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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5023 | 08 de Março de 2021

PRÉ-ASSEMBLEIAS: Reunião com cooperativas do Centro-Sul abre a rodada das prestações de contas do Sistema Ocepar

 

Nesta segunda-feira (08/03), o Sistema Ocepar se reúne com representantes das cooperativas do Núcleo Centro-Oeste, a partir das 13h30, abrindo a série de quatro pré-assembleias que serão realizadas até quinta-feira (11/03), destinadas a fazer a prestação de contas de 2020 e apresentar o do plano de trabalho para 2021. Os eventos, preparatórios para a Assembleia Geral Ordinária (AGO) da entidade, que ocorrerá no dia 5 de abril, serão virtuais e terão como convidados especiais o governador Ratinho Junior e o secretário estadual da Agricultura, Norberto Ortigara. Na oportunidade, haverá ainda debates sobre o a proposta de início do novo ciclo do planejamento estratégico do cooperativismo paranaense, o Plano Paraná Cooperativo 200 (PRC200), cujo objetivo é preparar o caminho para que as cooperativas do Paraná alcancem R$ 200 bilhões de faturamento nos próximos anos.

 

Participação - Participam das reuniões conselheiros de administração e fiscal, gestores, representantes dos comitês educativos, de mulheres e jovens, entre outros. A pré-assembleia desta segunda-feira tem como anfitriãs as cooperativas Bom Jesus e Sicredi Integração. A rodada prossegue nesta terça-feira (09/03), com lideranças do Núcleo Oeste, e a C.Vale será a anfitriã; na quarta-feira (10/03), será a vez dos Núcleos Norte e Noroeste, e a Unimed Londrina será a anfitriã; e na quinta-feira (11/03), vai reunir os representantes do Núcleo Sudoeste, com seis cooperativas sediadas em Pato Branco como anfitriãs. As reuniões ocorrerão das 13h30 às 16h30, com os Núcleos Centro-Sul, Oeste e Norte e Noroeste. Com o Núcleo Sudoeste, será das 8h30 às 11h30.

 

Informações - Mais informações com Neuza Oliveira ou Daniele Luana (secretaria@sistemaocepar.coop.br / 41 - 99278 0739 ou 99151 2148).

 

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pre assembleia folder atualizado 08 03 2021

AGRONEGÓCIO: Entidades do PR encaminham propostas para o Plano Safra 2021/2022

agronegocio destaque 05 03 2021A Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), a Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), a Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores Familiares do Estado do Paraná (Fetaep) e a Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab) encaminharam, na sexta-feira (05/03), à ministra da Agricultura, Tereza Cristina, as propostas das entidades para o Plano Safra 2021/2022. O documento foi elaborado com a contribuição dos sindicatos, produtores rurais, cooperativas, assistência técnica e extensão rural, e apresenta os pontos considerados prioritários em relação às linhas de custeio, investimento, comercialização e industrialização do crédito rural. Traz ainda sugestões de aprimoramento ligadas às políticas de gestão de riscos, como o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), Seguro Rural e Proagro. Além disso, são elencadas propostas para o apoio à agricultura familiar e medidas setoriais.

Exigibilidade bancária - O primeiro item que consta no documento trata da exigibilidade bancária, cujas demandas estão diretamente ligadas à disponibilidade de recursos obrigatórios para funding do crédito rural. As entidades do setor produtivo paranaense solicitam, por exemplo, manter em 27,5% o percentual da exigibilidade dos recursos obrigatórios, revogando o art. 5º da Resolução 4.829/20, que estabelece redução para 25%, a partir do período de cumprimento que se inicia em 1º de julho de 2021. Também, a manutenção em 59% o percentual de exigibilidades para a poupança rural, entre outros pleitos.

Recursos - Mais uma proposta importante refere-se ao montante que deverá ser disponibilizado pelo governo federal para o próximo ciclo. O Paraná está solicitando o total de R$ 277 bilhões para a safra 2021/2022, sendo R$ 209 bilhões para créditos de custeio e comercialização e R$ 68 bilhões para investimentos. No ano passado, o governo federal destinou R$ 236,6 bilhões para a safra 2020/2021. As entidades paranaenses reivindicam ainda o aumento no montante de recursos alocados para a equalização de taxas de juros no crédito rural, de R$ 11,3 bilhões para R$ 15 bilhões. Elas sugerem ainda a redução da taxa de juros do crédito rural em 1 ponto percentual para o Pronaf, Pronamp e demais produtores, além de não indexar a taxa de juros de nenhum programa de crédito rural.

Clique aqui e confira na íntegra o documento com as propostas do Paraná para o Plano Safra 2021/2022

Clique aqui e confira na íntegra o ofício encaminhado à ministra Tereza Cristina

 

FOTO: Arquivo CNH

 

COVID-19 I: Comunicado 7 destaca medidas anunciadas na sexta-feira pelo governo do Estado

covdi 19 I 08 03 2021Na sexta-feira (05/03), o governador do Paraná, Ratinho Junior, anunciou as medidas de mais um decreto publicado para conter a disseminação do novo coronavírus no Estado. Esse é o destaque do comunicado 7, divulgado pelo Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar logo após a entrevista coletiva que tratou do assunto. Veja abaixo os detalhes.

1. O governador Ratinho Júnior anunciou, no final da tarde desta sexta-feira (05/03), algumas medidas para conter a disseminação do novo coronavírus no Paraná. O novo Decreto, de nº 7.020/2021, decide prorrogar até as 5 horas do dia 10 de março a vigência do Decreto nº 6.983, de 26 de fevereiro de 2021.

• O Decreto libera o funcionamento do comércio a partir do dia 10/03 até o dia 17/03 e o retorno das aulas para as escolas particulares, a partir do dia 10/03, e para as escolas públicas, a partir do dia 15/03, no formato híbrido com até 30% da capacidade das salas de aula.

• Mantém o toque de recolher e venda de bebidas alcoólicas a partir das 20 horas até às 5 horas, de 10 a 17 de março de 2021.

• Além do Decreto, o governador anunciou também as seguintes medidas emergenciais:

- Decide que a Fomento Paraná disponibilizará R$ 30 milhões para Banco da Mulher e Banco do Empreendedor com juros subsidiados para atender o setor do comércio;

- Disponibilizar R$ 10 milhões numa linha de crédito para empreendedores informais, os chamados MEIs;

- Decide que os 40 mil empreendedores que emprestaram no início da pandemia recursos da Fomento Paraná, serão suspensos os pagamentos desses empréstimos por 60 dias;

- Linha de crédito para o setor do turismo de R$ 120 milhões, sendo R$ 100 milhões pelo BRDE e R$ 20 milhões da Fomento Paraná;

- Define que, tanto a Copel como a Sanepar, darão condições de parcelamento de débitos existentes, tanto para o setor do comércio como de serviços e famílias de baixa renda, com a possibilidade de parcelamento de até 60 meses;

- Decide prorrogar o Decreto número 6.983/2021, de 27/02/2021, até a zero hora do dia 10/03;

- Na quarta-feira (10/03), o comércio está autorizado a funcionar em horário especial;

- Mobilizar os municípios com mais de 50 mil habitantes para que seja realizado um trabalho de escala de horário do transporte público para que não haja aglomeração.

2. O Decreto Estadual 6.983/2021 não suspendeu as obrigações de saúde e segurança do trabalho, tais como os treinamentos presenciais impostos pelas Normas Regulamentadoras (NR), visto a competência do Governo Federal. Tais obrigações legais seguem normalmente a todos os empregadores, que devem realizá-las observando e cumprindo as medidas de prevenção a Covid-19 informadas pela Secretaria de Saúde do Estado do Paraná.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). Desde que o trabalho remoto foi adotado pela instituição, em 20 de março de 2020, os integrantes se reúnem diariamente, por meio de videoconferência, para analisar cenários e discutir o andamento das atividades visando atender as demandas das cooperativas. O Comitê tem ainda divulgado os comunicados para informar as principais ações de interesse do cooperativismo paranaense que estão sendo executadas pelo Sistema Ocepar nesse período de pandemia.

FOTO: Jonathan Campos / AENPR

 

COVID-19 II: Comitê divulga comunicado 6

covid 19 destaque 08 03 2021No comunicado 6, emitido na manhã de sexta-feira (05/03), oComitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar destaca a realização das pré-assembleias, de 8 a 11 de março, para tratar de assuntos estratégicos para o desenvolvimento contínuo das cooperativas paranaenses. Informa ainda sobre as propostas do Paraná para o Plano Safra 2021/2022. Confira abaixo todas as informações do boletim.

1. O Sistema Ocepar realiza, entre os dias 08 e 11 de março, suas pré-assembleias durante o Encontro de Núcleos Cooperativos, de forma digital, onde serão tratados assuntos estratégicos para o desenvolvimento contínuo das cooperativas paranaenses, prestação de contas de 2020 e plano de trabalho 2021. Clique aqui para inscrição.

2. No dia 05 de março, o Governo do Paraná, encaminhou para o Ministério da Agricultura – Mapa, propostas para o Plano Agrícola e Pecuário 2021/2022, construídas em parceria com as entidades Ocepar, Faep, Fetaep e Seab.

3. O Sistema OCB, no dia 04 de março, publicou relatório de análise política, destacando a PEC Emergencial nº 186/2019, que traz medidas para o ajuste fiscal. Trata também de temas como a prorrogação do auxílio emergencial e possíveis cortes de benefícios tributários. Clique aqui para acessar a análise política.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). Desde que o trabalho remoto foi adotado pela instituição, em 20 de março de 2020, os integrantes se reúnem diariamente, por meio de videoconferência, para analisar cenários e discutir o andamento das atividades visando atender as demandas das cooperativas. O Comitê tem ainda divulgado os comunicados para informar as principais ações de interesse do cooperativismo paranaense que estão sendo executadas pelo Sistema Ocepar nesse período de pandemia.

 

GETEC: Informe nº 11 apresenta expectativas de mercado sobre indicadores econômicos

getec destaque 08 01 2021A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulgou, nesta segunda-feira (08/03), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central (BC), levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2021, 2022 e 2023. A Getec também publicou o Informe Mensal contendo o histórico das projeções do Banco Central referente a fevereiro.

Clique aqui para conferir o Informe Expectativas de Mercado Semanal

 

8 DE MARÇO: Sistema Ocepar homenageia as mulheres do cooperativismo

8 de marco 08 03 2021Nesta segunda-feira (08/03), Dia Internacional da Mulher, o Sistema Ocepar parabeniza especialmente as cooperadas, esposas e filhas dos cooperados, a liderança feminina, as colaboradoras e jovens, enfim, todas as mulheres ligadas direta ou indiretamente ao cooperativismo. O movimento cooperativista conta com uma relevante participação feminina, que aumenta cada vez mais o seu protagonismo e contribui para que as cooperativas prossigam atuando de forma diferenciada, mantendo seus valores e princípios em todos os lugares onde está presente. No Paraná, elas respondem por 45% dos empregos gerados pelas cooperativas e por 54% do quadro social. Há mulheres atuando nos sete ramos do cooperativismo. Outro destaque é a participação delas nos postos de liderança: são aproximadamente 96 conselheiras fiscais, 76 integrantes em diretorias e 11 mulheres atuando como presidentes de cooperativas no Paraná. E existe ainda um grande espaço a ser conquistado. Para o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, a melhor forma de apoiar as mulheres do cooperativismo é por meio da formação. E elas já representaram em torno de 48% das participações em cursos, treinamentos, palestras e outros eventos de formação, capacitação e promoção social promovidos com o apoio do Sescoop/PR.

Missão - “No Paraná, o cooperativismo agrega mais de 2,5 milhões de pessoas. Como manter todos unidos sem a participação da liderança feminina? Eu acho impossível. Então, temos que dar condições para que elas se entusiasmem e levem essa missão para frente”, afirma. “Queremos investir nas pessoas, para que elas tenham condições de assumir qualquer posição dentro de uma cooperativa porque o fato de 11 mulheres hoje estarem na função de presidentes é uma decorrência da evolução de onde elas estavam. Isso é natural. Se você está preparada e disposta, alguma oportunidade vai surgir. Dessa forma, vamos nos preparar, vamos investir em nós. Esse é o propósito do Sescoop/PR e da Ocepar”, acrescentou.

Clique aqui e confira a edição de outubro de 2020 da revista Paraná Cooperativo, que traz exemplos de mulheres que estão fazendo a diferença no cooperativismo paranaense

 

COCARI: Live Dia da Mulher é nesta segunda-feira, às 19h30

cocari 08 03 2021Neste 8 de março, Dia Internacional da Mulher, a Cocari promoverá uma live de celebração reunindo mulheres que, de diferentes formas, contribuem para o desenvolvimento do agro: são colaboradoras, cooperadas, esposas, mães e filhas de associados que estão engajadas para possibilitar o bom andamento das atividades agropecuárias, base de trabalho de suas famílias.

Programação - Esta noite, às 19h30, será transmitida a Live Dia da Mulher, realizada com o apoio do Sescoop/PR, pelos perfis @cocaricoop no Facebook e Canal do Youtube. O evento é gratuito e aberto à toda comunidade, que acompanhará a mensagem do presidente da Cocari, Vilmar Sebold; a palestra “Mulheres na TPM – Transformação para Melhor”, com Helda Elaine; e irá concorrer a um sorteio de prêmios.

Engajamento - A assistente de cooperativismo, Bruna Carolina dos Santos Mariano, comentou sobre a contribuição das mulheres no trabalho cooperativista e na agropecuária. “A mulher tem lutado e conquistado direitos que lhe garantem uma maior participação social e política e o que vemos no cooperativismo são mulheres engajadas, responsáveis, sempre dispostas a contribuir, a levar o agro com garra e coragem. Com isso, a paixão pelo campo cresce cada vez mais. Neste dia 8 é indispensável que reconheçamos as mulheres cooperativistas por contribuírem juntamente com suas famílias, não só para o cooperativismo, mas para o mundo, são o alicerce, a firme rocha, que mantém de pé qualquer um de nós. Mulher é força revestida de amor!”, definiu.

Incentivo - O analista de cooperativismo, Hugo Carnelossi, falou sobre como a promoção de eventos como este, com a participação de uma palestrante renomada, colabora com o reconhecimento da crescente atuação da mulher no agronegócio. “Pensando no 5.º princípio do cooperativismo, Educação, Formação e Informação, a Cocari busca sempre levar eventos de formação a todo seu quadro social, visando desenvolver habilidades e conhecimentos, a partir de ações de integração, demonstrando às mulheres a importância de seu papel na comunidade, cooperativa e no agronegócio”, avaliou.

Participe - Carnelossi aproveitou para fazer um convite às famílias dos cooperados da Cocari para acompanharem o evento. “Convidamos todas as famílias cooperativistas e a comunidade para assistirem a essa palestra, para celebrarmos juntos essa data especial do Dia Internacional da Mulher”, disse.

Recado da palestrante - A palestrante do evento, Helda Elaine, especialista em Comportamento e Desenvolvimento Humano, Comunicação e Marketing, mestre em Desenvolvimento Regional e Agronegócio, também deixou um convite às mulheres cooperativistas. Confira o vídeo no link a seguir: https://pt-br.facebook.com/cocaricoop/videos/vb.587488424616691/434552787868687/?type=3&theater. (Imprensa Cocari)

 

C.VALE I: Talento agridoce de Lidia Heckler

Uma doce conversa. Foi com esse sabor imaginário que a entrevista com a encarregada administrativo do departamento de Engenharia de Projetos da C.Vale, Lidia Eliza Heckler foi conduzida. Embora trabalhe numa área de construção, o que sustenta suas monumentais obras nas horas vagas é o sabor inigualável de suas autênticas receitas culinárias.

Cozinheira - A mãe da Isabeli e esposa do Isaias pode-se dizer que é uma cozinheira de mão-cheia. Traduz sua habilidade com as panelas como uma terapia e não como uma fonte extra de renda. “Minha fuga é doce”, brinca Lidia ao contextualizar o prazer que tem quando está entre ingredientes e panelas. “Esqueço do mundo. É minha válvula de escape depois de um dia intenso de trabalho”.

De mãe para filha - A filha de sete anos, já conta nos dedos a data de sua iniciação. Segundo a progenitora, quando ela completar oito anos receberá a herança do conhecimento culinário. “Foi com essa idade que minha mãe começou a me ensinar. É uma idade mais segura”, explica a chef autodidata. De acordo com Lidia, nunca participou de um curso de culinária. Tudo que sabe, aprendeu com mãe, a dona Ivone ou aperfeiçoando receitas.

Quantidades e ingredientes - Para compartilhar as receitas desta matéria, teve que anotar as próprias quantidades e ingredientes. “Faço tudo de cabeça. Criei minhas próprias medidas. Tenho um medidor padrão para ingredientes sólidos e líquidos”, explica.

Trajetória - Formada em Letras com especialização em Gestão de Projetos, Lidia trabalha na cooperativa há 17 anos. Começou como estagiária na unidade de Santa Rita do Oeste, foi atendente, analista administrativa, subgerente em Terra Boa e Guaíra e hoje é encarregada do Deenp, em Palotina. “A vida é feita de oportunidades. Temos que estar preparados para aproveitá-las”, ensina.

Origem - Descendente de alemão, fala, lê e escreve a língua dos avós refugiados de guerra. Quando está entre os pais, irmãos e tios é difícil se comunicar em português. “Já até dei aula de alemão”, revela sem muito sotaque. Conforme ela, o marido não entende muito, mas a filha Isabeli já começou a ser alfabetizada com a segunda língua.

Doce em escala - Lidia não tem site e nem faz propaganda de seus quitutes. O boca a boca é seu cartão de visitas. Em finais de semana e feriados já produziu em escala quase que comercial. Chegou a confeitar dois mil docinhos e 47 quilos de bolo. Entre os pedidos, o mais inusitado foi de um bolo personalizado. “O tema da festa era Las Vegas. Decorei o bolo com detalhes de fichas e cartas de baralho que remetiam a um casino. Foi trabalhoso, mas muito recompensador”, admite.

Menu - No menu à Lá Lidia tem os queridinhos dos clientes, que vãos desde o bolo de abacaxi com cocada, passando pelos de recheios com morango, quatro leites, bombom, mouses de chocolate, limão, leite-ninho, até o de suspiro com creme de morango e nozes. A base de todas as massas é o famoso pão de ló. Outro diferencial das guloseimas da Lidia é a matéria prima. Só usa produtos de primeira. “A Frimesa é minha grande aliada. Não tem como errar. São produtos de qualidade”, atesta a confeiteira.

Contribuição - Jovial, entende que ainda tem muito para contribuir com a cooperativa e a comunidade. “Quando me aposentar, quem sabe meu hobby vira negócio. Mas por ora é minha diversão”.

Nota da Redação- Vou contar a verdade. A conversa não teve sabor imaginário. Teve sabor real. A Lidia trouxe o bolo fresquinho e as tortinhas quentinhas. Vocês não imaginam a experiência agridoce que a equipe da ASQTC e convidados tiveram nesse dia saboroso. (Imprensa C.Vale)

Links - Clique nos links abaixo para conferir as receitas

Bolo de abacaxi

Tortinhas crocantes da Lidia

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C.VALE II: Artista de Jesus

cvale II 08 03 2021“Nina de Jesus”. Esse é o nome abençoado da artista eclética Gleyzielem Cristina de Jesus. Instrumento musical foi paixão de maternidade. A mãe, dona Leonildes tocava trombone na igreja. Hoje com 26 anos, a assistente administrativo do Industrializados da C.Vale tem uma banda particular. Ela toca violão, repique, guitarra, teclado, contrabaixo, bateria, prato, bumbo, sino, saxofone, clarinete, flauta e trombone. Detalhe: todos estão ao alcance de seus dedos ecléticos.

Mudança - Natural de Juara, em Mato Grosso, se mudou há 12 anos para o Paraná. Praticamente todo esse período morou em Iporã. O deslocamento diário para trabalhar no frigorífico motivou a ficar mais perto e há dois meses está morando em Palotina. Contratada há três anos pela C.Vale, sonha em fazer carreira na cooperativa. “Esse ano vou começar a cursar Engenharia de Produção. O meu trabalho é minha outra paixão. Amo o que faço”, revela.

Planejamento - O planejamento faz parte da rotina de Nina. Além dos estudos, pretende comprar uma casa e fazer parte de uma banda sertaneja. “A vida inteira toquei em bandas da igreja e municipal. Quero agora colocar em prática esse novo hobby”, projeta. Sua identidade musical, pende para o gospel e o sertanejo universitário. Hillsong, Aline Barros, Gusttavo Lima e Simone e Simara fazem parte da sua playlist de louvor e gingado.

Aperfeiçoando dons - A musicalização entrou na vida de Nina aos 5 anos quando começou a tocar com a mãe na igreja. Por sete anos frequentou aulas de partitura. O primeiro instrumento foi um violão que ganhou do avô. O gosto e a curiosidade ampliaram seus horizontes musicais. “Deus me deu o dom e tenho trabalhado para aperfeiçoá-lo”, enfatiza a tímida Nina. Isso mesmo, ela se considera muito tímida. O palco é seu refúgio. Nele se transforma. “A música, o placo são meu divã. Neles curo todas as minhas feridas”.

Professora - Além de integrar bandas, foi professora particular e formou um coral com 50 flautistas em Iporã. Em dezembro de 2020, Nina liderou um grupo de artistas e montou a Banda do Indav. Eles se apresentaram durante a Semana da Sipat. Com foco na prevenção de acidentes, parodiaram várias músicas reforçando a importância do trabalho seguro. “O lúdico chamou atenção e ajudou na conscientização sobre acidentes de trabalho”, enfatiza.

Revista - Outro hobby da instrumentista é a revista Você C.Vale. Desde que entrou na cooperativa em dezembro de 2017, passou a colecionar os exemplares. As seções que mais chamam sua atenção são unidade em foco, receita e talento. “As histórias das pessoas nos ensinam muito. Gosto de ler e ver como fazem para prosperar”. (Imprensa C.Vale)

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SISTEMA OCB: PEC Emergencial mantém repasses do FAT ao BNDES e recursos do Funcafé

sistema ocb 08 03 2021O Plenário do Senado aprovou, na quinta-feira (04/03), o texto-base da PEC Emergencial (PEC 186/2019), que permite ao Executivo pagar o auxílio emergencial em 2021 fora do teto de gastos do orçamento e do limite de endividamento do governo federal.

Tramitação - A PEC Emergencial, que segue agora para a Câmara dos Deputados e precisa tramitar em dois turnos, determina que o auxílio emergencial ficará limitado a um custo total de R$ 44 bilhões e deve ter parcela variável entre R$ 150 e R$ 375 durante quatro meses.

Atuação - Durante a tramitação da medida, a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) atuaram para adequar alguns pontos do texto. Dentre eles, destacam-se a manutenção nos repasses do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a preservação doFundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé).

Continuidade - Para o senador Izalci Lucas (PSDB/DF), um dos principais defensores da manutenção dos repasses do FAT ao BNDES, a medida garante a continuidade de importantes linhas de investimento para o setor produtivo. “Assim, esses recursos continuarão sendo utilizados em linhas de financiamento para apoiar negócios nos mais diversos setores e clientes de todos os portes, inclusive o microempreendedor, as cooperativas e o agricultor familiar”.

Frencoop - A inclusão do Funcafé dentre as exceções de cortes orçamentários só foi possível pela mobilização de parlamentares da Frencoop, como o deputado Evair de Mello (PP/ES), que preside a bancada cooperativista. Com papel importante nesta atuação, o senador Jorginho Mello (PL/SC), que também é integrante da Frencoop, ressaltou a importância do Funcafé para o setor produtivo brasileiro.

Consequência - “O fim do Funcafé traria como consequência imediata a redução da geração de emprego e renda e a exigência de políticas de cobertura de preços mínimos, resultando em grandes impactos sociais negativos nos municípios e estados brasileiros”, afirmou.

Essencial - De acordo com o presidente do o Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, o Funcafé é essencial para a competitividade e manutenção da renda dos produtores e cooperativas no país.

Maior produtor e exportador - “O Brasil é hoje o maior produtor e exportador e segundo consumidor de café do mundo. Em 2018, foram exportados, por exemplo, 35,2 milhões de sacas de café para 123 países. A produção brasileira na safra 2018 foi de 61,7 milhões de sacas, maior colheita registrada na série histórica do grão”, afirmou.

Cadeia produtiva - Freitas explica ainda que a cadeia produtiva, sustentada por 308 mil produtores (78% da agricultura familiar), gera, anualmente, US$ 5 bilhões a US$ 7 bilhões em vendas externas, 8,4 milhões de empregos e R$ 25 bilhões de renda no campo, em 1.983 municípios. Ainda segundo ele, “54,8%do café produzido no país é proveniente de produtores rurais associados a cooperativas, que geram riqueza e levam desenvolvimento sustentável ao interior do país”.

Segurança e previsibilidade - O senador Luis Carlos Heinze (PP-RS), vice-presidente da Frencoop, reforçou que eliminar a poupança do FAT aplicada no BNDES, de uma vez ou aos poucos, compromete o patrimônio do fundo social, que é crucial na retomada da atividade econômica pós-pandemia e geração de empregos. “A redução de recursos colocado na PEC iria na contramão de países desenvolvidos. O caminho é fortalecer para dar maior segurança e previsibilidade às políticas de fomento e incentivo do setor produtivo”. (OCB)

FOTO: Waldemir Barretos / Agência Senado

 

FRENCOOP: Celso Maldaner defende suspensão das importações de lácteos

frencoop 08 03 2021O deputado Celso Maldaner (MDB-SC), integrante da diretoria da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), defendeu a suspensão imediata das importações de lácteos da Argentina e do Uruguai. Em discurso proferido no Plenário da Câmara dos Deputados na quarta-feira (03/03), o parlamentar afirmou que o produtor rural merece admiração por conseguir manter o crescimento do agronegócio, mas que, ao mesmo tempo, não é um super-herói.

Sobrevivência - “Ele não consegue sobreviver quando todas as circunstâncias se opõem à sua atividade e quando o governo não faz o suficiente para ajudar”, afirmou ao se referir aos produtores de leite.

Longa data - Maldaner destacou que o problema das importações predatórias de leite dos países do Mercosul vem de longa data e que, infelizmente, até hoje, foram adotadas no máximo remédios provisórios, mas não uma solução definitiva para o problema.

Razões - Ele apontou três razões pelas quais considera injusta a concorrência com o leite importado dos países latinos e afirmou acreditar que a ministra da Agricultura, Tereza Cristina será sensível às demandas do setor para, junto com o Legislativo, encontrar uma solução duradoura.

Pronunciamento - Confira o pronunciamento completo do deputado no link https://www.facebook.com/celso.maldaner/videos/3842270705850243/. (OCB)

 

AGRÁRIA: Qualidade das palestras marca o Dia de Campo de Verão 2021

agraria 08 03 2021Na quinta-feira (04/03), a Agrária e a Fapa (Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária) realizaram a segunda tarde de palestras do Dia de Campo de Verão 2021. Como medida de prevenção à Covid-19, todas as apresentações aconteceram de forma on-line. Um público de mais de 600 pessoas assistiu à transmissão e interagiu com os palestrantes através de um chat. 

Manejo e produtividade do milho - No segundo dia do evento, os pesquisadores da Fapa e palestrantes convidados abordaram temas ligados ao manejo e produtividade do milho, uso de insumos biológicos, aplicação de novas tecnologias no campo e clima.

Assuntos relevantes - Na opinião do cooperado Felipe Milla, as duas rodadas de palestras do Dia de Campo de Verão falaram sobre assuntos pertinentes ao cotidiano do produtor rural. “As palestras trouxeram informações muito relevantes sobre o cenário atual e também alguns temas curiosos, que precisam ser discutidos dentro da Agrária com mais frequência, como o uso de biológicos e das novas tecnologias. Chamou atenção o fato de serem palestras que tratavam de assuntos técnicos, mas apresentadas de maneira bastante didática”, avaliou.

Agronegócio - Na palestra que fechou o evento, o agrônomo Marco Antônio dos Santos, da Rural Clima Serviços de Engenharia Agronômica, enfatizou o importante papel desempenhado pelo agronegócio na economia brasileira. “O Brasil é o agro. Nesse período de pandemia, pudemos perceber ainda mais que é o produtor rural quem faz o país andar”, afirmou.

Patrocínio - O Dia de Campo de Verão 2021 contou com o patrocínio ouro da Oro Agri, patrocínio prata da Ihara e patrocínio bronze da Pioneer e do Sindicato Rural de Guarapuava. (Imprensa Agrária)

 

CAPAL: Assembleia Geral Ordinária é cancelada em cumprimento ao Decreto Estadual

capal 08 03 2021Considerando a necessidade de controle da pandemia, a preservação da saúde de todos os envolvidos e em cumprimento das medidas impostas pelo Decreto 6983/2021, do Governo do Estado do Paraná, a diretoria da Capal cancelou a sua Assembleia Geral Ordinária (AGO). A reunião seria realizada em 3 de março, às 14h, em Arapoti, conforme Edital de Convocação de 12 de fevereiro de 2021.

Virtual - “Não poderíamos manter a nossa AGO, sabendo da situação de calamidade em que estão os hospitais, o que levou o governo do estado do Paraná a publicar o decreto. As medidas visam conter a proliferação do vírus e a saúde das pessoas sempre será prioridade. Com o adiamento da assembleia, adiou-se também o pagamento das sobras aos cooperados, pois tal ato só é possível após a formalização em AGO. Já estamos organizando a realização da AGO, que ocorrerá de forma virtual ainda neste mês de março e, após a AGO, as sobras serão creditadas no final do mês”, afirmou o presidente executivo da Capal, Adilson Fuga. (Imprensa Capal)

 

PRIMATO: Cooperativa chega ao Mato Grosso do Sul com indústria de nutrição animal

primato destaque 08 03 2021O estado do Mato Grosso do Sul há anos tem a oportunidade de receber os produtos da Primato Cooperativa Agroindustrial, porém, agora as raízes foram fincadas de vez no estado vizinho. A Primato é a nova proprietária da Pecpar Nutrição Animal, localizada em Dourados. Depois de um ano e meio de negociações, a unidade passou a funcionar sob a liderança da Primato no dia 15 de fevereiro.

Pecpar - A fábrica de produtos de nutrição para bovinos foi adquirida de “porteira fechada”, com uma área total de 5 hectares. Os carros-chefes da produção da marca já consolidada são a linha branca (suplementos minerais), produtos homeopáticos, farelados, núcleos e rações peletizadas (granuladas). A novidade é um novo passo em direção à expansão da Primato. “Rompemos uma barreira, já que é nossa primeira unidade fora do Paraná. Nascemos em Toledo, oeste paranaense, estendemos nossa atuação para o sudoeste do Paraná e, agora, chegamos em um estado altamente produtor de gado de corte e de grãos. A localização é estratégica para os nossos planos na região centro-oeste do país”, enfatiza o gerente de industrialização da Primato, Juliano Millnitz.

Indústria - Além do Mato Grosso do Sul, o estado do Mato Grosso será contemplado com os produtos fabricados pela Pecpar. A nova experiência irá oportunizar também a exportação de cerca de 30% da produção para países da América do Sul. A estrutura, que já funciona desde 2013, ganhou a experiência da Primato em fabricar produtos que se adequem ao produtor. “São produtos de alta qualidade, com alto valor agregado e personalizados para o manejo do produtor, de acordo com aquilo que ele busca para os seus animais”, reforça Juliano.

Ampliação - Com a unidade, que agora leva a marca Primato, já em funcionamento, produzindo 4 mil toneladas/mês, serão realizadas análises da planta da fábrica, da estrutura instalada e da capacidade para que nos próximos dois anos uma série de investimentos possam ser feitos na indústria. “Ampliação da linha de produção e uma unidade de recebimento de grãos já estão em nossos planos para o futuro da Pecpar”, detalha o gerente de industrialização.

Experiência - A nova aquisição da Primato é a terceira fábrica de rações da cooperativa. Em 2008, as operações da indústria em Toledo tiveram início. Em 2017, foi o momento de expandir as atividades para o município de Verê, no sudoeste do Paraná, com mais uma unidade industrial. A linha de nutrição animal nas duas unidades mais antigas alimenta diariamente cerca de 70 mil animais em lactação, mais de seis mil animais de corte em confinamento e mais de 162 mil suínos no campo. “Esses números demonstram a representatividade e responsabilidade que a nutrição animal da cooperativa tem atualmente e que, por isso mesmo, somos cobrados para que a inovação esteja sempre presente. Assim, cada vez mais, nossos cooperados e produtores rurais poderão ter em nossa nutrição animal o respaldo de sua produtividade”, encerra Juliano. (Imprensa Primato)

 

SEAB/DERAL: Preço do ovo cresce em fevereiro para produtor, atacado e varejo

seab deral 08 03 2021O preço dos ovos apresentou expressivas altas em todos os níveis do mercado paranaense em fevereiro: produtor, atacado e varejo. A análise sobre os fatores que contribuíram para que isso ocorresse é um dos assuntos do Boletim de Conjuntura Agropecuária, elaborado pelo Departamento de Economia Rural, da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, referente à semana de 27 de fevereiro a 05 de março.

Avicultor - Em relação ao preço pago ao avicultor, o aumento foi de 6,6%, em comparação com janeiro de 2021. No mês passado, a caixa do tipo grande, com 30 dúzias, foi vendida, em média, a R$ 117,67. No atacado, o reajuste verificado chegou a 18,8% e a mesma caixa teve preço de R$ 120,41. Já no varejo, a dúzia atingiu o valor de R$ 6,01, alta de 7,3% em relação a janeiro.

Fatores - A escalada pode ser justificada por alguns fatores que se complementam. Por ser um produto de bom custo/benefício em relação a outras proteínas de origem animal, o ovo foi muito procurado. Assim, houve redução na oferta que, normalmente, resulta em alta de preço.

Custo de produção - Além disso, o custo de produção de ovos teve grande elevação desde o ano passado, com repasse de parte das despesas para o valor do produto final. A alimentação das aves foi um dos custos que mais pesaram, particularmente o milho e o farelo de soja. Com o dólar em alta, as exportações se tornaram altamente atrativas e a escassez interna levou ao aumento do preço.

Comparativo - Como comparativo, em fevereiro de 2020, um avicultor precisava de 7,9 caixas de 30 dúzias de ovos para adquirir uma tonelada de milho. Em fevereiro deste ano, para ter a mesma quantidade, ele precisa investir 11,4 caixas de ovos, um aumento de 44,3%. No farelo de soja, a relação é ainda mais forte. De 15,2 caixas necessárias para uma tonelada do produto em 2020, agora é preciso 26,8 caixas, aumento de 76,3%.

Mandioca e feijão - O boletim retrata, ainda, que fevereiro foi benéfico para os produtores de mandioca. O clima mais seco possibilitou os trabalhos de campo e a colheita teve início. A oferta do produto nas indústrias já começa a refletir em gradativa queda nos preços tanto ao produtor quanto nos demais segmentos de comercialização.

Maior fornecedor - O Paraná é o Estado que tem fornecido, até agora, a maior quantidade de feijão tipo cores para o País. É seguido por São Paulo, Minas Gerais e Goiás. A primeira safra está colhida e cerca de 70%, comercializada. A segunda safra está com a semeadura avançando, favorecida pela melhora no balanço hídrico.

Milho e soja - Em relação ao milho, o documento do Deral aponta um avanço consistente no plantio da segunda safra, ainda que bastante abaixo do ideal para o período. Da primeira safra, a colheita também se intensificou e deve atingir 50% na próxima semana.

Colheita - Com melhores condições climáticas, os sojicultores paranaenses reforçaram a colheita e já tiraram do campo pelo menos 23% da produção do ciclo 2020/21. O volume ainda é bem inferior à média colhida nas últimas três safras, neste mesmo período, que era de 40%.

Trigo - O boletim faz análise sobre a demanda mundial por trigo, que, somente em fevereiro, exigiu 10 milhões de toneladas a mais que no mesmo mês do ano passado, sobretudo pelo maior uso do produto como ração na China. Com isso, os preços aumentaram entre 10% e 40% nas cotações em dólar.

Outros produtos - No documento, ainda há informações sobre a cultura da batata, que está com 100% da primeira safra colhida e com 83% da segunda já plantada. Sobre a ovinocultura e a caprinocultura, a análise é feita em relação aos números de exportação e importação e sobre os preços praticados no varejo paranaense. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Rodrigo Félix Leal / ANPR

 

 

TRATOR SOLIDÁRIO: Programa fortalece agricultura familiar na região Oeste

trator solidario 08 03 2021O agronegócio é o carro-chefe da economia de Santa Helena, no Oeste do Paraná, cidade com população estimada em 26,7 mil habitantes. Em 2019, ela passou a integrar a lista dos municípios paranaenses com Valor Bruto da Produção (VBP) acima de R$ 1 bilhão. Seu faturamento, de R$ 1,08 bilhão, representa o sexto maior do Estado, atrás de Toledo, Castro, Cascavel, Guarapuava e Marechal Cândido Rondon. A produção de suínos, aves de corte e grãos é a principal responsável por esse desempenho.

Crescimento - Vários fatores explicam o crescimento expressivo da região, como os investimentos realizados pelos produtores, a industrialização e a assistência técnica disponível. Além disso, programas como o Trator Solidário, da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, fortalecem esse conjunto. A demanda é representativa: a mesorregião Oeste (considerando os núcleos regionais de Toledo, Cascavel e Campo Mourão) responde por cerca de 26% dos investimentos do programa desde a sua criação, em 2007, até 2019. Os dados foram compilados pela Unidade Regional do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná Iapar-Emater (IDR-Paraná) em Toledo.

Gerações - Com essa longa trajetória, o Trator Solidário acompanhou várias gerações no campo, participando de um ciclo de benefícios como a ampliação da produção, da renda, e a modernização das propriedades. Foi assim com o produtor Vanderlei Dietze, de Santa Helena, um dos primeiros contemplados pelo programa. Dietze vive na mesma propriedade desde os dois anos de idade, já que os pais também eram trabalhadores rurais. Com ajuda do Estado, adquiriu o primeiro trator da família em 2007. Ainda era um modelo 75 CV sem cabine. “Na época, ouvi no rádio sobre o Trator Solidário. Fiquei interessado e busquei informações na Emater”, conta.

Ágil - O trabalho ficou mais ágil. “Até então, fazíamos muita coisa manualmente. Agora, temos a praticidade de ter um trator para fazer pasto, e começamos a fazer silagem, sem precisar pagar outras pessoas pelo serviço. Assim, reduzimos o custo e produzimos com mais qualidade”, acrescenta.

Renovação da frota - Com o primeiro financiamento quitado em 2018, no ano passado Dietze se inscreveu novamente e conseguiu um trator cabinado – especificidade exigida pela legislação atual para garantir mais segurança na aplicação de defensivos agrícolas. Renovou a frota e melhorou o desempenho da propriedade de 20 hectares, onde cultiva soja, milho e gado de corte. A entrega oficial aconteceu recentemente, com a presença dos filhos Arthur, de um ano, e Vicenzo, de 11.

Produção - Dietze conta que a produção já havia crescido expressivamente nos últimos anos. Agora, com dois tratores adquiridos abaixo do preço de mercado, pode aumentar ainda mais. O programa funcionou como um estímulo para que ele investisse na propriedade. “Compramos pulverizador, plantadeira, hoje temos um guincho bag e forrageira, modernizamos bastante. Não é só o trator”.

Apoio - Os produtores inscritos no Trator Solidário recebem orientação do IDR-Paraná. O extensionista que atua em Santa Helena, Carlos Alexandre Harold, explica que a unidade funciona como um ponto de apoio para esclarecer dúvidas e enviar a pré-proposta para Curitiba, onde é submetida à aprovação de um comitê. Na região, segundo ele, os tratores financiados pelo programa custam cerca de R$ 20 mil a menos do que no mercado. Os núcleos regionais do Oeste estão entre os mais beneficiados no último ano.

Alegria - “Nós temos muita alegria em participar e ajudar os agricultores porque vemos grandes resultados. É um atrativo para que invistam na propriedade. Muitas vezes, eles sequer pensavam em ter maquinário. Porém, quando divulgamos o preço reduzido, começam a acreditar nesse sonho”, diz.

Programa - O Trator Solidário atende a pequenos agricultores enquadrados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), com renda bruta anual de até R$ 415 mil oriunda da atividade agrícola.

Novo edital - O novo edital está aberto desde janeiro de 2021. Os interessados devem procurar a unidade local do IDR-Paraná, onde os técnicos podem orientá-los sobre quais maquinários, fábricas e instituições financeiras estão disponíveis para fazer contratação no momento, ainda com a taxa de juros do Plano Safra vigente, de 4%.

Julho - Em julho, quando for lançado o novo plano, o índice pode mudar. “Já os preços estão tabelados via edital, e ficam em torno de 10% a 15% inferiores ao preço de mercado”, explica o chefe do Departamento de Economia Rural (Deral), Salatiel Turra.

Valor financiado - No ano passado, o programa financiou cerca de R$ 71,7 milhões: foram 624 tratores, 13 colhedoras e quatro pulverizadores - entre equipamentos entregues e em processo de faturamento pela fábrica. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Divulgação IDR-Paraná

 

FOCUS: Mercado financeiro aumenta projeção da inflação para 3,98% em 2021

focus 08 02 2021A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA - a inflação oficial do país) deste ano subiu de 3,87% para 3,98%. A estimativa foi divulgada nesta segunda-feira (08/03) no boletim Focus, pesquisa semanal do Banco Central (BC) com a projeção do mercado para os principais indicadores econômicos.

2022 - Para 2022, a estimativa de inflação é de 3,50%. Tanto para 2023 como para 2024 as previsões são de 3,25%.

Centro da meta - O cálculo para 2021 está acima do centro da meta da inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,25% e o superior, 5,25%.

Taxa de juros - Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 2% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Mercado - Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic encerre 2021 em 4% ao ano. Para o fim de 2022, a estimativa é de que a taxa básica chegue a 5%. E para o fim de 2023 e 2024, a previsão é 6% ao ano.

Aumento - Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Entretanto, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Redução - Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio - As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a projeção para o crescimento da economia brasileira este ano de 3,29% para 3,26%. Para o próximo ano, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) - a soma de todos os bens e serviços produzidos no país - é de crescimento de 2,48%. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro continua projetando expansão do PIB em 2,50%.

Expectativa - A expectativa para a cotação do dólar subiu para R$ 5,15, ao final deste ano. Para o fim de 2022, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5,13. (Agência Brasil)

FOTO: Banco Central do Brasil

 

BC: Economias regionais mantêm recuperação no quarto trimestre de 2020

bc 08 03 2021A evolução recente dos indicadores de atividade reforça o cenário de continuidade da recuperação da economia brasileira, após os fortes impactos da pandemia de covid-19. Entretanto, ainda há incertezas diante do aumento do número de casos da doença. A análise é do Banco Central (BC) e foi divulgada na sexta-feira (05/03) no Boletim Regional, publicação trimestral que apresenta as condições da economia por regiões e por alguns estados do país.

Expansão - De acordo com o BC, as informações referentes ao último trimestre do ano passado evidenciam expansão, apesar da redução parcial dos programas governamentais de recomposição de renda. “Os dados, no entanto, não contemplam os possíveis impactos negativos do recente aumento no número de casos da Covid-19. Nesse sentido, a incerteza sobre o ritmo de crescimento da economia permanece acima da usual, sobretudo para o primeiro trimestre deste ano, concomitantemente ao esperado arrefecimento dos efeitos dos benefícios emergenciais”, diz o documento.

Atividade econômica - Na quinta-feira (04/03), o BC também divulgou análises específicas no âmbito do Boletim Regional, sobre o desempenho da atividade econômica nas regiões do país e as exportações de produtos básicos impulsionadas pela evolução da economia chinesa. Por outro lado, com a contração econômica ocorrida em janeiro deste ano no Amazonas em razão da segunda onda de casos de covid-19, o BC alertou sobre os possíveis impactos de um agravamento severo da pandemia em outras regiões.

Região Norte - O Norte do país, apesar do menor crescimento (0,7%) no quarto trimestre do ano passado, apresentou desempenho superior ao das demais regiões no ano, com o Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR) da região em alta de 0,4%. Em12 meses, a atividade econômica no Pará expandiu 1,7%, enquanto no Amazonas retraiu 2,8%.

Comércio varejista - De acordo com o BC, a acomodação da economia da região refletiu, especialmente, a retração das vendas do comércio varejista, em ambiente de queda da renda da população, com redução dos benefícios emergenciais e aumento dos preços acima do esperado.

Continuidade - “A continuidade do processo de retomada, no curto prazo, dependerá, fundamentalmente, dos efeitos da pandemia, que apresentou recrudescimento no início do ano no Norte. No médio prazo, a região tende a ser beneficiada pela recuperação dos preços das commodities metálicas [como minério de ferro], importante segmento da economia local”, diz o boletim.

Região Nordeste - Na Região Nordeste, o índice de atividade econômica avançou 1,8% no quarto trimestre de 2020, mas no ano recuou 2,1%. Segundo o BC, o crescimento da economia no quarto trimestre foi favorecido pela recuperação da mobilidade e pela reabertura de atividades econômicas, o que permitiu ampliação expressiva dos serviços e da indústria, em contexto de dinamismo do crédito.

Recuo - “Apesar da expansão no trimestre, a economia da região apresentou, comparativamente ao período pré-pandemia, a maior retração e foi a única a registrar recuo das vendas do comércio varejista em 2020, influenciada pela elevada ociosidade do mercado de trabalho. No curto prazo, houve aumento da incerteza quanto à continuidade da retomada, em cenário de aumento dos casos de covid-19 e do fim dos benefícios emergenciais”, explicou o BC.

Tendência - Paralelamente ao aumento da mobilidade, os indicadores econômicos do último trimestre de 2020 mostraram a atividade nordestina mantendo a tendência de recuperação observada no trimestre anterior, de julho a setembro, quando crescera 4,5%. “Dados iniciais de janeiro sinalizam acomodação do nível de atividade, sugerindo cenário de incertezas quanto ao processo de recuperação econômica”, destaca o documento.

Região Centro-Oeste - No Centro-Oeste, as variações trimestrais da atividade econômica ao longo do ano passado foram relativamente mais suaves, refletindo as especificidades de sua estrutura produtiva, ligada a atividades agrícolas que não sofreram restrição ao funcionamento durante a pandemia. No quarto trimestre, o ritmo de atividade registrou aceleração de 2,1%, em sentido oposto ao desempenho das demais regiões, fechando o ano com alta de 0,2%.

Serviços - “Esse movimento repercutiu o crescimento em serviços prestados a empresas e famílias, em ambiente de maior mobilidade. No ano, o desempenho relativamente positivo da economia foi favorecido pela safra recorde de grãos e pelas cotações das commodities [produtos primários comercializados em mercados internacionais], em especial de soja e carnes, que impulsionaram as vendas externas”, explica o BC.

Transportes - Além disso, o serviço de transportes, no modal rodoviário, fortemente correlacionado à atividade agrícola, também contribuiu para o resultado no Centro-Oeste.

Região Sudeste - Na Região Sudeste, os indicadores analisados pelo Banco Central mostram a manutenção do processo de recuperação no último trimestre do ano passado, embora em ritmo mais moderado. O Índice de Atividade Econômica Regional do Sudeste cresceu 2,6%. Ainda assim, no ano, houve retração de 1,3%.

Desaceleração - “Houve desaceleração na indústria, no comércio e no setor de serviços, causada pela base desfavorável de comparação, mas também pelos efeitos esperados da redução dos benefícios emergenciais. No ano, a estrutura produtiva mais diversificada permitiu que as atividades severamente impactadas pela crise tivessem seus resultados compensados, em parte, pela evolução favorável de outras [como os serviços financeiros]”, diz o estudo.

Região Sul - No Sul, o conjunto de informações disponíveis sugere continuidade do processo de recuperação, que segue, a exemplo das demais economias, dependente da evolução na pandemia de covid-19. Após forte expansão na maioria dos indicadores econômicos no terceiro trimestre de 2020, o quarto trimestre apresentou recomposição mais gradativa da atividade, com crescimento de 2,5%. No ano, o índice caiu 2,1%.

Arrefecimento - “Além disso, a redução dos programas de manutenção da renda e a ampliação da taxa de desemprego concorreram para arrefecer o processo de retomada. Essa trajetória pode ser impactada pela ampliação do número de casos de covid-19, a partir do final de 2020, que reduziu a previsibilidade associada à evolução da pandemia e consequente aumento da incerteza sobre a atividade”, explica o BC no boletim.

Quarto trimestre - A expansão no quarto trimestre ocorreu em praticamente todas as atividades da região, com maior magnitude na indústria de transformação – destaque para veículos, metalurgia, máquinas e equipamentos, calçados e confecções – e nos serviços de alojamento e alimentação.

Produção industrial - De acordo com o BC, relativamente ao período pré-crise (janeiro e fevereiro de 2020), a alta de 1,6% refletiu, em boa parte, a recuperação da produção industrial, mesmo em cenário de falta de insumos e matérias-primas. Por outro lado, as atividades de serviços mais afetadas pelo distanciamento social, como hotelaria, bares e restaurantes, não retornaram ao nível anterior. (Agência Brasil)

 

SUSTENTABILIDADE: Brasil passa a fazer parte do Protocolo de Nagoia sobre biodiversidade

sustentabilidade 08 03 2021O Brasil depositou na Organização das Nações Unidas (ONU) a carta de ratificação do Protocolo de Nagoia, que regulamenta o acesso e a repartição de benefícios, monetários e não monetários, dos recursos genéticos da biodiversidade. De acordo com nota conjunta dos ministérios das Relações Exteriores e do Meio Ambiente, o documento assinado pelo presidente Jair Bolsonaro foi entregue na quinta-feira (04/03) à ONU.

Acordo multilateral - O protocolo é um acordo multilateral acessório à Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), elaborada durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Eco-92), realizada no Rio de Janeiro em 1992. Ele foi concluído durante a 10ª Conferência das Partes da Convenção (COP-10), em 2010, em Nagoia, no Japão, e assinado pelo Brasil no ano seguinte, em Nova York.

Objetivo - O documento tem por objetivo viabilizar a repartição justa e equitativa dos benefícios derivados da utilização dos recursos genéticos da biodiversidade, como plantas, animais e micro-organismos, e dos conhecimentos tradicionais a eles associados. O tratado abrange pontos como pagamento de royalties, estabelecimento de joint ventures (associação de empresas), financiamentos de pesquisa, compartilhamento de resultados e transferência de tecnologias e capacitação.

Congresso Nacional - Como é um tratado internacional, a entrada em vigor no Brasil dependia de aprovação do Congresso Nacional. Em agosto do ano passado, o documento foi então aprovado pela Câmara e pelo Senado e promulgado em decreto legislativo. “A entrega da carta de ratificação encerra um processo de debates que se estendia há anos no âmbito do governo federal e do Poder Legislativo. O engajamento do governo e o compromisso estabelecido entre representações do agronegócio e da área ambiental propiciaram a conclusão do processo de ratificação”, diz nota conjunta.

Deliberações futuras - De acordo com o governo, o Brasil poderá participar das deliberações futuras no âmbito do protocolo, que ocorrerão já a partir da próxima Conferência das Partes da CDB, “na qualidade de país que dispõe de legislação avançada sobre biodiversidade e repartição de benefícios e que conta com um setor agropecuário moderno, com inestimáveis recursos genéticos derivados de seu patrimônio ambiental”.

Segurança jurídica - Para os ministérios, a adesão do país ao Protocolo de Nagoia contribuirá para trazer segurança jurídica aos usuários e fornecedores de material genético e poderá desempenhar papel importante no processo de valorização dos ativos ambientais brasileiros, sobretudo no âmbito do pagamento por serviços ambientais e no desenvolvimento da bioeconomia.

Compromisso - “O Brasil reafirma seu compromisso com o desenvolvimento sustentável e seu engajamento com o sistema multilateral, ao mesmo tempo em que persegue sua autonomia tecnológica e econômica e o fortalecimento da soberania sobre os recursos naturais em seu território”, finaliza a nota. (Agência Brasil)

FOTO: Iva Castro / Pixabay

 

ENERGIA: Fórum online debate potencial da produção, aponta soluções e proporciona negócios para o biogás e biometano

Com temáticas que promovem o debate sobre o potencial da produção de biogás no Brasil, suficiente para suprir 34,5% da demanda de energia elétrica no País ou para substituir 70% do consumo de diesel, o 3º Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano será realizado de 29 de março a 1º de abril, em formato online. Além dos dados que projetam a expansão do setor, o evento traz debates sobre pesquisa, inovação e soluções, e irá oportunizar prospecção de negócios para a indústria e para produtores de biogás.

Adequação - O Fórum, inicialmente previsto para ser presencial em 2020 e adiado para março de 2021, precisou se adequar à realidade imposta pela pandemia da Covid-19. “Diante da necessidade do distanciamento social, decidimos levar o Fórum ao lugar seguro de cada participante, respeitando a segurança sanitária necessária para o momento”, observa a coordenadora do 3º Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano, pesquisadora Suelen Paesi, da Universidade de Caxias do Sul, instituição que sediaria o evento presencial. Desde o ano passado, o Fórum manteve seu público conectado com uma produtiva agenda de webinars e, também por isso, os realizadores acreditam que o formato online deve ampliar a participação.

Recado - “O recado importante que será entregue no evento refere-se ao potencial de produção de biogás no Brasil e às possibilidades de conversão dessa energia renovável, gerada a partir de resíduos orgânicos, em energia elétrica, térmica e biometano como combustível veicular,” explica Suelen. “Olhamos para o mapa do biogás no País e percebemos que ainda são poucos os parques ou plantas. Por que, se temos tantas oportunidades?”, instiga a pesquisadora. A programação prevê debate amplo sobre os gargalos de produção, mas, também, aponta soluções da pesquisa e de experiências já comprovadas e modelos estabelecidos, indica Suelen.

Programação - O evento mantém a mesma estrutura de programação, tanto de palestras quanto de negócios. As transmissões de palestras ao vivo dão conta de apresentar os temas e abrir o mesmo espaço para interação, esclarecimento de dúvidas e apontamentos ao assunto da apresentação.

Inovação - Da agropecuária, surge uma das principais fontes de substrato para produção de biogás em sistemas de biodigestão no Brasil. O assunto será o tema da primeira atividade da programação do Fórum, no dia 29 de março, no Seminário Biogás e Biometano: Oportunidades Econômicas para o Meio Rural da Região Sul, com produtores de biogás na agropecuária e o apoio de extensionistas do IDR Paraná, Epagri/SC e Emater/RS.

Nota técnica - De acordo com a Nota Técnica Panorama do Biogás no Brasil em 2019, na classificação por substrato, o segmento abriga o maior número de plantas de biogás com fins energéticos no País. Na sequência, aparecem a Indústria, e, após, Resíduo Sólido Urbano (RSU) e Estação de Tratamento de Esgoto (ETE). O estudo também aponta que a energia elétrica é a aplicação energética mais representativa do cenário nacional, com 84% das plantas, consumindo 86% do volume de biogás produzido.

Participantes - Embora focado na realidade e em demandas da região Sul, o Fórum também abre as portas para participantes de outros lugares, inclusive, internacionais. O painel programado para o dia 31 de março, por exemplo, vai propor o debate sobre a sinergia entre Brasil e Reino Unido para o setor.

Espaço de Negócios - As vantagens do evento virtual também beneficiam o Espaço Biogás de Negócios. Na plataforma EventMobi, onde irá ocorrer o Fórum, os participantes poderão conhecer os estandes virtuais das empresas, promover reuniões e propor parcerias. Até o produtivo momento de coffee break, mais informal e tradicionalmente uma boa oportunidade de networking, será contemplado pela plataforma, em chats temáticos abertos a todos os participantes. Durante o evento, será mantida a apresentação das práticas que os debates propõem: a visita técnica a plantas de biogás ganhará tour virtual.

Gratuito - O 3º Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano será gratuito e terá vagas limitadas. Os participantes que já haviam se inscrito para o evento presencial foram ressarcidos. A reabertura das inscrições para todos os públicos – empresas, profissionais e estudantes – será divulgada pelo site do evento: biogasebiometano.com.br

Realização - O Fórum é realizado pelo CIBiogás, Embrapa e Universidade de Caxias do Sul, e tem organização da Sociedade Brasileira dos Especialistas em Resíduos das Produções Agropecuária e Agroindustrial (SBERA).

Para saber mais - O que é biogás - É uma mistura de gases composta principalmente por metano e dióxido de carbono, obtida normalmente através do tratamento de resíduos domésticos, agropecuários e industriais, por meio de processo de biodegradação anaeróbia, ou seja, na ausência de oxigênio. O biogás pode ser aplicado na geração de energia elétrica e energia térmica e na produção de biometano, um biocombustível similar ao gás natural. Durante o processo, também há produção de biofertilizante.

Quem pode produzir - Propriedades rurais, aterros sanitários e indústrias relacionadas à agropecuária. Também é possível produzir biogás com esgoto e resíduos de alimentos (domésticos, comerciais e industriais). (Assessoria de Imprensa da CIBiogás)

SERVIÇO

http://www.biogasebiometano.com.br/

https://www.facebook.com/BiogaseBiometano/

https://www.instagram.com/biogasebiometano/

https://www.linkedin.com/company/biogasebiometano/

email: organizacaoforum@biogasebiometano.com.br

FOTOS: Alexandre Marchetti e Claudia Velho

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LEGISLATIVO: Câmara pode votar MP do consignado na segunda-feira e iniciar discussão da PEC Emergencial

legislativo destaque 08 03 2021Em sessão marcada para às 18 horas desta segunda-feira (08/03), a Câmara dos Deputados pode concluir a votação da medida provisória sobre crédito consignado e começar a discutir a PEC Emergencial (Proposta de Emenda à Constituição 186/19).

Margem - A MP 1006/20 amplia a margem de empréstimo consignado para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) de 35% para 40% do valor do benefício.

Prazo limite - De acordo com o substitutivo do deputado Capitão Alberto Neto (Republicanos-AM), o prazo limite para as novas contratações, que tinha acabado em 31 de dezembro de 2020, passará a ser 31 de dezembro de 2022.

Servidores públicos federais - O relator também estende o limite de 40% para o crédito consignado tomado por servidores públicos federais e pelos trabalhadores com carteira assinada (CLT).

Vigência - A medida provisória perde a vigência na quinta-feira (11/03), e ainda não havia acordo entre os partidos sobre o texto a ser votado.

PEC Emergencial - Aprovada na última quinta-feira (04/03) pelo Senado, a PEC Emergencial pode começar a ser discutida em Plenário pelos deputados. Ela permite ao governo federal pagar um auxílio emergencial em 2021 com R$ 44 bilhões por fora do teto de gastos e impõe mais rigidez para a aplicação de medidas de contenção fiscal, controle de despesas com pessoal e redução de incentivos tributários.

Definição - A duração do novo auxílio, sua abrangência e o valor individual ainda serão definidos pelo Poder Executivo.

Contenção de despesas - Já as medidas de contenção de despesas para a União serão acionadas quando for atingido um gatilho relacionado às despesas obrigatórias. No caso de estados, Distrito Federal e municípios, por causa da autonomia federativa, as medidas serão facultativas.

Bancada feminina - Vários projetos prioritários da bancada feminina também estão em pauta, como o PL 6298/19, da deputada Elcione Barbalho (MDB-PA), que cria o Formulário Nacional de Avaliação de Risco, a ser aplicado preferencialmente pela Polícia Civil no momento do registro da ocorrência de violência contra a mulher.

Ministério Público - Segundo o substitutivo da deputada Professora Rosa Neide (PT-MT), se isso não for possível, o formulário deverá ser aplicado pela equipe do Ministério Público ou do Poder Judiciário quando do primeiro atendimento à mulher vítima de violência doméstica e familiar.

Disque 180 - Outro item da pauta é o PL 1267/20, da deputada Talíria Petrone (Psol-RJ) e outros 15 deputados, que estimula a divulgação, pelos meios de comunicação, do número gratuito para denúncias de violência contra a mulher, o Disque 180.

Divulgação - Pelo substitutivo preliminar da relatora, deputada Flávia Arruda (PL-DF), a divulgação por emissoras de rádio e TV e por provedores de conteúdo de internet não será obrigatória, como constava do texto original, ideia considerada inconstitucional por ela.

Pré-natal - Por meio do Projeto de Lei 2442/20, da deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e outros, será mantida a validade de pedidos médicos para realização de exames de pré-natal enquanto perdurarem as medidas de isolamento e quarentena para contenção da pandemia de Covid-19. Os pedidos poderão ser emitidos inclusive de forma eletrônica.

Parecer preliminar - O parecer preliminar da relatora, deputada Liziane Bayer (PSB-RS), determina ainda que as unidades de saúde públicas e privadas deverão garantir a segurança para a realização desses exames de forma a preservar as gestantes e puérperas dos riscos de contaminação.

Dignidade feminina - Já o Projeto de Lei 5096/20 proíbe, nas audiências judiciais, o uso de linguagem, informações ou material que ofenda a dignidade da vítima ou de testemunhas. A proposta foi apresentada pela deputada Lídice da Mata (PSB-BA) e outros 25 parlamentares de diversos partidos.

Respeito - Conforme substitutivo preliminar da deputada Alice Portugal (PCdoB-BA), todas as partes e demais pessoas envolvidas no processo deverão respeitar a dignidade da vítima, sob pena de responsabilização civil, penal e administrativa.

Reação - A apresentação da proposta foi uma reação ao caso de Mariana Ferrer, que foi alvo de humilhações por parte do advogado de defesa de André Aranha, em audiência ocorrida no início de novembro do ano passado, na qual ele acabou inocentado do crime de estupro contra Ferrer.

Gás natural - Outro projeto pendente de análise é o marco regulatório do setor de gás (PL 4476/20), que prevê a desconcentração do mercado ao impedir uma mesma empresa de atuar em todas as fases, da produção/extração até a distribuição.

Emendas - Os deputados precisam votar as emendas do Senado ao texto aprovado pela Câmara em setembro de 2020. O relator do projeto, deputado Laercio Oliveira (PP-SE), recomenda a rejeição de todas as emendas.

Reversão - Algumas delas revertem aspectos centrais do projeto, permitindo, por exemplo, que um mesmo grupo econômico atue em todas as etapas do mercado de gás, inclusive com acesso a informações concorrencialmente sensíveis de distribuidoras de gás canalizado. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Pablo Valadares / Câmara dos Deputados

 

legislativo 08 03 2021

 

SAÚDE I: Mortes ultrapassam 265 mil e casos chegam a 11 milhões

O número de pessoas mortas pela covid-19 no Brasil subiu para 265.411. Nas últimas 24 horas, foram registrados 1.086 novos óbitos. Há ainda 2.875 óbitos em investigação no país.

Infectadas - O total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus (covid-19) desde o início da pandemia chegou a 11.019.344. Em 24 horas, foram confirmados pelas autoridades sanitárias 80.508 novos casos.

Atualização - Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite deste domingo (07/03). O balanço é produzido a partir de informações fornecidas pelas secretarias estaduais de saúde.

Acompanhamento - Há, ao todo, 996.755 pessoas com casos ativos da doença em acompanhamento por profissionais de saúde e 9.757.178 pacientes já se recuperaram.

Estados - Na lista de estados com mais mortes estão São Paulo (61.463), Rio de Janeiro (33.717), Minas Gerais (19.523) e Rio Grande do Sul (13.449). As unidades da Federação com menos óbitos são Acre (1.063), Amapá (1.156), Roraima (1.167), Tocantins (1.584) e Sergipe (3.023).

Casos - Em número de casos, São Paulo também lidera (2.113.738), seguido por Minas Gerais (922.573), Paraná (725.797), Bahia (714.005), Santa Catarina (707.501) e Rio Grande do Sul (688.846). (Agência Brasil)

 

saude I tabela 05 03 2021

SAÚDE II: Curitiba divulga casos retroativos e Saúde atualiza dados da Covid no Paraná

saude II 08 03 2021 A Secretaria de Estado da Saúde identificou neste domingo (07/03) 2.243 novos casos confirmados e 18 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus.

Revisão - Também foi realizada uma nova revisão nos diagnósticos e óbitos causados pela Covid-19 neste final de semana e foram incluídos 42.724 casos retroativos notificados pelos municípios, sendo que 39.910 ocorreram em Curitiba, cerca de 93% do total, e os outros 2.814 em outras 301 cidades.

Inclusão - Com isso, o boletim deste domingo inclui 44.967 casos e 240 mortes. Com os ajustes, os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 720.971 casos confirmados e 12.486 mortos em decorrência da doença.

Vacina - O Paraná já aplicou 494.854 doses, sendo 376.309 da primeira dose e 118.545 da segunda contra a Covid-19 até o final da manhã de sexta-feira (05/03). Portanto, 376.309 paranaenses já foram vacinados. Ao todo, o Estado recebeu 853 mil doses de vacinas contra a Covid-19 do Governo Federal.

Confira os números da vacinação

Internados - 2.248 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 1.962 pacientes em leitos SUS (816 em UTI e 1.146 em leitos clínicos/enfermaria) e 286 em leitos da rede particular (116 em UTI e 170 em leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 2.124 pacientes internados, 765 em leitos UTI e 1.359 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos da rede pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A secretaria estadual informa a morte de mais 240 pacientes. São 125 mulheres e 115 homens, com idades que variam de 15 a 105 anos. Metade destes óbitos ocorreram em 2020 e os demais entre 3 de janeiro a 7 de março de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em: Curitiba (177), Cascavel (6), Maringá (5), Colombo (4), Paranaguá (4), Pinhais (4), Campo Largo (3), Coronel Vivida (3), Foz do Iguaçu (2), Sarandi (2) e Telêmaco Borba (2). A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Almirante Tamandaré, Apucarana, Arapoti, Carambeí, Catanduvas, Cerro Azul, Clevelândia, Diamante do Sul, Fazenda Rio Grande, Guarapuava, Guaratuba, Jacarezinho, Jundiaí do Sul, Lapa, Loanda, Londrina, Mamborê, Mandirituba, Nova Esperança, Ortigueira, Ponta Grossa, Quitandinha, Santa Fé, Santa Tereza do Oeste, São José dos Pinhais, Sengés, Siqueira Campos e Wenceslau Braz.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa 4.826 casos de residentes de fora, 105 pessoas foram a óbito.

Retroativos - Os 42.724 casos retroativos foram diagnosticados entre 7 de maio de 2020 e 5 de março de 2021. Também foram notificados 222 óbitos retroativos, 177 deles em Curitiba, confirmados desde 22 de junho até o último dia 5 de março. Os dados já estão disponíveis no Informe Epidemiológico divulgado neste domingo (07/03).

Curitiba - Os maiores dados foram repassados pela Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba para inclusão no Notifica Covid-19, após a Secretaria de Estado identificar uma defasagem. Esse é o sistema utilizado pelo Estado e por todos os municípios paranaenses, com exceção da Capital, que usa um sistema próprio.

Meses - Os casos retroativos são de maio (22), junho (275), julho (1.197), agosto (951), setembro (763), outubro (2.711), novembro (8.760), e dezembro (11.190) de 2020, e janeiro (11.565), fevereiro (4.024) e março de 2021 (1.266). Já os óbitos foram confirmados em junho (1), julho (7), agosto (8), setembro (8), outubro (5), novembro (19) e dezembro (72) de 2020, e janeiro (61), fevereiro (29) e março de 2021 (12).

Alinhamento - A inclusão dos dados da Capital é resultado do alinhamento de informações entre a Secretaria de Estado da Saúde, a Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba e o Ministério Público do Paraná, que solicitou ao município que passe a utilizar o sistema Notifica Covid-19 para informar os dados, assim como as outras 398 cidades paranaenses fazem desde o início da pandemia.

Continuidade - De acordo com a pasta estadual, o processo de inclusão de dados no sistema continuará a ser realizado até eliminar as discrepâncias nos números de casos e óbitos nos informes de Curitiba e do Paraná. Porém, é imprescindível o repasse periódico pelo município, já que os números do Estado abastecem o sistema do Ministério da Saúde e servem de base para o consórcio de veículos de imprensa que divulga informações sobre a pandemia. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo 

 

SAÚDE III: Setor de planos de saúde registra maior número de beneficiários desde dezembro de 2016

saude III destaque 08 03 2021A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) atualizou os números de beneficiários de planos de saúde relativos ao mês de janeiro. No período, o setor totalizou 47.693.095 usuários em planos de assistência médica – maior número desde dezembro de 2016 - e 27.199.731 em planos exclusivamente odontológicos em todo o Brasil. A evolução crescente demonstra a importância do setor e evidencia o interesse dos brasileiros no acesso à saúde suplementar.  

Sala de Situação - Os dados completos estão disponíveis por meio da Sala de Situação, ferramenta de consulta do portal da ANS. Acesse aqui.  

Crescimento - Em janeiro, foi confirmada a tendência de crescimento que vinha sendo verificada nos meses anteriores. Na segmentação de assistência médica, o setor registrou um aumento de 0,16% no comparativo com mês anterior e de 1,5% em relação a janeiro de 2020. O número é o maior registrado desde dezembro de 2016 - antes disso, foi superado em novembro de 2016, quando foram registrados 47.771.437 milhões de beneficiários. Na segmentação exclusivamente odontológica, foi constatado crescimento de 0,65% em relação a dezembro e de 4,9% em relação a janeiro do ano passado.

Estados - Entre os estados, no comparativo com janeiro do ano anterior, o setor registrou aumento de beneficiários em planos de assistência médica em 23 unidades federativas, sendo Minas Gerais, São Paulo e Goiás os que tiveram o maior ganho de beneficiários em números absolutos. Já no segmento exclusivamente odontológico, 24 unidades federativas registraram aumento no comparativo anual, sendo São Paulo, Minas Gerais e Pernambuco os estados com maior crescimento em números absolutos. Confira os dados nas tabelas abaixo.  

Modificações - A ANS ressalta que os números podem sofrer modificações retroativas em função das revisões efetuadas mensalmente pelas operadoras.  

Tabelas - Confira nas tabelas abaixo a evolução de beneficiários por tipo de contratação do plano e por UF em diferentes competências. (ANS)

saude III tabela I 08 03 2021

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

saude III tabela II 08 03 2021

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

saude III tabela III 08 03 2021

 

 

 

 

 


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