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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5141 | 24 de Agosto de 2021

COOPERATIVISMO: Ricken participa de reunião do Conselho Federativo da Unimed Paraná

cooperativismo 24 08 2021Na última quinta-feira (19/08), o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, participou da reunião on-line do Conselho Federativo da Unimed Paraná, como convidado. Na ocasião, o dirigente apresentou aos conselheiros presentes, representantes das 23 Unimeds do estado, o PRC200 - Plano Paraná Cooperativo 200. Antes, Ricken explanou sobre o PRC100, desenvolvido no período de 2015 a 2020, cujos projetos foram concluídos no ano passado. Depois, ele abordou sobre o PRC200, falou da proposta de 20 projetos e também das estimativas dos resultados a serem obtidos. Um ponto alto de sua fala foi a apresentação do projeto número 7, que trata da ação entre ramos cooperativos, sejam eles crédito, transporte, infraestrutura, trabalho, agro e saúde.

Proposta - Na oportunidade, Ricken sugeriu ao ramo saúde um novo produto, que poderia ser denominado Paraná Cooperativo, com o intuito de promover a intercooperação entre ramos e a oferta a público ligado ao cooperativismo. “Esse produto seria de abrangência nacional ou estadual, a ser comercializado pelas singulares, com atendimento regional, se possível de menor custo, tendo como público beneficiário as cooperativas e o Sistema Ocepar (planos PJ) e cooperativistas (planos PF e/ou PJ)”. O Conselho Federativo ouviu a ideia e se comprometeu a preparar um projeto a ser apresentado no próximo encontro de Núcleos, em outubro.

FOTO: Arquivo

 

INOVAÇÃO: Dada a largada para o Prêmio Empresa Inovadora

“Estamos aqui para um projeto icônico e histórico para o Paraná”, disse Itamir Viola, CEO da Viasoft, na tarde desta segunda-feira (23/08), no lançamento oficial do Prêmio Empresa Inovadora. “Esta solenidade simboliza a cultura da colaboração e do crescimento coletivo do Paraná”, adicionou.

Cerimônia - A cerimônia, realizada no Palácio do Iguaçu, em Curitiba, reuniu players de diversos setores da economia paranaense, com o intuito de fomentar estadualmente a inovação em suas bases. O projeto é assinado pela Viasoft e conta com o incentivo do Governo do Paraná, por meio da Superintendência Geral de Inovação/SGI e da Casa Civil. Junto com eles, os correalizadores Assespro e Haze Shift, mais quatro entidades que patrocinam segmentos específicos da premiação: o Senai (Indústria), a Fecomércio (Varejo), o Sistema Ocepar (Cooperativas) e o Crea-PR (Serviços e Engenharias).

Abrangência - A ideia é ampliar a abrangência do Prêmio nas edições futuras. Neste ano, serão 8 finalistas em cada um dos quatro segmentos. Destes, sairão 3 vencedores de cada categoria.

Independente disso, todos os participantes receberão um Diagnóstico de Inovação, elaborado e assinado por especialistas da área, entregando em seguida um indicativo com caminhos para seguir inovando.

Transformação - “Acreditamos no poder de transformação deste Governo e no cenário propulsor da inovação, garantido pela tranquilidade política do Estado”, lembrou o vice-governador, Darci Piana.

União - “A união destes grandes nomes da nossa economia mostra a intenção coletiva de fazer com que o Paraná passe de segundo lugar para o primeiro na inovação nacional”, acrescentou o Chefe da Casa Civil, Guto Silva.

Atitudes - O superintendente Geral de Inovação, Marcelo Rangel, lembrou que a inovação está nas atitudes, e que a tarde histórica é um marco para o Paraná. “Temos aqui os quatro pilares da nossa economia; o Estado oferecendo oportunidade às empresas para inovar e gerar bons negócios a todos”, resumiu.

Alinhamento - À frente de uma entidade que representa mais de 60 mil profissionais, o presidente do Crea-PR, Ricardo Rocha de Oliveira, reforçou o interesse do Conselho em estar alinhado a parcerias que impulsionem o cenário inovativo. “Nesta premiação todos sairão vencedores, fortalecendo o ecossistema como um todo”, garantiu.

Diferencial - O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, enalteceu o grande diferencial do Prêmio Empresa Inovadora, que é o Diagnóstico da Inovação. “Com ele, mostraremos os caminhos para que as empresas sigam inovando, crescendo e contribuindo com nossa economia e geração de empregos”, concluiu.

Inscrições - As inscrições para o Diagnóstico e para o Prêmio serão abertas nesta terça (24/08) e poderão ser feitas até 17/10 no site www.premioempresainovadora.com.br. A cerimônia de premiação acontecerá no dia 01/12, em local a ser definido pela organização. (Assessoria de Imprensa)

FOTOS: Felipe de Souza

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FORMAÇÃO: Conheça os cursos do programa Universitário Cooperativo

formacao 24 08 2021Se você quer começar uma carreira no cooperativismo, o momento é agora. O Sistema OCB acaba de lançar os nove cursos gratuitos do Programa Universitário Cooperativo, que tem por objetivo qualificar os jovens que desejam estagiar em cooperativas de qualquer ramo. O programa nasceu no Sescoop/PR e tem por objetivo disseminar os princípios cooperativistas no ensino superior, por meio da interação entre cooperativas e universidades.

Público-alvo - O público-alvo são estagiários entre 19 e 25 anos, de áreas diversas, com pouco conhecimento de mercado e que atuam ou vão atuar em cooperativas de diversos ramos. O jovem poderá realizar os cursos avulsos, conforme interesse no tema, ou poderá realizar todos os nove cursos gratuitos no formato de trilha. Em ambos os casos o jovem receberá certificado de conclusão. Os cursos são oferecidos na modalidade EAD, disponível na plataforma CapacitaCoop.

Aprendizado - Cada curso proporcionará aos estagiários uma visão do que é o cooperativismo e, também, sobre o desenvolvimento de competências que poderão ser aplicados no caminho escolhido. O programa oferece os seguintes cursos:

- Cooperativismo

- Gerenciamento de Projetos

- Inovação e Criatividade

- Governança Cooperativa

- Inteligência Socioemocional

- Comunicação e Pensamento Crítico

- Liderança

- Práticas de Negociação

- Design de Carreira

Jornada do aluno - A carga horária de cada curso é 8h, exceto o curso de Gerenciamento de Projetos (16h). os nove cursos possuem uma carga horária total de 80h. Ao final da trilha, o aluno vai receber um e-book com todo o conteúdo das aulas, permitindo que a experiência de aprendizagem possa acontecer também offline. (OCB)

 

 

SICOOB: Liderança feminina será tema de talk show que será realizado nesta quarta-feira

Após realizar um evento voltado ao público jovem para falar sobre negócios conscientes, o Sicoob apresenta mais um #TôLigado. Dessa vez, por trazer a temática liderança e empoderamento feminino, o talk show surge com a versão #TôLigada nesta quarta-feira (25/08), às 19h.

Convidadas - O bate-papo on-line contará com três convidadas que inspiram mulheres por todo o país: Aline Castro, jornalista e internacionalista; Marisol Chiesa, presidente do Conselho da Mulher Empresária da Associação Comercial e empresarial de Londrina e Conselheira de Administração do Sicoob Ouro Verde; e Ligia Blanco, mentora e consultora do Sebrae PR, CEO da Akon e cooperada do Sicoob.

Público - Ao contrário do que parece, o evento não é restrito ao público feminino. Ou seja, podem participar todas as pessoas interessadas nos temas que envolvem o papel da mulher em cargos de liderança, o acesso das mulheres ao crédito e a relevância das mulheres dentro do cooperativismo em conquistas que resultaram ao direito do voto, por exemplo.

Série de eventos - O #TôLigado é uma série de eventos online promovidos pelo Sicoob Unicoob em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Paraná (Sescoop/PR) a fim de promover o interesse pelas comunidades onde o Sicoob está inserido e para contribuir com o desenvolvimento dos cooperados.

Como participar? - Para participar é necessário fazer a inscrição, gratuita, pelo link https://forms.office.com/r/320LzXd0gs. A transmissão será via YouTube, acesse o link e ative o sininho para receber a notificação: https://www.youtube.com/watch?v=Vzf2A-r41J4. Após o evento haverá emissão de certificados com horas. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

sicoob 24 08 2021 m

 

 

SICREDI: Ações do Dia de Cooperar beneficiam mais de 165 mil pessoas

Conectada aos princípios do cooperativismo como agente transformador da sociedade, o Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de cinco milhões de associados, participou de mais uma edição do Dia de Cooperar, Dia C. Ao todo, foram realizadas mais de 960 ações em cerca de 640 municípios brasileiros, beneficiando mais de 165 mil pessoas. Somente as cooperativas filiadas que atuam nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro engajaram cerca de 3,6 mil voluntários para a realização de 511 ações que impactaram positivamente mais de 90 mil pessoas em 312 municípios dos três estados.

Ajuda mútua e solidariedade - Para o presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock, os resultados positivos refletem os diferenciais do cooperativismo que atua por meio da colaboração. “A ajuda mútua e a solidariedade em prol do bem comum e do desenvolvimento das comunidades sempre foram as principais motivações dos nossos fundadores, e continuam inspirando colaboradores de nossas cooperativas para ações tão importantes como as realizadas em celebração ao Dia C”, analisa.

ODS - A iniciativa de mobilização está diretamente ligada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) para um mundo melhor. Por conta da continuidade da pandemia de covid-19, as iniciativas desenvolvidas pelas cooperativas filiadas beneficiaram famílias em situação de vulnerabilidade com arrecadações de alimentos, produtos de higiene e limpeza, além de doações para instituições de saúde. “O Sicredi integra o Pacto Global desde fevereiro de 2020 e, ao longo da sua história sempre atuou atento às demandas do associado e das regiões onde está presente. Essa proximidade com as comunidades tem gerado ações de responsabilidade social de grande impacto positivo, fomentando o ciclo virtuoso do cooperativismo para uma sociedade mais próspera", finaliza Dasenbrock.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 24 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins

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SICREDI VANGUARDA: Cooperativa fecha primeiro semestre com bom resultado

sicredi vanguarda 24 08 2021Sicredi: onde o seu dinheiro rende um mundo melhor! A Sicredi Vanguarda apresentou os resultados do primeiro semestre de 2021. Foram inúmeras ações e negócios focados no relacionamento com os associados e nas comunidades em que a cooperativa está presente.

Ações sociais - Seguindo os preceitos do cooperativismo, a Vanguarda, atua localmente e, através de ações sociais contribui para transformar realidades de comunidades e entidades, como aconteceu com o projeto Sicredi na Comunidade que apoiou mais de 24 entidades/municípios e no Dia C, onde foram arrecadadas mais de 100 toneladas de donativos.

Educação - O Sicredi é uma instituição que atua na comunidade em que está inserida e, uma de suas preocupações é a educação. Com isso, desenvolveu no primeiro semestre através do Programa A União Faz a Vida a formação de 580 professores de seis municípios que levam conhecimentos para os alunos.

Sorteados - Nesses seis meses, a Sicredi Vanguarda teve três associados e segurados foram sorteados, os prêmios totalizam mais de 115 mil reais. E falando em sorteios, a Promoção Poupança Premiada Sicredi já sorteou 12 poupadores da Vanguarda com prêmios de 5 mil reais para cada um e a campanha se estende até o fim do ano, com prêmios semanais de R$ 5 mil, em outubro um prêmio especial de R$ 500 mil e o prêmio final em dezembro de R$ 1 milhão.

Associados - A Vanguarda fechou o primeiro semestre com mais de 156 mil associados e o resultado acumulado é de R$ 77 milhões. “Sabemos que o ano de 2020 foi desafiador e que 2021 sente os reflexos da pandemia, mas continuamos trabalhando e atendendo da melhor forma o nosso associado. Com isso, tivemos um primeiro semestre fantástico, com uma excelente performance e acreditamos que o ano de 2021 será muito bom, com a retomada do crescimento da economia”, comenta o presidente da Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ, Aldo Dagostim.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 24 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI FRONTEIRAS: Novo espaço é inaugurado em Ampére

O município de Ampére (PR) recebeu, na última sexta-feira (20/08), uma agência da Sicredi Fronteiras PR/SC/SP totalmente renovada. Localizada na Rua Brasília, 978 - Centro, o novo espaço de 580m² no térreo e 580 m² de estacionamento, oferecerá mais conforto e agilidade nos atendimentos dos mais de 4 mil associados.

Live - A inauguração do novo espaço foi realizada no formato de live (transmissão ao vivo), nos canais oficiais da Sicredi Fronteiras no Facebook e Youtube, às 19h30min, diretamente da nova agência em Ampére.

Cuidados - Seguindo o protocolo de cuidados de prevenção da proliferação do Covid-19, todos os convidados mantiveram o distanciamento necessário, bem como usaram máscaras e microfones individualizados.

Presenças - Estiveram presentes no evento, as autoridades do município: Vice-prefeito de Ampére, Celso Sagioratto; Secretário de administração, Douglas Patrick, no momento representando o prefeito Disnei Luquini; Presidente da Câmara de Vereadores, Irio Barbieri; Associação - Representando a Aceamp (Associação Comercial e Empresarial de Ampére), Itacir de Melo; Secretária de educação, Margarete Dal Molin e Pároco da Paróquia Santa Terezinha, Frei Gelson Briedes.

Cooperativa - Representando a cooperativa estiveram presentes: presidente da Sicredi Fronteiras PR/SC/SP, José César Wünsch; diretor executivo, Fábio Júnior Câmera; diretor de negócios, José Carlos Steffen; diretor de operações, Rodrigo Lazzarini; gerente regional de desenvolvimento para o estado do Paraná e Santa Catarina, Jocely Claas; coordenador regional de desenvolvimento, Jucemar Davila dos Santos; Conselheiro de administração, Sérgio Sartori; Conselheiro Fiscal, Linor José Filipin, (na ocasião os mesmos estiveram representando os demais membros dos conselhos); Gerente da Agência de Ampére, Wilson Mello; além dos representantes dos coordenadores de núcleo, Comitê Mulher e Comitê Jovem.

Propósito - Em seu discurso, José César Wünsch, presidente da cooperativa Sicredi Fronteiras, destaca que há 30 anos a cooperativa cumpre o seu propósito, que é de fazer com que a economia gerada na região, permaneça na região, através de uma organização perene e sustentável.

Evolução - “O Sicredi, que iniciou como Credesul no extremo sudoeste do estado do Paraná, chegou em Ampére em 2001, com uma agência pequena, porém, pronta para cumprir o nosso propósito: o de construir juntos uma sociedade mais próspera. Gostaríamos hoje de agradecer a sociedade e a comunidade por ter nos auxiliado há quase 20 anos, nos possibilitado escrever uma história de avanço e desenvolvimento junto com os munícipes”, afirmou o presidente.

Disponibilização - Wilson Mello, gerente da agência Sicredi de Ampére, afirma que a disponibilização deste novo espaço no município só foi possível graças aos mais de 4 mil associados. “Contamos com um espaço amplo, moderno e confortável para que todos vocês possam sentir-se em casa. Afinal, casa é o local onde nos dá confiança, isso é o que queremos oferecer para vocês. Um agradecimento ainda maior aos nossos mais de 4 mil associados desse município tão querido, que buscam através de nossa Cooperativa, uma alternativa para as instituições financeiras tradicionais”, comentou o gerente.

Atendimento - A partir dessa segunda-feira (23/08), todos os munícipes de Ampére já estão podendo experimentar um atendimento simples, próximo e ativo, diretamente do novo espaço, que funcionará de segunda a sexta, das 9h às 15h. (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

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CRESOL UNIÃO DOS VALES: Nova agência é inaugurada em Cândido de Abreu (PR), em comemoração aos 18 anos de atividades na cidade

A cidade de Cândido de Abreu (PR) recebeu, na última sexta-feira (20/08), uma nova agência da Cresol. Os atendimentos ao público já começaram nesta segunda-feira (23/08) em novo endereço. A atuação da cooperativa no município já acontece há mais de 18 anos e a nova agência é o resultado da confiança e da participação dos mais de 1.700 associados da cidade. A cerimônia de inauguração aconteceu com todas as medidas de biossegurança com a presença de associados, sócios fundadores, autoridades municipais, diretoria executiva da cooperativa e demais convidados.

Ambientes planejados - O novo espaço conta com ambientes planejados com foco no maior relacionamento dos cooperados com a cooperativa. A tecnologia, comodidade e a acessibilidade estão instaladas na agência para oferecer o atendimento de excelência já realizado pela equipe. O investimento reflete a presença da Cresol no munícipio e a importância da participação dos cooperados para o desenvolvimento regional e local promovido pelas forças do cooperativismo.

Envolvimento - O presidente da Cresol União dos Vales, José Paulo da Silva, avalia como é importante o envolvimento dos cooperados com a cooperativa. “A entrega deste empreendimento só foi possível com a união de diversas pessoas. A história da Cresol Cândido de Abreu já tem 18 anos e muitos estiveram envolvidos desde a fundação para que essa inauguração fosse possível”, comenta o presidente.

Papel fundamental - O prefeito municipal, Renan Menck Romanichen, participou da cerimônia e afirmou que a Cresol está ao lado do município todos os dias. “A Cresol tem papel fundamental para fortalecer o desenvolvimento social e econômico da nossa população”, disse o representante do Poder Executivo.

Localização - A agência agora está localizada na Avenida Visconde de Laguiche, 587, no Centro. O atendimento ao público da Cresol em Cândido de Abreu acontece de segunda a sexta-feira, das 9h30 às 15h. O autoatendimento estará disponível todos os dias das 7h às 21h. Além disso, os cooperados podem realizar suas movimentações financeiras pelos aplicativos Cresol e Cresol Cartões, pelo Internet Banking e também pelos canais telefônicos 0800 704 7500, (43) 3476-1508 e WhatsApp (43) 9.9963-0074. (Imprensa Cresol União dos Vales)

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COCAMAR: Secretário e prefeito visitam a cooperativa

Na última quinta-feira (19/08), como parte de sua agenda em Maringá, o Secretário Chefe da Casa Civil do governo do estado, Guto Silva, visitou a Cocamar Cooperativa Agroindustrial, em companhia do prefeito Ulisses Maia, dos deputados estaduais Homero Marchese e Soldado Adriano José e alguns assessores, sendo recebidos pelo presidente do Conselho de Administração, Luiz Lourenço, e o presidente executivo, Divanir Higino.

Proximidade - Os deputados estaduais Homero Marchese e Soldado Adriano José possuem um relacionamento muito próximo da Cocamar, tendo participado ativamente de muitos momentos da cooperativa, junto a colaboradores e cooperados.

Desempenho e planejamento - Em sua explanação, Higino falou aos visitantes sobre o desempenho da cooperativa nos últimos anos, os investimentos previstos no planejamento estratégico 2020/2025 e os três pilares que sustentam o processo de crescimento: verticalização, horizontalização e aumento de participação no mercado.

Investimentos - Higino destacou que até 2025 o montante previsto em investimentos é de aproximadamente 1 bilhão de reais em ampliações, melhorias e novas construções na rede de unidades e no parque industrial. Entre os novos negócios, em 2020 a cooperativa ingressou no segmento de fertilizantes foliares e na produção de carne precoce. E, no início de 2022 entra em operação a usina de biodiesel, que vai trazer mais renda aos produtores com o selo de Combustível Social.

Parte da história regional - Por sua vez, Guto Silva comentou sobre suas impressões a respeito da Cocamar: “É impossível falarmos de Maringá sem citar a Cocamar, que faz parte da história do município e região”. Silva falou ainda da agilidade no escoamento da produção agrícola no Paraná, servido por ampla malha de rodovias e uma ferrovia que liga Maringá ao porto de Paranaguá.

Cooperativismo - Foi comentado também, entre outros assuntos, a respeito da importância da transferência de tecnologia na agricultura, seu impacto no crescimento da produtividade e como a organização da produção é exemplo no estado do Paraná. “O sistema de produção no Paraná é apoiado pelo cooperativismo. Todas as cooperativas têm o seu centro de tecnologia e todas promovem dias de campo”, destacou o presidente do Conselho de Administração, Luiz Lourenço, enfatizando o quanto o Paraná é admirado e referência para os outros estados quando se trata de transferência de tecnologia e inovação. (Imprensa Cocamar)

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COMÉRCIO EXTERIOR: Balança tem superávit de US$ 5,42 bilhões em agosto, até a terceira semana

comercio exterior 24 08 2021A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 5,42 bilhões em agosto, até a terceira semana, com crescimento de 30,3%, pela média diária, em relação a agosto do ano passado. A corrente de comércio (soma de exportações e importações) aumentou 53,4%, alcançando US$ 31,77 bilhões. Segundo dados divulgados nesta segunda-feira (23/08) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia, as exportações cresceram 49,6% e somaram US$ 18,59 bilhões, enquanto as importações subiram 59,2% e totalizaram US$ 13,18 bilhões.

Acumulado do ano - No acumulado do ano, o superávit chegou a US$ 49,77 bilhões, em alta de 45,5% em relação a janeiro até agosto de 2020, e a corrente de comércio subiu 35,5%, atingindo US$ 310,71 bilhões. As exportações em 2021 cresceram 36,8% e somaram US$ 180,24 bilhões. Já as importações tiveram alta de 33,8% e totalizaram US$ 130,47 bilhões.

Crescimento das exportações - Até a terceira semana do mês, a Secex registrou crescimento de 30,5% nas exportações da Agropecuária, que somou US$ 3,53 bilhões; de 98,4% na Indústria Extrativa, com US$ 5,83 bilhões; e de 35,5% para a Indústria de Transformação, que alcançou US$ 9,12 bilhões.

Agropecuária - Na Agropecuária, a expansão das exportações foi puxada, principalmente, pelo crescimento nas vendas de café não torrado (+21,9%), soja (+63,4%) e madeira em bruto (+268,3%). Para a alta das vendas da Indústria Extrativa, as principais contribuições foram de minério de ferro e seus concentrados (+115,5%), minérios de cobre e seus concentrados (+169,9%) e óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (+70,4%).

Indústria de Transformação - Já na Indústria de Transformação, os destaques foram carne bovina fresca, refrigerada ou congelada (+58,1%), carnes de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas (+48,8%) e produtos semiacabados, lingotes e outras formas primárias de ferro ou aço (+103,3%).

Importações em alta - Do lado das importações, houve crescimento de 18,8% na Agropecuária, que somou US$ 269,14 milhões; de 342% na Indústria Extrativa, que chegou a US$ 929,14 milhões; e de 54,3% na Indústria de Transformação, que alcançou US$ 11,92 bilhões.

Destaques - Os maiores destaques nas compras de produtos para Agropecuária foram pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado (+89,5%), trigo e centeio, não moídos (+17,5%) e milho não moído, exceto milho doce (+213,4%). Na Indústria Extrativa, as importações foram impulsionadas por carvão, mesmo em pó, mas não aglomerado (+141,4%), óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (+319,1%) e gás natural, liquefeito ou não (+750,8%).

Aumentos - Na Indústria de Transformação, por sua vez, os principais aumentos foram nas importações de óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos, exceto óleos brutos (+172%), medicamentos e produtos farmacêuticos, exceto veterinários (+172,5%) e adubos ou fertilizantes químicos, exceto fertilizantes brutos (+107,7%). (Ministério da Economia)

Veja os principais dados da balança comercial

FOTO: Pixabay

 

PRIMEIRO SEMESTRE: Indenizações pagas pelas seguradoras aos produtores que contrataram seguro rural chegam a R$ 1,7 bilhão

primeiro semestre 24 08 2021Entre janeiro e junho de 2021, o valor de sinistros no seguro rural totalizou R$ 1,7 bilhão, de acordo com os dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep). No acumulado dos últimos 10 anos, em valores atualizados, o montante total indenizado pelas seguradoras foi de R$ 15,2 bilhões.

Instrumento importante - Para Guilherme Bastos, Secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SPA-Mapa), o volume elevado de indenizações pagas aos produtores demonstra que o seguro rural é um dos instrumentos mais importantes que o produtor possui à sua disposição para mitigar determinados riscos da atividade agropecuária. “O produtor rural precisa incorporar o seguro no seu custo de produção, deve ser um item permanente em todas as safras, o custo benefício da contratação é vantajoso, ainda mais se considerarmos o auxílio financeiro do governo federal na aquisição da apólice”.

Inferior - O montante pago em 2021 é um pouco inferior ao registrado no mesmo período do ano anterior, que foi de R$ 1,8 bilhão. Em 2020, o valor total pago pelas seguradoras aos produtores rurais que contrataram seguro rural fechou em R$ 2,5 bilhões. Já

Minimização de perdas - Ao contratar uma apólice de seguro rural, o produtor pode minimizar suas perdas em caso de quebra de safra, ao recuperar o capital investido na sua lavoura. O Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) oferece ao produtor a oportunidade de segurar sua produção com custo reduzido, por meio de auxílio financeiro do governo federal. Atualmente o percentual de subvenção ao prêmio pode variar entre 20% e 40% do valor da apólice, a depender da atividade e cobertura contratada.

Cultura do seguro - Guilherme Bastos ressalta que o produtor rural precisa incorporar a cultura do seguro, como já acontece em outros países. “O seguro rural é uma proteção indispensável para a produção agropecuária, ajuda a manter a capacidade financeira do produtor em caso de perdas e evita a necessidade de renegociar o custeio da safra. Nas últimas safras ocorreram diversos eventos climáticos severos em algumas regiões do país, aquele produtor que tinha contratado o seguro não teve tanta preocupação, já os demais que não contrataram podem estar com dificuldades de financiamento”.

Subvenção - O Mapa atualizou os dados de indenizações pagas pelas seguradoras aos produtores no ano de 2020, no âmbito do PSR. Diferentemente dos dados da Susep, que contemplam todas as operações do mercado de seguros e contabilizam todos os valores pagos em 2020, independente do ano de contratação da operação, os dados divulgados do PSR consideram apenas as apólices contratadas com subvenção naquele ano, independente de quando as indenizações foram pagas.

Pagamento - No total foram pagos R$ 1,1 bilhão em indenizações pelas seguradoras aos produtores que contrataram apólices em 2020 com apoio do PSR, as indenizações foram pagas aos produtores de todas as regiões do país. Os três estados com mais indenizações foram Paraná (R$ 286,5 milhões), Rio Grande do Sul (R$ 268,4 milhões) e São Paulo (R$ 147,9 milhões).

Mais - Em seguida temos Goiás com R$ 95,9 milhões, Mato Grosso com R$ 95,2 milhões, Santa Catarina com R$ 93,3 milhões e Mato Grosso do Sul com R$ 66 milhões.

Seca - O principal evento climático que causou as perdas foi a seca, responsável por R$ 684 milhões em indenizações, pouco mais de 60% do total indenizado. Depois da seca, temos o granizo que ocasionou 15,7% das indenizações, além da chuva excessiva (9,6%) e da geada (9,3%). Os dados completos de sinistros do PSR podem ser consultados no site do Mapa.

Contratação - O produtor que tiver interesse em contratar o seguro rural deve procurar um corretor ou uma instituição financeira que comercialize apólice de seguro rural. Atualmente, 15 seguradoras estão habilitadas para operar no PSR. A subvenção econômica concedida pelo governo federal pode ser pleiteada por qualquer pessoa física ou jurídica que cultive ou produza espécies contempladas pelo Programa e que não tenha restrição financeira com a União.

Recursos - Em 2021, serão disponibilizados aos produtores R$ 924 milhões para subvencionar a contratação de apólices de seguro rural. Desse total, aproximadamente R$ 800 milhões já foram utilizados, o restante deve ser consumido até o final do mês de setembro. Ao contrário dos anos anteriores, quando os recursos do PSR eram disponibilizados mensalmente, o que ocasionava muito atraso na confirmação do acesso do produtor ao Programa, este ano o orçamento foi disponibilizado de uma única vez, possibilitando mais celeridade no processo. “Com esse modelo ganhamos muita agilidade, antes o produtor ficava em uma fila e poderia demorar meses para saber se foi contemplado ou não com a subvenção, agora no mesmo dia que ele faz a contratação da apólice junto ao corretor ou instituição financeira, já pode ter a resposta sobre o acesso ao PSR”, explicou Guilherme Bastos.

Apólice - Para o produtor rural verificar se sua apólice foi contemplada no programa basta acessar o site do Ministério. 

Mais informações - Para mais informações sobre o PSR, faça o download do aplicativo. Basta acessar para Android e para IOS.  (Mapa)

 

RPCS: Evento on-line será realizado com o tema “Alta produtividade aliada à conservação do solo”, nos dias 17 e 18 de novembro

evento 24 08 2021A VII Reunião Paranaense de Ciência do Solo (RPCS), que será realizada nos dias 17 e 18 de novembro, já está com as inscrições abertas. Basta acessar o site do evento para se inscrever https://www.even3.com.br/rpcs2021/. Pela primeira vez, o evento será totalmente on-line e traz como tema central "Alta produtividade aliada à conservação do solo".

Objetivo - O objetivo do evento é discutir a interação das várias áreas da Ciência do Solo em busca de alta produtividade das culturas agrícolas e a conservação do solo, visando garantir a produção de alimentos com sustentabilidade.

Promoção - A 7ª edição da RPCS é promovida pelo Núcleo Paranaense de Ciência do Solo vinculado à Sociedade Brasileira de Ciência do Solo (Nepar-SBCS) e organizada pelo Grupo de Solos do Departamento de Agronomia e do Programa de Pós-Graduação em Agronomia da Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro-PR).

Tradicional - A RPCS já é considerada um dos eventos mais tradicionais que ocorrem no Estado, reunindo pesquisadores, extensionistas, técnicos, representantes e empresários do setor agropecuário, além de acadêmicos da graduação e pós-graduação das áreas de Ciências Agrárias. O evento apresenta o que há de mais atual em pesquisas e casos relacionados à Ciência do Solo.

Submissão de trabalhos - Tornou-se também um importante espaço para a submissão de trabalhos técnico-científicos, que poderão ser inscritos até o dia 4 de outubro de 2021. Os trabalhos poderão ser submetidos na forma de resumos, nas seguintes áreas temáticas: Pedologia e Pedometria, Biologia do Solo, Física do Solo, Química e Mineralogia do Solo, Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas, Manejo e Conservação do Solo e da Água, Poluição, Remediação do Solo e Recuperação de Áreas Degradadas, Agroecologia, Educação em Solos e Extensão Rural.

Programação - A Comissão Organizadora está trabalhando para oferecer ampla programação com palestras, que contarão com a participação de profissionais altamente qualificados e de diversas instituições do estado.

Debate - O coordenador da Comissão Organizadora, professor Cristiano Pott, explica que o tema da RPCS será amplamente debatido, pois aliar a alta produtividade às práticas conservacionistas tem sido um grande desafio dos produtores rurais.

Ciência do solo - Durante os dois dias, os participantes debaterão sobre a ciência do solo paranaense, destacando o manejo sustentável do solo sob plantio direto, fertilidade e nutrição para altas produtividades, avanços na biologia para melhor conservação e produtividade, compactação do solo e a influência na produção e na conservação ambiental, entre outros. "Acreditamos ser fundamental a conscientização dos produtores rurais para a importância da conservação do solo, bem como da sociedade como um todo, pois além da base para a produção agrícola também tem importância ambiental na produção de água", afirma Pott.

Pesquisa - Segundo ele, as pesquisas mostram que é possível produzir bem com o adequado manejo conservacionista do solo. "A adoção de boas práticas de manejo é um caminho viável e necessário para que o produtor rural garanta a eficiência e a rentabilidade da produção e ainda preserve o meio ambiente".

Erosão, o "bicho-papão" da lavoura - O diretor do Nepar, Adriel Ferreira da Fonseca, alerta que o principal problema de conservação do solo do Paraná, a erosão, retornou ao campo. O motivo, segundo Adriel, seria a não aplicabilidade de tecnologias de manejo do solo. "Não sabemos se é um fator isolado do produtor ou se envolve a assistência, mas o fato é que a erosão retornou", afirmou ele.

Falha - Adriel entende que todos falharam nessa empreitada, porém, o produtor, a Ciência e a tecnologia têm sua parcela de culpa. "Não é que deixamos de fazer Ciência, mas a nossa comunicação não foi suficientemente adequada para dizer ao produtor que basta um descuido para que a erosão, o "bicho-papão" da lavoura, volte trazendo prejuízos imensuráveis do ponto de vista econômico e sérias consequências ambientais ao nosso Estado".

Pioneiro - O Paraná é o Estado pioneiro em Sistema Plantio Direto (SPD), uma das principais práticas de agricultura conservacionista. Porém o SPD precisa estar aliado a maquinários de tamanhos adequados para a propriedade, entre outras ações que vão contribuir para a redução de problemas de solos. "Temos muitos problemas de compactação de solo causados por máquinas, por isso é importante ter uma gestão da trafegabilidade, uso de pressão adequada dos pneus, assim como é preciso os terraços (curva de nível). Muitos produtores desmancharam os terraços, porque adquiriram máquinas maiores que a capacidade da propriedade", enfatiza Adriel.

Evolução - Sem os terraços, as mudanças de intensidade e frequência de chuvas nos últimos anos contribuíram para a evolução do processo de erosão.

Rotação de culturas - Outra consequência grave é o fato de a rotação de culturas ter sido deixada em segundo plano por conta do preço elevado da soja e não atrativo para o milho, em safras anteriores. "Isso desmotivou o produtor a fazer adequada rotação de culturas, emprego de Sistemas Integrados de Produção Agropecuária e uso de adubos verdes na propriedade".

Ações - O diretor do Nepar diz que não há mágica para reverter a situação, mas a pesquisa considera algumas ações como formar profissional qualificado para o adequado manejo e conservação do solo; realizar atividades sistemáticas para motivar o profissional. "Isso do ponto de vista acadêmico. Do ponto de vista científico, é importante gerar dados, mostrando o quanto se pode economizar e ganhar com a adoção de boas práticas conservacionistas".

Assistência técnica - Outro aspecto está relacionado à assistência técnica e extensão rural. "O número de profissionais qualificados é incompatível com a demanda do Estado".

Eleição Nepar - Durante a VII Reunião Paranaense de Ciência do Solo também será realizada a assembleia para eleição da nova diretoria do NEPAR para o período de 01 de janeiro de 2022 a 31 de dezembro de 2023.

Integrantes - O Nepar reúne profissionais atuantes em Ciência do Solo no Estado do Paraná, bem como as instituições nas quais trabalham, visando o desenvolvimento da Ciência do Solo com o aprimoramento das atividades de pesquisa, ensino, extensão rural e assistência técnica, resultando no adequado uso, manejo e conservação do solo. (Assessoria de Imprensa do evento)

SERVIÇO

Evento: VII Reunião Paranaense de Ciência do Solo (VII RPCS)

Tema: "Alta produtividade aliada à conservação do solo"

Quando: 17 e 18 de novembro de 2021

Formato: on-line

Inscrições: no site do evento https://www.even3.com.br/rpcs2021/

VALOR DA INSCRIÇÃO

Estudante sócio da SBCS -

R$ 50,00 até 04/10 a partir de 05/10 R$ 60,00

Estudante não sócio da SBCS

R$ 65,00 até 04/10 a partir de 05/10 R$ 80,00

Profissionais sócios da SBCS

R$70,00 até 04/10 a partir de 05/10 R$ 85,00

Profissionais não sócios da SBCS

R$ 100 até 04/10 e a partir de 05/10 R$ 120,00

FOTO: Pixabay

 

ECONOMIA I: Ipea revisa a projeção da inflação de 5,9% para 7,1% em 2021

economia I 24 08 2021O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou, nesta terça-feira (24/08), a revisão da previsão para a inflação brasileira em 2021: o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi revisto de 5,9% para 7,1%. Parte do aumento veio da expectativa de reajustes mais acentuados para a gasolina e a energia elétrica, que provocaram uma elevação da projeção de preços monitorados de 9,5% para 11,0%. Além disso, os preços dos alimentos no mercado internacional devem fechar o ano acima do esperado anteriormente, especialmente das proteínas animais, o que eleva a projeção da inflação dos alimentos de 5,0% para 6,9%.

Em alta - De forma semelhante ao que acontece com os alimentos, a pressão advinda de matérias primas no mercado internacional, combinada com o aumento da utilização da capacidade instalada na indústria e os estoques abaixo do nível desejado, deve manter os preços dos bens industriais em alta. A projeção de inflação desse segmento passou de 4,8% para 6,6%. Já a retomada do setor de serviços gerou uma elevação da inflação desse segmento em ritmo maior que o esperado incialmente, com isso a previsão subiu de 4,0% para 5,0%.

Acumulado do ano - No acumulado de 2021, registrado até o mês de julho, a alta de 4,76% apontada pelo IPCA já ultrapassa o centro da meta de inflação (3,75%). Apesar de parte dessa pressão inflacionária já ser esperada, dado o represamento de reajustes em 2020, as sucessivas altas das cotações das commodities no mercado internacional e os eventos climáticos adversos, como a longa estiagem e a ocorrência de geadas em regiões de produção agrícola, surpreenderam negativamente e desencadearam novos aumentos de preços de alimentos e de energia.

INPC - Os pesquisadores revisaram também a previsão do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), de 5,1% para 6,4% em 2021. De acordo com a Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea, o aumento da taxa de inflação medida por esse índice, com escopo que atinge as famílias que vivem nas áreas urbanas e com salários que variam de um a cinco salários-mínimos, deverá ser provocado por preços monitorados e dos alimentos, com altas previstas de 10,5% e 7,9%, e que atingiram patamares superiores ao projetados anteriormente, que eram de 9,2% e 5,2%, respectivamente.

Expectativas - As expectativas para o ano de 2022 estão ancoradas em uma acomodação nos preços internacionais das commodities e na baixa probabilidade de um fenômeno climático adverso intenso. Dessa forma, seria gerada uma menor pressão sobre alimentos, combustíveis e energia elétrica. Além disso, considerando uma retomada mais forte do mercado de trabalho e os seus efeitos positivos sobre a demanda, a sinalização de continuidade da trajetória de alta de juros deve agir no sentido de atenuar as variações de preços de bens e serviços. Por isso, as taxas projetadas para o IPCA e o INPC são de 4,1% e 3,9%, respectivamente. A nota do Ipea ressalta, no entanto, que os riscos à inflação em 2022 seguem associados aos preços das commodities e à taxa de câmbio. (Assessoria de Imprensa do Ipea)

Acesse a íntegra a nota sobre Inflação

 

ECONOMIA II: LDO 2022 é publicada no Diário Oficial da União

economia 24 08 2021O Diário Oficial da União (DOU) trouxe, nesta segunda-feira (23/08), a publicação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2022. O texto, com vetos parciais, foi sancionado na sexta-feira (20/08) pelo presidente Jair Bolsonaro.

Prioridades - Após atender às despesas obrigatórios e de funcionamento dos órgãos públicos, as prioridades de investimentos da administração pública federal para o ano são a agenda para a primeira infância, o Programa Casa Verde e Amarela para municípios até 50 mil habitantes, o Programa Nacional de Imunização (PNI) e os investimentos plurianuais em andamento, previstos no Plano Plurianual da União 2020-2023.

Censo - O Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que não foi realizado este ano por falta de orçamento, também está previsto na LDO. Os recursos necessários para o Censo, que acontece, em geral, a cada dez anos, eram da ordem de R$ 2 bilhões em 2021.

Vetos - Entre os vetos do presidente estão as despesas previstas para o ressarcimento das emissoras de rádio e de televisão pela inserção de propaganda partidária e o aumento do Fundo Eleitoral, de R$ R$ 2 bilhões para mais de R$ 5,7 bilhões, ponto mais polêmico da proposta aprovada pelo Congresso Nacional no mês passado.

Vínculo - Pelo texto, a verba do Fundo Especial de Financiamento de Campanha seria vinculada ao orçamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), prevendo 25% da soma dos orçamentos de 2021 e 2022. Por esses cálculos, o valor do fundo praticamente triplicaria em relação aos orçamentos das eleições de 2018 e 2020. Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência informou que o novo valor do fundo será definido pelo TSE e incluído no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) do ano que vem.

Dispositivos - Na sexta-feira, a pasta informou que o presidente também vetaria dois dispositivos das chamadas emendas de comissão permanente e de relator-geral do orçamento (RP-8 e RP-9). Nessa segunda - Hoje, entretanto, em nova nota, retificou a informação. “Informamos que o documento encaminhado anteriormente não foi embasado na versão final do texto publicado nesta segunda no DOU”, diz a nota.

Déficit primário - Para 2022, a LDO fixou uma meta de déficit primário de R$ 170,47 bilhões para o Orçamento Fiscal e da Seguridade Social e de déficit de R$ 4,42 bilhões para as empresas estatais.

Macroeconômicos - Quanto aos aspectos macroeconômicos, a LDO de 2022 foi elaborada considerando o crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país) de 2,5% para o ano que vem. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), principal indicador da inflação, foi fixado em 3,5%. Já a taxa básica de juros, a Selic, foi projetada em 4,74%, e a taxa de câmbio média do dólar em R$ 5,15.

Salário mínimo - Em relação ao salário mínimo, o projeto prevê que, para o ano que vem, o valor passará para R$ 1.147, com correção monetária do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Para ser confirmado, o aumento do salário mínimo precisa ser aprovado pelo Congresso no PLOA. E o valor efetivo ainda será fixado por meio de medida provisória considerando o valor efetivo apurado pelo INPC no ano que vem.

O que é a LDO - A Lei de Diretrizes Orçamentárias indica as políticas públicas e respectivas prioridades para o exercício seguinte, no caso 2022. Ela define as metas e prioridades da administração pública federal, incluindo as despesas para o exercício subsequente, orientando a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA) do ano seguinte. O Poder Executivo envia o texto ao Congresso Nacional, que deve discuti-lo e votá-lo.

Definições - Entre as definições estão a meta fiscal, os programas prioritários e o valor do salário mínimo. Além disso, o texto pode autorizar o aumento das despesas com pessoal, regulamentar as transferências a entes públicos e privados, disciplinar o equilíbrio entre as receitas e as despesas e indicar prioridades para os financiamentos pelos bancos públicos, entre outras. É com base nessas diretrizes da LDO que o Poder Executivo apresenta o orçamento de 2022 para a União, que deve ser enviado até o próximo dia 31 de agosto. (Agência Brasil)

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CÂMBIO: Dólar fecha estável e bolsa cai em meio a riscos domésticos

cambio 24 08 2021Em um dia de alívio nos mercados externos, o risco doméstico anulou a queda do dólar e fez a moeda norte-americana fechar estável. A bolsa iniciou o dia em alta, mas fechou em queda após duas valorizações seguidas.

Cotação - O dólar comercial encerrou a segunda-feira (23/08) vendido a R$ 5,382, com recuo de apenas 0,05%. Nos primeiros minutos de negociação, a cotação chegou a cair para R$ 5,34, mas inverteu o movimento e chegou a R$ 5,40 na máxima do dia, por volta das 12h30. Ao longo da tarde, a divisa alternou altas e baixas, até fechar próxima da estabilidade.

Alta acumulada - A moeda norte-americana acumula alta de 3,3% em agosto. Em 2021, a valorização chega a 3,72%.

Ações - No mercado de ações, o dia também foi marcado por incertezas. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 117.472 pontos, com recuo de 0,49%. O indicador está no terceiro menor nível no mês, perdendo apenas para quarta e quinta-feira passadas (18 e 19/08). Apenas em agosto, o índice acumula queda de 3,55%.

Exterior - No exterior, a notícia de que a China não registrou casos de transmissão local de covid-19 pela primeira vez desde julho animou os mercados. O preço de diversas commodities (bens primários com cotação internacional) recuperou-se da queda dos últimos dias.

Fatores domésticos - Apesar do otimismo no mercado externo, que derrubou o dólar em quase todo o planeta, a moeda norte-americana encerrou na estabilidade motivada por fatores domésticos: a possibilidade de que as tensões políticas se reflitam na aprovação de medidas que reduzam a arrecadação e furem o teto de gastos interferiu nas negociações.

PEC - A proposta de emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios cria um fundo formado com receitas de privatização, de venda de imóveis e do pré-sal que podem financiar despesas do futuro programa Auxílio Brasil fora do teto de gastos. Sem acordo na Câmara dos Deputados, o projeto de lei que reforma o Imposto de Renda pode resultar em perda de arrecadação para a União e com o aumento de gastos, com medidas compensatórias para estados e municípios. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

FOTO: Thomas Breher / Pixabay

 

LEGISLATIVO: Setor produtivo diz que reforma é urgente mas teme aumento da carga tributária

legislativo 24 08 2021Representantes dos setores da indústria, comércio, agricultura, pecuária e transportes afirmaram nesta segunda-feira (23/08) que o país precisa ter uma reforma tributária ampla, que torne o sistema menos burocrático e mais simples e barato, sem aumento da carga tributária. O debate ocorreu em sessão temática semipresencial do Senado destinada a debater a PEC 110/2019 — proposta de emenda à Constituição que trata da reforma do sistema tributário nacional. 

Condução - A sessão foi conduzida pelo relator, o senador Roberto Rocha (PSDB-MA), que registrou que esta era a penúltima das quatro sessões de debate temático pedidas por ele. O parlamentar disse que os encontros estão servindo para tornar o tema mais próximo dos demais senadores e de suas assessorias, “de forma a possibilitar que haja a apreciação da PEC 110 no Senado Federal”.

Relatório - “Ao longo de 2019 e 2020, foram realizadas centenas de audiências públicas para conhecer posicionamentos e colher contribuições da sociedade no âmbito da Comissão Mista da Reforma Tributária. Até o momento 146 emendas à PEC 110 já foram apresentadas e analisadas. Esta semana apresentarei o meu relatório [à Comissão de Constituição e Justiça], compartilhando com todos a responsabilidade de aprovar uma reforma realmente capaz de impulsionar o desenvolvimento social e econômico do Brasil”, prometeu Roberto Rocha.

Desejável mas não possível - O senador acrescentou que, embora desejável, “a redução da pesada carga tributária não será possível neste primeiro momento”. “Entretanto, esperamos, com esta reforma, reduzir o custo de produção; aumentar a competitividade; gerar mais empregos; aumentar o poder de consumo dos trabalhadores e, assim, promover o retorno ao círculo virtuoso de crescimento da economia”, afirmou Roberto Rocha.

Agricultura e pecuária - Primeiro convidado a falar, Roberto Brant, da Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA), reconheceu que a reforma não conseguirá diminuir a carga tributária brasileira, mas disse que as mudanças serão muitas e que suas efetividades não são garantidas. 

Efeito - “A carga tributária brasileira é elevada, se nós formos nos comparar com outros países emergentes. No entanto, apesar de ser elevada, ela não tem sido suficiente para cobrir todos os custos do financiamento do Estado brasileiro. (...) Nós reconhecemos que nenhuma reforma pode reduzir a carga tributária brasileira. Agora, o efeito de qualquer mudança tributária de grande porte é de deslocar a carga tributária entre os setores econômicos e entre os grupos sociais. A nossa apreensão deriva exatamente da impossibilidade de a gente conhecer antecipadamente quais são os efeitos concretos dessas mudanças em cada uma das numerosas cadeias que compõem cada um dos nossos setores”, afirmou Roberto Brant.

Pior defeito - Para ele, um dos piores defeitos do atual sistema tributário brasileiro é “o seu potencial de litigiosidade, a insegurança permanente que cerca os contribuintes”. Brant apoiou a ideia de a reforma ter dois IVAs (impostos sobre valor agregado): um reunindo impostos federais e outro com tributos estaduais e municipais — seria o “IVA dual”. De acordo com os participantes do debate, essa proposta conta com apoio do governo federal. Brant acrescentou temer que os setores agropecuário e de serviços, os que mais crescem atualmente, acabem pagando mais caro com a reforma.

Contraproducente - “Para manter ou para aumentar a arrecadação dos entes federativos, você opta por tributar aqueles setores que foram melhores. Acontece que isso pode ser totalmente contraproducente, porque, se você agrava o funcionamento desses setores, você pode limitar a sua expansão, limitar o seu dinamismo, e o resultado final vai ser menos crescimento econômico, uma economia muito menor e, portanto, uma arrecadação muito menor”, opinou o representante da CNA.

Indústria - Robson Braga de Andrade, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), afirmou que a reforma tributária precisa ter equilíbrio para não piorar o ambiente de negócios de nenhum setor produtivo e  promover o crescimento sustentável da economia, gerando emprego e renda.

Carga elevadíssima - Segundo ele, a indústria brasileira (inclusive a agroindústria) tem uma “carga tributária elevadíssima”, contribuindo com mais de 30% da arrecadação do governo federal e com mais de 40% da arrecadação de estados. Robson de Andrade também afirmou que o setor industrial corresponde a 21% do Produto Interno Bruto (PIB). “Queremos uma reforma moderna, completa e ampla, que acabe com a complexidade do sistema tributário”, afirmou o representante da CNI.

Maior crescimento - Por sua vez, Mário Sérgio Carraro Telles, gerente de política econômica da CNI, afirmou que a reforma tributária vai garantir maior crescimento econômico para o Brasil. Ele também apoiou “IVA dual”. “A reforma tributária é a reforma essencial. Adiar a reforma é condenar as pessoas à pobreza”, afirmou Mário Sérgio, ao defender que a reforma tem capacidade de aumentar a renda de todos os brasileiros.

Competitividade - Ele disse que, ao diminuir a tributação sobre o consumo, a reforma tributária poderá fazer com que o país recupere sua capacidade de competir com os produtos importados. Para ele, investimentos e exportações precisam ser desonerados. “Está agora nas mãos do Senado Federal a possibilidade de avançar com essa reforma. Finalmente, depois de 30 anos de discussões, é possível aprovar uma reforma tributária”, afirmou o gerente da CNI.

Comércio - Gilberto Alvarenga, representante da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), afirmou que as diferentes alíquotas de impostos nos estados tornam a gestão das empresas difícil e dispendiosa. Ele afirmou que o setor de comércio não aguenta qualquer tipo de aumento na carga tributária.  

Empregos - De acordo com Gilberto Alvarenga, o setor de comércio emprega 70% dos trabalhadores brasileiros e um aumento da carga tributária, mesmo que pequeno, pode gerar significativa diminuição de empregos. Para ele, uma das obrigações da reforma tem que ser diminuir a alta judicialização das questões tributárias, já que “a complexidade e incerteza” do sistema tributário acaba impactando nos preços oferecidos aos consumidores. “Acredito que a complexidade e o número de tributos é o grande óbice e o grande ponto de dificuldade e, também, a distribuição dessa carga majoritariamente sobre o setor de consumo, tributos sobre o consumo”, disse Gilberto. 

Transporte - Vander Francisco Costa, presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), ressaltou a necessidade de desburocratização do sistema tributário. De acordo com ele, apenas a simplificação já vai baratear os custos dos transportes. Ele também defendeu que as possibilidades de judicialização de questões tributárias precisam diminuir. “A CNT também apoia a reforma tributária. É uma das reformas mais importantes para o Brasil e ela tem que vir para poder tentar a manutenção da carga tributária. Já que, neste momento, o Orçamento do Brasil não permite uma redução, então vamos procurar beneficiar os contribuintes com a desburocratização”, afirmou Vander Costa. 

Tem que sair - Também participou do debate o senador Izalci Lucas (PSDB-DF). Para ele, a reforma tributária tem que sair com ou sem o apoio do governo federal. “Então vamos votar essa matéria, independentemente de o governo querer ou não, porque eu senti que o governo não quer a reforma, o governo quer continuar do jeito que está. Não dá para aumentar os impostos como ele está pretendendo, não adianta. Você tem de simplificar”, disse Izalci.

PEC 110/2019 - A PEC 110/2019 tem como primeiro signatário o ex-presidente do Senado Davi Alcolumbre (DEM-AP), que usou contribuições da Comissão Mista da Reforma Tributária formada em 2019 no Congresso Nacional. A intenção é buscar formas de unificação de tributos e simplificação de cobrança.

Propostas - O Congresso tem discutido duas Propostas de Emenda à Constituição (PECs): a PEC 45/2019, que começou a tramitar na Câmara, e a PEC 110/2019, que foi apresentada no Senado. A principal convergência entre elas é a extinção de tributos que incidem sobre bens e serviços. A terceira matéria é o PL 3.887/2020, de iniciativa do Executivo, que institui a Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços (CBS). (Agência Senado)

FOTO: Leopoldo Silva / Agência Senado

 

SAÚDE I: Brasil registra 574,8 mil mortes e 20,5 milhões de casos

O Brasil registra 574.848 vidas perdidas em razão da pandemia do novo coronavírus (covid-19). Nas últimas 24 horas, foram registradas pelas autoridades de saúde 321 novas mortes. No domingo (22/08), o painel de informações da pandemia registrava 574.527 óbitos.

Investigação - Ainda há 3.583 mortes em investigação, pelo fato de haver casos em que o diagnóstico depende de resultados de exames concluídos apenas após o paciente já ter morrido.

Infectadas - O total de pessoas infectadas pelo coronavírus desde o início da pandemia chega a 20.583.994. Entre domingo e segunda-feira (22 e 23/08), as secretarias de saúde confirmaram 13.103 novos diagnósticos positivos. No domingo (22/08), o sistema de dados da pandemia contabilizava 20.570.891 casos acumulados.

Acompanhamento - Ainda há 529.199 casos em acompanhamento. O nome é dado para pessoas cuja condição de saúde é observada por equipes de saúde e que ainda podem evoluir para diferentes quadros, inclusive graves.

Recuperadas - O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 subiu para 19.479.947.

Atualização diária - As informações estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite desta segunda-feira (23/08). O balanço reúne levantamentos feitos pelas secretarias de Saúde dos estados sobre casos e mortes.

Dados - Os dados em geral são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação do sistema pelas secretarias estaduais. Já às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pela regularização dos registros acumulados durante o fim de semana.

Estados - No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (144.243), Rio de Janeiro (61.403), Minas Gerais (52.508), Paraná (36.020) e Rio Grande do Sul (33.964). Na parte de baixo da lista estão Acre (1.811), Roraima (1.928), Amapá (1.948), Tocantins (3.655) e Sergipe (5.970).

Vacinação - Até o início da noite desta segunda, o painel de vacinação do Ministério da Saúde havia recebido poucos dados sobre novas vacinações. Conforme os resultados acumulados do início da noite desta segunda-feira, o número de doses aplicadas estava em 178,5 milhões, sendo 123,2 milhões da primeira dose e 55,2 milhões da segunda dose.

Distribuição - De acordo com o painel de vacinação, foram distribuídas 215,2 milhões de doses. (Agência Brasil)

 

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SAÚDE II: Sesa confirma mais 1.676 casos e 57 mortes pela Covid-19

saude II 24 08 2021A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou nesta segunda-feira (23/08) mais 1.676 casos e 57 mortes pela Covid-19 no Paraná. Números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas. Há ajustes ao final do texto. Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 1.437.358 casos confirmados e 36.804 mortes em decorrência da doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de janeiro (52), fevereiro (72), março (183), abril (97), maio (174), junho (36), julho (11) e agosto (1.041) de 2021, e dos seguintes meses de 2020: novembro (4) e dezembro (6).

Internados - 1.066 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados. São 745 em leitos SUS (432 em UTI e 313 em leitos clínicos/enfermaria) e 321 em leitos da rede particular (148 em UTI e 173 em leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 1.614 pacientes internados, 772 em leitos UTI e 842 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos da doença.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 57 pacientes. São 21 mulheres e 36 homens, com idades que variam de 18 a 92 anos. Os óbitos ocorreram de 16 de fevereiro a 23 de agosto de 2021.

Municípios - Os pacientes que morreram residiam em Curitiba (31), Ponta Grossa (3), Palotina (3), São José dos Pinhais (2), Nova Aurora (2) e Cascavel (2).

Uma morte - O boletim registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Vitorino, Telêmaco Borba, Piên, Pitangueiras, Pato Branco, Laranjeiras do Sul, Jataizinho, Ibiporã, Francisco Beltrão, Dois Vizinhos, Cianorte, Castro, Cambé e Cafelândia.

Fora do Paraná - O monitoramento registra 6.677 casos de não residentes no Estado – 216 pessoas morreram.

Ajustes - Relatório de correções de municípios. São 12 casos corrigidos:

- 11 casos de residentes alterados entre municípios do Paraná.

- 1 caso de residente do Paraná alterado para fora do Estado.

Um caso confirmado (F,24) de Curitiba foi corrigido para o município de Fazenda Rio Grande.]

Um caso confirmado (F,33) de Curitiba foi corrigido para o município de Guaraqueçaba.

Um caso confirmado (M,25) de Curitiba foi corrigido para o município de Guaraqueçaba.

Um caso confirmado (M,21) de Sertanópolis foi corrigido para o município de Londrina.

Um caso confirmado (M,39) de Curitiba foi corrigido para o município de Almirante Tamandaré.

Um caso confirmado (M,78) de Curitiba foi corrigido para o município de Foz do Iguaçu.

Um caso confirmado (F,31) de Curitiba foi corrigido para o município de Pinhais.

Um caso confirmado (F,57) de São José dos Pinhais foi corrigido para o município de São Paulo/SP.

Um caso confirmado (F,38) de Fernandes Pinheiro foi corrigido para o município de Irati.

Um caso confirmado (F,23) de Floraí foi corrigido para o município de Presidente Castelo Branco.

Um caso confirmado (M,39) de Mandirituba foi corrigido para o município de Quitandinha.

Um caso confirmado (M,30) de Reserva foi corrigido para o município de Telêmaco Borba.

(Agência de Notícias do Paraná)

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SAÚDE III: Paraná ultrapassa marca de 10 milhões de doses aplicadas contra a Covid-19

saude vacina 24 08 2021O Paraná alcançou nesta terça-feira (24/08) uma nova marca na campanha de vacinação contra a Covid-19 ao ultrapassar 10 milhões de doses aplicadas. Até o momento, 7.017.431 pessoas foram imunizadas com a primeira dose (D1) e 2.985.049 com as duas (D2) ou o imunizante de dose única (DU), completando a cobertura imunológica. Em números absolutos, já chegaram aos braços dos paranaenses 10.002.480 vacinas. Os números são do Vacinômetro nacional, ferramenta disponibilizada e atualizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Marca expressiva - “Mais uma marca expressiva que o Paraná alcança. São mais de 10 milhões de aplicações, algo muito relevante. Isso vai fazer com que a luz no fim do túnel, o caminho para o fim da pandemia, fique cada vez mais próximo. Mas não podemos esmorecer. O momento, em razão das diferentes variantes do vírus, pede foco nas medidas sanitárias, como o distanciamento social, e, claro, vacina, vacina e mais vacina”, afirmou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

Primeira dose ou única - O painel revela também que 7.332.878 moradores do Estado tomaram a D1 ou a dose única (DU). Ou seja, 84% do público-alvo (8.720.953), formado por pessoas com 18 anos ou mais, receberam ao menos uma dose – a meta do Governo do Estado é chegar a 100% desta faixa etária até o fim de setembro.

Imunização completa - Além disso, 2.985.049 pessoas, ou 34,22% do público adulto, já completaram a imunização. “É importante ficar atento aos calendários dos municípios e também não perder a data de aplicação da segunda dose. É preciso fechar esse escudo imunológico para reduzir a multiplicação do vírus e salvar mais vidas”, comentou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Grupos- O vacinômetro do Sistema Único de Saúde (SUS) mostra que a imunização completa já atinge quase a totalidade da população de alguns grupos e faixas etárias. Entre eles estão os trabalhadores da saúde (100%); as pessoas na faixa dos 70 aos 74 anos (99,72%); dos 65 aos 69 anos (99,59%); dos 75 aos 79 anos (99,39%); com mais de 80 anos (92,92%); pessoas com idades entre 60 e 64 anos (89,56%) e indígenas (85,95%).

Municípios - Os municípios que mais aplicaram vacinas na população, em quantidade absoluta de doses, foram Curitiba (1.762.817); Londrina (491.891); Maringá (440.967); Cascavel (280.543); Ponta Grossa (263.101); São José dos Pinhais (244.674); Foz do Iguaçu (243.356); Colombo (194.698); Paranaguá (154.152) e Guarapuava (131.440).

Entregues - Ainda segundo o vacinômetro do SUS, o Ministério da Saúde destinou ao Paraná 12.432.420 doses de imunizantes, sendo que 11.359.690 já foram entregues e 1.072.730 estão em processo de distribuição. Logo que chegam ao Estado, as vacinas são recebidas e divididas no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), para serem encaminhadas rapidamente aos municípios sedes das 22 Regionais de Saúde.(Agência de Notícias do Paraná) 

FOTO: Jose Fernando Ogura /AEN

 

SAÚDE IV: Estado recebe mais 232.250 vacinas contra a Covid-19; lote completa remessa de 435.290 doses

saude III 24 08 2021Um novo lote de 232.250 doses do imunizante Covishield, produzido na parceria AstraZeneca/Oxford/Fiocruz, chegou ao Paraná na noite desta segunda-feira (23/08). As vacinas integram uma remessa de 435.290 novas doses enviadas pelo Ministério da Saúde. Além da Covishield, compõem o montante 107.640 vacinas da Pfizer e 95.400 da Coronavac enviadas ao Estado no domingo (22/08).

Chegada - Os imunizantes da AstraZeneca aterrissaram por volta das 20 horas no Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba. De lá, foram transportados até o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), na Capital, para conferência e logística de envio às Regionais de Saúde.

Segunda dose - Todas as vacinas da AstraZeneca encaminhadas serão utilizadas na segunda dose de pessoas que já iniciaram seu ciclo vacinal. A remessa compõe a 42ª pauta de distribuição do Ministério da Saúde, que distribuiu 7.992.868 doses contra a Covid-19 para todos os estados brasileiros.

Distribuição - As demais doses do lote já foram distribuídas nesta segunda-feira. As vacinas da Pfizer foram divididas entre D1 e D2, sendo 63.180 para primeira dose do público geral de 18 a 59 anos e 33.895 para segunda dose, além de 10% para reserva técnica. Já as doses da Coronavac foram divididas igualmente entre D1 e D2 para a população em geral.

Mais - Além delas, a Secretaria da Saúde também distribuiu 103.100 segundas doses de Coronavac que estavam armazenadas no Cemepar.

Vacinação - O Paraná aplicou, até esta segunda-feira (23/08), um total de 9.938.716 vacinas contra a Covid-19. Destas, foram 6.979.986 primeiras doses, 2.643.466 segundas doses e 315.264 doses únicas. 83,65% da população recebeu pelo menos uma dose (D1 ou DU), e 33,93% já está completamente vacinada. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Américo Antonio / Sesa

 


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