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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5062 | 04 de Maio de 2021

EVENTO: Sistema Ocepar promove Fórum Técnico para debater o Programa Banco do Agricultor Paranaense

O Sistema Ocepar promove, na quinta-feira (06/05), das 14h às 16h, o Fórum Técnico sobre o Banco do Agricultor Paranaense, com o propósito de detalhar o programa, especialmente em relação aos investimentos destinados a energias renováveis e irrigação. O secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, irá falar sobre os objetivos e as formas de operacionalização do Banco, lançado pelo governo do Paraná no último dia 27 de abril. Também devem participar profissionais da Secretaria da Agricultura e da Fomento Paraná.

Programação - O evento será aberto pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, e haverá ainda um painel de debates e esclarecimentos, com a presença dos dirigentes e técnicos das cooperativas paranaenses. O Fórum será realizado pela plataforma Teams e poderá ser acessado por meio do link https://cutt.ly/sbcFGCV.

Confirmação e informações - Os interessados devem efetivar as inscrições até esta quarta-feira (05/05), enviando o nome, CPF e e-mail para Jessica Costa ( jessica.costa@sistemaocepar.coop.br). Mais informações podem ser obtidas com Sílvio Krinski (silvio.krinski@sistemaocepar.coop.br) ou Maiko Zanella (maiko.zanella@sistemaocepar.coop.br).

O programa - De acordo com o governo do Estado, o programa Banco do Agricultor Paranaense tem alcance estimado em R$ 500 milhões. A proposta é alavancar investimentos por meio da equalização de taxa de juros em diversas atividades agropecuárias, além de promover inovação tecnológica, sustentabilidade, geração de emprego e melhoria da competitividade do produto paranaense. Para isso, o Estado vai compensar o agricultor, por meio da Fomento Paraná, com o reembolso de até 3 pontos porcentuais do juro contratado junto às instituições financeiras que trabalham com crédito rural – neste primeiro momento estão credenciados o Banco do Brasil, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e cooperativas de crédito.

 

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REUNIÃO INSTITUCIONAL: Oitenta gestores da C.Vale participam de encontro virtual com Sistema Ocepar

Na manhã desta terça-feira (04/05), foi realizada a 12ª Reunião Institucional promovida pelo Sistema Ocepar para apresentar os principais indicadores financeiros e econômicos da cooperativa C.Vale. Neste encontro virtual, através da ferramenta Teams, participaram cerca de 80 profissionais da cooperativa nos estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Paraguai e membros da diretoria, conselhos administrativo e fiscal. Segundo o presidente da C.Vale, Alfredo Lang, “a expectativa de todos é muito grande para poder ouvir os dados que serão apresentados pelo monitoramento e autogestão do Sistema Ocepar sobre o desempenho da nossa cooperativa. Esses indicadores são fundamentais para que possamos avaliar nosso trabalho”, lembrou o dirigente.

Radar - O evento foi aberto pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, que fez um detalhamento de todas as demandas que estão no “radar” do sistema neste ano de 2021. “Iniciamos um ano muito intenso com diversos assuntos de interesse das nossas cooperativas: reforma tributária, sanidade, investimentos, infraestrutura, pedágio, crédito rural e planejamento estratégico, nosso próximo ciclo que é o PRC200”, lembrou.

Sanidade - “Um dos temas que estamos no aguardo de uma posição internacional para que o Paraná possa avançar nas exportações de carnes é com relação da sanidade. Um trabalho que vem sendo realizado de forma conjunta com várias entidades. Imagina se há um ano nossas agroindústrias tivessem sido fechadas por conta da pandemia? Como ficaria a produção de alimentos?”, questionou. Ricken ressaltou que “no final deste mês de maio, mais precisamente no dia 27, deveremos ser reconhecidos pela Organização Internacional de Epizootias (OIE) de área livre de febre aftosa sem vacinação. Uma conquista muito importante para nossas cooperativas”, frisou.

Infraestrutura - O dirigente ainda destacou que outro ponto que demanda muitas ações do setor são sobre a infraestrutura. “Para que possamos crescer e investir cada vez mais, temos que ter condições para que nossas cooperativas possam produzir e transportar com qualidade e segurança. Dentro desta questão está a discussão do novo modelo de concessão das rodovias. Fizemos uma proposta que foi discutida junto com as cooperativas onde os pontos principais são a menor tarifa, realização de obras, transparência, qualquer ajuste tem que ser baseado no que foi investido, menos impostos sobre a tarifa, precisa ter uma desoneração. As novas empresas que irão administrar as rodovias têm que dar garantias contratuais sobre esses pontos e que nossas rodovias receberam investimentos dentro do que a sociedade está pagando e transparência absoluta em todas as fases, para que não aconteça com os atuais contratos. Boa parte dos problemas atuais que enfrentamos nos atuais contratos é falta de conhecimento como tudo foi contratado”.

Financiamentos - Ricken também manifestou preocupação sobre o crédito rural. “Temos uma preocupação muito grande e não vemos atualmente alternativas para que possamos abrir mão dessa sistemática de funcionamento de financiamento da safra. Percebemos que o governo tem demonstrado de que vai diminuir os recursos para o setor. Estamos enfrentando uma grave seca e qual segurança que nossos produtores têm hoje? Precisamos universalizar o seguro na agricultura, dar segurança para que os produtores possam plantar e colher com tranquilidade, por isso já levamos essas preocupações para a ministra da Agricultura, Tereza Cristina”, disse.

Importância - O presidente da C.Vale afirmou que o relato feito pelo presidente Ricken é muito importante para posicionar sobre as principais atividades realizadas pelo Sistema Ocepar em defesa das cooperativas. “Essa atuação mais direta com o meio político é importante e necessário. E o Sistema Ocepar tem feito isso com excelência. Precisamos monitorar cada vez mais o que o poder legislativo está discutindo e que pode afetar diretamente o sistema cooperativista. Aproveito para cumprimentar toda equipe pelo excelente trabalho realizado. Temos metas de crescimento consistentes e esse cenário apresentado aqui hoje servirá para que nossa equipe aqui presente avalie e o que podemos utilizar como estratégia para nosso planejamento”, lembrou Lang.

Presenças - A reunião contou ainda com a participação dos superintendentes do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, da Fecoopar, Nelson Costa, da Ocepar, Robson Mafioletti e gerentes e coordenadores do sistema que realizaram apresentações sobre os temas abordados nessas reuniões institucionais com as cooperativas paranaenses.

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COOPER LÍDER FEMININO: Denise Fraga e Barra de Saia são as atrações do Encontro de Lideranças Femininas Cooperativistas

A atriz Denise Fraga e o grupo de música sertaneja Barra de Saia, liderado por Adriana Sanchez e Eliza Marin, são as atrações especiais do Encontro de Lideranças Femininas Cooperativistas, o Cooper Líder Feminino. O evento será realizado na próxima sexta-feira (07/05), com transmissão ao vivo pelo canal do Sistema Ocepar no Youtube, na TV Paraná Cooperativo. A programação inicia a partir das 13h30. Clique aqui e confira o vídeo com Denise Fraga.

 

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RÁDIO PR COOPERATIVO: Live promove conversa esclarecedora sobre os ODS

Os participantes da live com o tema “Vamos falar sobre ODS?”, realizada na tarde de sexta-feira (30/04) pela plataforma Zoom, tiveram a oportunidade de saber mais sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável num bate-papo com o mestre em Governança e Sustentabilidade, Zeca Simões. Ele explicou a origem da campanha e deu exemplos práticos de como as cooperativas podem implementar projetos e atividades dentro das 17 temáticas dos ODS. “Os ODS fazem parte de uma campanha da ONU (Organização das Nações Unidas), que visa promover mudanças, desde que elas sejam positivas para o mundo como um todo. Os ODS focam o planeta e a todos. E, para que esse trabalho tivesse uma extensão e uma profundidade cada vez maiores, a ONU criou a Agenda 2030”, afirmou.

Áudio - Clique aqui e confira o áudio produzido pelo jornalista Alexandre Salvador e veiculado na Rádio Paraná Cooperativo sobre o evento, que teve 118 participantes, entre funcionários e integrantes da diretoria do Sistema Ocepar, representantes de outras Unidades Estaduais e profissionais de cooperativas de diversos ramos.

Incentivo - Segundo a analista do Sescoop/PR, Fabianne Ratzke, a live foi promovida pela Gerência de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR (Gecoop) com o objetivo de incentivar as cooperativas paranaenses a aderir a esse movimento que está se expandindo cada vez mais, “a fim de que tenhamos um mundo mais sustentável para todos”. A ideia foi ainda estimular as cooperativas a participar do Dia de Cooperar – Dia C, iniciativa do cooperativismo vinculada aos ODS, e motivá-las a inscrever as ações realizadas por meio da campanha. Os projetos do Dia C podem ser implementados ao longo do ano e registrados no site: https://diac.somoscooperativismo.coop.br/dia-c.

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SISTEMA S: Novos conselheiros de Administração e Fiscal do Senar-PR tomam posse

Foram empossados, na manhã desta terça-feira (04/05), os membros do Conselho Administrativo do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-PR) para o triênio 2021/2024. Entre eles, estão o superintendente da Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Fecoopar), Nelson Costa (titular), e o superintendente do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), Robson Mafioletti (suplente). O Conselho será presidido por Ágide Meneguete e tem ainda com titulares Darci Piana, da Fecomércio, Rosanne Curi Zarattini, do Senar Nacional, e Marcos Junior Brambilla, da Fetaep. Já os demais suplentes são: Guerino Guandalini, Livaldo Gemin, Ari Faria Bittencourt e José Amauri Denck. Também foram empossados os integrantes do Conselho Fiscal da entidade. Na sequência, ocorreu a 104ª reunião ordinária do Conselho Administrativo do Senar-PR. Ambas as atividades foram realizadas por videoconferência.

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SICOOB: Expansão física do sistema leva a instituição ao segundo lugar no ranking do BC

sicoob 04 05 2021Ampliando fortemente a sua presença física, em paralelo com a expressiva evolução no relacionamento digital, o Sicoob, que recentemente conquistou o 3º posto no ranking, passou, em dezembro de 2020, para o segundo lugar na escala de instituições financeiras que mais reúnem pontos de atendimento físico no Brasil. Com 3.480 unidades, o sistema cooperativista permanece atrás apenas do Banco do Brasil, que detém 4.380 agências.

Novos pontos de atendimento - De acordo com informações da instituição financeira cooperativa, foram inaugurados 197 pontos de atendimento em 2020 e, para 2021, há a expectativa de nova expansão.

Crescimento - Em cinco anos, o Sicoob viu o número de agências crescer em mais de 40%, uma média de 8% ao ano, enquanto outros agentes reduziram em até 25% sua atuação presencial.

Redimensionamento - Ênio Meinen, diretor de Coordenação Sistêmica e Relações Institucionais do Sicoob, explica que o redimensionamento da rede é natural, ainda mais em tempos de pandemia, por conta da evolução digital e oportunidade de racionalização no âmbito dos bancos, que atingiram a plenitude de sua rede há mais tempo, mostrando certo nível de sobreposição.

Atendimento remoto - "As cooperativas, que também têm dado forte ênfase ao atendimento remoto, contudo, ainda vislumbram oportunidades para novos pontos físicos, sobretudo em regiões metropolitanas, onde a sua rede encontra-se bem aquém da dos bancos", diz o executivo. Em centenas de municípios, no conceito de agência (atendimento amplo), o Sicoob é a única instituição presente fisicamente, promovendo a cidadania financeira e contribuindo para a dinâmica econômica.

Tecnologia e inovação - O Sicoob também mantém investimentos expressivos em tecnologia e inovação, buscando melhorar ainda mais a experiência de seus cooperados que preferem o relacionamento digital. Foram desenvolvidas soluções de reconhecimento facial - evitando o deslocamento de cooperados durante a pandemia -, pagamentos por aproximação e um processo de filiação totalmente digital, por meio do App Sicoob, dentre outras novidades.

Lado a lado - Segundo Ênio, no Sicoob há a convicção de que "os atendimentos físico e digital devem caminhar lado a lado para que se cumpra efetivamente o propósito cooperativo de promover justiça financeira e prosperidade, com inclusão, respeito ao cooperado e sem o viés do lucro".

Sobre o Sicoob - Instituição financeira cooperativa, o Sicoob tem mais de 5 milhões de cooperados e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. Oferecendo serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, dentre outras soluções financeiras, o Sicoob é a única instituição financeira presente em mais de 300 municípios. É formado por mais de 370 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e pelo Centro Cooperativo Sicoob (CCS), composto por uma confederação e um banco cooperativo, além de processadora e bandeira de cartões, administradora de consórcios, entidade de previdência complementar, seguradora e um instituto voltado para o investimento social. Sua rede de atendimento físico é uma das maiores no Sistema Financeiro Nacional, com mais de 3,4 mil pontos de atendimento. Acesse www.sicoob.com.br para mais informações. (Imprensa Sicoob)

 

CRESOL: R$ 35 milhões são distribuídos aos cooperados

cresol 04 05 2021O Sistema Cresol Baser, com mais de 25 anos de história, construiu uma relação de confiança com seus cooperados e, a cada ano, apresenta um resultado recorde. Em 2020, em meio as incertezas sobre o cenário econômico, a Cresol comprovou sua solidez e distribuiu os resultados ao seu quadro social.

Desafios - O último ano foi de muitos desafios e os cooperados superaram esse momento se reinventando e, assim, também contribuíram para o sucesso da Cresol. No primeiro quadrimestre do ano, as cooperativas do sistema Cresol, após a realização das assembleias, creditaram aos cooperados mais de R$ 18 milhões de distribuição de resultados e, no final do último ano, remuneraram em R$ 17 milhões os juros do capital social.

Proximidade - A Cresol sempre esteve próxima do cooperado e no último ano buscou novas formas para manter essa relação. “Encurtamos distâncias com nosso sócio para atendê-lo no momento em que ele mais precisou de nós. Esse relacionamento próximo fez com que mantivéssemos nosso propósito e com isso ganhamos ainda mais a confiança do nosso cooperado que investiu e cresceu junto com a Cresol”, destacou o Superintendente da Cresol, Adriano Michelon.

Soluções financeiras - A Cresol disponibiliza aos cooperados soluções financeiras personalizadas de acordo com o público e tem, como um dos grandes diferenciais, a participação nos resultados da cooperativa. De acordo com o Diretor de Negócios da Cresol, Pablo Guancino, quanto mais o cooperado movimenta suas finanças na cooperativa, mas participação ele tem. “Hoje a Cresol possui uma diversidade de produtos e serviços que atendem a realidade de cada pessoa e local onde atuamos. Por isso, a participação nos resultados se dá na proporção que o cooperado movimenta seus recursos na cooperativa de crédito, aplica suas economias ou toma crédito. Quanto maior a concentração, maior a sua participação”, explica.

Sobre a Cresol Baser - O Sistema Cresol Baser atua em onze estados brasileiros com 262 agências de relacionamento e 225 mil cooperados e tem uma participação de mais de 56% da Confederação, a qual reúne outras três Centrais. Crescendo a cada dia, a Cresol trabalha com foco nas pessoas, respeitando suas individualidades, para que seja cada vez mais uma instituição financeira competitiva que atende com eficácia as necessidades dos seus cooperados. (Imprensa Cresol)

 

SICREDI: Parceria é celebrada com NASCU e WOCCU em evento com presença do embaixador da Polônia no Brasil

sicredi 04 05 2021Desde setembro de 2020, o Sicredi tem realizado agendas junto a integrantes da Associação Nacional de Cooperativas de Poupança e Crédito da Polônia (NACSCU, na sigla em inglês) e do Conselho Mundial de Cooperativas de Crédito (WOCCU, na sigla em inglês). No dia 26 de abril, em mais uma etapa para troca de experiências e conhecimentos entre a instituição financeira cooperativa e a associação cooperativista polonesa, o evento contou com a presença do embaixador da Polônia no Brasil, Jakub Skiba. Entre outros cooperativistas de diversas nacionalidades, também prestigiaram o encontro Brian Branch, CEO do WOCCU, Rafal Matusiak, Chairman do WOCCU, presidente e CEO da NACSCU, Bogumit Krzyszczak, presidente da SKOK Chmielewskiego Credit Union e Bogdan Chmielewski, presidente e CEO da União de Crédito Federal Polonesa e Eslava.

Especial - “As cooperativas de crédito constituem um tipo muito especial de instituições financeiras baseadas em laços especiais entre seus associados. O principal objetivo das cooperativas de crédito é combater a exclusão financeira de seus associados. Essa abordagem é possível graças à forma de atuação das cooperativas e faz com que tal missão seja muito valiosa para a sociedade. Pode-se dizer que a atividade social está gravada no DNA das cooperativas de crédito. Esse aspecto social permite também desenvolver uma cooperação internacional lucrativa entre as cooperativas de crédito de diferentes países”, afirmou o embaixador.

Engajamento - “Estou muito contente com que, desde 2020, a NACSCU e o Sicredi estejam engajados na cooperação mútua relacionada ao desenvolvimento de suas respectivas cooperativas de crédito associadas, fornecendo as melhores práticas, especialmente no campo da transformação digital, governança corporativa e metodologia de marketing de produtos financeiros”, completou.

Abertura - Fernando Dall’Agnese, presidente da SicrediPar, foi o responsável pela abertura da agenda e ressaltou à presença de imigrantes poloneses, principalmente no Sul do país, além enfatizar que o movimento cooperativista transcende fronteiras por meio deste convênio firmado entre o Sicredi e a NACSCU, com o apoio do WOCCU, oportunizando conhecer diferentes realidades de outras Cooperativas ao redor do mundo. “O WOCCU é uma importante plataforma de compartilhamento de conhecimento e novas práticas, além de contribuir profundamente para a inclusão financeira e para o acesso a serviços financeiros de maneira sustentável. Temos orgulho em fazer parte desta importante organização mundial e possibilitar a inclusão de nossos associados a esse conhecimento”, declarou.

Presenças - Entre outros dirigentes e executivos do Sicredi, estiveram presentes Manfred Alfonso Dasenbrock, presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ, diretor do WOCCU e Fundação WOCCU, João Tavares, presidente executivo do Banco Cooperativo Sicredi e Romeo Balzan, superintendente da Fundação Sicredi. Também integrou a agenda Santo Capellari, presidente da Sicredi Centro Sul PR/SC/RJ, cooperativa que tem ativamente trocado conhecimentos com a polonesa SKOK Chmielewskiego Credit Union. Capellari ressaltou a importância prática do acordo de intercooperação, destacando ainda que dentro da área de atuação da Cooperativa há uma grande comunidade de imigrantes poloneses.

Fundação Sicredi - Já Manfred Dasenbrock ressaltou o importante papel da Fundação Sicredi, que contempla uma série de programas que visam a geração de impacto social positivo, com estrutura profissionalizada, atuando junto às cooperativas a nível nacional. “Somos participantes do Pacto Global da ONU e com base nos princípios e nos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, assumimos um conjunto de metas para caminhar juntos além de 2030, que é a direção do nosso propósito de gerar prosperidade à sociedade. Temos uma matriz de sustentabilidade muito robusta, onde contamos com o conhecimento do banco cooperativo holandês Rabobank, um grande parceiro do Sicredi”.

Agenda técnica com foco em educação financeira - Como forma de promover a troca de conhecimentos e experiências entre as cooperativas do Brasil e Polônia, foi realizada uma agenda técnica no encontro, na qual o Sicredi apresentou seu programa nacional de educação financeira: “Cooperação na Ponta do Lápis”. Iniciativa que tem o objetivo de cooperar para uma vida financeira sustentável, levando educação financeira para regiões onde o Sicredi está presente, o programa tem contribuído para uma sociedade melhor e mais igualitária. Somente em 2020, foram 1878 ações ao todo, impactando mais de 4,4 milhões de pessoas, incluindo eventos on-line em 19 estados brasileiros.

Outras iniciativas - Além do programa ‘Cooperação na Ponta do Lápis’, o Sicredi investe na educação infantil e de adolescentes com o Programa “A União Faz a Vida”, impactando, ao longo de seus 25 anos de realização, mais de três milhões de crianças e adolescentes e contando com a participação de mais de 100 mil professores engajados nas causas de Cidadania, Cooperação e da Solidariedade. A instituição também é ativa na constituição e promoção do segmento por meio de iniciativas como os programas “Cooperativas Escolares” e “Crescer”, com alto investimento anual em capacitação, exercício da transparência e grande promoção das Assembleias Gerais de associados.

Igualdade de Gênero - Visando a Igualdade de Gênero (ODS 5), a instituição financeira cooperativa também tem como ações o Comitê Mulher de associadas voluntárias integrantes da Global Women’s Leadership Network e o Comitê Jovem organizado junto às Cooperativas, com jovens associados voluntários para estimular iniciativas inovadoras de benefício à sociedade e estimular a formação de novas lideranças cooperativistas.

Apresentação - Justyna Leonhardt, chefe adjunta de Análise Financeira e Desenvolvimento de Produto da SKOK Chmielewskiego Credit Union, foi a responsável por apresentar o trabalho em prol da educação financeira realizado na cooperativa de crédito polonesa. Justyna destacou como a cooperativa tem utilizado os canais digitais para promover o tema. A executiva também expôs o trabalho realizado por meio de parceria com entidades locais por meio da qual, por exemplo, são realizadas ações de suporte à declaração de imposto de renda e um projeto para qualificação de pessoas idosas para o uso de soluções financeiras digitais. Além disso, antecipou que uma plataforma on-line com foco em educação financeira está sendo desenvolvida e será lançada em breve.

Convênio - O convênio de cooperação entre Sicredi e NACSCU foi firmado em agosto de 2020 com o intermédio do WOCCU visando intercâmbio de informações e experiências tendo como pilares digitalização, relacionamento e negócios. Desde então, já foram realizados encontros com foco em assuntos como relacionamento com a comunidade, papel dos coordenadores de núcleo, metodologia de comercialização de produtos e educação financeira.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 24 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI ALIANÇA: Associado de Mercedes (PR) ganha R$ 5 mil na campanha Poupança Premiada

sicredi alianca 04 05 2021A Sicredi Aliança PR/SP teve seu primeiro associado premiado na campanha Poupança Premiada, realizada pela Central Sicredi PR/SP/RJ. O ganhador do prêmio de R$ 5 mil foi Edson Schug, da agência de Mercedes (PR). A entrega foi feita na semana passada na presença do Diretor de Negócios, Gilson Metz e do Gerente da Agência, Alex Buss.

Promoção - A promoção, iniciada em março, segue até dezembro com sorteios semanais de R$ 5 mil. A campanha também tem um prêmio especial de R$ 500 mil, que será entregue no dia 31 de outubro, celebrando o Dia Internacional da Poupança - além do grande sorteio final de R$ 1 milhão, no dia 20 de dezembro.

Participar é simples - A cada R$ 100 aplicados na poupança do Sicredi é gerado um número da sorte para concorrer nos sorteios, que acontecem pela Loteria Federal. Se as aplicações forem na modalidade programada (quando o poupador autoriza o débito mensalmente em sua conta), as chances de ganhar são em dobro.

Automática - Nos dois casos a participação é automática, uma vez que não é necessário o associado se cadastrar ou preencher cupons. É simples porque ao depositar já está concorrendo. E, se optar pela poupança programada, é ainda mais vantajoso, seja pela conveniência e facilidade - uma vez que basta solicitar uma única vez com seu gerente e todos os meses o valor definido já vai para a poupança - seja pelo incentivo extra dos números da sorte em dobro que recebe a cada depósito.

Números da sorte - Os números da sorte podem ser visualizados no site da campanha www.poupancapremiadasicredi.com.br, onde o poupador também confere conteúdos específicos sobre finanças, conhece o regulamento, vencedores dos sorteios e outras informações sobre o Sicredi. (Imprensa Sicredi Aliança PR/SP)

 

COAMO: Para gerente da OCB, “cooperativas são centros de inteligência e desenvolvimento”

coamo 04 05 2021“O cooperativismo tem a capacidade de envolver as pessoas em torno de um objetivo em comum. Sempre foi e sempre será assim. Faz parte da essência das cooperativas atuar pelo bem-estar dos seus cooperados, empregados e comunidade. Então, quanto mais as pessoas conhecerem o cooperativismo, mais esse modelo de negócios vai poder transformar a realidade do nosso país. Quero destacar que as cooperativas funcionam como centros de inteligência e desenvolvimento para os cooperados, balizam os preços no mercado onde estão localizadas e são indutoras de crescimento em suas localidades.” A afirmação é da gerente geral da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Tânia Zanella, também vice-presidente do Instituto PensarAgro (IPA), onde atua pela defesa das cooperativas agropecuárias e das produtoras rurais do país.

Entrevista - Na edição de março/2021, Tânia foi entrevistada pela Revista Coamo e abordou questões importantes sobre o cooperativismo, participação feminina neste movimento que vive um bom momento, entre outras.

Mulher no cooperativismo - “Em termos percentuais, vemos que tem havido um crescimento na participação feminina – mas ainda podemos avançar. Segundo o Anuário do Cooperativismo Brasileiro, da OCB, em 2019, 38% do quadro social era composto por mulheres. Esse número cresceu em relação a 2018, quando o percentual era 36%. Por outro lado, em 2019, apenas 17% dos cargos de presidência ou vice-presidência das cooperativas eram ocupados por mulheres. Durante o 14º Congresso Brasileiro do Cooperativismo, Roberto Rodrigues lançou um desafio: que cada cooperativa tivesse ao menos um jovem e uma mulher em seu Conselho de Administração. E por que não? Concordo que essa seja uma ótima maneira de contribuir com uma maior igualdade de gênero e oportunidades, além de trazer benefícios diretos às cooperativas. Estudo de 2018, da consultoria McKinsey, afirma que organizações com mais diversidade (gênero, cultural e étnica) são 43% mais propensas a terem melhores resultados econômicos. Fica o desafio!

Foco da OCB - “A OCB foi criada para ser a voz das cooperativas brasileiras. Estamos sempre presentes, mostrando todos os benefícios que o cooperativismo é capaz de trazer para as pessoas e o país. Assim, nossa atuação junto aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, com a imprensa e com organismos internacionais está focada na busca de conquistas e avanços para o setor. Nosso foco é levar o cooperativismo, suas necessidades e potencialidades em todos os ambientes. O modelo cooperativista merece essa representação e esse espaço. O trabalho não é simples, mas o comprometimento das nossas equipes é singular. Por isso, mesmo no contexto da pandemia, conseguimos obter tantas conquistas no ano passado.

Momento do cooperativismo - “Acredito que o cooperativismo vive, atualmente, o seu melhor momento em termos de consolidação. Veja: se, antes, já eram perceptíveis as mudanças que vinham ocorrendo no perfil do consumidor, agora, mais do que nunca, a decisão de consumir leva em consideração diversas variáveis que conversam com nosso modelo de negócio: produtos e serviços nacionais, que provêm de uma gestão democrática, participativa e transparente.

Inovação - “Com a pandemia, o setor também deu um salto em inovação. As cooperativas que ainda não estavam inovando perceberam que esse é um fator essencial para a sustentabilidade do nosso modelo de negócio. Em pesquisa realizada em 2021 pela OCB, levantamos que mais de 84% das cooperativas consideram a inovação como fundamental. Entendo que pensando e repensando nosso jeito de produzir ou prestar um serviço, com estratégia, inovação e, acima de tudo, considerando as pessoas como parte essencial de todos os processos, teremos condições de aproveitar as oportunidades que estão surgindo, mesmo antes do período que já chamamos de pós-pandemia.”

Centro de inteligência - “O cooperativismo tem essa capacidade de envolver as pessoas em torno de um objetivo em comum. Sempre foi e sempre será assim. Faz parte da essência das cooperativas atuar pelo bem-estar dos seus cooperados, empregados e comunidade. Então, quanto mais as pessoas conhecerem o cooperativismo, mais esse modelo de negócios vai poder transformar a realidade do nosso país. As cooperativas funcionam como centros de inteligência e desenvolvimento para os cooperados, balizam os preços no mercado onde estão localizadas e são indutoras de crescimento em suas localidades. E fazem tudo isso cuidando das pessoas ao seu redor. “

Serviço - Para acessar a entrevista com Tania Zanella e outras matérias da Revista Coamo, acesse http://www.coamo.com.br/revistacoamo/mar21/. (Imprensa Coamo)

 

COCAMAR I: Drone gera economia a produtor de milho

Com uma área de 160 hectares em Apucarana (PR), a família Bertasso é uma das que já adotaram o drone para a pulverização de fungicida em lavoura de milho. Sob a orientação da Cocamar, que vem incentivando a disseminação da tecnologia, o produtor Luiz Eleandro Bertasso conta que interessou-se depois de conhecer as vantagens oferecidas pelo equipamento em comparação à aplicação convencional.

Menos água - Executada por uma empresa prestadora selecionada pela Cocamar, a pulverização cobre 1 hectare a cada 6 minutos em média, demandando uma vazão de apenas 8 litros de água, volume 17 vezes menor que os 136 litros gastos na aplicação com máquina. O investimento é de R$ 188 por alqueire (o que dá R$ 77,6 na medida em hectare).

Sem dispersar - Como o drone opera a uma altura de 2 metros da lavoura, as minúsculas gotículas do fungicida não se dispersam, concentrando-se nas folhas das plantas e sequer chegam ao chão. Da mesma forma, não há risco de deriva. No caso da propriedade de Apucarana, a mesma aplicação incluiu também o fertilizante foliar.

Economia com combustível - Além de gastar bem menos água no processo, o produtor economiza com o óleo diesel que seria consumido pelo trator ou o autopropelido, conforme ressalta o engenheiro agrônomo Victor Palaro, coordenador de Agricultura Digital da cooperativa. “Quando se fala em sustentabilidade, o drone está à frente”, diz Palaro. Outra vantagem é que o serviço pode ser feito logo após um período de chuvas, em que não é possível entrar com maquinário.

Não amassa - Essa alternativa de pulverização tem outro diferencial importante: não há amassamento de plantas pelos rodados do trator, o que geralmente causa uma perda de 3% em média.

Interessante - Segundo o produtor, como o município apresenta solo de relevo acidentado em algumas regiões - impraticável para o emprego de avião, o drone se torna ainda mais interessante.

Modernizar - Para Bertasso, que tem 27 anos e é formado em agronegócio, o drone é mais uma etapa no processo de modernização da atividade, Ele está iniciando a agricultura de precisão.

Parceria - Para disseminar o uso do equipamento junto aos produtores cooperados, a Cocamar firmou parceria com a Syngenta, uma de suas principais fornecedoras. A empresa coloca seu pessoal para promover demonstrações em regiões onde esse tipo de aplicação ainda é pouco difundido. (Imprensa Cocamar)

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COCAMAR II: Vendas de peças superam previsão nos primeiros meses

Com previsão de faturar cerca de R$ 100 milhões este ano, o negócio Peças – que integra a Gerência Comercial de Insumos da Cocamar – é uma área que vem passando por um rápido desenvolvimento na cooperativa.

Crescendo - O gerente Clóvis Aparecido Domingues comenta que além de uma variedade de peças e implementos multimarcas, o setor compreende pneus e lubrificantes, ofertados nas lojas da cooperativa. “Devido ao bom momento da atividade agropecuária, superamos as expectativas para o primeiro trimestre de 2021”, destaca Domingues.

Profissionalização - Para aprimorar o desempenho dos profissionais que fazem parte da equipe, uma programação de treinamentos e capacitação é realizada com o objetivo de melhorar ainda mais o atendimento prestado aos cooperados. “Estamos investindo na profissionalização da estrutura”, pontua o gerente, informando que foi concluído o levantamento do parque de máquinas de todo o quadro de cooperados – o que é fundamental, segundo ele, para que haja mais assertividade na reposição de peças.

Lojas - Ao mesmo tempo, vem sendo reconfigurada a disposição dos produtos nas lojas “para que o ambiente fique mais bonito e agradável”, acrescenta o gerente, citando a unidade de Cianorte entre os exemplos.

Time - Vinculado à gerência de Clóvis Domingues, o time comercial é formado por Rober Antônio, responsável pela aquisição de implementos multimarcas e linha de produtos Sthil; João Maratta, que responde por Pneus Pirelli e lubrificantes, e José Marcos, titular de peças e ferramentaria. (Imprensa Cocamar)

SEMINÁRIO: Sustentabilidade no agronegócio

Nesta terça-feira (04/05), às 14h, será realizado, de forma online, o Seminário “Sustentabilidade no Agronegócio” que tem por finalidade abordar e discutir avanços, perspectivas e desafios relacionados ao desenvolvimento de processos agrícolas e distribuição de suas produções de modo a contribuir com a segurança alimentar, tendo por premissa o atendimento aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU. Este evento, promovido pelo Centro de Síntese USP Cidades Globais (USP CG IEA), Faculdade de Saúde Pública (FSP USP) e Universidade de São Paulo, será transmitido pelo canal www.iea.usp.br/aovivo.

Desafios - A sustentabilidade do agronegócio apresenta uma série de desafios, como promover negócios inclusivos, aumentar a eficiência de todo o sistema alimentar e contribuir para os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. A literatura tem apresentado muitas soluções para a sustentabilidade do agronegócio. Contudo, dificilmente uma única solução será suficiente, pois a complexidade dos desafios acima elencados adentra o terreno da governança ambiental. Ou seja, requer integrar múltiplos atores, formas de conhecimento, escalas espaciais, setores da sociedade, tecnologias e tipologias de políticas públicas. O seminário se coloca como espaço para estimular visões e reflexões acerca dos temas abordados.

Publicação - Ao finalizar os dois painéis, haverá o lançamento do livro integrante da Coleção Ambiental da Editora Manole com o título “Sustentabilidade no Agronegócio”, realizado sob responsabilidade editorial dos Professores Cleverson Andreoli e Arlindo Philippi Junior. A obra contém 27 capítulos, que representam resultados de estudos, pesquisas e práticas, de autoria de profissionais oriundos de setores acadêmicos, tecnológicos, científicos e empresariais, possibilitando oferecer conhecimento atualizado e profundo nos temas que abrangem e conformam a sustentabilidade no agronegócio. Nesta publicação há um capítulo sobre Integração Lavoura Pecuária Floresta – ILPF, escrito pelo superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti em parceria com Rodrigo Casagrande.

 

seminario folder 04 05 2021

ABRATES: 2ª Prosa Sementeira debate avanços no controle de qualidade da semente

Na hora de semear, todos querem a melhor matéria-prima, mas como produtores, empresas e instituições de pesquisa asseguram a qualidade da semente? Quais são os cuidados que devem ser tomados antes, durante e após o ciclo da cultura? Especialistas da Bayer, Corteva e Embrapa Soja estarão juntos para esclarecer estas dúvidas nesta quarta-feira (05/05), às 19 horas, na 2ª Prosa Sementeira, evento on-line promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes (Abrates) em seu canal no YouTube.

Participação - Nesta edição, participam do bate-papo sobre o tema “Uma visão holística sobre qualidade de sementes”, os especialistas Viviane Abreu, da Bayer Crop Science, Marco Aurélio Freitas, da Corteva Agriscience e José de Barros França Neto, da Embrapa Soja. Segundo a organizadora do evento, Maria Laene Moreira de Carvalho, 2ª vice-presidente da Abrates e docente da Universidade Federal de Lavras (UFLA), os convidados abordarão os tópicos qualidade assegurada; “Stewardship”; controle interno de produção de sementes e quais são os verdadeiros significados e as vantagens desses sistemas.

Qualidade - Viviane Abreu, líder de Stewardship Sementes e Traits para América Latina da Bayer Crop Science, vai abordar o programa de qualidade Stewardship da Bayer, sua importância para a empresa e o programa de certificação ETS (Excellence Through Stewardship). “A gestão responsável dos produtos sempre foi uma das principais preocupações da indústria de sementes, especialmente para as empresas voltadas à biotecnologia. Assim, garantir o controle da qualidade e o gerenciamento responsável das tecnologias é fundamental no desenvolvimento e comercialização de novos materiais”, detalha Viviane. A especialista ressalta que, além do programa interno de qualidade para a produção de sementes em acordo com a legislação vigente, vai complementar sua exposição com detalhes sobre o Trait Quality, programa que a Bayer criou para garantir a qualidade dos traits para as tecnologias transgênicas.

Programas implementados - O líder de Qualidade Assegurada de Produção de Sementes na América Latina da Corteva Agroscience, Marco Aurélio Freitas, também vai falar sobre a importância dos programas Quality Assurance (QA) e o Quality Control (QC), que estão sendo implementados em grandes empresas para assegurar a garantia e o controle de qualidade de produtos. De acordo com Freitas, essas áreas são novas dentro das empresas sementeiras, que até pouco tempo trabalhavam focadas em produtos. "De uns tempos para cá, elas começaram a adotar esses conceitos com o objetivo de dar um suporte com responsabilidade distinta dentro de todo o gerenciamento de qualidade", explica Freitas. Ele complementa que vai explicar a diferença entre QA e QC, por meio de exemplos práticos que existem dentro da área de produção de sementes. Em linhas gerais, o objetivo não é só garantir a qualidade do produto, mas sim padronizar processos, cumprir com as certificações e atender a expectativa de clientes.

Pesquisa - O pesquisador da Embrapa Soja, José de Barros França Neto, irá explanar como a pesquisa vem melhorando o controle de qualidade das sementes de soja e as técnicas de produção de sementes de alto vigor. “Vou focar em algumas pesquisas, treinamentos da Embrapa e Abrates que levam o setor produtivo a novas técnicas de análise, testes de tetrazólio, patologia de sementes e testes de vigor com base na 2ª edição do livro ‘Vigor de Sementes: Conceitos e Testes’, da Abrates”.  

Testes - Estima-se que sejam feitos mais de 300 mil testes de tetrazólio ao ano para o controle da qualidade física e fisiológica de sementes de soja no País. O teste é considerado um dos mais rápidos, eficientes e precisos para esta cultura. “Somente a Embrapa Soja já formou mais de 2,3 mil profissionais de empresas brasileiras de sementes nesta tecnologia. O que tem colaborado de maneira eficiente no aprimoramento da qualidade da semente de soja no Brasil. Recentes pesquisas apontam que o vigor, a viabilidade e a germinação têm subido substancialmente em decorrência da melhoria constante do aprimoramento de técnicas de produção para se obter sementes de alta qualidade física e fisiológica”, destaca França-Neto.  

Comparativo - "Se você inicia uma lavoura de 230 mil plantas alto vigor por hectare e o seu vizinho com a mesma cultivar e a mesma população de plantas por hectare, porém com uma lavoura oriunda de uma semente de vigor médio, a produtividade de sua lavoura será de 10% a 12% maior do que a do vizinho. Isso é fruto da pesquisa, envolvendo controle de qualidade, vigor, estabelecimento da lavoura com plantas de alto desempenho agronômico e que resultará em maiores produtividades”, conclui França-Neto.

Série - O presidente da Abrates, Francisco Carlos Krzyzanowski, mentor da Prosa Sementeira, acredita que as lives suprem a carência de troca de experiências entre os sementeiros nesta época de pandemia, em que estão suspensos os eventos presenciais. O nome dado à série sugere que os encontros virtuais sejam informais e possibilitem a participação de todos os atores do setor e diferentes assuntos relacionados ao setor sementeiro.  

Mensais - As lives são mensais e ocorrem na primeira semana do mês com a participação de dois ou três convidados. Cada convidado tem de 10 a 15 minutos de apresentação e, em seguida, é aberto para discussão e respostas aos questionamentos do público telespectador. A 1ª Prosa Sementeira, realizada em abril, teve como tema "O negócio de sementes no Brasil" e está disponível no canal Abrates no YouTube no link: https://www.youtube.com/watch?v=9wt4WcZc67w&t=115s

Sobre a Abrates - Fundada em 1970, a Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes (Abrates) é uma organização sem fins lucrativos que visa impulsionar o desenvolvimento de tecnologias para a produção de sementes de variadas culturas em todo o País. Por isso, a Abrates incentiva a publicação de trabalhos técnicos científicos, a divulgação de resultados de pesquisas em tecnologia de sementes, a atualização tecnológica e a capacitação dos profissionais da cadeia sementeira. (Assessoria de Imprensa da Abrates)

SERVIÇO

2ª Prosa Sementeira - Uma visão holística sobre qualidade de sementes

Quando: 05/05/2021, às 19 horas

Onde: canal da Abrates no Youtube - https://www.youtube.com/channel/UCzVrJbOrUCU1dCKE9i6sDJw

Quanto: gratuito

Informações e sugestões: contato@abrates.org.br

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COMÉRCIO EXTERIOR: Brasil bate recordes históricos de exportações e superávit da balança comercial em abril

O mês de abril marcou uma temporada de recordes no comércio exterior brasileiro. A começar pelo superávit de US$ 10,35 bilhões – o maior valor absoluto na comparação com qualquer mês do ano –, impulsionado por um crescimento de 67,9% em relação a abril de 2020. O maior superávit até então havia sido registrado em julho do ano passado, de US$ 7,6 bilhões, considerando toda a série histórica iniciada em 1997. As exportações também bateram recorde, com aumento de 50,5%, somando US$ 26,48 bilhões. Nesse caso, o maior valor anterior era o de agosto de 2011, com US$ 20,08 bilhões.

Importações - Já as importações no mês atingiram US$ 16,13 bilhões, em alta de 41,1%, com o quinto maior valor para meses de abril. Assim, a corrente de comércio subiu 46,8%, alcançando US$ 42,61 bilhões no período, o que também representa um recorde, mas apenas para os meses de abril. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (3/5) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

Acumulado - No acumulado de janeiro a abril de 2021, em comparação a igual período de 2020, o superávit é de US$ 18,26 bilhões, com crescimento de 106,4%. A corrente de comércio atinge US$ 146 bilhões, registrando alta de 20,7%. As exportações cresceram 26,6% e somaram US$ 82,13 bilhões, enquanto as importações subiram 14% e totalizaram US$ 63,87 bilhões.

Quadrimestre - Segundo a Secex, a exportação do quadrimestre também foi a maior da série histórica para os primeiros quatro meses do ano. Já o saldo comercial foi o segundo maior, atrás apenas do superávit de 2017, de US$ 19 bilhões, enquanto a corrente de comércio foi a terceira maior para o período.

Alta de quantidades e preços - O crescimento das exportações em abril ocorreu em todas as categorias, com aumento mais expressivo na Indústria Extrativa, chegando a US$ 6,46 bilhões (+73,2%). Na Agropecuária, as vendas atingiram US$ 8,23 bilhões (+44,4%) e na Indústria de Transformação a marca foi de US$ 11,66 bilhões (+43,9%).

Fatores - O subsecretário de Inteligência e Estatísticas de Comércio Exterior, Herlon Brandão, explicou que esse aumento das vendas externas se deve tanto à alta dos preços quanto à dos volumes exportados. “Até março, o principal fator que explicava o aumento das exportações era o preço. Com o aumento das quantidades, chegou-se a esse bom resultado, de valor recorde exportado de mais de US$ 26 bilhões no ano”, comentou.

Agropecuária - A Agropecuária se destacou, com um crescimento de 35,8% na quantidade em relação a abril de 2020, sobretudo nas vendas de soja. Os embarques da oleaginosa subiram 17% e atingiram o recorde de 17,4 milhões de toneladas, permitindo um resultado que foi ajudado, também, pelo aumento de 22,3% do preço no mês. “Temos uma recuperação da demanda mundial, preços de importantes produtos da pauta de exportação brasileira em alta, além da concentração dos embarques de soja. Tivemos uma safra tardia este ano, o que fez com que os embarques aumentassem mais em março e abril, em detrimento de fevereiro e janeiro. Mesmo assim, temos uma safra recorde e uma demanda mundial aquecida, o que fez com que esse produto tivesse um destaque”, disse Brandão.

Indústria Extrativa - Na Indústria Extrativa, houve aumento de 70,7% no preço. “Só o minério de ferro apresentou crescimento de 92%, ao compararmos o preço de abril deste ano com abril do ano passado. O preço de exportação desse produto chegou a US$ 126 a tonelada, muito próximo das máximas históricas, que foram em 2011, quando chegou a US$ 136 a tonelada”, lembrou o subsecretário.

Alta das importações- A Secex também constatou crescimento das importações em todos os setores. A Indústria de Transformação – que representa 90% das compras – teve aumento de 42,6%. Em quantidades, esse segmento registrou alta de 30% nas compras, puxada por insumos e bens intermediários.

Atenção - Apontando o gráfico das importações pela média diária, Herlon Brandão chamou a atenção para o fato de que a pandemia da Covid-19 e a desaceleração da economia em 2020 produziram “um vale no meio do ano”, enquanto em 2021 há uma trajetória mais sustentada, com uma média em torno de US$ 800 milhões por dia útil, em todos os meses do ano. “Devemos observar crescimentos elevados das importações, por efeito de base de comparação, ao longo do ano”, previu.

Destinos e origens - Em relação aos destinos, aumentaram em 55,1% as vendas para a China, mas Brandão salientou que a alta foi registrada para toda a Ásia, a exemplo do Japão, que comprou 36% a mais do Brasil no mês passado. Para os países da Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean), a alta foi de 53% e, para a Coreia, de 43,6%.

Aumento - Em abril, o Brasil também vendeu mais para a Argentina (+88,2%), totalizando US$ 900 milhões, enquanto para os Estados Unidos (+33,7%) foram US$ 2,32 bilhões e para a União Europeia (+37%) as vendas totalizaram US$ 3,45 bilhões. “São crescimentos expressivos para todas as regiões, mas com características diferentes entre si”, ponderou Brandão.

Ásia - Isso porque, para a Ásia, o aumento é sobre uma base elevada de 2020, com grande impacto do preço. Por outro lado, para destinos como Argentina, Estados Unidos e União Europeia, a base de comparação de abril de 2020 é baixa, considerando os impactos da pandemia do novo coronavírus sobre as compras desses países no ano passado.

Previsões - Herlon Brandão lembrou que em janeiro a Secex divulgou uma previsão “mais modesta” – de 5% no crescimento das exportações para o ano – devido a um cenário de incerteza em relação aos efeitos da pandemia, ritmo de vacinação e comportamento dos consumidores. Com os resultados dos primeiros três meses, a projeção foi revisada para US$ 266,6 bilhões de exportações no ano, o que seria um recorde anual.

Expectativa - “Esse último resultado projetado mostrava um crescimento de 27%. O crescimento no quadrimestre, até agora, é de 26,6%. Então, essa projeção do primeiro trimestre antecipou esse bom resultado de abril. Por mais que possamos achar surpreendente, está dentro do que foi previsto até agora e, por enquanto, não há motivo para acreditar que vá se alterar essa expectativa”, afirmou.

Contexto - De acordo com o subsecretário, o mesmo vale para as previsões de importações e do saldo comercial: “Quando divulgamos essa projeção, a expectativa era de um saldo de quase US$ 90 bilhões. Então, o saldo expressivo de abril, de US$ 10 bilhões, também está dentro desse contexto”, concluiu Herlon Brandão. (Ministério da Economia)

Veja os resultados da balança comercial

CÂMBIO: Dólar fica praticamente estável e fecha vendido a R$ 5,41

cambio 04 05 2021Em um dia marcado por oscilações no mercado, o dólar fechou praticamente estável, mas reduziu o ritmo de queda e permaneceu acima de R$ 5,40. A bolsa de valores chegou a subir quase 1% durante a manhã, mas perdeu impulso e terminou com leve alta.

Cotação - O dólar comercial fechou esta segunda-feira (03/05) vendido a R$ 5,419, com recuo de R$ 0,013 (-0,24%). A divisa começou a sessão em alta, chegando a R$ 5,45 por volta das 10h30, mas inverteu o movimento e passou a cair, atingindo R$ 5,37 na mínima do dia, por volta das 12h30. Durante a tarde, o recuo diminuiu, até a cotação encerrar próxima da estabilidade.

Bolsa - Na bolsa de valores, o dia foi parecido. O Ibovespa, índice da B3, encerrou o dia aos 119.209, com alta de 0,27%. Depois de operar em alta em boa parte da manhã, o indicador passou a cair, sob influência do mercado externo, até recuperar-se perto do fim das negociações.

Mercado internacional - O dólar e a bolsa foram pressionados pelo mercado internacional, com os investidores receosos com o aumento de casos de covid-19 na Índia. Além disso, houve um movimento global de realização de lucros, com investidores vendendo ações para embolsar ganhos dos últimos dias.

Balança comercial - A pressão no mercado externo foi aliviada pelo resultado da balança comercial, que teve superávit recorde em abril. Além disso, o mercado doméstico aguarda avanços nas reformas tributária e administrativa, anunciados recentemente pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). (Agência Brasil)

FOTO: Pixabay

 

ECONOMIA I: Copom inicia terceira reunião do ano para definir juros básicos

economia I 04 05 2021Depois de aumentar os juros pela primeira vez em seis anos na última reunião, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) deve repetir a dose na terceira reunião do ano para definir a taxa básica de juros, a Selic. O encontro começa nesta terça-feira (04/05) e termina nesta quarta-feira (05/05), ao final do dia, quando o Copom anunciará a decisão.

Alta - Com a alta da inflação nos últimos meses, a previsão das instituições financeiras, é de que a Selic deve subir de 2,75% ao ano para 3,5% ao ano. A expectativa de alta está no boletim Focus, pesquisa divulgada toda semana pelo BC. Para o final de 2021, o mercado prevê que a taxa estará em 5,5% ao ano.

Menor nível - De agosto de 2020 a março deste ano, a Selic estava em 2% ao ano, no menor nível desde o início da série histórica do Banco Central, em 1986. A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia.

Inflação - Ela também é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima ao valor definido na reunião.

Aumento - Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Entretanto, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Redução - Ao reduzir a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Entretanto, as taxas de juros do crédito não caem na mesma proporção da Selic, pois a Selic é apenas uma parte do custo do crédito.

Reuniões - O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.

Meta de inflação - Para 2021, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,25% e o superior é 5,25%.

Próximo ano - Para 2022, a meta é 3,5%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Projeção - Os analistas consultados no boletim Focus agora projetam que a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), terminará o ano em 5,04%, próxima ao teto do intervalo de tolerância, motivada pelos preços dos alimentos, da energia e dos combustíveis. Para 2022, a estimativa está em 3,61%. (Agência Brasil)

FOTO: Pixabay

 

ECONOMIA II: Ipea aponta queda de 1,1% nos investimentos em fevereiro

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou, nesta segunda-feira (03/05), o Indicador Ipea Mensal de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que registrou retração na margem pelo segundo mês consecutivo. Enquanto o recuo foi de 15,9% em janeiro em relação a dezembro de 2020, fevereiro apresentou queda de 1,1% frente a janeiro de 2020. O trimestre móvel terminado em fevereiro, por outro lado, revelou avanço de 22,4% e aumento de 7,8% na comparação com fevereiro do ano passado. A taxa de crescimento nos investimentos acumulados em doze meses passou de -1,4% para -1,1%.

Mensuração - O Indicador de FBCF mede os investimentos no aumento da capacidade produtiva da economia e na reposição da depreciação do estoque de capital fixo. A FBCF é composta por máquinas e equipamentos, construção civil e outros ativos fixos. O consumo aparente de máquinas e equipamentos, que corresponde à produção nacional destinada ao mercado interno acrescida das importações, caiu 2,9%, apesar da alta de 47,2% no trimestre móvel. Enquanto a produção de máquinas e equipamentos registrou recuo de 4,3% em fevereiro, a importação teve um aumento de 13,1% no mês.

Construção civil - Os investimentos em construção civil cederam 1,2% em fevereiro, segunda queda seguida após uma série de oito altas registradas. Dessa forma, o segmento avançou 2% no trimestre móvel. O desempenho acumulado em doze meses, porém, revelou queda de 1,3%.

Generalizado - Na comparação com o ano passado, o bom desempenho foi generalizado. Enquanto o componente máquinas e equipamentos revelou um avanço 9,7% maior que fevereiro de 2020, as valorizações de construção civil e outros ativos fixos foram de 2,3% e 18,1%, respectivamente. A comparação com o trimestre móvel de 2020 também foi positiva para todas as categorias. (Assessoria de Imprensa do Ipea)

Acesse a íntegra do indicador

IBGE: Inflação na indústria fica em 4,78% em março, segunda maior alta desde 2014

ibge destaque 04 05 2021Os preços da indústria subiram 4,78% em março frente a fevereiro, a segunda maior alta da série histórica do Índice de Preços ao Produtor (IPP), iniciada em 2014. Em fevereiro, a alta recorde foi revisada de 5,22% para 5,16%. Com o resultado, o índice, divulgado nesta terça-feira (04/05) pelo IBGE, acumula recordes de 14,09%, no trimestre, e de 33,52%, nos últimos 12 meses.

Vigésimo aumento - Esse é o vigésimo aumento consecutivo, na comparação mês a mês do indicador, desde agosto de 2019. O índice mede a variação dos preços de produtos na “porta da fábrica”, sem impostos e frete, de 24 atividades das indústrias extrativas e da transformação. Dessas, 23 apresentaram variações positivas, repetindo o desempenho apresentado nos meses de fevereiro e janeiro.

Reflexo - O resultado reflete, principalmente, a elevação dos preços nas atividades de refino de petróleo e produtos de álcool (16,77%), outros produtos químicos (8,79%), madeira (7,73%) e papel e celulose (7,18%). Já as maiores influências vieram de refino de petróleo e produtos de álcool (1,53 p.p.), outros produtos químicos (0,74 p.p.), alimentos (0,58 p.p.) e metalurgia (0,41 p.p.).

Impacto - Alexandre Brandão, gerente de análise e metodologia da Coordenação de Indústria, diz que o resultado do mês de março reflete o impacto da depreciação do real frente ao dólar, que afeta tanto os preços dos produtos exportados pelo Brasil quanto os preços dos produtos importados, em particular das matérias primas. No caso do aumento de custo, isso gera um efeito em cascata em diversas cadeias industriais.

Preços majorados - “Muitas matérias-primas estão com os preços majorados e essas altas se espalham por diversas cadeias. Se aumenta o preço do óleo bruto de petróleo, aumentam os preços dos derivados; se a nafta sofre aumento, alguns produtos químicos que a utilizam como matéria prima também têm seus preços elevados e isso acaba impactando o setor de plásticos, que processa alguns desses produtos químicos. O mesmo é válido em relação ao preço do minério, que tem impacto na metalurgia e, num segundo momento, em indústrias como a automotiva ou a produtora de eletrodomésticos” explica Brandão.

Demanda internacional - Outro fator que contribuiu para a elevação de preços no mês de março foi o aumento da demanda internacional, especialmente da China, impactando o preço das commodities, sobretudo agrícolas.

Pressão - “As commodities têm aumentado de preço porque o mercado internacional está pressionado pela demanda, em particular a exercida pela China por produtos da agroindústria, como os derivados da soja e as carnes, em particular bovina. Mas também há pressões sobre produtos siderúrgicos e de celulose”, diz Brandão.

Alimentos - Ele destaca que alimentos, setor mais pesado da economia, não apareceu entre as principais influências nem em janeiro nem em fevereiro, quando foram os recordes da série. Todavia, voltou a aparecer em março e, na perspectiva do indicador dos últimos 12 meses, é a maior influência no índice de 33,52% (7,58 p.p.), seguido por indústrias extrativas (5,55 p.p.), refino de petróleo e produtos de álcool (4,70 p.p.) e outros produtos químicos (3,63 p.p.). Seja como for, extrativas, alimentos, refino de petróleo, outros produtos químicos e metalurgia têm aparecido, desde novembro de 2020, como os mais influentes em pelo menos um dos três indicadores calculados - mês/mês anterior, acumulado no ano e acumulado 12 meses.”, analisa Brandão.

Sobre a pesquisa - O Índice de Preços ao Produtor - IPP, cujo âmbito são as indústrias extrativas e de transformação, tem como principal objetivo mensurar a mudança média dos preços de venda recebidos pelos produtores domésticos de bens e serviços, bem como sua evolução ao longo do tempo, sinalizando as tendências inflacionárias de curto prazo no País. Constitui, assim, um indicador essencial para o acompanhamento macroeconômico e, por conseguinte, um valioso instrumento analítico para tomadores de decisão, públicos ou privados.

Investigação - O IPP investiga, em pouco mais de 2.100 empresas, os preços recebidos pelo produtor, isentos de impostos, tarifas e fretes e definidos segundo as práticas comerciais mais usuais. Coletam-se cerca de 6 mil preços mensalmente. Adotando a Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE 2.0, o IPP gera indicadores para 24 atividades das indústrias extrativas e de transformação, além de reorganizar os mesmos dados em grandes categorias econômicas, abertas em bens de capital, bens intermediários e bens de consumo (duráveis e semiduráveis e não duráveis). (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: André Motta de Souza / Agência Petrobras

 

ibge quadro 04 05 2021

 

INFRAESTRUTURA: Brasil não renovará pacto de transporte naval com Argentina e Uruguai

infraestrutura 04 05 2021O governo brasileiro decidiu não renovar os acordos bilaterais para transporte marítimo que mantém há décadas com Argentina e Uruguai.

Navios registrados - Entre outras coisas, os pactos estipulam que a movimentação de mercadorias entre portos dos países signatários deve ser feita, de preferência, em navios registrados em uma destas nações. O acordo assinado com a Argentina, terceiro maior parceiro comercial do Brasil, está em vigor desde 1985. Já o pactuado com o Uruguai, desde 1976. Ambos preveem a hipótese de cancelamento unilateral, bastando, para isso, que uma das partes comunique sua intenção antecipadamente.

Dados - Segundo dados da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, cerca de 46% de todos os produtos que o Brasil exportou para a Argentina, em 2019, foram transportados por via marítima. No caso do Uruguai, este percentual ficou na casa dos 40%.

Notificada - A decisão brasileira já foi notificada às autoridades dos dois países. E não é inédita. Em 2020, o Brasil não renovou o convênio que mantinha com o Chile desde 1974. Além dos acordos com Argentina e Uruguai (ainda em vigor), o Brasil mantém tratados semelhantes com a Alemanha, Argélia, Bulgária, China, França, Polônia, Portugal e Rússia.

Reserva de mercado - Com o fim dos acordos, o Brasil reduz reserva de mercado, ampliando a competitividade no setor. “Constatamos que há uma reserva de mercado, uma imposição de barreira geográfica que restringe a competição entre as empresas, limitando a capacidade dos usuários escolherem seus fornecedores, além de outros efeitos que acabam por onerar o frete”, afirmou a secretária-executiva do Conselho Nacional das Zonas de Processamento e Exportação, do Ministério da Economia, Natasha Martins do Valle Miranda, em um debate que o Instituto Besc de Humanidades e Economia realizou no mês passado.

Custos maiores - Segundo Natasha, os acordos contribuem para encarecer o valor dos custos de transporte de mercadorias entre os países signatários o que, segundo ela, motivaram a Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade a defender o fim dos acordos.

Base - “Além das questões concorrenciais, nossa análise é baseada nos princípios e ordenamentos da OCDE. Todos sabem que tanto o Brasil quanto a Argentina pleiteiam uma vaga na organização. E caso um dos dois a consiga, não poderemos manter este acordo. Logo, nós, do governo como um todo, temos que olhar para a OCDE a fim de deixar nosso ordenamento [jurídico] mais perto do que a organização dispõe”, acrescentou a secretária.

Repercussão - O diretor do Departamento de Navegação e Hidrovias do Ministério de Infraestrutura, Dino Antunes Dias Batista, disse, durante o debate, que a pasta defende a manutenção dos acordos bilaterais desde, pelo menos, 2015, quando o governo brasileiro passou a discutir a revogação do tratado com o Chile.

Regularidade - “Desde lá, o ministério tem feito uma defesa bastante firme pela manutenção destes acordos. Porque, no nosso entendimento, eles permitem uma regularidade fundamental para a logística”, disse Batista ao sustentar que os acordos cumprem o objetivo de desenvolver o intercâmbio comercial entre os países signatários.

Discussão - “Porém, não estamos sozinhos no governo. Existe toda uma discussão, bastante aprofundada. E o governo recebeu muitas demandas de usuários. E os principais usuários da navegação de grande cabotagem [entre países vizinhos] explicitaram que querem o fim destes acordos”, acrescentou o direto. “Acabar com um acordo destes é muito simples, é relativamente rápido, mas retomá-los é muito complicado. Se errarmos a mão, será muito difícil voltar atrás.”

Mapa - Consultado pela Agência Brasil, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento se manifestou favorável à decisão. Segundo o coordenador de logística do Departamento de Análise Econômica e Políticas Públicas, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Carlos Alberto Nunes, a medida faz parte de um “processo contínuo de revisão das relações comerciais do Brasil com seus vizinhos”.

Defasados - “Estamos com estes acordos [em vigor] há muitas décadas e seus balizadores estão defasados. Hoje, há uma variedade de produtos, de navios com diferentes configurações, legislações distintas para operação das embarcações. Logo, é necessário ajustar estes parâmetros e não vejo muita dificuldade em fazermos estes ajustes”, disse Nunes ao sugerir que novos acordos podem vir a ser negociados em breve, em outros termos.

Qualquer bandeira - “[Enquanto isso] O transporte de mercadorias poderá ser feito por navios de qualquer bandeira, o que é positivo, pois estimula a concorrência entre as empresas de navegação, o que pode resultar em menores custos logísticos, o que é bom para todos”, acrescentou o representante do Mapa.

Importância - Para a Associação Brasileira dos Armadores de Cabotagem (Abac), a decisão do governo não leva em conta a importância dos acordos para todo o setor associado à navegação marítima. “Encerrando o acordo, entregaremos as cargas hoje operadas pelas empresas brasileiras a companhias estrangeiras que atuam no mercado internacional”, sustentou a entidade, em nota enviada à Agência Brasil.

Origem e destino - Segundo a Abac, cerca de 20% de toda a carga movimentada em contêineres pelo conjunto das empresas brasileiras de navegação têm como origem ou destino portos argentinos ou uruguaios. Movimentação que, de acordo com a entidade, ajuda a fortalecer a navegação costeira entre portos brasileiros – atividade que o governo pretende estimular por meio do chamado Programa de Incentivo à Cabotagem (BR do Mar), objeto do Projeto de Lei nº 4199/2020, que tramita no Congresso Nacional em regime de urgência.

Revisão da medida - “A decisão [de não renovar os acordos] certamente deveria ser revista para que a tomada de decisão fosse baseada em números concretos e projeções de mercado, bem como na importância de investimentos em navegação no Brasil, em lugar de entregar um mercado para empresas estrangeiras que não geram empregos, não recolhem tributos e impostos no país e, na sua maioria, utilizam embarcações operando em registros abertos, que têm custos operacionais significativamente menores”, defendeu a Abac.

CNI - Já para a Confederação Nacional das Indústrias (CNI), o fim dos acordos, se concretizado, será positivo. “Esta é uma prioridade do setor industrial, pois trata-se uma demanda da nossa base em função das deficiências nas áreas de logística e infraestrutura, que figuram como um dos principais entraves para o melhor desempenho do comércio exterior brasileiro”, sustenta a entidade. Para a confederação, os acordos são “instrumentos defasados” que desestimulam a competição e contribuem para o aumento dos custos.

Competividade - “O fim das políticas de reserva de carga no transporte marítimo é relevante para aumentar a competitividade do comércio exterior brasileiro e a integração internacional da economia. No setor de transporte internacional, a experiência tem demonstrado que o que reduz fretes e aumenta o nível de serviços é a competição”, acrescenta a entidade.

Argentina - Na Argentina, armadores classificaram como “lamentável” a exclusão da navegação de grande cabotagem do rol de serviços contemplados em regimes especiais de tratamento como forma de promover a integração regional. (Agência Brasil)

 

INMET: Sistema Nacional de Meteorologia irá integrar ações de previsão do tempo

inmet 04 05 2021O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e o Centro Gestor e Operacional do sistema de Proteção da Amazônia (Censipam) anunciaram nesta segunda-feira (03/05) a criação do Sistema Nacional de Meteorologia (SNM). O objetivo é eliminar sobreposições de atividades, gerando assim uma cadeia de processos, produtos e dados interligados e complementares.

Previsões - A partir desta segunda-feira, o Inpe deixa de divulgar para o público em geral as previsões de tempo e os avisos meteorológicos, atividade que passará a ser realizada exclusivamente pelo Inmet, que já a executa, basicamente, desde sua criação em 1909. A mudança trará grandes avanços para o Agro, com maior eficiência na previsão do tempo, fundamental para o produtor decidir o momento exato de plantar e de colher.

Papeis bem definidos - Cada um dos órgãos atuará com o seu papel bem definido de modo a tornar a Meteorologia Nacional mais eficiente e para atender da melhor maneira possível a todas as demandas de seus usuários e da população. “A atuação conjunta das Instituições permitirá atingir patamares de desenvolvimento compatíveis com as necessidades sociais e econômicas do país, principalmente relacionadas ao aprimoramento do monitoramento e elaboração de melhores previsões de eventos meteorológicos extremos, elevando a meteorologia brasileira a um novo patamar”, explica a Nota Oficial Conjunta divulgada pelos três órgãos.

Pedra fundamental - Nesta segunda foi definido o "lançamento da pedra fundamental" para o início da organização das atividades de monitoramento, previsão, pesquisa, desenvolvimento e inovação, preconizada pelo SNM. “Vamos ampliar a pesquisa e a ciência, e melhorar o acesso do público à informação meteorológica para tomar as melhores decisões”, comemora o diretor do Inmet, Miguel Ivan de Oliveira, explicando que durante mais de duas décadas o Brasil duplicou esforços e recursos nestes institutos para produzir o mesmo produto.

Integrador - O Inmet será o grande integrador da meteorologia no Brasil, o responsável pela emissão dos alertas, o que permitirá que o Inpe se concentre na pesquisa da meteorologia, produzindo ciência para aperfeiçoar os resultados. “Esta integração é uma revolução na meteorologia brasileira”, afirma Miguel de Oliveira.

Mapa interativo - O Inmet também irá lançar em seu portal um mapa interativo com a previsão de tempo para todo o país para os próximos cinco dias. Nos dois primeiros dias, a previsão ainda é detalhada para os turnos madrugada/manhã, tarde e noite. O usuário poderá navegar pelo mapa e obter a previsão de tempo para qualquer município selecionando um ponto no mapa. (Mapa)

Veja Nota Oficial Conjunta completa AQUI.

 

SIMEPAR: Abril mais seco da história volta a agravar a crise hídrica no Paraná

simepar 04 05 2021A crise hídrica voltou a se agravar no Paraná, o que reforça os pedidos para o uso racional da água. Curitiba e outras sete cidades tiveram o abril mais seco desde o início da série histórica, em 1998. Dos 13 municípios analisados pelo Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar) a pedido da Agência Estadual de Notícias (AEN), apenas em Guaratuba, no Litoral, a chuva foi superior à média.

Total - No total, a precipitação nos 13 pontos diferentes do Estado foi de 369 milímetros (mm), ou 25,7% da média histórica, estimada em 1.434,1 mm no acumulado para essas mesmas áreas.

Cidades - Londrina foi a cidade em que menos choveu no mês passado entre os locais pesquisados. Apenas 0,6 mm, ante uma expectativa de 85,1 mm. Pato Branco (3 mm), Maringá (3,4 mm), Cascavel (3,8 mm), Guarapuava (4,8 mm), Umuarama (4,8 mm) e Campo Mourão (7,6 mm) aparecem na sequência, todos com o pior abril da história.

Mais - Ponta Grossa (9,6 mm), Cambará (10,8 mm) e Paranavaí (17,6 mm) também apresentaram chuvas bem abaixo da média. Já Foz do Iguaçu registrou 41,3% do volume aguardado (147,1).

Capital - Na Capital, que convive com um rodízio no fornecimento de água desde o ano passado, a precipitação atingiu 8,8 mm, cerca de 10% do esperado para o período (81,6 mm). O desempenho repete o abril de 2000 como os piores mensurados desde 1998.

Tendência - Tendência em Curitiba que reforça o cenário de março, o mais seco em 24 anos, e confirma a previsão dos institutos de meteorologia para um período de baixa precipitação entre o outono e o inverno. “Nessa etapa do ano a chuva já costuma ser abaixo do normal. Mas desta vez o volume ficou ainda mais baixo. Um abril muito seco em quase todo o Paraná”, afirmou o meteorologista do Simepar, Fernando Mendonça Mendes.

Média - Nesta segunda-feira (03/04), a média dos reservatórios do Sistema de Abastecimento Integrado de Curitiba e Região Metropolitana (SAIC) era de 54,08%. Uma queda significativa em relação ao último dia março, quando o índice mostrava 60,79%.

Acima das expectativas - “Embora já houvesse a previsão de poucas chuvas, a situação em abril superou negativamente as nossas expectativas porque ficaram muito abaixo da média”, ressaltou o diretor de Meio Ambiente e Ação Social da Sanepar, Julio Gonchorosky. “A população tem colaborado até agora com o uso econômico da água e mantemos esse alerta para que esses hábitos de economia sejam mantidos. A intenção é passar os próximos meses com níveis mínimos de reservação”, acrescentou.

Maio - Ainda de acordo com o Simepar, as frentes frias, responsáveis pela chuva nessa época do ano, não conseguiram ingressar no Paraná com força suficiente para causar chuvas expressivas. Além disso, foram poucos os sistemas frontais que passaram pelo Paraná.

Abaixo da média - A expectativa, segundo o instituto, é que em maio as chuvas sigam abaixo da média em todo o Estado. “Precisamos saber quanto menor será esse volume. Se ruim como foi em abril ou mais perto da média histórica”, disse Mendes.

Investimento - A Sanepar informou que mantém investimentos e tem antecipado obras estruturantes para mitigar os efeitos da crise hídrica. Estão em andamento em Curitiba as obras de construção de mais quatro reservatórios e a implantação de 107 quilômetros de rede que vão melhorar o sistema de distribuição de água na Região Metropolitana.

Antecipação - Além disso, foi antecipada a captação de água do Rio Capivari para reforçar a Barragem do Iraí, além de iniciar em breve a captação de água da Bacia do Rio Verde.

Volume - Veja quanto choveu em abril nos 13 pontos do Paraná analisados pelo Simepar:

CURITIBA

Abril 2021: 8,8 mm

Média do período: 81,6 mm

Porcentual: 10,7%

LONDRINA

Abril 2021: 0,6 mm

Média do período: 85,1 mm

Porcentual: 0,7%

MARINGÁ

Abril 2021: 3,4 mm

Média do período: 71,3 mm

Porcentual: 4,7%

CASCAVEL

Abril 2021: 3,8 mm

Média do período: 133,3 mm

Porcentual: 2,8%

FOZ DO IGUAÇU

Abril 2021: 60,8 mm

Média do período: 147,1 mm

Porcentual: 41,3%

GUARAPUAVA

Abril 2021: 4,8 mm

Média do período: 122,2 mm

Porcentual: 3,9%

PONTA GROSSA

Abril 2021: 9,6 mm

Média do período: 87,8 mm

Porcentual: 10,9%

PATO BRANCO

Abril 2021: 3 mm

Média histórica: 146,7 mm

Porcentual: 2%

CAMPO MOURÃO

Abril 2021: 7,6 mm

Média histórica: 116 mm

Porcentual: 6,5%

GUARATUBA

Abril 2021: 233,4 mm

Média do período: 189,7 mm

Porcentual: 123%

PARANAVAÍ

Abril 2021: 17,6 mm

Média do período: 85,4 mm

Porcentual: 20,6%

UMUARAMA

Abril 2021: 4,8 mm

Média histórica: 98,3 mm

Porcentual: 4,8%

CAMBARÁ

Abril 2021: 10,8 mm

Média histórica: 69,7 mm

Porcentual: 15,4%

PARANÁ (13 CIDADES)

Abril 2021: 369 mm

Média histórica: 1.434,2 mm

Porcentual: 25,7%

(Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Alessandro Vieira / AEN

 

SAÚDE I: Mortes sobem para 408,6 mil e casos para 14,7 milhões

As vidas perdidas para a pandemia da covid-19 subiram para 408.622 no Brasil, segundo a última atualização do Ministério da Saúde, divulgada na noite desta segunda-feira (03/05). Nas últimas 24 horas, foram registradas 983 novas mortes em função da covid-19. No domingo (02/05), a soma de mortes contabilizada no sistema de dados da pandemia estava em 407.639.

Investigação - Ainda há 3.654 óbitos em investigação. Isso ocorre porque há casos em que um paciente morre, mas a causa segue sendo apurada mesmo após a declaração do óbito.

Total - Já o total de pessoas infectadas desde o início da pandemia subiu para 14.779.529. De domingo para segunda (02 a 03/05), as secretarias de Saúde acrescentaram às estatísticas 24.619 diagnósticos positivos. No domingo, o total de casos confirmados pelas autoridades de saúde era 14.754.910.

Acompanhamento - Ainda há no país 1.034.431 casos em acompanhamento. O termo é empregado para as pessoas infectadas e com casos ativos de contaminação pelo novo coronavírus.

Divulgação - As informações do balanço do Ministério da Saúde são divulgadas a cada dia no início da noite, a partir dos dados enviados pelas secretarias estaduais de Saúde sobre novos casos e mortes registrados no dia.

Recuperados - Ainda conforme a atualização, o Brasil tem 13.336.476 pessoas que se recuperaram da covid-19 desde o início da pandemia. Isso equivale a 90,2% do total de pessoas que foram infectadas com o vírus.

Mais baixos- Os números são em geral mais baixos aos domingos e segundas-feiras em razão da menor quantidade de funcionários das equipes de saúde para realizar a alimentação dos dados. Já às terças-feiras, os resultados tendem a ser maiores pelo envio dos dados acumulados.

Estados - O ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (97.172), seguido do Rio de Janeiro (44.897), Minas Gerais (34.313), Rio Grande do Sul (25.165) e Paraná (22.674). Já na parte de baixo da lista, com menos vidas perdidas para a pandemia, estão Roraima (1.513), Acre (1.522), Amapá (1.561), Tocantins (2.587) e Alagoas (4.275).

Vacinação - Até o momento, foram distribuídos a estados e municípios 70,7 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Deste total, foram aplicadas 43,5 milhões de doses, sendo 29,6 milhões da primeira dose e 13,9 milhões da segunda dose. (Agência Brasil)

 

saude I tabela 04 05 2021

SAÚDE II: Paraná registra mais 1.359 casos de Covid-19 e 63 óbitos

saude II 04 05 2021 A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta segunda-feira (03/05) mais 1.359 casos de Covid-19 e 63 óbitos. Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas. Os dados acumulados do monitoramento mostram que o Estado soma 949.530 casos e 22.529 óbitos.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de janeiro (3), fevereiro (5), março (16), abril (242) e maio (1.091) de 2021 e dos seguintes meses de 2020: julho (1) e dezembro (1).

Internados - O informe relata que 2.375 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 1.904 em leitos SUS (931 em UTI e 973 em enfermaria) e 471 em leitos da rede particular (279 em UTI e 192 em enfermaria).

Exames - Há outros 2.362 pacientes internados, 958 em leitos UTI e 1.404 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão nas redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Secretaria da Saúde informa a morte de mais 63 pacientes. São 28 mulheres e 35 homens, com idades que variam de 32 a 83 anos. Os óbitos ocorreram de 22 de março de 2020 a 02 de maio de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Curitiba (7), Campina Grande do Sul (4), Colombo (4), Fazenda Rio Grande (4), Foz do Iguaçu (4), Piraquara (4), Ponta Grossa (3), São José dos Pinhais (3), Colorado (2), Guaratuba (2), Jandaia do Sul (2), Maringá (2) e Toledo (2).

Uma morte - O informe registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Campo Magro, Carlópolis, Cascavel, Contenda, Floresta, Goioerê, Ibaiti, Ibiporã, Jacarezinho, Londrina, Pato Branco, Pérola, Piên, Presidente Castelo Branco, Quatro Barras, Rebouças, Sabáudia, Santa Fé, Santa Terezinha de Itaipu, Santana do Itararé.

Fora do Paraná - O monitoramento registra 5.717 casos de pessoas que não moram no Estado –145 foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

 

SAÚDE III: Paraná ultrapassa 1 milhão de pessoas com esquema vacinal completo contra Covid-19

saude III 04 05 2021O Paraná ultrapassou, na manhã desta segunda-feira (03/05), a marca de 1 milhão de paranaenses com o esquema vacinal completo, ou seja, que receberam as duas doses da vacina contra a Covid-19. Até às 8h47 desta segunda, 1.001.901 pessoas tinham sido imunizadas com doses de vacinas da Coronavac, fabricada pelo Instituto Butantan/Sinovac, e da Covishield, da Universidade de Oxford/AstraZeneca/Fiocruz.

Percentual da população - O total de paranaenses vacinados com as duas doses equivale a quase 10% da população do Estado, estimada pelo Ranking de Vacinação, e a 21% das pessoas que fazem parte dos grupos prioritários previstos no Plano Estadual de Vacinação contra a Covid-19. As vacinas aplicadas como segunda dose correspondem a 83% dos 1,2 milhão de imunizantes distribuídos pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) para essa etapa de vacinação.

Estratégica - “A segunda dose é estratégica, ela aumenta a proteção contra a Covid-19. Por isso, é importante tomar a dose de reforço na data correta. Quem não completa o esquema vacinal está mais sujeito à infecção, em comparação com pessoas que recebem as duas doses”, destacou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Total - Até agora, o Paraná aplicou 2.767.937 doses dos imunizantes, sendo que 1.766.036 pessoas receberam a primeira. O Estado já distribuiu aos municípios 3.054.585 vacinas. Das 1.846.124 voltadas para a primeira dose, 95,8% já foram aplicadas.

Municípios - Os municípios com o maior percentual de população vacinada com ambas as doses, conforme o Ranking, são Nova Laranjeiras (19,94%), Diamante do Norte (19,43%), Tamarana (19,04%), São Jorge do Oeste (17,22%) e Rio Bom (15,99%). Já o maior quantitativo aplicado até agora em números absolutos, somando a primeira e a segunda dose, são Curitiba (496.651), Londrina (175.865), Maringá (116.650) Cascavel (86.012) e Ponta Grossa (72.908).

Completa - Até o momento, receberam a imunização completa pessoas que pertencem aos grupos preferenciais definidos pelos planos nacional e estadual de vacinação: idosos em Instituições de Longa Permanência (ILPI), indígenas, pessoas com deficiência em instituições inclusivas, trabalhadores da saúde, pessoas com mais de 60 anos ou que apresentam algum tipo de comorbidade, quilombolas, profissionais das forças de segurança, salvamento e Forças Armadas.

Vacinação - Nesta semana, com a chegada de 438.860 doses (Pfizer, AstraZeneca/Fiocruz, Coronavac/Butantan), referentes ao 16° lote enviado pelo Ministério da Saúde, o Estado dará início à imunização das pessoas com comorbidade, gestantes, puérperas e pessoas com deficiência permanente. As doses também serão utilizadas para dar continuidade à vacinação de profissionais da saúde, profissionais da segurança pública e salvamento, além das Forças Armadas. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Jonathan Campos / Arquivo AEN

 

SAÚDE IV: Lote de vacinas para grávidas e pessoas com comorbidades será distribuído nesta terça-feira

saude IV 04 05 2021Com a nova remessa de vacinas recebidas na manhã desta segunda-feira (03/05), o Paraná dará início à imunização contra a Covid-19 de pessoas com comorbidades, com deficiência permanente, grávidas e puérperas. Foram enviadas pelo Ministério da Saúde ao Estado 391.500 doses da Covishield, da Universidade de Oxford/AstraZeneca/Fiocruz, que somadas às 14.600 unidades da Coronavac, fabricada pelo Instituto Butantan/Sinovac, entregues no sábado (01/05), totalizam 406.100 doses disponíveis para aplicação na população paranaense.

Pfizer - A chegada das 32.760 doses de vacinas da farmacêutica norte-americana Pfizer, produzida em parceria com a empresa de biotecnologia alemã BioNtech, também prevista a manhã desta segunda (03/05), desembarcaram no Aeroporto Internacional Afonso Pena, na Região Metropolitana de Curitiba, na noite desta segunda-feira.

Lote - As vacinas compõem o 16° lote encaminhado ao Estado. Elas serão distribuídas nesta terça-feira (04/05) para as 22 Regionais que integram a rede de saúde do Paraná para que os municípios possam dar continuidade à vacinação. A informação foi dada pelo secretário estadual da Saúde, Beto Preto, que recepcionou os imunizantes, no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar).

Transporte - As vacinas são transportadas por aeronaves para as áreas mais afastadas de Curitiba, e por via terrestre para as divisões de Paranaguá, Metropolitana, Ponta Grossa, Irati, Guarapuava, União da Vitória, Pato Branco, Francisco Beltrão, Londrina, Telêmaco Borba e Ivaiporã.

Destinação - Do quantitativo de vacinas AstraZeneca/Fiocruz, conforme os planos nacional e estadual de vacinação, serão destinadas 235.991 doses D1 para aplicação em pessoas com comorbidades, gestantes e puérperas, além de pessoas com deficiência permanente grave. O Paraná estima em 1.729.359 o número de pessoas inclusas nesses segmentos. Do lote da Covishield, serão 116.269 imunizantes para continuar a vacinação de primeira dose de pessoas com 60 a 64 anos (21%). O restante é guardado como reserva técnica.

Gestantes - “Todas as gestantes podem ser vacinadas nesta etapa. Já puérperas, apenas as que apresentam comorbidades”, destacou o secretário Beto Preto. “Essas doses são reservadas para casos mais graves, como pacientes que realizam hemodiálise, pacientes renais crônicos, pessoas com Síndrome de Down, cardiopatias graves, doenças pneumáticas severas, diabetes médios e graves, câncer, trasplantados e imunossuprimidos”.

Idade - As pessoas com Síndrome de Down, com doença renal crônica, gestantes e puérperas serão vacinadas independentemente da idade, enquanto a vacinação daquelas com comorbidades ou deficiência permanente severa, nesse primeiro momento, alcançará apenas aqueles que têm entre 55 e 59 anos, depois de 50 a 54 anos, e assim por diante.

Prescrição médica - As pessoas com comorbidades terão que comprovar doença para receber a vacina. Segundo o Plano Nacional de Imunização (PNI), o cidadão que tiver câncer, for transplantado ou imunossuprimido – quando tem os mecanismos de defesa comprometidos – só poderá ser vacinado com a prescrição médica. No caso de quem já faz acompanhamento médico no Sistema único de Saúde (SUS), as informações constam no prontuário do paciente.

Apresentação - Os outros integrantes do grupo podem apresentar exames, receita ou atestado médico, além do formulário criado e disponibilizado no Portal do Conselho Regional de Medicina (CRM), preenchido por um médico.

Rede privada - “Já os pacientes acompanhados pela rede privada precisarão apresentar uma declaração do médico que os acompanha. A declaração modelo está disponibilizada no Portal do Conselho Regional de Medicina do Paraná”, explicou Beto Preto.

Coronavac/Butantan - As unidades da Coronavac/Butantan serão destinadas para 2.747 primeiras doses em profissionais da segurança pública e salvamento (além das Forças Armadas), o que representa cerca de 7,4% desse grupo. Também serão aplicadas 8.103 segundas doses (referentes ao lote 12) em trabalhadores de saúde e 2.339 doses em profissionais da segurança pública e salvamento (referentes aos lotes 13 e 14).

Envio - As doses da vacina da Pfizer enviadas nesta segunda-feira pelo Ministério da Saúde e ficarão em Curitiba, devido às suas especificidades técnicas e exigências de armazenamento, que demandam temperaturas muito baixas. A medida segue orientação da Coordenação-Geral do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde.

Pátio - A Secretaria de Estado da Saúde disponibilizou o pátio do Cemepar (onde as vacinas serão recebidas, armazenadas e em seguida distribuídas) para que a Prefeitura de Curitiba possa realizar a vacinação. O Estado conta com nove freezers para armazenamento do imunizante. Sete são de ultrabaixa temperatura (-80ºC) e dois são de temperatura de -20ºC. A definição final do local onde ocorrerá a imunização será do ente municipal.​

Vacinados - Até às 12 horas desta segunda-feira, de acordo com o Vacinômetro da Secretaria de Estado da Saúde, o Paraná havia aplicado um total de 2.806.041 de vacinas, sendo 1.797.135 primeiras doses e 1.008.906 segundas doses. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Ari Dias / AEN

 


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