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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5140 | 23 de Agosto de 2021

MONITORAMENTO: Cenário consolidado do primeiro semestre indica crescimento do cooperativismo do PR

monitoramento 23 08 2021Levantamento feito pela Coordenação de Monitoramento do Sescoop/PR mostra que as 218 cooperativas registradas no Sistema Ocepar fecharam o primeiro semestre de 2021 com crescimento. Entre os destaques estão o faturamento, que atingiu R$ 72,6 bilhões, valor 38,3% superior ao do mesmo período de 2020. Considerando os sete ramos de atuação do setor, os percentuais de expansão nesse intervalo foram os seguintes: agropecuário (43%); consumo (18,8%); crédito (13,2%); infraestrutura (-9,4%); saúde (8,1%); trabalho (23,1%) e transporte (30,8%). O ramo agropecuário responde por 88% do faturamento do cooperativismo paranaense. As regiões que apresentaram maior crescimento das cooperativas foram o Oeste, com 40,43%, e o Noroeste com 40,39%.

Cooperados - Já o número de cooperados chegou a 2.532.704 em junho de 2021, quantidade 8,8% maior que a do primeiro semestre de 2020. O ramo crédito representa 91% do quadro social do Estado. Outro dado relevante encontra-se nos empregos diretos gerados pelas cooperativas do Paraná, que passaram de 117.929 para 123.884, ou seja, crescimento de 5% no semestre. “Se comparado ao período de 12 meses, a variação chega a 9,9%”, frisa o coordenador de Monitoramento do Sescoop/PR, João Gogola Neto. O ramo agropecuário representa 81% das vagas de trabalho do cooperativismo do Estado.

Exportações - As exportações acumuladas no primeiro semestre de 2021 atingiram US$ 2,941 bilhões, demonstrando crescimento de 58,6% em relação ao volume exportado no primeiro semestre de 2020.

Ativos Em relação ao tamanho do cooperativismo do Estado, mensurado pelo total de ativos, o montante chegou a R$ 176,8 bilhões em junho de 2021, sendo 22,9% maior que junho de 2020, sendo que o ramo agropecuário representa 51% deste valor e o ramo crédito 46%. Além disso, até junho de 2021, o sistema cooperativo paranaense já havia recolhido aos cofres públicos R$ 1,9 bilhão em impostos, o que significa 21,6% a mais que no mesmo período de 2020.

FOTO: Assessoria Copagril

 

JUBILEU DE OURO I: Ocepar tem tido papel fundamental na profissionalização da gestão das cooperativas, avalia Renato Greidanus

jubileu de ouro I 23 08 2021Desde a sua origem, em 2 de abril de 1971, a Ocepar sempre teve uma atuação voltada a profissionalizar a gestão das cooperativas filiadas, o que tem proporcionado o crescimento do setor com sustentabilidade, na opinião de Renato Greidanus, presidente da Frísia, uma das cooperativas fundadoras da Ocepar, que naquele período se chamava Cooperativa Agropecuária Batavo Ltda. “O trabalho iniciado no passado teve reflexos muito positivos e hoje percebemos o quanto foi estratégico fazer isso na época e agora estamos colhendo os frutos”, afirma. “Esse papel foi fundamental para que as cooperativas pudessem crescer de forma sustentável, usando realmente as competências dos times e os preparando para a gestão. Foi um divisor de águas”, destaca o dirigente em entrevista ao Informe Paraná Cooperativo, ao fazer uma avaliação sobre a trajetória de 50 anos da entidade que representa do cooperativismo paranaense.

Diferencial - A partir de 1999, foi criado o Sescoop/PR, que passou a integrar o Sistema Ocepar, com a função de executar as ações de monitoramento, formação profissional e promoção social das cooperativas. Para Greidanus, o acompanhamento dos indicadores econômicos e financeiros, aliado à realização dos treinamentos, são iniciativas marcantes. “É um diferencial muito importante no sistema cooperativo. É o investimento feito em pessoas, para profissionalizar as cooperativas e possibilitar que elas tenham um desempenho cada vez melhor, em todos os sentidos, seja na questão social, mas, principalmente, na administrativa, e na gestão das cooperativas”, disse.

Processo contínuo - E ele lembra que esse processo é ininterrupto. “Nós sempre teremos que estar nos atualizando e nos preparando. É uma melhoria contínua. Nesse sentido, a Ocepar e o Sescoop/PR têm feito um belo trabalho, muito bem planejado e alinhado com as necessidades das cooperativas”, frisa.

Representação institucional - Greidanus entende que as demandas do setor também estão sendo bem contempladas em outro aspecto apontado por ele como ponto forte dessas cinco décadas de história da Ocepar, que é a representação institucional. “A Ocepar é o sistema estadual mais ativo no país, principalmente quando se trata da representatividade nacional junto à OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras). O Paraná tem o sistema cooperativo mais desenvolvido do Brasil e o mais bem preparado. É um trabalho feito de forma muito profissionalizada, com toda a equipe que a Ocepar possui para dar esse suporte, defendendo os interesses do cooperativismo com muito conhecimento de causa e, muitas vezes, utilizando as equipes das cooperativas. Isso faz com que as demandas sejam centralizadas no nosso órgão representativo, através dessa conexão bem alinhada com as cooperativas”, afirma. “A Ocepar é reconhecida por apresentar os nossos pleitos de forma bastante embasada e estruturada, fazendo com que entidade tenha credibilidade junto ao governo federal, outras instituições, e no próprio Paraná”, complementa.

Intercooperação - O dirigente considera ainda positivo o fato da organização estimular constantemente a intercooperação entre as cooperativas paranaenses. A região dos Campos Gerais, onde a Frísia está sediada, se destaca no Paraná pelos projetos intercooperativos desenvolvidos juntamente com a Castrolanda e Capal. “A intercooperação é um desafio para toda e qualquer cooperativa. É necessário buscar parceiros para que possamos ter a escala necessária e, com isso, a gente consiga também, de uma certa forma, neutralizar a concorrência entre cooperativas e, ao mesmo tempo, unir forças. Por outro lado, é difícil de fazer porque é preciso, principalmente, alinhar as demandas das cooperativas, os anseios dos seus diretores, dos seus representantes e, ao mesmo tempo, haver uma certa conexão entre as cooperativas. É um trabalho que, com certeza, a Ocepar incentiva e, muitas vezes usa os exemplos da nossa região para motivar as cooperativas de outras regiões, na tentativa de buscar um modelo de intercooperação que possa gerar valor para todos e possibilite realmente multiplicar os nossos potenciais e as nossas competências. Aí, entra muito a questão das vontades dos dirigentes, daqueles que representam as cooperativas. Essas pessoas têm que chegar num momento e pensar: o que nós podemos construir em conjunto e que fará bem para todos nós?”, salienta.

Demanda - De acordo com Greidanus, também é essencial haver demanda. “A demanda é o que vai fazer com que isso possa se concretizar ou não. Eu vejo que o sistema cooperativo ainda intercoopera muito pouco. Nós poderíamos exercer muito mais a intercooperação. Mas acredito que é uma questão de amadurecimento também. A necessidade vai fazer com que isso ocorra porque não adianta querer impor. Tem que criar um ambiente, seja ele econômico, social, ou estratégico, que vai fazer com que as cooperativas sentem e comecem pensar de forma estratégica e mais intercooperada, vamos dizer assim”, acrescenta.

PRC200 - O presidente da Frisia também fez uma avaliação sobre o Plano Paraná Cooperativo (PRC200), o planejamento estratégico do cooperativismo paranaense, coordenado pelo Sistema Ocepar, cuja meta financeira é atingir R$ 200 bilhões de faturamento nos próximos anos. “Temos que planejar qualquer coisa em nossa vida. Isso passa pela família, por nossa vida pessoal, e não é diferente nas empresas ou instituições. E o PRC200 faz o alinhamento dos planejamentos estratégicos das cooperativas com o do setor. Eu vejo o PRC200 como muito estratégico pois, com esse plano, nós conseguimos imaginar mais ou menos como vamos chegar lá e o que vamos fazer para chegar lá em conjunto. Cada um, lógico, na sua individualidade como cooperativa e, às vezes, dentro de uma intercooperação”, afirma Greidanus.

Maltaria - Ele cita como exemplo a Maltaria dos Campos Gerais, um grande investimento que reúne seis cooperativas: Agrária, Frísia, Capal, Castrolanda, Coopagrícola e Bom Jesus. “O modelo está se adaptando e estamos buscando soluções em conjunto, onde as cooperativas têm interesses e afinidades. Com isso, nós queremos potencializar e rentabilizar melhor a produção dos nossos cooperados, dar mais segurança para eles, e, ao mesmo tempo, visar a agroindustrialização, que funciona como um motor para fazer esse negócio acontecer”, complementa o dirigente.

Elevação dos investimentos - Essa iniciativa está em consonância com outro objetivo do PRC200, que é elevar o valor dos investimentos realizados pelas cooperativas do Paraná em R$ 5 bilhões por ano. “Eu acho que todas as cooperativas de certa forma estão neste momento, de buscar investimentos, aumentar o seu faturamento e, automaticamente, isso irá refletir em todas as áreas da cooperativa, nos cooperados e suas famílias, nos colaboradores e suas famílias, no ambiente em que vivemos. Acredito que sempre temos que encontrar esse equilíbrio entre a questão social, ambiental e econômica. Esse é um dos papéis mais importantes da cooperativa e do sistema cooperativista. E, com toda a modéstia, a gente consegue fazer isso muito bem, pois, antes de tudo, somos uma sociedade de pessoas e estamos atentos ao que deriva à sua volta, suas necessidades, seu bem-estar, seja em educação, na preservação do ambiente e, logicamente, na questão econômica, para poder sustentar tudo isso.”

Reconhecimento - No entendimento de Greidanus, fazer com que a sociedade tenha mais conhecimento sobre o amplo trabalho que as cooperativas realizam, com base em valores e princípios característicos do movimento, é um dos grandes desafios do setor. “Nós precisamos mostrar para a população e até para a sociedade internacional, aos nossos clientes, o que somos, o que representamos, quais são os nossos valores”, frisa. E mostrar que o nosso produto é feito por pessoas para pessoas, pois no nosso modelo de negócio, o centro de tudo são as pessoas. E eu acho que esse é o objetivo de qualquer sociedade, o respeito às pessoas. Nós fazemos isso mas, muitas vezes, não conseguimos atingir o público e realmente evidenciar quem nós somos e o que fazemos. Isso é importante não só pelo reconhecimento em si, mas para mostrar que esse Brasil que todos esperam existe e o cooperativismo é um pedaço desse país, que representa um mundo de gente, de pessoas, e isso, de certa forma não chega na sociedade do jeito que gostaríamos”, afirma. “Esse talvez seja um dos maiores desafios, das cooperativas e da Ocepar: fazer com que a população conheça esse cooperativismo justo, legítimo e que busca o bem-estar da sociedade como um todo”, finaliza.

Sobre a Frísia - Em 2025, a Frísia completa um século de história. A cooperativa é a mais antiga do Paraná e segunda do Brasil, e tem como valores Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). Com unidades no Paraná e Tocantins, em 2020 produziu 283 milhões de litros de leite, 832.765 toneladas de grãos e 28.063 toneladas de suínos, resultado do trabalho de 895 cooperados e 1.119 colaboradores. Para promover o crescimento nos próximos cinco anos, a Frísia desenvolveu o planejamento estratégico “Rumo aos 100 Anos”, um conjunto de propostas que visa aumentar a produção agropecuária e os investimentos com outras cooperativas e em unidades próprias. O planejamento da Frísia foi desenhado sob seis perspectivas principais: Sustentabilidade, Gestão, Mercado, Pessoas, Financeiro e Cooperados. Assim, seguirá a missão da cooperativa, que é disponibilizar produtos e serviços para gerar resultado sustentável a cooperados, colaboradores e parceiros. Saiba mais em frisia.coop.br.

Jubileu de Ouro - A Ocepar completou 50 anos no dia 2 de abril de 1971. Em comemoração ao Jubileu de Ouro, o Informe PR Cooperativo está divulgando matérias com o objetivo de destacar fatos ligados a essas cinco décadas de história e ao cooperativismo paranaense também. Com a entrevista do presidente da Frísia, Renato Greidanus, o Informe PR Cooperativo encerra a série de reportagens produzidas com os presidentes de cooperativas que fundaram a Ocepar e que ainda estão atuantes. Os dirigentes fizeram uma avaliação sobre o trabalho que a entidade vem realizando durante esse período, em defesa do cooperativismo paranaense e com o intuito de promover o desenvolvimento do setor. Além de Greidanus, foram ouvidos os presidentes da Agrária, Jorge Karl; da Copacol, Valter, Pitol; da Copagril; Ricardo Chapla; da Witmarsum, Artur Sawatzki e da Coagro, Sebaldo Waclawovsky. (Com informações da Assessoria de Imprensa da Frísia)

COOPERATIVAS FUNDADORAS DA OCEPAR

  1. Cooperativa Agropecuária Guarany Ltda
  2. Cooperativa de Transportes, Cargas e Anexos de Paranaguá
  3. Cooperativa de Consumo dos Rodoviários de Maringá Ltda
  4. Cooperativa Central Agrária Ltda
  5. Cooperativa Mista Agropecuária Witmarsum Ltda
  6. Cooperativa de Consumo dos Funcionários da Cia Cacique de Café Solúvel
  7. Cooperativa Agrícola Consolata Ltda
  8. Cooperativa Agropecuária Mista de Laranjeiras do Sul
  9. Cooperativa Agrícola Cotia Norte do Paraná
  10. Cooperativa Agrícola Irati Ltda
  11. Cooperativa Mista 26 de Outubro Ltda
  12. Cooperativa de Consumo do 14º Distrito Rodoviário
  13. Cooperativa Agropecuária Batavo Ltda
  14. Cooperativa Mista Francisco Beltrão Ltda
  15. Cooperativa Agropecuária Capanema
  16. Cooperativa de Consumo de São Mateus do Sul Ltda
  17. Cooperativa Agropecuária Sabadi Ltda
  18. Cooperativa Agrícola do Oeste Ltda
  19. Cooperativa Agrícola Mista Rondon Ltda
  20. Cooperativa Agrícola Mista Palotina Ltda
  21. Cooperativa Agrícola Cotia Sul do Paraná
  22. Cooperativa Mista dos Fornecedores de Lenha Brasil Ltda
  23. Cooperativa Agropecuária Sudoeste Ltda
  24. Cooperativa Agropecuária Cascavel Ltda
  25. Cooperativa de Consumo dos Empregados da Cia Fiat Lux Ltda
  26. Cooperativa Central Agrícola Sul do Brasil de Curitiba Ltda
  27. Cooperativa Agrária dos Cafeicultores de Nova Londrina Ltda
  28. Cooperativa Mista dos Ruralistas de Ponta Grossa Ltda
  29. Cooperativa Mista Agropecuária de Guarapuava Ltda
  30. Cooperativa Agrícola Mista Cerro Azul Ltda
  31. Cooperativa Central Agrícola dos Cafeicultores do Paraná
  32. Cooperativa do Livro dos Acadêmicos e Profissionais de Agronomia e Veterinária do Paraná
  33. Cooperativa Central de Laticínios do Paraná Ltda
  34. Cooperativa Agro-Malte Paraná Ltda

 

JUBILEU DE OURO II: Quarta reportagem da série “50 anos da Ocepar” destaca trabalho das cooperativas do Oeste do PR

jubileu ouro II 23 08 2021As cooperativas do Oeste do Paraná foram tema do quarto episódio da série sobre dos 50 anos da Ocepar, veiculado neste domingo (22/08), no programa RIC Rural, exibido pelas emissoras da Rede Independência de Comunicação (RIC) no Paraná, afiliada da Rede Record. “O cooperativismo é um segmento expressivo e transformador em todas as regiões do Paraná. São 217 cooperativas filiadas ao Sistema Ocepar, a organização que rege o sistema no estado. Elas somam 2,5 milhões de cooperados, 118 mil oportunidades de empregos diretos e, em 2020, faturaram R$ 115 bilhões. Para se ter uma ideia, esse valor é, nada menos que o dobro do orçamento do Estado do Paraná em 2021, que foi de R$ 50,6 bilhões”, destacou no início da reportagem o jornalista e apresentador do programa, Sérgio Mendes.

Presença - Depois de passar pelos Campos Gerais e Noroeste do Estado, o destino da equipe de reportagem desta vez foi o Oeste paranaense, ressaltando que lá estão presentes as cooperativas agropecuárias Copacol, em Cafelândia; Coopavel e Cotriguaçu, em Cascavel; Primato, em Toledo, Copagril, em Marechal Cândido Rondon, Lar e Frimesa, em Medianeira. “Na região, elas reúnem 65 mil produtores rurais, geram quase 50 mil postos de trabalho e faturaram perto de R$ 50 bilhões no ano passado”, ressaltou Mendes. A matéria destaca a forte produção do setor em grãos, carnes e na agroindustrialização. “A cooperativa representa muito na vida do agricultor porque é a união de forças para a gente conseguir atingir um objetivo comum. A cooperativa é nossa e busca os nossos interesses, da coletividade, e a melhoria para todo o mundo”, disse Emir Schneider, cooperado da Copacol. Já Erwin Soliva, cooperado da Coopavel, afirmou: “Todas as cooperativas de um modo geral têm muita qualidade e fornecem dados importantes para os produtores... O Paraná é um exemplo de cooperativismo e nós estamos muito contentes com a nossa cooperativa.”

A série - Em oito episódios, o objetivo da série é mostrar o trabalho realizado pela Ocepar e a realidade do cooperativismo nas diferentes regiões do estado. Ela começou a ser veiculada no dia 24 de maio, com uma reportagem especial exibida por mês.

Clique aqui para conferir a reportagem na íntegra

 

GETEC: Informe nº 40 apresenta expectativas de mercado sobre indicadores econômicos

getec destaque 23 08 2021A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulgou, nesta segunda-feira (23/08), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central (BC), levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2021, 2022 e 2023.

Clique aqui para conferir o Informe Expectativas de Mercado Semanal

 

REUNIÃO INSTITUCIONAL: Especializada no transporte fertilizantes, Cootramil tem desempenho analisado pelo Sistema Ocepar

cootramil 23 08 2021O Sistema Ocepar, por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Paraná (Sescoop/PR), se reuniu na última sexta-feira (20/08) com a Cooperativa dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Londrina (Cootramil). Esta foi a 70ª reunião institucional do ano promovida pela Coordenação de Autogestão e Monitoramento, com o objetivo de discutir os indicadores financeiros, avaliando os avanços e as necessidades de melhorias. Participaram a vice-presidente da Cootramil, Fátima Aparecida Teotônio, e a gerente administrativa, Angélica Cuellar Bocate.

Cootramil - Com sede em Londrina, no norte do estado, a Cootramil conta com 65 associados e seis funcionários. Sua especialização é o transporte de fertilizantes, carga que, devido as suas características físico-químicas, exige o cumprimento de uma série de exigências.  Para garantir qualidade e segurança, a cooperativa atua com um sistema integrado de gerenciamento da qualidade, segurança e meio ambiente, em conformidade com todas as normas que regulamentam esse tipo de transporte. E além do gerenciamento de risco, do início ao fim da viagem, um diferencial da Cootramil é que, por ser uma cooperativa, não atua com frota de terceiros. Todos os motoristas são cooperados treinados e quali­ficados para a prestação dos serviços demandados.

Desempenho - Por suas características de atuação e boa gestão, a Cootramil vem se mantendo firme no mercado. “Ela está capitalizada para fazer frente às suas necessidades, tem apresentado números equilibrados e grau baixo de risco”, disse o coordenador de Autogestão do Sescoop/PR, João Gogola Neto. As reuniões institucionais servem para apresentar este tipo de análise, inclusive, com um comparativo em relação às demais cooperativas do ramo. “Estes encontros nos ajudam a manter o acompanhamento das cooperativas e dizer que estamos à disposição para ouvir demandas, falar dos números e ouvir como está a situação, se teve alteração, mudança ou dificuldade no caminhar da cooperativa”, afirmou o analista técnico do Sescoop/PR, Jessé Rodrigues.

Monitoramento - O monitoramento das cooperativas faz parte das atribuições do Sescoop/PR. Como entidade do Sistema S que atende ao setor cooperativista, o Sescoop tem por finalidade a formação profissional, promoção social e o monitoramento das cooperativas filiadas ao Sistema Ocepar, sendo que o objetivo do monitoramento é voltado à autogestão das cooperativas. Com o uso de ferramentas que mensuram quantitativa e qualitativamente o desempenho, obtém-se um raio X completo da cooperativa para auxiliar na avaliação e melhoria dos processos (gestão e governança) e acompanhamento dos resultados (desempenho).

 

FRENCOOP: Agro do Brasil é sustentável, afirma Zé Silva

frencoop 23 08 2021O deputado Zé Silva (MG) destacou, na sexta-feira (20/08), durante audiência pública na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (CMADS), que a agricultura brasileira é sustentável e precisa mostrar isso ao mundo. O evento foi realizado a pedido do próprio parlamentar para debater propostas que o país levará à Conferência do Clima (COP 26), em novembro, na cidade de Glasgow (Escócia). “O Brasil tem consciência e é capaz de produzir com equilíbrio ambiental. Nosso agro é sustentável e precisa ser reconhecido como tal”, afirmou.

Agenda integrada - Diretor da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), Zé Silva explicou que propôs o debate para que o Brasil possa ter uma agenda integrada entre o Executivo, o Legislativo, o setor produtivo e os parlamentos de outros países para que sua participação na conferência seja realmente efetiva. “Na COP 25, a anterior a essa, sentimos falta dessa agenda integrada. O mundo está nos acompanhando. Queremos que o Brasil tenha uma posição de destaque no evento e não que seja visto apenas pelas exceções. Nesse sentido é urgente que o Congresso Nacional priorize o debate e a aprovação de leis ambientais”.

Participação - A audiência contou com a participação de secretários do Ministério da Agricultura e do Meio Ambiente, além de líderes, entidades e associações representativas do setor agropecuário brasileiro. Marco Morato de Oliveira, analista técnico-econômico da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), ressaltou o papel do cooperativismo nas várias frentes organizadas para superar as crises que o país vem atravessando, tanto a climática, como a questão da imagem diante do mundo em relação ao setor agropecuário e o meio ambiente.

Protagonistas - “Precisamos mostrar que produzimos com sustentabilidade e nos tornar protagonistas em uma economia neutra de carbono. Com a união entre os poderes, o setor produtivo e a sociedade, focados no discurso e nas ações, temos condições para isso”, declarou. Morato ressaltou também a importância de a cadeia produtiva no Brasil estabelecer como meta o desmatamento ilegal zero, além de valorizar e preservar a biodiversidade.

Imagem real - “Temos que promover a imagem real de sustentabilidade do nosso agro e o seu papel na segurança alimentar para consolidarmos um novo olhar sobre a agricultura brasileira. O Brasil está à frente de inúmeros países e somos referência para o resto do mundo, entretanto, a visão que está sendo propagada não é essa. Temos um ambiente favorável e precisamos promover isso na COP 26”, acrescentou.

Secretário do Meio Ambiente - Ampliar a relevância e fortalecer a imagem do Brasil perante o mundo também foi a visão passada pelo secretário do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Marcelo Donnini. Segundo ele, o objetivo é “mostrar o Brasil real, que faz acontecer”, além de destacar os acordos que já foram feitos desde a COP 25, em Madri. “Estabelecemos uma agenda com muitos contatos bilaterais com os principais países que concorrem para o avanço da agenda climática”, explicou.

Caminho - O secretário destacou ainda que o Brasil terá na conferência o maior stand físico já produzido pelo país, além de um estúdio em Brasília, que realizará transmissões diárias dos mais diversos casos de sucesso de políticas associadas ao tema. “É muito relevante ampliar e fortalecer a comunicação com as outras nações e parte desse caminho é mostrar que aqui as coisas dão certo. Isso passa credibilidade”, enfatizou. (OCB)

FOTO: Cleia Viana / Câmara dos Deputados

 

PLANOS DE SAÚDE: Começam os trabalhos da comissão especial da Câmara dos Deputados

ramo saude 23 08 2021Uma audiência pública marcou, na quarta-feira (18/08), o início dos trabalhos na Comissão Especial, na Câmara dos Deputados, que tem o objetivo de estabelecer uma linha de argumentos para o parecer ao Projeto de Lei 7419/2006, que trata da saúde suplementar no país. O deputado Hiran Gonçalves (RR), ​​é o relator da comissão especial. O presidente da Unimed do Brasil, Omar Abujamra, foi um dos expositores e representou o cooperativismo, nos debates sobre a cobertura de procedimentos.

Números - Abujamra discorreu sobre os números do Sistema Unimed, os fundamentos dos planos de saúde, a questão da avaliação de tecnologias em saúde (ATS) como pilar de atualização do rol de procedimentos e trouxe questões para a reflexão e o debate dos parlamentares sobre como alcançar os melhores resultados possíveis para a saúde dos pacientes.

Temas - Entre os temas abordados esteve, por exemplo, a questão do reforço à Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS) como um fundamento essencial à formulação política da saúde suplementar e à atualização do marco regulatório.

Acesso equânime - “A Avaliação de Tecnologias em Saúde busca prover segurança, eficácia e custo-efetividade dos recursos oferecidos, sustentabilidade dos sistemas de saúde e, principalmente, o acesso equânime, isto é, a garantia de que as tecnologias incorporadas estarão disponíveis a todos os beneficiários que precisarem delas”, explicou o dirigente.

Entendimento - Esse entendimento foi acompanhado pelas demais entidades representativas do setor presentes à audiência, como a Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) e a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde). A Confederação e ambas as participantes reforçaram, enfaticamente, a necessidade de se encontrar um equilíbrio na incorporação de novas coberturas, intento de parte significativa dos mais de 200 apensos ao Projeto de Lei (PL) nº 7.419, que propõe alterações na Lei nº 9.656 (Lei dos Planos de Saúde).

Outras questões - Outras questões levantadas na reunião, e que devem pautar os trabalhos daqui para a frente, são os critérios para atualização do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, produtos com coberturas assistenciais mais flexíveis e a necessidade de se trazer mais previsibilidade e segurança jurídica ao mercado.

Equilíbrio - “Ainda que a discussão dos temas de saúde mobilize nossos afetos e precise ser conduzida com sensibilidade social, cabe à Comissão garantir o equilíbrio frente ao ímpeto de ampliar concessões sem considerar seus impactos”, acrescentou Omar. E pontuou: “Para que o novo marco regulatório seja efetivo no papel de garantir direitos e preservar a sustentabilidade do setor, é preciso considerar que coberturas afetam o custo; custos geram o preço; e o preço define o acesso aos planos de saúde”.

Discussão nacional - Buscando ressaltar a necessidade de uma discussão racional, mas que caminhe lado a lado com a compreensão do papel social dos sistemas de saúde, o presidente da Unimed do Brasil relembrou ainda fundamentos estruturantes dos planos de saúde, como o mutualismo, a repartição simples das despesas, o cálculo atuarial como base da precificação e o princípio da boa-fé contratual que deve prevalecer na relação entre contratantes e operadoras.

Atuação - O Sistema OCB e o cooperativismo de saúde brasileiro atuarão fortemente, junto aos parlamentares, para que os trabalhos da comissão possam gerar frutos que fortaleçam a saúde suplementar brasileira e ampliem a proteção aos beneficiários, a valorização dos profissionais e observância ao modelo cooperativo.

Ramo saúde - Com mais de meio século de existência, o cooperativismo de saúde brasileiro é o maior do mundo e referência para todos os países que desejam avançar no setor de saúde a partir do modelo de negócio cooperativo. Ao reunir profissionais do setor e seus usuários, as cooperativas do ramo têm como objetivo prover ou adquirir serviços focados na preservação, assistência e promoção da saúde humana.

Composição - O Ramo também é composto pelas cooperativas médicas, odontológicas e todas as constituídas por profissões classificadas no CNAE como “atividades de atenção à saúde humana”. Também integram o ramo as cooperativas de pessoas que se reúnem para constituir um plano de saúde.

Dados - De acordo com Anuário do Cooperativismo Brasileiro, em 2020, o cooperativismo de saúde somou 758 cooperativas. Com mais de 400 mil cooperados, o ramo gerou 116 mil empregos, levando qualidade de vida e desenvolvimento para todas as regiões do país. (OCB,com informações do Sistema Unimed)

CRESOL: Sistema está dentro da classificação A em análise de rating

cresol 23 08 2021A Cresol foi reconhecida pela Fitch Ratings, uma das principais agências de classificação de risco de crédito do mundo, com a classificação ‘A-(bra)’ em análise de rating. O Sistema Cresol Baser é composto hoje por 20 cooperativas e nesta avaliação da Fitch apresenta perspectiva ‘estável’, baseada na metodologia da classificação para instituições financeiras.

Reconhecimento - Adriano Michelon, Superintendente da Cresol, considera essa validação externa muito importante para o reconhecimento da Cresol como uma instituição sólida e que tem em seu diferencial o relacionamento próximo com o cooperado.

Respeito e confiança - “Considerando que relacionamento também se constrói com respeito e confiança, temos muito cuidado com os recursos dos nossos cooperados, presente na garantia de uma administração responsável, que objetiva pouca exposição a risco, buscando a estabilidade do crescimento que constantemente estamos alcançando para continuarmos sendo sempre uma entidade sólida, que dá tranquilidade ao cooperado e que recebe dele a confiança necessária”, destacou.

Fundamentos - Os ratings abordam alguns fundamentos principais baseados no suporte das cooperativas singulares; a alta influência do perfil de negócios; o papel de centralização operacional para associadas; forte integração; boa qualidade de ativos; resultados positivos; capitalização adequada; captação concentrada e controle de liquidez pela central.

Conquista - O gerente de Risco e Capital da Cresol, Diego Coelho, também comentou sobre a conquista da cooperativa. “O momento atual da Cresol foi construído há muitos anos, com atenção constante e união da alta administração da central e das cooperativas filiadas, onde a proximidade e relacionamento sempre se fizeram muito presentes. O Sistema Cresol vem crescendo muito ano após ano e, em 2020, apresentou resultado acima de seu histórico, além de exercer um papel fundamental na pandemia, fornecendo apoio financeiro aos mais afetados, os comerciantes e pequenos produtores”, disse o gerente.

Próximos passos - Ele também comentou sobre os próximos passos da cooperativa: “para os próximos exercícios ainda temos uma expectativa de crescimento maior e a viabilidade disso é resultado dessa união, que reduz a necessidade de alavancagem, que dilui os riscos e ainda eleva a cobrança sobre a gestão deles”, finalizou Diego.

Presença - Hoje o Sistema Cresol Baser está presente em 11 estados brasileiros, com mais de 240 mil cooperados e 284 agências de relacionamento, onde as cooperativas trabalham para o desenvolvimento econômico e social dos cooperados, proporcionando soluções personalizáveis a todos os públicos. (Imprensa Cresol)

 

COCAMAR I: Eleita a melhor cooperativa do Brasil

O brilhante desempenho da Cocamar no exercício 2020, quando bateu vários recordes, ampliou de forma expressiva sua participação de mercado em todas as regiões onde atua e apresentou uma expansão de 52% no faturamento geral, rendeu à corporação a conquista do Prêmio IstoÉ Dinheiro, de melhor cooperativa agropecuária do Brasil.

Ranking - A informação foi oficializada no final da tarde da última sexta-feira (20/08) pela Revista IstoÉ Dinheiro, que elabora todos os anos o ranking As Melhores da Dinheiro, já em sua 18ª edição, destacando as empresas campeãs em 22 setores. Para chegar às vencedoras, a publicação analisou os resultados das 1.000 melhores empresas do Brasil reconhecidas pela capacidade de buscar soluções em inovação e qualidade, recursos humanos, responsabilidade social, governança corporativa e sustentabilidade financeira.

Critérios - De acordo com a Revista, a Cocamar foi classificada em primeiro lugar no ranking geral do setor Agronegócio/Cooperativas, que engloba as maiores e mais importantes organizações desse segmento no país, depois de garantir o primeiro lugar em Recursos Humanos, 1º lugar em Inovação e Qualidade, 1º lugar em Responsabilidade social, 1º lugar em Sustentabilidade Financeira e 3º lugar em Governança Corporativa.

O melhor ano - “Mesmo com as incertezas trazidas pela pandemia, o exercício 2020 foi o melhor da história da cooperativa”, comenta o presidente executivo Divanir Higino, assinalando que todos os setores da corporação apresentaram expansão. Por crescer fortemente em participação de mercado, o recebimento de soja, milho e trigo, entregue pelos produtores, foi o melhor de todos os tempos, a exemplo do montante comercializado em insumos agropecuários.

Faturamento - Por sua vez, as vendas de produtos ao varejo, cujo leque é liderado pelo óleo de soja, atingiram também a sua melhor marca. Com isso, o faturamento do grupo saltou de R$ 4,650 bilhões em 2019 para R$ 7,049 bilhões em 2020, o que proporcionou a distribuição de R$ 103 milhões aos cooperados – números igualmente recordistas.

Bom trabalho - “Ficamos muito felizes pelo reconhecimento de melhor cooperativa do Brasil”, cita Higino. A conquista, segundo ele, demonstra que está sendo feito um bom trabalho, “só possível graças à confiança e ao apoio dos cooperados”.

A cooperativa - Fundada em 1963 e com mais de 16 mil cooperados produtores de soja, milho, trigo, café e laranja e que se dedicam também à pecuária de corte, a Cocamar Cooperativa Agroindustrial, sediada em Maringá (PR), onde está localizado seu parque industrial, possui uma rede de 97 unidades de atendimento distribuídas pelos estados do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul. (Imprensa Cocamar)

NÚMEROS DA COCAMAR EM 2020

+ Faturamento: R$ 7 bilhões

+ Recebimento de Soja: 1,7 milhão t

+ Esmagamento de Soja: 1 milhão t

+ Recebimento de Milho: 1,5 milhão t

+ Vendas Insumos Agropecuários: R$ 1,8 bilhão

+ Vendas ao Varejo: R$ 903 milhões

COCAMAR II: Empreendedor internacional participa do Ciclo de Debates

cocamar 23 08 2021A Relevância da Inovação para a Competitividade do Agro é o tema da 23ª jornada do Ciclo de Debates Cocamar, que tem conquistado um número cada vez maior de participantes a cada edição.

Quinta-feira - O evento está marcado para quinta-feira (26/08) às 16h30, com a participação do convidado especial Caito Maia, dono da Chilli Beans, a maior marca de lojas de óculos de sol da América Latina, que também vende outros produtos, como relógios e acessórios.

Franquias - Caito abriu em 2000 o primeiro quiosque de vendas da Chilli Beans no shopping Villa-Lobos, em São Paulo. Atualmente, ele possui mais de 800 franquias distribuídas pelo mundo e seu faturamento anual gira em torno de R$ 700 milhões.

Harvard - Esse caso mereceu estudos na Universidade de Harvard em três oportunidades, sempre com a participação de Caito Maia, proferindo palestra para alunos e professores.

Debatedores - Três profissionais da Cocamar estarão debatendo com o empreendedor: Eloá Tomaz e Carlos Grigio, especialistas em Projetos, e Anna Carlone, analista de Inovação.

Informação - O Ciclo de Debates é uma das soluções encontradas pela cooperativa para continuar levando informações aos produtores, em tempos de pandemia. (Imprensa Cocamar)

 

COAMO: Cooperativa nas redes sociais

O mundo está conectado e a Coamo, também. A cooperativa procura sempre se antecipar e acompanhar as tendências de mercado. Por isso, desde que entrou no universo das redes sociais, tem conquistado milhares de seguidores e alto engajamento, com cooperados, funcionários, clientes, fornecedores e a comunidade. Com perfis no Facebook, Instagram, Linkedin e YouTube, a Coamo gera conteúdo exclusivo e direcionado para cada canal.

Instagram - No Instagram, a cooperativa tem conquistado a participação e interação dos seguidores, por meio de diversas postagens. Inclusive, a Coamo se rendeu ao famoso Reels, com vídeos curtos e rápidos, e ao saudoso #tbt, mais conhecido por quinta-feira da saudade. “Percebemos que as pessoas estão gostando da ideia de lembrar de fatos históricos da cooperativa, de ver fotos antigas”, revela o assessor de Comunicação da Coamo, Ilivaldo Duarte.

YouTube - O canal da Coamo no YouTube também está crescendo. Esta rede social foi fundamental no momento de pandemia, uma vez que, todos os eventos, antes presenciais, passaram a ser transmitidos ao vivo. “Descobrimos um universo incrível por meio da transmissão on-line. Agora, conseguimos reunir um público muito maior. Sem dúvidas, após a pandemia vamos manter os dois formatos, presencial e digital”, destaca Duarte. (Imprensa Coamo)

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APASEM: Associação Paranaense dos Produtores de Sementes e Mudas completa 50 anos

As celebrações do Jubileu de Ouro da Associação Paranaense dos Produtores de Sementes e Mudas – Apasem começaram no sábado (21/08), data em que se lembra da fundação da Associação. Para marcar esse aniversário especial, a direção da Apasem programou uma série de atividades, eventos e publicações sobre a trajetória da entidade.

Selo comemorativo - Na sexta-feira (20/08) que antecedeu a data, a Apasem lançou o selo comemorativo dos 50 anos, o qual vai marcar todas as suas ações nos próximos 12 meses. A direção negocia ainda, para que este selo possa ser transformado em um ‘Selo Postal’, o qual poderá ser adquirido por colecionadores bem como ser uma ação para lembrar desta data importante para o agronegócio paranaense.

Campos produtivos - O selo traz a cor verde da logomarca da Apasem, que remete aos campos produtivos de sementes em nosso Estado. O número zero dos ‘50 anos’ é representado por uma semente germinando, na cor ouro, lembrando do Jubileu de Ouro bem como da riqueza que o campo possui com a semente de qualidade produzida aqui no Paraná.

Nova versão - Ainda nesta data também foi relançada uma nova versão da logomarca da Apasem, com contornos contemporâneos, mantendo a solidez que a Associação representa no apoio ao setor de sementes do Estado do Paraná. O manual da nova marca pode ser acessado no site apasem.com.br/publicações.

Outras atividades - A partir deste mês até meados de 2022, a direção da Apasem programou uma série de eventos e ações alusivos ao aniversário de seus 50 anos. Nos próximos meses será lançado livro sobre a trajetória da Apasem nessas cinco décadas, obra que registra como a Associação contribui diretamente com a evolução do setor sementeiro paranaense bem como traz relatos de personagens que ajudaram a construir essa história.

Vídeo - Antes ainda um inédito vídeo institucional será lançado, formato que tem como intenção mostrar ao público de maneira visual, o trabalho desenvolvido pela Associação. Nas redes sociais também serão realizadas ações alusivas, incluindo a publicação de uma série de três podcasts sobre o Jubileu de Ouro bem como peças curtas visuais que ajudarão o público a acompanhar um pouco mais sobre o trabalho da Associação.

Emblemática - “Todo aniversário é especial. Mas, o Jubileu é uma data que precisamos marcar de forma emblemática. Queremos celebrar junto com nossos associados, parceiros, colaboradores e tantos outros entes que diariamente estamos em contato. É uma celebração de todos”, frisa o presidente da Apasem, Henrique Menarim.

Revista - Nos próximos meses ainda uma edição especial da Revista Apasem vai trazer uma matéria especial sobre o assunto e a direção da Entidade estuda ainda um encontro presencial para o período, caso a situação da pandemia permita.

Legado - “Celebrar o Jubileu é reconhecer o trabalho e o legado deixado pelas mais de 20 direções que estiveram à frente da Apasem nessas cinco décadas. O parabéns é um agradecimento a todos que fizeram e fazem dessa Associação uma entidade cada dia mais forte naquilo que se propõe a fazer, que é defender o setor de semente em suas necessidades, trabalhando incansavelmente para que a produção sementeira paranaense evolua a cada dia”, destaca Menarim. (Assessoria de Imprensa da Apasem)

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FOCUS: Mercado financeiro eleva projeção da inflação para 7,11% este ano

focus 23 08 2021A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA - a inflação oficial do país) deste ano subiu de 7,05% para 7,11%. É a vigésima elevação consecutiva na projeção. A estimativa está no boletim Focus desta segunda-feira (23/08), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Próximos anos - Para 2022, a estimativa de inflação é de 3,93%. Para 2023 e 2024, as previsões são de 3,25% e 3%, respectivamente.

Acima da meta - A previsão para 2021 está acima da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2,25% e o superior de 5,25%.

Alta - Em julho, a inflação subiu 0,96%, o maior resultado para o mês desde 2002, quando a alta foi de 1,19%. Com o resultado, o IPCA acumula alta de 4,76%, no ano, e 8,99%, nos últimos 12 meses.

Taxa de juros - Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 5,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic encerre 2021 em 7,5% ao ano. Para o fim de 2022, a estimativa é de que a taxa básica mantenha esse mesmo patamar. E tanto para 2023 como para 2024, a previsão é 6,5% ao ano.

Aumento - Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas podem dificultar a recuperação da economia. Além disso, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Redução - Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio - As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a projeção para o crescimento da economia brasileira este ano de 5,28 para 5,27%%. Para 2022, a expectativa para Produto Interno Bruto (PIB) - a soma de todos os bens e serviços produzidos no país - é de crescimento de 2%. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 2,5%.

Cotação - A expectativa para a cotação do dólar se manteve em R$ 5,10 para o final deste ano. Para o fim de 2022, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5,20. (Agência Brasil)

FOTO: Banco Central do Brasil

 

LEGISLATIVO I: Relator apresentará voto sobre proposta de reforma tributária nesta semana

legislativo II 23 08 2021O senador Roberto Rocha (PSDB-MA), relator da Proposta de Emenda à Constituição 110/2019, que trata da reforma do sistema tributário nacional, informou que pretende apresentar seu relatório nesta semana na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O senador comandou na sexta-feira (20/08) uma sessão de debates temáticos no Plenário sobre o tema. 

Percepção - Depois de ouvir a apresentação do secretário especial da Receita, José Barros Tostes Neto, o senador disse ter percebido a pouca vontade por parte do governo na discussão de uma reforma mais ampla. Conforme Roberto Rocha, o governo tem apostado em projetos isolados na Câmara, onde enfrenta muitas dificuldades, tanto em relação a mudanças no Imposto de Renda quanto na criação da Contribuição de Bens e Serviços (CBS). 

Desabafo - “Este é quase um desabafo de quem está carregando quase sozinho esse piano durante três anos. Acho que aprendi que brigar não é bom. Sabendo que vai perder, é burrice. Então, vou concluir esta sessão aqui hoje, convidarei outro senador para os próximos debates e vou apresentar de forma impreterível, na próxima semana, o meu relatório, cumprindo o meu papel como relator da proposta”, afirmou na sexta-feira. 

Reunião - Rocha sugeriu ainda uma reunião, na segunda ou terça-feira (23 ou 24/08), com representantes dos governos federal, estaduais e municipais, para fazer alguns aperfeiçoamentos no texto. Segundo ele, há divergências, mas não há radicalismo. Por isso, "ainda é possível quebrar algumas pontas e arredondar o tema". 

Primeiro signatário - A PEC 110/2019 tem como primeiro signatário o ex-presidente do Senado Davi Alcolumbre (DEM-AP), que usou contribuições da comissão mista da Reforma Tributária formada em 2019 no Congresso Nacional. A intenção é buscar formas de forma de unificação de tributos e simplificação de cobrança. 

Longa caminhada - O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que é preciso começar uma longa caminhada, que é a reforma tributária, dando os primeiros passos de forma correta. Segundo ele, sua missão é fazer algo factível e acredita ser somente possível ser for "capítulo por capítulo". 

Tema - O tema da reunião desta sexta-feira foi "A reforma tributária do consumo sob a perspectiva dos entes federativos" e teve a participação também de representantes dos municípios.  Na primeira sessão de debates sobre o tema, realizada na segunda feira (16/08), foi discutida, entre outras questões, a eventual criação de um imposto sobre o valor agregado (IVA) como forma de unificação de tributos e simplificação de cobrança.

Terceira sessão - A terceira sessão será realizada nesta segunda-feira (23/08), a partir das 15h. O tema da audiência será “A reforma tributária do consumo sob a perspectiva dos setores econômicos”. Esta será a penúltima de uma série de quatro sessões de debates que foram solicitadas por meio de requerimento (RQS 1.867/2021) do senador Roberto Rocha. (Agência Senado)

FOTO: Roque de Sá / Agência Senado

 

LEGISLATIVO II: Debatedores defendem aprimoramento do projeto de incentivo à cabotagem

legislativo I 23 08 2021Para os participantes de audiência realizada no Senado na sexta-feira (20/08), a navegação de cabotagem é mais do que adequada para um país de extenso litoral como o Brasil, mas o setor precisa contar com regras que de fato garantam a redução de custos, a geração de empregos e a competitividade, mas evitem a perda de soberania, a concentração de mercado ou o aumento da dependência externa.

Debate temático - Essa avaliação foi feita durante sessão de debate temático sobre o PL 4.199/2020, projeto de lei que institui o Programa de Estímulo ao Transporte por Cabotagem (BR do Mar). De autoria do Executivo, o projeto tramita atualmente na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), sob a relatoria do senador Nelsinho Trad (PSD-MS). Foi ele quem solicitou a realização do debate.

Equilíbrio - A palavra “equilíbrio” foi usada pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, para definir o projeto. Ele acompanhou o debate virtual de Cuiabá, ao lado do senador Wellington Fagundes (PL-MT).

Proposta - “O que se procurou construir é uma proposta de equilíbrio, que permita o crescimento da cabotagem com maior velocidade, em cima de novas possibilidades de afretamento e consoante com aquilo que vemos em países de referência. É uma abertura equilibrada; estabelece mecanismos de proteção. A política de estrutura de transporte para cabotagem está calcada em alguns pilares, como o aumento da concorrência, a geração de empregos, segurança da navegação e proteção à indústria naval”, afirmou Tarcísio.

Aumento da frota - Na avaliação do ministro da Infraestrutura, o redesenho do setor de cabotagem vai proporcionar o aumento da frota de embarcações, sem prejudicar a eficiência da indústria da construção naval.

Avanço - “O projeto constitui grande avanço na cabotagem brasileira, em função das conversas que vêm sendo mantidas no mercado com segmentos de usuários e operadores interessados em atuar no setor. A gente verá o aumento das embarcações e a redução dos custos. A gente vai conseguir crescer a taxas mais relevantes do que aquelas que a gente tem hoje. É uma abertura equilibrada, que será extremamente benéfica para o país”, disse ele.

Complexidade - Ao abrir a sessão, o senador Nelsinho Trad, relator do projeto, apontou a complexidade do tema e interesse setoriais que se articulam em torno do assunto.

Custo Brasil - “Queremos, de alguma forma, ajudar a reduzir o Custo Brasil. A nossa economia cresceu de forma modesta nos últimos 40 anos, e aumenta nesse horizonte de tempo a diferença que separa o Brasil dos demais países desenvolvidos. O meio de transporte pode e deve se adaptar à característica de cada local, mas há desafios relacionados à questão do custo do afretamento. Não seria razoável criar uma estrutura que fosse viável somente em alguma parte do ano. O projeto prevê flexibilização de regras relativas a empresas brasileiras de navegação, sem obrigação da propriedade”, declarou.

Investimentos - O senador Wellington Fagundes também defendeu a proposta e disse que o desenvolvimento econômico requer investimentos em todos os setores. “O BR do Mar é uma redescoberta. Vamos fazer com que esse potencial que temos aí sirva também para o desenvolvimento do Brasil. Será uma nova oportunidade. Se a gente não inovar, vamos ficar para trás”, alertou.

Objetivos - Secretário Nacional de Portos e Transportes Aquaviários do Ministério de Infraestrutura, Diogo Piloni disse que o projeto do Executivo busca abertura, aumento da competição no setor, entrada de novos "players" e mantém dispositivo para formação de frota vinculada com o Brasil, de forma regular e com custo de fretes regulares. Ele destacou ainda que o Brasil utiliza apenas 9% de sua matriz logística, enquanto a China utiliza 31%, o Japão responde por 44% e a União europeia atinge 32%.

Novas possibilidades - “Um país como o nosso, com a costa que tem, não pode se limitar a uma participação tão tímida. Este é o coração da proposta: abrimos novas possibilidade de afretamento de embarcações sem qualquer necessidade de lastro de embarcação própria. Uma outra modalidade está sendo inserida, o afretamento para contratos de longo prazo; temos a possibilidade de afretamento a casco nu”, afirmou.

Modal adequado - Coordenador do Departamento Econômico do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Ricardo de Castro declarou que a cabotagem é um programa interessante e bom para o modal logístico e próprio para o Brasil, que conta com uma costa com sete mil e quinhentos mil quilômetros. Em 1995, destacou, a legislação flexibilizou a cabotagem, mas o setor continuou impedido do fretamento de embarcação estrangeira. O representante do Cade, porém, defendeu o aprimoramento do texto do projeto de lei.

Melhorado - “O projeto pode ser melhorado, há restrições a alguns tipos de afretamento, há restrições à exigência mínima de profissionais por nacionalidade, há liberação de cascos novos somente após alguns meses e regras ligadas à transparência dos preços”, destacou.

Inclusão de mecanismos - Vice-presidente-executiva da Associação Brasileira das Empresas de Apoio Marítimo (Abeam) e representando também a Confederação Nacional do Transporte (CNT), Lilian Schaefer defendeu a melhoria do texto, com a inclusão de mecanismos que permitam às instituições financeiras alongarem os prazos de amortização e carência nos financiamentos contratados com o fundo da marinha mercante.

Alíquotas - Lilian também defendeu a manutenção das alíquotas do fundo da marinha mercante nos patamares atualmente praticados, tendo em vista a importância do mecanismo para o desenvolvimento das regiões mais carentes do país. Em relação à navegação interior, ela cobrou a atenção dos parlamentares para o projeto BR dos Rios, em fase de estudos no governo, para que suas premissas possam ser observadas no texto que propõe o BR do Mar.

“Janela de oportunidade” - Representantes do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), Eberaldo de Almeida Neto e Pedro Alem Filho apontaram a importância do BR do Mar para o setor do petróleo, que representa 70% das cargas movimentadas na cabotagem no país. O Brasil é hoje o 10º maior produtor mundial de petróleo. Eles afirmaram que o setor contará com cada vez mais players distintos, e que a competitividade estará centrada na logística, favorecendo investimentos em dutos e portos. Em sua avaliação, o Brasil possui uma "janela de oportunidade", tendo em vista, segundo eles, a questão da transição energética e a constatação que o valor do petróleo na economia vai ser diferente do que é hoje.

Mudanças - Presidente da Associação Nacional dos Usuários do Transporte (Anut), Luis Henrique Teixeira Baldez avaliou que o projeto melhora o ambiente concorrencial, mas sugeriu mudanças no que diz respeito a embarcações afretadas a tempo, estrutura de custo e transparência, concentradas no artigo 11 do texto.

Questionamento - “Há situação parecida com as ferrovias. 75% da carga é de petróleo e gás; a capacidade que sobra para a carga geral é muito pequena. A infraestrutura tem que vir na frente da demanda. Evidentemente que ninguém vai comprar navio se não tem demanda. O que o projeto trará como benefício ao equacionamento dessa situação de mercado? O setor de petróleo e gás vai crescer. E as outras cargas, vão sumir da cabotagem?”, questionou.

Arrecadação do frete - Vice-presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval), Fábio Vasconcelos destacou que o adicional de frete acabou sendo alterado pelas emendas da Câmara, que alteraram o texto original do projeto, cuja redação não mexia na arrecadação de frete da marinha mercante. Ele ressaltou que esse adicional é arrecadado pela iniciativa privada e não faz parte do Orçamento da União.

Norte e Nordeste - “A alteração das alíquotas e o ressarcimento afetará os estados do Norte e do Nordeste, o que poderá provocar o sucateamento da indústria naval de médio porte, pujante no Brasil. Isso não constava no texto original”, frisou.

Concentração - Presidente da Mediterranean Shipping Company (MSC), Elber Justo disse que há uma concentração muito grande de desenvolvimento portuário em poucos portos brasileiros, embora o país tenha uma costa com mais de sete mil quilômetros.

Aumento da escala - “O aumento da escala dos navios é uma evolução natural aqui no Brasil, e a gente tem que estar pronto para isso. O mercado mundial espera que o Brasil se posicione para atender essa infraestrutura com legislação adequada, e o BR do Mar é uma delas. A gente gostaria de ver o BR do Mar aprovado, o que permitirá a operação de mais empresas na cabotagem, reduzindo custos e favorecendo a competitividade”, argumentou.

Concorrência desleal - Diretor-executivo da Associação Brasileira de Armadores e Cabotagem (Abac), Luís Fernando Resano criticou o BR do Mar, mas ponderou que o projeto traz uma série de oportunidades para a cabotagem, entre elas a visibilidade do setor, “que sempre foi aberto, sem restrição a entradas de empresas, mesmo com o capital estrangeiro”.

Vulnerabilidade - “Operamos em um ambiente de concorrência, ainda que o mercado seja pequeno. Nós não podemos abrir mão de investimento no país, e esse projeto vai permitir que sejam constituídas empresas brasileiras sem frota e investimento. Isso traz vulnerabilidade para o setor e irregularidade para o usuário, que estará sujeito à volatilidade do preço do mercado internacional. Nós precisamos ter navios fixados aqui no país, adquiridos por empresas brasileiras, que poderão multiplicar sua frota. Nossa frota tem idade média de 12 anos, uma frota jovem, considerada a frota mundial. Se nós permitirmos que possam ser navios afretados a casco nu, ninguém trará navios mais novos; trará navios mais velhos, que sairão do tráfego internacional para o Brasil. Isso tem que ser regulado. Se não, permitiremos uma concorrência desleal. O navio estrangeiro deveria operar aqui na excepcionalidade; é esse o conceito que deveríamos que ter.

Contraditório - Representantes da Logística Brasil, André de Seixas e Abrahão Salomão avaliaram que o BR do Mar é contraditório no que diz respeito à defesa da concorrência, e um exemplo seria o artigo 5º do projeto. Eles afirmaram que o excesso regulatório gera alguma instabilidade e estimula a evasão fiscal. Atualmente, o uso do navio estrangeiro é permitido na ausência do navio nacional. Ao avaliarem que o afretamento por tempo baseado na tonelagem afasta a concorrência, e que o afretamento a casco nu aumenta o custo operacional, eles concluíram que a flexibilidade contida no projeto não é capaz de gerar concorrência, atrativo comercial e operacional, mas de atrair a atuação de aventureiros.

Equiparação - Presidente da Federação Nacional das Operações Portuárias (Fenop), Sérgio Paulo Perruci de Aquino destacou que “não há porto sem navio, não há porto sem competitividade”. Ele ressaltou que houve flutuações da cabotagem nos últimos dez anos, mas que o modal vem crescendo de forma contínua, com a entrada de novas embarcações. Perruci defendeu a equiparação da Antaq com as demais agências reguladoras, bem como o Regime Tributário para Incentivo à Modernização e à Ampliação da Estrutura Portuária (Reporto), para que os investimentos portuários e ferroviários possam ser garantidos e para que não haja questão de reequilíbrios econômicos nos contratos já firmados.

Logística e segurança nacional - Diretor-presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transporte Aquaviário e Aéreo, na Pesca e nos Portos (Conttmaf), Carlos Augusto Müller disse que o usuário está insatisfeito com o custo elevado do frete. Ele defendeu mecanismos que garantam a contratação de mão de obra nacional, e criticou a desnacionalização do setor de petróleo e gás.

Falta de competição - “Há falta de competição entre armadores na cabotagem; a armação que atua com contêineres tem conseguido aumento consistente, de 10% ao ano; a armação não é controlada por capital nacional; acabam definindo como esse transporte ocorre. A tripulação a bordo é o último link genuinamente nacional com o Brasil”, afirmou.

Proteção - Diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Eduardo Nery Machado Filho disse que o transporte de cabotagem vem crescendo nos últimos anos para atender parte da condição logística do país. Ele concordou que o texto pode ser melhorado no Senado, mas destacou que o projeto busca implantar mecanismos para proteger o mercado interno da volatilidade do mercado internacional. “A cabotagem representa uma grande oportunidade para tornar o Brasil mais eficiente do ponto de vista econômico e ambiental e remover um gargalo na movimentação de mercadorias no país”, argumentou.

Potencial econômico - Vice-almirante e diretor de Portos e Costas da Marinha do Brasil, Alexandre Cursino de Oliveira disse que o BR do Mar aproveita o potencial econômico do mar territorial brasileiro e mantém diretriz voltada à soberania nacional. Ele também destacou a importância dos recursos do Adicional de Frete da Marinha Mercante (Afrem) e afirmou que a segurança energética está envolvida na navegação de cabotagem, no petróleo e seus derivados. (Agência Senado)

FOTO: Roque de Sá / Agência Senado

 

SAÚDE I: Brasil registra 20,5 milhões de casos de Covid e 574,5 mil mortes

saude I 23 08 2021O Ministério da Saúde divulgou neste domingo (22/08) novos números sobre a pandemia de covid-19 no país. De acordo com levantamento diário feito pela pasta, o Brasil tem no acumulado 20,5 milhões de casos confirmados da doença e 574,5 mil mortes registradas. O número de recuperados soma 19,4 milhões. Em 24 horas, o ministério registrou 14,4 mil novos casos e 318 mortes.

Nos estados - São Paulo se mantém como a unidade federativa com maior número tanto de óbitos (e 144,2 mil) quanto de casos (4,2 milhões). Em seguida estão Minas Gerais (2 milhões de casos e 52,4 mil óbitos); Paraná (1,4 milhão casos e 36,9 mil óbitos) e Rio Grande do Sul (1,3 milhão de casos e 33,9 mil óbitos). (Agência Brasil)

 

 

FOTO: Thiago Lazarino / Pixabay

 

SAÚDE II: Boletim aponta 1.694 casos e 52 mortes por Covid-19 no Paraná

saude II 23 08 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou neste domingo (22/08) mais 1.694 casos confirmados e 52 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 1.435.683 casos confirmados e 36.747 mortes em decorrência da doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de agosto (752), julho (4), junho (43), maio (311) abril (129), março (291), fevereiro (92) e janeiro (61) deste ano e dos meses de junho (1), julho (2), novembro (5) e dezembro (3) de 2020.

Internados - 1.079 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 757 pacientes em leitos SUS (439 em UTI e 318 em leitos clínicos/enfermaria) e 322 em leitos da rede particular (153 em UTI e 169 em leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 1.557 pacientes internados, 740 em leitos UTI e 817 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos da rede pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 52 pacientes. São 22 mulheres e 30 homens, com idades que variam de 21 a 91 anos. Os óbitos ocorreram de 24 de junho de 2020 a 22 de agosto de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em: Curitiba (16), Piraquara (4), Foz do Iguaçu (4), Ponta Grossa (3), Tuneiras do Oeste (2) e Arapongas (2).

Uma morte - A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Três Barras do Paraná, Toledo, São Miguel do Iguaçu, Sapopema, Sabáudia, Rancho Alegre D'Oeste, Quatiguá, Prudentópolis, Paranavaí, Paranacity, Nova Prata do Iguaçu, Maringá, Marechal Cândido Rondon, Londrina, Imbaú, Guaratuba, Faxinal, Cruzeiro do Oeste, Cruz Machado, Cascavel e Alvorada do Sul.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra o total de 6.667 casos de residentes de fora do Estado com 216 óbitos. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira aqui o informe completo.

 

SAÚDE III: Chegam ao Paraná 107.640 doses de imunizante da Pfizer contra Covid-19

Chegaram no Paraná, na noite deste domingo (22/08), 107.640 doses do imunizante Cominarty, produzidos pela Pfizer/BioNTech. Esta é a segunda parte do 42° lote de vacinas contra Covid-19 enviado pelo Ministério da Saúde, que contempla 435.290 novas doses para o Estado.

Chegada - A primeira parte, com 95,4 mil doses de Coronavac (Instituto Butantan/Sinovac), chegou ao Paraná no domingo pela manhã. A terceira e última parte, com 232.250 da Covishield (AstraZeneca/Oxford/Fiocruz), são esperadas para a noite desta segunda-feira (23/08).

Cemepar - O lote aterrissou no Aeroporto Internacional Afonso Pena, na região metropolitana de Curitiba, às 19h10, e na sequência foi encaminhado para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar). Lá, será organizado e reunido às doses de Coronavac já recebidas para posterior encaminhamento às 22 Regionais de Saúde do Estado.

Divisão - As doses da Pfizer são divididas entre primeiras e segundas doses, além da reserva técnica. Serão 63.180 unidades para D1, avançando a vacinação do público em geral de 18 a 59 anos, e 33.895 para D2 de pessoas que já começaram seu ciclo vacinal. Os demais 10% vão para reserva técnica.

Coronavac - Das Coronavac, 85.860 doses serão divididas igualmente entre D1 e D2 para a população em geral - sendo 42.930 para primeira e 42.930 para a segunda dose. Os outros 10% serão destinados para reserva técnica. As doses da AstraZeneca, por sua vez, são integralmente destinadas para aplicação da segunda dose, com 10% de reserva técnica.

Vacinação - Até este domingo, o Paraná aplicou 9.804.230 doses de vacinas contra a Covid-19. Foram 6.909.276 primeiras doses, 2.581.486 segundas doses e 313.468 doses únicas. 82,82% da população recebeu pelo menos uma dose (D1 ou DU), e 33,2% já está completamente vacinada.(Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Américo Antônio / Sesa

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SAÚDE IV: Brasil recebe dois lotes da vacina da Pfizer neste domingo

saude IV 23 08 2021O Brasil recebeu, neste domingo (22/08), 2.152.800 doses da vacina da Pfizer. A primeira parte dos imunizantes chegou no início da manhã e outra à tarde. O primeiro carregamento, com 1.076.400 doses, pousou no aeroporto de Viracopos, em Campinas, por volta das 7h30. O segundo pousou pouco depois das 16h.

Total - Com estes dois lotes, a Pfizer totaliza 47.947.770 doses entregues ao Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, desde o dia 29 de abril. Um novo cronograma de entrega será iniciado nesta terça-feira (24/08).

Novo contrato - O contrato firmado com a farmacêutica prevê a entrega de 200 milhões de doses ao Brasil. O cronograma deve ser cumprido até o final de 2021. (Agência Brasil)

FOTO: Divulgação Ministério da Saúde

 

SAÚDE V: Número de beneficiários dos planos de saúde segue em crescimento

saude V 23 08 2021A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou, na nesta sexta-feira (2/080), a edição de agosto do Boletim Covid-19 com dados sobre o impacto da pandemia de Covid-19 no setor de planos de saúde. Nesta edição, o boletim registra novo aumento do número de beneficiários, atingindo 48,4 milhões de vínculos em planos de assistência médica. Os dados são referentes ao mês de julho de 2021 e mostram uma redução significativa na ocupação de leitos para atendimentos a casos de Covid-19, tanto os comuns quanto os de UTI, e estabilidade no atendimento a demais procedimentos. A relação entre receita e despesa das operadoras (sinistralidade) manteve-se em patamar similar ao período pré-pandemia e houve queda no número de reclamações relacionadas à Covid-19 registradas nos canais de atendimento da ANS.

Clique aqui para acessar a publicação.

Informativo - O informativo é divulgado mensalmente pela ANS e reúne indicadores assistenciais e econômico-financeiros, coletados até julho de 2021, junto a um conjunto de operadoras que representa 74% dos beneficiários de planos de assistência médica. O Boletim Covid da ANS também apresenta uma prévia do número de beneficiários em planos de assistência médica em julho, além de dados sobre exames relacionados à Covid-19 realizados e as demandas dos consumidores registradas na ANS através de seus canais de atendimento. Confira abaixo mais detalhes dos indicadores coletados.

Evolução de beneficiários - O número preliminar de beneficiários em planos de assistência médica no mês de julho apresentou um crescimento de 0,36% em relação ao mês anterior e atingiu 48.413.620 usuários. Considerando o tipo de contratação do plano e a faixa etária do beneficiário, observa-se que a variação se mantém positiva para os beneficiários acima de 59 anos em todos os tipos de contratação no período de um ano.

Informações assistenciais - Em julho, houve uma redução expressiva na proporção de leitos alocados exclusivamente para atendimento à Covid-19 dos hospitais da amostra, chegando a 26%, após ter alcançado os índices mais altos observados desde o início desse monitoramento nos meses de março e abril de 2021 (49%). A taxa mensal geral de ocupação de leitos – que engloba leitos comuns e UTI – também apresentou redução em relação a junho, passando de 73% para 70%, e se manteve abaixo dos 74% observados em junho de 2019 (período pré-pandemia). Essa queda está diretamente relacionada à taxa de ocupação de leitos alocados para Covid-19, que sofreu redução significativa em comparação ao último mês (passando de 69% para 56%), enquanto a taxa de leitos para outros procedimentos manteve-se estável, de 75% para 74%.

Redução - A ocupação de leitos de UTI para atendimento à Covid-19 apresentou redução de 15 pontos percentuais em relação a junho (de 76% para 61%), e a dos leitos comuns, redução de 14 pontos percentuais (de 64% para 51%). Os resultados observados na amostra, parecem se relacionar diretamente com o aumento da vacinação contra a Covid-19 no país, que em 13/08/2021 contava com 160.056.922 milhões de doses aplicadas (somadas 1ª e 2ª doses), segundo dados do Ministério da Saúde.

Consultas em pronto-socorro - Houve queda na quantidade de consultas em pronto-socorro que não geraram internações em relação ao mês anterior, que continua abaixo do observado antes do início da pandemia. Quanto à procura por exames e terapias eletivas (Serviços de Apoio Diagnóstico Terapêutico - SADT), a emissão de autorizações para procedimentos de SADT em julho de 2021 ficou próxima ao patamar verificado em julho de 2019 (referência de período sem impacto da pandemia).

Custo da diária - O custo da diária de internação com UTI para Covid-19 ficou 21% acima do custo para internação cirúrgica, porém houve queda no tempo de internação para Covid-19 tanto em leitos comuns como leitos de UTI, o que resultou em redução do custo total da internação de Covid-19 em relação ao observado no mês anterior.

Exames relacionados à Covid-19 - Em relação a exames para detecção da Covid-19, após o pico ocorrido no mês de março de 2021, uma redução importante no número de exames de RT-PCR realizados no mês de abril de 2021, atingindo o total de 512.875. Em maio, o número caiu para 358.705. Também diminuiu o número de testes do tipo sorológico: foram 104.031 em abril e 52.416 em maio de 2021.

Competências - Cabe ressaltar que, em comparação com Boletins anteriores, números de competências passadas podem sofrer alteração. Isto porque exames ocorridos em determinado mês podem ser cobrados das operadoras nos meses subsequentes quando, somente então, serão enviados à ANS, conforme estabelecido no Padrão TISS.  

Informações econômico-financeiras - Em relação aos indicadores econômico-financeiros, esta edição mostra que houve aumento no indicador de sinistralidade de caixa quando observados os meses de junho e julho de 2021, quando o índice ficou em 79% e 82%, respectivamente.

Sinistralidade - A publicação também registra a redução significativa do índice de sinistralidade de caixa no segundo e terceiro trimestres de 2020 em relação ao período pré-pandemia, e a taxa do ano ficou em 73% - oito pontos percentuais a menos que em 2019, quando a taxa ficou em 81%. As informações também mostram queda no total de operadoras médico-hospitalares com prejuízo (resultado líquido negativo): 157 operadoras em 2019, e 72 operadoras em 2020.

Aumento - Em 2021, os dados também mostram aumento do índice de sinistralidade entre o primeiro e o segundo trimestres, evolução que reflete tendência de sazonalidade de mesmo período de 2019. Os dados do primeiro e do segundo trimestres de 2021 indicam que o indicador permanece em patamar inferior ao observado pré-pandemia (2019). Mesmo com o aumento da sinistralidade entre junho e julho de 2021, na prévia do indicador do 3º trimestre deste ano, a sinistralidade mostra estabilidade em relação ao trimestre anterior de 2021 e mesmo patamar em relação ao mesmo trimestre de ano pré-pandemia (3º trimestre de 2019). Como se observa nos demais dados deste boletim, com estabilização ou queda de taxas relacionadas a ocupação de leitos ou de procedimentos realizados, não há evidências, até o momento, de que a tendência deva se alterar.

Inadimplência - Sobre inadimplência de planos com preço preestabelecido, em julho de 2021, observa-se estabilidade no valor de inadimplência de planos com preço preestabelecido se comparado com o mês anterior. Esse valor, assim como os percentuais de inadimplência para planos individuais/familiares e para coletivos, permanece próximo dos seus patamares históricos.

Demandas dos consumidores - Em julho, houve queda no número de reclamações relacionadas à Covid-19 registradas nos canais de atendimento da ANS. Foram 811 reclamações no mês e 1.113 reclamações em junho deste ano. Ainda em comparação ao mês anterior, as reclamações relacionadas à cobertura para os exames diagnósticos da Covid-19 reduziram 24,1%, enquanto as demandas sobre outras assistências afetadas pela pandemia (cobertura para atendimentos e procedimentos não relacionados à Covid-19) apresentaram aumento de 17,0%, aproximadamente. Já demandas não assistenciais sobre o tema apresentaram redução de cerca de 37,4%.

Reclamações - Com relação a temas gerais e relacionados à Covid-19, foram registradas na Agência 16.869 reclamações, passíveis de mediação pelo instrumento da Notificação de Intermediação Preliminar (NIP). O número é 3,5% maior que o registrado em junho deste ano e 11,9% maior que o total de atendimentos feitos em julho de 2020.

Relatos - Ressalta-se que o dado apresentado considera os relatos de consumidores que cadastraram suas queixas na ANS, sem análise de mérito sobre eventual infração da operadora ou da administradora de benefícios à Lei 9.656/98 e seus normativos ou aos termos contratuais.

Intermediação - Importante destacar, também, que a intermediação de conflitos feita pela ANS entre consumidores e operadoras tem resolvido mais de 90% dessas reclamações, demonstrando a eficiência do instrumento empregado pela ANS, mesmo em um momento atípico, em razão da pandemia da Covid-19.

Consulte o monitoramento diário das demandas sobre Covid-19.

Sobre os dados - Para a análise dos indicadores assistenciais, a ANS considerou informações coletadas junto a uma amostra de 48 operadoras que possuem rede própria hospitalar. Para os índices econômico-financeiros, foram analisados dados de 97 operadoras para o estudo de fluxo de caixa e de 94 operadoras para análise de inadimplência.  

Mais - Adicionalmente, na construção do boletim, foram utilizados dados do Documento de Informações Periódicas (DIOPS), do Sistema de Informações de Fiscalização (SIF), do Sistema de Informação de Beneficiários (SIB), do Padrão para Troca de Informação de Saúde Suplementar (TISS) e do ANS TabNet.  

Monitoramento - Através do Boletim Covid-19 – Saúde Suplementar, a ANS vem monitorando o comportamento e a evolução do setor de planos de saúde desde o início da pandemia. O objetivo é subsidiar a análise qualificada da Agência para a tomada de decisão sobre temas relacionados à Covid-19 e prestar mais informações à sociedade. (ANS)

 

 


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