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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5040 | 31 de Março de 2021

JUBILEU DE OURO I: Alep vai homenagear Ocepar pelo cinquentenário logo após a AGO; evento será transmitido ao vivo

 

jubileu ouro I 31 03 2021A Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) irá realizar uma sessão solene remota, no dia 5 de abril, às 17h, em homenagem aos 50 anos da Ocepar, proposta pelo deputado estadual Soldado Fruet.  “As cooperativas são de imensurável importância para o desenvolvimento econômico do nosso Estado”, destacou Fruet, ressaltando que “nesse momento de pandemia do coronavírus não foi diferente, já que o esforço dos cooperados segurou as receitas paranaenses do colapso”, em matéria sobre o tema divulgada pela Assessoria de Comunicação da Alep.

 

Presença - O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, irá participar da solenidade na Alep, que terá ainda a presença do presidente da Casa, Ademar Traino. Os demais parlamentares irão acompanhar virtualmente. O evento terá início após a realização da Assembleia Geral Ordinária (AGO) do Sistema Ocepar e será transmitido ao vivo pelo canal da TV Paraná Cooperativo no Youtube, da mesma forma que a AGO, que ocorrerá no mesmo dia, das 14h às 16h30, e também irá celebrar o cinquentenário da Ocepar, fundada em 2 de abril de 1971.

Participação - Devido à pandemia e em atendimento às normas de segurança e saúde, apenas os diretores, a presidência executiva e os conselheiros fiscais estarão reunidos presencialmente na sede da Ocepar, em Curitiba, durante a AGO, seguindo as normas de distanciamento social. As cooperativas associadas deverão participar e votar por meio da plataforma Zoom.

Inscrições - Assim, elas devem efetivar a inscrição pelo endereço eletrônico: https://bit.ly/3tQH354. Após a confirmação do cumprimento dos requisitos estatutários, será enviado, por e-mail, um link de acesso à plataforma, que é individual.

PRC200 - Além da comemoração do Jubileu de Ouro da Ocepar, outro destaque da AGO será o Plano Paraná Cooperativo 200 (PRC200), o novo planejamento estratégico do cooperativismo paranaense. Após concluir o PRC100, no ano passado, com a meta de faturamento do setor atingindo mais de R$115 bilhões, o desafio agora é chegar aos R$ 200 bilhões nos próximos anos. 

Mais informações - Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail secretaria@sistemaocepar.coop.br.

FOTO: Dálie Felberg / Alep

 

JUBILEU DE OURO II: Para Artur Sawatzky, credibilidade do cooperativismo se deve em grande parte ao trabalho sério feito pela Ocepar

 

destaque witmarsum 31 03 2021Pedro Sawatzki, pai do atual diretor-presidente da Witmarsum, Artur Sawatzki, foi uma das lideranças que assinaram a ata de constituição da Ocepar, em 2 de abril de 1971. “Nessa época, meu pai era o presidente da cooperativa e ficou no cargo até 1977, 1978”, recordou Artur, ao conversar com a reportagem do Informe Paraná Cooperativo. Cinquenta anos se passaram e ele acredita que o cooperativismo paranaense evoluiu muito e tornou-se uma referência relatada inclusive por representantes da OCB e de organizações estaduais. “O Paraná é um dos estados onde o cooperativismo está mais desenvolvido, mais planejado, mais organizado, e isso tudo graças ao trabalho que Ocepar tem feito desde o início”, afirma.

 

Autogestão - Entre os pontos fortes da atuação da entidade, o presidente da Witmarsum destaca o monitoramento dos indicadores econômicos e financeiros do setor, realizado por meio do Programa de Autogestão. “É fundamental esse apoio que as cooperativas recebem da Ocepar, a transparência, o acompanhamento dos números. Também, o auxílio que é fornecido com objetivo de encontrar soluções para as cooperativas. Muito da credibilidade do cooperativismo paranaense nós devemos ao trabalho sério feito pela Ocepar nesses cinquenta anos da entidade”, ressalta.  

 

Formação - Para Artur, a atuação da entidade ganhou mais força ainda com a criação do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), que passou a integrar o Sistema Ocepar no início dos anos 2000. “O Sescoop contribuiu para nós avançarmos enormemente no Paraná, com os treinamentos, e eu acho isso muito importante”, frisou.

Educação política - Outra iniciativa que tem feito a diferença, na avaliação do presidente da Witmarsum, é o Programa de Educação Política parana.coop+10, lançado em 2018 pelo Sistema Ocepar, com o objetivo de incentivar o voto consciente e fortalecer a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop). “Tem sido muito relevante até aqui todo esse trabalho político feito nos anos anteriores, apoiando candidatos para compor a Frencoop (Frente Parlamentar do Cooperativismo), levando os anseios das cooperativas daqui para que sejam colocados na pauta do Congresso, na discussão e elaboração das leis, numa ação conjunta com a OCB, que organiza esse trabalho de representação em Brasília”, destacou.

Planejamento - Artur está otimista com o novo ciclo do planejamento estratégico do cooperativismo paranaense, que inicia neste ano, o Plano Paraná Cooperativo 200 (PRC200), cujo objetivo é dobrar, nos próximos anos, o faturamento atingido pelo setor em 2020, que selou o cumprimento da meta financeira do PRC100. “Os R$ 100 bilhões nós já alcançamos e, com certeza, a Ocepar vai contribuir muito ao continuar conduzindo esses planejamentos e trazendo novidades, treinando diretores, gestores, colaboradores, ou seja, incentivando as cooperativas a se profissionalizarem”. Em sua avaliação, a entidade deve também prosseguir encorajando o setor a atuar em intercooperação. “É uma linha tomada há algum tempo e parece que é a melhor solução para diminuir, digamos assim, a concorrência entre as próprias cooperativas, com cada uma disputando clientes e mercado. Acredito que um forte trabalho de estímulo à intercooperação, como já vem sendo feito pela Ocepar, irá dar um resultado muito bom”, finalizou.

A cooperativa - Sediada em Palmeira, na região paranaense dos Campos Gerais, a Witmarsum foi fundada em 1952 por imigrantes alemães e seus descendentes vindos de Santa Catarina, onde estavam estabelecidos desde 1930, quando chegaram da Rússia. Em 2020, a cooperativa atingiu faturamento de mais de R$ 187 milhões, o que representa um crescimento de 28,04% em relação ao montante do ano anterior, e fechou o exercício com 490 cooperados e 170 funcionários.

Leite - A Witmarsum se destaca pela alta qualidade do leite produzido nas propriedades de seus cooperados. Uma parte da produção é destinada à fabricação de queijos finos, na unidade localizada também em Palmeira, que emprega 33 pessoas e produz cerca de 30 toneladas por mês. “Aqui produzimos queijos com maior valor agregado. Para garantir a qualidade do produto, dos 43 fornecedores de leite da cooperativa, apenas cinco fornecem para produção dos queijos”, afirmou Artur Sawatzky, em matéria sobre os produtos feitos no Paraná, divulgada pela Agência de Notícias do Paraná.

SIF - A reportagem ressalta ainda que a Witmarsum é a primeira cooperativa do Paraná com selo do Serviço de Inspeção Federal (SIF), emitido pelo Ministério da Agricultura, que avalia a qualidade na produção de alimentos de origem animal comestíveis ou não comestíveis. Além disso, o queijo Colonial produzido pela cooperativa recebeu certificação de Indicação Geográfica (IG) concedida pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Na unidade em Palmeira são feitos 11 tipos de queijos, que recebem a marca Witmarsum. A cooperativa também envasada o leite Cancela, sua marca mais antiga, e produz creme de leite, manteiga e requeijão cremoso.

Cereais - Os cereais produzidos pelos cooperados, depois de secados e prontos para comercialização, são vendidos a diversas empresas do setor agrícola, nacionais e multinacionais, seja para beneficiamento e transformação em inúmeros produtos ou para exportação. O milho é consumido na fábrica de rações, que produz cerca de três mil toneladas de produtos por mês, para atender produtores de bovinos de leite. 

Jubileu de Ouro - A Ocepar vai comemorar seu Jubileu de Ouro no dia 5 de abril, durante a Assembleia Geral Ordinária, que será realizada em formato online. Até lá, o Informe PR Cooperativo está divulgando matérias semanalmente, com o objetivo de destacar alguns dos fatos ligados à sua história e do cooperativismo paranaense também. Nessas últimas edições, os presidentes de cooperativas que fundaram a Ocepar e que ainda estão atuantes estão fazendo uma avaliação sobre o trabalho que a entidade vem realizando durante essas cinco décadas, em defesa do cooperativismo paranaense e com o intuito de promover o desenvolvimento do setor.

 COOPERATIVAS FUNDADORAS DA OCEPAR

  1. Cooperativa Agropecuária Guarany Ltda
  2. Cooperativa de Transportes, Cargas e Anexos de Paranaguá
  3. Cooperativa de Consumo dos Rodoviários de Maringá Ltda
  4. Cooperativa Central Agrária Ltda
  5. Cooperativa Mista Agropecuária Witmarsum Ltda
  6. Cooperativa de Consumo dos Funcionários da Cia Cacique de Café Solúvel
  7. Cooperativa Agrícola Consolata Ltda
  8. Cooperativa Agropecuária Mista de Laranjeiras do Sul
  9. Cooperativa Agrícola Cotia Norte do Paraná
  10. Cooperativa Agrícola Irati Ltda
  11. Cooperativa Mista 26 de Outubro Ltda
  12. Cooperativa de Consumo do 14º Distrito Rodoviário
  13. Cooperativa Agropecuária Batavo Ltda
  14. Cooperativa Mista Francisco Beltrão Ltda
  15. Cooperativa Agropecuária Capanema
  16. Cooperativa de Consumo de São Mateus do Sul Ltda
  17. Cooperativa Agropecuária Sabadi Ltda
  18. Cooperativa Agrícola do Oeste Ltda
  19. Cooperativa Agrícola Mista Rondon Ltda
  20. Cooperativa Agrícola Mista Palotina Ltda
  21. Cooperativa Agrícola Cotia Sul do Paraná
  22. Cooperativa Mista dos Fornecedores de Lenha Brasil Ltda
  23. Cooperativa Agropecuária Sudoeste Ltda
  24. Cooperativa Agropecuária Cascavel Ltda
  25. Cooperativa de Consumo dos Empregados da Cia Fiat Lux Ltda
  26. Cooperativa Central Agrícola Sul do Brasil de Curitiba Ltda
  27. Cooperativa Agrária dos Cafeicultores de Nova Londrina Ltda
  28. Cooperativa Mista dos Ruralistas de Ponta Grossa Ltda
  29. Cooperativa Mista Agropecuária de Guarapuava Ltda
  30. Cooperativa Agrícola Mista Cerro Azul Ltda
  31. Cooperativa Central Agrícola dos Cafeicultores do Paraná
  32. Cooperativa do Livro dos Acadêmicos e Profissionais de Agronomia e Veterinária do Paraná
  33. Cooperativa Central de Latícinios do Paraná Ltda
  34. Cooperativa Agro-Malte Paraná Ltda

FOTO: José Fernando Ogura/ AEN

 

MONITORAMENTO: Cenário consolidado revela que o faturamento do cooperativismo paranaense cresceu 32,1% em 2020

monitoramento 31 03 2021 1O ano de 2020 foi encerrado com as cooperativas vinculadas ao Sistema Ocepar registrando aumento de 32,1% no faturamento, cujo valor atingiu R$ 115,7 bilhões, de acordo com o levantamento feito pela Coordenação de Monitoramento do Sistema Ocepar, com base nos dados consolidados do exercício. O ramo agropecuário respondeu pela geração de 86,48% do total das receitas do setor, seguido do crédito (6,76%) e da saúde (6,06%).

Por ramo - Em relação ao crescimento nominal por ramo, o resultado, ao final de 2020, foi o seguinte: o agropecuário teve um aumento de 37,8% no faturamento; infraestrutura (18,6%); transporte (14,6%); saúde (6,7%); consumo (5,1%); trabalho (4,7%) e crédito (2%). “Considerando como fonte de comparação o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que no ano passado encerrou em 4,5%, apenas o ramo crédito ficou com crescimento menor a esta referência. Mas vale ressaltar que o faturamento das cooperativas de crédito está diretamente atrelado à taxa básica de juros Selic, que sofreu redução e chegou a 2% ao ano em 2020. Portanto, o ramo teve seu crescimento impactado neste quesito. Por outro lado, ao olhar os recursos administrados, depósitos, resultados, entre outros índices, o crédito apresentou crescimento significativo”, afirma o coordenador de monitoramento do Sistema Ocepar, João Gogola Neto.

Agro e média do setor - Ainda quanto ao faturamento, o levantamento mostra ainda que, entre 2015 e 2020, o ramo agro praticamente dobrou sua renda e acumulou crescimento nominal de 96,6%. Além disso, nos últimos dez anos, o cooperativismo do Paraná tem mantido uma média de crescimento de 16,3%. Pensando no futuro, o setor projeta alcançar R$ 200 bilhões de faturamento nos próximos anos, por meio do seu planejamento estratégico, o Plano Paraná Cooperativo 200 (PRC200). “Com base no histórico de informações do cooperativismo, é plausível inferir que, na melhor hipótese, esse objetivo poderá ser alcançado em 2025 e, no pior cenário, em 2029”, afirma Gogola.

Cooperativas - O setor chegou ao final do ano passado somando 217 cooperativas registradas no Sistema Ocepar, entre as quais, 59 agropecuárias; 56 de crédito; 37 de saúde; 35 de transportes; 15 de infraestrutura; 11 de trabalho e produção de bens e serviços e quatro de consumo. O quadro social evoluiu 13,6% em 2020, chegando a 2.481.240 cooperados, sendo que o ramo crédito representou 90,77% desse total. No ano passado, o cooperativismo paranaense gerou 10.341 novas vagas, chegando a 117.929 empregos diretos, ou seja, crescimento de 9,6%. “Comparando com o cenário nacional, este índice no Brasil, de acordo com o Caged, foi de 0,29% e no Paraná de 1,85%”, ressalta Gogola.

Resultado - As cooperativas do Paraná alcançaram, em 2020, resultado de R$ 5,95 bilhões, montante 57,3% superior ao do ano anterior. O ramo que apresentou o maior crescimento foi o de saúde, com 150,6%, gerado principalmente pela redução do índice de sinistralidade. Em total de ativos, o cooperativismo paranaense, chegou a R$ 160,6 bilhões, 35,7% a mais que o ano anterior. O nível de capitalização foi de 18,1%, o que representa um aumento efetivo de Patrimônio Líquido. Já o volume de recursos arrecadados aos cofres públicos, seja município, estado ou união, foi de R$ 3,53 bilhões em 2020, cifra 37% superior à de 2019.

Clique aqui e confira na íntegra o cenário consolidado do cooperativismo paranaense de 2020

 

AFOCA: Associação dos Funcionários do Sistema Ocepar promove vacinação contra gripe

A Associação dos Funcionários do Sistema Ocepar (Afoca) promoveu, na manhã de segunda-feira (29/03), a vacinação contra a gripe dos funcionários da Ocepar, Sescoop/PR e Fecoopar e familiares. A aplicação foi realizada em sistema drive-thru, no estacionamento da entidade, no Centro Cívico, em Curitiba. Algumas pessoas também receberam o imunizante na clínica contratada para a campanha ou ainda irão se vacinar lá em outra data. Ao todo, foram contemplados 67 funcionários e 68 familiares.

Proteção - A vacina aplicada foi a do tipo Influenza H1N1 Quadrivalente, que protege contra os quatro subtipos do vírus da gripe que mais circularam no inverno. “Promover a imunização contra esses tipos de gripe é importante pois eles podem evoluir para quadros graves, principalmente em pessoas que, por alguma razão, estão com a saúde mais frágil. Então, ao tomar a vacina, você contribui com a sua própria saúde e com a saúde de pessoas ao seu redor”, afirma o presidente da Afoca, Rodrigo Gandara Donini.

Avaliação - Na avaliação de Donini, o resultado da campanha é positivo. “Tivemos um atraso no início da vacinação, mas foi possível atender todos que se deslocaram até a Ocepar. Além disso, tivemos uma boa participação dos funcionários da casa e de seus familiares. Esperamos que as pessoas que não puderam comparecer na Ocepar no dia possam se vacinar diretamente na clínica. Qualquer problema, a Afoca está à disposição”, finalizou.

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CAPAL: Cooperativa anuncia R$ 88 milhões em investimentos para os próximos dois anos

capal 31 03 2021Em reunião com os cooperados, o presidente do Conselho de Administração da Capal Cooperativa Agroindustrial, Erik Bosch, e o presidente executivo, Adilson Fuga, anunciaram um total de R$ 88 milhões em investimentos para os próximos dois anos no Paraná e em São Paulo. Sete unidades da cooperativa irão receber os recursos e terão um salto quantitativo e qualitativo na recepção da produção, atendimento ao cooperado, infraestrutura e logística.

Pré-assembleias - O anúncio aconteceu nas pré-assembleias da cooperativa, onde também foram mostrados os números da Capal em 2020 e a expectativa de desempenho para este ano. Erik Bosch destacou os efeitos da pandemia de covid-19, mas reforçou que, “apesar dela ter provocado o distanciamento social, nunca ficamos tão juntos”.

Planejamento - A unidade de Taquarivaí (SP) receberá investimento de R$ 32,6 milhões para a construção de cinco silos pulmão, casa de máquinas, conjunto de secagem, armazém graneleiro, ampliação do armazém de ensacados e insumos, aquisição de equipamentos de transportes, máquinas de limpeza e fornalha, balança de fluxo e instalações elétricas e de termometria.

Orgulho - “Tenho muito orgulho em fazer parte de uma cooperativa que faz planejamento dos seus investimentos, que olha para o futuro e que sabe para onde está indo”, afirmou o cooperado da unidade de Taquarivaí, Luiz Augusto Motta Pacheco.

Arapoti - Município onde está localizada a matriz da cooperativa, Arapoti (PR) terá investimento de R$ 25 milhões para a construção de quatro silos de insumos para ração, seis silos de armazenagem, conjunto de secagem de grãos, aquisição de equipamentos de transporte e fornalha, entre outros ajustes.

Wenceslau Braz - Já em Wenceslau Braz (PR) haverá investimento em duas áreas. A Unidade de Beneficiamento de Sementes (UBS), adquirida pela cooperativa em dezembro de 2019, receberá R$ 19,1 milhões para a construção de mais um armazém de sementes com capacidade para quase 250 mil sacas, fornalha e pavimentação. Recentemente a Unidade inaugurou seu laboratório de análise de sementes, com equipamentos modernos e equipe altamente especializada.

Unidade Operacional - O outro investimento é na Unidade Operacional da cidade, no valor de quase R$ 3,5 milhões. Serão construídas uma base para balança, duas cabines para atendimento aos motoristas, além da ampliação da cobertura, pavimentação e balança rodoviária com capacidade para 120 toneladas.

Curiúva - Já em Curiúva (PR) o aporte será de R$ 1,4 milhão para a melhoria nas estruturas e processos e também para a construção de um novo espaço de apoio com sala para treinamentos, refeitório e depósito.

Novas Lojas Agropecuárias - Novas Lojas Agropecuárias serão construídas em Santo Antônio da Platina (R$ 4,4 milhões) e Santana do Itararé (R$ 2,1 milhões).

Santana do Itararé - Em Santana do Itararé por exemplo, haverá a construção de uma nova loja agropecuária de 480 m² e o armazém de ensacados será ampliado, além de outras modificações. “A atual estrutura da cooperativa na cidade já tornou-se extremamente pequena para o número de cooperados atendidos”, comenta Fuga.

Expansão e melhorias - “Sabemos que o agro não para, mas na Capal o agro está sempre acelerado, principalmente pelos investimentos previstos para expansão e melhorias das unidades. Parabéns aos gestores e colaboradores”, elogiou Rogerio Hermenegildo, cooperado da Capal na região de Taquarituba (SP).

Resultados - Em 2020, comparado ao ano anterior, a cooperativa teve aumento de 39,48% no faturamento bruto, de R$ 1,474 bilhão para R$ 2,056 bilhões. O resultado líquido mais do que dobrou, de R$ 55,473 milhões (2019) para R$ 113,914 milhões (alta de 105,35%).

Sobre a Capal Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1960, a Capal conta atualmente com mais de 3,2 mil associados, distribuídos em 21 unidades de negócios, nos estados do Paraná e São Paulo. A cadeia agrícola responde por cerca de 65% das operações da cooperativa, produzindo mais de 734 mil toneladas de grãos por ano, com destaque para soja, trigo, milho e café. A área agrícola assistida ultrapassa os 153 mil hectares. O volume de leite negociado mensalmente é de 12 milhões de litros, proveniente de 320 produtores. Além disso, a cooperativa comercializa mais de 31 mil toneladas de suínos vivos. (Imprensa Capal)

 

COCAMAR: Qualidade do rebanho garante mais rendimento e troféu a cooperado

Desde janeiro participando do Programa de Carne Precoce Premium da Cocamar, o produtor Epaminondas de Camargo, vinculado à unidade da cooperativa em Nova Fátima, região de Londrina (PR), recebeu na manhã de segunda-feira (29/03) um reconhecimento pelo melhor lote de animais do trimestre.

Critérios - O troféu entregue ao proprietário na Fazenda Santa Lúcia em Congoinhas pelo médico-veterinário da Cocamar, Luiz Henrique Garcia Abreu, atestou que os animais atenderam integralmente aos critérios exigidos pelo programa. Eram 100% F1 angus com gordura uniforme, todos “dente de leite” (super precoces), pesando entre 18 e 22 arrobas e, desde janeiro, já foram fornecidos 300 exemplares.

Acompanhando - O Rally Cocamar de Produtividade acompanhou a visita do médico-veterinário, que coincidiu com o embarque de mais 22 unidades para abate no Frigorífico Argus, em São José dos Pinhais, parceiro da cooperativa. Diversificado em seus negócios, Epaminondas de Camargo é também produtor de café em Nova Fátima e cultiva soja em integração com pecuária na fazenda em Congoinhas.

Grande estrutura - É na Fazenda Santa Lúcia, de 500 alqueires (1.250 hectares), que Camargo faz a engorda de animais trazidos de uma outra propriedade, naquele mesmo município, sendo essa última especializada em cria. Além de fazer o melhoramento da raça angus, Camargo também é produtor de gado nelore e compra bezerros para engorda, possuindo uma grande estrutura de confinamento.

Integração - Somando as duas áreas, são cerca de 6 mil animais, dos quais 1,5 mil alojados na Santa Lúcia. Já na soja, a média de produtividade obtida na safra 2020/21, que acabou de ser colhida, foi de 190 sacas por alqueire (78,5/hectare), uma das melhores da região. A lavoura é cultivada em palha de capim braquiária e, no inverno, para fazer rotação, parte das terras são destinadas ao plantio de milho e trigo - incluindo a variedade branqueadora que tem o incentivo da Cocamar.

Sucesso - De acordo com Camargo, que tem 84 anos e durante grande parte de sua vida foi empresário do ramo de concessionária de veículos em São Paulo, tendo adquirido as fazendas no Paraná durante a década de 1980, alguns fatores explicam seu sucesso na atividade rural. “Eu sempre procurei me inspirar em pessoas bem sucedidas”, diz ele, que soube também, com seu empreendedorismo, montar uma equipe qualificada. “Os méritos são de todos”, afirma. Para ele, é preciso gostar do que se faz e “quem se preocupa apenas com o lado financeiro não dá certo na vida”.

Capricho e profissionalismo - Há mais de 20 anos prestando serviços a Camargo, o médico-veterinário Alexandre Gatti conta que proprietário “é caprichoso e receptivo a inovações, sempre interessado em aprimorar a qualidade de seus rebanhos e também as tecnologias de produção”. Os animais permanecem por dez meses a pasto antes da terminação, no confinamento, que tem a duração de cerca de 100 dias, onde são alimentados com silagem de grão úmido, farelo de soja e um premix.

Rendimento maior - Sobre participar do Programa de Carne Precoce Premium da Cocamar, Camargo diz ter sido uma decisão acertada, pois a cooperativa trabalha com transparência “e paga realmente quanto o boi vale”. Enquanto, por exemplo, a média de rendimento de carcaça para animais do padrão que ele fornece geralmente vinha sendo de 54% no mercado, no programa da Cocamar o percentual pode chegar a 56%.

Exigências - Regularidade, pelo menos um lote abatido a cada 60 dias: essa é uma das exigências do programa, conforme explica o médico-veterinário Luiz Henrique Garcia Abreu, da cooperativa. Além disso, o pecuarista interessado em participar precisa estar adequado em relação à idade, faixa de peso, acabamento de carcaça e trabalhar com as raças angus e/ou nelore.

Mercado em expansão - "Nosso foco é trabalhar com animais da raça angus, um mercado de qualidade em crescimento, que vem ganhando espaço entre os consumidores. Os pecuaristas dispostos a investir em qualidade estão aumentando sua rentabilidade através do programa, recebendo um bônus sobre o valor da arroba dos animais abatidos", detalha Abreu.

Alta qualidade - A carne diferenciada vem também da maneira como o rebanho é manejado, sem agressividade. Abreu lembra que o programa começou em novembro do ano passado com a oferta de 100 cabeças/mês, quantidade que foi crescendo para as atuais 500. A meta, em breve, é chegar a 1000 cabeças abatidas por mês, média de 250 por semana.

Selo - A carne é colocada em segmentos de mercado pelo próprio Frigorífico Argus, identificada com um selo do programa da Cocamar.

Sobre o Rally - Em sua sexta edição, o Rally Cocamar de Produtividade acompanha o ciclo da soja do pré-plantio à colheita e tem como patrocinadores: Basf, Fertilizantes Viridian, Fairfax do Brasil Seguros Corporativos, Sicredi União PR/SP e Zacarias Chevrolet (principais), Cocamar Máquinas, Texaco Lubrificantes, Cocamar Irrigação, Estratégia Ambiental, Zoetis e Nutrição Animal Cocamar (institucionais). A realização conta com o apoio da Aprosoja/PR, Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb) e Cooperativa Unicampo. (Imprensa Cocamar)

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C.VALE: Seminário da mulher trata de propósito e felicidade

Inteligência emocional é conseguir ter uma reação diferente do que você habitualmente teria. Para isso, as pessoas precisam entender o funcionamento da própria mente porque é a partir dessa habilidade que elas vão saber interpretar os fatos do dia a dia. Segundo a jornalista Aline Castro, as pessoas recebem muitas informações diárias, mas absorvem uma pequena parte delas, fazendo julgamentos de valor a partir das suas próprias experiências. “A gente não vê o mundo como ele é, mas como a gente é”, afirmou.

Tema - Ao participar do 21º Seminário da Mulher, promovido pela C.Vale, com apoio da Bayer e Sescoop, ela falou sobre “Propósito, Performance e Felicidade” e comentou que é preciso ter cuidado com as comparações com os outros já que isso pode gerar frustrações. Ela entende que a felicidade depende de cinco dimensões: espiritual, física, intelectual, relacional e emocional. Conforme Aline Castro, é preciso combinar paz de espírito, atividade física, aprender novas habilidades, selecionar amigos e saborear o que se está vivendo. “A felicidade não está no futuro, não está no passado, está naquilo em que a gente está vivendo. Isso muda de fato a vida da gente”, resumiu.

Impacto positivo - O presidente da C.Vale, Alfredo Lang, abriu o evento dizendo que o cenário de pandemia de coronavírus é turbulento e exige que cada um se apoie em sua família para superá-lo. “Sempre que se depararem com um obstáculo, parem, observem e dêem ouvido ao que move vocês: a família, os filhos, netos e os amigos. Quando pensamos que nossa ação vai impactar positivamente na vida de alguém, isso nunca será uma decisão errada”, orientou. (Imprensa C.Vale)

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COCARI: Programa Cooperjovem leva o cooperativismo para as escolas

Contribuir para a formação de educadores e crianças a partir da disseminação da cultura cooperativista. Esse é o objetivo do Programa Cooperjovem, desenvolvido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop). Juntamente a mais de vinte cooperativas paranaenses, o programa alcança aproximadamente 34 mil alunos, 2.200 professores e 348 escolas em 66 municípios do estado, sendo direcionado a alunos do 1.º ao 9.º ano do Ensino Fundamental.

Parceria com a Cocari - Na Cocari, o Cooperjovem é realizado com apoio do Sescoop/PR e das prefeituras municipais. A parceria teve início em 2003, em conjunto com a Secretaria de Educação de Mandaguari, município Sede da cooperativa. Atualmente, também participam estudantes de Jandaia do Sul e Kaloré. Em Marialva, o programa é desenvolvido a partir de parceria com a Apae. No total, 12 escolas e aproximadamente 800 alunos desenvolvem iniciativas de educação cooperativista em sala de aula por meio do apoio da cooperativa.

Formação para a vida - Para o presidente da Cocari, Marcos Antonio Trintinalha, o Cooperjovem é uma das ferramentas mais importantes dentro do cooperativismo. “Por meio de uma parceria forte com o Sescoop/PR, que é o nosso correspondente no Sistema S, investimos na formação de professores, para orientá-los na aplicação dos princípios cooperativistas em suas práticas pedagógicas. Com o Cooperjovem, já na infância, podemos incutir o processo de cooperar e mostrar os benefícios de agir em cooperação. Essa formação com certeza fará, dessas crianças, adultos melhores”, acredita.

Impactando a sociedade - Conforme o analista de cooperativismo da Cocari, Hugo Felipe Carnelossi, a partir do Cooperjovem, a cooperativa disponibiliza capacitações para os educadores, pelas quais os professores recebem formação para disseminar a cultura cooperativista dentro das escolas. “Além da capacitação, o programa viabiliza projetos de cunho social para disseminar o cooperativismo na comunidade, demonstrando o poder da cooperação na sociedade”, destaca. “Investir em educação é investir em pessoas e a Cocari sempre está buscando levar o acesso cada vez maior a cursos, já que são esses profissionais que trabalham transmitindo o cooperativismo para as nossas crianças”, comenta.

Cooperativismo na essência - A analista do Sescoop/PR, Fabianne Ratzke, coordena o Cooperjovem no estado e fala a respeito da essência do programa. “O Cooperjovem está diretamente ligado a dois grandes princípios do cooperativismo: ‘Educação, Formação e Informação’ e ‘Interesse pela Comunidade’. É deste modo que as cooperativas cuidam da comunidade escolar: trazendo os valores e a educação cooperativista para dentro das escolas”, resume.

Transformação social- Segundo a coordenadora, a educação cooperativista está essencialmente voltada a uma educação transformadora e acompanha as mais modernas medidas de reestruturação do sistema educacional. “Além de incentivar atitudes cooperativistas, essa abordagem se compromete com o desenvolvimento da cidadania e da autonomia dos estudantes. O programa também está alinhado às competências da Base Nacional Comum Curricular e aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, mais especificamente ao ODS 4, que busca assegurar uma educação inclusiva e de qualidade”, explica. Fabianne destaca que as cooperativas são as grandes parceiras e incentivadoras do programa. “São elas que fazem a gestão, junto às Secretarias de Educação, monitorando e atendendo as demandas dos educadores”, diz.

Depoimento de mãe de aluno - Odete Ferreira da Cruz, de Mandaguari, falou sobre o valor do processo de ensino-aprendizagem do cooperativismo nas escolas, que ela pôde acompanhar durante a formação escolar do filho, Pedro Emanuel. “O cooperativismo é essencial na família e nas escolas, neste mundo que apresenta tantas divergências e incoerências. Vejo que as crianças levam para casa aquilo que aprendem na escola e o meu filho sempre chega contando sobre o projeto que fizeram, a brincadeira com os colegas, o trabalho com o professor”, diz.

Reconhecimento - Para ela, as ações exercem papel importante na formação das crianças. “Na Secretaria de Educação do município, onde estive até 2020, sempre abraçamos este tema por compreender a sua profundidade e o valor de formação para os estudantes. No início, as escolas precisam adaptar as ações às suas rotinas, mas quando descobrem o potencial desse trabalho na sociedade, as instituições também adotam essa causa. Observamos, nos últimos anos, que as escolas abraçaram o projeto por iniciativa própria, porque reconheceram que o programa contribui para a formação cidadã das crianças”, comenta.

Visão de um estudante - O estudante Pedro Emanuel, de nove anos, participou do Programa Cooperjovem e também deu seu depoimento sobre como vê a aplicação dos conhecimentos sobre o cooperativismo em sua vida. “Temos de ajudar o próximo, porque precisamos uns dos outros, e também a opinião das outras pessoas deve ser respeitada, porque a nossa visão pode ser diferente. Uma vez fomos para o Asilo São Vicente de Paulo, fizemos doação de leite e cada um levou pelo menos uma caixinha”, conta. Pedro Emanuel mostra que os valores do cooperativismo já fazem sentido para ele. “Estou muito feliz por ter participado dessa ação, até porque, quem não ficaria?”, diz.

Fazendo a diferença - Por meio da educação e do cooperativismo, o Programa Cooperjovem faz a diferença na vida de seus participantes e, dessa forma, esse impacto positivo é ampliado para beneficiar toda a comunidade. (Imprensa Cocari)

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COPAGRIL: Cooperativa inicia seleção para Jovem Aprendiz

A Cooperativa Agroindustrial Copagril está com inscrições abertas para Jovem Aprendiz, programa que oportuniza a primeira experiência de trabalho formal para adolescentes e jovens. Para participar da seleção, os interessados devem ter mais de 14 anos e estarem estudando regularmente, também estão entre os requisitos o Documento de Identidade (RG), CPF e Carteira de Trabalho. São 23 vagas para atuação nos Supermercados Copagril nas cidades paranaenses de Marechal Cândido Rondon, Nova Santa Rosa e no distrito de Novo Sarandi, em Toledo.

Ação - “O programa de Jovem Aprendiz é uma ação recorrente dentro da Copagril, sendo a oportunidade de iniciação trabalhista para muitos adolescentes, onde fomentamos mais que o trabalho, é uma oportunidade de desenvolvimento social. Como se trata do primeiro trabalho, esses jovens têm a oportunidade de conhecer as rotinas, entender o ambiente de trabalho, ter compromissos e responsabilidades”, explica a psicóloga e supervisora de gestão de pessoas da Copagril, Angela Janaina Maron.

Atividades - O programa de Jovem Aprendiz é para 20 horas semanais, sendo a permanência nas atividades escolares uma exigência. Além das funções trabalhistas, os participantes ainda devem frequentar atividades educacionais, como cursos e palestras que enfocam carreira, profissão e gestão pessoal. Ações que buscam o crescimento social e profissional dos participantes.

Inscrições - As inscrições para participar do Processo Seletivo devem ser feitas até 13 de abril no site Copagril (https://www.copagril.com.br/trabalheconosco). (Imprensa Copagril)

 

Jovem aprendiz TV 

 

 

 

COOPAVEL: Sumitomo divulga linha de reguladores de crescimento

coopavel 31 03 2021Empresa japonesa com mais de cem anos de tradição, a Sumitomo Chemical apresenta no Show Rural Coopavel, versão digital, o Programa Soja Mais. Ele é alicerçado em reguladores de crescimento, com nomes como MaxCel e ProGibb. São hormônios vegetais capazes de alterar a estrutura das plantas e elevar potenciais produtivos da lavoura. “Os reguladores são diferentes de produtos nutricionais, de extrato de algas ou bioestimulantes. A função deles é ajudar o produtor no manejo genético e fisiológico, explorando o máximo potencial produtivo da planta”, diz o agrônomo Anderson Cruz, representante técnico de vendas da Sumitomo.

Citocinina - O MaxCel é composto por citocinina, hormônio vegetal para desenvolver plantas com maior porte, entrenós mais curtos, soja mais engalhada e caule mais grosso. “Assim, o produtor terá uma lavoura mais estruturada, uniforme e mais resistência ao acamamento”, informa Anderson. Já o ProGibb é composto apenas pela giberelina e quando aplicado no início da fase produtiva estimula a florescência e reduz o aborto natural de flores e vagens. Esse material pode ser trabalhado na fase vegetativa, recuperando plantas que passaram por estresse climático ou fito-tóxico, com resultado direto na fisiologia e resultado da lavoura.

Tranquilidade - Anderson se dirige também aos produtores ruais interessados em plantar lavouras no limpo e ter tranquilidade no manejo de plantas daninhas. “Àqueles que querem uma planta de soja mais estruturada, com menor chance de acamamento e mais produtividade”, observa ele. A partir do resultado prático do ZethaMaxx em áreas em que foi aplicado, o agrônomo falou de características do herbicida pré-emergente fabricado para controlar plantas daninhas de folhas larga e estreita, inclusive àquelas resistentes e tolerantes ao glifosato.

Portfólio - “Esse é mais um produto do portfólio da Sumitomo que atua no combate ao mato-competição inicial e permite à soja fechar no limpo. E com o tempo há redução do banco de sementes, segundo o representante. Para assistir aos capítulos da versão digital do Show Rural Coopavel basta acessar os seguintes endereços youtube.com/showruralagro e www.showrural.com.br. (Imprensa Coopavel)

 

UNIPRIME: Ponto de atendimento é inaugurado em Assis (SP)

uniprime 31 03 2021A Uniprime, uma das cooperativas de crédito mais respeitadas do país, com produtos e serviços voltados especialmente para a área médica, chega a Assis (SP). O início das atividades do novo espaço, localizado na Avenida Rui Barbosa, 1711 (ao lado da farmácia da Unimed), foi marcado com o encontro entre o presidente da Uniprime, Alvaro Jabur, e o presidente da Unimed Assis, Elyseu Palma Boutros, nesta terça-feira (30/03).

Plano de expansão - O novo local em Assis integra o plano de expansão da cooperativa, que já soma 33 unidades, entre Agências e Pontos de Atendimento. Com 24 anos de experiência no mercado financeiro, a Uniprime presta atendimento aos profissionais da área de saúde, empresas e profissionais liberais. São quase 30 mil cooperados e sua área de abrangência se estende em todo estado de São Paulo e parte do Paraná.

Atendimento personalizado - A cooperativa é conhecida por oferecer atendimento personalizado e operações financeiras com taxas mais atrativas às praticadas pelo mercado, com empréstimos sem burocracia e cartão de crédito com benefícios diferenciados - e eleito um dos melhores cartões do mercado pelo Melhores Destinos, a plataforma mais conceituada de busca de informações sobre viagens.

Potencial econômico - A escolha de Assis levou em conta o potencial econômico da cidade, com um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) considerado pela ONU como elevado, ocupando o 28º lugar entre as cidades de maior IDH do Brasil. Destaque na área da educação com suas universidades renomadas, a cidade é referência para municípios da região por seu comércio e serviços. Além disso, Assis também é referência cultural, esportiva, tecnológica e científica, cenário que dá a cidade o título de Capital do Paranapanema, mesmo com a grande concorrência de outros centros urbanos de maior tamanho e expressão.

Diferenciais - “Acreditamos no potencial da cidade e temos muito a contribuir com nossos diferenciais, entre eles, o atendimento personalizado, a distribuição dos lucros (sobras), taxas historicamente mais atrativas, investimentos seguros e rentáveis entre outros serviços personalizados para o público”, explica Jabur.

Localização - A Uniprime Assis está localizada na Avenida Rui Barbosa, 1711, sala 01, Centro (ao lado da farmácia da Unimed).

Sobre a Uniprime - Fundada em 1997, a Uniprime é associada ao Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito, que garante depósitos de até R$ 250 mil por CPF/CNPJ, valor igual ao dos bancos. Os cooperados contam com o atendimento exclusivo e personalizado de uma instituição financeira sólida e promissora, com profissionais capacitados para auxiliá-lo em suas decisões, além do recebimento anual de parte dos lucros (sobras). (Imprensa Uniprime)

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BRDE: Banco elevou contratações em 28,5% e investiu R$ 3,3 bilhões na região Sul

brde 31 03 2021O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) publicou, nesta terça-feira (30/03), as demonstrações financeiras correspondentes ao exercício de 2020. No cenário da crise causada pela pandemia de Covid-19, além dos seus próprios recursos, o BRDE buscou parcerias com outras instituições, nacionais e internacionais, com o objetivo de contemplar tanto o crédito emergencial em momento de extrema dificuldade para os empreendedores quanto o apoio a novos investimentos.

Total operacionalizado - Dessa forma, mais de R$ 3,3 bilhões em financiamentos foram operacionalizados por meio de seus programas de desenvolvimento, no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e no Paraná.

Contratações- No período, as contratações com recursos próprios do BRDE somaram R$ 651 milhões, uma elevação de 75,1% em relação a 2019, enquanto as fontes externas corresponderam a R$ 308,4 milhões em operações, um salto de 93,6% na comparação com o ano anterior.

Missão - “Apesar de todos os desafios e dificuldades, de um ambiente de muita incerteza econômica, de muita insegurança, tendo em vista o cenário sanitário que estamos enfrentando, mesmo assim conseguimos cumprir a nossa missão de apoiar e fomentar o desenvolvimento econômico e social da região Sul”, avalia a diretora-presidente do BRDE, Leany Lemos.

Oportunidades - “Nós utilizamos a palavra crise como oportunidade. Esse foi o mantra que mantivemos no ano passado e, desse resultado, hoje estamos aqui aferindo as grandes possibilidades”, afirmou o vice-presidente e diretor de Operações, Wilson Bley Lipski. “Tivemos um bom desempenho, o terceiro melhor resultado da história do BRDE, e isso é fruto do trabalho e do empenho diário de nossos colaboradores. Fizemos a nossa parte”.

Valor - Em termos reais, o BRDE aumentou o valor total contratado em 28,5% ante 2019, elevando também o número de contratos efetivados em 19,5%. Sob o aspecto financeiro, o banco conseguiu igualmente resultados positivos diante das adversidades inicialmente previstas por conta da pandemia: o resultado líquido chegou a R$ 199,3 milhões, em parte fruto da baixa inadimplência, que atingiu sua mínima histórica ao final de 2020.

Recupera Sul - Para ampliar ainda mais o auxílio aos empreendedores afetados pelas medidas de distanciamento social, principalmente as micro e pequenas empresas, em março de 2020 o BRDE lançou o Programa de Crédito Emergencial para recuperação da Economia da Região Sul - BRDE Recupera Sul.

Capital de giro - Os recursos repassados, na forma de capital de giro e microcrédito, totalizaram R$ 518,9 milhões no ano, atendendo 1.612 empresas e auxiliando na manutenção de milhares de empregos na região Sul.

Conexão - “Apesar de todas as surpresas e mudanças geradas em 2020, ganhamos a chance de enxergar novas oportunidade e perceber a importância da conexão com as pessoas. Tivemos esse resultado histórico e ajudamos muitas pessoas a não perderem seus empregos”, destacou ondiretor financeiro, Marcelo Haendchen Dutra.

Municípios - Em 2020, o investimento em municípios cresceu 93% com relação a 2019, e as operações com micro e pequenas empresas, quase 80%. O apoio ao turismo foi 225% maior do que em 2019. E o programa BRDE Labs de apoio à inovação, parte do BRDE Inova, acelerou 32 startups.

Diversificação - O BRDE trabalhou para ampliar a oferta de crédito em três frentes: elevando a disponibilização de seus próprios recursos, obtendo aumento de limite com seus atuais parceiros e captando novos recursos, no País e no exterior.

Participação menor - O empenho na diversificação de fontes resultou na redução da participação do Sistema BNDES a 57,6% do total de financiamentos contratados em 2020, dentro da meta máxima de 60% para um único funding, estabelecida no Planejamento Estratégico.

Movimento - Esse movimento ocorreu mesmo com um aumento de 24,3% do volume contratado com recursos do BNDES em relação ao ano anterior, que passou de R$ 1,5 bilhão em 2019 para R$ 1,9 bilhão em 2020.

Diversificação - O diretor de Planejamento, Luiz Corrêa Noronha, enfatizou o esforço de diversificação de fundings, o crescente apoio do banco aos municípios e as realizações no campo da responsabilidade socioambiental.

Evolução constante - “Nós vivemos no banco um processo de evolução constante, sempre aprendendo e tentando melhorar. Para isso, evidentemente, contamos com o trabalho inestimável dos nossos colegas e colaboradores”, disse.

Ampliação - A ampliação dos recursos disponibilizados pela Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) e o início da parceria com o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), através da assinatura de contratos de empréstimos, demonstram o esforço do BRDE para a crescente diversificação das suas fontes de recursos, principalmente com instituições de fomento internacionais.

ODS - Para essas instituições, um aspecto relevante é o compromisso assumido pelo banco como signatário da Agenda 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) propostos pelas Nações Unidas. As estimativas do BRDE apontam que, aproximadamente, 83% de sua carteira de crédito é aderente a, no mínimo, um ODS.

Títulos financeiros - A emissão de títulos financeiros, mais uma alternativa de captação de recursos, foi estruturada pelo BRDE em 2020. A primeira emissão está prevista para o início de 2021 no valor de R$ 30 milhões, os quais serão alocados no Fundo BRDE de Promoção ao Desenvolvimento Produtivo, Sustentável e Social dos Estados da Região Sul - BRDE Promove Sul, a fim de serem utilizados para operações de crédito.

Colaboradores - O diretor administrativo, Luiz Carlos Borges da Silveira, salientou o desempenho dos colaboradores do banco. “O BRDE superou as expectativas em termos de trabalho e de rendimento. Do trabalho importante no momento difícil da economia brasileira, o BRDE deu a sua colaboração e cumpriu a sua missão”, registrou.

Práticas - “Com responsabilidade socioambiental, adotamos práticas que colaboram para o desenvolvimento sustentável, tornando o BRDE uma referência dentro de nossos estados, para atender demandas atuais e futuras”, concluiu o diretor de Acompanhamento e Recuperação de Créditos, Vladimir Arthur Fey. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Divulgação BRDE

 

PNAD CONTÍNUA: Desemprego fica estável em 14,2% no trimestre encerrado em janeiro

pnad destaque 31 03 2021O número de pessoas desempregadas no Brasil foi estimado em 14,3 milhões no trimestre encerrado em janeiro. Embora a taxa de desocupação tenha ficado estável em 14,2% frente ao trimestre anterior, é a mais alta para um trimestre até janeiro. Já o contingente de pessoas ocupadas aumentou 2% e chegou a 86 milhões. Isso representa 1,7 milhão de pessoas a mais no mercado de trabalho em relação ao trimestre encerrado em outubro.

Pnad Contínua - Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta quarta-feira (31/03) pelo IBGE.

População ocupada - “Apesar de perder força em relação ao crescimento observado no trimestre encerrado em outubro, a expansão de 2% na população ocupada é a maior para um trimestre encerrado em janeiro. Esse crescimento ainda tem influência do fim de ano, já que novembro e dezembro foram meses de crescimentos importantes”, explica a analista da pesquisa, Adriana Beringuy. Com o aumento no número de ocupados, o nível de ocupação, que é o percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, ficou em 48,7%.

Informal - A maior parte desse aumento na ocupação veio da população informal. O número de empregados sem carteira assinada no setor privado subiu 3,6% em relação ao trimestre anterior, o que representa um aumento de 339 mil pessoas. Já os trabalhadores por conta própria sem CNPJ aumentaram em 4,8% no mesmo período, totalizando 826 mil pessoas a mais. Os trabalhadores domésticos sem carteira, após crescerem 5,2% frente ao trimestre anterior, somam 3,6 milhões de pessoas.

Perda de força - “A perda de força no crescimento da ocupação vem principalmente da menor expansão na Indústria, no Comércio e na Construção. E em relação à posição na ocupação, o trabalhador por conta própria e o empregado no setor privado sem carteira permanecem sendo aqueles que estão contribuindo mais para o crescimento da ocupação no país”, diz a pesquisadora. Com isso, a taxa de informalidade no trimestre encerrado em janeiro foi de 39,7%.

Setor privado - Os trabalhadores do setor privado com carteira de trabalho assinada e os empregadores foram duas categorias que mantiveram estabilidade frente ao trimestre encerrado em outubro. Mas na comparação com o mesmo período do ano anterior, o cenário é de queda. São 3,9 milhões de trabalhadores com carteira assinada a menos no setor privado. Já a queda no número de empregadores foi de 548 mil pessoas.

Queda - Houve queda de 1,1% na população fora da força de trabalho na comparação com o último trimestre. Essas pessoas que não estavam nem ocupadas nem desocupadas na semana de referência somaram, no trimestre encerrado em janeiro, 76,4 milhões de pessoas. Quando comparado ao mesmo período do ano anterior, esse contingente cresceu 16,2%.

Saída - Na comparação com o último trimestre, 720 mil pessoas saíram da força de trabalho potencial, que soma as pessoas em idade de trabalhar que não estavam nem ocupadas nem desocupadas, mas que tinham potencial para estar na força de trabalho. Esse grupo foi estimado em 11,3 milhões de pessoas.

Desalentados - Entre eles estão os desalentados, grupo de pessoas que não buscaram trabalho, mas que gostariam de conseguir uma vaga e estavam disponíveis para trabalhar. Após uma variação de 2,3%, o que representa estabilidade frente ao trimestre anterior, eles foram estimados em 5,9 milhões de pessoas, o maior número desde o início da série histórica da pesquisa, em 2012. Em relação ao mesmo período do ano anterior, quando havia no Brasil 4,7 milhões de pessoas desalentadas, houve um acréscimo de 25,6%. São 1,2 milhão de pessoas a mais nessa situação.

Ocupação aumenta nos Serviços domésticos e na Agricultura Apenas três entre os dez grupamentos de atividades pesquisados pela PNAD Contínua cresceram na ocupação no trimestre encerrado em janeiro. Houve aumento de 4,8% no número de ocupados dos Serviços domésticos, o que representa 228 mil pessoas a mais no mercado. Já o aumento do setor da Agricultura foi de 2,7%, ou mais 225 mil pessoas. No mesmo período, cerca de 313 mil pessoas passaram a trabalhar no setor de Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas, que teve a sua ocupação aumentada em 3,1%. Os números dos demais grupamentos ficaram estáveis.

Menos atingidas - “A Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura foi uma das atividades menos atingidas pela pandemia. Esse resultado pode estar associado à mecanização da produção em larga escala. Além disso, é uma atividade desenvolvida principalmente fora da área urbana, não sendo tão impactada pelas medidas de isolamento social para o controle da pandemia, uma vez que não há grandes concentrações de trabalhadores, como ocorre nos serviços e no comércio”, explica Beringuy.

Queda - Na comparação com o mesmo período do ano anterior, houve queda de 2 milhões de pessoas no contingente de ocupados do Comércio (-11%), de 1,6 milhão em Alojamento e alimentação (-28,1%), de 1,3 milhão na Indústria (-10,3%), de 1,3 milhão em Serviços Domésticos (-20,8%), de 938 mil em Outros Serviços (-18,4%), de 702 mil em Transportes (-14,1%) e de 693 mil na Construção (-10,2%).

Massa de rendimento fica estável - A massa de rendimento real habitual ficou estável na comparação com o trimestre anterior, sendo estimada em R$ 211,4 bilhões de reais. Já na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, a queda de 6,9% representa uma redução de R$ 15,7 bilhões.

Queda - O rendimento médio habitualmente recebido caiu 2,9% frente ao trimestre encerrado em outubro de 2020 e foi estimado em R$ 2.521. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, houve estabilidade.

Monitoramento - A PNAD Contínua é o principal instrumento para monitoramento da força de trabalho no país. A amostra da pesquisa por trimestre no Brasil corresponde a 211 mil domicílios pesquisados. Cerca de dois mil entrevistadores trabalham na pesquisa, em 26 Estados e Distrito Federal, integrados à rede de coleta de 564 agências do IBGE.

Coleta de informações - Em função da pandemia de Covid-19, o IBGE implementou a coleta de informações da pesquisa por telefone desde 17 de março de 2020. É possível confirmar a identidade do entrevistador no site Respondendo ao IBGE ou via Central de atendimento (0800 721 8181), conferindo a matrícula, RG ou CPF do entrevistador, dados que podem ser solicitados pelo informante. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Rovena Rosa / Agência Brasil

 

pnad 31 03 2021

 

ECONOMIA I: Ipea projeta crescimento de 3% do PIB em 2021

economia I 31 03 2021Após uma recuperação de certo modo surpreendente da economia brasileira em 2020, dado o contexto da pandemia de Covid-19, o escopo para a política econômica se contrapor aos efeitos do recente agravamento da crise sanitária neste ano ficou mais restrito. Esse cenário levou o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) a projetar em 3% o crescimento do produto interno bruto (PIB) em 2021, com queda estimada de 0,5% no primeiro trimestre do ano, na comparação com ajuste sazonal.

Ajustes nas contas públicas - Além do impacto da pandemia e do endurecimento das medidas de isolamento social por parte de governos estaduais e municipais sobre o ritmo da economia, as previsões para 2021 também levam em conta as incertezas quanto à capacidade de se promover os ajustes nas contas públicas necessários para uma trajetória fiscal equilibrada. Outro fator de risco é a aceleração inflacionária, refletindo a alta nos preços administrados acima do esperado no início deste ano e a desvalorização cambial, com impactos principalmente nos preços dos alimentos e dos bens industriais.

Segundo semestre - A análise da conjuntura econômica brasileira divulgada nesta terça-feira (30/03) pelo Ipea aponta que o segundo semestre do ano deve ser marcado pela retomada do crescimento do PIB e pelo aumento da confiança de consumidores e empresários a partir do avanço da cobertura vacinal contra a Covid-19. As hipóteses cruciais desse cenário são que as questões associadas à pandemia já estejam sob controle e que seja possível conter as atuais incertezas fiscais. A questão fiscal, aliás, é analisada em detalhe numa perspectiva de curto e longo prazos a partir da discussão do Orçamento para 2021 e da EC 109, ambos recém-aprovados pelo Congresso.

2022 - Para 2022, a projeção é de crescimento de 2,8% do PIB, em um cenário de manutenção da retomada da atividade econômica esperada para o segundo semestre deste ano. Embora o crescimento projetado para 2022 seja um pouco menor que o de 2021, o esforço de crescimento ao longo de 2022 seria maior, pois a base de comparação (o PIB de 2021) é significativamente maior.

Preço das commodities - O documento contempla uma análise do efeito do preço das commodities sobre a atividade econômica. No Brasil, o peso das commodities no total das exportações no último ano foi de 65%, e a participação no PIB de 12%. Os dados mostram que o aumento do preço das commodities e o crescimento do PIB seguem um padrão muito similar. Sendo assim, espera-se que a atual trajetória de alta dos preços internacionais das commodities contribua positivamente para a retomada da economia brasileira.

Inflação - Ao mesmo tempo que contribuem positivamente para a atividade econômica, a alta das commodities pressionam a inflação. A estimativa do Ipea para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2021 é de 4,6% de variação. O resultado considera as surpresas inflacionárias adversas no início do ano, especialmente para os preços administrados, bem como o recente período de seca nas principais regiões produtoras de carne e leite. Para 2022, no contexto de uma política monetária mais apertada e sob a hipótese de que as atuais incertezas fiscais sejam controladas, o IPCA deve variar 3,4%.

Indicadores mensais - Os pesquisadores também divulgaram uma nota com os indicadores mensais da atividade econômica, cujo desempenho aponta para acomodação no ritmo de crescimento da economia no primeiro trimestre de 2021. O Grupo de Conjuntura do Ipea estima, para fevereiro deste ano, crescimento nulo na produção industrial, avanço de 0,8% para as vendas no varejo e alta de 0,6% no setor de serviços. (Assessoria de Imprensa do Ipea)

FOTO: Pixabay

Acesse a Visão Geral da Carta de Conjuntura

Acesse a nota de conjuntura sobre atividade econômica

  

ECONOMIA II: Déficit primário em fevereiro cai em relação ao do ano passado

O aumento da arrecadação e o atraso na aprovação do Orçamento deste ano ajudaram o governo a registrar déficit primário menor em fevereiro. No mês passado, o Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) teve déficit de R$ 21,217 bilhões, contra resultado negativo de R$ 25,858 bilhões no mesmo mês de 2020, divulgou nesta terça-feira (30/03) o Tesouro Nacional.

Inflação - Considerando a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o déficit em fevereiro caiu 22% na comparação com fevereiro do ano passado. O resultado veio melhor que a estimativa do mercado. Segundo o Prisma Fiscal, pesquisa divulgada todo mês pelo Ministério da Economia, as instituições financeiras previam que as contas do Governo Central obteriam resultado negativo de R$ 27,6 bilhões no mês passado.

Superávit primário - Apesar do déficit em fevereiro, o Governo Central acumula superávit primário de R$ 22,356 bilhões nos dois primeiros meses do ano. Isso porque janeiro tinha registrado resultado positivo de R$ 43,219 bilhões. O Orçamento Geral da União deste ano estipula meta de déficit primário de R$ 247,1 bilhões para o Governo Central em 2021.

Resultado negativo - O déficit primário representa o resultado negativo nas contas do governo desconsiderando os juros da dívida pública. Em relação ao primeiro bimestre do ano passado, o resultado indica melhora. Em janeiro e fevereiro de 2020, o Governo Central tinha registrado déficit primário de R$ 18,275 bilhões.

Receitas e despesas - Do lado das receitas, o resultado acumulado até fevereiro foi influenciado pelo crescimento de 2,3% acima da inflação em relação aos dois primeiros meses do ano passado. A principal influência do lado da arrecadação foi o aumento de 4,9% acima da inflação nas receitas administradas, refletindo a recuperação da atividade econômica no início do ano, antes do agravamento da pandemia de covid-19.

Despesas - Nos dois primeiros meses do ano, as despesas subiram apenas 1% acima da inflação. Segundo o Tesouro Nacional, a não aprovação do Orçamento e o corte temporário de um terço dos gastos discricionários (não obrigatórios) contribuíram para o crescimento menor que o previsto dos gastos no início do ano.

Congelamento dos salários - O congelamento dos salários dos servidores públicos até o fim de 2021, em virtude da pandemia de covid-19, também contribuiu para o baixo crescimento dos gastos federais. Nos dois primeiros meses do ano, as despesas com pessoal caíram 3,2% em relação ao mesmo período de 2020, considerando o IPCA.

Investimentos - Em contrapartida, os investimentos (obras e compras de equipamentos) iniciaram o ano em forte baixa por causa do atraso da aprovação do orçamento e do crescimento de outros gastos obrigatórios. Em janeiro e fevereiro, o Governo Central investiu R$ 1,825 bilhão, recuo de 55% descontada a inflação em relação aos R$ 4,052 bilhões registrados no mesmo período de 2020. (Agência Brasil)

ECONOMIA III: BC libera oficialmente transferências bancárias pelo WhatsApp

economia III 31 03 2021Horas depois de o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, anunciar que o órgão liberaria transações pelo WhatsApp, o BC autorizou oficialmente as transferências bancárias pelo aplicativo. A decisão foi anunciada na noite desta terça-feira (30/03) pela autoridade monetária.

Aprovada - A empresa Facebook Pagamentos do Brasil, dona do WhatsApp, foi aprovada como “iniciador de transações”. As operadoras Visa e Mastercard receberam autorizações de dois arranjos de pagamentos: transferência/depósito e operações pré-pagas, em que o cliente abastece uma carteira virtual com dinheiro para gastar mais tarde.

Operações - As operações só poderão ser feitas dentro do Brasil. Transações com o exterior estão vetadas. Os pagamentos de compras por meio da plataforma Facebook Pay, que haviam sido pedidos pelas operadoras, continuam sob análise e não foram incluídos na autorização.

Novas perspectivas - Em nota, o Banco Central informou que as autorizações “poderão abrir novas perspectivas de redução de custos para os usuários de serviços de pagamentos”. As transferências e as contas pré-pagas estarão disponíveis assim que o WhatsApp liberar a modalidade. Caberá ao próprio aplicativo definir as tarifas de transação.

Teste - Em junho do ano passado, o BC suspendeu o teste que o Facebook tinha começado a fazer no Brasil. Em parceria com as operadoras Visa e Mastercard, pessoas físicas e empresas poderiam usar a função pagamento dentro do aplicativo para transferirem dinheiro e fazerem pagamentos dentro do país e em reais. O BC, na época, interrompeu o serviço para verificar os riscos da nova tecnologia. (Agência Brasil)

FOTO: Antonbe / Pixabay

 

CÂMBIO: Dólar tem primeira queda depois de quatro altas seguidas

cambio 31 12 2021O dólar teve a primeira queda depois de quatro sessões seguidas de alta e a bolsa de valores voltou a superar os 116 mil pontos, encerrando no nível mais alto em 40 dias. Apesar da instabilidade no mercado internacional, o mercado financeiro repercutiu as mudanças de ministérios anunciadas na segunda-feira (29/03) à noite.

Cotação - O dólar comercial fechou esta terça-feira (30/03) vendido a R$ 5,762, com pequena queda de 0,08%. A divisa subiu pela manhã e caiu no início da tarde, chegando a R$ 5,72 na mínima do dia, por volta das 15h. Nas horas finais de negociação, porém, reduziu o ritmo de queda, em meio a notícias vindas do exterior.

Bolsa de valores - A bolsa de valores teve a quarta sessão seguida de ganhos. O índice Ibovespa, da B3, fechou esta terça aos 116.850 pontos, com alta de 1,24%. O indicador está no nível mais alto desde 19 de fevereiro.

Orçamento - A ida da deputada Flávia Arruda (PL-DF) para a Secretaria de Governo representa, na avaliação dos investidores, um sinal de que as negociações para corrigir o Orçamento de 2021 podem avançar, diminuindo as pressões sobre o teto de gastos neste ano. Nos últimos dias, o dólar subiu em meio a receios de que o corte de despesas obrigatórias em troca de emendas parlamentares seja revertido por créditos extraordinários, que estão fora do teto.

Pressões internacionais - As pressões internacionais, no entanto, não aliviaram o mercado financeiro. Os rendimentos dos títulos do Tesouro norte-americano de dez anos atingiram os níveis mais altos em 14 meses às vésperas de o presidente Joe Biden anunciar investimentos de US$ 3 trilhões a US$ 4 trilhões em infraestrutura. Taxas mais altas nos papéis do governo dos Estados Unidos, considerados os investimentos mais seguros do mundo, estimulam a fuga de capitais de países emergentes, como o Brasil, puxando para cima a cotação do dólar. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

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CAGED I: Brasil gera mais de 400 mil novos empregos formais em fevereiro

caged I 31 03 2021O Brasil gerou 401.639 novos postos de trabalho em fevereiro deste ano, resultado de 1.694.604 admissões e de 1.292.965 desligamentos de empregos com carteira assinada. O crescimento é o maior para o mês, de acordo com o ministro da Economia, Paulo Guedes.

Acima das expectativas - “Mais uma vez, o vigor da economia brasileira, a resiliência da economia brasileira surpreendendo as expectativas”, disse, durante coletiva virtual de divulgação do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). “São 400 mil novos empregos, recorde para o mês de fevereiro, é o que indica que estamos, definitivamente, no caminho certo do ponto de vista da recuperação da atividade econômica”, completou.

Intensificação de restrições - O mês de fevereiro, entretanto, não contempla o período de intensificação das restrições das atividades, impostas por diversos estados e municípios para o enfrentamento à nova onda de casos de covid-19. Nesse sentido, para Guedes, o foco do governo agora deve ser a vacinação em massa da população, “principalmente dos 40 milhões de brasileiros do mercado informal”, que é o grupo mais vulnerável que foi atendido pelo auxílio emergencial do governo federal.

Serviços - De acordo com o ministro, cerca de 10% das novas admissões, 173 mil vagas, foram no setor de serviços, que é o mais sensível também para a informalidade. “Nós precisamos vacinar em massa para que o brasileiro informal, os quase 40 milhões de invisíveis, não fique nessa escolha cruel entre sair [para trabalhar] e ser abatidos pelo vírus ou ficar em casa e ser abatido pela fome”, disse.

Vacinação - Com a intensificação da vacinação a partir do próximo mês, segundo ele, a população idosa estará praticamente toda vacinada, “o que significa que deve cair vertiginosamente a taxa de óbitos” por covid-19 e, então, “podemos pensar no retorno seguro ao trabalho, para que impacto [na economia] dessa vez seja menos profundo do que foi o baque em abril do ano passado”.

Formais - O estoque de empregos formais no país, que é a quantidade total de vínculos celetistas ativos, chegou a 40.022.748 vínculos, em fevereiro, o que representa uma variação de 1,01% em relação ao mês anterior. No acumulado de 2021, foi registrado saldo de 659.780 empregos, decorrente de 3.269.417 admissões e de 2.609.637 desligamentos.

Dados isolados - No mês passado, os dados apresentam saldo positivo no nível de emprego nos cinco grupamentos de atividades econômicas: serviços, com a criação de 173.547 postos, distribuído principalmente nas atividades de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas; indústria geral, que criou 93.621 novos empregos, concentrados na indústria de transformação; comércio, mais 68.051 postos de trabalho gerados; construção, saldo positivo de 43.469 postos; e agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, que registrou 23.055 novos trabalhadores.

Saldo positivo - Todas as regiões do país tiveram saldo positivo na geração de emprego, sendo que houve aumento de trabalho formais em 24 das 27 unidades da Federação. Os destaques são para São Paulo com a abertura de 128.505 postos, aumento de 1,04%; Minas Gerais que criou 51.939 novas vagas (1,25%); e Paraná, com saldo positivo de 41.616 postos (1,50%).

Saldo negativo - Os estados com saldo negativo de empregos em fevereiro são Amazonas, que teve o fechamento de 625 postos, queda de 0,15%, o primeiro estado a sofrer com a segunda onda da pandemia; Alagoas, com saldo negativo de 485 postos, diminuição de 0,14%; e Paraíba, que encerrou o mês menos 136 postos de trabalho formal, queda de 0,03%.

Território nacional - Para o conjunto do território nacional, o salário médio de admissão em fevereiro de 2021 foi de R$1.727,04. Comparado ao mês anterior, houve redução real de R$ 47,53 no salário médio de admissão, uma variação negativa de 2,68%.

Estatísticas completas - As estatísticas completas do Caged estão disponíveis na página do Ministério da Economia. Os dados também podem ser consultados no Painel de Informações do Novo Caged. (Agência Brasil)

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CAGED II: Com 41,6 mil empregos formais em fevereiro, Paraná lidera no Sul e é o 3º do País

caged II 31 03 2021O Paraná foi o estado da Região Sul e o terceiro do País que mais abriu postos de trabalho com carteira assinada em fevereiro. Foram 41.616 vagas, de acordo com os dados divulgados nesta terça-feira (30/03) pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), órgão ligado ao Ministério da Economia.

Saldo - O resultado é saldo de 146.014 admissões e 104.398 demissões e significa uma alta de 70% em relação ao obtido em janeiro, quando foram criadas 24.342 vagas no Estado. Já quando comparado com o mesmo período do ano passado, o acréscimo é de 68%.

Desempenho superior - No Brasil, apenas São Paulo (128.505 vagas) e Minas Gerais (51.939) apresentaram desempenho superior no mês passado. Em relação aos estados vizinhos, Santa Catarina finalizou fevereiro com saldo positivo de 33.994 admissões. Já o Rio Grande do Sul terminou com 29.587 contratações. Com isso, o Paraná se consolida também como terceiro principal polo gerador de empregos do País em 2021.

Expansão - “Um resultado extremamente positivo, que confirma a expansão da atividade econômica no Estado”, disse o governador Carlos Massa Ratinho Junior. “Mesmo diante de um momento tão delicado, com praticamente todas as atenções voltadas para o enfrentamento à pandemia, o Paraná se sobressai na geração de empregos e reforça a condição de ser uma das principais locomotivas do País”, afirmou.

Participação - O resultado paranaense representa 10,3% do total de empregos abertos pelo País em fevereiro (401.639). Sozinho, o saldo positivo do Paraná é superior também ao de três das quatro outras regiões brasileiras – Nordeste (40.864), Centro-Oeste (40.077) e Norte (12.337). Área mais populosa do País, o Sudeste abriu 203.213 vagas, enquanto os três estados do Sul colaboraram com 105.197 empregos.

Dois meses - Com as mais de 41 mil carteiras de trabalho assinadas em fevereiro de saldo, o Paraná se consolida também como o terceiro maior polo gerador de empregos do País em 2021. São, de acordo com o Caged, 66.763 em dois meses, já considerando as adequações feitas pelo órgão. Novamente, apenas São Paulo (203.774) e Minas Gerais (75.483) estão à frente.

Política social - “Emprego é a melhor política social que existe e o grande foco do nosso governo. É por meio do trabalho que o cidadão consegue ter uma vida digna, cuidar da família e se desenvolver. A nós governantes cabe o papel de ofertar as melhores condições possíveis para que os empresários invistam aqui e ajudem o Paraná a crescer ainda mais”, afirmou Ratinho Junior. “Emprego tem de ser a grande obsessão de quem administra um Estado”, acrescentou.

Continuidade - As vagas abertas neste ano dão continuidade ao desempenho positivo conquistado ao longo de 2020. O Paraná abriu 52.670 vagas de emprego no ano passado, mesmo em um ano marcado pela pandemia da Covid-19. Foi o segundo melhor resultado do País, com apenas 380 contratações a menos do que Santa Catarina. O Estado foi responsável por 36,9% do resultado nacional em 2020, que foi de 142.690 novas vagas.

Estratégia - Ratinho Junior destacou que os índices refletem a estratégia do Estado de valorizar a produção local, destravar os negócios e investir em obras estruturantes como foco da retomada da economia. “Buscamos facilitar o acesso ao crédito como forma de estimular o empreendedorismo, oferecendo um bom ambiente político para que o empresário possa investir no Paraná”, disse o governador.

Setores - Os setores que mais se destacaram em fevereiro no Paraná foram o de serviços com 17.819 postos, seguido pela indústria da transformação (9.090), comércio (8.302), construção (4.961), agricultura (1.123) e serviços industriais de utilidade pública (321).

Resultados positivos - “Todos os setores apresentaram resultados positivos ao longo de fevereiro, o que ajudou o Paraná a ter essa representatividade no País na geração de empregos”, disse Suelen Glinski, chefe do Departamento do Trabalho e Estímulo à Geração de Renda da Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho.

Municípios - Segundo o Caged, Curitiba liderou a geração de empregos no Paraná em fevereiro. Foram 13.061 novas vagas. Na sequência aparecem Maringá (1.895), Cascavel (1.570), Londrina (1.534) e São José dos Pinhais (1.424).

Caminho certo - "Os resultados do Caged comprovam que a gestão do Governo do Paraná está no caminho certo. As ações conjuntas do governador Ratinho Junior para atrair novas empresas e as atitudes proativas desenvolvidas pela nossa equipe na Secretaria da Justiça, Família e Trabalho, através das Agências do Trabalhador, estão dando resultado. O melhor de todos os programas sociais é a geração de emprego”, avaliou o secretário de Estado da Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost.

Nacional - O Brasil gerou 401.639 empregos em fevereiro, o melhor resultado para o mês em 30 anos. De acordo com o Caged foram contratados 1.694.604 trabalhadores formais e demitidos 1.292.965.

Destaque - O setor que mais se destacou no mês foi o de serviços, com a criação de 173.547 postos formais, seguido pela indústria geral, que abriu 93.621 vagas. Já o comércio fechou 68.051 vagas, enquanto houve um saldo de 43.469 contratações na construção civil em fevereiro. Na agropecuária, foram criadas 23.055 vagas no mês. (Agência Brasil)

FOTO: Geraldo Bubniak / AEN

 

SAÚDE I: Brasil tem 3.780 mortes registradas em 24 horas

O Brasil bateu novo recorde de mortes por covid-19 registradas em 24 horas: 3.780. Com essa nova triste marca, superou o maior resultado anterior, do dia 26 de março, quando foram confirmadas 3.650 vidas perdidas para a doença.

Roraima - O total não considerou os dados do estado de Roraima, que não foram incluídos no balanço diário do Ministério da Saúde desta terça-feira (30/03).

Vidas perdidas - Com os novos números, a soma de vidas perdidas para doença subiu para 317.646. Ainda há 3.580 mortes em investigação por equipes de saúde. Isso porque há casos em que o diagnóstico sobre a causa do óbito só sai após o óbito do paciente.

Infectadas - Já o total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus desde o início da pandemia chegou a 12.658.109. Entre segunda e terça-feira (29 e 30/03), foram confirmados 84.494 novos diagnósticos.

Recuperadas - O número de pessoas recuperadas foi a 11.074.483. Já a quantidade de pacientes com casos ativos, em acompanhamento por equipes de saúde, ficou em 1.285.980.

Estados - O ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (73.492), Rio de Janeiro (36.432), Minas Gerais (23.915), Rio Grande do Sul (19.432) e Paraná (16.521). Já as Unidades da Federação com menos óbitos são Acre (1.253), Amapá (1.292), Roraima (1.320), dados referentes a ontem, Tocantins (2.007) e Sergipe (3.478).

Vacinação - Até o início da noite desta terça-feira, haviam sido distribuídas 34,9 milhões de doses de vacinas. Deste total, foram aplicadas 18,1 milhões de doses, sendo 14 milhões da 1ª dose e 4,1 milhões da 2ª dose. (Agência Brasil)

 

saude I tabela 31 03 2021

SAÚDE II: Secretaria divulga mais 3.283 casos e 232 mortes por Covid-19

saude II 31 03 2021 A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta terça-feira (30/03) mais 3.283 casos confirmados e 232 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os dados acumulados do monitoramento mostram que o Paraná soma 837.669 diagnósticos e 16.404 óbitos pela doença desde o início da pandemia. Há ajustes ao final do texto.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta terça-feira são de março (3.150), fevereiro (18) e janeiro (17) de 2021 e dos seguintes meses de 2020: maio (1), junho (2), julho (4), agosto (3), setembro (38), outubro (8), novembro (4) e dezembro (38).

Vacina- A Secretaria da Saúde possui um vacinômetro atualizado em tempo real à medida que os municípios inserem o número de doses aplicadas no sistema.

Internados - O boletim relata que 2.916 pessoas com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internadas. São 2.256 em leitos SUS (929 em UTI e 1.327 em enfermaria) e 660 em leitos da rede particular (317 em UTI e 343 em enfermaria).

Exames - Há outros 2.838 pacientes internados, 983 em leitos UTI e 1.855 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão na rede pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A secretaria estadual da Saúde informa a morte de mais 232 pacientes. São 108 mulheres e 124 homens, com idades que variam de 22 a 101 anos. Os óbitos ocorreram de 31 de janeiro a 30 de março de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Ponta Grossa (27), Londrina (18), Maringá (15), Cascavel (11), Curitiba (11), Foz do Iguaçu (9), Campo Largo (8), Paranaguá (8), Paranavaí (7), Pinhais (7), Astorga (5), Palmas (5), São José dos Pinhais (5), Toledo (4), Guarapuava (3), Mandaguari (3), Mandirituba (3), Marialva (3), Matinhos (3), Prudentópolis (3), Cambará (2), Candói (2), Carambeí (2), Castro (2), Cianorte (2), Colorado (2), Cornélio Procópio (2), Guaratuba (2), Kaloré (2), Palmeira (2), Palotina (2), Quitandinha (2), Sarandi (2), Tijucas do Sul (2), Tuneiras do Oeste (2) e Wenceslau Braz (2).

Uma morte - A Secretaria da Saúde registra, ainda, a morte de uma pessoa em cada um desses municípios: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Alto Paraná, Antônio Olinto, Bandeirantes, Boa Vista da Aparecida, Bom Sucesso, Cafelândia, Cambé, Campo Mourão, Capitão Leônidas Marques, Cidade Gaúcha, Clevelândia, Corbélia, Coronel Vivida, Francisco Beltrão, Iguatu, Imbituva, Itambaracá, Jandaia Do Sul, Jardim Alegre, Leópolis, Lidianópolis, Manoel Ribas, Marechal Cândido Rondon, Marilândia do Sul, Marmeleiro, Nova América da Colina, Nova Tebas, Paiçandu, Palmital, Pirai do Sul, Pitanga, Pontal do Paraná, Porto Amazonas, Rio Negro, Santa Cecilia do Pavão, Santa Maria do Oeste, São João, São Sebastião da Amoreira, Tupãssi e Umuarama.

Fora do Paraná - O monitoramento da Saúde registra 5.377 casos de residentes de fora, sendo 117 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando AQUI.

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Paraná já vacinou 82% da população acima de 70 anos

 

SAÚDE III: Novo estudo confirma circulação da variante amazônica no Paraná

saude III 31 03 2021Um estudo realizado a partir de 80 amostras coletadas na segunda semana de março no Paraná apontou que 46,2% delas correspondem à linhagem P.1, variante amazônica que circula desde o ano passado no País. De acordo com esse relatório, que contempla um universo reduzido, ela é predominante entre nove variantes identificadas no Estado.

Análise - A análise da Rede Genômica Fiocruz foi coordenada pela Secretaria de Estado da Saúde em conjunto com o Instituto Carlos Chagas (Fiocruz Paraná) e a Universidade Federal do Paraná (UFPR), com supervisão do Laboratório Central do Estado (Lacen/PR). Os dados foram divulgados nesta terça-feira (30/03) e ajudam a comprovar a circulação de mais linhagens do vírus SARS-CoV-2 no Estado

Circulação efetiva - “Embora o número de amostras seja pequeno, este recorte de testagem demonstra a efetiva circulação da variante brasileira P.1, que já está em transmissão comunitária”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Aumento da contaminação - Ele destacou que o estudo corrobora um aumento na contaminação nos últimos dias. "Quase metade dos testes RT-PCR realizados no Paraná tem resultados positivos hoje em dia, ou seja, mais pessoas estão se infectando e grande parte delas pode estar com a variante P.1, que é mais agressiva do que a doença que conhecemos no ano passado”, acrescentou.

Estudo - Para a seleção das amostras, foram definidos grupos dentro de cada Macrorregional de Saúde do Estado (Norte, Noroeste, Oeste e Leste), contemplando o Paraná como um todo. Foi feita uma seleção de amostras em dois grupos e um sorteio aleatório em cada Macro, o que resultou em 80 amostras viáveis para sequenciamento genético.

Linhagens mais frequentes - Nessas 80, de acordo com o estudo, as linhagens mais frequentes foram a P.1, com 46,2%; B.1.1.28 com 28,8%; e P.2, com 11,2%. Além disso foram identificadas variantes do Reino Unido (B.1.1.7), entre outras cinco.

Outro estudo - O estudo corrobora outro que já havia sido feito, com o processamento das amostras realizado pela Fiocruz, no Rio de Janeiro. Na ocasião, 70% das 216 amostras de RT-PCR com grande carga viral enviadas para a instituição estiveram relacionadas à variante P.1. Desta vez, as amostras foram analisadas no Paraná, com a parceria da UFPR.

Novas coletas - A previsão é de que novas coletas sejam verificadas nos próximos dias. “Pretendemos trabalhar com este quantitativo de até 100 amostras nos próximos três ou quatro relatórios, além de reduzir a janela de dias entre as amostras analisadas. Neste estudo específico os testes analisados foram escolhidos em um período de três dias”, destacou o diretor da Fiocruz Paraná, Bruno Dallagiovanna. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Geraldo Bubniak/AEN

 

SAÚDE IV: Registradas mais 5 mortes por dengue no Paraná

saude IV 31 03 2021Informe semanal da dengue divulgado nesta terça-feira (30/03) pela Secretaria da Saúde totaliza 5.540 casos confirmados da doença desde o início do período, em agosto de 2020. São 1.023 casos a mais que a semana anterior, que somava 4.517 confirmações.

Novos óbitos - O Informe registra cinco novos óbitos provocados pela dengue. Os casos ocorreram entre 25 de janeiro a 9 de março de 2021.

Londrina - Duas mortes foram em Londrina: um homem de 69 anos, que apresentava comorbidade, hipertensão arterial e insuficiência renal crônica; e uma jovem de 19 anos, sem doenças pré-existentes.

Outros municípios - Os outros óbitos foram registrados em Maringá (mulher de 89 anos, com quadro associado de hipertensão), Paranavaí (homem, de 46 anos, com hipertensão e obesidade) e em Paraíso do Norte (mulher de 20 anos, que estava no puerpério).

Período epidemiológico - De acordo com o balanço, 14 pessoas morreram por dengue no período epidemiológico.

Alerta - “O Governo do Estado segue em alerta para a dengue; o vírus está circulando, temos casos confirmados em 231 municípios paranaenses e pedimos que a população nos apoie neste enfrentamento, pois os focos e criadouros do mosquito estão concentrados nos domicílios”, disse o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.

Criadouros - “É preciso verificar e eliminar pontos que acumulem água. Insistimos na recomendação: vamos remover os criadouros, cobrindo caixas d´água, baldes e reservatórios que ficam destampados nos quintais, além de outros cuidados como evitar os pratinhos com água nos vasos de plantas. A dengue é grave e causa mortes como confirmamos em nossos registros e monitoramento semanal”, afirmou.

Informe - Vinte e dois municípios apresentam casos de dengue com sinais de alarme e dois municípios passaram a constar da relação neste informe, Colombo e Sengés. Onze municípios apresentam casos de dengue grave: Londrina entrou para a lista nesta semana. O Informe registra 45.798 notificações para a dengue distribuídas em 350 municípios. (Agência de Notícias do Paraná)

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