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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5052 | 19 de Abril de 2021

JUBILEU DE OURO: Confira a página lançada no Portal PR Cooperativo em comemoração aos 50 anos da Ocepar

jubileu 19 04 2021Está no ar, desde o início do mês, uma página no Portal Paraná Cooperativo sobre os 50 anos da Ocepar, lançada durante a Assembleia Geral Ordinária (AGO) do Sistema Ocepar, no dia 5 de abril. Lá, estão disponíveis informações sobre a fundação da entidade, uma linha do tempo com os principais fatos ocorridos ao longo dessas cinco décadas de atuação em defesa dos interesses do cooperativismo, fotos, galeria dos presidentes e muito mais. Clique aqui e confira.

 

 

GETEC: Informe nº 18 apresenta expectativas de mercado sobre indicadores econômicos

getec destaque 19 04 2021A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulgou, nesta segunda-feira (19/04), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central (BC), levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2021, 2022 e 2023.

Clique aqui para conferir o Informe Expectativas de Mercado Semanal

 

REUNIÃO INSTITUCIONAL: Cenários do cooperativismo, sanidade e infraestrutura são temas de encontro com a Cooperativa Lar

 

Atuação do Sistema Ocepar, cenários do cooperativismo paranaense, assuntos da área sindical e o novo planejamento estratégico do setor, o PRC200, estiveram em discussão, na manhã desta segunda-feira (19/04), durante reunião institucional, por videoconferência, entre o Sistema Ocepar e a Cooperativa Lar, de Medianeira. Pela cooperativa do oeste paranaense, participaram o presidente, Irineo da Costa Rodrigues, e os vice-presidentes, Lauro Soethe, e Urbano Inácio Frei, além de executivos e gestores da área de pessoas e de organização do quadro social. Pelo Sistema Ocepar, participaram o presidente, José Roberto Ricken, os superintendentes Leonardo Boesche (Sescoop/PR), Nelson Costa (Fecoopar) e Robson Mafioletti (Ocepar), além de gerentes, coordenadores e analistas de diversas áreas.

 

Objetivos - A promoção de reuniões institucionais faz parte das estratégias do Sistema Ocepar para informar as associadas em relação aos principais assuntos que norteiam a organização no momento, bem como para atualizá-las em relação aos indicadores do cooperativismo e da cooperativa em questão, inclusive, com um comparativo com outras cooperativas do mesmo ramo e porte. Nessas reuniões, também são tratados assuntos relacionados ao Sescoop/PR, com a apresentação das áreas de Monitoramento, Profissionalização, Promoção Social e Gestão Estratégica, e as ações que as cooperativas podem executar, com o suporte financeiro do “S” das cooperativas

 

Sanidade - Ao abrir a reunião, o presidente Ricken destacou os principais temas que mobilizam a organização no momento, entre os quais, a questão da sanidade e a expectativa de que em maio a Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) declare o Paraná como área livre de febre aftosa sem vacinação. “Buscamos essa condição há mais de 30 anos e esperamos que esse status possibilite ao Paraná acessar mercados que só compram de regiões que já não vacinam mais contra a aftosa”, disse.

 

Infraestrutura - O dirigente trouxe ainda informações sobre o trabalho, em conjunto com outras entidades, abrangendo infraestrutura, em especial, a concessão de rodovias, pontuando as reuniões de alinhamento ocorridas com o governo federal para que o novo leilão resulte em contratos que atendam às expectativas dos paranaenses, em relação a tarifas justas e execução de obras. “O Sistema Ocepar sempre teve um posicionamento técnico em relação a esse assunto”, frisou.

 

Outros temas - Ricken ainda abordou ainda as ações estratégias entre as cooperativas, as parcerias com outras entidades, em especial, com o Sistema S, a concessão de crédito rural, o fortalecimento representação política, com a criação de uma coordenação do Sistema Ocepar, específica para trabalhar junto ao legislativo, e o atingimento das metas do PRC100 e o lançamento de um novo planejamento estratégico do setor, o PRC200, que propõe que o setor dobre seu faturamento anual, atingindo R$ 200 bilhões.

 

Avaliação - Na avaliação do presidente da cooperativa, Irineo da Costa Rodrigues, os temas tratados nas reuniões institucionais refletem um trabalho consistente do Sistema Ocepar em relação ao acompanhamento das cooperativas e defesa institucional. “Nosso maior interesse na reunião de hoje foi ouvir a análise em relação ao desempenho da Lar, até mesmo para comparar em relação aos indicadores que temos. Estamos formatando o novo planejamento estratégico para os próximos 10 anos, um trabalho que está calçado em pessoas e conhecimento. A Lar não gosta muito em falar de faturamento, mas no quanto tem investido em pessoas. A Lar está próxima de ter 12 mil famílias associadas nos estados do Paraná, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina, e já emprega, diretamente, quase 22 mil pessoas, sendo a cooperativa singular que mais emprega no país. É geradora de impostos e de renda para as famílias”, disse.

 

Suínos e novas indústrias - Devido à peste suína africana na China, cresceu a demanda pela carne suína no decorrer do ano passado. Para a Lar, isso representou crescimento e oportunidade expansão na área de suinocultura. Em 2020, ocorreu a conclusão do alojamento da Unidade Produtora de Desmamados em Santa Helene (PR) que agora abriga 10 mil matrizes. Na área industrial, foram abertos quatro novos complexos industriais: em Rolândia (PR), Caarapó (MS), em Marechal Cândido Rondon (PR) e em Entre Rios (PR).

 

Evolução A cooperativa encerrou 2020 com faturamento de R$ 10,78 bilhões, cifra 55,14% superior à registrada no ano anterior. Porém, o maior destaque foi no resultado financeiro: em 2019 foram registrado R$ 239,9 milhões e em 2020 o número atingido foi R$ 783,3 milhões configurando um crescimento de 226%. Na área agrícola, foram recebidas 4,8 milhões de toneladas de grãos, um crescimento de 54,4% em relação ao ano anterior. Já a avicultura registrou crescimento de 20,5% em volume de aves abatidas e segue com a ampliação da produção de pintainhos, apresentando também um expressivo crescimento de 28,9% no número de aviários, que já somam 1.982 barracões.

 

Crescimento sustentável - O olhar atento e a sua posição sólida, levam a Lar a expandir seus horizontes e possibilidade, de maneira sustentável. Com a aliança estratégica de intercooperação formalizada com a Copagril, e a absorção de todo o quadro de funcionários tanto da unidade industrial de aves em Marechal Cândido Rondon como também da fábrica de rações em Entre Rios do Oeste, a Cooperativa terminou o mês de janeiro de 2021, com 20.500 funcionários. Além disso, 2020 marcou a implantação da Lar Universidade Cooperativa e da fundação da Lar Credi, e da criação da Supercampo, juntamente com mais 11 cooperativas, além da incorporação do biodiesel e da energia elétrica à vasta lista de produção da Cooperativa. (Com informações da Revista da Lar)

 

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FORMAÇÃO: Pós-graduação em Direito Tributário inicia com 45 profissionais de cooperativas agro e de crédito do PR

Quarenta e cinco profissionais de cooperativas agropecuárias e de crédito do Paraná iniciaram, nos dias 15 e 16 de abril, o curso de pós-graduação em Direito Tributário, promovido pelo Sistema Ocepar, por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), em parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). A formação completa tem carga horária de 360 horas. Serão 16 meses de atividades na modalidade virtual destinadas a formar especialistas com conhecimento no sistema tributário, principalmente o brasileiro, capazes de desenvolver habilidades nas áreas tributárias, contenciosa e consultiva, com o aprofundamento teórico correspondente.

Aula inaugural - A aula inaugural, ocorrida também em formato on-line, contou com as presenças do coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Leandro Macioski, e do coordenador do curso pela PUCPR, professor Carlos Eduardo Pereira Dutra. “Esse curso foi desenvolvido em conjunto com as cooperativas e com o Grupo de Acompanhamento e Estudos Tributários das Cooperativas do Paraná (Gaet), com o propósito de capacitar os participantes no que tange à gestão tributária, processos e negócios, promovendo um ambiente que favoreça a imersão em questões práticas e atuais que envolvem o direito tributário”, esclarece Macioski.

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CASTROLANDA: Lavador de Batatas da cooperativa é o primeiro do país a ser certificado com ISO 9001: 2015

A Unidade Lavadora de Batatas (ULB) da Castrolanda conquistou a certificação ISO 9001: 2015. Localizada na cidade de Castro (PR), A ULB é a única do ramo no país e a primeira ligada a Área de Negócios Batata da cooperativa, o que mostra a garantia do serviço de qualidade em toda a operação, trazendo benefícios para cooperados e clientes.

Norma internacional - A ISO 9001 é a norma internacional mais utilizada no mundo para afirmar a qualidade dos processos de uma organização, com avaliação de requisitos como planejamento das atividades, definição de metas, implementação de planos de ação e relacionamento com clientes, fornecedores e colaboradores.

Expansão - Com o apoio do Escritório de Processos da Castrolanda (BPMO), o Lavador de Batatas pode agora expandir seus negócios. O gerente de negócios da área, Cassiano Carrano afirma que a tarefa é buscar cada vez mais credibilidade no segmento. “A certificação abre novas portas com clientes e também para promovermos trabalhos semelhantes nas outras áreas da batata. Conquistar esse selo foi o primeiro passo, agora o desafio é garantir a perenidade do que foi certificado”.

Primeira auditoria - As mudanças nos processos da unidade começaram ainda em 2019 e no fim do último ano ocorreu a primeira auditoria externa para a certificação. Cassiano comenta que concluir esta etapa representa que o sistema de gestão e qualidade empregado tem dado bons resultados.

Conquista - “Até um tempo atrás tínhamos uma unidade com problemas que desagradavam nossos parceiros de negócio. Agora, trazemos esta conquista que mostra nossa preocupação em atender as necessidades da cadeia de produção. O fator essencial foi o comprometimento de toda equipe. Desde que o desafio foi lançado tivemos aderência total de todos os colaboradores da unidade, eles foram realmente nossos facilitadores”, explica. (Imprensa Castrolanda)

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COCAMAR I: Com animais precoces, cooperativa oferta carne de qualidade superior

Elevar a pecuária a um patamar superior, em que se possa aproveitar as oportunidades oferecidas por um mercado exigente em produtos de qualidade diferenciada e que se dispõe a pagar mais por isso.

Tempos promissores - A síntese da 1ª edição do Encontro Cocamar de Carne Precoce, promovido na tarde de quinta-feira (15/04) em transmissão ao vivo, acompanhada por 120 participantes, revela que os tempos para o setor pecuário são promissores.

Modernização - De 2010 para cá, a atividade vem passando por um processo contínuo de modernização, com a incorporação de tecnologias e a oferta ao mercado de animais precoces, a partir do cruzamento industrial de raça britânica (angus) com nelore. Ao mesmo tempo, a chamada carne gourmet apresenta uma demanda crescente no país e no exterior.

Robustez - O superintendente de Negócios da Cocamar, Anderson Alves Bertolleti, comentou na abertura sobre a entrada da cooperativa, no final de 2020, na produção de carne precoce premium para mercados diferenciados e que remuneram por isso. “Temos uma presença robusta no segmento pecuário, com uma rede de lojas agropecuárias nos estados do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul, e no ano passado inauguramos uma moderna indústria de rações, totalmente automatizada.”

Demanda - “Com esse programa” – frisou Bertolleti -, “vamos atender a uma demanda de pecuaristas produtores de animais diferenciados, prestando assistência técnica e trabalhando com transparência.” Ele lembrou ainda que há mais de 20 anos incentivando o sistema de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) nas regiões onde atua, a cooperativa estreitou relacionamento com os pecuaristas e hoje 200 deles participam da iniciativa, que soma cerca de 200 mil hectares.

Perspectivas - “O cenário é de otimismo e pés no chão”, comentou o especialista em proteína animal Thiago Bernardino, do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP, que falou sobre as perspectivas de mercado.

De olho - Segundo ele, a China precisa comprar “e está de olho no Brasil”, frisando que o cenário internacional mudou a partir de 2017 quando a peste suína africana dizimou o rebanho chinês, e também com as divergências comerciais entre o gigante asiático e os Estados Unidos, que devem persistir mesmo na era Biden. China e Hong-Kong respondem atualmente por 60% de toda a carne exportada pelo país.

Valorizou - “Só o Brasil tem volume e qualidade para atender essa demanda internacional”, disse Bernardino, citando que mesmo sendo a carne suína a preferida dos chineses, eles aprenderam a apreciar a carne bovina. Em paralelo a isso, a pandemia valorizou os preços dos alimentos – a carne bovina é o segundo item que mais subiu, depois do ovo - e o câmbio está entre os fatores que sustentam a cotação da arroba nos atuais níveis (na média dos últimos seis anos, ela é de R$ 247,08).

Baixa oferta - O preço do boi, contudo, tem subido mais do que a própria carne, o que se deve, em parte, à retenção da matéria-prima no campo, sendo que o abate de fêmeas atinge no momento o menor nível da história. “Desde 2003, é o menor índice de abate de vaca adulta”, comentou Bernardino. Em resumo, o mercado aponta para uma demanda forte em um momento de baixa oferta no campo.

Insumos caros - Outros ingredientes a considerar são as incertezas quanto a produção de milho (item básico da ração) com pouca chuva nas regiões produtoras brasileiras até o momento, o que faz com que 2021 seja um ano de insumos caros.

Tecnologias - Como a tendência é de cotações firmes para a carne, a orientação de Bernardino é que o pecuarista aproveite bem esse momento, investindo em tecnologias. “Temos que trabalhar com economia de escala para aumentar a produtividade e reduzir os custos”, disse.

Contraponto - O especialista reforçou: “A produção pecuária brasileira tem que ir para um outro patamar, tem que ser de cabeceira”, frisando que o pecuarista precisa fazer a sua parte. “Na maior parte do Brasil, durante o inverno, o gado simplesmente não tem o que comer.”

Saudável - Ao concluir, Bernardino afirmou que o país apresenta ao mundo uma pecuária saudável, que há mais de 15 anos não é acometida de nenhuma doença importante.

Espaço para crescer - Para o gerente executivo técnico Renato Watanabe, que coordenou o Encontro, “aumentar a produtividade está na mão do produtor”, salientando que “há muito espaço para avançar em modernização na pecuária quando comparado ao avanço observado nos últimos 15 ou 20 anos em tecnologias de produção de grãos”.

Pronunciamento - Ambos da Cocamar, o gerente comercial de pecuária, Pedro Sávio, e o médico-veterinário Luiz Henrique Garcia Abreu, também se pronunciaram. O primeiro discorreu sobre como aumentar a produtividade na pecuária produzindo animais precoces, citando que o bezerro tende a ser cotado por quilo e não mais por unidade, o que premia a eficiência.

Diferença - Abreu abordou premissas e vantagens do programa que começa a ser implementado pela cooperativa, além de destacar a diferença entre a carne comum (commodity) e a premium. Por sua vez, o gerente de produtos FPA da empresa Vetoquinol, Antonio Coutinho, fez uma apresentação sobre saúde animal.

Intensificação - Finalizando o Encontro, o diretor do Grupo Argus, Luiz Tiossi, comentou que atualmente o mercado de carnes está bastante segmentado e com marcas. “Nos últimos cinco anos, principalmente, houve uma intensificação muito grande da qualidade e da segmentação da carne. Hoje, ninguém mais precisa sair do país para comer uma carne de alta qualidade.” (Imprensa Cocamar)

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COCAMAR II: Maior navio em Paranaguá embarca farelo da cooperativa

Com 10 mil toneladas, a Cocamar participou do embarque de farelo de soja em um navio graneleiro de grande porte que ficou atracado nos últimos dias no Porto de Paranaguá e zarpou na madrugada de sexta-feira (16/04) rumo à Holanda.

Maior volume - A presença da embarcação chamou a atenção pelo seu tamanho: 292 metros de comprimento por 45 de largura. De bandeira panamenha, o Pacific Myra foi carregado com 105 mil toneladas no total, o maior volume já embarcado em um navio nesse porto, superando marcas recordes que haviam sido alcançadas no ano passado.

Carro-chefe - No ano passado a Cocamar participou do embarque em outros dois navios de grande porte e a exportação para diferentes mercados é um fato corriqueiro na cooperativa, que tem o farelo de soja como seu carro-chefe.

Quantidade - Em média 250 mil toneladas desse derivado da soja seguem para exportação anualmente e, em 2021, a Cocamar já soma 120 mil toneladas vendidas. Enquanto o farelo e o óleo degomado têm como destino principalmente a Europa, a soja em grãos é enviada para a China.

Logística integrada - Para o escoamento, a Cocamar opera com um sistema logístico integrado, carregando 70% do volume por meio do modal ferroviário e parcerias com terminais conectados ao corredor de exportação, sendo que o período de embarque acontece geralmente de fevereiro a setembro.

Operação - O gerente executivo de Logística Integrada, Ezequiel Scopel, cita que “a chegada dos produtos ao corredor de exportação é apenas uma das atividades finais de uma gigantesca operação executada pela Cocamar”, que começa com a distribuição dos insumos para os cooperados em todas as unidades operacionais nos estados do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul, para o plantio de soja.

Números - Na colheita, informa Scopel, mais de mil caminhões são demandados por dia para fazer o transporte da produção das unidades até o parque industrial da cooperativa em Maringá (PR). A indústria de esmagamento de soja tem capacidade para processar 1 milhão de toneladas/ano, gerando cerca de 750 mil toneladas de farelo, das quais aproximadamente 30% são exportadas. O restante é comercializado no mercado interno, principalmente para fabricação de ração.

Qualidade - “Trabalhamos com rastreabilidade desde a origem”, afirma Scopel, o que assegura a qualidade do produto aos compradores, atestada pela certificação GMP+. Ele acrescenta que 90% das operações de transporte rodoviário são realizadas pela transportadora da própria cooperativa, a Transcocamar.

Outros produtos - A logística da cooperativa abrange também a distribuição dos produtos de varejo, fios, ração, industrializados, entre várias outras demandas. (Imprensa Cocamar)

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COOPAVEL: Cooperativa espera efetivar 1,5 mil novos colaboradores neste ano

coopavel 19 04 2021A Coopavel experimenta um momento especial na sua trajetória de 50 anos de atividades. Apenas no primeiro trimestre de 2021, a cooperativa empregou 700 trabalhadores e pretende fechar o ano com o total de 1,5 mil novos colaboradores incorporados às mais diferentes funções. “É o maior número de oportunidades de emprego já ofertado pela Coopavel em um único ano”, ressalta o diretor presidente Dilvo Grolli.

Contratação imediata - As vagas são para contratação imediata e estão disponíveis em mais de 20 atividades profissionais diferentes. A maior parte delas é para as áreas operacionais dos frigoríficos, como auxiliar de corte, auxiliar de serviços gerais, auxiliar administrativo, operador de máquinas, motorista e encarregado.

Salários - Os salários ofertados para as novas vagas variam de acordo com a função. “A remuneração depende da ocupação almejada e da qualificação profissional apresentada”, informa o gerente de Recursos Humanos Aguinel Waclawovsky. De acordo com ele, a Coopavel procura por colaboradores comprometidos e que queiram crescer e se desenvolver junto com a empresa.

Recorde - A Coopavel vem com viés de alta nas contratações nos últimos anos. Em 2019 e em 2020, a média de novos contratados foi superior a 500 pessoas por exercício. Conforme o presidente Dilvo Grolli, a contratação recorde de 2021 ocorre em função do bom momento do agronegócio e do projeto de ampliação e diversificação da cooperativa. A Coopavel investe nas áreas de avicultura, suinocultura e também na constituição de novas empresas.

Quadro laboral - Hoje, são 6,8 mil colaboradores atuando em 21 municípios do Oeste e Sudoeste onde a cooperativa conta com 32 filiais e outros empreendimentos. Todas as vagas em aberto estão informadas no site da Coopavel no endereço www.coopavel.com.br – link Trabalhe Conosco, no Lindekin Coopavel e, também, no site da Agência do Trabalhador no https://empregabrasil.mte.gov.br/. (Imprensa Coopavel)

 

CRESOL: Nova agência é inaugurada para atendimento de cooperados e da comunidade de Pitanga e região

cresol 19 04 2021A partir desta segunda-feira (19/04), os cooperados da Cresol União dos Vales em Pitanga (PR) e região contam com uma nova agência de relacionamento. O novo layout da Cresol otimiza o espaço, com mesas de atendimento para cada segmento de associados, área ampla para atendimento e ambientes de convivência para a comunidade. Agora, os atendimentos ocorrerão na Avenida Interventor Manoel Ribas, 111, no Centro de Pitanga.

Autoatendimento - Além do atendimento presencial, os cooperados poderão contar com a opção do Autoatendimento da Cresol, disponível todos os dias das 7h às 21h, inclusive aos finais de semana e feriados. O atendimento ao público permanece de segunda a sexta-feira, das 9h30 às 15h.

Primeiros três dias - Os dias 19, 20 e 22 de abril serão especialmente para que cooperados e a comunidade possam conhecer a nova agência. O espaço está especialmente preparado para recepcionar a população com todo o cuidado e prevenção.

Conquista - A construção da nova unidade da Cresol em Pitanga é avaliada pelo presidente da Cresol União dos Vales, José Paulo da Silva, como uma conquista dos cooperados que, ao investir e participar da cooperativa, contribuem com o desenvolvimento da cooperativa. “Assim como a nossa missão, a cooperativa apoia o crescimento do município e da comunidade, e Pitanga tem muito a crescer e existe um enorme potencial. A Cresol está à disposição todos os dias para cooperar com esta evolução”, acrescenta José Paulo.

Sobre a Cresol - A Cresol tem mais de 615 agências e 5 mil colaboradores em 17 estados do Brasil. São 625 mil cooperados atendidos, que em 2020 tiveram a distribuição de quase R$ 188 milhões em resultado. A solidez e a confiança da instituição também são expressas em outros números, como mais de R$ 13 bilhões em ativos e uma carteira de crédito de quase R$ 10 bilhões. (Imprensa Cresol)

 

COMÉRCIO EXTERIOR: Exportações do agro em março batem recorde de US$ 11,57 bilhões

comercio exterior 19 04 2021As exportações do agronegócio brasileiro atingiram o valor recorde para o mês de março, alcançando US$ 11,57 bilhões. A cifra nunca havia ultrapassado US$ 10 bilhões para os meses de março, em toda a série histórica desde 1997. O valor é 28,6% superior aos US$ 9,0 bilhões no mesmo período de 2020.

Preços - Um dos motivos que explicam o bom desempenho do agronegócio é o aumento dos preços dos produtos exportados, que registraram alta de 8,7% na comparação com março de 2020. A quantidade vendida ao exterior registrou aumento de 18,3%.

Complexo soja - O complexo soja foi o setor de maior destaque, com aumento nas exportações absolutas de US$ 1,66 bilhão. As condições climáticas da safra 2020/2021, que geraram atrasos na colheita do primeiro bimestre de 2021, em função do excesso de chuvas, concentraram os embarques da soja em grãos para março.

Carnes - O setor de carnes também bateu recorde de exportações, ao totalizar US$ 1,60 bilhão, alta de 16,1%. A China foi o principal país responsável pelo aumento das exportações de carne bovina e carne suína do Brasil.

Enfermidades - “O setor de criação animal para produção de carne na China possui histórico de enfermidades nos anos recentes, com destaque para Peste Suína Africana e a gripe aviária de alta patogenicidade, que assolaram e afetam os rebanhos chineses, sendo o principal fator responsável pela expansão das exportações brasileiras de carnes”, segundo análise da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Mapa.

Bovina - A principal carne exportada foi a bovina, com US$ 711 milhões em vendas externas (alta de 11,9%) e volume recorde de 158 mil toneladas (+7,8%). As exportações de carne suína também bateram recorde, com aumento de 51,2% no volume exportado, alcançando 108 mil toneladas equivalentes a US$ 260 milhões (+57,4%).

Sucroalcooleiro - O complexo sucroalcooleiro observou a maior taxa de crescimento percentual dentre os principais setores exportadores (+59,4%). O volume de açúcar atingiu recorde de praticamente 2 milhões de toneladas em março de 2021 (+39,6%). Esse recorde de volume, em conjunto com o aumento de 9% no preço médio, gerou US$ 638,96 milhões em exportações (+52,1%).

Demais produtos- Apesar do recorde das exportações do agronegócio em março, houve também forte elevação dos valores demais produtos (+37,6%), fato que explica a queda da participação do agronegócio de 49,1% para 47,4% no total do mês.

Importações - As importações do agronegócio também aumentaram, passando de US$ 1,28 bilhão em março de 2020 para US$ 1,34 bilhão, o que representa elevação percentual de 4,5%. (Mapa)

>> Confira a nota e o resumo da Balança Comercial do Agronegócio

>> Confira o Agrostat - Sistema de Estatísticas de Comercio Exterior do Agronegócio Brasileiro

 

FOTO: Pixabay

 

CONJUNTURA AGROPECUÁRIA: Ritmo do plantio de trigo ainda é lento, mas a expectativa é de produtividade recorde

conjuntura agropecuaria 19 04 2021O plantio de trigo já começou no Paraná, mas, em razão do solo seco, ainda caminha devagar. Apesar disso, a expectativa é que alcance a produtividade recorde de 2016, quando as condições eram semelhantes. Os dados estão no Boletim de Conjuntura Agropecuária, elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, referente à semana de 10 a 16 de abril.

Aptos - Desde 1º de abril, os produtores da maior parte dos municípios do Norte do Paraná estão aptos a plantar trigo, de acordo com o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc). No entanto, a semeadura começou tímida, não alcançando sequer 1% da área projetada, principalmente em razão do solo muito seco. Na primeira quinzena de abril as chuvas foram raras freando o ritmo do plantio.

Milho segunda safra - Além das condições climáticas desfavoráveis, muitos produtores dos municípios aptos a plantar o trigo em abril optaram pelo milho de segunda safra. Portanto, mesmo que as chuvas favoreçam, o percentual de plantio de trigo deve se manter baixo não ultrapassando 2% na próxima semana.

Situação - No entanto, a situação não preocupa até este momento. Afinal, na safra de 2016, os produtores chegaram, em 18 de abril, com menos de 1% das sementes no solo, e, ao final do período, foram recompensados com produtividade recorde no Estado: mais de 3 mil quilos por hectare.

Caqui e mandioca - O boletim também traça um panorama da cultura do caqui, tanto em termos mundiais, quanto brasileiro e paranaense. O Estado é o quarto produtor em volume e Valor Bruto da Produção. Em 2019, foram colhidas 8,6 mil toneladas em 637 hectares, o que rendeu R$ 15,3 milhões.

Colheita - Enquanto há dificuldade de plantio do trigo devido ao solo seco, para a mandioca essas condições climáticas dificultam a colheita. Com menor oferta para as indústrias de fécula e farinha, os produtores já começam a perceber uma reação no preço, com elevação de 2,2%.

Milho e soja - A estiagem também afeta o desenvolvimento do milho de segunda safra. Nos 2,4 milhões de hectares, 76% das áreas apresentaram condições boas nesta semana, com possibilidade de atingir ou superar o potencial produtivo, 21% têm situação mediana e apenas 3%, ruins.

Avanço - A colheita da soja avança, atingindo 98% da área semeada na safra 2020/21, mesmo índice do período anterior. Das áreas a campo, 79% estão em condições boas e 31% são consideradas medianas.

Batata e feijão - O documento elaborado pelo Deral mostra que os produtores de batata estão divididos em todas as tarefas da cultura: plantio, colheita, manejo e tratos culturais. Nesta semana, verificou-se que 96% do total da safra já estão plantados, enquanto 20% já foram retirados da terra.

Decréscimo - As lavouras de feijão tiveram um decréscimo de quatro pontos percentuais nas que eram consideradas boas, em relação à semana anterior, e se posicionam em 76% agora. Outros 21% estão em condições medianas e 3% são consideradas ruins.

Pecuária - O boletim registra, ainda, a importância da suinocultura no Paraná, presente em 49% dos estabelecimentos agropecuários. Também há um comparativo sobre as oscilações nos preços do leite pago ao produtor desde 2018.

Avicultura - Na avicultura, o documento analisa os custos de produção da atividade, que cresceram 6,8% em fevereiro. Em relação aos preços ao produtor, no atacado e varejo do frango de corte, o registro é de instabilidade em março. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o Boletim de Conjuntura Agropecuária.

FOTO: Jaelson Lucas / AEN

 

APRE: Associação promove workshop sobre qualidade da água e as florestas plantadas

apre 19 04 2021A Apre vai realizar, no dia 06 de maio, das 09h às 17h30, o workshop on-line “Florestas Plantadas: Oferta e Qualidade da Água”, reunindo referências nas áreas relacionadas à gestão dos recursos hídricos no setor florestal brasileiro. O objetivo, além de estimular a troca de informações entre os participantes, é apresentar as principais novidades com relação à utilização da água no plantio e cultivo de florestas. As inscrições já estão abertas e custam R$ 270,00 para profissionais de empresas associadas à Apre; R$ 350,00 para profissionais de empresas de base florestal ligadas às demais Associações estaduais; R$ 400,00 para profissionais de empresas não associadas; R$ 200,00 para pesquisadores; e R$ 150,00 para estudantes.

Manhã - Na parte da manhã, o workshop vai abordar temas como “Programa Cooperativo sobre Monitoramento Ambiental em Microbacias Hidrográficas (PROMAB)”, com Silvio Ferraz, do IPEF; “A Silvicultura de Pinus e Eucalipto e a Relação com a Água”, com Mauro Valdir Schumacher, da UFSM; e “Procedimentos para Obtenção de Outorga de Recursos Hídricos”, com Natasha Cecilia Hessel de Goes, do IAT.

Tarde - Já no período da tarde, Paulo de Tarso de Lara Pires, professor da UFPR, vai falar sobre “Governança da Água para o Desenvolvimento Sustentável”; Ana Cristina Andre, da Klabin, abordará “Manejo Florestal Sustentável com foco na Hidrossolidariedade”; Marcelo Andre Andrade, da Futuragro, fará a palestra “Uso do Hidrogel no Plantio de Florestas”; e Lonard Scofield dos Santos, da Master Soluções Florestais, fechará o evento com o tema “A Mecanização da Silvicultura e o Uso da Água”. Os dois períodos terão, ainda, um espaço para debate entre os palestrantes.

Inscrições - As inscrições já estão abertas no site da Apre, na aba “Eventos”. (Assessoria de Imprensa da Apre)

SERVIÇO

Workshop on-line “Florestas Plantadas: Oferta e Qualidade da Água”

Data: 06 de maio de 2021

Horário: 09h às 17h30

Transmissão via web

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INFRAESTRUTURA I: Governo inicia rodadas de apresentação da Nova Ferroeste a investidores estrangeiros

infraestrutura I 19 04 2021O Governo do Estado promoveu, na semana passada, a primeira rodada de conversas com investidores internacionais sobre a Nova Ferroreste. Esta é mais uma etapa para a viabilização do projeto do corredor de exportações que deverá ser o segundo maior do País.

Reunião - O Grupo de Trabalho do Plano Estadual Ferroviário (GT Ferrovias) esteve reunido com representantes da companhia ferroviária Russian Railways (RZD) para apresentar o projeto que pretende implantar a nova malha ferroviária que terá 1.285 quilômetros de extensão total, ligando Maracaju (MS) ao Porto de Paranaguá.

Sustentável - O diretor da Divisão para América Latina da RZD International, Andrey Grebenyuk, ressaltou a Nova Ferroeste como uma oportunidade única e viu com entusiasmo a qualificação do projeto como sustentável, assim como os números econômicos que a qualificam, segundo ele, na vanguarda dos empreendimentos de infraestrutura no Brasil.

Resultados - “Estamos impressionados com os resultados apresentados nos estudos preliminares da Nova Ferroeste. Sem dúvida, um projeto construído com o propósito da sustentabilidade e ao mesmo tempo rentável para o investidor estrangeiro”, afirmou o diretor da RZD. No encontro, o grupo sinalizou interesse em estabelecer parcerias com empresas brasileiras na viabilização do projeto.

Compreensão - Para o Luiz Henrique Fagundes, coordenador GT Ferrovias, a reunião foi fundamental para que a empresa, que é referência mundial no modelo de transporte, compreendesse a dimensão da importância para o desenvolvimento do agronegócio no País.

Validação - Ele entende que a avaliação da RZD é uma validação do empreendimento para o mercado e comemora. “Estamos falando de um investidor internacional com alta experiência no mercado ferroviário. O Brasil hoje administra aproximadamente 20 mil quilômetros de trilhos, enquanto a RZD administra em torno de 85 mil. Portanto, a opinião deles ao analisarem tecnicamente os primeiros resultados de traçado e demanda foi muito importante, principalmente porque eles se mostraram admirados com nossos resultados”, afirma Fagundes.

Conversas - O Governo pretende continuar as conversas com os investidores estrangeiros e já articula para as próximas semanas encontros com empreiteiras italianas, empreendedores chineses e ingleses.

Expectativa - A expectativa é que os estudos de viabilidade da Nova Ferroeste sejam finalizados em setembro e os estudos de impacto ambiental em novembro. Com isso, a ideia é colocar a ferrovia em leilão na Bolsa de Valores do Brasil (B3), com sede em São Paulo, logo na sequência. O consórcio que vencer a concorrência será também responsável pelas obras. O investimento estimado é de R$ 20 bilhões.

Ferrovia - O projeto busca implementar o segundo maior corredor de transporte de grãos e contêineres do País, unindo dois dos principais polos exportadores do agronegócio brasileiro. Apenas a malha paulista teria capacidade maior.

Novo trecho - Pelo planejamento, será construída uma estrada de ferro entre Maracaju, maior produtor de grãos do Mato Grosso do Sul, até Cascavel, no Oeste Paranaense. De lá, o trem segue pelo atual traçado da Ferroeste com destino a Guarapuava – os 246 quilômetros de ferrovias atuais serão modernizados –, até se ligar a uma nova ferrovia que vai da região Central do Estado ao Porto de Paranaguá, cortando a Serra do Mar. Há previsão, ainda, de um novo ramal entre Cascavel e Foz do Iguaçu.

Impacto - De acordo com os técnicos responsáveis pelo estudo, a construção da ferrovia terá um impacto imenso dentro da logística nacional, diminuindo custos e ampliando a capacidade de exportação.

Área - A área de influência direta abrange 925 municípios de três países. São 773 do Brasil, 114 do Paraguai e 38 da Argentina. No Brasil, impacta diretamente 425 cidades do Paraná, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina, totalizando cerca de 9 milhões de pessoas. A área representa 3% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

Exportações - O documento aponta, entre outras vantagens, a estimativa de um aumento de 40% nas exportações de grãos e celulose para o Paraguai.

Outros estudos - A previsão, segundo o GTFerrovias, é que os Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica, Ambiental e Jurídica (EVTEA-J) fiquem prontos em setembro e o Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/Rima) seja finalizado em novembro, para que então a ferrovia possa ser privatizada.

Estratégica - A Nova Ferroeste é estratégica para o País, sendo que o projeto foi qualificado como prioritário no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) do governo federal. A inclusão garante celeridade na articulação com as entidades intervenientes, aquelas que acabam envolvidas nos processos de licenciamento, como o Ibama, a Funai, o ICMBio e Incra.

Variantes - Os estudos levam em conta todas essas variantes, e estão sendo elaborados para ter o menor impacto possível em comunidades indígenas, quilombolas, assentamentos e unidades de preservação. Outra preocupação é com as áreas urbanas, evitando trechos que cruzem as cidades. Em Curitiba, por exemplo, os trilhos serão todos desviados, sem a passagem de trens por cruzamentos que podem gerar acidentes.

Sobre a RZD - Ferrovias Russas (RZD) é a companhia ferroviária da Rússia e uma das maiores companhias ferroviárias do mundo, com 1,2 milhões de funcionários e um monopólio dentro do país. A extensão total da malha ferroviária usada pela RZD é de 85.500 quilômnetros, uma das maiores do mundo.

Participação na economia russa - A companhia é responsável por 3,6% do PIB russo, e detém o controle de 80% do transporte de passageiros e 82% do transporte de cargas no país. Por ano, aproximadamente 1,3 bilhão de passageiros e 1,3 bilhão de toneladas de cargas viajam via RZD. A empresa possui em torno de 20 mil locomotivas, 25 mil vagões de passageiros e 650 mil vagões de cargas. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Jonathan Campos / AEN

 

INFRAESTRUTURA II: Obras no Trevo Cataratas avançam e se aproximam da nova etapa

infraestrutura II 19 04 2021Serviços de terraplenagem, drenagem e de pavimentação estão em andamento na readequação do Trevo Cataratas, em Cascavel, na região Oeste do Paraná. A obra é fruto de acordo com o Ministério Público Federal (MPF). Cabe ao Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) a fiscalização do seu andamento, garantindo que sejam seguidas as normas vigentes e que os recursos devidos à população sejam corretamente investidos.

Maior gargalo logístico - “O maior gargalo logístico do Paraná será resolvido com essa obra, que conseguimos priorizar dentro do acordo com o Ministério Público Federal. Na verdade, a inclusão do Trevo Cataratas no acordo foi uma vitória do Governo do Paraná, que não abriu mão da sua construção”, afirma o secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex. “Estamos acompanhando atentamente o seu andamento, pois ele é fundamental para desenvolver ainda mais a região Oeste”, diz o secretário.

Ponte - “Ao mesmo tempo, na região temos em andamento a nova Ponte da Integração Brasil - Paraguai e, em breve, devemos iniciar a duplicação de mais seis quilômetros da BR-277 em Cascavel, do posto da Polícia Rodoviária Federal até a Ferroeste, ambas resultado da parceria com a Itaipu Binacional, com a fiscalização, gestão e acompanhamento dessas obras cabendo ao Estado do Paraná”.

Interseção - O Trevo Cataratas é uma interseção em nível que reúne as rodovias BR-369, ligação com Maringá; a BR-277, sentido Guarapuava e sentido Foz do Iguaçu; a BR-467, em direção a Toledo; e a Avenida Brasil, principal via de acesso a Cascavel. Cerca de 45 mil veículos circulam pelo trevo diariamente.

Avanço - Desde o início dos trabalhos, em outubro passado, a obra já avançou nos serviços da chamada etapa 1, em que vias próximas ao trevo receberão melhorias, em uma extensão total de quatro quilômetros, para receber o trânsito principal da interseção.

Via marginal - Atualmente está sendo implantada uma via marginal paralela à BR-277, na Rua Três Poderes, e sendo executada uma nova pavimentação na Rua Francisco Ignacio Fernandes, e outros dispositivos, como alças e acessos, que farão a interligação no entorno do trevo.

Etapa 2 - Assim que esses serviços estiverem concluídos, tem início a etapa 2, que será o bloqueio dos acessos ao Trevo Cataratas e desvio total do tráfego de veículos para as obras da etapa anterior. Na etapa 3 serão realizados todos os serviços no canteiro central do trevo, que incluem a execução de dois viadutos e cinco quilômetros de rodovias. A obra deve ser concluída em 2022.

Usuários - “Os usuários do Trevo Cataratas estão observando a movimentação no trecho há alguns meses, mas ainda não tiveram sua rotina afetada de maneira significativa. Isso vai mudar em breve, quando o canteiro central for fechado para execução das obras de arte especiais e nova pavimentação” explica o diretor-geral do DER/PR, Fernando Furiatti.

Sinalizada - “A obra estará devidamente sinalizada, conforme a legislação vigente, e contamos com a colaboração de todos os condutores durante esses meses de obras, pois os benefícios resultantes valerão a pena”.

Acordo - Por meio do acordo serão executadas ainda as alças de acesso ao viaduto Olindo Periolo em Cascavel, terceiras faixas em segmentos críticos da BR-277 entre Cascavel e Guarapuava, e melhorias em vias marginais da BR-277 em Foz do Iguaçu. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Divulgação DER

 

INFRAESTRUTURA III: Setor energético terá investimentos de R$ 3 tri até 2030, diz ministro

infraestrurura III 19 04 2021O setor energético brasileiro terá investimentos de R$ 3 trilhões até 2030, diz o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, entrevistado deste domingo (18/04) no programa Brasil em Pauta, da TV Brasil. Na entrevista, o ministro falou sobre a diversidade da matriz energética no Brasil, a produção de petróleo e gás, a mineração e a capitalização da Eletrobras, entre outros assuntos. O programa foi ao ar às 19h30.

Maior investimento - “O maior investimento realizado no país tem sido no setor de energia, seja no setor de petróleo, gás e biocombustíveis, seja no setor elétrico. São investimentos bilionários – nos próximos dez anos, devemos ter investimentos da ordem de R$ 3 trilhões, e isso tem ocorrido ano a ano”, afirma o ministro. “Investimentos estão sendo feitos de centenas de bilhões de reais nos últimos dois anos, e teremos aí mais outros R$ 2,5 trilhões até 2030.”

Atratividade - De acordo com Bento Albuquerque, esses investimentos ocorrem porque o Brasil tem atratividade, diversidade de fontes de energia e segurança jurídica e regulatória. “Isso é extremamente importante para atrair investimentos privados.”

Leilões - O ministro destaca outro fator importante, que é a retomada dos leilões no país: em 2021 serão seis leilões só de energia elétrica, de petróleo e de gás. “É importante dar previsibilidade para o mercado.”

Energia renovável - Na entrevista, o ministro ressalta ainda que o Brasil é uma referência no mercado internacional de energia, reconhecido pelas Nações Unidas. “O Brasil foi convidado, por exemplo, para liderar um grupo de países na transição energética, e nós vamos apresentar o nosso trabalho na Assembleia Geral das Nações Unidas em setembro. Então, o Brasil é uma referência no mundo, e a energia é estratégica para qualquer país, ainda mais no momento em que o mundo vive uma transição energética para uma economia de baixo carbono.”

Percentual - Segundo Bento Albuquerque, 83% da energia brasileira é renovável e, se for considerada a energia limpa, o índice sobe para 85%. No mundo, a média dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) é 25%.

Mineração - Sobre a exploração das riquezas minerais do país, atualmente em 0,7%, o ministro considera é pequeno o percentual frente ao potencial que o Brasil tem. “Nós temos mais de 80 variedades de minerais na pauta de exportações. Por exemplo, o minério de ferro é o segundo item [da pauta de exportações], só sendo superado pelo agronegócio. O petróleo é o terceiro. A mineração traz muito investimentos para o Brasil”, enfatiza.

Programas de incentivo - Para Bento Albuquerque, o importante é que o país tenha programas de incentivo à mineração, e isso está sendo construído com a indústria e com o Congresso Nacional. “Investimentos vultosos também estão ocorrendo [na mineração]. Cerca de US$ 40 bilhões serão investidos nos próximos quatro anos. Ano passado também batemos recorde de exportação em minério de ferro, ouro e outros minerais”, destaca. (Agência Brasil)

FOTO: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

 

FOCUS: Mercado financeiro prevê inflação em 4,92% neste ano

focus 19 05 2021A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), neste ano, subiu de 4,85% para 4,92%. Esse foi o segundo aumento consecutivo na estimativa que consta do boletim Focus, pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Próximos anos - Para 2022, a estimativa de inflação subiu de 3,53% para 3,60%. Tanto para 2023 como para 2024 a previsão é 3,25%, mantida há várias semanas.

Acima do centro da meta - A projeção para 2021 está acima do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, mas permanece dentro do limite de tolerância. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2,25% e o superior de 5,25%.

Taxa de juros- Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 2,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Expectativa - Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic encerre 2021 em 5,25% ao ano. Para o fim de 2022, a estimativa é que a taxa básica chegue a 6% ao ano. E para o fim de 2023 e 2024, a previsão é 6,5% ao ano e 6,13% ao ano, respectivamente.

Aumento - Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Redução - Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

Outros fatores - Além da taxa Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

PIB e câmbio - As instituições financeiras consultadas pelo BC ajustaram a projeção para o crescimento da economia brasileira este ano de 3,08% para 3,04%. Para o próximo ano, a expectativa para Produto Interno Bruto (PIB) - a soma de todos os bens e serviços produzidos no país - é de crescimento de 2,34% (contra 2,33%, na semana passada). Para 2023 e 2024, o mercado financeiro projeta expansão do PIB de 2,5%.

Alta - A expectativa para a cotação do dólar subiu de R$ 5,37 para R$ 5,40 ao final deste ano. Para o fim de 2022, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5,26. Na semana passada, a previsão para o próximo ano era R$ 5,25. (Agência Brasil)

FOTO: Banco Central do Brasil

 

IBC-BR: Atividade econômica cresce 1,7% em fevereiro, diz BC

A atividade econômica registrou crescimento, em fevereiro, pelo décimo mês consecutivo. É o que mostra o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado nesta segunda-feira (19/04) pelo Banco Central (BC).

Fevereiro - Em fevereiro, o índice apresentou alta de 1,7% na comparação com janeiro, segundo dados dessazonalizados (ajustados para o período). Em relação a fevereiro de 2020, a expansão ficou em 0,98% (sem ajustes).

Primeiro bimestre - No primeiro bimestre comparado ao mesmo período de 2019, foi registrado crescimento de 0,23%. Em 12 meses terminados em fevereiro de 2021, houve retração de 4,02%.

Evolução - O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar suas decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic.

Informações - O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos.

PIB - Mas o indicador oficial, com metodologia diferente do IBC-Br, é o Produto Interno Bruto (PIB) - a soma de todas as riquezas produzidas pelo país, calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e divulgado trimestralmente. (Agência Brasil)

ECONOMIA: Banco Central altera norma para segunda fase do open banking

O Diário Oficial da União de sexta-feira (16/04) trouxe a resolução do Banco Central (BC) que modifica regras para a implementação no país do sistema financeiro aberto, chamado open banking. Objetivo é reforçar o direito à proteção de dados dos clientes.

Complemento - De acordo com o BC, a medida complementa a regulamentação vigente que estabelece os requisitos técnicos e procedimentos operacionais da fase 2 do sistema, que vai permitir o compartilhamento de dados cadastrais e de transações de clientes bancários.

Padronização - O open banking é a padronização do processo de compartilhamento de dados e serviços financeiros pelas instituições autorizadas a funcionar pelo BC, por meio de abertura e integração de plataformas e infraestruturas de tecnologia. Por meio do sistema, os clientes terão poder sobre as informações levantadas pelos bancos e poderão autorizar o compartilhamento a outras instituições.

Competividade - De acordo com o BC, o open banking vai aumentar a competitividade entre os bancos e a melhor a oferta de produtos e serviços aos clientes.

Fase um - A fase 1 começou a ser implementada em 1º de fevereiro, com o compartilhamento de dados das instituições financeiras ao público, como as características e preços de produtos e serviços bancários de varejo relacionados a contas, cartão de crédito e operações de crédito para pessoas físicas e jurídicas. O alvo foram as outras instituições financeiras ou de pagamento, desenvolvedores, potenciais fintechs (empresas de inovação tecnológica no setor financeiro) e acadêmicos, visando à criação de plataformas de serviços e de novos modelos de negócios. Os dados estão disponíveis nos sites de cada banco.

Fase 2 - A fase 2, a ser implementada pelas instituições até dia 15 de julho, abrangerá o compartilhamento de dados cadastrais e transacionais relativos a operações de crédito, conta de depósito e cartão de crédito, mediante prévio consentimento de clientes. Com isso, será possível também a entrega de serviços customizados aos diferentes perfis, levando em consideração os interesses, objetivos e necessidades de cada público.

Autorização - O compartilhamento deve ser expressamente autorizado pelo cliente e tem prazo de um ano, mas pode ser encerrado a qualquer momento pelos canais de cada instituição financeira. Só podem participar do open banking instituições reguladas, autorizadas e supervisionadas pelo BC, estando sujeitas às sanções administrativas por eventual quebra de sigilo bancário.

Fase 3 - A fase 3 do sistema está prevista para 30 de agosto, com o início de serviços de pagamentos e de encaminhamento de propostas de crédito. E a quarta fase, para 15 de dezembro, com a ampliação de produtos e serviços financeiros integrados na infraestrutura do open banking, operações de câmbio, investimentos, seguros, previdência complementar aberta, entre outros.

Nova resolução - A principal medida estabelecida na resolução publicada nesta sexta-feira é a instituição do manual de experiência do cliente. O novo manual se junta a outros quatro já previstos na regulamentação, são eles: Escopo de Dados e Serviços; APIs (programas de aplicação); Serviços Prestados pela Estrutura de Governança; e Segurança, que também estão sendo atualizados e consolidados.

Requisitos - De acordo com o BC, esse novo manual de experiência do cliente estabelece requisitos para os processos de compartilhamento de dados do cliente, que abrange as etapas de consentimento, autenticação e confirmação. “Tem por objetivo harmonizar os procedimentos e as informações disponibilizadas pelas instituições participantes aos clientes, com vistas a assegurar uma experiência ágil, segura, conveniente, e transparente”, explicou o BC, em nota.

Novos serviços - Além disso, estão sendo exigidos novos serviços prestados pela infraestrutura de suporte do open banking, como a criação de ambiente de testes de APIs. Nesse caso, o objetivo é assegurar condições para as instituições testarem suas APIs no estágio de desenvolvimento, inclusive com acesso a exemplos para auxiliar sua implementação. (Agência Brasil)

LEGISLATIVO: Congresso tem sessão nesta segunda-feira para análise de vetos e de crédito orçamentário

legislativo 19 04 2021O Congresso Nacional realiza sessões nesta segunda-feira (19/04) e na terça-feira (20/04) para análise de vetos e de um projeto de lei que altera regra orçamentária (PLN 2/21). Na segunda-feira, a sessão será dividida em três etapas: às 10 horas (fase destinada aos deputados), às 16 horas (senadores) e às 19 horas (deputados novamente).

LDO - O PLN 2/21 altera a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) em vigor para permitir, em 2021, a abertura de crédito extraordinário destinado a programas emergenciais para redução de salário e jornada na iniciativa privada e apoio a micro e pequenas empresas.

Empregos - "Nós vamos nos dedicar para votarmos o PLN 2, que é muito importante para garantir a implantação no Brasil dos programas de manutenção do emprego e do Pronampe, de auxílio às pequenas e micro empresas, e também a apreciarmos diversos vetos presidenciais, que é atribuição do Congresso Nacional", disse o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), que comanda as sessões do Congresso.

Vacinas - Entres os vetos que aguardam votação, dois são relacionados à aquisição de vacinas contra a Covid-19. Deputados e senadores podem manter ou derrubar o VET 8/21, que determina o prazo de cinco dias para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) conceder autorização temporária de uso emergencial para importação e distribuição de imunizantes.

Prazo - O prazo estava previsto em projeto de lei de conversão aprovado pelo Congresso que deu origem à Lei 14.121/21. A norma autorizou o Brasil a aderir ao consórcio global de vacinas Covax Facility.

VET 9 - Também está pronto para análise o VET 9/21 a trechos do PL 534/21, que foi transformado na Lei 14.125/21. A norma autoriza a União e os demais entes a adquirir vacinas e assumir a responsabilidade civil em relação a efeitos adversos pós-vacinação. O governo federal vetou alguns dispositivos do texto original, como a autorização para estados e municípios adquirirem doses de vacinas em caráter suplementar, com recursos da União no caso de descumprimento do Plano Nacional de Imunização (PNI).

Outros vetos - Entre os vetos em pauta está também o VET 35/20, que atingiu a lei que dá prioridade para acesso ao auxílio emergencial à mulher provedora de família monoparental. Já o VET 50/20 foi aplicado à Medida Provisória 983/20, editada para desburocratizar as assinaturas eletrônicas de documentos para ampliar o acesso a serviços públicos digitais.

Profut - Também poderá ser votado o VET 1/21, que atingiu o projeto (PL 1013/20) que suspendia o pagamento de dívidas de clubes inscritos no Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro (Profut).

Mais - Outros vetos em pauta são o VET 5/21, que se refere a dispositivos da Lei que cria a Política Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais; e o VET 10/21, que atingiu todo o texto do Projeto de Lei 3477/20, aprovado em dezembro, que destinava R$ 3,5 bilhões para garantir acesso gratuito à internet de alunos inscritos no CadÚnico e de professores de escolas públicas.

Quantidade de votos - Para que um veto presidencial seja derrubado pelo Congresso Nacional, são necessários os votos de 257 deputados e 41 senadores. (Agência Câmara de Notícias)

Confira a pauta completa

FOTO: Pablo Valadares / Câmara dos Deputados

 

SAÚDE I: Brasil contabiliza 42.980 novos casos de Covid-19

Em 24 horas, houve 42.980 novos casos de covid-19 no Brasil. O número consta da atualização do Ministério da Saúde (MS) deste domingo (18/04). No balanço, foram confirmados 13.943.071 diagnósticos positivos desde o primeiro, em fevereiro de 2020.

Mortes - O número de mortes em decorrência da pandemia do novo coronavírus chegou a 373.335. De sábado para domingo (17 e 18/04), foram confirmados 1.657 novos óbitos.

Investigação - Ainda há 3.660 mortes em investigação por equipes de saúde. Isso porque há casos em que o diagnóstico sobre a causa só sai após o óbito do paciente. O número de pessoas recuperadas está em 12.391.599. Já o total de pacientes com casos ativos, em acompanhamento por equipes de saúde, ficou em 1.178.137.

Dados - Os dados em geral são menores aos domingos e segundas-feiras pela menor quantidade de trabalhadores para fazer os novos registros de casos e mortes. Já às terças-feiras eles tendem a ser maiores porque neste dia o balanço recebe o acúmulo das informações não processadas no fim de semana.

Estados - O ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (88.350), Rio de Janeiro (41.310), Minas Gerais (30.309), Rio Grande do Sul (23.192) e Paraná (20.349). Já as unidades da Federação com menos óbitos são Acre (1.418), Roraima (1.445), Amapá (1.467), Tocantins (2.374) e Sergipe (3.955). (Agência Brasil)

 

sude I tabela 19 04 2021

SAÚDE II: Mais de 1,2 mil novos casos de Covid-19 são confirmados no Paraná

saude II 19 04 2021 A Secretaria de Estado da Saúde divulgou neste domingo (18/04) 1.236 casos confirmados e 51 mortes — referentes aos meses ou semanas anteriores e notificações das últimas 24 horas — em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 901.401 casos confirmados e 20.218 mortos em decorrência da doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de abril (1.126), março (91), fevereiro (7) e janeiro (3) de 2021 e dos seguintes meses de 2020: abril (1), junho (1), julho (1), setembro (2), novembro (3) e dezembro (1).

Internados - 2.488 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 2.033 pacientes em leitos SUS (970 em UTI e 1.063 em leitos clínicos/enfermaria) e 455 em leitos da rede particular (277 em UTI e 178 em leitos clínicos/enfermaria).

Exames- Há outros 2.728 pacientes internados, 952 em leitos UTI e 1.776 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos da rede pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 51 pacientes. São 27 mulheres e 24 homens, com idades que variam de 28 a 95 anos. Os óbitos ocorreram entre 20 de dezembro de 2020 e 18 de abril de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Maringá (7), Foz do Iguaçu (5), Paranavaí (4), Cascavel (3), Wenceslau Braz (3), Bandeirantes (2), Colombo (2), Guaraniaçu (2), Jacarezinho (2), Pinhais (2), Reserva (2), Salto do Itararé (2), Telêmaco Borba (2) e Tibagi (2).

Uma morte - A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Castro, Congonhinhas, Curitiba, Guarapuava, Laranjeiras do Sul, Marialva, Santa Terezinha de Itaipu, São João do Ivaí, São José dos Pinhais, Ubiratã e Ventania.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 5.589 casos de residentes de fora do Estado, 131 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando aqui.

 


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