCAMAR I: Cooperativa representa cooperados nos Conselhos do IDR-PR

cocamar 18 11 2020A Cocamar representa o interesse de seus mais de 15 mil cooperados nos Conselhos Consultivos que o IDR-PR (Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná) criou para serem porta-vozes da comunidade “e que vão contribuir para a entrega de resultados ainda mais positivos para a produção de riqueza no campo”, conforme afirmou o diretor-presidente da instituição, Natalino Avance de Souza.

Noroeste e norte - No dia 5/11, Souza esteve em Maringá para participar da reunião de instalação do Conselho Consultivo da Mesorregião Noroeste. Entre os integrantes titulares a quem ele deu posse está o gerente executivo técnico da cooperativa, Renato Watanabe. Já o gerente técnico Emerson Nunes participa como suplente do Conselho Consultivo da Mesorregião Norte, em Londrina.

Oportunidades - Ao todo, serão sete conselhos mesorregionais instalados no Sudoeste, Centro, Noroeste, Oeste, Centro-Sul, Norte e Metropolitana/Litoral. “No Noroeste, temos uma janela de oportunidades para aprimorar o processo produtivo, com o uso de tecnologia, inovação, e capacitação continuada dos atores no agronegócio”, destaca o presidente do IDR-PR.

Presença - Em resumo, os conselhos vão sugerir ações a serem adotadas, acompanhar a evolução dos projetos e validar os resultados conquistados, com foco no desenvolvimento social, evolução econômica e preservação e conservação ambiental.

Elevar o patamar - O secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Anacleto Ortigara, comenta que “o papel dos integrantes dos Conselhos é determinante para o Paraná alcançar um patamar ainda mais elevado em produtividade agrícola, agregação de valor e qualidade de vida no campo”.

Integrantes - Cada conselho reúne 11 integrantes nas cadeiras de titulares e outros 11, nas de suplentes. Na Mesorregião Noroeste, a coordenação ficou a cargo da presidente da Sociedade Rural de Maringá, Maria Iraclézia de Araújo.

Câmaras técnicas - O próximo passo será a criação de câmaras técnicas para auxiliar o trabalho do Conselho. A quantidade e o tema em que cada uma vai atuar serão definidos de acordo com as realidades particulares de cada região.

Ouvir - Os conselhos consultivos mesorregionais são uma novidade na estrutura organizacional do recém-criado IDR Paraná. O objetivo é ouvir os representantes dos parceiros institucionais do Instituto e colher subsídios para a formulação de projetos, programas e atividades que provoquem impactos no desenvolvimento rural em todo o Estado.

Instituição - O IDR é fruto da fusão do Iapar (Instituto Agronômico do Paraná); Emater (do Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural); da Codapar (Companhia de Desenvolvimento Agropecuário do Paraná); e do CPRA (Centro Paranaense de Referência em Agroecologia). A nova estrutura foi criada em dezembro de 2019. (Imprensa Cocamar)

 

COCAMAR II: Chefs do Campo ganha versão digital

Com a participação do cooperado e especialista em gastronomia Elsio Brazão, de Cambé (PR), está sendo produzida uma edição especial do Festival de Sabores Chefs do Campo que, por causa da pandemia, terá este ano uma versão digital.

Tradição culinária - Em quatro vídeos com a apresentação da jornalista Silvia Artigas a serem programados nas próximas semanas no canal da cooperativa no Youtube, Brazão vai ensinar o preparo de pratos, em meio a muitas dicas que, de acordo com a proposta da realização, preservam a tradição culinária regional.

Em andamento - As gravações começaram na sexta-feira (13/11), prosseguiram na segunda (16/11) e vão ser concluídas nesta quarta-feira (18/11) na própria residência do chef, em Cambé.

Núcleos - Posteriormente, o calendário com as datas de exibição vai ser informado pela área de Cooperativismo ao público alvo, as mais de 600 participantes dos núcleos femininos mantidos pela cooperativa.

Apoiadores - É a quinta edição do Festival e apoiam a iniciativa a concessionária Zacarias Chevrolet, Purity, Suavit, Made in Roça e Programa de Carne Precoce Cocamar. (Imprensa Cocamar)

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EVENTO: Após amplo estudo, SRP anuncia nova data para ExpoLondrina 2021

evento 18 11 2020A Sociedade Rural do Paraná (SRP) acaba de definir a nova data para 60ª Exposição Agropecuária e Industrial de Londrina. A ExpoLondrina 2021 será realizada de 6 a 15 de agosto. Pela primeira vez na história, a exposição acontecerá no segundo semestre e a mudança foi decidida após intensas análises e consultas a associados, diretores e parceiros deste que é um dos maiores eventos agropecuários realizados no país.

Crise sanitária - O principal motivo da mudança é a crise sanitária do país, com ainda muitas incertezas sobre a possibilidade de a população estar imunizada contra a Covid-19 até o final do primeiro semestre de 2021.

Saúde dos visitantes - “Precisamos pensar na saúde de nossos visitantes. Não podemos colocá-los em risco, uma vez que o formato de nosso evento não comporta a limitação de visitantes”, comenta o presidente da SRP, Antonio Sampaio. Cada edição da ExpoLondrina atrai em torno de 500 mil visitações, devido a uma grade de eventos diversa, que vai desde grandes shows, palestras, congressos, leilões, cursos, esportes, exposições de grandes e pequenos animais, e ainda expositores de máquinas e implementos agrícolas, veículos, instituições financeiras, entre tantos outros que proporcionam apresentar novidades tecnológicas, networking e atualização profissional.

Responsabilidade - Sampaio menciona ser de uma grande responsabilidade realizar um evento desta magnitude. “Temos que zelar pela saúde de nosso público e também ter atenção ao aspecto econômico”, observa.

Esforço econômico - A realização da ExpoLondrina envolve grande esforço econômico e o comprometimento de uma equipe durante meses. “Não fazemos uma feira deste porte de um dia para o outro. Por isso, não podemos correr o risco de preparar um evento desta grandiosidade e ter que cancelar com tudo pronto”, analisa Sampaio.

Impacto - O diretor comercial da entidade, Beto Ferrari, acrescenta que a pandemia impactou bastante o setor de máquinas e implementos agrícolas. “A expectativa é que até agosto possam reequilibrar suas operações e poder trazer lançamentos para nossos produtores”, comenta.

Atrações - Ferrari adianta que a ExpoLondrina 2021 trará todas as atrações que o público espera. “Acreditamos que será um grande evento porque temos uma demanda reprimida por lazer e novos conhecimentos, por encontrar pessoas, movimentar nossa rede de relacionamento. Acreditamos que até agosto do ano que vem teremos segurança para isso”, comenta. Mas atenta aos resultados eficazes dos eventos on-line, que têm a capacidade de reunir pessoas de várias partes do país e do mundo que não poderiam se deslocar, a SRP já prevê que parte da programação da ExpoLondrina 2021 será híbrida, ou seja, presencial e também transmitida por plataformas digitais. Ferrari ainda lembra que a próxima edição da feira irá comemorar os 60 anos de sua criação. “Teremos muitos motivos para comemorar”, diz ele. (Assessoria de Imprensa da Sociedade Rural do Paraná)

FOTO: Equipe Elvira Alegre

 

CRÉDITO: Funcafé ultrapassa R$ 3,5 bilhões em liberações para o setor cafeeiro

funcafe 18 11 2020O Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) atingiu volume de repasse nas linhas de crédito aos agentes financeiros superior a R$ 3,5 bilhões, representando 61% da programação inicial de R$ 5,7 bilhões da safra 2020/2021.

Disponibilização - Até o momento (17/11), foram disponibilizados R$ 1,18 bilhão para custeio, R$ 535 milhões para aquisição, R$ 1,4 bilhão para comercialização e R$ 417 milhões para capital de giro para indústrias de solúvel, torrefação e cooperativas de produção. Ao todo, são 30 agentes financeiros que assinaram contrato com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Importante - “O volume de recurso já liberado e disponível aos cafeicultores nesse início de safra é importante nessa fase de tratos culturais nos cafezais para garantia de boa produtividade", ressalta o diretor de Comercialização e Abastecimento da Secretaria de Política Agrícola do Mapa, Silvio Farnese.

Juros - Para a safra atual, os juros foram definidos em até 5,25 % para Custeio, Comercialização e Aquisição - FAC (quando o beneficiário for cooperativa de cafeicultor) e de 6,75% para Capital de Giro e para FAC (demais beneficiários).

Tabela - A tabela detalhada dos recursos do Funcafé pode ser acessada no site do Mapa.  (Mapa)

 

SENADO: Terceira etapa do Pronampe e compensação de perdas com a Lei Kandir estão na pauta desta quarta

senado 18 11 2020A terceira etapa do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) e o projeto que transfere recursos da União a estados e municípios para compensar perdas de arrecadação provocadas pela Lei Kandir estão entre os itens a serem votados esta semana do Plenário. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, definiu a pauta após reunião remota, nesta terça-feira (17/11), com os líderes partidários.

PL 5.029/20 - De autoria do senador Jorginho Mello, o PL 5.029/2020 estabelece para a terceira etapa do Pronampe um limite de financiamento de R$ 300 mil, com juros de 6% ao ano, acrescidos da taxa Selic — mais altos que os das primeiras etapas (1,25% mais taxa Selic). A carência - prazo para o início do pagamento — permanece em seis meses. O aporte inicial da nova etapa está previsto em R$ 10 bilhões, mas poderá alcançar R$ 40 bilhões.

Destinação - Criado em maio com o objetivo de apoiar pequenos negócios afetados pela pandemia de covid-19, o Pronampe já destinou quase R$ 28 bilhões por meio do Fundo Garantidor de Operações (FGO). Segundo o governo federal, mais de 450 mil contratos já foram efetuados nas duas primeiras fases. O projeto é relatado pela senadora Kátia Abreu (PP-TO).

Comemoração - Jorginho comemorou no Twitter a inclusão da proposta na pauta de quarta-feira (18/11). "Conseguimos que o Pronampe 3 entre na pauta de votação do Senado. Terá ajustes, mas continuará uma ação poderosa e efetiva de socorro aos pequenos negócios. E a nova fase deve marcar o caráter permanente do programa, como concebi no projeto", afirmou o senador.

Lei Kandir - Também entra na pauta desta quarta o projeto de lei complementar (PLP) 133/2020, que transfere recursos da União a estados e municípios para compensar perdas de arrecadação provocadas pela Lei Kandir. De autoria do senador Wellington Fagundes (PL-MT), o projeto regula acordo firmado no Supremo Tribunal Federal (STF) entre a União e o Fórum Nacional de Governadores, em Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO).

Acordo - O texto vai permitir o andamento do acordo que prevê a transferência dos recursos pela União, como forma de compensação aos estados e municípios exportadores de produtos primários e semielaborados, como soja, milho, algodão, carnes, madeira e minérios, que, pela Lei Kandir, são isentos de cobrança de impostos estaduais e municipais com o objetivo de incentivar exportações.

Transferência - Relatado pelo senador Antonio Anastasia (PSD-MG), o projeto permite a transferência de R$ 65,5 bilhões da União aos entes federados. Desse total, R$ 58 bilhões serão transferidos no período de 2020 a 2037 e estão previstos na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 188/2019, que trata do novo Pacto Federativo.

Outros projetos - Ainda para esta quarta-feira está prevista a votação do PL 3.364/2020, já aprovado pelos deputados, que prevê ajuda de R$ 4 bilhões ao setor de transporte público coletivo de passageiros e o PL 3.819/2020 que reinstitui a obrigatoriedade de licitações para o transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros.

Licitações - Os senadores devem analisar ainda o PL 3.819/2020, que restabelece a obrigatoriedade de licitações para o transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros. O texto é do senador Marcos Rogério (DEM-RO) e tem o senador Acir Gurgacz (PDT-RO) como relator. A matéria chegou a entrar na pauta do Plenário antes das eleições municipais, mas foi retirada depois de divergências em relação aos requerimentos para adiamento de votação. Para evitar as discussões e tentar chegar a um entendimento, o próprio autor pediu o adiamento da votação.

Fust - Os senadores acordaram na reunião de líderes fazer sessões deliberativas também nesta quinta-feira (19/11) e na quarta-feira da semana que vem (25/11). Entre as propostas que podem ser votadas nas próximas sessões está o substitutivo da Câmara ao PL 172/2020 que permite o uso de recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) para a ampliação da banda larga em escolas públicas.

Internet das coisas - Também está em discussão a votação do PL 6.549/2019 que isenta de taxas e contribuições os sistemas tecnológicos que compõem a chamada internet das coisas. Assim como do PL 4.558/2020 que facilita acesso ao crédito, buscando minimizar o impacto da pandemia do coronavírus na economia. O texto dispensa a exigência de uma série de documentos na hora da contratação ou renegociação de empréstimos, por empresas ou pessoas físicas, junto aos bancos públicos.  

Lei de Falências - Na próxima semana deve ser analisado o PL 4.458/2020, já aprovado pela Câmara dos Deputados, que faz uma séria de alterações na Lei de Falências (Lei 11.101, de 2005). Entre as maiores inovações, estão as possibilidades de financiamento na fase de recuperação judicial, de ampliação do parcelamento das dívidas tributárias federais e de apresentação do plano de recuperação pelos credores. Também entraram na lista o PL 4.554/2020 que propõe alterações no Código Penal para fixar penas mais severas para quem praticar fraude por meio de dispositivo eletrônico e o PL 4.203/2020 que estende a atuação da Codevasf a todas as bacias hidrográficas de Minas Gerais e de Roraima. (Agência Senado)

FOTO: Marcos Oliveira / Agência Senado

 

CÂMARA: Líder do governo espera votar projeto de incentivo à navegação; oposição promete obstruir votações

camara 18 11 2020O líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), acredita que será possível destrancar a pauta de votações e avançar na análise de temas considerados prioritários. Um dos itens da sessão do Plenário, marcada para quarta-feira (18/11), é o chamada projeto da BR do Mar (PL 4199/20), de incentivo à navegação de cabotagem (entre portos nacionais). Esse projeto impede a análise de outras propostas por estar com urgência constitucional vencida.

Expectativa - “A nossa expectativa é de vencermos o PL do Mar, o projeto da cabotagem que está trancando a pauta há bastante tempo e avançarmos na negociação de demais matérias, como o Banco Central independente, os projetos que tratam dos fundos públicos e da negociação com os estados e avançarmos também em pautas importantes para a questão econômica do Brasil”, disse Barros.

Prioridade - Ao sair de reunião com o presidente Jair Bolsonaro na semana passada, Barros já havia anunciado prioridade para as propostas que tratam de autonomia do Banco Central (PLP 19/19) e de ajuda da União aos estados (PLP 101/20). A outra proposta citada por Barros é a que libera verbas de fundos públicos para enfrentamento da pandemia de Covid-19 (PLP 137/20).

Oposição - A oposição, no entanto, promete continuar trabalhando para impedir qualquer votação pelo Plenário enquanto a Medida Provisória 1000/20 não for pautada. Essa MP prorrogou o auxílio emergencial, mas na metade do valor, ou seja, R$ 300. Os deputados de oposição querem tentar retomar o valor inicial do auxílio, de R$ 600, como comentou a líder do PCdoB, deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC), que afirma que também não há acordo para o PL do Mar.

Manutenção da renda - “É preciso manter a renda das pessoas que perderam o emprego durante a pandemia. Para isso, nós da oposição queremos votar a Medida Provisória 1000, porque o governo cortou pela metade o auxílio emergencial. Esse é o principal motivo de nós da oposição estarmos fazendo obstrução. Por outro lado, o governo quer votar o projeto de lei da cabotagem, que desmonta toda a indústria naval no País. Vamos ter que ter muita conversa para chegar a um entendimento”, disse a deputada.

Partidos - A obstrução de partidos da oposição vem sendo acompanhada por partidos como Avante, PL, PP e PSD, mas por outro motivo: as disputas na instalação da Comissão Mista de Orçamento. Esse cenário também poderá dificultar as votações nesta semana.

Incra - Além do projeto de incentivo à navegação, a pauta de quarta-feira tem uma medida provisória (MP 993/20) que autoriza o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) a prorrogar contratos de pessoal por tempo determinado.

Piora - O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, alertou para o risco de piora na economia caso a base do governo continue a obstruir a pauta do Plenário e impeça a votação de propostas importantes. Para esta semana, Maia disse que pautaria proposta de emenda à Constituição que institui cota para mulheres nas câmaras de vereadores, assembleias legislativas e na Câmara dos Deputados (PEC 134/15). (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Michel Jesus / Câmara dos Deputados

 

BOLETIM MACROFISCAL: SPE aponta queda de 4,5% no PIB em 2020 e crescimento de 3,2% em 2021

boletim macro 18 11 2020A Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia (SPE/ME) divulgou nesta terça-feira (17/11), em coletiva virtual, a edição do Boletim Macrofiscal de novembro, com a atualização das projeções sobre o comportamento dos principais indicadores macroeconômicos. A Secretaria revisa para 4,5% a estimativa de queda do Produto Interno Bruto (PIB) real este ano, com crescimento de 3,2% em 2021. Para 2020, portanto, foi reduzida a estimativa de queda prevista nos últimos três boletins – de setembro, julho e maio – que previam uma redução de 4,7% do PIB. A melhora na projeção está associada aos bons resultados apresentados pela indústria e pelo comércio e à expectativa da aceleração da retomada do setor de serviços.

Inflação - A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é projetada em 3,13% em 2020. O valor representa um aumento da projeção em relação ao Boletim Macrofiscal de setembro, ao levar em consideração, principalmente, a elevação da projeção dos preços dos alimentos. Entretanto, o comportamento das demais categorias de produtos continua mantendo a previsão de variação do índice geral dentro do intervalo de tolerância da meta de inflação.

Medidas - O documento destaca que as medidas tomadas pelo governo federal em conjunto com o Congresso Nacional permanecem sendo relevantes para mitigar os efeitos negativos sobre a economia brasileira. A publicação mostra, ainda, que a retomada do crescimento sustentável da economia ocorrerá com a elevação da produtividade por meio das reformas estruturais e do processo de consolidação fiscal.

Recuperação - Durante a coletiva de imprensa, o secretário especial de Fazenda, Waldery Rodrigues, destacou que a recuperação econômica está ocorrendo de forma espalhada, direta, célere e transparente em todos os setores econômicos, inclusive o setor de serviços, que vinha ficando mais atrás nesse processo de retomada das atividades.

Expectativa - “Esperamos para o final do ano uma recuperação em V para diversos segmentos. E nos permitir ter uma perspectiva – em conjunto com programas de consolidação fiscal, equilíbrio fiscal, defesa das regras fiscais e, em particular, teto de gastos – de caminhar em direção a 2021 em um patamar mais próximo daquele que fizemos em 2019”, avaliou o secretário.

Consolidação fiscal - O secretário de Política Econômica, Adolfo Sachsida, também falou sobre a importância da consolidação fiscal nesse processo de retomada de crescimento que se consolidará em 2021. “A consolidação fiscal mantém juros baixos, inflação baixa, que ajuda todo o povo brasileiro, em especial os mais pobres. Com juros baixos, inflação baixa, o investimento privado cresce, o emprego cresce, o PIB cresce e a renda do trabalhador cresce”, frisou.

Sustentação - Sachsida citou as medidas que, segundo ele, irão sustentar a consolidação fiscal nos próximos anos, como as Propostas de Emendas à Constituição (PEC’s) do Pacto Federativo; Emergência Fiscal e Fundos; Reforma Administrativa; Programa de privatizações e concessões; enxugamento de bancos públicos e revisão dos gastos tributários.

Coletiva - Também participaram da coletiva virtual o subsecretário de Política Macroeconômica, Fausto José Araújo Vieira; o subsecretário de Política Fiscal, Erik Alencar de Figueiredo; o vice-presidente de Agronegócios e Governo do Banco do Brasil, João Pinto Rabelo Júnior; e o vice-presidente de Varejo da Caixa, Celso Leonardo Derziê de Jesus Barbosa. (Ministério da Economia)

Acesse o Panorama Macroeconômico - Novembro de 2020

FOTO: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

 

CÂMBIO: Dólar aproxima-se de R$ 5,30 e fecha no menor valor em dois meses

cambio 18 11 2020Em mais um dia de euforia no mercado financeiro, o dólar fechou no menor valor em dois meses, influenciado pelo cenário internacional e pela indicação de que o Banco Central (BC) pode aumentar as intervenções no câmbio. A bolsa de valores subiu pela terceira sessão seguida, encerrando no maior nível desde o fim de fevereiro.

Cotação - O dólar comercial encerrou esta terça-feira (17/11) vendido a R$ 5,33, com recuo de R$ 0,107 (-1,97%). Foi a terceira sessão consecutiva de queda. No início das negociações, a cotação operou, em R$ 5,42, em leve baixa, mas desabou a partir do fim da manhã. Na mínima do dia, por volta das 14h30, a divisa chegou a ser vendida a R$ 5,32.

Influências - Além das notícias de avanços nas pesquisas sobre a vacina contra a covid-19, o mercado foi influenciado por comunicado divulgado na segunda-feira (16/11) à noite pelo Banco Central (BC), sobre a rolagem (renovação) de contratos de swap cambial. Essas operações equivalem a leilões de dólares no mercado futuro.

Renovação dos contratos - No texto, a autoridade monetária informou que renovará integralmente US$ 11,8 bilhões de contratos que venceriam em janeiro, como tem feito nos últimos meses. O comunicado, no entanto, deixou em aberto a possibilidade de que o BC “aumente a oferta, conforme as condições de mercado”, o que foi interpretado como possibilidade de que a autoridade monetária volte a leiloar novos contratos de swap tradicional, em vez de apenas os renovar, o que ajudaria a conter a volatilidade cambial no fim de ano.

Ações - No mercado de ações, o dia foi marcado pela euforia. O índice Ibovespa, da B3, fechou esta terça aos 107.249 pontos, com alta de 0,77%. O indicador está no maior nível desde 21 de março, quando tinha fechado em torno de 113 mil pontos.

Lucros - Além da volta de investidores estrangeiros à bolsa, que aplicaram R$ 17,8 bilhões a mais do que retiraram na B3 em novembro, o indicador foi influenciado pela divulgação de lucros em várias companhias.

Mercado internacional - O Ibovespa subiu mesmo com a realização de lucros no mercado internacional. Nos Estados Unidos, os principais índices fecharam em leve queda, com investidores vendendo ações para embolsar ganhos depois da sessão de ontem. O Dow Jones (das empresas industriais) caiu 0,56%, o S&P 500 (das 500 maiores empresas) teve queda de 0,48%, e o Nasdaq Composite (das empresas de tecnologia) fechou em baixa de 0,21%. Ontem (16), o Dow Jones e o S&P 500 fecharam em máximas históricas. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

 

INTERNACIONAL: Brics apoia candidatura do Brasil para Conselho de Segurança da ONU

internacional 18 11 2020Os países do Brics, grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, manifestaram apoio à candidatura do Brasil para membro rotativo do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) em 2022 e 2023. O apoio consta no comunicado da 12ª Reunião de Cúpula do grupo, realizada nesta terça-feira (17/11) de forma virtual.

Pandemia - O texto conjunto também defendeu a cooperação internacional para o enfrentamento da pandemia de covid-19 e a distribuição, de forma equitativa, de uma vacina segura e eficaz. Em relação ao comércio internacional, os países pediram uma reforma na Organização Mundial do Comércio (OMC), que propicie a defesa dos países em desenvolvimento, evite o protecionismo dos países ricos e busque uma cadeia de suprimento global mais “resiliente".

Conselho - Sob presidência da Rússia, o Brics defendeu uma reforma ampla da ONU para abrigar mais países do grupo no Conselho de Segurança. Com Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido como membros permanentes, o conselho representa o principal árbitro de conflitos no sistema internacional e tem dez membros rotativos, eleitos para mandatos de dois anos. Há várias décadas, o Brasil, um dos países que mais ocupou o posto de membro não permanente, reivindica um assento fixo.

Soberania - Reforçando o apoio ao direito internacional e à democracia, o comunicado invoca o respeito à soberania dos Estados e pede o cumprimento do princípio da não-intervenção externa nos países. Os países reiteraram o compromisso com a paz, a estabilidade, o respeito mútuo e a igualdade, com eventuais disputas internacionais sendo resolvidas por meios pacíficos.

Discurso - O comunicado está em linha com alguns pedidos do presidente Jair Bolsonaro. Em discurso na abertura do encontro, ele defendeu mudanças na OMC, reforçou o apelo por um assento permanente do Brasil no Conselho de Segurança da ONU e pediu reformas na Organização Mundial da Saúde (OMS). O presidente também prometeu divulgar uma lista de importadores de madeira ilegal da Amazônia brasileira, criticando os “ataques” que o governo sofre em relação às queimadas e ao desmatamento. (Agência Brasil)

FOTO: Marcos Corrêa / PR

 

SAÚDE I: Brasil registra 35 mil novos casos de Covid-19

saude I destaque 18 11 2020O Brasil registrou nas últimas 24 horas, segundo o último boletim divulgado pelo Ministério da Saúde, 35.294 casos confirmados de covid-19 e 685 mortes. Segundo as informações divulgadas pelo ministério, desde o início da pandemia, o país teve 5.911.798 casos confirmados da doença e 166.699 óbitos. O número de recuperados é de 5.361.592.

Acompanhamento - De acordo com o boletim epidemiológico divulgado na noite desta terça-feira (17/11), há 383.467 casos em acompanhamento. A taxa de incidência da doença por 100 mil habitantes é de 2.813,2 e a letalidade é de 2,8%.

Sudeste- A Região Sudeste é a que concentra o maior número de casos e de mortes, com 2.066.435 e 75.791, respectivamente. Em seguida vem as regiões Nordeste, Sul, Norte e Centro-Oeste. O estado com maior número de casos e de mortes é São Paulo, com 1.178075 casos e 40.748 mortes.

Rio de Janeiro - O estado do Rio de Janeiro registrou 330.009 casos desde o início da pandemia de covid-19, em março. Segundo boletim divulgado hoje, a doença resultou na morte de 21.474 pessoas no estado, e 309.941 pessoas se recuperaram.

Soma - A capital fluminense soma 127.921 casos e 12.653 mortes confirmadas por covid-19. As outras quatro cidades com mais casos registrados são Niterói (17.122), São Gonçalo (15.369), Belford Roxo (11.278) e Duque de Caxias (11.274). Já em número de mortes, a lista muda de ordem: depois do Rio, os municípios com mais óbitos são Duque de Caxias (808), São Gonçalo (803), Nova Iguaçu (718) e Niterói (538).

Média móvel de mortes - Entre os dias 11 e 16 de novembro, o estado registrou alta na média móvel de mortes por covid-19, que havia chegado ao menor patamar desde o início da pandemia no dia 11, com uma média de 30 vítimas por dia em um período de sete dias.

Elevação - Segundo o painel de monitoramento da Fundação Oswaldo Cruz, houve, então, cinco dias seguidos de alta, e a média móvel de mortes se elevou para 56,57 casos por dia no período de sete dias encerrado ontem. A alta reverteu a queda que o indicador havia acumulado em novembro e aproximou a média móvel do nível que era registrado no início do mês.

Indicador - A média móvel de mortes é um indicador considerado importante por pesquisadores para avaliar a tendência da pandemia com menor interferência das oscilações diárias. O cálculo consiste em somar as mortes registradas nas últimas 24 horas com as dos seis dias anteriores, e dividir o resultado por sete.

Taxa de ocupação - Com menos leitos disponíveis que no pico da pandemia, o Sistema Único de Saúde na cidade do Rio de Janeiro estava na segunda-feira (16/11) com pacientes em 79% das vagas de unidade de terapia intensiva (UTI) exclusivas para covid-19. Ocupados por 403 pessoas, esses leitos são das redes municipal, estadual e federal e estão situados na capital, segundo balanço da Secretaria Municipal de Saúde. No domingo, (15/11), a ocupação era de 80%, com 415 pessoas em UTIs.

Rede municipal - Quando contabilizados apenas os leitos da rede municipal, a ocupação chegou 97% no domingo (15/11), com 244 pacientes internados em 251 leitos. Na segunda-feira (16/11), a ocupação diminuiu para cerca de 92%, com 230 pacientes em 251 leitos de UTI. (Agência Brasil)

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SAÚDE II: Boletim registra 2.324 novos casos de coronavírus e mais 30 óbitos

saude II 18 11 2020A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta terça-feira (17/11) mais 2.324 casos confirmados e 30 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 240.614 casos e 5.707 mortos em decorrência da doença. Há ajuste de um caso confirmado detalhado ao final do texto.

Internados - Nesta terça-feira eram 677 pacientes internados com diagnóstico confirmado de Covid-19. Destes, 586 ocupam leitos SUS (284 em UTI e 302 em leitos clínicos/enfermaria) e 91 leitos da rede particular (30 em UTI e 61 em clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 1.019 pacientes internados, 444 em leitos UTI e 575 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A secretaria estadual informa a morte de mais 30 pacientes. Todos estavam internados. São 14 mulheres e 16 homens com idades que variam de 42 e 94 anos. Os óbitos ocorreram entre 13 de outubro e 16 de novembro.

Residência - Os pacientes que foram a óbito residiam em Curitiba (3), Ponta Grossa (3), Cascavel (2) e Maringá (2), além de uma morte registrada em cada um dos seguintes municípios: Almirante Tamandaré, Califórnia, Campo Mourão, Colombo, Cornélio Procópio, Foz do Iguaçu, Guarapuava, Ivaiporã, Loanda, Marialva, Paiçandu, Palmas, Paranaguá, Paranavaí, Pinhais, Rio Negro, Rolândia, São José dos Pinhais, Tapira e Umuarama.

Fora do Paraná - O monitoramento contabiliza 2.501 casos de pessoas que não moram no Estado. Destas, 51 morreram.

Ajustes - Um caso confirmado no dia 14/11 em Umuarama foi excluído por duplicidade de notificação. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

 

SAÚDE III: Boletim da Dengue registra 102 novos casos no Estado

saude III 18 11 2020O Paraná totaliza 954 casos de dengue no período epidemiológico que teve início em agosto, segundo o boletim divulgado nesta terça-feira (17/11) pela Secretaria de Estado da Saúde. São 102 ocorrências a mais que o boletim anterior, que somava 852. Os casos confirmados estão em 152 municípios.

Notificações - O Estado apresenta 9.968 notificações; 1.703 a mais que a última publicação.

Casos autócnes - Doze municípios mostram casos autóctones pela primeira vez no período; são eles Goioerê, Nova Cantu, Perobal, Amporã, Astorga, Paiçandu, Lupionópolis, Santa Amélia, Entre Rios do Oeste, Santa Helena, Toledo e Manoel Ribas.

Grave - Seis municípios registraram casos de dengue grave; Cascavel entrou para esta relação neste boletim com uma ocorrência e os outros municípios são Foz do Iguaçu, com três casos de dengue grave, e Marmeleiro, Assaí, Cambé e Jataizinho, com um caso cada um.

Boletins semanais - A partir desta semana a Secretaria da Saúde volta a publicar o boletim semanalmente.

Enfrentamento - A Secretaria promove uma série de webconferências dirigidas aos profissionais das áreas da Atenção Primária, Urgência e Emergência e Vigilância que passam a atuar de forma integrada neste período de enfrentamento da dengue.

Conferências online - As conferências online, que visam a atualização e preparam os profissionais para a integração, registraram 720 conexões em tempo real e 4.607 visualizações no canal youtube da Sesa.

Encontros - Já foram feitos cinco encontros pela internet e estão programados mais três, nos dias 19 e 26 de novembro e no dia 3 de dezembro, a partir das 9h. Os temas serão: classificação de risco, diagnóstico, estadiamento e manejo clínico da dengue na Urgência e Emergência

Plano - A ação faz parte do Plano de Enfrentamento da Dengue no Paraná, já pactuado pelos municípios e apresentado ao Ministério da Saúde. “O Governo do Estado está atento à dengue, já aplicando as medidas de combate aprovadas no Plano Estadual e preparando os profissionais do Estado e dos municípios para atendimento de forma integrada, com o objetivo de identificar e diagnosticar a dengue com mais agilidade e segurança”, afirmou o secretário Beto Preto.

Participação da população - Ele destacou que além das medidas implantadas pelo Governo do Estado, a principal ação de combate à dengue envolve a participação da população. “Os focos do mosquito transmissor da doença, o Aedes aegypti estão nas residências, em ambientes internos e externos, e a eliminação destes criadouros é principal forma de combater a dengue”, enfatizou o secretário.

Criadouros - “Eliminar os criadouros significa acabar com todos os pontos e recipientes que possam acumular água; nunca é demais repetir que é preciso tampar as caixas d´água, cisternas e poços; limpar as calhas e os ralos, e descartar corretamente o lixo, entulhos e pneus velhos”, disse Beto Preto. (Agência de Notícias do Paraná)

 


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