Imprimir
cabecalho informe

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5092 | 16 de Junho de 2021

EXPO PRCOOP: Feira virtual vai mostrar as ações alusivas ao Dia C realizadas pelas cooperativas paranaenses

dia c II 16 06 2021A realização do Dia C - Expo PRCoop é a grande novidade da celebração do Dia de Cooperar deste ano no Paraná. Será uma feira virtual em que os participantes terão a oportunidade conhecer as ações voluntárias e solidárias alusivas ao Dia C realizadas pelas cooperativas. “Nós estaremos mostrando novamente as cooperativas como protagonistas, divulgando o que elas fizeram pelas comunidades, ou seja, as ações realizadas em 2021 que contemplaram os ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e que conseguiram transformar as realidades ao entorno. Isso será feito por meio de uma exposição em estandes, como se estivéssemos numa feira mesmo. As atividades serão mostradas por meio de vídeos. A feira virtual irá ocorrer em dois momentos: primeiro haverá a visitação dos estandes, a partir das 13h30, e, às 14h30, uma programação ao vivo no auditório, com diversas atrações”, explica a analista técnica da gerência de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR e coordenadora estadual do Dia C, Fabianne Ratzke. Clique aqui e confira o áudio divulgado na Rádio PR Cooperativo

Data - O Dia C - Expo PRCoop será realizado por meio de uma plataforma on-line no mesmo dia em que se comemora o Dia Internacional do Cooperativismo, celebrado no primeiro sábado de julho, neste ano em 3 de julho. Em breve, o Informe PR Cooperativo irá divulgar mais detalhes sobre a programação.

O Dia C - Com o tema “Atitudes simples movem o mundo”, o Dia C – Dia de Cooperar – é uma mobilização nacional coordenada pelo Sistema OCB e desenvolvida com apoio das organizações estaduais, cuja proposta é estimular iniciativas voluntárias diferenciadas, contínuas e transformadoras. Em 2020, mais de 7,8 milhões de pessoas foram beneficiadas em todo o país, com as mais de 2,8 mil iniciativas e ações realizadas por 2.226 cooperativas e seus mais de 137 mil voluntários. Se forem consideradas as ações focadas no combate ao coronavírus, bem como à redução dos efeitos da Covid-19, o total realizado no ano passado foi 2.159. Ao todo, 1.383 municípios brasileiros registraram a força do voluntariado cooperativista. No Paraná, 212 cooperativas participaram da campanha, com 635 ações, 902.103 beneficiados e 59.267 voluntários.

 

UNIMED PARANÁ: O futuro é agora; inovação na saúde transforma o setor para gestores e pacientes

As discussões que têm a saúde como tema central nunca foram tão presentes como no último ano, em razão da pandemia de Covid-19. Com a crise sanitária, houve a transformação da rotina de toda a sociedade e, consequentemente, o aumento da preocupação com a saúde de forma geral, desde a rotina do paciente dentro de um hospital, até a tecnologia por trás de tratamentos e inovações voltadas ao setor.

E-saúde - Há sete anos, a Unimed Paraná, em parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), promove um rico debate sobre as tecnologias aplicadas à saúde e as tendências que transformam, continuamente, a área. O Encontro de tecnologia aplicada à gestão em saúde, o E-saúde, chegou à sétima edição nos dias 10 e 11 de junho, por meio de quatro painéis e duas salas temáticas promovidas virtualmente, e abertos a todos os interessados.

Ambiente - O presidente da Unimed Paraná, Paulo Faria, lembrou a importância da construção de um ambiente destinado às discussões acerca da saúde, como o criado por meio da parceria empresa-academia. “O objetivo inicial era criar um espaço no qual nossos parceiros pudessem discutir temas de interesse comum. O que tem proporcionado a médicos, acadêmicos e profissionais de saúde um local específico para discutir a aplicação de novas tecnologias na área”, celebra.

Inovar - Além disso, conforme Faria, é necessário destacar que inovar vai além de criar novas tecnologias. “Inovar, apesar de tão em voga nos dias atuais, não é fácil e não significa necessariamente novas tecnologias. Significa, antes de tudo, um novo olhar sobre velhos e novos problemas de forma a buscarmos soluções sustentáveis”, completa.

Programação reúne mais de dez palestras- Neste ano, o encontro teve como objetivo fomentar a discussão sobre perspectivas de segurança e privacidade de dados na área da saúde; análise de dados na saúde; projetos e aplicações de tecnologias voltadas à área da saúde e perspectivas futuras; e sustentabilidade do negócio saúde e onde a tecnologia pode apoiar nesses desafios. Durante a manhã do primeiro dia de evento, foram realizados dois painéis diferentes, com as temáticas “Perspectivas de Segurança e Privacidade de Dados na área da Saúde” e “Análise de dados (Analytics) na Saúde”.

Primeiro painel - O primeiro painel, moderado por Fernando Carbonieri, da Academia Médica do Paraná, trouxe as palestras Experiência Americana – Interoperabilidade, com Umberto Tachinardi, da Regenstrief Institute/Indiana University School of Medicine; Experiência Europeia, com Luis Francisco Guevara, da Alhambra IT; e Perspectiva Brasil, com Luis Gustavo Kiatake, da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde. Ao fim das palestras, os três painelistas participaram de um debate sobre o assunto e responderam às perguntas da plateia virtual.

Segundo painel - Em seguida, foi dado início ao segundo painel do dia, moderado pela professora doutora do programa de Tecnologia em Saúde da PUCPR, Claudia Moro, com a palestra Exposome, ministrada por Ricardo Bellazzi, da Universidade de Pavia (Itália); seguida pela palestra BI em Saúde – Dados do Mundo real, com André Fabre Ballalai, da IQVIA; e encerrando com a apresentação sobre Data Science, realiza por Andrea Suman, do Hospital Israelita Albert Eisten.

Tecnologias e sustentabilidade - Já o segundo dia do evento trouxe mais dois painéis, intitulados “Projetos e Aplicações de Tecnologias voltadas a área da Saúde e perspectivas futuras” e “Sustentabilidade do negócio Saúde e onde a tecnologia em saúde pode apoiar nesses desafios”.

Terceiro painel - O terceiro painel do E-saúde contou com a moderação do especialista do Núcleo de Inteligência em Saúde (NIIS), da Unimed Paraná, Marcelo Dallagassa. Integraram o painel as palestras O futuro da área da saúde: tendência, tecnologias e inovação, com Bruno Pina, do Distrito; Inovação em Saúde e perspectivas futuras, com Michael Kapps, da Vitalk; e, por fim, Laura e os resultados da inovação na saúde, ministrada por Jacson Fressato, do Instituto Laura.

Quarto painel - Já o último painel promovido pelo evento virtual, moderado por Vivian Escorsin, do Sebrae-PR, teve início com a palestra Pontos Chaves para Implantação da Gestão Baseada em Valor - experiência e desafios observados na Seguros Unimed, feita por Rafael Marques Ielpo, da Seguros Unimed; seguida pela palestra A experiência da Sta. Casa de Misericórdia de Porto Alegre no processo de inovação, com Wagner Dorneles da Silva, do Centro de Inovação – Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre; encerrando com o case de inovação do Hospital Pequeno Príncipe, apresentado por Guilherme Rosso, do Complexo Pequeno Príncipe.

Salas temáticas - No período da tarde, os participantes puderam participar de duas salas temáticas, que abordaram os temas “Tecnologias Aplicadas a Gestão Baseada em Valor” e “Grupo Analytics”.

Confira as palestras - Se você não pode acompanhar o e-saúde em tempo real, pode conferir todas as palestras realizadas por meio do site https://maratona.crdlive.com.br/home/.

O evento - O evento, promovido pela Unimed Paraná em parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), contou com o apoio da UTFPR, Femipa, Distrito Spark CWB, Sebrae, Sociedade Brasileira de Informação em Saúde (SBIS), Academia Médica e Instituto Laura. (Imprensa Unimed Paraná)

{vsig}2021/noticias/06/16/unimed_parana/{/vsig}

ALEGRA: Indústria é recomendada para certificação que garante segurança e qualidade dos produtos que fabrica

alegra 16 06 2021A indústria de alimentos Alegra, formada a partir da união das cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal, foi recomendada para receber um selo internacional que atesta a qualidade das operações em sua cadeia de produção. A auditoria para a certificação da norma IFS Food v.6.1 aconteceu em maio e deve auxiliar no acesso ao mercado em âmbito global.

Importante - A IFS Food v.6.1. é importante para todos os fabricantes do setor alimentício, especialmente para aqueles que produzem marcas próprias. “A certificação IFS Food é uma norma reconhecida internacionalmente e demonstra aos nossos clientes e consumidores que trabalhamos cuidadosamente para produzir alimentos seguros e de qualidade. Ela traz para a unidade um grande destaque e vantagem competitiva no mercado no qual atuamos”, afirma o Gerente Industrial da Alegra, Valdomiro Santuches.

Auditoria - Durante cinco dias, diversos setores da empresa participaram da auditoria que recomendou a certificação. “As equipes estavam engajadas, motivadas e dispostas em mostrar nossos esforços e controles existentes para a garantia da qualidade dos produtos que fabricamos. A certificação somente confirma aos clientes que o nosso compromisso com a qualidade está nas ações, presentes em nosso dia a dia”, conclui Santuches.

Sobre a Alegra- A indústria de alimentos Alegra é a união das cooperativas de origem holandesa, Frísia, Castrolanda e Capal, que constituem o grupo Unium. Uma empresa que combina condições de trabalho ideais aliando tecnologia, equipamentos de última geração, preocupação com o bem-estar dos animais e sustentabilidade em seu parque industrial, sempre primando pela excelência em seu produto final, que utiliza as melhores carnes suínas.

Reconhecimento internacional - Em 2017, a marca conquistou o reconhecimento internacional quanto às Práticas de Bem- estar Animal no abate, tornando-se a primeira planta brasileira a receber essa certificação em bem-estar suíno, pela WQS. Mais informações em www.alegrafoods.com.br.  (Imprensa Alegra)

 

FRÍSIA: Presidente da cooperativa participa de painel na feira Agrotins

frisia 16 06 2021O diretor-presidente da Frísia Cooperativa Agroindustrial, Renato Greidanus, integra, nesta quarta-feira (16/06), o painel “Agricultura 4.0 – Desafios e benefícios para as cooperativas”. O evento é parte da 21ª Feira Agrotecnológica do Tocantins (Agrotins), 100% digital, que ocorre até o dia 18 no endereço www.agrotins.to.gov.br.

Mais - Além de Renato Greidanus, o painel, que acontece às 10h55 (horário de Brasília), terá o secretário de Agricultura, Pecuária e Aquicultura do Estado, Jaime Café; o presidente da Cooperativa Agroindustrial do Tocantins (Coapa), da Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado (OCB/TO) e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/TO), Ricardo Khouri; e o presidente do Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins), Fabiano Piñero Miranda.

Expositora - A Frísia é uma das principais expositoras da Agrotins, e o público poderá conhecer um pouco mais da participação da cooperativa no link https://agrotins.to.gov.br/parceiros-expositores/cooperativafrisia.html. A cooperativa está presente no Estado desde 2016, com a instalação do entreposto de recebimento de grãos em Paraíso do Tocantins. Em janeiro de 2022, inaugura um novo entreposto, em Dois Irmãos do Tocantins.

Tema - A Agrotins 2021 tem o tema “Agro 4.0: Tecnologia no Campo”, sendo realizada anualmente pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Aquicultura do Tocantins (Seagro). A última edição, em 2020, capacitou 5 mil pessoas e registrou mais de 470 mil visualizações na plataforma do evento na internet provenientes de 62 países.

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Em 2025, a Frísia completa um século de história. A cooperativa é a mais antiga do Paraná e segunda do Brasil, e tem como valores Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). Com unidades no Paraná e Tocantins, em 2020 produziu 283 milhões de litros de leite, 832.765 toneladas de grãos e 28.063 toneladas de suínos, resultado do trabalho de 895 cooperados e 1.119 colaboradores. Para promover o crescimento nos próximos cinco anos, a Frísia desenvolveu o planejamento estratégico “Rumo aos 100 Anos”, um conjunto de propostas que visa aumentar a produção agropecuária e os investimentos com outras cooperativas e em unidades próprias. O planejamento da Frísia foi desenhado sob seis perspectivas principais: Sustentabilidade, Gestão, Mercado, Pessoas, Financeiro e Cooperados. Assim, seguirá a missão da cooperativa, que é disponibilizar produtos e serviços para gerar resultado sustentável a cooperados, colaboradores e parceiros. Saiba mais em frisia.coop.br. (Imprensa Frísia)

CASTROLANDA: Troféu Agroleite abre votação para escolher destaques da cadeia leiteira

castrolanda 16 06 2021Estão abertas as votações para definir os vencedores da 19ª edição do Troféu Agroleite – iniciativa da Castrolanda Cooperativa Agroindustrial para homenagear e incentivar os melhores desempenhos e práticas da cadeia leiteira nacional. Os internautas têm até o dia 30 de julho para escolher as empresas que merecem receber o prêmio.

Online - Devido à pandemia, todo o processo do Troféu Agroleite em 2021 será realizado de maneira online – desde a votação, já tradicionalmente feita via internet, até a divulgação dos vencedores. Para esta edição, o comitê organizador definiu novas regras e organizou as premiações em 11 categorias: genética, nutrição, medicamentos, bem-estar, sementes, ordenha e refrigeração, máquinas e equipamentos, produtor de leite, agente financeiro, laticínios e embalagens.

Site - As votações ocorrem por meio do site oficial do prêmio – www.trofeuagroleite.com.br. Ela é aberta para todas as pessoas físicas, com o uso do CPF, data de nascimento e um e-mail válido. Cada pessoa pode votar somente uma vez e o voto só será validado após uma confirmação via e-mail. O prazo para a escolha encerra às 12 horas de 30 de julho.

Vencedores - A divulgação dos vencedores será realizada no site do evento, via comunicado oficial e nas redes sociais, no dia 12 de agosto. Os nomes das empresas e personalidades vencedoras também estarão disponíveis nos canais institucionais da cooperativa e do Agroleite. O regulamento completo pode ser acessado pelo site oficial do prêmio.

Sobre a Castrolanda - O compromisso com a transformação faz parte do DNA da Castrolanda. Uma cooperativa que transforma vidas, negócios e a comunidade ao redor. Com sete décadas anos de história, a Cooperativa Castrolanda é formada por mais de 1100 cooperados no Estado do Paraná e interior de São Paulo. Com 4,5 bilhões de reais de faturamento e aproximadamente 3700 colaboradores, possui unidades de negócios divididas em operações agrícola, carnes, leite, batata e administração e industrial - carnes, leite e batata. O objetivo das áreas de negócio é coordenar, desenvolver e fomentar as atividades dos cooperados, seguir presente em todos os elos da cadeia produtiva, agregar valor através das indústrias e crescer com sustentabilidade. (Imprensa Castrolanda)

 

COPAGRIL: Empregados participam de campanha para doação de sangue

O Dia Mundial do Doador de Sangue é celebrado em 14 de junho e, para marcar a data, a Cipa (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) realizou uma campanha convidando os empregados da Copagril para realizar a doação de sangue. No dia 12 de junho, 16 trabalhadores de setores diversos da cooperativa participaram da caravana rondonense para doação no Hemocentro Cascavel, banco de sangue que atende toda região oeste do Paraná.

Transporte e agendamento - A Associação Sangue Bom, de Marechal Cândido Rondon (PR), contribuiu com transporte e agendamento para a doação. “O assunto foi abordado em uma de nossas reuniões da Cipa, contatamos a Associação para a parceria e enviamos o convite para os e-mails dos empregados. Ficamos muito felizes porque houve uma ampla adesão, inclusive com mais um grupo agendado para doação”, explica Vanderlei Kracke, presidente da CIPA na área administrativa da Copagril.

Ato de amor - Entre o grupo de doação do dia 12 estava Fabiana Kasper Brand, Assistente Contábil Fiscal da Copagril. Ela doou sangue pela primeira vez e ressaltou que é um ato de amor. “Atos de solidariedade sempre foram muito presentes em minha família, ocorrendo das mais diferentes formas e a doação de sangue é uma delas. Dessa forma sempre tive inspiração em ajudar aos outros, onde todos dias há alguém que precisa de nós e a sensação de ajudar o próximo é satisfatória. Fazia muito tempo que queria doar, mas faltava aquele empurrãozinho e com a iniciativa da Copagril isso foi possível. Acima de tudo a doação de sangue é um ato de amor, podendo salvar até quatro vidas, ajudar o próximo nos faz bem e não custa nada”, lembra Fabiana.

Setores - Vanderlei explica que os 16 doadores são de vários setores como área administrativa, Centro de Distribuição, Transcopagril, Indústria de Óleos, Unidade Industrial de Rações, Loja Agropecuária, entre outras áreas. “Está agendada mais uma doação com a parceria da Associação Sangue Bom no dia 17 de julho. Ainda temos vagas, todos que puderem são convidados e participar deste lindo gesto do bem”, completa Vanderlei.

Dia Mundial - O Dia Mundial do Doador de Sangue foi criado por iniciativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2014 e tem por objetivo homenagear a todos os doadores de sangue e conscientizar os não-doadores sobre a importância deste ato, que é responsável pela salvação de milhares de vida.

Requisitos - Podem doar sangue pessoas entre 16 e 69 anos e que estejam pesando mais de 50 kg. Além disso, é preciso apresentar documento oficial com foto e menores de 18 anos só podem doar com consentimento formal dos responsáveis.

Impedidos temporariamente - Pessoas com febre, gripe ou resfriado, diarreia recente, grávidas e mulheres no pós-parto não podem doar temporariamente.

Procedimento simples - O procedimento para doação de sangue é simples, rápido e totalmente seguro. Não há riscos para o doador, porque nenhum material usado na coleta do sangue é reutilizado, o que elimina qualquer possibilidade de contaminação. Uma pessoa adulta tem, em média, 5 litros de sangue. Em cada doação, o máximo de sangue retirado é de 450 ml. (Imprensa Copagril)

{vsig}2021/noticias/06/16/copagril/{/vsig}

    

CRESOL UNIÃO DOS VALES: Equipamentos são doados para apoiar Prefeitura de Pitanga (PR) no enfrentamento a pandemia

A Prefeitura de Pitanga (PR), região central do Paraná, recebeu a doação de 100 oxímetros e 15 válvulas de oxigênio da Cresol União dos Vales. A entrega aconteceu na última sexta-feira (11/06), na agência da cooperativa no município, com a presença do prefeito municipal, Maicol Callegari, da secretária de saúde, Jessica Patrícia Oliveira.

Demanda - A Cresol, por meio do Conselho de Administração e Diretoria Executiva, procurou a Secretaria de Saúde do município para entender quais equipamentos eram mais demandados para acompanhamento e tratamento dos pacientes infectados pela Covid-19. Com isso, a cooperativa destinou mais de R$50 mil para a aquisição dos materiais necessários para atuação do município.

Agente social - O presidente da cooperativa, José Paulo da Silva, enfatiza que a presença da cooperativa no município há mais de 20 anos representa o papel da instituição como agente social, para promover o desenvolvimento da comunidade e dos cooperados. “A Cresol União dos Vales se solidariza com o momento pandêmico que o mundo está vivendo e está intimamente ligada aos municípios que atuamos para fortalecer os trabalhos de combate e de tratamento ao coronavírus”, afirma José.

Sobre a Cresol União dos Vales - A Cresol União dos Vales atua em 26 cidades da região centro-norte do Paraná por meio de 11 agência de relacionamento. Com sede em Ivaiporã, a cooperativa atende mais de 10 mil famílias com soluções financeiras de excelência para promover o desenvolvimento dos cooperados, da cooperativa e da comunidade.

Sistema Cresol - A cooperativa integra o Sistema Cresol, que conta com mais de 615 agências para atender mais de 630 mil famílias cooperadas que estão distribuídas por todo o país. A solidez e a confiança da instituição também são expressas em outros números, como mais de R$ 13 bilhões em ativos e uma carteira de crédito de quase R$ 10 bilhões, que em 2020 tiveram a distribuição de quase R$ 188 milhões em resultado. (Imprensa Cresol União dos Vales)

{vsig}2021/noticias/06/16/cresol/{/vsig}

SICREDI: Inflação pesa nas compras no supermercado

sicredi 16 06 2021Com a pandemia e a influência de fatores econômicos, a inflação volta a ser realidade no dia a dia do brasileiro. Apesar das taxas serem muito menores que em outros momentos da história nacional, especialmente àquelas registradas nos anos 1980, os índices acendem um sinal amarelo na economia. Pelos impactos que provocam na população, um dos setores que mais sentem os efeitos com os patamares inflacionários é a alimentação.

Desequilíbrio - “A inflação, de forma generalizada, é uma medida de variação dos preços”, diz o gerente da agência Sicredi Iguaçu PR/SC/SP, Denilson Silva. O especialista financeiro explica ainda que o aumento inflacionário tem relação com o desequilíbrio entre uma alta demanda dos consumidores e uma oferta insuficiente de produtos para atender o consumo.

Índice - Em 2020, o IPCA, índice que aponta a variação do custo de vida médio de famílias brasileiras com renda mensal entre 1 e 40 salários mínimos, fechou em alta de 4,52%, acima da meta do Banco Central, de 4%. Em abril deste ano, o Painel de Indicadores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontou uma inflação de 0,31%, com 6,76% no acumulado de 12 meses.

Impacto - De maneira prática, qual é o impacto da inflação no dia a dia dos brasileiros? De acordo com a última pesquisa, divulgada em abril pela Associação Paulista de Supermercados (Apas), o acumulado nos últimos 12 meses chegou a 14,08%. “Somente esse dado comprova o peso que os alimentos tiveram no bolso do consumidor”, observa Silva.

Preços nas alturas - No setor de alimentos é possível selecionar cinco grupos altamente afetados pela inflação. Veja:

1º Óleos - Nessa categoria, a Apas registrou alta de 60,48%. Mais popular na mesa brasileira, o óleo de soja puxou o maior aumento com 93,48%.

2º Cereais - De acordo com levantamento da Apas, os cereais tiveram aumento de 39,68%. O arroz, item básico na mesa do brasileiro, puxou os índices com alta de 57,43%, seguido do feijão, com 13,24%.

3º Carnes - O preço das carnes bovinas registrou crescimento de 35,89%, segundo a Apas. Cortes que antes eram mais baratos também sofreram reajustes significativos, como patinho (47,91%), acém (47,45%) e músculo (45,96%).

4º Leite - Entre as cinco maiores altas está o leite, com aumento de 11,85%, e derivados como queijo mussarela, com 32,06%.

5º Tubérculos - Com aumento geral de 10,71%, a cebola (27,37%) e a batata (9,58%) responderam pelos maiores acréscimos.

Se não fosse a inflação - Além da inflação, fatores externos também contribuíram para o patamar elevado dos preços dos alimentos na pandemia. Um deles foi o dólar, que fechou em 2020 com alta de 29,33%, em relação ao real. Houve também a ampliação da demanda por produtos agrícolas no mercado internacional, que também interferiu nos preços.

Economia - Se não houvesse inflação e alta do dólar, o especialista do Sicredi calcula que a economia em uma compra no supermercado dos itens citados acima (arroz, feijão, carne, óleo, leite, queijo, batata e cebola), por exemplo, poderia chegar a uma variação de 10% a 59%, dependendo do grupo de alimento.

Panorama mais favorável - “Sem dúvida, teríamos um panorama mais favorável ao brasileiro, especialmente quando levamos em conta o número de desempregados divulgado pelo IBGE em abril e que atingiu 14,4 milhões de pessoas”, finaliza.

Sobre Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 24 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

FOTO: Eldinhoid / Istock

 

APRE: Empresas paranaenses de florestas plantadas são exemplo de posicionamento sustentável

apre 16 06 2021Uma das principais preocupações do setor de florestas plantadas é garantir qualidade à madeira. Ao mesmo tempo, alcançar maior produtividade. Mas tudo isso passa, obrigatoriamente, pelo compromisso do segmento com o desenvolvimento sustentável, focado em ações para as pessoas, o meio ambiente e para a prosperidade das comunidades. Com base nessas premissas, aliadas à tradição no uso dos recursos das florestas, o setor vem mostrando que os plantios florestais são uma solução sustentável para a produção de matéria-prima para múltiplos usos. Hoje, a sustentabilidade é um tema que permeia não só o setor florestal, mas o mundo corporativo como um todo. Diversos setores da economia já absorveram esse compromisso, adotando, por exemplo, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Aplicação - De acordo com o professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Carlos Sanquetta, que tem forte atuação na sustentabilidade corporativa, certificações e mudanças climáticas, as companhias ao redor do mundo vêm aplicando esse tema internamente. No Brasil, ele avalia que as empresas que trabalham com plantações florestais têm se mostrado bastante proativas, adotando boas práticas e implementando uma série de ações, passando por todo um processo que inclui as certificações florestais, ambientais, de gestão, segurança, saúde, qualidade do produto etc.

Desafio - O grande desafio, segundo Sanquetta, é entender, compreender e se ajustar aos novos parâmetros que a sociedade exige hoje com relação à sustentabilidade. É preciso mostrar o que a empresa está fazendo, como ela trata a comunidade, como trabalha questões relacionadas à água, equidade de gênero, mudanças climáticas, gestão de resíduos, entre outras. Tudo isso, conforme o professor explica, está previsto na certificação florestal, mas o acesso à documentação nem sempre é muito claro para a população de modo geral.

Certificadas - “Mais de 70% das plantações florestais brasileiras são certificadas. O setor de árvores plantadas tem grande grau de absorção das certificações como uma ferramenta de gestão importante, não só para cumprir parâmetros de consumidores e importadores, mas também para ter melhores práticas internas de gestão e governança. A certificação veio com o intuito de separar os produtos produzidos de forma sustentável dos não sustentáveis. Isso foi uma exigência do mercado importador, como Europa, partes da Ásia e Oceania mais desenvolvidas e América do Norte, que buscam procedência dos produtos de origem florestal. Já a sociedade brasileira ainda precisa de um esclarecimento do papel da certificação, da importância de discriminar uma coisa da outra. Com a demonstração das boas práticas e a transparência, acredito que o setor terá mais apoio, porque a população está querendo comprar melhor”, comenta.

Caminho - Atentas a essa realidade, empresas que integram a Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (Apre) mostram que esse é um caminho sem volta para quem quer se manter competitivo e exercer com responsabilidade um papel de agente transformador na sociedade. Marcelo Leoni Schmid, sócio-diretor do Grupo Index, uma das associadas, lembra que a sustentabilidade corporativa tem sido discutida no âmbito das políticas de ESG (Environment, Social and Governance – meio ambiente, social e governança, em tradução livre). Porém, isso não é novidade para as empresas do setor florestal, pois, pela própria natureza e pelo longo prazo da atividade, a manutenção da qualidade ambiental é uma necessidade de toda empresa que planta árvores, razão pela qual o setor conserva uma parcela significativa de florestas nativas em proporção à área de produção. Ele destaca, ainda, que as empresas florestais se estabelecem em regiões marginais à agricultura e outras atividades econômicas e, consequentemente, possuem um papel de grande importância no desenvolvimento social e econômico regional, mantendo uma relação harmoniosa com a comunidade que a cerca.

Necessidade - “A sustentabilidade não é um benefício para as empresas do setor florestal, mas, sim, uma necessidade. As empresas florestais, para se manterem na atividade, dependem de uma relação ganha-ganha tanto com o meio ambiente quanto com a sociedade. Não é à toa que o setor florestal mudou muito nas últimas décadas, abandonando a visão imediatista e fechada à sociedade, para uma visão moderna, em que a preocupação com a longevidade e sucesso da empresa se materializam em políticas ambientais e sociais. Por fim, as empresas também têm investido e aprimorado intensamente a governança de suas atividades”, reforça.

Boas práticas - Inúmeras empresas paranaenses trazem as boas práticas como pilares em suas atividades. Outro exemplo entre as empresas associadas à Apre é a Klabin, que sempre procurou manter a gestão voltada para o desenvolvimento sustentável. “A companhia busca ser referência mundial em soluções responsáveis que respondam às constantes transformações da sociedade, com produtos florestais renováveis, recicláveis e biodegradáveis. Para isso, a empresa exerce um conjunto de práticas responsáveis envolvendo colaboradores, parceiros e comunidade que privilegiam o equilíbrio entre as esferas econômica, social e ambiental”, destaca Júlio Nogueira, gerente de Sustentabilidade e Meio Ambiente da Klabin.

Primeira - A empresa foi a primeira do setor de celulose e papel do Hemisfério Sul a receber a certificação que atesta o manejo responsável em suas florestas plantadas. Além disso, é pioneira na adoção do manejo florestal em forma de mosaico, que consiste na formação de florestas plantadas entremeadas a matas nativas preservadas, formando corredores ecológicos que contribuem para a conservação da biodiversidade e a proteção do recurso hídrico. Atualmente, 100% das florestas próprias são certificadas, reforçando práticas de respeito aos recursos naturais, localidades e bem-estar dos trabalhadores.

Programas - Dentre os programas existentes, destacam-se o Plante com a Klabin, de parceria com produtores rurais do Paraná e Santa Catarina, que oferece um preço mínimo e a garantia de compra da madeira dos produtores de florestas de pinus e eucalipto, bem como programas ambientais para apoiar o cumprimento das questões legais ambientais e certificação; o Matas Sociais, que auxilia agricultores familiares no planejamento sustentável e na diversificação do uso da propriedade; o Parque Ecológico Klabin, área de 11 mil hectares de responsabilidade da empresa, que abriga cerca de 150 animais selvagens em recuperação; a Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Fazenda Monte Alegre, com 3.852 hectares destinados à pesquisa científica, proteção da biodiversidade local e dos recursos hídricos e fornecimento de sementes de espécies florestais para a restauração de áreas degradadas; e a RPPN da Serra da Farofa, Santa Catarina, para pesquisas científicas desenvolvidas em parceria com universidades locais, como a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Por fim, em 2020, a empresa passou a integrar o Índice Dow Jones de Sustentabilidade, com participação em duas carteiras: Índice Mundial e Índice Mercados Emergentes. No mesmo ano, ainda implementou sua agenda própria de sustentabilidade, os KODS (Objetivos Klabin para o Desenvolvimento Sustentável), que possuem 23 metas, alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU).

Soluções tecnológicas - Já a associada John Deere atua nos segmentos agrícola, de construção e florestal. Para que esses setores consigam um desenvolvimento sustentável, eles se apoiam especialmente nas soluções tecnológicas em equipamentos e serviços. A empresa investe US$ 4 milhões por dia em pesquisa e desenvolvimento para disponibilizar aos clientes novas tecnologias e máxima produtividade, com redução de custos e foco na sustentabilidade.

Equipamentos e serviços - “A companhia, que tem como um de seus pilares promover a sustentabilidade, disponibiliza esses equipamentos e serviços que contribuem para que as empresas possam produzir, crescer e ao mesmo tempo preservar. Além disso, também buscamos manter esse desenvolvimento sustentável internamente, em nossas fábricas. Para tanto, a empresa assumiu compromissos públicos de sustentabilidade. Sabemos que o desafio para o segmento, quando o assunto é preservação do meio ambiente, é ainda maior, considerando a necessidade de quebrar paradigmas e conceitos preestabelecidos. Por isso, é essencial que as empresas do setor, como a John Deere, mantenham diálogos transparentes com a sociedade e trabalhem para mostrar que no Brasil é possível produzir e preservar”, garante Rodrigo Junqueira, gerente de vendas da divisão Florestal da John Deere. Estamos à disposição.

Ações - Dentre as ações realizadas, Junqueira cita que 100% das fábricas da empresa no Brasil utilizam energia proveniente de fontes renováveis. Em nível mundial, desde 2017, a companhia já reduziu em 19% a emissão de gás do efeito estufa. Em 2020, 32% da energia utilizada pela companhia foi oriunda de fontes renováveis e 78% das sobras foram recicladas. Do ponto de vista de ações externas, uma das principais é o trabalho ativo da John Deere para comunicar o conceito e os conhecimentos do sistema de Integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), uma estratégia de produção agropecuária que integra diferentes sistemas produtivos dentro de uma mesma área e que protege biomas, trabalha sobre áreas degradadas, planta árvores e resulta em maior produtividade.

Certificação florestal - De caráter voluntário, a certificação florestal tem como objetivo atestar a origem da matéria-prima e se os processos utilizados pela empresa certificada seguem princípios legais, técnicos, ambientais e sociais de excelência. Os dois principais sistemas de certificação em âmbito mundial são o Forest Stewardship Council (FSC), selo de certificação florestal mais popular em todo o mundo; e Programme for the Endorsement of Forest Certification Schemes (PEFC), representado no Brasil pelo CERFLOR (Programa Nacional de Certificação Florestal).

Área total - Em 2019, a área total certificada no Brasil foi de 7,4 milhões de hectares. Destes, 4,4 milhões de hectares correspondem a florestas plantadas certificadas. No Paraná, o destaque fica pelo trabalho que vem sendo realizado pelas empresas ligadas à Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (Apre), já que 89% do total da área plantada estão certificadas.

Respeito - “Isso mostra, mais uma vez, o respeito que o setor florestal tem pelo meio ambiente, pelas leis trabalhistas e por tudo que envolve a sociedade. Mais do que cultivar árvores e ser um negócio ambientalmente sustentável, as empresas exercem papel muito importante dentro da sociedade e da economia das cidades onde as florestas estão inseridas”, afirma Álvaro Scheffer Junior, presidente da Apre.

Motivos - Para Marcelo Schmid, a busca pelo processo acontece por diferentes motivos. O primeiro deles é poder dar a garantia ao mercado consumidor que o produto tem origem em florestas manejadas adequadamente em relação a aspectos ambientais e sociais. Em seguida, tem crescido bastante no setor a demanda de empresas que desejam obter a certificação como uma política institucional, para comunicar tanto aos shareholders quanto aos stakeholders o posicionamento da marca nessas questões. “Não se trata de uma preocupação meramente mercadológica, mas um posicionamento institucional, de querer fazer o melhor e o mais correto”, completa.

Estudo Setorial - Essas e outras informações estão presentes no último Estudo Setorial Apre, disponível no site www.apreflorestas.com.br, na aba “Publicações”. (Assessoria de Imprensa da Apre)

 

IPEA: Rendimentos efetivos dos trabalhadores sofreram redução de 2,2% no primeiro trimestre de 2021

ipea 16 06 2021Em estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) nesta quarta-feira (16/06), uma análise sobre o impacto da pandemia de Covid-19 no mercado de trabalho que aponta que, de acordo com os dados da PNAD Contínua, os rendimentos efetivos dos trabalhadores sofreram uma queda de 2,2% no primeiro trimestre de 2021.

População ocupada - Nesse período, apesar do relativo aumento dos rendimentos habituais médios observadas nos últimos meses, a forte queda da população ocupada causou um considerável impacto negativo na massa salarial real habitual. No primeiro trimestre de 2021, a queda da massa de rendimentos habituais foi de 6,7% (somando R$ 212,5 bilhões) e a queda da massa efetiva foi de 9,5% em comparação com o ano anterior, totalizando R$ 225,8 bilhões.

Domicílios sem renda - A pandemia também afetou a proporção de domicílios sem nenhuma renda do trabalho, que passou de 25% no primeiro trimestre de 2020 para 29,3% no mesmo período de 2021. Essa diferença reforça a avaliação de que está sendo lenta a recuperação do nível de ocupação entre as famílias de renda mais baixa a patamares anteriores à pandemia.

Regiões - O recorte regional dos rendimentos revela que o Nordeste foi a região mais afetada pela segunda onda da pandemia, com queda de 7,05% da renda efetiva, e o Centro-Oeste teve o menor impacto na renda, com queda de 0,84%. Já a análise por gênero mostra que, enquanto as mulheres foram um dos únicos grupos a mostrar crescimento da renda efetiva (1,3%), os homens tiveram uma queda de 4,7% da renda no primeiro trimestre de 2021.

Faixa etária - A faixa etária mais afetada pela segunda onda foi a dos jovens adultos (25 a 39 anos), com queda de 7,73% dos rendimentos. A renda dos trabalhadores com 60 anos ou mais, por outro lado, cresceu 7,06%, influenciada principalmente pela alta proporção de trabalhadores por conta própria nessa faixa etária. Já em relação à escolaridade, os rendimentos caíram para todas as categorias, com destaque para os trabalhadores que completaram o ensino médio (8,37%).

Horas trabalhadas - As horas efetivamente trabalhadas, por outro lado, não foram afetadas significativamente pela segunda onda da Covid-19. A diferença entre as horas habitualmente trabalhadas e as efetivamente trabalhadas era de 96% no último trimestre de 2019. Essa proporção caiu para 78% no segundo trimestre de 2020 por conta da primeira onda da pandemia. O primeiro trimestre de 2021 mostrou que essa relação voltou ao patamar de 2019, com diferença de 94%. (Assessoria de Imprensa do Ipea)

Acesse a íntegra da nota de conjuntura

 

ENERGIA ELÉTRICA: Decisão sobre reajuste de bandeiras tarifárias deve sair até o dia 30

energia eletrica 16 06 2021O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), André Pepitone, disse, nesta terça-feira (15/06), em Brasília, que a decisão sobre o aumento no valor das bandeiras tarifárias deve ser tomada até o fim de junho. Ele afirmou que o reajuste deve passar de 20%.

Primeiro aumento - Este será o primeiro aumento nos valores das bandeiras desde 2019. Em 2020, por conta da pandemia do novo coronavírus (covid-19), os valores foram mantidos e a bandeira verde foi acionada de junho a novembro.

Crise hídrica - O país vive a pior crise hídrica dos últimos 91 anos, com os reservatórios das bacias das principais usinas hidrelétricas em níveis muito baixos. Por isso, houve a necessidade de acionamento de mais usinas termelétricas. O acionamento das bandeiras tarifárias reflete o aumento no custo da geração de energia no país.

Ponto mais alto - Desde março, a Aneel acionou o sistema de bandeiras tarifárias que chegou em junho ao ponto mais alto - vermelha no patamar 2 - com a cobrança adicional de R$ 6,243 para cada 100kWh (quilowatt-hora) consumidos.

Redução - Também em março, a Aneel abriu uma consulta pública sobre a revisão dos adicionais e das faixas de acionamento para as bandeiras tarifárias no período 2021/2022. A proposta da agência é de redução no valor da bandeira tarifária amarela, que passaria R$ 1,343 a cada 100 kWh consumidos para R$ 0,996.

Alta - Já a bandeira vermelha 1 subiria de R$ 4,169 a cada 100 kWh para R$ 4,599 para cada 100 kWh consumidos e a bandeira vermelha 2 aumentaria de R$ 6,243 para R$ 7,571 para cada 100 kWh consumidos.

Custo - “Hoje temos um custo de R$ 6,24 a cada 100 kilowatt hora consumidos, mas certamente o valor final será bem maior do que R$ 7 e alguns centavos, esse valor deve superar os 20%. A agência [Aneel] deve estar tomando essa decisão ainda no mês de junho do novo valor das bandeiras para pagar as térmicas”, afirmou Pepitone, durante audiência pública da Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados para debater a crise hídrica no país.  

Medidas - Principal fonte de energia elétrica do país, as usinas hidrelétricas são responsáveis por pouco mais de 62% de toda a geração elétrica, mas sofrem com o regime hídrico abaixo da média histórica.

Escassez - Há escassez de chuvas, especialmente nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, onde se concentram as principais bacias hidrelétricas. O problema atinge especialmente as bacias dos rios Parnaíba, Grande, Paraná e Tietê.

Decisão - Por conta desse cenário, o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) decidiu, em maio, despachar fora da ordem de mérito todos os recursos da geração termelétrica até dezembro. O custo desse despacho térmico foi estimado pela Aneel em R$ 8,99 bilhões, dos quais R$ 4,3 bilhões já foram usados no período de janeiro a abril de 2021.

Impacto médio - Segundo Pepitone, além do aumento nos valores das bandeiras tarifárias, a medida vai ter um impacto médio nas tarifas de energia de 5%, percentual que será repassado ao consumidor em 2022.

Disponibilidade - “Só temos praticamente água para atender a geração de energia do país até novembro. Até lá, teremos que atender os país com as térmicas e isso tem um custo”, disse o diretor da Aneel.

Outras ações - Além da geração térmica, outras medidas estão sendo adotadas para evitar que os reservatórios das usinas hidrelétricas fiquem ainda mais vazios. No dia 1º, a ANA (Agência Nacional de Águas e Saneamento) decidiu declarar emergência hídrica na Bacia do Paraná. A medida permite a limitação de volumes de captação de água nos rios da bacia em caso de necessidade.

Flexibilização - O diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Luiz Carlos Ciochi, disse, na mesma audiência pública da Comissão de Minas e Energia da Câmara, que outras ações foram discutidas e apresentadas ao Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico. A mais importante delas abrange a redução na vazão das Usinas Jupiá e Porto Primavera e a flexibilização dos reservatórios da cabeceira do rio Paraná, principalmente do reservatório da usina de Furnas.

Expectativa - De acordo com Ciochi, a expectativa é que a medida gere um ganho de armazenamento de 3,8% do Sistema Interligado Nacional (SIN). “Não usaremos essas águas para a geração de energia elétrica visando garantir a governabilidade de toda a cascata, para garantir que todos os reservatórios tenham o mínimo de água”, disse.

Hidrovia - Outra proposta é a de reduzir o calado ou paralisar a hidrovia Tietê-Paraná a partir de 1º julho. O ganho de armazenamento com a redução do calado seria de 0,5% e a paralisação de 1,6% no SIN. Ainda há a proposta de flexibilizar a operação dos reservatórios do rio São Francisco, com ganho de 0,8% do SIN. Segundo Ciochi, mesmo com a adoção dessas ações, o nível dos reservatórios deve ficar em 10% no fim do ano.

Estoque - “As ações vão permitir estocar água para outubro e novembro. Se não adotarmos essas medidas chegaremos em 2022 em uma condição muito frágil para atender a necessidade de energia do próximo ano”, alertou Ciochi.

Meio ambiente - O diretor do ONS disse, ainda, que essas medidas geram impactos ambientais que estão sendo debatidos com órgãos como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e que elas não vão gerar prejuízos para outros usos da água, como o para consumo humano, irrigação e dessedentação (uso de água por animais). (Agência Brasil)

FOTO: Pixabay

 

INFRAESTRUTURA: Concessão ou privatização? Entenda o modelo de desestatização da Nova Ferroeste

infraestrutura 16 06 2021Dentro de alguns meses devem ser concluídos os estudos técnicos, econômicos, ambientais e jurídicos relacionados ao projeto da Nova Ferroeste, corredor de exportação de 1.285 quilômetros que vai conectar Paranaguá a Maracaju (MS) e Foz do Iguaçu. São esses trabalhos, com prazos distintos de conclusão, que vão indicar o melhor traçado, as questões ambientais de maior relevância e o formato do contrato de modernização e ampliação da estrada de ferro.

Modelo - Um dos pontos mais importantes da estratégia da implementação da nova ferrovia está relacionado ao modelo: concessão ou privatização? O foco do estudo jurídico, um dos que estão em andamento, é identificar qual a melhor estratégia para oferecer a Nova Ferroeste para a iniciativa privada. A segurança jurídica e o interesse da sociedade são os pontos-chaves para alinhar o projeto e criar um ambiente de negócio atrativo ao mercado.

Escolha - Até agora, por exemplo, a concessão tem se mostrado a melhor escolha. Nesse caso, o Paraná vai subconceder a concessão do governo federal que a Ferroeste detém para a construção e exploração da ferrovia por algum período pré-determinado, estimado em 60 anos. Hoje a Ferroeste tem contrato de concessão com a União, em vigor desde 1989. Este contrato, com prazo de 90 anos, passou a valer em 1997, podendo ser renovado por igual período.

Novos ramais - Nesse contexto também já está prevista a autorização para a execução de novos ramais necessários que fogem do traçado já existente entre Guarapuava e Cascavel. O coordenador do Plano Estadual Ferroviário, Luiz Henrique Fagundes, explica que neste formato a responsabilidade de construção, total ou parcial, reforma, ampliação ou melhorias da prestação do serviço público ficarão por conta da concessionária. Nesse modelo de concessão, o vencedor do leilão vai poder cobrar pelo serviço de transporte de carga, com critérios de qualidade e tarifas pré-estabelecidos dentro do contrato, o que gera previsibilidade e segurança.

Alto investimento - “A concessão é uma ferramenta muito utilizada, principalmente para empreendimentos que demandam um alto investimento, como é o caso da Nova Ferroeste. Hoje não seria viável para o Estado conseguir fazer um investimento desta monta porque o orçamento é limitado”, destaca. A estimativa é de que a execução completa da ampliação e a modernização do trecho existente ao longo desses 60 anos envolva investimento de cerca de R$ 25 bilhões.

Acompanhamento e fiscalização - Neste formato, o Estado pode acompanhar e fiscalizar o processo e a realização das obras, garantindo a execução e a prestação dos serviços dentro do acordo firmado no contrato. Também é o modelo que garante a execução do que foi discutido com o setor privado ao longo dos últimos anos. As obrigações e direitos ficam delimitados de maneira bem específica e a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Infraestrutura do Paraná (Agepar) acompanhará o processo.

Projeto finalizado - Na outra ponta, a grande vantagem para a iniciativa privada é receber um projeto finalizado, com os estudos de demanda e viabilidade técnica prontos e todas licenças ambientais prévias já liberadas. “O modelo de concessão está prevalecendo. Isso porque esse vai ser o grande corredor de exportação do Paraná e do Brasil, e, ao final do tempo de concessão, esses bens retornarão para o Estado”, explica Fagundes. A previsão é de que o estudo jurídico seja concluído em agosto deste ano.

Privatização - No modelo de privatização, segundo o coordenador, esse ativo do Estado, no caso a operação ferroviária, seria repassado integralmente para a iniciativa privada, que poderia mudar integralmente a essência do projeto discutido com o setor produtivo do Paraná.

História - A estrada de Ferro Paraná Oeste S.A – Ferroeste, foi criada em março de 1988. O Governo do Paraná é o maior acionista desta empresa de sociedade mista. Na época, a concessão era entre Guarapuava (PR) e Dourados (MS). O trecho construído e explorado, no entanto, liga apenas Cascavel a Guarapuava (248 quilômetros).

Transporte de grãos e insumos - Concebida principalmente para transporte de grãos agrícolas e insumos para plantio, a Ferroeste teve sua construção iniciada em 15 de março de 1991. A obra foi construída pelo governo paranaense em parceria com o Exército Brasileiro e custou US$ 360 milhões, pagos integralmente com recursos do Estado.

Consórcio - Em 1996 a Ferroeste foi privatizada. O consórcio vencedor constituiu a Ferrovia Paraná S/A – Ferropar e iniciou suas atividades em 1º de março de 1997. Nos anos seguintes, o consórcio operador do serviço deixou de fazer os investimentos previstos, não cumpriu as metas de transporte e não pagou as parcelas estipuladas no contrato. Em 2006 o Estado retomou de maneira definitiva o controle da empresa.

Qualificada - Em junho de 2020 a Ferroeste foi qualificada no âmbito do Programa de Parcerias de Investimentos (CPPI) do governo federal como projeto apto para a desestatização. O pedido foi feito pelo Governo do Estado e significa apoio técnico regulatório necessário em diversas áreas, da modelagem à atração de investidores.

Novo contrato - Agora, a ideia é fazer um novo contrato de concessão embasado nas melhores ideias internacionais, nos moldes do que já ocorrem com aeroportos e rodovias, transformando o Paraná em um hub logístico da América do Sul.

Nova Ferroeste - Com a concessão, a Ferroeste também passará a se chamar Nova Ferroeste. A ampliação e a modernização do modal ferroviário vão alterar a composição da matriz logística do Estado para o transporte por longas distâncias.

Obras - O projeto de 1.285 quilômetros prevê a revitalização e modernização do trecho existente e a ampliação do traçado, ligando Guarapuava a Paranaguá, no Litoral do Paraná, e Cascavel a Maracaju, no Mato Grosso do Sul. Também será construído um ramal ferroviário entre Cascavel e Foz do Iguaçu, favorecendo a produção do Oeste e dos países vizinhos.

Área de influência - A área de influência indireta abrange 925 municípios de três países. São 773 do Brasil, 114 do Paraguai e 38 da Argentina. No Brasil, impacta diretamente 425 cidades do Paraná, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina, totalizando cerca de 9 milhões de pessoas. A área representa 3% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

Transporte - A expectativa, de acordo com os estudos preliminares, é que pela Nova Ferroeste seja possível o transporte de 54 milhões de toneladas por ano – ou aproximadamente 2/3 da produção da região.

Trabalho coletivo - O projeto é fruto de um trabalho coletivo do Grupo de Trabalho do Plano Estadual Ferroviário, que reúne representantes de diferentes secretarias, como a Secretaria de Agricultura e Abastecimento e a Secretaria de Infraestrutura e Logística. “Esse é um sonho antigo, colocar o Paraná nos trilhos de ponta a ponta”, destaca o secretário Sandro Alex, responsável pela Infraestrutura e Logística.

Redução de custos - “É uma rodovia que vai reduzir custo de transporte, especialmente de grãos e de contêineres refrigerados do Oeste até o Porto de Paranaguá, reduzindo tempo, custo e melhorando a eficiência”, comemora Norberto Ortigara, da Agricultura. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: José Fernando Ogura / AEN

 

LEGISLATIVO: Senado deve analisar projeto para facilitar a recomposição da vegetação das nascentes

legislativo 16 06 2021O Senado deve analisar o projeto (PL) 3.430/2019, que altera o Código Florestal dispensa a licença ambiental para a recomposição de vegetação em torno de nascentes. O texto aprovado na Câmara do Deputados, na terça-feira passada (08/06), é o substitutivo do deputado Igor Timo (Podemos-MG). De acordo com a proposta, serão consideradas atividades eventuais ou de baixo impacto ambiental aquelas com o objetivo de recompor a vegetação nativa no entorno de nascentes ou outras áreas degradadas, conforme norma expedida pelo órgão competente do Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama).​

Código Florestal - O Código Florestal prevê que a intervenção e a retirada de vegetação em Áreas de Preservação Permanente (APP) e de Reserva Legal para as atividades eventuais ou de baixo impacto ambiental dependerão de simples declaração ao órgão ambiental competente. Para isso, o interessado deve ter pequena propriedade ou posse rural familiar e ter cadastrado o imóvel no Cadastro Ambiental Rural (CAR).

Serviços ambientais - Para a autora da proposta, deputada Leandre (PV-PR), a destruição das nascentes coloca em risco o sistema hídrico e o projeto ajudará na regulamentação do pagamento por serviços ambientais, conforme previsto no Projeto de Lei 5.025/2019, aprovado recentemente pela Câmara.

Consequências negativas - “A destruição das nascentes tem consequências negativas diretas para os córregos, rios e demais cursos d’água e elas estão expostas “a todos os tipos de agressão, como o desmatamento, as queimadas, a erosão do solo e a contaminação com agrotóxicos”.

Intervenções - A lei define outros onze tipos de intervenções para as quais basta a declaração, como abertura de pequenas vias de acesso interno; implantação de instalações necessárias à captação e condução de água; implantação de trilhas para o ecoturismo; construção de moradia de agricultores familiares, remanescentes de comunidades quilombolas e outras populações extrativistas e tradicionais; e pesquisa científica relativa a recursos ambientais.

Outorga - Igor Timo retirou do texto original mudanças que implicavam o fim da outorga pelo uso da água. (Agência Senado, com informações da Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Divulgação / Wikipédia

 

SAÚDE I: Mortes somam 490.696 e casos chegam a 17.533.221

O Brasil ultrapassou a marca das 490 mil mortes por covid-19. Nas últimas 24 horas, as autoridades de saúde registraram 2.468 novos óbitos em decorrência da doença. Com isso, o número de pessoas que não resistiram à pandemia chegou a 490.696.

Investigação - Ainda há 3.852 falecimentos em investigação. O termo é empregado pelas autoridades de saúde para designar casos em que um paciente morre, mas a causa segue sendo apurada mesmo após a declaração do óbito.

Atualização - Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite desta terça-feira (15/06). O balanço é organizado a partir das informações sobre casos e mortes levantadas pelas secretarias estaduais de saúde. Não foram computados os dados sobre o Rio Grande do Sul.

Infectados - O total de pessoas infectadas desde o início da pandemia alcançou 17.533.221. Entre segunda e terça-feira (14 e 15/06), foram confirmados 80.609 novos casos. O país tem ainda 1.097.879 casos ativos, em acompanhamento. O número de pessoas que foram infectadas mas se recuperaram desde o início da pandemia é de 15.944.646. Isso corresponde a 90,9% do total dos infectados pelo vírus.

Números - Os números são em geral mais baixos aos domingos e segundas-feiras em razão da menor quantidade de funcionários das equipes de saúde para realizar a alimentação dos dados. Já às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pelo envio dos dados acumulados.

Estados - O ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (119.110). Em seguida vêm Rio de Janeiro (53.242), Minas Gerais (43.206) e Rio Grande do Sul (29.701), que não atualizou os dados nesta terça-feira. Já na parte de baixo da lista, com menos vidas perdidas para a pandemia, estão Roraima (1.680), Acre (1.721), Amapá (1.778), Tocantins (3.042) e Alagoas (5.038).

Vacinação - Até o momento, foram disponibilizadas a estados e municípios 110, 245 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Deste total, foram aplicadas 80,2 milhões de doses, sendo 56,4 milhões da primeira dose e 23,7 milhões da segunda dose. (Agência Brasil)

 

whatsapp image 2021-06-15 at 19.15.20

SAÚDE II: Paraná registra 3.961 novos casos e 340 óbitos pela Covid-19

saude II 16 06 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta terça-feira (15/06) mais 3.961 casos confirmados e 340 mortes pela Covid-19 no Paraná. Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da doença mostram que o Estado soma 1.150.281 casos confirmados e 28.389 óbitos.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de janeiro (43), fevereiro (18), março (17), abril (87), maio (317) e junho (3.418) de 2021, e dos seguintes meses de 2020: agosto (1), setembro (5), outubro (4), novembro (8) e dezembro (43).

Internados - O informe relata que 2.772 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados. São 2.066 pacientes em leitos SUS (970 em UTIs e 1.096 em enfermarias) e 706 em leitos da rede particular (368 em UTIs e 338 em enfermarias).

Exames - Há outros 3.152 pacientes internados, 1.167 em leitos de UTI e 1.985 em enfermarias, que aguardam resultados de exames. Eles estão nas redes pública e particular e são considerados casos suspeitos.

Óbitos - A Secretaria da Saúde informa a morte de mais 340 pacientes. São 147 mulheres e 193 homens, com idades que variam de 3 a 100 anos. Os óbitos ocorreram de 2 de março a 15 de junho de 2021.

Municípios - Os pacientes que morreram residiam em Curitiba (65), Apucarana (43), Santo Antônio da Platina (22), Londrina (19), Ponta Grossa (13), Foz do Iguaçu (11), São José dos Pinhais (11), Araucária (8), Ventania (6), Araruna (5), Paranavaí (5), Pinhais (5), Castro (4), Ibaiti (4), Imbituva (4), Maringá (4), Pato Branco (4), Ampére (3), Campo Largo (3), Campo Mourão (3), Guarapuava (3), Irati (3), Rolândia (3), Santa Helena (3), Toledo (3), Altamira do Paraná (2), Bom Jesus do Sul (2), Califórnia (2), Cascavel (2), Colorado (2), Congonhinhas (2), Inácio Martins (2), Ipiranga (2), Jaguariaíva (2), Mallet (2), Matinhos (2), Nova Cantu (2), Nova Esperança (2), Palmeira (2), Paranaguá (2), Pitanga (2), Quatiguá (2), Rio Azul (2), São Miguel do Iguaçu (2), Uraí (2) e Wenceslau Braz (2).

Uma morte - A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Adrianópolis, Alto Piquiri, Anahy, Antônio Olinto, Arapoti, Assis Chateaubriand, Astorga, Bandeirantes, Barbosa Ferraz, Boa Vista da Aparecida, Clevelândia, Colombo, Contenda, Cruzeiro do Iguaçu, Dois Vizinhos, Fazenda Rio Grande, Flórida, Guaratuba, Iporã, Iretama, Mandaguari, Manoel Ribas, Marmeleiro, Matelândia, Nova Londrina, Palmas, Peabiru, Piraí do Sul, Quatro Barras, Rebouças, Rio Negro, Sabáudia, Salto do Lontra, Santa Tereza do Oeste, Santo Antônio do Sudoeste, Sengés, São Jorge d'Oeste, São Jorge do Ivaí, Tomazina, Turvo e União da Vitória.

Fora do Paraná - O monitoramento registra 6.066 casos e 159 óbitos de residentes de fora. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o Informe completo.

 

SAÚDE III: Pfizer vai entregar 2,4 milhões de doses nesta semana

saude III 16 06 2021A Pfizer e sua parceira, BioNTech, anunciaram nesta terça-feira (15/06) que enviarão ao Brasil 2,4 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 nesta semana, entre esta terça e quinta-feira (17/06).

Lotes - Conforme comunicado divulgado pelas empresas, a remessa será enviada em três lotes. Nesta terça, chegaram 530 mil doses. Outras 936 mil deverão chegar nesta quarta-feira (16/06) e igual quantitativo na quinta-feira (17/06). Com as entregas dessa semana, o número de vacinas disponibilizadas pela farmacêutica chegará a 10,6 milhões.

Acordo - O consórcio Pfizer BioNTech fechou acordo com o governo brasileiro em março deste ano que envolve a aquisição de 100 milhões de doses. Em maio, um novo negócio previu mais 100 milhões de doses, que serão entregues entre outubro e dezembro.

Covax facility - O Ministério da Saúde anunciou também hoje que na próxima semana receberá mais um lote de vacinas contra a covid-19 do consórcio Covax Facility, coordenado pela Organização Mundial de Saúde e que reúne governos e fabricantes.

Doses - Serão enviadas ao país 842,4 mil doses pelo consórcio. Até o momento, o Brasil recebeu cinco milhões de doses pela Covax Facility. Pelo investimento feito, o país tem direito a 42,5 milhões até o fim do ano. O Ministério da Saúde não divulgou quando deverá ter a próxima remessa. (Agência Brasil)

FOTO: Aldemir de Moraes e Mileny Melo / Prefeitura Municipal de Maringá

 

PREVISÃO DO TEMPO: Inverno no Hemisfério Sul começa no dia 21 de junho

previsao tempo 16 06 2021O inverno no Hemisfério Sul terá início no dia 21 de junho de 2021 às 00h32 e terminará no dia 22 de setembro às 16h21 (horário de Brasília), conforme prognóstico divulgado nesta terça-feira (16/06) pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A estação é marcada pelo período menos chuvoso nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e parte da região Norte e Nordeste do Brasil, enquanto as maiores quantidades de precipitação concentram-se sobre o noroeste da Região Norte, leste do Nordeste e parte da Região Sul.

Massas de ar frio - A estação é caracterizada também, pelas incursões de massas de ar frio, oriundas do sul do continente, que provocam a queda acentuada das temperaturas média do ar, apresentando valores inferiores a 22ºC sobre a parte leste das regiões Sul e Sudeste do Brasil.

Geada, neve e friagem - "Esta diminuição de temperatura, pode ocasionar: formação de geadas nas regiões Sul, Sudeste e no estado do Mato Grosso do Sul; queda de neve nas áreas serranas e planaltos da Região Sul; e episódios de friagem nos estados de Rondônia, Acre e no sul do Amazonas", informa o Inmet. (Mapa)

>> Veja aqui o Prognóstico Climático de Inverno

FOTO: iStock / Mapa

 


Versão para impressão


RODAPE