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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5079 | 27 de Maio de 2021

SANIDADE ANIMAL I: Sistema Ocepar celebra certificação de área livre de febre aftosa sem vacinação

sanidade I 27 05 2021O Paraná é área livre de febre aftosa sem vacinação. O reconhecimento internacional do novo status foi oficializado nesta quinta-feira (27/05), durante a 88ª Assembleia Geral da Organização Mundial da Saúde Animal (OIE), realizada em Paris, na França. Com o certificado de qualidade sanitário, os produtos pecuários paranaenses vão ter acesso aos mercados mais exigentes do mundo, abrindo novas oportunidades de negócios para a cadeia produtiva de carnes e lácteos. Também obtiveram o reconhecimento o Rio Grande do Sul e os Estados do Bloco I – Acre, Rondônia e parte do Amazonas e do Mato Grosso.

Desenvolvimento - “O novo status sanitário traz umagrande vantagem competitiva para o agronegócio do Paraná e, consequentemente, para o desenvolvimento das cooperativas. Com aumento da demanda por proteína animal, haverá uma necessidade de aumento da produção de grãos e outros insumos ligados à produção pecuária, além do crescimento das estruturas industriais, com geração de emprego e renda, movimentando a economia do estado”, afirma o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken. “O reconhecimento da qualidade fitossanitária dos rebanhos paranaenses funciona como um cartão de visitas e uma chancela qualitativa para todos os nossos produtos agropecuários”, completa o dirigente.

Atenção redobrada - Segundo Ricken, é um momento de celebrar, mas sem deixar de manter a atenção redobrada no cumprimento dos requisitos da OIE. “Não podemos facilitar em termos de controle de rebanho, fiscalização e monitoramento de circulação, rastreabilidade total, entre outras ações fundamentais. O trabalho só está começando, mas estamos preparados para manter o novo status de forma contínua e perene”, ressaltou.

Ação coletiva - O dirigente lembra que a conquista do novo status sanitário é resultado de um esforço coletivo de todas as entidades envolvidas com a cadeia agropecuária do Paraná. “Temos muito a agradecer ao empenho das cooperativas e entidades parceiras que atuaram e participaram dessa luta de décadas, que agora alcanço o êxito do reconhecimento internacional. A Ocepar reitera seu compromisso com as ações para a obtenção e manutenção da certificação da OIE. Vamos continuar trabalhando unidos para o avanço da sanidade animal na produção paranaense”, concluiu.

Reunião - Ricken participou, na manhã desta quinta-feira, de reunião conjunta realizada virtualmente entre o governo do Paraná e lideranças do setor produtivo paranaense com a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, para tratar sobre o reconhecimento internacional obtido pelo Estado anunciado pela OIE. 

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SANIDADE ANIMAL II: Ministra Tereza Cristina destaca sintonia com estados para a conquista de novo marco para a agropecuária

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Tereza Cristina, comemorou o reconhecimento da Organização Mundial para a Saúde Animal (OIE), que nesta manhã (27/05) certificou como área livre de febre aftosa sem vacinação os estados do Paraná, Rio Grande do Sul, Acre, Rondônia e 14 municípios do Amazonas e cinco do Mato Grosso. “É um marco histórico para a agropecuária brasileira. Essas novas áreas se juntam ao estado de Santa Catarina, que era o único estado até então com esse reconhecimento. O Brasil possui agora 44 milhões de cabeças de gado em áreas livres de febre aftosa sem vacinação, o que corresponde a 20% do nosso rebanho bovino. No caso da suinocultura, quase 50% do rebanho brasileiro passa a estar em zona sem vacinação, e 58% dos frigoríficos de abate com SIF (Serviço de Inspeção Federal), está localizado em regiões com novo status sanitário”, disse.

Reunião - A declaração da ministra foi feita durante reunião em Brasília, na manhã desta quinta-feira (27/05), com a presença de governadores, parlamentares e representantes do setor produtivo. Por meio de videoconferência, o governador do Paraná, Ratinho Junior, acompanhou o evento, juntamente com secretário estadual de agricultura, Norberto Ortigara, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, e demais representantes do setor produtivo e dos serviços estaduais de sanidade. Também participou da reunião, o deputado federal Sergio Souza, presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária.

Parceria - Tereza Cristina ressaltou a importância do trabalho em parceria entre o Mapa e os serviços estaduais e o apoio dos produtores e entidades representativas da cadeia pecuária. “Os estados não mediram esforços para o cumprimento das exigências sanitárias. Estamos começando uma nova era, mas precisamos ter os serviços estaduais muito atuantes daqui para frente. A manutenção do status sanitário dependerá da continuidade do apoio e investimentos nos serviços de defesa agropecuária”, afirmou.

Novos mercados - Segundo a ministra da Agricultura, “o reconhecimento da OIE confirma o elevado padrão sanitário da nossa pecuária e abre diversas possibilidades para que o Mapa trabalhe pelo alcance de novos mercados para a carne suína e bovina, e a ampliação dos tipos de produtos a serem exportados”, concluiu.

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SANIDADE ANIMAL III: Reconhecimento internacional coloca produção do Paraná em patamar elevado de qualidade, diz Ratinho Junior

Segundo o governador Ratinho Junior, a certificação da OIE (Organização Mundial para a Saúde Animal) que reconhece o Paraná como livre de febre aftosa sem vacinação coloca a produção agropecuária do estado num patamar elevado de referência de qualidade e sanidade. “Esse reconhecimento internacional é o mais importante acontecimento dos últimos 50 anos para a agropecuária paranaense”, afirmou.

Ação conjunta - Ratinho Junior participou, na manhã desta quinta-feira (27/05), de reunião virtual com a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, governadores, parlamentares e representantes do setor produtivo. Acompanharam o encontro, o secretário da Agricultura, Norberto Ortigara, o diretor-presidente da Adapar (Agência de Defesa Agropecuária do Paraná), Otamir Cesar Martins, o superintendente do Mapa no Paraná, Cleverson Freitas, e o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken.

Oportunidades - Ratinho Junior lembrou que o primeiro grupo de trabalho para tornar o estado livre de febre aftosa foi formado em 1958. O governador destacou a importância da agropecuária para o desenvolvimento do Paraná. “É sem dúvida o principal alicerce da nossa economia. Temos a alegria de ser o estado que tem a maior produção de proteína animal do Brasil, representando 22% do total produzido no país. Somos líderes na produção de frango e peixes, e o segundo maior produtor de carne suína. Com a certificação, vamos acessar mercados bilionários, abrindo oportunidades para nossos produtores, com mais geração de empregos, aumento da tecnologia produtiva e investimentos em agroindústrias”, disse.

Cooperativas - O governador ressaltou os investimentos do setor produtivo, em específico das cooperativas paranaenses, que contribuem para o forte processo de transformação agroindustrial e agregação de valor aos produtos do estado. E ressaltou também o reconhecimento do estado como bloco isolado e livre de peste suína clássica. “É uma certificação que traz impactos positivos para a suinocultura. Acredito que toda a agropecuária paranaense se beneficia do reconhecimento internacional anunciado pela OIE, o que fará com que o Paraná possa ser um protagonista ainda maior na produção de alimentos de qualidade e com sustentabilidade”, concluiu.

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SANIDADE ANIMAL IV: Conquista do status internacional é resultado de uma luta de mais de 50 anos, destaca governo do Estado

sanidade II 27 05 2021O Paraná conquistou, na manhã desta quinta-feira (27/05), a certificação de área livre de febre aftosa sem vacinação, resultado de uma luta de mais de 50 anos do Governo do Estado e do setor produtivo. O novo status sanitário foi confirmado pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), em cerimônia virtual da 88ª Sessão Geral da Assembleia Mundial dos Delegados da OIE, em Paris, na França.

Mudança de patamar - “O Paraná lutava há décadas por essa chancela, que vai mudar o patamar de produção da pecuária paranaense, que já é bastante forte. Com o apoio das entidades do setor produtivo, organizamos toda a estrutura de sanidade animal e fizemos a lição de casa”, afirmou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

Sem vacina- “Nossos rebanhos já não são mais vacinados e há anos o vírus não circula mais no Estado. Esse reconhecimento vai ajudar a abrir mercado para a carne produzida no Paraná, ampliando os investimentos no Estado, que vão gerar mais emprego e renda para a população”, acrescentou.

Reconhecimento - O Estado obteve reconhecimento nacional do Ministério da Agricultura e Pecuária em agosto do ano passado e aguardava pela validação da OIE, que também reconheceu os pleitos do Rio Grande do Sul e do Bloco I (Acre, Rondônia e parte do Amazonas e do Mato Grosso). Além da aftosa, a entidade deu a chancela ao Paraná de zona livre de peste suína clássica independente.

Último foco- Desde que o último foco da doença foi confirmado, em 2006, o governo e o setor produtivo se organizaram para melhorar a estrutura sanitária paranaense, o que incluiu a criação da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), o reforço da fiscalização nas divisas e o controle dos rebanhos.

Interrompida - A imunização contra a aftosa no Estado foi interrompida em 2019 e a campanha de vacinação, que acontecia duas vezes por ano, foi substituída pela campanha de atualização de rebanhos. O cadastro é obrigatório para garantir a rastreabilidade e a sanidade dos animais.

Inquérito - Nos últimos anos também foi realizado um extenso inquérito epidemiológico, com coletas de amostras do sangue de quase 10 mil animais em 330 propriedades rurais, provando que o vírus já não circula no Paraná.

Produção - Maior produtor e exportador de proteína animal do País, com liderança em avicultura e piscicultura, o reconhecimento internacional vai ajudar a abrir mercados para a carne paranaense e outros produtos de origem animal, com a possibilidade de comercialização a países que pagam melhor pelo produto, como Japão, Coreia do Sul e México.

Total - Em 2020, o Estado produziu mais de R$ 5,7 milhões de toneladas de carne de porco, boi e frango, quase um quarto do que foi produzido no País. O Estado é responsável por 33% da produção nacional de frango e 21,4% em piscicultura, liderando os setores.

Mais posições - Também ocupa o segundo posto em relação à carne suína, com 21% da produção brasileira e mantém a vice-liderança na produção de leite (13,6%) e ovos (9%). A expectativa com a abertura de mercados é que o Estado atinja a liderança nacional na produção de suínos.

Recado - Para o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, o principal recado que o Paraná passa é mostrar ao mundo uma estrutura produtiva mais desenvolvida e sadia, com um serviço de inspeção sanitária de qualidade. “Tudo isso vai refletir em novos negócios e na geração de empregos, que foi o motivo para lutarmos por essa chancela. O aumento na produção, com a expansão de novas plantas e abertura de mais turnos, significa mais gente trabalhando”, arrematou. (Agência de Notícias do Paraná)

 

SANIDADE ANIMAL V: Com chancela da OIE, Paraná vira zona livre de peste suína clássica independente

sanidade III 27 05 2021Além de área livre de febre aftosa sem vacinação, a Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) confirmou nesta quinta-feira (27/05) mais um reconhecimento internacional ao Paraná: o de zona livre de peste suína clássica independente. O anúncio foi feito durante a 88ª Sessão Geral da Assembleia Mundial dos Delegados da OIE, em Paris, na França.

Passo importante - “É o resultado de um trabalho de muitos técnicos e do setor como um todo. Um passo importante, que permite ao Paraná avançar um pouco mais dentro deste competitivo mercado internacional. Poderemos vender a nossa carne para mais países, fazendo com que alguns bilhões de dólares entrem na nossa economia, gerando milhares de novos empregos e mais renda à população”, afirmou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

Vantagens sanitárias - A classificação confirma definitivamente o Paraná fora de um grupo atualmente formado por 11 estados, garantindo vantagens sanitárias aos produtores locais no mercado internacional.

Volume - Essa chancela permite aos suinocultores paranaenses ganhar volume. No ano passado, por exemplo, foram produzidas no Paraná 936 mil toneladas de carne suína, aumento de 11,1% comparativamente a 2019. Rendimento que garante a vice-liderança no setor, atrás apenas de Santa Catarina, responsável por 29% do total nacional – produziu 1,3 milhão de toneladas de um total de 4,5 milhões de toneladas.

Liderança - “Podemos sonhar com a liderança. O nosso pleito de isolar o Paraná foi reconhecido. Somos um bloco independente e agora estamos isolados de problemas que possam acontecer na divisa com o Norte e parte do Nordeste que não são livres”, destacou o secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara.

Segurança - “Para o Estado é uma segurança, uma garantia. Seremos mais agressivos no comércio mundial. Abatemos mais de 10 milhões de suínos por ano e com perspectiva de chegar a 15 milhões em breve”, acrescentou.

Histórico - O reconhecimento internacional foi concedido ao Paraná em 2016 pela OIE, mas ainda estava pendente a chancela como zona única, a chamada independência. Em dezembro de 2019, o Ministério da Agricultura já tinha publicado uma instrução normativa que reconhecia o Paraná como área livre peste suína clássica. A medida foi adotada porque a Zona Livre Específica da qual o Paraná fazia parte estava sob risco iminente de perder esse status sanitário devido ao registro de focos da peste suína em Alagoas, próximo à divisa com o Sergipe.

Erradicada - A peste suína clássica está erradicada no Paraná desde 1994, quando o Estado foi reconhecido oficialmente pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, junto com os estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, como área livre da doença. Ocorre que desde 2005 a OIE decidiu que a partir de 2015 adotaria o sistema de reconhecimento regional para essa doença, a exemplo do que já faz com doenças aviárias (como a doença de NewCastle) e a febre aftosa.

Medidas - Entre as medidas adotadas pelo Estado, desde então, estão a investigação na área de sanidade das granjas de suínos, com a realização de sorologia epidemiológica nos animais; a adoção de um sistema de proteção baseado na vigilância, auditável com apoio laboratorial, e também foram implementadas medidas de biossegurança no sistema produtivo.

Blocos - No Brasil, de acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, estão na zona não livre que ainda registra a doença: Alagoas, parte do Amazonas, Roraima, Amapá, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco.

Estados - A zona livre compreende Acre, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, São Paulo, Santa Catarina, Sergipe, Tocantins e, no Amazonas, os municípios de Guajará, Boca do Acre, o sul de Canutama e o sudoeste de Lábrea.

Doença - A peste suína clássica é uma doença viral e está incluída na lista de notificação obrigatória pela OIE por ser de fácil difusão. Ela acomete somente suínos e não é transmitida para o ser humano. Os sinais clínicos mais comuns são transtornos circulatórios e lesões cutâneas, acompanhadas de conjuntivite em animais adultos e distúrbios neurológicos em suínos jovens. O animal também pode apresentar febre alta, paralisia nas patas traseiras e manchas avermelhadas pelo corpo. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Jonas Oliveira

 

COMPLIANCE: Sistema Ocepar lança programa interno de integridade e conformidade

Com o propósito de acrescentar mais valor às suas práticas de gestão, o Sistema Ocepar deu início, na última terça-feira (25/05), à implementação de um programa de formação e mentoria, em parceria com a PUCPR, similar ao que vem sendo executado nas cooperativas paranaenses filiadas à entidade, desde 2019, por meio do Programa de Integridade e Conformidade. O primeiro treinamento para a equipe interna de profissionais abordou os temas Governança e Compliance.

Prioridades - Segundo o Coordenador de Gestão Estratégica do Sescoop/PR, Alfredo Souza, o evento faz parte de uma das iniciativas priorizadas para 2021, no sentido de desenvolver ações para garantir a segurança, transparência, conformidade e integridade do Sistema Ocepar. “Por esse motivo, a compreensão desses temas por todos os funcionários é fundamental. As três entidades que integram o Sistema Ocepar: Ocepar, Sescoop e Fecoopar, tem por filosofia a transparência, a boa conduta com os recursos administrados, sempre dentro do que exige as leis e praticam ações de integridade, conformidade e de compliance”, lembrou.

PUCPR - Como instrutores, foram convidados os professores da PUCPR, Eduardo Damião, que falou sobre Governança, e Eduardo Agustinho, que tratou de Compliance. Segundo o superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, o programa está muito bem alinhado com a universidade. “Em 2018, quando iniciamos essa discussão, fomos buscar consultorias fora. Existia um desconhecimento geral sobre o tema, daí chegamos à conclusão de que não bastaria implantar o programa de compliance, era necessário formar pessoas para poder fazer tudo acontecer. Por isso, trabalhamos em sala de aula para que as pessoas fossem mais preparadas e pudessem colocar em prática aquilo que aprenderam. E quando chegamos na PUCPR, pudemos aliar a teoria com a prática, o que buscamos para o programa. Hoje quatro cooperativas, das 25 que fazem parte do Programa de Compliance, já escreveram seus manuais de boas práticas o que, para nós, já é uma conquista. Desenhamos o formato junto com os especialistas da academia. O comprometimento precisa ser de todos para que o programa tenha êxito”, lembrou Boesche.

Relacionamento - O professor Eduardo Damião lembrou que já são mais de 20 anos de relacionamento entre a PUCPR e o Sistema Ocepar. “Muito mais do que conformidade, é a integridade. Lembro sempre de uma fala do reitor Emérito, Irmão Clemente Ivo Juliatto: ‘uma organização não consegue ser melhor do que as pessoas desta organização’. As pessoas que fazem a organização; o sistema é formado por pessoas íntegras e, nessas duas décadas, testemunhamos esta atuação dos profissionais do Sistema Ocepar, pessoas sérias e que se dedicam com muito esforço ao desenvolvimento do cooperativismo no Paraná”, destacou Damião.

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TELECOMUNICAÇÕES: PL que autoriza coops de telecom é aprovado na Câmara

telecomunicacao 27 05 2021A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara aprovou nesta quarta-feira (26/05) o PL 8.824/2017, que permite que as cooperativas prestem serviços de telecomunicação. Como o projeto já tinha sido aprovado na Comissão de Trabalho (CTASP) e na Comissão de Ciência e Tecnologia (CCTCI), segue para análise do Senado Federal, caso não seja apresentado recurso para plenário.

Segurança jurídica - O projeto de lei garante segurança jurídica às cooperativas pacificando o entendimento sobre a prestação de serviços de telefonia móvel e banda larga fixa ou móvel pelo cooperativismo. Com a aprovação do texto, o cooperativismo será ferramenta plena na inclusão digital, principalmente em áreas rurais.

Agenda institucional - O tema consta como prioridade da Agenda Institucional do Cooperativismo 2021: https://www.agendainstitucional.coop.br/ramos/telecomunicacoes-por-cooperativas-2/

Expertise - Para a OCB, que acompanha o andamento da matéria no Congresso, o cooperativismo já possui a expertise necessária, levando internet de qualidade a aproximadamente 40 mil pessoas no interior do país, porém com um modelo adaptado que encarece o serviço para o consumidor final.

Ferramenta plena - Com a aprovação dessa proposta, o cooperativismo poderá ser uma ferramenta plena de na inclusão digital, fundamental para que as pessoas dessas localidades possam ter acesso a produtos e serviços como capacitação e ensino a distância, eficiência nas tarefas do dia a dia, acesso a novas tecnologias e soluções digitais, produtos e serviços extremamente essenciais como vimos no período de pandemia. (OCB)

FOTO: Pablo Valadares / Câmara dos Deputados

 

LICENCIAMENTO AMBIENTAL: Neri Geller defende votação de PL em 90 dias

licenciamento ambiental 27 05 2021O texto da nova Lei Geral de Licenciamento Ambiental (PL 3.729/2004), aprovado pela Câmara dos Deputados no último dia 13 maio, contemplou os pontos prioritários apontados pelo cooperativismo que têm como objetivo o desenvolvimento sustentável com base na proteção do meio ambiente e na eficiência do processo.

Debate qualificado - “Buscamos um debate qualificado e, nesse sentido, as contribuições feitas pela OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) foi fundamental para a construção de um texto equilibrado e capaz de oferecer a segurança jurídica necessária para destravar o país”, afirmou o deputado Neri Geller (MT), relator da proposta na Câmara, em entrevista exclusiva à OCB.

Mudanças - Para o deputado, que também é membro da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), as mudanças propostas pelo projeto podem começar a ser sentidas pela população em um prazo médio de seis meses. “Esse tempo depende da aprovação no Senado, mas acreditamos que ela se dará em até 90 dias, com a sanção do presidente Bolsonaro logo em seguida”. O andamento de obras paradas, a geração de empregos e renda serão percebidos rapidamente”, afirmou.

Aprovação integral - Ainda sobre a tramitação no Senado, Geller acredita na aprovação integral da medida. “O tema é complexo, mas essa complexidade se deve, muitas vezes, a falta de uma comunicação clara e direta. Atuamos para divulgar e esclarecer ao máximo a proposta na Câmara e vamos fazer o mesmo no Senado. Quanto mais transparente forem as propostas do texto, mais a certeza de que encontraremos menos obstáculos para sua aprovação também no Senado”.

Críticas - Com relação às críticas que o projeto vem recebendo, principalmente de ambientalistas, Geller deixou claro que a nova lei não faz nenhuma alteração no Código Florestal Brasileiro. “Não mexemos em uma vírgula do código. Não criamos espaço para fazer abertura de novas áreas e desmatar, pelo contrário, aumentamos a pena para quem eventualmente cometer crimes ambientais”, contextualizou o parlamentar.

Dispensa da licença- Segundo ele, o substitutivo impede a dispensa de licença para atividades de médio e grande porte e aumenta as punições previstas. “Para empreendimentos que descumprirem as normas ambientais necessárias, a pena passa de um a seis meses para de dois meses a um ano de detenção. E se a irregularidade for significativa, a pena pode quadruplicar. O que propomos são regras claras para que sejam gerados investimentos em conformidade com a legislação. A simplificação do processo pode gerar mais de R$ 130 bilhões em investimentos”, acrescentou.

Regras claras - Entre os pontos principais contemplados na nova lei estão a adequação do texto à Lei Complementar 140/2011, com o reconhecimento do papel dos órgãos regionais e locais na definição das tipologias (lista do que é licenciável), dos critérios (porte e potencial poluidor) e de qual tipo de licença deverá obedecer (mais simples ou mais complexa); a padronização dos tipos de licença possíveis em todo o território nacional; a definição de prazos uniformes para análise dos pedidos de licença ambiental pelos órgãos públicos; e o estabelecimento de regras mais claras e menos burocráticas quanto à participação de outros órgãos públicos (Funai, Incra etc.) no processo de licenciamento ambiental.

Novas modalidades - O novo marco geral propõe ainda novas modalidades de licenciamento, com vistas a conferir maior eficiência ao processo, como a Licença por Adesão e Compromisso (LAC), na qual é o empreendedor quem assume a obrigação de atender condições previamente estipuladas pelo órgão ambiental. Outro ponto importante é o que confere tratamento adequado para as atividades agropecuárias, não sujeitando ao licenciamento as que já tenham prestado informações ambientais em outros cadastros como o Cadastro Ambiental Rural (CAR) ou que já atendam as disposições do Código Florestal.

Exemplo - “A lei traz regras claras e simplificadas. Obras de construção como a do Linhão de Tucuruí, por exemplo, que vai interligar Manaus (AM) a Boa Vista (RR) e deveria estar em operação comercial desde 2015, pode ser destravada e trazer claridade para que o órgão licenciador tenha autonomia para dar deferir ou indeferir o processo. Os órgãos intervenientes e autoridades envolvidas vão ter de se manifestar dentro dos prazos, sem o poder de veto, e a decisão final será dos órgãos licenciadores”, explicou Geller.

Dever cumprido - Para concluir, o parlamentar ressaltou o sentimento de dever cumprido e de gratidão pelo trabalho articulado com o setor agropecuário, o governo, defensores do meio ambiente e a sociedade civil. “Agradeço por ter podido protagonizar um relatório importante para o desenvolvimento e a economia do Brasil. E por ter tido tanto apoio de várias entidades importantes como a do cooperativismo que tem um time qualificado, comprometido e que nos ajudou na confecção do texto e na convergência de múltiplos interesses”. (OCB)

FOTO: Luis Macedo / Câmara dos Deputados

 

UNIMED PONTA GROSSA: HGU aplica técnica moderna em correção de escoliose

unimed ponta grossa 27 05 2021Na última semana, o Hospital Geral Unimed (HGU) realizou uma cirurgia para correção de deformidade em um adolescente de 15 anos, que apresentava quadro grave de escoliose idiopática do adolescente (EIA).

Curvatura - É normal a coluna vertebral apresentar certo grau de curvatura. No caso da escoliose, a coluna apresenta curvaturas anormais e, na EIA, a curvatura se apresenta superior a 10 graus. A deformidade pode afetar o alinhamento do corpo e o equilíbrio.

Diferencial - A cirurgia de correção já é consolidada na ortopedia. Mas, de acordo com o ortopedista Francisco Caldeira, o diferencial do procedimento realizado no HGU contou com um aprimoramento na técnica cirúrgica, com a utilização de implante que permite a correção da deformidade sem necessidade de imobilização pós-cirúrgica no paciente.

Implante - “O diferencial desta cirurgia foi a utilização de material de implante de última geração com um poder de correção maior das deformidades, com maior simplicidade e segurança. Foi feita a correção por meio de cirurgia aberta e colocação de implantes metálicos. Toda cirurgia é realizada com monitorização neurológica, oferecendo segurança ao procedimento em eventuais complicações”, explica o médico

Manobras de correção - Após a colocação desses implantes, são feitas manobras de correção da deformidade para resultar no alinhamento da coluna, acarretando no desaparecimento da escoliose aparente.

Procedimento - O procedimento durou cerca de seis horas e contou com a presença do médico Luis Eduardo Munhoz da Rocha, ortopedista Pediátrico e cirurgião de coluna renomado nacional e internacionalmente; dos ortopedistas Francisco Henrique Caldeira e Cláudio Mattos; do anestesista Cesar Bandeira; do neurocirurgião Romero de Castro Vieira; além das equipes de enfermagem do centro cirúrgico do HGU. (Imprensa Unimed Ponta Grossa)

 

FRÍSIA: Cooperjovem inicia com palestra sobre Gestão Emocional e Criatividade

Na noite desta quarta-feira (26/05), a Frísia, com apoio do Sescoop/PR (Sistema S do Cooperativismo), lançou o Programa Cooperjovem 2021. Envolvendo mais de 60 professores dos municípios de Carambeí, Tibagi, Ponta Grossa, Teixeira Soares e Imbituva, o evento foi uma sensibilização e apresentação do programa, que terá encontros mensais até novembro deste ano.

Participações - Realizado de maneira 100% virtual, a live de abertura teve participação da analista técnica do Sescoop/PR, Fabianne Ratzke, do coordenador de Cooperativismo e Programas Sociais da Frísia, Luciano Tonon, e da equipe da Iza Treinamentos, consultoria especializada em cooperativismo e que conduzirá os trabalhos com o corpo docente. Em 1h30 de evento, a instrutora Izabel Bento falou sobre gestão emocinal e criatividade, enfatizando a importância do autoconhecimento e foco em soluções para os novos desafios que se apresentam. “Focar na positividade e buscar canalizar a criatividade para solucionar desafios estará cada vez mais presente no ambiente escolar, e o professor novamente será o coadjuvante deste processo. Por isso, ele precisa estar bem equilibrado emocionalmente, acreditar em seu potencial e ir atrás de conhecimento e proatividade”, relata Izabel, que conduzirá todos os encontros virtuais, junto da equipe.

Mudança estratégica - Para a analista do Sescoop, o professor passou a conviver com a ausência do ambiente escolar e com as limitações impostas pela pandemia, o que resultou numa mudança estratégica nos conteúdos dos módulos do programa por parte da cooperativa anfitriã, a Frísia. “Estamos também nos reiventando, tanto que estaremos lançando um novo formato de programa para 2022, bem mais dinâmico e participativo, favorecendo maior engajamento no ambiente escolar e comunidade. A pandemia trouxe seu aspecto positivo, pois nos obrigamos a rever os processos e sermos mais competitivos ao abordar o cooperativismo coletivo com novos insights para um aluno cada vez mais proativo”, relatou Fabianne Ratzke.

Perfil - Aprender a utilizar a experiência pessoal para se reiventar e ser inovador todos os dias será o perfil do profissional deste século. Neste aspecto, o coordenador da Frísia acredita que a sintonia entre professor e aluno gerarão resultados promissores no ambiente escolar. “Sem dúvida o professor será um catalizador da criatividade do aluno do século 21. O ambiente escolar pós-pandemia trará um cenário que exigirá maior sinergia na sala de aula, fazendo com que a escola seja um importante propulsor de projetos a partir das ideias dos alunos. Para isso, o programa Cooperjovem terá um papel fundamental ao trazer metodologia e conteúdos para os professores gerenciarem esta nova dinâmica”, relata Luciano Tonon.

O Programa - O Cooperjovem é um programa do Sescoop Nacional, que tem apoio do Sescoop Paraná para a implantação nas escolas municipais em parceria com as cooperativas., e que em 2020 completou 20 anos de existência. Na Frísia, iniciou em 2009, tendo o município de Carambeí como piloto, envolvendo nesses 12 anos, mais de 12 mil alunos e 500 professores dos cinco municípios, levando os valores e princípios do cooperativismo para a vida das pessoas. Além disso, o programa exerce o sétimo princípio do cooperativismo, de interesse pela comunidade, e está alinhado às competências da Base Nacional Comum Curricular e aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, mais especificamente ao ODS 4, que busca assegurar uma educação inclusiva e de qualidade. (Imprensa Frísia)

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COOPAVEL: Plantar trigo traz renda direta, reduz custos e melhora os resultados na soja

coopavel 27 05 2021As razões que mostram que plantar trigo é um bom negócio são o tema de novo episódio da versão digital do Show Rural Coopavel que pode ser assistido nos canais digitais do evento – www.showrural.com.br e youtube.com/showruralagro. O pesquisador da Embrapa, Salvador Foloni, e o consultor comercial do Banco do Brasil Seguros, Marcos Vinicius dos Santos, compartilham informações preciosas que, além de incentivar, trazem ainda mais segurança aos produtores rurais que decidirem investir na triticultura.

Benefícios - Há inúmeros benefícios em cultivar trigo, principalmente àqueles que optam em deixar sua área de terra em pousio – sem o cultivo de nenhuma cultura. Foloni explica que o trigo gera renda direta ao produtor e contribui com ganhos a culturas subsequentes. “Cultivar trigo contribui para amortizar custos fixos da lavoura, da terra, do maquinário, da equipe e também das benfeitorias”. O pesquisador cita ainda redução de despesas na cultura da soja, manejo de plantas daninhas e aumento de produtividade.

Produtividade - Estudos apontam para ganhos de produtividade de 10% a 15% na soja subsequente quando é instalada sobre a palhada do trigo. Foloni destaca como benefícios também aumento da sustentabilidade agronômica dos sistemas de produção, combate à erosão, melhoria da palhada e da ciclagem de nutrientes, e avanços no manejo de doenças e de parasitas de solo. “Com novas variedades altamente tecnológicas, as produtividades surpreendem, trazendo bom retorno financeiro aos produtores rurais”, destaca o presidente da Coopavel, Dilvo Grolli.

Seguro - O Banco do Brasil Seguros e a Coopavel encontraram uma forma de tornar o cultivo do trigo ainda mais atraente na área de cobertura da cooperativa. Trata-se de um projeto-piloto de cobertura de perda de qualidade no trigo. Quem fala a respeito no capítulo do Show Rural Digital que está no ar é o consultor comercial do BB Seguros Marcos Vinicius dos Santos. “Geada e granizo respondem por 25% das perdas, mas o maior índice de sinistralidade são tromba d´água e chuva excessiva, que respondem por 54% do total”, conforme Marcos.

Tecnologias - O consultor diz que as tecnologias disponíveis atualmente favorecem o agricultor no que se refere à segurança no plantio, evitando que ele opte por deixar a terra sem nenhuma cultura. A cobertura de perda de qualidade é específica a cooperados da Coopavel. Há algumas regras que precisam ser seguidas, como o uso de sementes certificadas e observação de zoneamento orientado pelo Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Incentivo - Marcos destaca que o Mapa dá incentivo ao trigo, entrando com 40% de subvenção, valor esse que pode ser deduzido do seguro. “O produtor rural precisa pensar no seguro como investimento e não custo”, conforme o consultor comercial do Banco do Brasil. O Show Rural em sua versão digital pode ser acompanhado por agricultores e técnicos de qualquer lugar e a qualquer hora, aponta o coordenador geral do evento, o agrônomo Rogério Rizzardi. (Imprensa Coopavel)

 

COCAMAR: Ciclo de Debates analisa manutenção de equipamentos

cocamar 27 05 2021“Manutenção de equipamentos agrícolas – mitos e verdades”. O tema da 18ª jornada do Ciclo de Debates Cocamar que acontece nesta quinta-feira (27/05), às 16h30, em transmissão ao vivo pelo canal da cooperativa no Youtube, deve ser acompanhado por um grande número de produtores cooperados.

Participantes - Os especialistas Heliotérico de Morais, gerente corporativo de Pós-Vendas, e Bruno Guidi de Souza, supervisor técnico em Agricultura de Precisão, ambos da Concessionária Cocamar John Deere, vão conversar sobre esse assunto com o convidado especial, o gerente de Suporte de Produto da John Deere, Cleber Oliveira.

Quinzenal - O Ciclo de Debates Cocamar é promovido a cada quinze dias, sempre abordando assuntos do interesse dos cooperados. (Imprensa Cocamar)

 

SICREDI FRONTEIRAS: Cooperativa renova convênio do Programa A União Faz a Vida no município de Capanema

A Cooperativa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP realizou, na manhã de segunda-feira (24/05), a renovação da assinatura do convênio do PUFV – Programa A União Faz a Vida, no município de Capanema/PR.

Presenças - Estiveram presentes no momento, Américo Bellé, prefeito de Capanema; José Carlos Balzan, vice-prefeito; Zaida Teresinha Parabocz, secretária de Educação; Nilva Beatriz Steffens, coordenadora local do PUFV; Gilvan Cavalheiro, gerente da agência de Capanema; Daiane Wesseler Alexandre, assessora de desenvolvimento do cooperativismo e Diovana Hossel, assistente de desenvolvimento do cooperativismo.

Implantação - De acordo com Daiane Wesseler Alexandre, o Programa A União Faz a Vida foi implantado em Capanema no ano de 2006 e a parceria com o município continua até hoje. “Todo o início de ano letivo nós nos reunimos para renovarmos o contrato e elaborarmos as principais ações a serem realizadas com os alunos integrantes do Programa”. Atualmente o município de Capanema possui mais de 1.380 alunos da rede pública de ensino que participam do programa.

Formação continuada - Neste ano, a formação continuada com os professores integrantes do Programa no município de Capanema ocorrerá nos dias 14 e 21 de junho, das 18h30 às 20h30.

Saiba mais sobre o PUFV - Trata-se de uma iniciativa sistêmica do Sicredi, que disponibiliza, em escolas da região, uma metodologia de ensino em que os alunos são protagonistas do processo de aprendizagem, contando com apoio de educadores, pais e comunidade. Saiba mais sobre o Programa em www.auniaofazavida.com.br

Objetivo - Em conjunto com os educadores, o Sicredi pretende, através do Programa A União Faz a Vida, unir a comunidade escolar, os pais e professores, trabalhando a educação, informação e cooperação para a construção de uma sociedade mais justa.

Metodologia - O Programa A União Faz a Vida está há 25 anos no Sicredi e apresenta uma metodologia de ensino diferenciada, que visa transformar crianças, jovens e adultos em cidadãos mais cooperativos e humanos.

Cidades - Na Sicredi Fronteiras, o Programa está há 15 anos, nas cidades de Capanema, Ampére, Salgado Filho e Capitão Leônidas Marques, no Paraná e as cidades paulistas de Itupeva e Jarinu - que passaram a integrar o Programa em 2020.

Abrangência - O PUFV envolve 4.902 alunos em 53 escolas nos quais 460 educadores trabalham com a metodologia de projetos. Para que isso aconteça, são realizados vários treinamentos com professores que atuam no Programa. (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

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ZARC: Publicado zoneamento agrícola do milho consorciado com braquiária 1ª safra 2021/2022

zarc 27 05 2021Foram publicadas no Diário Oficial da União desta quarta-feira (26/05) as portarias com o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), ano-safra 2021/2022, para o cultivo do consórcio milho com braquiária de 1ª safra. Nesta publicação as Unidades da Federação contempladas foram: Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Maranhão, Piauí, Acre, Pará, Rondônia, Tocantins, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná.

Aumento - O cultivo consorciado de plantas produtoras de grãos com forrageiras tropicais tem aumentado significativamente nos últimos anos nas regiões que apresentam inverno seco. O consórcio do milho com a braquiária é possível graças ao diferencial de tempo e espaço no acúmulo de biomassa entre as espécies. A associação entre o sistema plantio direto e o consórcio entre culturas anuais e pastagens é uma das opções que apresenta maiores benefícios, como maior reciclagem de nutrientes, acúmulo de palha na superfície, melhoria da parte física do solo, pela ação conjunta dos sistemas radiculares e pela incorporação e acúmulo de matéria orgânica, além de ser mais sustentável em relação ao cultivo convencional.

Para que serve o Zarc - O zoneamento tem o objetivo de reduzir os riscos relacionados aos problemas climáticos e permite ao produtor identificar a melhor época para plantar, levando em conta a região do país, a cultura e os diferentes tipos de solos.

Modelo - O modelo agrometeorológico considera elementos que influenciam diretamente no desenvolvimento da produção agrícola como temperatura, chuvas, umidade relativa do ar, ocorrência de geadas, água disponível nos solos, demanda hídrica das culturas e elementos geográficos (altitude, latitude e longitude).

Menos sujeitos aos riscos - Os agricultores que seguem as recomendações do Zarc estão menos sujeitos aos riscos climáticos e ainda poderão ser beneficiados pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) e pelo Programa de Subvenção ao prêmio do Seguro Rural (PSR). Muitos agentes financeiros só liberam o crédito rural para cultivos em áreas zoneadas.

Aplicativo Plantio Certo - Produtores rurais e outros agentes do agronegócio podem acessar por meio de tablets e smartphones, de forma mais prática, as informações oficiais do Zarc, facilitando a orientação quanto aos programas de política agrícola do governo federal. O aplicativo móvel Zarc Plantio Certo, desenvolvido pela Embrapa Informática Agropecuária (Campinas/SP), está disponível nas lojas de aplicativos: iOS e Android

Plataforma - Os resultados do Zarc também podem ser consultados e baixados por meio da plataforma “Painel de Indicação de Riscos”. (Mapa)

FOTO: Embrapa

 

IBRAFE: Programa vai garantir a origem e verificar a qualidade das sementes de feijão no Brasil

ibrafe 27 05 2021Com o objetivo de reduzir a comercialização de sementes piratas e aumentar os padrões de qualidade do processo produtivo de feijão e pulses no Brasil, a Ceptis Agro e o Instituto Brasileiro do Feijão e Pulses (Ibrafe) lançam, nesta quinta-feira (27/05), o Programa Semente Legal Ibrafe. O evento online será às 15h no link: http://www.isatvideo.com.br/apresentacaoparceria.

Origem e qualidade - A solução garante a origem e verifica a qualidade das sementes produzidas e distribuídas nacional e internacionalmente. Pela parceria, produtores de sementes, revendedores, distribuidores e consumidores poderão contar com o selo Semente Legal. Os produtos com a etiqueta são monitorados por um rigoroso sistema de rastreabilidade segura. O selo será um diferencial competitivo no mercado de sementes de feijões em todo o País.

Líder - O Brasil é hoje um dos líderes mundiais no mercado de produtos agrícolas, segundo a Embrapa, movimentando quase 30% do PIB brasileiro. Porém, o mercado ilegal de sementes piratas também vem crescendo nos últimos anos, causando prejuízos milionários ao setor e ao consumidor final, que adquire produtos de origem e qualidade duvidosas. No segmento de feijão e pulses, por exemplo, dados do Ibrafe apontam que cerca de 90% das sementes não são certificadas e têm suas origens desconhecidas. Uma semente fora do padrão pode causar queda na produtividade, disseminação de pragas e doenças, além de incentivar o mercado que não segue as normas legais oficiais.

Autorregulação - De acordo com o CEO da Ceptis, Philippe Ryser, a iniciativa contribui para a autorregulação do setor, combatendo práticas de comercialização de sementes piratas, que prejudicam a produtividade e a segurança alimentar dos brasileiros. "Estamos implementando um modelo de negócio com uma referência de boas práticas de produção sustentável e monitoramento contínuo de diversos indicadores ambientais, sociais e econômicos. Isso reflete em todo o setor, que contará com um importante instrumento de combate ao comércio ilícito e à concorrência desleal e, principalmente, de proteção do consumidor", explicou.

Pesquisa e desenvolvimento - Para o presidente do Ibrafe, Marcelo Eduardo Lüders, é necessário investir em pesquisa e desenvolvimento para que se tenha qualidade. "Precisamos fazer investimentos para termos o reconhecimento do melhor produto e a confiança que o mercado quer. O Semente Legal privilegia o produtor, diferenciando as sementes vendidas no mercado e legitimando nossas marcas como tecnicamente competentes e comprometidas com as boas práticas de produção. Queremos ter as melhores sementes do país. E as sementes certificadas certamente vão valer mais do que as outras", afirmou.

Adesão voluntária - A certificação não é obrigatória e poderá ser feita por adesão voluntária das empresas interessadas. Grandes players do mercado de sementes de feijão e pulses já estão em processo de adesão ao programa.

Procedência - Por meio do Semente Legal, produtores e consumidores finais podem verificar a procedência e ter segurança sobre a qualidade do produto. Na plataforma tecnológica disponibilizada aos produtores, as sementes são cadastradas, associadas a etiquetas codificadas e com registro de sua destinação. Além disso, a qualidade das sementes produzidas é atestada pelo sistema de Verificada Externa da Qualidade (VEQ), feita com o trabalho de amostradores certificados junto ao Renasem, e laboratórios acreditados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. As etiquetas e lacres de segurança são afixados nas sacarias e bigbags das sementes, com códigos de segurança antifraude e tecnologias antifalsificação.

Aplicativo - Toda a segurança do processo pode ser confirmada pelo aplicativo para smartphones, Semente Legal, gratuito e disponível a produtores, empresas e consumidores, que possibilita a autenticação das etiquetas e o acesso às informações sobre o produto como, por exemplo, o termo de conformidade. O aplicativo disponibiliza ainda um canal de denúncia com total garantia de privacidade das informações.

Diferencial - Os produtores que aderem ao Semente Legal passam a contar com um grande diferencial no mercado. São inúmeros os benefícios, entre eles, comprovação da rastreabilidade segura, garantia de origem e qualidade promovida por uma empresa independente; TrustScore como diferencial competitivo; reconhecimento como produtores altamente qualificados, orientados para a sustentabilidade; acesso a fundos de investimentos específicos; auxílio aos órgãos de fiscalização, além das facilidades de divulgação das marcas por meio dos canais Ceptis Agro, das associações e produtores participantes.

Sobre o Programa Semente Legal - Criado em 2017, o programa Semente Legal é uma solução desenvolvida pelo grupo Ceptis, por meio da Ceptis Agro, empresa brasileira detentora do direito de exploração da tecnologia suíça para a promoção do agronegócio por meio de soluções tecnológicas integradas. Com certificação desde as sementes forrageiras, até as de uso comum e insumos agrícolas e veterinários, o Semente Legal tem a finalidade de garantir a rastreabilidade segura e a origem aos produtos agrícolas.

Rastreabilidade - Desde 2017, o programa é utilizado na rastreabilidade segura e certificação da origem das sementes forrageiras produzidas pela Unipasto, associação parceira da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) com associados presentes nos estados da Bahia, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e São Paulo. Mais de 1,5 milhão de sacarias de sementes forrageiras dos associados da Unipasto já contam com o programa.

Contrato - E, em agosto de 2020, a Ceptis Agro assinou um contrato com a Aprossul, que congrega produtores do Mato Grosso do Sul, para a implantação do Semente Legal com um sistema acional, o TrustScore, que, além de verificar a origem e garantir a qualidade das sementes, também verifica diversos indicadores sociais, ambientais e econômicos dentro do processo produtivo de sementes. (Assessoria de Imprensa do Ibrafe)

SERVIÇO

O que: Lançamento do Programa Semente Legal Ibrafe

Quando: 27/05/2021 às 15h

Onde: Evento online no link: http://www.isatvideo.com.br/apresentacaoparceria

Participantes: Tiago Pilon, coordenador do Programa Semente Legal; Marcelo Eduardo Lüders, presidente do Ibrafe; e José Roberto de Menezes, pesquisador e consultor na área de produção.

 

PNAD CONTÍNUA I: Desemprego chega a 14,7% no primeiro trimestre, maior desde 2012

pnad continua 27 05 2021A taxa de desocupação subiu para 14,7% no primeiro trimestre deste ano, uma alta de 0,8 ponto percentual na comparação com o último trimestre de 2020 (13,9%). Isso corresponde a mais 880 mil pessoas desocupadas, totalizando 14,8 milhões na fila em busca de um trabalho no país. É a maior taxa e o maior contingente de desocupados de todos os trimestres da série histórica, iniciada em 2012.

PNAD Contínua - Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada hoje (27/05) pelo IBGE.

Efeito sazonal - “Esse aumento da população desocupada é um efeito sazonal esperado. As taxas de desocupação costumam aumentar no início de cada ano, tendo em vista o processo de dispensa de pessoas que foram contratadas no fim do ano anterior. Com a dispensa nos primeiros meses do ano, elas tendem a voltar a pressionar o mercado de trabalho”, explica a analista da pesquisa, Adriana Beringuy.

Ocupados - A analista observa que o contingente de ocupados (85,7 milhões) ficou estatisticamente estável na comparação com o último trimestre do ano passado. Mas o nível de ocupação (48,4%) reduziu 0,5 ponto percentual. Desde o trimestre encerrado em maio do ano passado, o nível de ocupação está abaixo de 50%, o que indica que menos da metade da população em idade para trabalhar está ocupada no país.

Retração - “Essa redução do nível de ocupação está sendo influenciada pela retração da ocupação ao longo do ano passado, quando muitas pessoas perderam trabalho. Em um ano, na comparação com o primeiro trimestre de 2020, a população ocupada reduziu em 6,6 milhões de pessoas”, comentou Adriana Beringuy, observando que os impactos da pandemia só ficaram visíveis no mercado de trabalho no final de março daquele ano.

Estáveis - A maioria dos indicadores ficaram estáveis no primeiro trimestre deste ano. Entre as categorias de trabalhadores, houve redução dos empregados do setor privado sem carteira assinada (9,7 milhões), um recuo de 2,9% com menos 294 mil pessoas. Também diminuíram os empregados do setor público sem carteira (1,9 milhão), uma queda de 17,1% ou menos 395 mil.

Aumento - O único aumento na ocupação ocorreu entre os trabalhadores por conta própria (23,8 milhões), que cresceram 2,4%, um acréscimo de 565 mil postos de trabalho.

Setor privado - Já os trabalhadores do setor privado com carteira assinada ficaram estáveis (29,6 milhões). Na comparação anual, contudo, houve uma redução de 10,7% ou menos 3,5 milhões de pessoas. Os trabalhadores domésticos foram estimados em 4,9 milhões de pessoas no primeiro trimestre deste ano. Frente ao mesmo trimestre do ano anterior, essa categoria reduziu em 1,0 milhão de pessoas.

CNPJ - Embora estatisticamente estável, o número de empregadores com CNPJ (3,0 milhões) foi o menor da série histórica iniciada no quarto trimestre 2015, quando começou a ser pesquisada a diferenciação de profissionais com e sem CNPJ.

Informalidade - A taxa de informalidade foi de 39,6% no primeiro trimestre deste ano, o que equivale a 34,0 milhões de pessoas, ficando estável em relação ao trimestre anterior (39,5%). Os informais são os trabalhadores sem carteira assinada (empregados do setor privado ou trabalhadores domésticos), sem CNPJ (empregadores ou empregados por conta própria) ou trabalhadores sem remuneração.

Subutilizados e desalentados têm alta recorde - Outro destaque da pesquisa foi a alta no total de pessoas subutilizadas, que são aquelas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas ou na força de trabalho potencial. No primeiro trimestre, o contingente chegou a 33,2 milhões, o maior da série comparável, um aumento de 3,7% com mais 1,2 milhão de pessoas.

Desalentados - Os desalentados, que desistiram de procurar trabalho devido às condições estruturais do mercado, somaram 6,0 milhões de pessoas, ficando estáveis em relação ao último trimestre de 2020, mas permanecem como maior patamar da série.

Atividades econômicas têm menos ocupados do que há um ano - A pesquisadora observa que o contingente de ocupados também não teve variações significativas em todos os grupamentos de atividades no primeiro trimestre deste ano, frente ao último trimestre do ano anterior.

Comparação - Mas quando comparado ao primeiro trimestre de 2020, houve redução em sete grupos: comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (9,4%, ou menos 1,6 milhão de pessoas), alojamento e alimentação (26,1%, ou menos 1,4 milhão de pessoas), serviços domésticos (17,3%, ou menos 1,0 milhão de pessoas), outros serviços (18,6%, ou menos 917 mil pessoas), indústria geral (7,7%, ou menos 914 mil pessoas), transporte, armazenagem e correio (11,1%, ou menos 542 mil pessoas) e construção (5,7%, ou menos 361 mil pessoas).

Crescimento - A ocupação cresceu somente na agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (4,0%, ou mais 329 mil pessoas).

Pandemia - “Essa redução na maioria dos grupamentos de atividades reflete o cenário da pandemia. De modo geral, a maior parte das atividades econômicas tem menos ocupados do que há um ano”, conclui a analista.

Rendimento médio dos trabalhadores fica estável - A pesquisa mostra ainda que o rendimento médio real dos trabalhadores foi de R$ 2.544 no primeiro trimestre deste ano, ficando estável em relação ao último trimestre de 2020. A massa de rendimento real, que é soma de todos os rendimentos dos trabalhadores, também ficou estável, atingindo R$ 212,5 bilhões.

Mais sobre a pesquisa - A PNAD Contínua é o principal instrumento para monitoramento da força de trabalho no país. A amostra da pesquisa por trimestre no Brasil corresponde a 211 mil domicílios pesquisados. Cerca de dois mil entrevistadores trabalham na pesquisa, em 26 estados e Distrito Federal, integrados à rede de coleta de mais de 500 agências do IBGE.

Coleta - Em função da pandemia de Covid-19, o IBGE implementou a coleta de informações da pesquisa por telefone desde 17 de março de 2020. É possível confirmar a identidade do entrevistador no site Respondendo ao IBGE ou via Central de atendimento (0800 721 8181), conferindo a matrícula, RG ou CPF do entrevistador, dados que podem ser solicitados pelo informante. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Sec. do Trabalho (DF)

 

PNAD CONTÍNUA II: Norte e Nordeste puxam desocupação recorde no primeiro trimestre no país

pnad II 27 05 2021A taxa recorde de desocupação de 14,7% no país foi puxada por duas das grandes regiões: Norte, que passou de 12,4%, no último trimestre de 2020, para 14,8%, no primeiro trimestre de 2021, e Nordeste, em que o indicador foi de 17,2% para 18,6%. Em ambas as regiões, é a maior taxa já registrada desde 2012. Nas demais, o cenário é de estabilidade em relação ao quarto trimestre do ano passado. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada nesta quinta-feira (27/05) pelo IBGE.

Aumento significativo - “Norte e Nordeste tiveram aumento significativo da procura por trabalho no primeiro trimestre de 2021, elevando a taxa de desocupação nessas duas regiões. Nas outras regiões, o cenário foi de estabilidade na desocupação e na ocupação na comparação trimestral”, explica a analista da pesquisa, Adriana Beringuy. Apesar de permanecer estável, a taxa de desocupação no Sudeste é maior do que a do Norte: 15,2%.

Esperado - De acordo com Beringuy, o aumento na procura por trabalho já era esperado em razão da sazonalidade: no fim do ano, há contratações temporárias e, no início do ano, há a dispensa dos empregados. “Analisando a nossa série histórica, no nível nacional, é possível verificar esse comportamento sazonal no início de cada ano, que é a expansão da população desocupada. Isso faz com que a taxa de desocupação cresça, principalmente, no primeiro trimestre”, explica.

Total - Com esse aumento, o número de desempregados no Norte chega a 1,2 milhão, aumento de 187 mil pessoas frente ao último trimestre de 2020. No Nordeste, houve acréscimo de 370 mil pessoas, totalizando, agora, 4,4 milhões de pessoas à procura de emprego. Entre as unidades da federação, oito tiveram aumento na taxa de desocupação na comparação trimestral e, em 12 delas, o percentual é recorde. Pernambuco e Bahia se destacaram com a taxa de 21,3%.

Informalidade - Além do aumento no desemprego, Norte e Nordeste têm outra característica frente a outras regiões: a informalidade. Entre as pessoas ocupadas do país, 75,3% dos empregados do setor privado tinham carteira de trabalho assinada no primeiro trimestre de 2021. Mas tanto o Norte (60,3%) quanto o Nordeste (59,0%) apresentavam percentuais menores do que a média nacional.

Histórico - “Historicamente, o Nordeste e o Norte têm grandes quantitativos de trabalhadores informais. São regiões onde há menos presença de atividades econômicas com contratação de emprego por meio da carteira de trabalho, por exemplo, e boa parte dos trabalhadores são ocupados no comércio, em serviços mais informais. É uma característica econômica dessas regiões, onde há uma inserção mais precária dos trabalhadores, fazendo com que essa mão de obra informal seja mais preponderante na composição dos ocupados”, diz Beringuy.

Taxa - A taxa de informalidade foi estimada em 53,3% no Nordeste e 55,6% no Norte, as únicas regiões que ficaram acima da média nacional (39,6%). Dos 34 milhões de trabalhadores informais do país, 10,2 milhões estão no Nordeste e 3,4 milhões, no Norte. Entre as unidades da federação, a maior taxa de informalidade foi estimada no Maranhão: 61,6%. “As dez maiores taxas de informalidade do país são encontradas em estados no Norte e Nordeste do país. Já as cinco menores taxas estão no Sul, Sudeste e Centro-Oeste”, ressalta a pesquisadora.

País - O nível da ocupação no país foi estimado em 48,4%, ou seja, menos da metade das pessoas em idade de trabalhar estão ocupadas. Houve diferenças nesse indicador em cada região: Sul (54,3%) e Centro-Oeste (54,2%) são as que têm os maiores percentuais. Já o Nordeste tem o menor (40,9%).

Desemprego é maior entre pretos e pardos A taxa de desocupação entre os brancos (11,9%), no primeiro trimestre de 2021, ficou abaixo da média nacional (14,7%), enquanto as dos pretos (18,6%) e pardos (16,9%) ficaram acima. No primeiro trimestre de 2012, início da série histórica da PNAD Contínua, a taxa de desocupação entre os pretos era de 9,7%, a dos pardos correspondia a 9,1% e a dos brancos, 6,6%. À época, a taxa média de desocupação no país foi estimada em 7,9%.

Taxa de desocupação por cor ou raça (%) - Para Beringuy, os números são reflexo de um problema estrutural. “No primeiro trimestre de 2012, a taxa de desocupação da pessoa parda era 37,9% maior do que a de uma pessoa branca. Essa diferença, no primeiro trimestre de 2021, é de 42%. A pesquisa já registrou diferença superior a essa. Em relação à população de cor preta, a diferença é maior. A taxa de desocupação de uma pessoa preta é 56,3% maior do que o de uma pessoa branca. Assim como a da população parda, essa não é a maior diferença registrada. A maior foi no ano passado, no auge da pandemia. É um problema estrutural, que muitas vezes se agrava em momentos de crise do mercado de trabalho”, diz a analista.

Mulheres são minoria entre os ocupados - Apesar de serem maioria na população em idade de trabalhar, as mulheres são minoria entre as pessoas ocupadas (43,3%). No primeiro trimestre deste ano, a taxa de desocupação foi de 12,2% para os homens e 17,9% para as mulheres. Elas também representavam 54,5% da população que está em busca de emprego.

Aumento geral - “A taxa de desocupação aumentou durante o período da pandemia para toda a população. O que percebemos a partir do segundo trimestre de 2020 foi um crescimento muito acentuado da diferença na taxa de desocupação entre homens e mulheres. A taxa de desocupação da mulher é 46,7% maior do que a do homem e, nesse último trimestre, a taxa cresceu mais entre as mulheres do que entre os homens, mostrando que ainda entre as mulheres o avanço da desocupação está sendo mais intenso”, explica Adriana Beringuy.

Características - A pesquisadora destaca algumas características que podem ser observadas no mercado de trabalho em relação à diferença entre homens e mulheres. Uma delas é a forma de inserção. “Elas são maioria na desocupação, embora tenham escolaridade, em média, maior do que a dos homens. Isso tem a ver a com a forma que as mulheres estão conseguindo se inserir. Muitas têm ocupações temporárias, então elas têm maior rotatividade no mercado de trabalho. Muitas conseguem emprego, mas têm que sair para cuidar dos filhos ou de outros membros da família, gerando uma rotatividade ou pequena permanência no trabalho, o que faz com que, muitas vezes, elas estejam tentando se reinserir e constantemente pressionando o mercado de trabalho. Além desse aspecto, a atual crise no mercado de trabalho pode estar acentuando a desocupação entre as mulheres”, diz a analista.

Desemprego atinge grupos mais jovens - A taxa de desocupação entre os jovens de 18 a 24 anos (31,0%) também foi mais alta do que a média nacional (14,7%). Entre as pessoas desocupadas, esse grupo etário representa 29,0%. A maior parcela, no primeiro trimestre de 2021, era composta de adultos entre 25 a 39 anos (34,6%).

Dificuldade - “Os jovens, de modo geral, são pessoas que já têm uma dificuldade em acessar o mercado de trabalho. E nesse momento, além dessas dificuldades inerentes a esse grupo etário, que são a falta de experiência e a não qualificação completa, há a crise atual de demanda por trabalho que está ocorrendo no mercado brasileiro. Ou seja, não há geração de ocupação que permita a absorção desses trabalhadores”, pontua a pesquisadora.

Comparação - Na comparação com o primeiro trimestre de 2020, a participação dos grupos de idade entre 40 e 59 anos e de 60 anos ou mais aumentou entre os ocupados. Nesse período, o grupo entre 40 a 59 anos passou de 41,1% para 44,1%. Já as pessoas com 60 anos ou mais passaram a representar 8,9% da população ocupada do país. No primeiro trimestre de 2020, essa participação era de 8,3%.

Mais sobre a pesquisa - A PNAD Contínua é o principal instrumento para monitoramento da força de trabalho no país. A amostra da pesquisa por trimestre no Brasil corresponde a 211 mil domicílios pesquisados. Cerca de dois mil entrevistadores trabalham na pesquisa, em 26 estados e Distrito Federal, integrados à rede de coleta de mais de 500 agências do IBGE.

Coleta - Em função da pandemia de Covid-19, o IBGE implementou a coleta de informações da pesquisa por telefone desde 17 de março de 2020. É possível confirmar a identidade do entrevistador no site Respondendo ao IBGE ou via Central de atendimento (0800 721 8181), conferindo a matrícula, RG ou CPF do entrevistador, dados que podem ser solicitados pelo informante. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Jader Paes / Agência Pará

pnad II tabela I 27 05 2021

pnad II tabela II 27 05 2021

 

CAGED I: Brasil cria 120,9 mil empregos com carteira assinada em abril

caged 27 05 2021Em abril deste ano, o número de trabalhadores contratados com carteira assinada foi superior ao de demitidos, embora a geração de postos de trabalhos formais tenha ficado abaixo do resultado do mês de março. Segundo o Ministério da Economia, em abril, houve 1.381.767 admissões e 1.260.832 desligamentos no mercado formal de trabalho, o que resultou na geração de 120.935 postos de trabalho.

Destaque - O destaque foi para o setor de serviços, que gerou 57.610 postos de trabalho, tendo admitido, ao longo do mês, 614.873 pessoas, e demitido 557.263.

Resultado - "[O resultado] parece pouco frente ao que gerávamos antes, mas temos que considerar que [abril] foi o mês em que se sentiu mais o impacto da segunda onda da covid-19. Na primeira onda, ano passado, perdemos mais de 900 mil empregos. Agora, criamos 120 mil empregos. O Brasil está mostrando resiliência. Os programas estão funcionando. E, principalmente, a vacinação em massa está entrando. E é com isso que temos que contar para um retorno seguro ao trabalho", destacou o ministro da Economia, Paulo Guedes.

Caged - Os dados fazem parte das estatísticas mensais do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), que o ministério divulgou nesta quarta-feira (26/05). Com o resultado, o estoque de empregos formais no país (quantidade total de vínculos celetistas ativos) chegou a 40.320.857 – o que representa uma variação positiva de 0,30% sobre os 40.199.922 registrados em março.

Quadrimestre - De janeiro a abril, houve 6.406.478 contratações e 5.448.589 demissões, o que representa um saldo de 957.889 empregos.

Atividades econômicas - Além do setor de serviços, outros quatro grupamentos de atividades econômicas (indústria geral; construção; comércio e agricultura/pecuária/produção florestal/pesca/aquicultura) também registraram saldos positivos.

Território nacional - Para o conjunto do território nacional, o salário médio de admissão, em abril, foi calculado em R$ 1.855,52 – valor R$ 46,02 (+2,54%) acima da média registrada em março, que foi de R$ 1.802,65.

Regiões - Todas as regiões do país tiveram saldos positivos na geração de emprego. Das 27 unidades federativas, 23 contabilizaram mais contratações que demissões. Os destaques positivos foram São Paulo, com mais 30.174 postos de trabalho formal; Minas Gerais (13.942); e Santa Catarina (11.127). As unidades federativas com menor saldo foram Alagoas (-3.208); Sergipe (-92 postos) e Rio Grande do Norte (-61 postos).

Comemoração - Segundo Guedes, os resultados devem ser comemorados, pois, em abril, a economia brasileira foi muito afetada pela pandemia da covid-19. "Em abril de 2020, quando sofremos o primeiro forte impacto da covid-19 sobre o mercado de trabalho brasileiro, perdemos 860 mil empregos. Isto em abril do ano passado. Depois disso, perdemos mais de 200 mil, ultrapassando 1 milhão de empregos destruídos logo no início da primeira onda. Após isso, começamos uma recuperação que prossegue, totalizando a criação de 2,2 milhões de empregos criados desde julho. Evidente que este ritmo, em abril, foi mais lento, porque foi quando as mortes atingiram o pico da segunda onda e o distanciamento social, a prudência, fizeram com que houvesse uma retração", comentou Guedes, defendendo a vacinação da população como forma de garantir "um retorno seguro ao trabalho".

Estatísticas completas - As estatísticas completas do Novo Caged estão disponíveis na página do Ministério da Economia na internet. Os dados também podem ser consultados no Painel de Informações do Novo Caged. (Agência Brasil)

 

CAGED II: Destaque nacional, Paraná cria 87,8 mil postos de trabalho no primeiro quadrimestre

caged II 27 05 2021O Paraná fechou o primeiro quadrimestre de 2021 com um saldo de 87.804 novos postos de trabalho com carteira assinada, quarto estado que mais gerou empregos no País neste ano. O dado é do Cadastros Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério de Economia, e corresponde à diferença entre o total de admissões e de desligamentos entre janeiro e abril, com 515.890 pessoas contratadas e 428.086 demitidas no período.

Bom desempenho - O Estado mantém em abril o bom desempenho apresentado ao longo deste ano, com a criação de 10.019 vagas no mês passado, ocupando a quinta posição no País. É uma diferença grande com abril de 2020. Pouco mais de um mês após o início da pandemia de Covid-19, que trouxe uma série de restrições às atividades econômicas, o Estado perdeu naquele mês 61.351 vagas de empregos.

Redução - O Paraná registrou redução no primeiro quadrimestre de 2020, de 10.461 postos de trabalho. No entanto, houve um salto a partir de junho e a manutenção do saldo positivo nos meses seguintes. A exceção foi dezembro, que já tem a tendência de redução por causa das contratações nos meses anteriores para atender às demandas das festas de fim de ano. No acumulado dos últimos 12 meses, 165.170 vagas formais foram criadas no Estado.

Pandemia - “A pandemia ainda não deu trégua, mas o Paraná demonstra que é um estado forte e de gente que trabalha. Tivemos um excelente resultado na geração de empregos no primeiro quadrimestre do ano, principalmente se compararmos com mesmo período do ano passado”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior. “O Governo do Estado trabalha junto com o setor produtivo para recuperar a nossa economia”.

Municípios - Os municípios que mais geraram emprego no primeiro quadrimestre de 2021 foram Curitiba, com 18.113 novas vagas, seguida de Cascavel (4,517), Londrina (3.591), Maringá (3.509), São José dos Pinhais (2.415), Toledo (2.271) e Araucária (2.175).

Setores - O saldo de empregos no Estado em abril foi puxado pela indústria, que gerou 4.074 vagas no último mês. Foi seguida pelo comércio, com 2.888 novos postos de trabalho, setor de construção (2.014), a agropecuária e produção florestal (1.078).

Serviços - Apenas no setor de serviços o saldo de empregos fechou no negativo, com 35 demissões a mais do que contratações. Ainda assim, algumas áreas na prestação de serviços se destacaram, como a administração pública, que teve um saldo de 2.109 vagas, e saúde e serviços sociais, com 1.303 novos postos de trabalho.

Nível positivo - “O Paraná vem mantendo o nível positivo de geração de emprego desde o início do ano, mesmo com as medidas restritivas por conta da pandemia”, afirma Suelen Glinski, chefe do Departamento do Trabalho e Estímulo à Geração de Renda da Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho. “O bom resultado na indústria ajuda a puxar os demais setores econômicos. A recuperação no comércio, que foi fortemente afetado pelas medidas de restrição, também se destaca”.

Brasil - A geração de empregos no Brasil também demonstra a recuperação da atividade econômica, que criou 957.889 postos de trabalho no primeiro quadrimestre do ano. No mesmo período do ano passado, o País tinha perdido 763.232 vagas, maior redução desde 2010. Em abril, o saldo de empregos fechou em 120.935, com um estoque de mais de 40,3 milhões de brasileiros em empregos formais no último mês.

Estados - Os estados com os maiores saldos de emprego nos primeiros quatro meses foram São Paulo (284.942), Minas Gerais (121.497) e Santa Catarina (98.066), além do Paraná. No mês de abril, a abertura de vagas foi liderada por São Paulo (30.174), Minas Gerais (13.942), Santa Catarina (11.127) e Goiás (11.018), com o Paraná ocupando a quinta posição. Apenas quatro estados fecharam o mês no negativo: Alagoas (-3.208), Sergipe (-92), Rio Grande do Norte (-61) e Amapá (-60). (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: José Fernando Ogura / AEN

 

BC: Balança comercial puxa superávit recorde de contas externas em abril

bc 27 05 2021As contas externas fecharam o mês de abril com superávit recorde de US$ 5,663 bilhões, de acordo com dados do Banco Central (BC) divulgados nesta quarta-feira (26/05). No mesmo mês do ano passado, o superávit havia sido de R$ 199 milhões.

Desempenho recorde - O resultado foi puxado sobretudo pelo desempenho recorde da balança comercial, que em abril teve superávit de US$ 9,145 bilhões, resultado impulsionado pela alta recente nos preços de commodities (bens primários com cotação internacional), entre elas minério de ferro e alimentos.

Investimentos diretos - Houve também aumento no ingresso de investimentos diretos do exterior no país, de US$ 3,544 bilhões em abril, ante US$ 1,632 bilhão em igual mês de 2020.

Renda primária - O resultado positivo das contas externas em abril também foi favorecido por uma redução do déficit na conta de renda primária (entrada e saída de lucros e dividendos). Em abril deste ano, o saldo negativo ficou US$ 2,37 bilhões, recuo de 37,7% em relação a abril de 2020.

Resultado acumulado - No acumulado dos 12 meses encerrados em abril, as contas externas registram déficit de US$ 12,4 bilhões, equivalente 0,84% do Produto Interno Bruto (PIB), taxa menor que os 1,23% do PIB registrados em março, quando o acumulado em 12 meses estava negativo em US$ 17,9 bilhões.

Março - Em março de 2021, as contas externas haviam registrado déficit de US$ 3,97 bilhões. Na soma dos quatro primeiros meses do ano, o déficit é de US$ 9,717 bilhões, contra um superávit de US$ 199 milhões em igual mês de 2020.

Viagens internacionais -Segundo o Banco Central, as contas externas registraram, em abril, uma alta no déficit da conta de serviços trocados com o exterior, com saldo negativo de US$ 1,313 bilhão, número 19% maior que os US$ 1,104 bilhão registrados em abril do ano passado.

Saldo negativo - Houve também aumento no saldo negativo da conta de viagens, resultado dos gastos de brasileiros no exterior menos as receitas de estrangeiros no Brasil. Essa conta fechou abril com déficit de US$ 137 milhões em abril de 2021, ante US$ 90 bilhões registrados no mesmo mês do ano passado, quando já se encontravam em vigor medidas restritivas de viagem decorrentes da pandemia de covid-19. No mês passado, os gastos de brasileiros no exterior chegaram a US$ 301 milhões, contra US$ 203 milhões em igual mês de 2020. (Agência Brasil)

FOTO: Agência Brasil

 

ECONOMIA: Com aporte de R$ 80 milhões, governador sanciona auxílio emergencial a empresas do Paraná

economia 27 05 2021O Governo do Estado ampliou em 35% o valor que será destinado ao auxílio emergencial para microempreendedores individuais (MEIs) e microempresas de todo o Paraná afetados pela pandemia de Covid-19. Passou de R$ 59,6 milhões, de acordo com a proposta inicial, para R$ 80,28 milhões. A ampliação de recursos vai significar também um alcance maior do programa, que passa de 86.700 empresas para 124.960 beneficiadas (44%).

Lei - O aumento da abrangência foi confirmado pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior nesta quarta-feira (26/05), ao sancionar a lei que criou o programa. A normativa será regulamentada na próxima semana para que os beneficiários possam ter acesso ao crédito, assim como será divulgada a listagem das CNAEs (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) que poderão acessar o programa.

Site - O Estado vai colocar à disposição dos empresários um site específico para adesão, além de um aplicativo, também exclusivo, para movimentações. As pessoas jurídicas terão prazo de 60 dias para adesão, a partir da publicação do Decreto de Regulamentação da lei. Não será necessário apresentar a Certidão de Débitos Tributários e de Dívida Ativa Estadual.

Economia aquecida - “Estamos fazendo de tudo para manter a economia do Paraná aquecida, sem esquecer, é claro, da grave crise sanitária. Esse pacote é uma forma de amenizar o impacto das medidas restritivas para setores que são muito importantes para o Estado e que geram muitos empregos”, afirmou Ratinho Junior.

Fundo - Os recursos são oriundos do Fundo Estadual de Combate à Pobreza do Paraná (Fecoop). Microempresas de oito segmentos cadastradas no Simples Nacional e registradas até 31 de março de 2021 receberão R$ 1.000. Já as microempresas sem inscrição estadual e MEIs terão direito a R$ 500.

Parcelas - Serão quatro parcelas de R$ 250 para microempresas paranaenses com inscrição estadual dos seguintes setores: comércio varejista de vestuário, calçados e acessórios; transporte rodoviário, escolar e de excursões; restaurantes, bares, lanchonetes, ambulantes e similares; casas de festas e eventos e serviços de organização de feiras e congressos; atividades de sonorização e iluminação.

Requisito - Para receber o auxílio, é preciso comprovar faturamento ou declaração no PGDAS-D no valor de até R$ 360 mil durante o ano de 2020. Elas devem ter registro em pelo menos uma das atividades principais ou secundárias.

Enquadradas - Em todo o Paraná, segundo estimativas da Secretaria de Estado da Fazenda, 40.638 empresas se enquadram nesses requisitos, sendo 35.610 com inscrição estadual e 5.028 sem inscrição estadual. O investimento será de R$ 38,12 milhões.

MEIs - Já os MEIs receberão duas parcelas de R$ 250, válido para os segmentos de restaurantes, bares, lanchonetes, ambulantes e similares; casas de festas e eventos e serviços de organização de feiras e congressos; filmagens de festas e eventos, atividades de sonorização e iluminação; gestão de instalação de esportes, aluguel de equipamentos recreativos e esportivos e produção e promoção de eventos esportivos; operadores turísticos e agências de viagem; produção teatral, musical e de espetáculos de dança.

Investimento - Em todo o Estado, 84.322 microempreendedores podem fazer parte deste recorte. O investimento será de R$ 42,16 milhões.

Crédito - A lei também prorroga por 120 dias a validade das Certidões Negativas de Débitos Tributários e de Dívida Ativa Estadual e das Certidões Positivas com Efeitos de Negativa de Regularidade de Débitos Tributários e de Dívida Ativa Estadual, bem como a consulta ao Cadastro Informativo Estadual (Cadin), para fins de operações de crédito realizadas com instituições financeiras públicas no âmbito do Estado do Paraná. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Rodrigo Felix Leal

 

LEGISLATIVO: Câmara aprova MP que elevou salário mínimo para R$ 1.100 em janeiro

legislativo 27 05 2021A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (26/05) a Medida Provisória 1021/20, que aumentou o salário mínimo para R$ 1.100 a partir de 1º de janeiro. Em relação ao valor anterior (R$ 1.045), o reajuste é de 5,26%. A matéria será enviada ao Senado.

Impacto líquido - De acordo com cálculos do Ministério da Economia, o impacto líquido de cada R$ 1 somado ao salário mínimo será de R$ 315,4 milhões nas contas do governo federal. Os R$ 55 a mais significam impacto de R$ 17,3 bilhões. A Constituição determina a correção periódica do salário mínimo.

Valor - Segundo o Poder Executivo, o valor arredondado na MP corresponde à variação da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de janeiro a novembro do ano passado mais projeção para a taxa em dezembro de 2020.

Inflação - O INPC apura a inflação mensal das famílias com renda de 1 a 5 salários mínimos. Na proposta da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2021, havia sido sugerido um mínimo de R$ 1.088, mas esse projeto foi apresentado no meio do ano e os preços aceleraram até o fim de 2020.

Texto original - A MP foi aprovada com o texto original, conforme parecer do relator, deputado Newton Cardoso Jr (MDB-MG), que recomendou a rejeição de todas as emendas. “Consideramos que, na atual conjuntura econômica, torna-se inviável a manutenção de uma política de concessão continuada de ganhos reais ao salário mínimo devido à grave crise econômica com retração do Produto Interno Bruto”, afirmou.

Inadequação orçamentária - O relator deu parecer pela inadequação orçamentária e financeira de todas as emendas que propunham o aumento do salário para valores maiores, inviabilizando sua votação em separado.

Rejeitada - A única emenda votada dessa forma, do deputado Enio Verri (PT-PR), pretendia explicitar que o aumento concedido pela MP valerá até 31 de dezembro de 2021 com o objetivo de evitar a manutenção de seu valor no ano seguinte. A emenda foi rejeitada. “Essa história de que o aumento do salário mínimo maior provoca desemprego é uma mentira”, afirmou o deputado Rogério Correia (PT-MG), ao orientar a votação da emenda.

Regra - Desde o ano passado, não há regra definida para o reajuste do salário mínimo, e assim o governo Bolsonaro tem aplicado apenas a correção pela inflação. Entre 2007 e 2018, reajustes reais consideravam a variação do PIB de dois anos antes.

Lei - Para o deputado Gilson Marques (Novo-SC), a lei não deveria estabelecer o salário do brasileiro. “Gostaria que todos ganhassem muito bem, mas não dá para a lei, para o político fixar quanto vale o trabalho dos outros, não dá pra proibir os outros de trabalhar por um salário abaixo de um determinador valor”, defendeu. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Cleia Viana/Câmara dos Deputados

 

SAÚDE I: Brasil tem 16,2 milhões de casos e 454,4 mil mortes

O número de casos da covid-19 no país desde o início da pandemia subiu para 16.274.695. Nas últimas 24 horas, foram registradas 80.486 pessoas com diagnóstico positivo da doença. Na terça-feira (25/05), o painel de informações do Ministério da Saúde apontava 16.194.209 casos acumulados. O país tem ainda 1.086.279 casos ativos em acompanhamento.

Óbitos - O número dos que não resistiram à pandemia do novo coronavírus (covid-19) totaliza 454.429. Na terça-feira, o país bateu a marca das 450 mil mortes. De terça para esta quarta-feira (26/05), foram confirmados no país 2.398 óbitos. Na terça, o número de mortes estava em 452.031.

Investigação - Ainda há 3.749 mortes em investigação. O termo é empregado pelas autoridades de saúde para designar casos em que um paciente morre, mas a causa segue sendo apurada mesmo após a declaração do óbito.

Recuperados - O número de pessoas que pegaram covid-19 mas se recuperaram desde o início da pandemia totalizou 14.733.987, o que corresponde a 90,5% do total de pessoas que foram infectadas com o vírus.

Balanço diário - Os números estão no balanço diário do Ministério da Saúde sobre a pandemia, divulgado na noite desta quarta-feira (26/05). A atualização é produzida a partir das informações disponibilizadas pelas secretarias estaduais de Saúde.

Números - Os números são em geral mais baixos aos domingos e segundas-feiras em razão da menor quantidade de funcionários das equipes de saúde para realizar a alimentação dos dados. Já às terças-feiras, os resultados tendem a ser maiores pelo envio dos dados acumulados.

Estados - O ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (109.241), seguido do Rio de Janeiro (49.899), Minas Gerais (39.540), Rio Grande do Sul (27.756) e Paraná (25.777). Na parte de baixo da lista, com menos vidas perdidas para a pandemia, estão Roraima (1.612), Acre (1.652), Amapá (1.673), Tocantins (2.813) e Alagoas (4.661).

Vacinação - Até o momento, foram distribuídas a estados e municípios 90,7 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Desse total, foram aplicadas 59,6 milhões de doses, sendo 40,4 milhões da primeira dose e 19,2 milhões da segunda dose. (Agência Brasil)

 

saude I tabela 27 05 2021

SAÚDE II: Boletim confirma mais 5.845 casos e 113 óbitos pela Covid-19 no Paraná

saude II 27 05 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quarta-feira (26/05) mais 5.845 casos e 113 mortes pela Covid-19 no Paraná. Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas. Os dados acumulados do monitoramento da doença mostram que o Estado soma 1.067.721 casos e 25.632 óbitos.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta quarta-feira são de janeiro (12), fevereiro (22), março (40), abril (125) e maio (5.643), e dos seguintes meses de 2020: agosto (1) e dezembro (2).

Internados - O informe relata que 2.856 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 2.231 em leitos SUS (983 em UTI e 1.248 em enfermaria) e 625 em leitos da rede particular (310 em UTI e 315 em enfermaria).

Exames - Há outros 2.885 pacientes internados, 1.023 em leitos UTI e 1.862 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão nas redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Secretaria da Saúde informa a morte de mais 113 pessoas. São 50 mulheres e 63 homens, com idades que variam de 18 a 93 anos. Os óbitos ocorreram de 13 de março a 26 de maio de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Paranaguá (9), Arapongas (8), Irati (6), Jacarezinho (4), Maringá (4), Campo Largo (3), Cascavel (3), Guarapuava (3), Pato Branco (3), Pinhais (3), Santa Terezinha de Itaipu (3), São José dos Pinhais (3), Castro (2), Formosa do Oeste (2), Foz do Iguaçu (2), Londrina (2), Lunardelli (2), Mandirituba (2), Pitanga (2), Ponta Grossa (2), Sabáudia (2), Turvo (2) e Vera Cruz do Oeste (2).

Uma morte - Também houve o registro de uma morte em cada um dos seguintes municípios: Araucária, Bandeirantes, Cambé, Campo Mourão, Candói, Conselheiro Mairinck, Corbélia, Cruzeiro do Iguaçu, Curitiba, Curiúva, Figueira, Guaraqueçaba, Guaíra, Ibema, Ibiporã, Imbituva, Itaperuçu, Loanda, Matinhos, Medianeira, Piraquara, Pontal do Paraná, Porecatu, Primeiro de Maio, Pérola, Quatro Barras, Quedas do Iguaçu, Quinta do Sol, Quitandinha, Reserva, Rio Azul, Rio Branco do Sul, Santa Helena, Santa Lúcia, Sarandi, São Miguel do Iguaçu, Tapira, Três Barras do Paraná e União da Vitória.

Fora do Paraná - O monitoramento registra 5.853 casos de residentes de fora, sendo que 145 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o boletim completo

 

SAÚDE III: Lote com 37,4 mil vacinas da Pfizer chega ao Paraná

saude vacinas 27 05 2021O Paraná recebeu nesta quarta-feira (26/05) a quarta remessa de vacinas contra a Covid-19 da Pfizer/BioNTech. O lote de 37.440 doses faz parte da 21ª remessa de distribuição do Ministério da Saúde e chegou ao Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) às 20 horas.

Aplicação - A orientação do 19º Informe Técnico é de que as doses sejam destinadas à primeira aplicação (D1) em pessoas com comorbidades, deficiência permanente e gestantes e puérperas com comorbidades.

Certeza - “Cada remessa de vacina que recebemos é a certeza de que mais paranaenses serão imunizados. As equipes do Centro de Medicamentos e da Imunização estão trabalhando agora para agilizar a distribuição destes imunizantes, viabilizando a descentralização das doses para mais municípios do Estado”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Orientações - A vacina norte-americana possui orientações específicas sobre armazenamento e aplicação das doses. O imunizante precisa ser diluído em soro fisiológico para aplicação e necessita de conjunto de seringas específicas de 1 ml. Além disso, o armazenamento das doses a longo prazo exige ultrafreezers que podem chegar a -80ºC.

Procedimentos - “As vacinas chegam ao Estado em temperatura média de -20ºC. Nós realizamos o armazenamento das doses nesta mesma temperatura e quando a distribuição é definida, os imunizantes são enviados de 2ºC a 8ºC para os municípios. A partir do recebimento, as equipes municipais têm até cinco dias para aplicarem as doses”, informou Margely de Souza Nunes, diretora do Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar).

Descentralização - Beto Preto explica que pelas condições diferenciadas de administração e conservação da vacina, cada lote recebido da Pfizer precisa de uma análise antes da distribuição.

Definição - “O Programa Estadual de Imunização verifica o número de doses recebidas e a capacidade de armazenamento e aplicação dos municípios, que precisam utilizar essas vacinas em até cinco dias. Após isso é definido a distribuição e a descentralização das doses”, explicou.

Mais municípios - “No primeiro lote somente a Capital foi contemplada, conforme recomendação do Ministério da Saúde, mas graças à ampla rede de imunização do Estado em todas as regiões, estamos conseguindo distribuir essas vacinas para cada vez mais municípios”, arrematou o secretário.

Contempladas - As doses da Pfizer já foram distribuídas para Curitiba, Maringá, Cascavel, Londrina, Ponta Grossa, Guarapuava, Foz do Iguaçu, Araucária, Campo Largo, São José dos Pinhais, Colombo e Pinhais.

Lotes - O Paraná recebeu até agora 2.566.950 doses da vacina AstraZeneca/Fiocruz, 2.550.400 doses da vacina CoronaVac/Butantan e 177.840 doses da Pfizer/BioNTech, somando 5.295.190 vacinas. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Ari Dias / AEN

 

SAÚDE IV: ANS atualiza painéis dinâmicos sobre dados econômico-financeiros

saude III 27 05 2021A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulga a atualização do “Prisma Econômico-Financeiro da Saúde Suplementar”, do “Anuário: Aspectos Econômico-Financeiros das Operadoras de Plano de Saúde” e do “Atlas Econômico-Financeiro da Saúde Suplementar”. Os painéis apresentam dados do setor em ferramenta dinâmica, com interface simples e de fácil compreensão para toda a sociedade.

Prisma - O Prisma Econômico-Financeiro da Saúde Suplementar é dividido em três grandes grupos: Dados Consolidados do Setor de Saúde Suplementar, Ativos Garantidores e Provisões Técnicas e Indicadores Econômico-Financeiros (ponderados e não ponderados). Apresenta a evolução dos dados econômico-financeiros do setor de forma consolidada e por modalidade de operadoras de planos de saúde. O painel é atualizado com dados trimestrais das operadoras duas vezes ao ano, e apresenta agora os dados relativos aos 3º e 4º trimestres de 2020. Confira aqui.

Anuário - O Anuário da Saúde Suplementar apresenta aspectos econômico-financeiros de cada operadora de plano de saúde, como dados do Balanço Patrimonial e da Demonstração de Resultados do Exercício, além de diversos indicadores necessários para uma análise mais detalhada das empresas do setor. O Anuário é atualizado anualmente e apresenta agora os dados relativos a 2020. A novidade nesta edição é uma página na qual é possível comparar os principais indicadores de duas ou mais operadoras. Confira aqui.

Atlas - O Atlas Econômico-Financeiro da Saúde Suplementar oferece uma visão concorrencial do setor, apresentando indicadores de concentração, número de beneficiários, identificação das operadoras que possuem as maiores fatias de mercado e receita e despesa assistenciais estimadas para cada um dos 148 mercados relevantes de planos individuais e familiares, coletivos por adesão e coletivos empresariais. O Atlas apresenta a evolução dos dados anualmente e apresenta agora os dados relativos a 2020. Confira aqui.

2018 e 2019 - Os dados que constam nos painéis incluem também as competências de 2018 e 2019, e são extraídos de Documentos de Informações Periódicas das Operadoras de Planos de Assistência à Saúde (DIOPS), do Sistema de Cadastro de Operadoras (CADOP) e do Sistema de Informações de Beneficiários (SIB). (ANS)

 

ARTIGO: Cartão de crédito, aliado ou vilão?

artigo 27 05 2021* Rodrigo Martimiano da Rocha

Já há bastante tempo no mercado, o cartão de crédito é um dos principais meios de pagamento no Brasil: é prático para quem paga e seguro para quem recebe. Mas, ao mesmo tempo em que é um grande aliado na vida financeira, pode também se tornar o grande vilão do orçamento das pessoas.

Dentre os três principais benefícios que o cartão de crédito proporciona, estão: a possibilidade de realizar as compras do dia a dia e concentrá-las em uma única fatura (com o vencimento a nossa escolha); a possibilidade de parcelar valores, aumentando o nosso poder de compra; e a praticidade de não precisar sacar dinheiro em caixas eletrônicos, o que minimiza os riscos de assaltos. Temos também as vantagens que cada instituição pode oferecer, como: programa de pontos (que podem ser trocados por passagens aéreas e outros produtos), seguros, acesso a salas VIP em aeroportos, e muito mais!

Por outro lado, é comum ouvirmos histórias de pessoas que se perdem nos limites, estouram seus orçamentos e acabam se endividando. Mas, como evitar que isso aconteça?

A primeira questão é saber escolher o cartão adequado para sua realidade. Existem vários tipos, cada um com benefícios diferentes, mas é preciso entender os contrapontos desses benefícios, ou seja, junto com eles, geralmente vêm também um valor de anuidade mais alto e maiores exigências para conseguir isenções de custos. Nem sempre o cartão com mais benefícios será o mais adequado para você. Não escolha o cartão apenas pelo status que ele oferece, faça sempre a análise de custo x benefício, ou seja, qual cartão oferece maior número de benefícios uteis e que façam sentido dentro daquele valor que você utiliza mensalmente.

Outro fator é a negociação e gestão do limite de crédito. Para isso, é preciso se atentar a dois detalhes:

1. o limite não deve ser superior à sua capacidade de pagamento;

2. as compras parceladas comprometem o limite do cartão no valor total da compra (e não no valor das parcelas). Por isso, se você realiza compras parceladas, precisará de um limite de crédito maior do que o valor que está disposto a pagar de fatura mensal.

Por fim, tente centralizar suas compras em um único cartão para facilitar o acompanhamento das despesas e o seu controle financeiro. Acompanhe todos os gastos realizados no cartão diariamente, seja por meio do aplicativo ou em sua planilha de controle financeiro. No início de cada ciclo de fatura, não esqueça de marcar o quanto já possui de parcelas referentes às compras realizadas em períodos anteriores, isso evitará aquela surpresa de uma conta muito alta.

É comum ouvir pessoas dizendo que estão gastando muito no cartão, porém é preciso entender que o cartão é um meio e não um fim. Quando chegar a fatura, efetue uma análise detalhada de cada gasto realizado, tente separar cada compra em uma categoria (roupas, lazer, comida, transporte, etc) para compreender onde está sendo gasto efetivamente o dinheiro e onde é possível economizar - ou até verificar em qual área da sua vida precisa gastar um pouco mais.

* Rodrigo Martimiano da Rocha é cooperado Uniprime e profissional com Certificação CFP®.

 


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