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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5131 | 10 de Agosto de 2021

JUBILEU DE OURO: Sicredi Vale do Piquiri homenageia Ocepar pelo cinquentenário com um troféu

O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, recebeu das mãos do presidente da Sicredi Vale Piquiri Abcd PR/SP, Jaime Basso, nesta segunda-feira (09/08), em Curitiba, um troféu em homenagem aos 50 anos da Ocepar, completados no dia 2 de abril. “É uma forma de reconhecer os trabalhos que a Ocepar tem realizado em prol do cooperativismo paranaense e brasileiro”, disse Basso ao Informe PR Cooperativo. Ele explicou ainda que o troféu foi produzido em formato de escada, caracterizando a origem da cooperativa. “A Sicredi Vale do Piquiri começou a funcionar em 8 de outubro de 1988 embaixo de uma escada. Isso remete à nossa história. É um modo de relembrar o passado e valorizar esses momentos”, acrescentou. Ainda de acordo com ele, da mesma forma como a cooperativa evoluiu em sua trajetória, a Ocepar construiu uma história bem-sucedida ao longo dessas cinco décadas.

Mensagem - O troféu entregue ao presidente Ricken contém a seguinte mensagem: “Receba o nosso reconhecimento pelos 50 anos de constituição e sucesso no fomento, desenvolvimento e promoção das cooperativas paranaenses. Certamente isso é fruto de muito empenho, dedicação, persistência e competência dos dirigentes, gestores e colaboradores. Somos gratos pela parceria e cooperação entre a Ocepar e o Sicredi.”

A cooperativa - Próxima de completar 33 anos, a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP está sediada em Palotina, no Oeste do Paraná, e hoje possui 96 agências no Paraná e em São Paulo, inclusive em áreas centrais bem valorizadas da capital paulista, como nas avenidas Brigadeiro Faria Lima e Paulista, e na região do grande ABCD. A cooperativa de crédito possui atualmente 186 mil associados e R$ 5 bilhões em ativos.

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SEPEAG DIGITAL I: Painel discute as tendências econômicas no mercado paranaense

sepeag 10 08 2021O segundo painel do dia de abertura da 2ª Sepeag Digital, nesta segunda-feira (09/10), reuniu especialistas de diferentes setores da economia paranaense para debater os cenários regional e nacional. O painel “Tendências Econômicas Setoriais: Construção Civil, Agronegócio, Indústria e Governo” teve a participação do presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, do vice-presidente do Banco de Dados do Sinduscon/PR, Marcos Kathalian, do economista da Fiep, Marcelo Alves, e do vice-governador do Paraná, Darci Piana. O evento é promovido pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR).

O agronegócio como força motriz da economia - Primeiro a falar no painel, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, disse que nesse momento de pandemia, as atividades fundamentais passam a ter grande importância. Ele fez uma análise da economia, informando sobre o PIB, a inflação, a projeção da Selic e do dólar. Dentro desse cenário, afirmou que hoje não faz mais sentido classificar o agro, dividindo em economia rural e urbana. “O agro está nesses dois ambientes e é importantíssimo para dar um desempenho melhor a nossa economia”.

Valor Bruto da Produção - Ricken mostrou alguns, dentre eles, o Valor Bruto da Produção do Agro, que teve um crescimento de 10%. A safra de grãos também está em alta, com uma evolução de 1,5%. Especificamente sobre o milho, ele explicou que houve uma queda em virtude do clima (calor e geada) e do déficit hídrico. “Teve uma redução de 42 para 34 milhões de toneladas nesta última safra”, disse. Sobre os preços, com a busca internacional pelos produtos do agro brasileiro, os valores se tornaram mais altos.

Panorama - Em um panorama geral, o Paraná possui 217 cooperativas, com 2,48 milhões de cooperados e um faturamento de R$ 115,7 bilhões. São 120 unidades agroindustriais, sendo 48% das receitas geradas pela industrialização. A exportação representa 21% do faturamento, resultando no valor de US$ 4,4 bilhões. “O nosso cooperado é iminentemente de pequenos produtores, representam 70% dos cooperados”, salientou.

Mapa estratégico - Por fim, o presidente do Ocepar apresentou o mapa estratégico da entidade, cujo objetivo é o Desenvolvimento Sustentável do Cooperativismo Paranaense, tendo como alicerces a economia, educação, cooperação, inovação e socioambiental. A expectativa é o segmento atingir R$ 200 bilhões de faturamento anual e 4 milhões de cooperados. “Oportunidades existem, nós temos que produzir e atende a essa demanda de forma organizada, respeitando a questão ambiental. E temos que saber como nos comunicar”, finalizou.

A construção civil e seu papel na economia - Falando sobre a construção civil, o vice-presidente do Banco de Dados do Sinduscon/PR, Marcos Kathalian, traçou o panorama do ano e as expectativas do segmento. Para este ano, a previsão de crescimento é de 4%, sendo puxado pelo setor imobiliário. “O que vem crescendo é a construção imobiliária, sendo reforçada pelo crédito imobiliário, que cresceu 123% no primeiro semestre de 2021”, disse. Outro ponto importante destacado por ele, foi o aumento do número de contratação com carteira assinada pela construção civil.

Aumento de vendas - Com o aumento do volume de vendas da construção civil, projetos que estavam engavetados, em virtude da pandemia, começaram a ser realizados. Para Kathalian, a nota negativa é a construção de moradias mais populares, este ano a queda foi de 12%. “Nas rendas médias e altas está muito acelerado e nas baixas está retraído. Um impacto gigantesco da inflação e desemprego”, afirmou.

Custo - Para ele, um grande desafio da construção é o custo. “O aumento desproporcional dos insumos base da construção civil é uma preocupação. Alguns materiais, como o aço por exemplo, teve um incremento de mais de 70%”, disse. Assim o impacto é grande e os orçamentos devem ser revistos. Kathalian apontou que o setor responde de duas maneiras, a primeira é a ação direta de aumento de produção, buscando novos fornecedores. E a outra, são as alternativas de construções, como o uso de madeira. “O setor está tendo que responder criativamente. Porque o desafio do custo não tem uma equação clara de curto prazo”, complementou.

Dados - Para finalizar, Kathalian mostrou alguns dados de Curitiba que refletem o desempenho do Estado, no que diz respeito à recuperação da intenção de construção. No primeiro semestre, a cidade teve 66% mais unidades liberadas (alvarás) em comparação ao mesmo período do ano passado e 82% a mais de lançamentos imobiliários. “Unidade liberada e lançamento é emprego contratado”, disse. O setor de 2014 até o início de 2020 teve uma queda de mais de 30%, foram perdidos mais de 1 milhão de empregos no país. “Efetivamente estamos recuperando”, concluiu Kathalian.

Indústria recupera confiança - Economista na Fiep, Marcelo Alves iniciou a sua fala mostrando o cenário do segmento no Estado, que representa cerca de 20% do PIB. Ele destacou que os principais segmentos são o de alimentos, veículos automotivos e derivados de petróleo. As exportações da indústria representam mais de 69% de todo o volume exportado no Brasil, tendo 33% da arrecadação e tributos federais. “A cada R$ 1 produzido, gera R$ 2,43 na economia brasileira”, disse. O desempenho da indústria, depois de 2020, teve uma queda muito forte, “e tivemos um efeito de recuperação, que ainda não está consolidada, mas há uma retomada rápida da Indústria a partir de julho”, complementou Alves.

Pontos sensíveis- Alves falou de alguns pontos sensíveis aos empresários do setor, dentre ele o nível de vacinação. “Tivemos um início pouco mais tardio, mas é contínuo. Com isso melhora o nível de confiança do empresário”. Também, a questão dos insumos, com o aumento considerável dos preços a partir do terceiro trimestre de 2020, 68% dos empresários relatam que esse aumento de custo reflete diretamente na produção.

Produção - Com relação à produção industrial, Alves disse que em 2019 o Paraná obteve o melhor resultado do Brasil. Mas, com a pandemia, houve uma destruição da atividade produtiva. “Ao longo do segundo semestre percebemos uma recuperação, que foi sustentada especialmente pelo setor de alimentos”, explicou Alves. Para ele, o mercado de trabalho sofreu muito com a pandemia em todos os segmentos, com índices negativos. Dados do mês de junho mostram que a indústria tem saldo positivo de 35 mil postos de trabalho. “Isso é um excelente resultado, pois comprova a retomada do segmento”.

Fatores - Para finalizar, Alves mostrou alguns fatores que podem influenciar na Indústria nos próximos anos: as eleições (que pode trazer instabilidade), risco de crise hídrica, inflação e taxa de juros em trajetória de alta, imunização a população, demora das reformas econômicas (tributária e administrativa), redução dos estímulos econômicos nas principais economias mundiais e baixa expectativa de crescimento da economia brasileira em 2022.

Os investimentos do Governo do Estado do Paraná - “Eu sempre digo que continuo emprestado ao Governo, sou um homem do setor produtivo”, assim o vice-governador do Paraná, Darci Piana, iniciou a sua fala na 2ª Sepeag Digital. Piana afirmou que o Governo do Estado está numa fase boa, resultado de um projeto para enxugar os custos da máquina, com ações como a redução de 28 para 15 secretarias, a fusão de pastas, contratos refeitos. “Essas e outras ações geraram uma economia substancial, que chega à casa dos R$ 3,5 bilhões”, afirmou.

Dificuldades - O vice-governador disse que a pandemia trouxe dificuldades, mas que o Paraná conseguiu se proteger e se manter economicamente. Falou que o governo paranaense percebeu logo cedo que o sistema financeiro nacional não teria recursos suficientes para ajudar todos os Estados brasileiros nesse período. “Foi feito um projeto, contratamos 50 engenheiros e adiantamos tudo o que seria necessário. O problema é não ter projetos para aplicar os recursos. Fizemos nossa lição de casa”, disse. Ele afirmou que no primeiro mandato, o Estado conseguiu em torno de R$ 35 bilhões da iniciativa privada, contratos que foram mantidos mesmo durante o período pandêmico.

Investimentos previstos - Somando todos os setores, Piana afirma que há mais de 100 bilhões de investimentos previstos para os próximos anos no Paraná. Falou sobre as concessões dos pedágios e o impacto na economia paranaense. Falou da malha ferroviária e o andamento de licitações no setor, do investimento no Porto de Paranaguá e no Porto de Antonina. “O objetivo é reduzir os custos dos transportes e da importação e exportação. Gerando uma competitividade maior no mercado internacional”, pontuou. Essa infraestrutura é o grande gargalo do Paraná. “O objetivo é transformar o Estado no mais importante centro logístico da América Latina, com modais diferenciados e um frete justo”, complementou Piana.

Programação - Acompanhe a programação pelo canal do Crea-PR no YouTube. As inscrições ainda podem ser feitas em sepeag.crea-pr.org.br. (Assessoria de Imprensa do evento)

 

SEPEAG DIGITAL II: Evento bate recorde de participantes; inscrições continuam abertas

crea pr 10 08 2021Começou nesta segunda-feira (09/08) a 2ª edição da Semana Paranaense de Engenharia, Agronomia e Geociências (Sepeag), realizada pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR). O evento digital já bateu recorde de inscritos. São mais de 3 mil pessoas confirmadas. A 2ª Sepeag vai até sexta-feira (13/08), com dezenas de palestras, discussões e painéis. Haverá a participação de autoridades das áreas, empresários de renome, representantes do poder público e pesquisadores e profissionais que atuam fora do Brasil. Nesta terça (10/08), os destaques englobam as pautas sobre acessibilidade.

Autoridades - Na quarta-feira (11/08), o evento terá a presença de diversas autoridades públicas, entre elas, o secretário de Agricultura e do Abastecimento do Estado do Paraná, Norberto Ortigara e o Secretário de Desenvolvimento Sustentável e do Turismo do Paraná, Marcio Nunes. No dia seguinte, diversos jovens profissionais contarão suas experiências no exterior, percorrendo trajetórias que passam pela África, Oceania, América do Norte e Europa.

Engenharia - Por fim, na sexta-feira (13/08), o engenheiro civil e presidente do Crea-PR, Ricardo Rocha de Oliveira, abre os trabalhos falando sobre “A Engenharia no âmbito Estadual e Nacional”. As inscrições continuam abertas pelo sepeag.crea-pr.org.br. O evento é 100% on-line e gratuito, e realizado das 14h às 17h e das 19h às 21h. (Assessoria de Imprensa do Crea-PR)

 

MP 1.061: Publicada a Medida Provisória que institui os Programas Auxílio Brasil e Alimenta Brasil

mp destaque 10 08 2021Foi publicada, na edição desta terça-feira (10/08) do Diário Oficial da União (DOU), a Medida Provisória (MP) nº 1.061, de 9 de agosto de 2021, que institui os Programas Auxílio Brasil e Alimenta Brasil, no âmbito do Ministério da Cidadania. O coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sistema Ocepar, Devair Mem, destaca que as iniciativas foram criadas com vistas:

• ao fortalecimento do Sistema Único de Assistência Social - SUAS;

• à transferência direta e indireta de renda e à inclusão econômica e social;

• ao desenvolvimento da primeira infância e ao incentivo ao esforço individual;

• à inclusão produtiva rural e urbana e à emancipação cidadã;

• ao incentivo da produção agricultura familiar, bem como ao consumo e à valorização dos alimentos produzidos;

• ao fomento à produção sustentável, ao processamento de alimentos e industrialização e à geração de renda;

• ao acesso à alimentação, em quantidade, qualidade e regularidade necessárias, pelas pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional;

• ao abastecimento alimentar, que compreende as compras governamentais de alimentos;

• à formação de estoque pelas cooperativas e demais organizações da agricultura familiar;

• e ao fortalecimento de circuitos locais e regionais e redes de comercialização.

Benefícios - Ainda de acordo com ele, a MP reformula o Bolsa Família, prevendo três benefícios básicos e até seis auxílios complementares, “mas nenhum ainda tem o valor definido, o que deve ocorrer até o fim de setembro. O novo auxílio deverá ser pago a partir de novembro de 2021, de acordo com os planos do governo”, afirma.

Cooperativas - “As cooperativas ligadas às organizações da agricultura familiar foram contempladas no Programa Alimenta Brasil, conforme destacado nos artigos 29, 31 - inclusive reafirmando o ato cooperativo, a transferência dos produtos do associado para a cooperativa. Já os artigos de número 33, 38 e 39, contemplam as cooperativas de crédito, como meio de pagamento aos fornecedores e repasse aos beneficiários”, esclarece ainda Mem.

Clique aqui para acessar na íntegra a MP 1.061/2021

* Na foto, o ministro da Cidadania, João Roma (crédito: Fábio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil)

 

AUDIÊNCIA PÚBLICA: OCB defende autocontrole para modernizar a defesa sanitária

audiencia publica 10 08 2021Nesta segunda-feira (09/08), a OCB participou de mais uma audiência pública da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados que tratou sobre o PL 1293/2021, que que dispõe sobre o autocontrole nas atividades agropecuária e agroindustrial e sobre a organização e procedimentos da defesa agropecuária, entre outros.

Segurança alimentar - Representando o cooperativismo brasileiro, Fernando Pinheiro, analista técnico e econômico da OCB, enfatizou a importância da defesa agropecuária com estruturas modernas para garantir a segurança alimentar.

Condições necessárias - Como condições necessárias para que a política seja assertiva, a entidade citou:

1) A importância de se fundamentar os princípios básicos para as atividades de fiscalização (análise de risco, notificação para regularização);

2) Dar autonomia do setor privado - programa de autocontrole é do estabelecimento;

3) A política ter caráter educativo/orientativo de um eventual manual (destinados, única e exclusivamente para orientação dos estabelecimentos);

4) A instituição de benefícios que melhorem os processos de fiscalização, tornando os mesmos mais assertivos e menos burocráticos;

5) Adequar o ajuste dos valores das multas e sanções, de modo que a legislação não se torne proibitiva para a atividade;

6) Regularização por notificação restrita a situações possíveis de serem corrigidas sem causar qualquer risco sanitário aos processos ou aos produtos.

7) Melhor definição do papel da certificação por terceira parte.

Debates - Após a apresentação da OCB, vários destes pontos destacados foram debatidos e considerados pelo relator da proposta, deputado Domingos Sávio, e pelo secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, José Guilherme Leal. O deputado Domingos Sávio, que faz parte da Diretoria da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) destacou que pretende apresentar um relatório na Comissão de Agricultura nos próximos dias. (OCB)

 

PLURICOOP: Prática de meditação transcendental é oferecida para cooperativas

pluricoop 10 08 2021Entre os vários serviços profissionais que integram a grade da Pluricoop (Cooperativa de Trabalho de Executivos em Gestão e Treinamento), sediada em Maringá (PR), a meditação transcendental tem conquistado espaço inclusive no ambiente profissional pelos benefícios que proporciona aos seus praticantes.

Parceria - Cleide Bulla, presidente da Pluricoop, informa que a entidade firmou parceria com o Instituto David Lincyh, de São Paulo, para aplicação dessa técnica em projeto específico às cooperativas paranaenses, aprovado em janeiro deste ano pelo Serviço Nacional de Aprendizagem de Cooperativismo (Sescoop/PR).

Qualidade de vida - “As cooperativas poderão aderir a essa prática, considerando o 7º princípio do cooperativismo, que é a preocupação com a comunidade, contribuindo na melhoria e qualidade de vida e de bem-estar, podendo envolver colaboradores e cooperados”, afirma Cleide.

Doenças - Segundo a especialista Rosário Louzada, o estresse causado pela pressão do dia a dia, a preocupação frente aos desafios e a angústia trazida pelas incertezas da pandemia podem, na avaliação de estudiosos, originar doenças psicossomáticas que afetam a saúde física e mental.

Fácil aprendizagem - Conforme ela explica, a meditação transcendental é uma técnica mental milenar de relaxamento, cientificamente comprovada, de fácil aprendizagem, que pode ser praticada em qualquer lugar ou situação, diariamente. Para isso, a pessoa permanece sentada confortavelmente por um período de apenas 20 minutos, duas vezes ao dia.

Benefícios - O controle da ansiedade, a melhora da concentração, foco e memória, o controle e a melhora da pressão arterial seriam alguns dos principais benefícios. “O sentimento de tranquilidade e de realização pessoal também devem ser considerados”, diz Rosário, acrescentando que a prática pode, também, transformar o ambiente profissional, aumentar a produtividade, motivação, foco e emoções positivas, diminuir o absenteísmo, sintomas relacionados à depressão, ansiedade, irritabilidade e promover o retardamento do envelhecimento precoce, o relaxamento profundo e o alívio do estresse.

Comprovada - “A meditação transcendental ainda melhora a criatividade, diminui o bloqueio criativo, fortalece o sistema imunológico e desenvolve a inteligência emocional”, ressalta a especialista, mencionando ser a única técnica cientificamente comprovada capaz de reduzir em até 80% o ataque de risco cardíaco e acidente vascular cerebral (AVC).

Em Maringá - A Universidade Estadual de Maringá (UEM) conta com um espaço dedicado a ensinar essa técnica, que é incentivada também entre os profissionais do 4º Batalhão de Polícia Militar.

Oportunidade - As cooperativas interessadas podem entrar em contato com a Pluricoop pelos telefones (44) 3346-5493, 99912-3534 e 99942-0761. (Imprensa Pluricoop)

 

UNIMED CURITIBA: Aniversário de 50 anos é marcado por ações especiais recheadas de memórias

No ano em que completa 50 anos de fundação, a cooperativa programou uma série de ações para comemorar seu cinquentenário. Dentre delas está a veiculação de uma edição especial do Diálogo Saudável, em que a jornalista Mira Graçano conversa com Rached Hajar Traya, diretor-presidente da Unimed Curitiba. O bate-papo pode ser acessado no Facebook da cooperativa e cumpre o propósito de abrir um canal de diálogo que aproxima as pessoas daqueles que cuidam da sua saúde e bem-estar. Afinal, são 50 anos de crescimento e cuidado, de histórias, de desafios durante a pandemia, da atuação dos médicos e das conquistas da maior operadora de planos de saúde do Paraná.

Origem - Atualmente uma potência na área da saúde, a cooperativa é resultado de uma ideia que começou com 23 médicos no dia 6 de agosto de 1971. “Se a gente for voltar no tempo para resgatar como tudo isso começou, seguramente posso dizer que foi um ato de ousadia daqueles 23 médicos que, lá no começo da década de 70, resolveram, desejaram e conseguiram instituir uma cooperativa médica naquele momento. Eles quebraram um paradigma na época e criaram uma expectativa boa, mas posso dizer, sem medo de errar, que nem no mais otimista devaneio desse grupo eles poderiam imaginar que essa história teria tal narrativa. Temos mais de 4 mil médicos cooperados que têm o compromisso de manter esse espírito que eles iniciaram. E felizmente nossos princípios basilares vêm sendo perpetuados”, destaca Rached Hajar Traya, diretor-presidente da Unimed Curitiba e cooperado desde 1993.

Crescimento - Esse ato resultou em uma estrutura que cresceu ao longo de cinco décadas a passos robustos, uma construção feita por gerações e gerações de médicos com o propósito de valorizar o trabalho médico (missão essa desde a fundação), de oferecer excelência assistencial e promover saúde e bem-estar aos seus clientes com ética, transparência e valores cooperativistas. Hoje, são cerca de 4.600 médicos cooperados e 551 mil clientes, junto a 1.600 colaboradores, compondo a maior rede credenciada do estado, com 54 hospitais, 245 clínicas de especialidades médicas, 91 unidades de laboratórios, sendo 20 unidades próprias (Unimed Laboratório) e três bancos de sangue.

Comemorações - O marco de 2021 celebra o orgulho de cuidar dessa que é a maior operadora de plano de saúde do Paraná. Para celebrar, a Unimed Curitiba entrevistou pessoas que fizeram parte dessa trajetória e contaram curiosidades, relembraram histórias e fatos. Esses depoimentos estão disponíveis no canal da cooperativa no YouTube e também foram reunidos em boletins especiais que estão sendo divulgados no portal unimedcuritiba.com.br.

Solidariedade - A cooperativa iniciou as comemorações de forma solidária, com uma campanha interna chamada Gincana Orgulho de Cuidar. Colaboradores e médicos cooperados se uniram e arrecadaram 70 toneladas de alimentos não perecíveis que foram doados para 24 instituições parceiras e beneficiaram 1,3 mil famílias em situação de risco e vulnerabilidade social. Além disso, na última sexta-feira (06/08), data do aniversário da fundação, aconteceu um evento online transmitido pelo YouTube para celebrar o orgulho de cuidar que está no DNA da marca.

Histórias de vida - Elas se entrelaçam com a trajetória da cooperativa. Em 50 anos a Unimed Curitiba já fez parte e continua presente na vida de inúmeras pessoas em situações delicadas e, também, de muita felicidade. O nascimento de um filho, o tratamento de uma doença e a superação de um problema de saúde são apenas alguns dos momentos nos quais o plano de saúde é importante. Luiz Felipe Gubert Braga Cortes, vereador e beneficiário da Unimed Curitiba desde maio de 2016, teve experiência com a Unimed Curitiba desde jovem (na década de 80), ainda com seu pai, mãe e irmãos. “E hoje, casado e com três filhos, tenho um carinho muito grande pelo sistema e pelo atendimento recebido. Apesar de a Unimed estar em todo o Brasil, acredito que aqui no Paraná e em Curitiba é referência. Só tenho a agradecer e expressar minha confiança, pois, mesmo em circunstâncias em que é preciso realizar uma negociação, o atendimento se destaca. Agora, com a digitalização de muitos serviços, a exemplo da liberação de exames, temos ainda mais facilidade”, avalia.

Cooperados - Os médicos cooperados são o coração da cooperativa. Foi através da atuação desses profissionais que a marca se consolidou, cresceu e ganhou relevância na área da saúde. E foi em setembro de 1985 que a cooperativa recebeu a cooperada número mil, Márcia Aparecida Caproni Oliveira Silva. A médica, que atualmente é jubilada e na época atendia como clínica geral, ressalta a importância da Unimed Curitiba para ela: “Em setembro de 1985, no início de minha vida profissional, ingressei na então Medipar. Os primeiros pacientes vieram através da cooperativa e ter tido esse apoio no começo foi um marco muito importante em minha carreira, tenho muita gratidão. Eu me sinto honrada de ter tido a oportunidade de fazer parte dessa cooperativa que só tem sido motivo de orgulho”.

Colaboradora - Já a colaboradora Elis Regina Ferreira ingressou na cooperativa no dia 4 de dezembro de 1987, passou por vários setores e, atualmente, é supervisora do setor de Relacionamento com o Cooperado. Elis relembra sua jornada: “quando eu entrei tinham 45 funcionários nas sedes da Rua Clotário Portugal. Eram duas unidades, uma administrativa e outra de atendimento para médicos, beneficiários e prestadores de serviço. Eu era recepcionista e atendia somente office boys das empresas para entregar os selinhos de consultas. Cada selo tinha uma cor de acordo com cada tipo de plano. Quando saímos de lá e viemos para a sede da Rua Itupava foi uma sensação maravilhosa de casa nova, com todos os setores juntos, mas ainda éramos pouco colaboradores. Ali começou a venda de planos pessoa física e nosso atendimento passou a ser imediato, diretamente com os clientes, o que levou à construção de relacionamentos”.

Jeito de cuidar - Todas essas memórias acentuam o jeito de cuidar da empresa. Para Rached Traya, “a Unimed Curitiba é uma empresa feita de médicos, atua na área de saúde que, de modo geral, tem isso como principal propósito, então o jeito de cuidar é a nossa essência”.

Parcerias duradouras - A relação entre a Unimed Curitiba e algumas empresas e instituições é quase tão antiga quanto a própria cooperativa. Data de 1979, por exemplo, o primeiro contrato com o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), que, hoje, é a contratante mais antiga da cooperativa. O diretor administrativo do BRDE, Luiz Carlos Borges da Silveira, lembra que “nosso contrato começou em setembro de 1979, quando o nome nem era Unimed ainda, era Medipar. Por isso, quando vemos o quanto ela cresceu, dá muito orgulho de ter participado dessa história. Temos uma relação muito boa, que sempre deu muito certo”.

Clínica - A clínica de oncologia Instituto Halsted é uma das empresas prestadoras mais antigas da Unimed Curitiba, filiada desde janeiro de 1972. O oncologista João Batista Neiva recorda a evolução da entidade e da cooperativa nessas décadas de parceria. “A convite do professor Manoel Cavalcanti assisti a algumas reuniões que culminaram na criação da Unimed Curitiba. Estava nascendo um novo meio de tornar acessível a assistência médica em nossa cidade. Muito tempo depois, tive a honra de participar da Comissão de Ética [da cooperativa]”.

Desafios e inovações - Nestes 50 anos, a cobertura dos planos de saúde sofreu várias alterações junto com a evolução da tecnologia. Inicialmente, quando não havia regulação do setor de saúde suplementar – a Agência Nacional de Saúde Suplementar foi criada apenas em 1998, quando a Unimed Curitiba já tinha quase 30 anos –, o rol de procedimentos era mais restrito e era a própria cooperativa que decidia o que era coberto ou não pelos planos vendidos. A partir da criação da ANS, todas as operadoras de saúde passaram a ter que ofertar determinados procedimentos obrigatoriamente.

Mudança de mentalidade - De acordo com o diretor de Prevenção e Promoção à Saúde da cooperativa, o médico infectologista Jaime Rocha, depois disso havia uma resistência para incorporar novidades à carteira de serviços da cooperativa. Contudo, essa mentalidade vem mudando há alguns anos e permitindo o fortalecimento da relação com integrantes da cadeia de saúde e a promoção de inovação na área, foi-se estruturando um núcleo que avalia essas inovações, o Centro de Pesquisa e Inovações, e que tem conseguido ser muito mais resolutivo do que era antes. Com isso, abrimos portas para melhor se relacionar com aqueles que produzem medicamentos, produtos e materiais, temos canal para ouvir todos os argumentos. Acredito que esse espírito fez com que a Unimed Curitiba crescesse muito e a enxergo crescendo ainda mais nos próximos anos”. (Imprensa Unimed Curitiba)

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COPAGRIL: Cooperativa completa 51 anos com foco na gestão e desenvolvimento

A Cooperativa Agroindustrial Copagril completou 51 anos de fundação nesta segunda-feira (09/08), e a chegada deste novo ano de celebração marca a intrínseca ação cooperativista em sua área de atuação, com prospecções de transformação e desenvolvimento, potencializando a atividades e os resultados da cooperativa e por conseguinte os reflexos positivos aos cooperados e indivíduos ligados a cooperativa, bem como a toda comunidade adjunta à marca Copagril.

Transformação - Os 51 anos chegam após um cinquentenário marcado pela mudança global decorrida da pandemia do coronavírus, mas também representa a transformação, por meio da força e motivação para uma cooperativa cada vez mais eficiente, responsável e comprometida. “O aniversário da Copagril neste dia 9 de agosto representa 51 anos de uma trajetória na busca de fazer o melhor para seu quadro social e neste processo todos estão de parabéns. Nosso quadro social, empregados e todos que fazem negócios com a Copagril fazem parte dessa conquista. Os 51 anos representam muito para nossos associados e especialmente para nossa região, por tudo aquilo que a Copagril contribuiu e contribuirá com o progresso dos associados e comunidades, buscando melhorar a qualidade de vida e o que isso representa por meio do cooperativismo”, ressalta o diretor-presidente da Copagril, Ricardo Sílvio Chapla.

Projetos e ações - Transformações que estão permeadas por vários projetos e ações internas com foco na eficiência de todas as áreas com resultados cada vez mais eficazes, cumprindo com os preceitos mais atuais de gestão global. O novo Complexo Industrial de Marechal Cândido Rondon engloba essa modernização, onde a verticalização dos processos por meio da potencialização das ações já realizadas, como é o caso do recebimento de grãos e por conseguinte a industrialização (Indústria de Óleos), fortalece as ações da Copagril junto aos cooperados e, deste modo, ao mercado consumidor em todos os níveis.

Complexo industrial - “O novo complexo industrial representa esse processo de melhoria, constante em nossa cooperativa. E não apenas nesta área, mas em todos os segmentos que atuamos, desde o atendimento agrícola e pecuário, industrialização, transporte e até nossas atividades comerciais de Lojas, Máquinas, Supermercados e Postos. Chegamos aos 51 anos com muito orgulho e agora nossa visão está em ir muito mais longe”, completa Chapla. (Imprensa Copagril)

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COCAMAR: Ciclo de Debates esmiúça desafios na gestão da propriedade

Com 535 visualizações, a 22ª jornada do Ciclo de Debates Cocamar promovida na quinta-feira (05/08), teve como tema Os Desafios da gestão da propriedade, com a participação do convidado especial Luciano Castro, sócio da consultoria especializada Markstrat de Ribeirão Preto (SP). O evento foi conduzido pelo gerente de Cooperativismo, João Sadao.

Desempenho - Castro, que é também professor afiliado da Universidade de Purdue (EUA), comentou que nem todos os produtores conseguem ter um bom desempenho na gestão de seus negócios, especialmente no que diz respeito a lidar com pessoas, finanças e comercialização. “Formar uma equipe não é uma tarefa simples para o produtor. Além de ser entendido, ele precisa motivar seu pessoal, sob pena de ter prejuízos”, disse. Em qualquer tipo de negócio, se faz necessário capacitar o profissional. “Se fosse para premiá-la, como essa pessoa seria avaliada?”, perguntou o convidado.

Sucessão - Quanto à governança, ele fez referência à gestão compartilhada, em que pais e filhos participam das decisões. “A sucessão é um grande desafio para muitos produtores”, citou, destacando ser bonito falar que determinada empresa atingiu a terceira ou quarta geração. Mas, para chegar lá, é preciso entender o que o proprietário pensa sobre a perpetuação do negócio familiar.

Problema ou oportunidade - “Há muita falta ou mesmo dificuldade de comunicação nesse processo”, frisou Castro, lembrando que os filhos têm que ser envolvidos nas atividades e também nas decisões”. Figurativamente, é como sair de um modelo de monarquia para uma democracia em que muitos participam. “Uma sucessão pode dar certo ou acabar, tem que ser planejada, pode ser um problema ou uma grande oportunidade.”

Custos - A administração financeira é outro obstáculo “e justamente na área crítica, no coração do negócio”, destacou Castro. Não raro, há produtores que acabam misturando as contas da propriedade com as pessoais, gerando dificuldades no momento de se conhecer os custos reais de produção.

Comercialização - Entre muitos outros pontos de relevância, Castro falou também sobre as decisões quanto à comercialização, que requer acompanhamento, antecipação de compras de insumos e travamento dos custos de produção, possibilitando que o produtor tenha mais tranquilidade para aguardar as oportunidades oferecidas pelo mercado.

Investir - Sobre os investimentos, em que a decisão precisa ser pautada pela razão e não sob o ímpeto de uma emoção, ele deixou claro: “É preciso avaliar o que faz mais sentido para o produtor, comprar uma área nova e ficar descapitalizado ou investir em tecnologias para ampliar as médias de produtividade”, ilustrou. Castro lembrou uma ação de marketing de uma empresa de irrigação que dizia: “há uma outra fazenda a seus pés”, referindo-se ao tanto que a propriedade pode agregar em renda se investir em uma estrutura de irrigação e impulsionar o negócio.

Informação - Para ele, o produtor rural hoje em dia não pode se queixar de falta de informação, que é abundante na internet e também nos trabalhos realizados por cooperativas como a Cocamar. “É preciso criar oportunidades para a nova geração e capacitá-la”, completou. (Imprensa Cocamar)

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COAMO: Dia C é realizado com donativos e acolhimento

Em meio às tantas perdas e desafios vivenciados nos últimos tempos, o Dia de Cooperar da Coamo e da Credicoamo deste ano resgatou a esperança por momentos melhores, onde o cuidado com a saúde física, mental e emocional das pessoas se tornou fundamental. Além das doações de itens básicos, que restauram o essencial para a existência de muitas famílias, na programação de celebração do Dia C 2021, as cooperativas lançaram a campanha “Eu Desejo”, uma oportunidade para que os funcionários externassem e compartilhassem seus desejos de afeto, acolhimento, esperança, cooperação e solidariedade, agregando ainda mais significado às doações.

Cartões - Assim, em toda a área de ação da Coamo e Credicoamo, no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, além dos donativos, foram espalhados 2.000 cartões com mensagens dos funcionários da cooperativa. A campanha, coordenada pela gerência de Recursos Humanos por meio do Programa 5S, arrecadou junto aos funcionários: alimentos, produtos de limpeza e higiene pessoal em prol de instituições de caridade. As ações organizadas em todas as áreas somam 21.150 kg de alimentos, 8.750 peças de roupas e calçados, 7.200 unidades de material de limpeza, 6.800 unidades de produtos para higiene pessoal e 106 cobertores.

Máscaras - Outra ação foi a doação de 5.250 máscaras de tecido pela Coamo, Credicoamo, Unimed e Davery Uniformes Profissionais, distribuídas para entidades assistenciais dos municípios de atuação da Coamo e Credicoamo.

Solidariedade - Segundo o presidente Executivo da Coamo, Airton Galinari, ser solidário é se sensibilizar com a dor de outro e estender a mão para ajudá-lo de alguma maneira. “Madre Teresa de Calcutá, religiosa conhecida por seu trabalho humanitário, disse que sabia que seus esforços eram apenas uma gota em meio ao oceano, contudo, acreditava que sem isso o oceano seria menor. A solidariedade é um valor humano universal, que está presente em todas as culturas. Trata-se de uma qualidade que está relacionada à bondade, cooperação, empatia e ao amor.”

Responsabilidade social - O Dia C de Cooperar é uma ação solidária de todas as cooperativas do Brasil, que nasceu em 2009 pelo Sistema Ocemg. O objetivo é desenvolver ações de responsabilidade social, colocando em prática os valores e princípios cooperativistas, por meio de ações voluntárias. (Imprensa Coamo)

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INTEGRADA: Pelo terceiro ano consecutivo, um excelente lugar para trabalhar

integrada 10 08 2021O Instituto Great Place to Work (GPTW) divulgou o resultado da pesquisa 2021, que avaliou o grau de satisfação dos colaboradores, e o modelo de gestão de pessoas adotado pela empresa. A Integrada foi certificada pelo terceiro ano contínuo. Com essa marca, consolida ações e metas implementadas pela gestão em relação ao ambiente corporativo.

Envolvimento - A pesquisa foi aplicada entre 21 de junho e 05 de julho, e envolveu 1.000 colaboradores, previamente selecionados pelo Instituto GPTW, de todos os setores da cooperativa, nas regiões onde há unidades da Integrada instaladas. A Cooperativa tem mais de 1.900 colaboradores, nos estados do Paraná e São Paulo.

Validação - Para que a pesquisa fosse validada, seria necessário um mínimo de 700 questionários respondidos de forma voluntária e espontânea. A adesão dos colaboradores da Integrada atingiu 910 formulários preenchidos. O índice é considerado bastante alto para pesquisas nesse segmento. A nota classificatória, que correspondente ao índice de satisfação dos colaboradores foi de 81 pontos.

Cooperação: somos você - Com o tema “GPTW 2021 – Somos atitude, somos inovação, somos futuro, somos você”, a Integrada desenvolveu uma campanha de comunicação para estimular a participação na pesquisa, destacando o valor da cooperação como chave para fazer da Integrada um lugar melhor a cada dia.

Agradecimento - O diretor presidente da Integrada, Jorge Hashimoto, agradeceu os profissionais que participaram da pesquisa. “Esse resultado mostra que estamos no caminho certo, com uma cultura organizacional de valorizar as pessoas. Vamos seguir, construindo uma Integrada excelente para trabalhar e para produzir resultados para o cooperado”.

Gratidão - Akio Cyoia, superintendente administrativo e financeiro da cooperativa, compartilha do sentimento de gratidão aos colaboradores. “É fantástico saber que 91% responderam a pesquisa. Ser um excelente lugar para trabalhar, pelo terceiro ano consecutivo, ratifica o planejamento estruturado para a equipe profissional da Integrada. Por outro lado, é uma oportunidade preciosa para melhorarmos aspectos apontados pelos participantes na avaliação. O alvo é a excelência através da felicidade de quem constrói a cooperativa”, observa.

Participação espontânea - O embaixador do Instituto GPTW no Paraná, Hilgo Gonçalves, também comemorou a posição conquistada pela Integrada. “É importante destacar que a participação é totalmente espontânea. Essa adesão significa que a pontuação obtida pela cooperativa é absolutamente genuína, ou seja, reflete o verdadeiro sentimento do colaborador em relação à empresa”.

Acerto - Para Haroldo Polizel, superintendente geral da Integrada, três anos de participação maciça dos colaboradores representa um forte indicador do acerto na construção do modelo de gestão de pessoas da cooperativa. “Nas três pesquisas, os resultados foram crescentes, o que significa que conseguimos ouvir o colaborador, e aperfeiçoar continuamente nossa atuação junto à toda equipe. Seguimos firmes no objetivo de fazer da Integrada o melhor lugar para trabalhar, levando a efeito a valorização de pessoas, presente em nossa identidade organizacional”.

Presença - O Instituto GPTW está presente em 109 países, e realiza pesquisas junto a mais de 12 milhões de colaboradores. No Brasil, atua há 25 anos. Hilgo Gonçalves enaltece a missão da organização. “O colaborador que se sente ouvido pela empresa onde trabalha fica mais feliz. Essa escuta, proporcionada pela Instituto GPTW, torna possível aos administradores melhorar ainda mais o ambiente de trabalho”. (Imprensa Integrada)

 

SICREDI: Iniciativa brasileira integra patrimônio mundial da Educação para a Paz

sicredi 10 08 2021O projeto “Dado da União pela Paz” recebeu a certificação do Living Peace International e passou a integrar o patrimônio mundial da Educação para a Paz. A iniciativa desenvolvida pelo Sicredi tem como objetivo transmitir de maneira lúdica valores que integram o Programa A União Faz a Vida (PUFV), principal iniciativa de responsabilidade social da instituição financeira cooperativa que atua na educação integral de crianças e adolescentes, ajudando a despertar a essência da cooperação e contribuindo para formar uma sociedade mais colaborativa, ética e empreendedora.

Reconhecimento - Com o reconhecimento, a iniciativa integrará o e-book do Living Peace, mundialmente conhecido pela promoção da Educação pela Paz, e servirá de inspiração para outros países que queiram reproduzir o projeto.

Brasil - No Brasil, o “Dado da União pela Paz” é aplicado em nove escolas do município de Santa Cruz de Monte Castelo, interior do Paraná. O projeto teve início por iniciativa da assessora pedagógica do PUFV da Sicredi Rio Paraná PR/SP, Angelita Ana Saraiva Rafeh. Em 2013, a educadora participou do Congresso Internacional de Educação para a Paz, na Itália, e conheceu a proposta do “Dado da Paz” e, juntamente com a cooperativa, criou uma nova versão. "Em cada face do dado tem um valor do Programa a União Faz a Vida como diálogo, cooperação, justiça, diversidade, empreendedorismo e solidariedade. Essa seria uma maneira de levar os conceitos da metodologia para a vivência dos alunos de uma forma lúdica”, explica a assessora.

Dados - Inicialmente, os dados foram produzidos em um tamanho pequeno e distribuídos para os professores do município para que o material fosse usado como instrumento pedagógico. Os educadores jogavam o dado e a face que aparecia teria que ser vivenciada em sala de aula ou em família. “A prática começou a dar tão certo que recebemos muitos retornos de pais de alunos comentando que os filhos estavam mais colaborativos em casa, auxiliando em tarefas como arrumar a cama, enxugar a louça, a guardar os brinquedos", comenta Angelita.

Avanço - Com o impacto positivo observado, o projeto avançou ainda mais. Foram desenvolvidos dados gigantes e instalados em instituições de ensino do município. “Eu sou uma 'acreditadora' do programa que, por meio de uma brincadeira com o dado, faz com que os alunos vivenciem as mensagens do PUFV. Uma ação que está gerando diálogo, atitude e mudanças na prática. E que agora recebe o reconhecimento e visibilidade mundial por esse impacto positivo”, comemora a assessora.

Missão - Para o presidente da Sicredi Rio Paraná PR/SP, Jorge Bezerra Guedes, o apoio da cooperativa ao projeto desde o início fortalece a missão do cooperativismo de crédito em atuar para promoção do desenvolvimento econômico e social das comunidades. “Acreditamos que o projeto leva as mensagens do cooperativismo para alunos e professores e também para as pessoas em geral. A promoção de valores como diversidade, empreendedorismo e solidariedade reforçam o propósito do Sicredi de construir juntos uma sociedade mais próspera", finaliza.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 24 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICOOB: Campanha “Vem comigo pro Sicoob” vai sortear prêmios para novos cooperados

sicoob 10 08 2021Já pensou em ter todos os benefícios de fazer parte de uma instituição financeira cooperativa e ainda concorrer a prêmios? Na campanha “Vem comigo pro Sicoob”, quem se associar a uma das cooperativas do Sistema Unicoob, vai receber um cupom para concorrer a vales-poupança e um carro zero km. Ao todo, serão três chances de ganhar.

Novas contas - Participam todas as novas contas com capital integralizado, abertas nas agências físicas ou pelo aplicativo, desde 3 de agosto até 30 de dezembro. Cada sorteio tem um período diferente para apuração. O primeiro vale para as contas abertas até 30 de setembro, o segundo para contas registradas até 26 de novembro e o terceiro, tem período de participação até o dia 30 de dezembro.

Primeiro sorteio - O primeiro sorteio acontece em 6 de outubro e os prêmios são três vales-poupança no valor de R$ 2 mil cada. No segundo sorteio, em 1º de dezembro, mais três vales-poupança de R$ 2 mil. Já o terceiro e maior sorteio, em 8 de janeiro de 2022, tem dois vales-poupança de R$ 2 mil e uma Strada Endurance 0km.

Para participar - Ao se associar, o cooperado ganha um número da sorte para concorrer. Além disso, quem adquirir um ou mais produtos e serviços do Sicoob (poupança, seguros, consórcio, Sipag etc.) no ato da abertura da conta ou ainda indicar, presencialmente ou via app Sicoob, possíveis cooperados e estes efetivarem a associação, garante um cupom extra.

Regulamento - Para consultar o regulamento completo e saber mais sobre a campanha, acesse www.vemcomigoprosicoob.com.br.

Sobre o Sicoob Unicoob - Ligado ao maior sistema cooperativo de crédito do Brasil, o Sicoob Unicoob busca alavancar o crescimento das comunidades em que atua. Presente em 278 municípios do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Pará, Amapá e São Paulo, leva a missão de promover o cooperativismo financeiro e contribuir para o desenvolvimento sustentável das comunidades.

Números - Hoje, conta com a confiança de mais de 533 mil cooperados que têm à disposição 445 agências. Em todo o sistema são mais de 4,2 mil colaboradores distribuídos em 17 cooperativas: Sicoob Aliança, Sicoob Arenito, Sicoob Coimppa, Sicoob Confiança, Sicoob Cooesa, Sicoob Credicapital, Sicoob Horizonte, Sicoob Integrado, Sicoob Médio Oeste, Sicoob Meridional, Sicoob Metropolitano, Sicoob Ouro Verde, Sicoob Sul, Sicoob Transamazônica, Sicoob Três Fronteiras, Sicoob Unidas e Sicoob Vale Sul. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

APRE/EMBRAPA: Workshop vai discutir a busca por novos negócios no setor florestal

apre 10 08 2021Começa, nesta terça-feira (10/08), o 8º Workshop Embrapa Florestas/Apre. Até quarta-feira (11/08), das 14h às 18h, o encontro vai reunir renomados palestrantes para tratar do tema central "Florestas plantadas: a busca por novos negócios". Assim como no ano passado, para garantir a segurança dos participantes por conta da pandemia, o tradicional evento será transmitido pela internet. A abertura oficial está marcada para as 10h30, com as boas-vindas de Erich Schaitza, chefe-geral da Embrapa Florestas, e Álvaro Scheffer Junior, presidente da Apre, falando sobre o perfil multi-instituicional do setor florestal paranaense. Em seguida, Paulo Hartung, presidente da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), fará a palestra magna, com o tema “Expansão de mercados de produtos florestais”.

Programação - Na programação, logo após o painel institucional, ainda no dia 10, acontece o painel “Gestão & negócios”, que será moderado pela pesquisadora Edina Moresco. Os temas serão “Mercado de madeira: contexto e tendências”, com Jefferson Bueno Mendes, da BM2C Consultoria; “Manejo para redução do risco no negócio florestal”, com Mario Dobner Jr., da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); “A madeira como material de construção: percepções e expectativas do mercado”, com Paulo Roberto Pupo, da Associação Brasileira de Madeira Processada Mecanicamente (Abimci); “A Indústria do desdobro”, com Álvaro Luiz Scheffer, da Águia Florestal; e “Case Urbem – Madeira Estrutural”, com Patrick Reydansda Amata Urbem.

Mais - No dia 11, o painel “Além da madeira”, que será moderado pelo pesquisador Edilson Oliveira, vai trazer temas atuais e relevantes para o setor: “Potencial da resinagem no Paraná”, com Mauro Faria Vieira, da ARESB; “Modelo silvipastoril para celulose e ‘carne baixo carbono’”, com Vanderley Porfírio da Silva, da Embrapa Florestas; “Case: sistemas silvipastoris do Grupo Mutum no MS, com Moacir Reis, do Grupo Mutum; “Panorama do mercado de crédito de carbono”, com Bruno Kanieski da Silva, da Mississippi State University; “Oferta e demanda de biomassa de madeira para energia: setor florestal no oeste do Paraná”, com João Bosco Gomes, da Embrapa Florestas; “práticas silviculturais e aptidão das terras”, com Giordano Corradi, do Projeto Bioeste; e “Adaptação das plantações florestais às mudanças climáticas – impactos no balanço de gases de efeito estufa”, com Eduardo Delgado Assad, da Embrapa Informática Agropecuária.

Interação - Vale ressaltar, ainda, que, como o evento será on-line, a interação entre os palestrantes e os participantes acontecerá ao fim de cada bloco, para possibilitar a troca de experiências e também a solução de dúvidas. As inscrições custam R$ 300,00 para profissionais de empresas associadas à Apre; R$ 400,00 para profissionais associados a outras associações de base florestal; R$ 500,00 para profissionais de empresas não associadas; R$ 200,00 para professores e pesquisadores; e R$ 150,00 para estudantes. (Assessoria de Imprensa da Apre)

SERVIÇO

8º Workshop Apre/Embrapa

Data: 10 e 11 de agosto de 2021

Transmissão via web

Informações e inscrições: https://apreflorestas.com.br/evento/8-workshop-embrapa-florestas-apre/

Dúvidas: apreflorestas@apreflorestas.com.br – (41) 9 9518 2339

 

CONAB: Clima adverso impacta as lavouras e produção deve chegar a 254 milhões de toneladas na safra 2020/21

conab 10 08 2021As condições climáticas registradas durante o ano safra 2020/2021 impactaram as lavouras e a nova estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para a produção brasileira de grãos no período é de 254 milhões de toneladas, volume menor que a safra anterior em 1,2%. Apesar de ter havido aumento de área plantada em mais de 4%, a redução se deve, principalmente, à queda das produtividades estimadas nas culturas de segunda safra, justificada pelos danos causados pela seca prolongada nas principais regiões produtoras, bem como às baixas temperaturas com eventos de geadas ocorridas nos estados da Região Centro-Sul do país. Os dados estão no 11º Levantamento da Safra de Grãos 2020/2021, divulgado pela Companhia nesta terça-feira (10/08).

Milho - Entre as culturas mais afetadas destaca-se o milho. A produção total deve chegar a 86,7 milhões de toneladas, sendo 24,9 milhões de toneladas na primeira safra, 60,3 milhões de toneladas na segunda e 1,4 milhão de toneladas na terceira safra. Apenas para a segunda safra do cereal, a queda na produtividade estimada é de 25,7%, uma previsão de 4.065 quilos por hectare. A redução só não foi maior porque os altos preços do grão impulsionaram um aumento de área plantada em 8,1%, chegando a 14,87 milhões de hectares. Além disso, Mato Grosso, principal estado produtor, foi o que menos registrou condições climáticas adversas durante o cultivo do cereal.

Soja - Com a colheita encerrada, a soja apresenta uma elevação de 11,1 milhões de toneladas na produção desta safra. Desta forma, o Brasil se mantém como maior produtor mundial da oleaginosa com uma colheita recorde de 135,9 milhões de toneladas.

Arroz - Para o arroz, a produção neste ciclo teve crescimento de 5% em relação ao período anterior, chegando a 11,74 milhões de toneladas. Já em relação ao feijão, as atenções se voltam para a cultura de terceira safra, que está em fase inicial de colheita. A produção total é estimada em 2,94 milhões de toneladas, 8,8% menor que o obtido na safra 2019/2020, impactada pela seca nas principais regiões produtoras do país.

Culturas de inverno - Dentre as culturas de inverno, destaque para o trigo. Na atual safra a expectativa é que a produção seja de 8,6 milhões de toneladas, um novo recorde para o país caso confirmada a estimativa. Com o plantio já encerrado, o grão apresenta um expressivo crescimento na área de 15,1%, situando-se em 2,7 milhões de hectares. Os preços elevados no mercado internacional nos últimos anos incentivaram a maior procura pelos produtores. Aliado à valorização externa, o alto custo do milho no cenário nacional também incentivou o cultivo do trigo, por ser um possível substituto para ração animal. Caso a estimativa de colheita seja confirmada, esta será a maior produção já registrada no país. No entanto, as condições climáticas das lavouras podem influenciar nos resultados. As consequências das geadas registradas nas principais regiões produtoras nas últimas semanas ainda serão quantificadas pela Conab.

Panorama de mercado - No âmbito do mercado externo, o algodão em pluma segue com cenário positivo no mercado internacional. Neste levantamento, a Companhia elevou a previsão do volume exportado da fibra na safra 2020/2021 em 4,69%, em relação à estimativa anterior. Por outro lado, foram reduzidas as previsões do volume exportado de milho e de soja.

Comercialização baixa - Para a oleaginosa, mesmo com o aumento da produção, foi observado ao longo do ano baixo percentual comercializado até o momento. Com isso, as exportações anteriormente estimadas em 86,69 milhões de toneladas passaram para 83,42 milhões de toneladas. No caso do cereal, a partir dos efeitos do clima na produção e da reversão do destino de contratos de exportação para o mercado doméstico, a expectativa é de queda nas exportações em 20%, o que corresponde a 23,5 milhões de toneladas ao final da safra. Por outro lado, a projeção de importação manteve-se inalterada em 2,3 milhões de toneladas.

Trigo - Quanto ao trigo, para esta nova safra a Conab espera aumento de produção aliado ao incremento do consumo interno em 3,74%. O cenário é favorável, de modo que os estoques de passagem estarão em nível mais confortável. A previsão é que fechem o ano em 1.793,9 mil toneladas, volume próximo ao observado em safras anteriores a 2019/2020. (Conab)

Outras informações sobre a produção de grãos no país estão disponíveis na íntegra do Boletim do 11º Levantamento – Safra 2020/21.

 

IBGE: Estimativa de julho prevê safra recorde de 256,1 milhões de toneladas em 2021

ibge 10 08 2021A estimativa para a safra brasileira de grãos, cereais e leguminosas em 2021 foi reduzida pelo quarto mês consecutivo, mas se mantém em nível recorde, devendo chegar a 256,1 milhões de toneladas até o final do ano. O plantio tardio do milho 2ª safra e a falta de chuvas durante o ciclo da cultura afetaram a produtividade das lavouras do cereal que é uma das principais commodities da agricultura brasileira. Já a produção de soja continua a elevar seus recordes. Somados ao arroz, esses dois produtos representam 92,4% da safra.

Levantamento - Os dados são do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado nesta terça-feira (10/08) pelo IBGE. A estimativa para 2021 chegou a atingir 264,9 milhões de toneladas na informação de março, mas vem sofrendo reduções desde abril. Contudo, ainda se mantém 0,8% superior à obtida em 2020, que já havia sido recorde, de 254,1 milhões de toneladas.

Janela de plantio menor - “O milho é plantado depois da soja e, como a soja atrasou, a janela de plantio do milho ficou menor. Já tendo sido plantada fora da época ideal e ainda tendo chovido menos do que o esperado no período do cultivo, a safra de milho foi bastante afetada pelos fatores climáticos. O rendimento médio do cereal apresenta um declínio de 16,7%”, explica Carlos Barradas, gerente da pesquisa.

Estimativa de produção - A estimativa de produção para o milho declinou 3,6%, totalizando 91,6 milhões de toneladas. Em relação a 2020, a queda é de 11,3%, embora a área plantada tenha aumentado 6,6%. A primeira safra chegou a ter aumento de 2,4% em sua previsão em relação ao mês anterior, mas a segunda, que é a principal, acabou com um declínio de 5,9%. Em relação ao ano anterior, a estimativa para a segunda safra encontra-se 15,0% menor, apesar da área plantada ter aumentado 8,2%.

Soja - Por outro lado, a colheita da soja de 2021 já foi concluída e a commodity alcançou seu melhor resultado na série histórica do LSPA, totalizando 133,4 milhões de toneladas, 9,8% acima da produção de 2020, o equivalente a 11,9 milhões de toneladas.

Desenvolvimento - “A cultura se desenvolveu de maneira satisfatória na maioria das unidades produtoras. O Rio Grande do Sul recuperou a sua produção, que foi muita afetada pela estiagem em 2020, resultando em um crescimento de 80,6% e, atingindo um recorde de 20,43 milhões de toneladas, com uma produtividade média de 3.341 quilos por hectare”, ressalta o pesquisador.

Segundo maior produtor - Com essa produção, o estado torna-se o segundo maior produtor nacional de soja, ultrapassando o Paraná, onde a cultura foi afetada pela estiagem, que reduziu sua produção em 4,7% em relação a 2020. Outros estados, porém, apresentaram queda no rendimento médio das lavouras, devido aos problemas climáticos, como foi o caso do Mato Grosso (-3,5%), do Paraná (-6,7%) e de Goiás (-2,4%). Na região composta pelos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, conhecida como MATOPIBA, apenas o Tocantins apresentou redução na produção (-6,3%). E a Bahia apresentou a maior produtividade média do Brasil para o grão: 4.020 kg/ha.

Arroz - Já a estimativa da produção do arroz foi de 11,5 milhões de toneladas, aumento de 2,6% em relação ao mês anterior e 4,1% superior a safra de 2020.

Abastecimento - “Essa produção será suficiente para abastecer o mercado brasileiro, possibilitando maior equilíbrio nos preços do cereal, que alcançou patamares históricos em 2020, em razão do aumento do consumo interno e das exportações devido ao estímulo cambial”, ressalta Carlos Barradas.

Feijão - A estimativa para o feijão, no entanto, foi reduzida em 1,6%, mas ainda deve ficar 0,5% acima da safra de 2020. Segundo Barradas, a produção, se se mantiver dentro do esperado, apesar de apertada, também deve ser suficiente para atender ao consumo dos brasileiros, não havendo, portanto, a necessidade de importações e alta de preços.

Produção do Centro-Oeste deve cair 4,6% frente à do ano anterior - As regiões Sul (7,5%), Nordeste (4,9%), Sudeste (3,4%) e Norte (0,9%) tiveram altas em suas estimativas. A primeira deve produzir 78,6 milhões de toneladas (30,7% do total nacional); a segunda, 23,7 milhões de toneladas (9,3% do total); a terceira, 26,6 milhões de toneladas (10,4% do total), e a quarta, 11,1 milhões de toneladas (4,3% do total).

Queda - Por outro lado, para o Centro-Oeste, que é a maior produtora (45,3% do total nacional), foi estimada uma queda de 4,6% frente a 2020, devendo produzir 116,1 milhões de toneladas em 2021.

Liderança - Entre as unidades da federação, o Mato Grosso lidera como maior produtor nacional de grãos, com uma participação de 27,7%, seguido pelo Paraná (14,6%), Rio Grande do Sul (13,7%), Goiás (9,1%), Mato Grosso do Sul (8,3%) e Minas Gerais (6,4%), que, somados, representam 79,8% do total nacional.

Sobre o LSPA - Implantado em novembro de 1972 com o propósito de atender às demandas de usuários por informações estatísticas conjunturais mensais, o LSPA fornece estimativas de área plantada, área colhida, quantidade produzida e rendimento médio de produtos selecionados com base em critérios de importância econômica e social para o País. Ele permite não só o acompanhamento de cada cultura investigada, desde a fase de intenção de plantio até o final da colheita, no ano civil de referência, como também o prognóstico da safra do ano seguinte, para o qual é realizado o levantamento nos meses de outubro, novembro e dezembro. Acesse os dados no Sidra. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Helena Pontes / Agência IBGE

 

COMÉRCIO EXTERIOR I: Brasil alcança 150 novos mercados externos para produtos agropecuários

Negociações bilaterais com outros países têm ampliado o leque de novos mercados para os produtos agropecuários brasileiros. Os acordos conduzidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) levam em consideração parâmetros de sanidade e resultaram na marca de 150 mercados abertos em 43 países, desde janeiro de 2019.

Pescados - A abertura mais recente, neste mês de agosto, foi de pescados brasileiros para o México. No mês passado, houve a formalização de quatro novas possibilidades de acesso: sêmen de búfalos para a Turquia, sementes de melão para a Nicarágua, de café arábica para o Equador e de coco para a Costa Rica.

Diversificação - O trabalho realizado pelo Mapa permite a diversificação de possibilidades de exportação para os produtores brasileiros, com o propósito de reduzir a concentração da pauta exportadora tanto em produtos, quanto em destinos.

Negociações - Aberturas de mercados são resultado de negociações bilaterais que culminam no acordo dos parâmetros de sanidade a serem atestados e do certificado correspondente, sanitário, fitossanitário ou veterinário, que passará a ser aceito pelo país importador nos pontos de entrada da mercadoria.

Mercados - Do total dos 150 novos mercados, 74 são nas Américas, 57 na Ásia, 18 na África e um na Oceania.

Preparação - A abertura de mercados, no entanto, não significa a ampliação imediata do comércio. É preciso, ainda, um trabalho de preparação do produtor e do exportador para atender às demandas de cada um desses novos clientes, além do desenvolvimento de atividades de promoção comercial e de divulgação.

Exportações de 2021 - De janeiro a junho de 2021, as exportações brasileiras do agronegócio somaram US$ 61,49 bilhões, o que representou um crescimento de 20,8% em relação ao exportado no mesmo período em 2020. Trata-se de montante recorde para o primeiro semestre em termos de exportações do setor, uma vez que o maior valor já registrado para o período até então havia sido em 2020 (US$ 50,90 bilhões).

Percentual - O agronegócio representou 45,3% das exportações totais brasileiras no primeiro semestre de 2021.

Importações - As importações do agronegócio, por sua vez, alcançaram a cifra de US$ 7,50 bilhões no semestre, ou seja, 20,2% acima dos US$ 6,24 bilhões registrados no mesmo período do ano anterior. O saldo da balança comercial do setor foi de US$ 53,99 bilhões, o que compensou o déficit de US$ 17,26 bilhões dos demais setores. (Mapa)

 

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COMÉRCIO EXTERIOR II: Balança registra superávit de US$ 45,99 bilhões no ano, em alta de 43,4%

comercio exterior II 10 08 2021A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 45,99 bilhões no acumulado do ano, até a primeira semana de agosto, em alta de 43,4% pela média diária, na comparação com o período de janeiro a agosto de 2020. A corrente de comércio (soma das exportações e importações) chegou a US$ 289,02 bilhões no período, um aumento de 34,5%.

Desempenho - A atual corrente de comércio é reflexo do desempenho das exportações, que somam US$ 167,51 bilhões, em alta de 35,6%, e das importações, que aumentaram 32,9%, alcançando US$ 121,51 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (9/8) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

Exportações - As exportações no acumulado do mês subiram 41,4%, alcançando US$ 5,86 bilhões, enquanto as importações totalizaram US$ 4,22 bilhões, com alta de 53%. A balança comercial registrou superávit de US$ 1,64 bilhão, portanto, em alta de 18,1%, enquanto a corrente de comércio somou US$ 10,08 bilhões, subindo 46%.

Crescimento - Nas exportações, comparadas a média diária até a primeira semana deste mês (US$ 1,171 bilhão) com a de agosto de 2020 (US$ 828,75 milhões), houve crescimento de 41,4%, com alta das vendas nos três segmentos – Indústria Extrativista (+103,1%), Indústria de Transformação (+27,5%) e Agropecuária (+7,9%). Na Indústria Extrativista, o aumento das exportações foi puxado, principalmente, pelo crescimento nas vendas de minério de ferro e seus concentrados (+108,6%); óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (+76,5%); minérios de cobre e seus concentrados (+390,9%) e pedra, areia e cascalho (+26,7%).

Transformação - Já em relação à Indústria de Transformação, destaque para o aumento nas vendas de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada (+105,6%); produtos semiacabados, lingotes e outras formas primárias de ferro ou aço (+120,5%); veículos automóveis de passageiros (+99,9%); gorduras e óleos vegetais, “soft”, bruto, refinado ou fracionado (+234,2%) e ouro, não monetário, excluindo minérios de ouro e seus concentrados (+36,6%).

Produtos - Entre os produtos agropecuários, a alta das exportações foi impulsionada pelo crescimento nas vendas de soja (+32,2%); café não torrado (+44,2%); madeira em bruto (+319,8%); trigo e centeio, não moídos (+20.310.791,3%) e produtos hortícolas, frescos ou refrigerados (+58,8%).

Importações - Nas importações, a média diária até a primeira semana de agosto de 2021 (US$ 844,22 milhões) ficou 53% acima da média de agosto do ano passado (US$ 551,68 milhões). Nesse comparativo, aumentaram principalmente as compras de produtos da Indústria Extrativista (+323,9%), da Indústria de Transformação (+46,8%) e da Agropecuária (+42,5%).

Indústria extrativista - Na Indústria extrativista, destaque para as compras de gás natural, liquefeito ou não (+1.164,1%); outros minérios e concentrados dos metais de base (+449,4%); carvão, mesmo em pó, mas não aglomerado (+50,1%); óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (+47,1%) e minérios de cobre e seus concentrados (+1.155,7%).

Medicamentos - Já na Indústria de Transformação, o aumento das importações foi puxado pelo crescimento nas compras de medicamentos e produtos farmacêuticos, exceto veterinários (+218,5%); óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos, exceto óleos brutos (+ 114,8%); adubos ou fertilizantes químicos, exceto fertilizantes brutos (+78,0%); partes e acessórios dos veículos automotivos (+55,2%) e válvulas e tubos termiônicas, de cátodo frio ou foto-cátodo, diodos, transistores (+36,8%).

Destaque - Por fim, na Agropecuária, a alta nas importações teve o destaque da compra de trigo e centeio, não moídos (+76,5%); pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado (+105,9%); milho não moído, exceto milho doce (+158,5%); látex, borracha natural, balata, guta-percha, guaiúle, chicle e gomas naturais (+35,8%) e produtos hortícolas, frescos ou refrigerados (+ 8%). (Ministério da Economia)

Veja os principais resultados da balança comercial

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IPCA: Inflação acelera para 0,96% em julho, maior para o mês desde 2002

ipca destaque 10 08 2021A inflação acelerou para 0,96% em julho com reajustes dos preços da energia elétrica, registrando o maior resultado para o mês desde 2002 (1,19%). Com isso, o indicador acumula alta de 4,76% no ano e de 8,99% nos últimos 12 meses, acima do acumulado nos 12 meses imediatamente anteriores (8,35%). Em julho de 2020, a taxa mensal foi de 0,36%. Os dados são do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta terça-feira (10/08) pelo IBGE.

Grupos - Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, oito tiveram alta em julho. A maior variação (3,10%) e o maior impacto (0,48 p.p.) vieram da habitação com a alta da energia elétrica (7,88%), que acelerou em relação ao mês anterior (1,95%) e registrou o maior impacto individual no índice (0,35 p.p.). O resultado é consequência dos reajustes tarifários de 11,38% em São Paulo, de 8,97% em Curitiba (11,34%), e de 9,08% em uma das concessionárias de Porto Alegre (8,02%).

Bandeira tarifária - “Além dos reajustes nos preços das tarifas em algumas áreas de abrangência do índice, a gente teve o reajuste de 52% no valor adicional da bandeira tarifária vermelha patamar 2 em todo o país. Antes o acréscimo nessa bandeira era de, aproximadamente, R$ 6,24 a cada 100kWh consumidos e, a partir de julho, esse acréscimo passou a ser de cerca de R$ 9,49”, explica o analista da pesquisa, André Filipe Guedes Almeida.

Transportes - A segunda maior contribuição (0,32 p.p.) do mês veio dos transportes (1,52%), puxados pelas passagens aéreas, cujos preços subiram 35,22% depois da queda 5,57% em junho.

Combustíveis - Os preços dos combustíveis (1,24%) também aceleraram em relação a junho (0,87%). Em particular, a gasolina teve alta de 1,55%, enquanto havia subido 0,69% no mês anterior, contribuindo com o terceiro impacto individual (0,09 p.p.) no índice do mês, após as passagens aéreas.

Alimentos de bebidas - O resultado de alimentos e bebidas (0,60% e 0,13 p.p.) também ficou acima do registrado em junho (0,43%). A alimentação no domicílio passou de 0,33% para 0,78% em julho, principalmente por conta das altas do tomate (18,65%), do frango em pedaços (4,28%), do leite longa vida (3,71%) e das carnes (0,77%). No lado das quedas, destacam-se a cebola (-13,51%) batata-inglesa (-12,03%), e o arroz (-2,35%).

Fora do domicílio - Por outro lado, a alimentação fora do domicílio (0,14%) desacelerou em relação a junho (0,66%), influenciada pelo lanche (0,16%) e a refeição (0,04%), cujos preços haviam subido 0,24% e 0,85% no mês anterior, respectivamente.

Saúde e cuidados pessoais - Somente o grupo saúde e cuidados pessoais (-0,65%) teve queda no período, com a redução dos preços dos planos de saúde (-1,36% e -0,05 p.p.). Em julho, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) autorizou um reajuste negativo de -8,19% em função da diminuição da utilização de serviços de saúde suplementar durante a pandemia.

Primeiro reajuste negativo - “Foi o primeiro reajuste negativo autorizado pela ANS desde a sua criação. Esse reajuste é retroativo a maio de 2021 e vai até abril de 2022, a depender do aniversário de contrato dos beneficiários. Assim, no IPCA de julho foram apropriadas as frações mensais relativas aos meses de maio, junho e julho”, explica André Filipe Almeida.

Todas as áreas - A pesquisa mostra ainda que todas as áreas apresentaram inflação em julho. O maior índice foi registrado na região metropolitana de Curitiba (1,60%), influenciado pelas altas nos preços das passagens aéreas (39,92%) e da energia elétrica (11,34%). Já o menor resultado ocorreu em Aracaju (0,53%), por conta da queda nos preços do seguro voluntário de veículo (-11,37%) e dos planos de saúde (-1,47%).

INPC tem alta de 1,02% em julho - O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) também acelerou para 1,02% em julho, ficando acima do resultado de junho (0,60%). No ano, o indicador acumula alta de 5,01% e, em 12 meses, de 9,85%, acima dos 9,22% acumulados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em julho de 2020, a taxa foi de 0,44%.

Acima do resultado de junho - Os produtos alimentícios subiram 0,66% em julho, ficando acima do resultado de junho (0,47%). Já os não alimentícios tiveram alta de 1,13%, enquanto em junho haviam registrado 0,64%.

Índices - O INPC também registrou alta em todas as áreas pesquisadas. O menor índice ficou com Rio Branco (0,61%), onde pesaram as quedas nos preços da cebola (-18,44%) e do arroz (-2,24%). Já a região metropolitana de Curitiba registrou a maior variação (1,82%), influenciada pela energia elétrica (11,68%) e pelos automóveis usados (3,13%).

IBGE retoma coleta presencial de preços - Em julho, o IBGE iniciou a retomada gradual da coleta presencial de preços em alguns estabelecimentos, conforme estabelece a Portaria nº 207/2021. Devido à pandemia, desde março do ano passado, a coleta vinha sendo realizada, exclusivamente, por outros meios, como em sites, por telefone ou e-mail.

Famílias - O IPCA abrange as famílias com rendimentos de 1 a 40 salários mínimos, enquanto o INPC as famílias com rendimentos de 1 a 5 salários mínimos, residentes nas regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, além do Distrito Federal e dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju. Acesse os dados no Sidra. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Lícia Rubinstein / Agência IBGE Notícias

 

ipca tabela 10 08 2021

 

ECONOMIA: Pagamentos com cartões crescem 52% no segundo trimestre de 2021

economia 10 08 2021As compras realizadas por meio do sistema de cartões de crédito, débito e pré-pagos cresceram 52% no segundo trimestre de 2021 quando comparado ao mesmo período do ano passado. No total foram negociados R$ 609,2 bilhões no período, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira (09/08) pela Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), que representa o setor de meios eletrônicos de pagamento.

Transações - Em quantidade de transações, foram registrados 7,1 bilhões de pagamentos com cartões nos meses de abril, maio e junho, o equivalente a 55 mil por minuto, 53,9% a mais do que no ano anterior.

Maior valor - O cartão de crédito foi o meio de pagamento que apresentou o maior valor transacionado no segundo trimestre, registrando R$ 371,3 bilhões, com crescimento de 53%, seguido do cartão de débito que movimentou R$ 214 bilhões (+ 42,3%), e do cartão pré-pago, R$ 23,9 bilhões, o que representa alta de 214,3%.

Exterior - Os gastos com cartões no exterior cresceram 62% depois de seis trimestres consecutivos de queda. Segundo os dados, o volume movimentado foi de US$ 708 milhões, o equivalente a R$ 3,7 bilhões. As compras realizadas por estrangeiros no Brasil somaram US$ 492,7 milhões (R$ 2,6 bilhões), uma alta de 73,6%.

Cenário - Segundo a Abecs, o resultado é reflexo de um cenário de maior abertura da economia, com a flexibilização das medidas de isolamento social em combate à pandemia, levando em consideração que a comparação é feita com o segundo trimestre do ano passado, período de maior impacto na crise.

Primeiro semestre - De acordo com o levantamento da entidade, quando avaliado o primeiro semestre do ano, os pagamentos com cartões cresceram 33,2% ao somarem R$ 1,2 trilhão. O cartão de crédito movimentou R$ 707,2 bilhões (alta de 30,8%), o cartão de débito, R$ 418,4 bilhões (alta de 30,3%), e o cartão pré-pago, R$ 41,8 bilhões (alta de 183,2%). Ao todo foram 3,6 bilhões de pagamentos com cartões no período, o que representa um crescimento de 30,5% em comparação com o primeiro semestre de 2020.

Internet e aplicativos - Os dados mostram ainda que o uso de cartões para o pagamento em compras na internet e aplicativos movimentou R$ 135,1 bilhões no segundo trimestre, com alta de 46,5%. No acumulado do semestre, o valor movimentado chegou a R$ 255,2 bilhões, com alta de 41,2%. O destaque foi o mês de abril, que registrou avanço de 60% dos pagamentos online.

Sem contato ou por aproximação - Os pagamentos sem contato ou por aproximação no segundo trimestre cresceram 694%, somando R$ 34,4 bilhões. O mais usado nessa função foi o cartão de crédito, com R$ 19 bilhões, seguido pelo cartão de débito, com R$ 10,6 bilhões, e pelo cartão pré-pago, com R$ 4,8 bilhões. No semestre foram R$ 53 bilhões movimentados com esse tipo de pagamento. O crescimento foi de 540,7%, em comparação com o primeiro semestre de 2020. Por modalidade, o cartão de crédito registrou R$ 30,1 bilhões, o cartão de débito, R$ 15,7 bilhões, e o cartão pré-pago, R$ 7,1 bilhões.

Inadimplência - O levantamento da Abecs também indicou que o segundo trimestre do ano foi o período que registrou a menor taxa de inadimplência do cartão de crédito desde a criação da série histórica do Banco Central, chegando a 3,8% em abril e ficando abaixo do índice de inadimplência geral da pessoa física em empréstimos recursos livres (4%), que inclui crédito consignado, crédito pessoal e financiamento de veículos, entre outros.

Uso consciente - “Isso mostra que, mesmo com o aumento expressivo do uso dos meios eletrônicos de pagamento e a crise gerada pela pandemia de covid-19, o brasileiro usa o cartão de crédito de forma consciente. Ainda segundo dados do Banco Central, o saldo das transações sem juros do cartão cresceu 40,5% em junho, em comparação com o mesmo mês do ano passado. Por outro lado, o crédito rotativo recuou 8,3% e registrou sua 11ª queda consecutiva”, diz a Abecs.

Projeções - De acordo com a Abecs, a utilização de cartões deve ser 24,5% maior em 2021, de acordo com a revisão feita pela entidade. O número inicial era de 19%. “O avanço na abertura da economia e recuperação do setor de serviços reforçam as perspectivas positivas para o restante do ano. A tendência para os próximos meses é que o setor inicie um retorno a padrões de crescimento mais próximos aos dos anos anteriores à pandemia”, afirma a Abecs. O valor movimentado deve chegar aos R$ 2,48 trilhões. (Agência Brasil)

FOTO: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

 

CÂMBIO: Dólar sobe para R$ 5,24 e fecha no maior valor em três semanas

cambio 10 08 2021Num dia marcado pela volatilidade, o dólar alternou altas e baixas, mas firmou o movimento de valorização no fim da tarde e encerrou no maior valor em três semanas. A bolsa de valores chegou a subir diversas vezes ao longo do dia, mas desacelerou perto do fim da sessão e fechou praticamente estável.

Cotação - O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (09/08) vendido a R$ 5,247, com alta de R$ 0,011 (+0,21%). A cotação iniciou o dia em forte alta, chegando a R$ 5,30 na máxima do dia, por volta das 12h. Em seguida, passou a cair, atingindo R$ 5,21 por volta das 15h. A queda, no entanto, perdeu força e a divisa fechou em leve alta.

Maior nível - A moeda norte-americana está no maior nível desde 19 de julho, quando tinha fechado vendida a R$ 5,251. A divisa acumula alta de 0,7% em agosto e de 1,13% em 2021.

Ações - O mercado de ações também teve um dia com oscilações. O índice Ibovespa, da B3, fechou o dia aos 123.019 pontos, com alta de 0,17%. O indicador chegou a cair 0,42% na mínima do dia, às 11h55. Durante a tarde, subiu 0,6% por volta das 15h, mas perdeu força perto do fim da sessão.

Fatores internos e externos - Tanto fatores internos como externos afetaram as negociações. No Brasil, a apresentação da medida provisória do programa social que pretende substituir o Bolsa Família e as expectativas em torno do envio da proposta de emenda à Constituição (PEC) que parcela os precatórios (dívidas do governo reconhecidas definitivamente pela Justiça) criaram turbulências no mercado.

Melhora - A situação melhorou no início da tarde, quando o ministro da Cidadania, João Roma, disse que o novo programa social respeitará o teto de gastos. A trégua, no entanto, durou pouco, após novas tensões no mercado internacional.

EUA - Um integrante do Federal Reserve (Fed, Banco Central dos Estados Unidos) declarou que a inflação norte-americana deverá encerrar o ano no teto da meta de 2% e que o órgão agora olha apenas para o ritmo de criação de empregos no país. A afirmação aumentou as expectativas de que a autoridade monetária norte-americana deverá começar a retirar os estímulos concedidos durante a pandemia de covid-19 antes do previsto. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

FOTO: Pixabay

 

LEGISLATIVO: Novas regras do Imposto de Renda podem ser votadas em Plenário nesta quarta, diz relator

legislativo 10 08 2021O relator da proposta que altera a cobrança no Imposto de Renda de pessoas físicas e jurídicas e da tributação de lucros e dividendos (PL 2337/21), deputado Celso Sabino (PSDB-PA), afirmou que o texto deve ser votado nesta quarta-feira (11/08). O projeto já está na pauta do Plenário da Câmara dos Deputados.

Redução da alíquota - Segundo ele, a proposta garantirá uma redução da alíquota da tributação sobre as empresas, mas sem perda de repasse para os fundos constitucionais para estados (FPE) e municípios (FPM). “O maior desafio desse projeto é passar de forma clara para o cidadão brasileiro o benefício que estamos fazendo para nossa economia e para todos com a redução do Imposto de Renda”, disse.

Proposta - Sabino propõe que, para empresas com lucros de até R$ 20 mil por mês, a alíquota será reduzida dos atuais 15% para 5% no primeiro ano e para 2,5% no segundo ano. Já a taxação do Imposto de Renda para empresas com lucros acima de R$ 20 mil cai dos atuais 25% para 12,5%. O governo havia proposto que a alíquota geral do Imposto de Renda para Pessoas Jurídicas (IRPJ) seria reduzida dos atuais 15% para 12,5% em 2022 e para 10% a partir de 2023.

Cálculos - O relator ainda não fechou os cálculos para definir se uma eventual redução da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) poderá ser incluída no relatório. “Na CSLL, estamos fazendo cálculo para encontrar uma contrapartida para não prejudicar a seguridade social”, afirmou Sabino.

Reunião - O deputado se reuniu na tarde desta segunda-feira (09/08) com o ministro da Economia, Paulo Guedes. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Najara Araújo / Câmara dos Deputados

 

SAÚDE I: Brasil acumula 20 milhões de casos de Covid-19 e 563 mil óbitos

saude I 10 08 2021O Ministério da Saúde divulgou nesta segunda-feira (09/08) novos números sobre a pandemia de covid-19 no Brasil. De acordo com levantamento diário feito pela pasta, o Brasil tem no acumulado 20 milhões de casos confirmados da doença e 563,5 mil mortes registradas. Os casos de recuperados somam 18,9 milhões.

Novos casos e mortes - Em 24 horas, o ministério registrou 12 mil novos casos e 411 mortes.

Estados - O estado de São Paulo tem o maior número de casos acumulados desde o início da pandemia, com 4,1 milhões de casos e 140 mil óbitos. Em seguida estão Minas Gerais (1,9 milhão de casos e 51 mil óbitos); Paraná (1,4 milhão casos e 35 mil óbitos) e Rio Grande do Sul ( 1,3 milhão de casos e 33,5 mil óbitos).

Vacinação - De acordo com o vacinômetro do Ministério da Saúde, foram entregues aos estados 175,2 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Ao todo, 107 milhões de pessoas foram imunizadas com a primeira dose e 42,9 milhões tomaram as duas doses ou dose única. (Agência Brasil)

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SAÚDE II: Boletim confirma 982 novos casos de Covid-19 e 94 óbitos

saude II 10 08 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta segunda-feira (09/08) mais 982 casos e 94 mortes pela Covid-19 no Paraná. Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas. Os dados acumulados do monitoramento mostram que o Estado soma 1.397.064 casos e 35.729 óbitos.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de dezembro (1) de 2020 e de fevereiro (1), março (2), abril (6), maio (42), junho (49), julho (24) e agosto (857) de 2021.

Internados - De acordo com o informe, 1.062 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 777 em leitos SUS (463 em UTI e 314 em enfermaria) e 285 em leitos da rede particular (141 em UTI e 144 em enfermaria).

Exames - Há outros 1.498 pacientes internados, 759 em leitos UTI e 739 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão nas redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Secretaria da Saúde informa a morte de mais 94 pacientes. São 40 mulheres e 54 homens, com idades que variam de zero a 94 anos. Os óbitos ocorreram de 15 de maio de 2020 a 06 de agosto de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Curitiba (15), Lapa (5), Ponta Grossa (4), Pinhais (4), São José dos Pinhais (3), Londrina (3), Irati (3), Foz do Iguaçu (3), Campo Magro (3), Sarandi (2), Matinhos (2), Kaloré (2), Guarapuava (2), Cascavel (2), Cambé (2) e Araucária (2).

Uma morte - O boletim registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Alvorada do Sul, Altamira do Paraná, Antônio Olinto, Arapongas, Arapoti, Atalaia, Bom Sucesso, Cafezal do Sul, Campina Grande do Sul, Campo Largo, Colombo, Congonhinhas, Cornélio Procópio, Fernandes Pinheiro, Francisco Beltrão, Guaraqueçaba, Iguatu, Imbaú, Imbituva, Itaperuçu, Mandaguari, Marechal Cândido Rondon, Maringá, Paiçandu, Paranaguá, Pato Branco, Perobal, Piraquara, Pitanga, Renascença, Rolândia, Santa Izabel do Ivaí, Santa Mariana, Santa Terezinha do Itaipu, Sertanópolis e Tunas do Paraná.

Fora do Paraná - O monitoramento registra 6.308 casos de não residentes no Estado – 199 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

 

SAÚDE III: Com lote da Pfizer, Paraná recebe mais 209,1 mil doses; distribuição começa nesta terça

saude III 10 08 2021A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) recebeu na noite desta segunda-feira (09/08) mais 141.570 vacinas contra a Covid-19 da Pfizer/BioNTech. As doses se somam às 67.600 CoronaVac/Butantan entregues à tarde. Os 209.170 imunizantes fazem parte da nova remessa anunciada pelo Ministério da Saúde no final da noite de domingo (08/08).

Desembarque - As vacinas da Pfizer desembarcaram no Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais, e foram encaminhas para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), em Curitiba. A distribuição está programada para esta terça-feira (10/08).

Esperança - “Cada remessa de vacina recebida é uma dose de esperança a mais para todos nós. Contamos com a colaboração dos municípios, para que tão logo recebam essas doses, façam chegar até o braço dos paranaenses. Juntos vamos vencer o coronavírus”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Acima de 18 anos - Segundo ele, nesse momento as doses estão sendo utilizadas para acelerar a imunização na população geral acima de 18 anos. "O Estado tem feito uma distribuição justa e respeitosa com todos os municípios. A maioria está desde o começo da campanha caminhando mais ou menos junta, isso mesmo com 399 realidades distintas. Queremos alcançar 80% dos vacinados com ao menos uma dose já até o fim desse mês", afirmou Beto Preto.

Informe Técnico - Segundo o Informe Técnico do Ministério da Saúde, metade das doses da CoronaVac (33.800 doses) é destinado à primeira aplicação (D1) e metade à segunda dose (D2). Já o lote da Pfizer (141.570 doses) é dedicado integralmente à D1. Portanto, 175.370 vacinas (83,84% do lote) possibilitarão novas imunizações no Paraná, enquanto 33.800 (16,16%) finalizarão o esquema vacinal de pessoas já vacinadas com a D1.

Distribuição - A logística de distribuição das doses será realizada à tarde, nesta terça, para as Regionais de Saúde de Foz do Iguaçu, Cascavel, Campo Mourão, Umuarama, Cianorte, Paranavaí, Maringá, Apucarana, Londrina, Cornélio Procópio, Jacarezinho, Toledo e Ivaiporã (via aérea) e pela manhã para as Regionais de Saúde de Paranaguá, Metropolitana, Ponta Grossa, Irati, Guarapuava, União da Vitória, Pato Branco, Francisco Beltrão e Telêmaco Borba por meio terrestre.

Vacinômetro - O Paraná já conta com 6,1 milhões de vacinados com a primeira dose e 2,5 milhões de imunizados (segunda dose ou dose única). Mais de 8,6 milhões de doses já foram aplicadas no Estado, o quarto que mais vacinou a sua população com ao menos uma dose.

FOTO: Américo Antonio / Sesa

 


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