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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5077 | 25 de Maio de 2021

SANIDADE: Como funciona a Organização Internacional de Epizootias

oie II 25 05 2021Na próxima quinta-feira (27/05), os olhos e ouvidos do setor produtivo paranaense estarão voltados para Paris, quando os membros da Organização Mundial de Saúde Animal – OIE irão se reunir para analisar o pedido do Estado do Paraná da certificação internacional de área livre de febre aftosa sem vacinação.

Transmissão - Devido à pandemia da Covid-19, o evento será acompanhado de forma virtual, através do canal da Assembleia da OIE. Os interessados devem acessar o site e fazer sua inscrição: https://oiegeneralsession88.com/es/sessions?searchtext=&page=1. O governo do Estado também transmitirá o evento pelo canal do Youtube pelo link https://www.youtube.com/watch?v=CXsnzDC35z8.

Quem é - A OIE (Office International des Epizooties, na sigla em inglês) que, em português, significa Escritório Internacional de Epizootias, é uma organização internacional de saúde animal, sediada em Paris, na Rue de Prony n°12, que tem 152 países membros. Foi fundada em 1924 por meio de um acordo internacional assinado por 28 países, sendo o Brasil um dos primeiros a participar.

Objetivos- Seus objetivos principais, já estabelecidos na sua fundação, consistem em:
promover e coordenar pesquisas sobre doenças contagiosas dos animais de produção, por meio de colaboração internacional; recolher e divulgar informações sobre a propagação de doenças epizoóticas e meios de controlá-las; examinar propostas de acordos internacionais sobre medidas sanitárias para os animais e proporcionar meios de supervisionar sua implementação.

Atuação- A OIE realiza o registro e distribuição de informações sobre doenças que estão ocorrendo nos territórios dos países membros. É responsável pela publicação de informações científicas. Padronização dos métodos diagnósticos. Desenvolvimento de guias para o comércio baseado nos últimos conhecimentos científicos sobre as doenças. Indicar os melhores especialistas científicos para os países membros. Auxiliar em procedimentos imediatos para o controle de doenças. Avaliar a situação documentada de áreas dos países. Auxiliar a Organização Mundial de Comércio (OMC) sobre a validade científica das informações da saúde animal apresentada pelos países nas resoluções sobre disputas comerciais.

Sistema Ocepar - Segundo o médico veterinário e analista da Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar, Alexandre Monteiro, “nos últimos anos, o Paraná vem galgando posições de destaque no mercado de produtos de origem animal devido ao melhoramento progressivo da situação sanitária do seu rebanho animal, além da inegável qualidade dos produtos exportados. Certamente a obtenção do reconhecimento internacional de área livre de febre aftosa sem vacinação será uma grande vantagem competitiva para o agronegócio do Paraná e consequentemente para o desenvolvimento das cooperativas”, disse. 

Mercado - Monteiro analisa que o principal ganho com a obtenção do status de área livre de aftosa sem vacinação é de mercado. “Tornar o estado área livre da doença sem vacinação, tem por objetivo alcançar mercados mais disputados e valiosos, um desafio que provocará uma transformação no setor produtivo paranaense como um todo. Esse status vai contribuir para o fornecimento de produtos de melhor qualidade para o mercado interno e facilitará o acesso a players internacionais que até o momento estão fechados para as nossas exportações. Essa possibilidade de novas oportunidades tem direcionado as cooperativas para o investimento em projetos futuros que vão fortalecer seus negócios e o agronegócio paranaense”, lembrou o especialista.

 

FORMAÇÃO: Sescoop/PR promove treinamento para novos agentes de cooperativismo

Iniciou, na manhã desta terça-feira (25/05), o treinamento para novos agentes do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR). A formação segue até quinta-feira (27/05), com o objetivo de discutir a atuação do Sescoop/PR e o papel a dos agentes para a viabilização dos projetos de formação, promoção social e monitoramento nas cooperativas. “O papel dos agentes é um papel de protagonismo. Temos esse profissional como um valor enorme no processo de atendimento às cooperativas. O Sescoop/PR existe para ajudar as cooperativas, mas a dimensão do seu trabalho só é possível porque temos na base um profissional para nos ajudar”, disse a gerente de Desenvolvimento Cooperativo, Maria Emília Pereira Lima.

O evento - O treinamento é dividido em três módulos. A coordenação é dos analistas do Sescoop/PR, Sandra de Souza Schmidt e Luis Henrique Zanon Franco de Macedo. O objetivo é conhecer e aprender sobre o sistema GDH - utilizado para cadastro de projetos, acompanhamento, avaliação e prestação de contas -, bem como aprofundar os conhecimentos, conhecer as regras e procedimentos, esclarecer dúvidas, buscar atualização, absorver conhecimento, relembrar os processos, aprender direto da fonte e entender os processos burocráticos.

Programação - Nesta terça-feira, foram tratados os seguintes temas: Organograma do Sescoop/PR, em especial, as três coordenadorias da Gerência  Desenvolvimento Cooperativo - Formação Profissional, Promoção Social e Monitoramento; a origem do recurso repassado às cooperativas, órgãos de controle;  normativos do Sescoop/PR - Resolução 68/2020 e Portaria 01/2021; Diferença entre curso, palestra, vivencial, treinamento virtual, treinamento presencial, e o EaD; principais programas centralizados do Sescoop/PR; diferença entre recurso centralizado e descentralizado;  O sistema de autogestão; importância do monitoramento; implicações do não preenchimento do sistema de autogestão para os treinamentos.

Quarta-feira - No segundo módulo, na quarta-feira, o foco é o planejamento, o PEDC - Plano Estratégico de Desenvolvimento Cooperativo. Serão tratados os seguintes temas: os seis objetivos estratégicos/vetores direcionadores; projetos, beneficiáriose instrutores;título, subtítulo, objetivos, resultados, mensuração, metodologia, público, conteúdo programático coerente com os objetivos; módulos, turmas, recursos, períodos; regras para realização de mais de uma palestra no mesmo dia; como clonar projeto; rascunhar; finalizar; prazos; proposta; contrapartida; pagamento parcelado, contratos, submissão ao comitê; cadastro de beneficiários, Lei Geral de Proteção dos Dados, Consulta de Participação em eventos; importação de beneficiários, vínculo do beneficiário com outras cooperativas; cadastro de instrutores, cadastro da empresa de instrutoria, honorário do instrutor, vigência e atualização dos cadastros; regularidade fiscal, validade das certidões e documentos, limite mensal e anual de horas por instrutor; relatórios da agenda do instrutor; planilha de horas comprometidas.

Quinta-feira - No terceiro e último módulo, na quinta-feira, o foco é a execução do projeto, com os temas: Inscrever os beneficiários no projeto; gerar lista de presença ou formulário de check in;  gerar ficha de avaliação ou formulário de avaliação;  evidências do treinamento: foto dos participantes com banner, data e hora; link treinamentos virtuais;  também nesse módulo será abordado o fechamento do projeto: lançar a presença ou a falta dos participantes;  avaliação dos participantes; relatório de fechamento do evento; lançar as despesas realizadas; prestação de contas - evasão de público; justificativa circunstanciada; nota fiscal do Sescoop e NF contrapartida (regras para emissão) ; fluxo de pagamento das notas fiscais; rasuras, resolução das fotos; declaração de produtos/serviços; emissão de certificados; relatórios diversos.

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GESTÃO: Capacitação de equipe interna marca início do Programa de Integridade e Conformidade do Sistema Ocepar

Com o propósito de acrescentar mais valor às suas práticas de gestão, o Sistema Ocepar começa a implementação de um programa de formação e mentoria, em parceria com a PUCPR, similar ao que vem sendo executado nas cooperativas paranaenses filiadas à entidade, desde 2019, por meio do Programa de Integridade e Conformidade. O primeiro treinamento para a equipe interna de profissionais vai abordar Governança e Compliance, nesta terça-feira (25/05), a partir das 13h45, pela plataforma Microsoft Teams.

Iniciativa estratégica - “Esse evento faz parte de uma das iniciativas estratégicas priorizadas para 2021, visando desenvolver ações para garantir a segurança, transparência, conformidade e integridade do Sistema Ocepar. Por esse motivo, a compreensão desses temas por todos é fundamental”, afirma o coordenador de Gestão Estratégica do Sescoop/PR, Alfredo Benedito Kugeratski Souza.

Instrutores – Como instrutores, foram convidados os professores da PUCPR, Eduardo Damião, que discorrerá sobre Governança, e Eduardo Agustinho, que tratará de Compliance. A capacitação tem o encerramento previsto para às 16h15.

REUNIÃO INSTITUCIONAL I: Coagru e Ocepar discutem indicadores econômicos e estratégias de desenvolvimento

Na manhã desta segunda-feira (24/05), representantes do Sistema Ocepar e Coagru Cooperativa Agroindustrial União realizaram reunião institucional, discutindo indicadores e cenários do cooperativismo. O encontro, por meio de videoconferência, foi aberto pelo presidente da Coagru, Áureo Zamprônio, que ressaltou a gestão direcionada ao apoio aos produtores associados. “Temos uma estratégia austera de administração, visando à sustentação das atividades dos cooperados. Mesmo com a pandemia, nossos resultados têm sido positivos”, afirmou. Também participaram da reunião o vice-presidente Cavalini Carvalho e o diretor-secretário, Marcos Rosseto.

A cooperativa - Fundada em dezembro de 1975, com sede em Ubiratã, Noroeste do Paraná, a Coagru teve, em 2020, um faturamento de R$ 814,3 milhões, um crescimento de 27% em comparação ao ano anterior. A cooperativa tem 2.734 cooperados e 510 funcionários. Atuante nas cadeias agrícolas, se destaca também na estratégia de intercooperação, sendo umas das cooperativas que formam a Unitá, junto com a Cooperflora e a Copacol. A central cooperativa atua na avicultura e sua unidade industrial, localizada em Ubiratá, gera 4,5 mil empregos diretos e abate cerca de 360 mil frangos/dia.  

Temas - Além dos indicadores econômicos e o novo planejamento estratégico do setor, o PRC 200, a atuação do Sistema Ocepar, cenários do cooperativismo paranaense e assuntos da área sindical foram os temas da reunião institucional com a Coagru. Pelo Sistema Ocepar, participaram o presidente, José Roberto Ricken, os superintendentes Leonardo Boesche (Sescoop/PR), Robson Mafioletti (Ocepar) e Nelson Costa (Fecoopar), o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo, João Gogola Neto, além de gerentes, coordenadores e analistas de diversas áreas.

Informações - A promoção de reuniões institucionais faz parte das estratégias do Sistema Ocepar para informar as cooperativas associadas em relação aos principais assuntos que norteiam a organização no momento, bem como para atualizá-las em relação aos indicadores do cooperativismo e da cooperativa em questão, inclusive, com um comparativo com outras cooperativas do mesmo ramo e porte. Nessas reuniões, também são tratados assuntos relacionados ao Sescoop/PR, com a apresentação das áreas de Monitoramento, Profissionalização, Promoção Social e Gestão Estratégica, e as ações que as cooperativas podem executar, com o suporte financeiro do “S” das cooperativas.

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REUNIÃO INSTITUCIONAL II: Com melhora nos indicadores em 2020, Coopcana mantém perspectivas positivas para 2021

Representantes da Coopcana acompanharam a apresentação dos indicadores econômicos e financeiros da cooperativa, realizada na tarde desta segunda-feira (24/05), durante a 24ª reunião institucional virtual promovida este ano pelo Sistema Ocepar. Participaram os diretores Bruna Vizzoto e Sandro Delci, o conselheiro Luiz Tessaro, o gerente de Controladoria Financeira e Administrativa, Marcelo da Silva, as contadoras Juliana Conceição e Juraci Pegorin, entre outros profissionais. Na oportunidade, foram ainda mostrados os cenários consolidados e os comparativos com outras cooperativas paranaenses do mesmo ramo e região, elaborados pela coordenação de monitoramento Sistema Ocepar

Melhora - “Fica nítida a melhora dos indicadores da Coopcana. O ano de 2020 foi bom para a cooperativa e o desejo é que em 2021 esse resultado se mantenha da mesma forma, embora saibamos que isso também depende das condições do clima. Observamos que a cooperativa tem uma estrutura com boa capacidade de pagamento, boa solvabilidade, e a própria gestão dos negócios fica evidente com o cenário que foi apresentado”, disse o coordenador de monitoramento do Sistema Ocepar, João Gogola Neto, após a finalização da apresentação.

Faturamento - No ano passado, a Coopcana registrou faturamento de R$ 628,9 milhões, um aumento de 13,92% frente aos R$ 552,5 milhões alcançados no exercício anterior. Para 2021, o Sistema Ocepar está projetando o valor de R$ 669,8 milhões de faturamento, montante que está alinhado às expectativas da cooperativa, tendo em vista a boa produção de álcool e açúcar e os preços valorizados dos produtos. A única preocupação é com os impactos que a seca pode causar nas lavouras de cana-de-açúcar, se ela se estender demais. Já os resultados tiveram aumento de 237,1%, saltando de R$ 9,1 milhões em 2019 para R$ 30,8 milhões em 2020. Outro indicador de destaque foi o saldo positivo da tesouraria, no valor de R$ 36,36 milhões, registrado no ano passado.

A cooperativa - Com 182 cooperados e 442 funcionários, a Coopcana, sediada em Paraíso do Norte, no Norte do Paraná, é uma das 59 cooperativas agropecuárias registradas no Sistema Ocepar. Ela atua no setor sucroalcooleiro e produz álcool anidro, carburante e hidratado. A cooperativa também possui uma fábrica de açúcar, que processa o tipo VHP, destinado à exportação e não comercializado no mercado interno. O levantamento da área de monitoramento do Sistema Ocepar indicou que a Coopcana alcançou um aumento de 85,4% em exportações entre os anos de 2019 e 2020. No ano passado, as vendas externas da cooperativa alcançaram US$ 50,8 milhões, contra US$ 27,4 milhões no ano anterior.

Programação - A reunião institucional com a Coopcana contou ainda com a participação do superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, que destacou os principais pontos de atenção que estão no radar do cooperativismo paranaense e que podem afetar os negócios das cooperativas, entre os quais o anúncio da Organização Mundial da Saúde Animal (OIE), que se reúne no próximo dia 27, reconhecendo o status do Paraná de área livre de febre aftosa sem vacinação. A certificação internacional deve possibilitar a abertura de mais mercado para a produção paranaense de carne. Mafioletti também lembrou da preocupação do setor em assegurar que a proposta de reforma tributária em tramitação no Congresso Nacional contemple o ato cooperativo. O modelo de concessão das rodovias paranaenses, a aprovação do PLN 4/2021, para possibilitar que as cooperativas tenham recursos para investimento, e os financiamentos que podem ser feitos por meio do Banco do Agricultor Paranaense, principalmente em projetos de irrigação, foram outros assuntos tratados pelo superintendente.

Mais - Na sequência, João Gogola Neto apresentou os dados consolidados de 2020 do cooperativismo paranaense e do ramo agropecuário. O analista do Sescoop/PR, Jesse Rodrigues, fez a apresentação das informações relativas aos indicadores econômicos e financeiros da Coopcana. Já o gerente da Fecoopar, Anderson Lechechen, discorreu sobre as negociações sindicais. A gerente de Desenvolvimento Cooperativo, Maria Emília Pereira, falou sobre as ações do Sescoop/PR nas áreas de formação e profissionalização. E o coordenador de Desenvolvimento Técnico, Silvio Krinski, forneceu detalhes sobre o PRC200, o Plano Paraná Cooperativo 200, o novo planejamento estratégico do cooperativismo paranaense.

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FRIMESA: Central recebe BNDES para diálogo sobre fontes de financiamentos

A Frimesa Cooperativa Central e suas filiadas – Lar, C.Vale, Copagril, Copacol e Primato - receberam, na última sexta-feira (21/05), o diretor de Crédito e Garantia do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Petrônio Duarte, diretor de infraestrutura Concessões Parceria Público-Privado, Fábio Abrahão, e o diretor de mercado de capitais participações e reestruturações de empresas, Bruno Laskoesky.

Programação - A programação contou apresentações institucionais e de projetos das cooperativas e visitas nas instalações das cooperativas Frimesa e Lar. No período da tarde, as cooperativas de crédito Sicredi, Sicoob e Cresol se reuniram com os diretores do BNDES para apresentar seus potenciais financeiros e trocar sugestões.

Necessidades - De acordo com o diretor, Petrônio Duarte, é fundamental as visitas para conhecer as necessidades de financiamentos para as cooperativas. “Queremos ajudá-las a acessar ao mercado e, principalmente, divulgar os programas de incentivo do BNDES. Também precisamos, juntos, levar o modelo de gestão do cooperativismo para outras regiões do Brasil”, explica.

Parcerias - O BNDES financiará a ampliação da capacidade produtiva da Frimesa e da Lar. As operações possibilitarão a criação de 9 mil empregos durante a fase de implementação dos projetos e outros 5.800 para operação das indústrias, após a conclusão. As ampliações irão gerar renda para os pequenos produtores rurais cooperados. Os financiamentos somam R$ 633,9 milhões, sendo R$ 490 milhões para a Frimesa e R$ 143,9 milhões para a Lar.

Melhor comunicação - "Também queremos ter uma melhor comunicação com as cooperativas. O sistema cooperativo agropecuário brasileiro possui quase um milhão de cooperados. Esse tipo de operação é uma forma eficiente de beneficiar os produtores rurais, em especial aqueles de pequeno e médio porte, além de ser importante para o desenvolvimento econômico regional e do agronegócio do País", reforça o diretor de Crédito e Garantia do BNDES, Petrônio Cançado.

Liberação - Do montante destinado à Frimesa, o BNDES liberará R$ 370 milhões de forma direta e os R$ 120 milhões restantes serão repassados de forma indireta. Os recursos serão investidos na construção e instalação de uma nova unidade frigorífica para abate de suínos e produção de frigorificados, localizada em Assis Chateaubriand (PR), com capacidade de processamento inicial de até 3.750 cabeças por dia e 7500 cabeças em dois turnos.

Importância vital - "A operação de financiamento realizada pelo BNDES é de vital importância no projeto de expansão da suinocultura da Frimesa e suas cinco cooperativas filiadas, oportunizando ainda a diversificação de renda dos produtores rurais”, destaca Valter Vanzella, diretor-presidente da cooperativa.

Lar - A Lar, cooperativa singular usará os recursos para investir em três unidades localizadas em Santa Helena (PR): a Unidade de Recria de Aves, que abriga os frangos para reprodução e será beneficiada com a expansão e construção de três outros núcleos de recria; a Unidade Produtora de Pintainhos, a ser contemplada com o aumento da capacidade de incubação de ovos férteis e produção de pintainhos; e a Unidade Industrial de Rações, que receberá a implantação da quinta paleteira. O apoio também contemplará a construção da Unidade de Recepção, Beneficiamento e Armazenagem de Grãos da cooperativa, em Medianeira (PR).

Sobre a Frimesa - Presente no mercado brasileiro de alimentos há 44 anos, a Frimesa Cooperativa Central do Oeste paranaense industrializa a matéria-prima de produtores de cinco cooperativas filiadas – Copagril, Lar, C.Vale, Copacol e Primato. Atua no segmento de carne suína e derivados de leite com foco na produção de alimentos de valor agregado. A Frimesa possui um portfólio de mais de 440 produtos e o faturamento de 2020 chegou aos R$ 4,29 bilhões. São 8.106 colaboradores e mais de 20.000 pessoas envolvidas nas cadeias de suíno e leite. É a 4ª maior indústria de carne suína do Brasil, 1ª maior empresa do Paraná em abate suíno e a 3ª maior indústria de lácteos do Paraná. (Imprensa Frimesa)

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COAMO: Agroindústria agrega valor, gera empregos e desenvolvimento

coamo 25 05 2021Dia 25 de maio é celebrado em todo o país, o Dia da Indústria. Local onde as matérias-primas são extraídas e transformadas em produtos, nas indústrias, profissionais e máquinas atuam em conjunto. Por esse motivo, a atividade industrial é essencial para a economia do país. Além de gerar empregos, promove transações que impactam diretamente no PIB.

Coamo - Na Coamo Agroindustrial Cooperativa, o processo de industrialização começou em 1975, com a implantação de um moinho de trigo. Seis anos mais tarde, em 1981, entrou em funcionamento a primeira indústria de processamento de óleo de soja em Campo Mourão, onde na sequência vieram novas indústrias - fiação de algodão (1995), refinaria de óleo de soja (1996), indústria de hidrogenação 1999), fábrica de margarina e gordura vegetal (2000), torrefação e moagem de café (2009) e em 2015 o novo e moderno moinho de trigo. No processo de expansão da sua área industrial, em 1990, a Coamo começou a operar em Paranaguá com uma indústria de processamento de soja e o Terminal Portuário, e em novembro de 2019, inaugurou em Dourados (MS), duas novas indústrias de processamento e refinaria de óleo de soja. Neste mês de maio, a diretoria da Coamo anunciou que a cooperativa irá construir em Campo Mourão, anexo ao seu parque industrial, uma fábrica de ração com entrada em operação em até 18 meses para produzir 200 mil toneladas por ano de rações para bovino, suíno, frango, peixe e para animais domésticos.

Estrutura - Atualmente, a Coamo conta com 11 indústrias, sendo dez próprias e uma terceirizada. A cooperativa conta com indústrias em Campo Mourão, Mamborê (terceirizada) e Paranaguá, no Paraná, e Dourados, no Mato Grosso do Sul, com processamento de 8.000 toneladas/dia de soja, 1.440 toneladas na refinaria de óleo de soja, 400 toneladas/dia de margarinas, e 300 toneladas/dia na hidrogenação de gorduras. A torrefação e moagem de café é responsável por uma produção de 15 toneladas/dia, a fiação de algodão por 9 toneladas/dia. No moinho de trigo são produzidas 500 toneladas/dia em Campo Mourão e em Mamborê, 200 toneladas/dia.

Transformação - De acordo com o diretor Industrial da Coamo, Divaldo Correa, o processo industrial exige empenho e dedicação. “É uma engrenagem que depende de várias peças para se manter funcionando e transformar milhões de toneladas de produtos por ano, agregando valor à produção dos cooperados e gerando empregos e divisas nas regiões em que atuam”, afirma Divaldo. Segundo ele, para este ano, a expectativa é de um crescimento de 6,6% na industrialização da Coamo.

Agregação - Para o presidente Executivo da Coamo, Airton Galinari, desde o início das suas atividades, a Coamo sempre pensou em industrializar os produtos in natura para agregar valor à produção dos cooperados com a venda desses produtos nos mercado interno e externo. “As indústrias precisam ser viáveis e na maior do tempo é isso que acontece. Temos satisfação e orgulho em ver os produtos industrializados com a marca da Coamo nos mercados e estabelecimentos e vários estados brasileiros, e os exportados para várias partes do mundo, como é o caso da soja”.              

 

LAR: Cooperativa conquista Troféu Sesi em reconhecimento por excelente desempenho na gestão da segurança, saúde e bem-estar

A premiação é referente aos resultados apresentados na pesquisa aplicada pelo GPTW em 2020, e para eleger as empresas com melhores práticas, são examinados os números sobre o clima organizacional e respostas de colaboradores a respeito das ações praticadas em prol das pessoas e minimização de riscos laborais.

Reconhecimento - “Essa certificação reconhece o esforço e o investimento que a Lar tem feito em relação às práticas de segurança, principalmente em treinamentos, ajustes em equipamentos e processos, além do fornecimento de EPIs que preservam a vida e a saúde do seu quadro de funcionários”, destaca o superintendente Administrativo Financeiro da Lar, Clédio Roberto Marschall.

O GPTW - O GPTW é uma autoridade global no mundo do trabalho, certificadora de empresas e consultora para transformar a organizações em Great Places to Work (lugares ótimos para se trabalhar). Ajuda empresas a aproveitar o melhor das pessoas e atingir resultados excepcionais e, acima de tudo, sustentáveis. Certificam e reconhecem os melhores ambientes de trabalho em mais de 50 países ao redor do mundo.

Grande porte - A Lar Cooperativa foi certificada pela 2ª edição do Troféu Sesi na categoria empresas de grande porte. No dia 14 de maio, o diretor 2º vice-presidente da Lar, Urbano Inacio Frey, o superintendente Administrativo Financeiro da Lar, Clédio Roberto Marschall e a gerente de Gestão de Pessoas Fabiane Poletto Bersch, receberam na sede administrativa o Gerente Executivo Comercial do Sesi de Foz do Iguaçu, Alessandro Costa Coelho, que realizou a entrega da placa de reconhecimento.

Preocupação - “A Lar tem uma preocupação enorme com o bem-estar e segurança dos funcionários. Este reconhecimento recebido do Sesi e GPTW nos deixa orgulhosos pelo trabalho que está sendo desenvolvido e nos motiva a dar continuidade nas ações de prevenção e cuidado de nossas pessoas. A segurança e bem-estar dos funcionários fazem parte dos valores da Lar”, afirma a gerente de Gestão de Pessoas, Fabiane Poletto Bersch. (Imprensa Lar)

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CASTROLANDA: Empório, novo espaço que alia modernidade e tradição

Uma mudança de conceito e reforço da marca institucional da cooperativa: assim pode ser resumida a ideia do novo Empório Castrolanda, inaugurado nesta segunda-feira (24/05), em Castro/PR, ao lado da sede administrativa da Cooperativa. O espaço oferece aos visitantes, cooperados e colaboradores, produtos com a marca da cooperativa na linha de vestuário, decoração e souvenirs, além de alimentos já conhecidos do público e produzidos pela própria Castrolanda.

Origem - O Empório surge após um desmembramento da antiga ‘Grife Castrolanda’, linha de roupas da cooperativa que até então era vendida dentro da Loja Agropecuária Matriz. A nova marca ganhou um conceito mais moderno, ao mesmo tempo que reforça as tradições históricas dos imigrantes holandeses que fundaram a cooperativa há 70 anos, em espaço exclusivo e remodelado para atender as necessidades que a linha exige. “É uma mudança de conceito bastante significativa para marca. A ‘Grife Castrolanda’ sai da nossa loja agropecuária para integrar um novo espaço pensado exclusivamente nesta proposta moderna.

Públicos - A ideia é atrair os mais variados públicos, desde nossos colaboradores, cooperados ou até mesmo visitantes e clientes”, explica o Supervisor de Comunicação e Marketing da Castrolanda, Edgar Ribas. Na linha de vestuário, a marca realizou uma parceria com o Lab Fashion – Laboratório de Design de Moda da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).

Coleção - O trabalho resultou na coleção Entrecampos, um conceito que retoma a história dos primeiros cooperados: pessoas com orgulho da vida no campo, que inclui momentos de trabalho duro e de prazeres na natureza e nas reuniões de amigos e familiares. “A linha de roupas foi pensada para ser utilizada nestes momentos, com conforto e praticidade. Inclusive, para as fotos e os materiais de divulgação, trouxemos nossos colaboradores, que sem dúvida serão um dos grandes embaixadores desse projeto”, conta Edgar.

História - Com conforto e praticidade, a coleção Entrecampos retoma a história dos primeiros imigrantes holandeses.

Ampliação - O Empório ainda ampliou o escopo de produtos em relação à antiga ‘Grife’, trazendo uma linha de louças e decorações para a casa, por meio de conceitos do design de superfície, que agregam princípios de sustentabilidade e fomentam a chamada ‘Green Economy’. Itens como carteiras, chaveiros, canivetes e de cutelaria foram repaginados para o mesmo conceito moderno e de resgate histórico.

O espaço - A nova loja, aberta nesta segunda-feira, 24, foi totalmente repaginada em comparação ao setor da Loja Agropecuária, onde parte dos itens estavam disponíveis anteriormente. O espaço está localizado na Rua Juliana, 33, Colônia Castrolanda, em Castro e é aberto para o público em geral, com funcionamento de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 16h40, e aos sábados, das 8h30 às 12h.

Visitantes - A ideia é atrair visitantes da cooperativa, como universitários e turistas, além de produtores da região, cooperados e colaboradores da Castrolanda. O Empório foi oficialmente inaugurado após um grande processo de transição e reformulação. A unidade funcionará de acordo com as normas regimentadas pelos órgãos competentes de saúde pública em relação ao novo coronavírus. (Imprensa Castrolanda)

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SICOOB: Lançada campanha voltada para consórcio

sicoob 25 05 2021O Sicoob oferece 25% de desconto sobre taxa de administração em todos os segmentos do produto consórcio para cooperados e não cooperados com a campanha "Vem que tem desconto de verdade". A ação funciona do dia 24 a 31 de maio e visa proporcionar ao consorciados taxas ainda menores bem como aumentar o seu o marketing share. Com essa iniciativa o Sicoob quer se posicionar como a melhor taxa de administração do país, oferecendo para as comunidades em que atua um produto com alta aceitação e precificação imbatível.

Novos cooperados - Segundo Itamar Filho, gerente de consórcios do Sicoob, trata-se também de uma nova oportunidade para prospectar novos cooperados para a instituição. "Por ter grande aderência ao mercado, os consumidores acabam adquirindo o produto em outras instituições pagando taxas mais altas, enquanto, no Sicoob, temos as melhores taxas disponíveis. Percebemos que cada vez mais o consumidor faz conta e considera a solidez da instituição na sua escolha, sendo assim, o consórcio se torna um cartão de visita para a adesão ao Sicoob. Em ações comerciais com essa reforçamos nossa preocupação em atender e permitir que as pessoas realizem seus sonhos seja da motocicleta até a casa própria.", afirma.

Taxa de administração - Durante a campanha, a taxa de administração para não cooperados será de 7,13% no consórcio para a compra de motocicletas em até 60 meses e automóveis em até 86 meses; já para quem tem conta no Sicoob, a mesma compra terá a taxa de 5,63% - em outros players do setor, costuma ser facilmente superior a 15%.

Imóveis - Para quem pretende investir em imóveis com pagamento em até 240 meses, a semana de descontos do Sicoob também é a melhor opção: o percentual- que gira em torno de 14% a 25% em outras instituições - estará apenas 6,75% para cooperados e 10,13% para não cooperados.

Produtor rural ou frotista - O Sicoob também oferece a solução para o produtor rural ou frotistas que queiram realizar a compra de implementos agricolas ou caminhões em até 144 meses com taxa de 6,38% para cooperados e 8,63% para não cooperados. Já no segmento de Bens duráveis pode ser feita a aquisição de equipamentos fotovoltalticos, eletrônicos, patinetes e bicicletas elétricas, entre outros. Em até 60 meses com taxa de 9% para cooperados e 11,25% para não cooperados.

Entre as maiores administradoras - O Sicoob ocupa hoje a 7ª posição dentre as maiores administradoras do setor no país. A instituição teve crescimento de 23,3% em 2020, em relação a 2019, e comercializou quase 80 mil cotas do produto, sendo 41,5% somente em novembro, quando lançou a promoção de descontos de 25% nas taxas de administração de produtos na última semana do mês. (Imprensa Sicoob)

 

SICOOB CONFIANÇA: Cooperativa atesta responsabilidade social por meio do programa Empresa Cidadã do Rotary Club

sicoob confianca 25 05 2021O Sicoob Confiança fechou uma parceria com o Rotary Club de Marechal Cândido Rondon (PR) por meio do programa Empresa Cidadã. Por meio de doações mensais, a empresa parceira atesta a responsabilidade social e as contribuições são destinadas aos projetos humanitários da Fundação Rotária no Brasil.

Parceria - "Quando fomos convidados a ser parceiros e entendemos mais sobre o projeto percebemos o quanto a cooperativa pode ser parceira e auxiliar o Rotary Clube através do programa Empresa Cidadã", afirma o diretor Administrativo Financeiro, Hugo Alex Azevedo Ferraz.

Reconhecimento - Ao contribuir com o valor equivalente a US$1.000 ao longo de um ano, a empresa é reconhecida como Empresa Cidadã. De acordo com seu nível, a empresa recebe um Certificado da ABTRF, bem como um selo eletrônico, que pode ser incluído em seus e-mails e website como chancela de sua responsabilidade social.

Título - A cada US$1.000, a empresa pode, ainda, oferecer um Título Paul Harris emitido pela Fundação Rotária a uma pessoa de destaque, que pode ser da própria empresa.

Importância - Para o diretor Superintendente, Edison Luiz Dechechi, a parceria entre Sicoob e Rotary Club é de grande importância para a região. “Estamos colocando em prática o 7º princípio do cooperativismo e entendemos que o clube é uma entidade séria que preza pela ajuda humanitária", explica. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICREDI UNIÃO PR/SP: Formação será realizada para incentivar liderança entre associados

sicredi uniao 25 05 2021Associados da Sicredi União PR/SP terão a oportunidade ímpar de participar de uma jornada de formação para liderança e poderão, no futuro, assumir novos cargos na cooperativa. Com curadoria da HSM Management, a jornada terá encontros mensais online com o objetivo de contribuir com o desenvolvimento pessoal e profissional, discutir tendências da nova economia e estimular que os participantes atuem na comunidade local.

Duração - Gratuita, a jornada terá duração de dois anos, sendo que o primeiro ano está focado na formação dos participantes e o segundo ano, na atuação na comunidade.

Público - O programa é voltado para os associados das 111 agências, e a expectativa é a participação de três mil pessoas dos três comitês: master (para associados e associadas a partir 60 anos), mulher (para associadas até 60 anos) e jovens (homens e mulheres de 18 a 35 anos).

Projeto-piloto - Um projeto-piloto foi realizado em 2019 e 2020 com associados de 22 agências da regional Norte, na região de Londrina. E para apresentar a jornada haverá live nesta terça-feira, às 19 horas, sobre ‘liderança e impacto social’. Com transmissão pelo canal da Sicredi União PR/SP no Youtube, a live terá como convidado Augusto Junior, diretor executivo do Instituto Anga, professor convidado da Fundação Dom Cabra e colunista na Revista HSM. Depois, para participar da jornada, bastará se inscrever por meio de um link que as agências da cooperativa disponibilizarão aos associados.

Comitês - A Sicredi União PR/SP conta com os comitês jovem, mulher e master, que são coletivos de associados com o objetivo de desenvolver lideranças por meio da educação e de experiências práticas no cooperativismo de crédito. Depois os integrantes podem assumir, se desejarem e estiverem aptos, os cargos de coordenadores de núcleo e conselheiros de Administração e Fiscal.

Enriquecedora - Os associados que integram os comitês contam que a experiência é enriquecedora. Hoje membro do Conselho de Administração, Petrus Albuquerque começou a fazer parte da cooperativa em 2011, quando aos 18 anos e office boy, abriu uma conta para depositar o salário. Depois veio o convite para fazer parte do comitê jovem, e há dois anos ele foi coordenador de núcleo. “Não consigo ter uma forma de agradecer a Sicredi União PR/PS por acreditar tanto nos jovens, investir realmente, capacitando e mostrando caminhos. É uma iniciativa espetacular. Quem aprender mais sobre cooperativismo, vai se encantar. Agora vou empreender e me vejo estreitando minha relação com a cooperativa”, conta.

Integrante - Também conselheira de Administração, Maristela Monici já integrou o comitê mulher. “Não acredito em outro caminho para o crescimento de uma região que não seja através do cooperativismo. Na cooperativa a gente se sente capaz, não tem medo de ousar, de arriscar e pedir ajuda. Não adianta discurso sem ação, e a Sicredi age conforme discursa”, destaca. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

 

UNIMED PONTA GROSSA: Laboratório amplia estrutura das unidades Estrela e Jardim Carvalho

unimed ponta grossa 25 05 2021O Laboratório Unimed Ponta Grossa concluiu as reformas das unidades Estrela, em frente ao Hospital Geral Unimed (HGU), e do Jardim Carvalho, iniciadas no fim de 2020, para a ampliação da estrutura física.

Atendimentos - Das nove unidades Laboratórios Unimed Ponta Grossa, essas duas representam o maior volume de atendimentos diários da rede própria, chegando a quase 50% do total.

Mudanças - Na unidade Estrela, foram ampliados os espaços de recepção, salas de coleta e recursos humanos. São seis guichês de atendimento, dois a mais do que antes da reforma, e três salas de coleta a mais, totalizando sete. Além disso, foi duplicado o número de assentos na sala se espera.

Fluxo - “Também com o objetivo de agilizar a coleta e conseguimos estabelecer um único fluxo de movimentação para o beneficiário dentro do laboratório, agora, após a coleta, o paciente toma o café e sai por um acesso diferente do que ele entrou, evitando a aglomeração de pessoas que transitavam em sentidos opostos”, explica Fernanda Razouk, gerente do laboratório.

Guichês - Na unidade Jardim Carvalho, o número de guichês de atendimento e de salas de coleta foi dobrado (ambos de dois para quatro), assim como a quantidade de assentos da espera. De acordo com Fernanda, o fluxo de entrada e saída ganhou nova dinâmica, a fim otimizar as coletas e permitir um trânsito de pessoas mais apropriado.

Recursos Humanos - O quadro de recursos humanos foi outro aspecto incrementado com as reestruturações e as duas unidades juntas passaram a ter nove funcionários a mais.

Comodidade - Fernanda ressalta que as modificações contribuem em proporcionar mais comodidade e, principalmente, agilidade nos atendimentos. “Conseguimos demonstrar com as reformas mais organização, trazendo uma experiência diferente aos nossos clientes, impactando, diretamente, no tempo de atendimento. Esses investimentos têm um papel central no planejamento estratégico do nosso negócio”, ressalta Fernanda.

Exames - Em 2020, a rede de Laboratório Unimed Ponta Grossa realizou cerca de 670 mil exames. Mensalmente, a unidade Estrela contabiliza, em média, 18 mil exames e a do Jardim Carvalho 7 mil. (Imprensa Unimed Ponta Grossa)  

 

COMÉRCIO EXTERIOR I: Balança tem superávit de US$ 25,21 bilhões no ano, com alta de 69,6%

A balança comercial registrou novo superávit no acumulado do ano, com US$ 25,21 bilhões até a terceira semana de maio, um crescimento de 69,6% pela média diária, na comparação com o período de janeiro a maio de 2020. A corrente de comércio (soma das exportações e importações) foi de US$ 178,18 bilhões no período, em alta de 25,7%.

Valores - O resultado reflete os valores de US$ 101,69 bilhões em exportações, com aumento de 29,8%, e de US$ 76,48 bilhões nas importações, em alta de 20,5%. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (24/5) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

Acumulado do mês - No acumulado do mês, as exportações subiram 49%, chegando a US$ 19,58 bilhões, enquanto as importações tiveram alta de 57,3% e totalizaram US$ 12,61 bilhões. Dessa forma, a balança comercial registrou superávit de US$ 6,97 bilhões, em alta de 36%, enquanto a corrente de comércio alcançou US$32,18 bilhões, subindo 52,2%.

Terceira semana de maio - Apenas na terceira semana de maio, as exportações somaram US$ 6,392 bilhões, enquanto as importações totalizaram US$ 4,012 bilhões. Assim, a balança comercial registrou superávit de US$ 2,38 bilhões e a corrente de comércio alcançou US$10,404 bilhões.

Exportações no mês - Nas exportações, comparadas a média diária até a terceira semana deste mês (US$ 1,305 bilhão) com a de maio de 2020 (US$ 875,99 milhões), houve crescimento de 49%, em razão do aumento nas vendas da indústria extrativista (96%), da agropecuária (52,6%) e dos produtos da indústria de transformação (29,9%).    

Aumento - O aumento das exportações foi puxado, principalmente, pelo crescimento nas vendas de minério de ferro e seus concentrados (145,2%); óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (72,5%); outros minerais em bruto (23%); minérios de alumínio e seus concentrados (41%) e pedra, areia e cascalho (21,6%), na Indústria Extrativista.

Indústria de transformação - Já em relação à indústria de transformação, destaque para o aumento nas vendas de óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos, exceto óleos brutos (113,4%); veículos automóveis de passageiros (1.174,6%); aeronaves e outros equipamentos, incluindo suas partes (760,2%); veículos automóveis para transporte de mercadorias e usos especiais (446,1%) e produtos semiacabados, lingotes e outras formas primárias de ferro ou aço (55,6%).

Produtos agropecuários - Entre os produtos agropecuários, a alta das exportações foi impulsionada pelo aumento nas vendas de soja (60,5%); algodão em bruto (81,7%); frutas e nozes não oleaginosas, frescas ou secas (47,1%); mel natural (107,7%) e madeira em bruto (40,2%).

Importações no mês - Nas importações, a média diária até a terceira semana de maio de 2021 (US$ 840,34 milhões) ficou 57,3% acima da média de maio do ano passado (US$ 534,1 milhões). Nesse comparativo, aumentaram principalmente as compras de produtos da indústria extrativista (116,8%), da indústria de transformação (55,8%) e, também, da agropecuária (39,5%).

Indústria extrativa - Na indústria extrativista, os destaques de alta nas importações foram os aumentos de óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (527,3%); gás natural, liquefeito ou não (145%); minério de ferro e seus concentrados (277.375,7%); carvão, mesmo em pó, mas não aglomerado (5,5%) e fertilizantes brutos, exceto adubos (180,8%).

Crescimento - Na indústria de transformação, o aumento das importações foi puxado pelo crescimento nas compras de óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos, exceto óleos brutos (215,8%); válvulas e tubos termiônicos, de cátodo frio ou fotocátodo, diodos, transistores (102,6%); partes e acessórios dos veículos automotivos (125,7%); veículos automóveis para transporte de mercadorias e usos especiais (332,7%) e veículos automóveis de passageiros (184,7%).

Alta - Já na agropecuária, a alta nas importações ocorreu, principalmente, pela compra de trigo e centeio, não moídos (54,7%);soja (250,2%); pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado (141,1%); látex, borracha natural, balata, guta-percha, guaiúle, chicle e gomas naturais (64,9%) e milho não moído, exceto milho doce (921,3%). (Ministério da Economia)

Principais resultados da balança comercial

COMÉRCIO EXTERIOR II: Porto de Paranaguá começa a receber milho de importação

comercio exterior II 25 05 2021No berço 206 do Porto de Paranaguá, o navio Aurora SB está atracado para descarregar 35.279 toneladas de milho. Importado da Argentina, o cereal, que costuma ser exportado pelos terminais paranaenses, vai abastecer o mercado interno, em especial a indústria de amidos, base para alguns produtos alimentícios humanos.

Primeiro - Este é o primeiro de quatro navios já esperados com milho para desembarque no porto do Paraná nos próximos meses. Com previsão de quebra na segunda safra do produto, outras importações devem acontecer até o final do ano.

Frustração - Segundo o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, pelos relatórios e divulgações oficiais sobre o desenvolvimento da lavoura de milho, existe uma frustração em relação à safra para o segundo semestre, o que deve ainda reduzir a oferta de milho para exportação.

Demanda interna - “Em paralelo, a demanda interna aumenta e, por isso, as indústrias acabam tendo que importar. Devemos receber ainda mais milho importado para esse fim, considerando a quebra esperado para essa safrinha”, diz Garcia.

Apto a receber - Segundo o diretor de Operações da Portos do Paraná, Luiz Teixeira da Silva Júnior, esta não é a primeira vez que o Porto de Paranaguá recebe milho de importação. “Toda vez que o consumo interno necessitar, essa operação vai ocorrer e o Porto de Paranaguá estará apto a receber o produto e descarregar com a mesma eficiência que operamos o produto para exportação”, garante.

Descarregamento - Ainda de acordo com Teixeira, o produto é descarregado da mesma forma como os demais granéis de importação, como o malte, trigo, cevada e até a soja, o que foi realizado no ano passado.

Operação - Com o auxílio de guindaste, de bordo ou de cais (MHCs), equipado com uma espécie de concha (grab), o produto é retirado do porão do navio e, por um funil, é despejado na caçamba dos caminhões. “Parte da carga segue direto para o interior e o restante fica armazenado nos terminais de retaguarda do Porto de Paranaguá”, afirma Teixeira.

Safra - Como pontua o secretário de Estado da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara, o Brasil é um grande produtor de milho, inclusive com duas safras do produto, o que poucos lugares do mundo têm condição de fazer.

Segunda safra - Porém, segundo Ortigara, a segunda safra (safrinha 2021) sofreu problemas no Paraná, assim como em alguns dos principais estados produtores (Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás). “Ela está em risco porque foi instalada tardiamente, em função do atraso da colheita da soja. É uma safra que tem perdas elevadas em decorrência da estiagem”, comenta.

Grande exportador - Apesar dos relatórios da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) já apontarem para uma perda significativa, o País segue sendo grande exportador, mantendo a perspectiva de vender 35 milhões de toneladas de milho este ano.

Insumo mais caro - “Só que com a desvalorização do real e com o crescimento dos preços no mercado mundial, o milho ficou um insumo caro para a produção de frango, porco, peixe, leite, que trabalham no limite, com muita dificuldade”, comenta o secretário.

Agroindústria - Diante desse quadro, segundo ele, muitas agroindústrias já estão importando milho, muitos com benefícios fiscais, porque o produto, além de escasso, está caro demais. “Devemos ter grandes importações do produto para sustentar o nível de produção, em especial de frango e de porco”, diz Ortigara

Estados vizinhos - Segundo ele, o problema é ainda mais grave nos estados vizinhos. Santa Catarina e Rio Grande do Sul não têm uma segunda safra de milho, como o Paraná. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Claudio Neves

 

MAPA: Ministério lança nesta terça-feira portal do Observatório da Agropecuária Brasileira

mapa 25 05 2021O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), lança, nesta terça-feira (25/05), às 15h, o portal do Observatório da Agropecuária Brasileira. O evento terá a presença da ministra Tereza Cristina.

Dados - A plataforma reúne dados do setor em um único local. O serviço visa fortalecer e aprimorar a integração, a gestão, o acesso e o monitoramento dos dados e informações de interesse estratégico para o setor agropecuário e para o Brasil.

Transmissão - O lançamento será transmitido pelo canal do Ministério da Agricultura no Youtube. (Mapa)

 

 

SERVIÇO:

Lançamento do Observatório da Agropecuária Brasileira

Data: 25 de maio

Horário: 15h

Link para acessar a live: https://bit.ly/3ytAit0

FOTO: Assessoria Copagril

 

IPEA: Instituto revisa a projeção da inflação de 4,6% para 5,3% em 2021

ipea 25 05 2021O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou, nesta segunda-feira (24/05), revisão da previsão para a inflação brasileira em 2021: o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi revisto de 4,6% para 5,3%. Nos últimos meses, houve uma mudança nos fatores de pressão sobre a inflação no país. Em 2020, a aceleração dos preços estava ligada ao forte aumento dos alimentos, mas, em 2021, a elevação da inflação decorre especialmente do aumento dos preços monitorados (a expectativa de alta passou de 6,4% para 8,4%).

Incremento - Além dessa alta de dois pontos percentuais, o aumento nas previsões da inflação dos bens industriais e dos serviços livres exceto educação, que avançaram de 3,8% e 3,6% para 4,3% e 4,0%, respectivamente, também ajudam a explicar esse incremento na taxa de variação esperada para o IPCA em 2021. No caso dos alimentos no domicílio, Grupo de Conjuntura do Ipea manteve a previsão de inflação para este segmento de 5,0%.

Acumulado - No acumulado em 12 meses, a inflação medida pelo IPCA segue em alta (tendo atingido 6,76% em abril deste ano). Contudo, as projeções indicam recuo na inflação de 12 meses no segundo semestre, uma vez que, nos primeiros meses da pandemia em 2020 houve deflação (tornando a base de comparação baixa) e, no segundo semestre, a significativa aceleração inflacionária aumentou a base de comparação.

INPC - Os pesquisadores revisaram também a previsão do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), de 4,3% para 4,7% em 2021, sendo que, em 2020, o índice chegou a 5,5%. Apesar da alta de 6,8% para 8,0% nos preços monitorados, o índice que mede a inflação das famílias residentes nas áreas urbanas que ganham de um a cinco salários mínimos deve ter alívio inflacionário proveniente da pressão menor dos alimentos, com alta prevista de 5,2% ante 18,9% registrada em 2020. Porém, a revisão para cima dos reajustes para os bens industriais e os serviços livres exceto educação também contribuíram para a elevação da projeção do INPC este ano.

Câmbio e commodities - "Os riscos para essa previsão de inflação em 2021 estão relacionados às oscilações da taxa de câmbio e dos preços internacionais das commodities, que podem surpreender positiva ou negativamente", avaliou o diretor de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea, José Ronaldo Souza Júnior.

Expectativa - A expectativa para o restante do ano de 2021 é de estabilidade nas cotações das commodities em patamar elevado, mesmo diante de um contexto que prevê um aumento da oferta. O controle da pandemia e a retomada mais forte da economia mundial devem contribuir para a manutenção do atual cenário, marcado por um descasamento entre oferta e demanda, impedindo uma queda dos preços internacionais. (Ipea)

Acesse a íntegra a nota sobre Inflação

FOTO: Pixabay

 

ECONOMIA: Brasil deverá ter moeda digital emitida pelo Banco Central

economia 25 05 2021O Brasil poderá ter uma moeda digital emitida pelo Banco Central (BC), como uma extensão da moeda física. O BC anunciou, nesta segunda-feira (24/05), em Brasília, as diretrizes para a criação da moeda no país.

Discussões internas - Em nota, a instituição disse que “tem promovido discussões internas e com seus pares internacionais visando ao eventual desenvolvimento” da moeda. Segundo o BC, a moeda deve “acompanhar o dinamismo da evolução tecnológica da economia brasileira”.

Diferente das criptomoedas - O coordenador dos trabalhos sobre a moeda digital do Banco Central, Fabio Araujo, explicou a moeda digital será diferente das criptomoedas. “Os criptoativos, como o Bitcoin, não detém as características de uma moeda mas sim de um ativo. A opinião do Banco Central sobre criptoativos continua a mesma: esses são ativos arriscados, não regulados pelo Banco Central, e devem ser tratados com cautela pelo público”, disse.

Garantia - Ele acrescentou que a moeda será garantida pelo Banco Central e a instituição financeira vai apenas guardar o dinheiro para o cliente que optar pela nova modalidade.

Diretrizes - Entre as diretrizes estão a ênfase na possibilidade de desenvolvimento de modelos inovadores a partir de evoluções tecnológicas, como contratos inteligentes (smart contracts), internet das coisas (IoT) e dinheiro programável; a previsão de uso em pagamentos de varejo; e a capacidade para realizar operações online e eventualmente operações offline.

Distribuição - A distribuição ao público será intermediada por custodiantes do Sistema Financeiro Nacional (SFN) e do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB), sem remuneração às instituições financeira pelo BC.

Leis - Também deverá ser garantida a “segurança jurídica em suas operações” e a “aderência a todos os princípios e regras de privacidade e segurança determinados, em especial, pela Lei Complementar nº 105, de 2001 (sigilo bancário), e pela Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais”.

Tecnologia de criação - De acordo com o Banco Central, a tecnologia de criação da moeda deve “seguir as recomendações internacionais e normas legais sobre prevenção à lavagem de dinheiro, ao financiamento do terrorismo e ao financiamento da proliferação de armas de destruição em massa, inclusive em cumprimento a ordens judiciais para rastrear operações ilícitas”. A moeda também deve permitir pagamentos em outros países.

Cronograma - Na nota, o BC diz ainda que é preciso aprofundar a discussão com o setor privado antes de definir um cronograma de implementação da moeda. “O diálogo com a sociedade permitirá uma análise mais detalhada não apenas de casos de usos que possam se beneficiar da emissão de uma CBDC [sigla em inglês referente a Central Bank Digital Currencies, moedas digitais emitidas pelos bancos centrais], como também das tecnologias mais adequadas para sua implementação”.

Condições necessárias - Segundo Araujo, a expectativa é que sejam reunidas as condições necessárias para que a implementação da moeda em "dois ou três anos". "As condições são a tecnologia e segurança que atendam às diretrizes que foram determinadas hoje pelo Banco Central", disse. (Agência Brasil)

 

LEGISLATIVO: Congresso pode votar R$ 21,4 bilhões em créditos ao Orçamento

legislativo 25 05 2021O Congresso Nacional pode votar na próxima sessão deliberativa três projetos de lei (PLNs) que abrem créditos no valor total de R$ 21,4 bilhões. Uma matéria está pronta para deliberação do Plenário e duas podem ser incluídas na pauta a partir desta terça-feira (25/05), após o fim do prazo para o recebimento de emendas.

PLN 4/2021 - O PLN 4/2021 abre um crédito suplementar de R$ 19,768 bilhões ao Orçamento de 2021. O valor é o mesmo que havia sido vetado pelo presidente da República na sanção da Lei Orçamentária Anual (Lei 14.144, de 2021). Segundo Jair Bolsonaro, o veto foi necessário para redirecionar recursos para despesas que haviam sido subdimensionadas pelo Poder Legislativo.

Distribuição dos recursos - O dinheiro deve cobrir gastos com benefícios previdenciários e sociais, seguro desemprego, subvenções e subsídios. Os recursos estão distribuídos assim:

• Benefícios previdenciários: R$ 6,649 bilhões

• Seguro-desemprego: R$ 2,63 bilhões

• Compensação ao Fundo do Regime Geral de Previdência Social (FRGPS): R$ 4,798 bilhões

• Benefícios de Prestação Continuada (BPC) e da Renda Mensal Vitalícia (RMV): R$ 968 milhões

• Remuneração a agentes financeiros: R$ 423 milhões

• Subvenção e subsídios, incluindo agricultura sustentável e o Programa de Financiamento às Exportações (Proex): R$ 4,3 bilhões.

Emendas - O texto recebeu quatro emendas na Comissão Mista de Orçamentos (CMO). O deputado Zé Silva (Solidariedade-MG) sugere o remanejamento de R$ 1 bilhão para a área da agricultura familiar, enquanto a deputada Aline Sleutjes (PSL-PR) propõe o repasse de R$ 316,5 milhões para reforçar a subvenção ao prêmio do seguro rural.

Relator - O relator do PLN 4/2021 é o senador Eduardo Gomes (MDB-TO), líder do Governo no Congresso. Ele ainda não apresentou parecer ao texto. A matéria chegou a ser incluída na pauta do Congresso na sessão remota do dia 4 de maio, mas não foi votada.

Outros PLNs - O PLN 5/2021 abre crédito especial de R$ 584,2 milhões para três ministérios. A maior parte fica com a pasta de Desenvolvimento Regional, que deve aplicar R$ 543,6 milhões em obras de contenção de encostas, reabilitação de barragens, transporte público e arrendamento residencial.

Mais - O projeto libera R$ 38 milhões para a Defesa investir nas obras do Colégio Militar de São Paulo. O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos fica com R$ 2,5 milhões para equipar conselhos tutelares no Paraná. Não foram apresentadas emendas ao texto.

PLN 6 /2021 - O PLN 6/2021 abre crédito suplementar de R$ 1 bilhão para seis ministérios. Ciência, Tecnologia e Inovação é a principal beneficiado: R$ 415 milhões, que devem ser aplicados no Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Meio Ambiente fica com R$ 270 milhões. As outras pastas favorecidas são: Economia (R$ 222,5 milhões); Desenvolvimento Regional (R$ 150 milhões); Mulher, Família e Direitos Humanos (R$ 20 milhões); e Defesa (R$ 18 milhões).

Emendas - O texto recebeu quatro emendas, três delas do senador Renan Calheiros (MDB-AL). Ele sugere mais recursos para o estado de Alagoas nas áreas de produção de interesse social (R$ 36,5 milhões); enfrentamento do coronavírus (R$ 2,5 milhões); e estruturação da rede de serviços de atenção primária à saúde (R$ 4,8 milhões). A emenda do deputado Danilo Cabral (PSB-PE) defende um repasse de R$ 4,6 bilhões para o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. (Agência Senado)

FOTO: Lia de Paula / Agência Senado

 

SAÚDE I: Brasil tem 16,1 milhões de casos e 449,8 mil mortes

O total de pessoas infectadas desde o início da pandemia chegou a 16.120.756. Entre domingo e segunda-feira (23 e 24/05), foram registrados 37.498 novos casos de covid-19. No domingo, o sistema de informações do Ministério da Saúde registrou 16.083.258 casos acumulados. O país tem ainda 1.118.874 casos ativos, em acompanhamento.

Total - O total de pessoas que não resistiram à covid-19 alcançou 449.858. Nas últimas 24 horas, as secretarias municipais e estaduais registraram 790 novas mortes em decorrência da covid-19. No domingo, o total de óbitos estava em 449.068.

Investigação - Ainda há 3.543 falecimentos em investigação. O termo é empregado pelas autoridades de saúde para designar casos em que um paciente morre, mas a causa segue sendo apurada mesmo após a declaração do óbito.

Recuperados - O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 desde o início da pandemia totalizou 14.552.024. Isso equivale a 90,3% do total de pessoas que foram infectadas com o vírus.

Atualização diária - Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite desta segunda-feira (24/05). Os dados são elaborados a partir de informações das secretarias estaduais de saúde acerca dos casos de covid-19 e mortes em decorrência da doença.

Números - Os números são em geral mais baixos aos domingos e segundas-feiras em razão da menor quantidade de funcionários das equipes de saúde para realizar a alimentação dos dados. Já às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pelo envio dos dados acumulados.

Estados - O ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (107.677). Em seguida vêm Rio de Janeiro (49.539), Minas Gerais (39.128), Rio Grande do Sul (27.468) e Paraná (25.563). Já na parte de baixo da lista, com menos vidas perdidas para a pandemia, estão Roraima (1.602), Acre (1.642), Amapá (1.663), Tocantins (2.781) e Alagoas (4.625).

Vacinação - A distribuição de vacinas ultrapassou as 90 milhões de doses, com 90.063.567. Deste total, foram aplicadas 58,3 milhões de doses, sendo 39,6 milhões na primeira dose e 18,7 milhões na segunda dose. (Agência Brasil)

 

saude I tabela 25 05 2021

SAÚDE II: Boletim confirma 1.675 novos casos de Covid-19 e 56 óbitos no Paraná

saude II 25 05 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta segunda-feira (24/05) mais 1.675 casos de Covid-19 e 56 mortes. Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas. Os dados acumulados do monitoramento mostram que o Paraná soma 1.056.568 casos e 25.418 mortes em decorrência da doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de maio (1.554), abril (71), março (42), fevereiro (1) e janeiro (3) de 2021 e dos seguintes meses de 2020: agosto (2), outubro (1) e dezembro (1).

Internados - Há 2.818 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 internados. São 2.203 em leitos SUS (984 em UTIs e 1.219 clínicos/enfermaria) e 616 em leitos da rede particular (309 em UTIs e 307 em clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 2.555 pacientes internados, 1.017 em UTIs e 1.538 em enfermarias, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Secretaria da Saúde informa a morte de mais 56 pacientes. São 23 mulheres e 33 homens, com idades que variam de 24 a 84 anos. Os óbitos ocorreram de 24 de abril a 24 de maio de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Apucarana (22), Cascavel (5), Guarapuava (5), Pinhais (4) e Ponta Grossa (2). O informe registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Alto Paraná, Assis Chateaubriand, Cafelândia, Colombo, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Imbaú, Maringá, Matelândia, Medianeira, Palotina, Pato Branco, Piraí do Sul, Rebouças, Rolândia, Salto do Itararé, São José dos Pinhais e Terra Rica.

Fora do Paraná - O monitoramento da Secretaria da Saúde registra 5.833 casos e 145 óbitos de pessoas que não moram Estado. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o Informe completo.

 

SAÚDE III: Número de beneficiários dos planos de saúde é o maior em quase cinco anos

saude III 25 05-2021Está disponível no portal da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) a nova edição do Boletim Covid-19 com dados sobre a utilização dos planos de saúde durante a pandemia. Nele estão reunidos indicadores assistenciais e econômico-financeiros coletados até abril de 2021 junto a uma amostra significativa de operadoras. O informativo também contempla a prévia da evolução do número de beneficiários em planos de assistência médica relativa a esse mês, o número de exames relacionados à Covid-19 realizados pelos usuários de planos de saúde e demandas dos consumidores recepcionadas pela ANS através de seus canais de atendimento.    

Monitoramento - Através do Boletim, que nesta edição completa um ano, a ANS vem monitorando o comportamento e a evolução do setor de planos de saúde desde o início da pandemia. O objetivo é subsidiar análise qualificada da agência para a tomada de decisão sobre temas relacionados à Covid-19 e prestar mais informações à sociedade.

Tendência - O informativo destaca que o setor manteve a tendência de aumento do número de beneficiários, tendo atingido, em abril, o maior patamar em quase cinco anos - chegou a 48,1 milhões de usuários de planos médico-hospitalares. Os dados também mostram que o índice de sinistralidade do primeiro trimestre de 2021 permanece inferior ao observado no mesmo período de 2019, pré-pandemia, e não se observa, até o momento, tendência de alteração no segundo trimestre. A taxa de ocupação de leitos recuou, retornando ao mesmo patamar de antes da pandemia, puxada principalmente pela redução na ocupação dos leitos dedicados ao atendimento à Covid-19. A procura por exames e terapias eletivas apresentou queda em relação a abril de 2019. Esses indicadores sugerem que não há impacto significativo da pandemia nos custos totais do setor e na utilização assistencial no primeiro trimestre, quando comparados a níveis pré-pandemia.

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Evolução de beneficiários - O número preliminar de beneficiários em planos de assistência médica segue a tendência de crescimento. Em abril, atingiu 48.103.656 usuários, um aumento de 0,26% em relação a março. É o maior número registrado desde julho de 2016. Antes disso, quando verificada a evolução mensal, só foi superado em junho daquele ano, quando o setor atingiu 48.263.518 beneficiários nessa segmentação.

Modalidades - Em um ano - de abril de 2020 a abril de 2021 -, o crescimento ocorreu em todas as modalidades de contratação do plano, com destaque para os planos coletivos empresariais, com variação positiva de 3,15% no mês. Considerando o tipo de contratação do plano e a faixa etária do beneficiário, observa-se que a variação se mantém positiva para os beneficiários acima de 59 anos em todos os tipos de contratação no período de um ano.

Informações assistenciais - A taxa mensal geral de ocupação de leitos – que engloba leitos comuns e UTI - apresentou queda de quatro pontos percentuais em relação a março, atingindo 72% em abril. Essa redução decorreu, principalmente, da queda na taxa de ocupação de leitos para atendimento à Covid-19 em comparação ao mês anterior, e atingiu o mesmo patamar de antes da pandemia. Em abril, a taxa de ocupação de leitos para Covid-19 passou de 79% para 72% e a taxa de leitos para outros procedimentos se manteve em 73%.

Pronto-socorro - A quantidade de consultas em pronto-socorro que não geraram internações sofreu queda significativa em relação ao mês anterior e continua abaixo do observado antes do início da pandemia. A procura por exames e terapias eletivas (Serviços de Apoio Diagnóstico Terapêutico - SADT) registrou queda, em comparação com abril de 2019.

Exames relacionados à Covid-19 Os dados sobre a realização de exames contemplam informações coletadas até fevereiro e têm como fonte os dados do Padrão TISS (Troca de Informação de Saúde Suplementar). Nesse mês, foram contabilizados 276.725 exames RT-PCR e 56.260 testes do tipo sorológico, mas cabe ressaltar que os números ainda sofrerão alteração à medida que as cobranças forem encaminhadas dos prestadores de serviços às operadoras e, posteriormente, para a ANS. O mês de dezembro de 2020 registrou o maior número de exames realizados nas duas modalidades: 788.078 testes do tipo RT-PCR e 181.692 sorológicos.  

Informações econômico-financeiras - Em abril, houve leve queda das despesas assistenciais e redução do pagamento das mensalidades recebidas em relação a março - entretanto, este valor ainda é superior ao verificado nos meses anteriores. O índice de sinistralidade voltou aos patamares de dezembro de 2020, passando para 80%. Importante destacar que o índice de sinistralidade do 1º trimestre de 2021 permanece inferior ao mesmo período pré-pandemia, e não há evidências, até o momento, que a tendência deva se alterar no 2º trimestre de 2021.

Inadimplência - Os percentuais de inadimplência, tanto para planos individuais ou familiares quanto para coletivos, continuam próximos dos níveis históricos em abril, ficando em 6% no geral - queda de 1 ponto percentual em relação a março.

Demandas dos consumidores O boletim mostra ainda queda no número de reclamações – tanto gerais como demandas específicas sobre Covid-19 – no comparativo com março. Em abril, foram registradas 13.094 reclamações pelos canais de atendimento da ANS, redução de 14,1% em comparação com o mês anterior. Em relação às reclamações específicas sobre Covid-19, foram registradas 1.324 queixas em abril, ante 1.525 reclamações relativas ao tema em março, queda de 13,2%, aproximadamente.

Queixas - Do total de reclamações relacionadas ao coronavírus nesse mês, 40% dizem respeito a dificuldades relativas à realização de exames e tratamento, 46% se referem a outras assistências afetadas pela pandemia e 14% são reclamações sobre temas não assistenciais (contratos e regulamentos, por exemplo).  

Relato - Cabe esclarecer que essa classificação considera o relato do consumidor ao cadastrar sua demanda na ANS, sem análise de mérito sobre eventual infração da operadora ou da administradora de benefícios à Lei 9.656/98 e seus normativos ou aos termos contratuais.    

Resolutividade - Ressalta-se que, entre os meses de março a dezembro de 2020, a NIP alcançou índices de resolutividade superiores a 90%, considerando todas as demandas cadastradas na ANS no período, que foram passíveis de mediação, inclusive quando consideramos somente as demandas relacionadas com a Covid-19. Esse dado mostra que a maioria das reclamações apresentadas foram solucionadas no âmbito da mediação promovida pela ANS. No portal da reguladora, é possível acessar o monitoramento diário das demandas sobre Covid-19.

Portal - No portal da ANS, é possível acessar o monitoramento diário das demandas sobre Covid-19. Clique aqui e confira.

Confira as outras edições do Boletim Covid-19.

Sobre os dados - Para a análise dos indicadores assistenciais, a ANS considerou informações coletadas junto a uma amostra de 50 operadoras que possuem rede própria hospitalar. Para os índices econômico-financeiros, foram analisados dados de 97 operadoras para o estudo de fluxo de caixa e de 96 operadoras para análise de inadimplência.

Mais - Adicionalmente, na construção do boletim, foram utilizados dados do Documento de Informações Periódicas (DIOPS), do Sistema de Informações de Fiscalização (SIF), do Sistema de Informação de Beneficiários (SIB), do Padrão para Troca de Informação de Saúde Suplementar (TISS) e do ANS TabNet. (ANS)

 


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