Imprimir
cabecalho informe

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5139 | 20 de Agosto de 2021

RAMO CRÉDITO: Número de cooperados aumenta 13,5% no PR no primeiro semestre do ano; confira os destaques do período

ramo credito 20 08 2021No Paraná, o cooperativismo de crédito se destaca por agregar o maior número de cooperados do setor no Estado, representando 90,08% do total. E a quantidade de pessoas que está se associando às cooperativas de crédito só aumenta. É o que revela o balanço do primeiro semestre de 2021 elaborado pela Coordenação de Monitoramento do Sescoop/PR. Segundo o levantamento, o ramo fechou os seis primeiros meses do ano totalizando 2,3 milhões de cooperados, o que representa um crescimento de 13,59%, em comparação com o mesmo período do ano passado.

Postos de atendimento - O atendimento aos associados no Estado do Paraná é feito por meio de 1.075 Pontos de Atendimento Cooperativo (PACs), dos quais 998 são de cooperativas paranaenses e 77 de cooperativas oriundas de outros estados. Os PACs estão presentes em 95% dos 399 municípios paranaenses, o que mostra outra característica forte do ramo: a capilaridade. No Estado, há 55 cooperativas de crédito registradas no Sistema Ocepar, distribuídas entre os seguintes sistemas: Sistema Cresol (1 Central e 14 singulares) Sistema Sicoob (1 Central e 13 singulares), Sistema Sicredi (1 Central e 24 singulares), Sistema Uniprime (1 Central e 4 singulares), além das 6 cooperativas singulares independentes urbanas e 4 singulares independentes rurais.

Outros destaques - No país, de acordo com base em informações do Banco Central do Brasil (BC), o primeiro semestre de 2021 foi encerrado com 869 cooperativas de crédito, das quais 833 são singulares, 34 centrais e 2 confederações. O número total de associados somou no período 13,35 milhões, sendo que o Paraná é o terceiro maior estado brasileiro em número de cooperados, 2,3 milhões, atrás de Santa Catarina (2,57 milhões) e Rio Grande do Sul (2,5 milhões). O cooperativismo de crédito paranaense também foi o primeiro do país em total de depósitos, no valor de R$ 40,93 bilhões (R$ 239,22 bilhões foi o montante registrado no Brasil), e o segundo em carteira de crédito, com R$ 39,20 bilhões, do total de R$ 225,16 bilhões concedidos nos seis primeiros meses do ano em todo o país. Nesse intervalo, o total de ativos das cooperativas de crédito paranaenses chegou a R$ 82,1 bilhões, sendo 17,6% maior que o mesmo período de 2020.

Top 10 - O levantamento da Coordenação de Monitoramento do Sescoop/PR mostra ainda que várias cooperativas de crédito do Paraná estão bem colocadas entre as 10 maiores listadas pelo BC em diversos itens: em ativos, a Central Sicredi PR/SP/RJ ocupa a 8ª posição no ranking; em patrimônio líquido, a Credicoamo aparece em 3º lugar e a Uniprime Norte do Paraná em 10º; em carteira de crédito, figuram a Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ (4º), Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP (7º) e Sicredi União PR/SP (8º); em depósitos, a Sicredi União PR/SP está em 3º, Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ em 7º e Sicredi Campos Gerais PR/SP em 9º; em sobras à disposição, a Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ ocupa a 6ª colocação e, em número de associados, estão a Sicredi União PR/SP em 2º no país, a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP em 4º e a Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ em 6º.

Clique aqui e confira na íntegra o cenário do cooperativismo de crédito paranaense do primeiro semestre de 2021

 

GETEC: Confira o boletim semanal da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar

getec I coordenacao parlamentar 20 08 2021A Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar, vinculada à Gerência de Desenvolvimento Técnico (Getec) e sob a responsabilidade da advogada Daniely Andressa da Silva, publicou, nesta sexta-feira (20/08), o Informe Semanal referente à semana de 16 a 20 de agosto. O setor foi criado neste ano com o propósito de fazer o acompanhamento das matérias de interesse do cooperativismo em discussão, tanto no Congresso Nacional como na Assembleia Legislativa do Paraná, e das leis publicadas no âmbito do executivo (federal, estadual e municipal), além de outros temas vinculados às áreas de atuação das cooperativas do Paraná.

Destaques - Um dos destaques é o PL 5.829/2019, que institui o marco regulatório da minigeração e microgeração de energia distribuída, aprovado nessa semana pela Câmara dos Deputados. O projeto estabelece um modelo de transição tarifária para o uso de sistemas de distribuição por fontes alternativas de energia, tais como solar, eólico e biomassa, e agora segue para votação pelo Senado Federal. O boletim informa ainda que o deputado federal Domingos Sávio apresentou parecer sobre o PL 1.293/2021, acolhendo em sua proposta algumas emendas apresentadas pelo setor produtivo, a exemplo da redução do teto das multas e a contratação de médicos veterinários para atuar em atividades relacionadas à defesa agropecuária. A versão apresentada será debatida na Comissão da Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Capadr), presidida pela deputada federal Aline Sleutjes. Este projeto de lei estabelece um novo modelo de fiscalização e defesa sanitária, baseado em mecanismos de autocontrole e processos mais ágeis, constando nas prioridades da OCB e Ocepar.

Estadual - Em âmbito estadual, o governador do Estado do Paraná, Ratinho Junior, sancionou a Lei nº 20.668/2021, autorizando a delegação de rodovias estaduais para a União, dentro do novo modelo de pedágio. A sanção ocorreu após a aprovação da proposta pelo Plenário da Alep. Antes do anúncio do edital de licitação, o modelo de concessões será encaminhado ao Tribunal de Contas da União (TCU) para análise. Já a Comissão Especial da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) aprovou a PEC 14/2019, que propõe a alteração do artigo 209 da Constituição Estadual, dispensando de autorização pela Assembleia a construção de centrais termoelétricas e hidrelétricas de até 30 megawatts de potência. A proposta tem como justificativa conferir maior celeridade a estes projetos de geração de energia. Com a formalização do parecer favorável, a PEC deve ser encaminhada para deliberação pelo plenário da Alep.

ÁudioOuça aqui o áudio sobre o tema produzido pelo jornalista Alexandre Salvador para a rádio Paraná Cooperativo.

Clique aqui e confira na íntegra o Informe Semanal da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar

 

COVID-19: Publicados novos destaques na área destinada ao coronavírus no Portal PR Cooperativo

covid 20 08 2021A Área Covid-19 do Portal Paraná Cooperativo é atualizada toda sexta-feira com as notícias que foram destaques durante a semana no Informe Paraná Cooperativo e na Rádio Paraná Cooperativo. Lá, é possível acessar também os comunicados do Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar. Há ainda uma seção de perguntas e respostas, com esclarecimentos relativos à pandemia. Clique aqui e confira.

 

COOPERATIVISMO: Panorama Coop traz análises da semana sobre os principais fatos de interesse do setor

cooperativismo 20 08 2021Desde março de 2020, o Sistema OCB publica, semanalmente, análises sobre vários temas e seus impactos para as cooperativas. São informações que tratam de política, economia, reforma tributária, pleitos do cooperativismo em tramitação no Congresso Nacional, normativos e medidas tributárias publicadas pelo governo. Neste ano, essas análises passaram a ser divulgadas por meio do Panorama Coop, uma newsletter atualizada todas as quintas-feiras.

Tensão política - O boletim desta semana destaca a tensão política entre os poderes e o adiamento da votação da Reforma do Imposto de Renda. Quer saber quais são os desdobramentos desses acontecimentos e como isso impacta os negócios e as pautas de interesse do cooperativismo? Confira abaixo.

Análise política - Nos últimos dias, o aumento da tensão política entre Governo Federal e STF chamou a atenção no cenário político. Nas redes sociais, aliados de Bolsonaro têm compartilhado uma convocação para a realização de manifestações e paralisações no feriado de 7 de setembro em apoio ao Governo Federal. Como este cenário de impasse político interfere no ambiente de negócios? O que esperar deste choque entre Poderes na conjuntura política dos próximos meses? Como isso pode afetar o cooperativismo?

Acesse a Análise Política

Reforma tributária - A Câmara dos Deputados adiou novamente a votação do PL 2.337/21, que trata sobre a Reforma do Imposto de Renda. Mais uma vez, o projeto foi pautado e antes de iniciar a discussão foi apresentado um requerimento para retirada da pauta - que foi aprovado pela maioria dos líderes partidários, incluindo governistas e oposição. A objeção dos partidos é a necessidade de mais tempo para análise da proposta e de seus impactos na sociedade, estados e municípios. O relator da proposta, deputado Celso Sabino, segue buscando apoio com a alteração de pontos do seu texto e, até o momento, já foram apresentadas 5 versões de relatório. A matéria pode voltar à pauta de votação do plenário da Câmara na próxima semana e a OCB acompanha de perto cada movimentação do tema da Reforma Tributária.

Clique aqui e acesse todas as análises anteriores

Live abordará estratégias para coops crescerem - O Sistema OCB vai promover uma série de lives chamada Estratégia e Inovação no Cooperativismo, com o objetivo de debater como e quais oportunidades podem fazer as cooperativas agropecuárias crescerem mais. Para isso, o apresentador Marcos Fava Neves, vai receber convidados especiais para discutir gestão, produtividade e sustentabilidade no agro. O tema da próxima live que ocorrerá no próximo dia 25/08, às 16h, é: Tendências de Consumo de Alimentos e seus Impactos. E quem estará com o apresentador é o CEO da IPC/Subway, Philippe de Grivel, e o diretor da Minerva, Francisco Minerva.

Saiba mais!

Confirmando o Seminário do Ramo Transporte 2021 - No ano de 2020 os Seminários Regionais do Ramo Transporte representaram um marco para o cooperativismo de transporte e, em 2021, não será diferente. O primeiro encontro ocorreu na terça-feira (17/08), com cooperativas da Região Norte, e o próximo encontro já tem data marcada para acontecer. Será no dia 2 de setembro, com a participação de representantes do Nordeste. O objetivo do Sistema OCB com essa iniciativa é elaborar, coletivamente, o plano estratégico do cooperativismo de transporte. Para participar, o interessado deve se inscrever. O evento é online e começa às 15h (horário de Brasília).

Leia mais!

Geada: CMN aprova recursos do Funcafé para produtores - De forma preventiva e por recomendação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o Conselho Monetário Nacional (CMN) reservou R$ 1,32 bilhões do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) para medidas de apoio aos produtores que venham a ser indicadas após avaliação dos efeitos econômicos decorrentes do evento climático. O valor corresponde a 20% do valor das linhas de Custeio, Comercialização, Capital de Giro e Financiamento para Aquisição de Café (FAC), e 100% do valor da linha de Recuperação de Cafezais Danificados. A OCB tem apoiado diretamente a implementação de medidas para atendimento aos cafeicultores atingidos pelas últimas geadas.

Leia mais!

Clique aqui e confira o Panorama Coop em versão digital

 

EVENTO: Concred começa com programação dinâmica e 100% online

evento 20 08 2021A 13ª edição do Concred Digital teve início às 19h de quarta-feira (18/08), em sua base em São Paulo, para todo Brasil e exterior, por meio de uma inovadora plataforma tecnológica. Após dar boas-vindas aos presentes, o presidente da Confebras, Moacir Krambeck, divulgou a agenda de palestras da noite e destacou: "A magnitude do Concred começa pela amplitude dos temas, que abrangem todos os ramos do cooperativismo na maior parte do tempo, tornando esses três dias uma experiência marcante, transformadora e memorável".

Reflexão - José Evaldo Campos, presidente do Sicoob Central Nordeste, na solenidade de abertura, convocou a todos a uma reflexão: “Estamos em sintonia com os princípios do cooperativismo financeiro que é cuidar da nossa comunidade, da educação financeira e contribuir para a acabar com a exclusão social?”. E aproveitou para lançar a ideia da criação de um fundo de desenvolvimento social para promover a inclusão no Brasil.

Valor - Na sequência, Marco Aurélio Borges de Almada Abreu, coordenador da Ceco (Conselho Consultivo Nacional do Ramo Crédito da OCB), lembrou que é na crise que o cooperativismo mostra o seu valor. Prova disso foi a conquista de 5,7% de participação nas operações de crédito no Sistema Financeiro Nacional. “Estamos em franca expansão e o cooperativismo tem muito o que crescer e contribuir com o Brasil”, anunciou.

Gestão e governança - Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB, defendeu a continuidade dos bons modelos de gestão e governança, com foco na inovação social e digital no Cooperativismo. E enfatizou: "Prosperidade para todos associados é a grande meta".

Para todos - O diretor de fiscalização do Banco Central do Brasil, Paulo Sérgio Neves de Souza, enfatizou sobre o quanto o sistema financeiro brasileiro avançou nos últimos anos. São novas formas de pagamento, como o PIX, oferecendo aos cidadãos canais de consumo facilitadas que apresentam crescimento constante, a exemplo do e-commerce. “Nessas inovações tecnológicas financeiras há espaço para todos, para os bancos, para as fintechs e para as cooperativas de crédito, que têm aumentado sua participação em todo sistema”.

Lançamentos de livros - Também tiveram destaque, na primeira noite do Congresso, as obras publicadas pela Editora Confebras. Taís Di Giorno falou sobre a Coletânea Café Cooperativo do Sicoob Cecres; Já a autobiografia “Lições de Liderança – A trajetória de José Valdir Ribeiro dos Reis”, foi comentada pelo próprio autor, ele que é considerado uma das referências do movimento cooperativista; e ainda houve o lançamento do livro Saberes: Inovação, Relacionamento e Governança nas Cooperativas Cresol”, produzido pela Cresol Confederação.

Palestra magna - A cadeia produtiva que envolve todos os segmentos conectados com a sustentabilidade foi o destaque da palestra de Claudia Leite, intitulada “Cooperativismo de Crédito conectado em um único propósito: a transformação econômica e social do País”, tema oficial do 13º Concred Digital. Com exemplos práticos e ilustrativos, a renomada especialista destacou que hoje o cumprimento de metas para avançar na visão sustentável é imperativo em todas as organizações para preservar o planeta.

ESG - A tão falada sigla ESG, que em inglês significa Environmental, Social and Governance, ligada às melhores práticas ambientais, sociais e de governança em português, não é modismo. “O mundo inteiro está preocupado com isso e não é de hoje. Este conceito é alardeado há anos”, comentou.

Exemplos - Claudia Leite disse que as cooperativas de crédito são exemplos de boas práticas sustentáveis, pois falam de engajamento, inclusão, educação e qualidade de vida. “Nos últimos tempos em que me envolvi com os organizadores do Concred também aprendi muito sobre essa ajuda cooperada, que percebo como pilar para acelerarmos nossa responsabilidade social”.

Performance - Para fechar a noite, nada melhor que a performance de Henry & Klauss que encantou toda a plateia virtual de congressistas, espalhada por todo o Brasil. A dupla de artistas transmitiu diversas mensagens associadas ao cooperativismo usando o mistério do ilusionismo.

Destaque - Entre esta quinta e sexta-feira (19 e 20/08), estão em destaque os painéis dos sistemas cooperativos, palestras de inovação e o Espaço Integração Juventude, que recebeu centenas de inscritos, com programação que inclui jogos, muita música e interação. O Congresso Digital, que conta com mais de 2.800 inscritos, vai terminar em grande estilo: a palestra “Estratégias e Motivação”, de Bernadinho, reconhecido treinador de várias gerações vitoriosas do vôlei no Brasil.

Programação - Acompanhe a programação completa do maior evento cooperativo da América Latina em www.confebrasdigital.coop.br. (Confebras / OCB)

 

COCAMAR I: Começa em setembro a 7ª edição do Rally de Produtividade

cocamar I 20 08 2021Com o objetivo de conhecer as práticas sustentáveis que são realizadas pelos produtores rurais, começa no próximo mês a 7ª edição do Rally Cocamar de Produtividade. O evento vai compreender o período da safra de soja 2021/22, do pré-plantio, no início de setembro, à colheita, em março.

Equipe - Práticas inovadoras e sustentáveis como a integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) estarão no roteiro do Rally, que mobiliza uma equipe formada por engenheiros agrônomos e jornalistas em visitas técnicas a propriedades rurais nas regiões atendidas pela cooperativa, nos estados do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul.

Boas práticas - “O Rally é uma realização muito sintonizada ao objetivo da Cocamar de divulgar as boas práticas e também as tecnologias para o aumento da produtividade das lavouras”, comenta o vice-presidente de Negócios da cooperativa, José Cícero Aderaldo.

Tecnologias - Aderaldo lembra que havia uma expectativa, no início, quanto ao sucesso da realização, mas a cooperativa foi surpreendida pela importância que o evento conquistou, especialmente por difundir tecnologias que servem de referência para a evolução do setor. “A grande força do Rally é poder ajudar a Cocamar a fazer aquilo que é a missão dela: fazer com que o produtor ganhe mais dinheiro na sua atividade”.

Temas - Nas visitas aos programas de integração são avaliados vários itens, entre os quais o desempenho de variedades de soja cultivadas em solo com palhada de braquiária e produção de gado precoce, mas no radar do Rally estão também gestão compartilhada, protagonismo da mulher, saber como está sendo encaminhada a sucessão na propriedade, diversificação de negócios e inovação (agricultura digital e conectividade).

Números - São rodados, em média, 10 mil quilômetros a cada edição, percorrendo mais de 50 municípios, com visitas a aproximadamente 100 propriedades de produtores rurais cooperativistas.

Na TV e rádios - Parte das visitas é acompanhada pelo programa RIC Rural, exibido nas manhãs de domingo em todo o Paraná pelas emissoras do sistema RIC/Record. Neste ano, além de a divulgação do evento ser ainda mais fortalecida nas redes sociais, uma dezena de emissoras de rádio, de várias regiões, estarão reverberando as viagens e os seus resultados.

Patrocinadores - O Rally conta com o patrocínio principal das seguintes empresas: Basf, Fairfax Brasil Seguros Corporativos, Fertilizantes Viridian, Sicredi União PR/SP e Zacarias Chevrolet.Participam, como patrocinadores institucionais: Cocamar Máquinas Concessionária John Deere, Texaco, Irrigação Cocamar e Estratégia Ambiental.

Apoiadores - Apoiam a iniciativa: Unicampo, Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb) e Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja/PR). (Imprensa Cocamar)

 

COCAMAR II: Cooperativa participa do Dia Nacional do Campo Limpo em SP

A Cocamar, por meio de suas unidades de Itaberá, Itapeva e Buri, municípios da região sudoeste de São Paulo, foi uma das corporações que na quarta-feira (18/08) participaram do Dia Nacional do Campo Limpo, promovido pelo InPev (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens).

Momento especial - Com o tema Responsabilidade para Agir e Conservar, o Dia Nacional do Campo Limpo é, segundo o InPev, “um momento especial para celebrar as conquistas de um programa que possibilita transformar o mundo com atitudes sustentáveis”.

Contribuir - As empresas participantes foram convidadas a contribuir com ações comunitárias, doando cestas básicas destinadas a apoiar a Associação de Voluntários no Combate ao Câncer Unidos pela Vida, de Taquarituba.

Cestas básicas- Conforme informou o gerente responsável por aquelas unidades da cooperativa, Renato Yassuda, a proposta era de que para cada cesta doada por um participante, a Adiaesp (Associação dos Distribuidores de Insumos Agrícolas do Estado de São Paulo), entidade responsável pela coleta de embalagens de defensivos agrícolas, entraria com a mesma quantidade. Assim, a doação total da Cocamar acabou sendo de 12 cestas básicas.

Parceira - Renato comentou ainda que a cooperativa tem sido uma parceira frequente de instituições assistenciais da região, colocando em prática o princípio 7º do Cooperativismo, que é a preocupação com a comunidade. (Imprensa Cocamar)

 

cocamar II 20 08 2021

EMBRAPA SOJA: Inscrições abertas para segunda edição do CBSoja GoLive

Manejo de doenças da soja, a importância da padronização e da classificação de grãos e a busca por altas produtividades na cultura da soja vão permear os debates, no dia 26 de agosto, no CBSoja GoLive, plataforma on-line da Embrapa Soja, que antecede a realização do IX Congresso Brasileiro de Soja (CBSoja) e do Mercosoja, que serão realizados de 16 a 10 de maio de 2022, em Foz do Iguaçu (PR).

Atualizados - “Criamos este espaço virtual e interativo para manter os envolvidos com o sistema de produção de soja atualizados até a data do encontro presencial no IX CBSoja e Mercosoja 2022”, explica Adeney de Freitas Bueno, pesquisador da Embrapa Soja e presidente do evento. “Nossa proposta é possibilitar a troca de conhecimentos, assim como estimular a interação entre os participantes, que poderão experimentar algo inovador em se tratando de um evento digital”, conta Bueno.

Resultados - Em uma das salas haverá a discussão sobre os resultados das redes de ensaios de controle de doenças de soja - safra 2020/2021. Também está programado um painel sobre Importância de padrões e da classificação de grãos de soja. Além disso, o evento contará com um debate sobre os Desafios da fisiologia e a busca por altas produtividades de soja.

Experiência interativa - A plataforma permite uma experiência interativa diferenciada em que os participantes podem criar sua página pessoal para interagir com outros usuários e compartilhar comentários, além de esclarecer as dúvidas via chat com os palestrantes. Todas as interações realizadas na plataforma, como visita aos estandes virtuais, entre outras, serão convertidas em pontos. Os primeiros na classificação serão premiados com publicações da Embrapa.

Programação - Confira a programação e faça sua inscrição no CBSoja GoLive: cbsoja.com.br/golive

Programação

Sala 1: Resultados das redes de ensaios de controle de doenças de soja - safra 2020/2021

Moderador: Maurício C. Meyer (Embrapa Soja)

8h - 9h30 Eficiência de fungicidas no controle de mancha-alvo e oídio - Carlos M. Utiamada (Tagro)

8h - 9h30 Eficiência de fungicidas no controle de doenças de final de ciclo - Hercules D. Campos (UniRV)

8h - 9h30 Eficiência de controle químico e biológico de mofo-branco - Maurício C. Meyer (Embrapa Soja)

8h - 9h30 Eficiência de fungicidas para controle da ferrugem-asiática - Claudia V. Godoy (Embrapa Soja)

9h30 - 10h Intervalo com palestras do patrocinador

 

Sala 2: Importância de padrões e da classificação de grãos de soja

Moderador: Fatima Chiepe Parizzi (consultora e auditora aposentada do Mapa)

10h - 12h Padrão de classificação da soja brasileira e os principais atributos que determinam a qualidade - José Ronaldo Quirino (Presidente Abrapós)

10h - 12h Comportamento das características de qualidade durante o armazenamento da soja - José Carlos Andrade (Coamo - representando a OCB)

10h - 12h Comercialização da soja brasileira nos mercados nacional e externo - André Nassar (Abiove)

 

Sala 3: Desafios da fisiologia e a busca por altas produtividades de soja

Moderador: Norman Neumaier (Embrapa Soja)

10h - 12h Efeito Combinado de Altas Temperaturas e Déficit Hídrico - Prof. Rafael Vasconcelos Ribeiro (Unicamp)

10h - 12h Dias Nublados e Desempenho Fotossintético - Prof. Ricardo Ferraz de Oliveira (Esalq/Usp)

10h - 12h Morfologia e Componentes de Rendimento para Aferir Potencial Produtivo - Prof. Alencar Junior Zanon (Universidade Federal de Santa Maria)

(Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

 

embrapa 20 08 2021

CONJUNTURA AGROPECUÁRIA Floricultura contribui com oferta de mão de obra e para diversificação nas propriedades

conjuntura agropecuaria 20 08 2021A floricultura representa apenas 0,13% do Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) do Paraná. No entanto, é uma atividade significativa para 112 municípios, mas praticada, ainda que em menor escala, em todos os 399. Esse é um dos destaques do Boletim de Conjuntura Agropecuária na semana de 13 a 19 de agosto. O documento é preparado pelos técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.

Números preliminares - Os números preliminares do VBP, divulgados pelo Deral, apontam que, em 2020, a atividade agropecuária paranaense alcançou R$ 128,3 bilhões. A maior parte se deve à produção de grãos, cereais e proteínas animais, em que o Paraná se destaca. Mas há outras culturas que têm importância ou pelo número de pessoas que empregam ou pela abrangência, como é o caso da floricultura.

Contribuição - Em 2020, ela contribuiu com 0,13% do montante do VBP, ou seja, a renda bruta gerada pelo setor no campo foi de R$ 171,6 milhões. É atividade importante para 112 municípios, com o envolvimento de cerca de 900 agricultores. Entretanto, permeia todos os 399 municípios do Estado e contribui para a oferta de mão de obra, diversificação nas propriedades rurais, ampliação de renda no campo e para a beleza natural própria da atividade.

Gramados e plantas perenes - Os gramados e as plantas perenes ornamentais representam 77,7% do VBP dos produtos do segmento. Já as orquídeas, crisântemos e rosas compõem as principais produções da floricultura propriamente dita, participando com 13%. Esses cinco cultivos somam 90,7%. O restante é distribuído entre outras 32 espécies exploradas.

Núcleos regionais - Os núcleos regionais de Curitiba, Maringá, Toledo, Cascavel e Londrina concentram 88% da produção, com destaque para os dois primeiros que têm as substanciais parcelas de 40,4% e 19,8%, respectivamente. O município com maior VBP da floricultura é Marialva, com 12,5%. É seguido de perto por São José dos Pinhais, com 12,4%, e Campina Grande do Sul, com 11,6%.

Mandioca e trigo - O boletim registra, ainda, a apreensão dos produtores de mandioca em razão da falta de chuva que poderia ajudar no avanço da colheita e preparo para novo plantio. Devido a isso, a próxima safra pode apresentar redução de área, levando as indústrias a recorrerem à produção de outros Estados.

Preço - Sobre o trigo, o documento fala do preço que está em torno de R$ 90,00, próximo ao praticado em abril, quando a cotação atingiu recorde nominal. No núcleo de Cascavel, onde chegou a R$ 92,00, há preocupação maior, pois as primeiras áreas que serão colhidas são as afetadas pelas geadas. Isso pode prolongar a necessidade de importações para os moinhos manterem suas atividades.

Soja e milho - Da soja, o registro é das exportações. Entre janeiro e julho deste ano, o complexo formado por grãos, farelo e óleo rendeu o equivalente a US$ 4,01 bilhões ao Paraná. Isso representa redução de 1,7% em relação ao mesmo período de 2020, quando chegou a US$ 4,08 bilhões.

Aumento - No caso do milho, o Estado exportou 405 mil toneladas nos sete primeiros meses, 13% a mais que no mesmo período do ano passado. Mas o Paraná se mantém como o principal importador do cereal. Entre janeiro e julho, o crescimento foi de 157% em relação ao mesmo período de 2020. Foram 669,4 mil toneladas, o que representa 62% do importado pelo Brasil.

Suínos, leite e avicultura - O boletim também fala sobre a exportação de carne suína do Paraná nos sete primeiros meses, que chegou a 86 mil toneladas, volume 8% superior ao mesmo período de 2020. Como terceiro maior exportador no Brasil, o Estado obteve valor financeiro de aproximadamente R$ 1 bilhão.

Elevação - Da pecuária leiteira, o documento elaborado pelo Deral registra que os preços médios estaduais recebidos pelos produtores se elevaram em 8,24% de janeiro a julho, passando de R$ 2,04 para R$ 2,21 o litro. Acompanhando a tendência, as cotações também aumentaram no mercado varejista.

Incremento - O boletim discorre ainda sobre projeção feita pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento de que a produção brasileira de carne de frango deve ter incremento de 2,5% ao ano nos próximos dez anos. Mas destaca que, se não houver dificuldades adicionais, o crescimento pode ser até maior, alcançando 4% ao ano. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: José Fernando Ogura / AEN

 

CONAB: Produção de cana-de-açúcar deve ficar em 592 milhões de toneladas na Safra 2021/2022

conab 20 08 2021A estimativa de queda no volume da cana-de-açúcar no Brasil está prevista em 9,5%, de acordo com o 2º Levantamento da Safra 2021/22, divulgado nesta quinta-feira (19/08) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A expectativa é que sejam colhidos 592 milhões de toneladas, representando um volume de cerca de 62 milhões de toneladas de matéria prima a menos em relação à safra 2020/21.

Clima adverso - Os efeitos climáticos adversos da estiagem durante o ciclo produtivo das lavouras e as baixas temperaturas registradas em junho e julho estão entre as causas da redução, que incluem ainda episódios de geadas em algumas áreas de produção, sobretudo nos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. No 1º levantamento realizado pela Conab em maio, os números já mostravam queda percentual de 4% na cana em relação à safra anterior.

Regiões - A pesquisa para o 2º levantamento revelou que na Região Sudeste, principal produtora do país, houve redução de 6,6% na área a ser colhida, totalizando 5 milhões de hectares, e decréscimo de 13,3% na produção, estimada em 371,5 milhões de toneladas. Já o Centro-Oeste, com área semelhante à colhida na última safra, tem volume previsto em 135,4 milhões de toneladas, 3,2% menor que a obtida na safra anterior. No Sul, a pequena elevação de 0,2% na área cultivada não garantiu aumento na produção total, que pode chegar a 31,9 milhões de toneladas, com redução de 6,7% em comparação com o ciclo passado, devido à redução na produtividade.

Nordeste e Norte - Já no Nordeste, houve redução de 1,9% na área a ser colhida, mas o aumento de 4,2% na produtividade média deverá resultar em uma produção de 49,5 milhões de toneladas, 2,2% a mais que na safra passada. Na Região Norte, a tendência é de manutenção da área a ser colhida e crescimento de 7,5% de matéria prima, totalizando 3,7 milhões de toneladas.

Produtos - Com a menor oferta de matéria prima, haverá impactos nos derivados da cana. A produção total de etanol, que engloba informações do produto à base de cana-de-açúcar e de milho, deve ser afetada nesta safra. O volume estimado é de 29,22 bilhões de litros, redução de 10,8% em relação ao ciclo anterior. No caso do etanol à base de cana, a produção deve chegar a 25,86 bilhões de litros, redução de 13,1% em comparação à safra 2020/21. O etanol anidro de cana-de-açúcar, utilizado na mistura com a gasolina, deverá crescer 5,6% em relação à última temporada, alcançando 9,84 bilhões de litros e para o hidratado, a previsão é de 16,02 bilhões de litros, redução de 21,6% em relação à safra anterior.

Etanol de milho - No caso do etanol de milho, a produção continua em expansão e deverá ter um aumento de 11,2% em relação à safra passada, sendo estimado em 3,36 bilhões de litros nesta temporada. O etanol anidro de milho é calculado em 1,02 bilhão de litros, 9,4% superior à temporada anterior. Para o hidratado, a expectativa é de 2,34 bilhões de litros, um aumento de 12,1% em comparação à safra 2020/21.

Açúcar - A produção de açúcar no país também sofre os impactos com as reduções na oferta de cana. Estimado em 36,9 milhões de toneladas, o volume de açúcar previsto é 10,5% menor que o produzido na temporada anterior.

Mercado - Diante do cenário de aumento das incertezas sobre a oferta futura, o preço médio do açúcar em julho deste ano chegou em 17,74 centavos de dólar por libra-peso na Bolsa de Nova Iorque, o que corresponde a um aumento de 3,1% em relação ao preço médio do mês anterior. Na primeira semana deste mês de agosto, as cotações já superam a casa de 18,00 centavos de dólar por libra-peso. Essa valorização do açúcar no mercado internacional, combinada à taxa de câmbio elevada no Brasil, contribui para que as exportações de açúcar se mantenham em patamares elevados na safra atual.

Destinos - Assim como no ciclo anterior, o açúcar exportado pelo Brasil nos primeiros quatro meses da safra 2021/22 (9,5 milhões de toneladas) continua tendo como principais destinos países da Ásia e África. Com relação ao etanol, a exportação foi cerca de 691,1 milhões de litros no acumulado de abril a julho de 2021, o que corresponde a uma redução de 16,9% em relação a igual período do ciclo anterior. Assim como acontece com o açúcar, o etanol é afetado pelas adversidades climáticas que atingiram a produção da matéria-prima no campo. O principal destino, no acumulado dos primeiros quatro meses da safra 2021/22, foram os Estados Unidos, país que adquiriu cerca 205,9 milhões de litros de etanol brasileiro no período, 28,9% do total exportado.

Oferta interna- A redução da oferta interna também é restringida pela queda da importação. O Brasil importou cerca de 63,3 milhões de litros de etanol no acumulado de abril a julho de 2021, uma redução de 73,3% em relação a igual período da safra passada. Com a taxação do etanol proveniente dos Estados Unidos, a quantidade importada tem como origem principal o Paraguai, que sozinho foi responsável por cerca de 99,8% de todo o etanol importado pelo Brasil no período.

Dados completos - Os dados completos sobre o 2° Levantamento da Safra 2021/22 de cana-de-açúcar e as condições de mercado deste produto podem ser conferidas no Boletim de Safra da Cana-de-Açúcar. Outras informações sobre os efeitos do clima nas safras são disponibilizadas regularmente nas edições do Monitoramento de Geadas e no Boletim de Monitoramento Agrícola da Conab. (Mapa)

FOTO: Embrapa Agroenergia

 

INFRAESTRUTURA: Governador sanciona lei que delega rodovias estaduais da nova concessão de pedágios

infraestrutura 20 08 2021O governador Carlos Massa Ratinho Junior sancionou a Lei 20.668 que prevê a delegação das rodovias estaduais para a nova concessão rodoviária federal. O texto, publicado no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (19/08), autoriza o Poder Executivo do Estado do Paraná a repassar à União, pelo prazo de até 30 anos, a administração de rodovias e exploração de trechos de rodovias, ou obras rodoviárias estaduais. A peça jurídica foi analisada e aprovada pela Assembleia Legislativa, em segunda discussão, na quarta-feira (18/08).

Convênio - A delegação será formalizada mediante convênio entre as partes. Segundo o texto, a União poderá explorar a via ou parte da via delegada diretamente ou por meio de concessão, nos termos das leis federais que regem as concessões. A partir deste acordo, há a possibilidade de o Estado destinar recursos para construção, conservação, melhoramento e operação de trechos ou rodovias que não sejam de responsabilidade dos concessionários.

Garantia jurídica - A nova lei ajuda a dar ampla garantia jurídica para a nova concessão rodoviária do Paraná, que terá 3,3 mil quilômetros (sendo 1,2 mil quilômetros de trechos estaduais) e mais de R$ 44 bilhões em investimentos. O formato do leilão já foi definido pelo Ministério da Infraestrutura e o Governo do Estado, restando ainda o aval do Tribunal de Contas da União (TCU) para o leilão dos seis lotes na Bolsa de Valores de São Paulo (B3) – a expectativa é que o leilão ocorra no primeiro semestre de 2022.

Maior do Brasil - O pacote paranaense é o maior projeto de concessão do tipo em andamento no Brasil. O valor em investimentos é o equivalente a 120 anos de orçamento federal para rodovias aplicado somente no Paraná. Além dos R$ 44 bilhões em investimentos diretos (Capex), o pacote de concessões estima ainda outros R$ 35 bilhões destinados a custos de operação e manutenção das vias (Opex). A maior parte dos recursos será destinada a rodovias estaduais.

Obras - Entre as principais obras previstas, estão 1.783 quilômetros de duplicação de vias, sendo que 90% do total deverá ser executado até o sétimo ano da concessão. O governador ressaltou que esse número é o equivalente a uma ida e um terço da volta de uma viagem de carro de Curitiba até Brasília, que tem 1.387 quilômetros de distância, em pista totalmente duplicada.

Duplicações - As duplicações visam ampliar os principais corredores logísticos do Estado, criando vias mais seguras para o escoamento da produção do agronegócio até o Porto de Paranaguá. A elas somam-se, ainda, 253 quilômetros de faixas adicionais, 104 quilômetros de terceiras faixas e 260 quilômetros de vias marginais. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Rodrigo Felix Leal

 

ECONOMIA: BC regulamenta depósitos remunerados de instituições financeiras

economia 20 08 2021As instituições financeiras poderão depositar voluntariamente dinheiro no Banco Central (BC) em troca de uma remuneração e ajudando no controle da inflação. O órgão regulamentou, nesta quinta-feira (19/08), os procedimentos para operar os depósitos voluntários remunerados.

Uso - Segundo o órgão, o novo instrumento de política monetária poderá começar a ser usado na última semana de agosto, depois de testes na próxima semana. A data exata ainda será decidida pela diretoria do BC. “Com a nova ferramenta, o Banco Central aperfeiçoa a gestão da liquidez bancária e se equipara a outros importantes bancos centrais do mundo que já atuam com o instrumento”, informou o BC em nota.

Controle da inflação - Presentes em diversos países, os depósitos voluntários remunerados ajudam no controle da inflação porque retiram dinheiro em circulação da economia. O uso desse instrumento estava autorizado pela Lei 14.185, sancionada em julho pelo presidente Jair Bolsonaro.

Ferramentas - Além dos depósitos voluntários, o BC tem três ferramentas para fazer política monetária e regular a quantidade de dinheiro em circulação. A mais usada são as operações compromissadas, venda e compra de títulos públicos na carteira do Banco Central por prazos curtos, e que sustentam a taxa Selic fixada pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Outros - Os outros instrumentos são os depósitos compulsórios, dinheiro que as instituições financeiras são obrigadas a manter no Banco Central, e as operações de redesconto, empréstimos para socorrer por algumas horas ou dias bancos que não conseguem cumprir os requisitos mínimos de capitais das instituições financeiras.

Sem endividamento - Diferentemente das operações compromissadas, que envolvem títulos da dívida pública, os depósitos voluntários não impactam o endividamento do governo. Segundo o chefe do Departamento de Operações do Mercado Aberto do BC, André de Oliveira Amante, a remuneração dos depósitos voluntários deve ser semelhante à das operações compromissadas, atrelada à Selic.

Abaixo - Apesar da remuneração similar, o volume voluntariamente depositado pelas instituições financeiras no Banco Central deve ficar bem abaixo dos níveis das operações compromissadas. Atualmente, existem de R$ 920 bilhões a R$ 930 bilhões em operações compromissadas de curto prazo no país.

Vantagem - Para o chefe de departamento do Banco Central, a grande vantagem dos depósitos voluntários está na simplicidade e na praticidade. “Do lado do Banco Central, eles são muito favoráveis porque independe da existência de lastro na carteira de títulos [do BC]. Isso está em linha com a lei de autonomia do BC”, justificou.

Oferta - Os depósitos voluntários, informou Amante, serão oferecidos de duas maneiras: em leilões com hora marcada e em ofertas permanentes, que permitem aos bancos fazerem os depósitos quando quiserem. Segundo ele, o BC pretende começar a oferecer os depósitos voluntários pela segunda modalidade. Os testes operacionais serão feitos no próximo dia 25. Dependendo do resultado, o instrumento pode entrar em vigor a partir do dia 30, mas a data ainda precisa ser ratificada pelos diretores do órgão. (Agência Brasil)

FOTO: Banco Central do Brasil

 

CÂMBIO: Dólar sobe para R$ 5,42 e fecha no maior nível desde maio

cambio 20 08 2021As tensões no mercado financeiro internacional voltaram a dominar as negociações nesta quinta-feira (19/08), fazendo o dólar ultrapassar a barreira de R$ 5,40 e fechar no nível mais alto desde o início de maio. A bolsa chegou a cair 1,58% durante a manhã, mas recuperou-se ao longo do dia e teve a primeira alta após três dias seguidos de perda.

Cotação - O dólar comercial fechou o dia vendido a R$ 5,423, com alta de R$ 0,048 (+0,89%). A cotação operou em alta durante toda a sessão, chegando a ultrapassar R$ 5,45 no início das negociações.

Alta acumulada - Com a valorização nos últimos dias, a divisa acumula alta de 4,09% apenas em agosto. Em 2021, a alta chega a 4,51%.

Ações - No mercado de ações, o dia foi marcado pela leve recuperação. Depois de três quedas seguidas, o índice Ibovespa, da B3, fechou aos 117.165 pontos, com alta de 0,45%. O indicador inverteu a queda registrada pela manhã, após ficar abaixo dos 115 mil pontos, influenciado pela alta das bolsas norte-americanas e pelo movimento de compra de ações depois de alguns papéis terem ficado baratos.

Fatores - Tanto fatores internos como externos têm provocado nervosismo no mercado nos últimos dias. O dólar subiu em todo o planeta pelo segundo dia seguido, após a ata da última reunião do Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) ter indicado que parte dos dirigentes defende o início, ainda este ano, da retirada dos estímulos monetários concedidos durante a pandemia de covid-19.

Delta - Paralelamente, as preocupações com a disseminação da variante Delta do novo coronavírus aumentaram as tensões. Os preços das commodities (bens primários com cotação internacional) continuaram a cair, em meio aos receios de atraso na recuperação econômica global.

Brasil - No Brasil, as discussões em torno da proposta de emenda à Constituição (PEC) que parcela os precatórios e da reforma do Imposto de Renda (IR) reforçaram os ruídos. Os investidores temem que a PEC crie gastos fora do teto e que as mudanças no IR reduzam a arrecadação, agravando o desequilíbrio das contas públicas. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

FOTO: Pete Linforth / Pixabay

 

LEGISLATIVO: Câmara aprova inscrição automática na tarifa social de energia elétrica

legislativo 20 08 2021O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (19/08) o Projeto de Lei 1106/20, do deputado André Ferreira (PSC-PE), que simplifica a inscrição no programa de Tarifa Social de Energia Elétrica. Já aprovada pelo Senado, a proposta segue para sanção do presidente da República.

Inscrição automática - O projeto obriga o Poder Executivo e as concessionárias, permissionárias e autorizadas de serviço público de distribuição e energia elétrica a inscrever automaticamente na Tarifa Social de Energia Elétrica os integrantes do Cadastro Único de programas sociais do governo federal que atendam aos critérios legais. Para isso, o governo deverá manter o cadastro atualizado.

Público beneficiado - A tarifa social de energia, conforme a Lei 12.212/10, se destina a famílias inscritas no Cadastro Único que tenham renda mensal per capita menor ou igual a meio salário mínimo. Também têm direito as famílias que possuam entre seus integrantes quem receba o benefício de prestação continuada da assistência social (BPC).

Desconhecimento - "Sabemos que muita gente que está no Cadastro Único desconhecia este direito. Estamos fazendo uma distribuição de renda. O projeto vai reduzir em 65% a conta de energia para mais de 12 milhões de brasileiros", estima André Ferreira. Ele destacou que a proposta foi sugerida pelo prefeito de Jaboatão dos Guararapes (PE).

Importante - O relator, deputado Léo Moraes (Pode-RO), elogiou a proposta. "É um dos projetos mais importantes deste ano. Vai atender milhões de pessoas quando a inflação galopa e falta comida", comentou.

Desconto - O deputado Otoni de Paula (PSC-RJ) destacou que a redução na conta de luz será de 65% para os beneficiados. "As pessoas não se cadastram por não conhecer o benefício ou não ter tempo", analisou. Já o deputado Camilo Capiberibe (PSB-AP) avalia que a burocracia segrega a população para ter acesso a este benefício.

Redução das desigualdades - O deputado General Peternelli (PSL-SP) afirmou que a proposta segue o objetivo do governo de diminuir as desigualdades. "É importante que o governo federal, estados e municípios interajam os bancos de dados sociais para atender a todos os necessitados. Além da tarifa de energia, poderemos conceder outros benefícios."

Moradias de interesse social- O PL 1106/20 já tinha sido aprovado pela Câmara em abril do ano passado, mas o Senado fez modificações no projeto. O relatório de Léo Moraes rejeitou parte do texto que estendia a tarifa social para moradores de empreendimentos habitacionais de interesse social, como o programa Casa Verde e Amarela ou outros projetos municipais e estaduais.

Tratamento diferente - "Seria dado tratamento diferente para consumidores situados na mesma faixa de renda familiar", argumentou o relator. "A medida comprometeria o foco do programa, causando expressiva elevação de custo. O programa da tarifa social de energia é custeado por subsídios cruzados, e isso poderia encarecer as tarifas de energia."

Modificação - No entanto, Léo Moraes manteve o texto do Senado que modificava o início da vigência da nova lei para 120 dias após a data de sua sua publicação.

Ampliação - A deputada Talíria Petrone (Psol-RJ) defendeu a ampliação para moradores de habitação de interesse social conforme o texto do Senado. "Pessoas vivem de forma precária e têm de escolher entre o feijão e o gás." (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Maryanna Oliveira / Câmara dos Deputados

 

SAÚDE I: Em 24 horas, 979 pessoas morreram e 36 mil foram infectadas

O total de vidas perdidas para a covid-19 subiu para 572.641. Em 24 horas, desde o boletim de quarta-feira (18/08) foram registradas 979 novas mortes.

Investigação - Ainda há 3.597 falecimentos em investigação. Isso pelo fato de haver casos em que o diagnóstico depende de resultados de exames concluídos apenas após o paciente já ter morrido.

Infectados - Desde o início da pandemia, 20.494.212 pessoas contraíram a doença. Entre quarta e quinta-feira (18 e 19/08), foram registrados 36.315 novos diagnósticos positivos de covid-19.

Acompanhamento - Ainda há 528.524 casos em acompanhamento. O nome é dado para pessoas cuja condição de saúde é observada por equipes de saúde e que ainda podem evoluir para diferentes quadros, inclusive graves.

Recuperadas - O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 chegou a 19.393.047.

Balanço diário- As informações estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado nesta quinta-feira (19/08). A atualização reúne informações enviadas pelas secretarias estaduais de saúde sobre os casos e óbitos relacionados à covid-19.

Estados - No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (143.752), Rio de Janeiro (61.090), Minas Gerais (52.248), Paraná (36.769) e Rio Grande do Sul (33.887). Com menos mortes estão Acre (1.808), Roraima (1.924), Amapá (1.943), Tocantins (3.637) e Sergipe (5.958).

Vacinação - Até o início da noite desta quinta-feira (19/08), o painel de vacinação ainda não tinha dados sobre as ações de imunização do dia. Até quarta-feira (18/08), o número de doses contra a covid-19 aplicadas estava em 172,9 milhões, sendo 119,9 milhões como primeira dose e 52,9 milhões como segunda dose ou dose única.

Distribuição - Conforme as informações mais recentes, foram distribuídas 207,4 milhões de doses da vacina contra a covid-19. (Agência Brasil)

 

whatsapp image 2021-08-19 at 18.49.28

SAÚDE II: Sesa confirma mais 3.528 casos e 82 óbitos em decorrência da Covid-19

saude II 20 08 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quinta-feira (19/08) mais 3.528 casos confirmados e 82 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os casos são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas. Há ajustes ao final do texto.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento mostram que o Paraná soma 1.426.554 casos confirmados e 36.553 mortes em decorrência da doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de janeiro (4), fevereiro (8), março (41), abril (28), maio (133), junho (145), julho (85), e agosto (2.920) de 2021; e dos seguintes meses de 2020: maio (1), junho (1), julho (1), agosto (2), setembro (2), outubro (1), novembro (4) e dezembro (152).

Internados - 1.102 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados. São 763 pacientes em leitos SUS (453 em UTI e 310 em leitos clínicos/enfermaria) e 339 em leitos da rede particular (154 em UTI e 185 em leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 1.606 pacientes internados, 758 em leitos UTI e 848 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Estão em leitos da rede pública e particular e são considerados casos suspeitos.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 82 pacientes. São 39 mulheres e 43 homens, com idades que variam de 3 a 99 anos. Os óbitos ocorreram de 26 de dezembro de 2020 a 18 de agosto de 2021.

Municípios - Os pacientes que morreram residiam em Curitiba (23), Londrina (5), Telêmaco Borba (4), Ponta Grossa (4), Apucarana (4), Umuarama (2), Santa Mônica (2), Prudentópolis (2), Paranaguá (2), Laranjeiras do Sul (2), Ibaiti (2) e Colombo (2).

Uma morte - A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: São José dos Pinhais, Santa Helena, Rolândia, Ribeirão Claro, Pérola d'Oeste, Pitangueiras, Piraquara, Paranacity, Nova Londrina, Matinhos, Mariópolis, Mangueirinha, Janiópolis, Itaperuçu, Imbituva, Guarapuava, Francisco Beltrão, Foz do Iguaçu, Formosa do Oeste, Fazenda Rio Grande, Campo Largo, Cambé, Bandeirantes, Assis Chateaubriand, Araucária, Arapoti, Arapongas e Antonina.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 6.637 casos de residentes de fora do Estado, 216 pessoas morreram.

Ajustes - Relatório de correções de municípios:

21 casos e 1 óbito corrigidos.

19 casos e 1 óbito residentes alterados entre municípios do Paraná.

1 caso residente do Paraná alterado para fora do estado.

1 caso residente de fora do estado alterado para o Paraná.

Um caso e óbito confirmado (F,56) de Matinhos foi corrigido para o município de São José dos Pinhais.

Um caso confirmado (M,45) de Agrolândia/SC foi corrigido para o município de Nova Londrina.

Um caso confirmado (M,19) de Curitiba foi corrigido para o município de Pinhais.

Um caso confirmado (F,34) de Manoel Ribas foi corrigido para o município de Pitanga.

Um caso confirmado (F,43) de Curitiba foi corrigido para o município de São José dos Pinhais.

Um caso confirmado (F,16) de Curitiba foi corrigido para o município de Colombo.

Um caso confirmado (F,4) de Manoel Ribas foi corrigido para o município de Pitanga.

Um caso confirmado (M,9) de Manoel Ribas foi corrigido para o município de Pitanga.

Um caso confirmado (M,14) de Manoel Ribas foi corrigido para o município de Pitanga.

Um caso confirmado (M,55) de Cornélio Procópio foi corrigido para o município de Santa Mariana.

Um caso confirmado (M,29) de Santa Mariana foi corrigido para o município de Cornélio Procópio.

Um caso confirmado (F,23) de Paranaguá foi corrigido para o município de Morretes.

Um caso confirmado (M,42) de Telêmaco Borba foi corrigido para o município de Praia Grande/SP.

Um caso confirmado (F,50) de Paranaguá foi corrigido para o município de Morretes.

Um caso confirmado (M,53) de Paranaguá foi corrigido para o município de Morretes.

Um caso confirmado (F,52) de Curitiba foi corrigido para o município de Araucária.

Um caso confirmado (F,23) de Maringá foi corrigido para o município de Londrina.

Um caso confirmado (M,59) de Curitiba foi corrigido para o município de Campo Largo.

Um caso confirmado (M,29) de Curitiba foi corrigido para o município de Fazenda Rio Grande.

Um caso confirmado (M,54) de Colorado foi corrigido para o município de Sarandi.

Um caso confirmado (M,29) de Pato Bragado foi corrigido para o município de Marechal Cândido Rondon.

(Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando AQUI

 

SAÚDE III: Paraná recebe nesta sexta-feira mais 325.660 doses da vacina contra a Covid-19

saude III 20 08 2021O Paraná vai receber mais 325.660 doses de vacinas contra a Covid-19 nesta sexta-feira (20/08). A primeira remessa, com 138.060 imunizantes produzidos pela Pfizer, tem previsão de chegada no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, às 8h25 (voo LA-4787). Na sequência, às 10h20, o lote será finalizado com 187.600 doses da CoronaVac (voo G3 1126).

Divisão - O Ministério da Saúde ainda não informou como será a divisão das vacinas entre primeiras e segundas doses. A quantidade, porém, vai permitir ao Estado avançar na vacinação de adultos com mais de 18 anos – após alcançar 80,6% dos adultos imunizados com a primeira dose ou dose única na terça-feira (17), com duas semanas de antecedência, o Governo do Estado tem por meta completar 100% deste público até o fim de setembro.

Cemepar - Após o desembarque no terminal aéreo, as doses serão encaminhadas para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), em Curitiba, onde permanecerão armazenadas até que a distribuição para as 22 regionais seja definida pela Secretaria de Estado da Saúde.

Aplicação - Segundo os dados do Vacinômetro Nacional, o Paraná aplicou 9.604.803 vacinas contra a Covid-19, sendo 6.780.861 primeiras doses e 2.823.942 segundas doses ou doses únicas. O painel administrado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), porém, não é atualizado desde a terça-feira.

Nacional - Até o momento, o Ministério da Saúde confirmou o envio de 207,1 milhões de doses para estados e municípios. Dessas, 168 milhões já foram aplicadas, sendo 117 milhões de primeiras doses e 51,1 milhões de segundas doses ou doses únicas da vacina. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Américo Antonio / Sesa

 

SAÚDE IV: População adulta deve estar 100% vacinada até outubro, diz Queiroga

saude IV 20 08 2021O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou nesta quinta-feira (19/08) que o governo federal espera completar o ciclo vacinal de toda a população adulta do Brasil até o final de outubro.

Aceleração - A previsão acontece em decorrência da aceleração do Programa Nacional de Imunização (PNI) e da entrega antecipada de doses pelos institutos nacionais e por laboratórios internacionais. Queiroga afirmou que o governo “está tranquilo” em relação aos prazos e expectativas divulgados, e que as remessas de imunizantes continuarão em fluxo constante para os estados.

Estratégia - “Isso é fruto da estratégia de utilizar formas diversificadas para entrega das vacinas. Além de acordos de transferência de tecnologia, as encomendas a farmacêuticas internacionais. Isso faz com que tenhamos mais de 68 milhões de doses para serem distribuídas neste mês de agosto”, relatou.

Medidas em vigor - Segundo esclareceu Queiroga, não há qualquer mudança nas medidas sanitárias em vigor. O ministro afirmou que, à medida que a vacinação avança e as taxas de contágio e mortalidade caem, é possível flexibilizar os protocolos em vigor.

Completa - O ministro frisou, ainda, a importância de se completar o esquema vacinal com a segunda dose. “A imunização só está completa após a segunda dose”, relembrou.

Atrasos - A logística de distribuição de doses entre estados e municípios após as entregas feitas do governo federal - além da distribuição proporcional de doses em relação aos grupos prioritários de cada região - são os principais motivos pelos quais há atrasos nas entregas de vacina, explicou Queiroga.

Faixa etária - “Hoje, a distribuição é feita pelo critério de faixa etária. Estamos procurando corrigir essas pequenas distorções entre os estados para que a campanha continue de maneira homogênea”, esclareceu o ministro.

Orientações - O ministro reforçou a importância das orientações do PNI para os municípios, que têm alterado a lógica de distribuição de doses estabelecida pela esfera federal. “Isso acarreta em dificuldades para oferecer as doses da forma que foi programada”, informou. (Agência Brasil)

FOTO: Valter Campanato / Agência Brasil

 


Versão para impressão


RODAPE