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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5031 | 18 de Março de 2021

MONITORAMENTO: Ramo trabalho, produção de bens e serviços apresenta indicadores positivos em 2020, mostra levantamento

monitoramento 18 03 2021As cooperativas paranaenses do ramo trabalho, produção de bens e serviços atingiram faturamento de R$ 205.645.161 em 2020, o que representa um aumento de 4,6% em relação ao valor do ano anterior. A variação acumulada em cinco anos foi de 73,5%, segundo levantamento realizado pela Coordenação de Monitoramento do Sistema Ocepar, com base nos dados consolidados de 2020. Ainda de acordo com o estudo, a região noroeste do Estado responde por 93% do faturamento do ramo.

Dados - No Paraná, há 11 cooperativas que atuam nesse segmento registradas no Sistema Ocepar, entre as quais, uma de professores de idiomas; duas de cultura e lazer; quatro de assistência técnica; três de consultoria e instrutoria e uma de serviço técnico especializado. Elas fecharam o ano passado com 7.634 cooperados, 7,5% a mais que em 2019, e 75 funcionários, quantidade 15,4% superior a de 2019.

Riqueza adicional - “A riqueza adicional, mensurada pela Demonstração de Valor Adicionado -DVA, chegou a R$ 15,5 milhões em 2020, e foi distribuída da seguinte forma: 40,3% com quadro laboral; 1,9% com impostos, taxas e tributos; 40,4% com o quadro social, seja pela distribuição e/ou capitalização, e 17,5% com a remuneração de capitais de terceiros”, informa o coordenador de monitoramento, João Gogola Neto.

Resultado positivo - Ainda de acordo com ele, o resultado do ramo trabalho, produção de bens e serviços foi positivo, porém 19,7% inferior ao do ano anterior. Já o total de ativos chegou a R$ 94.471.962, sendo 11,6% superior a 2019. “A tesouraria é classificada como sólida e representa 23,1% dos ativos, com volume nominal de R$ 21.823.023,20”, destaca ainda Gogola.

Clique aqui para conferir o cenário consolidado do ramo trabalho, produção de bens e serviços no Paraná, em 2020

 

COOPERJOVEM: Sescoop/PR promove treinamento para coordenadores do programa

Mais de 35 coordenadores do Programa Cooperjovem foram capacitados pelo Sistema Ocepar, por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), no dia 11 de março, em um evento virtual que contou também com a presença da equipe da Coordenação de Cooperativismo da entidade.

Gestão do relacionamento - De acordo com a analista do Sescoop/PR, Fabianne Ratzke, o curso teve o objetivo de trabalhar temas voltados à gestão do relacionamento dentro do Programa, em busca por parcerias com as secretarias de Educação. “Entende-se que é cada vez mais necessário que os coordenadores, que estão à frente do Programa nas cooperativas, estejam aptos a conduzir reuniões e elaborar estratégias para a implantação do Cooperjovem nos municípios parceiros”, destacou.

Instrutora - As atividades foram conduzidas de maneira bastante dinâmica pela mestre em Educação, graduada em Pedagogia e Marketing, e com MBA em Liderança e Gestão Organizacional, Rejane Novello.

Reflexões - “O curso proporcionou a todos a oportunidade de reflexões criteriosas sobre a atuação das cooperativas junto ao Programa Cooperjovem, analisando as oportunidades que temos para uma atuação mais próxima das escolas, aproveitando esse momento de pandemia para disponibilizar eventos que contribuam para o desenvolvimento e preparo dos professores e, assim, o crescimento de toda comunidade escolar”, avaliou a coordenadora de Projetos Sociais da Cooperativa Copacol, Gislaine Pontes Fernandes. Há 15 anos a Coopacol faz parte do Cooperjovem, que está entre os principais programas executados na cooperativa.

Troca de experiências - Já o Sicoob Unicoob aderiu ao Programa há nove anos. Para a analista de projetos da Central, Nayara Spessato Alves, o curso ofertado pelo Sescoop ampliou o olhar dos gestores do Cooperjovem em relação às parcerias e à manutenção das atividades nos municípios. “Unir os coordenadores do Programa de todo o estado oportunizou uma grande troca de experiências, desta forma, crescemos com o relato do outro. Em tempos de pandemia, manter o relacionamento com os professores beneficiários é de grande valia. Se não formos a empresa cooperativa que oferece capacitação e apoio nesse momento delicado de ensino remoto e preocupação social com a comunidade escolar, não seremos a empresa que terá espaço dentro da grade educacional quando voltarem as aulas presenciais. As capacitações oferecidas aos educadores, mesmo que on-line, nos auxiliam a manter essas parcerias”, afirmou.

O Programa - No Paraná, o Programa Cooperjovem é executado pelo Sescoop/PR e conta com a parceria de mais de 20 cooperativas, 34 mil alunos, 2.200 educadores e 348 escolas localizadas em 66 municípios paranaenses.

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LAR: 57 anos de experiência, inovação e crescimento

Fundada a partir da necessidade de 55 pequenos produtores rurais, a Lar Cooperativa iniciou em 19 de março de 1964 suas atividades em Missal (PR) e, desde então, a cada dia escreve capítulos de uma história repleta de planejamento, desafios superados, união de forças e conquistas. A Lar Cooperativa Agroindustrial hoje é formada por 11.890 associados e 21.574 funcionários, sendo a cooperativa singular que mais emprega no país e exporta seus produtos para mais de 80 países.

Necessidades dos associados - De acordo com o diretor-presidente Irineo da Costa Rodrigues, a Lar trabalha para atender as necessidades dos associados, que no início eram mais voltadas a colonização do Oeste do Paraná e comercialização da produção agrícola. Atualmente as necessidades estão voltadas a tornar os associados competitivos, pois agora são empresários rurais. “Queremos que eles sejam tão produtivos ou melhores que qualquer produtor no nosso país ou até fora do país. Bons gestores e competentes como empresários do agronegócio”, complementou o dirigente.

Ponte - Segundo o dirigente, o que a cooperativa procura fazer agora é ser uma ponte do associado que produz, seja grãos ou frango, e levar esse produto de qualidade até onde está o consumidor, cada vez mais exigente. Além da inegável representatividade da Lar na economia da região, bem como, em todos os municípios nos quais está presente, alavancando o desenvolvimento, gerando empregos, mudando a história de milhares de pessoas.

Conhecimento - O diretor-presidente também destaca que o trabalho da cooperativa está baseado no quinto princípio do cooperativismo, ou seja, aprender continuamente, oportunizar o conhecimento, tanto para associados quanto para funcionários, principalmente agora com a Lar Universidade Corporativa, inovação e planejamento estratégico. Soma-se a isso o foco nos negócios de grãos e carnes, que hoje representam 90% do faturamento da Lar Cooperativa e a preservação ambiental, com uso racional dos recursos naturais e foco em fontes alternativas de energia.

Crescimento - A Lar teve a satisfação de apresentar no mês de janeiro o melhor resultado de sua história: R$ 783 milhões referente ao exercício de 2020, além de faturamento de R$10,78 bilhões, com crescimento na ordem de 45% se comparado ao ano anterior.

Produção - Na produção agrícola, em 2020 a Lar recebeu 2,36 milhões de toneladas de soja e 2,44 milhões de toneladas de milho, na suinocultura a produção ultrapassa a marca de 851 mil leitões/ano e em 2021 o abate de aves já é superior a 900 mil aves/dia, com previsão de redução devido à alta dos custos de produção, puxado pelos altos preços do milho e farelo de soja, os principais ingredientes da ração.

Estrutura - Ao longo dos anos, a cooperativa também investiu em estrutura, hoje são duas indústrias de soja, quatro indústrias de aves, 54 pontos de recepção de grãos, 32 escritórios de atendimento aos associados, cinco indústrias de rações, além de sete unidades de produção de leitões, unidades de produção de matrizes para aves e ovos galados, dois incubatórios de ovos férteis, somados a laboratórios, frota própria e estruturas de apoio.

Conquistas - A Lar segue se destacando no Brasil e no mundo, celebrando suas conquistas e demonstrando que mesmo em tempos difíceis a força da cooperação faz a diferença e mantendo o seu cuidado com as pessoas. (Imprensa Lar)

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COCARI: Cooperativa convida associados para participarem de Assembleias no próximo dia 29

cocari 18 03 2021Nesta quarta-feira (17/03), a Cocari publicou editais de convocação dos associados para a 132ª Assembleia Geral Extraordinária e a 133ª Assembleia Geral Ordinária, a serem realizadas no dia 29 de março, de forma on-line, com transmissão pelo site: assembleiacocari.yazo.com.br. Para participar das assembleias, os cooperados deverão informar CPF e número de matrícula na Cocari.

AGE - Primeiramente, será realizada a Assembleia Geral Extraordinária, em primeira convocação às 7h, com a presença de 2/3 dos associados; em segunda convocação às 8h, com a presença de metade mais um dos associados; ou em terceira e última convocação às 9h, com a presença de, no mínimo, 10 associados. Na ordem do dia da AGE, será deliberada a eleição do novo presidente do Conselho de Administração da cooperativa, bem como do vice-presidente, devido ao encerramento do ciclo profissional do presidente Vilmar Sebold, para tratamento de saúde. Também serão deliberadas a autorização para a seleção e contratação do diretor executivo e a reforma estatutária.

AGO - A primeira convocação para a Assembleia Geral Ordinária será realizada às 7h30, com a presença de 2/3 dos associados; em segunda convocação às 8h30, com a presença de metade mais um dos associados; ou em terceira e última convocação às 9h30, com a presença de, no mínimo, 10 associados. Na AGO, serão deliberadas: prestação de contas referentes ao exercício de 2020, destinação de sobras, apresentação do orçamento para 2021, eleição do Conselho Fiscal, entre outros assuntos já previstos pelo Estatuto Social.

Assembleias virtuais - A modalidade virtual foi escolhida para a realização dos eventos como medida de prevenção à Covid-19. O processo democrático será inteiramente preservado, já que os associados participarão acessando o endereço eletrônico e efetuando login com o número do CPF e da matrícula na Cocari, com direito à palavra e ao voto.

Fale com a cooperativa - As equipes dos entrepostos e a Assessoria de Cooperativismo podem esclarecer eventuais dúvidas, fornecendo as informações de acesso de que o cooperado necessitar. (Imprensa Cocari)

 

COOPAVEL: Basf traz novidades em variedades de soja

coopavel 18 03 2021Basf traz três novidades em variedades de soja para a safra de 2021 na versão digital do Show Rural Coopavel, que chega à sua 33ª edição. A apresentação dos materiais é feita pelo representante de licenciamento Diogo Sibardelli, que dá detalhes sobre tecnologias e características das sementes.

Principal lançamento - O principal lançamento é a ST 575 Ipro, material que tem como grupo de maturação 5.7, de cor de flor roxa e com excelente peso de mil grãos. “Ela tem forte arranque inicial, com boa sanidade e arquitetura de plantas, condições que facilitam o manejo fitossanitário”, de acordo com Diogo. A 575 também apresenta resistência ao acamamento. É de ciclo rápido e tem grande potencial produtivo. Ela é recomendada para regiões com altitude acima dos 600 metros.

Outra opção - Diogo fala também da ST 595 Ipro, que tem seu ponto de maturação 5.9. “É uma variedade com excelente engalhamento e arranque inicial. Tem alta caixa produtiva, exigência de fertilidade média a alta e indicada para abertura e fechamento de plantio. Uma das principais características dessa opção, de acordo com o representante de licenciamento da Soytech Basf, é a sua tolerância à ferrugem. “Todas as pesquisas e novos conhecimentos agregados às variedades buscam oferecer os melhores resultados em qualidade e produtividade aos sojicultores”, de acordo com ele.

Nova tecnologia - A Basf apresenta pela primeira vez uma tecnologia com uso da plataforma Intacta II Xtend da Soytech, que faz da 631 I2x uma opção bastante interessante aos produtores rurais do Paraná e do Mato Grosso do Sul. Ela conta com reforço contra lagartas, resistência ao herbicida dicamba, com melhor controle de ervas daninhas, e alta caixa produtiva. Uma das características, conforme Diogo, são os entrenós mais cursos e mais vagens produtivas entre eles. A 631 I2x conta com excelente engalhamento, agressividade de raiz, alta fertilidade e boa resposta em produtividade.

Versão digital - A versão digital do Show Rural Coopavel pode ser assistida no Youtube (youtube.com/showruralagro e no site www.showrural.com.br ). Ali é possível encontrar vídeos técnicos com durações de 3 a 20 minutos produzidos pelo próprio Show Rural e também por parceiros do evento. “E esse material, que é constantemente enriquecido com novos capítulos e conteúdos, fica constantemente à disposição de agricultores, técnicos e outros interessados em novos conhecimentos para o campo. O acesso pode ocorrer a qualquer hora e em qualquer lugar do mundo”, diz o presidente da Coopavel, Dilvo Grolli. (Imprensa Coopavel)

 

FRÍSIA: Palestra que destaca a liderança feminina marca mês das mulheres na cooperativa

frisia 18 03 2021O mês da mulher na Frísia foi marcado pela palestra virtual “As 4 forças da transformação”, ministrada por Chai Carioni. O evento reuniu principalmente cooperadas da geração sênior e júnior (a partir de 15 anos) e destacou a liderança da mulher na sociedade.

Relevância - O evento virtual foi iniciado com a participação do diretor-presidente da Frísia, Renato Greidanus, que lembrou a relevância das mulheres na história da cooperativa. “Sabemos o quanto é importante o papel da mulher no sistema cooperativo e, principalmente, na Frísia, que completou 95 anos em 2020. Boa parte da sua história foi pautada pelo trabalho das mulheres. Vocês devem lembrar das suas mães, avós, bisavós, e o quanto trabalharam nas propriedades para desenvolver as atividades da agropecuária e da cooperativa”.

Liderança positiva - Para se obter melhores resultados, é importante ativar as “forças da transformação”, ou seja, emocional, empreendedora, produtiva e de influência (comunicativa). “Foi uma honra participar do evento no Dia Internacional das Mulheres no formato streaming para Frísia com o tema Liderança 4.0. Acredito que ser líder de si é ponto principal para melhorarmos nossos resultados em todas as áreas da vida. A liderança gera impacto positivo no mundo, é aquela em que vivemos alinhadas ao propósito”, afirma Chai Carioni, palestrante formada em Administração pela Universidade do Estado de Santa Catarina, com MBA em Gestão Estratégica de Pessoas e curso de extensão em Business and Management for Internacional Professionals, nos Estados Unidos.

Gratificante - Integrante da Comissão de Mulheres da Frísia, Ana Paula van der Vinne disse que foi “muito gratificante” representar as mulheres da Frísia no evento. “Cada ano que passa conseguimos visualizar mais participações femininas nos comitês e gerências, o que mostra a real abertura da cooperativa para isso, e ficamos felizes que a Frísia visualiza e valoriza a competência e experiência dessas mulheres. A brilhante palestra da Chai Carioni nos mostrou uma metodologia simples e prática para nos organizarmos nas quatro forças de transformação e, com isso, desenvolver uma liderança construtiva na propriedade rural”, afirma Ana Paula.

Vídeo - Durante a palestra, houve a apresentação de um vídeo com o resumo dos últimos eventos realizados na cooperativa. Luciano Tonon, responsável pelas Relações Sociais e Cooperativismo da Frísia, contou que a cooperativa irá realizar uma série de projetos em 2021, a começar pela continuidade do Programa de Desenvolvimento da Liderança Feminina (PDLF), voltado às mulheres do agronegócio. “O programa vai tratar de módulos de sucessão, gestão e governança, além de cursos de capacitação na área de gestão de processos, financeiro e de pessoas”, explica.

Violino - Ao fim da palestra virtual, o público acompanhou uma apresentação de violino de Lucas Kugler e Lucas Los.

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). (Imprensa Frísia)

 

SICOOB CREDICAPITAL: Reuniões preparatórias para a AGO são realizadas em formato on-line

sicoob credicapital 18 03 2021Entre os dias 8 e 12 de março, aconteceram as reuniões preparatórias para a Assembleia Geral Ordinária do Sicoob Credicapital. Devido à pandemia, pela primeira vez, os encontros foram realizados de forma on-line, com transmissões pelo Youtube.

Regionais - Muito diferente dos anos anteriores, quando as reuniões eram feitas por agência, neste ano elas foram divididas por regionais. Para o presidente do Conselho de Administração do Sicoob Credicapital, Guido Bresolin Júnior, os encontros digitais são o futuro das reuniões preparatórias para a AGO.

Alcance - “Com o alcance que temos de forma on-line e pelo fato de que cooperativas estão migrando para o mundo digital, assim como a sociedade, acredito que atingimos o nosso objetivo de noticiar com transparência as ações realizadas em 2020”, afirma.

Resultados - Os resultados alcançados pela cooperativa no ano passado foram apresentados pelo diretor Administrativo e Financeiro, Leandro Kühl. Mesmo em meio às dificuldades que a pandemia trouxe, a cooperativa fechou o ano com um resultado positivo. “Chegamos à marca de mais de R$ 715 milhões em recursos administrados e crescemos 51% em operações de crédito”, explica.

Expectativas - Além disso, Leandro falou sobre as expectativas para 2021. “Este ano, um dos maiores desafios do Sicoob Credicapital é a fidelização dos cooperados. Hoje temos em torno de 19 mil que utilizam em média três produtos ou mais, mas queremos chegar a 27 mil até dezembro”, ressalta ele.

Vem comigo pro Sicoob - O diretor de Mercado, Waldemar Antônio Paetzold, apresentou aos cooperados a campanha “Vem comigo pro Sicoob”, que vai sortear mais de R$ 600 mil em prêmios, entre smart TVs, videogames, motocicletas e uma camionete 0km, que é o grande prêmio da promoção.

Livro de 20 anos - Outro momento das reuniões preparatórias foi a apresentação do livro “Sua história, nossa história - O protagonismo da cooperação”, obra que comemora os 20 anos de Sicoob Credicapital. O diretor Superintendente, Valdir Pacini, falou sobre o trabalho colaborativo realizado na construção do livro, que faz uma retrospectiva das duas décadas de trajetória através da história de cooperados e colaboradores, além de dados sobre cooperativismo.

Prêmios - Nos cinco dias de transmissões das reuniões preparatórias, a cooperativa sorteou vários prêmios, entre eles, cinco televisores de 50 polegadas, sendo um para cada regional. Ao todo, mais de 1.700 cooperados preencheram o formulário para participar dos sorteios. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICREDI: Por que não sobra dinheiro no final do mês?

sicredi 18 03 2021Levantamento realizado pela Associação Comercial e Industrial de Campinas (ACIC Campinas) revela que mais da metade da população do município deixou de pagar as contas em 2020. No ano passado, foram 662.904 inadimplentes contra 638.636 em 2019, representando uma expansão de 3,8%. Na análise, a ACIC Campinas destaca ainda que as vendas a prazo superaram o pagamento de contas atrasadas, reflexo também da pandemia.

Inadimplência - “A inadimplência reflete um descontrole financeiro no cotidiano do consumidor”, aponta o gerente de agência da Sicredi Iguaçu PR/SC/SP, Wellington Marsula. "O impulso que leva à compra de um produto, muitas vezes sem necessidade, em detrimento de quitar uma dívida e mesmo pagar as parcelas de um bem adquirido, é um entre os muitos erros que devem ser evitados", destaca o especialista.

Endividamento - A falta de organização financeira, em um primeiro momento, conduz à inadimplência. “Em outro patamar, igualmente preocupante, esse descontrole leva as famílias brasileiras ao endividamento”, afirma Marsula.

Educação financeira - De acordo com o especialista, a educação financeira é um instrumento eficiente para demonstrar ao consumidor a “dosagem” certa entre o que se recebe e o que se pode gastar. “Muitas famílias sequer têm listado um orçamento mensal que permita saber quais são seus gastos fixos e suas prioridades. Essa noção e conhecimento sobre o que se ganha e o que se gasta são os primeiros passos para equilibrar as contas”, diz Marsula.

Processo contínuo - A educação financeira deve ser vista como um processo contínuo na vida do consumidor. “A criança que recebe sua primeira mesada já deve ser educada sobre o bom uso do dinheiro. Se isso for feito, maiores serão as suas chances de se tornar um adulto equilibrado em sua vida financeira. No Sicredi temos um material preparado especialmente para as crianças com os gibis especiais da Turma da Mônica, com os quais elas aprendem regras importantes sobre dinheiro de uma forma lúdica. E isso faz toda a diferença na vida adulta”, explica.

Dicas - Marsula chama a atenção para dicas que o consumidor deve levar em conta:

1. Cortar o cafezinho nem sempre é a melhor forma de economizar. Educação financeira não significa que você tenha que sacrificar tudo o que você gosta, mas sim, ponderar sobre essas escolhas;

2. Ter vários cartões de crédito pode causar descontrole financeiro;

3. Comprar apenas porque está na promoção é desaconselhável;

4. Parcelar até “perder de vista”, mesmo quando não precisa, pode levar ao descontrole;

5. Não anotar seus gastos diários compromete o orçamento do mês;

6. Não pesquisar produtos antes de efetuar a compra;

7. Comprar por impulso porque é um “desejo”;

8. Considerar o limite do cheque especial como parte dos rendimentos;

9. Fazer financiamentos ou empréstimos sem motivo emergencial pode ser uma “roubada”;

10. Ter medo de sair da zona de conforto e investir.

Conselho - Como conselho ao consumidor, Wellington Marsula recomenda: “Sempre que possível, destine uma parte do salário ou do rendimento para uma reserva de dinheiro”.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação de mais de 4,8 milhões de associados que exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está e 24 estados* e no Distrito Federal com mais de 1.900 agências e oferecendo mais de 300 produtos e serviços financeiros. Acesse: www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SELIC: Copom eleva juros básicos da economia pela primeira vez em seis anos

selic 18 03 2021Em meio ao aumento da inflação de alimentos que começa a estender-se por outros setores, o Banco Central (BC) subiu os juros básicos da economia pela primeira vez em quase seis anos. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou a taxa Selic de 2% para 2,75% ao ano. A decisão surpreendeu os analistas financeiros, que esperavam uma elevação para 2,5% ao ano.

Julho de 2015 - Com a decisão desta quarta-feira (17/03), a Selic subiu pela primeira vez desde julho de 2015, quando tinha sido elevada de 13,75% para 14,25% ao ano. A taxa permaneceu nesse nível até outubro de 2016, quanto o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 6,5% ao ano em março de 2018. Em julho de 2019, a Selic voltou a ser reduzida até alcançar 2% ao ano em agosto de 2020, influenciada pela contração econômica gerada pela pandemia de covid-19. Esse foi o menor nível da série histórica iniciada em 1986.

Inflação - A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em fevereiro, o indicador fechou em 5,2% no acumulado de 12 meses, pressionada pelo dólar e pela alta nos preços de alimentos e de combustíveis.

Teto da meta de inflação - O valor está próximo do teto da meta de inflação. Para 2021, o Conselho Monetário Nacional (CMN) tinha fixado meta de inflação de 3,75%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não podia superar 5,25% neste ano nem ficar abaixo de 2,25%.

Estimativa - No Relatório de Inflação divulgado no fim de dezembro pelo Banco Central, a autoridade monetária estimava que, em 2021, o IPCA fecharia o ano em 3,4% no cenário base. Esse cenário considera uma eventual alta da inflação no primeiro semestre, seguida de queda no segundo semestre.

Mercado - A projeção não está mais em linha com as previsões do mercado. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 4,6%. No fim de março, o Banco Central atualizará a projeção oficial no próximo Relatório de Inflação

Crédito mais caro - A elevação da taxa Selic ajuda a controlar a inflação. Isso porque juros maiores encarecem o crédito e desestimulam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas mais altas dificultam a recuperação da economia. No último Relatório de Inflação, o Banco Central projetava crescimento de 3,8% para a economia em 2021. A projeção pode ser revisada nos próximos relatórios, que saem no fim de cada trimestre.

Crescimento menor - O mercado projeta crescimento menor. Segundo a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos preveem contração de 3,23% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos pelo país) neste ano.

Negociações - A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Redução - Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir. (Agência Brasil)

FOTO: Banco Central do Brasil

 

CÂMBIO: Dólar cai para R$ 5,58 e bolsa dispara após anúncio do Fed

cambio 18 03 2021O mercado financeiro teve um dia de otimismo nesta quarta-feira (17/03). O dólar reverteu a alta e a bolsa de valores passou a disparar após o anúncio de que o Federal Reserve (Fed, Banco Central dos Estados Unidos) pretende manter os juros norte-americanos próximos de zero até 2023.

Juros - Os juros da maior economia do planeta estão numa faixa entre 0% e 0,25% ao ano desde meados do ano passado. O anúncio fez o dólar comercial, que operava em leve alta até as 15h, mudar de rumo. A moeda fechou o dia vendida a R$ 5,586, com recuo de R$ 0,033 (-0,59%). A divisa encerrou em baixa pela segunda sessão seguida.

Reação parecida - A reação foi parecida na bolsa de valores. O índice Ibovespa, da B3, fechou o dia aos 116.549 pontos, com alta de 2,22%. O indicador operou em queda durante a manhã e estava em leve alta até o anúncio do Federal Reserve.

Política monetária - Nesta quarta, o Fed concluiu a reunião de política monetária, que decidiu manter os juros básicos inalterados. Apesar da expectativa de que a inflação norte-americana possa subir após o pacote de ajuda de US$ 1,9 trilhão aprovado pelo governo do presidente Joe Biden, sete dos 18 presidentes de Bancos Centrais regionais dos Estados Unidos disseram esperar que os juros básicos norte-americanos só subam em 2023.

Migração de capitais - Juros mais baixos em economias avançadas, como os Estados Unidos, favorecem a migração de capitais para países emergentes de maior risco, como o Brasil. A entrada de recursos no país derruba a cotação do dólar e valoriza a bolsa de valores.

Copom - O mercado também passou o dia sob a expectativa da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. A expectativa é que a autoridade monetária brasileira eleve a taxa Selic (juros básicos da economia) de 2% para 2,5% ao ano. Essa será a primeira elevação em quase seis anos. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

FOTO: Pixabay

 

 

BRDE: Programa aportou R$ 851 milhões para fortalecer economia da região Sul

brde 18 03 2021A partir de um fundo constituído de recursos próprios com o propósito de fortalecer as atividades de empresas, produtores rurais e cooperativas, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) alcançou a cifra de R$ 851,7 milhões em contratos de financiamento em plena crise provocada pela pandemia da Covid-19. Através do programa BRDE Promove Sul, lançado em março do ano passado, o banco procurou fomentar o desenvolvimento produtivo, sustentável e social nos três estados da região Sul a partir de prioridades identificadas pelos governos do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Papel estratégico - “Num momento de tantos desafios, o BRDE se mostrou, mais uma vez, um banco com um papel estratégico para atuar no desenvolvimento econômico de sua região. Isso é muito positivo para todos”, destacou o vice-presidente e diretor de Operações do BRDE no Paraná, Wilson Bley. O BRDE Promove Sul destinou R$ 300 milhões a cada um dos três estados, com oferta de crédito de longo prazo para aumentar a capacidade de investimento dos empreendedores e, desta maneira, gerar renda e manter empregos.

Paraná - Do montante destinado ao Paraná, foram contratados R$ 286,4 milhões até 10 de março. O programa priorizou financiar iniciativas de modernização e expansão da atividade produtiva (investimentos em ativos fixos e capital de giro associado) e de inovação ou atualização tecnológica, além de projetos para ampliação da capacidade de armazenagem de grãos no Estado (cooperativas e empresas cerealistas).

Projetos sustentáveis - Outro foco do BRDE Promove Sul é o apoio a projetos sustentáveis com foco em geração de energias renováveis, tratamento de efluentes e de dejetos, compostagem e reciclagem, captação, armazenamento e distribuição de água.

Crédito emergencial - Grande parte dos valores financiados através do programa se transformaram, em outra frente de atuação BRDE, em uma linha emergencial de crédito com objetivo de auxiliar na recuperação da economia diante dos impactos da pandemia.

Microcrédito - Através do Recupera Sul, para capital de giro na modalidade de microcrédito (por meio de parceiros operacionais) e crédito empresarial de forma direta, o banco já ultrapassou a cifra de R$ 520 milhões em operações nos três estados do Sul.

Mais afetados - Essa linha emergencial opera há quase um ano buscando socorrer aqueles setores da economia mais afetados pela crise sanitária e apoiar os projetos para uma retomada nos pós-pandemia. Neste período, as empresas paranaenses já contrataram R$ 257,4 milhões através do programa BRDE Recupera Sul.

Resultados históricos - Ao longo do ano passado, o BRDE atingiu resultados históricos. Com um crescimento nominal na ordem de 34% na comparação ao ano anterior, as operações de financiamento para apoiar diferentes setores da economia atingiram R$ 3,315 bilhões. Nesse período, foram firmados 4.375 contratos nos três estados do Sul onde o banco atua. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Rodolfo Bührer

 

PECUÁRIA: Abate de bovinos cai 8,5% em 2020 e cresce o de suínos e frangos

pecuaria 18 03 2021O número de bovinos abatidos em 2020 caiu 8,5% em comparação com 2019. No total, foram 29,7 milhões de cabeças abatidas sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária federal, estadual ou municipal. A queda acontece após três anos de crescimento. Com isso, o resultado volta ao patamar de 2016 (29,7 milhões). Em 2017 foram 30,8 milhões; em 2018, 32 milhões; e em 2019, foram abatidas 32,4 milhões de cabeças bovinas.

Alta - O único mês de 2020 com alta frente a 2019 foi junho, com 68,6 mil cabeças a mais que no mesmo mês do ano anterior, enquanto a queda mais intensa foi verificada em abril (menos 382,6 mil cabeças). Os dados são da Estatística da Produção Pecuária, divulgada nesta quinta-feira (18/03) pelo IBGE.

Ciclo - “Estamos no chamado ciclo de alta na bovinocultura após um período de baixa. A arroba subiu de preço, o bezerro, um dos principais insumos de produção, está escasso e valorizado. Isso quer dizer que quem tem fêmea, retém para criação de mais bezerros”, explica o supervisor da pesquisa, Bernardo Viscardi.

Exportações - Apesar da redução no abate, as exportações de carne bovina in natura alcançaram um patamar inédito em 2020, de acordo com a Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia. A desvalorização do Real torna a carne brasileira mais competitiva no mercado externo. Para frigoríficos que exportam é uma vantagem, porém essa não é a realidade da maioria dos estabelecimentos brasileiros”, completa Viscardi.

Quarto trimestre - No 4º trimestre de 2020, foram abatidas 7,3 milhões de cabeças bovinas, queda de 9,6% frente ao mesmo período de 2019, o que significa o pior 4° trimestre desde 2010. Além disso, o resultado é 5,5% menor que o 3º tri de 2020.

Estados - A pesquisa mostra que em termos estaduais, 24 das 27 unidades da federação apresentaram queda, sendo as mais expressivas no Mato Grosso (menos 573,6 mil cabeças), no Mato Grosso do Sul (menos 346,1 mil cabeças), na Bahia (menos 237,2 mil cabeças) e em Goiás (menos 220,3 mil cabeças). O único estado com mais de 1% de participação no abate bovino a apresentar alta foi Santa Catarina (mais 59,5 mil cabeças). Ainda assim, Mato Grosso continua liderando o ranking do abate de bovinos, com 17,1% da participação nacional, seguido por Mato Grosso do Sul (10,9%) e São Paulo (10,5%).

Abate de frangos e suínos segue subindo e alcança níveis recordes - Por outro lado, a pesquisa do IBGE mostra que, em 2020, o abate de frangos e suínos seguiu a tendência de alta. Com aumento desde 2005, o abate de suínos cresceu 6,4% em 2020, totalizando 49,3 milhões de cabeças abatidas, o que representa um novo recorde. Desde 1997, início da série histórica, somente na passagem de 2003 para 2004 não houve crescimento da atividade. Houve alta em todos os meses no confronto de 2020 com 2019, sendo que a maior foi em junho (mais 568,3 mil cabeças).

Cabeças - Só no 4º trimestre de 2020, foram abatidas 12,50 milhões de cabeças de suínos, aumento de 4,9% frente ao mesmo período de 2019, resultado que é o melhor 4° trimestre da série histórica (1997).

Recorde - Viscardi explica que 2020 apresentou exportações recordes da carne suína in natura, já que o mercado externo demandou bastante, em grande parte, por conta da Peste Suína Africana que reduziu consideravelmente o rebanho chinês. “E, no mercado interno, a carne suína é uma das alternativas à carne bovina, contribuindo para o resultado recorde do abate”, complementa o analista.

Unidades da federação - Entre os estados, houve alta em 11 das 25 unidades da federação que fazem parte da pesquisa, com destaque para Santa Catarina (mais 1,68 milhão de cabeças), Paraná (mais 727,7 mil cabeças), Minas Gerais (mais 275,7 mil cabeças), Mato Grosso do Sul (mais 207,7 mil cabeças) e Mato Grosso (mais 187,1 mil cabeças). As principais quedas foram no Rio Grande do Sul (menos 79,0 mil cabeças), em Goiás (menos 34,6 mil cabeças) e em São Paulo (menos 4,4 mil cabeças). O estado de Santa Catarina foi o líder no abate de suínos em 2020, com 28,8% do abate nacional, seguido por Paraná (20,2%) e Rio Grande do Sul (16,9%).

Crescimento - Já o abate de frangos cresceu 3,3% e chegou a 6 bilhões de cabeças, novo recorde da série histórica. Comparando os meses de 2020 e 2019, houve reduções em maio (menos 29 milhões de cabeças) e agosto (menos 177 mil cabeças). Entre as altas, destaque para março (mais 61,7 milhões de cabeças) e dezembro (mais 53,2 milhões de cabeças).

Resultado - A pesquisa mostra que no 4º trimestre de 2020 foram abatidas 1,6 bilhão de cabeças de frangos, novo recorde para a série histórica (1997) em todos os trimestres e um aumento de 5,6% em relação ao mesmo período de 2019 e de 2,6% na comparação com o trimestre anterior.

Valor mais acessível - “É uma carne com valor mais acessível do que as demais. Como não houve destaque de exportação, podemos considerar que boa parte desse aumento no abate foi destinado ao consumo interno", diz Viscardi.

Paraná na liderança - Entre os 25 estados catalogados pela pesquisa, houve aumento no abate de frango em 18, com destaque para o Paraná (mais 115,5 milhões de cabeças), Mato Grosso do Sul (mais 21,8 milhões de cabeças), Minas Gerais (mais 19,5 milhões de cabeças), São Paulo (mais 16,8 milhões de cabeças), Goiás (mais 8,6 milhões de cabeças), Bahia (mais 7,9 milhões de cabeças), Pernambuco (mais 5,9 milhões de cabeças), Santa Catarina (mais 2,7 milhões de cabeças) e Rio Grande do Sul (mais 1,4 milhões de cabeças). As principais quedas ocorreram em Mato Grosso (menos 11,1 milhões de cabeças) e no Pará (menos 5,6 milhões de cabeças). Com isso, o Paraná continuou liderando amplamente a lista de estados que mais abateram frangos em 2020, com 33,4% de participação nacional, seguido por Santa Catarina (13,7%) e logo em seguida por Rio Grande do Sul (13,6%).

Produção de ovos cresce 3% e atinge nível recorde - A pesquisa também mostra que a produção de ovos de galinha totalizou 4 bilhões de dúzias em 2020, alta de 3% em relação a 2019, influenciada pelo aumento do consumo do produto em meio à recessão instaurada por conta da pandemia, como explica Viscardi. “Trata-se de uma proteína de valor mais acessível em comparação às carnes. Por outro lado, houve incremento significativo nos custos de produção do setor”, afirma.

Leite - Já a aquisição de leite teve um aumento de 2,1%, chegando a 25,5 bilhões de litros. O resultado dá continuidade à sequência de altas, observada desde 2017, e representa um recorde para o acumulado anual na série histórica. “O ano de 2020 foi marcado por variações na demanda por produtos lácteos, influenciada pelas restrições impostas por conta do isolamento social devido à Covid-19 e pela valorização do leite, acompanhada do aumento dos custos de produção do setor”, finaliza o analista. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Licia Rubinstein / Agência IBGE Notícias

 

pecuaria tabela I 18 03 2021

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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CAGED: 73,1% dos municípios do Paraná tiveram saldo positivo de empregos em janeiro

caged 18 03 2021Os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados na terça-feira (16/03), mostram que 292 municípios paranaenses tiveram saldo positivo de contratações em janeiro de 2021, ou seja, 73,1% tiveram geração de emprego no Estado. O número é consideravelmente superior a dezembro de 2020, que teve 139 municípios (34,8%) com resultados positivos.

Zerados - Outros 18 municípios empataram as contratações e demissões e permaneceram zerados no primeiro mês do ano. Na contramão da média estadual, 89 cidades (22%) fecharam janeiro com estoque negativo de emprego, mas 61 delas perderam até dez vagas, o que indica variação sazonal, com boas chances de reversão em curto prazo.

Mais empregos - Os 15 municípios que mais geraram empregos em janeiro foram Curitiba (5.624), Londrina (1.333), Cascavel (1.289), Maringá (1.139), Ponta Grossa (742), Araucária (562), Pinhais (532), Pato Branco (525), Apucarana (519), Toledo (510), Colombo (433), São José dos Pinhais (433), Fazenda Rio Grande (427), Foz do Iguaçu (415) e Guarapuava (401).

Salto - Os dados municipalizados de janeiro de 2021 do Caged também mostram um salto na comparação com janeiro de 2020. No mesmo mês do ano passado, 231 cidades (57,8%) apresentaram saldo positivo, 12 permaneceram zeradas e 156 perderam postos de carteira assinada. As cinco campeãs na ocasião foram Curitiba, Cascavel, Toledo, Colombo e Maringá.

Capacidade de recuperação - “O Paraná mostrou em janeiro deste ano capacidade de recuperação dos empregos formais perdidos em dezembro de 2020. Também houve um avanço significativo sobre janeiro do ano passado. Essa evolução está acontecendo em todas as regiões e mostra que os municípios têm conseguido dar boas respostas à crise”, disse Suelen Glinski, chefe do Departamento do Trabalho e Estímulo à Geração de Renda da Secretaria da Justiça, Família e Trabalho.

12 meses - O Caged destaca, ainda, que 297 municípios registraram saldo positivo de empregos nos últimos 12 meses, o que representa 74,4% do total. Nessa conta, os maiores empregadores são Ponta Grossa (5.825), Cascavel (2.616), Toledo (1.884), Rolândia (1.840), Umuarama (1.803), Arapongas (1.775), Ortigueira (1.655), Matelândia (1.632), Guarapuava (1.487), Curitiba (1.439), Palmas (1.203), Palotina (1.195), Cambé (1.148), Sarandi (1.130) e Imbituva (1.127).

Retomada - O Paraná mantém em franca ascensão o processo de recuperação da economia e abriu 2021 com um saldo positivo de 24.342 postos de trabalho com carteira assinada. Foi o quinto melhor resultado do País em janeiro, uma expansão de 33,8% em relação ao mesmo mês do ano passado, período pré-crise sanitária.

Setores - Os setores que mais se destacaram em janeiro no Paraná foram a indústria da transformação, com 8.740 novos empregos formais, seguido por serviços (8.479), construção (4.758), comércio (1.790), agricultura (381) e serviços industriais de utilidade pública (194).

Carro-chefe - Segundo o Departamento do Trabalho e Estímulo à Geração de Renda, a indústria passou a ser o “carro-chefe” na geração de empregos formais no Estado. Até então, os principais setores eram o de serviços e o comércio. “Essa mudança vem desde o ano passado. A indústria paga melhores salários e ainda ajuda a alavancar os demais setores da economia. Também tem sido um foco de atração de novos investimentos pelo Governo do Estado, o que ajuda nesses resultados”, afirmou Suelen.

Expansão - O resultado confirma a expansão da atividade econômica estadual e reforça os números positivos obtidos pelo Estado ao longo do ano passado. O Paraná abriu 52.670 vagas de emprego em 2020, mesmo em um ano marcado pela pandemia. Foi o segundo melhor resultado do País, com apenas 380 contratações a menos do que Santa Catarina. O ano passado fechou com 290 municípios com saldo positivo. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira a lista completa AQUI (basta clicar em Tabelas).

FOTO: José Fernando Ogura / AEN

 

LEGISLATIVO: Congresso Nacional votou 29 vetos do presidente da República

 

legislativo 18 03 2021Nesta quarta-feira (17/03), o Congresso Nacional votou 29 vetos presidenciais, 15 deles foram totalmente mantidos. Houve também vetos derrubados na íntegra e outros com parte dos dispositivos rejeitada e outra parte mantida. Houve ainda vetos cujas votações foram adiadas.

 

Vetos polêmicos - Foram derrubados vetos polêmicos, entre eles parte do Veto 48/2020, que abre caminho para o perdão de dívidas de entidades religiosas. Outro derrubado foi o veto do presidente da República (VET 36/2020) ao projeto que concede indenização aos profissionais da linha de frente de combate à covid-19 (PL 1.826/2020). O texto resgatado pelos parlamentares prevê indenização de R$ 50 mil para os profissionais que ficaram permanentemente incapacitados após a infecção.

 

Direito - Segundo o projeto, terão direito profissionais como médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, assistentes sociais, agentes comunitários, técnicos de laboratório e outros que atuam na área. A proposta também concede o benefício aos familiares de profissionais de saúde que atuaram no combate à pandemia provocada pelo novo coronavírus e morreram em decorrência da covid-19.

 

LDO - O Congresso também rejeitou o veto presidencial (59/2020) a trechos da parte principal da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) em vigor. Houve acordo entre líderes e governo. “Os itens [derrubados] ampliam prerrogativas do Congresso sobre o Orçamento de maneira indistinta, para todos os partidos e para cada parlamentar”, disse o vice-líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO).

 

Restrições - Com os trechos recuperados, caem restrições para municípios com até 50 mil habitantes hoje inadimplentes. Serão possíveis ainda repasses para construção, ampliação ou conclusão de obras por entidades do setor privado.

 

Fust - Foi derrubado também o veto do presidente Jair Bolsonaro (VET 56/2020) ao novo marco regulatório do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust), instituído pela Lei 14.109, de 2020.  A lei deriva do PL 172/2020, aprovado pelo Senado em novembro do ano passado. O principal trecho recuperado agora é o que destina recursos do Fust para levar acesso a serviços de telecomunicações a regiões de zona rural ou urbana que tenham baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e população potencialmente beneficiada.

 

Ampliação - O Congresso aprovou também o PLN 1/2021, que amplia a execução orçamentária provisória para o ano de 2021 para incluir financiamento de políticas públicas e salários de servidores, e o PRN 1/2021, que aumenta de 3 para 18 o número de vice-líderes do governo no Congresso. 

Vetos mantidos - Foram totalmente mantidos pelo Congresso os vetos30, 37, 38, 39, 40, 41, 42, 43, 45, 46, 49, 51, 53, 54, 55 e 58, todos de 2020. O Veto 30/2020, por exemplo, atingiu o novo marco legal do saneamento básico (Lei 14.026, de 2020). Já o Veto 37/2020 atingiu o PLV 23/2020. Oriundo da MP 925/2020, o projeto de lei de conversão deu origem à Lei 14.034, de 2020, que estabeleceu medidas para ajudar o setor aeronáutico e aeroportuário a enfrentar os efeitos da pandemia de covid-19.  

Setor esportivo- Também mantido, o VET 54/2020 foi aposto ao projeto que originou a Lei 14.073, de 2020, para auxiliar o setor esportivo durante a pandemia de covid-19. Entre os 35 dispositivos vetados, estão os que previam socorro financeiro a clubes, atletas e federações e o auxílio emergencial de R$ 600 por três meses, específico para atletas, técnicos, árbitros e outros profissionais do esporte. 

Retirados da pauta Um acordo durante a sessão levou ao adiamento da análise de alguns dos vetos que estavam na pauta, entre eles oVET 35/2020,que dá prioridade  para acesso ao auxílio emergencial à mulher provedora de família monoparental. 

Retirados - Também foram retirados da pauta os vetos (VET 1/2021) ao projeto (PL 1.013/2020) que suspendia o pagamento de dívidas de clubes inscritos no Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro (Profut) e ao VET 50/2020, aplicado à Medida Provisória 983/2020, editada para desburocratizar as assinaturas eletrônicas de documentos para ampliar o acesso a serviços públicos digitais.  

Pacote anticrime - O Veto 56/2019, do pacote anticrime, também teve votação adiada, para melhor discussão sobre a realização de videoconferências em audiências de custódia. Pontos desse veto foram totalmente mantidos e outros rejeitados pelos deputados, ficando pendente a conclusão da votação. (Agência Senado)

 

FOTO: Edilson Rodrigues / Agência Estado

 

SAÚDE I: Brasil tem 11,6 milhões de casos e 284,7 mil mortes

O número de pessoas que não resistiram à covid-19 no Brasil subiu para 284.775. Em 24 horas, foram registradas 2.648 mortes. Há ainda 3.045 óbitos em investigação no país.

Infectadas - Já o total de pessoas infectadas pelo coronavírus desde o início da pandemia chegou a 11.693.838. Em 24 horas, foram confirmados pelas autoridades sanitárias 90.303 novos casos.

Atualização - Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite desta quarta-feira (17/03). O balanço é produzido a partir de informações fornecidas pelas secretarias estaduais de saúde.

Acompanhamento - Há, ao todo, 1.122.006 pessoas com casos ativos da doença em acompanhamento por profissionais de saúde e 10.287.057 pacientes já se recuperaram.

Estados - Na lista de estados com mais mortes estão São Paulo (65.519), Rio de Janeiro (34.586), Minas Gerais (21.029) e Rio Grande do Sul (15.819). As unidades da Federação com menos óbitos são Acre (1.144), Amapá (1.201), Roraima (1.261), Tocantins (1.735) e Alagoas (3.264).

Casos - Em número de casos, São Paulo também lidera (2.243.868), seguido por Minas Gerais (991.732), Paraná (775.070), Rio Grande do Sul (763.794) e Bahia (753.584). (Agência Brasil)

 

saude I tabela 18 03 2021

SAÚDE II: Boletim confirma mais 5.439 casos de Covid-19. Estado já aplicou 707.103 doses da vacina

saude II 18 03 2021 A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quarta-feira (17/03) mais 5.439 casos de Covid-19 e 263 mortes pelo novo coronavírus. Os dados acumulados do monitoramento mostram que o Paraná soma 769.966 casos e 14.087 óbitos em decorrência da doença. Há ajustes ao final do texto.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de março (5.027), fevereiro (269) e janeiro (71) de 2021 e dos seguintes meses de 2020: julho (5), agosto (7), setembro (2), outubro (3), novembro (12) e dezembro (43).

Imunização - O Paraná já aplicou 707.103 doses da vacina contra a Covid-19, sendo 524.035 da primeira dose e 183.068 da segunda, até o final da manhã desta quarta-feira (17/03). Portanto, 524.035 pessoas já foram vacinadas no Estado.

Doses - Ao todo, o Paraná recebeu 1.260.000 de doses do Governo Federal até o momento.

Confira os números da imunização no Estado.

Internados - Nesta quarta-feira (17/03), eram 2.570 pacientes internados com diagnóstico confirmado de Covid-19. Destes, 2.121 ocupam leitos SUS (915 UTI e 1.206 clínicos/enfermaria) e 449 da rede particular (234 UTI e 215 clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 2.765 pacientes internados, 831 em leitos UTI e 1.934 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A secretaria estadual informa a morte de mais 263 pacientes. São 116 mulheres e 147 homens com idades que variam de 25 a 99 anos. Os óbitos ocorreram entre 12 de janeiro e 17 de março de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Curitiba (49), Londrina (13), Maringá (12), Almirante Tamandaré (10), Cascavel (9), Piraquara (7), Toledo (7), Foz do Iguaçu (6), São José dos Pinhais (6), Arapongas (5), Cianorte (5), Mandirituba (5), Paranaguá (4), Paranavaí (4), Pinhais (4), Ponta Grossa (4), Quedas do Iguaçu (4), Tibagi (4), Três Barras do Paraná (4), Wenceslau Braz (4), Andirá (3), Araucária (3), Atalaia (3), Guarapuava (3), Itaperuçu (3), Jandaia do Sul (3), Paiçandu (3), Campo Mourão (2), Colombo (2), Cornélio Procópio (2), Flor da Serra do Sul (2), Francisco Beltrão (2), Guaraqueçaba (2), Guaratuba (2), Ibaiti (2), Lupionópolis (2), Pato Branco (2), Quitandinha (2), Rolândia (2) e Santa Izabel do Oeste (2).

Uma morte - O informe registra ainda uma morte em cada um dos seguintes municípios: Adrianópolis, Antonina, Barracão, Boa Ventura de São Roque, Cambé, Campo Largo, Candói, Carambeí, Castro, Cerro Azul, Chopinzinho, Clevelândia, Colorado, Coronel Vivida, Cruz Machado, Faxinal, Florestópolis, Ibiporã, Itambé, Ivaí, Ivaiporã, Juranda, Lindoeste, Mandaguaçu, Mangueirinha, Medianeira, Morretes, Nova Esperança, Palmas, Palmeira, Paraíso do Norte, Paranacity, Paranapoema, Planalto, Pontal do Paraná, Presidente Castelo Branco, Renascença, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Sul, Santa Lúcia, Santana do Itararé, São Jorge do Patrocínio, Sarandi, Sengés, Telêmaco Borba, Terra Rica, Tijucas do Sul, Tupãssi, Ubiratã e Vera Cruz do Oeste.

Fora do Paraná - O monitoramento da Secretaria de Estado da Saúde contabiliza 5.104 casos de pessoas que não moram no Estado – 111 foram a óbito.

Ajustes - Exclusões: 2 casos e 2 óbitos de residentes no Paraná:

- Um caso e óbito confirmados (F,43) no dia 29/01/2021 em GUARANIAÇU foram excluídos por erro de notificação;

- Um caso e óbito confirmados (M,71) no dia 09/03/2021 em CASCAVEL foram excluídos por erro de notificação. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

 

SAÚDE III: Paraná confirma primeira reinfecção pelo coronavírus

saude III 18 03 2021A Secretaria de Estado da Saúde confirmou nesta quarta-feira (17/03) a primeira reinfecção para o vírus Sars CoV-2 no Paraná. Uma mulher de 39 anos, residente em Curitiba, teve a primeira amostra coletada no dia 15 de junho de 2020 e a segunda em 24 de fevereiro de 2021, positivando para a infecção nas duas ocasiões.

Sequenciamento - O sequenciamento genômico do vírus foi feito pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, após envio de amostras pelo Laboratório Central do Estado (Lacen).

Linhagem - O caso de reinfecção teve a primeira confirmação para a linhagem B.1.1.28 e a segunda para a P.1. O intervalo entre os dois resultados foi de 254 dias. Segundo protocolos do Ministério da Saúde, após três meses pela infecção do mesmo vírus ou suas derivações o caso é de reinfecção.

Transmissão comunitária - “O vírus está em franca e comunitária transmissão. Por isso, temos que continuar com os cuidados, mantendo a etiqueta respiratória, usando máscara e higienizando as mãos. Evitar sair de casa, aglomerações, mesmo quem já tomou a vacina”, afirmou o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.

Dez novos casos - Além deste caso, a secretaria também registrou dez novos casos da variante P.1 e um caso da variante B.1.1.7. Ao todo, o Estado já confirmou 43 casos da variante P.1 e três casos da variante B.1.1.7. Todos os casos estão em investigação epidemiológica.

Por variante - Os novos casos de variantes são:

P1

Homem, 63 anos – Curitiba

Mulher, 84 anos – Curitiba

Mulher, 19 anos – Almirante Tamandaré

Homem, 72 anos – Colombo

Mulher, 84 anos – Santa Terezinha de Itaipu

Mulher, 59 anos – Cascavel

Homem, 60 anos – Maringá

Homem, 80 anos – Maringá

Mulher, 52 anos – Andirá

Mulher, 65 anos – Andirá

B.1.1.7

Mulher, 77 anos – Rolândia

(Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Geraldo Bubniak / AEN

 

SAÚDE IV: Paraná distribui mais 129,2 mil doses para continuar vacinação de idosos com mais de 75 anos

saude vacina 18 03 2021O Governo do Estado começa a distribuição da uma nova remessa de vacinas contra o coronavírus nesta quinta-feira (18/03). Serão 129.200 doses do imunizante CoronaVac, produzido pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. O lote corresponde à metade das doses encaminhadas pelo Ministério da Saúde na terça-feira (16/03).

Início - A distribuição da vacina às 22 Regionais de Saúde será iniciada às 11h30, no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), em Curitiba. As doses serão enviadas por transporte terrestre a todas as regionais.

Grupos prioritários - Com o novo lote, o oitavo encaminhado pelo Ministério da Saúde, a secretaria estadual segue com a vacinação de dois grupos prioritários. São 106.930 doses destinadas a idosos com idade entre 75 e 79 anos, o que abrange aproximadamente 47% desse público-alvo, e 22.270 doses para os profissionais da saúde que ainda não receberam os imunizantes.

Total - Até a tarde desta quarta-feira (17/03), o Paraná já havia vacinado 524.035 pessoas. No total, foram 707.103 doses aplicadas: 524.035 referentes à primeira dose e 183.068 à segunda. Ao todo, o Paraná recebeu do Governo Federal até o momento 1.260.000 doses.

Segunda dose - A outra metade do novo lote, também composta por 129.200 doses, permanecerá armazenada no Cemepar para garantir a segunda aplicação. O direcionamento das farmacêuticas é de garantir um intervalo de 15 a 28 dias entre as aplicações para garantir a eficácia na imunização.

Expectativa - A expectativa do Paraná é de chegar à marca de 4 milhões de pessoas vacinadas até maio de 2021, seguindo as diretrizes de grupos prioritários previstas no Plano Estadual de Vacinação.

Quantidade por Regional - Confira a quantidade de doses que cada Regional de Saúde recebe nesta remessa:

1ª RS – Paranaguá – 3.150 doses

2ª RS – Metropolitana – 33.400 doses

3ª RS – Ponta Grossa – 5.870 doses

4ª RS – Irati – 2.170 doses

5ª RS – Guarapuava – 5.170 doses

6ª RS – União da Vitória – 2.150 doses

7ª RS – Pato Branco – 3.170 doses

8ª RS – Francisco Beltrão – 4.950 doses

9ª RS – Foz do Iguaçu – 4.400 doses

10ª RS – Cascavel – 5.970 doses

11ª RS – Campo Mourão – 5.250 doses

12ª RS – Umuarama – 4.150 doses

13ª RS – Cianorte – 2.000 doses

14ª RS – Paranavaí – 3.730 doses

15ª RS – Maringá – 9.820 doses

16ª RS – Apucarana – 4.890 doses

17ª RS – Londrina – 11.130 doses

18ª RS – Cornélio Procópio – 4.010 doses

19ª RS – Jacarezinho – 4.630 doses

20ª RS – Toledo – 5.160 doses

21ª RS – Telêmaco Borba – 1.950 doses

22ª RS – Ivaiporã – 2.080 doses

TOTAL – 129.200 doses

(Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Américo Antonio / Sesa

 

SAÚDE V: Registrada mais uma morte de macaco por febre amarela na RMC

saude IV 18 03 2021O boletim quinzenal da febre amarela divulgado nesta quarta-feira (17/03) pela Secretaria de Estado da Saúde confirma a morte de um macaco (epizootia) contaminado pelo vírus da doença na área da 2ª Regional de Saúde Metropolitana. O caso foi registrado no município de Piraquara, em região próxima à divisa com a 1ª regional de Saúde de Paranaguá.

Vírus circulando - “A epizootia sinaliza que o vírus está circulando”, alerta o secretário estadual da Saúde, Beto Preto. “A secretaria já orientou as duas Regionais de Saúde para medidas preventivas, como busca ativa de pessoas não vacinadas contra a febre amarela, lembrando que em 2018 o Paraná registrou um óbito provocado pela doença, na região do Litoral, em pessoa não vacinada”.

Intervalo - “Neste momento, em que imunizamos também contra a Covid-19, destacamos que é preciso um intervalo de 15 dias entre as doses das vacinas, mas que todas são necessárias e devem ser recebidas de acordo com protocolos de faixa etária ”, ressaltou Beto Preto.

Monitoramento - O atual período de monitoramento da febre amarela no Paraná teve início em julho de 2020 e segue até junho deste ano. O Estado registra até o momento 120 notificações de epizootias em 30 municípios, com 17 confirmações. Outras oito notificações seguem em investigação.

Humanos - Em relação à febre amarela em humanos, o período não apresenta casos confirmados. Até agora foram 20 notificações, 18 já descartadas e 2 seguem em investigação.

Macacos - A Secretaria da Saúde reforça que os macacos não transmitem a febre amarela. Da mesma forma que os humanos eles são contaminados pelo vírus por meio do mosquito transmissor da doença, adoecem e podem morrer vítimas da infecção. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO/ARTE: Divulgação Sesa

 


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