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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5144 | 27 de Agosto de 2021

REUNIÃO INSTITUCIONAL I: Semana teve encontros com gestores das cooperativas Cercho, Cerme e Cercar, do ramo infraestrutura

A programação de reuniões institucionais virtuais realizada pelo Sistema Ocepar nesta semana contemplou três cooperativas do ramo infraestrutura: Cooperativa de Eletrificação Rural de Chopinzinho Ltda (Cercho), na segunda-feira (23/08); Cooperativa de Eletrificação Rural de Medianeira Ltda (Cerme), na terça-feira (24/08); e Cooperativa de Eletrificação e Desenvolvimento Econômico de Marechal Cândido Rondon (Cercar), nesta quinta-feira (26/08). Os encontros foram promovidos com o propósito de apresentar e debater a situação econômico-financeira de cada uma, por meio de indicadores e cenários comparativos com outras cooperativas do mesmo ramo e região. Esse acompanhamento de desempenho é feito pela Coordenação de Monitoramento do Sescoop/PR, visando preservar a qualidade da gestão do sistema cooperativista paranaense. Na oportunidade, também foram repassados dados consolidados do cooperativismo  e do ramo infraestrutura no Paraná e debatidos outros temas de interesse das cooperativas.

Cercho - A reunião com a Cercho teve a participação do presidente da cooperativa, Jaoir Antônio Coola, que estava acompanhado de conselheiros de Administração e fiscal, gerentes e agentes de cooperativismo. Sediada em Chopinzinho, no Sudoeste do Paraná, a cooperativa atua com distribuição de energia e possui loja de peças e materiais elétricos. Foi fundada em 13 de dezembro de 1974, agrega 783 cooperados, 34 funcionários e, em 2020, atingiu faturamento de R$ 8,4 milhões.

Planos - Na ocasião, a cooperativa reuniu os integrantes dos conselhos e cooperados para informar sobre os planos de diversificar suas atividades, com o objetivo de reduzir a dependência atualmente concentrada na distribuição de energia. Para tanto, a cooperativa está realizando investimentos com o intuito de aumentar o faturamento com a prestação de serviços aos associados e por meio da loja.

Cerme - No encontro com a Cerme, o presidente da cooperativa, Antônio Daí Pra, acompanhou, juntamente com gerentes e conselheiros de Administração, as apresentações feitas pelos profissionais do Sistema Ocepar. Eles relataram as dificuldades da cooperativa para se manter viável na atividade de distribuição de energia. Também ressaltaram o trabalho feito pela atual diretoria para sanear as contas, tanto no aspecto trabalhista como tributário, e agradeceram o apoio da Ocepar na realização da ação especial de revisão dos índices de reajuste da tarifa rural para recálculo do parcelamento com a Copel.

A cooperativa - A Cerme tem sede em Medianeira, no Oeste do Paraná. Iniciou as atividades em 21 de dezembro de 1973 e hoje possui 3.334 cooperados e quatro funcionários. Atua com distribuição de energia e faturou o valor de R$ R$ 12,1 milhões em 2020.

Cercar - Representantes da Cercar presentes na reunião institucional promovida pelo Sistema Ocepar informaram que a cooperativa pretende atingir faturamento de R$ 83 milhões este ano, frente aos R$ 79 milhões de 2020. Participaram do encontro o presidente Alcino Biesdorf, conselheiros de Administração e gestores. Eles se queixaram da questão tarifária junto à Copel, que não permite à cooperativa conceder um desconto mais elevado para o associado e obter um resultado melhor na atividade de distribuição de energia.

A cooperativa - Fundada em 14 de junho de 1973, a Cercar está sediada em Marechal Cândido Rondon, no Oeste do Estado. A cooperativa trabalha com geração e distribuição de energia, possui supermercado, além de loja de peças e materiais elétricos. O quadro social é formado por 1.770 cooperados. O número de funcionários soma 151.

O ramo - No Paraná, há ao todo 16 cooperativas do ramo infraestrutura registradas no Sistema Ocepar. Juntas, elas encerram o primeiro semestre de 2021 somando R$ 87,03 milhões em faturamento, 12.986 cooperados, 296 funcionários, ativos no valor de R$ 226,41 milhões, patrimônio líquido de R$ 137,38 milhões e R$ 8,37 milhões em impostos recolhidos, segundo o último levantamento da Coordenação de Monitoramento do Sescoop/PR.

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REUNIÃO INSTITUCIONAL II: Pluricoop oferece projetos em gestão e treinamento customizados para cooperativas

Dirigentes, conselheiros e cooperados da Cooperativa de Trabalho de Executivos em Gestão e Treinamento (Pluricoop) participaram nesta quinta-feira (26/08), de reunião institucional com o Sistema Ocepar. Na pauta, os indicadores econômicos e financeiros do cooperativismo paranaense, com destaque para Plano Paraná Cooperativo 200 (PRC200), que marca um novo ciclo do planejamento estratégico, análise de cenário e o desempenho da cooperativa, segundo acompanhamento da Coordenação de Monitoramento da Gerência de Desenvolvimento Cooperativismo do Sistema Ocepar.

Alinhamento - “Agradeço o tempo que vocês disponibilizam para falar de alguns movimentos que temos no momento. Isto reflete a organização da governança. Vocês estão participando de um trabalho que a gente faz com muito cuidado que é olhar ramo por ramo, cooperativa por cooperativa”, disse a gerente de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Maria Emília Pereira Lima. “Trazemos os números da cooperativa e aproveitamos também para conversar, saber das dificuldades e traçar um alinhamento para as ações que podemos fazer para ajudar as cooperativas em seu desenvolvimento, que é o nosso objetivo principal”, disse o analista do Sescoop/PR, Jessé Rodrigues.

A cooperativa - Com 37 cooperados, a Pluricoop é especializada na prestação de serviços de gestão e treinamentos para cooperativas de vários segmentos. Em seu portfólio, uma ampla variedade de ações, incluindo programas de desenvolvimento humano e em gestão administrativa, financeira, saúde e segurança ocupacional, ambiental, agronômica, contábil, tributária, controles internos, auditoria, tecnologia da informação, comunicação, eventos e comércio exterior. O diferencial é que, por ser cooperativa e pela variedade de perfis de seu quadro social, a Pluricoop consegue customizar as ações, oferecendo soluções adequadas às características, tamanho e segmento da cooperativa solicitante.

Programas - A presidente da Pluricoop, Cleide Apda Bulla Cleide, conta que os programas para cooperativas incluem a Felicidade Interna do Cooperativismo (FIC), implementado em parceria com o Sescoop/PR, e Meditação Transcendental, uma prática que proporciona benefícios à saúde física e mental “Temos também consultoria empresarial, serviços de mediação e arbitragem, programa de qualidade de vida que monitora o sono e o sedentarismo e pode ser oferecido a executivos, enfim, uma enorme gama de trabalho e que podemos oferecer em função da multiplicidade de profissionais que integram a cooperativa”, completa a presidente.

Intercooperação - Na reunião desta quinta, foi feita uma avaliação de como tem sido o desempenho da cooperativa até aqui, discutidos os desafios e possíveis caminhos para alavancar ainda mais as atividades. “Agradeço a participação dos cooperados. Estas reuniões são importantes porque nos ajudam a entender a importância do cooperativismo e conversar sobre a cooperativa, avaliando nosso trabalho e como contribui para construir juntos. Ainda temos muito para crescer, além do que podemos contribuir com outras cooperativas, de diferentes ramos, por meio da intercooperação, com a prestação de serviços customizados. Temos um time de profissionais com expertise em diversos campos do conhecimento e que estão à disposição para auxiliar no desenvolvimento de programas que gerem resultados”, frisou Cleide. Para mais informações sobre a Pluricoop consulte o site www.pluricoop.com.br.

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GETEC: Confira o boletim semanal da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar

getec I coordenacao parlamentar 27 08 2021A Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar, vinculada à Gerência de Desenvolvimento Técnico (Getec) e sob a responsabilidade da advogada Daniely Andressa da Silva, publicou, nesta sexta-feira (27/08), o Informe Semanal referente à semana de 23 a 27 de agosto. O setor foi criado neste ano com o propósito de fazer o acompanhamento das matérias de interesse do cooperativismo em discussão, tanto no Congresso Nacional como na Assembleia Legislativa do Paraná, e das leis publicadas no âmbito do executivo (federal, estadual e municipal), além de outros temas vinculados às áreas de atuação das cooperativas do Paraná.

Destaques - O boletim desta semana começa informando sobre a publicação, no dia 23 de agosto, da Lei nº 14.194/2021, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que estabelece as metas e prioridades governamentais para o ano de 2022. Neste sentido, a lei destaca: a agenda da primeira infância; despesas com o programa Casa Verde e Amarela; o Programa Nacional de Imunização; e investimentos plurianuais em andamento, previstos na Lei 13.971/2019 (Plano Plurianual da União 2020 a 2023). Neste ano, a LDO incluiu no rol de despesas obrigatórias as indenizações e restituições relativas ao Proagro, bem como o Fundo Garantia-Safra, vinculando a disponibilização de recursos para o seguro rural. A medida gera maior segurança e estabilidade, uma vez que as despesas obrigatórias não se sujeitam a cortes futuros, tal como ocorre com as despesas discricionárias.

Desoneração da Folha - A audiência pública realizada pela Comissão de Finanças e Tributação (CFT) da Câmara dos Deputados para debater o PL 2.541/2021 é outro destaque do Informe. O texto prevê a prorrogação da desoneração da folha de pagamento até 2026, estendendo o prazo para a substituição da contribuição previdenciária pela contribuição sobre a receita bruta. A audiência pública contou com a participação de representantes dos setores que serão afetados se a prorrogação não for aprovada, que destacaram impactos imediatos na ordem de R$ 1 bilhão apenas na indústria de abate e processamento de proteína animal, com a consequente perda de milhares de postos de emprego e queda na competitividade do produto brasileiro. Na próxima semana, membros da CFT, em conjunto com os representantes dos setores produtivos, devem reunir-se com representantes do governo para encaminhamento da votação da proposta. Este PL consta das prioridades de acompanhamento pela OCB e Ocepar.

Alep - Já em âmbito estadual, a Comissão de Ecologia, Meio Ambiente e Proteção aos Animais da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) aprovou o PL 306/2021, que institui o Programa Paraná Mais Verde, lançado pela Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, em conjunto com o Instituto Água e Terra. O Programa busca incentivar o plantio de mudas de árvores nativas em todo o Estado, promovendo a educação ambiental e o fomento ao desenvolvimento sustentável. A proposta deve seguir para análise pelo Plenário. E, atendendo ao disposto no artigo 209 da Constituição Estadual, a Comissão de Ecologia, Meio Ambiente e Proteção dos Animais da Alep aprovou o PL 260/2021, que autoriza a construção e implantação de empreendimentos de geração de energia: CGH Campo Bonito, CGH Meireles, CGH Cavernoso, CGH Bela Vista, CGH Perdoncini, CGH Cavernoso VIII, PCH Paredinha e CGH Tapera. A proposta já foi aprovada pela CCJ e deve seguir para análise pelo Plenário.

Áudio - Ouça aqui o áudio sobre o tema produzido pelo jornalista Alexandre Salvador para a rádio Paraná Cooperativo.

Clique aqui e confira na íntegra o Informe Semanal da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar

 

COVID-19: Publicados novos destaques na área destinada ao coronavírus no Portal PR Cooperativo

covid 20 08 2021A Área Covid-19 do Portal Paraná Cooperativo é atualizada toda sexta-feira com as notícias que foram destaques durante a semana no Informe Paraná Cooperativo e na Rádio Paraná Cooperativo. Lá, é possível acessar também os comunicados do Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar. Há ainda uma seção de perguntas e respostas, com esclarecimentos relativos à pandemia. Clique aqui e confira.

 

FRENCOOP: Goergen defende prorrogação de desoneração da folha

frencoop 27 08 2021O deputado Jerônimo Goergen (RS), membro da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), afirmou que apresentará parecer favorável ao Projeto de Lei 2541/2021. A proposta prorroga por mais cinco anos o prazo de desoneração da folha de pagamento para os setores que mais empregam no Brasil, o Regime de Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta (CPRB). Na quarta-feira (25/08), a medida foi discutida na Comissão de Finanças e Tributação (CFT) onde está sendo analisada.

Realidade - “Estamos iniciando uma trajetória para que a desoneração da folha se torne uma realidade definitiva. Ela já havia sido prorrogada até dezembro em função da expectativa em torno da Reforma Tributária. Trata-se de um tema estrutural e que não pode mais continuar sendo tratado como emergencial”, declarou o parlamentar.

Prazo - O autor do projeto, deputado Efraim Filho (PB), também membro da Frencoop, afirmou que o prazo de cinco anos foi pensado para que, durante esse período, governo, setores envolvidos e Congresso possam negociar um modelo definitivo para equilibrar os impostos que incidem sobre a folha de pagamento e a manutenção de empregos.

Equívoco - “Dizer que quem emprega tem que pagar mais imposto é errado, é um equívoco que precisa ser revisto. A desoneração precisa ser pensada como uma política ampla de médio e longo prazo que atinja, inclusive, todos os setores. Enquanto isso não é possível, precisamos manter o que já existe. Muitos setores produtivos dependem desse estímulo para continuar empregando e não demitir mais pessoas”.

Setores - Atualmente, 17 setores são beneficiados pela Lei, entre eles os de proteína animal. A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), uma das entidades representativas da cadeia da avicultura e da suinocultura, em conjunto com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), apresentou nota técnica em favor da aprovação da proposta.

Empregos - As duas cadeias produtivas geram, segundo a nota, mais de 4 milhões de empregos diretos e indiretos e mais de R$ 120 bilhões em VBP (Valor Bruto de Produção), além de ocupar a liderança mundial nas exportações de carne de aves e o quarto lugar entre os maiores exportadores de carne suína, somando cerca de 5 milhões de toneladas em volume total.

Prejuízos - “Se a política de desoneração não for mantida, o setor com certeza sofrerá muitos prejuízos. É preciso considerar que desde o início da pandemia da Covid-19, as indústrias assumiram inúmeros custos de produção para minimizar os impactos na cadeia e no campo. Sem essa política, pelo menos 120 mil famílias de pequenos produtores que abastecem tanto o mercado interno quanto externo podem sem diretamente impactadas”, explica Márcio Lopes de Freitas, presidente da OCB.

Ofício - Além da nota técnica, a OCB também é uma das 17 entidades signatárias de ofício encaminhado ao presidente da Câmara, deputado Arthur Lira (AL), solicitando apoio para que o projeto seja votado em regime de urgência pela Casa. O ofício destaca ainda que esses segmentos econômicos são responsáveis por 8,5 milhões de empregos diretos e que a desoneração da folha tem sido essencial para o ganho de competividade, preservação e aumento do número de empregos. (OCB)

 

COOPERATIVISMO: Panorama Coop traz análises da semana sobre os principais fatos de interesse do setor

cooperativismo 27 08 2021Desde março de 2020, o Sistema OCB publica, semanalmente, análises sobre vários temas e seus impactos para as cooperativas. São informações que tratam de política, economia, reforma tributária, pleitos do cooperativismo em tramitação no Congresso Nacional, normativos e medidas tributárias publicadas pelo governo. Neste ano, essas análises passaram a ser divulgadas por meio do Panorama Coop, uma newsletter atualizada todas as quintas-feiras.

Novidades - O boletim desta semana traz, como sempre, as novidades que você precisa saber para orientar suas decisões de negócios. Basta rolar a página para ficar por dentro do que está acontecendo na economia e o que pode afetar a sua coop: os dados da análise econômica acabaram de sair do forno! E tem também as principais notícias da semana, com destaque para a mais esperada: o andamento da Reforma Tributária. Estamos de olho em Brasília, para trazer tudo em primeira mão para você!

Análise econômica - A segunda Análise Econômica do mês de agosto ilustra como a inflação - o aumento contínuo e generalizado dos preços - é uma das muitas consequências que países vêm enfrentando ao longo da pandemia. No Brasil, a perda do poder de compra reflete-se cada vez mais nos valores dos alimentos e serviços: o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou acumulou alta de 8,99% nos últimos doze meses. Especialistas do mercado financeiro projetam uma inflação de 7% para o final deste ano. E o cooperativismo precisará estar atento aos reajustes para que decisões eficazes sejam tomadas. Confira nessa edição quais são as principais expectativas para o aumento dos preços em 2021 e como isso irá repercutir no dia a dia de nossas cooperativas!

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Reforma tributária - A semana foi marcada pela mudança de caminho na Reforma Tributária. Enquanto o projeto do Imposto de Renda perde força na Câmara após algumas tentativas frustradas de votar a proposta pela falta de acordo com os parlamentares e com os entes federados, a PEC 110/19 ganha espaço com a realização de audiências públicas e a possível apresentação do relatório pelo senador Roberto Rocha. Quer saber mais sobre o que foi dito pelos principais atores nesse tema e relembrar a unificação da defesa do ato cooperativo pelo Sistema OCB? Acesse o nosso informativo da semana!

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Vem aí a Semana InovaCoop! - Inovação! Mais do que algo para pensar depois, essa é uma grande estratégia de mercado para atrair e manter clientes satisfeitos e, claro, conquistar mais e mais mercados. É pensando nisso que o Sistema OCB realizará, entre os dias 13 e 17 de setembro, a Semana InovaCoop, cheia de conteúdos exclusivos que prometem agregar muito valor ao dia a dia das cooperativas do país. Além de palestras, workshops e apresentação de cases, o evento também contará com alguns lançamentos.

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Congresso Mundial da ACI ocorre em dezembro - O presidente da Aliança Cooperativa Internacional, Ariel Guarco, divulgou uma mensagem, na segunda-feira (23/08), recomendando que os cooperativistas abracem a maneira cooperativa de reconstruir o futuro. Na mensagem, Ariel destaca que estamos há 100 dias do 33º Congresso Cooperativo Mundial, que ocorrerá entre os dias 1º e 3 de dezembro, Seul, na Coreia. Segundo o presidente, as cooperativas têm um papel vital a desempenhar neste futuro, ajudando o mundo a se reconstruir melhor, juntos. “Isso significa reconstruir de volta mais justo, reconstruir de volta mais verde e reconstruir cooperativamente”, comenta.

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Diretoria da CNCoop debate panorama da contribuição 2021 A sustentabilidade do Sistema Sindical Cooperativista e o contexto da representação sindical das cooperativas foram debatidos na terceira reunião ordinária da diretoria da Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop). A reunião virtual ocorreu na terça-feira (24/08) e contou com a presença dos diretores Ronaldo Scucato (Fecoop/Sulene), Celso Régis (Fecoop CO/TO), André Pacelli (Fecoop/NE) e Nelson Costa (Fecoopar) e, como convidado, José Merched (Fecoop/Norte).

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OCESC: Organização completa 50 anos de representação do cooperativismo de qualidade em SC

ocesc 27 08 2021A Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc) completa meio século de história neste mês de agosto. Para marcar a data, a entidade representativa das cooperativas catarinenses, fará o lançamento do livro em comemoração ao jubileu de ouro, além de um filme institucional com a trajetória desses 50 anos.

Atuação - A Ocesc atua como entidade de registro e representação sindical patronal e representação das cooperativas de Santa Catarina. Trata dos assuntos de interesse das cooperativas, em todos os ramos, com instituições governamentais.

Primeiro órgão - O primeiro órgão representativo do setor cooperativista catarinense foi a Associação das Cooperativas de Santa Catarina (Ascoop), fundada em 1º de agosto de 1964, em Blumenau.

Estruturação - A estruturação legal-institucional, entretanto, ocorreu em 1971, quando o Governo Federal editou a Lei nº 5.764, de 16/12/71, que definiu a política nacional de cooperativismo e instituiu o regime político das cooperativas. Naquele ano foi criado o Conselho Nacional de Cooperativismo.

OCB - Por conta da legislação editada, foi constituída a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), órgão de cúpula do sistema na esfera nacional, na capital federal, e fundadas as Organizações de Cooperativas Estaduais (OCEs) nas capitais das unidades federativas.

1971 - Foi então que, em 28 de agosto de 1971, surgiu a Ocesc para representar efetivamente o sistema cooperativo catarinense e disciplinar a criação e o registro de cooperativas singulares, cooperativas centrais e federações de cooperativas.

Cooperativas registradas - Atualmente, a Ocesc conta com 251 cooperativas registradas e fomenta o constante desenvolvimento do cooperativismo catarinense. “Para nós, é um orgulho completar meio século de história. Não podemos esquecer de agradecer a todos que contribuíram com essa trajetória, de forma profissional e com credibilidade. Mas, não paramos por aí. Ainda se tem muito a construir”, salienta o presidente da entidade, Luiz Vicente Suzin.

Sede própria - Desde 2011, a Ocesc ocupa uma moderna e funcional sede própria com área de 1.104 metros quadrados, situada na esquina da Avenida Almirante Tamandaré e com a travessa Aroldo Pessi, no bairro de Capoeiras, em Florianópolis. (MB Comunicação)

 

UNIMED CURITIBA: Campanha marca os 50 anos da cooperativa em agosto

No início deste mês, em 6 de agosto, a maior operadora de planos de saúde do Paraná completou cinco décadas de crescimento e cuidado. Nessa data, em 1971, um grupo de 23 médicos fundou a cooperativa com o intuito de ampliar o acesso à assistência médica. Para celebrar este grande marco na sua história a Unimed Curitiba criou uma campanha de aniversário que, ao invés de contar sua própria história, tem o propósito de valorizar as pessoas que obtiveram grandes conquistas com o apoio dos médicos e profissionais da saúde.

Acontecimentos diversos - “A Unimed Curitiba permeia acontecimentos diversos da vida de nossos beneficiários. Ao longo desses meses resgatando memórias, percebemos um fio condutor comum da nossa atuação: as experiências das pessoas conosco. Assim, decidimos pela mensagem da cooperação e compromisso assumidos e cumpridos. Escolhemos exaltar algo realizado com cuidado e dedicação, um dos maiores feitos para um plano de saúde: ser o suporte necessário nos momentos alegres e nos difíceis, mais vulneráveis”, explica Valéria Lopes, supervisora de Marketing da Unimed Curitiba. Atualmente uma potência na área da saúde, a cooperativa de médicos é a primeira no ranking do ramo da saúde no Paraná. Também está entre as cinco maiores do país e é a segunda maior singular do Sul do Brasil dentro do Sistema Unimed.

Campanha - A campanha conta com filme para TV aberta e fechada, spots de rádio, mídia exterior, mídia de elevador, vídeos e banners de web, painéis de LED, posts, cartazes, projeção e outras peças físicas. A veiculação iniciou na data do aniversário da Unimed Curitiba e segue até setembro em todo o Paraná. Assista o vídeo em https://youtu.be/jLNji4pyRA0

FICHA TÉCNICA

Agência: Bronx

Cliente: Unimed Curitiba

Campanha: Campanha 50 anos

Direção de Criação: Alexandre Silveira

Redação: Alexandre Silveira e Fabiano Teixeira

Dir. de Arte: Martin Castro

Produção: Alam Key

Mídia: Flávia Stamm e Luis Oliveira

Finalização: Bruno Franco

Atendimento: Paula Ciniello e Valesca Gomes

Fotografia: Nuno Papp

Produtora de vídeo: Fantástica Filmes

Produtora de áudio: Canja Audio Culture

Aprovação: Rached Hajar Traya, Valéria Lopes e Bruna Kotaka

Sobre a Unimed Curitiba - A Unimed Curitiba é a maior operadora de plano de saúde do Paraná e está entre as maiores do Sistema Unimed. Fundada em 1971, completa 50 anos em 2021 com mais de 4.600 médicos cooperados de diferentes especialidades, que atendem 551 mil clientes junto a 1.600 colaboradores. Compondo a maior rede credenciada do estado com 54 hospitais, 245 clínicas e 91 laboratórios, sendo 20 deles próprios (Unimed Laboratório) e três bancos de sangue. A cooperativa conta com diversos canais de atendimento remoto e 19 unidades de atendimento presenciais distribuídas em Curitiba e municípios da Região Metropolitana. Além da campanha, diversas ações especiais celebram seu cinquentenário em agosto de 2021.

Reconhecimentos - A marca Unimed é Top of Mind 26 vezes ininterruptas, pelo Prêmio World Branding Awards que anualmente reconhece as principais marcas do mundo, e é também a única marca brasileira eleita na categoria Planos de Saúde pelo National Award. Já a Unimed Curitiba, é reconhecida pela Great Place to Work (GPTW) como uma das melhores empresas para se trabalhar no Paraná, considerado o 9º maior plano de saúde na edição 2020 do Prêmio Valor 1000, está na 59ª colocação entre as 500 maiores do Sul e a 23ª posição entre as 100 maiores do Paraná segundo o levantamento de 2020 do projeto do Grupo Amanhã, o mais importante ranking regional do Brasil. Saiba mais em unimedcuritiba.com.br ou acesse as redes da cooperativa no Facebook, Instagram e LinkedIn. (Imprensa Unimed Curitiba)

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UNIMED LONDRINA: Corrida Virtual Unimed Inspira 50 anos Etapa Night é neste fim de semana

unimed londrina 27 08 2021Desde esta quinta-feira (26/08) e até domingo (29/08), a Unimed Londrina promove a Corrida Virtual Unimed Inspira 50 Anos Etapa Night, a primeira corrida noturna realizada na cidade durante a pandemia do novo coronavírus. Os 1300 atletas inscritos realizarão provas de 5, 10 ou 21 km na categoria adulta.

Dinâmica - A dinâmica para participar do evento é a mesma das edições virtuais anteriores: escolha o local e o horário que considerar mais adequado para correr dentre os quatro dias do evento, baixe o app de corrida de sua preferência, mensure pelo aplicativo seu desempenho e envie o print da tela com o resultado para a Chip Brasil por meio do QR Code que estará no número de peito.

Atrações - A organização preparou algumas atrações para os participantes aproveitarem ao máximo a corrida. Nesta sexta e sábado, haverá três pontos de hidratação, com a presença de fotógrafos e backdrops com pódio para os atletas tirarem fotos, recuperarem as energias e participarem de sorteio de prêmios. Estes pontos estarão nos seguintes endereços:

- Lago Igapó, próximo à Av. Ayrton Senna

- Lago Igapó, próximo à Av. Higienópolis

- Zerão, atrás do anfiteatro

Túnel iluminado - Para deixar mais atrativo o evento, também na sexta e no sábado, haverá um túnel iluminado, no Lago Igapó, próximo à Av. Ayrton Senna.

Celebração - Neste ano, as corridas ganharam um tom de celebração. Além de promoverem saúde e bem-estar de forma segura aos amantes da modalidade esportiva, os eventos valorizam o cinquentenário da Unimed Londrina, comemorado no mês de março. (Imprensa Unimed Londrina)

 

SICOOB: Instituição financeira que mais possibilitou crédito a pequenos negócios na pandemia, segundo Sebrae e FGV

sicoob 27 08 2021 1De acordo com pesquisa realizada pelo Sebrae, em parceria com a FGV, o Sicoob é a instituição financeira na qual os pequenos negócios obtiveram maior sucesso ao procurar crédito durante a pandemia. Comparado com grandes players, tanto do mercado bancário quanto do cooperativo, o Sicoob obteve uma taxa de 52% neste quesito.

Crescimento - Esse número representa um grande crescimento com relação às últimas edições da pesquisa. O Sicoob cresceu de 25% na oitava edição, divulgada em setembro de 2020, para o atual percentual. "Nós já estávamos nas primeiras colocações nas outras publicações, mas assumimos a primeira posição nesta. Esse é o reflexo de nossa atuação ao oferecer um crédito mais justo e sustentável, demonstrando que realmente estivemos ao lado dos nossos cooperados durante a crise", diz Francisco Reposse Júnior, diretor comercial e de canais do Sicoob.

Liberação - Na pesquisa, o Sebrae destaca que o Sicoob foi uma das instituições que proporcionalmente liberaram mais crédito e quase todos os bancos obtiveram melhoria expressiva nas taxas de sucesso. Foram entrevistadas 7.820 pessoas em todo o Brasil durante o mês de maio.

Mais buscadas - O Sicoob também foi destaque entre as instituições mais buscadas, ficando atrás apenas dos cinco principais conglomerados bancários do país. A fatia de mercado do Sicoob, neste comparativo, chega a 10%, e representa um papel fundamental no Sistema Financeiro Nacional ao conferir maior competitividade para o setor e ampliar o acesso da população a serviços financeiros.

Taxas mais justas - Com taxas mais justas do que as praticadas no mercado, o Sicoob tem se mostrado um escape para as micro, pequenas e médias empresas que não conseguiram nos bancos ou que se assustaram com juros altos durante a crise. "Mantivemos as taxas nos patamares do pré-Covid 19 e estivemos sempre dispostos a conversar e negociar com todos".

Pessoas Físicas - Com relação ao público PJ, o Sicoob observou um aumento de quase 50% na carteira de crédito em um ano, saltando de R$ 30,7 bilhões para mais de R$ 45,3 bilhões. A taxa de inadimplência, por sua vez, caiu 1 ponto percentual, atingindo apenas 1,8% em junho de 2021.

Economia - Somente em 2020, os cooperados do Sicoob deixaram de gastar mais de R$ 8,3 bilhões em taxas, juros e tarifas. Uma economia de mais de R$ 3 mil por cooperado ativo, segundo pesquisa da instituição. Somando-se as sobras cooperativas, o retorno aos cooperados superou os R$ 11 bilhões, mesmo durante a pandemia.

Crescimento - No começo deste ano, o Sicoob viu sua carteira de crédito crescer 37% com relação ao início de 2020, e ultrapassou os R$ 100 bilhões de saldo no fechamento do primeiro semestre de 2021. A instituição é formada por 16 centrais e 366 singulares e conta, hoje, com mais de 5,2 milhões de cooperados. Somente o público PJ representa quase 20% desta quantidade.

Impacto social positivo - Segundo Francisco Reposse Júnior, o grande objetivo do Sicoob sempre foi gerar impacto social positivo no dia a dia dos cooperados e comunidades em que eles estão inseridos, o que é reforçado em períodos de crise. O Sicoob permite a livre-admissão, ou seja, é aberto a qualquer pessoa física ou jurídica que deseje ser um cooperado.

Serviços - Entre os serviços prestados, estão conta corrente, cartões de débito e crédito, crédito pessoal, imobiliário, rural e empresarial, previdência, consórcios, financiamentos, investimentos, seguros, adquirência (por meio das maquininhas Sipag), marketplace e programa de fidelidade (com o Coopera), entre outros.

Atendimento digital - Além disso, o Sicoob conta com um robusto sistema de atendimento digital, no qual os cooperados podem realizar suas transações financeiras de onde estiverem, pelo App Sicoob ou pelo internet banking. "Quando alguém utiliza os produtos e serviços do Sicoob, está fazendo mais do que apenas uma escolha financeira, mas contribuindo com o desenvolvimento social e econômico de milhões de brasileiros", finaliza Reposse.

Sobre o Sicoob - Instituição financeira cooperativa, o Sicoob tem mais de 5,2 milhões de cooperados e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. Oferecendo serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, marketplace, dentre outras soluções financeiras, o Sicoob é a única instituição financeira presente em mais de 300 municípios. É formado por 366 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e pelo Centro Cooperativo Sicoob (CCS), composto por uma confederação e um banco cooperativo, além de processadora e bandeira de cartões, administradora de consórcios, entidade de previdência complementar, seguradora e um instituto voltado para o investimento social. Ocupa a segunda colocação entre as instituições financeiras com maior quantidade de agências no Brasil, segundo ranking do Banco Central, com 3.523 pontos de atendimento em 1.934 cidades brasileiras. Acesse www.sicoob.com.br para mais informações. (Imprensa Sicoob)

 

COOPAVEL I: Trigo é a cultura com maior potencial de crescimento nos próximos anos

coopavel I 27 08 2021Diante dos substanciais avanços da tecnologia e da pesquisa nos últimos anos, o trigo se apresenta como a cultura com maior potencial de crescimento no Brasil, principalmente no Paraná. Quem afirma é o presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, que de 1º a 3 de setembro recepcionará triticultores e produtores rurais na etapa presencial do 2º Show Rural Coopavel de Inverno, que acontecerá em Cascavel, no Oeste do Estado.

Dobrar a produção - A condição é tão favorável ao trigo que há possibilidade de o País dobrar a sua produção em alguns anos. “Além de incentivo e apoio de empresas e governos, os produtores rurais precisam conhecer mais sobre a evolução das tecnologias em manejo, em variedades e de sua resistência a intempéries. É justamente isso o que vamos mostrar em nosso campo experimental com a presença de 15 das maiores empresas ligadas às culturas indicadas para os meses frios do ano”, conforme Dilvo Grolli.

Região Sul - A região Sul do Brasil responde por quase 90% da produção tritícola nacional. O País deverá colher, na safra 2021/2022, sete milhões de toneladas. O Paraná, o maior produtor brasileiro do grão, responde por quase 52% desse total. A previsão é de o Estado colher, nesta safra, 3,8 milhões de toneladas, crescimento de quase 22% em comparação à anterior.

Importação - Mesmo com a produção em alta, na safra 2020/2021, o Brasil precisou importar mais de seis milhões de toneladas do grão. “Afirmo que o potencial do trigo é fantástico em razão também do crescimento da demanda. Além do mais, hoje a situação da cultura é muito diferente da do passado. Temos variedades mais resistentes e bastante produtivas”, diz o presidente da Coopavel.

Seis mil quilos - O coordenador geral da edição de inverno do Show Rural Coopavel, o engenheiro agrônomo Rogério Rizzardi, afirma que 20 variedades de trigo serão apresentadas na etapa presencial. “E algumas delas com produtividade surpreendente, de mais de seis mil quilos por hectare. Vale muito vir ao evento e conhecer essas novidades”, afirma ele. Detalhes da segunda edição foram tratados nesta semana durante encontro de diretores com coordenadores de área e gerentes das 34 filiais da cooperativa.

Plante trigo- Outro aspecto que deixa líderes do setor agropecuário e produtores otimistas com o futuro da triticultura são campanhas, inclusive realizadas pelo Governo do Estado em parceria com entidades, que estimulam o cultivo do cereal. Essas ações demonstram, segundo Dilvo Grolli, a atenção que a cultura passa a receber. “Ela experimenta um momento especial e a tendência é só de crescimento. Essa é uma grande oportunidade aos produtores, que precisam entender que trigo não é mais só uma opção de cultura de inverno é uma opção de bom rendimento”.

Visitação - Todos os interessados em conhecer mais sobre as culturas de inverno serão muito bem-vindos na etapa presencial, de 1º a 3 de setembro, a partir das 8h. Um cuidadoso plano sanitário será observado para a segurança de todos, diz a gerente do Show Rural Coopavel, Adriana Gomes. Os produtores serão divididos em grupos e visitarão, sempre usando máscaras, estações especialmente preparadas. Ali, os técnicos repassarão conteúdos e esclarecerão dúvidas.

Participação - Para participar, basta o cooperado procurar e informar a filial da Coopavel mais próxima. Não associados podem agendar a visita ligando para o número (45) 3225-6885. A etapa presencial integra a edição digital do evento, com episódios que podem ser assistidos nos endereços www.showrural.com.br e youtube.com/showruralagro. (Imprensa Coopavel)

 

COOPAVEL II: Com obras de duplicação na 277, acesso ao Show Rural foi alterado

coopavel II 27 08 2021Com o início, há um mês, das obras de duplicação da BR-277, em Cascavel (PR), os organizadores do 2º Show Rural Coopavel de Inverno alteraram o acesso ao parque. A entrada será no km 577 da BR-277, acessando trevo e estrada rural ao lado de uma antiga construção inacabada, entre o Hotel Xavantes e um posto de combustíveis desativado.

Placas - O motorista precisará percorrer 300 metros para chegar ao estacionamento que leva ao interior do parque, onde estão cultivadas as parcelas de culturas de inverno. Placas instaladas pelo percurso vão orientar os motoristas.

Plano de contingência - Um cuidadoso plano de contingência será observado já na chegada dos visitantes, que terão a temperatura corporal aferida. Eles deverão usar máscara durante toda a visita. Mesas com álcool em gel estarão disponíveis por toda a área.

O evento - O 2º Show Rural Coopavel de Inverno contará com a participação de 15 empresas. Trinta e oito cultivares de trigo, triticale, aveia e plantas de cobertura serão apresentadas por técnicos especializados. Quatro variedades de trigo e um mix de cobertura serão lançados no evento, que terá abertura oficial às 11h da quarta-feira, 1º de setembro, com a presença de autoridades.

Comunicação - Para participar da etapa presencial, cooperados devem comunicar a filial mais próxima de sua propriedade. Não sócios interessados em também prestigiar a edição de inverno podem agendar visita ligando para o telefone (45) 3225-6885. (Imprensa Coopavel)

 

COCAMAR I: Inovação movimenta o Ciclo de Debates

Uma aula sobre inovação. Foi assim a presença do empreendedor Caito Maia na 23ª jornada do Ciclo de Debates Cocamar promovida na tarde de quinta-feira (26/08) no canal da cooperativa no Youtube.

Muitas perguntas - Fundador da rede Chilli Beans, a maior empresa de pós venda de relógios, óculos de sol e acessórios da América Latina, Maia debateu o tema A Relevância da Inovação para a Competitividade no Agro com três profissionais da área de inovação da Cocamar - Eloá Tomaz e Carlos Grigio, especialistas de projetos, e Anna Carlone, analista – e respondeu a muitas perguntas enviadas pelos mais de 140 participantes que acompanharam a realização.

Vendas on-line - O empresário explicou que quando começou a pandemia do novo coronavírus, no ano passado, em que o comércio em muitos segmentos fechou as portas por tempo indeterminado, sua empresa focou em vendas on-line e o resultado acabou sendo um extraordinário crescimento de 600% nos negócios. Mesmo assim, segundo ele, 84% da receita ainda vêm de lojas físicas. “Nossa empresa é mutante, está em constante transformação, temos que estar de ouvidos abertos, flexíveis ao novo mundo, ter capacidade de adaptação, pesquisar muito e corrigir rapidamente os eventuais erros”, disse.

Vender histórias - Ele avisou, logo de início: “Não vendemos óculos, vendemos histórias”, para diferenciar seus produtos, advertindo que o Agro precisa ter marcas consolidadas para conquistar a confiança dos consumidores.

Marca - “Investir na marca é a saída”, insistiu, dizendo que isto serve para qualquer setor. “O Agro tem que contar como a semente é feita, por exemplo, qual o encanto que a envolve.”

Dinamismo - Maia admite que tem conseguido fazer o consumidor enxergar a história dos seus produtos, o que fortalece a marca. “No Nordeste, o pessoal está chamando óculos de sol de Chilli Beans”, lembrando haver um dinamismo em relação a seus itens, com lançamentos semanais e estoques para apenas 2,5 semanas. Em seu planejamento, até fevereiro de 2023 já se sabe o que vai ser lançado.

Fazer bem-feito - Para ele, a inovação é fundamental, mas não se pode deixar de fazer o arroz com feijão bem-feito, investir na marca, ter uma história bem contada. “Muitas ideias são criadas em busca da sobrevivência”, afirmou, ressaltando que a equipe precisa se sentir envolvida e ter pessoas decisivas.

Diferenciais - Vender a mesma coisa que todo mundo vende é complicado, salientou, mas se houver diferenciais, as oportunidades surgem. E, sempre, se faz necessário ouvir o consumidor, para ter assertividade.

Pés no chão - O bom empreendedor, para Maia, é aquele que tem os olhos brilhando, mas também faz contas e tem os pés no chão.

Erros ensinam - Indagado se teria alguma coisa que não faria se pudesse voltar no tempo, ele disse que teve muitos erros e chegou a quebrar, mas considera que tudo isso foi fundamental para o crescimento e a evolução. “Não tem como não errar, isto faz parte de qualquer atividade, mas é preciso ser rápido na solução. Não pode repetir os erros e não admiti-los pode ser fatal”, disse. Muitas marcas famosas simplesmente derreteram.

Parlamento - Para levar informação aos seus profissionais, a Chilli Beans conta com o Parlamento, uma espécie de universidade de varejo que possui 25 unidades espalhadas pelo país, instruindo-os de uma forma que eles adoram, inclusive de forma on-line.

Otimismo - O empresário disse que muitas portas se fecharam com a pandemia, mas outras tantas se abriram. E afirmou estar otimista em relação aos próximos anos, “um novo mundo está vindo aí”, referindo-se às oportunidades de negócios. (Imprensa Cocamar)

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COCAMAR II: Basf confirma quarto ano de participação no Rally

Pelo quarto ano consecutivo, a Basf, uma das principais parceiras da Cocamar, é patrocinadora do Rally de Produtividade, realização que chega à sua sétima edição e tem o objetivo de valorizar as práticas sustentáveis promovidas pelos produtores na agricultura e pecuária.

Ciclo da soja - O Rally começa no final de setembro e, como todos os anos, vai acompanhar o ciclo da soja, da semeadura à colheita, viajando por todas as regiões da cooperativa.

Otimismo - O representante técnico de vendas da Basf, engenheiro agrônomo Rafael Franciscatti dos Reis, disse, ao confirmar a participação da companhia no evento, que “a Basf está extremamente otimista em relação a mais uma safra e que gera grandes expectativas por parte de todos os setores do agronegócio”. Segundo ele, a digitalização trouxe muitas mudanças na atividade, os fornecedores apresentam inovações tecnológicas e os produtores contam com preços remuneradores, lembrando que, da mesma forma, há os desafios, como as recorrentes oscilações climáticas.

Visibilidade - Para Franciscatti, o Rally “vai mostrar tudo o que produtores estão fazendo para evoluir em produtividade e sustentabilidade e essa exposição acaba motivando os demais”.

Investimento correto - Na safra passada (2020/21), produtores como Marciel Pedralli, de Ourizona (PR), visitados pelo Rally, atingiram médias de produtividade superiores a 230 sacas por alqueire (95/hectare), demonstrando que o investimento realizado com orientação técnica adequada, apresenta os resultados esperados. Marciel foi o vencedor do 10º Concurso Cocamar de Superprodutividade.

Patrocínios - Além da Basf, o Rally tem o patrocínio principal da Fairfax do Brasil Seguros Corporativos, Sicredi União PR/SP, Viridian e Zacarias Chevrolet, o patrocínio institucional da Cocamar Máquinas, Texaco, Estratégia Ambiental e Irrigação Cocamar, com o apoio da Aprosoja/PR, Cesb e Unicampo. (Imprensa Cocamar)

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PESQUISA: Embrapa lança manual para subsidiar mistura de produtos químicos no pulverizador

pesquisa 27 08 2021A Embrapa Soja acaba de lançar o Manual técnico para subsidiar a mistura em tanque de agrotóxicos e afins, publicação que é resultado de estudos realizados conjuntamente com a Universidade Estadual do Norte do Paraná (Uenp) e a Bayer Crop Science. “Com os resultados obtidos esperamos contribuir para esclarecer dúvidas e incentivar o uso racional das misturas de múltiplos produtos e compostos de diferentes tipos de formulações de produtos fitossanitários e/ou adubo foliar no pulverizador, evitando problemas de incompatibilidades no campo”, enfatiza o pesquisador Dionísio Gazziero, da Embrapa Soja.

Pesquisa - Em uma pesquisa realizada pela Embrapa, em 2015, em 17 estados do Brasil, constatou-se que 97% dos entrevistados utilizavam misturas em tanque, mesmo sendo prática não regulamentada no Brasil nessa época, e que 95% delas utilizavam entre dois e cinco produtos. A mistura de produtos químicos no tanque de pulverização, foi regulamentada por meio de Instrução Normativa no. 40, de 11 de outubro de 2018, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). “Até então a prática era feita de forma intuitiva pelos produtores, porque os agrônomos que emitem as receitas de agrotóxicos não tinham respaldo legal e poucos tinham informações técnicas suficientes para recomendar seu uso”, diz Gazziero.

Informações qualificadas - Mesmo com a publicação da normativa, havia ainda a necessidade de gerar informações qualificadas e consistentes que pudessem subsidiar a tomada de decisão pelos técnicos e produtores rurais. Os autores dizem ainda que existe carência de informações em relação aos procedimentos gerais de preparo, a sequência de adição dos produtos, os riscos de incompatibilidades físicas e químicas e da interferência de misturas no controle de pragas.

Orientação - Neste sentido, a equipe de plantas daninhas da Embrapa Soja, em conjunto com a Uenp e técnicos da Bayer realizaram pesquisas que resultaram na elaboração do “Manual técnico para subsidiar a mistura em tanque de agrotóxicos e afins”. O Manual procura orientar agricultores e técnicos, apresentando informações sobre as formulações disponíveis, de forma geral os tipos de incompatibilidade física e química que podem ocorrer, além de discorrer sobre os possíveis problemas e as recomendações para evitá-los.

Mistura em tanque - De acordo com os autores, a ocorrência de insetos-pragas, doenças e plantas daninhas na cultura da soja podem ocorrer simultaneamente em uma mesma área, o que torna comum a mistura de químicos no tanque de pulverização. “Os produtores optam pelas misturas devido à economia de água e de combustível na prevenção e manejo da resistência de plantas daninhas, pragas e doenças e na redução na exposição do trabalhador rural aos agrotóxicos, entre outras, justificam os autores.

Incompatibilidade - Apesar dos benefícios, a mistura de produtos pode apresentar incompatibilidade, comprometendo a aplicação e a eficácia dos produtos. “A incompatibilidade pode acarretar gasto de tempo e dinheiro, pois a mistura pode não apresentar a eficácia esperada no controle, comprometer o sistema de pulverização, paralisar a pulverização, reduzir a eficiência operacional, dificultar a limpeza dos equipamentos e gerar resíduos que precisam ser descartados adequadamente”, afirmam ou autores.

Evitando o problema - A qualidade da água usada nas misturas é um elemento essencial no preparo da mistura em tanque Características como pH, dureza e turbidez, entre outras impactam na qualidade da mistura. “O pH influencia a solubilidade dos ingredientes ativos, risco de degradação alcalina ou ácida e os íons presentes na água podem interagir com esses e com os outros componentes, comprometendo a eficácia dos produtos presentes na mistura”, destaca. “Além disso, a presença de materiais como matéria orgânica e argila também pode levar à inativação dos ingredientes ativos”, explicam os autores.

Temperatura - Outro fator que pode provocar incompatibilidade é a temperatura, por influenciar a velocidade de dissolução e dispersão dos produtos, processos que são, em geral mais rápidos em água com temperaturas mais elevadas. O professor Rone Oliveira, da UENP, diz que é comum a ocorrência de incompatibilidade e dificuldade de dissolução durante as estações mais frias do ano, principalmente na região Sul do Brasil, devido à mudança de temperatura da água. “Algumas formulações podem necessitar de mais tempo para se dissolverem e dispersarem completamente em água fria, e outras podem formar géis em temperaturas inferiores a 15ºC”, detalha.

Falta de agitação - Também é apontado como risco ao sucesso da prática, a falta de agitação constante durante após o preparo da calda de pulverização. “Caso não haja agitação, os produtos podem não se dissolver ou não se dispersar adequadamente e serão depositados no fundo do tanque ou formar sobrenadantes na camada superior da calda. Por outro lado, a agitação muito intensa pode gerar problemas como a produção de espuma e, caso haja emulsões na mistura, pode ocorrer a desestabilização entre ingredientes ativos”, diz o professor.

Ordem - Além disso, a ordem da adição de produtos na mistura é também essencial para minimizar os riscos de incompatibilidades químicas e físicas, pois em alguns casos, a compatibilidade dos produtos dependerá da sequência de adição dos mesmos no tanque. Ainda, os autores ressaltam também que se deve levar em conta o volume de calda da mistura, por área, porque a concentração dos produtos e a quantidade de água utilizada no preparo da mistura podem afetar a solubilidade dos produtos. “É importante adicionar o volume de água indicado para garantir que os produtos sejam dissolvidos ou dispersados adequadamente. É conveniente ainda que as misturas sejam utilizadas logo após o preparo. O tempo de armazenamento de uma mistura pode comprometer a eficácia dos ingredientes ativos e comprometer a estabilidade da calda”, explica Ramiro Ovejero, pesquisador da Bayer.

Misturas - Diante de tantas especificações, os autores preconizam que as misturas devidamente recomendadas pelo engenheiro-agrônomo, devem ser feitas de forma a aliar as experiências de campo e laboratório, as boas práticas agrícolas e as informações de pesquisa disponíveis. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

 

GRÃOS I: Conab estima produção total de 289,6 milhões de toneladas para safra 2021/22

graos I 27 08 2021A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou nesta quinta-feira (26/08) as Perspectivas para a Agropecuária Safra 2021/22 – Edição Grãos, publicação que traz as principais variáveis de mercado e as tendências para as culturas de soja, arroz, feijão, algodão e milho. Os dados apontam para uma produção total de 289,6 milhões de toneladas de grãos para a safra 2021/22.

Manutenção de preços - A publicação aponta, de forma geral, para a manutenção de preços em patamares remuneradores para as principais culturas, além de um novo recorde na produção de soja (141,3 milhões de t) – mantendo o Brasil como o maior produtor e exportador da oleaginosa no mundo – e também recorde na produção de milho (115,9 milhões de t).

Informações - A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) ressaltou a importância da disponibilização de informações para que produtores tomem decisões mais orientadas para planejar sua produção. “Isso é muito importante principalmente para os médios produtores, que terão informações cada vez mais seguras para a suas tomadas de decisão, desde a época de plantio até de quando vender e para conhecer os números que temos tanto no mercado interno mas também nos mercados externos”, disse.

Recuperação da produtividade - Outro destaque é a projeção de recuperação de produtividade na casa dos 29% para o milho, após um ano marcado pela quebra em razão dos fatores climáticos. Além disso, espera-se uma recuperação dos estoques de passagens de milho, finalizando o próximo ciclo em 9,9 milhões de t. A projeção é de recuperação das exportações do produto, saindo de 23,5 milhões de t neste ano safra para 39 milhões de toneladas no próximo ano.

Arroz - Para o arroz, a expectativa é de um pequeno aumento de produção (+0,4%), com projeção aproximada de 11,8 milhões de t. Já para o feijão, a perspectiva é de manutenção de área e aumento da produção, devido à recuperação da produtividade (+5,65%), que foi afetada no último ciclo. Com isso, há a projeção de recuperação da produção e dos estoques finais, que voltarão a valores próximos ao da média dos últimos 5 anos.

Algodão - Em relação ao algodão, a retomada da demanda pelo produto – vinda de importantes consumidores asiáticos –, o dólar valorizado e a menor produção dos EUA contribuíram para uma forte valorização dos preços internacionais, o que permitiu que o Brasil batesse recorde de exportações. Boa parte da safra a ser plantada já está comercializada e os produtores se esforçam para se firmarem no mercado internacional como exportadores regulares. As projeções da Companhia indicam uma elevação de 13,4% da área a ser plantada na safra 2021/22.

Sobre as Perspectivas - Nas Perspectivas para a Agropecuária, que chega ao seu oitavo ano, o leitor pode conferir estimativas detalhadas sobre área, produtividade, produção, consumo, exportações, importações, estoques, custos, preços e rentabilidade na Safra 2021/2022, além de um quadro de oferta e demanda, com as variáveis referentes às safras anteriores. O estudo também aborda questões como perspectivas econômicas, tendo como ponto de partida o desafiador cenário mundial.

Modelos - Nesta publicação, foram adicionados modelos de séries temporais e modelos econométricos de rentabilidade e de preços reais para a previsão da área e produtividade agrícola para o próximo ciclo. Além disso, o documento conta também com cálculos da previsão do PIB Agropecuário em 2022, realizados pelo Instituto de Pesquisa de Economia Aplicada (Ipea) com base em dados da Conab.

Previsibilidade - As Perspectivas para a Agropecuária têm o objetivo de contribuir para a previsibilidade do setor, para a redução das assimetrias de informações e para o aumento da transparência das operações. A partir dos dados apresentados, diversos atores com participação no cenário agro poderão compreender o que esperar para o próximo ciclo e, por meio das análises, tomar decisões de maneira mais estratégica e com maior segurança.

Íntegra - Confira a íntegra da publicação e da apresentação da “Perspectivas para a Agropecuária Safra 2021/22 – Edição Grãos”. (Mapa)

 

GRAÕS II: Safra de verão 2021/22 deve ter crescimento de 9% no Paraná

graos II 27 08 2021A primeira projeção para a safra de verão 2021/22, divulgada nesta quinta-feira (26/08) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, aponta um crescimento de 9% em relação ao mesmo período do ciclo anterior. A previsão é que sejam produzidas 25.509.900 toneladas em 6,2 milhões de hectares contra 23.301.770 em 6,1 milhões de hectares na safra 2020/21.

Cenário - “Estamos dentro de uma estiagem terrível, estamos a poucos dias de começar a semear soja no Paraná, já começamos a plantar feijão, então há a tentativa de renovar a vida”, disse o secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara. Ele destacou que há expectativa de crescimento na área de soja e em milho, ainda que ocorra uma redução em feijão, os três principais produtos dessa safra.

Análise - O chefe do Deral, Salatiel Turra, também fez uma análise do momento vivido pela agricultura paranaense. “Ainda estamos com problemas climáticos, ainda tem efeitos de uma geada bastante preocupante e da estiagem, o que pode ser preocupação a partir de 11 de setembro quando abre a temporada para o plantio da soja primeira safra”, disse. “Os preços estão animadores no momento, mas o período para tomada de decisão é muito curto, então quem tinha se programado para plantar soja deve plantar soja”.

Soja - Entre os principais grãos produzidos no Estado na safra de verão, também chamada de primeira safra, a soja deve render 20.954.700 toneladas. Esse volume representa aumento de 6% em relação à primeira safra do ciclo 2020/21, quando foram colhidas 19.768.900 toneladas. A área reservada pelos produtores para o plantio é de 5.616.770 hectares, acréscimo de 1% em relação ao período anterior.

Maior área da história - “É a maior área da história”, acentuou o economista do Deral, Marcelo Garrido. “A soja vive um bom momento de preço há muitos anos e apresenta maior liquidez entre os produtos agrícolas, incentivada principalmente por muita exportação”. Segundo o economista, o que impulsiona o produtor é a segurança da cultura. “É a cultura que apresenta menos volatilidade de preço, é uma safra em que o produtor se garante, por isso continua apostando na soja.”

Milho - Ainda que as estimativas de perdas da segunda safra, que é a mais importante em termos de rendimento no Estado, tenham sido elevadas de 8,5 milhões de toneladas para 8,7 milhões, em decorrência do clima e de pragas, os produtores não desanimaram. A cultura é a que tem maior previsão de aumento para a primeira safra 2021/22.

Produção - Pela estimativa do Deral, devem ser produzidas 4.116.200 toneladas, volume 32% superior às 3.115.200 toneladas do mesmo período no ciclo anterior. Em termos de área, os produtores ampliaram de 372,5 mil hectares para 422 mil hectares (+13%).

Chuvas - As chuvas dos últimos dias e as previstas até este sábado (28/08), sobretudo nas regiões Oeste do Paraná e nos núcleos de Guarapuava e Ponta Grossa, devem fazer o plantio ganhar ritmo forte nos próximos dias. Além disso, os preços estão muito bons, com valores em torno de R$ 90 a saca, e animam os produtores. “Não há razão para não comercializar antecipadamente boa parte da safra que está plantando para se calçar financeiramente”, afirmou o técnico.

Feijão - A previsão é que o segundo maior aumento porcentual em produção seja no feijão. Enquanto a primeira safra 2020/21 rendeu 257 mil toneladas, na atual deve chegar a 284,6 mil toneladas, o que representa acréscimo de 11%. O resultado é expressivo levando-se em conta o decréscimo de 6% na área a ser plantada, que cai de 152,6 mil hectares para 143,9 mil.

Incerteza - “Talvez este seja um dos anos de mais incerteza climática, porque a transição outono/inverno/primavera já há alguns anos apresenta uma escassez no regime de chuvas, mas neste ano é demais, o que leva uma inquietação para o produtor”, afirmou o agrônomo Carlos Alberto Salvador.

Preço volátil - Além de maior sensibilidade às adversidades climáticas, o feijão tem preço bastante volátil para o produtor, que ainda enxerga a remuneração mais segura proporcionada pelo milho e soja. “O produtor menor continua no feijão, mas o mediano já tem condições de optar entre soja e milho e está havendo migração para essas duas culturas”, disse Salvador.

Arroz - O Paraná já foi um grande produtor de arroz, mas hoje perdeu um pouco do espaço. Mesmo assim, está previsto aumento de 2% na produção do arroz sequeiro, saindo de 5,2 mil toneladas para 5,3 mil, com praticamente a mesma área de 2,6 mil hectares.

Redução expressiva - A previsão para o arroz irrigado é de redução expressiva de 4%, caindo de 150,6 mil toneladas para 144,5 mil toneladas. Ainda que a área plantada deva ser 2% superior aos 18,5 mil hectares da safra 2020/21. Para este ciclo, a estimativa é de que a cultura se esparrame por 18,9 mil hectares. “Produzimos no Paraná menos de um terço das nossas necessidades”, disse o economista Methodio Groxko. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Gilson Abreu / AEN

 

GRÃOS III: Deral prevê produção de 5,9 milhões de toneladas de milho na segunda safra 2020/21

graos III 27 08 2021O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, reduziu novamente a previsão de produção de milho da segunda safra 2020/21. A nova estimativa é de que sejam produzidos 5,9 milhões de toneladas, queda de 186 mil toneladas em relação ao que se previa em julho.

Potencial - Se fosse uma safra normal e seguisse a previsão inicial, os produtores estariam colhendo 14,6 milhões de toneladas. A redução é consequência da longa estiagem enfrentada pelo Paraná, das duas geadas mais fortes deste ano e da incidência de pragas, sobretudo a cigarrinha, que provoca a doença conhecida como enfezamento.

Perda - “A perda no campo é de 8,7 milhões de toneladas e isso está impactando o mercado em termos de abastecimento”, disse o técnico do Deral, Edmar Gervásio. Segundo ele, o Estado pode precisar buscar fora em torno de 5 milhões de toneladas, o que já começa a ocorrer com milho vindo até do Nordeste do País e de países como Paraguai e Argentina.

Trigo - Entre as culturas de inverno, o Deral reduziu também a estimativa de produção do trigo. Em julho, projetava-se 3,9 milhões de toneladas. Agora, foi rebaixado para 3,7 milhões, mas ainda assim superior à anterior, de 3,2 milhões de toneladas. Também houve correção de área, passando de 1.136 mil hectares para 1.213 mil. “A produção chegaria a 4 milhões de toneladas se não tivessem perdas”, disse o agrônomo Carlos Hugo Godinho.

Chuvas - Por enquanto, as perdas são de 7% em relação ao potencial, principalmente por causa das geadas no Oeste e pela manutenção da seca no Norte do Estado. No entanto, há previsão de chuvas para os próximos dias. “Caso se confirmem, dão condição bastante favorável para não perder mais, e aquelas que ainda têm possibilidades, de se desenvolverem muito bem”, afirmou Godinho.

Cevada - Ainda em relação às culturas de inverno, apesar das duas geadas mais fortes, ainda se mantém a previsão de colheita de 355 mil toneladas, o que representa aumento de 31% em relação ao ano passado. “Vamos manter safra cheia nos núcleos de Guarapuava e Ponta Grossa”, confirmou o agrônomo Rogério Nogueira.

Qualidade boa - Segundo ele, em Ponta Grossa a qualidade do produto é muito boa, com 87% em desenvolvimento, ainda que as geadas tenham atingido áreas mais baixas. “Ainda não está quantificada a perda, mas podemos ter prejuízo de 5%”, disse Nogueira. Em Guarapuava, cuja produção corresponde a 60% da área do Estado, a cevada está boa e deve ter safra cheia.

Café - O Estado tem área de 35 mil hectares com cafeicultura e previsão de colher próximo de 870 mil sacas. Por enquanto, 89% da safra já está colhido e 19%, comercializado. Segundo o agrônomo Paulo Sergio Franzini, a venda está um pouco abaixo do percentual médio das últimas safras. “Isso se justifica por conta do atraso na colheita, e pela recuperação dos preços, o que leva os cafeicultores a segurar um pouco para comercializar”, disse.

Prejuízos - A geada afetou bastante a cultura, que é perene e pode demorar mais para se recuperar. Pelos dados preliminares, 20% das lavouras não foram atingidas. Das 80% prejudicadas, 40% foram de forma leve, com queima de folhas laterais e ponteiros; 25% também tiveram os ramos atingidos; e para 15% os danos foram severos, com queima também do tronco.

Câmara Setorial - A Câmara Setorial do Café do Paraná tem feito reuniões para discutir medidas que possam ajudar os cafeicultores. “O Paraná já foi o grande produtor nacional de café e hoje, mesmo não tendo uma área territorial expressiva, é uma cultura muito importante do ponto de vista socioeconômico para dezenas de municípios”, afirmou Franzini. “Analisamos alternativas de políticas públicas para pelo menos manter os produtores na atividade, pois se sair é difícil retornar.”

Mandioca - O levantamento de previsão da safra de verão para a mandioca será apresentado em setembro, mas o plantio já começou. No ano passado, o produtor teve problemas tanto na produção quanto na comercialização, sobretudo em razão das mudanças de hábitos e dos isolamentos provocados pela pandemia, que levaram à quase paralisação das indústrias de fécula.

Preocupação adicional - Segundo o economista Methodio Groxko, uma preocupação adicional, sobretudo na região Noroeste do Estado, é o preço do arrendamento de terras. Como a mandioca concorre com o milho e a soja, o preço teve grande elevação. “O produtor de mandioca não está conseguindo mais manter a cultura nessas regiões, principalmente em Paranavaí, e está havendo deslocamento para São Paulo e Mato Grosso”, disse.

Boletim - O Deral também divulgou nesta quinta-feira (26/08) o Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária. Além de acrescentar informações em relação às previsões para a safra de inverno 2020/21 e a de verão 2021/22, ele fala de outros produtos agropecuários paranaenses.

Destaques - Entre os destaques, há uma análise sobre o papel da floricultura no valor de produção agropecuária. Também é abordada a situação da apicultura, que teve crescimento de 34,5% este ano. O Paraná mantém-se como o terceiro maior exportador. O boletim trata ainda da situação da cultura da cebola no Paraná e da evolução dos preços de carne bovina. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Gilson Abreu / AEN

 

ABASTECIMENTO: Leilões de milho para abastecer pequenos criadores devem iniciar em setembro

abastecimento 27 08 2021Os leilões públicos de compra ou de remoção de estoque de milho realizados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) deverão iniciar em setembro, de maneira parcelada e em diversas regiões mais próximas dos polos de entrega definidos pela Companhia. A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina já encaminhou para o Ministério da Economia a proposta de aquisição de até 110 mil toneladas, suficientes para atender a demanda do Programa de Venda em Balcão (ProVB) até o final do ano. O programa beneficia pequenos criadores de animais, inclusive os aquicultores.

Regularidade do abastecimento - Desta forma, o volume ofertado de milho garantirá regularidade do abastecimento de um dos principais insumos utilizados pelos pequenos criadores no interior do país.

Medida Provisória- Com a publicação da Medida Provisória 1.064, em 17 de agosto deste ano, ficou decidida a compra, anual, de até 200 mil toneladas de milho, em condições de mercado, para atendimento ao Programa, por meio da Política de Formação de Estoques Públicos. O anúncio foi feito pelo presidente Jair Bolsonaro e pela ministra Tereza Cristina no último dia 17.

Volume - Conforme determina a MP, o volume de compra de milho para este ano deve ser definido em ato conjunto dos ministérios da Agricultura e da Economia, de acordo com a programação da Conab. A estatal vai definir o limite de compra por criador, considerando o consumo de seu rebanho - não podendo exceder 27 toneladas mensais por inscrição -, e também definirá o preço de venda do milho por estado ou região.

Descontinuidade - "Com isso não haverá descontinuidade no atendimento ao programa de balcão, tão importante para atender ao pequeno criador, sobretudo nesse momento de redução na produção em virtude das intempéries climáticas que afetaram a produção do milho em diversas regiões do país", destacou o secretário de Política Agrícola, Guilherme Bastos.

Programa de Vendas em Balcão - Para ter acesso ao programa, os criadores precisam estar cadastrados no Sistema de Cadastro Nacional de Produtores Rurais, Público do PAA, Cooperativas, Associações e demais Agentes (Sican), estar em situação regular junto ao Sistema de Registro e Controle de Inadimplentes (Sircoi), além de ter Declaração de Aptidão ao Pronaf - DAP ativa.

DAP - Para conseguir a DAP, o criador deve ir até uma entidade ou empresa de assistência técnica credenciada pela Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural, levando consigo documentos como CPF e outras informações de seu estabelecimento familiar (área, número de pessoas residentes, composição da força de trabalho e da renda e endereço completo).

Outros locais - A declaração pode ser requerida também nos sindicatos de trabalhadores rurais, nas associações de agricultores familiares, nas associações e colônias de pescadores e aquicultores credenciados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). No caso de beneficiários da reforma agrária, a DAP pode ser solicitada também em uma unidade do Incra. O prazo estimado de espera para obter a declaração é de até 20 dias úteis. (Mapa)

FOTO: Embrapa Agrobiologia

 

IPEA: Instituto mantém previsão do PIB para 2021 em 4,8%

ipea 27 08 2021O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou, nesta sexta-feira (27/08), a análise trimestral da atividade econômica brasileira e prevê, de acordo com indicadores desagregados da indústria, comércio e serviços, um resultado próximo da estabilidade para o Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre deste ano. Para 2021 e 2022, os pesquisadores projetam um crescimento de 4,8% e 2,0%, respectivamente, mantendo a previsão da última Visão Geral, feita em junho passado na Carta de Conjuntura do Ipea.

Serviços - Ao analisar os indicadores econômicos, a recuperação do setor de serviços se destaca entre os setores produtivos e seu desempenho no segundo semestre de 2021 deve continuar sendo estimulado com o avanço da vacinação contra a Covid-19. De acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a alta de junho para o setor (1,7%) foi a décima segunda variação positiva em treze meses. Entre os segmentos, o crescimento foi generalizado, com destaque novamente para os serviços prestados às famílias, que avançou 8,1% na margem e 72,7% sobre junho de 2020. Esse segmento, no entanto, ainda se encontra em patamar 22,8% inferior ao observado em fevereiro de 2020, antes da pandemia. Para o mês de julho, os pesquisadores estimam que a receita de serviços apresente alguma acomodação, com queda de 1% na série sem efeitos sazonais, atingindo patamar de 14,2% acima do mesmo período do ano passado.

Transferência de renda - Além da melhora da dinâmica epidemiológica da Covid-19 no Brasil em maio e junho, a retomada de alguns programas de transferência de renda - iniciada em abril como o Auxílio Emergencial e o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda - ajudam a explicar o crescimento do comércio varejista no segundo trimestre do ano. Segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), as vendas no varejo encerraram o segundo trimestre com alta de 3%. Para o mês de julho, a estimativa do Ipea é de que o resultado fique próximo à estabilidade, com pequeno recuo de 0,4%.

PIM-PR - Com os dados divulgados pela Pesquisa Industrial Mensal (PIM-PF) do IBGE, a produção física da indústria recuou 2,5% no segundo trimestre. O destaque positivo ficou para o segmento das indústrias extrativas, que cresceu 4,8%, estimulado pela alta nos preços internacionais de commodities e pelo crescimento das importações mundiais. Em contrapartida, a indústria de transformação apresentou recuo de 3,8%. Esse setor continua a enfrentar escassez de matéria-prima e aumento de custos, o que restringe a oferta em alguns segmentos. Além disso, o ritmo de recuperação ainda modesto observado nos indicadores de mercado de trabalho, juntamente com a aceleração da inflação, constituíram dificuldades para um crescimento maior da demanda interna.

Estimativa - O Ipea estima que a produção industrial de julho tenha recuado 1% na série sem efeitos sazonais, com alta de 1,4% na comparação com o mesmo período de 2020.

Agro - Em relação ao setor agropecuário, o estudo utiliza as novas previsões de crescimento do PIB agropecuário divulgadas ontem em outra nota de conjuntura, que foram reduzidas de 2,6% para 1,7% em 2021. A redução da previsão de crescimento deve-se, principalmente, a uma estimativa menor do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) para a safra de milho, cuja queda passou de -3,9% para -11,3%.

Fatores de risco - Os pesquisadores destacam que existem fatores de risco que podem alterar esse cenário, como a atual crise hídrica e a recente piora no quadro de contágio da covid-19, em função da variante delta, no país e no mundo. "O crescimento previsto para 2022 possui um viés de baixa, ou seja, no final de setembro, quando revisaremos novamente o nosso cenário macroeconômico, existe uma chance de que essa previsão para o crescimento do PIB seja reduzida", afirmou Leonardo Mello de Carvalho, um dos autores do estudo. (Assessoria de Imprensa do Ipea)

Acesse a Visão Geral da Carta de Conjuntura

 

CAGED: Com saldo de 14.492 vagas, Paraná tem o melhor mês de julho em empregos desde 2010

caged 27 08 2021O Paraná mantém o ritmo de criação de empregos formais. O Estado registrou em julho um saldo positivo de 14.492 vagas com carteira assinada, o melhor resultado para este mês desde 2010 – quando o saldo entre admissões e dispensas foi de 12.723.

Maior - O resultado de julho de 2021 é também 64% maior que o do mesmo mês de 2020, quando foi registrado saldo de 8.833 novas vagas. O dado é do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. Durante o mês foram 123.891 contratações e 109.399 demissões.

Saldo acumulado - O saldo acumulado do ano, entre janeiro e julho, é de 132.328 empregos. O resultado faz do Paraná o quarto do país que mais abriu postos de trabalho em 2021, atrás apenas de São Paulo (594.613), Minas Gerais (219.560) e Santa Catarina (139.410). O desempenho demonstra a recuperação econômica após a fase mais crítica da pandemia.

Últimos doze meses - Resultado que é ainda mais expressivo quando se verifica os últimos 12 meses, entre agosto de 2020 e julho de 2021. No período, o Paraná formalizou 219.337 empregos formais, ficando novamente no grupo dos ponteiros na abertura de postos com São Paulo (635.570), Minas Gerais (348.504) e Santa Catarina (232.973).

Recuperação - “A recuperação do índice de empregos é o indicador mais notório da recuperação da economia do Paraná e também o mais esperado”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior. “Nossos esforços para alavancar o crescimento econômicos, com atração de investimentos, apoio ao setor produtivo com desburocratização, crédito e outras iniciativas visam, sempre, o incremento do mercado do trabalho. Emprego é a mais eficiente política social”, destaca.

Comércio e serviços - O indicador que mais reflete a recuperação de setores atingidos pela crise sanitária é o de comércio e serviços, que foi o responsável pela criação de 10.749 novas vagas em julho, ficando à frente da indústria em geral, que abriu 2.844 novos postos de trabalho. O setor da construção também obteve um resultado importante, com um saldo positivo de 834 empregos de carteira assinada.

Melhora - "Estes resultados indicam a considerável melhora na retomada da geração de empregos do Paraná. As ações conjuntas do governador Ratinho Júnior para atrair novas empresas e as atitudes proativas desenvolvidas pela nossa equipe na Secretaria da Justiça, Família e Trabalho, através das Agências do Trabalhador, buscando as vagas com carteira assinada junto às empresas, estão dando resultado”, afirma o secretário Ney Leprevost.

Cidades - A criação de vagas ocorre em ritmo mais acelerado nos centros urbanos do Estado, uma vez que os empregos são no comércio e setor de serviços. Curitiba foi a cidade que mais se destacou, com 4.440 novos empregos; seguida de Maringá com 1.009; Londrina, 859; Cascavel 720; São José dos Pinhais, 584; Umuarama, 276; Toledo, 201; Apucarana 148; Campo Largo, 144 e Ponta Grossa, 132.

Semestre - O Paraná foi o quarto estado brasileiro que mais gerou empregos no primeiro semestre de 2021, com um saldo de 118.316 vagas abertas entre janeiro e junho. É o melhor desempenho do Estado para o período desde 2011, e também a primeira vez que o saldo nos primeiros seis meses do ano ultrapassa a marca de 100 mil vagas formais.

Junho - Segundo os dados do Caged, o Estado também atingiu um bom resultado no mês de junho, com a criação de 15.858 postos de trabalho com carteira assinada, maior saldo da região Sul e também a quarta posição no País. Foi, ainda, desempenho mais positivo para o mês nos últimos 11 anos.

Agências do Trabalhador - O melhor resultado do emprego para o primeiro semestre desde 2011 foi alcançado com ajuda das Agências do Trabalhador. De acordo com o relatório nacional de desempenho da intermediação de mão de obra da Rede Sine, divulgado pelo Ministério do Trabalho, as unidades do Paraná, vinculadas ao Governo do Estado, lideraram o ranking nacional na categoria trabalhadores efetivamente contratados, com 49.114 novos empregos.

À frente - O Estado ficou à frente de Ceará (20.739), São Paulo (13.535) e Mato Grosso do Sul (10.223), com mais do que o dobro dos encaixes efetivos do que o segundo colocado. Os melhores meses foram abril (10.317), março (9.583), maio (8.878) e junho (8.214). (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: José Fernando Ogura / AEN

 

IBGE: População brasileira chega a 213,3 milhões de pessoas em 2021

ibge 27 08 2021A população brasileira chegou a 213,3 milhões de pessoas em 1º de julho de 2021, segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ano passado, o Brasil tinha 211,7 milhões de habitantes.

Diário Oficial - O dado foi publicado na edição desta sexta-feira (27/08) do Diário Oficial da União. O crescimento estimado da população de 2020 para 2021 foi de 0,74%, de acordo com o IBGE.

Mais populosos - A estimativa mostra que os estados mais populosos são: São Paulo (46,65 milhões), Minas Gerais (21,41 milhões) e o Rio de Janeiro (17,46 milhões).

Menos - O país tem três estados com menos de 1 milhão de habitantes: Roraima (652,7 mil), Amapá (877,6 mil) e Acre (906,9 mil). (Agência Brasil)

FOTO: Free-Photos / Pixabay

 

CÂMARA DOS DEPUTADOS: Seminário discute transporte rodoviário autônomo de cargas

camara deputados 27 08 2021A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados promove seminário na segunda-feira (30/08) para discutir a situação do transporte rodoviário autônomo de cargas no Brasil.

Iniciativa - O evento é uma iniciativa do deputado Gonzaga Patriota (PSB-PE) e será realizado em parceria com a Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA) no plenário 11.

Movimentação - Segundo o parlamentar, os caminhoneiros autônomos são responsáveis por cerca de 60% da movimentação de bens e mercadorias no País.

Abertura - A solenidade de abertura, marcada para as 9 horas, contará com a presença, além de Patriota, do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL); do presidente da comissão, Carlos Chiodini (MDB-SC); do secretário nacional de Transportes Terrestres do Ministério da Infraestrutura, Marcello da Costa Vieira; e do presidente da CNTA, Diumar Bueno.

Confira a programação completa do seminário

Painel - Das 10 horas às 13 horas, ocorrerá painel sobre "contratação direta do caminheiro autônomo". Debaterá esse tema com os deputados: o diretor-executivo da Associação Nacional dos Usuários do Transporte de Carga, Luiz Henrique Teixeira Baldez; o coordenador nacional do Projeto de Documentos Fiscais de Transporte e Fiscal Tributário Estadual na Secretaria de Fazenda do Mato Grosso do Sul, Daniel Carvalho; o assessor jurídico da CNTA, Alziro da Motta Santos Filho; e o coordenador de Projeto da Secretaria Executiva do Ministério da Infraestrutura, Gabriel Valderrama.

Transmissão ao vivo - O público poderá acompanhar as discussões ao vivo e enviar perguntas aos participantes por meio do portal e-Democracia. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: José Fernando Ogura / Agência de Notícias do Paraná

 

SAÚDE I: Mortes vão a 577,5 mil e casos a 20,67 milhões

O total de vidas perdidas por causa da pandemia alcançou 577.565. Nas últimas 24 horas, órgãos de saúde dos estados e municípios registraram 920 novas mortes causadas pela doença. Na quarta-feira (25/08), o sistema de informações da pandemia contabilizava 576.645 óbitos.

Investigação - Ainda há 3.567 falecimentos em investigação. Isso pelo fato de haver casos em que o diagnóstico depende de resultados de exames concluídos apenas após o paciente já ter morrido.

Infectadas - Já a quantidade de pessoas que pegaram covid-19 desde o primeiro caso, no ano passado, chegou a 20.676.561. Desde quarta, as secretarias de saúde registraram 31.024 diagnósticos positivos da doença. Na quarta, o painel de dados do Ministério da Saúde marcava 20.645.537 casos acumulados.

Acompanhamento - Ainda há 489.493 casos em acompanhamento. O nome é dado para pessoas cuja condição de saúde é observada por equipes de saúde e que ainda podem evoluir para diferentes quadros, inclusive graves.

Recuperadas - O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 subiu para 19.609.503. Isso corresponde a 94,8% das pessoas infectadas no Brasil desde o início da pandemia.

Atualização - As informações estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite desta quinta-feira (26/08). O balanço consolida os dados sobre casos e mortes levantados pelas secretarias estaduais de saúde.

Dados - Os dados em geral são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação do sistema pelas secretarias estaduais. Já às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pela regularização dos registros acumulados durante o fim de semana.

Estados - No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (145.012), Rio de Janeiro (61.982), Minas Gerais (52.713), Paraná (37.281) e Rio Grande do Sul (34.087). Na parte de baixo da lista estão Acre (1.813), Roraima (1.935), Amapá (1.949), Tocantins (3.668) e Sergipe (5.978). Não foram registradas novas mortes entre quarta e quinta-feira no Acre e no Amapá.

Vacinação - Até o início da noite desta quinta-feira (26/08), o painel de vacinação do Ministério da Saúde não havia tido novas atualizações. Até quarta, o sistema marcava 184,5 milhões de doses aplicadas, sendo 126,7 milhões da 1ª dose e 57,8 milhões da 2ª dose. Ainda conforme o painel de vacinação, foram distribuídas 223,6 milhões de doses. (Agência Brasil)

 

boletim covid 26.08.21

SAÚDE II: Paraná registra mais 2.519 novos casos e 103 mortes por Covid-19

saude II 27 08 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quinta-feira (26/08) mais 2.519 casos confirmados e 103 mortes — referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas — em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Há ajustes ao final do texto.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento mostram que o Paraná soma 1.443.521 casos confirmados e 37.062 mortos em decorrência da doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de janeiro (20), fevereiro (23), março (62), abril (24), maio (95), junho (47), julho (23), e agosto (2.221) de 2021; e novembro (2) e dezembro (2) de 2020.

Internados - 1.074 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados. São 760 pacientes em leitos SUS (433 em UTI e 327 em leitos clínicos/enfermaria) e 314 em leitos da rede particular (147 em UTI e 167 em leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 1.470 pacientes internados, 697 em leitos UTI e 773 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos da rede pública e particular e são considerados casos suspeitos.

Mortes - A Sesa informa a morte de mais 103 pacientes. São 44 mulheres e 59 homens, com idades que variam de 9 a 95 anos. Os óbitos ocorreram entre 25 de agosto de 2020 a 26 de agosto de 2021.

Municípios - Os pacientes que morreram residiam em Curitiba (32), Fazenda Rio Grande (8), Colombo (5), São José dos Pinhais (4), Ponta Grossa (4), Londrina (4), Cascavel (4), Tuneiras do Oeste (3), Toledo (3), Piraquara (2), Maringá (2), Bela Vista do Paraíso (2) e Araucária (2).

Um óbito - E registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Tomazina, Sarandi, Santana do Itararé, Rolândia, Pinhais, Pato Branco, Paranavaí, Palmeira, Palmas, Nova Prata do Iguaçu, Mariópolis, Mandirituba, Lapa, Japurá, Itaperuçu, Guaratuba, Foz do Iguaçu, Floresta, Corbélia, Cidade Gaúcha, Cianorte, Campo Mourão, Campo Largo, Cambé, Bocaiúva do Sul, Assaí, Arapongas e Almirante Tamandaré.

Fora do Paraná - O monitoramento registra 6.673 casos de residentes de fora do Estado, 219 pessoas morreram.

Ajustes - Houve ainda 187 casos excluídos. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando AQUI.

 


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