Imprimir
cabecalho informe

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5064 | 06 de Maio de 2021

RAMO TRANSPORTE: Proposta para o novo modelo do pedágio é debatida em fórum de dirigentes do setor

O novo modelo de concessão proposto para a licitação do pedágio foi um dos temas do Fórum de Dirigentes de Cooperativas de Transporte, realizado na manhã desta quarta-feira (05/05), por meio de videoconferência. Promovido pelo Sistema Ocepar, o evento teve a participação de 40 representantes do setor. A programação do Fórum contemplou ainda a apresentação do cenário econômico-financeiro do ramo transporte no Paraná. Também em pauta, o novo planejamento estratégico do cooperativismo paranaense, o Plano Paraná Cooperativo 200 (PRC200), além do levantamento de demandas das cooperativas e o plano de ações do ramo para 2021.

Participação - O evento foi aberto pelo presidente da Ocepar, José Roberto Ricken, e pelo coordenador estadual do ramo transporte, e presidente da Rodocoop, Marcos Trintinalha. Também acompanharam o Fórum, o superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, o superintendente da Fecoopar (Federação das Cooperativas do Paraná), Nelson Costa, e o superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche. Os dirigentes do ramo transporte conheceram em detalhes a proposta para o pedágio defendida pelo G7, o grupo que reúne as entidades de representação do setor produtivo do Paraná, dentre elas a Ocepar. Documento com as sugestões do G7 foi entregue, em abril, ao ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.

G7 - Na visão do G7, a concessão das principais rodovias federais e estaduais de forma conjunta numa única licitação, se bem planejada, pode ser uma estratégia importante para viabilizar as melhorias necessárias e a ampliação do modelo de concessão e de integração rodoviário no Paraná, objeto de leilão público até novembro de 2021. “Defendemos que o modelo de licitação seja pela menor tarifa e sem limite de descontos. Mas isso não basta, é preciso que haja garantia adicional de execução das obras, por meio de depósito caução. A adequação das tarifas só deverá ocorrer após a realização dos investimentos, em especial depois da conclusão das duplicações das pistas”, afirmou o presidente da Ocepar.  

Transparência - Segundo Ricken, o setor produtivo defende a “total transparência no processo”, com a participação da sociedade civil organizada e suporte de auditorias externas dos contratos. “Para evitar a judicialização, sugerimos que se estabeleça um fórum de arbitragem e mediação, para resolver dúvidas em relação aos contratos, serviços e investimentos previstos e realizados”, disse Ricken. “Também pedimos que o Governo Federal proceda a desoneração do PIS/Cofins das tarifas cobradas dos usuários, visto que são serviços públicos de responsabilidade governamental, realizados, temporariamente, por delegação pública, mediante licitações”, relatou.

Temas - A apresentação do novo modelo proposto para a licitação do pedágio ficou a cargo de João Arthur Mohr, gerente de Assuntos Estratégicos da Fiep. João Gogola Neto, coordenador de Monitoramento do Sescoop/PR, apresentou o cenário econômico/financeiro do ramo transporte. Silvio Krinski, coordenador de Desenvolvimento Técnico, falou sobre o PRC 200 (Plano Paraná Cooperativo 200).

Indicadores - O bom desempenho da agropecuária alavancou os negócios para os transportadores de carga. O estudo do monitoramento do Sistema Ocepar mostra que o ramo transporte, formado por 35 cooperativas, teve um crescimento de 17%, fechando o ano de 2020 com um faturamento de R$ 407,7 milhões. A participação do segmento de passageiros, que em 2019 foi de 1,67%, encolheu para 0,3% em 2020. Predominou o transporte de cargas, que respondeu por 99,7% do total faturado. No Paraná, o ramo transporte tem 3.759 cooperados e 165 funcionários. A frota é formada por 3.702 veículos, sendo 771 automóveis e vans destinadas a passageiros, e 2.931 caminhões e carretas bitrem. No ano passado, o volume de cargas cresceu 0,5%, com 12,9 milhões de toneladas transportadas, principalmente grãos (74%).

Cenários - “O preço dos combustíveis tem sido uma preocupação constante, porém os bons indicadores da agropecuária contribuíram para o desempenho positivo”, afirma Marcos Trintinalha, presidente da Rodocoop e coordenador do ramo transporte do cooperativismo do Paraná.

Vacinação - Entre as demandas do ramo cooperativista de transporte, está a vacinação dos profissionais do setor contra o coronavírus. “Os motoristas estão em constante movimento e por isso ficam expostos ao vírus. Há muitos casos de contaminação e falecimento e entendemos que a categoria presta um serviço essencial à sociedade e poderia ser incluída como um segmento prioritário no cronograma de vacinação”, explicou Trintinalha. 

{vsig}2021/noticias/05/06/ramo_transporte/{/vsig}

 

COMITÊ: Executivos da Cocamar participam de reunião com Sistema Ocepar

Na reunião do Comitê Estratégico do Sistema Ocepar desta quinta-feira (06/05), participaram como convidados o presidente-executivo Divanir Higino, o Didi, e o vice-presidente de negócios, José Cícero Aderaldo, o Zico, ambos da Cocamar, cooperativa com sede em Maringá (PR). O encontro faz parte de uma série de reuniões que estão sendo realizadas com o objetivo de ouvir lideranças e gestores das cooperativas sobre o Plano Estratégico PRC200 e o que elas podem contribuir para que as metas e estratégias possam ser alcançadas de forma conjunta com o sistema.

Proposta - “A proposta é termos uma conversa franca com as cooperativas e suas lideranças, para que possamos formular um plano que atenda aos interesses e às demandas do setor, que contribua efetivamente para um crescimento de forma sustentável”, frisou o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, ao dar boas-vindas aos convidados. O dirigente fez uma breve apresentação sobre os principais pilares que irão nortear o novo planejamento estratégico: representação e defesa; comunicação e relacionamento; mercado; sustentabilidade, infraestrutura e tecnologia. Durante uma hora, ambos os executivos discorreram sobre a forma de atuação da cooperativa e como realizam e executam o planejamento estratégico, dando sugestões concretas para o PRC200.

{vsig}2021/noticias/05/06/comite/{/vsig}

 

COOPER LÍDER FEMININO: Encontro de Lideranças Femininas Cooperativistas é nesta sexta-feira

O Sistema Ocepar promove, nesta sexta-feira (07/05), o Encontro de Lideranças Femininas Cooperativistas, o Cooper Líder Feminino. O evento será transmitido ao vivo pelo canal da entidade no Youtube, na TV Paraná Cooperativo. A atriz Denise Fraga e o grupo de música sertaneja Barra de Saia, liderado por Adriana Sanchez e Eliza Marin, são as atrações especiais do Encontro. A programação inicia a partir das 13h30. Clique aqui e confira o vídeo com a mensagem de Denise Fraga às mulheres cooperativistas.

 

cooper lider feminino 06 04 2021

INTEGRADA: Reconhecida como melhor empresa para trabalhar no agronegócio brasileiro

integrada 06 05 2021A Integrada Cooperativa Agroindustrial foi, mais uma vez, protagonista no ranking GPTW – Great Place to Work, categoria Agronegócio 2021.

Prêmio - A 3ª Edição do Prêmio Melhores Empresas para Trabalhar no Agronegócio, promovida em parceria com a Revista Globo Rural e Abag - Associação Brasileira do Agronegócio, recebeu inscrições de 123 empresas do setor. Entre as inscritas, tiveram destaque 30 delas, divididas nas categorias de pequeno, médio e grande porte.

Grande porte - A Integrada conquistou o 7º lugar na categoria grande porte, sendo a segunda melhor cooperativa agroindustrial para trabalhar no Brasil.

Reconhecimento inédito - O superintendente administrativo financeiro, Akio Cyoia, comemorou o reconhecimento inédito, e destacou a atuação da cooperativa. “A pesquisa realizada com a GPTW mostra que estamos no caminho certo. Fortalecemos todo o nosso time, aumentamos nossa produtividade e trazemos resultado tanto para nossos cooperados, como para nossa equipe e cooperativa”, destaca.

Pessoas - Haroldo Polizel, superintendente geral da cooperativa, destacou o trabalho realizado nestes 25 anos de história da Integrada. “Uma das principais diretrizes da cooperativa é o de investir no desenvolvimento de pessoas. Este prêmio é o fruto do profissionalismo e dedicação de todo o time”.

Excelência é a marca do time Integrada - Nos anos de 2019 e 2020, a Integrada recebeu da GPTW a Certificação de Excelente Lugar para Trabalhar e foi reconhecida como uma das 10 Melhores Empresas para Trabalhar no Paraná – Categoria Grandes empresas. Os resultados são pautados em uma pesquisa de clima organizacional respondida pelo time de colaboradores, além de um relatório de boas práticas de gestão de pessoas elaborado pela cooperativa. A metodologia da GPTW é internacional, adotada em 109 países, impactando mais de 12 milhões de colaboradores no mundo.

Grandes indústrias - Ainda em 2020, a Integrada Cooperativa Agroindustrial ficou entre as 40 Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil, na categoria Grandes Indústrias, no ranking em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI)

Certificação - Em 2021, mais uma vez, a Integrada recebeu as atenções da GPTW – Great Place to Work e ACIL – Associação Comercial e Industrial de Londrina. Em 14 de março, a cooperativa foi homenageada com um selo de certificação que reconhece as Melhores Empresas para Trabalhar em Londrina, entre as 4 organizações com mais de 1.000 colaboradores.

Sobre a Integrada Cooperativa Agroindustrial - A Integrada Cooperativa Agroindustrial foi fundada em Londrina (PR), no dia 6 de dezembro de 1995, por um grupo de agricultores confiantes no sistema cooperativista. Com 25 anos de existência, a Integrada se tornou uma das principais cooperativas do Brasil, com 65 unidades de recebimento distribuídas em notórias áreas produtoras dos estados do Paraná e São Paulo.

Presença - Presente em 50 municípios do Paraná e de São Paulo, a Integrada conta com cerca de 11.000 cooperados e mais de 1.800 colaboradores, dedicados a impulsionar a força do agronegócio no país. Atuante na agroindústria, venda de insumos, assistência técnica e recebimento da produção agrícola, a Integrada desenvolve atividades nos mercados de soja, milho, trigo, café, laranja, entre outras culturas. A maior parte de seu faturamento vem da comercialização de grãos, mas a industrialização ganha cada vez mais força: são 3 indústrias que operam em locais estratégicos: A Unidade Industrial de Milho, em Andirá e Cambará; a Unidade Industrial de suco, em Uraí e a Unidade Industrial de Ração, no Complexo Industrial de Londrina. (Imprensa Integrada)

 

COCARI: Cooperativa registra recebimento recorde de um milhão de toneladas de soja

cocari 06 05 2021De forma inédita, a Cocari alcançou um milhão de toneladas em recebimento de soja, resultado do trabalho sério e qualificado de nossos cooperados e também da confiança conquistada pela cooperativa junto ao quadro de associados.

História de trabalho - Segundo o presidente da cooperativa, Marcos Antonio Trintinalha, esse número representa o trabalho de muitos anos de atuação da cooperativa, para o qual colaborou um grande grupo de pessoas. “No decorrer destes 59 anos da Cocari, muitas pessoas trabalharam para que isso pudesse acontecer no presente, plantando café, milho, trigo e, posteriormente, a soja, que reestruturou as lavouras do Paraná. Realmente, temos muito pelo que comemorar e agradecer a todos os associados que, desde aquela época, vêm trabalhando conosco”, comentou.

Envolvimento dos colaboradores - Trintinalha falou também sobre a participação dos colaboradores neste recorde. “Agradecemos também a nossos colaboradores, principalmente os da linha de frente: nossos agrônomos, técnicos de campo, gerentes das unidades, que lutam para viabilizar conquistas como essa, mesmo diante de todas as dificuldades deste ano em relação à concentração da safra, quando recebemos quase 500 mil sacas de soja e, ao mesmo tempo, mobilizamos mais de 50% desse volume com o intuito de dar condições para que os associados continuassem entregando sua produção em nossas unidades”, enfatizou.

Marco histórico - O presidente apontou a relevância desse registro recorde. “Assim como foi o nosso primeiro bilhão de reais em faturamento, essa conquista de um milhão de toneladas no recebimento de soja é um marco histórico. Expandimos nossa área de atuação nos cerrados goiano e mineiro e também no Paraná, na região dos Campos Gerais, para obter esse resultado tão almejado. A tendência é que esse volume de recebimento cresça ainda mais, especialmente se tivermos boas condições de chuvas. Nesse sentido, estamos preparando um levantamento em todas as unidades para verificarmos aquilo que pode ser feito para melhorar cada vez mais os serviços de recebimento. Nosso objetivo é intensificar a participação dos cooperados no planejamento para alcançar recebimentos ainda maiores do que este”, destacou.

Agradecimentos - “Agradeço primeiramente a Deus, pela oportunidade de vivenciar este momento de alegria por alcançar a marca de um milhão de toneladas. Aos nossos associados, pela confiança. À diretoria, aos conselheiros, a todos os colaboradores da Cocari, que nos apoiam para que o trabalho na cooperativa seja desenvolvido da melhor forma possível”, disse.

Esforço coletivo - Para o superintendente comercial, Alex Sandro Santin, também é preciso ressaltar o trabalho da equipe da Cocari em diversas frentes. “Nossos diretores tiveram a coragem de ampliar os horizontes de trabalho, aumentando a área de atuação. Fica claro também o empenho de todos os superintendentes, gerentes, Departamento Técnico, equipe de logística e demais colaboradores na busca pela produção de qualidade e no pronto atendimento aos cooperados”, destacou. O superintendente agradeceu os associados pela conquista. “Em nome da Cocari, quero agradecer a todos os cooperados pela confiança que nos depositaram ao entregar sua produção e dizer que os produtores são os principais responsáveis por essa conquista, que é muito significativa”, ressaltou.

Diferenciais da cooperativa - O superintendente comercial comentou os diferenciais oferecidos pela cooperativa no recebimento e na comercialização de cereais. “A cooperativa tem participado cada vez mais do dia a dia do cooperado: desde o financiamento agrícola, oferta de assistência técnica de qualidade, busca constante por inovação tecnológica, pagamento de preços compatíveis aos do mercado, segurança financeira, agilidade na descarga – mesmo em um ano complicado pela concentração da colheita como foi a desse ano – e transparência na classificação de grãos”, pontuou.

Crescimento contínuo - Para continuar aumentando o recebimento de grãos, Santin acredita que a cooperativa deve manter o investimento nas unidades armazenadoras, a fim de ganhar agilidade nas descargas, e seguir orientando os cooperados da melhor forma. “Para dar continuidade à expansão, também é necessário uma aproximação cada vez maior dos cooperados, pensando em uma consultoria mercadológica, para que os associados possam ser mais assertivos na venda da sua produção, seja na hora de travar os custos de produção, seja na venda de seu estoque disponível”, disse. (Imprensa Cocari)

 

 

CAPAL: Ação de incentivo ao esporte é realizada para lembrar o Desafio de Rua

Na última semana, cerca de 860 funcionários da Capal Cooperativa Agroindustrial, incluindo aprendizes e estagiários, receberam camisetas estilizadas com uma mensagem otimista e de incentivo à prática esportiva. O presente faz parte de uma ação interna da cooperativa, no Dia do Trabalhador, como agradecimento à dedicação e à competência dos colaboradores em todas as 21 unidades.

Corrida ao ar livre - Seguindo as medidas de proteção, e sem aglomeração, alguns funcionários da cooperativa literalmente vestiram a camisa e praticaram corrida ao ar livre para lembrar o Desafio de Rua, evento promovido anualmente pela Capal e que mobiliza os moradores de Arapoti (PR) e outros 15 municípios dos Estados do Paraná e de São Paulo. Os trabalhadores também praticaram outras atividades, como caminhada, ginástica e ciclismo.

Cancelado - O Desafio de Rua foi cancelado neste ano para evitar a aglomeração de pessoas, medida necessária para reduzir a propagação da covid-19. O evento, que acontece tradicionalmente no dia 1º de maio e este ano chegaria à sua 7ª edição, conta com modalidades de corrida e caminhada, incentivando a população local para a prática de atividades físicas.

Próximo ano - “Contamos que, a esta altura, no próximo ano, já estaremos todos imunizados e a cooperativa possa seguir normalmente com o calendário de eventos, como os aguardados Desafio de Rua e Expoleite”, comenta Alessandra Heuer, assessora de Comunicação e Marketing da Capal e responsável pela organização de eventos da cooperativa.

Sobre a Capal Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1960, a Capal conta atualmente com mais de 3,2 mil associados, distribuídos em 21 unidades de negócios, nos estados do Paraná e São Paulo. A cadeia agrícola responde por cerca de 65% das operações da cooperativa, produzindo mais de 734 mil toneladas de grãos por ano, com destaque para soja, trigo, milho e café. A área agrícola assistida ultrapassa os 153 mil hectares. O volume de leite negociado mensalmente é de 12 milhões de litros, proveniente de 320 produtores. Além disso, a cooperativa comercializa mais de 31 mil toneladas de suínos vivos. (Imprensa Capal)

{vsig}2021/noticias/05/06/capal/{/vsig}

CRESOL: Pelo segundo ano consecutivo, premiada entre as melhores empresas do agronegócio para trabalhar

cresol 06 05 2021A Cresol, uma das principais forças do cooperativismo financeiro do Brasil, ficou em terceiro lugar no prêmio Great Place to Work, na categoria agronegócio, entre as dez melhores e maiores empresas do Brasil para trabalhar.

Diferenciais - Um dos grandes diferenciais da Cresol para conquistar o reconhecimento é o foco nas relações, seja para o público interno quanto externo, o que gera impactos em todo o negócio. As equipes estão organicamente ligadas à realidade da comunidade, as necessidades financeiras e ainda de serviços complementares, levando aos cooperados a solução ideal para quem precisa.

Proximidade - “Nossos colaboradores conhecem os cooperados e na instituição todos são tratados pelo nome. E isso só é possível porque temos esse DNA de cuidar das relações. Aqui cuidamos das pessoas como parte essencial do negócio gerando felicidade e resultados”, comemora o presidente do Sistema Cresol Baser, Alzimiro Thomé.

Exemplo - Um exemplo de história de como a instituição cresceu e se desenvolveu é do atual superintendente da Cresol, Adriano Michelon, primeiro colaborador do Sistema. “A Cresol, desde o seu início, trabalhou com foco nas pessoas. Por isso, sempre tivemos colaboradores engajados que cresceram junto com a instituição. Para mim, como primeiro colaborador e hoje superintendente dessa instituição, é um orgulho ver a evolução que tivemos e tudo o que a Cresol proporcionou e proporciona para seus cooperados e para os colaboradores”, lembra o executivo.

Inclusão e educação desde a sua constituição - Há três anos a Cresol intensificou as ações de inclusão e educação. Existe um foco no desenvolvimento das pessoas, atuando com formações internas e com consultorias parceiras. A instituição disponibiliza para a equipe uma plataforma EAD, com cursos, vídeos, palestras, além do benefício de educação formal para cursos latu-sensu.

Intercâmbios - “Ainda dispomos aos nossos colaboradores intercâmbios nacionais e internacionais para o desenvolvimento de seus profissionais. No último ano investimos mais de R$1 milhão em desenvolvimento humano. Temos também o programa Cresol Acolhe, em que são feitas sensibilizações sobre temas como diversidade e outras pautas”, avalia a gerente de Gente & Gestão da Cresol, Katiuce Ferrari.

Segurança aos seus colaboradores - Nesse período de pandemia, a Cresol também intensificou a comunicação e protocolos para que o time se sentisse seguro e pudesse levar essa segurança aos seus familiares. “Criamos um Comitê de Crise, em que o nosso departamento de recursos humanos e a diretoria, atuaram de forma proativa frente aos cuidados com as pessoas. Realizamos lives de orientação e ainda disponibilizamos férias antecipadas, rodízio de colaboradores, home office e todo o apoio e suporte para que esse modelo funcionasse”, explica a gerente. A Cresol ainda possui um projeto estratégico para estruturar a política do home office ou um modelo híbrido na organização.

Segundo ano consecutivo com premiações - Participando pela segunda vez do ranking nesse segmento, a Cresol ficou em 3º lugar na categoria ‘Empresas de Grande Porte no ramo Agronegócio’ (com mais de mil funcionários). Esta é a terceira edição em que a consultoria aplicou sua metodologia de avaliação no agro e contou com mais de 100 empresas inscritas.

Ranking - O ranking premiou as 30 mais bem classificadas – dez de grande porte e 20 enquadradas como pequenas ou médias. A metodologia incluiu uma fase quantitativa, em que os funcionários das companhias respondem a um grande questionário, e uma avaliação de práticas adotadas pela empresa.

Quatro prêmios - “No último ano, a Cresol recebeu quatro prêmios do GPTW, e esse reconhecimento representa o resultado das ações que trabalhamos para gerar oportunidade de crescimento e desenvolvimento às pessoas que fazem parte da Cresol”, finaliza o vice-presidente da Cresol Confederação e diretor superintendente da Cresol Baser, Adriano Michelon.

Sobre a Creso - O Sistema Cresol Baser possui mais de 25 anos e tem sua sede em Francisco Beltrão, no Paraná. Hoje conta com mais de 2 mil colaboradores que atuam em onze estados brasileiros. Sempre aprimorando o ambiente de trabalho dos seus profissionais, seja na central, centros administrativos ou nas agências, a Cresol também incentiva a formação, com capacitações, cursos presenciais e a distância, além de contar com diversos benefícios aos colaboradores.

Sobre o Great Place to Work - O GPTW é uma autoridade global no mundo do trabalho e especialista em transformar organizações em um Great Place to Work, ajudando as empresas a aproveitar o melhor das pessoas e atingir resultados excepcionais e, acima de tudo, sustentáveis. Além disso, oferece consultoria para empresas que querem colocar as pessoas no centro da estratégia de negócios e certifica e reconhece os melhores ambientes de trabalho em mais de 90 países. (Imprensa Cresol)

 

UNIPRIME PIONEIRA: Moderna agência é inaugurada em Assis Chateaubriand

uniprime pioneira 06 05 2021Um espaço amplo, confortável e agradável para receber cooperados e colaboradores. Essas foram as premissas que fundamentaram o projeto da nova agência da Uniprime Pioneira em Assis Chateaubriand (PR). Inaugurada no dia 12 de abril em novo endereço, a estrutura está localizada em área central da cidade, na avenida Costa e Silva, 400, escolhida estrategicamente para facilitar o deslocamento do cooperado.

Espaço - Os 280 metros quadrados do espaço estão divididos entre sala de espera, salas de negócios, sala de reuniões, espaço vip para conversas informais e caixa eletrônico - tudo muito bem iluminado, integrado, seguro e ambientalizado para proporcionar a melhor experiência aos cooperados. Além disso, possui estacionamento exclusivo em frente à agência, acessibilidade e paisagismo que se unem com a estética e a proposta do projeto.

Retribuição em forma de estrutura - A representativa transformação está alinhada com a história e o potencial da agência. “Assis Chateaubriand é particularmente importante na trajetória da Uniprime Pioneira pois foi uma das primeiras a receber uma extensão da nossa cooperativa, o que oportunizou o crescimento que nos orgulhamos atualmente”, declarou o presidente da cooperativa, Orley Campagnolo ao enumerar: “estamos entre as 300 maiores cooperativas de crédito do Brasil, com quase 9 mil cooperados e chegando à marca de R$ 500 milhões em ativos”.

Novos negócios - Para o gerente geral, Féliz Fornari, o espaço está pronto para gerar novos negócios e fortalecer o relacionamento com o cooperado. “Aqui não fazemos só negócios, fazemos amigos”, enalteceu. Esse sentimento é transmitido também pelo gerente da unidade, Diogo Tomazi. Ele afirma que a conduta que sempre norteou as ações dos colaboradores, será mantida nesse novo espaço. “Priorizamos a excelência no atendimento e a busca por atender as demandas dos nossos cooperados”, destacou.

Agradecimentos - Assim, é importante trazer à memória todos que participaram da história dessa unidade da Uniprime Pioneira: aos coordenadores de agência, aos cooperados que acreditaram na cooperativa, aos colaboradores e aos parceiros. “Queremos agradecer penhoradamente todos que participaram dessa evolução. A comunidade de Assis Chateaubriand merece esse investimento”, finalizou Orley. (Imprensa Uniprime Pioneira)

 

SICREDI UNIÃO PR/SP: Sorteio do Bem beneficia entidades de Londrina em dobro com apoio da cooperativa

Ações solidárias estão no DNA das cooperativas e na Sicredi União PR/SP este é um assunto que faz parte do seu dia a dia. Acostumada a estar sempre no papel de incrementar, apoiar com estratégia e logística e também financeiramente, desta vez a cooperativa não só apoiou como ganhou um carro no Sorteio do Bem, capitaneada pela escola St. James, de Londrina (PR). E como não poderia deixar de ser, teve a oportunidade de mais uma vez colaborar com a comunidade, devolvendo o veículo para uma nova ação em prol das entidades.

Beneficiados - O Sorteio do Bem, realizado pela escola, teve como meta direcionar recursos para os Hospitais Evangélico e do Câncer e para a Associação Solidariedade Sempre. Foram vendidos mais de 22 mil cupons a R$ 10,00 cada um e a renda obtida com as vendas foi entregue às entidades no dia 1 de maio, numa breve e restrita cerimônia que contou com as presenças do presidente da Sicredi União PR/SP, Wellington Ferreira, da gerente Regional Norte, Carla Sonoda, e do superintendente de Negócios David Conchon.

Participantes - Além da Sicredi União PR/SP, a ação também contou com apoio das cooperativas Cocamar e Integrada, da Bravus Investimento, MP Imagem, Odontologia Kobayashi, Posto Palhano, Sonkey, Vita Investimentos e Grupo Laffranchi.

Empresas do bem - “Nossa meta era mais ousada, queríamos atingir R$ 300 mil, mas devido à pandemia, não foi possível. Mas agora, com o carro de volta para nós, conseguiremos ultrapassar a meta”, comemorou Márcia Kobayashi, diretora e fundadora da escola. O presidente da cooperativa, Wellington Ferreira, enalteceu o papel de todas as empresas que apoiaram o Sorteio do Bem. “É uma grande satisfação estar ao lado de empresas ligadas ao que pregamos todos os dias, que é o bem comum. Nosso objetivo é transformar vidas, agindo na comunidade em que nossa cooperativa está presente. Nós ficamos muito felizes em poder multiplicar essa campanha”, disse. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

{vsig}2021/noticias/05/06/sicredi_uniao/{/vsig}

SICREDI ALIANÇA: Associado de Guaíra (PR) é premiado no sorteio do Seguro Vida Mais Premiada

Com os seguros Sicredi você garante mais conveniência. São coberturas e serviços que se adaptam ao seu estilo de vida, além de assistências específicas que garantem mais conforto para você e sua família e planos que se adaptam a sua realidade. E não para por aí, quem contrata o seguro de vida Sicredi Vida Mais Premiada participa de sorteios mensais e pode ganhar prêmios em vida.

Contemplado - Foi o caso do associado Cleuton Carrara, de Guaíra (PR), que ganhou R$43.692,05 no sorteio realizado no dia 10/04. A entrega simbólica aconteceu na presença do Diretor de Negócios, Gilson Metz; do Gerente da Agência, Altieres Cristiano Martinazzo e do Assessor Comercial da Icatu, Carlos Eduardo Pereira.

Importante - “Contar com um seguro de vida é muito importante. No Sicredi temos vários planos para que o associado tenha mais tranquilidade no seu dia a dia. Você pode ser o próximo sorteado. Para isso, basta comparecer a uma de nossas agências e conversar com nossas equipes. Vamos encontrar o plano ideal para você. Parabéns ao associado premiado”, destacou o Diretor de Negócios, Gilson Metz.

Segurança e proteção - O Seguro Vida Mais Premiada coopera para garantir a sua segurança e a proteção de sua família para você aproveitar a vida com tranquilidade ao lado de quem mais ama. Quer conhecer mais sobre nossos seguros de vida? https://www.sicredi.com.br/site/seguros/para-voce/ e https://portal.icatuseguros.com.br/seguro-de-vida. (Imprensa Sicredi Aliança PR/SP)

{vsig}2021/noticias/05/06/sicredi_alianca/{/vsig}

SICREDI PLANALTO DAS ÁGUAS: Cooperativa empossa novos Conselheiros de Administração e Fiscal

No último dia 28 de abril, foram homologados pelo Banco Central do Brasil os novos Conselhos de Administração e Fiscal da Cooperativa Sicredi Planalto das Águas PR/SP. A sucessão aconteceu através da aprovação dos associados, de forma transparente e democrática, em Assembleias realizadas em fevereiro de 2021.

Atuantes - Os novos Conselheiros de Administração e Fiscal já participavam ativamente da liderança da cooperativa. O novo presidente, Fabio Peterlini, empreendedor da cidade de Guarapuava PR, é atuante como Conselheiro desde 2007, quando na oportunidade foi eleito como Conselheiro Fiscal Suplente. A solenidade de posse dos Conselhos, realizada na última terça-feira (04/05), contou com a participação de forma on-line do Manfred Dasenbrock, presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ, quando na oportunidade trouxe reflexões sobre o papel e responsabilidades da governança no Sistema Sicredi. “É uma grande responsabilidade assumir esse desafio e com o apoio de todos os colaboradores da Cooperativa, estaremos juntos para cumprir com o nosso propósito de através da cooperação, construir sociedades mais prósperas”, ressalta o presidente eleito, Fabio Peterlini.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 24 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Planalto das Águas PR/SP)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

{vsig}2021/noticias/05/06/sicredi_planalto_aguas/{/vsig}

UNIMED PONTA GROSSA: Cooperativa fecha mês da segurança do paciente com live

Na última sexta (30/04), as áreas de Provimento em Saúde e Núcleo de Segurança do Paciente do Hospital Geral Unimed (HGU) promoveram um encontro online sobre a segurança do paciente nas instituições de saúde durante a pandemia da Covid-19.

Ações - A iniciativa fez parte de várias ações promovidas pelo hospital em abril, mês em que se comemora o Dia Nacional da Segurança do Paciente, em 01/04.

Práticas - Segundo a enfermeira Susana Roth, da área de Provimento em Saúde do HGU, durante a pandemia algumas práticas deixaram de ser fortalecidas devido ao foco intenso na Covid. “As instituições passaram por momentos muito difíceis, equipes com muito desgaste físico e mental. E a intenção desse evento online foi realmente mostrar que, mesmo diante da pandemia e das dificuldades encontradas, precisamos fortalecer e manter as práticas de segurança com os pacientes a fim de garantir a segurança dele e da própria instituição”.

Convidadas - As convidadas da live foram profissionais do sistema público e privado, que abordaram as práticas já existentes relacionadas à segurança e como está sendo a experiência nessa esfera durante a pandemia.

Plano de contingência estruturado - Para Luciane Zanetti, enfermeira gerente assistencial do HGU, o maior aprendizado durante todo esse período de pandemia foi a importância de ter um plano de contingência estruturado. “Construímos um plano de contingência em março de 2020 que foi, e ainda é, constantemente revisado e atualizado. Acompanhávamos e desenhávamos cenários e os planos de ação com logística e todas as áreas para ter tudo previsto e, na hora que chegassem as situações, nós sabíamos os caminhos a seguir”.

Norte - Segundo ela, o norte de todas as decisões foi organizado em três aspectos: equipe e pessoas, equipamentos e insumos, e processos. “Nossa base foi: como vamos garantir a segurança nesses três pilares? O protagonismo do cuidado nas mãos de uma equipe multidisciplinar foi o maior enriquecimento que tivemos. Só conseguimos ter melhores resultados com a atuação de uma grande variedade de profissionais da saúde e com protocolos baseados em evidências científicas”.

Trabalho em equipe - O trabalho em equipe também foi destacado pela Nelizi de Paula Aires, do Hospital Universitário Regional dos Campos Gerais (HURCG). De acordo com ela, a soma de esforços contribuiu não só para o tratamento aos pacientes, mas para a mudança de olhar da comunidade para os profissionais e instituições de saúde.

Comitês - “Trabalhamos com comitês, protocolos baseados cientificamente em evidências para nossa nova realidade. O paciente Covid tem um perfil que exige muito da equipe, então nós trabalhamos também a sensibilidade das equipes e a confiança mútua. E equipe multiprofissional se fortaleceu ainda mais. O protagonismo é de todos para um bem comum”, ressaltou.

Futuro - Com relação ao futuro, a especialista em segurança do paciente, Juliane Pais Vieira, acredita que a vivência da pandemia contribuiu para elevar o patamar de cuidado entre instituições e profissionais. “O maior desafio daqui pra frente será manter o engajamento, união da equipe, a interação. Tendo o paciente, o colaborador como protagonistas desse processo, o ganho continuará sendo muito positivo”.

Mês da Segurança do Paciente no HGU - Além desse bate-papo online, os colaboradores do HGU também participaram de ações educativas, reforço sobre as seis metas internacionais de segurança do paciente e também sorteio de brindes.

Disponível - A live está disponível na página oficial da Unimed Ponta Grossa no Facebook. Você pode assisti-la clicando aqui. (Imprensa Unimed Ponta Grossa)

EMBRAPA: ILPF ganha novas versões de softwares para manejo de precisão do componente florestal

embrapa 06 05 2021A Embrapa Florestas está disponibilizando para download novas versões dos softwares SisILPF para manejo do componente florestal em sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF). Os softwares podem ser usados para gerenciar e planejar o componente florestal de ILPF com eucalipto, pinus, cedro-australiano, mogno-africano e teca. Eles apoiam a tomada de decisões relacionadas a como, quando e quanto desbastar e quando realizar a colheita final.

Simulações - Com base em dados de inventário, os softwares permitem aos usuários simular todas as opções de gerenciamento de componentes de árvore em ILPF; prever a produção presente e futura; conduzir análises econômicas e dar subsídios às decisões sobre as melhores alternativas para manejar a plantação. Além disso, geram gráficos que mostram a quantidade de carbono sequestrado pelas árvores e o cálculo de quantos animais podem ser mantidos no sistema com emissão de metano compensada.

Monocultivos - Os softwares de manejo florestal vêm sendo desenvolvidos desde 1988 pela Embrapa, inicialmente para monocultivos e, desde 2016, também para ILPF. Atualmente, são 25 softwares amplamente utilizados pelo setor florestal brasileiro. Todos os programas compõem a “Família Sis” que, em sua denominação, apresenta o nome popular do gênero ou espécie florestal contemplada.

Produção - Com os programas é possível fazer prognoses de produção de madeira no presente e em condições futuras, efetuar análises econômicas e, depois, levar para o campo apenas a melhor alternativa, informa o pesquisador da Embrapa Florestas Edilson Batista de Oliveira que, com parcerias, desenvolveu os softwares. “Eles auxiliam, por exemplo, no planejamento dos desbastes (colheitas parciais, retirando-se linhas e/ou árvores selecionadas) de plantios florestais. Os programas possibilitam simular como o plantio florestal cresce e produz, conforme os regimes de manejo que o próprio usuário indica, bem como calcular o carbono capturado pelas árvores”. "O diferencial dos SisILPF é que eles são aplicados exclusivamente a plantios no sistema de integração lavoura-pecuária-floresta”, informa o pesquisador.

Requisitos - Os softwares atendem a uma série de requisitos fundamentais para o produtor rural: realizam a análise técnica e econômica da plantação florestal, permitem que seja feito o planejamento florestal e o manejo florestal de precisão, calculam o estoque de madeira atual, no momento em que se faz o inventário, e também mostram a projeção a cada ano futuro, separando o volume de madeira em sortimento para finalidades industriais como laminação, serraria, celulose e energia.

Softwares - Softwares para ILPF disponíveis:

SisILPF Benthamii

SisILPF Cedro

SisILPF Dunnii

SisILPF Ellottii

SisILPF Eucalipto (para sistemas com Eucalyptus urograndis)

SisILPF Mogno

SisILPF Taeda

SisILPF Teca

Downloads - Os SisILPF estão disponíveis para download, junto com os softwares da série Sis para monocultivos, no site da Embrapa Florestas. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Florestas)

FOTO: Vanderley Porfírio da Silva

 

ABRATES: Curso on-line trata sobre Fisiologia de Sementes de Plantas Cultivadas

abrates 06 05 2021Conhecimentos fisiológicos são fundamentais para os profissionais do agronegócio de sementes. Para contribuir com a formação sobre o tema dos profissionais que atuam na cadeia produtiva brasileira e da América Latina, a Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes (Abrates) promove o “Curso de Fisiologia de Sementes de Plantas Cultivadas” em versão on-line. A programação, inscrição e outras informações no site da Abrates.

Conhecimentos - O curso é baseado nos conhecimentos do livro “Fisiologia de Sementes de Plantas Cultivadas”, escrito pelo professor e doutor Júlio Marcos Filho, da Esalq/USP, e editado pela Abrates, com versões em Português, Espanhol e Inglês. Conta com a colaboração de renomados profissionais da Área de Sementes, representando instituições altamente qualificadas.

Comportamento - “Conhecer o comportamento da semente durante os processos de formação, maturação, dormência, embebição, germinação e deterioração possibilita melhor entendimento do desenvolvimento da plântula originária da semente e de suas deficiências fisiológicas, que caracterizam as anormalidades nos testes de germinação em laboratório e de emergência em areia ou diretamente no solo em campo. Além disso, permite o desenvolvimento de tecnologias para aprimorar o desempenho de lotes de sementes, como o condicionamento fisiológico (priming)”, segundo Júlio Marcos Filho, professor da Esalq/USP e professor do curso.

Público - De acordo com presidente da Abrates, também dos professores do curso, Francisco Carlos Krzyzanowski, pesquisador da Embrapa Soja, as aulas são voltadas, principalmente, para estudantes de graduação, mestrado e doutorado em Agronomia e Biologia; engenheiros agrônomos, biólogos, pesquisadores e professores.

Importância - O presidente da Abrates explica a importância dos profissionais do agronegócio de sementes dominarem os conhecimentos básicos sobre fisiologia. “Os testes de vigor como envelhecimento acelerado, deterioração controlada, teste de frio, germinação a baixa temperatura, comprimento de plântulas, classificação do vigor de plântulas, peso de matéria seca e de tetrazólio estão baseados no conhecimento sobre a fisiologia da semente”, afirma Krzyzanowski.

Água - Ele acrescenta que conhecer as formas e o conteúdo de água presente na semente e sua influência na sua longevidade associada, principalmente à temperatura e teor de água, é importante para tomadas de decisões nos processos de aeração, secagem e armazenagem, visando a preservação da semente até o início de uma nova safra.

Prática - O curso foi planejado visando destacar a utilização prática do conhecimento sobre os processos vitais da semente, permitindo desenvolver procedimentos para agregar valor aos lotes comercializados.

Versão on-line - O curso presencial é ministrado desde 2011, totalizando a formação de 600 alunos nas sete edições. Na versão on-line por causa da pandemia do coronavírus, associados da Abrates têm desconto na inscrição de 23,5%, reduzindo o valor da taxa para R$ 1.300. Não associados pagam R$ 1.700. O curso é autoinstrucional, ou seja, sem tutoria. A carga horária é de 35 horas.

Exemplar - Para complementar o conteúdo, o estudante receberá no endereço cadastrado, um exemplar do livro de Fisiologia de Sementes de Plantas Cultivadas, inteiramente grátis sem custo de envio.

Professores - Integram a equipe de professores, os doutores Francisco Carlos Krzyzanowski (Embrapa Soja); Júlio Marcos Filho (Esalq/USP); Ademir Assis Henning (Embrapa Soja); Denise Cunha Fernandes dos Santos Dias (UFV); Cláudio José Barbedo (Instituto de Botânica, SP); Fernando Augusto Henning (Embrapa Soja); José de Barros França Neto (Embrapa Soja); Silvio Moure Cicero (Esalq/USP) e Warley Marcos Nascimento (Embrapa Hortaliças).

Aulas - O curso será ministrado em 13 aulas e ficará disponível logo após a confirmação do pagamento. O aluno poderá realizar as atividades propostas nos dias e horários de sua preferência. O conteúdo vai ficar disponível na plataforma por até seis meses, a partir da liberação. Confira a programação abaixo. (Assessoria de Imprensa da Abrates)

Programa

Aula 1 - Importância da Semente - Dr. Júlio Marcos Filho

Aula 2 - Formação da Semente de Angiospermas - Dr. Júlio Marcos Filho

Aula 3 - Desenvolvimento (Maturação) de Sementes - Dra. Denise Cunha Fernandes dos Santos Dias

Aula 4 - Dormência de Sementes - Dr. Júlio Marcos Filho

Aula 5 - Relações Água / Sementes - Dr. Francisco Carlos Krzyzanowski

Aula 6 - Germinação - Dr. Silvio Moure Cicero

Aula 7 - Peletização e recobrimento de sementes - Dr. Warley Marcos Nascimento

Aula 8 - Deterioração de Sementes - Dra. Denise Cunha Fernandes dos Santos Dias

Aula 9 - Condicionamento fisiológico de sementes - Dr. Warley Marcos Nascimento

Aula 10 - Sementes Recalcitrantes - Dr. Claudio José Barbedo

Aula 11 - Interações patológicas e fisiológicas afetando a deterioração da semente - Dr. Ademir Assis Henning

Aula 12 - Princípios da biotecnologia aplicados à qualidade de sementes - Dr. Fernando Augusto Henning

Aula 13 - Vigor e Desempenho de Sementes - Dr. José Barros França-Neto

SERVIÇO:

“Curso de Fisiologia de Sementes de Plantas Cultivadas”

Inscrição: site da Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes (abrates.org.br)

Investimento: R$ 1.300 (associados) e R$ 1.700 (não associados)

 

 

AGRICULTURA: Ministra fala sobre prioridades para o próximo Plano Safra em audiência na Câmara

agricultura 06 05 2021As prioridades para o próximo Plano Safra continuarão sendo os pequenos e médios produtores rurais, além de incentivos para a produção de milho, para a irrigação e para o armazenamento. O tema foi debatido nesta quarta-feira (05/05) em reunião da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados.

Pequenos e médios - “Desde o início temos tentado priorizar os pequenos e médios produtores com o crédito, com base na premissa de que, para esses grupos o crédito rural oficial é mais importante, uma vez que os produtores maiores conseguem obter outras fontes de financiamento”, disse a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, lembrando que o Plano Safra 2021/2022 ainda está em negociação com a área econômica do governo.

Milho - Segundo a ministra, o governo também trabalha em incentivos para a produção maior de milho no Brasil. “A produção de milho vem batendo recordes no Brasil, mas esse é um produto que cada vez nós usamos mais. O mundo e o Brasil precisam de milho porque ele agrega valor no frango, suínos, bovinos, peixes, leite. O Mapa vem fazendo desde o ano retrasado uma campanha para aumento da área de milho”, disse, lembrando que na semana passada o Conselho Monetário Nacional aprovou medidas para estimular o plantio de milho da safra 2021/2022.

Armazenamento - A ampliação de recursos para armazenamento também será importante por causa das expectativas de aumento na produção agropecuária. “Todas as expectativas são que a safra atual e a próxima safra serão maiores. Nós acompanhamos a compra de insumos e estamos vendo que os produtores estão comprando mais fertilizantes, então isso é um sinal de que o agricultor continua com boa expectativa, acreditando nas políticas públicas e com certeza teremos isso revertido em uma safra ainda maior do que a deste ano”, disse a ministra.

Abertura de mercados - A abertura de mercados para produtos brasileiros também foi destacada pela ministra na audiência. Segundo ela, desde 2019 foram abertos 134 mercados para os produtos do agronegócio brasileiro: 34 em 2019; 74 em 2020; e 26 nos quatro primeiros meses de 2021. “Desde o primeiro ano do governo trabalhamos muito porque precisávamos ter mais aberturas de mercados. A exportação traz equilíbrio aos preços internos”, disse.

Previsões - A ministra anunciou que será lançado ainda em maio a ferramenta Analisa CAR, que será um módulo de análise dinamizada do Cadastro Ambiental Rural, disponibilizadas para os estados. “São mais de 7 milhões de cadastros no Brasil todo que poderão ser analisados de maneira remota, para que os estados possam fazer isso através de sensoriamento remoto de maneira mais célere”.

Zonas livres de aftosa - A liberação de seis estados brasileiros como zonas livres de febre aftosa sem vacinação também foi abordada pela ministra. Ela lembrou que essas áreas já foram aprovadas pelo comitê técnico da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e no final de maio, a assembleia da OIE deverá aprovar os estados do Paraná, do Rio Grande do Sul e do Bloco I (Acre, Rondônia e parte do Amazonas e do Mato Grosso) como zonas livres de febre aftosa sem vacinação. “Isso é muito importante para vender carne para países que exigem essa opção e que pagam mais caro pela carne. Há uma série de exigências, os estados tiveram que se empenhar, colocar recursos e ter todos os requisitos para chegar neste momento", ressaltou Tereza Cristina. (Mapa)

FOTO: Gustavo Sales / Câmara dos Deputados

 

CRÉDITO RURAL: Desembolso atinge R$ 201 bilhões em dez meses

credito rural 06 05 2021Entre julho do ano passado a abril deste ano foram liberados R$ 201,43 bilhões aos produtores rurais e cooperativas de produção. O crescimento verificado foi de 12% em relação a igual período da safra anterior. “Decorridos dez meses da safra 2020/2021, o valor das contratações de crédito rural continua com desempenho crescente, indicativo de que todo o orçamento programado será executado” diz o diretor de Crédito e Informação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Wilson Vaz de Araújo.

Novidade - A novidade, de acordo com o Balanço de Financiamento Agropecuário da Safra 2020/2021, é que nesse montante foram contabilizadas as aquisições de CPRs (Cédulas de Produto Rural) e operações com agroindústrias, que somaram R$ 10,84 bilhões entre julho e fevereiro deste ano.

Investimento - O destaque desta safra tem sido para o investimento, cuja elevação percentual foi de 46%, comparativamente à safra passada, atingindo R$ 59,56 bilhões. O custeio teve um crescimento de 19% e representou R$ 102,46 bilhões. Pela primeira vez nesta safra, a comercialização aumentou o montante contratado (R$ 18,35 bilhões), e a industrialização atingiu R$ 10,22 bilhões, com crescimento equivalente a 4%.

Fontes controladas - Do total das operações contratadas no período, as fontes controladas correspondem a 60%. No caso do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor (Pronamp), essas fontes respondem por quase 100% do valor contratado, o que evidência a prioridade de acesso ao crédito rural oficial aos pequenos e médio produtores.

Destaque - Entre as contratações de crédito rural realizadas com recursos controlados (R$ 120,19 bilhões), destaca-se a participação da Poupança Rural Controlada (R$ 45,78 bilhões) e dos Recursos Obrigatórios (R$ 37,95 bilhões), apesar da diminuição em 16% na utilização destes comparativamente à safra passada.

Não controladas - Quanto à participação das fontes não controladas (R$ 81,24 bilhões), a LCA - Letras de Crédito do Agronegócio (R$ 38,29 bilhões) e a Poupança Rural Livre (R$ 25,11 bilhões) foram as mais representativas. Especialmente neste final de safra, ficou evidenciado o aumento de 6% das contratações com fontes não controladas e de 17% com fontes controladas.

Programas - Em relação aos financiamentos realizados nos programas de investimento, com recursos da fonte BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), administrados pelo Mapa, os programas que se destacaram, pelo valor contratado e respectivo aumento, foram o Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota): R$ 7,10 bilhões (9%), o Programa para Redução da Emissão de Gases de Efeito Estufa na Agricultura (Programa ABC): R$ 2,15 bilhões (10%) o Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária (Inovagro): R$ 1,58 bilhão (27%), o Programa de Construção e Ampliação de Armazéns (PCA): R$ 1,84 bilhão (63%) e o Programa de Incentivo à Irrigação e à Produção em Ambiente Protegido (Moderinfra): R$ 766 milhões (117%). (Mapa)

FOTO: iStock / Mapa

 

INFRAESTRUTURA: Portos do Paraná prepara estudo para ampliar capacidade dos terminais do Estado

infraestrutura 06 05 2021A empresa pública Portos do Paraná está concluindo estudo técnico para aumentar a capacidade e a competitividade dos terminais de Paranaguá e Antonina. O projeto, que deve ser validado ainda neste mês de maio, avalia ações de melhorias no canal de acesso - trecho que liga o mar aberto ao cais do porto. A expectativa é ampliar o calado operacional, ou seja, a distância entre a lâmina d’água e o fundo do mar, e permitir que os terminais recebam navios maiores e com mais carga.

Meta - A meta de dragagem para aumentar o calado é a mais ousada da história dos portos paranaenses. Atualmente, os navios operam com profundidade de 12,5 metros para entrar no Porto de Paranaguá e 8,5 no Porto de Antonina. O objetivo é alcançar 15,5 e 12,5 metros, respectivamente.

Limitação - “O calado operacional limita o tamanho do navio e também a quantidade de produtos que ele consegue transportar em segurança”, explica o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Profundidade adequada - Se o navio está mais pesado, ele ficará mais submerso. Sem uma profundidade adequada, é preciso limitar o peso da carga e controlar o quanto de navio ficará dentro d´água.

Prejuízo - “Para o exportador ou importador, isso significa prejuízo”, afirma Garcia. Ele lembra que quanto mais carga um navio transportar, melhor. Isso porque os custos das operações portuárias estão diretamente ligados ao tempo.

Eficiência - “Tem o tempo de navegação, atracação, mobilização de grandes equipamentos, trabalhadores, entre tantos outros. Se o exportador consegue movimentar mais carga em menos tempo, num único navio, ele ganha em eficiência e faz negócios mais vantajosos”. Em média, cada metro de calado operacional significa cerca de sete mil toneladas a mais de grãos, ou 300 contêineres extras, por navio.

Futuro - Esse estudo de engenharia voltado a atrair embarcações maiores e mais modernas, que está sendo finalizado, é o primeiro passo é o primeiro passo do projeto. O estudo mapeia os procedimentos necessários para o aprofundamento do canal de acesso.

Análise - Contratado pela autoridade portuária no início de 2020, o projeto foi entregue no final do último mês de março e é atualmente analisado pela Diretoria de Engenharia e Manutenção da Portos do Paraná. A versão definitiva, com as considerações da equipe, deve ser finalizada ainda em maio.

Concessão - Já ter esse estudo encaminhado foi fundamental para que o Governo Federal, através do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), qualificasse a concessão do canal como prioritária para o Brasil. O anúncio foi feito na última quinta-feira (27) e, com isso, a modelagem será avaliada pela Empresa de Planejamento e Logística (EPL), estatal da União.

Condições necessárias - “A intenção é que a iniciativa privada explore e que tenha por obrigação deixar o calado nas condições operacionais necessárias, realizando as dragagens de aprofundamento, manutenção, sinalização e outros serviços que garantem segurança na navegação”, revela o secretário nacional de portos, Diogo Piloni.

Complexo - “As dragagens têm um processo de contratação complexo. Por vezes, a burocracia e os prazos de licitações do poder público acabam atrasando obras que são essenciais para o funcionamento pleno da atividade portuária”, completa ele.

Descontinuidade - A descontinuidade da dragagem em qualquer porto localizado em baía (área naturalmente abrigada) pode gerar grandes prejuízos. Isso porque esses portos sofrem assoreamento regular, em que os sedimentos se acumulam com maior facilidade no fundo do mar.

Tarifas - Atualmente, toda a manutenção marítima e de segurança para a navegação, incluindo os serviços de dragagem dos portos do Paraná, é realizada com a receita composta pelas tarifas já pagas pelos navios que utilizam o canal de acesso. Isso acontece em qualquer outro porto público ou privado do país.

Cálculo - Chamada de Inframar, a tarifa é calculada de acordo com o tipo de carga transportada, sendo regulamentada pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

Mais barato - Os valores cobrados no Paraná são mais baratos que em portos vizinhos. A diferença chega a 37% por tonelada na comparação da movimentação de carga geral, entre Paranaguá e Itajaí, em Santa Catarina. Para contêineres cheios, um navio paga quase 22% menos no porto paranaense do que no Porto de Santos, em São Paulo.

Receitas portuárias - A Inframar é uma das tarifas que compõem as receitas portuárias. “O uso da estrutura marítima, do cais, equipamentos, armazéns, remunera os nossos serviços de dragagem, sinalização, monitoramentos ambientais, entre outros”, esclarece o diretor-presidente Luiz Fernando Garcia. Estudo avalia aumento na capacidade e competitividade dos portos do Paraná. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: José Fernando Ogura / AEN

 

ECONOMIA: Copom eleva juros básicos da economia para 3,5% ao ano

economia 06 05 2021Em meio ao aumento da inflação de alimentos, combustíveis e energia, o Banco Central (BC) subiu os juros básicos da economia em 0,75 ponto percentual pela segunda vez consecutiva. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou a taxa Selic de 2,75% para 3,5% ao ano. A decisão era esperada pelos analistas financeiros.

Comunicado - Em comunicado, o Banco Central indicou que deve elevar a taxa Selic em 0,75 ponto percentual na próxima reunião, em 15 e 16 de junho. "Para a próxima reunião, o Comitê antevê a continuação do processo de normalização parcial do estímulo monetário com outro ajuste da mesma magnitude. O Copom ressalta que essa visão continuará dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação", destacou o texto.

Novidade - Pela primeira vez, o Copom destacou que leva em conta a "suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego" em suas decisões, desde que o estímulo para o crescimento econômico não comprometa a estabilidade dos preços. A novidade está relacionada à nova lei de autonomia do BC, que estabelece o controle da inflação como objetivo principal do órgão, seguido da manutenção do crescimento econômico e do emprego como objetivos secundários.

Ciclo de alta - Com a decisão desta quarta-feira (05/05), a Selic continua em um ciclo de alta, depois de passar seis anos sem ser elevada. De julho de 2015 a outubro de 2016, a taxa permaneceu em 14,25% ao ano. Depois disso, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 6,5% ao ano, em março de 2018.

2019 - Em julho de 2019, a Selic voltou a ser reduzida até alcançar 2% ao ano em agosto de 2020, influenciada pela contração econômica gerada pela pandemia de covid-19. Esse era o menor nível da série histórica iniciada em 1986.

Inflação - A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em março, o indicador fechou no maior nível para o mês desde 2015 e acumula 6,1% no acumulado de 12 meses, pressionado pelo dólar e pela alta dos combustíveis e do gás de cozinha.

Acima do teto - O valor está acima do teto da meta de inflação. Para 2021, o Conselho Monetário Nacional (CMN) tinha fixado meta de inflação de 3,75%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não podia superar 5,25% neste ano nem ficar abaixo de 2,25%.

Estimativa - No Relatório de Inflação divulgado no fim de março pelo Banco Central, a autoridade monetária estimava que, em 2021, o IPCA fecharia o ano em 5% no cenário base. Esse cenário considera um eventual estouro do teto da meta de inflação no primeiro semestre, seguido de queda dos índices no segundo semestre.

Mercado - A projeção está em linha com as previsões do mercado. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 5,04%. A projeção oficial só será atualizada no próximo Relatório de Inflação, no fim de junho

Crédito mais caro - A elevação da taxa Selic ajuda a controlar a inflação. Isso porque juros maiores encarecem o crédito e desestimulam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas mais altas dificultam a recuperação da economia. No último Relatório de Inflação, o Banco Central projetava crescimento de 3,6% para a economia em 2021, decorrente da segunda onda da pandemia de covid-19.

Crescimento menor - O mercado projeta crescimento menor. Segundo a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos preveem expansão de 3,14% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos pelo país) neste ano.

Negociações - A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Redução - Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir. (Agência Brasil)

FOTO: Banco Central do Brasil

 

CÂMBIO: Dólar cai para R$ 5,36 à espera de aumento na taxa Selic

cambio 06 05 2021Num dia de expectativa em relação à reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), o dólar voltou a fechar abaixo de R$ 5,40 e caiu para o menor nível em uma semana. A bolsa de valores recuperou-se da queda de terça-feira (04/05) e teve a maior alta diária em um mês.

Cotação - O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (05/05) vendido a R$ 5,365, com recuo de R$ 0,066 (-1,21%). Esse é o menor valor desde 29 de abril, quando a moeda norte-americana tinha fechado em R$ 5,337.

Movimentação - A cotação chegou a subir para R$ 5,44 no início da sessão, mas despencou ao longo do dia. Na mínima da sessão, por volta das 15h50, o dólar chegou a ser vendido a R$ 5,35. A divisa acumula queda de 1,23% em maio e alta de 3,39% em 2021.

Ação - No mercado de ações, o dia foi marcado pela recuperação. O índice Ibovespa, da B3, fechou o dia aos 119.564 pontos, com alta de 1,57%. Esse foi o melhor desempenho diário da bolsa desde 5 de abril. As ações da Petrobras, as mais negociadas no Ibovespa, tiveram altas superiores a 4%, impulsionadas pelo aumento da demanda internacional de petróleo.

Fatores - Tanto fatores domésticos como externos impulsionaram o mercado nesta quarta-feira. No nível internacional, o índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, bateu recorde, estimulado pela recuperação da economia norte-americana num cenário de queda de casos de covid-19.

Cenário interno - No cenário interno, a expectativa de que o Banco Central elevasse a taxa Selic (juros básicos da economia) para 3,5% ao ano na reunião desta quarta estimulou a entrada de capitais no país. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

FOTO: Pixabay

 

IMPOSTO DE RENDA: Bolsonaro veta projeto que adiava prazo de entrega da Declaração do IR

O presidente Jair Bolsonaro vetou integralmente o projeto de lei 639/2021, aprovado pela Câmara dos Deputados no último dia 13 de abril, que estendia o prazo para entrega da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de 2021 de 31 de maio para 31 de julho. O veto será publicado na edição desta quinta-feira (06/05) do Diário Oficial da União, mas poderá ser derrubado pelo Congresso Nacional. O presidente acatou recomendação da equipe econômica para não estender o prazo.

Interesse público - Segundo o governo, apesar de "meritória", a prorrogação do prazo contrariava o interesse público porque seria o terceiro adiamento consecutivo da entrega da declaração este ano. Uma nova postergação, de acordo com a equipe econômica, poderia afetar o fluxo de caixa do governo, prejudicando a arrecadação da União, dos estados e dos municípios, já que impactaria no repasse dos recursos destinados ao Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE) e no Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Desequilíbrio - "Desse modo, a proposta foi objeto de veto por causar um desequilíbrio do fluxo de recursos, o que poderia afetar a possibilidade de manter as restituições para os contribuintes, além de comprometer a arrecadação dos entes federativos. Em abril deste ano, a Receita Federal publicou a Instrução Normativa RFB nº 2.020/2021 adiando o prazo de entrega da Declaração de Imposto de Renda do exercício de 2021, de abril para maio, como forma de suavizar as dificuldades impostas pela pandemia do coronavírus (covid-19)", informou, em nota, a Secretaria-Geral da Presidência da República. (Agência Brasil)

LEGISLATIVO: Câmara aprova projeto que torna permanente o Pronampe

legislativo 06 05 2021A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (05/05) a proposta que torna permanente o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), criado para socorrer o setor durante a pandemia de Covid-19. A medida consta do Projeto de Lei 4139/20, do Senado. Devido às mudanças feitas pelos deputados, o texto seguirá para nova votação pelos senadores.

Autorização - O texto aprovado autoriza a prorrogação das parcelas vencidas e a vencer dos empréstimos concedidos até 31 de dezembro de 2020. Essa prorrogação será por até um ano, prorrogando-se por igual período o prazo do parcelamento.

Taxa máxima - Segundo o texto, a taxa máxima de juros para os novos empréstimos muda de Selic mais 1,25% para Selic mais até 6%, aplicável às operações contratadas a partir de 1º de janeiro de 2021. A Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade (Sepec) do Ministério da Economia definirá a taxa e o novo período de funcionamento do programa.

Limite - Para os empréstimos contratados em 2021 no Pronampe, o limite individual de contratação, estipulado em 30% da receita bruta anual, terá como referência desse cálculo o maior faturamento dentre os anos de 2019 e 2020.

Substitutivo - O texto aprovado é um substitutivo da relatora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), deputada Joice Hasselmann (PSL-SP). Ela aproveitou a maior parte do substitutivo da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços, de autoria do deputado Joaquim Passarinho (PSD-PA).

Importância do setor - Segundo Passarinho, cerca de 9 milhões de micro e pequenas empresas no País são responsáveis por 55% dos empregos formais. “Diante da importância do setor para a economia do Brasil, é necessário tornar permanente esse programa”, afirmou.

Exitoso - Joice Hasselmann destacou que o Pronampe é um programa exitoso. “O conceito de microempresa inclui até os Microempreendedores Individuais (MEI), que já foram beneficiados em operações do programa pela Caixa Econômica Federal”, disse.

Portabilidade - Outra novidade no substitutivo é a permissão para o mutuário praticar a portabilidade do empréstimo, ou seja, mudar de banco se isso for vantajoso, contanto que sejam obedecidos, pelos bancos, os limites operacionais de cada instituição para contarem com a garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO).

Percentual - O fundo garante até 100% de cada operação garantida, mas o conjunto dos empréstimos de cada banco é limitado a 85% do valor. Se o tomador do empréstimo não consegue pagar, o FGO honra os pagamentos junto ao banco, que deverá se esforçar para receber os atrasados.

Baixa definitiva - Caso ao fim de 36 meses não tenha sido possível recuperar os valores devidos ou amortizá-los por meio da oferta dos títulos da dívida com deságio em leilões, o fundo deverá dar baixa definitiva.

Seguro vinculado - O texto aprovado proíbe as instituições de ofertarem produtos e serviços no momento da contratação, como seguros para suportar a prestação. Por outro lado, elas deverão informar, na internet e nos aplicativos de celular, informações sobre a linha de crédito, a taxa de juros e o prazo de pagamento.

Socorro - No ano passado, o Pronampe socorreu com R$ 37 bilhões cerca de 520 mil micro e pequenos negócios.

Reforço - Para reforçar o programa, o Projeto de Lei (PLN) 2/21 redirecionou ao Pronampe parte de receitas do Orçamento, estimadas pelo Ministério da Economia em até R$ 5 bilhões.

Eventos - O substitutivo aprovado permite ainda às empresas participantes do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse) que se enquadram nos critérios do Pronampe contarem com a garantia de um mínimo de 20% dos recursos do FGO.

Outros setores - Para as micro e pequenas empresas do Perse, o Executivo poderá incluir outros setores, o prazo de vigência e eventuais taxas de juros diferenciadas.

Mais garantia - Devido à extensão do funcionamento do programa, a União poderá aumentar sua participação no FGO até 31 de dezembro de 2021 com dinheiro do Orçamento federal, de doações privadas, de recursos obtidos com operações de crédito externo realizadas com organismos internacionais, além de emendas parlamentares de comissão e de relator.

Crédito extraordinário - Se o dinheiro vier de créditos extraordinários do orçamento, como no caso do PLN 2/21, deverá ser usado até 31 de dezembro de 2021, podendo esse uso ser ampliado por até 12 meses.

Sobras - As sobras e os valores recuperados após o uso da garantia para suportar perdas dos bancos terão de ser devolvidos para pagar a dívida pública da União.

Limites globais - O substitutivo aprovado também limita o ressarcimento dos bancos por meio da garantia prestada pelo fundo ao total direcionado ao Pronampe. O FGO garante outros tipos de operações. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Pablo Valadares / Câmara dos Deputados

 

SAÚDE I: Brasil registra 73,3 mil casos e 2,8 mil mortes por Covid em 24 horas

O Brasil chegou a 414.399 mortos por covid-19. Nas últimas 24 horas, foram 2.811 óbitos e 73.295 novos casos. No total, 14.930.183 casos foram confirmados no país. Ainda existem 3.679 mortes em investigação por equipes de saúde, segundo dados relativos à terça-feira (04/05), porque há casos em que o diagnóstico sobre a causa só sai após o óbito do paciente. Já o número de pessoas recuperadas totalizou 13.529.572, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (05/05) pelo Ministério da Saúde.

Estados - O ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (98.710), Rio de Janeiro (45.581) e Minas Gerais (34.837). Já as unidades da Federação com menos óbitos são Roraima (1.529), Acre (1.563) e Amapá (1.570).

Casos confirmados - Em relação aos casos confirmados, São Paulo também lidera, com 2,9 milhões de casos. Minas Gerais, com 1,3 milhão, e Rio Grande do Sul, com 992,4 mil casos, aparecem na sequência. O estado com menos casos de covid-19 é o Acre, com 78,6 mil, seguido por Roraima (97,2 mil) e Amapá (106,9 mil). (Agência Brasil)

 

saude I tabela 06 05 2021

SAÚDE II: Mais 5.188 casos e 258 mortes pela Covid-19 são confirmados no Paraná

saude II 06 05 2021 A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quarta-feira (05/05) mais 5.188 casos confirmados e 258 mortes pela Covid-19 no Paraná. Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas. Os dados acumulados do monitoramento da doença mostram que o Estado soma 960.200 casos confirmados e 23.103 óbitos.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de janeiro (60), fevereiro (195), março (316), abril (1.011) e maio (3.480) de 2021, e dos seguintes meses de 2020: abril (2), junho (6), julho (5), agosto (3), setembro (76), outubro (9), novembro (4) e dezembro (21).

Internados - O informe relata que 2.343 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados. São 1.880 pacientes em leitos SUS (951 em UTI e 929 em enfermaria) e 463 em leitos da rede particular (270 em UTI e 193 em enfermaria).

Exames - Há outros 2.441 pacientes internados, 954 em leitos UTI e 1.487 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão na rede pública e rede particular e são considerados casos suspeitos.

Mortes - A Secretaria da Saúde informa a morte de mais 258 pacientes. São 121 mulheres e 137 homens, com idades que variam de 0 a 100 anos. Os óbitos ocorreram de 20 de julho de 2020 a 04 de maio de 2021.

Municípios - Os pacientes que morreram residiam em Curitiba (86), Fazenda Rio Grande (13), Campo Largo (9), Londrina (9), Colombo (7), Paranaguá (6), Ponta Grossa (6), Arapongas (5), Araucária (5), Foz do Iguaçu (5), Castro (4), Maringá (4), Umuarama (4), Almirante Tamandaré (3), Ibiporã (3), Paranavaí (3), Pinhais (3), Piraquara (3), Bandeirantes (2), Cascavel (2), Cianorte (2), Francisco Beltrão (2), Goioerê (2), Itaperuçu (2), Jacarezinho (2), Laranjeiras do Sul (2), Marechal Cândido Rondon (2), Marilândia do Sul (2), Pirai do Sul (2), Santo Antônio da Platina (2) e São Jose dos Pinhais (2).

Um óbito - A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Altamira do Paraná, Andirá, Apucarana, Assaí, Cafezal do Sul, Cambé, Campo Magro, Campo Mourão, Carlópolis, Centenário do Sul, Congonhinhas, Cornélio Procópio, Cruz Machado, Cruzeiro do Oeste, Douradina, Floraí, Guarapuava, Honório Serpa, Inajá, Irati, Itapejara D'Oeste, Jaguapitã, Joaquim Távora, Mallet, Mandaguari, Mandirituba, Marialva, Mariluz, Mariópolis, Missal, Nova Olímpia, Nova Santa Rosa, Paiçandu, Palmas, Palmeira, Pérola, Piên, Pinhão, Pitangueiras, Prado Ferreira, Rebouças, Renascença, Rio Azul, Rolândia, Salto do Itararé, Santa Cruz de Monte Castelo, Santa Fé, Santa Mariana, Santana do Itararé, São Jorge do Ivaí, Tamarana, Tibagi, Toledo e Tomazina.

Fora do Paraná - O monitoramento registra 5.749 casos de residentes de fora, sendo que 146 pessoas morreram. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo AQUI.

 

SAÚDE III: Paraná receberá mais 242 mil doses nesta quinta para vacinar gestantes e pessoas com comorbidades

saude 06 05 2021Chegam ao Paraná nesta quinta-feira (06/05) mais 242 mil doses da vacina Covishield, da parceria AstraZeneca/Oxford, para vacinar gestantes, puérperas, pessoas com comorbidades e pessoas com deficiência permanente. Elas são parte da 18ª pauta de distribuição do governo federal e pertencem ao lote enviado pelo consórcio Covax Facility ao País no último domingo (02/05). Todas são D1.

Chegada prevista - As doses chegam ao Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, às 15h40, no voo G3-4622. Logo em seguida serão levadas para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) para separação. A expectativa é de encaminhar as doses para os municípios nos próximos dias, se somando ao envio realizado nesta quarta-feira (05/05).

Pfizer - Essa pauta também será composta de 67.774 doses do imunizante Pfizer/Comirnaty/BioNtech, todas voltadas a gestantes, puérperas, pessoas com comorbidades e pessoas com deficiência permanente. O governo federal recebeu mais 628.290 doses do imunizante nesta quarta. De acordo com o Ministério da Saúde, para o mês de maio estão previstas 2,5 milhões de doses da vacina da Pfizer, que requer acondicionamento em baixíssimas temperaturas. Ainda não foi confirmada a data do envio desses imunizantes.

Coronavac - A pauta também será composta por novas doses da Coronavac, da parceira Sinovac/Butantan, segundo a pasta federal. Nesse caso, ainda não foi divulgado o quantitativo, o público-alvo e a data de envio.

Semana cheia - A nova remessa é parte de uma semana de boas notícias na vacinação. O Paraná recebeu entre sábado (01/05) e segunda (03/05) 406.100 doses dos imunizantes da Fiocruz e do Butantan, referentes à 16ª pauta de distribuição, e 32.760 doses da Pfizer, exclusivas para Curitiba, na 17ª pauta.

Novos grupos - Elas vão possibilitar o início da imunização em novos grupos do plano estadual, como gestantes, puérperas, pessoas com comorbidades e pessoas com deficiência permanente, além de trabalhadores da educação, segundo orientação do Governo do Estado para vacinação em paralelo ao retorno gradual às aulas híbridas.

Total - O Paraná já recebeu e distribuiu mais de 3 milhões de doses. Segundo o Vacinômetro, 1,8 milhão de paranaenses já receberam a primeira dose e 1,035 milhão já completaram a imunização com as duas doses. Mais de 85% do que foi distribuído foi aplicado.

Prioritários - O Estado já começou a imunizar 14 grupos prioritários: indígenas; idosos em Instituições de Longa Permanência; pessoas com deficiência institucionalizadas; trabalhadores da saúde; trabalhadores da segurança pública; forças de salvamento; Forças Armadas; quilombolas; e sete faixas etárias entre a população idosa, dos 60 a 64 aos mais de 90 anos. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Ari Dias / AEN

 

SAÚDE IV: Dados dos planos de saúde de março confirmam crescimento

saude III 06 05 2021A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) disponibilizou, nesta quarta-feira (05/05), os números de beneficiários de planos de saúde relativos a março. O setor manteve a tendência de crescimento que vem sendo verificada desde julho do ano passado e registrou 47.977.271 usuários em planos de assistência médica e 27.606.039 em planos exclusivamente odontológicos.

Sala de Situação - Os dados completos estão disponíveis na Sala de Situação, ferramenta de consulta no portal da ANS. Acesse aqui.

Médico-hospitalares - Nos planos médico-hospitalares, em um ano houve incremento de 862.970 beneficiários - o equivalente a 1,83% de aumento - em relação a março de 2020. O aumento ocorreu em todas as modalidades de contratação, mas foi mais expressivo nos planos coletivos empresariais (2,47% de aumento). O total de beneficiários é o maior registrado desde setembro de 2016 - antes disso, foi superado em agosto de 2016, quando foram registrados 48.037.472 beneficiários.

Odontológica - Na segmentação exclusivamente odontológica, foi registrado aumento de 1.573.312 beneficiários em um ano – o que representa 6,04% de crescimento no período. Esse é o maior quantitativo já registrado nesse segmento.

Estados - Entre os estados, no comparativo com março de 2020, o setor registrou aumento de beneficiários em planos de assistência médica em 19 unidades federativas, sendo São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo os que tiveram o maior ganho de beneficiários em números absolutos. Entre os odontológicos, 24 unidades federativas registraram aumento no comparativo anual, sendo São Paulo, Minas Gerais e Paraná os estados com maior crescimento em números absolutos.

Modificações - A ANS ressalta que os números podem sofrer modificações retroativas em função das revisões efetuadas mensalmente pelas operadoras.

Tabelas - Confira nas tabelas abaixo a evolução de beneficiários por tipo de contratação do plano e por UF em diferentes competências. (ANS) 

saude III tabelas 06 06 2021 1

saude III tabelas 06 06 2021 2

saude III tabelas 06 06 2021 3


Versão para impressão


RODAPE