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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5133 | 12 de Agosto de 2021

PRÊMIO OCEPAR: Vencedores serão conhecidos nesta quinta-feira, a partir das 17h, pela TV Paraná Cooperativo

Quem são os vencedores da 14ª edição do Prêmio Ocepar de Jornalismo? Para saber, basta sintonizar no canal do Sistema Ocepar no Youtube, pela TV Paraná Cooperativo, nesta quinta-feira (12/08), a partir das 17h, quando serão anunciadas as colocações dos 14 finalistas nas seis categorias do concurso. Esta edição teve um total de 86 trabalhos inscritos. O evento terá a participação dos presidentes do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, da Unimed Paraná, Paulo Roberto Farias, e da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock. Estará ainda presente o vice-presidente da região Sul da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), José Nunes, que também preside a Associação Riograndense de Imprensa (Ari).

Primeira vez - Segundo o coordenador do Prêmio, o jornalista Samuel Milléo Filho, pela primeira vez desde sua criação, em 2004, a solenidade de anúncio dos vencedores ocorrerá de forma virtual e será transmitida ao vivo pela internet. “Isto se faz necessário devido à pandemia da Covid-19, em cumprimento com todos os protocolos sanitários que o momento exige”, destacou. “Apesar da distância, faremos um evento especial, dedicado a todos os 86 profissionais que produziram excelentes trabalhos, mesmo diante de toda situação que vivemos desde março de 2020, quando fomos tomados pela pandemia do coronavírus”, concluiu Milléo.

Valores - O concurso é dividido em seis categorias: Jornalismo Impresso, Telejornalismo, Radiojornalismo, Mídia Cooperativa, Prêmio Especial Unimed e Prêmio Especial Ramo Crédito. Ao todo são R$ 88.000,00 em premiações, cujo valor é distribuído da seguinte forma, já descontados todos os impostos: 1º lugar: R$ 10.000,00, 2º lugar: R$ 4.000,00 e 3º lugar: R$ 3.000.00. Nos dois prêmios especiais, cada vencedor receberá R$ 10.000,00. Para concorrer, os participantes tiveram que produzir matérias com o tema: “Cooperativismo, força econômica e social que faz a diferença.”

Serviço - O Prêmio Ocepar de Jornalismo é uma iniciativa do Sistema Ocepar, que conta com o apoio financeiro da Central Sicredi PR/SP/RJ e Federação Unimed do Paraná, e apoio institucional da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná (Sindijor/PR) e do Sindicato dos Jornalistas do Norte do Paraná. Veja abaixo a lista dos finalistas, em ordem alfabética de autoria dos trabalhos inscritos e não de classificação. Dessa relação também sairão os vencedores das Categorias Especiais, Crédito e Unimed.

SERVIÇO

Anúncio dos vencedores do 14º Prêmio Ocepar de Jornalismo

Data: 12/08/2021

Horário: 17h

Transmissão ao vivo: TV Paraná Cooperativo 

RELAÇÃO DOS FINALISTAS POR ORDEM ALFABÉTICA DE AUTORIA PRINCIPAL DOS TRABALHOS INSCRITOS:

Veículo: REDE MASSA – TV IGUAÇU - SBT

Jornalista/Produtora: ALINE RODRIGUES PERES

Repórter: LUCIAN PICHETTI BRENDLER

Repórter Cinematográfico: JEFERSON RODRIGO WEISS

Editor de Imagem: GABRIEL MACHADO DE SOUZA

Editora: MILENA GONÇALVES DE MACEDO

Tema: “Cooenf-Pr: Cooperativa de enfermagem na linha de frente”

 

Veículo: CATVE TV

Jornalista: CAMILA REGINA FRETAG

Produtora: KATUSCIA DA SILVA

Imagem e Edição: HANDREY ZOZ

Editora Chefe: ELIANE MENDONÇA

Tema: “Cooperativismo mirim transformando a realidade social de crianças e adolescentes no Oeste do Paraná”

 

Veículo: TV NAIPI – REDE MASSA - SBT

Jornalista: CRISLAINE FLORENCIO NERES

Repórter Cinematográfico: RAHVI DUARTE BATISTA

Editor de Imagem: YURI IAWAMOTO

Tema: “Cooperativismo nozes”

 

Veículo: RÁDIO BANDA B – CURITIBA

Jornalista: DENISE MELLO

Produtor e editor: ANTÔNIO NASCIMENTO

Tema: “As cooperativas do Paraná na contramão da pandemia”

 

Veículo: RÁDIO CBN CURITIBA

Jornalista: FÁBIO TOMICH BUCHMANN

Tema: “Solidariedade que salva”

 

Veículo: RÁDIO BANDNEWS CURITIBA

Jornalista: FELIPE HARMATA MARINHO

Jornalista: Lorena Pelanda

Tema: “Cooperativas de saúde criam alternativas para amenizar os impactos do isolamento social em idosos”

 

Veículo: REVISTA PITOCO

Jornalista: JAIRO EDUARDO FABRÍCIO LEMOS

Tema: “Made in Nova Aurora”

 

Veículo: REVISTA COOPAVEL

Jornalista: JEAN CARLO PATERNO

Tema: “Cooperativismo - Trabalho, dignidade e uma chance para recomeçar”

 

Veículo: REDE MASSA TV NAIPI - SBT

Jornalista: MARIANA KOJUNSKI PINTO

Repórter Cinematográfico: RAHVI DUARTE BATISTA

Editora de Imagens: SANDY STEFANNY DOS SANTOS

Tema: “A realização do sonho pelo cooperativismo”

 

Veículo: JORNAL DIÁRIO DOS CAMPOS

Jornalista: MILLENA EDUARDA SARTORI

Tema: “Castrolanda, Frísia e Capal conquistam recorde com faturamento de mais de R$ 10 bi em ano de pandemia”  

 

Veículo: RÁDIO COMUNITÁRIA FM

Jornalista: RODRIGO ALCANTARA DÁVILA

Tema: “Cooperativas paranaenses: exemplos de inovação e desenvolvimento para o Brasil”

 

Veículo: REVISTA C.VALE

Jornalista: SARA FERNEDA MESSIAS

Coautores: ALMIR TREVISAN e RENAN TADEU PEREIRA

Tema: “Fé e cooperativismo contra o coronavírus”

 

Veículo: REVISTA GLOBO RURAL

Jornalista: WILHAN AVILA SANTIN

Tema: “As gigantes do cooperativismo”

 

Veículo: RÁDIO INFORMATIVO COAMO

Jornalista: WILSON BIBIANO LIMA

Tema: “Cooperativismo em verso e prosa”

 

 

comunicacao flyer 11 08 2021

REUNIÃO INSTITUCIONAL: Unimed Campo Mourão e Ocepar avaliam perspectivas para o setor de saúde

Representantes da Unimed Campo Mourão e do Sistema Ocepar realizaram, na tarde de quarta-feira (11/08), reunião institucional para discutir indicadores e cenários do cooperativismo do Paraná. O encontro, por meio de videoconferência, contou com a participação do vice-presidente da cooperativa, Antonio Carlos Cardoso, e da gerente administrativa financeira, Thais Laine de Souza Burack. As perspectivas e desafios às cooperativas do ramo saúde foram os temas principais da reunião. Também foram discutidos o planejamento estratégico e a previsão para o ano de 2021. Os dados econômicos e financeiros foram repassados pelo coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sistema Ocepar, João Gogola Neto e o analista técnico Jessé Aquino Rodrigues. Também participou da reunião o analista tributário Devair Mem, que fez um relato sobre as propostas para a reforma tributária, em discussão no Congresso Nacional.

A cooperativa - Fundada em outubro de 1989, a Unimed Campo Mourão atua em 14 municípios. Em 2020, a cooperativa teve um faturamento de R$ 116,8 milhões, um crescimento de 35,79%. Apesar da retração na economia do país causada pela pandemia, houve aumento de 2,4% no número de beneficiários, encerrando o ano em 28.679. A Unimed Campo Mourão tem 147 cooperados e 256 funcionários.  

O ramo - No Paraná, o ramo saúde é formado por 37 cooperativas, das quais 21 fazem parte do Sistema Unimed. No total, as cooperativas do setor atendem a 2,2 milhões de beneficiários e contam com 15.927 cooperados e 6.752 funcionários. Em 2020, o ramo teve um faturamento de R$ 7 bilhões, alta de 6,65% em relação ao ano de 2019.

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FORMAÇÃO: Começam as atividades do Somos Líderes

formacao 12 08 2021Os 70 jovens selecionados para a segunda edição do programa Somos Líderes foram os convidados de honra da reunião de boas-vindas realizada pelo Sistema OCB, na terça-feira (10/08). O evento – virtual – contou com a participação do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, e ainda de representantes de unidades estaduais e das coops de origem dos jovens.

Próximas fases - A intenção foi receber oficialmente a nova turma e, ainda, apresentar as próximas fases do programa, que incluem ações de desenvolvimento e formação em temas como gestão e liderança. Ao todo, serão cinco módulos, que abordarão pontos importantes e que devem ser considerados por um líder coop, como liderança consciente, inovação, gestão e governança cooperativa, e muito mais.

Carga horária - A formação terá carga horária total de 60 horas e contará com estratégias educacionais diversas, como workshops, mentoria individual, webséries educativas, desafios em grupo, podcasts, tutoria, dentre outras.

Preparação - Segundo o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, o objetivo do programa é preparar esses jovens, que já têm o perfil de liderança, para atuarem dentro das cooperativas, fazendo um cooperativismo ainda mais forte e inovador, e levando também a bandeira do cooperativismo para toda a sociedade, seja no campo político, econômico ou social. “Nós estamos comprometidos com a renovação e o crescimento de todo o movimento cooperativista e temos certeza de que o programa Somos Líderes vai contribuir diretamente para isso”, comenta Márcio Freitas.

Perfil - Entre os 471 candidatos elegíveis, 70 pessoas foram selecionadas para participarem da formação em liderança promovida pelo Sistema OCB. O perfil dos 70 aprovados é heterogêneo, reforçando o nosso compromisso em atender às premissas de representatividade e diversidade do programa. Os estados com maior percentual de candidatos aprovados são Minas Gerais (34,29%), Rio Grande do Sul (12,86%) e Santa Catarina (8,57%).

Ramos - Dentre os sete ramos do cooperativismo, os com maior percentual de aprovados foram o Crédito (58,57%), o Agropecuário (17,14%) e o Ramo Saúde (11,43%). Em relação ao perfil dos aprovados, 74% são empregados de cooperativas, a faixa etária predominante está entre 30 e 35 anos (70%) e a maioria são mulheres (61%). Além disso, 32% do público são formados por pessoas não brancas e um dos participantes é uma pessoa com deficiência (PCD).

Outras características - Vale destacar também que: 74% são empregados de cooperativas; a faixa etária predominante está entre 30 e 35 anos (70%); e a maioria são mulheres (61%). Além disso, 32% do público são formados por pessoas não brancas e um dos participantes é uma pessoa com deficiência. (OCB)

 

COMISSÃO GERAL: Acesso à assistência técnica desafia agricultura familiar

comissao geral 12 08 2021A assistência técnica e extensão rural foi um dos principais temas abordados nesta quarta-feira (11/07) em comissão geral realizada pela Câmara dos Deputados para debater os desafios da agricultura familiar. Solicitado pelo deputado Heitor Schuch (RS), diretor da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), o evento contou com a participação de representantes do Ministério da Agricultura, líderes, entidades e associações representativas do setor.

Pilares - O coordenador do Ramo Agropecuário da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), João Prieto, fez uso da palavra a convite do deputado Paulo Ganime (RJ) e descreveu três pilares que a entidade considera fundamentais para que as políticas públicas voltadas à agricultura familiar tenham sucesso efetivo: o acesso ao crédito e ao seguro, de acordo com as especificidades desse público; o acesso ao mercado público e privado, garantindo a competividade do setor em um mercado cada vez mais concentrado; e o adequado acesso à assistência técnica e extensão rural.

Inovação - “E nesse arcabouço haveria não só a questão de manejo e transferência de tecnologia, mas também estaria embarcada toda a questão de inovação, que deve incluir ainda os desafios de conectividade. O produtor rural precisa ter acesso ao maior nível de informação possível para que possa desempenhar suas funções de forma adequada”, afirmou.

Cooperativismo - Prieto também destacou que os três pilares citados são potencializados e mais viáveis por meio do cooperativismo. “O Brasil conta atualmente com cerca de 1,2 mil cooperativas agro e mais de um milhão de cooperados. Uma particularidade muito importante é que 71,2% desses cooperados são de agricultores familiares. Isso demonstra a importância desse modelo de negócio e a relevância com que ele precisa ser levado em conta na formulação de políticas públicas”.

Acesso - Prieto pontuou ainda que 63,8% dos produtores rurais cooperados têm acesso à assistência técnica e extensão rural, enquanto a média Brasil é de aproximadamente 20%. “Essa é mais uma evidência de que o modelo cooperativo é mais eficiente para que o agricultor familiar possa acessar adequadamente as políticas públicas, consiga ser competitivo e agregue valor ao seu produto, bem como renda à sua família”, concluiu.

Fundamental - O secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, César Halum, também afirmou que a assistência técnica é um dos grandes desafios do momento. “Sabemos que isso é fundamental para melhorar a produtividade e renda. Infelizmente, no entanto, apenas 18% dos agricultores familiares brasileiros têm acesso à assistência técnica e, quando consideramos apenas o Norte e o Nordeste, esse número piora muito e cai para 7%”.

Estudo - Segundo Halum, estudo realizado pela Escola Superior de Agricultura Luiz Queiroz (Esalq), aponta que as famílias que possuem assistência técnica chegam a ter R$ 2 milhões de renda ao ano por hectare, enquanto as que não têm chegam a apenas R$ 900,00 por ano por hectare. “Esse é mais um dado que mostra o quanto é fundamental fazermos esse esforço. Para isso, precisamos de orçamento e, nesse ponto, contamos cada vez mais com o trabalho dos parlamentares para que possamos estabelecer um programa de governo plural e integrado”. (OCB)

Clique aqui para conferir a sessão.

 

CRESOL: Em 30 dias de safra, mais de R$ 1 bilhão em crédito agro são liberados

cresol 12 08 2021A Cresol iniciou oficialmente no dia 1º de julho a contratação de crédito agro para a safra 2021/2022. Neste ano agrícola, o Governo Federal anunciou R$ 251,2 bilhões para apoiar a produção agropecuária nacional, sendo R$ 177,8 bilhões destinados ao custeio e comercialização e R$ 73,4 bilhões para investimento durante o período.

Especialista - Atuando há mais de 26 anos no segmento agro, a Cresol tornou-se especialista em crédito rural e, com isso, agilizou processos para que o recurso seja disponibilizado sem burocracia e chegue antes na mão do cooperado.

Recorde - Nos primeiros 30 dias de safra, as cooperativas Cresol superaram as expectativas e bateram, mais uma vez, o recorde em crédito liberado, com mais de R$ 1 bilhão em recursos destinados aos produtores cooperados, contemplando operações de custeio e investimento.

Facilidades - Adriano Michelon, vice-presidente da Cresol Confederação, disse que as expectativas superadas a cada safra se devem ao fato de que as cooperativas estão sempre em busca de facilidades que beneficiam o cooperado. “Somos reconhecidos por sermos especialistas em crédito agro e a cada nova safra estamos em busca de melhorias que facilitem processos e tragam mais agilidade na hora da contratação do crédito. Além disso, nossos parceiros, como o BNDES, nos dão segurança para disponibilizarmos mais recursos e, por isso, já temos uma projeção para a nova safra. O resultado do primeiro mês de contratações já nos dá a certeza de que ao final da safra vamos superar as expectativas”, destacou. Na última safra, que terminou em 30 de junho, a Cresol liberou mais de R$ 4 bilhões em crédito, também superando os últimos anos. Para esta safra o planejamento da cooperativa é liberar mais de R$ 7,8 bilhões. No crédito para custeio, a previsão é de R$ 4 bilhões – um aumento de 51% em relação ao último ano -, enquanto para o investimento é de R$ 3,8 bilhões, crescimento de 124%. (Imprensa Cresol)

 

COPAGRIL: Novidades em híbridos de milho são apresentadas no Tour Tecnológico

O tradicional Dia de Campo Copagril Milho Safrinha ganhou um novo nome na edição de 2021, agora é o Tour Tecnológico Copagril. O objetivo permanece o mesmo: trazer informações e novidades no segmento de híbridos de milho aos cooperados e clientes da área de atuação da Copagril. O evento, que era realizado presencialmente, já contou com a edição de 2020 em modo online e, agora, a edição de 2021, também será com uma programação de vídeos com divulgação nas redes sociais da Copagril.

Vídeos - O Tour Tecnológico Copagril iniciou com a abertura nesta quarta-feira (11/08) e terá vídeos divulgados durante uma semana, onde os parceiros comerciais da Copagril apresentarão o portifólio dos híbridos, trazendo as novidades e melhorias. “Queremos convidar a todos associados e clientes Copagril para que acompanhem e verifiquem aquilo que temos de novidades no segmento de milho. A cada ano temos novidades em híbridos e do mesmo modo, a cada ano vemos mudanças em nossas atividades agrícolas, por isso é muito importante acompanhar e conversar com os profissionais da Copagril que estão no dia a dia, e assim escolher e definir o mais adequado para cada produtor e com isso ter maior produtividade, melhor rentabilidade e consequentemente melhores resultados”, convida o diretor-presidente da Copagril, Ricardo Sílvio Chapla.

Acesso a informações- O Tour Tecnológico vem ao encontro das ações da cooperativa que buscam proporcionar ao produtor o acesso às informações técnicas das características individuais dos híbridos de milho que melhor se adaptam a região de ação da Copagril. “A cooperativa entende que no mercado, como é o de híbridos de milho, a cada ano temos avanços tecnológicos e mesmo que não conseguimos realizar o evento presencialmente, preparamos a divulgação online e assim não perder essas informações de um ano para o outro, visto que, a cada safra temos híbridos novos com tecnologias e características diferenciadas mais adaptadas a região da Copagril”, explica o supervisor do setor agronômico da Copagril, Paulo Brunetto.

Uma semana - Durante uma semana, todos os dias, um vídeo novo será disponibilizado nas redes sociais da Copagril (Facebook, Instagram e YouTube) produzido em conjunto com os parceiros para apresentar as melhores informações técnicas e características de híbridos de milho. Dúvidas e mais informações também podem ser consultadas com a equipe técnica da Copagril.

Redes sociais - Acompanhe o Tour Tecnológico nas redes sociais:

Facebook: https://www.facebook.com/cooperativacopagril

Instagram: https://www.instagram.com/copagril.oficial/

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCoqh4YND5GkL7QjD78ROAiQ

PROGRAMAÇÃO:

11/08 – Abertura Copagril

12/08 – Agroceres

13/08 – Agroeste

14/08 – Brevant

15/08 – Dekalb

16/08 – Forseed

17/08 – Morgan

18/08 – NK

19/08 - Pioneer

(Imprensa Copagril)

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SICOOB: Concurso cultural sobre cooperação movimenta escolas de todo o país

sicoob 12 08 2021Estão abertas as inscrições para o Concurso Cultural do Instituto Sicoob, com o tema "Cooperativismo, uma forma de viver". Este ano, podem participar estudantes dos 3º e 5º anos do Ensino Fundamental I de escolas convidadas das redes pública e privada e de cooperativas escolares de todo o Brasil.

Cooperação - O objetivo, segundo Daiane Lara Landim, analista de Projeto do Instituto Sicoob, é difundir o conceito de cooperação para as crianças. "Queremos que eles se tornem cidadãos conscientes e responsáveis, fortalecendo a cultura da cooperação", diz.

Desenhos e textos - Os alunos mais novos poderão se expressar por meio de desenhos, enquanto os mais velhos vão escrever textos narrativos de até 25 linhas. As premiações serão realizadas em três etapas: locais (cooperativas Singulares), regionais (Centrais Sicoob) e nacional.

Prêmios - As crianças irão concorrer a kits escolares, tablets e notebooks, enquanto os professores podem ganhar de R$ 1 mil a R$ 3 mil. As escolas também competem para ganhar data show e caixa de som.

Reflexões - "Nós propusemos uma reflexão, com debates e produção de material sobre o cooperativismo, mostrando que a cooperação é uma escolha, uma maneira de levar a vida", explica Daiane. As inscrições estão abertas até 10 de setembro e podem participar escolas convidadas por cooperativas Sicoob, que preencherem ficha no site https://www.concursocultural2021.com.br. Em novembro, serão divulgados os resultados. As informações serão publicadas em https://www.institutosicoob.org.br.

Consumo consciente - Em sua última edição, em 2019, o Concurso Cultural do Instituto Sicoob fomentou a reflexão sobre o consumo consciente e o capitalismo. Participaram quase 760 escolas de 15 estados, mais o Distrito Federal, o que envolveu mais de 60 mil alunos. Ao todo, desde o início do programa, em 2011, o Instituto Sicoob movimentou mais de 175 mil estudantes. "O impacto que queremos promover não envolve números, mas sim o futuro desses jovens. Esse programa visa conscientizar crianças e jovens que podem ser figuras ativas na construção de um mundo mais colaborativo".

Sobre o Sicoob - Instituição financeira cooperativa, o Sicoob tem mais de 5,2 milhões de cooperados e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. Oferecendo serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, marketplace, dentre outras soluções financeiras, o Sicoob é a única instituição financeira presente em mais de 300 municípios. É formado por 366 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e pelo Centro Cooperativo Sicoob (CCS), composto por uma confederação e um banco cooperativo, além de processadora e bandeira de cartões, administradora de consórcios, entidade de previdência complementar, seguradora e um instituto voltado para o investimento social. Ocupa a segunda colocação entre as instituições financeiras com maior quantidade de agências no Brasil, segundo ranking do Banco Central, com 3.523 pontos de atendimento em 1.934 cidades brasileiras. Acesse www.sicoob.com.br para mais informações. (Imprensa Sicoob)

 

INFRAESTRUTURA I: Governo do Estado e União confirmam modelo de menor tarifa de pedágio no Paraná

O governador Carlos Massa Ratinho Junior e o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, apresentaram nesta quarta-feira (11/08), no Palácio Iguaçu, a nova modelagem das concessões rodoviárias do Paraná. Após amplo debate com a sociedade civil e o setor produtivo, Estado e governo federal bateram o martelo para o modelo de menor tarifa, sem limite de desconto e com a garantia de obras a partir de um seguro-usuário, que será proporcional ao desconto tarifário apresentado no leilão.

Transparência e garantia de obras - Além da menor tarifa, que poderá ser até 50% mais baixa que atual, a modelagem atende também outras duas prioridades do governo estadual: transparência, com o leilão feito na Bolsa de Valores e aberto para participação de investidores de todo o mundo, e garantia de obras, que deverão ser executadas já nos primeiros anos de contrato – 90% delas devem ser entregues até o sétimo ano.

Desafio - “O Paraná teve, ao longo de mais de duas décadas, um dos pedágios mais caros do Brasil. Nosso desafio era construir um modelo que chegasse a um desconto maior, com uma tarifa justa e também com muita obra”, afirmou o governador. “Teremos no Paraná o maior projeto de infraestrutura da América Latina, com R$ 44 bilhões em investimentos e quase 1,4 mil quilômetros de duplicações”.

Compromisso - “Na campanha, sempre que se abordava a questão do pedágio, eu falava que as novas concessões seriam construídas com transparência, garantia de obras e menor preço. E hoje entregamos ao povo do Paraná um modelo com transparência, garantia de obras e menor preço. É o compromisso que assumimos com a população paranaense”, salientou Ratinho Junior, destacando também o papel da Assembleia Legislativa, da sociedade civil organizada e do setor produtivo, representado no G7, no desenho da modelagem.

Validade - As concessões serão válidas por um prazo de 30 anos e abrangem 3.368 quilômetros de estradas estaduais (35%) e federais (65%). A previsão é que o leilão aconteça no primeiro trimestre de 2022. Antes disso, a Assembleia Legislativa deve votar o projeto de lei encaminhado pelo Executivo para a delegação das rodovias estaduais à concessão federal.

Elaboração e análise - Elaborado pela Empresa de Planejamento e Logística (EPL), o projeto também passa pela análise da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e do Tribunal de Contas da União (TCU).

Sinal verde - “Assim que recebermos o sinal verde da Assembleia, vamos fechar a questão da audiência pública, aprovar na agência reguladora e encaminhar esse material para análise do TCU. Seis lotes serão analisados, é bastante coisa, mas tem uma similaridade e um padrão regulatório já trabalhado em outras concessões federais”, explicou o ministro.

Equilibrado - “Chegamos a um modelo muito equilibrado, que foi construído equalizando a quantidade de obras necessárias ao Estado com a preservação do caixa”, afirmou Freitas. “Qualquer modelo que preserve caixa será bem-sucedido. Quando alguns dos maiores operadores de rodovias já estão te procurando e estudando o modelo de concessão do Paraná, significa que acertamos na modelagem. Então estamos no caminho certo”, salientou.

Vencimento - Os contratos atuais vencem no final de novembro. Segundo o ministro e o governador, até a assinatura das novas concessões as duas administrações vão acertar o modelo de conservação das rodovias, provavelmente ficando a cargo do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e do Departamento de Estradas de Rodagem (DER/PR), com suporte também do Siate e das polícias rodoviárias Federal e Estadual.

Projeto - As concessões rodoviárias estão divididas em seis lotes, que totalizam 3,3 mil quilômetros de rodovias. Estão previstos R$ 44 bilhões em investimentos, incluindo a duplicação de 1.783 quilômetros de rodovias, construção de 11 contornos urbanos, 253 quilômetros de faixas adicionais em rodovias já duplicadas, 104 quilômetros de terceiras faixas, mais de mil obras de arte especiais, como viadutos, trincheiras e passarelas, sinal de Wi-Fi em todo o trecho, câmeras de monitoramento e iluminação em LED.

Vencedor - A partir do novo modelo, vence o leilão a empresa que apresentar o maior desconto na tarifa no pedágio. A proposta prevê que as tarifas atuais já cheguem à Bolsa de Valores com um desconto médio de 30%. A esse valor, se soma o deságio proposto pelas empresas em disputa. Esse desconto será associado a um aporte financeiro ofertado pela concessionária para garantir a execução do contrato. Chamado de seguro-usuário, esse valor é proporcional ao percentual de desconto concedido à tarifa.

Níveis de aporte - No modelo acordado, estão previstos três níveis de aporte: de 1% a 10%, de 11% a 17% e a partir de 17%. Para isso, as empresas precisam investir R$ 15 milhões por ponto percentual até 10%, R$ 60 milhões por ponto percentual até 17% e R$ 150 milhões por ponto percentual a partir de 17%. O valor será assegurado por lote, e poderá ser aplicado com diferentes finalidades, a serem decididas em cada um deles.

Comitê - Segundo o secretário estadual da Infraestrutura e Logística, Sandro Alex, será formado um comitê com representantes dos governos federal e estadual, da Assembleia Legislativa, da sociedade civil organizada e da população para definir, a cada cinco anos, a forma de usar os recursos do seguro-usuário.

Decisão - “Poderemos usar o valor depositado em novas obras que não estão elencadas ou, principalmente, em um desconto maior na tarifa. A decisão será virá da sociedade, por meio do conselho e das audiências públicas”, explicou.

Presenças - Participaram do da cerimônia o vice-governador Darci Piana; os secretários Guto Silva (Casa Civil), Marcel Micheletto (Administração e Previdência), Márcio Nunes (Desenvolvimento Sustentável e Turismo), Beto Preto (Saúde), João Debiasi (Comunicação Social e Cultura), Norberto Ortigara (Agricultura e Abastecimento), Rômulo Marinho Soares (Segurança Pública); o diretor-geral do DER-PR, Fernando Furiatti; a secretária de Fomento, Planejamento e Parcerias do Ministério da Infraestrutura, Natália Marcassa; o coordenador-geral de outorgas rodoviárias, Stephane Quebaud; o diretor-geral da ANTT, Rafael Vitale; o diretor-presidente da EPL, Arthur Lima; os superintendentes regionais do Dnit, José Carlos Beluzzi de Oliveira e Christiano Schineider Machado; o chefe da assessoria especial de comunicação, Felipe Campos; o chefe da assessoria parlamentar, André Boratto; os deputados federais Toninho Wandscheer (líder da bancada) e Reinhold Stephanes Junior; o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Ademar Traiano; os deputados estaduais Hussein Bakri (líder do governo), Alexandre Amaro, Nelson Luersen, Tião Medeiros, Ademir Bier, Alexandre Curi, Cobra Repórter, Coronel Lee, Artagão Júnior, Luiz Fernando Guerra, Delegado Fernando Martins, Emerson Bacil, Evandro Araújo, Gugu Bueno, Homero Marchese, Márcio Pacheco, Nelson Justus, Subtenente Everton, Ricardo Arruda, Tercílio Turini, Tiago Amaral; o prefeito de Cascavel, Leonaldo Paranhos; o presidente da Faep, Ágide Meneguette; o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken; o presidente da Fiep, Carlos Valter; o presidente da Fetranspar, Coronel Sérgio Malucelli; o presidente de Associação Comercial do Paraná, Camilo Turmina; o presidente da Faciap, Fernando Moraes; o presidente do Instituto de Engenharia do Paraná, Nelson Gomes; o presidente do Movimento Pró-Paraná, Marcos Domakoski; o promotor de Justiça e coordenador de assuntos institucionais do MP-PR, Fernando da Silva Mattos; e o superintendente da PRF no Paraná, Antônio Paim. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Jonathan Campos / AEN

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INFRAESTRUTURA II: Entenda como vai funcionar o novo modelo de concessão de rodovias no Paraná

infraestrutura II 12 08 2021O Governo do Estado preparou um guia para entender a nova concessão de rodovias. Ela está dividida em seis lotes que totalizam 3,3 mil quilômetros de estradas. O conjunto é formado por estradas estaduais (35%) e federais (65%). O projeto prevê investimentos de R$ 44 bilhões em obras.

Como se dará a proposta de concessão das rodovias do Paraná?

O modelo desenvolvido em conjunto pelo Governo do Estado, governo federal, Assembleia Legislativa, setor produtivo e sociedade civil organizada tem como base três premissas: menor tarifa, maior número de obras e transparência. O contrato será de 30 anos. Vence o leilão quem apresentar o maior desconto na tarifa de pedágio, com expectativa de redução média, já na largada, de 30% em relação aos preços atuais. O Paraná será o único estado sem outorga e sem o limitador de desconto no leilão. O modelo foi personalizado para o Estado.

O que será concedido para a iniciativa privada administrar?

Serão seis lotes de rodovias, totalizando 3.368 quilômetros. O pacote é dividido em 65% de rodovias federais e 35% estaduais. Será a maior concessão rodoviária da América Latina.

Qual a previsão para ocorrer o leilão?

A proposta ainda está sendo ajustada e será analisada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), último estágio antes de avançar para leilão na Bolsa de Valores (B3). Nesse momento a Assembleia Legislativa também discute a delegação de rodovias estaduais para a União, o que deve entrar na análise do TCU. A perspectiva é que o pregão ocorra no primeiro trimestre de 2022. Lembrando que os atuais contratos vencem no dia 27 de novembro.

Como será o leilão?

Na Bolsa de Valores, com total transparência. Os lotes serão leiloados de maneira separada. Ou seja, cada fatia pode ficar sob administração de uma empresa/consórcio. A competição será livre, inclusive para arrematar mais de um lote.

Quais são os lotes?

Lote 1: trechos das rodovias BR-277, BR-373, BR-376, BR-476, PR-418, PR-423 e PR-427, com extensão total de 473,01 km.

Lote 2: trechos das rodovias BR-153, BR-277, BR-369, BR-373, PR-092, PR-151, PR-239, PR-407, PR-508 e PR-855, com extensão total de 575,53 km.

Lote 3: trechos das rodovias BR-369, BR-376, PR-090, PR-170, PR-323 e PR-445, com extensão total de 561,97 km.

Lote 4: trechos das rodovias BR-272, BR-369, BR-376, PR-182, PR-272, PR-317, PR-323, PR-444, PR-862, PR-897 e PR-986, com extensão total de 627,98 km.

Lote 5: trechos das rodovias BR-158, BR-163, BR-369, BR-467 e PR-317, com extensão total de 429,85 km.

Lote 6: trechos das rodovias BR-163, BR-277, R-158, PR-180, PR-182, PR-280 e PR-483, com extensão total de 659,33 km.

A tarifa terá um valor mais baixo?

Sim. A diminuição do valor da tarifa é uma das premissas da nova proposta. A previsão é de redução média de 45% a 50% em relação aos atuais valores.

Há um exemplo prático de como se dará essa redução?

Por exemplo, uma praça de pedágio que tenha uma tarifa de R$ 16,30 vai a leilão com uma redução média de 31%. Antes mesmo do desconto concedido pela concessionária, a tarifa já será reduzida para R$ 11,30. Esse valor ainda diminui conforme a proposta de cada empresa. Se ela conceder 10% de desconto, a tarifa vai a R$ 10,20. Se o desconto for de 17%, a tarifa chega a R$ 9,40. Se for de 26%, R$ 8,50. Ou seja: o valor final esperado é de 37% a 48% menor que o atual. O desconto inicial vai variar de acordo com o trecho e o lote.

A tarifa média atual das tarifas é de R$ 16,30. Esse valor deve ficar abaixo de R$ 10 depois do leilão.

Está previsto algum tipo de vantagem para quem for usuário frequente?

Sim, um desconto fixo de 5% para quem optar pelo pagamento por tag e um outro porcentual, a ser estipulado, de acordo com a frequência do usuário.

E em relação ao pagamento por quilômetro rodado?

Os novos acordos contemplarão gatilhos para a implantação da cobrança por quilômetro rodado, decretando o fim da necessidade das praças de cobrança de pedágio. Mas a iniciativa ainda passa por regulamentação no governo federal.

Serão quantas praças de pedágio?

42 praças no total. São 15 novas nessa proposta.

Onde serão instaladas essas novas praças?

PR-151, Km 188, próximo ao município de Sengés;

PR-280, Km 241, próximo ao município de Renascença;

PR-182, Km 510, próximo ao município de Ampere;

BR-376, Km 260, próximo ao município de Califórnia;

BR-163, Km 159, próximo ao município de Lindoeste;

BR-467, Km 89, entre as cidades de Toledo e Cascavel;

BR-163, Km 313, próximo ao município de Mercedes;

BR-272, Km 536, próximo a Francisco Alves;

PR-323, Km 233, próximo a Cianorte;

PR-323, Km 185, próximo ao município de Jussara;

BR-376, Km 60, próximo ao município de Guairaçá;

BR-153, Km 5, próximo a Jacarezinho;

PR-092, Km 290, próximo ao município de Quatiguá;

PR-323, Km 310, próximo a cidade de Umuarama;

PR-445, Km 57, perto de Londrina.

A nova concessão será maior que a atual, o que abre a necessidade de novas praças. Segundo o governo federal, na média de uma a cada 70 quilômetros. A ideia é ter um conjunto de modernizações coeso e seguro para os usuários.

Qual o investimento previsto para o período?

A previsão é de cerca de R$ 44 bilhões de investimentos em obras por parte das concessionárias. Serão 1.783 quilômetros de duplicação; construção de 11 contornos urbanos (Arapongas, Apucarana, Ponta Grossa, Califórnia, Sul Maringá, Norte Londrina, Nova Londrina, Itaúna do Sul, Guaíra, Peabiru e Marmeleiro); 253 quilômetros de faixa adicional nas rodovias já duplicadas; 104 quilômetros de terceira faixa para apoio ao trânsito; sinal wi-fi em todos os trechos de estradas, câmeras de monitoramento e iluminação em LED; e mais 1.000 obras de arte como viadutos, trincheiras e passarelas. Além disso, a proposta estipula outros R$ 35 bilhões para custos de operação e manutenção das vias.

Quando as obras terão de ser executadas?

Essa é uma importante diferença para o atual modelo em vigência no Estado. 90% das obras precisam ser realizadas até o sétimo ano do acordo e 100% até o décimo ano. Outro ponto importante: até as obras serem concluídas, haverá um desconto de 40% no valor da tarifa. O preço cheio só pode ser cobrado após a totalidade das entregas.

Qual a garantia de que realmente as obras vão sair do papel?

O próprio contrato prevê isso. Além de conceder o maior desconto na tarifa para vencer o leilão, a concessionária precisa realizar um aporte financeiro (de valor proporcional ao desconto concedido) para garantir a execução do acordo, chamado de seguro-usuário.

Qual o valor deste seguro-usuário?

São três níveis de aporte. R$ 15 milhões por ponto porcentual até 10%; R$ 60 milhões por ponto porcentual até 17%; e R$ 150 milhões por ponto porcentual após 17%. O valor será assegurado por lote e poderá ser aplicado com diferentes finalidades.

Quais finalidades? O Estado pode usar esse seguro de alguma maneira?

Basicamente para mais desconto na tarifa ou para execução de novas obras. Será criado um conselho gestor formado por agência reguladora, representantes do governos federal e estadual, da Assembleia Legislativa, da sociedade civil organizada e da população para decidir qual a melhor opção. O comitê será composto a cada 5 anos para definir a forma de usar os recursos através de audiências públicas.

Como ficará a conservação das estradas no período entre o fim dos atuais contratos e o início dos novos?

O Governo do Estado mantém conversas com a União para alinhar a melhor proposta. Atualmente, o Paraná consegue manter a conservação do conjunto estadual de estradas.

Haverá cobrança de tarifas nesse período?

O assunto ainda está em análise por todos os envolvidos.

Por que o Paraná precisa de uma nova concessão?

O Paraná e os paranaenses não tiveram uma experiência exitosa com o primeiro pedágio. Foram anos de preços abusivos e obras não realizadas. É hora de mudar essa realidade. A nova concessão é a chance de dar um salto logístico de longo prazo porque transformará as principais rodovias, agora de maneira concreta, nas melhores e mais seguras do País. E esse processo ocorre em paralelo com a responsabilização das atuais concessionárias pelo fracasso dos contratos que se encerram neste ano.

As rodovias do programa foram selecionadas de acordo com a necessidade de investimentos em infraestrutura rodoviária e com critérios técnicos e de viabilidade. A ampliação da malha concedida do Estado visa a melhor integração do modal rodoviário e conectividade entre cidades, polos produtivos e de escoamento, bem como aprimorar a segurança viária, fluidez do tráfego e oferta de serviços de atendimento ao usuário. O Estado é líder em diversos setores, e precisa de uma infraestrutura à altura para que possa continuar crescendo e ampliando sua relevância na economia brasileira.

A nova concessão também permitirá ampliar a integração dos modais no Paraná. O Estado concedeu quatro aeroportos (Londrina, Curitiba, São José dos Pinhais e Foz do Iguaçu); está realizando os estudos para a implementação da Nova Ferroeste, com uma ligação de 1,2 mil quilômetros entre Maracaju (MS) e Paranaguá e uma nova conexão entre Foz do Iguaçu e Cascavel; está investindo mais de R$ 3 bilhões em rodovias (recursos próprios, financiamentos e apoio de Itaipu Binacional) e na estrutura do Porto de Paranaguá, que terá o melhor Corredor de Exportações da América do Sul.

Nova concessão terá rodovias federais e estaduais. Por que incluir rodovias estaduais?

O Governo do Paraná incluiu no pacote federal a PR-280 (Sudoeste), a PR-323 (Noroeste) e a PR-092 (Norte Pioneiro). As três rodovias têm histórico de acidentes e, apesar do crescimento das cidades e dos negócios que as envolvem, continuam a demandar recursos com manutenção e modernização. O Departamento de Estradas de Rodagem (DER) está começando a implementar terceiras faixas nessas rodovias para antecipar as melhorias, mas o objetivo é de solução definitiva. Com a inclusão, serão 1,1 mil quilômetros de rodovias estaduais com os requisitos do pedágio, que envolvem melhora na segurança, na iluminação e no trânsito.

Uma concessão conjunta facilita a atração de investidores para essas rodovias, que têm fluxo menor do que as federais. As rodovias estaduais também concentrarão cerca de 60% dos investimentos dos contratos de concessão, ou seja, terão padrão internacional de qualidade e segurança. Esse projeto soluciona gargalos históricos em PRs que nunca receberam o devido cuidado. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira mais detalhes na apresentação AQUI.

FOTO: Jonathan Campos / AEN

 

COMÉRCIO EXTERIOR: Valorização de commodities puxa a balança do agronegócio para valor recorde de US$ 11 bilhões em julho

comercio exterior 12 08 2021 As exportações do agronegócio em julho deste ano chegaram ao valor recorde de US$ 11,29 bilhões, 15,8% superior ao exportado no mesmo mês do ano passado (US$ 9,75 bilhões).

Preços - De acordo com a análise da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o crescimento das exportações está ligado à elevação do índice de preços dos produtos do agronegócio exportados pelo Brasil, que foi de 28,5% na comparação entre julho de 2020 e julho de 2021.

Quantum - Por outro lado, o índice de quantum das exportações apresentou queda de 9,9%. Mesmo com queda do volume exportado, o forte incremento dos preços internacionais dos produtos exportados fez com que o valor atingisse um montante histórico, ressalta os analistas da SCRI.

Soja em grãos - A soja em grãos apresentou uma a queda na quantidade exportada, passando de aproximadamente 10 milhões de toneladas (julho/2020) para 8,7 milhões de toneladas (julho/2021). No entanto, a elevação do preço médio de exportação da oleaginosa brasileira em 32,5% fez com que o valor exportado alcançasse cerca de US$ 4 bilhões.

Carnes - As carnes (bovina, suína e de frango) também atingiram valor recorde de exportações, com US$ 2,03 bilhões em vendas externas em julho passado (+34,9%). Em nenhum mês da série histórica iniciada em janeiro de 1997, as exportações do setor haviam ultrapassado o valor de US$ 2 bilhões em um único mês. A cifra foi obtida em função da expansão dos preços médios de exportação (+24%) e, também, do volume exportado (+8,8%).

Importações - As importações do agronegócio tiveram aumento de 25,8%, chegando a US$ 1,2 bilhão. O saldo da balança comercial do agronegócio atingiu US$ 10 bilhões. O agronegócio contribuiu com 44,2% na participação das exportações totais brasileiras. (Mapa)

>> Nota à imprensa - julho 2021

>> Balança Comercial do Agronegócio - julho 2021

>> AGROSTAT - Sistema de Estatisticas de Comercio Exterior do Agronegócio Brasileiro

FOTO: iStock/ Mapa

 

comercio exterior grafico 12 08 2021

 

 

 

PRODUÇÃO PECUÁRIA: Abate de bovinos cai no 2° trimestre, enquanto de frangos e suínos cresce

producao pecuaria 12 08 2021O abate de bovinos caiu 4,5%, enquanto o de suínos cresceu 7,1% e o de frangos aumentou 7,4% no segundo trimestre de 2021, na comparação com o mesmo trimestre de 2020, segundo os resultados preliminares da Estatística da Produção Pecuária, divulgada nesta quinta-feira (12/08) pelo IBGE. Os resultados completos para o segundo trimestre de 2021 e para as unidades da federação serão divulgados em 10 de setembro de 2021.

Dados preliminares - De acordo com os dados preliminares, o número de cabeças de bovinos abatidas no trimestre foi 7,07 milhões, enquanto o abate de suínos somou 13,03 milhões e o de frangos 1,52 bilhão de cabeças.

Primeiro trimestre- Já na comparação com o primeiro trimestre de 2021, houve aumento no abate de bovinos (7,7%) e no de suínos (3,2%), enquanto o de frangos caiu (-3,0%).

Segundo trimestre - No segundo trimestre deste ano, do total de bovinos abatidos, o resultado preliminar aponta uma produção de 1,87 milhão de toneladas de carcaças, retração de 1,9% em relação ao mesmo trimestre de 2020 e aumento de 8,6% em relação ao 1º trimestre de 2021.

Suínos - Em relação aos suínos, o peso acumulado das carcaças atingiu 1,22 milhão de toneladas, que representa alta de 9,5% em relação ao 2° trimestre de 2020 e de 5,2% em comparação com o trimestre imediatamente anterior.

Frango - Já o peso das carcaças de frango foi de 3,58 milhões de toneladas, aumento de 10,5% na comparação anual e redução de 2,1% frente ao1º trimestre de 2021.

Aquisição de leite cai nas duas comparações - A aquisição de leite cru feita pelos estabelecimentos que atuam sob inspeção sanitária municipal, estadual ou federal foi de 5,80 bilhões de litros no segundo trimestre de 2021, uma queda de 1,2% em relação ao volume registrado no 2º tri de 2020 e de 11,5% em comparação com o trimestre anterior.

Ovos de galinha - Já a produção de ovos de galinha subiu (0,1%) na comparação anual e caiu no comparativo com trimestre anterior (-0,1%), totalizando 977,00 milhões de dúzias

Curtumes - A pesquisa mostra ainda que os curtumes que efetuam curtimento de, pelo menos, cinco mil unidades inteiras de couro cru bovino por ano declararam ter recebido 7,51 milhões de peças inteiras de couro cru no segundo trimestre deste ano. Essa quantidade representa aumento de 2,6% na comparação com 2° tri de 2020 e de 6,2% em relação ao 1º trimestre de 2021.

Mais sobre a Pesquisa Trimestral do Abate de Animais - A pesquisa fornece informações sobre o total de cabeças abatidas e o peso total das carcaças para as espécies de bovinos (bois, vacas, novilhos e novilhas), suínos e frangos, tendo como unidade de coleta o estabelecimento que efetua o abate sob fiscalização sanitária federal, estadual ou municipal. A periodicidade da pesquisa é trimestral, sendo que, para cada trimestre do ano civil, os dados são discriminados mês a mês.

Divulgação - A partir do primeiro trimestre de 2018, atendendo solicitações de usuários para acesso mais rápido às informações da conjuntura da pecuária, passaram a ser divulgados os "Primeiros Resultados" da Pesquisa Trimestral do Abate de Animais para o nível Brasil, em caráter provisório. Eles estão disponíveis cerca de um mês antes da divulgação dos "Resultados Completos”. Os dados completos podem ser consultados no Sidra. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Ari Dias / AEN-PR

 

IBGE I: Indústria paranaense cresce 17,9% no primeiro semestre, segundo o Instituto

ibge I 12 08 2021A indústria do Paraná cresceu 17,9% no primeiro semestre deste ano, de acordo com a Pesquisa Industrial Mensal – Regional (PIM-PF-REGIONAL), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta quarta-feira (11/08). O resultado é um comparativo da atividade de janeiro a junho de 2020 e janeiro a junho de 2021. É uma das maiores recuperações do País no setor. A indústria brasileira evoluiu 12,9%.

Acumulado - No acumulado dos últimos doze meses (julho de 2020 a junho de 2021), período que registra os impactos mais severos das duas ondas da pandemia, o Estado também apresentou resultado positivo, com crescimento de 9,8% em relação ao período exatamente anterior (junho de 2019 a julho de 2020), que englobou o susto da confirmação dos primeiros casos de Covid-19 (março de 2020).

Junho de 2020 - No comparativo com junho do ano passado, o crescimento foi de 8,2%, e em relação ao mês anterior (maio de 2021), houve queda de 5,7%, acompanhando tendência que atingiu outros nove estados brasileiros.

Média trimestral - Na última média trimestral, o Paraná também apontou redução, de 3,5%. Segundo o IBGE, as principais influências negativas nos meses recentes foram puxadas pelos baixos desempenhos do setor de veículos e do setor de derivados do petróleo, importantes para a matriz econômica estadual. O Estado ainda não atingiu os índices pré-pandemia na indústria, na série com ajuste sazonal.

Mês a mês - A evolução da produção industrial dos últimos doze meses aponta oito resultados positivos e momento mais delicado do segmento no segundo trimestre de 2021, com três resultados negativos. Mês a mês, sempre em relação ao mesmo período do ano anterior, as diferenças foram de 2,1% em julho/2020, 2,2% em agosto/2020, 9,5% em setembro/2020, 3,1% m outubro/2020, 0,7% em novembro/2020, 2,5% em dezembro/2020, 1,1 em janeiro/2021, -2,3% em fevereiro/2021, 1% em março/2021, -2,5% em abril/2021, -2,4% em maio/2021 e -5,7% em junho/2021.

Setores - Segundo o IBGE, o crescimento no semestre foi impulsionado pelos bons resultados da indústria de transformação (evolução de 17,9%), fabricação de bebidas (14,9%), produtos de madeira (53,3%), produtos de borracha e material plástico (14,7%), produtos de minerais não-metálicos (29,9%), produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (38,5%), máquinas e equipamentos (83,5%), móveis (28,4%) e veículos (53,1%).

Variação mensal - Na variação mensal (junho de 2020 e junho de 2021), os motores foram indústria de transformação (8,2%), fabricação de bebidas (7,8%), produtos de madeira (31,4%), produtos minerais não-metálicos (19%), veículos (50%), máquinas e equipamentos (87,3%) e produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (24,9%).

Nacional - A produção industrial recuou em dez dos 15 locais analisados pela Pesquisa Industrial Mensal na passagem de maio para junho. O acumulado no ano (janeiro-junho), na outra ponta, foi positivo em 12 dos 15 locais pesquisados, com destaque para Paraná, Ceará, Amazonas e Santa Catarina. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: José Fernando Ogura / AEN

 

IBGE II: Varejo cresce 6,3% frente a junho do ano passado

ibge II 12 08 2021Após dois meses consecutivos de crescimento, as vendas do comércio varejista caíram 1,7% na passagem de maio para junho. Foi a maior retração do setor neste ano e a segunda maior para um mês de junho desde o início da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), em 2000. Com o resultado de junho, o varejo se encontra 2,6% acima do patamar pré-pandemia. No primeiro semestre, o setor acumula 6,7% e, nos últimos 12 meses, 5,9%. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (11/08) pelo IBGE.

Quebra - “Com o resultado de junho, há uma quebra de dois meses de crescimento. Apesar dessa queda, o varejo ainda se encontra acima do patamar de fevereiro de 2020, ou seja, de antes da pandemia. Mas, na comparação com o patamar recorde da série, que é de outubro de 2020, o setor está 3,9% abaixo”, afirma o gerente da pesquisa, Cristiano Santos.

Recuo - Cinco das oito atividades investigadas pela pesquisa recuaram na passagem de maio para junho. Dentre elas, a queda mais intensa foi do setor de tecidos, vestuário e calçados (-3,6%), que havia registrado aumentos em abril (16,3%) e maio (10,2%). “No comércio varejista como um todo, há algumas atividades caindo com mais força porque elas tiveram uma certa recuperação nos meses de abril e maio, elevando a base de comparação. Esse foi o caso de tecidos, vestuário e calçados, que é uma atividade que ainda não teve recuperação frente ao patamar de fevereiro do ano passado”, diz o pesquisador.

Outros itens - Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-2,6%), combustíveis e lubrificantes (-1,2%), e hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,5) também recuaram na passagem de maio para junho.

Crescimento - Já o setor de livros, jornais, revistas e papelaria cresceu 5,0% em junho. É o terceiro resultado positivo consecutivo dessa atividade. Mesmo com esses aumentos recentes, o setor não conseguiu recuperar o que perdeu durante o ano: há queda acumulada de 22,8% entre janeiro e junho. “O setor vem perdendo importância e receita por estar sendo afetado pela substituição das lojas físicas pelas digitais, entre outras mudanças tecnológicas”, analisa Cristiano.

Altas - Outras atividades que cresceram nessa comparação foram móveis e eletrodomésticos (1,6%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,4%).

Ampliado - No comércio varejista ampliado, que inclui, além do varejo, as atividades de veículos, motos, partes e peças e material de construção, o volume de vendas recuou 2,3% em relação a maio. A retração desconta parte do aumento de 3,2% registrado no mês anterior. Nessa comparação, veículos, motos, partes e peças variou -0,2% em junho, enquanto material de construção cresceu 1,9%.

Varejo cresce 6,3% frente a junho do ano passado - O comércio varejista cresceu 6,3% em junho na comparação com o mesmo mês do ano anterior. É o quarto crescimento consecutivo nesse indicador. Os resultados positivos foram disseminados por seis das oitos atividades investigadas, com destaque para tecidos, vestuário e calçados (61,8%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (22,6%) e livros, jornais, revistas e papelaria (17,1%).

Ganhos - Nesse indicador, o varejo teve ganhos, principalmente, nas atividades mais afetadas pela pandemia de Covid-19 no país, como tecidos, vestuário e calçados e outros artigos de uso pessoal e doméstico. No varejo ampliado, houve aumento de 11,5% em junho, com alta de 33,1% para a atividade de veículos e motos, partes e peças e de 5,3% para material de construção.

Comparação interanual - “Na comparação interanual, há um ritmo menor de crescimento em junho. Nos meses anteriores, os aumentos foram mais significativos por conta da base de comparação que estava muito baixa. É diferente de comparar, por exemplo, com março ou abril do ano anterior, meses que marcaram o início da pandemia no país”, diz.

18 unidades da federação têm queda nas vendas - Na passagem de maio para junho, o varejo teve retração em 18 das 27 unidades da Federação. Entre os destaques estão Amapá (-16,7%), Rio Grande do Sul (-5,1%) e Mato Grosso do Sul (-4,0%). Já entre os estados que tiveram crescimento destacam-se Ceará (2,5%), Espírito Santo (2,2%) e Pará (1,9%).

Resultados negativos - No comércio varejista ampliado, também houve predomínio de resultados negativos. Das 15 unidades da Federação que tiveram queda no volume de vendas, destacaram-se Amapá (-9,0%), Rio Grande do Sul (-4,8%) e Paraná (-3,3%).

Positivo - Frente a junho de 2020, o varejo registrou resultados positivos em 23 unidades da Federação. Os destaques, em termos de variação, foram Amapá (29,1%), Piauí (21,4%) e Acre (19,0%). Na mesma comparação, no comércio varejista ampliado, houve aumento em 25 unidades da Federação, sendo as maiores variações registradas por Piauí (33,6%), Pernambuco (29,6%) e Rondônia (26,0%).

Mais sobre a pesquisa - A PMC produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do comércio varejista no País, investigando a receita bruta de revenda nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, e cuja atividade principal é o comércio varejista.

PMC - Iniciada em 1995, a PMC traz resultados mensais da variação do volume e receita nominal de vendas para o comércio varejista e comércio varejista ampliado (automóveis e materiais de construção) para o Brasil e Unidades da Federação. A técnica de coleta é o - Questionário eletrônico autopreenchido (CASI) e a Entrevista pessoal com questionário em papel (PAPI). Os resultados podem ser consultados no Sidra. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Licia Rubinstein / Agência IBGE Notícias

 

ibge II tabela 12 08 2021

 

ECONOMIA: Novo portal do Comprasnet já está em operação

economia 12 08 2021As atualizações do Sistema de Compras do Governo Federal, conhecido como Comprasnet 4.0, permitindo a ampliação das contratações públicas realizadas por dispensa de licitação, entraram em funcionamento. A nova ferramenta possibilita a participação, por meio digital, de empresas de todo o país nas compras feitas pelo governo.

Lei de Licitações - A medida cumpre a nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/21) e também permitirá a integração de todos os sistemas ou portais de compras públicos ou privados. Antes, o gestor público precisava obter três cotações de preço com fornecedores para realizar o procedimento de dispensa de licitação, optando pela cotação mais vantajosa.

Procedimento - Com o novo modelo, o procedimento será divulgado no Sistema de Dispensa Eletrônica, permitindo que empresas registradas no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores (Sicaf) sejam avisadas automaticamente.

Abertura automática - Segundo o Ministério da Economia, a partir da data e horário estabelecidos, o procedimento será automaticamente aberto para o envio de lances públicos e sucessivos por período nunca inferior a seis horas ou superior a dez, exclusivamente por meio do sistema eletrônico.

Editais de credenciamento - Na plataforma serão divulgados editais de credenciamento, pré-qualificação, licitação, avisos de contratação direta, atas de registro de preços, contratos e termos aditivos, todos eles com seus respectivos anexos, de forma a garantir ampla transparência aos processos.

Mini pregão - “Isso é o que estamos chamando de mini pregão. É importante ressaltar que o aumento de fornecedores participantes beneficia a administração com compras mais vantajosas, o que vai impactar diretamente no cidadão, que está na ponta. Além disso, todas as informações serão divulgadas, garantindo ampla transparência”, disse, em nota, o secretário de Gestão da Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, Cristiano Heckert.

Dispensa de licitação - A dispensa de licitação pode ser usada em algumas situações, como em pequenas obras, compras de insumos de pequeno valor e também na aquisição de itens para uso das Forças Armadas. Além disso, o procedimento também pode ser realizado em situações de calamidade, como na pandemia de covid-19.

Valores - O Ministério da Economia informou, ainda, que a nova lei elevou os valores permitidos para uso da dispensa. Para a compra de bens e contratação de serviços, passou de R$ 17,6 mil para R$ 50 mil. Já para obras e serviços de engenharia, foi de R$ 33 mil para R$ 100 mil. (Agência Brasil)

FOTO: Fábio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil

 

BNDES: Banco reduz juros para empresas com desempenho ambiental e social

Empresas que reduzirem emissões de gases poluentes ou aumentarem iniciativas sociais, mostrando expansão de seu desempenho ambiental, social e de governança (ASG), terão juros reduzidos nos financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Destinação livre - De acordo com o banco, o programa vai conceder financiamentos com destinação livre, sem relação com projetos de investimento, para empresas que se comprometerem a melhorar os indicadores de sustentabilidade. “Aquelas que cumprirem as contrapartidas mínimas e atingirem as metas estipuladas pelo programa terão redução na taxa de juros”, informou a instituição.

Madeira - O programa BNDES Crédito ASG se destina a empresas da cadeia de madeira voltada para reflorestamento, fabricantes de equipamentos para a cadeia de energia renovável e de eficiência energética, mineração, siderurgia, setores com potencial de melhorias em termos ambientais.

Social - Do lado social, o setor escolhido foi o de provedores de internet de pequeno porte, que são vinculados diretamente à agenda ambiental, social e de governança. O aumento da oferta de conectividade é uma das metas do Plano Trienal 2020 - 2022 da instituição. A expectativa do banco é que, posteriormente, o programa seja estendido para outros setores.

Orçamento - O programa tem orçamento de R$ 1 bilhão, o que permitirá conceder empréstimos de até R$ 150 milhões por grupo econômico. As empresas interessadas deverão dar entrada nos seus pedidos diretamente no BNDES até 31 de dezembro de 2023. O prazo total de pagamento será de até 96 meses, incluída carência de até 24 meses.

Brasil mais sustentável - O diretor de Crédito Produtivo e Socioambiental do BNDES, Bruno Aranha, disse que a solução inovadora de linked loan (crédito com incentivos para boa performance socioambiental) representa mais um importante passo, pois apoia e estimula as empresas a adotarem as melhores práticas e a repensarem seus modelos de negócio em prol da economia de baixo carbono e inclusiva”. Já o diretor de Crédito a Infraestrutura do Banco, Petrônio Cançado, ressaltou que a meta é ajustar as empresas ao desejo da sociedade de ter “um Brasil mais sustentável”.

Obrigações mínimas - Para ter direito à redução da taxa de juros, as empresas deverão cumprir algumas obrigações mínimas, entre as quais a publicação anual de uma política de responsabilidade socioambiental; a incorporação de focos prioritários de atuação em educação e diversidade na Política de Investimento Social da empresa, como parte da estratégia para combater o preconceito e a discriminação de raça, LGBTQIA+, etnias, gênero e deficiências; e a publicação anual de Relatório de Sustentabilidade no modelo global reporting initiative ou similar.

Metas - A empresa deverá ainda cumprir duas metas que serão escolhidas a partir de cinco indicadores predefinidos: a obtenção de uma certificação ambiental; a obtenção de uma certificação social; a realização de inventário de redução da emissão de gases de efeito estufa ou de captura de carbono; a ampliação de, no mínimo, 10% no número de fornecedores oriundos das regiões Norte e do Nordeste, que concentram os municípios de menor desenvolvimento social no país; e a ampliação da base de clientes dos serviços de banda larga, considerando metas preestabelecidas, no caso dos provedores de internet de pequeno porte.

Parceria - O BNDES informou ainda que os indicadores e contrapartidas do programa resultaram de pesquisa das melhores práticas nessa área, realizada com apoio do governo britânico, em parceria com a Embaixada do Reino Unido no Brasil.

Baixo carbono - A diretora do programa de finanças verdes do governo britânico no Brasil, Katia Fenyves, afirmou que o novo programa brasileiro vai possibilitar que “mais setores encontrem viabilidade para transitar definitivamente para um modelo de baixo carbono”. (Agência Brasil)

CÂMBIO: Dólar sobe para R$ 5,22 com indefinição sobre ICMS de energia

cambio 12 08 2021Em um dia marcado por dúvidas sobre a tributação das contas de luz, o dólar subiu, contrastando com o otimismo no mercado externo. Numa sessão volátil, a bolsa de valores iniciou o dia em forte queda, passou a subir, mas não sustentou a alta e fechou com leve baixa.

Cotação - O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (11/08) vendido a R$ 5,221, com alta de R$ 0,025 (+0,47%). Influenciada por notícias internacionais, a cotação iniciou a manhã em queda, chegando a R$ 5,16 na mínima do dia, por volta das 9h45. A moeda, no entanto, reverteu o movimento e passou a subir no fim da manhã, até voltar a fechar acima de R$ 5,20.

Alta - A divisa acumula alta de 0,21% em agosto. Em 2021, a valorização chega a 0,62%.

Ações - No mercado de ações, o índice Ibovespa, da B3, fechou aos 122.056 pontos, com recuo de 0,12%. O indicador chegou a cair 1,11% por volta das 11h30. À tarde, recuperou-se e subia 0,44% por volta das 14h30. O índice, no entanto, perdeu força e voltou a ficar negativo perto do fim da sessão.

Fatores internos - Fatores internos provocaram instabilidade no mercado hoje. Pela manhã, o dólar passou a subir após declarações do presidente Jair Bolsonaro de que o governo estuda uma medida para proibir a cobrança de Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre as bandeiras tarifárias de energia. O presidente deu a declaração durante a assinatura de medida provisória que autoriza a venda direta de etanol aos postos de combustíveis.

Precatórios - As discussões em torno da proposta de emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios também afetaram o mercado. Além de poder resultar em novas despesas fora do teto de gastos, a proposta prevê mudanças na regra de ouro, espécie de teto para endividamento. As negociações em torno da reforma tributária também afetaram as negociações. O texto-base da reforma do Imposto de Renda deve ser votado nesta quarta-feira.

Cenário interno - O cenário interno ofuscou as notícias internacionais. Nos Estados Unidos, os índices Dow Jones (das empresas industriais) e S&P 500 (das 500 maiores empresas) fecharam em máximas históricas, após a divulgação de que a inflação ao consumidor norte-americano desacelerou de 0,9% em junho para 0,5% em julho. Inflação mais baixa aumenta as chances de o Federal Reserve (Banco Central norte-americano) retirar os estímulos concedidos durante a pandemia de covid-19 apenas no fim de 2022. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

FOTO: Pixabay

 

PETROBRAS: Litro da gasolina sobe R$ 0,09 nas refinarias

petrobras 12 08 2021O litro de gasolina vendido pela Petrobras nas refinarias às distribuidoras terá aumento médio de R$ 0,09 a partir desta quinta-feira (12/08). A informação foi divulgada pela estatal nesta quarta-feira (11/08).

Internacional - “A partir desta quinta, acompanhando a elevação nos patamares internacionais de preços, e de forma a garantir que o mercado siga sendo suprido sem riscos de desabastecimento, o preço médio de venda de gasolina da Petrobras para as distribuidoras passará a ser de R$ 2,78 por litro, refletindo reajuste médio de R$ 0,09 por litro”, destacou a estatal, em nota.

Valor final - O valor final para os motoristas dependerá de cada posto de combustíveis e também dos impostos e custos operacionais nos diferentes estados.

Contribuição - “A contribuição do preço da Petrobras para o preço na bomba passará a ser de R$ 2,03 por litro em média, referente à mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro. Até chegar ao consumidor são acrescidos tributos federais e estaduais, custos para aquisição e mistura obrigatória de etanol anidro, além dos custos e margens das companhias distribuidoras e dos revendedores”, explicou a companhia.

Preço médio - Segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), na semana de 1º a 7 de agosto, o preço médio da gasolina comum no país, ao consumidor final, estava em R$ 5,853. (Agência Brasil)

FOTO: Petrobras

 

ETANOL: MP autoriza venda direta por produtores a postos de combustíveis

etanol 12 08 2021O presidente Jair Bolsonaro, os ministros de Minas e Energia, Bento Albuquerque, da Economia, Paulo Guedes, da Casa Civil, Ciro Nogueira, e a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, participaram nesta quarta-feira (11/08) da cerimônia de assinatura da Medida Provisória (MP) que propõe alterações na Lei nº 9.478/1997, a Lei do Petróleo. O texto permite que o produtor ou o importador possa, facultativamente, comercializar etanol hidratado diretamente com os postos de combustíveis, e que o transportador-revendedor-retalhista (TRR) possa comercializar etanol hidratado.

Sistema dual de tributação - Para viabilizar a venda direta de etanol hidratado, a medida prevê o sistema dual de tributação, com o produtor recolhendo todos os impostos federais, mitigando o risco de sonegação fiscal. A proposta também equaliza os tributos federais incidentes no etanol anidro nacional e no importado, corrigindo a distorção então existente.

Alívio - Para a ministra Tereza Cristina, as mudanças trarão alívio aos consumidores brasileiros. "Ao visar a diminuição do preço para o consumidor final, a MP oferecerá um alívio aos brasileiros e brasileiras em meio à presente conjuntura econômica. A medida busca também incentivar uma maior concorrência entre os diversos setores envolvidos na cadeia, incentivando novos investimentos e melhoria dos serviços ao consumidor. Ao mesmo tempo, estamos dando um estímulo importante ao setor sucroalcooleiro, contribuindo para posicionar nossa economia firmemente no caminho da recuperação econômica", avalia Tereza Cristina.

Venda direta - O novo modelo possibilitará que o produtor instalado próximo aos Postos de Revenda de Combustível possa comercializar seu produto sem a necessidade deste etanol ser deslocado para a base de uma distribuidora de combustível. "Com isso, evitamos um longo deslocamento desse combustível, o que deverá se traduzir na redução de custos e, consequentemente, nos preços ao consumidor", diz a ministra.

Bandeiras - A MP também trata da flexibilização da tutela regulatória da fidelidade à bandeira, permitindo que o posto que opte por exibir a marca comercial do distribuidor, dito “bandeirado”, possa, alternativamente, comercializar combustíveis de outros fornecedores. A medida prevê o respeito aos contratos e preserva o direito do consumidor à informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços oferecidos pelo posto.

Deliberações - A ação está em linha com deliberações do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) e estudos realizados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), com o objetivo de aumentar a concorrência, beneficiando o consumidor final.

Ampliação das relações comerciais - O novo instrumento amplia as relações comerciais e fomenta novos arranjos de negócios entre distribuidor e comerciante varejista. Desta forma, em conjunto com outras ações do Governo Federal para abertura do mercado, essas medidas incentivam a competição e carregam o potencial de reduzir os preços dos combustíveis. (Mapa, com informações do Ministério de Minas e Energia)

 

LEGISLATIVO: Aprovada regulamentação de visitas virtuais a pacientes internados

legislativo 12 08 2021Em votação simbólica, o Plenário do Senado aprovou, nesta quarta-feira (11/08), o PL 2.136/2020, projeto de lei que permite e regulamenta as visitas virtuais (feitas por videochamada) de familiares a pacientes internados em unidades de terapia intensiva (UTIs), enfermarias e apartamentos hospitalares. O texto segue para a sanção do presidente da República.

Possibilidade - Segundo o projeto de lei, os serviços de saúde devem oferecer a esses pacientes a possibilidade de pelo menos uma videochamada por dia, levando em conta o momento adequado a ser definido pelo respectivo corpo profissional. As videochamadas poderão ser realizadas mesmo que o paciente esteja inconsciente, desde que realizadas com autorização do próprio paciente (previamente concedida quando ele gozava de capacidade de expressão) ou de pessoa da família.

Ampliação - O texto original do projeto, de autoria do deputado federal Célio Studart (PV-CE), previa a possibilidade de visitas virtuais somente a pacientes internados por covid-19. Mas o substitutivo aprovado pela Câmara dos Deputados em junho estendeu esse direito a todos os internados em UTIs, enfermarias e apartamentos hospitalares — quando eles estiverem impossibilitados de receber visitas.

“Visita aberta” - No relatório que apresentou sobre a matéria, o senador Wellington Fagundes (PL-MT) afirma que o projeto está de acordo com o conceito de “visita aberta” promovido pela Política Nacional de Humanização do Sistema Único de Saúde (HumanizaSUS). Ele destaca que esse conceito visa “ampliar o acesso dos visitantes às unidades de internação, de forma a garantir o elo entre o paciente, sua rede social e os diversos serviços da rede de saúde, mantendo latente o projeto de vida do paciente”.

Outros esforços - Wellington Fagundes afirmou, durante a votação, que esse projeto se soma a outros esforços parlamentares para a modernização tecnológica do atendimento aos pacientes. Ele lembrou que a covid-19 tem demandado tratamentos prolongados que dificultam visitas presenciais.

Angústia - “Isso causa uma certa angústia na família. E quanto mais presença houver de pessoas visitando os pacientes em UTIs, maiores serão as possibilidades de contaminação e de prejudicar os pacientes”, argumentou ele.

Emenda - O texto aprovado no Senado acolheu emenda apresentada pela senadora Rose de Freitas (MDB-ES) que explicita a possibilidade de as videochamadas serem realizadas não somente por profissionais de saúde. Outra emenda, do senador Jean Paul Prates (PT-RN), que previa que as videochamadas seriam realizadas preferencialmente com a assistência de um psicólogo, não foi acolhida pelo relator. (Agência Senado)

FOTO: Hospital Municipal de São José dos Campos

 

SAÚDE I: Casos sobem para 20,2 milhões e mortes, para 565,7 mil

saude I 12 08 2021A quantidade de pessoas que contraíram covid-19 desde o início da pandemia subiu para 20.245.085. Em 24 horas, desde terça-feira (10/09), foram registrados 32.443 novos casos.

Acompanhamento - Ainda há 586.505 casos em acompanhamento. O nome é dado para pessoas cuja condição de saúde é observada por equipes de saúde e que ainda podem evoluir para diferentes quadros, inclusive graves.

Mortes - A quantidade de pessoas que não resistiram à pandemia subiu para 565.748. Entre esta terça e quarta-feira (10 e 11/08), as autoridades de saúde confirmaram 975 novas mortes por covid-19.

Investigação - Ainda há 3.504 falecimentos em investigação. O número se deve ao fato de que há casos em que pacientes morrem com suspeita de covid-19 mas ainda há a demanda de testes para confirmar ou não o diagnóstico.

Recuperados - O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 chegou a 19.092.832.

Balanço diário - As informações estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado nesta quarta-feira (11/08). Os dados dos estados de Goiás e Roraima não foram atualizados, permanecendo aqueles de terça-feira (10/08).

Estados - No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (141.664), Rio de Janeiro (60.266), Minas Gerais (51.502), Paraná (36.065) e Rio Grande do Sul (33.669). Enquanto Acre (1.805), Roraima (1.902), Amapá (1.931), Tocantins (3.585) e Alagoas (5.923) registraram os menores números de mortes do país. (Agência Brasil)

FOTO: Pixabay

 

SAÚDE II: Sesa confirma mais 2.102 casos de Covid-19 e 18 óbitos

saude II 12 08 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quarta-feira (11/08) mais 2.102 casos e 18 óbitos pela Covid-19 no Paraná. Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 1.400.689 casos e 35.862 mortes em decorrência da doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de setembro (1) e dezembro (1) de 2020 e de fevereiro (3), março (3), abril (14), maio (80), junho (60), julho (73) e agosto (1.867) deste ano.

Internados - De acordo com o boletim, 1.068 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados. São 772 em leitos SUS (449 em UTI e 323 em clínicos/enfermaria) e 296 em leitos da rede particular (142 em UTI e 154 em clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 1.531 pacientes internados, 747 em leitos UTI e 784 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Secretaria de Estado da Saúde informa a morte de mais 18 pacientes. São 12 mulheres e 6 homens, com idades que variam de 38 a 89 anos. Os óbitos ocorreram de 6 de setembro de 2020 a 10 de agosto de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Curitiba (9), Piraquara (2), Lapa (2) e Almirante Tamandaré (2). O informe registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Rio Branco do Sul, Porto Amazonas, Francisco Beltrão.

Fora do Paraná - O monitoramento contabiliza 6.332 casos de não residentes no Estado – 203 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

 

SAÚDE III: Paraná aplicou mais de 1,4 milhão de vacinas contra a Covid-19 nos fins de semana

saude III 12 08 2021Levantamento da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) aponta que 1.444.270 vacinas contra a Covid-19 foram aplicadas aos finais de semana no Paraná. As ações fazem parte da campanha de vacinação “De domingo a domingo”, criada pelo Governo do Estado em 26 de março.

Vacinômetro - Até a manhã desta quarta-feira (11/08), o Paraná havia registrado 8.807.498 doses aplicadas, de acordo com o Vacinômetro nacional, sendo 6.255.849 primeiras doses (D1) e 2.551.649 segundas aplicações (D2) ou doses únicas (DU). O quantitativo de vacinas aplicadas aos sábados e domingos nas 22 Regionais de Saúde do Estado, representa, portanto, 16,39% do total de doses até agora.

Regionais - Desde o início da campanha, as Regionais que mais vacinaram em números absolutos foram: Metropolitana (467.203 doses), Londrina (167.671 doses) e Ponta Grossa (132.216). O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, reforçou a importância das ações de imunização. “O trabalho realizado por essas equipes precisa ser replicado constantemente. A vacinação dos paranaenses não pode parar no sábado, no domingo, ou à noite. Por isso, as campanhas De domingo a domingo e Corujão da Vacinação são iniciativas exemplares”, disse.

Recebidas - O Paraná havia recebido até esta quarta-feira (11/08) à tarde 10.604.010 vacinas contra do Ministério da Saúde. Somente na segunda-feira (09/08), o Estado recebeu 209.170 doses, e menos de um dia depois os imunizantes já foram descentralizados para as Regionais de Saúde.

Mais - Na noite desta quarta-feira (11/08), chegaram mais 114.060 ao Paraná. As doses darão continuidade à imunização da população em geral, seguindo a estimativa de vacinar 80% da população adulta com ao menos uma dose, nos 399 municípios, até o final deste mês.

Distribuição - Sobre a distribuição das doses, Beto Preto afirmou que a logística acelerada permite que os municípios vacinem, inclusive aos finais de semana. “O Governo do Estado tem feito sua parte e disponibilizado as doses em até 24h desde o recebimento. Muitas vezes o Ministério da Saúde envia as vacinas no final da semana, e mesmo que seja sábado ou domingo não podemos deixar vacina na geladeira. Queremos vacina no braço dos paranaenses”, afirmou.

Dados - Confira os dados de vacinação contra a Covid-19 aos finais de semana desde o início da campanha:

1ª – Paranaguá: 52.990 doses

2ª – Metropolitana: 467.203 doses

3ª – Ponta Grossa: 132.216 doses

4ª – Irati: 14.741 doses

5ª – Guarapuava: 55.144 doses

6ª – União da Vitória: 8.624 doses

7ª – Pato Branco – 25.446 doses

8ª – Francisco Beltrão: 52.402 doses

9ª – Foz do Iguaçu: 60.659 doses

10ª – Cascavel: 41.002 doses

11ª – Campo Mourão: 36.067 doses

12ª – Umuarama: 53.160 doses

13ª – Cianorte: 22.762 doses

14ª – Paranavaí: 24.591 doses

15ª – Maringá: 49.369 doses

16ª – Apucarana: 40.223 doses

17ª – Londrina: 167.671 doses

18ª – Cornélio Procópio: 14.813 doses

19ª – Jacarezinho: 29.958 doses

20ª – Toledo: 34.861 doses

21ª – Telêmaco Borba: 22.113 doses

22ª – Ivaiporã: 38.255 doses.

TOTAL: 1.444.270 doses.

(Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Américo Antonio / Sesa

 


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