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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5038 | 29 de Março de 2021

JUBILEU DE OURO I: Assembleia Geral Ordinária do Sistema Ocepar será transmitida ao vivo

jubileu I 29 03 2021No dia 5 de abril, o Sistema Ocepar estará reunindo virtualmente as cooperativas filiadas para realizar a prestação de contas de 2020 e apresentar o plano da ação para 2021 durante Assembleia Geral Ordinária (AGO). Na oportunidade, haverá ainda a celebração dos 50 anos da Ocepar, fundada em 2 de abril de 1971. A AGO será transmitida ao vivo pelo canal da TV Paraná Cooperativo no Youtube, para possibilitar que todos os interessados possam acompanhar o evento.

Participação - Devido à pandemia e em atendimento às normas de segurança e saúde, apenas os diretores, a presidência executiva e os conselheiros fiscais estarão reunidos presencialmente na sede da Ocepar, em Curitiba, seguindo as regras de distanciamento social. As cooperativas associadas deverão participar e votar por meio da plataforma Zoom.

Inscrições - Assim, elas devem efetivar a inscrição pelo endereço eletrônico: https://bit.ly/3tQH354. Após a confirmação do cumprimento dos requisitos estatutários, será enviado, por e-mail, um link de acesso à plataforma, que é individual.

PRC200 - Além da comemoração do Jubileu de Ouro da Ocepar, outro destaque da AGO será o Plano Paraná Cooperativo 200 (PRC200), o novo planejamento estratégico do cooperativismo paranaense. Após concluir o PRC100, no ano passado, com a meta de faturamento do setor atingindo mais de R$115 bilhões, o desafio agora é chegar aos R$ 200 bilhões nos próximos anos.

Mais informações - Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail secretaria@sistemaocepar.coop.br.

 

JUBILEU DE OURO II: Muito mais que defender uma categoria, a Ocepar gera ações que favorecem nossa economia, destaca Valter Pitol

jubileu destaque II 29 03 2021Embora tenha surgido para organizar e representar o cooperativismo paranaense, em 2 de abril de 1971, o trabalho realizado pela Ocepar, nesses 50 anos de existência, vem proporcionando benefícios que não se limitam apenas ao setor como, também, tem alcançado toda a população do estado, na avaliação de Valter Pitol, presidente da Copacol Cooperativa Agroindustrial Consolata, sediada em Cafelândia, no Oeste do Paraná, uma das 34 cooperativas fundadoras da entidade.

Agronegócio - Inicialmente, ele lembra dos avanços na área em que as cooperativas do Paraná têm grande peso. “O agronegócio paranaense ganhou notoriedade no País pelo grande potencial e acelerado desenvolvimento gerado pela tecnologia e pelo trabalho intenso, demonstrando a força que vem do campo. Os grandes desafios que apareceram no decorrer das décadas foram superados com muita competência, perseverança e, principalmente, união”, afirma.

Frutos - “Devemos esses frutos colhidos atualmente às sementes plantadas e cultivadas pela Organização das Cooperativas do Paraná, que completa seu cinquentenário: cinco décadas de articulação em favor da sociedade paranaense. Muito mais que defender uma categoria, a Ocepar gera ações que favorecem a nossa economia, refletindo em emprego, renda, saúde e bem-estar a todos”, ressalta Pitol. “Conquistamos o respeito, o reconhecimento e a admiração no Brasil e no mundo graças ao trabalho sério conduzido por esta entidade que nos representa em diferentes momentos da nossa história”, acrescenta.

Condução singular - Pitol destaca ainda a preocupação constante da entidade em viabilizar as necessidades das cooperativas, sempre em sintonia com a realidade que nos cerca, com o objetivo de assegurar a sustentabilidade e a perenidade do setor. “Quero enaltecer a condução singular do presidente, José Roberto Ricken, e de sua diretoria, que sempre demonstram sensibilidade para entender e defender os anseios cooperativistas, como vigilantes de tudo o que acontece tanto em nosso Estado, quanto em nosso País, para que tenhamos segurança para prosseguirmos com nossas atividades”, frisa.

Fortaleza - Outro ponto enfatizado pelo dirigente é o empenho da Ocepar em manter a unidade do cooperativismo paranaense, contemplando todos os ramos do setor. “A valorização proporcionada à diferentes categorias de cooperativas é notória. Desde a sua fundação, a Ocepar tornou-se uma fortaleza que abriga diferentes setores cooperativistas, pensando sempre em cada um deles. Temos a certeza de que a unificação das forças garante a nossa existência. E essa entidade é a grande mãe que nos conduz para futuro e nos dá a coragem para seguir em frente, defendendo sempre os princípios do cooperativismo. Nossos parabéns à Ocepar e a todos os envolvidos na construção de uma entidade forte, democrática e formadora de grandes ideais em favor do cooperativismo paranaense”, finaliza.

Sobre a Copacol - Fundada em 23 de outubro de 1963, a Copacol possui atualmente 6.271 cooperados e 11.261 colaboradores. Em 2020, alcançou faturamento de R$ 5.693 bilhões, valor praticamente 30% superior ao obtido em 2019. Nesse período, o total de impostos pagos passou de R$ 180 milhões para R$ 227 milhões – recurso que contribui para o desenvolvimento das cidades que integram a área de abrangência da cooperativa. Outro marco importante foi o pagamento recorde em sobras: R$ 120,3 milhões. Desse total, R$ 30 milhões foram destinados para reservas na avicultura, piscicultura e suinocultura. Nas 20 unidades do Oeste e do Sudoeste do Estado, a Copacol recebeu 20,4 milhões de sacas de grãos em 2020. Diariamente, a cooperativa processa 1,9 mil toneladas de soja e 2,6 mil toneladas de milho. O esmagamento de soja foi de 647,8 mil toneladas. A produção de farelo atingiu 480,6 mil toneladas. Já em óleo degomado a produção saltou para 128,7 mil toneladas.

Pecuária - A Copacol foi a primeira cooperativa do Paraná a implantar o modelo integrado de avicultura. E, no ano passado, foram 96,7 milhões de aves industrializadas, que resultaram em 236,5 mil toneladas de carne. Essa produção, somada com a da Central Unitá, chega a 200,1 milhões de aves, com 476,6 mil toneladas de carne produzidas. Em frango, as exportações tiveram aumento de 15%, totalizando 274,9 mil toneladas em 2020. Além disso, em 2020, a cooperativa abateu 42,5 milhões de tilápias, com total de 13.991 toneladas de carne produzidas. A cooperativa atingiu uma produção de 337,5 mil suínos entregues à Central Frimesa.

Estrutura - Além das Unidades de Atendimento, a Copacol possui: Laboratório de Análises; Unidade de Produção de Alevinos; três Unidades de Produção de Leitões; núcleos de matrizeiros; CPA (Centro de Produção Agrícola), que apresenta melhores variedades e soluções para o campo; seis supermercados; sete fábricas de rações; três unidades industriais (Cafelândia – Aves, Nova Aurora – Tilápia e Toledo – Tilápia). Saiba mais sobre a cooperativa acessando: www.copacol.com.br.

Jubileu de ouro - A Ocepar vai comemorar seu Jubileu de Ouro no dia 5 de abril, durante a Assembleia Geral Ordinária, que será realizada em formato online. Até lá, o Informe PR Cooperativo está divulgando matérias semanalmente, com o objetivo de destacar alguns dos fatos ligados à sua história e do cooperativismo paranaense também. Nesta e nas próximas edições, os presidentes de cooperativas que fundaram a Ocepar e que ainda estão atuantes estão fazendo uma avaliação sobre o trabalho que a entidade vem realizando durante essas cinco décadas, em defesa do cooperativismo paranaense e com o intuito de promover o desenvolvimento do setor. (Com informações da Assessoria de Imprensa da Copacol) 

COOPERATIVAS FUNDADORAS DA OCEPAR

  1. Cooperativa Agropecuária Guarany Ltda
  2. Cooperativa de Transportes, Cargas e Anexos de Paranaguá
  3. Cooperativa de Consumo dos Rodoviários de Maringá Ltda
  4. Cooperativa Central Agrária Ltda
  5. Cooperativa Mista Agropecuária Witmarsum Ltda
  6. Cooperativa de Consumo dos Funcionários da Cia Cacique de Café Solúvel
  7. Cooperativa Agrícola Consolata Ltda
  8. Cooperativa Agropecuária Mista de Laranjeiras do Sul
  9. Cooperativa Agrícola Cotia Norte do Paraná
  10. Cooperativa Agrícola Irati Ltda
  11. Cooperativa Mista 26 de Outubro Ltda
  12. Cooperativa de Consumo do 14º Distrito Rodoviário
  13. Cooperativa Agropecuária Batavo Ltda
  14. Cooperativa Mista Francisco Beltrão Ltda
  15. Cooperativa Agropecuária Capanema
  16. Cooperativa de Consumo de São Mateus do Sul Ltda
  17. Cooperativa Agropecuária Sabadi Ltda
  18. Cooperativa Agrícola do Oeste Ltda
  19. Cooperativa Agrícola Mista Rondon Ltda
  20. Cooperativa Agrícola Mista Palotina Ltda
  21. Cooperativa Agrícola Cotia Sul do Paraná
  22. Cooperativa Mista dos Fornecedores de Lenha Brasil Ltda
  23. Cooperativa Agropecuária Sudoeste Ltda
  24. Cooperativa Agropecuária Cascavel Ltda
  25. Cooperativa de Consumo dos Empregados da Cia Fiat Lux Ltda
  26. Cooperativa Central Agrícola Sul do Brasil de Curitiba Ltda
  27. Cooperativa Agrária dos Cafeicultores de Nova Londrina Ltda
  28. Cooperativa Mista dos Ruralistas de Ponta Grossa Ltda
  29. Cooperativa Mista Agropecuária de Guarapuava Ltda
  30. Cooperativa Agrícola Mista Cerro Azul Ltda
  31. Cooperativa Central Agrícola dos Cafeicultores do Paraná
  32. Cooperativa do Livro dos Acadêmicos e Profissionais de Agronomia e Veterinária do Paraná
  33. Cooperativa Central de Latícinios do Paraná Ltda
  34. Cooperativa Agro-Malte Paraná Ltda

 

GETEC: Informe nº 14 apresenta expectativas de mercado sobre indicadores econômicos

getec destaque 29 03 2021A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulgou, nesta segunda-feira (29/03), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central (BC), levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2021, 2022 e 2023. Também foi publicado o Informe Mensal contendo o histórico do mês das projeções do Banco Central.

Clique aqui para conferir o Informe Expectativas de Mercado Semanal

Clique aqui para conferir o Informe Mensal com o histórico das projeções de março

 

FORMAÇÃO: Diretores e gestores da Coacipar participam do último módulo do Programa de Desenvolvimento Regional

Profissionais da Coacipar - Cooperativa de Agricultura Familiar e Solidária do Paraná participaram, nos dias 25 e 26 de março, do último módulo do Programa de Desenvolvimento Regional, que abordou o tema Gestão de Custos. O curso, aberto pelo analisa do Sescoop/PR, Fernando Mendes, ocorreu em formato virtual, por meio da plataforma Google Meet, com a participação de diretores e gestores da Coacipar.

Conteúdo - Ao todo, foram oito horas de capacitação. O responsável por repassar o conteúdo foi o instrutor Celson Salviato, da empresa Scelta Office Management. Ele falou sobre: custos industriais, contemplando conceito e aplicação; custeio direto; custos fixos, variáveis e semi-variáveis; como desenvolver um sistema de custeio da cooperativa; monitoramento de gastos e despesas; e estratégias de vendas com foco em resultado.  

Treinamento - O Programa contemplou a realização de três módulos, somando 24 horas/aula de treinamento. A formação começou nos dias 4 e 5 de março, tratando de “Plano de negócios”, com a instrutora Vivian Schlemm de Albuquerque, da Kreativ Factory Consultoria e Treinamento Ltda. Já o segundo módulo, sobre Gestão de Processos, realizado dias 11 e 12 de março, foi conduzido pelo professor Jameson Emanoel Moreira, da Velg Assessoria Empresarial.

 

O Programa - O Programa de Desenvolvimento Regional foi idealizado e construído pelo Sescoop/PR, envolvendo as coordenações de profissionalização e monitoramento e a equipe de analistas das regiões Norte e Noroeste, em conjunto com a diretoria da Coacipar e instrutores contratados para o treinamento. O objetivo foi capacitar as equipes tático e estratégica da cooperativa nos conceitos necessários para lançamento de novos produtos, abrangendo o desenvolvimento de plano de negócios, gestão por processos e gestão de custos, a fim de melhorar seu posicionamento no mercado.

 

Coacipar - Com sede em Paranavaí, a Coacipar é uma das cooperativas que atuam na produção de laranja, que está concentrada nas regiões Norte e Noroeste do Paraná, em razão das condições climáticas. Ela atua nos municípios de Alto Paraná, Atalaia, Cianorte, Corumbataí do Sul, Flórida, Floraí, Guairaçá, Nova Esperança, Paranavaí, Presidente Castelo Branco e Rolândia.

 

Certificação - A Coacipar possui a certificação internacional de Fair Trade (Comércio Justo), o que possibilita uma melhor negociação no preço pagos aos seus cooperados e ainda abriu as portas do mercado europeu e asiático para o suco da cooperativa. Devido a certificação, toda a produção é vendida para a Citri Agroindustrial S.A, que destina a matéria-prima para a produção do suco FCOJ ou NFC. Depois, a empresa exporta e realiza fechamento de safra com a Coacipar.

 

Histórico - Em 1995, um grupo de produtores de laranja decidiu criar a Associação dos Citricultores do Paraná (Acipar), como forma de unir forças para impulsionar seu negócio. Em 1999, a Acipar obteve a certificação da Fairtrade Labelling Organizations International (FLO), uma certificadora internacional, referente ao selo de comércio justo. Em 2011, os produtores decidiram criar a Coacipar (oficialmente estabelecida em 23 de fevereiro de 2012).

 

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CAPAL: Assembleia Geral Ordinária é realizada em formato virtual

capal 29 03 2021Na terça-feira passada (23/03), a Capal Cooperativa Agroindustrial realizou a Assembleia Geral Ordinária (AGO) online. O evento, que teve início às 19h, foi transmitido pelo YouTube e o link de acesso foi disponibilizado a todos que se inscreveram. Na ocasião, os cooperados foram informados detalhadamente sobre a gestão e os números do exercício de 2020. Além disso, puderam votar as pautas apresentadas e tomar decisões importantes para o futuro da cooperativa.

Atuação - Na abertura da AGO, o presidente do Conselho de Administração, Erik Bosch, celebrou a atuação da Capal em todas as filiais. “Sempre olhamos para trás com muita gratidão. Vemos o quanto a cooperativa cresceu, hoje atende muitos municípios em dois estados, fazendo com que sonhos dos produtores se realizem”, disse o presidente.

Bons resultados - Bosch também celebrou os bons resultados de 2020. “Quando começou a pandemia, pensei que íamos lembrar de 2020 com amargor, porque de imediato o mercado retraiu muito. Mas pudemos ver que a agricultura e os alimentos não podem faltar. E, no final, vamos lembrar de 2020 como melhor ano da história da Capal até aqui”, afirmou.

Elogio - Os participantes elogiaram a apresentação em formato virtual. “Parabéns pela reunião, extremamente profissional”, comentou o associado Dirceu Delamuta, de Taquarivaí/SP.

Grandes números - Durante a AGO, foram consolidados os números do exercício de 2020. Em comparação com o ano anterior, a cooperativa teve aumento de 39,48% do faturamento bruto, de R$ 1,474 bilhão para R$ 2,056 bilhões. Este foi o terceiro ano consecutivo em que a Capal apresentou crescimento no faturamento bruto. O resultado líquido mais do que dobrou: de R$ 55,473 milhões (2019) para R$ 113,914 milhões, (alta de 105,35%).

Pautas aprovadas - Entre as pautas aprovadas em Assembleia, estavam a eleição do Conselho Fiscal, autorizações e retificações de taxas pertinentes, próximos investimentos e o orçamento para 2021. A destinação das sobras também foi aprovada, em valor que ultrapassou R$ 39 milhões. O crédito na conta dos associados será feito no dia 31 de março.

Decretos - Inicialmente a Assembleia Geral Ordinária seria presencial, mas, em cumprimento aos decretos que restringiram a realização de eventos presenciais e como medida de prevenção contra covid-19, a Capal optou pelo formato virtual, que facilitou a participação dos cooperados de várias unidades. (Imprensa Capal)

 

COCARI: Campanha Corrente do Bem 2021 beneficiará famílias carentes nos municípios de atuação da cooperativa

cocari 29 03 2021Neste mês de março, a Cocari lança a segunda edição da Campanha Corrente do Bem. A cooperativa segue com a organização de ações de enfrentamento às consequências da pandemia de Covid-19, que completa um ano desde o aparecimento dos primeiros casos no país e já retirou a vida de mais de 300 mil brasileiros.

Convite aos associados - Norteada pelo sétimo princípio cooperativista, o Interesse pela Comunidade, a Cocari convida novamente seus associados para, junto a suas famílias, participarem deste projeto em benefício de pessoas que tiveram suas condições financeiras fortemente afetadas pela pandemia. A participação é voluntária e pode ser feita a partir de fixações, depósitos em conta ou doação de parte da distribuição de sobras. Caso aceite participar, o cooperado deve falar com o gerente da sua unidade até o dia 15 de abril, para tirar dúvidas e informar o valor da doação.

Participação dos colaboradores - Também estão convidados para essa ação conjunta os colaboradores da Cocari, que poderão realizar a doação voluntária de parte do Plano de Participação nos Resultados (PPR). Assim como a participação, também o percentual a ser doado será definido pelo colaborador, que deve procurar seu gestor até o dia 31 deste mês com o objetivo de abater a doação no próximo pagamento do PPR.

Edição 2020- Na edição de 2020, cuja primeira fase foi realizada do dia 25 a 31 de março, a ação de voluntariado levantou R$ 274.953,71, integralmente destinados às secretarias de saúde de 26 municípios do Paraná, Goiás e Minas Gerais. Com as doações de cooperados e colaboradores, as secretarias receberam grande ajuda para suprir suas demandas básicas. No Paraná, a doação foi feita com parte das sobras do ano de 2019, em valor estipulado pelo associado. Na região do Cerrado, os produtores realizaram doações de sacas de soja, as quais foram convertidas em recursos financeiros. Os colaboradores da cooperativa também se engajaram na campanha, doando parte do recebimento sobre o PPR.

Outras ações - Em maio de 2020, foi dado início a outra fase da Corrente do Bem, em que a cooperativa forneceu a matéria-prima e ofereceu capacitação a integrantes do Núcleo Feminino e voluntários da comunidade para a confecção de máscaras reutilizáveis, doadas a grupos sociais mais necessitados nos municípios em que a Cocari está presente. Mais tarde, foram feitas máscaras para as crianças da rede municipal de ensino, participantes do Programa Cooperjovem.

Solidariedade - Por meio dessa campanha, a Cocari reforça seu compromisso em trabalhar pelo bem-estar das comunidades em que está inserida, apoiando famílias para que, pelo cooperativismo, possamos vencer este momento desafiador. (Imprensa Cocari)

 

C.VALE: 21º Seminário da Mulher será realizado dia 30 de março

"Propósito, Performance e Felicidade" será o tema da palestra que a consultora Aline Castro abordará na 21ª edição do Seminário da Mulher. O encontro ocorrerá de forma digital, pelo canal da cooperativa no Youtube, nesta terça-feira, dia 30 de março, a partir das 14 horas. O evento é destinado as associadas, esposas, filhas e netas de cooperados.

Acesso - Para ter acesso ao evento, basta clicar no link https://www.youtube.com/watch?v=_RF2aij_Q-8. Durante o Seminário da Mulher as participantes poderão compartilhar fotos com as redes sociais da C.Vale.

Apoio - O seminário tem apoio da Bayer e do Sescoop. (Imprensa C.Vale)

cvale 29 03 2021

COOPAVEL I: FMC apresenta no Show Rural soluções para o combate de lagartas e percevejos

coopavel I 29 03 2021A FMC Corporation, empresa fundada em 1883 na cidade de Pensilvânia, na Filadélfia (EUA), é mais uma das grandes do agronegócio mundial presentes na inédita versão digital do Show Rural Coopavel. Em seu episódio de estreia, a FMC fala de soluções desenvolvidas para o controle e manejo de percevejos, lagartas e plantas daninhas.

Inovação - “Nossa empresa tem a inovação em seu DNA, por isso investe pesado em pesquisas”, diz o agrônomo Cacio Padilha. O combate de percevejos adultos exige material com potência, justamente o que entrega o Hero, inseticida com dupla proteção. “Pelo caminhamento e contato, ele é o que oferece atualmente no mercado a maior velocidade no controle de percevejos adultos”, conforme Cacio.

Percevejos - Para percevejos em diferentes fases, a recomendação é o Talisman, uma ferramenta completa e de alta performance. As lagartas estão entre os mais sérios inimigos da boa produtividade da soja e uma das soluções desenvolvidas pela FMC é o Prêmio, que assegura proteção de longo prazo e um material de boa performance para manejo de resistência nas culturas BT.

Versão online - A FMC apresenta também, na versão online do Show Rural, o Aurora, produto de contato para manejo de plantas daninhas de difícil controle. “Uma das principais características do Aurora é contribuir para melhorar a performance e o manejo eficiente, potencializando resultados”, segundo Cacio Padilha. Com mais de 130 anos de tradição, os principais alicerces da FMC são a agricultura e a inovação, aponta o agrônomo. A empresa possui uma gama de produtos, como herbicidas, inseticidas, fungicidas, nematicidas, tratamento de sementes e biológicos.

Na internet - Inaugurar a versão digital foi a resposta que a Coopavel, organizadora do Show Rural, encontrou para fazer frente às limitações impostas pela pandemia do coronavírus. Com o cancelamento da etapa presencial, que seria realizada no início de fevereiro, o evento mostra novidades em tecnologias e informações em seus canais digitais. Os capítulos podem ser acompanhados nos seguintes endereços: youtube.com/showruralagro e www.showrural.com.br. (Imprensa Coopavel)

 

COOPAVEL II: Corteva traz soluções e lançamentos em fungicidas

coopavel II 29 03 2021Uma das maiores empresas do agronegócio mundial, a Corteva Agriscience conta com um amplo e diversificado portfólio de inseticidas e fungicidas para as culturas de verão. Em capítulo que acaba de entrar no ar na versão digital do Show Rural Coopavel, a empresa divulga lançamentos e destaca características de produtos já consagrados. Para assistir aos capítulos e acompanhar a programação, agricultores, técnicos e interessados em novidades para o campo podem acessar os seguintes endereços: youtube.com/showruralagro e www.showrural.com.br.

Apresentação - A agrônoma Flávia Vieira é quem apresenta e dá detalhes sobre os materiais da Corteva. O principal lançamento para a safra 2021/2022 é o Viovan, indicado para o manejo de doenças da soja. Entre outras, ele foi desenvolvido para o controle de manchas e ferrugem. Uma das vantagens do produto, segundo Flávia, é que ele não requer a adição de adjuvantes. Outra novidade é o Aproach Power, a evolução do Aproach Prima. Segundo Flávia, o lançamento é um produto que não causa toxidez e, a exemplo do Viovan, também dispensa a utilização de óleos e adjuvantes.

Inseticida - A Corteva apresenta ainda o Dermacor, inseticida indicado para o tratamento de sementes. Há duas opções de dosagens, de 50 a 100 mililitros para cada cem quilos de sementes. “Trata-se de uma solução que agrega em produtividade, manutenção de estande e oferece a certeza de controle de pragas que atrapalham as culturas principalmente no início do desenvolvimento da lavoura”. O vídeo da Corteva abre espaço também ao Vessarya, que traz tecnologia já conhecida e consagrada. Ele agrega controle de DFCs e manejo da ferrugem com indicação de no máximo duas aplicações por ciclo da cultura.

Digital - Devido à pandemia, a etapa presencial do 33º Show Rural Coopavel foi cancelada. Com isso, a principal novidade dessa edição é a inauguração da versão digital do evento, reconhecido como um dos maiores do mundo em transmissão de informações e novos conhecimentos para os agropecuaristas. A programação online, alicerçada na produção e postagem de vídeos técnicos, textos e também de uma vitrine com produtos e serviços dos expositores, pode ser acompanhada a qualquer momento e em qualquer lugar por meio dos canais digitais do Show Rural. (Imprensa Coopavel)

 

PRIMATO: Cooperativa oferece condições especiais para compra de máquinas e equipamentos agrícolas

primato 29 03 2021Quando o assunto é otimização de tempo, agilidade e aumento dos lucros, as máquinas e os equipamentos agrícolas se apresentam como grandes aliados para os produtores rurais. Por isso, com o objetivo de incentivar investimentos e soluções nas atividades agrícola e pecuária, a Primato Cooperativa Agroindustrial, através de parceria com o Banco do Brasil, está disponibilizando uma linha de crédito especial para a aquisição de máquinas e implementos.

Circuito Virtual Agro de 2021 - A ação faz parte do Circuito Virtual Agro de 2021, projeto realizado pelo Banco do Brasil com o objetivo de levar aos produtores rurais condições especiais disponibilizadas nos circuitos tradicionais de feiras agropecuárias, mas que estão suspensos desde o ano passado em decorrência da pandemia do novo coronavírus. A ambientação ocorre na plataforma especializada em agronegócios Broto, espaço virtual que conecta compradores e vendedores.

Condições exclusivas - Como parceira, a Primato oferece preços, taxas de juros e prazos de pagamento exclusivos para que os cooperados conquistem mais eficiência, produtividade e resultados nas atividades agrícolas e melhorem a infraestrutura das propriedades rurais.

Adesão - Os cooperados terão acesso a essas condições especiais até o dia 9 de abril, data em que se encerra a primeira etapa do Circuito Virtual Agro de 2021. O time de vendas da Primato está preparado para auxiliar na escolha das melhores opções de negócios. Procure os assistentes técnicos comerciais ou a unidade mais próxima. (Imprensa Primato)

 

UNIPRIME: Presidente do Conselho de Administração destaca crescimento da cooperativa

A partir de agora, duas agências de Ponta Grossa, uma de Castro e uma de Telêmaco Borba, todas no Paraná, passam a fazer parte da Uniprime, somando 32 agências e mais de 28 mil cooperados, com cerca de R$ 3,5 bilhões em ativos administrados. “Em um cenário político e econômico bastante desafiador, em que é possível observar a sociedade e diversos setores lutando bravamente para enfrentar as dificuldades, a notícia da união entre singulares do sistema Uniprime é muito bem-vinda e um marco para todos nós”, afirma o presidente do Conselho de Administração da Uniprime, Alvaro Jabur.

Beneficiados - Ainda de acordo com ele, os grandes beneficiados dessa expansão são os cooperados. “Agora, eles passam a contar com um patrimônio na faixa de R$ 600 milhões, permitindo a realização de operações de maior porte e a participação em todos resultados que a cooperativa apresenta ano após ano, desde a sua fundação. Com este crescimento, ganham também os colaboradores, que contam com uma estrutura ainda mais forte e profissionalizada, além da sociedade, que tem acesso a produtos e serviços que, de fato, contribuem para uma vida financeira mais saudável e próspera”, acrescenta Jabur. (Com informações da Uniprime)

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SICREDI: Apoio ao Programa "Elas Prosperam", que fomenta o empreendedorismo feminino

Com o objetivo de fomentar o empreendedorismo e a educação financeira para mulheres, o Sicredi está apoiando o programa “Elas Prosperam”, iniciativa promovida em parceria com a Visa e o Instituto Rede Mulher Empreendedora, para apoio e desenvolvimento de 60 empreendedoras autodeclaradas negras. As inscrições para participar do projeto encerraram neste domingo (28/03).

Segunda edição - Em sua segunda edição, o programa ocorrerá de forma on-line e será realizado em fases. Nas quatro primeiras semanas, serão oferecidos cursos sobre os temas “Autoconhecimento e Liderança”, “Networking e redes Colaborativas”, “Finanças do Negócio” e “Transformação Digital”. As aulas serão expositivas, contando com dinâmicas e exercícios aplicados por facilitadores com formação técnica vinculados ao Instituto Rede Mulher Empreendedora.

Seleção - Na segunda etapa, 20 participantes da capacitação serão selecionadas para participarem do pitch day que será transmitido pelo YouTube do instituto. Dez empreendedoras serão convidadas para a fase de aceleração de negócios, que inclui mentorias ao longo de cinco semanas sobre os temas “Modelo de Negócio”, “Cliente”, “Proposta de Valor” e “Técnicas de Vendas”. Dessas dez, serão selecionadas três após apresentarem seus projetos em evento ao vivo transmitido pelo YouTube, e estas receberão o apoio financeiro de R$ 10 mil cada.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 24 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

SUSTENTABILIDADE: Parceria entre Sanepar e Frísia protege mananciais e beneficia produtores

Os 50 anos de experiência no manejo do gado leiteiro indicam para Dona Sueli Bavoso, proprietária da Chácara Rivieira, em Castro, que é hora de mudar. Sua propriedade foi uma das beneficiadas com a instalação de uma esterqueira, adequada às boas práticas ambientais. “A gente tem que caminhar para frente, acompanhar as mudanças, senão fica pra trás”, diz. A instalação das esterqueiras soma esforços da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), da Frísia Cooperativa Agroindustrial e dos próprios bovinocultores. O objetivo principal da iniciativa é evitar a contaminação do solo, dos lençóis freáticos e dos mananciais.

Programa Fundo Azul - O Acordo de Cooperação Técnica entre a Sanepar e a Frísia foi assinado no ano passado, por meio do Programa Fundo Azul, desenvolvido pela companhia. Para receberem ajuda na implantação das esterqueiras, num primeiro momento foram selecionadas 15 pequenas propriedades, localizadas nas bacias hidrográficas dos rios Piraizinho, São João, São Cristóvão e represa de Alagados, todos mananciais de abastecimento público. São nove propriedades beneficiadas em Carambeí, cinco em Castro e 1uma em Piraí do Sul. “É uma parceria importante que pode servir de modelo a iniciativas com outras cooperativas do Estado”, avalia a gerente de Recursos Hídricos da Sanepar, Ester Mendes.

Responsabilidades - A Sanepar ficou responsável pelo fornecimento de materiais e insumos para construir as esterqueiras, incluindo a instalação da geomembrana, e a Frísia usou seu know-how de tecnologia no desenvolvimento do projeto e orientação aos produtores.

Adequação - “O produtor recebe os insumos e precisa adequar sua propriedade para encaminhar os dejetos dos animais para a nova esterqueira”, explica o gerente de Educação Socioambiental da Sanepar, Rafael Leite, em visita técnica às propriedades. Até agora, cinco delas já estão com a nova esterqueira implantada e outras três estão escavadas. Se o clima ajudar, a previsão é que todas estejam prontas no mês que vem.

Boas práticas - Os pequenos bovinocultores contemplados, orientados pela cooperativa, adotam boas práticas ambientais, se antecipando a uma futura exigência da legislação. Assim, eles preservam o meio ambiente e ainda diminuem seus custos operacionais ao reduzirem o consumo de fertilizantes.

Legislação - “Em 2018, o Paraná editou a primeira legislação vinculada à atividade de bovinocultura de gado de leite e de corte no Estado. A partir daí, definiu-se diretrizes para o manejo do gado, do dejeto e da água da propriedade. Foi então que a Cooperativa Frísia começou a instruir os produtores rurais para fazer a regularização, para que todos os produtores de leite estejam licenciados, habilitados. No caso daqueles enquadrados como pequenos produtores, que têm também menor poder aquisitivo, buscamos a parceria com a Sanepar para a adequação das esterqueiras”, conta Jean César Andrusko, analista do Setor Ambiental da Frísia.

Seleção - A seleção das propriedades entre os cooperados levou em conta o porte, a localização em área de manancial e a inadequação no lançamento de dejetos, seja pelo déficit de capacidade, impermeabilização insatisfatória ou ausência de esterqueira. Com a implantação da esterqueira dentro dos padrões técnicos e ambientais é possível centralizar o dejeto num único lugar, melhorar o manejo e ter um tempo de retenção suficiente para usar esse dejeto como biofertilizante, além de trazer o benefício ambiental para a qualidade da água, do solo e para todo o entorno das propriedades rurais, afirma o analista.          

Na prática - Os ganhos na rotina de trabalho já têm sido percebidos pelo produtor Marcelino Mondeo. Ele foi um dos primeiros a instalar a nova esterqueira em sua propriedade, a Chácara Ita, em Carambeí. Com o uso do biofertilizante estabilizado na esterqueira, pôde reduzir pela metade o consumo de adubo químico na lavoura e aumentar a produção de milho. Ele conta que com a maior capacidade de estocagem na esterqueira, pode planejar a melhor data para aplicação do adubo.

Antes - “Antigamente eu tinha uma fossa pequena, que a cada 15 dias tinha que esgotar, não tinha opção, com ou sem chuva. Então veio esse projeto, e hoje eu posso entrar com estratégia na lavoura. Não temos mais risco de o material ser levado com a chuva, está tudo aqui, acondicionado. Acabou com o retrabalho, economizando tempo e mão de obra. Todo mundo saiu ganhando. O meio ambiente e eu também, que posso ter mais uso desse material, com consciência ambiental. Vamos depositar um adubo que já teve tempo de saturação de 120 dias, o que garante uma ação mais rápida na lavoura, sem contaminar o rio, nem perder o adubo”, acrescenta. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Divulgação Sanepar

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SETOR DE SEMENTES: Apasem elege nova diretoria

setor sementes 29 03 2021O produtor de sementes e engenheiro agrônomo, Henrique Menarim, foi eleito novo presidente da Associação Paranaense dos Produtores de Sementes e Mudas do Estado do Paraná – Apasem. A eleição ocorreu durante a realização da Assembleia Ordinária convocada para a tarde de quinta-feira (25/03) de forma virtual e que contou com a presença de associados de todas as regiões do Estado.

Posse - Menarim vai assumir a presidência em um prazo de até 90 dias, conforme prevê o Estatuto da Associação. O novo gestor substitui Paulo Pinto de Oliveira Filho, que na nova gestão atuará como vice-presidente. A eleição foi por aclamação.

Confiança - Em sua fala após a confirmação do seu nome, o novo presidente agradeceu a confiança depositada em seu nome. “Quero deixar meu obrigado a todos os associados. Será um desafio o qual precisarei enfrentar com o apoio da diretoria eleita e com a ajuda de todo o setor sementeiro. Desta forma poderemos somar no trabalho de fortalecimento da Instituição e na constante evolução da semente paranaense”, destacou.

Sobre a Apasem - A Associação Paranaense dos Produtores de Sementes e Mudas – APASEM foi fundada em agosto de 1971 com o intuito de defender as demandas dos empresários da produção e comércio de sementes e mudas do Estado. Nessas quase cinco décadas de estrada, a Associação tem se dedicado à defesa e representação dos interesses do setor, ao melhoramento vegetal e à produção de sementes.

Escopo - Também está no escopo de atividades da instituição a análise de sementes e o treinamento e capacitação de técnicos. Constantemente promove encontros, seminários e reuniões com associados e entidades que atuam com o agronegócio, como forma de captar as demandas que vêm do campo para que se possa saná-las em âmbito Estadual e Federal. É da Apasem o papel de representar seus associados junto a diferentes órgãos e entidades, reivindicando a resolução das necessidades apresentadas pelo setor sementeiro.

Composição - Composição da Direção da Apasem eleita em 25 de março de 2021

Presidente – Henrique Menarim

Vice-Presidente – Paulo Pinto de Oliveira Filho

Primeiro Secretário – Josef Pfann Filho

Segundo Secretário – Antonio Alberto

Primeiro Tesoureiro – Roberto Destro

Segundo Tesoureiro – Romildo Birelo

Conselho Fiscal

Titular – Flavio Turra

Titular – Ralf Udo Dengler

Titular – Felipe Antonio de Oliveira

Suplente – Edson Pagé

Suplente – Genésio Bortoli

Suplente – Rodrigo Namur

(Assessoria de Imprensa da Apasem)

 

 

GRÃOS: Paraná poderá produzir 42 milhões de toneladas

graos 29 03 2021A safra de grãos 2020/2021 do Paraná poderá somar 42 milhões de toneladas, volume 3% superior ao do ciclo passado. A área total, de 10,2 milhões de hectares, é 2% maior. As informações são do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.

Inverno - O relatório mensal, divulgado na quinta-feira (25/03), inclui a primeira estimativa da safra de inverno, cuja produção deve ser de 4,5 milhões de toneladas em 1,4 milhão de hectares. Do total, 3,8 milhões de toneladas correspondem à cultura do trigo, volume 21% maior do que na safra passada.

Colheita - Entre os dados divulgados neste mês, também destacam-se a evolução da colheita da soja (75%) e do milho da primeira safra (74%), culturas impactadas pela seca no início da safra e, posteriormente, pelo excesso de chuvas.

Remuneração - “Apesar das dificuldades devido aos fatores climáticos, os produtores de soja estão bem remunerados”, diz o chefe do Deral, Salatiel Turra. O atraso no início do plantio do milho chegou a preocupar os produtores quanto ao abastecimento, e também o setor de proteína animal, pois o grão é o principal insumo dessa cadeia.

Soja - A colheita de soja no Paraná avançou significativamente neste mês de março e atingiu 75% da área, mas ainda está atrasada comparativamente às safras anteriores, causando atraso no plantio do milho. A cultura sofreu impacto da estiagem no início do plantio e, mais tarde, das chuvas excessivas. No mesmo período do ano passado, o estado tinha 85% da área de soja colhida.

Produção - Com a reavaliação realizada pelos técnicos do Deral, estima-se a produção de 20,1 milhões de toneladas. No último mês, foram feitos ajustes principalmente nos números da região Oeste. A perspectiva, no início do ciclo, era de cerca de 20,6 milhões de toneladas. “De modo geral, esta safra ainda é considerada boa. O volume está dentro da média esperada para o Paraná, sendo 3% inferior ao produzido na safra 19/20”, explica o economista do Deral, Marcelo Garrido.

Preço - O preço da saca de 60 kg ficou próximo de R$ 153 nesta semana. No mesmo período do ano passado, os produtores recebiam, em média, R$ 70 pelo produto. A ocorrência de doenças em algumas lavouras e o reajuste no preço dos insumos, com a alta do dólar, geraram aumento nos custos de produção. Por outro lado, o câmbio favoreceu as exportações. Já o índice de comercialização segue um padrão semelhante ao da safra 2019/20, de 53% neste período.

Clima favorável - Nos próximos dias, o clima deve ser benéfico para o andamento da colheita. A produtividade teve uma pequena redução em relação ao ano passado, de 3.700 kg/hectare para 3.600 kg/hectare. Quanto à qualidade, 82% das lavouras estão em boas condições, 17% médias e 1% ruim. Para a segunda safra, o Deral estima a produção de 108 mil toneladas de soja em 38 mil hectares, concentrados principalmente no Oeste do Estado. A colheita da segunda safra deve iniciar em abril.

Milho primeira safra - A colheita do milho da primeira safra evoluiu para 74% da área de 363 mil hectares nesta semana. Espera-se a produção de 3 milhões de toneladas, volume 14% inferior ao do ciclo 19/2020. “Essa redução segue uma tendência dos outros estados do Sul e do País como um todo. O Brasil soma um volume de 23 milhões de toneladas”, explica o técnico Edmar Gervásio.

Milho segunda safra - O plantio da segunda safra atingiu 88% e 94% das lavouras estão em boas condições. O volume produzido deve ser de 13,4 milhões de toneladas, 12% maior do que o do ciclo 19/20. A estimativa para a área é de 2,4 milhões de hectares, um recorde para o Estado, com crescimento de 3% em relação à safra anterior.

Área plantada - Apenas no último mês, a área plantada teve um ajuste positivo de aproximadamente 12 mil hectares. Os preços estão satisfatórios para os produtores. A saca de 60 kg foi comercializada por R$ 78,68 nesta semana, em média. “A tendência é de que os preços continuem elevados ao longo do ano”, diz Gervásio.

Feijão primeira safra - Com área de 152 mil hectares, semelhante ao do ciclo passado, o Paraná produziu 255,4 mil toneladas de feijão na primeira safra. O recuo foi de 19% em relação à safra anterior e se deve à estiagem que impactou as lavouras no ano passado e às chuvas em excesso em janeiro deste ano. A comercialização atingiu 87% nesta semana.

Com os agricultores - “As outras 32 mil toneladas que ainda estão nas mãos dos agricultores são principalmente de feijão-preto, que representou 70% da primeira safra e tem preços melhores”, explica o engenheiro agrônomo do Deral, Carlos Alberto Salvador. Segundo ele, geralmente a produção de feijão preto e feijão-cores é bem equilibrada no Paraná, próximo de 50% para cada. Porém, os bons preços do feijão-preto alteraram a proporção neste ano.

Feijão segunda safra - Cerca de 99% da área de 251 mil hectares está plantada e espera-se bons resultados. Essa área é 12% maior que a do ano passado. A produção, estimada em 491 mil toneladas, indica um crescimento de 83% comparada com a safra anterior, que foi afetada pela estiagem. A produtividade é de quase 2.000 kg/hectare. As condições das lavouras estão 81% boas, 16% medianas e 3% ruins.

Valor - A saca de 60kg de feijão-cores é comercializada, em média, por R$ 287,95 e o feijão-preto por R$ 275,73, contra R$ 288 na semana anterior. No entanto, na comparação com as médias mensais, os preços recebidos pelo grão estão equilibrados no primeiro trimestre de 2021. O engenheiro agrônomo do Deral destaca que o aumento dos custos de produção da cultura, impulsionados principalmente pelos insumos, reduziu o lucro dos produtores.

Custo variável - A saca de 60kg tinha um custo variável de produção de R$ 95 em fevereiro deste ano. Já em fevereiro de 2020, o custo era de R$ 74 - aumento de 28%. O custo total chegou a R$ 135, contra R$ 107 no ano passado, aumento de 26%.

Trigo - A projeção inicial do Deral para a cultura do trigo indica produção de 3,8 milhões de toneladas em condições climáticas ideais, volume 21% maior do que na safra 19/20, em uma área de 1,14 milhão de hectares, 2% superior. As áreas do Sul do estado são o destaque, com incremento de 10%, ganhando espaço especialmente sobre cultivos de aveia. No Oeste também espera-se incremento de 10%, em substituição ao milho de segunda safra.

Demais regiões - Nas demais regiões, a melhor liquidez e rentabilidade projetadas para o milho representaram recuo de 5% nas áreas de trigo, segundo o engenheiro agrônomo do Deral, Carlos Hugo Godinho. “No próximo mês, com o avanço no plantio, essas projeções devem estar melhor definidas”, diz. A saca de 60 kg foi comercializada por R$ 80,50 na última semana, em média.

Arroz - No Brasil, a produção de arroz nesta safra deve atender ao consumo interno, próximo de 11 milhões de toneladas, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Cerca de 70% do volume produzido concentra-se no Rio Grande do Sul. No Paraná, de acordo com o Deral, a área está estimada em 18 mil hectares para arroz irrigado e 2,6 mil hectares de arroz de sequeiro, que tem produtividade de cerca de 1.900 kg/hectare. A área é semelhante à da safra passada.

Produção - No entanto, a produção dos dois tipos de arroz deve ser, respectivamente, 2% e 3% menor. A produção total deve ser de 148 mil toneladas. Como o volume não atende à necessidade de consumo interno, parte do produto é adquirida dos demais estados do Sul.

Irrigado - Cerca de 77% da produção de arroz irrigado no Paraná está no núcleo regional de Paranavaí, 13% em Umuarama e 8% em Paranaguá, segundo o economista Methodio Groxko. Tanto a colheita, que atingiu 50% da área nesta semana, e a comercialização, têm um bom andamento. Neste momento, a saca de 60 kg é comercializada por aproximadamente R$ 122.

Mandioca - O Paraná deve produzir 3,4 milhões de toneladas de mandioca em uma área de 146 mil hectares. Esses índices representam redução de 3% e 2% com relação à safra anterior, respectivamente. Segundo Groxko, houve ajuste de área em núcleos regionais como Umuarama e Campo Mourão.

Indústrias de fécula - Parte das indústrias de fécula já retomaram a produção. “Espera-se que os preços melhorem nos próximos meses”, diz o economista do Deral. A tonelada do produto foi comercializada por aproximadamente R$ 405 nesta semana. A saca de 25 kg de fécula é comercializada por R$ 65.

Cevada - As primeiras estimativas para a produção de cevada no Paraná apontam para 303,6 mil toneladas, volume que supera em 12% o resultado da safra passada. A área esperada é de 66 mil hectares, 3% superior à da safra 19/20. Segundo o engenheiro agrônomo do Deral, Rogério Nogueira, neste período 33% da área da cultura já está comercializada.

Café - No Brasil, o último ano atingiu recorde na exportação de café - o País destinou 45 milhões de sacas ao mercado externo. No total, foram produzidas 50 milhões de sacas, contra 63 milhões na safra anterior. O consumo mundial em 2020 não caiu, mas cresceu abaixo do esperado.

Estimativa - No Paraná, o Deral estima a produção de 52,3 mil toneladas de café, 9% a menos do que na safra passada, em uma área de 33,2 mil hectares, 4 % inferior. Atualmente, os preços cobrem os custos de produção, que são de aproximadamente R$ 564. Nesta semana, a saca de 60 kg de café é comercializada, em média, por R$ 654. No ano passado, o valor médio recebido era próximo de R$ 470 - mas os custos de produção se aproximavam dos R$ 500.

Recuperação - Segundo o economista Paulo Franzini, do Deral, essa recuperação atual é extremamente necessária para os produtores, que estavam desestimulados com a cultura, o que explica a redução da área. “Cerca de 50% desse custo corresponde à mão-de-obra. Por isso, os produtores paranaenses estão buscando a mecanização”, explica. De acordo com ele, a confirmação do volume de produção depende dos índices de chuva no mês de abril, quando parte do café paranaense começa a florescer. A comercialização já chegou a 92% no Estado. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Gilson Abreu / AEN

 

CONJUNTURA AGROPECUÁRIA: Produção paranaense de arroz é destaque no Boletim do Deral

conjuntura agropecuaria 29 03 2021O Paraná prevê produzir 148 mil toneladas de arroz na safra 2020/21. O volume está abaixo da necessidade de consumo da população, o que obriga à importação. Esse é um dos temas analisados no Boletim de Conjuntura Agropecuária, elaborado pelo Deral (Departamento de Economia Rural), da Secretaria estadual da Agricultura e do Abastecimento, referente à semana de 20 a 26 de março.

Conab - A estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) é que o Brasil produza 11 milhões de toneladas de arroz na safra 2020/21. Isso representa 1,9% a menos que no ciclo anterior. Apesar de os produtores terem sido bem remunerados no ano passado, a redução de área plantada se deve à falta de chuvas no período de implantação das lavouras, além da concorrência com a soja e milho, que tiveram cotações excelentes.

Volume reduzido - O Paraná, que já teve produção significativa do produto até meados do século passado, está com volume reduzido atualmente. De acordo com o documento preparado pelos técnicos do Deral, devem ser plantados 21,1 mil hectares, dos quais 18,5 mil de arroz irrigado e 2,6 mil de sequeiro.

Previsão - A produção prevista é de 148 mil toneladas, repetindo o resultado da safra anterior. Esse volume representa menos de um terço da necessidade de consumo por parte dos paranaenses. Dessa forma, o Estado depende de importações, sobretudo do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.

Mundo- Em termos mundiais, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estima produção de 502,6 milhões de toneladas de arroz beneficiado na safra 2020/21. Entre os maiores produtores estão a China, com 30% do volume, seguida de Índia, Vietnam e Tailândia. O Brasil ocupa o 10º lugar.

Feijão e batata - O boletim relata que os produtores já comercializaram 82% das 223 mil toneladas de feijão colhidas na primeira safra. Em relação à segunda safra, estima-se plantio em 251,2 mil hectares, que podem render 491,2 mil toneladas, elevação de 83% se comparado com o ciclo anterior.

Segunda safra - A batata de segunda safra está com 93% dos 12,1 mil hectares previstos já plantados, com expectativa de colheita de 345,9 mil toneladas. Do total da área, 10% já estão colhidos. No entanto, para o produtor o preço não está bom, com redução, nesta semana, de 14% em relação à anterior.

Frutas e ovos - O documento traz, também, uma análise sobre o volume de movimentação e os preços praticados nas Centrais de Abastecimento do Paraná (Ceasas) das cinco frutas líderes em comércio: maçã, banana, mamão, laranja e manga. Elas representam quase a metade dos R$ 1,6 bilhão de negócios e das 575,5 mil toneladas de frutas que passam pelas Ceasas.

Exportações - Sobre os ovos, há relato do crescimento de 41,5% em exportações brasileiras no primeiro bimestre de 2021. O Paraná aparece como o quarto maior exportador, com 899 toneladas que renderam US$ 2,984 milhões.

Outros produtos - O boletim traça, ainda, um panorama sobre a evolução no plantio e colheita de grãos. Sobre o milho, registra o plantio de 89% da área estimada de 2,4 milhões de hectares da segunda safra, e de colheita de 74% dos 362 mil hectares da segunda.

Soja - Em relação à soja, a colheita atinge 75% dos 5,58 milhões de hectares semeados, abaixo dos 85% observados no mesmo período do ano passado. Para o trigo, a previsão é de aumento de 2% na área, chegando a 1,14 milhão de hectares.

Pecuária de corte - Na pecuária de corte, a análise é de que 2020 foi positivo para o Brasil, com elevação no preço da arroba nas principais praças produtoras. No Paraná, o aumento foi de 53% comparando-se fevereiro de 2021 com o mesmo mês do ano passado. Também há o registro de retração tanto em faturamento quanto em volume nas exportações de carne de frango. (Agência de Notícias do Paraná)

Foto: Jaelson Lucas / Arquivo AEN

 

FOCUS: Mercado financeiro eleva projeção da inflação para 4,81% este ano

focus 29 03 2021A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA - a inflação oficial do país) deste ano subiu de 4,71% para 4,81%. A estimativa está no boletim Focus desta segunda-feira (29/03), pesquisa divulgada semanalmente, em Brasília, pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Próximos anos - Para 2022, a estimativa de inflação é de 3,51%. Tanto para 2023 como para 2024 as previsões são de 3,25%.

Acima do centro da meta - O cálculo para 2021 está acima do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2,25% e o superior de 5,25%.

Taxa de juros - Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 2,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Expectativa - Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic encerre 2021 em 5% ao ano. Para o fim de 2022, a estimativa é que a taxa básica suba para 6% ao ano. E para o fim de 2023 e 2024, a previsão é 6,50% ao ano e 6,38% ao ano, respectivamente.

Aumento - Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas podem dificultar a recuperação da economia. Além disso, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Redução - Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio - As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a projeção para o crescimento da economia brasileira este ano de 3,22% para 3,18%. Para o próximo ano, a expectativa para Produto Interno Bruto (PIB) - a soma de todos os bens e serviços produzidos no país - é de crescimento de 2,34%. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 2,50%.

Alta - A expectativa para a cotação do dólar subiu de R$ 5,30 para R$ 5,33 ao final deste ano. Para o fim de 2022, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5,26. (Agência Brasil)

FOTO: Banco Central do Brasil

 

PROEX: Câmara de Comércio Exterior simplifica regras para financiamento de exportações pelo programa

proex 29 03 2021O Comitê Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex) do Ministério da Economia publicou, na quinta-feira (25/03), resolução que altera as diretrizes e condições para concessão de financiamento de exportação de bens ou serviços nacionais no âmbito do Programa de Financiamento às Exportações (Proex). A medida tem o objetivo de simplificar e modernizar as normas do programa, de forma a aumentar a competitividade das exportações brasileiras e melhorar a gestão da política pública de financiamento.

A Resolução - A Resolução Gecex nº 166/2021 revoga parte dos regulamentos anteriores sobre o tema e define critérios de elegibilidade, prazos e ações de monitoramento aplicáveis às operações de equalização de taxas de juros e de financiamentos das exportações brasileiras pelo Proex. O texto – que entra em vigor em 1º de abril – tem dois anexos com os códigos da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) de bens e serviços elegíveis para o programa.

Proex-Financiamento - No caso do Proex-Financiamento – crédito direto, com recursos do Tesouro Nacional –, são elegíveis as exportações brasileiras de empresas com faturamento bruto anual de até R$ 600 milhões. Já o Proex-Equalização – financiado por instituições financeiras, com o Proex assumindo parte dos encargos financeiros – atende a exportações brasileiras de empresas de qualquer porte.

Mais agilidade e competitividade - Com a revisão das regras, o governo consolida as condições comerciais do programa em um único ato normativo e revisa os prazos e produtos elegíveis, tornando a prática brasileira mais próxima da internacional, o que inclui possibilidade de equiparação. Também aumenta a competividade das exportações brasileiras, redesenhando o processo decisório e dando maior autonomia ao agente operador, a fim de agilizar a concessão do apoio, além de melhorar a gestão, com a estruturação de um sistema de monitoramento robusto, garantindo o acompanhamento da política pública pela Camex.

OCDE - Entre outros avanços, a reforma das regras do Proex promove uma importante aproximação das normas do programa brasileiro – em particular, dos prazos aplicáveis aos financiamentos –às previstas no Arranjo sobre Créditos à Exportação da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), de maneira a facilitar a adesão do Brasil à Organização. Ainda reforça as balizas técnicas do Proex, resolvendo problemas de insegurança jurídica no seu funcionamento efetivo.

Reforma do sistema - Esta é a primeira entrega no contexto relacionada à reforma do sistema de apoio oficial à exportação concedido pela União, prevista na Resolução Gecex nº 12/2020. Entre as diretrizes apontadas na resolução, destacam-se o alinhamento às melhores práticas internacionais, o aprimoramento da governança dos programas e uma maior eficiência da utilização dos recursos públicos, a fim de reduzir a dependência orçamentária do sistema e ampliar a participação do setor privado.

Revisão - As medidas de revisão foram definidas – ao longo do segundo semestre de 2020 e início de 2021 – por uma ampla força-tarefa coordenada pela Secretaria Executiva da Camex (SE-Camex), composta por representantes de diversos ministérios, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), além de integrantes dos setores industrial e financeiro privados.

Redesenho - Essa força-tarefa redesenhou os alicerces da política de apoio oficial à exportação, com a proposição de melhorias robustas de governança dos mecanismos de apoio oficial, visando dar maior celeridade e previsibilidade aos processos de aprovação de financiamentos do Proex por meio da automação de processos e padronização de critérios, além de rediscutir de maneira ampla a política do Seguro de Crédito à Exportação (SCE). Como parte desse processo, o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou resolução com novo regulamento, aprimorando as condições financeiras do Proex, no final da tarde desta quinta-feira (25/03).

Saiba mais sobre a reforma do Proex - A publicação da Resolução Gecex nº 166, de 23 de março de 2021, representa um dos primeiros reflexos das discussões sobre a reforma do sistema de apoio oficial à exportação, coordenada pela SE-Camex, visando à:

- simplificação normativa, com a consolidação das condições comerciais do Proex em um único ato normativo;

- modernização, com revisão nos prazos e produtos elegíveis, tornando a prática brasileira mais próxima à prática internacional, incluindo possibilidade de equiparação;

- maior competividade às exportações brasileiras, com redesenho do processo decisório, de forma a dar maior autonomia ao agente operador e tornar mais célere a concessão do apoio;

melhor gestão, com estruturação de um sistema de monitoramento robusto, garantindo o acompanhamento da política pública pela Camex.

Resolução - O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou resolução com novo regulamento, aprimorando as condições financeiras do Proex, no final da tarde de quinta-feira (25/03). (Ministério da Economia)

FOTO: Pixabay

 

LEGISLATIVO: Proposta altera Lei Kandir para uniformizar procedimentos do ICMS

legislativo 29 03 2021O Projeto de Lei Complementar (PLP) 283/20 altera a Lei Kandir para simplificar e uniformizar regras do ICMS, o principal imposto estadual. O texto, que tramita na Câmara dos Deputados, trata de temas como substituição tributária, obrigações acessórias e apuração de crédito.

Proposta - A proposta é do deputado Marcelo Ramos (PL-AM) e visa melhorar os procedimentos adotados pelos fiscos estaduais e pelos contribuintes, sem interferir de modo drástico no dia a dia dos departamentos de contabilidade das empresas.

Qualidades - Ramos defende que o ICMS é um imposto que apresenta qualidades que devem ser preservadas, como a não cumulatividade e a adequação à realidade de cada estado, mas pode ser aprimorado. “O escopo da proposta é por um lado, manter o que já está consolidado e ostenta inúmeras virtudes, e, por outro, eliminar as imperfeições existentes”, disse.

Novas regras - Entre as mudanças propostas na Lei Kandir, que regulamenta o tributo, estão:

- Não haverá substituição tributária quando acontecer movimentação de mercadorias entre unidades da mesma pessoa jurídica;

- A base de cálculo, para fins de substituição tributária, será única, considerando-se o preço da nota fiscal de venda, mais uma margem de, no máximo, 10%, com compensação na etapa seguinte de venda;

- O recolhimento da substituição tributária poderá ocorrer em até 60 dias, contados a partir do quinto dia do mês seguinte ao de apuração;

- O contribuinte que na apuração mensal do ICMS apresentar saldo de crédito por seis meses consecutivos, terá o direito de solicitar ao Fisco estadual a emissão da nota de crédito correspondente. O Fisco terá até 120 dias para emitir a nota, a qual poderá ser transferida a terceiros. Caso não haja emissão no prazo, fica convalidado o crédito;

- Empresas com mais de uma filial no mesmo estado poderão concentrar todas as apurações mensais de ICMS e emissão de guias de recolhimentos numa única unidade;

- A Secretaria de Fazenda estadual deverá processar eletronicamente a apuração mensal do ICMS de todas as pessoas jurídicas, detalhando débitos ou créditos a que tenham direito, substituição tributária, restituições, aproveitamento de crédito, entre outros dados. Os arquivos eletrônicos deverão ser disponibilizados para os contribuintes;

- A emissão de nota fiscal deverá obedecer a padrões uniformes nacionais e ser centralizada em um único órgão de cada esfera de governo;

- Quando o débito for reconhecido e apurado pelo contribuinte, a multa será de até 5% se pago espontaneamente. Se pago após a notificação fiscal, a multa será de até 10%. Em caso de ação fiscal e lavratura de auto de infração, a multa será de até 20%;

- Quando identificado pelo Fisco erro de formalidade de qualquer natureza, o contribuinte deverá ser notificado para correção. Se não fizer no prazo determinado, sofrerá multa não superior a 5% do valor do imposto.

Tramitação - O projeto será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Depois seguirá para o Plenário da Câmara. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Pablo Valadares / Câmara dos Deputados

 

SAÚDE I: Brasil tem 12,5 milhões de casos e 312,2 mil mortes

O número de pessoas que não resistiram à covid-19 no Brasil subiu para 312.206. Em 24 horas, foram registradas 1.656 mortes. Há ainda 3.566 óbitos em investigação no país.

Infectadas - Já o total de pessoas infectadas pelo coronavírus desde o início da pandemia chegou a 12.534.688. Em 24 horas, foram confirmados pelas autoridades sanitárias 44.326 novos casos.

Atualização - Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite deste domingo (28/03). O balanço é produzido a partir de informações fornecidas pelas secretarias estaduais de saúde.

Acompanhamento - Há, ao todo, 1.309.541 pessoas com casos ativos da doença em acompanhamento por profissionais de saúde e 10.912.941 pacientes já se recuperaram.

Estados - Na lista de estados com mais mortes estão São Paulo (71.991), Rio de Janeiro (36.109), Minas Gerais (23.687) e Rio Grande do Sul (18.823). As unidades da Federação com menos óbitos são Acre (1.234), Amapá (1.268), Roraima (1.320), Tocantins (1.972) e Alagoas (3.489).

Casos - Em número de casos, São Paulo também lidera (2.420.100), seguido por Minas Gerais (1.100.575), Paraná (836.936), Rio Grande do Sul (830.630) e Santa Catarina (795.391). (Agência Brasil)

covid I tabela 29 03 2021

 

SAÚDE II: Boletim confirma mais 3.150 casos e 66 óbitos pela Covid-19

saude II 29 03 2021 A Secretaria de Estado da Saúde divulgou neste domingo (28/03) 3.150 novos casos de Covid-19 e 66 óbitos pelo novo coronavírus. Os dados acumulados do monitoramento mostram que o Paraná soma 831.556 casos e 16.073 mortes em decorrência da doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de março (3.064), fevereiro (24) e janeiro (6) de 2021 e dos seguintes meses de 2020: junho (1), agosto (1), setembro (2) e dezembro (52).

Vacina - A secretaria estadual da Saúde possui um vacinômetro atualizado em tempo real à medida que os municípios inserem o número de doses aplicadas no sistema.

Internados - 2.997 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. Destes, 2.355 ocupam leitos SUS (971 UTI e 1.384 clínicos/enfermaria) e 642 da rede particular (321 UTI e 321 clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 2.642 pacientes internados, 918 em leitos UTI e 1.724 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A secretaria estadual informa a morte de mais 66 pacientes. São 30 mulheres e 36 homens com idades que variam de 35 a 95 anos. Os óbitos ocorreram de 27 de fevereiro a 28 de março de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em: Foz do Iguaçu (17), São José dos Pinhais (8), Cascavel (4), Guarapuava (4), União da Vitoria (4), Marechal Cândido Rondon (3), Curitiba (2), Guaratuba (2), Itambaracá (2), Umuarama (2).

Uma morte -O informe registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Almirante Tamandaré, Araucária, Astorga, Braganey, Campo Largo, Campo Magro, Castro, Coronel Vivida, Laranjeiras do Sul, Marmeleiro, Palmital, Pinhais, Planalto, Quatiguá, Realeza, Rio Branco do Sul, Santa Maria do Oeste e São Carlos do Ivaí.

Fora do Paraná - O monitoramento da Secretaria da Saúde contabiliza 5.380 casos de pessoas que não moram no Estado – 117 foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

 

SAÚDE III: Paraná passa de 1 milhão de doses aplicadas da vacina contra o coronavírus

O Paraná ultrapassou neste domingo (28/03) a marca de 1 milhão de doses aplicadas da vacina contra o novo coronavírus. Até o início da tarde, o vacinômetro disponível no site da Secretaria de Estado da Saúde contabilizava 1.002.683 aplicações, sendo 792.734 paranaenses imunizados – 209.949 receberam a dose de reforço.

Campanha - A marca foi atingida no primeiro fim de semana da campanha lançada Vacina Paraná de Domingo a Domingo, lançada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior na sexta-feira (26/03). Neste domingo, ele acompanhou os mutirões em Maringá, na região Noroeste, e Apucarana, no Vale do Ivaí.

Acelerar o processo - “Somos o primeiro estado a lançar uma campanha desse porte porque queremos atingir rapidamente o maior número possível de paranaenses imunizados. A vacinação é a única alternativa que temos para vencer essa pandemia, por isso é importante a adesão em massa dos municípios para acelerar esse processo”, afirmou Ratinho Junior.

Meta - “Nossa meta é imunizar, ainda no mês de abril, todas as pessoas com 60 anos ou mais, que é o grupo mais atingido pela Covid-19. A maioria dos óbitos pela doença é dessa faixa etária”, acrescentou Ratinho Junior.

Distribuição - Até o momento, segundo o vacinômetro, o Paraná distribuiu 1.386.277 doses às Regionais de Saúde, sendo 1.092.167 destinadas à primeira aplicação e 294.110 para a segunda. Com isso, o Estado já aplicou 72,6% das primeiras doses distribuídas e 71,4% da dose de reforço.

Grupos prioritários - A primeira etapa de imunização no Paraná deve chegar a 4.635.123 pessoas até maio, que fazem parte dos grupos prioritários previstos no Plano Estadual de Imunização. Segundo o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, o Estado tem capacidade para vacinar até 200 mil pessoas por dia na rede pública de saúde.

Vacinados - Já receberam, ou estão recebendo a vacina, profissionais da saúde, quilombolas e população indígena, idosos institucionalizados, pessoas de 65 a 69 anos, de 70 a 74 anos, de 75 a 79, de 80 a 89 anos e pessoas acima dos 90 anos. Depois dos idosos, o objetivo é avançar para os grupos de trabalhadores da educação e da segurança.

Próximos - “A partir do planejamento da Secretaria da Saúde, a ideia é chegar a esses dois grupos extremamente importantes para a nossa sociedade: a polícia, que já está na linha de frente de atuação contra o coronavírus há um ano, e os educadores, porque queremos retornar às aulas com segurança o quanto antes”, afirmou Ratinho Junior.

Distribuição - Já foram encaminhadas para as Regionais de Saúde, e posteriormente aos municípios, 1.386.277 doses, 80,23% das 1.727.850 vacinas recebidas pelo Paraná do Ministério da Saúde. As 341.573 que ainda não foram enviadas às regionais estão no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), em Curitiba, onde são organizadas para distribuição nos próximos dias.

Maior fluxo - Com o maior fluxo de produção de vacinas por parte do Instituto Butantan e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o Paraná deve receber do ministério pelo menos 300 mil doses por semana, o que vai permitir ainda mais avanço na imunização dos paranaenses. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Jonathan Campos/AEN

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SAUDE IV: Fiocruz recebe insumos para produção de vacina da Oxford/AstraZeneca

saude IV 29 03 2021A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) recebeu no início da manhã deste domingo (28/03), no Rio de Janeiro, mais duas remessas de insumo farmacêutico ativo (IFA) suficientes para produzir 12 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca, usada na imunização contra a covid-19.

Chegada - O produto, procedente da China, chegou ao Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (Tom Jobim/Galeão) às 6h22 deste domingo. Inicialmente, o voo estava previsto para chegar às 18h de sábado (27/03). O motivo da mudança da data se deveu a um atraso na conexão do voo.

Remessa - Na última quinta-feira (25/03), a Fiocruz já havia recebido uma remessa para produzir 6 milhões de doses. Esta semana, está prevista a chegada de uma nova carga suficiente para fabricar 5 milhões de vacinas.

Produção - As 23 milhões de doses serão produzidas pela própria Fiocruz e, uma vez prontas, serão entregues ao Ministério da Saúde, entre abril e maio.

Neste mês - Este mês, a Fiocruz já produziu e entregou 1,8 milhão de doses de vacinas produzidas no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos).

Mais - Ainda está prevista a entrega de mais 2,1 milhões de doses nesta semana, que irão completar os 3,9 milhões de vacinas previstas até o fim desta semana. (Agência Brasil)

FOTO: Marcos Gouvêa

 

SAÚDE V: ANS divulga resultados do desempenho das operadoras no ano-base 2019

saude V 29 03 2021Está disponível para consulta o resultado do Índice de Desempenho das operadoras, que faz parte do Programa de Qualificação das Operadoras 2020 (ano-base 2019). Trata-se de iniciativa da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para o estímulo à qualidade dos planos de saúde, avaliando a atenção à saúde, o acesso aos serviços, a sustentabilidade do mercado, gestão de processos e o atendimento à regulação do setor.

Comparação - O Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS) permite a comparação entre operadoras, estimulando a disseminação de informações de forma transparente, a redução da assimetria de informação e a ampliação da concorrência. Os resultados são apresentados por operadora, incluindo as opções de seleção por segmento (médico-hospitalar ou odontológica), faixa de avaliação e possibilidade de comparar na mesma tela os resultados das empresas.

Resultado - O IDSS geral do ano-base 2019 foi de 0,8011 (sendo 1,00 a nota máxima de desempenho e 0,00 a nota mínima). O resultado, apurado através do cálculo da média ponderada dos índices de desempenho de todas as operadoras é 4,17% mais alto em relação ao ano-base 2018 (0,7691) e 9,82% superior ao ano-base 2017 (0,7295), quando houve a mudança de metodologia no programa. Contribuíram para essa melhora: o acerto das bases de dados pelas operadoras em atuação conjunta com os prestadores para o envio dos dados do TISS, o acirramento da concorrência e a busca das operadoras pela diferenciação em termos de qualidade, sendo o IDSS uma importante ferramenta.

Relatórios consolidados - Também estão disponíveis no portal da ANS diversos relatórios consolidados, incluindo o histórico dos resultados do IDSS por operadora desde o ano-base 2008.

Acesse aqui os resultados.  

Atraso - A divulgação tardia do resultado de 2019 é decorrente do ano atípico de 2020, em razão da pandemia de Covid-19, que fez com que a Diretoria Colegiada da ANS aceitasse o pleito do setor para adiamento da data de corte por duas vezes, ocasionando o atraso para processamento e divulgação dos resultados finais.

Metodologia - O IDSS é calculado a partir de 33 indicadores definidos pela ANS, com base nos dados extraídos dos sistemas de informações gerenciais da Agência ou coletados nos sistemas nacionais de informação em saúde, gerando uma nota para cada operadora.

Problemas - Em 2019, um indicador não pôde ser calculado por problemas na disponibilidade dos dados no prazo necessário - 3.4 Preço do Plano de Saúde – no entanto, as operadoras não foram prejudicadas na apuração de suas notas.

Requisitos - Para o IDSS ano-base 2019, 945 operadoras cumpriram os requisitos para serem avaliadas pelo Programa. Destas, 88 não tiveram seus resultados publicados no portal da ANS por estarem em uma das seguintes situações: canceladas ou em processo de cancelamento, em Direção Técnica ou em Direção Fiscal – com data de consulta em 01/03/2020.

Notas finais - Assim, 857 operadoras atenderam aos requisitos normativos para divulgação de suas notas finais, que são informadas à sociedade pelas próprias operadoras em seus portais na internet, conforme determina o artigo nº 21-A da Resolução Normativa (RN) nº 386/2015 – sendo 05/05/2021 o prazo limite para a divulgação do atual resultado. Os resultados também são divulgados no portal da ANS, na página do Programa de Qualificação de Operadoras; confira aqui.

Recurso - Caso discordem dos resultados finais do IDSS 2020 (ano-base 2019), as operadoras terão até 20/04/21 para apresentar recurso via e-protocolo.

Pesquisa de Satisfação dos Beneficiários - A ANS tem incentivado as operadoras de planos de saúde a realizarem pesquisas de satisfação junto aos beneficiários, tendo publicado em 2017 um documento técnico para a realização da pesquisa, com metodologia padronizada, representativa e com validade estatística.

Participação - A pesquisa de satisfação busca aumentar a participação do beneficiário na avaliação da qualidade dos serviços oferecidos, e seus resultados trazem insumos para aprimorar as ações de melhoria contínua da qualidade dos serviços prestados pelas operadoras.

Voluntária - Para o ano-base 2019, 234 operadoras de planos de saúde realizaram voluntariamente a pesquisa com seus beneficiários, um aumento de 23,16% em relação ao ano-base 2018. Destas, 227 (responsáveis por 62,8% dos beneficiários do setor) foram consideradas aptas a receber a pontuação bônus no ano-base 2019. Confira aqui a lista das operadoras que realizaram a pesquisa.

Avaliação - Os resultados apontam que cerca de 86% dos beneficiários das operadoras que realizaram a pesquisa responderam “Bom” e “Muito bom” para o quesito: “Como você avalia seu plano de saúde?”. E cerca de 80% dos beneficiários recomendariam o plano de saúde para amigos ou familiares.

Acreditação de operadoras - Em 2019, observou-se ainda aumento no total de operadoras acreditadas (de 38 em 2017 para 61 em 2019), representando 24,5% dos beneficiários de planos médico-hospitalares. Estas operadoras passaram por um processo voluntário de adoção de melhores práticas em gestão organizacional e em saúde, através do Programa de Acreditação de Operadoras da ANS. Trata-se de uma certificação, conferida por entidades acreditadoras, cujo objetivo é a qualificação dos serviços prestados pelas empresas, propiciando uma melhor experiência para o beneficiário.

Competência técnica - Os resultados do IDSS evidenciam a competência técnica das operadoras acreditadas: as 61 operadoras com certificado de acreditação no ano-base 2019 ficaram na faixa 1 do IDSS (a melhor faixa, com desempenho de 0,80 a 1,00), o que reforça a sinergia entre os Programas de Qualificação e de Acreditação de Operadoras da ANS. (ANS)

Saiba mais aqui sobre Acreditação de Operadoras e veja a lista de operadoras acreditadas.

 


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