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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5078 | 26 de Maio de 2021

SANIDADE I: Semana deve ser de comemoração para o PR com anúncio da OIE sobre novo status sanitário do Estado, diz Ricken

sanidade I 26 05 2021Esta semana deve ser de comemoração para os paranaenses pois nesta quinta-feira (27/05) a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE, na sigla em inglês) anuncia a sua decisão sobre o pleito do Paraná, que está buscando o reconhecimento internacional de área livre de febre aftosa sem vacinação. O setor produtivo paranaense aguarda com grande expectativa e otimismo a conquista do novo status sanitário do Estado. De acordo com o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, a certificação internacional impactará em toda a cadeia produtiva de carnes, possibilitando a ampliação de mercado, e isso tem grande significado para as cooperativas do ramo agropecuário, que estão expandindo seus negócios, principalmente nos segmentos de aves, suínos e peixes, e se destacam por ter grande representatividade na produção do Estado.

Parcela - O setor responde por 49% da produção paranaense de suínos, 48% de frangos e lidera a de peixes. Além de produzir, as cooperativas processam as matérias-primas. “O cooperativismo paranaense tem 26 indústrias na área de carnes”, frisou Ricken, lembrando que as cooperativas estão investindo na ampliação de seus negócios. “A Coopavel vai praticamente dobrar o abate de suínos, passando de 2.000 para 3.800 animais por dia. Já a Unium aumentará de 3.000 para 5.000 cabeças por dia. A Frimesa, que hoje industrializa 8.500 suínos, vai acrescentar mais 15 mil cabeças por dia em seu processo de abate. Isso vai nos levar a passar de 50% o número de abates por dia no Paraná, ou seja, vamos ter maior participação na produção e processamento de carnes no Estado”, disse.

Piscicultura - Ele ressaltou ainda que, da mesma forma, as cooperativas que atuam com peixe também estão investindo no aumento da produção. “Atualmente temos três unidades industriais e a Copacol é a pioneira em piscicultura. A cooperativa tem uma unidade que abate 150 mil cabeças por dia em Nova Aurora e comprou outra em Toledo, que hoje está abatendo 30 mil cabeças, mas tem capacidade para 150 mil cabeças por dia. Então, são 300 mil peixes abatidos por dia a mais. Já C.Vale tem um projeto para abater 200 mil peixes por dia. A Cocari adquiriu um frigorífico em Alvorada do Sul, que processa cerca de 60 mil cabeças. Assim, no curto prazo, vamos passar rapidamente de 500 mil peixes abatidos diariamente pelas nossas cooperativas”, salientou.  O presidente do Sistema Ocepar acredita que o setor também tem potencial para aumentar sua atuação com carne bovina. “Com mais tecnologia e mais condições nós podemos crescer mais. Hoje nós representamos 1% do que é produzido mas podemos triplicar isso rapidamente”, afirmou.

Empenho - Ricken afirmou que houve grande esforço de órgãos públicos, como o Ministério da Agricultura, Secretaria Estadual da Agricultura e Adapar, entidades parceiras e do próprio cooperativismo para que fossem cumpridas todas as exigências necessárias à obtenção da condição de área livre de febre aftosa sem vacinação, inclusive dois anos antes do previsto inicialmente. Ele lembrou que as cooperativas contribuíram até mesmo com recursos financeiros para a construção de postos de fiscalização, necessários para fazer o controle da aftosa no Estado. “A participação da Ocepar e das cooperativas foi fundamental”, frisou. Para Ricken, o Fundepec (Fundo de Desenvolvimento Agropecuário do Estado do Paraná) é um outro fator positivo nesse processo de busca do reconhecimento internacional. “O Fundepec nos forneceu mais segurança. Hoje tem mais de R$ 80 milhões neste fundo. Se ocorrer algum problema, nós temos condição de fazer uma ação rápida e resolver a questão”, disse.

Vigilantes - Mas ele acredita que, conquistando a certificação, o estado deve se manter vigilante para que todo o trabalho feito até agora não seja perdido. “Houve um grande empenho e isso talvez possa mudar o nosso perfil. Mas essa conquista tem que ser mantida pois, se nós nos atrapalharmos daqui para frente, poderemos ter prejuízos enormes. Se não nos cuidarmos em relação ao vírus que causa a doença, que está presente ainda no Paraguai, por exemplo, e pode entrar no país por meio de estados brasileiros próximos ao país vizinho, iremos ter problemas e vamos voltar na condição anterior ou até mesmo pior”, alertou.

 

SANIDADE II: Publicação do Sistema Ocepar relata histórico sobre a febre aftosa no Paraná

 

sanidade II 26 05 2021A expectativa do setor produtivo é grande para esta quinta-feira (27/05), quando, em Assembleia, os membros da Organização Mundial de Saúde Animal – OIE irão se reunir para analisar o pedido do Estado do Paraná da certificação internacional de área livre de febre aftosa sem vacinação. O evento está marcado para iniciar às 10h e será acompanhado pelo Sistema Ocepar virtualmente pelo link da OIE (veja matéria Sanidade III).

 

Sistema Ocepar - No final do ano passado, o Sistema Ocepar editou uma publicação, de autoria de Alexandre Amorim Monteiro, médico veterinário e doutor em Ciência Anima, Flávio Turra e Robson Mafioletti, engenheiros agrônomos e mestres em Economia Aplicada, com o histórico sobre todos esses anos para que o Paraná atingisse o status de Estado Livre de Febre Aftosa Sem Vacinação. “A Ocepar reconhece que os resultados positivos alcançados em relação à sanidade no Estado do Paraná são frutos de um esforço coletivo de todas a entidades envolvidas nas diferentes etapas. Por este motivo, agradecemos às cooperativas e entidades (públicas ou privadas) que participaram direta ou indiretamente dos trabalhos, que possibilitaram evoluir nesse processo”, afirmam os autores.

 

 

Reconhecimento - Segundo eles, a partir do momento que esse novo status for reconhecido internacionalmente, é preciso que se intensifique cada vez mais todos os cuidados sanitários necessários para que esta obtenção do reconhecimento internacional da OIE, de área livre de febre aftosa sem vacinação seja muito mais que uma conquista

 

Publicação - Para ter acesso à publicação Paraná Livre de Febre Aftosa Sem Vacinação – Uma Perspectiva do Cooperativismo basta clicar no link abaixo:

http://www.paranacooperativo.coop.br/ppc/images/Comunicacao/2020/publicacoes/Ocepar_Cartilha_Febre_Aftosa_nove_2020.pdf

 

SANIDADE III: Como acompanhar a transmissão da Assembleia da OIE

 

sanidade III 26 05 2021Para acompanhar a transmissão da Assembleia da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), que irá analisar o pedido do Estado do Paraná de certificação internacional de área livre de febre aftosa sem vacinação, nesta quinta-feira (27/05), pode ser acessado o link da própria organização, com inscrição antecipada no site da entidade, ou pelos links disponibilizados pelo Ministério da Agricultura (Mapa) ou da Secretaria de Abastecimento do Paraná (Seab):

OIE - https://oiegeneralsession88.com/es/sessions?searchtext=&page=1

Mapa - https://www.youtube.com/MinAgriculturaBrasil

Seab - https://www.youtube.com/watch?v=CXsnzDC35z8

 

REUNIÃO INSTITUCIONAL I: 26º encontro virtual é realizado com gestores e executivos da Bom Jesus

O Sistema Ocepar promoveu a 26ª reunião institucional virtual deste ano com a presença de gestores e executivos da Cooperativa Bom Jesus, liderados pelo diretor-presidente Luiz Roberto Baggio. Eles acompanharam a apresentação dos indicadores econômicos e financeiros da cooperativa, os cenários consolidados e os comparativos com outras cooperativas paranaenses do mesmo ramo e região, elaborados pela coordenação de monitoramento do Sistema Ocepar. “Eu agradeço o empenho de vocês e quero ressaltar a realização desse trabalho de acompanhamento, que é muito importante. Vem tudo ‘mastigado’ para nós. É uma análise bem interessante. Além disso, quanto mais as nossas cooperativas conseguirem se unir em torno do planejamento do setor, melhor ainda”, disse Baggio ao final do encontro.

Resultados - Sediada na Lapa, na região metropolitana de Curitiba, a Bom Jesus obteve o melhor resultado de 2020 em termos de faturamento entre as demais cooperativas da região Centro-Sul do Estado, cuja média de crescimento ficou em 27,7%. Já a Bom Jesus registrou aumento de 29,75% nesse índice, com o valor passando de R$ 761,9 milhões em 2019 para R$ 988,6 milhões em 2020. Segundo Baggio, para este ano a estimativa é alcançar R$ 1,1 bilhão, de acordo com o planejamento estratégico da cooperativa. No ano passado, a Bom Jesus também teve um aumento de 5,8% no número de cooperados, totalizando 5.749 contra 5.433 em 2019. Já o quadro laboral registrou queda de 3,2%, e ficou em 418 funcionários. No exercício anterior eram 432. A Bom Jesus teve aumento de 82,1% nos resultados, que saíram de R$ 22,4 milhões em 2019 para R$ 40,8 milhões em 2020. O patrimônio líquido somou R$ 373, 5 milhões, os ativos R$ 617,9 milhões e foram recolhidos R$ 1,5 milhão em impostos no ano passado.

Abertura - A reunião institucional com a Bom Jesus contou com participação do presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, que fez uma homenagem ao ex-presidente da Ocepar, Benjamin Hammerschmidt, ao iniciar o seu pronunciamento. “Eu entrei no Sistema Ocepar graças ao lapeano Benjamim Hammerschimdt. Sempre que vou à Lapa, faço uma oração para ele. Estou dizendo isso em agradecimento ao Benjamim e à paixão que ele tinha pela Bom Jesus”, afirmou. Ricken também agradeceu à parceria da cooperativa, que sempre tem colaborado com o desenvolvimento do sistema cooperativista paranaense.

Comemoração - Ele destacou ainda que essa semana deve ser de comemoração para os paranaenses pois na quinta-feira (27/05) a Organização Mundial da Saúde Animal anuncia a sua decisão sobre o pleito do Paraná, que está buscando o reconhecimento internacional de área livre de febre aftosa sem vacinação. De acordo com Ricken, a certificação internacional tem grande significado para as cooperativas do ramo agropecuário, que estão expandindo seus negócios, principalmente nas áreas de aves, suínos e peixes, e se destacam por ter grande representatividade na produção do Estado.

Infraestrutura e crédito rural - O presidente do Sistema Ocepar também chamou a atenção para o fato do governo federal ter anunciado a aceitação do modelo de concessão rodoviária proposto pelos paranaenses que, entre outros itens, prevê a menor tarifa sem limite de desconto, com a garantia de investimentos. Segundo Ricken, essa mudança e o reconhecimento de área livre de febre aftosa sem vacinação trazem esperança para o setor cooperativista. Por outro lado, Ricken ressaltou a preocupação em manter as cooperativas agropecuárias como beneficiárias da política pública de crédito rural. “Ele continua sendo o sistema mais seguro que nós temos, já que as demais alternativas não estão maduras. Hoje nós dependemos do plano safra e dos recursos repassados pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) pois não temos condições de fazer a captação como as demais empresas”, frisou. Além disso, o dirigente informou que continua a mobilização para a aprovação do PLN 4/2021 no Congresso Nacional. “O PLN 4 vai recompor R$ 1,3 bilhão para subvenção ao crédito rural. Por isso, estamos atentos à tramitação da matéria”, acrescentou.

Programação - A reunião prosseguiu com a apresentação dosdados consolidados de 2020 do cooperativismo paranaense e do ramo agropecuário, além dos indicadores econômicos e financeiros da Bom Jesus, feita pelo coordenador de monitoramento, João Gogola Neto. O gerente da Fecoopar, Anderson Lechechen, discorreu sobre as negociações sindicais. A gerente de Desenvolvimento Cooperativo, Maria Emília Pereira, falou sobre as ações do Sescoop/PR nas áreas de formação e profissionalização. O superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, tratou sobre questões de mercado, meio ambiente, plano safra, entre outras. E o coordenador de Desenvolvimento Técnico, Silvio Krinski, falou a respeito do PRC200, o Plano Paraná Cooperativo 200, o novo planejamento estratégico do cooperativismo paranaense.

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REUNIÃO INSTITUCIONAL II: Números positivos da Maria Macia são expostos em encontro virtual com o Sistema Ocepar

Com crescimento de mais de 45% em relação ao exercício anterior, a cooperativa do ramo de carnes nobres faturou R$ 119,5 milhões em 2020, com sobras de R$ 2,4 milhões, o que a situa na 35ª posição no ranking das 59 cooperativas do ramo agropecuário paranaense, segundo dados da coordenadoria de Monitoramento do Sescoop/PR.  A cooperativa Maria Macia, situada em Campo Mourão, no centro-oeste do estado, tem 220 cooperados e 68 funcionários.

Acerto - O presidente Luiz Carlos Braga, que participou da reunião em companhia do gerente comercial, Hélio Fernandes, e funcionários, destacou que o Sistema Ocepar, pela atuação da diretoria executiva e de seus técnicos, em conjunto com a OCB, tem feito um trabalho relevante em defesa do cooperativismo paranaense, a ponto de torná-lo referência no país e no mercado internacional. Ao final da reunião, realizada na tarde desta terça-feira (25/05), Braga elogiou a apresentação dos indicadores da cooperativa pela equipe técnica do Sistema Ocepar. “Ficamos muito satisfeitos com a apresentação, que foi espetacular. Como sempre, estávamos ansiosos para ver os números e mais satisfeitos por ver que ratificam o que esperávamos e mostram o acerto da diretoria e funcionários na condução da cooperativa”, acrescentou.  

Cenários - O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, na abertura do encontro, lembrou que a modalidade virtual das reuniões institucionais, adotada devido ao distanciamento social por causa da pandemia do coronavírus, permite a participação de um número maior de pessoas e a realização de mais eventos no mesmo dia, aproximando ainda mais as cooperativas paranaenses de sua entidade. Ricken, em sua intervenção, fez um relato sobre os investimentos em projetos de infraestrutura no estado, incluindo portos, aeroportos e a nova concessão das rodovias no Paraná, envolvendo os governos estadual e federal, e a mobilização de entidades para que os projetos atendam a necessidade do setor produtivo e de toda a sociedade. Também abordou as estratégias adotadas pela Ocepar junto com a OCB, em Brasília, para fazer valer os pleitos dos produtores rurais, especialmente das cooperativas, em relação ao crédito rural. E também falou do novo planejamento estratégico do cooperativismo paranaense, o PRC200, que, entre outras metas, pretende atingir faturamento de R$ 200 bilhões entre 2025 e 2028.  

Sanidade - O presidente do Sistema Ocepar ainda falou da importância do reconhecimento do Paraná como área livre de febre aftosa sem vacinação pela Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) para os produtores de proteína animal do Paraná, especialmente às cooperativas que atuam no segmento de carnes, para a conquista de mais fatias de participação no mercado internacional, especialmente nos países mais exigentes na questão de sanidade e que, por isso, pagam mais pelo produto. O anúncio do novo status está previsto para ocorrer nesta quinta-feira (27/05). “A medida vai mudar o perfil de produção visando aos mercados interno e externo. A partir de agora, com essa injeção de ânimo pelo novo status sanitário, vamos pensar em produzir para colocar no mundo todo, afinal temos potencial enorme para produzir carnes suínas e bovinas para ampliar a participação no mercado internacional”, ponderou.

Participantes - Pelo Sistema Ocepar, participaram da reunião virtual com a Cooperativa Maria Macia o superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, a gerente de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Maria Emília Pereira Lima, o coordenador de Monitoramento, João Gogola Neto, o analista técnico do Sescoop/PR, Jessé Rodrigues, e o assessor jurídico e sindical da Fecoopar, Graziel Pedrozo de Abreu, entre outros.

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EVENTO: Vem aí o Diálogos com o Agro

evento 26 05 2021Nesta quinta-feira (27/05), às 18h, será realizado o 1º Diálogos com o AGRO, talk virtual que antecede o FITS AGRO 2021 (Fórum Global de Inovação e Tecnologia em Sustentabilidade). Em pauta, os rumos e oportunidades do agro sustentável, com o propósito da segurança alimentar, pela visão de: Alysson Paolinelli, presidente da Abramilho e indicado ao Prêmio Nobel da Paz 2021; Marcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB; Mauro Mendes, governador do estado de Mato Grosso; e Roberto Rodrigues, coordenador do Centro de Agronegócio da FGV e embaixador especial da FAO para as cooperativas.

Sobre FITS AGRO 2021 - O FITS AGRO será realizado nos dias 25 e 26 de agosto de 2021, em formato on-line para o público em geral e presencial, para grupo restrito de convidados, na sede da Fiemt | Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso, Cuiabá – MT.

Programação - A programação do FITS AGRO tratará da sustentabilidade do agro, segurança alimentar, futuro da produção de alimentos, conexão alimentos | água | energia | comércio, agenda EESG no agro, reformas para a competitividade do agro, cooperativismo, conectividade no campo como salto para a produtividade sustentável, tendências e perspectivas das agritechs, impacto da comunicação do agro da produção ao consumo, capacitação, empreendedorismo, diversidade e inclusão. O FITS AGRO 2021 lança o Brasil como centro do debate, em consonância com os rumos e experiências internacionais.

Sobre o FITS - O FITS é um espaço de diálogo, de avaliação de cenários e de construção de rumos a partir da interface de atores distintos. Empresariado, governo, investidores, órgãos de fomento, instituições de pesquisa e desenvolvimento, academia, empreendedores, startups, aceleradoras, incubadoras, sociedade, todos juntos em prol do desenvolvimento sustentável. Realizado desde 2018, o FITS, em anos pares, conta com edições de temáticas diversas. Em anos ímpares, são promovidas edições sobre temas específicos. Em agosto de 2021, conta com sua primeira edição dedicada somente ao AGRO e, em outubro, também será organizado o FITS Cidades Inteligentes e Sustentáveis, no RJ.

Inovação e tecnologia - O Fórum visa a ser um ambiente de fomento à inovação e à tecnologia, com atenção ao processo produtivo, à competitividade, às políticas públicas e ao desenvolvimento sustentável em suas três dimensões: econômica, ambiental e social. Aborda os desafios e oportunidades à luz do cenário global relacionados a essas questões e possibilita amplo debate com agentes nacionais e do exterior.

Contribuição - Contribui para a cadeia de inovação, por meio da disseminação de conceitos, processos, tendências e tecnologias alinhados à cultura da sustentabilidade. Promove o diálogo, a integração e cooperação dos stakeholders das áreas afins à sua temática e propicia troca de informações, experiências e conhecimento, por meio de debates, interfaces e apresentações de casos, ao longo de sua realização.

Participantes - Ao longo de suas três edições, de 2018 a 2020, sendo esta somente on-line, o FITS atraiu cerca de 1.100 participantes presenciais e contou com mais de 6.500 visualizações. Foram ambientes de amplo debate com 163 renomados palestrantes do Brasil e do exterior (Alemanha, Argentina, Canadá, Chile, Colômbia, Espanha, Estados Unidos, Irlanda, Itália, México, Moçambique, Noruega, Reino Unido e Suécia).

Atividades - Contaram com 63 sessões, entre painéis, palestras e apresentações de casos, que abordaram temáticas como arquitetura financeira e investimentos sustentáveis; produtividade; competitividade, regulação; concessões; PPPs; agronegócio; direito; bioeconomia; transformação digital; ambientes de inovação; empreendedorismo; conectividade: novas plataformas de negócio; infraestrutura; educação; diversidade e inclusão; esporte; gestão de resíduos; logística reversa; economia circular; impacto social; liderança e gestão. (OCB)

AGENDE-SE

1º Diálogos com o AGRO - FITS AGRO 2021 - Fórum Global de Inovação e Tecnologia em Sustentabilidade

27 de maio, quinta-feira, às 18h (horário Brasília)

On-line, em www.fitsglobal.com.br

Gratuito. Participe. Basta se inscrever.

Informações: www.fitsglobal.com.br / forum@fitsglobal.com.br / 21 3902 2020 / 21 99789 1717

 

CASTROLANDA: Eficiência operacional garante rendimento da soja acima da média estadual

castrolanda 26 05 2021O final de 2020 e início de 2021 não foram muito favoráveis para os sojicultores paranaenses em relação às condições climáticas. O resultado de períodos grandes de chuva seguidos de uma estiagem maior que o normal é uma produtividade um pouco abaixo da apresentada no mesmo período ano passado em todo o estado.

Rendimento médio - A safra 20/21 de soja no Paraná apresentou um rendimento médio de 3,5 mil kg/ha, segundo dados do Departamento de Economia Rural (Deral), pertencente à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento. O valor é 6,5% menor que o apresentado na safra estadual de 19/20, quando foi alcançada a média de quase 3,8 mil kg/ha.

Reflexo - Os dados refletem o atraso no plantio causado pela falta de chuva registrada em setembro do ano passado, fazendo com que as primeiras sementes fossem plantadas somente no mês seguinte em solos paranaenses. Além disso, o mês de janeiro trouxe 18 dias consecutivos de chuvas em praticamente todo o Estado, seguidos de um período de forte estiagem em fevereiro, causando prejuízos na produtividade da leguminosa.

Acima da média - Na contramão destes números está a Castrolanda, cooperativa agroindustrial da região dos Campos Gerais, que mesmo com o período climatológico conturbado conseguiu registrar números acima dos apresentados pela média paranaense. Os dados da cooperativa trazem uma produtividade na casa de 4 mil kg/ha, valor 12,5% mais alto que a média estadual.

Eficiência operacional - Os números reforçam a eficiência operacional da Castrolanda no processo de acompanhamento e apoio dos cooperados, de acordo com o Coordenador de Grãos da Cooperativa, Diogenes Novakowiski. “O trabalho da Assistência Técnica fez toda a diferença na condução e manejo da lavoura, contribuindo para a produtividade do agricultor. Os produtos e serviços ofertados pela Castrolanda também fizeram a diferença, como sementes de alta qualidade e outros insumos. Além disso, temos a execução das atividades de campo por parte do nosso cooperado, que é quem está no cotidiano do campo. Este é o resultado de todo um time que coopera e faz o crescimento do agronegócio”.

Recepção - A cooperativa fechou a recepção da safra de verão 20/21 em 293 mil toneladas de soja, sendo 229,3 mil toneladas somente dos cooperados. Mesmo com as adversidades climáticas, o total é 2,2% maior que a recepção da safra 19/20, com 286,7 mil toneladas. “Tivemos uma crescente de 10% sobre nossa própria estimativa de recepção com os cooperados. Nossas unidades estavam preparadas para receber a produção na medida em que se avançou com a colheita” afirma Diogenes.

Protagonismo - O Paraná é o segundo maior produtor de soja do país, atrás apenas do Mato Grosso. O plantio da leguminosa é um atrativo para os produtores por conta da alta demanda para a produção nacional de farelos para ração, óleos para fins comestíveis e produção do biodiesel – além da procura internacional. (Imprensa Castrolanda)

SICREDI PARQUE DAS ARAUCÁRIAS: Cooperativa integra movimento para retomada de voos comerciais no aeroporto de Pato Branco

A Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP está fazendo parte de um grupo de empresas e organizações mobilizadas com o objetivo de acelerar a reativação dos voos regulares no Aeroporto Juvenal Cardoso, em Pato Branco (PR).

Estudos e serviços técnicos - Em conjunto, os envolvidos deverão financiar estudos e serviços técnicos no valor total de R$ 107 mil, necessários para a reativação das estruturas de comunicação do aeroporto, e para a instalação de um equipamento que contribuirá para a operação de voos com maior capacidade de passageiros.

Linha suspensa - Desde 2019, a Azul Linhas Aéreas opera uma linha regular diária entre Pato Branco e Curitiba, operação que foi suspensa temporariamente por conta da pandemia de Covid-19. A reativação dos equipamentos de comunicação é um dos requisitos para o retorno dos voos comerciais.

Outros integrantes - Além da cooperativa, também fazem parte do grupo a Atlas Eletrodomésticos; o Sindicato Patronal do Comércio Varejista de Pato Branco e Região (Sindicomércio); a GP Combustíveis; o Grupo Guerra; o Instituto de Saúde São Lucas de Pato Branco (ISSAL); a Limber Software e a Poli Saúde. A iniciativa é apoiada pelo Instituto Regional de Desenvolvimento Econômico e Social (IRDES).

Reunião - Representantes do grupo se reuniram com o prefeito Robson Cantu na tarde da última sexta-feira (21/05), para oficializar a parceria. “Há a expectativa da sociedade para que esta estrutura venha a ser o aeroporto regional e há condições para isso com o devido apoio das autoridades estaduais e federais”, disse o presidente da Sicredi Parque, Clemente Renosto, sobre a importância da iniciativa.

Reconhecimento - O prefeito Robson Cantu ressaltou que as organizações apoiadoras merecem o reconhecimento da sociedade pelo foco no bem-estar coletivo da população não só local, mas regional. (Imprensa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP)

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SICREDI ALIANÇA: Associada de Marechal C. Rondon ganha R$ 5 mil na campanha de Poupança Premiada

sicredi alianca 26 05 2021Mais um prêmio da campanha Poupança Premiada organizada pela Central Sicredi PR/SP/RJ saiu para a cooperativa Sicredi Aliança PR/SP. A ganhadora do prêmio de R$5 mil foi Ingrun Seyboth Lirio, associada da agência Avenida Maripá/ Marechal Cândido Rondon-PR. A entrega foi feita na semana passada na presença do presidente do Conselho de Administração, Adolfo Freitag e do gerente da Agência, Moacir Dupont.

Sorteios semanais - A promoção, iniciada em março, segue até dezembro com sorteios semanais de R$5 mil. A campanha também tem um prêmio especial de R$ 500 mil, que será entregue no dia 31 de outubro, celebrando o Dia Internacional da Poupança - além do grande sorteio final de R$ 1 milhão, no dia 20 de dezembro.

Participar é simples - A cada R$ 100 aplicados na poupança do Sicredi é gerado um número da sorte para concorrer nos sorteios, que acontecem pela Loteria Federal. Se as aplicações forem na modalidade programada (quando o poupador autoriza o débito mensalmente em sua conta), as chances de ganhar são em dobro.

Automática - Nos dois casos a participação é automática, uma vez que não é necessário o associado se cadastrar ou preencher cupons. É simples porque ao depositar já está concorrendo. E, se optar pela poupança programada, é ainda mais vantajoso, seja pela conveniência e facilidade - uma vez que basta solicitar uma única vez com seu gerente e todos os meses o valor definido já vai para a poupança - seja pelo incentivo extra dos números da sorte em dobro que recebe a cada depósito.

Números da sorte - Os números da sorte podem ser visualizados no site da campanha www.poupancapremiadasicredi.com.br, onde o poupador também confere conteúdos específicos sobre finanças, conhece o regulamento, vencedores dos sorteios e outras informações sobre o Sicredi. (Imprensa Sicredi Aliança PR/SP)

 

INOVAÇÃO: Portal do Observatório da Agropecuária Brasileira reúne mais de 200 bases de dados do agro

inovacao 26 05 2021Um único local reúne dados de mais de 200 bases mapeadas acerca da safra agrícola, da previsão climática, do crédito rural, além de informações sobre o setor pesqueiro e imagens georreferenciadas da área rural brasileira. É o portal do Observatório da Agropecuária Brasileira, disponibilizado ao público a partir desta terça-feira (25/05) pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Marco - “Estamos entregando para a sociedade esse instrumento fantástico. Temos um marco de informações atualizadas, dados consistentes para a tomada de decisões. Isso vai fazer com que o Brasil consiga, neste momento difícil que vivemos hoje, mudar sua imagem. Não haverá mais desconhecimento em relação à agropecuária brasileira. Aqui está o que é preciso conhecer do Brasil. O setor merece esta plataforma”, anunciou a ministra Tereza Cristina, idealizadora do projeto do Observatório.

Objetivo - O objetivo desse serviço é fortalecer e aprimorar a integração, a gestão, o acesso e o monitoramento dos dados e informações de interesse estratégico para o setor agropecuário e para o Brasil. O acesso ao sistema informatizado é aberto ao público, sendo algumas informações disponíveis de acordo com os perfis de acesso.

Soluções inovadoras - O secretário de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação do Mapa, Fernando Camargo, explica que o Observatório disponibiliza soluções inovadoras de tecnologia da informação e comunicação, de modo a subsidiar processos de tomada de decisão do Ministério e dos demais usuários do setor público, privado, terceiro setor e da sociedade.

Dados disponíveis - Os dados reunidos no Portal do Observatório estão disponíveis a partir de dois principais ambientes. Na “Plataforma Estatística”, encontram-se dados numéricos, tabulares e representações gráficas acerca dos diversos temas da agropecuária. Essa plataforma pode ser consultada utilizando filtros por período e estratificação em nível nacional, estadual e municipal, além de dados quantitativos e qualitativos.

Formato - O formato Geoespacial é dedicado à integração de dados e informações territoriais, que podem ser visualizados e construídos de acordo com a necessidade e interpretação dos usuários. A “Plataforma Geoespacial” está organizada por ambiente de visualização de camadas, relatórios quantitativos e painéis temáticos que detenham qualquer tipo de atributo e representação cartográfica dos dados.

Painéis temáticos - Nos painéis temáticos, é possível consultar as áreas de agropecuária sustentável e meio ambiente; aquicultura e pesca; crédito rural; produtos agrícolas; Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc); e solos brasileiros.

Crédito rural - Para a consulta de informações sobre o crédito rural público, o usuário encontra dados do Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro, do Banco Central do Brasil. É possível selecionar a quantidade e valor dos contratos em quatro finalidades: custeio, investimento, comercialização e industrialização a partir de filtros que oferecem visualização por período, fonte de recurso, programa, subprograma, atividade, região do país, estado e município.

Principais culturas - Informações sobre as principais culturas agrícolas (arroz, café, feijão, milho, soja e trigo) podem ser encontradas conforme cultivo, crédito, disponibilidades e mercado interno e externo no painel “Produtos Agrícolas”.

Bases de dados espaciais - As bases de dados espaciais de solos, atualmente disponíveis no Brasil, podem ser vistas em escala 1:250.000, permitindo a visualização estatística do percentual de área ocupada no Brasil e em cada Unidade da Federação, conforme o Programa Nacional de Solos do Brasil (PronaSolos).

Zarc - O painel temático do Zarc reúne informações consolidadas de todas as portarias do zoneamento para cada cultura, grupo, período do ano e tipo de solo. Também oferece ferramentas integradas com o intuito de promover maior usabilidade e intuitividade na interpretação da informação, centralizando a tábua de risco, a relação de cultivares e mapas de visualização dos dados por município, estado e região.

Biblioteca - Uma biblioteca ainda reúne publicações dos diversos temas e setores como relatórios, informativos, revistas, planejamentos, boletins e cartilhas.

Outros temas - Até julho, outros temas estarão disponíveis: assistência técnica, assuntos fundiários, agricultura familiar, pecuária de corte e comércio exterior.

Tecnologia a favor do agro - A implantação do Observatório é considerada ferramenta de business intelligence (BI). Assim, permite a análise das bases de dados, bem como proporciona consolidar resultados imprescindíveis para tomada de decisão de produtores rurais, gestores públicos, empresários, e público em geral.

Última geração - Segundo o coordenador-Geral de Informações Estratégicas do Mapa, Raimundo Deusdará Filho, a infraestrutura física do Observatório conta com recursos tecnológicos de última geração como base para a construção, acesso e gestão de painéis dinâmicos de dados e informações da agropecuária brasileira. “O Observatório prevê a disponibilização de soluções inovadoras de tecnologia da informação e comunicação, permitindo a disponibilização e a visualização simultânea de um robusto conjunto de fontes de dados e informações atualizadas e consolidadas, que complementam o entendimento das cadeias produtivas do setor”.

Expectativa - A partir do lançamento da ferramenta, a expectativa é de que cerca de 1 milhão de consultas sejam realizadas no período de uma semana. A ferramenta suporta 500 acessos simultâneos a suas bases de dados.

Informações - As informações do Observatório são oriundas do Mapa e suas vinculadas como Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), além da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) e do Serviço Florestal Brasileiro (SFB). Ainda compõem o banco de dados registros do Banco Central do Brasil (Bacen), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), da Universidade Federal de Lavras (UFLA) e da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Participações - Também participaram da live de lançamento do portal o secretário-executivo do Mapa, Marcos Montes; o secretário-executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), Sérgio de Almeida; o secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital, Caio Paes de Andrade; secretário de Empreendedorismo e Inovação do MCTI, Paulo Alvim; o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado federal Sérgio Souza; o presidente da CNA, João Martins, e o reitor da UFLA, João Chrysóstomo de Resende Júnior. (Mapa)

FOTO: Carlos Silva / Mapa

 

IPCA-15: Prévia da inflação de maio fica em 0,44%, a maior para o mês desde 2016

ibge destaque 26 05 2021O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), a prévia da inflação, teve alta de 0,44% em maio, abaixo da taxa de abril (0,60%), divulgou nesta terça-feira (25/05) o IBGE. Esse é o maior resultado para um mês de maio desde 2016, quando o índice foi de 0,86%. No ano, o indicador acumula alta de 3,27% e, nos últimos 12 meses, variação de 7,27%, acima dos 6,17% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em maio de 2020, a taxa foi de -0,59%.

Saúde e cuidados pessoais - O grupo saúde e cuidados pessoais (1,23%) acelerou na comparação com abril (0,44%), registrando o maior impacto (0,16 p.p) sobre o indicador de maio, muito por conta do reajuste de 10,08% nos medicamentos, no início do mês anterior. Houve aumentos nos remédios antialérgicos e broncodilatadores (5,16%), dermatológicos (4,63%), anti-infecciosos e antibióticos (4,43%) e hormonais (4,22%).

Energia elétrica - Mas foi a alta na energia elétrica (2,31%), no grupo habitação (0,79%), que contribuiu com o maior impacto individual no índice (0,10 p.p.). Em maio, passou a vigorar a bandeira tarifária vermelha patamar 1, que acrescenta R$ 4,169 na conta de luz a cada 100 quilowatts-hora consumidos, depois de quatro meses seguidos da bandeira amarela em vigor, cujo acréscimo é menor (R$ 1,343). Além disso, houve reajustes nas contas de luz de Fortaleza (8,27%), Salvador (5,83%) e Recife (5,40%).

Habitação - Outro destaque no grupo habitação foi o gás de botijão (1,45%), que subiu pelo 12º mês consecutivo, embora menor que no mês de abril (2,49%).

Alimentação e bebidas - Alimentação e bebidas (0,48%) acelerou com a alta na alimentação no domicílio, que passou de 0,19% em abril para 0,50% em maio. Entre os destaques, as carnes (1,77%) - que acumulam aumento de 35,68% nos últimos 12 meses - e o tomate (7,24%), que havia caído 3,48% em abril. No lado das quedas, o maior impacto negativo (-0,06 p.p.) veio das frutas, cujos preços recuaram 6,45%.

Transportes - Único grupo com deflação em maio, transportes (-0,23%) foi influenciado pela queda de 28,85% nos preços das passagens aéreas, em todas as áreas pesquisadas pelo IBGE, com variações que foram de -10,90% em Belém a -37,10% em Brasília. Além das passagens, houve recuos nos preços dos transportes por aplicativo (-9,11%) e do seguro voluntário de veículo (-3,18%).

Impacto - Já o maior impacto positivo (0,03 p.p.) nos transportes veio dos automóveis novos (1,16%), seguidos do conserto de automóvel (1,05%) e da gasolina (0,29%), que acumula alta de 41,55% nos últimos 12 meses. Metrô (0,46%) e ônibus urbano (0,25%) também subiram em maio.

Grupos - Ainda entre os grupos, a maior variação ficou com vestuário (1,42%), com alta em todos os itens pesquisados, principalmente, joias e bijuterias (2,35%) e roupas femininas (2,00%). Os demais grupos variaram entre o 0,03% de comunicação e o 0,89% dos artigos de residência.

Brasília é a única região com deflação em maio - A pesquisa mostra ainda que, entre as áreas pesquisadas, a única com variação negativa, em maio, foi a de Brasília (-0,18%), onde pesaram as quedas nos preços das passagens aéreas (-37,10%), da gasolina (-1,42%) e das frutas (-10,03%). Já o maior índice foi observado em Fortaleza (1,08%), por conta das altas da energia elétrica (8,27%) e dos produtos farmacêuticos (3,51%).

Coleta - Os preços do IPCA-15 foram coletados entre 14 de abril e 13 de maio de 2021 e comparados com aqueles vigentes de 16 de março a 13 de abril de 2021 (base).

Mais sobre o IPCA-15 - O Sistema Nacional de Índices de Preços ao Consumidor (SNIPC) produz contínua e sistematicamente índices de preços ao consumidor. Com divulgação na internet iniciada em maio de 2000, o IPCA-15 difere do IPCA no período de coleta que, em geral, vai do dia 16 do mês anterior ao 15 do mês de referência, e na abrangência geográfica. No IPCA são 16 áreas, enquanto no IPCA-15 são apenas 11. (IBGE)

FOTO: Licia Rubinstein / Agência IBGE

ibge 26 05 2021

 

LEGISLATIVO: Senado aprova projeto que incentiva o primeiro emprego

legislativo 26 05 2021Em votação simbólica, o Senado aprovou nesta terça-feira (25/05) o Projeto de Lei (PL) 5.228/2019, que institui a Nova Lei do Primeiro Emprego— modalidade de contrato de trabalho simplificada, menos protegida e menos onerosa às empresas. O objetivo é promover a inserção dos jovens no mercado de trabalho. O projeto é de autoria do senador Irajá (PSD-TO), que o chamou "Lei Bruno Covas" em homenagem ao prefeito de São Paulo, falecido em 16 de maio. Irajá registrou que Tomás Covas e Renata Covas, filho e mãe do homenageado, assistiram à sessão deliberativa remota.

Modificações - O texto foi aprovado com modificações promovidas pelo relator, senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB). O projeto vai agora à análise da Câmara dos Deputados.

Retomada parcial - A matéria é uma retomada parcial dos temas e medidas legislativas contidas na já revogada Medida Provisória 905/2019, que instituía o "Contrato de Trabalho Verde e Amarelo".

Contrato especial - O PL 5.228/2019 prevê contrato especial destinado exclusivamente a trabalhadores matriculados em cursos de graduação ou de educação profissional e tecnológica que nunca tenham tido emprego com carteira assinada. A duração desse contrato especial foi estabelecida em 12 meses.

Encargos - Não haverá incidência de encargos sobre os salários, salvo FGTS e contribuição para o INSS – com alíquotas favorecidas. As alíquotas do INSS serão de 1% quando o empregador for Microempreendedor Individual, Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte; ou 2%, quando o empregador for pessoa jurídica tributada com base no lucro real ou presumido.

Caráter temporário - O relator transformou a lei para caráter temporário — o novo regime valerá apenas para contratos firmados em até cinco anos da publicação da nova lei.

Contratos regulares - Pela proposta, será possível também o empregador transformar contratos regulares, já firmados, em contratações sob o regime da nova lei. Pelo texto original, poderiam ser convertidos os contratos firmados até um ano antes da vigência da lei. O relator alterou esse prazo para até 6 meses antes da nova legislação.

Limite - Também haverá limite na quantidade de empregados sob o novo regime. A contratação total de trabalhadores na modalidade fica limitada a 20% do total de empregados da empresa, levando-se em consideração a folha de pagamentos do mês corrente de apuração. Já as empresas com até dez empregados poderão contratar até dois empregados no regime.

Dispensa do trabalhador - No texto de Irajá constava que, para fins de rescisão, ainda que antecipada, não seria devido aviso prévio, seguro-desemprego e nem a indenização de FGTS. Veneziano alterou o texto para “serão observadas as regras dos contratos por prazo determinado, inclusive quanto a aviso prévio e indenização do FGTS”. Na prática nada mudou, mas o senador queria esclarecer que o novo regime segue as regras dos contratos por prazo determinado, já estabelecidas na legislação.

Direitos - “Com o fim de evitar interpretações que entendam estar sendo suprimidos direitos trabalhistas, propomos alterar a redação do artigo 5º para que determine que as regras a serem seguidas quanto a aviso prévio e indenização do FGTS no caso dos contratos da futura lei serão as usualmente aplicadas aos demais contratos por prazo determinado. Outrossim, sugerimos omitir a menção ao seguro-desemprego”, afirmou o relator. 

Prerrogativa - O relator também retirou prerrogativa prevista no PL original para o Ministério da Economia prever outras hipóteses de rescisão do contrato, inclusive quanto a desempenho insuficiente, falta disciplinar grave e ausência injustificada nos estudos.

Invasão de competência - “Trata-se, em nosso entendimento, de invasão da competência do Poder Legislativo, a quem cabe determinar tanto a criação de uma nova modalidade de contrato de trabalho quanto, a contrário senso, as hipóteses específicas que permitiriam a extinção antecipada desse contrato”, disse Veneziano.

Contrato de aprendizagem - Veneziano decidiu não abordar o tema do contrato de aprendizagem no projeto. “Isso porque, uma vez que promovemos alteração para tornar esta uma lei de vigência temporária (5 anos), não seria recomendável realizar alterações permanentes no texto da CLT”.

Prejudicialidade - Portanto, o senador decidiu pela prejudicialidade das cinco emendas apresentadas ao projeto na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) — elas tratavam do contrato de aprendizagem. Ele também considerou pela prejudicialidade emenda apresentada pelo senador Paulo Paim (PT-RS), para limitar a decisão pelo Executivo sobre novas hipóteses de rescisão dos contratos. Isso porque o próprio relator decidiu suprimir esse trecho o projeto. Veneziano ainda rejeitou outras seis emendas apresentadas em Plenário.   

Desemprego juvenil - De acordo com Irajá, autor do projeto, “uma epidemia de desemprego atinge os jovens brasileiros. O desemprego na juventude merece total atenção do poder público, pois pode impactar de forma definitiva a trajetória laboral de uma pessoa por toda sua vida. Combater o desemprego jovem também é essencial para sustentabilidade de políticas que dependem do emprego, como as de segurança pública e de Previdência”.

Dados do IBGE - Ele apresenta dados do IBGE do segundo trimestre de 2019: a taxa de desemprego no país é de 12,3%, atingindo 13 milhões de pessoas. No mesmo período, 41,8% da população de 18 a 24 anos fazia parte do grupo dos subutilizados — ou seja, estavam desempregados, desistiram de procurar emprego ou tinham disponibilidade para trabalhar por mais horas na semana. “Mesmo controlados outros fatores, estudos estatísticos indicam que a probabilidade de um brasileiro estar à procura de um emprego, sem conseguir, decresce substancialmente com a idade. Isto é: jovens sofrem mais com a crise do mercado de trabalho”, justificou Irajá.

Emprego formal - Ele estima que o novo regime permitirá gradativamente o crescimento do emprego formal para jovens, alcançando 1,5 milhões de vagas, em cenário realista, e até 2,5 milhões em um cenário otimista.

OIT - Já Veneziano apresentou dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Em nível mundial, um em cada cinco jovens não se encontra empregado, estudando ou em treinamento profissional. Desses, três em cada quatro são mulheres. “Trata-se de uma perda catastrófica da capacidade intelectual e física de uma parcela expressiva da humanidade, além de uma profunda injustiça com esses jovens”, afirmou.

Pandemia - Crise que foi agravada com a pandemia de covid-19: “Efetivamente, os dados econômicos globais já disponíveis indicam que o desemprego juvenil se agravou ainda mais acentuadamente que o desemprego geral e que a retomada dos níveis de ocupação dos jovens se mostra mais lenta -comportamento que se mostra de acordo com o funcionamento usual do mercado de trabalho: o desemprego juvenil é sempre maior e mais persistente”, afirmou.

Passo decisivo - Para o relator, o projeto representa “um passo decisivo para lidar com o premente problema do desemprego juvenil” e a “ideia-força é a de criação de um novo contrato de trabalho para pessoas que estão a efetuar essa passagem, do mundo acadêmico para o mundo do trabalho”. Ele concordou com a criação de “um contrato mais simplificado, menos oneroso, mas que garanta uma remuneração ao jovem e, mais que isso, uma inestimável experiência de trabalho, que o ajudará a se firmar na força de trabalho”.

Discussão - Irajá disse ser preciso uma política de Estado para “tratar os desiguais de forma diferente”. Ele reiterou a quantidade de jovens que têm a esperança de um primeiro emprego para pagarem seus estudos e ajudarem suas famílias, mas têm os planos frustrados pela falta de experiência. “Por essa razão, as oportunidades minguam, as portas, na sua grande maioria, se fecham para esses jovens”, disse. Irajá lembrou que o projeto surgiu antes da pandemia de covid-19, está “aniquilando sonhos” da juventude. (Agência Senado)

FOTO: Waldemir Barreto / Agência Senado

PARANÁ: Novo decreto passa toque de recolher para 20 horas e muda horários do comércio, a partir de sexta-feira

parana 26 05 2021Em razão do aumento do contágio da Covid-19 no Paraná e da maior taxa de transmissão do País, o Governo do Estado publicou nesta terça-feira (25/05) o decreto 7.716/21, que amplia ainda mais as medidas restritivas para o enfrentamento da pandemia de Covid-19.

Novas regras - As novas regras começam a vigorar às 5h da próxima sexta-feira (28/05) e valem até as 5h do dia 11 de junho. Medidas mais rígidas adotadas pelos municípios terão apoio da administração estadual. O texto anterior, e ainda em vigor, venceria no dia 31 de maio.

Reforço - Também haverá reforço operacional das forças de segurança, em apoio às vigilâncias municipais da saúde, para coibir festas clandestinas, aglomerações e eventos. Por orientação do governador Carlos Massa Ratinho Junior, a Secretaria de Estado da Segurança Pública efetivará o cumprimento integral do decreto e das normativas municipais.

Restrição de circulação - As medidas preveem restrição da circulação de pessoas e de venda e consumo de bebida alcoólica em espaços de uso público ou coletivo depois das 20 horas. O toque de recolher e a lei seca atual vigoram das 22h até as 5h do dia seguinte.

Comércio e atividades não essenciais - Comércio e atividades não essenciais seguem proibidas de funcionar aos domingos. Isso se aplica a restaurantes, shopping centers e academias. Nos outros dias da semana, o comércio de rua, galerias, centros comerciais e estabelecimentos de prestação de serviços não essenciais em municípios com mais de 50 mil habitantes poderão abrir ao público das 9h às 18h, com 50% de ocupação (o texto anterior era das 10h às 22h). Aos domingos e fora desses horários, durante a semana, só será permitido o atendimento na modalidade delivery.

Shoppings - Os shoppings, que até então podiam funcionar das 11h às 22h, devem abrir até as 20h, com 50% da ocupação. Os supermercados, que não tinham limite de horário, poderão atender das 8h às 20h, com 50% de ocupação, com permissão de funcionarem 24 horas somente para entregas. As academias podem funcionar das 6h às 20h, com até 30% da ocupação.

Restaurantes- O horário de funcionamento de restaurantes, bares e lanchonetes será das 10h às 20h, com 50% do público, podendo atender 24 horas na modalidade de entrega. Fica vedado o consumo no local nos domingos, mas com o delivery permitido. Os museus também poderão abrir das 10h às 20h, com limitação de 50% do público.

Essenciais - Serviços e atividades essenciais, como farmácias e clínicas médicas, não terão que atender as regras de toque de recolher e de funcionamento. Os serviços considerados essenciais estão especificados no decreto 4.317, de 21 de março de 2020.

Demais atividades - Continuam proibidas atividades que causem aglomerações, como casas de shows, circos, teatros e cinemas; eventos sociais e atividades correlatas em espaços fechados, como casas de festas, de eventos, incluídas aquelas com serviços de buffet; os estabelecimentos destinados a mostras comerciais, feiras, eventos técnicos, congressos e convenções; casas noturnas e correlatos; além de reuniões com aglomeração de pessoas, encontros familiares e corporativos.

Práticas religiosas - As práticas religiosas devem atender a Resolução 440/2021 da Secretaria da Saúde, publicada em 26 de fevereiro, que orienta templos, igrejas e outros espaços a adotarem, preferencialmente, o formato virtual. Em casos de atividades presenciais, os locais devem respeitar o limite de 35% da ocupação.

Cenário - As mudanças levam em consideração um cenário cada vez mais delicado da pandemia no Estado. A lotação de leitos de UTI está acima de 90% desde o começo do ano, mesmo com 1.916 leitos disponibilizados na rede exclusiva SUS, com a dificuldade adicional de mais de mil pacientes aguardando internação em leito Covid-19 (UTI e clínico). Eles estão em unidades básicas ou de pronto atendimento. Há, ainda, uso intensivo do chamado kit intubação, gerando quedas nos estoques do Estado.

Taxa de transmissão - A taxa de transmissão do Paraná é a pior do País, segundo o portal Loft.Science, utilizada por pesquisadores da área. É de 1,14 nesse momento, enquanto a média nacional é de 1,03. O indicador acima de 1 significa transmissão acelerada da doença.

Barreira - O Paraná superou em maio a barreira de 1 milhão de casos. Neste mês, até a terça-feira (25/05), foram divulgados 119.984 casos e 3.411 óbitos, o que representa 11,2% e 13,4% dos registros desde o começo da pandemia, em março de 2020. Entre os números por data de ocorrência, o mês de maio somou 101.262 casos e 2.265 óbitos. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Jonathan Campos / AEN

 

SAÚDE I: Brasil passa de 450 mil mortes

O Brasil chegou a 452.031 mortes em função da pandemia do novo coronavírus. Nas últimas 24 horas, foram registrados no país 2.173 óbitos.

Investigação - Segundo o balanço diário do Ministério da Saúde sobre a pandemia, divulgado na noite desta terça-feira (25/05), há 3.763 mortes em investigação. O termo é empregado pelas autoridades de saúde para designar casos em que um paciente morre, mas a causa segue sendo apurada mesmo após a declaração do óbito.

Contaminadas - Ainda conforme a atualização diária, o número de pessoas que foram contaminadas com o novo coronavírus desde o início da pandemia alcançou 16.194.209. Entre segunda e terça-feira (24 e 25/05) foram registrados 73.453 novos casos de covid-19. O país tem 1.093.846 casos em acompanhamento.

Recuperados - A quantidade de pessoas que foram infectadas mas se recuperaram da covid-19 desde o início da pandemia foi de 14.648.322. Isso equivale a 90,5% do total de pessoas infectadas com o vírus.

Números - Os números de casos em 24 horas são, em geral, mais baixos aos domingos e segundas-feiras em razão da menor quantidade de funcionários das equipes de saúde para realizar a alimentação dos dados. Já às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pelo envio dos dados acumulados.

Estados - O ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (108.575). Em seguida vêm Rio de Janeiro (49.672), Minas Gerais (39.176), Rio Grande do Sul (27.624) e Paraná (25.664). Na parte de baixo da lista, com menos vidas perdidas para a pandemia, estão Roraima (1.610), Acre (1.649), Amapá (1.666), Tocantins (2.796) e Alagoas (4.643).

Casos - São Paulo também lidera no número de casos, seguido por 3.210.204, seguido por Minas Gerais (1.525.072), Paraná (1.067.717) e Rio Grande do Sul (1.066.265). As unidades da Federação com menor número de casos são Acre (81.651), Roraima (102.289) e Amapá (110.853).

Vacinação - Até o momento, foram distribuídas a estados e municípios 90.777.747 doses de vacinas contra a covid-19. Deste total, foram aplicadas 59 milhões de doses, sendo 40 milhões da 1ª dose e 19 milhões da 2ª dose. (Agência Brasil)

 

saude I tabela 26 05 2021

SAÚDE II: Mais 5.308 casos e 101 óbitos pela Covid-19 são confirmados no Paraná

saude II 26 05 2021Mais 5.308 casos e 101 mortes pela Covid-19 foram confirmados no Paraná pela Secretaria de Estado da Saúde nesta terça-feira (25/05). Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas. Os dados acumulados do monitoramento da doença mostram que o Estado soma 1.061.876 diagnósticos e 25.519 mortes desde o início da pandemia.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta terça-feira são de maio (5.032) abril (162), março (78), fevereiro (10) e janeiro (16) de 2021 e dos seguintes meses de 2020: agosto (1), setembro (1), outubro (1), novembro (4) e dezembro (3).

Internados - O boletim relata que 2.822 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 2.185 em leitos SUS (962 em UTI e 1.223 em enfermaria) e 637 em leitos da rede particular (312 em UTI e 325 em enfermaria).

Exames - Há outros 2.936 pacientes internados, sendo 1.053 em leitos UTI e 1.883 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão nas redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos- A Secretaria da Saúde informa a morte de mais 101 pacientes. São 49 mulheres e 52 homens, com idades que variam de 26 a 91 anos. Os óbitos ocorreram de 18 de fevereiro a 25 de maio de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Londrina (13), Paranaguá (5), Ponta Grossa (5), São José dos Pinhais (5), Campo Largo (4), Maringá (4), Matinhos (4), Boa Esperança (3), Campo Mourão (3), Curitiba (3), Francisco Beltrão (3), Marialva (3), Foz do Iguaçu (2), Guarapuava (2), Sarandi (2), São Carlos do Ivaí (2) e Toledo (2).

Uma morte - A Secretaria da Saúde registra, ainda, a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Almirante Tamandaré, Apucarana, Arapongas, Bandeirantes, Cambará, Capitão Leônidas Marques, Carambeí, Chopinzinho, Cornélio Procópio, Céu Azul, Diamante do Norte, Dois Vizinhos, Faxinal, Fazenda Rio Grande, Grandes Rios, Guairaçá, Itambé, Ivaí, Jandaia do Sul, Jussara, Lobato, Medianeira, Nossa Senhora das Graças, Palmas, Palmeira, Palmital, Paraíso do Norte, Pontal do Paraná, Querência do Norte, Rebouças, Ribeirão do Pinhal, Rolândia, Santa Terezinha de Itaipu, Umuarama, Vera Cruz do Oeste e Verê.

Fora do Paraná - O monitoramento registra 5.841 casos de residentes de fora do Estado, sendo que 145 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

 

SAÚDE III: Paraná já aplicou primeira dose da vacina contra a Covid-19 em quase 50% do grupo prioritário

saude III 26 05 2021O Paraná está bem próximo de concluir a aplicação da primeira dose da vacina contra a Covid-19 em metade do grupo prioritário estabelecido pelo Ministério da Saúde. De acordo com o Vacinômetro do Sistema Único de Saúde (SUS), painel vinculado ao órgão, 2.338.395 pessoas, de um total de 4.812.142, já receberam a D1. O quantitativo representa 48,6% do público-alvo.

Duas doses- A mesma ferramenta, atualizada com informações contidas na Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS) às 7h07 desta terça-feira (25/05), revela que 1.132.124 paranaenses concluíram o ciclo vacinal com as duas dosagens – 23,5% do conjunto de prioridades.

Força-tarefa - “Sempre que temos disponibilidade de vacinas e medicamentos, as equipes realizam uma força-tarefa para agilizar o envio, seja ele aéreo ou terrestre, possibilitando que essas doses cheguem o quanto antes aos paranaenses”, destacou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Números absolutos - Em números absolutos, as pessoas de 60 a 64 anos foram as mais vacinadas com a primeira dose – 481.265 moradores do Estado. Na sequência aparecem aqueles com idade entre 65 a 69 anos (414.434), os trabalhadores da saúde (333.517), pessoas de 70 a 74 anos (304.160), de mais de 80 anos (225.661) e de 75 a 79 anos (207.410).

Já iniciaram - O painel aponta, ainda, que 193.955 pessoas com comorbidades iniciaram o processo de imunização. O mesmo vale para outros grupos, como trabalhadores da educação do ensino básico (29.708), forças de segurança e salvamento (11.571), pessoas com deficiências permanentes graves (10.282), gestantes e puérperas (9.405), com deficiência institucionalizada (2.094), trabalhadores do ensino superior (986), funcionários do sistema prisional (467) e Forças Armadas (173); pessoas com mais de 60 anos institucionalizadas (33.652), indígenas (9.196) e quilombolas (4.186). Além desses, já há registros de vacinação em outros grupos prioritários.

Atualização - A ferramenta é atualizada com dados enviados pelos municípios. “A Secretaria da Saúde tem orientado as suas regionais e os municípios para que sigam as recomendações de atendimento aos grupos na ordem definida pelo Ministério da Saúde, evitando falta de doses para atendimento à população”, informa o secretário ressaltou Beto Preto.

Proporção - Em relação à proporção dentro do grupo, também sobre a primeira dose, os principais destaques são: pessoas com idade entre 75 a 79 anos (96%), 70 a 74 (94,6%), mais de 80 anos (89,8%), 60 a 64 (86,7%) e 65 a 69 (74,7%).

Mais doses- Segundo o Ministério da Saúde, o Paraná recebeu, até o momento, 4,9 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19. Outras 390.190 vacinas devem desembarcar no Estado nesta semana. Segundo o governo federal, são 352.750 doses Covishield, da parceria entre a Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz), AstraZeneca e Universidade de Oxford. Outras 37.440 doses foram produzidas pela Pfizer. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Geraldo Bubniak / AEN

 

SAÚDE IV: Paraná recebe mais 352,7 mil doses da vacina AstraZeneca

saude vacina 26 05 2021A Secretaria de Estado da Saúde recebeu na noite desta terça-feira (25/05), mais 352.750 doses da vacina AstraZeneca/Fiocruz, contra a Covid-19. Os imunizantes fazem parte da 21ª pauta de distribuição do Ministério da Saúde, que contempla ainda mais 37.440 doses da Pfizer/BioNTech, com previsão de entrega nesta quarta-feira (27/05).

Primeira dose - Todas são destinadas à primeira dose (D1). O imunizante da AstraZeneca inclui o grupo de comorbidades e pessoas com deficiência permanente, trabalhadores de transporte aéreo e portuários, forças de segurança e salvamento e Forças Armadas. Já a vacina da Pfizer, além de pessoas com comorbidades e deficiência permanente, também inclui gestantes e puérperas com comorbidades.

Inclusão - “Nossas equipes estão incluindo essas novas doses no sistema e definindo a distribuição para todo o Estado, proporcionalmente e de acordo com cada grupo atendido”, informou o secretário da Saúde, Beto Preto. “Pretendemos enviar essas vacinas o mais rápido possível para acelerar o processo de vacinação em todas as regiões”, afirmou.

Vacinômetro - Segundo a plataforma do Ministério da Saúde, o Paraná já aplicou 3.502.262 doses, sendo 2.363.014 D1 e 1.139.248 segundas doses (D2).

Intensificação - “Pedimos aos municípios que intensifiquem as ações de vacinação, de domingo a domingo, em horários alternativos e estendidos, buscando alcançar o maior número de pessoas dentro de cada grupo prioritário. Nossa ferramenta contra esse vírus é a vacina, precisamos fazer com que ela chegue rápido a todos os paranaenses”, acrescentou Beto Preto. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Américo Antonio / Sesa

 

SAÚDE IV: Informe semanal da dengue registra 2.056 novos casos e mais um óbito

O boletim da dengue divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde nesta terça-feira (25/05) confirma um novo óbito provocado pela doença. Agora, são 23 mortes neste período epidemiológico, iniciado em agosto de 2020. Os dados totalizam 18.735 casos confirmados, sendo 2.056 a mais que na semana anterior.

Total - No total, 359 municípios registraram pessoas com dengue. Isso representa 90% das cidades paranaenses.

Criadouros - O secretário estadual da Saúde, Beto Preto, ressalta a necessidade da eliminação dos criadouros do mosquito Aedes aegypti.

Pandemia - “Com a pandemia da Covid-19, as pessoas estão passando a maior parte do tempo em casa. Já sabemos que 90% dos focos estão nos domicílios. A melhor forma de acabar com a transmissão é a retirada mecânica destes focos. Um a um, eles devem ser eliminados. Convocamos a todos para este combate”, afirmou.

Óbitos - O óbito confirmado no boletim desta terça é do município de Morretes, no Litoral. Trata-se de um homem de 29 anos sem comorbidade associada.

Cidades - As cidades que registram óbito no Paraná desde agosto do ano passado são Paranaguá (2), Matelândia (1), Foz do Iguaçu (3), Paraíso do Norte (1), Santo Antônio do Caiuá (1), Maringá (1), Apucarana (1), Alvorada do Sul (1), Assaí (1), Cambé (2), Londrina (8) e Morretes (1). (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o Informe completo.


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