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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4966 | 09 de Dezembro de 2020

SISTEMA OCEPAR: Realizado o segundo ciclo do Encontro do Planejamento Estratégico 2021

A diretoria executiva do Sistema Ocepar voltou a se reunir virtualmente com as equipes de trabalho, na manhã desta quarta-feira (09/12), para a realização do segundo ciclo do Encontro do Planejamento Estratégico 2021. O evento foi iniciado nesta terça-feira (08/12), quando foi feita uma análise das atividades executadas em 2020, e teve continuidade hoje, com o propósito de discutir as ações que a entidade irá implementar no ano que vem, em benefício do desenvolvimento das cooperativas paranaenses.

Jornada - O coordenador de gestão estratégica, Alfredo Benedito Kugeratski Souza, explicou que a jornada de construção do Plano Estratégico de 2021 foi iniciada com o resgate das diretrizes do Sistema Ocepar, identificação dos desafios para o ano que vem e a avaliação dos objetivos estratégicos, realizados até o fim do mês de novembro. O período entre os dias 30 de novembro e 15 de dezembro será dedicado à estruturação do Plano de Metas de 2021 e definição dos indicadores e metas com as equipes de trabalho da entidade. A realização do Encontro do Planejamento, ocorrido nesta terça e quarta, é considerada o Dia D do Planejamento de 2021. Ainda de acordo com Alfredo, será feita a apresentação da proposta inicial do Plano de Metas aos diretores da Ocepar e da Fecoopar e conselheiros do Sescoop/PR, no dia 17 de dezembro. A execução das ações começa em janeiro de 2021. O Planejamento Estratégico será ainda submetido à aprovação nos Encontros de Núcleos Cooperativos e na Assembleia Geral Ordinária, entre os meses de abril e maio de 2021 e, posteriormente, terão continuidade a execução e o acompanhamento das atividades estabelecidas para o ano.

PRC200 - No final do Encontro ocorrido na manhã desta quarta-feira, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, lembrou que em 2021 a entidade completa 50 anos e que, ao longo de sua trajetória, a organização sempre teve como uma característica realizar o planejamento de suas ações. “São 50 anos de inovação em planejamento e, em cada etapa, tivemos um novo desafio”, frisou. Ricken destacou que, a partir do ano que vem, será implementado o Plano Paraná Cooperativo 200, o PRC200, cujo objetivo é proporcionar meios para que as 217 cooperativas paranaenses vinculadas à entidade alcancem R$ 200 bilhões de faturamento nos próximos anos. De acordo com ele, o plano irá incorporar os pilares do PRC100, que terá a meta financeira de faturamento do setor (R$ 100 bilhões) atingida neste ano, os direcionadores do 14º Congresso Brasileiro de Cooperativismo, ocorrido em 2019, e as diretrizes de atuação do Sistema Ocepar. “Vamos agregar tudo e ajustar as dimensões para elaborar uma nova proposta”, afirmou.

União - O presidente do Sistema Ocepar também apresentou a visão estratégica do PRC200 e enfatizou a importância da união entre as equipes de trabalho das três entidades que formam o Sistema Ocepar – Ocepar, Sescoop/PR e Fecoopar –, para que o processo seja executado de forma bem-sucedida. “Nós somos responsáveis pela condução do desenvolvimento do cooperativismo paranaense e o nosso plano para atingir esse objetivo é cooperativo”, afirmou. “Eu quero que vocês façam um esforço nesse sentido, porque cada um é bom naquilo que faz. Mas, se nós formos bons num grupo, nós resolvemos as questões de forma mais tranquila e com maior competência. Esse é o desafio que quero propor a todos”, finalizou.

Palestra - A programação do evento teve ainda a participação do mestre em Psicologia do Trabalho e pesquisador, Alexandre Pellaes, que ministrou palestra com o tema “Esqueça o novo normal. Invista em um novo você.”

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TARIFA RURAL NOTURNA: Projeto que acabava com o programa é retirado da pauta de votações da Alep

tarifa rural 09 12 2020Foi retirado da pauta de votações da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), nesta terça-feira (08/12), o Projeto de Lei (PL) 657/2020, de autoria do Poder Executivo, que previa o fim do Programa Tarifa Rural Noturna e também estabelecia a criação do Programa Paraná Energia Rural Renovável. Segundo informações do boletim divulgado pela diretoria de Comunicação da Alep, após ser aprovada na Comissão de Constituição de Justiça, a proposta teve vista solicitada na Comissão de Finanças e Tributação. De acordo com o deputado Luiz Cláudio Romanelli, “uma emenda modificativa que revoga a extinção do Programa Tarifa Rural Noturna será feita ao Projeto de Lei em discussão na Assembleia.

Pleito - A medida atende ao pleito feito em conjunto pela Ocepar, Faep, Fiep, Sindiavipar, Sindicarne e Sindileite que, contrários ao fim da Tarifa Noturna Rural, enviaram um ofício ao governador Ratinho Junior e à Alep, na semana passada, solicitando a retirada do PL 657/2020 encaminhado à Assembleia, por entender que milhares de agricultores no Paraná seriam prejudicados com o fim do benefício. "O projeto 657 em si tem grandes méritos ao propor a instituição do Programa Paraná Energia Renovável, que poderá, no futuro, resolver em grande parte o problema de energia no campo. Mas, como dito, no futuro", afirmaram as entidades no documento, acrescentando que “eliminar abruptamente o Programa Tarifa Rural Noturna num momento difícil de nossa economia significa empurrar para os produtores rurais um acréscimo impraticável em seus custos de produção, enquanto se procura mitigar os impactos sociais e econômicos da pandemia a outros setores.” As entidades se propuseram realizar, junto com o governo estadual, a reestruturação de uma solução que atenda às necessidades dos produtores rurais e, ao mesmo tempo, não onere o Tesouro Estadual. 

O Programa - O Programa Tarifa Rural Noturna prevê desconto especial na tarifa de energia elétrica e dos encargos decorrentes desse serviço, inclusive no adicional de bandeira tarifária, relativa ao consumo de energia elétrica ativa no meio rural e para unidades classificadas como Cooperativa de Eletrificação Rural que obedeçam aos requisitos da Lei 19.812/2019. O benefício é aplicado sobre o consumo ativo no horário das 21h30 às 6 horas do dia seguinte, com desconto especial de 60% sobre a tarifa e no adicional de bandeira tarifária.

FOTO: Dállie Felberg / Alep

 

 

COVID-19: Confira o comunicado 170 do Comitê de Acompanhamento

covid 19 II destaque 09 12 2020O Fórum de Energia, promovido pelo Sistema Ocepar nesta terça-feira (08/12), com a participação de 13 cooperativas agropecuárias, do Sistema OCB e de especialistas de mercado, é um dos destaques do comunicado 170, emitido pelo Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 nesta terça-feira (08/12). Confira abaixo todas as informações do boletim.

1.O Sistema Ocepar, no dia 08 de dezembro, realizou o primeiro Encontro de Planejamento Estratégico 2021, com a participação do palestrante Eugenio Mussak, que abordou o tema: reposicionamento das organizações em momentos de transformação.

2. O Sistema Ocepar informa que está monitoramento o Projeto de Lei - PL nº 657, que está em tramitação na Alep, que trata de energias alternativas e a extinção da Lei que criou o Programa Tarifa Rural Noturna.

3. O Sistema Ocepar, no dia 08 de dezembro, realizou o Fórum de Energia, com a participação de 13 cooperativas agropecuárias, do Sistema OCB e de especialistas de mercado. No evento foram discutidos os principais cenários e alterações de regulamentação que irão impactar na estratégia de aquisição de energia das cooperativas no mercado livre.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). Desde que o trabalho remoto foi adotado pela instituição, em 20 de março, os integrantes se reúnem diariamente, por meio de videoconferência, para analisar cenários e discutir o andamento das atividades visando atender as demandas das cooperativas. O Comitê tem ainda divulgado os comunicados para informar as principais ações de interesse do cooperativismo paranaense que estão sendo executadas pelo Sistema Ocepar nesse período de pandemia.

 

500 MAIORES: Cooperativas Coamo, C.Vale e Lar estão entre as 10 maiores empresas do Paraná

maiores destaque 09 12 2020As cooperativas agropecuárias Coamo, C.Vale e Lar estão entre as 10 maiores empresas do Paraná, de acordo com o ranking as 500 Maiores do Sul, organizado pelo Grupo Amanhã em parceria com a PwC Brasil. O resultado foi divulgado na manhã desta terça-feira (08/12). A Coamo também figura entre as maiores empresas da região Sul. As dez maiores empresas paranaenses são: Copel, Coamo, Klabin, Rumo, Itaipu, Renault, Sanepar, C. Vale, Lar e Electrolux. Já as 10 maiores empresas do ranking geral da região Sul são: Bunge Alimentos, BRF, Copel, Sicredi, Weg, Coamo, Banrisul, Engie Brasil, Klabin e Yara.

Vantagem - Segundo os organizadores, a vantagem que o Paraná havia exibido em 2018 sobre o Rio Grande do Sul nos principais indicadores de 500 Maiores do Sul se consolidou em 2019. O ranking mostra que as 183 companhias paranaenses produziram cifras mais elevadas que as 183 gaúchas em vendas, em lucros e em patrimônios (que são os três componentes do Valor Ponderado de Grandeza, principal indicador da tradicional lista). Assim como na edição anterior, a receita com vendas é o resultado mais vistoso das paranaenses: R$ 221,2 bilhões – valor 9,6% maior que a soma das representantes catarinenses (R$ 201,7 bilhões) e 11,7% maior que a das gaúchas (R$ 197,9 bilhões).

Transparência - “Por desde o seu início receber tão somente balanços publicados ou enviados pelas empresas, 500 Maiores do Sul sempre destacou a transparência das companhias do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul e ajudou a estabelecer parâmetros de compliance para os líderes da região”, destaca Jorge Polydoro, publisher do Grupo Amanhã. “Analisamos cerca de 2 mil balanços de empresas da Região Sul. Vimos que muitas dessas companhias estavam em um ritmo acelerado de crescimento, mas tiveram que colocar o pé no freio agora em 2020. A nossa percepção é que o fôlego e a disposição de 2019 ainda existem, estão latentes, e podem ser retomados. O aprimoramento das práticas ligadas à governança, sustentabilidade e diversidade deverão guiar as empresas que querem se manter no topo do ranking para os próximos anos”, afirma Carlos Peres, sócio da PwC Brasil e líder da região Sul.

Termômetro - "O ranking 500 Maiores do Sul, que a PwC realiza em parceria com o Grupo Amanhã há 30 anos, consolidou-se neste tempo como um dos principais termômetros para o meio corporativo dos três estados. Os resultados desta edição denotam, mesmo com os desafios enfrentados, a pujança da economia da região, que mostrou crescimento em comparação com a última edição do ranking, relativa ao exercício de 2018", afirma Rafael Biedermann, sócio da PwC Brasil.

Lar - Uma das novidades do Top das maiores empresas do Paraná deste ano é a Cooperativa Agroindustrial Lar, que fará companhia a pesos-pesados como Copel, Renault e Klabin. A estatal de energia, aliás, segue como a maior companhia do estado, ao conquistar um VPG de R$ 15,5 bilhões.

Empate - Nesta edição de 500 Maiores do Sul, o Paraná empata com o Rio Grande do Sul em número de empresas – cada um tem 183 representantes. Neste ano, o Paraná perdeu três empresas no pelotão das 500 Maiores do Sul, enquanto Santa Catarina inseriu mais nove companhias, chegando a 134. Já o Rio Grande do Sul perdeu seis representantes.

O critério de classificação das empresas- Para revelar quem é quem entre as empresas do Sul, a Revista Amanhã e a PwC Brasil construíram um indicador exclusivo: o Valor Ponderado de Grandeza (VPG). O índice reflete, de forma equilibrada, o tamanho e o desempenho das empresas, a partir de uma ponderação que considera os três grandes números do balanço: patrimônio líquido (que tem peso de 50% no cálculo do VPG), receita líquida (40%) e lucro líquido ou prejuízo (10%). (Com informações da Assessoria de Imprensa)

 

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SUMMIT RIC RURAL: Lideranças cooperativistas debatem mercado interno e externo dos commodities

Com as participações do presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, do diretor comercial da Coamo, Rogério Trannin de Mello e do superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, aconteceu na manhã desta quarta-feira (09/12), mais uma live do Summit RIC Rural, apresentado pelos jornalistas Rose Machado e Sérgio Mendes. O tema foi sobre as oportunidades do Brasil nos mercados interno e externo de commodities. Durante uma hora, os participantes manifestaram suas opiniões a respeito do momento vivido pelo setor, em especial, as cooperativas. Assista ao conteúdo completo aqui: https://www.youtube.com/watch?v=pQBsNGEz-pk&feature=youtu.be.

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COAMO: Iniciada nesta quarta-feira a antecipação de R$ 139 milhões em sobras

A Coamo Agroindustrial Cooperativa está antecipando, desde esta quarta-feira (08/12), um total de R$ 139 milhões das sobras referentes ao Exercício 2020. O montante será dividido entre os mais de 29,4 mil cooperados no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, conforme a movimentação de cada um.

Valor - Os cooperados receberão o valor de R$ 0,60 por cada saca de soja entregue, R$ 0,15 pelo milho, R$ 0,20 pelo trigo e 1,60% sobre os insumos adquiridos na cooperativa. O restante das Sobras será distribuída após Assembleia Geral, programada para a primeira quinzena de fevereiro.

Benefício - O presidente do Conselho de Administração da Coamo, José Aroldo Gallassini, destaca que a tradição de antecipar as sobras é um benefício comemorado pelo quadro social. “Os cooperados sabem que dezembro é o mês de antecipação das sobras, é um momento aguardado, e isso só é possível devido a solidez da cooperativa”, frisa.

Orientação - Em função da pandemia ocasionada pelo coronavírus, a Coamo pede aos cooperados para evitarem o comparecimento nos entrepostos. Gallassini orienta para que eles utilizem os canais de comunicação da cooperativa para contactar com o entreposto e decidir o que será feito com o dinheiro das sobras.

Resultado histórico - Gallassini reforça que a antecipação das sobras é o resultado de um ano que vai ficar para a história. “Se por um lado temos essa pandemia, que é algo muito ruim, pelo outro temos um ano muito bom para o agronegócio. A Coamo terá o seu melhor ano. Fazemos questão de transferir o que é dos cooperados para eles que são os donos da cooperativa e recebem parte do lucro, que no cooperativismo é chamado de sobras. Quanto mais participar, mais forte ele fica e mais forte fica a cooperativa.” (Imprensa Coamo)

*Fotos de arquivo

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COCARI: Cooperativa está entre as 500 maiores empresas e 400 maiores do Agro, aponta ranking da Revista Exame

cocari 09 12 2020A Cocari está novamente entre as Melhores e Maiores em ranking divulgado no dia 20 de novembro pela Revista Exame. O guia apresenta as mais relevantes empresas do Brasil com base na avaliação de balanços e indicadores financeiros das companhias em 2019. O ranking avalia dados de mais de 3.000 empresas que atuam no Brasil. As melhores organizações identificadas em 20 setores da economia destacam-se pelo sucesso na condução dos negócios e na disputa de mercado.

Classificação - No ranking Melhores e Maiores 2020 da Revista Exame, a Cocari está entre as 500 maiores empresas brasileiras, na 400ª posição (2019) e entre as 400 maiores do Agronegócio no segmento Algodão e Grãos, ocupando a 89ª posição (2019).

Ganhos coletivos - O presidente da cooperativa, Vilmar Sebold, considera o resultado como um “marco histórico” e destaca que o ranking trata de números obtidos em 2019. “Verificar crescimento e evolução da cooperativa é positivo, mas temos de nos lembrar que atuamos em uma área que chamamos de indústria a céu aberto. Portanto, para que a Cocari cresça, é importante que os produtores consigam fazer uma boa colheita, apresentando boa produtividade, porque, dessa forma, todos crescemos juntos”, ressaltou.

Crescimento - Em relação ao anuário anterior das 500 maiores empresas (2018), a Cocari subiu 55 posições. De acordo com Vilmar Sebold, a evolução alcançada nesse período resulta de dois fatores. “Seguramente, essa crescente aconteceu porque os associados obtiveram maior volume de produção e também porque houve uma participação mais intensa da cooperativa junto aos produtores. É importante ressaltar que este é o resultado dos esforços e da seriedade no trabalho desenvolvido por todos”, disse.

Expansão - Em 2019, a Cocari expandiu sua área de atuação, favorecendo a conquista dos números. “Ampliamos a nossa área de ação, em um processo de expansão horizontal, de forma especial no Cerrado, e também em algumas áreas do Paraná”, observa.

Profissionalização - Outro aspecto comentado pelo presidente da Cocari foi a profissionalização da equipe e os efeitos desse processo no crescimento da cooperativa. “Efetivamente, a profissionalização da gestão não acontece somente a nível executivo. Hoje exige-se maior preparo de todos que atuam dentro da cooperativa, assim como dos produtores. Os cooperados querem o máximo de tecnologia para avaliar e validar aquilo que irão utilizar em sua propriedade. E em todos os níveis, os colaboradores também precisam estar muito bem preparados para que o produtor possa se sentir confiante e seguro sobre as suas atividades”, enfatizou.

Perspectivas - Vilmar Sebold falou também a respeito do atual foco da Cocari. “Este ano foi muito peculiar e, por isso, temos de rever todas as nossas posições e efetivamente nos preparar para novos saltos. Este é o grande desafio. O ano de 2020 está acabando, por isso, já temos de voltar nosso olhar para 2021. As mudanças serão inevitáveis e virão com muita força. Realmente, vamos ter de analisar o que é possível ser feito, assim como as expectativas dos produtores em relação às mudanças que estão acontecendo”, disse.

Segurança - A pandemia de Covid-19, que motivou essas transformações, reforçou algumas prioridades. “Neste meio de pandemia em que estamos vivendo, temos de ter cautela, tomar cuidados e lembrar que, para que continuemos crescendo e fazendo o nosso trabalho, é imprescindível que saiamos ao final desse processo todos bem, com saúde”, pontuou.

Preparação - Para isso, é preciso manter o comprometimento com essa atividade. “É necessário tratar tudo com seriedade, com a ética e a postura que se exige em relação a isso na cooperativa e também com os produtores. Não há maiores mistérios. Se o produtor tiver uma frustração, ela repercutirá no trabalho da cooperativa. Por outro lado, se o produtor tiver bons resultados, a cooperativa também terá a oportunidade de ser bem-sucedida. O mercado será a cada dia mais competitivo e exigirá cada vez mais de todos nós”, avalia. (Imprensa Cocari)

 

SICOOB I: Reconhecimento facial via aplicativo proporciona prêmio ao sistema

sicoob 09 12 2020Sempre em busca de inovação e utilizando tecnologias avançadas para gerar maior conforto aos seus cooperados e aprimorar a experiência na utilização dos produtos e serviços disponíveis, o Sicoob - Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil - foi o grande vencedor do Prêmio Relatório Bancário de Transformação Digital 2020, na categoria "Experiência do Usuário", com o case "Reconhecimento Facial no App Sicoob". No total, concorreram à premiação, realizada pela Cantarino Brasileiro, mais de 400 projetos, de um total de 67 instituições.

Liberação presencial - Até o início da pandemia, por questões de segurança adotadas também por muitas instituições financeiras, era necessário que o cooperado comparecesse presencialmente à sua cooperativa ou utilizasse um terminal de autoatendimento eletrônico (ATM) para efetivar liberação do primeiro dispositivo a ser utilizado, cadastramento das senhas de acesso, efetivação aos canais digitais e geração do código para identificação positiva no ATM.

Novas possibilidades - Diante do cenário mundial de isolamento social, provocado pela pandemia, tornou-se primordial disponibilizar ao cooperado uma possibilidade de iniciar o uso dos canais digitais ou mesmo cadastrar novas senhas e liberar dispositivos sem a necessidade de se dirigir presencialmente a uma cooperativa.

Aplicativo - Sendo assim, o Sicoob elaborou novo fluxo por meio do aplicativo disponível nas lojas virtuais, em que o próprio cooperado realiza o cadastramento da sua senha de acesso aos canais digitais, liberação do dispositivo celular e senha de efetivação de transações financeiras.

Identificação - O novo fluxo permite a identificação do cooperado por meio de dados cadastrais, token de segurança como segundo fator de autenticação (SMS para o celular cadastrado previamente) e reconhecimento facial por meio de uma selfie, utilizando recursos de Inteligência Artificial (IA). O Sicoob foi pioneiro no desenvolvimento dessa tecnologia que, já em abril de 2020, estava em pleno funcionamento no app.

Mitigação dos impactos - De acordo com Antonio Vilaça Júnior, Diretor de Tecnologia da Informação do Centro Cooperativo Sicoob (CCS) - conjunto das instituições de âmbito nacional do Sistema, a ferramenta foi pensada para mitigar os impactos da pandemia entre os cooperados. "Além de aprimorar a experiência dos nossos cooperados para acesso aos nossos produtos e serviços disponibilizados por meio dos canais digitais, fortalecemos a segurança desse processo utilizando múltiplos mecanismos de validação", explica o executivo.

Solução - Para atingir esse objetivo, foi necessário desenvolver uma solução capaz de ser simples, segura e abranger a maior quantidade possível de cooperados. E mais: agilidade e rapidez nesse processo foram fundamentais, afinal, os funcionários das cooperativas estavam atendendo ao público de forma remota.

Liberação - Como resultado, destaca Vilaça, foram mais de 2 milhões de dispositivos liberados até o momento e essas transações eliminadas do contexto operacional das cooperativas. "Os colaboradores voltaram a focar em negócios e os cooperados passaram a contar com a facilidade de realizar a ‘habilitação digital’ totalmente pelo aplicativo, a qualquer hora do dia, em qualquer lugar, sem a dependência de ir até a cooperativa ou a um ATM".

Facilidade - O Sistema conta, hoje, com mais de 5 milhões de cooperados que têm na palma das mãos uma solução completa de gestão financeira e que permite a contratação de produtos e serviços com condições justas, o que está alinhado ao princípio de inclusão e justiça financeiras, além da promoção de prosperidade nas comunidades em que o Sicoob está inserido.

Sobre o Sicoob - O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil, Sicoob, possui 5 milhões de cooperados em todo o país e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. É composto por mais de 390 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e a Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob (Sicoob Confederação). Integram, ainda, o Sistema, o Banco Cooperativo do Brasil do Brasil (Bancoob) e suas subsidiárias (empresas/entidades de: meios eletrônicos de pagamento, consórcios, DTVM, seguradora e previdência) provedoras de produtos e serviços especializados para cooperativas financeiras. A rede Sicoob é a quarta maior entre as instituições financeiras que atuam no país, com mais de 3,4 mil pontos de atendimento. As cooperativas integrantes do Sistema oferecem aos cooperados serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, dentre outras soluções financeiras. Mais informações acesse: www.sicoob.com.br. (Imprensa Sicoob)

 

SICOOB II: Com quase 100 mil cooperados digitais, experiência de associação é reestruturada

sicoob II 09 12 2020Desde o lançamento do aplicativo Faça Parte, em que o processo de associação ao Sicoob passou a ser oferecido de forma totalmente digital, o Sistema alcançou a marca de quase 100 mil novos cooperados digitais, uma média de 2,5 mil por mês. A instituição avalia que essa marca é bastante representativa para o cenário das cooperativas e, para reforçar sua estratégia de ampliar sua atuação na associação digital, toda tecnologia e processos de onboarding passaram por uma completa reformulação. Outra novidade é a associação digital dos Microempresários Individuais (MEI).

Estratégia reforçada - Para Francisco Reposse Junior, Diretor de Comercial e de Canais do Centro Cooperativo Sicoob, o número reforça a estratégia de oferecer o cooperativismo a uma população cada vez maior. "É uma forma de associação mais simples e rápida ao Sicoob. Hoje, podemos comemorar junto a esses quase 100 mil novos cooperados, que usufruem de produtos e serviços em condições comerciais mais justas", destaca o executivo.

Experiência reformulada - Desde 4 de dezembro, os interessados em se associar ao Sicoob contam com uma experiência completamente reformulada, em que foram utilizados os conceitos mais modernos de experiência do usuário, com telas, nomenclaturas e navegação muito mais simplificadas e diretas. Além disso, o Sicoob modificou exigências de documentos, facilitando ainda mais todo o processo. Além disso todo processo de backoffice foi modernizado, o que levará a aprovações muito mais rápidas.

Pacote de serviços - Outra mudança foi a revisão do pacote de serviços, sendo disponibilizado cartão de crédito internacional sem anuidade e integração total ao Pix, plataforma de pagamentos e recebimentos desenvolvida pelo Banco Central para facilitar a vida financeira dos brasileiros. "Seguiremos com essa estratégia e agregaremos mais transações, inclusive de programas relacionados a câmbio, fidelização e crédito imobiliário, tudo ligado ao App Sicoob, auxiliando, assim, para que os cooperados tenham em mãos uma ferramenta que atenda a todas as suas necessidades", comenta Reposse.

MEI - Uma outra novidade que o Sicoob preparou para dezembro foi a possibilidade de associação de Microempreendedores Individuais (MEI) diretamente pelo aplicativo. Esse público recebe um cartão especial, chamado Sicoobcard Executivo, que possui tanto crédito quanto débito.

Melhoria - Toda essa reestruturação foi elaborada para promover uma melhor experiência aos cooperados e facilitar seu processo de associação ao Sistema. "Já oferecemos um serviço de excelência no atendimento físico, em milhares de municípios espalhados pelo Brasil. Queremos aprimorar cada vez mais os canais digitais para que eles estejam alinhados com esse nosso pilar", diz Reposse.

Fundamental - Para o executivo, oferecer uma melhor jornada aos novos cooperados será fundamental para conquistá-los desde o primeiro momento, já que a partir de agora, basta baixar o App Sicoob, se associar e fazer a sua gestão financeira, transações digitais e de negócios em um único canal, promovendo celeridade a todo o processo. "Com a reestruturação e o refinamento no backoffice, esperamos alcançar a marca de 15% de todas as associações realizadas no Sicoob via meio digital, sendo que atualmente estamos em 9%", conclui Reposse.

Sobre o Sicoob - O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil, Sicoob, possui 5 milhões de cooperados em todo o país e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. É composto por mais de 390 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e a Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob (Sicoob Confederação). Integram, ainda, o Sistema, o Banco Cooperativo do Brasil do Brasil (Bancoob) e suas subsidiárias (empresas/entidades de: meios eletrônicos de pagamento, consórcios, DTVM, seguradora e previdência) provedoras de produtos e serviços especializados para cooperativas financeiras. A rede Sicoob é a quarta maior entre as instituições financeiras que atuam no país, com mais de 3,4 mil pontos de atendimento. As cooperativas integrantes do Sistema oferecem aos cooperados serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, dentre outras soluções financeiras. Mais informações acesse: www.sicoob.com.br. (Imprensa Sicoob)

 

SICREDI I: Lançada solução para pagamento automático em pedágios para associados

sicredi I 09 12 2020A partir de agora, associados do Sicredi no Brasil inteiro poderão aproveitar mais um benefício proporcionado pela instituição financeira por meio de suas soluções de pagamento. Trata-se da Tag de Passagem do Sicredi, serviço para utilização em cancelas automáticas, como as de pedágios rodoviários e, em breve, em estacionamentos também, sem a necessidade de parar e realizar o pagamento manualmente.

Adesivo com chip - Com o produto, um adesivo com chip que é colado no automóvel, o usuário terá a conveniência de passar pelas cancelas de cobrança tendo o valor debitado direto de sua conta corrente, evitando filas e com maior segurança. A Tag de Passagem do Sicredi é oferecida por meio de uma parceria com a empresa Green Pass, proprietária da marca Taggy e que possui acessos em pontos de pedágio de 298 municípios, em sua maioria localizados nas regiões Sul, Sudeste e Centro-oeste do país.

Evolução - “Estamos sempre buscando evoluir em nossas soluções eletrônicas de pagamento para proporcionar mais conveniência ao associado. Nesse sentido, nos mantemos atentos às tendências e oportunidades de conexão com empresas que possamos desenvolver parcerias. A Tag de passagem é um exemplo disso e traduz um pouco do que é a visão de futuro do Sicredi, com as soluções digitais a serviço das pessoas, cada vez mais opções e formas de pagamentos e, por consequência, mais benefícios aos nossos associados”, afirma a gerente de Produtos de Emissão do Sicredi, Solange Parisoto.

Associado pessoa física - A novidade será oferecida aos associados pessoa física e somente poderá ser usada em carros de passeio com dois eixos. Os interessados em adquirir a Tag de passagem podem solicitá-la nas agências do Sicredi. Após a ativação e uso, as transações poderão ser conferidas de maneira simples pelo aplicativo do Sicredi.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,8 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 23 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI II: Renovação de parceria é anunciada e Campeonato Paulista segue como "Paulistão Sicredi"

O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 4,8 milhões de associados em todo o país - renovou o contrato com a Federação Paulista de Futebol para a edição 2021 do Estadual, tanto da Série A1, quanto da A2 (divisão de acesso). O Paulistão Sicredi está previsto para começar em fevereiro de 2021.

Crescimento - Desde 2019, o Sicredi é o “tittle sponsor” do principal torneio estadual do País. O investimento na competição reflete o crescimento da instituição financeira cooperativa em todo o estado. Das quase 2 mil agências espalhadas pelo país, 260 estão no estado de São Paulo (sendo 25 na capital paulista). O número reflete um crescimento, nos últimos seis anos, de 235% na rede de atendimento em todas as regiões de São Paulo.

Diferenciais - “Cada vez mais pessoas que moram no estado estão conhecendo os diferenciais do Sicredi, uma instituição financeira cooperativa que oferece os mesmos serviços do mercado bancário, mas com diversos diferenciais - entre os quais as taxas mais justas e atrativas, o modelo de negócio onde o correntista é associado e, portanto, recebe um atendimento mais próximo e humanizado, além de poder participar de momentos-chave, as chamadas Assembleias de Prestação de Contas, onde podem contribuir ativamente num momento de grande transparência e também receber parte do resultado gerado pelas cooperativas, conforme o total movimentado", destaca o gerente de Comunicação e Marketing da Central Sicredi PR/SP/RJ, Rogério de Lorenzo Leal.

Atendimento - Os investimentos em São Paulo têm o intuito de oferecer um atendimento cada vez melhor aos associados, além de possibilitar o aumento do volume de negócios no estado. "O Sicredi promove o desenvolvimento regional, pois o dinheiro investido nas cooperativas de crédito gera mais empregos, renda e oportunidades para a comunidade. Queremos, cada vez mais, fortalecer nosso propósito, que é construir uma sociedade mais próspera por meio dos valores cooperativistas e, neste sentido, contar com a parceria e a visibilidade do campeonato estadual mais importante do Brasil é fundamental neste objetivo”, destaca Leal.

Presença - Com o apoio, a marca da instituição financeira cooperativa estará presente na comunicação visual dos estádios e arenas durante os jogos e ações do Paulistão Sicredi 2021, assim como nas redes sociais e outros materiais de comunicação do Campeonato. "A renovação dos naming rights do Paulistão A1 e A2 com o Sicredi é a demonstração da força e reconhecimento das duas marcas. Renovar uma parceria como esta fortalece ainda mais o futebol paulista, que busca sempre conexão com instituições e marcas respeitadas. Assim como o Paulistão, o primeiro campeonato do país, o Sicredi é uma instituição centenária e pioneira, sendo a primeira instituição financeira cooperativa do país. Caminharemos ainda mais próximos em 2021", afirma o presidente da FPF, Reinaldo Carneiro Bastos.

Sorteio de grupos - O sorteio dos grupos com o anúncio das novidades do Paulistão Sicredi 2021 aconteceu em cerimônia on-line nesta terça-feira, 8 de dezembro. Por conta da pandemia do novo coronavírus, o evento foi todo virtual, com transmissão ao vivo do sorteio dos grupos por meio dos canais oficiais da FPF (Facebook, Youtube e Twitter). O Paulistão Sicredi 2021 começará em 28 de fevereiro e terá 16 clubes participantes, com a final prevista para 23 de maio.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,8 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 23 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

FOTO: Rodrigo Corsi

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SICREDI VANGUARDA: EnvolVidas arrecadou 5 toneladas de donativos

Um evento feito de mulheres, para mulheres! Assim é o EnvolVidas, que tem como objetivo aproximar o público feminino do cooperativismo. A segunda edição, realizada de forma on-line em 5 de novembro, reuniu 2.500 pessoas, que foram convidadas a doar um quilo de alimento não perecível ou itens de higiene, arrecadados durante o mês de novembro.

Total - As doações chegaram a 5 toneladas, sendo 2,5 toneladas arrecadadas com as doações e 2,5 toneladas como contrapartida da Sicredi Vanguarda. Os donativos foram repassados para instituições dos municípios da área de atuação da cooperativa no extremo oeste do Paraná, no litoral norte e vale do Paraíba em São Paulo, e na região sul fluminense no Rio de Janeiro.

Futuro - Com um ano atípico, encontros on-line, a participação das pessoas fez a diferença. “Mais uma vez as pessoas mostraram que é possível acreditar no futuro. Vimos que nesse ano, conseguimos levar informação e conhecimento de forma virtual, e também fazer ações solidárias para ajudar entidades. Obrigado a todos que se envolveram, fizeram doações e ajudaram assim as instituições”, enfatiza o presidente da Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ, Aldo Dagostim.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,8 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 23 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ)

*Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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EMBRAPA SOJA: Pesquisadora Mariangela Hungria é covencedora de Prêmio Científico Internacional

embrapa soja 09 12 2020A pesquisadora Mariangela Hungria, da Embrapa Soja, ao lado do cientista chinês Li Jiagyang, é covencedora do prêmio científico TWAS-Lenovo, criado em 2013 pela Academia Mundial de Ciências (The World Academy of Sciences- TWAS) e a Lenovo, empresa chinesa líder mundial em tecnologia. Entre indicações de mais de 150 países, Mariangela ganhou o prêmio por suas pesquisas em fixação biológica do nitrogênio, tecnologia que aumenta a produtividade da soja tropical sem o uso de fertilizantes químicos.

Inoculantes - O Prêmio homenageia os estudos da pesquisadora brasileira voltados para o desenvolvimento de inoculantes à base de bactérias que substituem os fertilizantes nitrogenados e possibilitam uma agricultura mais sustentável.

Capacitação de mulheres - Além disso, a pesquisadora é reconhecida internacionalmente por seus esforços para capacitar mulheres na Ciência do Solo e na Agricultura. Com atuação em microbiologia do solo e vasta contribuição para o avanço na ciência básica, Mariangela tem incentivado o trabalho de diversas mulheres na ciência, por meio da orientação em mestrados e doutorados. “O prêmio recebido de 50 mil dólares será aportado integralmente para premiações ou outras atividades de apoio a mulheres, com ênfase em mulheres com pesquisa em microbiologia agrícola”, destaca. Mariangela pretende retribuir as oportunidades que teve com ensino superior público de qualidade, da graduação ao doutorado, na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), em Piracicaba (SP) e na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), em Seropédica (RJ). “Também fui bolsista de pós-doutorado e recebi apoio financeiro a projetos de pesquisa de extrema importância para nosso laboratório do CNPq. Pude dedicar minha carreira no desenvolvimento de pesquisas para a sustentabilidade agropecuária na Embrapa. Estou extremamente feliz por poder retornar uma pequena fração do que recebi e vou começar por esse prêmio”.

Uma das principais microbiologistas- O presidente da TWAS, Mohamed H.A. Hassan, reforçou que Mariangela é uma das principais microbiologistas de solo do mundo, especialmente na área de fixação biológica de nitrogênio. "Sua pesquisa contribuiu para a substituição bem-sucedida do fertilizante químico de nitrogênio por inoculantes microbianos, o que resultou na economia de bilhões de dólares no Brasil”, destacou. O vice-presidente sênior da Lenovo, George He, acrescentou: "Estamos muito satisfeitos em parabenizar os vencedores do prêmio deste ano, que são pesquisadores de grande sucesso nas ciências agrícolas. Tanto Li Jiayang, que fez descobertas indispensáveis importantes para a produção de arroz, e Mariangela Hungria, que introduziu importantes práticas agrícolas ecologicamente corretas no Brasil e empoderou mulheres em seu campo, são pesquisadores espetaculares”.

Áreas contempladas- Em seis edições, as áreas contempladas foram Física e Astronomia (2013), Ciências Biológicas (2014), Matemática (2015), Química (2016), Geologia (2017) e Engenharia (2018). Nessas edições, somente em 2014 uma mulher foi premiada, pelos estudos sob prevenção da AIDS e saúde da mulher na Àfrica. Em 2020, na sétima edição, a agricultura foi contemplada pela primeira vez. Os dois vencedores do prêmio são agrônomos que conduzem pesquisas básicas e aplicadas envolvendo desde manipulação com genes até a adoção de tecnologias a campo.

Fixação Biológica do Nitrogênio (FBN)- Mariangela explica que, somente em 2019, a Fixação Biológica do Nitrogênio (FBN) trouxe uma economia de 14 bilhões de dólares ao Brasil. Isso porque para produzir 1 tonelada de soja são necessários cerca de 80 kg de nitrogênio. Esse nutriente é o mais requerido pela cultura e pode ser obtido gratuitamente na natureza, por meio de algumas bactérias do gênero Bradyrhizobium (risóbios). De acordo com a pesquisadora, essas bactérias são capazes de capturar o nitrogênio da atmosfera e transformá-lo em fertilizante para as plantas. A fixação biológica do nitrogênio dispensa a utilização de fertilizantes nitrogenados na cultura da soja; produtos que além de aumentar os custos de produção, podem ser prejudiciais ao ambiente.

Outras tecnologias - Além dos trabalhos com rizóbios em soja, Mariangela também já coordenou pesquisas que culminaram com o lançamento outras tecnologias: autorização/recomendação de bactérias (rizóbios) para a cultura do feijoeiro, Azospirillum para as culturas do milho e do trigo e de pastagens com braquiárias e coinoculação de rizóbios e Azospirillum para as culturas da soja e do feijoeiro e melhoria das pastagens. “Em um curto espaço de seis anos, a coinoculação da soja já é adotada em 25% de toda a área cultivada com soja no Brasil, mostrando a importância da tecnologia”, destaca Mariangela. A pesquisadora trabalha com várias parcerias privadas no desenvolvimento de novos inoculantes já registrados e comercializados.

Reconhecimento - Em novembro de 2020, Mariangela Hungria foi classificada entre os 100 mil cientistas mais influentes no mundo, de acordo com estudo da Universidade de Stanford (EUA). O estudo, entitulado “Updated science-wide author databases of standardized citation indicators”, foi realizado a partir de um banco de dados mundial com sete milhões de cientistas e publicado no prestigioso periódico PLOS Biology. No estudo foram usadas as citações da base de dados Scopus, que atualiza a posição dos cientistas em dois rankings: 1) o impacto do pesquisador ao longo da carreira e; 2) o impacto do pesquisador em 2019.

Currículo - Mariangela possui graduação em Engenharia Agronômica (USP-Esalq), mestrado em Solos e Nutrição de Plantas (USP–Esalq), doutorado em Ciência do Solo (UFRRJ) e pós-doutorado em três universidades: Cornell University, University of California-Davis e Universidade de Sevilla. A pesquisadora foi representante da área ambiental e do solo da Sociedade Brasileira de Microbiologia por 20 anos, foi a primeira presidente da Sociedade Brasileira de Ciência do Solo e atuou como vice-presidente e presidente da Relare (Reunião da Rede de Laboratórios para a Recomendação, Padronização e Difusão de Tecnologia de Inoculantes Microbianos de Interesse Agrícola), que reúne representantes da pesquisa, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e do setor privado. Também faz parte do comitê coordenador do projeto N2Africa, financiado pela Fundação Bill & Melinda Gates para projetos de fixação biológica do nitrogênio na África, além de projetos com praticamente todos os países da América do Sul e Caribe, além de países da Europa, Austrália, EUA e Canadá. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

 

MEIO AMBIENTE: Brasil promete neutralizar emissões de gases do efeito estufa até 2060

meio ambiente 09 12 2020A nova meta do Brasil no Acordo de Paris, a chamada Contribuição Nacional Determinada (NDC, da sigla em inglês), será a neutralidade nas emissões de gases do efeito estufa até 2060. O anúncio foi feito na noite desta terça-feira (08/12) pelo Ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles.  

Compromisso - "A nossa contribuição nacional determinada a ser apresentada, agora que aprovada pelo governo brasileiro, reafirmando os nossos compromissos, colocando o compromisso brasileiro com a neutralidade de emissões até 2060. E destacando também a possibilidade de este prazo ser reduzido consoante sejam implementados os mecanismos de mercado previstos no Acordo de Paris", afirmou Salles após reunião do Comitê Interministerial sobre Mudança do Clima, no Palácio do Planalto. Ele estava acompanhado dos ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Teresa Cristina (Agricultura) e Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia), que fazem parte do comitê. Os detalhes da nova meta brasileira, aprovada por unanimidade entre os ministros, serão informados em um comunicado oficial a ser emitido pelo Itamaraty nesta quarta-feira (09/12).

Mudança na matriz energética - Neutralizar a emissão de gases de efeito estufa, segundo o Acordo de Paris, significa mudar a matriz energética para fontes sustentáveis que não dependem de queima de combustíveis fósseis e que façam com que o clima não exceda a média atual em 1.5 grau Celsius (estimativa agressiva) ou 2.0 graus Celsius (estimativa conservadora). É uma mudança na economia, eliminando combustíveis fósseis e outras fontes de emissões de gás carbônico onde for possível nos setores de transporte, geração de energia e na indústria. Para outras fontes, a cada tonelada de gás carbônico emitida, uma tonelada deve ser compensada com medidas de proteção climática, com o plantio de árvores, por exemplo.

Previsão - Até o anúncio desta terça-feira, a NDC ratificada pelo governo brasileiro, em vigor desde 2015, previa que até 2025 as emissões de gases de efeito estufa seriam reduzidas a 37% em relação a 2005, ano em que o país emitiu aproximadamente 2,1 bilhões de toneladas de gás carbônico. Para 2030, a meta seria uma redução de 43%.

Prazo antecipado - Ainda de acordo com Salles, durante o pronunciamento no Palácio do Planalto, esse prazo de neutralidade até 2060 poderá ser antecipado, desde que o Brasil receba verbas anuais de US$ 10 bilhões para projetos de preservação ambiental já a partir de 2021. Essas verbas são contribuições financeiras de nações desenvolvidas para o atingimento das metas previstas no acordo do clima.

Forma - "Em anexo à nossa NDC, nas questões do questionário que vai em anexo, nós explicitamos a forma que entendemos ser necessária, do ponto de vista de crédito e mercado, para o recebimento dos recursos. Recebimento este que pode ser através dos mecanismos do artigo 6º do Acordo de Paris, e do programa já em funcionamento do governo federal, de pagamento por serviços ambientais, o Floresta+, à razão de US$ 10 bilhões por ano, a partir do ano que vem. Portanto, em havendo o recebimento, neste fluxo, de recursos financeiros para estas destinações, nós consideraremos a hipótese de tornar o nosso compromisso de neutralidade, hoje assumido para 2060, em prazo anterior", afirmou o ministro. Ele não informou, no entanto, em quanto poderia ser reduzido o prazo da nova meta, que dependerá de avaliações posteriores, de acordo com a aplicação dos recursos.

China - A chamada "neutralidade carbônica" a ser buscada pelo governo brasileiro é a mesma meta definida, em setembro, pela China, que é o maior emissor mundial de gases do efeito estufa. O Brasil figura como o sexto maior emissor de gases poluentes na atmosfera.

Acordo de Paris - Em 2015, o Brasil se juntou a mais de 190 países que integram a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima na assinatura do chamado Acordo de Paris. Pelo acordo, que foi resultado de mais de 20 anos de negociação, as nações definiram objetivos de longo prazo para limitar o aquecimento da temperatura global em níveis abaixo de dois graus Celsius, se possível a 1,5 grau, até o final deste século. A partir dos compromissos do Acordo de Paris, o Brasil definiu a sua NDC.

Níveis - A meta considera os níveis pré-revolução industrial (1750) implementada a partir de 2020. A redução significativa do aquecimento global e o cumprimento dos compromissos do Acordo de Paris ainda estão entre as metas dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), com o qual o Brasil também se comprometeu até 2030. (Agência Brasil)

FOTO: Arquivo Agência Brasil

 

INFRAESTRUTURA: Exportações puxam o aumento de 9% na movimentação dos portos

 

infraestrutura 09 12 2020Com os dados do mês de novembro consolidados, os Portos do Paraná confirmaram o recorde de 53.561.238 toneladas movimentadas nos 11 meses de 2020. O volume é 9% maior que o alcançado no mesmo período de 2019 e 0,36% maior que o registrado durante todo o ano passado.

 

Fechamento - Novembro fechou com 4.486.609 toneladas de cargas. “Este número é resultado do trabalho em equipe, que manteve um alto ritmo de crescimento em todos os meses do ano. Bater o recorde, faltando 30 dias para o fim de 2020 só foi possível graças ao empenho de cada trabalhador.”, destacou o diretor-presidente da empresa pública, Luiz Fernando Garcia.

 

Exportações - No acumulado do ano, 58% das operações foram no sentido de exportação. Foram 34,45 milhões de toneladas de produtos enviados do Brasil para o mundo, via portos de Paranaguá e Antonina.

 

Volume maior - O volume é 11% maior que o registrado nos mesmos 11 meses de 2019 (31 milhões de toneladas) e 3,45% que o registrado durante todo o ano anterior fechado (33,3 milhões).

 

Destaque - O destaque do período foi a soja em grão, com 14,26 milhões de toneladas exportadas. O volume foi 36% maior que as 10,5 milhões de toneladas exportadas de janeiro a novembro de 2019 e já é 26,3% superior às 11,29 milhões de toneladas movimentadas durante todo o ano passado.

 

Farelo - Em farelo, foram 5,42 milhões de toneladas da oleaginosa exportadas. Alta de 13% em comparação ao mesmo período de 2019 (4,79 milhões) e 4,8% em relação ao movimento do ano passado.

 

Açúcar - As exportações de açúcar cresceram 79% na comparação dos 11 meses de 2019 e 2020. Foram 4,36 milhões de toneladas neste ano, contra 2,43 milhões de toneladas movimentadas no ano passado. Comparando com os 12 meses de 2019, o volume de açúcar exportado este ano já é 65% maior.

 

Carga geral - O segmento da carga geral – no qual se enquadram a celulose, as sacarias e outras cargas unitárias que vão acomodadas no porão dos navios – registra alta de 3%, comparando os 11 meses de 2020 com 2019. Este ano, foram 6,66 milhões de toneladas exportadas. Em 2019, 6,46 milhões.

 

Importações - Mais de 19,1 milhões de toneladas de cargas foram importadas, de janeiro a novembro, via Portos do Paraná. O volume é 5% maior que as 18,1 milhões de toneladas descarregadas em 2019, no mesmo período e se aproxima das 19,8 milhões de toneladas importadas durante todo o ano passado.

 

Óleo de soja - O destaque é a inusitada importação de óleo de soja. Em 2019, nenhum volume do produto desembarcou nos portos paranaenses. Este ano, porém, foram importadas 111.427 toneladas.

 

Fertilizantes - Em volume, os fertilizantes seguem como os principais produtos importados. Este ano, foram 9 milhões de toneladas de adubos desembarcadas em Paranaguá e Antonina. No mesmo período, em 2019, foram 8,58 milhões. Alta registrada de 6%. Durante todo o ano passado, foram importadas 9,43 milhões de toneladas de fertilizantes.

 

Evidência - A Carga Geral, nesse sentido do comércio exterior, também ficou em evidência. De janeiro a novembro, este ano, foram 3,9 milhões de toneladas importadas do segmento – 6% a mais que as 3,7 milhões de toneladas registradas no período, no ano passado. Nos doze meses, de 2019, foram 4 milhões de toneladas importadas.

 

Granéis líquidos - Entre os graneis líquidos, destaque para os derivados de petróleo: 3,8 milhões de toneladas importadas, de janeiro a novembro – 3% a mais que as 3,7 milhões de toneladas registradas, no mesmo período, em 2019. O volume registrado este ano, dos produtos, ainda não ultrapassou as 4 milhões de toneladas importadas desses líquidos, durante todo o ano de 2019.

 

Contêineres - Nos últimos 11 meses, o Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP), empresa que atua em 600 mil metros quadrados no Porto de Paranaguá, movimentou 835.424 TEUs (unidades equivalentes aos contêineres de 20 pés). A quantidade é 5% superior aos 79.643 TEUs registrados em 2019, no mesmo período. Das unidades movimentadas em 2020, 406.270 TEUs são de exportação (3% a mais que os 395.995 TEUs do ano passado) e outros 429.154 TEUs, importação (8% a mais que os 398.648 no período do ano anterior).

 

Antonina - A movimentação no Porto de Antonina também cresceu. Foram 827.551 toneladas e alta de 2%, em relação ao mesmo período de 2019. O aumento foi puxado pela exportação de açúcar em saca. O embarque do produto cresceu 151%. Este ano, de janeiro a novembro, foram 122.981 toneladas; no ano passado, 48.919 toneladas.

 

Ponta do Félix - O Terminal Portuário Ponta do Félix (TPPF), que opera no Porto de Antonina, também exportou Farelo de Soja. Foram 277.955 toneladas, pouco menos que o volume registrado em 2019, no mesmo período: 279.905 toneladas. Na importação, o desembarque de fertilizantes registrou 426.616 toneladas em 2020. (Agência de Notícias do Paraná)

 

Confira as tabelas:

Resumo por natureza

Resumo por mercadoria 

 

CÂMBIO: Dólar fecha em leve alta depois de encostar em R$ 5,06

cambio 09 12 2020Num dia de altos e baixos no mercado financeiro, o dólar encerrou em leve alta depois de encostar em R$ 5,06. A bolsa chegou a subir 0,7%, mas quase zerou os ganhos e fechou a sessão próxima da estabilidade.

Cotação - O dólar comercial encerrou esta terça-feira (08/12) vendido a R$ 5,129, com alta de R$ 0,008 (+0,17%). Por volta das 13h, a cotação chegou a R$ 5,066, mas a divisa inverteu o movimento e passou a registrar valorização na última hora de negociação.

Ações - No mercado de ações, o índice Ibovespa, da B3, fechou o dia aos 113.793 pontos, com alta de 0,18%. O indicador operou com ganhos durante toda a manhã, mas caiu durante a tarde até se recuperar nos minutos finais da sessão.

Hesitação - Apesar do início da vacinação contra a covid-19 no Reino Unido, os investidores internacionais tiveram um dia de hesitação, mediante o aumento de casos da doença nos Estados Unidos e em diversos países da Europa. Um movimento de realização de lucros, quando os aplicadores vendem ações para embolsarem ganhos recentes, dominou o mercado ao longo da tarde.

Otimismo - Somente perto do fim do dia, o otimismo voltou ao mercado externo, depois que a companhia Johnson & Johnson anunciou que poderia publicar, em janeiro, resultados de testes em estágio final de uma vacina de dose única contra a covid-19. Os testes seriam concluídos antes do prazo inicialmente previsto.

Índices - Impulsionadas pelo avanço nas pesquisas da vacina, os índices norte-americanos fecharam em alta. O índice Dow Jones (das empresas industriais) subiu 0,38%, o S&P 500 (das 500 maiores empresas) valorizou-se 0,29%, e o Nasdaq (das empresas de tecnologia) teve alta de 0,49%. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

FOTO: Pixabay

CABOTAGEM: Câmara aprova projeto de estímulo à navegação entre portos nacionais

A Câmara dos Deputados concluiu nesta terça-feira (08/12) a votação do Projeto de Lei 4199/20, do Poder Executivo, que prevê estímulo à navegação de cabotagem (entre portos nacionais). Conhecido como projeto da "BR do Mar", o texto segue para análise do Senado.

Liberação progressiva - Entre outras medidas, o projeto libera progressivamente o uso de navios estrangeiros na navegação de cabotagem sem a obrigação de contratar a construção de embarcações em estaleiros brasileiros. A partir da publicação da futura lei, as empresas poderão afretar uma embarcação a casco nu, ou seja, alugar um navio vazio para uso na navegação de cabotagem.

Parecer - Foi aprovado o parecer do relator, deputado Gurgel (PSL-RJ), que aumenta de três para quatro anos o tempo de transição depois do qual o afretamento de navios estrangeiros será livre.

Quantidade - Assim, depois de um ano da vigência da lei, poderão ser dois navios; no segundo ano de vigência, três navios; e no terceiro ano da mudança, quatro navios. Daí em diante, a quantidade será livre, observadas condições de segurança definidas em regulamento.

Bandeira de origem - As embarcações deverão navegar com suspensão da bandeira de origem. A bandeira do país vincula diversas obrigações legais, desde comerciais, fiscais e tributárias até as trabalhistas e ambientais.

Brasileiras - Empresas brasileiras também poderão operar com esses navios estrangeiros sem precisar contratar a construção de navios no Brasil.

Autorização - Outra novidade no texto do relator é a dispensa de autorização para afretar navio estrangeiro por viagem ou por tempo, a ser usada na navegação de cabotagem em substituição a outra que esteja em reforma nos estaleiros nacionais ou estrangeiros.

Longo prazo e dragagem - Duas mudanças aprovadas pelo Plenário por meio de emendas tratam de regras sobre contratos de transporte de longo prazo e uso de recursos do Fundo da Marinha Mercante (FMM) para financiar projetos de dragagem.

Trechos - Emenda da deputada Carla Dickson (Pros-RN) retoma trechos do texto original do projeto que haviam sido excluídos pelo relator, atribuindo ao Ministério da Infraestrutura a definição das cláusulas essenciais dos contratos de transporte de longo prazo e a tonelagem máxima que poderá ser afretada em relação às embarcações operantes com bandeira brasileira.

Normas - Quanto à encomenda de navios no exterior, o Poder Executivo definirá normas para os contratos e a apresentação de garantias, assim como sobre a fiscalização e o acompanhamento de sua construção.

Recursos - De autoria do deputado Sérgio Souza (MDB-PR), a outra emenda aprovada direciona 10% dos recursos do FMM ao financiamento total de projetos de dragagem de portos, hidrovias e canais de navegação apresentados por arrendatários e operadores de terminais de uso privado a fim de manter a profundidade da área fixada no edital de concessão.

Facilidades - O projeto facilita a atuação de empresas brasileiras de investimento na navegação, como já ocorre internacionalmente com aviões comerciais. Devido ao alto preço, grupos econômicos geralmente vinculados a bancos compram um avião e o alugam às companhias aéreas.

Transferência - Com as empresas de investimento em navegação ocorre o mesmo. O texto permite a essas empresas inclusive transferir os direitos de afretamento de embarcação estrangeira por tempo determinado às empresas de navegação, que são aquelas que realmente prestam o serviço de transporte marítimo.

Período - Isso poderá ocorrer durante o período de construção de navio encomendado a estaleiro nacional e envolve navios afretados com capacidade até o dobro do navio encomendado.

Mais casos - Outros casos de afretamento são incluídos:

- para substituir, por até 36 meses, navio semelhante em construção no exterior com igual capacidade de carga ou com o dobro da capacidade se o navio estiver em construção no Brasil;

- para atender exclusivamente a contrato de transporte de longo prazo;

- para atender a operações de cabotagem em rotas e com cargas ainda não transportadas usualmente por até 36 meses, prorrogáveis por mais 12 meses;

- para ampliar a capacidade total de transporte ofertada por grupo econômico à qual pertença a empresa afretadora, em proporção a ser definida pelo Poder Executivo.

Direitos trabalhistas - Em qualquer situação de afretamento prevista no projeto, os contratos de trabalho dos tripulantes de embarcação estrangeira afretada seguirão as normas do país à qual pertence a bandeira usada pelo navio.

Regras internacionais - As empresas operadoras deverão seguir ainda regras internacionais, como as estabelecidas pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) e também a Constituição Federal, que garante direitos como 13º salário, adicional de 1/3 de férias, FGTS e licença-maternidade.

Dispositivo - Nesse tópico, o deputado Gurgel incluiu dispositivo que prevê a precedência de acordo ou convenção coletiva de trabalho sobre outras normas que regem as relações de trabalho a bordo.

Estágio - O texto torna obrigatória a abertura de vagas de estágio nas embarcações brasileiras e estrangeiras afretadas para brasileiros que fizeram cursos do sistema de ensino profissional marítimo. A regra vale tanto para os navios com suspensão ou sem suspensão de bandeira, e também naquelas alugadas por tempo.

Programa BR do Mar - O projeto cria o Programa de Estímulo ao Transporte de Cabotagem BR do Mar, uma alusão a uma “rodovia marítima”. As empresas que se habilitarem ao programa perante o Ministério da Infraestrutura terão direitos e deveres.

Controle por capital estrangeiro - Embora as empresas de navegação de cabotagem devam ser constituídas sob as leis brasileiras e autorizadas pelo governo para poderem operar, elas podem ser controladas por capital estrangeiro.

Subsidiárias - Grupos líderes do mercado doméstico são subsidiárias de grandes grupos internacionais, como a dinamarquesa A.P. Moller-Maersk, o grupo espanhol Elcano e o grupo francês CMA-CGM.

Deveres - Entre as obrigações, os navios afretados deverão manter tripulação brasileira equivalente a 2/3 do total em cada nível técnico do oficialato, incluídos os graduados ou subalternos, e em cada ramo de atividade. O comandante, o mestre de cabotagem, o chefe de máquinas e o condutor de máquinas deverão ser brasileiros.

Autorização - Se não houver tripulantes brasileiros o suficiente para atingir os 2/3 exigidos, a empresa habilitada poderá pedir à Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) autorização para operar a embarcação específica com tripulação estrangeira por até 90 dias ou por uma viagem, se sua duração for maior que esse prazo.

Termo de compromisso - Segundo o texto, as empresas terão ainda de se submeter a inspeções periódicas pelo Comando da Marinha, que exerce as atribuições de autoridade marítima no Brasil.

Tributos - As empresas candidatas ao programa deverão comprovar situação regular de tributos federais e assinar um termo se comprometendo a apresentar periodicamente informações sobre expansão das atividades, melhoras na qualidade do serviço, valorização do emprego da tripulação brasileira contratada, desenvolvimento sustentável, transparência quanto aos valores dos fretes, entre outros pontos.

Outra obrigação - O substitutivo aprovado especifica que normas reguladoras não poderão criar nenhuma obrigação a essas empresas além da prestação dessas informações.

Perda de direito - Se a empresa descumprir essas obrigações, perderá o direito de manter embarcação estrangeira no Brasil. (Agência Câmara de Notícias)

SAÚDE I: Brasil registra 51 mil casos e 842 mortes em 24 horas

Nas últimas 24 horas foram registradas 842 novas mortes pela covid-19 e 51.088 novos casos da doença no Brasil. Há 642.131 pacientes em acompanhamento e 5.854.709 pessoas já se recuperaram. A atualização foi divulgada pelo Ministério da Saúde no início da noite desta terça-feira (08/12).

Óbitos - Os óbitos em consequência da pandemia do novo coronavírus totalizaram 178.159 nesta terça. Na segunda-feira (07/12), o sistema de dados da pasta sobre a covid-19 marcava 177.317 óbitos. Ainda há 2.230 falecimentos em investigação, dados relativos a segunda.

Infectados - O número de pessoas infectadas pelo vírus desde o início da pandemia atingiu 6.674.999. Na segunda, o painel do Ministério da Saúde trazia 6.623.911 casos acumulados.

Balanço - O balanço do ministério é divulgado diariamente a partir de notificações enviadas pelas secretarias estaduais de saúde. Normalmente, os casos são menores aos domingos e segundas-feiras em função da dificuldade de alimentação pelas secretarias estaduais de Saúde. Já às terças-feiras, eles podem subir em função do acúmulo de registros atualizado.

Estados - A lista dos estados com mais mortes pela covid-19 é encabeçada por São Paulo (43.282), Rio de Janeiro (23.270), Minas Gerais (10.345), Ceará (9.738) e Pernambuco (9.186). As Unidades da Federação com menos óbitos pela doença são Acre (737), Roraima (744), Amapá (834), Tocantins (1.187) e Rondônia (1.610). (Agência Brasil)

 

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SAÚDE II: Boletim confirma mais 2.123 novos casos de Covid-19 e 68 óbitos

saude II 09 12 2020A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta terça-feira (08/12) mais 2.123 casos confirmados e 68 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. O boletim registra também 2.453 casos retroativos do período entre 28 de maio e 6 de dezembro. Eles estavam em investigação, foram confirmados e automaticamente computados no sistema.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 306.034 casos e 6.481 mortes pelo novo coranavírus. Há ajuste de caso confirmado ao final do texto.

Internados - Nesta terça-feira (08/12) são 1.251 pacientes internados com diagnóstico confirmado de Covid-19. Destes, 1.023 ocupam leitos SUS (501 UTI e 522 clínicos/enfermaria) e 228 da rede particular (97 UTI e 131leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 1.540 pacientes internados, 1.003 em leitos UTI e 537 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A secretaria estadual informa a morte de mais 68 pacientes. São 33 mulheres e 36 homens com idades que variam de 27 a 103 anos. Os óbitos ocorreram entre 22 de novembro e 08 de dezembro.

Município - Os pacientes que foram a óbito residiam em Maringá (7), Piraquara (6), Apucarana (3), Curitiba (3), Fazenda Rio Grande (3), Foz do Iguaçu (3), Toledo (3), Araucária (2), Campina Grande do Sul (2), Colombo (2), Francisco Beltrão (2), Guarapuava (2), Paiçandu (2).

Uma morte - O boletim também registra uma morte em cada um dos seguintes municípios: Boa Vista da Aparecida, Borrazópolis, Campo Largo, Cascavel, Cianorte, Diamante d´Oeste, Espigão Alto do Iguaçu, Guaratuba, Imbituva, Irati, Itaipulândia, Jacarezinho, Lidianópolis, Londrina, Mandaguari, Marialva, Ponta Grossa, Prudentópolis, Quedas do Iguaçu, Quinta do Sol, Rio Branco do Sul, São João, São José dos Pinhais, São Miguel do Iguaçu, Sarandi, Tapejara, Terra Roxa e Tijucas do Sul.

Fora do Paraná- O monitoramento contabiliza 2.777 casos de pessoas que não moram no Estado – 58 foram a óbito.

Ajustes - Um óbito confirmado (F, 48a) no dia 02/12 em Leópolis foi excluído por erro de notificação. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

 

SAÚDE III: Pazuello diz que Brasil tem 300 milhões de doses de vacinas garantidas

saude III 09 12 2020Após se reunir com governadores de estado e participar de um evento oficial no Palácio do Planalto, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, fez um pronunciamento nesta terça-feira (08/12) em que afirmou que o governo federal está empenhado em adquirir vacinas para imunizar a população brasileira contra a covid-19. Segundo ele, até agora já estão asseguradas 300 milhões de doses, que poderiam ser usadas em 150 milhões de pessoas, já que cada indivíduo precisa receber duas doses da vacina.

Acordos - "O Brasil já possui atualmente mais de 300 milhões de doses de vacina garantidas, por meio de acordos, esperando aprovação da Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária]", disse. De acordo com o Ministério da Saúde, o governo federal tem acordos com o laboratório AstraZeneca para receber 260 milhões de doses e insumos para fabricação em 2021 pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), ao custo total de R$ 1,9 bilhão. Seriam 100 milhões no primeiro semestre e mais 160 milhões no segundo semestre.

Consórcio - A pasta também ingressou no consórcio internacional Covax Facility, que envolve diversos países, e prevê o repasse, para o Brasil, de outras 42 milhões de doses de algumas das vacinas em produção mundial. O governo também conta com a possibilidade comprar mais 70 milhões de doses de vacinas da farmacêutica norte-americana Pfizer.  

Memorando - "Assinamos esse memorando de entendimento garantindo mais de 70 milhões de doses da Pfizer, já iniciando em janeiro de 2021 o recebimento dessas doses", acrescentou.

Acesso nacional - O ministro voltou a dizer que a vacina será acessível à toda a população brasileira. Ele não informou uma data exata para o início da imunização, mas a previsão da pasta é que a vacinação comece em março. "Ressalto que todos no Brasil terão acesso à vacina. Todos aqueles que desejarem. Mais uma vez afirmo: tudo está sendo feito com os ritos científicos e seguindo os protocolos da agência reguladora, a qual respeitamos e [que] representa, legalmente, a autoridade no assunto", disse.

São Paulo - Em uma referência ao plano anunciado na segunda-feira (07/12) pelo governo de São Paulo, que prevê início da vacinação no dia 25 de janeiro no estado, Eduardo Pazuello ressaltou que cabe à Anvisa aprovar qualquer imunizante, processo que pode levar até 60 dias, segundo o ministro. "Qualquer descumprimento aos procedimentos estabelecidos, pode colocar em risco a saúde da população. E nós não podemos abrir mão disso."

Seguras - Mais cedo, em uma videoconferência com governadores estaduais, o ministro da Saúde havia dito o governo federal vai adquirir todas as vacinas tidas como seguras contra a covid-19. (Agência Brasil)

FOTO: Ministério da Saúde

 

SAÚDE IV: Boletim da dengue soma 1.251 diagnósticos confirmados

saude IV 09 12 2020O boletim da dengue divulgado nesta terça-feira (08/12) pela Secretaria de Estado da Saúde do Paraná totaliza 1.251 casos da doença no atual período epidemiológico, iniciado em agosto deste ano. São 59 novos diagnósticos confirmados no Estado, o menor número de registros semanais do período e também o mais baixo desde agosto de 2019.

Dados preliminares - “A Sesa mantém o monitoramento constante dos dados epidemiológicos, mas é importante ressaltarmos que vivemos um momento muito impactado pela Covid-19 em todos os setores e, principalmente, na saúde. Os dados são preliminares e vamos avaliar como o cenário da dengue se comportará nas próximas semanas”, avaliou o secretário de Estado da Saúde Beto Preto.

Esforço - “O Governo do Paraná realiza um esforço diário no sentido da redução do número de agravos. Porém, em relação à dengue, sabemos que o vírus continua circulando e que mais de 80% dos municípios estão hoje na condição de infectados”, ressaltou o secretário.

Eliminação de criadouros - Diante dessa realidade, ele reforça que a principal orientação para a população é eliminar os criadouros do mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti, nos ambientes internos e externos das residências.

Dados - O boletim da dengue apresenta notificações em 311 municípios das 22 Regionais de Saúde do Estado. São 13.357 notificações, 1.054 a mais que o informe anterior. Destas, 4.132 estão em investigação no Paraná.

Alerta - “A Dengue mata. Temos o registro de cinco óbitos neste período e a participação de todos na eliminação dos criadouros é fundamental. Estamos na entrada do verão, período em que a proliferação dos mosquitos aumenta”, alerta a coordenadora da Vigilância Ambiental da secretaria, Ivana Belmonte.

Sequelas - Ela destaca que a dengue é uma doença debilitante. Casos de dengue grave e mesmo casos com sinais de alarme podem deixar sequelas e provocar mortes. “Neste período de pandemia a orientação da Sesa é de cuidados redobrados. Todo recipiente que pode acumular água deve ser removido ou tampado. Uma infecção cruzada de dengue e Covid-19 pode trazer sérias consequências para a saúde”, complementou a coordenadora. (Agência de Notícias do Paraná)

 


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