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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5047 | 12 de Abril de 2021

GETEC: Informe nº 17 apresenta expectativas de mercado sobre indicadores econômicos

getec destaque 12 04 2021A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulgou, nesta segunda-feira (12/04), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central (BC), levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2021, 2022 e 2023.

Clique aqui para conferir o Informe Expectativas de Mercado Semanal

 

IMPOSTO DE RENDA: Receita Federal prorroga o prazo de entrega da declaração de pessoa física para 31 de maio

imposto renda 12 04 2021Foi publicada, na edição desta segunda-feira (12/04) do Diário Oficial da União (DOU), a Instrução Normativa nº 2.020, da Receita Federal do Brasil (RFB), prorrogando a entrega da Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda Pessoa Física referente ao exercício 2021, ano calendário 2020, para 31 de maio de 2021. “Havia um pedido de prorrogação para 31 de julho, mas a RFB concedeu apenas mais um mês em relação ao prazo original, que era de 30 de abril,” afirma o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sistema Ocepar, Devair Mem.

Clique aqui para conferir na íntegra a IN RFB nº 2.020

 

AGRÁRIA: Cooperativa usa o bom humor para prestar orientações sobre a Covid-19

agraria 12 04 2021Na noite de quinta-feira (08/04), a Cooperativa Agrária promoveu um momento de informação e descontração para seus cooperados, colaboradores e suas famílias. Em uma live transmitida em seu canal no Youtube, a médica do trabalho Ester Xavier passou orientações sobre o combate à Covid-19. Ela estava acompanhada por Juca Bala, famoso personagem do rádio paranaense.

Perguntas - Por quase duas horas, doutora Ester e Juca responderam às perguntas do público sobre questões de higiene e segurança, tratamentos, e vacinação contra à Covid-19. Tudo com muito bom humor. De acordo com a médica, a ideia era abordar o assunto de uma maneira leve e didática. “Nunca vivemos uma pandemia com tanta intensidade, então nosso objetivo, além de divulgar conteúdo confiável, era trazer um pouco de alento às pessoas. Queríamos mostrar de uma forma lúdica que, apesar da doença ser grave, podemos viver sem nos contaminarmos, lembrando do uso do álcool 70%, das máscaras e respeitado o distanciamento social”, explicou.

Medidas - Desde março de 2020, quando os primeiros casos da doença surgiram na região, a Agrária já tomou inúmeras medidas de combate ao coronavírus, seguindo todas as orientações das autoridades sanitárias e de saúde. “Sempre nos colocamos à disposição, visitando as áreas para esclarecer dúvidas. Por isso, ficamos até surpresos com o número de questões que foram enviadas durante a live. Mas, entendemos que com o aumento no número de casos nos últimos meses as pessoas viram a doença mais próxima do seu dia a dia, o que explica essa busca por informação”, afirmou Narjara Coelho Dittert, coordenadora do setor de Saúde, Segurança e Meio Ambiente da Agrária.

Singular - Para o comunicador Anderson Magatão, que dá vida a Juca Bala, a oportunidade de usar o humor para levar conscientização às pessoas é algo muito singular, especialmente no momento que a sociedade passa. “É um prazer poder tirar uma onda, que é o que eu gosto, e ao mesmo tempo falar de um assunto tão importante para todos nós. Parabenizo a Agrária pela iniciativa e pelo olhar humanizado que ela tem para os seus colaboradores”, disse.

Acesso - Quem não conseguiu acompanhar a live e tem interesse em assisti-la pode acessar o canal da Cooperativa Agrária Agroindustrial no Youtube. (Imprensa Agrária)

 

COCAMAR: Chega ao fim a 6ª edição do Rally de Produtividade

Depois de percorridos quase 8 mil quilômetros com a realização de 45 viagens e visitados 95 produtores e famílias que são consideradas referências no agronegócio dos estados do Paraná e São Paulo, chega ao fim a edição 2020/21 do Rally Cocamar de Produtividade.

Temas - Realizada há seis anos consecutivos, acompanhando desde o pré-plantio à colheita de soja, a iniciativa aborda temas como manejo de solo (sustentabilidade), tecnologias para o incremento da produtividade, integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), gestão familiar (incluindo a inserção dos jovens na atividade) e a participação feminina.

Desafio - De acordo com a organização do Rally, o principal desafio no ciclo 2020/21 foi a pandemia, obrigando a reprogramar viagens, alterar planos, trabalhar com muitas restrições. Mas deu tudo certo. Em todos os lugares, a equipe foi bem recebida e encontrou produtores determinados, cumprindo o papel de produzir alimentos para o país e o mundo.

Serviço - O presidente executivo da Cocamar, Divanir Higino, disse que “o Rally presta enorme serviço ao agro brasileiro”, agradecendo pela “imensa e profícua parceria” – o projeto é patrocinado por várias empresas fornecedoras da cooperativa.

O melhor - “Como sempre é emocionante ver mais um ciclo do Rally sendo encerrado. Sem dúvida foi o melhor de todos”, citou o gerente de vendas diretas da Zacarias Chevrolet, Alex Antônio da Silva. A confortável caminhonete S-10 modelo 2020/21 utilizada pela equipe é cedida pela tradicional concessionária de Maringá.

Princípio - “Nós da Sicredi União PR/SP temos muito orgulho em participar desse projeto tão importante para o agronegócio. Está totalmente de acordo com 5º princípio do cooperativismo, que é levar educação, formação e informação para a sociedade”, afirmou o gerente de agronegócio da cooperativa de crédito, Vítor Pasquini.

Satisfação - Visitado pelo Rally na propriedade da família em Querência do Norte (PR), o produtor Valdomiro Peres Júnior, morador em Terra Boa (PR), expressou-se: “Muito grato e muito satisfeito com a presença de vocês e as informações trazidas para todos os agricultores que lutam sempre para um Brasil melhor. “Quero aqui externar meus agradecimentos a toda a equipe que viajou numa época tão difícil”.

Na televisão - Foram 27 semanas consecutivas de viagens, desde o final de setembro/20 ao início de abril/21 e parte das atividades do Rally foi apresentada aos domingos durante o programa RIC Rural, exibido a partir das 9h para todo o estado do Paraná.

Sustentável - “Nos sentimos honrados pela confiança em dar ao RIC Rural a responsabilidade de mostrar à comunidade paranaense e a outros países, através da Record internacional, o que os campos do Paraná e interior e São Paulo têm feito para produzir e levar alimentos à população de forma sustentável, preservando e respeitando o meio ambiente e, de quebra, mostrando porque somos os melhores nesse assunto”, afirmou o jornalista Sérgio Mendes. Ele e o cinegrafista Renato Pesarini acompanharam 24 das 45 viagens do Rally.  

Patrocinadores - Em sua sexta edição, o Rally Cocamar de Produtividade acompanha o ciclo da soja do pré-plantio à colheita e tem como patrocinadores: Basf, Fertilizantes Viridian, Fairfax do Brasil Seguros Corporativos, Sicredi União PR/SP e Zacarias Chevrolet (principais), Cocamar Máquinas, Texaco Lubrificantes, Cocamar Irrigação, Estratégia Ambiental, Zoetis e Nutrição Animal Cocamar (institucionais). A realização conta com o apoio da Aprosoja/PR, Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb) e Cooperativa Unicampo. (Imprensa Cocamar)

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CAPAL: Atenção a princípios básicos é fundamental para boas produtividades na pecuária leiteira

capal 12 04 2021O sistema de produção de leite na Capal é bastante diversificado. Hoje, são mais de 1.200 produtores em sistema de pastejo, semiconfinamento e confinamento, de diferentes tamanhos.

Princípios básicos - No entanto, há alguns princípios básicos que podem ser seguidos por todos os produtores, de modo a melhorar os índices de produtividade e qualidade. Esse é o tema abordado com o médico veterinário Rodrigo Navarro, da equipe de assistência técnica da Capal, no episódio mais recente do TecTalk, o podcast da cooperativa no Spotify ou YouTube.

Entusiasmo - Ele ressalta o entusiasmo que é característico dos produtores de leite e os leva a buscar evolução constante na atividade. “O produtor tem uma paixão pelos animais e uma afinidade com a atividade, então ele vê que a cada ano precisa investir mais na propriedade, seja em genética, em ambiência, estrutura”, comenta Rodrigo. O desenvolvimento contínuo é resultado da ampliação nos conceitos que fundamentam a pecuária leiteira. O veterinário explica que nutrição, genética e sanidade são consideradas os fundamentos da atividade.

Bom desempenho - Porém, com o passar do tempo, percebeu-se que a ambiência, a gestão de pessoas e processos e o controle financeiro também são necessários para um bom desempenho. No entanto, apesar da expansão desses conceitos, é valido dar uma atenção especial aos princípios básicos pois, quando bem executados, contribuem muito para o sucesso na atividade. O primeiro ponto que merece cuidado é a nutrição. “A alimentação do rebanho representa acima de 50% do custo de produção. O produtor tem que se ater à qualidade da forragem, que é o alimento mais barato que pode existir na fazenda e é extremamente importante”, ressalta Rodrigo. Durante o podcast, ele explica também sobre o uso de concentrados e aditivos na dieta animal.

Manejo nutricional - Além da dieta em si, o manejo nutricional também reflete em boas produtividades. O horário de trato dos animais, por exemplo, deve ser adequado. “O principal recado em relação a manejo alimentar é fazer a vaca comer, seja pasto, semiconfinado ou confinado. O leite é produzido através da comida que é ingerida, então é importante que a vaca esteja comendo bem”, pontua.

Criação de bezerras - Aliado ao manejo nutricional, o manejo reprodutivo foi um dos assuntos da conversa, que tratou também sobre criação de bezerras, abordando pontos como colostragem, consumo de feno e de concentrados. Outro investimento que vale a pena ser feito, na busca por bons índices de produtividade é o bem-estar animal. "Certamente, o conforto é um dos melhores investimentos que o produtor faz na fazenda", afirma Rodrigo. Ele conta que vários estudos mostram a relação entre produtividade e o conforto térmico proporcionado em diferentes estágios (vacas secas, pré-parto e lactação). (Imprensa Capal)

Procure por TecTalk – o podcast da Capal no Spotify ou YouTube!

 

SICREDI PARQUE DAS ARAUCÁRIAS: União faz a Vida será aplicado em escolas públicas de Pato Branco

A Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP firmou recentemente uma parceria com o município de Pato Branco (PR) para a realização do projeto A União Faz a Vida, principal iniciativa de responsabilidade social do Sicredi. A parceria prevê a aplicação do projeto nos CMEIS Irmã Dulce, La Salle e Eliza Padoan, beneficiando mais de 300 estudantes.

Primeira vez - Esta é a primeira vez que o projeto será aplicado na rede municipal de ensino. Em Pato Branco, o União Faz a Vida já é realizado no Colégio Sesi, por meio de uma parceria com a Central PR/SP/RJ, que viabiliza a promoção do projeto em mais de 40 colégios Sesi no Paraná.

Formação - Por meio da parceria com o município de Pato Branco, a cooperativa financia a formação de professores na metodologia do programa, que em linhas gerais se dedica a promover a formação de cidadãos cooperativos.

Aplicação - Em 2021, o programa A União Faz a Vida deverá ser aplicado em 40 escolas nos municípios de Mariópolis (PR); Mangueirinha (PR); Galvão (SC); Pato Branco (PR); Treze Tílias (SC); Palmas (PR); Batatais (SP); Honório Serpa (PR) e Coronel Vivida (PR), envolvendo 493 professores e beneficiando 5989 alunos. (Imprensa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP)

FOTO: Rodinei Santos / PMPB

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VBP: Valor da Produção Agropecuária de 2021 deve ser 12,4% maior que o do ano passado

vbp 12 04 2021A projeção do Valor da Produção Agropecuária (VBP) deste ano aumentou, em valores reais, 12,4% em relação ao de 2020, que somou R$ 940,9 bilhões. O valor absoluto previsto é de R$ 1,057 trilhão, o maior já obtido desde 1989.

Lavouras - As lavouras representam R$ 727,7 bilhões, e a pecuária, R$ 330,1 bilhões. O crescimento real deve chegar a 16,1% nas lavouras e 5,1% na pecuária, conforme levantamento da Coordenação-Geral de Avaliação de Política e Informação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Soja e milho- "Nos últimos três anos, soja e milho têm apresentado recordes sucessivos de faturamento. A soma dessas duas atividades resultou num valor 65,4% do VBP das lavouras. Em valores absolutos, a soja apresenta uma estimativa de R$ 345,9 bilhões e o milho, R$ 129,9 bilhões. A demanda interna e o comportamento dos mercados, dos Estados Unidos e da China, têm sido os principais responsáveis por esse crescimento", diz o departamento.

Pecuária - Na pecuária, o bom desempenho é dos setores de bovino, frango e leite, que correspondem a 86,2% do valor gerado. Carne bovina representa 45,0% do valor da pecuária, acompanhada por carne de frango e leite.

Outro grupo - Outro grupo de produtos com boas estimativas de crescimento do VBP são: algodão, arroz, laranja, trigo e uva. Em menor destaque, mas também com projeção de resultado superior ao de 2020, estão amendoim, feijão e cana-de-açúcar.

Baixa estimativa - Já entre os produtos com baixa estimativa estão banana, batata inglesa, tomate e café. Os três primeiros tiveram reduções do VBP devido aos menores preços, e o café sofreu redução de produção por causa de secas sofridas no ano passado.

Preços superiores - No grupo de 25 produtos analisados no levantamento, 16 apresentam preços recebidos superiores aos do ano passado. Pode-se dizer que, em geral, os produtores têm um ambiente de preços melhor neste ano.

Unidade da Federação - A classificação do VBP por Unidade da Federação é: Mato Grosso, Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Goiás. Essas unidades federativas representam 71,2% do VBP total. (Mapa)

>> Nota VBP

>> VBP Brasil

>> VBP Regional

>> VBP Resumo 

 

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FOTO: Arquivo CNH

 

 

 

 

 

 

SEAB/DERAL: Boletim Agropecuário destaca início da colheita do feijão no Paraná

seab deral 12 04 2021A semana passada foi marcada pelo começo da colheita do feijão da segunda safra no Paraná. Se o clima colaborar, a produção pode atingir 491,2 mil toneladas, volume 83% superior ao da safra passada. A área, estimada em 251,2 mil hectares, é 12% superior. Os dados são do Boletim de Conjuntura Agropecuária elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, referente à semana de 2 a 9 de abril.

Primeiras áreas - As primeiras áreas colhidas estão na região de Cornélio Procópio (Norte), e a expectativa é de que o trabalho finalize em junho. De maneira geral, 35% das lavouras estão na fase de desenvolvimento vegetativo, 35% em fase de floração, 27% em frutificação e 2% em maturação.

Boa evolução - O Deral avalia que as lavouras estão evoluindo bem, e 80% da área se encontra em boas condições, 17% em condições médias e 3% em condições consideradas ruins. Conforme dados do Departamento, no mês de março os agricultores receberam, em média, R$ 282,98 pela saca de 60 kg do feijão cores e R$ 285,84 pelo feijão preto. Os preços da leguminosa no mercado seguem firmes nos últimos meses.

Estratégica - A safra paranaense é estratégica para o abastecimento do mercado brasileiro. Estima-se que 34% do total nacional tenha origem no Estado.

Grãos - Nesta semana, também foi encerrado o plantio da segunda safra de milho do ciclo 2020/21, com área estimada em 2,4 milhões de hectares. Do total, 92% apresenta boas condições, enquanto 7% tem condições medianas e 1% está em situação ruim.

Colheita - A colheita da soja atingiu 95% da área cultivada. O clima das últimas semanas tem beneficiado os trabalhos de colheita e permitiu que os produtores acelerassem a retirada do produto do campo. Das poucas áreas ainda a colher, 86% estão em condições consideradas boas e 14% em condições medianas.

Trigo - Quanto ao trigo, a produção deve superar 3,7 milhões de toneladas, mas a estimativa pode ser reajustada para baixo conforme as condições climáticas.

Batata - O cultivo da batata na segunda safra tem área estimada em 12,2 mil hectares, 2% superior ao ano anterior, e um volume esperado de 345,9 mil toneladas, crescimento de 17% em relação à safra passada. Cerca de 93% da área foi plantada e 16% está colhida. Aproximadamente 95% da área total se encontra em boas condições e 5% em condições médias. O preço médio recebido em março pela saca de 50 kg foi de R$ 68,65, valor que representa redução de 16% em relação ao mês anterior.

Pecuária - O Deral também analisou os índices de preços e exportação e importação das carnes ovina e caprina. A carne ovina registrou alta no varejo neste mês na comparação com março do ano passado. Por outro lado, o ovinocultor não teve a remuneração condizente com seus custos nem acréscimo no preço dos seus animais. Com aumento de 18,67%, a cotação do cordeiro vivo no Paraná encerrou o mês de março a R$ 10,68/kg segundo o Cepea, atenuando a queda de fevereiro.

Outras culturas - O Boletim traz ainda informações sobre o kiwi, que ocupa, em média, 200 hectares no Paraná. Em 2019, a produção foi de 1,9 mil toneladas, e o Valor Bruto da Produção soma R$ 8,5 milhões. No ano passado, as Ceasas do Paraná comercializaram 889 toneladas de kiwi a um preço médio de R$ 11,00/kg.

Mandioca - Com relação à mandioca, a redução das chuvas foi benéfica aos trabalhos de colheita, porém a constante queda nos preços não permitiu grandes avanços. Também contribuiu para o menor ritmo da colheita a preferência dos produtores em concentrar o maior tempo possível nos plantios de milho, feijão e soja.

Ovos - Os dados de 2020 sobre a produção de ovos mostram que o Paraná subiu para a segunda colocação no ranking nacional, com 360,64 milhões de dúzias produzidas, 3,3% a mais que em igual período de 2019. O estado de São Paulo lidera a produção, com 1,14 bilhões de dúzias. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o Boletim Agropecuário da semana.

FOTO: Gilson Abreu / AEN

 

MAPA: Fatores nacionais para emissão e remoção de gases de efeito estufa na agropecuária estão em coletânea inédita

Você sabia que ostras e mexilhões contribuem ambientalmente com o armazenamento de carbono em suas conchas? Ao sequestrar um dos gases causadores do efeito estufa da atmosfera, a malacocultura - produção de ostras, mexilhões e vieiras -, se enquadra como um sistema sustentável já que também não impacta no balanço natural com a emissão desses gases. Assim, contribui para a segurança alimentar e o desenvolvimento econômico nacional, podendo atender às crescentes demandas por proteína animal.

Pesquisas - Essas informações fazem parte de uma das pesquisas lançadas, na sexta-feira (09/04), pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) sobre os fatores de emissão e remoção de gases de efeito estufa (GEE) na pecuária e agricultura nacionais. Em formato de coletânea, cerca de 400 pesquisadores apresentam indicadores, muitos inéditos, que levam em consideração a forma de cultivo, os diversos biomas brasileiros dentre outros fatores capazes de mostrar a realidade dos sistemas produtivos do País.

Coletâneas - “Em um ano tão importante como 2021 para o clima, lançamos essas Coletâneas tão importantes. Ampliamos a disponibilidade de dados sobre os sistemas nacionais que levam efetivamente em conta as especificidades edafoclimáticas do Brasil, a partir de metodologias científicas e aceitas internacionalmente”, disse a ministra Tereza Cristina ao lembrar importantes agendas climáticas internacionais a serem realizadas ao longo do ano como a Cúpula da Terra e a COP-26.

Dados - A diretora de Produção Sustentável e Irrigação do Mapa, Mariane Crespolini, explicou que, até agora, os dados usualmente utilizados eram estabelecidos pelo Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC sigla em inglês) e oriundos de sistemas de produção muito diferentes dos utilizados no Brasil. As coletâneas agrupam informações adequadas para a agropecuária desenvolvida em clima tropical, podendo ser utilizadas por outros países com condições agropecuária e climática semelhantes.

Quantificação - “Esses dados são fundamentais para quantificar mais precisamente as emissões nacionais, permitindo disponibilizar informações adequadas à sociedade, e, sobretudo, direcionar adequadamente o desenho da política setorial nacional de enfrentamento à mudança do clima”, defendeu.

Atividades - Nas coletâneas, pode-se encontrar dados das pesquisas sobre os fatores de emissão e remoção de GEE para cana-de-açúcar, grãos, sistemas integrados de produção e florestas plantadas; pequenos ruminantes, grandes ruminantes e não ruminantes (suinocultura, frango de corte e psicultura em tanque-rede).

Integração - Líder em exportação de carne bovina, o País apresenta transformações importantes nas últimas duas décadas com a redução expressiva das emissões de GEE totais por quilo de carne ou por litro de leite. Assim verificaram os estudos, levando sempre em consideração o ambiente em que o animal é criado, e não somente a emissão de gases decorrentes do processo de ruminação.

Mitigação - Pelos sistemas de rebanho bovino em integração, para os quais o Brasil é referência mundial, o modelo de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) permite mitigar ou até neutralizar as emissões de gases de efeito estufa quando se tem a presença de árvores, tornando o processo de produção ainda mais sustentável a partir do melhoramento genético e manejo adequado de pastagens como estratégias, por exemplo.

Comercialização - Neste contexto, é possível até a comercialização de uma carne com o selo carbono neutro, que atesta que os animais que deram origem ao produto tiveram as emissões de metano entérico compensadas durante o processo de produção pelo crescimento de árvores no sistema de integração LPF. “Proporcionar um produto que garanta a segurança alimentar, alinhado com as grandes tendências mundiais para o setor, como as mudanças climáticas, é muito estratégico”, destacou Mariane.

Emissão cada vez menor - "É importante dizer para o mundo que a agropecuária brasileira emite cada vez menos gases de efeito estufa, e nós também promovemos a remoção de suas emissões", comentou o secretário de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação do Mapa, Fernando Camargo.

Recente - Neste sentido, as Coletâneas agrupam o que há de mais recente em dados nacionais, além de apoiar o processo de revisão do Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC), com insumos de base científica para o fortalecimento das estratégias para o desenvolvimento de uma agropecuária sustentável.

Participação - Também participaram da live de lançamento das Coletâneas o ministro de Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, o secretário adjunto de Inovação do Mapa, Pedro Neto, o presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, e o diretor-geral do Senar, Daniel Carrara. (Mapa)

Coletânea de Fatores de Emissão e Remoção de Gases de Efeito Estufa da Pecuária Brasileira

Coletânea de Fatores de Emissão e Remoção de Gases de Efeito Estufa da Agricultura Brasileira

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INFRAESTRUTURA I: Março fecha com dois novos recordes nos portos do Paraná

Os portos do Paraná fecham o primeiro trimestre com dois novos recordes. No último mês, juntos, os terminais de Paranaguá e Antonina registraram o melhor março da história em volume movimentado. Foram 5.622.705 toneladas de cargas, de importação e exportação. O volume é 7% maior que o registrado no mesmo mês de 2020 (5.235.158 toneladas).

Caminhões - Novo marco também foi consolidado na quantidade de caminhões que passaram pelo Pátio de Triagem: 59.611 veículos, em 31 dias.

Ano expressivo - “Com as perspectivas criadas, neste primeiro trimestre, podemos afirmar que 2021 será, novamente, um ano bastante expressivo para o agronegócio, que movimenta quase 80% das nossas operações nos portos paranaenses”, afirma o diretor-presidente da empresa pública Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Covid-19 - De acordo com Garcia, neste segundo ano de pandemia, como os demais portos brasileiros, os portos de Paranaguá e Antonina aprenderam a lidar com a Covid-19, de modo a conseguir seguir com as operações.

Estruturação - “Nos estruturamos, ao longo de todo o ano passado, para seguir operando com segurança aos trabalhadores, atendendo toda a cadeia logística, de todos os nossos segmentos”, comenta Garcia.

Atraso - Segundo ele, o atraso da chegada da soja do campo para o porto, nestes primeiros meses de 2021, em decorrência de questões climáticas, não deve afetar a movimentação ao longo do ano. “A nossa matriz só se deslocou no tempo. Estamos acostumados a operar com esses picos”, diz ele. O deslocamento pode provocar um encontro do escoamento da soja com a chegada da safrinha do milho.

Condições operacionais - “Porém, nossos terminais, altamente especializados, têm condições operacionais de atender essa demanda, sem conflitos, em especial porque toda a chegada dos caminhões e vagões é coordenada pela Autoridade Portuária, com muita eficiência. As perspectivas são muito boas”, pontua.

Números - Do total de 5.622.705 toneladas movimentado nos 31 dias de março, 68,4% são cargas de exportação – 3.847.174 toneladas. O volume é 3% maior que as 3.738.289 toneladas registradas na exportação do mês, em 2020.

Importações - Os outros 31,6% são das importações que somaram, no mês, 1.775.531 toneladas. A alta registrada em relação ao volume de carga importado em março de 2020 – com 1.496.869 toneladas – é de 18,6%.

Trimestre - Nos três primeiros meses do ano, os portos de Paranaguá e Antonina movimentaram 12.869.820 toneladas de cargas, nos dois sentidos do comércio. Comparado com as 12.545.180 toneladas registradas no mesmo período do ano passado, a alta registrada no trimestre é de 3%.

Modais - Em março, 59.611 caminhões passaram pelo Pátio de Triagem, antes de descarregar os granéis para exportação pelo Porto de Paranaguá. O novo recorde supera em 1.112 veículos o maior movimento já registrado, que foi de abril de 2020, com 58.499 caminhões passando pelo local.

Movimento recorde - “Registramos movimento recorde de caminhões no pátio público de triagem, que tem capacidade para cerca de 900 caminhões, simultaneamente estacionados. Fizemos isso, sem filas e com muita organização e sincronia com os terminais. Isso demonstra a eficiência, se somando a uma nova safra pujante, preço e paridade cambial das commodities”, comenta Luiz Fernando Garcia.

Ferrovia - Também está maior, este ano, a descarga ferroviária no Porto de Paranaguá. No último mês de março, 19.235 vagões, descarregaram 1.055.085 toneladas de açúcar, carga em contêineres, celulose, farelo de soja, milho, soja, óleo vegetal e biodiesel. O volume é 53,8% maior que o registrado no mesmo mês, em 2020.

Vagões - No trimestre, foram 36.991 vagões descarregando 1.977.247 toneladas dos produtos – 12,1% a mais que em 2020, no período, quando 33.840 vagões descarregaram 1.762.564 toneladas de cargas.

Destaques - Tanto no mês, quanto no trimestre, os destaques entre os produtos que mais cresceram em movimentação na comparação entre 2020 e 2021, são exportação do açúcar (que cresceu 63% no mês e 98% no acumulado de janeiro a março) e a carga geral (que cresceu 12% no mês e 1% no trimestre).

Altas - Na importação, as principais altas foram nos fertilizantes (com alta de 10% no mês e 8% no acumulado) e também a carga geral (com alta de 59% no mês e 32% no total do trimestre).

Contêineres - Considerando as importações e exportações, a quantidade de contêineres movimentadas pelo Porto de Paranaguá também registrou alta, no mês e no trimestre.

Março - Em março, neste ano, foram 44.579 contêineres movimentados – 13,7% a mais que as 39.202 unidades registradas no mês, no ano passado. No trimestre, a alta foi de 4% comparando os 220.097 TEUs (unidades específicas, equivalentes a contêineres de 20 pés) movimentadas neste ano, com os 211.563 TEUs registrados de janeiro a março do ano passado.

Antonina - Altas também foram registradas nas importações e exportações – do mês e do acumulado do trimestre – pelo Porto de Antonina. Nos 31 dias de março deste ano foram 51.229 toneladas, quase 28% a mais que as 40.048 toneladas registradas em 2020.

Acumulado - No acumulado de janeiro a março, 159.305 toneladas foram movimentadas em 2021 – 32% a mais que as 120.342 toneladas registradas no mesmo período, no ano passado. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira AQUI os detalhes das estatísticas do período.

FOTO: Claudio Neves / Portos do Paraná

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INFRAESTRUTURA II: Infra Week termina com concessão de 28 ativos, entre aeroportos, terminais portuários e uma ferrovia

infraestrutura II 12 04 2021Foi realizado na sexta-feira (09/04), na Bolsa de Valores de São Paulo (B3), o leilão de cinco terminais portuários: IQI03, IQI11, IQI12, IQI13, localizados no complexo Portuário de Itaqui, no Maranhão; e PEL01, no Porto de Pelotas, no Rio Grande do Sul. Todos fazem parte da carteira do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), tendo sido qualificados por meio dos Decretos nº 9.972/2019 e nº 10.635/2021, respectivamente. Os investimentos nos cinco terminais totalizam mais de R$ 610 milhões, com estimativa de geração de mais de nove mil empregos.

Ativos transferidos - “Estamos encerrando a Infra Week com 28 ativos transferidos para a iniciativa privada, 15 reuniões com investidores, depois de arrecadar R$ 3,5 bilhões de outorgas, e, mais importante que isso, gerar empregos e mostrar que o Brasil tem futuro”, enfatizou o ministro da Infraestrutura (MInfra), Tarcísio de Freitas. A secretária especial do PPI, Martha Seillier, declarou: “Temos muitos projetos programados para 2021, fruto de muito planejamento. Estamos só começando, vamos cansar a B3 de tanto bater nesse martelo. Somente nesta semana, tivemos investimentos vultosos em aeroportos, ferrovia e agora portos”.

Investimentos - “Parabenizo todos os vencedores por acreditarem no Brasil. O leilão foi exitoso e o país ganha com os investimentos que serão realizados e com a possibilidade de fazermos um setor portuário mais eficiente e mais produtivo”, destacou o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Eduardo Nery. O secretário nacional de Portos e Transportes Aquaviários do MInfra, Diogo Piloni, falou da importância do programa de arrendamentos portuários. “Sem dúvidas, o desenvolvimento do setor portuário brasileiro tem sido impulsionado. Esse é apenas o primeiro leilão do setor no ano; temos mais 12 terminais a serem licitados em 2021”, disse.

Vencedora - A empresa Santos Brasil Participações foi a vencedora nos leilões dos terminais IQI03, IQI11 e IQI12. Para o terminal portuário IQI03, a empresa ofereceu R$ 61,3 milhões de outorga – o que representa ágio de 44,24%. A área total do arrendamento possui 25.416,00m², e os investimentos mínimos previstos são de R$ 106 milhões.

Valor - O terminal IQI11 – também destinado à movimentação e armazenagem de granéis líquidos combustíveis – foi arrematado por R$ 56 milhões de outorga (ágio de 15%). A área total do arrendamento possui 33.217,00m² e os investimentos mínimos previstos são de R$ 133 milhões. Já o terminal IQI12 foi arrematado pela outorga de R$ 40 milhões, sendo que a outorga mínima prevista era de R$ 1. O terminal é destinado à movimentação e armazenagem de granéis líquidos combustíveis. A área total do arrendamento possui 38.683,00m² e a previsão mínima de investimentos é de R$ 177 milhões.

Disputada - A área IQI13 foi bastante disputada nos lances viva-voz, a empresa vencedora foi a Terminal Químico de Aratu (Tequimar). Destinado à movimentação e armazenagem de granéis líquidos combustíveis, o terminal foi arrematado por R$ 59 milhões de outorga. A outorga mínima prevista era de R$ 1. A área total do arrendamento possui 36.578,00m² e os investimentos mínimos previstos são de R$ 178 milhões. O terminal portuário PEL01, localizado no Porto de Pelotas (RS), foi arrematado por R$ 10 mil de outorga, pela empresa CMPC Celulose Riograndense. Destinado à movimentação e armazenagem de carga geral, especialmente toras de madeira, possui área de 23.510m². A estimativa é que o futuro arrendatário realize investimentos na ordem de R$ 16,4 milhões.

Infra Week - Durante a semana passada, denominada Infra Week, foram concedidos à iniciativa privada 28 ativos, entre aeroportos, terminais portuários e uma ferrovia. Os leilões realizados entre quarta e sexta-feira (07 a 09/4) vão injetar mais de R$ 10 bilhões em investimentos no Brasil. Além disso, as concessões devem gerar mais de 200 mil empregos, de forma direta, indireta e efeito-renda ao longo dos contratos de arrendamento e concessões. (Ministério da Economia)

FOTO: Pixabay

 

COMBUSTÍVEL: Petrobras reduz preço do diesel nas refinarias em R$ 0,08

combustivel 12 04 2021A Petrobras anunciou na sexta-feira (09/04) a redução do preço do diesel nas refinarias da estatal em R$ 0,08 a partir de sábado (10/02). Desse modo, o litro do combustível vendido pela empresa às distribuidoras passou a custar R$ 2,66. Já o preço da gasolina não foi alterado e continuará a ser de R$ 2,59 por litro nas refinarias da Petrobras.

Segunda - A redução do preço do diesel foi a segunda consecutiva, porém o combustível acumula alta em 2021, já que o litro fechou 2020 custando pouco mais de R$ 2. A gasolina também ficou mais cara ao longo deste ano, uma vez que era negociada pela Petrobras a R$ 1,84 no final de dezembro de 2020.

Mercado internacional - A Petrobras diz que sua política de preços alinhados ao mercado internacional permite competir de maneira mais eficiente e flexível. A empresa faz reajustes sem periodicidade definida, acompanhando as variações do câmbio e do preço dos combustíveis no mercado internacional.

Influência - A estatal destaca que seus preços têm "influência limitada" sobre o que é pago pelos consumidores finais nos postos de abastecimento. "Até chegar ao consumidor são acrescidos tributos federais e estaduais, custos para aquisição e mistura obrigatória de biodiesel, além das margens brutas das companhias distribuidoras e dos postos revendedores de combustíveis." (Agência Brasil)

FOTO: Petrobras

 

FOCUS: Mercado financeiro eleva projeção da inflação para 4,85% este ano

focus 12 04 2021A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, deste ano subiu de 4,81% para 4,85%. A estimativa está no boletim Focus desta segunda-feira (12/04), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Próximos anos - Para 2022, a estimativa de inflação é de 3,53%. Tanto para 2023 como para 2024 as previsões são de 3,25%.

Acima do centro da meta - O cálculo para 2021 está acima do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2,25% e o superior de 5,25%.

Acumulado - De janeiro a março, a inflação já acumula 2,05% e, nos últimos 12 meses, chega a 6,10%. Na semana passada, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgou que, em março, o IPCA ficou em 0,93%, a taxa mais alta para o mês desde 2015, quando alcançou 1,32%. Em março de 2020, a variação havia sido de 0,07%.

Impactos - Os principais impactos vêm dos aumentos nos preços de combustíveis (11,23%) e do gás de botijão (4,98%). Já a inflação do grupo alimentação e bebidas, que influenciou a alta do índice nos últimos meses, vem desacelerando e está em 0,13%. Os preços continuam subindo, mas sobem menos a cada mês. As variações anteriores foram de 1,74% em dezembro, 1,02% em janeiro e 0,27% em fevereiro.

Taxa de juros - Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 2,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Mercado financeiro - Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic encerre 2021 em 5,25% ao ano. Para o fim de 2022, a estimativa é que a taxa básica suba para 6% ao ano. E para o fim de 2023 e 2024, a previsão é 6,50% ao ano e 6,25% ao ano, respectivamente.

Aumento - Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas podem dificultar a recuperação da economia. Além disso, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Redução - Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio - As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a projeção para o crescimento da economia brasileira este ano de 3,17% para 3,08%. Para o próximo ano, a expectativa para Produto Interno Bruto (PIB) - a soma de todos os bens e serviços produzidos no país - é de crescimento de 2,33%. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 2,50%.

Aumento - A expectativa para a cotação do dólar subiu de R$ 5,35 para R$ 5,37 ao final deste ano. Para o fim de 2022, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5,25. (Agência Brasil)

FOTO: Banco Central do Brasil

 

 

ECONOMIA: Caixa amplia carência do Pronampe para 11 meses

economia 12 04 2021A Caixa Econômica Federal disponibiliza, a partir desta segunda-feira (12/04), a possibilidade de ampliação da carência para pagamento das parcelas do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). Os empreendedores que contrataram a linha de crédito podem estender para 11 meses o prazo para começarem a pagar os empréstimos. Segundo o banco, o procedimento não altera o prazo total do contrato e pode ser feito pelo Internet Banking da Caixa, no espaço destinado aos contratos, na opção Solicitar Prorrogação de Pausa Pronampe.

Montante - Desde o início das contratações do Pronampe na Caixa, em junho de 2020, foram financiados R$ 16,4 bilhões pelo banco, o que representa 41,7% de todos os contratos firmados no país nessa modalidade.

Linha de crédito - O Pronampe é uma linha de crédito criada para auxiliar financeiramente os pequenos negócios e, ao mesmo tempo, manter empregos durante a pandemia. As empresas beneficiadas assumiram o compromisso de preservar o número de funcionários e puderam utilizar os recursos para financiar a atividade empresarial, como investimentos e capital de giro para despesas operacionais.

Disponibilização - De acordo com o governo, o programa disponibilizou mais de R$ 37 bilhões em financiamentos para quase 520 mil micro e pequenos empreendedores. Na semana passada, o governo federal enviou um projeto ao Congresso Nacional que permite a retomada do programa para este ano. O Pronampe foi encerrado em dezembro do ano passado.

Política oficial - Também está em tramitação no Congresso Nacional um projeto que torna o Pronampe uma política oficial e permanente de crédito. O texto foi aprovado no Senado e está em análise na Câmara. (Agência Brasil)

FOTO: Marcelo Camargo / Agência Brasil

 

SAÚDE I: País tem 13,4 milhões de casos acumulados e 353,1 mil mortes

O balanço divulgado neste domingo (11/04) pelo Ministério da Saúde registra 37.017 novos diagnósticos de covid-19 em 24 horas. Esse dado eleva para 13.482.023 o número de pessoas infectadas pela doença desde o início da pandemia no país. No sábado (10/04), o painel de estatísticas marcava 13.445.006 casos acumulados.

Mortes - As mortes pelo novo coronavírus ao longo da pandemia aproximam-se de 355 mil. Em 24 horas, as autoridades de saúde notificaram 1.803 novos óbitos, totalizando 353.137. No sábado, o painel de informações marcava 351.334 mortes acumuladas.

Acompanhamento - O balanço apontou também 1.248.083 pacientes em acompanhamento e 11.880.803 recuperados da doença.

Covid-19 nos estados - Os estados com mais mortes são os seguintes: São Paulo (82.917), Rio de Janeiro (39.423), Minas Gerais (28.004), Rio Grande do Sul (21.881) e Paraná (19.076).

Menos óbitos - As unidades da Federação com menos óbitos são Acre (1.343), Amapá (1.390), Roraima (1.393), Tocantins (2.248) e Sergipe (3.770). (Agência Brasil)

 

saude I tabela 12 04 2021

SAÚDE II: Paraná confirma mais 1.868 casos e 83 óbitos pela Covid-19

saude II 12 04 2021 A Secretaria de Estado da Saúde divulgou neste domingo (11/04) 1.868 casos confirmados e 83 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os números se referem a meses ou semanas anteriores e não representam apenas as notificações das últimas 24 horas.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 877.932 casos confirmados e 18.958 mortos pela doença.

Meses- Os casos divulgados neste domingo são de maio (1), junho (2), julho (1), agosto (1), setembro (1), outubro (1), novembro (3) e dezembro (25) de 2020; e janeiro (8), fevereiro (73), março (193) e abril (1.559) de 2021.

Internados - 2.458 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 1.993 pacientes em leitos SUS (951 em UTI e 1.042 em leitos clínicos/enfermaria) e 465 em leitos da rede particular (274 em UTI e 191 em leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 2.370 pacientes internados, sendo 915 em leitos UTI e 1.455 em enfermaria. Eles aguardam resultados de exames, estão em leitos da rede pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A secretaria estadual informa a morte de mais 83 pacientes. São 39 mulheres e 44 homens, com idades que variam de 27 a 91 anos. Os óbitos ocorreram entre 30 de dezembro de 2020 e 11 de abril de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em: São Mateus do Sul (15), Foz do Iguaçu (10), Sarandi (8), Maringá (6), Toledo (6), Cascavel (5), Fazenda Rio Grande (5), Curitiba (3), Paranavaí (3), Piraquara (3), Manoel Ribas (2), Ribeirão do Pinhal (2), São Jose dos Pinhais (2) e Umuarama (2).

Uma morte - A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Assis Chateaubriand, Bandeirantes, Barracão, Campo Largo, Campo Mourão, Cianorte, Ivaté, Marechal Cândido Rondon, Paranacity, Ponta Grossa e Vitorino.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra, ainda, 5.433 casos e 18 óbitos de residentes de fora do Paraná.

Vacinômetro - A Secretaria da Saúde possui um vacinômetro atualizado em tempo real à medida que os municípios inserem o número de doses aplicadas no sistema. Até este domingo, 1.268.481 paranaenses tomaram a primeira dose e 325.604 as duas doses. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

 


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