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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5143 | 26 de Agosto de 2021

CICLO 2021/2022: Conab realiza evento on-line sobre perspectivas da agropecuária para a safra

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realizou, na manhã desta quinta-feira (26/08), evento sobre as Perspectivas para a Agropecuária na Safra 2021/22 – Edição Grãos, que contou a participação da ministra da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa), Tereza Cristina, do presidente da Conab, Guilherme Ribeiro, e do diretor de Política Agrícola e Informações da Companhia, Sergio De Zen. O evento foi acompanhado pelo presidente do Sistema Ocepar, José Riberto Ricken.

Mesa redonda - Durante a live foram realizadas análises sobre as tendências de mercado para as culturas de algodão, arroz, feijão, milho e soja produzidas no país. O evento foi aberto a todo o público interessado, como produtores, estudantes, jornalistas, consumidores e sociedade em geral. O webinar contou ainda com uma mesa redonda, com a participações do secretário de Política Agrícola do Mapa, Guilherme Bastos, do presidente da Agroconsult, André Pessoa, do gerente de Consultoria Agro do Itaú BBA, Guilherme Belotti, e do diretor técnico da CNA, Bruno B. Lucchi.

Palestras - O encontro abordou também questões econômicas relacionadas ao PIB agropecuário, com a participação do diretor de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), José Ronaldo Souza Júnior. Houve ainda a apresentação de palestras sobre as perspectivas climáticas e a modelagem da previsão de área e produtividade, com o diretor do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Miguel Ivan Lacerda, e o diretor e professor titular na Esalq/USP, Durval Dourado Neto, respectivamente.

Mapa - Ao abrir o evento, a ministra Tereza Cristina lembrou que o plantio da próxima safra de verão inicia efetivamente em todo o Brasil agora em setembro. “Neste ano temos este evento especial, com uma programação mais interativa com representantes do governo e do setor privado, para discutirmos os caminhos que deveremos trilhar para uma excelente safra. Precisamos ampliar este leque de culturas, para que possamos ter mais produtor avaliados pela nossa Conab. Temos aqui hoje mais de 90% da produção de grãos. Precisamos ter cada vez mais modelos aprimorados, focando nos médios e pequenos produtores. Conhecer os números que temos na atualidade, seja em estoques no mercado interno e externo. Entender as demandas que temos. No agro, o Brasil está integrado nos mercados globais. Estamos a caminho das 300 milhões de toneladas colhidas, se Deus quiser ainda neste governo”, destacou. A ministra ainda lembrou que durante o evento será lançado o Agromet. “Hoje temos a satisfação numa parceria com a Conab, Mapa e o Inmet, de lançar o AgroMet, onde o produtor poderá acompanhar as previsões, em tempo real, no celular. Com mais esta ferramenta tecnológica, o governo oportuniza que os produtores possam tomar suas decisões de forma mais rápida e assertiva”, frisou.

Estudo - As Perspectivas para a Agropecuária são apresentadas anualmente pela Conab e representam a primeira expectativa oficial sobre área plantada, produção, preços, exportações e consumo para a próxima safra, nesse caso, a de 2021/22. “Esses estudos feitos pela Companhia, envolvendo desde a equipe de campo, área de geração de dados e equipe de análise de mercado, são ainda mais relevantes neste ano, quando todos os agentes da cadeia produtiva agropecuária estão voltados para o cenário de preços altos e quadro de oferta e demanda ajustado”, ressalta o diretor Sergio De Zen.

Presenças - Participam ainda do evento pela Conab, os gerentes de Fibras e Alimentos Básicos, Bruno Nogueira, de Produtos Agropecuários, Fernando Motta, e de Inteligência, Análise Econômica e Projetos Especiais, Sérgio Roberto dos Santos, além de Allan Silveira dos Santos, superintendente de Inteligência e Gestão da Oferta da Conab. O webinar está disponível pelo canal da Conab no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=Z5qnNr_GwDg.

FOTOS: Guilherme Martimon (Mapa) / Reprodução

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CNCOOP: Diretoria debate panorama da contribuição 2021

cncoop 26 08 2021A sustentabilidade do Sistema Sindical Cooperativista e o contexto da representação sindical das cooperativas foram debatidos na terceira reunião ordinária da diretoria da Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop). A reunião virtual ocorreu na terça-feira (24/08) e contou com a presença dos diretores Ronaldo Scucato (Fecoop/Sulene), Celso Régis (Fecoop CO/TO), André Pacelli (Fecoop/NE) e Nelson Costa (Fecoopar) e, como convidado, José Merched (Fecoop/Norte).

Panorama geral - Foi apresentado o panorama geral da cobrança e da arrecadação da contribuição confederativa 2021. Vale destacar que essa contribuição foi instituída em 2018 para intensificar a integração e o fortalecimento dos sindicatos e das federações da base da CNCoop.

Coordenação - Segundo presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, é importante que a CNCoop coordene o estudo e o aprimoramento das melhores formas de otimização de receitas e de saúde financeira do sistema sindical cooperativista. “É essencial que, no sistema sindical cooperativista, boas práticas sejam adotadas para que a contribuição confederativa se converta em serviços especializados e em assistência qualificada para as nossas coops em suas relações trabalhistas e sindicais”, avalia.

Presenças - A reunião virtual também contou com a presença do superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, da gerente geral da OCB, Tânia Zanella, da gerente geral do Sescoop, Karla Oliveira, e do corpo técnico da Gerência Sindical da Confederação. (OCB)

 

SISTEMA OCB: Live aborda estratégias de mercado para o agro

sistema ocb 26 08 2021O comportamento de consumo de alimentos mudou! E quais são os impactos nos negócios agro? A resposta para esta pergunta foi o tema da segunda live da série Estratégia e Inovação no Cooperativismo, com Marcos Fava Neves, realizada nesta quarta-feira (25/08), pelo canal do Sistema OCB, no Youtube.

Convidados especiais - O evento contou com a participação do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, e dois convidados especiais: do presidente da Subway, no Brasil, Philippe de Grivel, e do diretor da Minerva, Francisco Assis.

Foco - O apresentador explicou que o objetivo desse segundo debate é focar no que está acontecendo no mundo e que vai alterando o perfil do e, ainda, como essas mudanças podem ser traduzidas em estratégia de mercado.

Preparação - Já o presidente do Sistema OCB explicou que a série de lives tem o propósito de preparar cada vez mais os líderes das cooperativas para esses desafios que batem à porta todos os dias.

Conhecimento - Philippe de Grivel, por sua vez, compartilhou um pouco do conhecimento sobre os consumidores da marca global de restaurantes, que já soma mais de 40 mil unidades no mundo (1,7 mil aqui no Brasil). “Nossa conexão com o agro é muito forte, pois o nosso produto é comida, vegetais, grãos, frutas e carnes. Para nós, ter o agronegócio saudável e sustentável é um ponto crítico para o nosso sucesso. Sem ele, a gente não sobrevive”, destacou.

Movimento do consumidor - O diretor da Minerva, Francisco Minerva, discorreu sobre como a marca está vendo o movimento do consumidor e sua atuação no sentido de manter e ampliar mercados, com base em estratégias de dados, digitalização e sustentabilidade.

Assista - Para rever ou assistir a live, basta clicar aqui. (OCB)

 

ACI: Pesquisas brasileiras serão apresentadas em Conferência Mundial

aci 26 08 2021Quando o assunto é a produção científica sobre temas que envolvem o dia a dia das cooperativas, os brasileiros fazem muito bem o dever de casa. Um exemplo disso é que dos 181 artigos a serem apresentados durante a Conferência Mundial de Pesquisa em Cooperativismo, 19 são verde-e-amarelo.

Formato híbrido - Neste ano, a Conferência será realizada em formato híbrido, entre os dias 28 e 30 de novembro, em Seul, na Coreia do Sul. A organização fica a cargo do Comitê de Pesquisa em Cooperativismo da Aliança Cooperativa Internacional (CCR) – instância da ACI responsável pela cooperação com o setor acadêmico e tem como membros pesquisadores de trinta países.

Congresso Mundial - Vale dizer que o evento antecede o 33º Congresso Mundial do Cooperativismo, que será realizado também em formato híbrido, em parceria com as organizações cooperativistas coreanas.

Maior participação - Segundo o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, essa é a maior participação já registrada do cooperativismo brasileiro na conferência da ACI que, neste ano, tem o seguinte tema: Aprofundando nossa Identidade Cooperativa.

Autores - Também é importante ressaltar que os colaboradores do Sistema OCB foram os autores da maioria dos artigos selecionados. Do total, 4 são de autoria de pesquisadores da unidade nacional da OCB; quatro, do Sistema Ocemg; um, do Sistema OCB/MT; e, um, do Sistema OCB/MS.

Campo vasto para a pesquisa - “Quando a gente vê um resultado como esse, no qual temos o Brasil despontando com um dos maiores pesquisadores em cooperativismo do mundo, temos a certeza de que a união entre teoria e prática vale a pena. De um lado temos a validação do que as cooperativas fazem e, do outro, a constatação de que a rotina de uma cooperativa é um campo vasto para a pesquisa acadêmica”, ressalta Renato Nobile.

Outras instituições - Além disso, é essencial destacar que pesquisadores vinculados à Escoop, à Universidade Federal de Viçosa, à PUCPR, à UFSC, à Unesc e à UFRA também tiveram artigos aprovados. E, ainda, representantes do Sicoob e do Sicredi completam o time que apresentará os trabalhos sobre o cooperativismo brasileiro.

Quer saber mais? - Os estudos produzidos no Brasil serão disponibilizados em inglês e espanhol pela Aliança Cooperativa Internacional no mês de dezembro deste ano. Para obter mais informações sobre a Conferência acesse o site oficial do evento: https://ccr.ica.coop/en/events/ica-cooperative-research-conference-cooperative-identity. (OCB)

 

SICREDI: Destaque no ranking Top 100 Open Corps 2021

sicredi 26 08 2021O Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de cinco milhões de associados, teve destaque pelo segundo ano consecutivo no Top 100 Open Corps 2021, levantamento anual da 100 Open Startups que mapeia e reconhece as corporações mais abertas à inovação no Brasil. O reconhecimento está alinhado com a estratégia da instituição, que sempre apostou no poder da relação de cooperação para apoiar o desenvolvimento das regiões onde está presente e acredita na conexão com startups para promover inovações que gerem valor aos associados – o centro da operação - e à sociedade.

Inovação - “Temos tradição em inovar e nosso modelo de negócio regional impulsiona a colaboração. Procuramos soluções que permitam expandir a nossa essência e solucionar desafios. Com esse pensamento, buscamos apoio de startups para gerar valor para o associado que está sempre no centro das nossas entregas, seja em ações corporativas, seja em ações das nossas cooperativas. A pandemia se apresentou como mais um desafio, mas novamente o Sicredi encontrou novas perspectivas com iniciativas empreendedoras e tecnológicas. Ficamos muito felizes com esse reconhecimento ao Sicredi e com a sensação de que estamos no caminho certo: fortalecer as parcerias para entregar maior valor aos nossos associados”, afirma o diretor executivo de Administração do Sicredi, Cesar Gioda Bochi.

Iniciativas - Hoje, o Sicredi conta com várias iniciativas para ampliar conexões com startups conduzidas pelas cooperativas filiadas. Corporativamente, o programa Inovar Juntos, que estimula o desenvolvimento de soluções aos projetos da empresa voltados a proporcionar benefícios para colaboradores e associados da instituição e agreguem valor aos seus negócios, e a presença e parceria com o Agtech Garage, um dos maiores hubs de inovação da América Latina, voltado à conexão de empresas e startups para o Agro.

Relacionamentos declarados - Segundo o levantamento da 100 Open Startups, o número de relacionamentos declarados entre empresas e startups passou de 13.433, em 2020, para 26.348, em 2021, um aumento de 96%. Em relação às corporações que tiveram contratos de open innovation com startups, o crescimento foi de 69%, enquanto o número de startups que se relacionaram com corporações subiu de 1.310, em 2020, para 2.344, em 2021, um salto de 79%.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 24 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

FOTO: Startup Stock Photos / Pixabay

 

SICREDI UNIÃO PR/SP: Gincana do Bem impacta mais de 83 mil pessoas

sicredi uniao 26 08 2021Depois de quatro meses de engajamento e muita dedicação, a campanha #Coop tá on foi finalizada neste mês de agosto, contabilizando mais de 83 mil pessoas atendidas por 202 instituições nas quatro regiões de atuação da Sicredi União PR/SP – Norte e Noroeste do Paraná, Leste e Centro-Leste Paulista.

Dia C - A campanha – ou “Gincana do Bem” – nasceu dentro da agenda de atividades do Dia de Cooperar – Dia C – e se estendeu por quatro meses – de 10 de maio a 13 de agosto, e teve forte apoio do programa “Você Pode”, de voluntariado da cooperativa, envolvendo 1.300 colaboradores das 111 agências.

Total arredado - Foram arrecadados 36 toneladas de alimentos; 5,3 mil cobertores; 50 mil peças de roupas e agasalhos; mais de 6,5 mil itens de limpeza e higiene pessoal; e, com o incentivo da campanha, foram realizadas cerca de 500 doações de sangue.

Regional Norte - Só na Regional Norte, com sede em Londrina (PR) e atendimento a outras 10 cidades, foram arrecadados 1.961 quilos de alimentos, 1.232 cobertores, 16.393 peças de agasalhos; 1.316 itens de higiene, realizadas 57 doações de sangue e realizadas outras, como arrecadação e doação de livros, que totalizaram 133 ações.

Pontos - Cada tipo de doação recebeu um número de pontos, que foi contabilizado e disponibilizado online para os colaboradores, num ‘game do bem’.

Vale-solidário - Em vez de medalhas ou troféus, a agência vencedora de cada regional ganhou um vale-solidário que foi concedido pela cooperativa e revertido à comunidade em donativos. Para incentivar o comércio local, a aquisição foi feita em lojas da cidade. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

UNIPRIME: Mais rentabilidade na hora de aplicar com segurança

uniprime 26 08 2021Para garantir ainda mais retorno ao investir na Uniprime, a cooperativa aumentou a remuneração das aplicações em RDC (Recibo de Depósito Cooperativo) e LCI (Letra de Crédito Imobiliário). “Neste momento da economia, decidimos acompanhar o mercado financeiro e revisar as taxas para alguns investimentos, beneficiando ainda mais nossos cooperados e reconhecendo sua fidelidade à cooperativa”, afirma Antonio Hernandes, Diretor Superintendente da Uniprime.

Adicional - Além da remuneração direta, os investimentos são passíveis de remuneração adicional provenientes da distribuição de sobras anuais, aumentando os ganhos para os cooperados. Vale lembrar também que as aplicações em RDC e em LCI possuem liquidez diária após o período de carência, e que são protegidas pelo FGCoop (Fundo Garantidor). No caso da LCI, o cooperado ainda conta com isenção de Imposto de Renda para Pessoal Física.

Mais - Para saber mais sobre estes e outros produtos de investimentos, fale com seu Gerente Uniprime. (Imprensa Uniprime)

 

UNIMED: Central Nacional celebra 23 anos de história

unimed 26 08 2021Potência na saúde suplementar desde sua fundação, realizada junto com a regulamentação dos planos de saúde em 1998, em um movimento histórico que visava regularizar a comercialização de assistência médica empresarial com abrangência nacional, a Central Nacional Unimed celebra, em agosto, os seus 23 anos de história. Atendendo pequenas, médias (em algumas cidades do país) e grandes corporações nacionais e multinacionais alocadas pelo País, a maior cooperativa dentre as 338 associadas ao Sistema Unimed comemora o aniversário com um recorde na carteira de clientes, que se aproxima de 2 milhões de vidas.

Avanço - Em uma jornada de sucesso, que ao longo dos anos aliou eficiência, inovação e qualidade aos beneficiários, a CNU avança 2021 com uma nova diretoria, eleita há cinco meses e liderada pelo médico e especialista em pneumologia, Luiz Paulo Tostes Coimbra, que acumula 40 anos de carreira na saúde e 20 anos de atuação como executivo do Sistema Unimed, no comando da Unimed Volta Redonda. Além de um projeto robusto de trabalho, que foca em alavancar a operação, gerar economia e prover mais eficiência, a nova diretoria trabalha para lançar e modernizar produtos do portfólio da cooperativa. Essas ações estão sendo conduzidas por uma base excepcional de governança, composta Reinaldo Antônio Monteiro Barbosa, diretor Financeiro; José Augusto Ferreira, diretor de Atenção à Saúde; Walter Cherubim Bueno, diretor Comercial e Marketing; e Sarita Garcia Rocha, diretora Adm Técnico-operacional.

Fase positiva- "É uma alegria imensa poder viver os 23 anos de história da Central Nacional Unimed em uma fase positiva, moderna e nova para a empresa. Nesses meses iniciais de nossa gestão, estamos trabalhando com total empenho para fomentar a representatividade que a cooperativa nacional detém no mercado. O alcance de quase 2 milhões de vidas contabilizadas em nossa carteira de clientes simboliza um incremento de 4,6% no portfólio, comprovando o nosso compromisso com o crescimento. Esperamos ir muito além, levando a força do cooperativismo médico na busca eficiente por soluções que impactem de forma positiva a vida das pessoas", afirma Luiz Paulo Tostes Coimbra, presidente da CNU. Além da gestão do atendimento nacional e coordenação dos contratos de negócio com grandes corporações pelo Brasil, a empresa atua também no provimento dos planos PME em praças de sua responsabilidade pelo Brasil, sendo Salvador, Feira de Santana, Santo Antônio de Jesus, Itabuna, Ilhéus, na Bahia; São Luís, no Maranhão; Brasília; e as cidade de São Paulo e ABC paulista.

Um mês especial - A Central iniciou o mês festivo lançando uma nova identidade visual em todos os escritórios da companhia pelo Brasil. Um evento exclusivo aos colaboradores deu início a celebração ao público, que contou com uma linha do tempo composta por 23 funcionários da empresa que ingressaram na CNU ao longo de 1998 e 2021. Um concurso cultural para a produção de um jingle especial para o novo ano de atividade também está em curso e será executado pelo time interno. A festividade também se estendeu aos parceiros do Sistema Unimed, que participaram de evento especial marcado por depoimentos de clientes e palestras. "Almejamos um futuro com ainda mais sucesso, bons momentos e celebrações. Que possamos seguir honrando o propósito do Sistema Unimed 21, de promover uma real integração entre todo o Sistema Unimed e suas quatro grandes instituições nacionais: Unimed do Brasil, Central Nacional Unimed, Unimed Participações e Seguros Unimed, além da Fundação Unimed, de modo a promover um alinhamento padronizado que tenha como pilar oferecer um serviço ainda mais eficiente ao mercado, clientes e pessoas que cuidamos", afirma o presidente.

Sobre a Central Nacional Unimed - A Central Nacional Unimed é a operadora nacional dos planos de saúde empresariais da marca Unimed e sexta maior do País em número de beneficiários. Faz parte do Sistema Unimed, composto por 345 cooperativas médicas presentes em 84% do território nacional, que compartilham os valores do cooperativismo e o trabalho para valorização dos médicos e da medicina. Sua carteira é composta por mais de 1,8 milhão de clientes de grandes corporações nacionais e multinacionais, além de produtos PME e foco regional em Salvador, Feira de Santana, Santo Antônio de Jesus, Itabuna, Ilhéus, São Luís, Brasília e São Paulo. Além de operacionalizar planos de saúde nessas localidades, também é responsável por complementar o portfólio das singulares sócias, em linha com as macropolíticas comerciais definidas para o Sistema Unimed. Com o propósito de viabilizar a intercooperação, estabelecendo ações conjuntas com a Unimed do Brasil, Unimed Participações, Seguros Unimed e Fundação Unimed, visa fortalecer a governança sistêmica e presença institucional da marca, gerar trabalho e renda para seus cooperados e cuidar com excelência dos clientes Unimed. A Central Nacional Unimed é considerada ainda uma das melhores empresas para se trabalhar (Guia 150 Melhores Empresas para Trabalhar), para se iniciar a carreira (Guia Melhores Empresas para Começar a Carreira) e a melhor companhia de prestação de serviços de saúde em 2020 (Ranking "Melhores e Maiores"). (Imprensa Central Nacional Unimed)

 

IPEA: Instituto estima que o PIB agropecuário crescerá 1,7% em 2021 e 3,3% em 2022

ipea 26 08 2021O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou, nesta quinta-feira (26/08), durante webinar realizado em parceria com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a nova previsão do valor adicionado do setor agropecuário para este ano e para 2022. O crescimento do PIB do setor em 2021 foi revisto de 2,6% (previsão feita em junho) para 1,7%, representando o quinto ano consecutivo de crescimento do setor, o único a não apresentar redução em 2020. O ajuste nas projeções foi motivado, principalmente, pela redução nas estimativas de produtividade e produção de culturas importantes (como a do milho), devido a impactos climáticos adversos da ocorrência de um fenômeno La Niña mais severo nesta safra, e pela piora do cenário para a produção de bovinos.

Produção vegetal - No valor adicionado da produção vegetal em 2021, os pesquisadores revisaram a alta de 2,7% para 1,7%. Ainda assim, o desempenho positivo foi sustentado pelas altas nas produções de soja (+9,8%), trigo (+36,0%) e arroz (+4,1%). Isso compensou as quedas estimadas para as demais culturas: milho (-11,3%), cana-de-açúcar (-3,2%) e café (-21,0%). O rendimento do milho em 2021, em especial, foi muito prejudicado pelo atraso na colheita da soja, que retardou o plantio da segunda safra, ficando dependente de chuvas tardias que não ocorreram.

Produção animal - Na produção animal, a previsão de alta foi revista de 2,5% para 1,8%, com crescimento para todos os segmentos, com exceção da produção de bovinos, cdom queda de 1,0%. Há expectativa de desempenho positivo na produção das demais proteínas: suínos (+7,7%), frangos (+3,9%), leite (+3,1%) e ovos (+4,5%). No caso dos suínos, o bom desempenho está relacionado com o forte crescimento das exportações para a China este ano.

2022 - Já a previsão para 2022 foi realizada com base nas primeiras informações disponibilizadas pela Conab para os segmentos da produção vegetal e previsões do Grupo de Conjuntura do Ipea para a produção animal. Os pesquisadores do Ipea estimam um crescimento de 3,3% no PIB do setor, com crescimento de 3,9% na produção vegetal e de 1,8% na produção animal. De acordo com a Conab, há expectativa de manutenção do bom desempenho da produção de soja, que deverá bater novo recorde em 2022, e de boa recuperação de culturas como milho e algodão, após a forte queda projetada para este ano. Além disso, o abate de bovinos deverá, enfim, registrar recuperação após dois anos consecutivos de queda. "Esperamos uma recuperação da oferta de bovinos no ano que vem, tendo transcorrido tempo suficiente para a recomposição do rebanho após o pico em 2019", acrescentou Pedro Garcia, pesquisador associado do Ipea e um dos autores da nota.

Riscos - Os principais riscos da projeção de crescimento divulgada pelo Ipea estão relacionados aos efeitos climáticos sobre a produção vegetal e ao atraso na retomada dos abates de bovinos. Todavia, os modelos climáticos apontam um fenômeno La Niña mais brando na segunda metade do ano, com chuvas mais regulares nas culturas de verão e temperaturas mais amenas no inverno.

Estimativas - O levantamento segue sendo realizado com base nas estimativas do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e em projeções próprias para a pecuária a partir de dados da Pesquisa Trimestral do Abate de Animais, da Produção de Ovos de Galinha e Leite. Nesta edição, conta com estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para previsões de 2022. (Assessoria de Imprensa do Ipea)

Acesse a íntegra da nota

 

BC: Contas externas têm saldo negativo de US$ 1,58 bilhão em julho

bc 26 08 2021As contas externas tiveram saldo negativo de US$ 1,584 bilhão em julho, informou nesta quarta-feira (25/08) o Banco Central (BC). No mesmo mês de 2020, o déficit foi de US$ 646 milhões nas transações correntes, que são as compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda com outros países.

Diferença - De acordo com o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, a diferença no resultado na comparação interanual se deve ao crescimento das importações de bens e serviços, das despesas com lucros e dividendos (transações de empresas estrangeiras no país que remetem lucros ao exterior) e na conta de serviços. “Isso representa maior demanda doméstica por bens e serviços do exterior e mais lucratividade das empresas estrangeiras instaladas no Brasil. Todos esses fatores são consistentes com o crescimento da atividade econômica”, disse Rocha.

Déficit - Em 12 meses, encerrados em julho, houve déficit em transações correntes de US$ 20,337 bilhões, 1,30% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país), ante o saldo negativo de US$ 19,398 bilhões (1,26% do PIB) em junho de 2021 e déficit de US$ 42,760 bilhões (2,65% do PIB) no período equivalente terminado em julho de 2020.

Primeiro semestre - Já nos seis primeiros meses do ano, o déficit é de US$ 8,320 bilhões, contra saldo negativo de US$ 13,907 bilhões de janeiro a julho de 2020.

Balança comercial e de serviços - Segundo o BC, as exportações de bens totalizaram US$ 25,762 bilhões em julho, aumento de 31,9% em relação a igual mês de 2020. As importações somaram US$ 19,491 bilhões, incremento de 49,9% na comparação com julho do ano passado. Com esses resultados, a balança comercial fechou com superávit de US$ 6,271 bilhões no mês passado, ante saldo positivo de US$ 19,538 bilhões em julho de 2020.

Serviços - O déficit na conta de serviços (viagens internacionais, transporte, aluguel de equipamentos, seguros, entre outros) manteve a trajetória de retração, com saldo negativo de US$ 1,338 bilhão em julho, ante US$ 2,027 bilhões em igual mês de 2020.

Aumento - Apesar da redução, segundo Rocha, boa parte das rubricas da conta tiveram aumento, indicando maior demanda por serviços importados oferecidos por não-residentes. A exceção é em aluguel de equipamentos.

Comparação interanual - Na comparação interanual, houve redução de 48,4% nas despesas líquidas de aluguel de equipamentos, de US$ 1,181 bilhão em julho de 2020 para US$ 609 milhões em julho de 2021. De acordo com o BC, isso se deve pela nacionalização (importação) de equipamentos no âmbito do Repetro, ou seja, de bens que passam a ser propriedade de residentes no Brasil, sem a necessidade de pagamento de aluguel a não residentes.

Regime aduaneiro especial - O Repetro é o regime aduaneiro especial, que suspende a cobrança de tributos federais, de exportação e de importação de bens que se destinam às atividades de pesquisa e de lavra das jazidas de petróleo e gás natural, principalmente as plataformas de exploração.

Viagens internacionais - No caso das viagens internacionais, as receitas de estrangeiros em viagem ao Brasil chegaram a US$ 223 milhões, enquanto as despesas de brasileiros no exterior ficaram em US$ 452 milhões. Com isso, a conta de viagens fechou o mês com déficit de US$ 229 milhões, ante déficit de US$ 127 milhões em julho de 2020.

Restrições - De acordo com Rocha, esta é uma conta muito afetada pelas restrições impostas pela pandemia e pelas taxas de câmbio, mas vem se recuperando. Ainda assim, os valores estão muito abaixo do período pré-pandemia. Em julho de 2019, por exemplo, as despesas de brasileiros no exterior foram de US$ 1,3 bilhão. “Isso quer dizer que a pandemia ainda afeta de forma significativa as viagens internacionais, mas já começa, quando se olha a comparação, a haver alguma recuperação”, disse. (Agência Brasil)

 FOTO: Banco Central do Brasil

 

RECEITA FEDERAL: Arrecadação federal chega a R$ 171,27 bilhões em julho

economia 26 08 2021A União arrecadou R$ 171,270 bilhões no mês passado, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira (25/08) pela Receita Federal. Na comparação com julho do ano passado, houve um crescimento real de 35,47%, ou seja, descontada a inflação, em valores corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O valor é o maior para o mês de julho desde o início da série histórica da Receita Federal, em 1995, com correção pela inflação.

Sete primeiros meses - Nos sete primeiros meses de 2021, a arrecadação federal soma R$ 1,053 trilhão, com alta de 26,11% acima da inflação pelo IPCA, também recorde para o período acumulado. Segundo a Receita, todos os indicadores macroeconômicos que influenciam na arrecadação federal, como a produção industrial, a venda de bens e até mesmo o setor de serviços apresentaram variação positiva.

Impulso - O ministro da Economia Paulo Guedes comentou os resultados e disse que as altas expressivas na arrecadação mostram o forte impulso da economia e a previsão de um crescimento vigoroso esse ano, o que, para ele, reforça a necessidade de aprovação da reforma tributária. Os projetos estão em tramitação no Congresso Nacional.

Crescimento sustentável - “Se, por um lado, a arrecadação tem esse ritmo acelerado, por outro lado, nós gostaríamos de transformar tudo isso em um estímulo à simplificação dos impostos e melhorar a equidade, fazer os que podem mais pagar [mais], são justamente quem têm os rendimentos de capital. E transformarmos esse crescimento econômico desse ano, extraordinariamente rápido, gostaríamos que essa recuperação virasse um crescimento sustentável”, disse.

Resultado - De acordo com a Receita Federal, o resultado da arrecadação federal pode ser explicado, principalmente, pelos fatores não recorrentes (que não se repetirão em outros anos), como recolhimentos extraordinários de aproximadamente R$ 24 bilhões em Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e em Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), de janeiro a julho de 2021.

Valor - No mesmo período do ano passado, os recolhimentos extraordinários foram de R$ 2,8 bilhões. No mês, essa arrecadação foi de R$ 4 bilhões. Nos últimos meses, esses recolhimentos fora de época têm impulsionado a arrecadação, por causa de empresas que registraram lucros maiores que o previsto e tiveram de pagar a diferença.

Elevação - Os valores contrabalançaram a elevação de R$ 5,402 bilhões (em valores corrigidos pelo IPCA) nas compensações tributárias entre julho de 2020 e de 2021. O aumento foi de 26% na comparação interanual e o crescimento foi de 45% no período acumulado.

Abatimento - Por meio da compensação tributária, uma empresa que previu lucros maiores do que o realizado e pagou IRPJ e CSLL por estimativa em um exercício pode pedir abatimento nas parcelas seguintes, caso tenha prejuízo ou lucro menor que o esperado. Por causa da pandemia da covid-19, que impactou o resultado das empresas, o volume de compensações aumentou de R$ 20,860 bilhões, em julho de 2020, para R$ 26,262 bilhões, em junho de 2021. No acumulado do ano, o montante já chega a R$ 37,948 bilhões.

Outros fatores - O total do IRPJ e CSLL no mês passado foi de R$ 41,103 bilhões. Além deles, os destaques do mês foram as altas registradas na arrecadação do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), 33,21% em valores reais – corrigidos pela inflação, chegando a R$ 31,641 bilhões.

Previdência Social - A arrecadação da Previdência Social aumentou 16,64% acima da inflação, e ficou em R$ 38,957 bilhões. O resultado pode ser explicado pelo adiamento do recolhimento das contribuições patronais e do Simples Nacional, concedidos em 2020, e pelo aumento das compensações tributárias com débitos de receita previdenciária.

Comércio exterior - Também houve crescimento da arrecadação dos tributos de comércio exterior, em razão, principalmente, do crescimento da taxa de câmbio e do valor em dólar das importações, que teve elevação de 55,16% na comparação interanual para o mês de julho. (Agência Brasil)

FOTO: Marcelo Camargo / Agência Brasil

 

ABIMAQ: Faturamento da indústria de máquinas cresceu 7,1% em julho

abimaq 26 08 2021A indústria brasileira de máquinas e equipamentos faturou R$ 17 bilhões em julho, um crescimento de 7,1% em comparação com o mesmo mês do ano passado. Em relação a junho, a variação foi negativa, com queda de 4,3%. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (25/08) pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

Crescimento menor - Segundo a entidade, era esperado que os dados de julho tivessem menor crescimento na relação interanual. Isso ocorre porque julho de 2020 foi marcado pelo início da recuperação das vendas após o estabelecimento das medidas sanitárias para conter a pandemia da covid-19. O balanço de junho, por exemplo, mostrou crescimento de mais de 45%.

Base - “Como a base do ano passado no segundo semestre é mais alta do que a base do primeiro semestre do ano passado, a tendência de crescimento, que hoje está em 27% em 12 meses, é diminuir um pouco para 20%, mas não que a gente venda menos. A gente vai crescer menos”, explicou José Velloso, presidente da Abimaq. A alta em julho foi puxada pelos setores ligados ao agronegócio e bens de consumo.

12 meses - Nos últimos 12 meses, as vendas do setor acumulam R$ 202,3 bilhões, alta de 27%. De janeiro a julho, a receita teve crescimento de 34,3% na comparação com igual período de 2020. O faturamento da indústria de equipamentos nos primeiros sete meses do ano alcançou mais de R$ 118,5 bilhões. A Abimaq segue com uma estimativa de crescimento anual de 18% a 20%.

Emprego - Em relação ao emprego, julho registrou o décimo terceiro crescimento consecutivo no número de pessoas ocupadas no setor. Estão empregadas 363 mil pessoas diretamente. Na comparação com julho do ano passado, foram criados 62,5 mil postos. Houve mais contratações nos setores de fabricantes de máquinas e implementos agrícolas e de máquinas para a indústria de transformação. (Agência Brasil)

FOTO: Arek Socha / Pixabay

 

CÂMBIO: Dólar cai para R$ 5,21 e fecha no menor valor em duas semanas

cambio 26 08 2021Em mais um dia de alívio no mercado doméstico e externo, o dólar aproximou-se de R$ 5,20 caiu para o menor valor em duas semanas. A bolsa de valores teve o segundo dia consecutivo de ganhos, recuperando-se parcialmente das perdas dos últimos dias.

Cotação - O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (25/08) vendido a R$ 5,211, com recuo de R$ 0,051 (-0,97%). A cotação chegou a subir para R$ 5,27 durante a manhã, mas despencou a partir da tarde, até fechar próxima da mínima do dia.

Quarta queda seguida - Esta foi a quarta queda seguida da moeda norte-americana, que caiu para o menor nível desde o último dia 10. Com o desempenho de hoje, a divisa quase reverteu a alta em agosto e passou a acumular valorização de apenas 0,03% neste mês.

Ações - O dia também foi marcado pelo alívio no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 120.818 pontos, com ganho de 0,5%. Apesar da alta de 2,34% na semana, o indicador acumula perdas em agosto, registrando queda de 0,81% no mês.

Influências - Tanto o ambiente doméstico como o externo ajudaram as negociações. No exterior, a valorização das commodities (bens primários com cotação internacional) animou os mercados. Além disso, aumentaram as expectativas de que o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) não terá espaço para aumentar os juros dos Estados Unidos tão cedo.

Discurso - Na sexta-feira (27/08), o presidente do Fed, Jerome Powell, discursará na reunião de presidentes de Bancos Centrais, em Jackson Hole, devendo indicar que o órgão terá uma abordagem suave na retirada dos estímulos concedidos durante a pandemia de covid-19. Juros baixos em países avançados beneficiam países emergentes, como o Brasil.

Brasil- No Brasil, o mercado ainda está repercutindo as declarações do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (Progressistas-AL). Na terça-feira (24/08), Lira afirmou que o Congresso Nacional não está disposto a comprometer a responsabilidade fiscal e disse que qualquer solução respeitará o teto de gastos.

Reação - Paralelamente, o mercado reagiu à arrecadação recorde observada em julho, alinhada à recuperação da economia brasileira em 2021. A prévia da inflação oficial em agosto, que bateu o recorde para o mês desde 2002, aumentou a expectativa de que o Banco Central pode aumentar o aperto monetário no fim de setembro, o que estimularia a entrada de dólares no país. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

FOTO: Pixabay

 

LEGISLATIVO I: Relator deve apresentar até o fim do ano parecer sobre mudanças na Lei dos Planos de Saúde

legislativo I 26 08 2021O deputado Hiran Gonçalves (PP-RR) pretende apresentar, até o fim do ano, seu relatório para o projeto de lei que faz mudanças na Lei dos Planos de Saúde (PL 7419/06). A comissão especial que analisa a proposição discutiu nesta quarta-feira (25/08) questões relativas aos custos para os beneficiários desses planos.

Marco legal - “Um dos maiores desafios aqui é construir um marco legal moderno, adequado e pactuado com todos os atores que participam deste mercado de quase 50 milhões de pessoas. É um desafio que vamos vencer com o empenho de todos, visando principalmente a uma remuneração adequada dos prestadores e uma boa prestação de serviço médico aos nossos usuários”, afirmou Hiran Gonçalves.

Explicações e sugestões - Na audiência, o parlamentar ouviu explicações de especialistas de diferentes entidades acerca dos reajustes e também sugestões para melhorar o serviço prestado ao consumidor a um preço justo.

Regulamentação - Hoje, o funcionamento de planos de saúde é regulamentado pela Lei 9.656/98 e fiscalizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Formas de reajuste - Conforme explicou a gerente econômico-financeira e atuarial dos produtos da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Danielle Rodrigues, os valores dos planos de saúde são reajustados de duas formas.

Anual - Uma delas é anual e leva em consideração a variação anual dos custos dos serviços contratados, independentemente do índice geral de preços. A outra é o reajuste de preço por faixa etária, sendo o último aumento cobrado aos 59 anos.

Inflação - A diretora-executiva da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), Vera Valente, acrescentou que a inflação na saúde é três vezes maior que o índice geral de preços e acompanha tanto a alta dos preços como a frequência do uso dos sistemas, o que sofre impacto de mudanças demográficas e epidemiológicas, do uso de tecnologias da saúde e ainda de desperdícios nos sistemas público e privado.

Erro - “É um erro olhar os reajustes das mensalidades dos planos como causa do encarecimento dos serviços de saúde. Na verdade, eles são consequências. O plano não gera custos. Ele gerencia, administra e repassa aos beneficiários”, disse Vera Valente.

Escalonamento - Ela observou, por outro lado, que os aumentos poderiam ser distribuídos ao longo do tempo, escalonando reajustes. Ocorre que o Estatuto do Idoso não permite aumentos por faixa etária a partir dos 60 anos. “Mudar essa regra poderia ser algo bom para todos.”

Coparticipação - Outra sugestão de Vera Valente diz respeito à coparticipação dos beneficiários nos pagamentos às prestadoras de serviços de saúde por procedimentos realizados. Segundo dados trazidos por ela, 55% dos 22 mil planos registrados na ANS têm coparticipação ou franquia e cerca de 17 milhões de beneficiários estão em contratos dessa natureza. “Em média, planos de franquia são 39% mais baratos do que planos que não têm coparticipação”, apontou.

Limite - O procurador da República da 3ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal, especializada em Consumidor e Ordem Econômica, Fabiano de Moraes, no entanto, defendeu o estabelecimento de um limite para a coparticipação. “Uma participação de 60% pode inviabilizar que a pessoa faça o procedimento e ela acaba entrando na Justiça para não pagar”, exemplificou.

Reestruturação - Já para o gerente-executivo de Relacionamento com o Poder Executivo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Pablo Silva Cesário, é fundamental avançar na reestruturação do sistema de saúde suplementar.

Atenção primária - As sugestões de Cesário incluem o fortalecimento da atenção primária para prevenção e promoção da saúde; a obrigatoriedade de compartilhamento de informações e dados com os consumidores; e o estabelecimento de regras para a telessaúde, entre outras.

Centralização - “Hoje em dia, toda a saúde suplementar está centrada na realização e no pagamento de procedimentos de saúde, mas não nos pacientes em si. Continuamos remunerando procedimentos e não resultados em saúde”, criticou o representante da CNI.

Lado vulnerável - Do jeito que é hoje, o lado vulnerável da relação é o consumidor, segundo a coordenadora do Programa de Saúde do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Ana Carolina Navarrete. Ela relatou que, durante a pandemia de Covid-19, 56% dos usuários de planos de saúde ouvidos por uma pesquisa do Idec relataram problemas com reajuste.

Transparência - “Muita coisa pode ser feita em termos de aumento da transparência, sobre o que são esses custos que estão sendo repassados para o consumidor. Também é necessário equalizar as diferentes necessidades e os diferentes poderes de barganha entre esses atores”, apontou Ana Carolina Navarrete.

Preocupação - A deputada Dra. Soraya Manato (PSL-ES), que preside a comissão especial, também se disse preocupada com a pouca transparência dos planos e o baixo poder de barganha dos consumidores para negociar.

Poder de barganha - Vice-presidente do colegiado, o deputado Celso Russomanno (Republicanos-SP) pontuou que só as grandes empresas têm poder de barganha. A sugestão dele é que as operadoras passem a vender planos ambulatoriais de saúde, com direito apenas a consultas e exames. Ele acredita que a medida desafogaria o Sistema Único de Saúde, que se encarregaria da cirurgia de pacientes que já chegariam com consultas e exames realizados. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Reila Maria / Câmara dos Deputados

 

LEGISLATIVO II: Senado aprova auxílio de R$ 2,5 mil por família para agricultores familiares

legislativo II 26 08 2021O Senado aprovou nesta quarta-feira (25/08) o PL 823/2021, de socorro aos agricultores familiares afetados pela pandemia da covid-19. Entre as medidas aprovadas estão o pagamento de um auxílio de R$ 2,5 mil por família para produtores em situação de pobreza e extrema pobreza e a prorrogação de dívidas rurais até dezembro de 2022. O projeto segue para a sanção presidencial.

Sem mudanças - Apresentado pelo deputado Pedro Uczai (PT-SC), o texto foi aprovado sem mudanças, como previa o relatório do senador Paulo Rocha (PT-PA). Ele alegou que modificações fariam o texto voltar à Câmara, o que poderia atrasar a ajuda aos agricultores. O projeto foi aprovado contra a vontade do governo, que alegava impacto fiscal elevado.

Pontos vetados - O texto retoma pontos vetados pelo governo no projeto de socorro a agricultores familiares aprovado em 2020 (PL 735/2020). Entre as providências está o Fomento Emergencial de Inclusão Produtiva Rural, liberado em parcela única para pequenos produtores em situação de pobreza e extrema pobreza, no valor de R$ 2,5 mil por família ou R$ 3 mil no caso de famílias comandadas por mulheres. Para projetos de cisternas ou tecnologias de acesso à água, o benefício será de R$ 3,5 mil.

Fundamentais - “As medidas são fundamentais para o enfrentamento das questões socioeconômicas relacionadas à pandemia de covid-19. As ações têm o mérito, por um lado, de fomentar a produção de alimentos no âmbito da agricultura familiar, gerando empregos e renda no campo. Por outro lado, devem viabilizar o abastecimento alimentar dos segmentos menos favorecidos da população que mais sofrem com o desemprego e com os efeitos da alta do preço de alimentos”, disse o relator, senador Paulo Rocha.

Impacto fiscal - Ao recomendar o voto contrário ao texto, o líder do governo, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), afirmou que o projeto geraria um impacto fiscal que não poderia ser suportado pelo governo, especialmente neste momento de dificuldade. Ele alegou que o governo concorda com alguns pontos do texto, mas não com o pagamento dos benefícios, que geraria um impacto de R$ 550 milhões.

Argumento - “Entendemos que este não é o momento de alargar a proteção que se quer aos agricultores familiares, até porque, durante a instituição do auxílio emergencial, os agricultores e familiares foram beneficiados como trabalhadores informais. Eles fizeram jus ao recebimento do auxílio, à época, de R$ 600 e, agora, o auxílio de R$ 250”, argumentou.

Sugestão - A sugestão do senador era manter todas as iniciativas previstas no projeto, como a renegociação de dívidas, a concessão automática do benefício do Garantia-Safra a todos os agricultores aptos e a instituição de linhas de crédito, mas retirar o auxílio. O líder do governo acabou concordando com a votação simbólica, mas adiantou a possibilidade de veto do benefício por parte do governo.

Arrecadação - Ao se manifestar pela aprovação do texto, o senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) afirmou que o governo federal teve uma alta real de arrecadação de 35,47% e que, durante os primeiros meses deste ano. Para ele, o governo pode, sim, arcar com o pagamento dos benefícios.

Aspecto humanitário - “Esses R$ 500 milhões [de impacto com o pagamento do benefício] não vão significar nada perto desse excesso de arrecadação que, só no mês de julho, deve dar coisa de R$ 50 bilhões. Não me parece que devamos votar contra. Esse projeto é muito importante e vai realmente para os mais humildes, para quem trabalha com agricultura familiar. Tem um aspecto humanitário e um impacto nas economias de todo o Brasil.”

Socorro - O senador Chico Rodrigues (DEM-RR) lembrou que o governo já socorreu, por exemplo, as pequenas empresas. Para ele, o veto se justificou no momento em que foi feito, mas disse considerar que, agora, é preciso socorrer a agricultura familiar, responsável por 70% dos alimentos que chegam à mesa dos brasileiros.

Retomada - “Precisamos insistir em um socorro capaz não só de atender a subsistência desses agricultores, mas de dar fôlego à retomada da reestruturação de suas pequenas propriedades e atividades produtivas, que foram severamente impactadas nos momentos mais duros da pandemia, com as medidas de isolamento e distanciamento social para a contenção do agravamento da crise da covid-19”, disse.

Linha de Crédito - O projeto de lei concede automaticamente o Benefício Garantia-Safra, previsto na Lei 10.420, de 2002, a todos os agricultores familiares aptos a receber o benefício até dezembro de 2022, e prevê ainda que o Conselho Monetário Nacional crie linhas de crédito rural no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) para agricultores familiares e pequenos produtores de leite com taxa de 0% ao ano, dez anos para pagar e carência de cinco anos.

Programa de Alimentos - Para de facilitar a venda da produção, o projeto institui o Programa de Atendimento Emergencial à Agricultura Familiar (PAE-AF) para viabilizar a compra com doação simultânea dos alimentos a pessoas em situação de insegurança alimentar ou a entidades recebedoras previamente definidas pelo governo federal.

Operacionalização - O programa será operacionalizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) até dezembro de 2022. A compra será no valor máximo de R$ 6 mil por unidade familiar produtora (R$ 7 mil no caso de mulher agricultora).

Dívidas - O projeto ainda prorroga as dívidas rurais da agricultura familiar para um ano após a última prestação, considerando parcelas vencidas ou que vão vencer até dezembro de 2022. Serão suspensos o encaminhamento para cobrança judicial, as execuções e as cobranças judiciais em curso, assim como o prazo de prescrição das dívidas. (Agência Senado)

FOTO: Waldemir Barreto / Agência Senado

 

LEGISLATIVO III: Comissão flexibiliza horário para desconto na energia elétrica de produtor rural

legislativo III 26 08 2021A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) aprovou nesta quinta-feira (26/08) um projeto de lei (PL 5.017/2019) que flexibiliza as regras para o desconto especial na tarifa de energia elétrica para consumidor rural que realiza atividades de irrigação e aquicultura. A proposta, relatada pelo senador Acir Gurgacz (PDT-RO), segue para a Comissão de Infraestrutura (CI).

Legislação - Pela legislação em vigor (Lei 10.438, de 2002), o benefício é assegurado apenas no intervalo de 21h30 de um dia a 6h do dia seguinte. Os descontos variam conforme o nível de tensão (alta ou baixa).

Qualquer período do dia - O projeto estende o benefício tarifário a qualquer período do dia, respeitada a extensão máxima diária de oito horas e trinta minutos, que podem ser computadas por um período contínuo ou não. A mudança também se aplica a quem explora poços semiartesianos para fornecimento de água para consumo humano.

Alerta - Gurgacz reconhece a importância da matéria, mas alerta para o “contexto atual de seca severa no Brasil”. O relator apresentou uma emenda ao texto para que o benefício seja concedido após autorização da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (Ana) e apenas quando houver estoque hídrico disponível.

Fortalecimento - Gurgacz avalia que a medida deverá contribuir para o fortalecimento das atividades de irrigação e aquicultura, bem como para evitar a incidência de doenças relacionadas à falta sono entre os produtores rurais. “Os descontos no período atual são inapropriados com muitos processos de irrigação porque a atividade tem menos eficiência durante o período noturno”, disse. (Agência Senado)

FOTO: Roque de Sá / Agência Senado

 

SAÚDE I: Casos sobem para 20,6 milhões e mortes, para 576,6 mil

O total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus desde o início da pandemia subiu para 20.645.537. Nas últimas 24 horas, as autoridades de saúde brasileiras registraram 30.671 novos casos de covid-19. Na terça-feira (24/08), o painel de dados da pandemia marcava 20.614.866 casos acumulados.

Acompanhamento - Ainda há 491.757 casos em acompanhamento, ou seja, a condição de saúde dessas pessoas está sendo observada e ainda pode evoluir para diferentes quadros, inclusive graves.

Mortes - Já as mortes em decorrência da covid-19 foram para 576.645. De terça para quarta-feira (24 e 25/08), secretarias de saúde confirmaram 903 novos óbitos causados pela doença. Na terça, o sistema de informações do Ministério da Saúde contabilizava 575.742 óbitos.

Investigação - Ainda há 3.562 falecimentos em investigação. Isso pelo fato de haver casos em que o diagnóstico depende de resultados de exames concluídos apenas após o óbito do paciente.

Recuperadas - O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 subiu para 19.577.135.

Atualização diária - As informações estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite desta quarta-feira (25/08). Ela sistematiza os dados sobre casos e mortes levantados pelas secretarias estaduais de saúde.

Dados - Os dados em geral são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação do sistema pelas secretarias estaduais. Já às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pela regularização dos registros acumulados durante o fim de semana.

Estados - No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (144.767), Rio de Janeiro (61.752), Minas Gerais (52.626), Paraná (37.178) e Rio Grande do Sul (34.056). Na parte de baixo da lista estão Acre (1.813), Roraima (1.933), Amapá (1.949), Tocantins (3.664) e Sergipe (5.975).

Vacinação - Até o início da noite desta quarta-feira (25/08), o painel de vacinação do Ministério da Saúde havia tido poucas atualizações. Até terça (24/08), o sistema marcava 181.908.368 de doses aplicadas, sendo 125.283.912 da primeira dose e 56.624.456 da segunda dose. Nas últimas 24 horas, foram aplicados 1,8 milhão de doses.

PNI - Quando considerados apenas os dados consolidados no sistema do Programa Nacional de Imunizações (PNI), foram aplicados 173,4 milhões de doses, sendo 119,9 milhões da primeira dose e 53,5 milhões da segunda dose.  

Distribuição - Ainda conforme o painel de vacinação, foram distribuídas 223.670.768 de doses, sendo entregues 208.319.700 de doses. (Agência Brasil)

 

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SAÚDE II: Sesa registra mais 2.143 casos e 84 óbitos em decorrência da Covid-19

saude II 26 08 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quarta-feira (25/08) mais 2.143 casos confirmados e 84 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os casos são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 1.441.171 casos confirmados e 36.959 mortos em consequência da doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de janeiro (21), fevereiro (35), março (87), abril (43), maio (100), junho (50), julho (20), e agosto (1.782) de 2021; e agosto (1) e dezembro (4) de 2020.

Internados - 1.076 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados. São 732 pacientes em leitos SUS (422 em UTI e 310 em leitos clínicos/enfermaria) e 334 em leitos da rede particular (163 em UTI e 181 em leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 1.589 pacientes internados, 773 em leitos UTI e 816 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Estão em leitos da rede pública e particular e são considerados casos suspeitos.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 84 pacientes. São 33 mulheres e 51 homens, com idades que variam de 21 a 98 anos. Os óbitos ocorreram entre 17 de fevereiro a 25 de agosto de 2021.

Municípios - Os pacientes que morreram residiam em Curitiba (24), Lapa (9), Colombo (9), Maringá (8), Ponta Grossa (5), Loanda (3), Pinhais (2), Laranjeiras do Sul (2), Fazenda Rio Grande (2), Cruzeiro do Oeste (2) e Araucária (2).

Uma morte - A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Vera Cruz do Oeste, Toledo, Terra Roxa, Rondon, Rolândia, Rio Branco do Sul, Querência do Norte, Prudentópolis, Piraquara, Medianeira, Mariópolis, Londrina, Itambé, Francisco Beltrão, Castro e Agudos do Sul.

Fora do Paraná - O monitoramento registra 6.684 casos de residentes de fora do Estado, 219 pessoas morreram. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando AQUI.

 

SAÚDE III: 3 milhões de paranaenses estão completamente imunizados contra a Covid-19

saude III 26 08 2021O Paraná atingiu nesta quarta-feira (25/08) o marco de 3.058.806 milhões de pessoas completamente imunizadas contra a Covid-19. Elas receberam imunizantes de dose única ou segunda dose, completando seu ciclo vacinal. O número corresponde a 35,07% da população paranaense com mais de 18 anos, estimada em 8.720.953 pessoas.

Avanço - “Estamos muito felizes em ver o Paraná salvando vidas ao avançar na vacinação contra o coronavírus. Nesta semana, batemos o marco das 10 milhões de doses aplicadas e de 3 milhões de pessoas totalmente imunizadas. Isso vai criando um escudo imunológico cada vez maior, e fazendo com que caiam os números de internamentos e de casos mais graves de Covid-19”, ressaltou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.Dos que foram totalmente vacinados, 10,3% receberam a dose única da Janssen (Johnson & Johnson) — o equivalente a 316.022 pessoas. Os outros 2.742.784 receberam a segunda dose de seus respectivos imunizantes: 44% da Coronavac (Instituto Butantan/Sinovac), 41,7% com doses da AstraZeneca/Fiocruz/Oxford, e 3,9% com vacinas Comirnaty (Pfizer/BioNTech). Os dados são do Vacinômetro do SUS.

Primeiras doses - Além destas, o Paraná também aplicou 7.139.695 primeiras doses. No total, foram 10.198.501 doses administradas em todo o Estado desde o início da campanha de imunização, em janeiro. Atualmente, 85,5% dos paranaenses adultos receberam ao menos uma dose (D1 ou DU). A meta da secretaria estadual da Saúde é chegar a 100% até o fim de setembro.

Fundamental - “A segunda dose é fundamental para garantir o esquema vacinal completo e a possibilidade efetiva da imunização do organismo, combatendo novas variantes. É importante que cada cidadão seja responsável e tome esse reforço na data correta. Essa é uma atitude não apenas de cuidado próprio, mas também coletivo”, ressaltou o secretário estadual de Saúde, Beto Preto.

Perfil - Entre os imunizados com D2 ou DU, o grupo que mais concluiu o ciclo vacinal, em números absolutos, foram as pessoas de 60 a 64 anos (459.304 pessoas), seguidas pela população geral de 18 a 59 anos (415.383), pessoas de 65 a 69 anos (408.628), trabalhadores de saúde (359.921) e pessoas de 70 a 74 anos (300.933). Além disso, os imunizados são, em sua maioria, mulheres, correspondendo a 55,9% do total.

Municípios - Também em números absolutos, os municípios que mais administraram D2 e DU são liderados por Curitiba, com um total de 583.883 pessoas totalmente imunizadas. Na sequência, estão as cidades de Londrina (150.060), Maringá (142.970), Cascavel (94.679), Ponta Grossa (84.075), São José dos Pinhais (67.763), Foz do Iguaçu (64.175), Paranaguá (58.798), Colombo (52.487) e Apucarana (39.504).

Ranking - Proporcionalmente à população, segundo o Ranking da Vacinação (http://www.coronavirus.pr.gov.br/vacinacao-ranking), a cidade que mais avançou na aplicação de segundas doses é Esperança Nova, com 46,09% da população adulta contemplada. A lista segue com Guairacá (43,62%), Pontal do Paraná (43,04%), Kaloré (42,23%) e São Manoel do Paraná (41,37%).

Liderança - Nas doses únicas, o município que mais aplicou foi Porto Vitória, chegando a 10,07% da população. Na sequência, estão Siqueira Campos (9,47%), Itaperuçu (8,84%), Sertanópolis (8,43%) e Imbaú (7,83%). Já na primeira dose, Pontal do Paraná lidera com 93,67% da população vacinada, seguida por Floresta (91,25%), Maringá (87,82%), Matinhos (86,36%) e Arapongas (84,52%). (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Geraldo Bubniak / AEN 

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SAÚDE IV: Ministério confirma dose de reforço de vacina para idosos

saude IV 26 08 2021O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, confirmou em entrevista coletiva nesta quarta-feira (25/08) a aplicação de uma dose de reforço da vacina contra a covid-19 para idosos acima de 70 anos. Outra medida aprovada pelo ministério e pelas secretarias estaduais e municipais de saúde é a antecipação da segunda dose em alguns casos.

Reforço - A chamada “dose de reforço” será aplicada em quem tomou a segunda dose há cerca de seis meses. As pessoas começarão a receber a proteção adicional em setembro. Os integrantes da pasta não adiantaram a data. O intuito é fortalecer a imunidade dessas faixas etárias diante do crescimento da circulação da variante delta.

Proteção adicional - “Nos países onde a variante tem transmissão comunitária tem havido maior problemas nos idosos e naqueles que não foram ainda vacinados. Vacinando os idosos com este reforço teremos proteção adicional”, disse na entrevista o ministro da Saúde.

Sistema imunológico - As pessoas com dificuldades no sistema imunológico, denominadas “imunossuprimidas”, também serão convocados para a dose de reforço. Neste caso, a diferença entre a última dose e a de reforço será de 28 dias. Estão neste grupo, por exemplo, pessoas com HIV e transplantados.

Ciência - O presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Willames Freire, defendeu a medida. "Vamos trabalhar obedecendo a ciência e as orientações técnicas do PNI [Programa Nacional de Imunização]. Se neste momento está orientando vacinar acima de 70 anos com a dose de reforço é porque as evidências nos indicam que este público está mais vulnerável", opinou.

Pfizer - O imunizante utilizado será o Pfizer. “Vamos fazer com vacina da Pfizer porque ela foi testada em regimes de intercambialidade [uso de diferentes marcas em distintas doses], porque está aprovada na maioria das agências sanitárias do mundo e porque o ministério se programou para adquirir uma quantidade expressiva e tem chegado em tempo que nos dá segurança”, justificou Queiroga.

Disponibilização - Segundo o secretário executivo da pasta, Rodrigo Cruz, até o fim de agosto a previsão é de disponibilização de 80 milhões de doses. Cruz acrescentou que até o meio de setembro o Ministério da Saúde quer atingir a imunização de toda a população adulta com a primeira dose.

Antecipação - A Câmara Técnica do PNI também decidiu pela antecipação da segunda dose das vacinas da Oxford/AstraZeneca. Em vez de três meses, o intervalo entre as duas doses será de dois meses. Já a antecipação da Pfizer ainda está em estudo.

Meta - A medida foi adotada com o propósito de tentar alcançar a meta de aplicar a segunda dose em todos os brasileiros adultos até o fim de outubro. Até esta quarta-feira (25/08), 35% das pessoas com mais de 18 anos completaram o ciclo vacinal no país. (Agência Brasil)

FOTO: Valter Campanato / Agência Brasil

 


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