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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5150 | 06 de Setembro de 2021

FERIADOS: Sistema Ocepar retoma atividades no dia 9 de setembro

 

O Sistema Ocepar estará em recesso na terça-feira e quarta-feira (7 e 8/09) devido ao feriado nacional do Dia da Independência e ao feriado municipal em celebração à padroeira de Curitiba, Nossa Senhora da Luz dos Pinhais. O Informe Paraná Cooperativo não irá circular nesse período e voltará a ser publicado normalmente a partir de quinta-feira (9/09).

DIREITO COOPERATIVO: Aberto seminário dirigido a advogados e assessores jurídicos que atuam no setor cooperativista

 

Teve início na sexta-feira (03/09), o Seminário de Direito Cooperativo da Região Sul, evento on-line que, nesta edição, tem como anfitrião o Sistema Ocepar. O tema do painel de abertura foi “Doença ocupacional Covid: decisões nos Tribunais”, com palestras do ministro Alexandre de Souza Agra Belmonte, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), e do advogado e professor Marco Antônio Villatore. Cerca de 120 pessoas acompanharam o Seminário, que é dirigido a advogados e assessores jurídicos de cooperativas e das Unidades Estaduais do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Desde sua primeira edição, em 2017, é realizado em cooperação entre os Sistemas Ocepar (Organização das Cooperativas do Paraná), Ocesc (Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina) e Ocergs (Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul) e tem contado com a participação de representantes do Sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras). O evento vai ocorrer todas as sextas-feiras do mês de setembro, em formato que inclui a apresentação de palestras e espaço para debates.

 

Relevância - O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, saudou os palestrantes e participantes do Seminário, ressaltando a importâncias dos temas em discussão no evento. “Este painel inicial discorre sobre questões de relevância para o dia a dia do trabalho no cooperativismo, que tem um grande contingente de profissionais no Paraná e nos demais estados do Sul. É fundamental que estejamos atualizados sobre a legislação e entendimentos mais recentes do Judiciário. A pandemia trouxe inúmeros desafios a todos os setores, e temos muita responsabilidade frente aos nossos cooperados e colaboradores, com desdobramentos nas comunidades em que as cooperativas estão inseridas”, afirmou. 

 

Atualização - Na opinião do presidente do Sistema Ocergs, Vergilio Perius, a iniciativa conjunta da Região Sul contribui para a atualização dos profissionais da área jurídica das cooperativas. “O ideário que sempre deve nortear o cooperativismo é a equidade e a disposição em promover as pessoas, o que foi reconhecido pelas Nações Unidas, que afirmou que as cooperativas “constroem um mundo melhor”. Partindo de um arcabouço jurídico firmado na essencialidade do ato cooperativo, é positivo a realização deste seminário, assegurando informação de qualidade para advogados e juristas do setor”, disse. 

 

Intercooperação - O assessor jurídico do Sistema Ocesc, Gilson Flores, acompanhou o Seminário e representou o presidente da entidade, Luiz Vicente Suzin. O advogado destacou a dimensão crescente do Seminário e a qualidade dos palestrantes e relevância dos temas debatidos. “Os assuntos repercutem no cotidiano das cooperativas e por isso é importante que sejam discutidos de forma técnica. Esse evento demonstra a força da intercooperação, que é um dos princípios do cooperativismo e é cada vez mais presente entre cooperativas e organizações representativas do setor na Região Sul”, ressaltou. 

 

Ato Cooperativo - O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, destacou a integração entre as entidades representativas da região Sul. “Juntos, o cooperativismo te uma força e um conhecimento acumulado extraordinário. Temos inúmeros desafios a superar, muitos deles envolvendo discussões de marcos regulatórios que impactam às cooperativas. A realização de um seminário de Direito Cooperativo é importante para promover debates, que podem criar agendas positivas, possibilitando que o setor navegue em mares mais serenos, dando respaldo sobretudo às interpretações ao Ato Cooperativo”, afirmou.

 

Debate - Os palestrantes que abriram o primeiro painel do Seminário, participaram de um debate on-line, com a mediação do assessor jurídico da Fecoopar (Federação das Cooperativas do Estado do Paraná), Graziel Pedrozo de Abreu. O ministro do TST, Alexandre de Souza Agra Belmonte, e o advogado e professor Marco Antônio Villatore, responderam perguntas dos espectadores do evento. 

 

Programação - O próximo encontro do Seminário de Direito Cooperativo da Região Sul vai ser realizado na próxima sexta-feira (10/09), com o tema “LGPD e Compliance: responsabilidade e direito dos titulares”. No dia 17, os assuntos debatidos vão ser as “Medidas atípicas do processo de execução para recuperação de crédito, alienação fiduciária e decisão do STF”. Encerrando o ciclo de discussões do Seminário, no dia 24 de setembro, o tema será “Gestão eletrônica de documentos e assembleias digitais”.

 

Link - As inscrições podem ser efetivadas pelo link: https://bit.ly.3CCbPE5.

 

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REVISTA PR COOPERATIVO: Edição de setembro destaca o início da implantação do PRC200

 

pr cooperativo 06 09 21A edição de setembro da Revista Paraná Cooperativo destaca o início da fase de implantação do PRC200, o planejamento estratégico do cooperativismo paranaense. O objetivo primordial é o desenvolvimento sustentável, criando mais oportunidades de renda e qualidade de vida às pessoas e comunidades. “O Plano Paraná Cooperativo 200 é uma tentativa de ir além. Nós podemos mais. Podemos sonhar com algo maior porque as cooperativas têm potencial para isso”, explica o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken. 

 

Metas - O novo ciclo do planejamento estratégico do cooperativismo do Paraná tem como metas projetadas: faturar R$ 200 bilhões, alcançar a marca de 4 milhões de cooperados, 200 mil funcionários diretos e R$ 10 bilhões em sobras do exercício, com investimentos anuais de R$ 5 bilhões. Em comparação com os indicadores fechados em 2020, o PRC200 almeja praticamente dobrar o montante faturado pelas cooperativas associadas à Ocepar, ampliando as sobras (recursos líquidos anuais) em mais de 60%, com a geração de 82 mil novos postos diretos de trabalho. O plano prevê ainda aplicar R$ 300 milhões em capacitação. Em específico ao ramo saúde, a projeção é de que as cooperativas vão ter 2,5 milhões de beneficiários ao fim deste ciclo de planejamento. 

 

Mapa estratégico - A estrutura do mapa estratégico do PRC200 é composta pelos alicerces (que sustentam as decisões estratégicas ancorados nos princípios e fundamentos do cooperativismo), os pilares (planos estratégicos estruturais para garantir desenvolvimento) e resultados (indicadores consolidados que vão nortear a evolução do sistema cooperativista). O objetivo geral do PRC200 é o desenvolvimento sustentável do cooperativismo paranaense. Para alcançar esse objetivo, é necessário compreender os desafios e as oportunidades que irão impulsionar o crescimento econômico e social das cooperativas, traduzi-los em planos e avaliar os resultados conquistados.

 

Entrevista - O entrevistado desta edição é o presidente da Cooperativa Agrária Agroindustrial, Jorge Karl. Aos 59 anos, o engenheiro agrônomo preside a cooperativa desde 1999. O dirigente considera a intercooperação uma estratégia viável de expansão produtiva, desde que seja realizada com objetivos de longo prazo. “A razão de ser de uma cooperativa é oferecer alternativas de renda e desenvolvimento a seus cooperados. Para isso, ela deve ser competitiva e se adaptar às demandas e aos diferentes cenários da economia”, afirma. 

 

União - Segundo o dirigente, unir forças pode ser o melhor caminho não apenas entre cooperativas que possuem afinidades culturais e atuam no mesmo segmento, mas também entre diferentes ramos de atividade. “Existem muitas possibilidades para novos negócios intercooperativos no Paraná, basta ser criativo e olhar as oportunidades que o mercado oferece”, avalia. 

 

Jornalismo - A revista também destaca o anúncio dos vencedores do 14º Prêmio Ocepar de Jornalismo, na tarde de 12 de agosto, por meio de evento digital transmitido pela TV Paraná Cooperativo, no Youtube. O Tema desta edição foi “Cooperativismo: força econômica e social que faz a diferença”. O concurso teve 86 trabalhos inscritos, dos quais 14 foram selecionados entre os melhores. Os participantes concorreram em seis categorias, com R$ 88 mil distribuídos em premiações. 

 

Clique aqui para conferir na íntegra a edição de setembro da revista Paraná Cooperativo

 

 

CAPAL: Mulheres se destacam em cargos de liderança na cooperativa

 

“Quando eu comecei a trabalhar na cooperativa, praticamente, eu era a única mulher no departamento”, lembra Dirlei Brizola. Recém-egressa do Ensino Médio, Dirlei foi admitida aos 16 anos de idade na função de secretária e hoje soma 37 anos de carteira assinada na Capal Cooperativa Agroindustrial.  Atualmente, Dirlei atua como coordenadora de Contabilidade da Capal, e dos 18 funcionários sob a sua liderança, 70% da equipe é formada por profissionais mulheres. 

 

Qualificação - Dirlei observa que o estudo é fundamental e que as mulheres estão cada vez mais se profissionalizando. “Acompanho algumas entrevistas e a gente vê quem mais se destaca. Não fazemos nenhum tipo de discriminação de gênero, e eu sou um exemplo disso na cooperativa. A contratação é integralmente baseada na qualificação, competência e comprometimento com o trabalho, e não se é homem ou mulher”, declara. Tanto Dirlei quanto os outros colaboradores mais experientes acompanham, no decorrer dos anos, o crescimento significativo de contratação de mulheres na cooperativa, incluindo na ocupação de cargos de gerência e coordenação de variados setores. 

 

Presença feminina - Hoje a Capal conta com 241 funcionárias com, pelo menos, três filiais e oito áreas administrativas conduzidas por mulheres: Comercial, Recursos Humanos, Comunicação & Marketing, Laboratórios de Sementes, Qualidade de Ração, Jurídico, Controladoria e Auditoria Interna.  A cooperativa também conta com veterinárias nas áreas de suinocultura e pecuária leiteira, engenheiras agrônomas na assistência técnica, sementes e também técnicas agrícolas. “Nas últimas décadas, é notável o fortalecimento da presença feminina no agronegócio. Os números indicam o aumento tanto de cooperadas quanto de profissionais capacitadas para tomar as rédeas de um mercado predominantemente masculino”, ressalta Adilson Fuga, presidente executivo da Capal.

 

Joana Rocha - Formada em Ciências Contábeis, a gerente Joana Rocha está à frente de uma das maiores unidades de armazenagem da Capal, localizada no município de Taquarituba, sudoeste de São Paulo, onde é gestora de aproximadamente 100 funcionários, entre operacional, agrônomos e veterinários. Há 12 anos na cooperativa, Joana afirma que teve de se esforçar para conseguir o seu espaço e fica muito contente de testemunhar mais mulheres no mercado agrícola. “A minha gestão é muito focada nos valores cooperativistas, então, transparência e igualdade no tratamento com todos da equipe, independentemente do gênero, são princípios fundamentais.” “Quando me tornei gerente, fiz questão de conhecer cada profissional do meu time. É importante detectar as competências particulares dos membros da equipe, avaliar como essa pessoa pode contribuir para o trabalho, e desenvolver esse diferencial. Assim, todo mundo ganha, principalmente os cooperados”, complementa. 

 

No campo - Além do destaque das profissionais mulheres nas áreas administrativas da Capal, algumas delas podem ser encontradas nos trabalhos no campo. É o caso da engenheira agrônoma Andreia Piati, que iniciou a assistência técnica nas propriedades de Wenceslau Braz (PR), e hoje atende os cooperados de Arapoti (PR) e região.  Pioneira, Andreia foi a primeira agrônoma mulher a integrar o time da Capal. Mas antes de assumir a função na cooperativa, relembra que já passou por experiências desagradáveis até se posicionar no mercado de trabalho. “Já fiz entrevistas em empresas e multinacionais, e sei que não fui aceita porque sou mulher, deixaram esse preconceito transparecer”, diz.

 

Mudança - No entanto, Andreia nota que este cenário mudou bastante e que a abertura para a participação de mulheres no mercado agrícola está crescendo gradualmente. “Quando voltei da licença maternidade, fiquei muito contente que tinha mais duas mulheres agrônomas na minha equipe, então eu sinto muito orgulho de trabalhar em um lugar que não faz esse tipo de distinção”, relata. 

 

Sobre a Capal -Fundada em 1960, a Capal Cooperativa Agroindustrial conta atualmente com mais de 3,3 mil associados, distribuídos em 21 unidades de negócios, nos estados do Paraná e São Paulo. A cadeia agrícola responde por cerca de 65% das operações da cooperativa, produzindo mais de 750 mil toneladas de grãos por ano, com destaque para soja, trigo, milho e café. A área agrícola assistida ultrapassa os 153 mil hectares. O volume de leite negociado mensalmente é de 12 milhões de litros, proveniente de 320 produtores. Além disso, a cooperativa comercializa mais de 31 mil toneladas de suínos vivos. (Assessoria de Comunicação da Capal)

 

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COCARI: Produtores de Imbituva e região contam com nova unidade da Cocari

 

Com o objetivo de oferecer o melhor atendimento aos cooperados e clientes de Imbituva-PR e região, com um diferencial nos serviços prestados, a Cocari inaugurou a segunda unidade da cooperativa no município, na manhã da última sexta-feira (03/09). A unidade fica em local estratégico para fácil acesso dos produtores de toda a região, contando com amplo espaço para trazer mais conforto no atendimento e muita variedade em produtos.

 

Presenças - Participaram da cerimônia de inauguração o presidente da Cocari, Marcos Antonio Trintinalha; o superintendente Comercial, Alex Sandro Santin; o superintendente de Suprimentos e Assistência Técnica, Jacy Cesar Fermino da Rocha; o gerente regional dos Campos Gerais, Vanilton De Nez Pereira; a gerente da unidade, Viviane Gouveia de Souza; o prefeito de Imbituva, Celso Kubaski; o prefeito de Irati, Jorge Derbli; demais autoridades, produtores rurais e colaboradores.

 

Cooperativismo - Na abertura do evento, Marcos A. Trintinalha falou sobre a importância da presença da cooperativa na região. “A Cocari tem 59 anos e hoje estamos com 9 mil associados participando da cooperativa, que tem faturamento previsto para R$ 3,5 bilhões neste ano. A Cocari veio para a região de Imbituva para atender um grupo de produtores que não estavam inseridos no cooperativismo. Aos poucos fomos formando nossas equipes de trabalho e é importante destacar que nós respeitamos a cultura de cada região em que atuamos e chegamos para oferecer aquilo que o produtor precisa, para trabalharmos juntos”, disse.  

 

Convite aos produtores - O presidente da Cocari comentou sobre alguns dos segmentos em que a cooperativa atua e também fez um convite aos produtores de toda a região. “A Cocari está de portas abertas para os produtores. Nossa equipe está pronta para atender os cooperados e clientes. Temos quatro agrônomos e um veterinário para dar suporte na área técnica em tudo o que precisarem”, frisou. “Agradeço aos fornecedores que estão participando dessa inauguração, às cooperativas de crédito que são nossas parceiras também. Obrigado ao município de Imbituva por receber a Cocari, à gerente Viviane que está à frente da unidade, ao Vanilton que é o gerente regional dos Campos Gerais e a todos os cooperados e colaboradores. Tenho certeza de que a Cocari irá crescer muito aqui na região”, disse Marcos A. Trintinalha.

                                                                                                                                                  

Fortalecendo Imbituva e região - O prefeito Celso Kubaski destacou que a presença da cooperativa fortalece a economia do município. “Sabemos da importância de todos os segmentos para a economia do nosso município e a Cocari, mesmo já estabelecida em Imbituva, vem a ampliar seus negócios, com uma estrutura física mais aconchegante para melhor atender aos seus cooperados e futuros clientes. É uma satisfação saber que as empresas estão acreditando em Imbituva para fortalecer cada vez mais o nosso município. Essa parceria com a Cocari é muito importante e deixamos o município à disposição do presidente Marcos e sua equipe para que possamos atender a cooperativa naquilo que for necessário. Parabéns à Cocari por mais esse investimento”, afirmou.

 

Expansão - O superintendente Alex Sandro Santin reforçou que a Cocari está à disposição dos produtores. “É uma alegria estar expandindo agora com uma loja no centro da cidade. Cada inauguração traz grande alegria porque fazer parte dessa cooperativa e ver como ela vem crescendo e mostrando o quanto é grande para o produtor e as comunidades onde ela está é muito importante. E a Cocari é para todos, para o pequeno, o médio e o grande produtor. A unidade tem vários produtos e serviços para atender a comunidade inteira e todos serão muito bem-vindos para conhecer a nossa loja e nosso time”, disse. 

 

Área técnica - O superintendente Jacy Cesar Fermino da Rocha comentou sobre o suporte oferecido na área técnica. “É uma satisfação muito grande poder estar inaugurando essa loja em Imbituva. Já estávamos com a unidade de recebimento, estamos com quatro agrônomos já fazendo assistência técnica no município, tendo aceitação muito grande por parte da comunidade de Imbituva. A Cocari vem trazer soluções para esses agricultores e pecuaristas da região. Venham conhecer e buscar informações do quadro técnico para que ele possa contribuir para a sua rentabilidade”, destacou.

 

Atuação nos Campos Gerais - Vanilton De Nez Pereira frisou que a Cocari traz diversos benefícios aos cooperados. “Essa inauguração vem para estarmos mais próximos e oferecermos mais serviços e benefícios para a família cooperada de Imbituva, que tão bem nos acolheu desde o início de 2020. Neste local vamos ter os serviços de assistência técnica e veterinária, fornecimento de insumos, atendimento com a área comercial e administrativa. A unidade está de portas abertas para que possam vir conhecer a Cocari e se tornem cooperados, ajudando a cooperativa a continuar caminhando e apoiando as famílias cooperadas para, com isso, engrandecer o cooperativismo e toda a economia do município”, ressaltou o gerente regional dos Campos Gerais.

 

Satisfação - Viviane Gouveia de Souza enfatizou a satisfação com a expansão da Cocari. “É gratificante ver que está dando certo o trabalho e que as pessoas estão acreditando na equipe e na Cocari. É uma grande alegria poder ver a participação dos produtores aqui na região também, que tem uma cultura diferente e a Cocari conseguiu se adaptar bem aqui. Estamos esperando não só os produtores rurais, mas a população em geral para conhecerem a loja. Nós trabalhamos com um portfólio muito diversificado com insumos, rações, suplementação, equipamentos agrícolas, maquinários, tudo para atender a comunidade de Imbituva e região”, afirmou a gerente.

 

Primeiro cooperado em Imbituva - Paulo Roberto Blum é o primeiro cooperado da Cocari em Imbituva e falou sobre a inauguração. “A agricultura hoje é uma empresa e por isso que a cooperativa é uma força. Eu já conhecia a Cocari de nome, por estar muito bem no norte do Paraná, e então resolvi aceitar o convite e vir em busca do apoio da cooperativa para que eu possa desenvolver cada vez melhor a minha função. A inauguração dessa unidade é muito importante porque nós precisamos, muitas vezes, do produto de imediato porque na agricultura não podemos esperar, sem contar com a geração de empregos que ajuda a desenvolver o município”, relatou.

 

Visite a unidade - A unidade fica na Avenida Sete de Setembro,735, no Centro de Imbituva. O telefone de contato é: (42) 3436-5600. Lembrando que a unidade de recebimento de grãos continua atendendo na BR 373, Km 223 – Faxinal dos Ávilas. (Imprensa Cocari)

 

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ECONOMIA I: Governo quer reforma tributária neutra, diz ministro Guedes

 

economia I 06 09 2021O governo está trabalhando por uma reforma tributária neutra ou que gere pequena perda de arrecadação, disse na sexta-feira (3/09) o ministro da Economia, Paulo Guedes. Em evento virtual promovido por uma instituição financeira, ele voltou a dizer que o crescimento da economia nos próximos anos poderá compensar eventuais quedas de receitas. Mais cedo, o secretário especial de Tesouro e Orçamento da pasta, Bruno Funchal, participou do mesmo evento e estimou em cerca de R$ 20 bilhões a perda de arrecadação no próximo ano, caso o Senado ratifique o texto aprovado pela Câmara. 

 

Arrecadação - Apesar da projeção, Guedes disse que o crescimento recente na arrecadação federal pode financiar a redução de impostos. “Estou tentando acertar uma reforma neutra. Mas se errar, eu prefiro errar para arrecadar um pouco menos. Mas não vai haver uma arrecadação menor, aí que está. Suponha que erramos o cálculo em R$ 20 bilhões na reforma. A arrecadação já subiu R$ 200 bilhões neste ano de forma imprevista. Então eu posso abrir mão de um pouco desse aumento, que aliás era nossa promessa de campanha”, declarou.

 

Equilíbrio - O ministro voltou a propor a transformação de qualquer excesso de arrecadação em queda de impostos. Apesar da crítica de estados e do setor financeiro, Guedes disse que o texto aprovado na quarta-feira (1º/09) pela Câmara dos Deputados está próximo do “ponto de equilíbrio”. “Eu queria baixar 10 pontos porcentuais do Imposto de Renda das empresas, baixamos 8 pontos. A reforma é neutra, não é neutra? Vamos fazer uma consideração aqui. Os empresários dizem que a gente aumentou, os Estados dizem que baixamos. A gente não deve nem ter aumentado muito nem baixado muito, deve estar no ponto de equilíbrio. Isso quer dizer que a gente mais ou menos acertou a dose”, afirmou.

 

PIB - Guedes também comentou a queda de 0,1% no Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos no país) no segundo trimestre. Na avaliação do ministro, a retração foi uma “pausa” provocada por causa da segunda onda da pandemia de covid-19. Ele reafirmou acreditar que a economia brasileira está se recuperando em “V” (forte queda, seguida de forte alta). “O segundo trimestre foi o mais trágico da pandemia, com maior número de mortes, quando estávamos voltando ao trabalho. Foi uma ligeira pausa, foi basicamente de lado, caiu 0,05%, e arredondaram para 0,1%. Se fosse 0,04%, teria arredondado para zero”, afirmou o ministro. Segundo ele, outros indicadores, como os empregos, a arrecadação e a contratação de investimentos, continuam fortes.

 

Expectativa - Em relação à expectativa de que o crescimento do PIB no próximo ano desacelere para menos de 2%, Guedes disse que os críticos são os mesmos que haviam previsto uma queda de 10% do PIB no ano passado e menosprezaram a recuperação em “V” neste ano. “Prefiro acreditar na economia brasileira, no desempenho e no vigor que ela tem exibido, do que acreditar em pessimistas de plantão”, comentou.

 

Emprego - O ministro chamou de “guerreiros da informalidade” os cerca de 38 milhões de trabalhadores informais que receberam o auxílio emergencial durante a pandemia. Para ele, o avanço da imunização facilitará o retorno ao mercado formal de trabalho. “Era um desemprego disfarçado em massa. Com vacina avançando eles estão retornando ao trabalho e veremos uma aceleração desse emprego informal, além do formal”, disse.

 

Teto - Sobre a regra de ouro, espécie de teto para a dívida pública que requer autorização do Congresso para ser superado, Guedes afirmou que a norma, definida pelo artigo 167 da Constituição, “transformou-se numa ficção” e que é descumprida há cinco anos por causa dos déficits nas contas públicas. “Quando o governo tem um déficit, não cumpre [a regra de ouro]”, completou. (Agência Brasil)

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

ECONOMIA II: Instituições financeiras elevam estimativa de inflação para 7,58%

 

economia II 06 09 2021A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, subiu de 7,27% para 7,58%, neste ano. É a 22ª elevação consecutiva na projeção. A estimativa está no boletim Focus desta segunda-feira (6/09), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos. Para 2022, a estimativa de inflação é de 3,98%. Para 2023 e 2024, as previsões são de 3,25% e 3%, respectivamente.

 

Acima da meta - A projeção para 2021 está acima da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2,25% e o superior de 5,25%. Em julho, a inflação subiu 0,96%, o maior resultado para o mês desde 2002, quando a alta ficou 1,19%. Com o resultado, o IPCA acumula alta de 4,76%, no ano, e 8,99%, nos últimos 12 meses.

 

Agosto - Os dados de agosto devem ser divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na próxima semana, mas o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial, registrou inflação de 0,89% no mês passado, a maior variação do IPCA-15 para um mês de agosto desde 2002 (1%).

 

Taxa de juros -Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 5,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic encerre 2021 em 7,63% ao ano. Para o fim de 2022, a estimativa é de que a taxa básica suba para 7,75% ao ano. Tanto para 2023 como para 2024, a previsão é 6,5% ao ano.

 

Retomada - Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas podem dificultar a recuperação da economia. Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

 

PIB e câmbio -As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a projeção para o crescimento da economia brasileira este ano de 5,22% para 5,15%. Para 2022, a expectativa para Produto Interno Bruto (PIB) - a soma de todos os bens e serviços produzidos no país - é de crescimento de 1,93%. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 2,35% e 2,5%, respectivamente. A expectativa para a cotação do dólar subiu de R$ 5,15 para R$ 5,17 para o final deste ano. Para o fim de 2022, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5,20. (Agência Brasil)

 

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

 

PECUÁRIA: Mapa afirma que ações de mitigação foram concluídas nos casos de vaca louca em Mato Grosso e Minas Gerais

 

pecuaria I 06 09 2021A Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) confirmou na sexta-feira (3/09) a ocorrência de dois casos atípicos de encefalopatia espongiforme bovina, conhecida como o mal da vaca louca, em frigoríficos de Nova Canaã do Norte (MT) e de Belo Horizonte (MG). A confirmação foi feita pelo laboratório de referência da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), em Alberta, no Canadá. De acordo com a pasta, todas as ações sanitárias de mitigação de risco foram concluídas antes mesmo da emissão do resultado final pelo laboratório. “Portanto, não há risco para a saúde humana e animal”, destacou, em nota. Os dois casos atípicos, um em cada estabelecimento, foram detectados durante a inspeção realizada antes do abate dos animais. “Trata-se de vacas de descarte que apresentavam idade avançada e que estavam em decúbito [deitadas] nos currais”, explicou.

 

Exportações - Conforme preveem as normas internacionais, o Brasil também notificou oficialmente a OIE da ocorrência. No caso da China, em cumprimento ao protocolo sanitário firmado entre o país e o Brasil, as exportações de carne bovina ficam suspensas temporariamente. A medida, que passou a valer a partir do dia 4 de setembro, ficará em vigor até que as autoridades chinesas concluam a avaliação das informações já repassadas sobre os casos.

 

China - O país asiático é o principal destino da carne brasileira, segundo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec). No mês de julho foram exportados 91.144 toneladas do produto, crescimento de 11,2% em relação ao mesmo mês de 2020, com alta de 19,1% nas receitas, somando US$ 525,5 milhões. No acumulado, de janeiro a julho de 2021, os embarques para a China já somam 490 mil toneladas e receitas de US$ 2,493 bilhões, crescimento de 8,6% e 13,8%, respectivamente, no comparativo com o mesmo período de 2020.

 

Classificação de risco - O Mapa esclareceu ainda que a OIE exclui a ocorrência de casos atípicos da vaca louca para efeitos do reconhecimento do status oficial de risco do país. “Desta forma, o Brasil mantém sua classificação como país de risco insignificante para a doença, não justificando qualquer impacto no comércio de animais e seus produtos e subprodutos”, completou. Segundo o ministério, estes são o quarto e quinto casos atípicos da doença registrados em mais de 23 anos de vigilância do país. Eles ocorrem de maneira espontânea e esporádica e não estão relacionados à ingestão de alimentos contaminados. A pasta destacou que o Brasil nunca registrou a ocorrência de caso clássico do mal da vaca louca. (Agência Brasil)

 

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

MERCADO INTERNACIONAL: Acordo entre OCB e Apex-Brasil já tem resultados

 

Uma boa notícia para as cooperativas agropecuárias que pensam aumentar sua participação no mercado internacional ou mesmo iniciar essa jornada! Graças ao acordo de cooperação entre OCB e Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), as coops brasileiras terão vagas reservadas em nove feiras internacionais organizadas pela entidade. 

 

Exportação - Assim, as cooperativas que poderão participar das feiras são aquelas que, em 2020, exportaram até US$ 500 mil. Vale destacar que cada cooperativa poderá contar com um estante de até 4m² cada (com a seguinte estrutura: balcão de atendimento com logomarca da cooperativa à frente, cadeira, armário interno e expositor vertical de vidro).

 

Menor custo - É importante ressaltar que as coops terão o menor custo de participação entre todas as modalidades. Esse custo equivale a 33% do valor de um estande básico, que varia de acordo com cada feira, conforme descrito no regulamento das feiras do ano que vem.

 

Conquista - Para a superintendente do Sistema OCB, Tânia Zanella, essa é mais uma conquista que resulta das tratativas com a Apex. “Temos muita satisfação de anunciar esse marco às nossas cooperativas, pois vemos, com isso, a oportunidade de melhorarmos cada vez mais a qualidade de vida dos cooperados”, analisa a superintendente.

 

Programação - Confira o calendário de eventos:

 

mercado internacional quadro 06 09 2021

  

Vantagens - Para quem participa das feiras, as vantagens são muitas. Confira algumas delas:

- As feiras e exposições nacionais e internacionais são eventos nos quais empresas de um mesmo setor apresentam seus produtos, novidades e tendências para o setor. Por isso é um meio eficaz de aproximação com o mercado que se quer conquistar. É possível aprofundar o conhecimento sobre o mercado-alvo, tendências e estratégias dos concorrentes; 

- Esses eventos contam com uma publicidade global e são visitados por todos os interessados em determinado segmento econômico. Assim, com todos os atores reunidos em um mesmo lugar, é possível reduzir custos de promoção;

- É um dos mais eficientes canais de contato com potenciais clientes, bem como para já realizar negócios;

- As feiras também são consideradas plataformas estratégicas para ampliar a visibilidade dos produtos e promover contatos;

-E permitem verificar em tempo real a reação do público ao seu produto. Assim é possível propor mudanças para melhor adequar o produto ao público-alvo.

 

Participe - Quer participar das próximas feiras internacionais? Então fique de olho na agenda do ConexãoCoop e na seção Mercado Internacional, se prepare para atender aos requisitos dos editais de seleção e faça as malas!  

 

Se prepare - Para conhecer o caminho para internacionalizar a sua coop, acesse a série de e-books Exportação para Cooperativas no ConexãoCoop. Você vai encontrar todas as informações que precisa para começar o plano de internacionalização da sua coop. (OCB)

 

FOTO: Yuri_B / Pixabay

CONTABILIDADE: Sescoop se torna instituição capacitadora

 

O desenvolvimento profissional é uma das estratégias adotadas por quem quer se destacar no mercado de trabalho. E o Sescoop, por meio da Capacitacoop, maior plataforma de desenvolvimento profissional do cooperativismo brasileiro, acaba de ser credenciado como instituição capacitadora pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC) e suas regionais.

 

Pontuação - O credenciamento possibilita que os cursos EAD – aqueles inscritos e credenciados pelo Sistema CFC –, sejam pontuados no Programa de Educação Profissional Continuada (PEPC). Na prática, todos os profissionais da área contábil podem fazer um dos cursos disponíveis na plataforma e melhorar sua pontuação de desenvolvimento profissional.

 

Cursos - Os cursos credenciados são:

 

contabilidade quadro 06 09 2021

 

Obrigatoriedade - A contabilidade exige profissionais que buscam constantes atualizações, afinal é uma área que sempre envolve mudanças na legislação e nas obrigações a serem entregues. Por isso, a Norma Brasileira de Contabilidade NBC PG 12 passou a exigir legalmente a atualização de profissionais do setor contábil com a Educação Profissional Continuada, a EPC.

 

Público-alvo - Profissionais inscritos no Cadastro Nacional de Auditores Independentes (CNAI) do CFC, exercendo, ou não, a atividade de auditoria independente.

- Profissionais registrados na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), inclusive sócios, exercendo, ou não, atividade de auditoria independente, responsáveis técnicos e demais profissionais que exerçam cargos de direção ou gerência técnica, nas firmas de auditoria registradas na CVM.

- Profissionais que exercem atividades de auditoria independente nas instituições financeiras e nas demais entidades autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil (BCB), na função de responsável técnico, diretor, gerente, supervisor e qualquer outro integrante, com função de gerência, da equipe envolvida nos trabalhos de auditoria.

- Profissionais que exercem atividades de auditoria independente nas sociedades seguradoras, resseguradoras, de capitalização, nas entidades abertas de previdência complementar reguladas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) e nas entidades de previdência complementar reguladas pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) na função de responsável técnico, diretor, gerente, supervisor e qualquer outro integrante, com função de gerência, da equipe envolvida nos trabalhos de auditoria.

-Profissionais que exercem atividades de auditoria independente de entidades não mencionadas acima, como sócio, responsável técnico ou em cargo de direção ou gerência técnica de firmas de auditoria e de organizações contábeis. Estão incluídas nessa obrigação as organizações contábeis que tenham explicitamente em seu objeto social a previsão de atividade de auditoria independente.

 

Mais detalhes - Outras informações relevantes sobre os cursos disponíveis da plataforma Capacitacoop:

Certificado: todos os certificados indicam a pontuação do PEPC.

Eles trazem: linguagem acessível, foco nas especificidades do cooperativismo e rigor na utilização de fontes de referência científica.

Prazo para realização: após o início do treinamento, o aluno terá 30 dias corridos para finalizar. (OCB)

 

FOTO: Steve Buissinne / Pixabay

COPACOL: Cooperativa anuncia reajuste de 10% em tabela de integrações

 

copacol 06 09 2021Referência nacional na produção de alimentos e no respeito a todo o ecossistema de transformação, a Copacol (Cooperativa Agroindustrial Consolata), no Oeste do Paraná, acaba de anunciar o aumento nos pagamentos aos cooperados que mantêm integrações de aves, suínos e peixes. 

 

Melhor remuneração - Em uma avaliação detalhada dos custos de produção, a cooperativa considerou a necessidade de garantir melhor remuneração aos cooperados. A tabela das atividades teve reajuste de 10%, com início retroativo a 1º de setembro. A decisão foi anunciada pelo diretor-presidente, Valter Pitol. “Estamos vendo uma série de desafios de produção e de comercialização. No entanto, precisamos ter um zelo com o nosso cooperado, que realiza a integração. Os custos com energia, paletes e manutenção tiveram grande aumento, basta ver a inflação que está em crescente constante. Fizemos uma análise dos custos, e embora tenhamos desafios maiores, precisamos proporcionar melhores resultados aos cooperados”, destaca Pitol.

 

Oportunidades - Com 6,9 mil cooperados, 16 mil colaboradores, a Copacol se destaca entre as grandes empresas do agronegócio brasileiro, proporcionando oportunidades aos agricultores do Oeste e Sudoeste do Paraná. Em outubro de 2021, a cooperativa completa 58 anos de existência – a meta é chegar a R$ 7,3 bilhões em faturamento, mesmo diante das dificuldades enfrentadas no cenário econômico nacional. (Imprensa Copacol)

SICOOB: Especialista é convidado para falar sobre Plano Safra e o futuro do crédito rural

 

sicoob 06 09 2021O Sicoob atua para ser muito mais do que um parceiro financeiro dos cooperados e das comunidades onde está inserido. Ele atua para contribuir diretamente com o desenvolvimento dos cooperados por meio dos princípios da educação, formação e informação e do interesse pela comunidade.

 

Eventos - Focado neste desenvolvimento é que, desde o início do mês de agosto, a cooperativa tem promovido eventos on-line, abertos para cooperados e não cooperados, abordando temáticas atuais e relevantes como negócios conscientes e liderança feminina.

 

Plano Safra e crédito rural - O #TôLigado, como foi chamada a série de eventos que acontecem até novembro, traz na próxima temática o tema “Plano Safra e o futuro do Crédito Rural”, com a presença do especialista em Crédito Rural e consultor da Organização das Cooperativas Brasileiras, Ademiro Vian.

 

Participe - Por isso, se você é produtor rural ou tem interesse nos assuntos relacionados ao campo participe do bate-papo on-line marcado para o dia 28 de setembro, às 19h. O evento terá transmissão via YouTube pelo link https://youtu.be/BRylUZuyyNc.

 

Inscrição - Para participar inscreva-se gratuitamente aqui: https://forms.office.com/r/f2kbDHxBCa (Imprensa Sicoob)

BANCO DO AGRICULTOR: Primeiros contratos do programa já começam a desenvolver agronegócio

 

banco agricultor 06 09 2021Gilson Delmar Migliori de Lima, agricultor de Enéas Marques, no Sudoeste do Estado, é o primeiro paranaense impactado pelo Banco do Agricultor Paranaense. Ele assinou um contrato para investir em um desensilador. Segundo o produtor, a aquisição do equipamento para torrar silagem facilita seu trabalho na Comunidade Linha Rio Vitória, que trabalha com produção de leite em uma das maiores bacias.

 

Benefícios - “Conseguimos tirar a silagem e tratar pela máquina, coisa que antes era feita manualmente. Isso facilita a mão de obra, faz ganhar tempo e ainda permite aumentar a produção futuramente”, diz o agricultor.

 

Rebanho - Ele tem 25 animais na ordenha, e, com a máquina nova, almeja aumentar para 50 o número de animais já no próximo ano, de olho na retomada da economia. “Eu achei o financiamento muito bom, acessível e nos permite fazer este tipo de investimento”, afirma Delmar.

 

Chácara Rino- Além dele, também com uma fábrica de leites, a Chácara Rino, em Carambeí, nos Campos Gerais, deu um passo importante para seu negócio. Com mais de mil animais, Mariane Petter Hoogerheide, proprietária da empresa, quer diminuir os custos para aumentar a produção. Por isso, contratou crédito por meio do Banco do Agricultor Paranaense para investir em um gerador de energia fotovoltaica.

 

Energia - “Para manter este gado, gastamos muita energia. É ventilador, resfriador, equipamento para retirada de leite. Com este novo gerador, poderemos economizar 60% dos nossos gastos atuais. E, além do benefício financeiro, esse investimento também é positivo para o meio ambiente”, afirma.

 

Exemplos - São dois exemplos do público-alvo planejado pelo programa lançado pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior em abril de 2021. Com imenso potencial agrícola, o Governo do Estado, por meio da Fomento Paraná e da Secretaria de Agricultura e do Abastecimento, lançou essas linhas estratégicas de financiamento voltadas ao desenvolvimento sustentável, à inovação tecnológica e à melhoria da competitividade e da qualidade dos produtos paranaenses, por meio de subsídios para baratear o crédito empregado na modernização das propriedades rurais.

 

Participação - O programa conta com a participação do Banco do Brasil, do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e de cooperativas de crédito.

 

Potência - “Qualquer lugar do mundo só vira uma potência quando descobre o que faz de melhor. No Paraná o que sabemos fazer de melhor é produzir alimentos. Hoje, exportamos comida para centenas de países e o agronegócio é responsável por cerca de um terço do Produto Interno Bruto (PIB) do nosso Estado. Então, o Governo tem responsabilidade de incentivar a criação de um ambiente de negócios que favoreça o setor”, destaca Ratinho Junior. 

 

Agronegócio - O Paraná é um estado reconhecido pelo agronegócio, setor que representa 34% do PIB total do Paraná. Ou seja, de cada R$ 100 produzidos num ano, R$ 34 estão relacionados ao agronegócio. O Valor Bruto de Produção Agropecuária (VBP) está na casa de R$ 128 bilhões e o campo e suas vertentes também respondem por 80% do esforço exportador do Paraná, com balança comercial superavitária.

 

Aposta - Segundo o secretário estadual de Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, o programa é uma aposta ousada e inédita no País para subsidiar modernizações e resolver gargalos históricos. “Estamos reservando recursos para facilitar e baratear o dia a dia dos produtores rurais, principalmente daqueles pequenos que têm aspirações de crescimento. O agronegócio paranaense emprega milhares de famílias e tem margem para crescer com sustentabilidade e responsabilidade”, afirma.

 

Banco - Por meio do programa, o Estado vai compensar o agricultor com o reembolso de até 3 pontos porcentuais do juro contratado junto às instituições financeiras que trabalham com crédito rural. Ou seja, dependendo do enquadramento dentro do programa e das condições do empréstimo, o financiamento será a juro zero para o agricultor, com os encargos ficando sob responsabilidade do Governo. Há, ainda, carência mínima para o pagamento da primeira prestação, variável de acordo com cada linha de crédito.

 

Política de juros diferenciada- “O Banco do Agricultor Paranaense é um instrumento criado para amenizar os desequilíbrios regionais por meio de uma política de juros diferenciada, que visa fortalecer a atividade produtiva nas regiões menos desenvolvidas”, afirma o diretor-presidente da Fomento Paraná, Heraldo Neves. “O objetivo é atender o produtor rural com ênfase na agricultura familiar, pequenas cooperativas, associações de produtores e agroindústrias familiares, visando o apoio, entre outras coisas, à produção orgânica, ao manejo sustentável de florestas e o estímulo ao uso de fontes alternativas de energia”.

 

Sicredi - De acordo com o Sicredi, cooperativa de crédito que atua como parceira do programa, operacionalizando os financiamentos na ponta, os produtores paranaenses já começaram a descobrir os benefícios do Banco do Agricultor Paranaense em seus próprios negócios.

 

Desenvolvimento regional- “Quando vimos o Banco do Agricultor Paranaense, identificamos um potencial para levar uma melhor condição aos associados, promovendo o desenvolvimento regional”, afirma Gilson César Winkelmann, gerente da agência do Sicredi em Enéas Marques, onde foi realizado o primeiro contrato com apoio do programa.

 

Revolução - Vendo a diferença que está fazendo logo em seus primeiros meses de projeto, o vice-presidente e diretor de operações do BRDE, Wilson Bley, diz que o objetivo do Banco do Agricultor Paranaense é revolucionar o setor. “Nós queremos um programa voltado ao desenvolvimento sustentável, a inovação tecnológica e a melhoria da competitividade dos produtos paranaenses”, diz.

 

Desafios - O programa também ataca diretamente os desafios permanentes do Estado, que são aumentar a eficiência do uso dos recursos naturais e dos sistemas de produção. Ou seja, produzir mais e melhor, com menos recursos.

 

Mais - Confira mais informações e as linhas disponíveis no Banco do Agricultor Paranaense AQUI. (Agência de Notícias do Paraná)

 

FOTO: Seab

SAÚDE I: Paraná confirma mais 1.589 novos casos e 43 mortes em decorrência da Covid-19

 

saude III 06 09 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou neste domingo (5/09) mais 1.589 casos confirmados e 43 mortes — referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas — em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 1.461.549 casos confirmados e 37.502 mortos pela doença. Os casos confirmados divulgados nesta data são de setembro (679), agosto (660), julho (31), junho (135), maio (79), abril (1) e março (4) de 2021.

 

Internados - 1.004 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados. São 727 pacientes em leitos SUS (438 em UTI e 289 em leitos clínicos/enfermaria) e 277 em leitos da rede particular (143 em UTI e 134 em leitos clínicos/enfermaria). Há outros 1.305 pacientes internados, 670 em leitos UTI e 635 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos.

 

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 43 pacientes. São 10 mulheres e 33 homens, com idades que variam de 24 a 94 anos. Os óbitos ocorreram entre 7 de abril a 5 de setembro de 2021. Os pacientes que morreram residiam em Curitiba (13), Cascavel (4), Foz do Iguaçu (3) e Colorado (3). A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Toledo, São Mateus do Sul, Sengés, Quatro Barras, Pato Branco, Palotina, Maringá, Marechal Cândido Rondon, Mamborê, Loanda, Lapa, Guarapuava, Florestópolis, Contenda, Conselheiro Mairinck, Colombo, Campina Grande do Sul, Cambé, Barbosa Ferraz e Araucária. O monitoramento registra ainda 6.498 casos de residentes de fora do Estado, 220 pessoas morreram.

 

SAÚDE II: Covid-19: país tem mais de 200 milhões de doses de vacinas aplicadas

 

saude II 06 09 2021O Brasil ultrapassou a marca de 200 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 aplicadas, informou o Ministério da Saúde. Até agora, são 134 milhões de pessoas com a primeira dose e mais 66,5 milhões com a imunização completa. Estudos recentes mostram que as vacinas reduzem significativamente o risco de morte, de internações e de infecções causadas pelo vírus. No entanto, a vacina não evita completamente que a pessoa se contagie nem que leve o vírus para outras pessoas. Segundo a pasta, mesmo com a vacina, os cuidados individuais, como o uso de máscara, álcool em gel e o distanciamento social, são importantes para evitar o contágio.

Foto: Agência Estadual de Notícias do Paraná

SAÚDE III: Covid-19: Brasil registra 266 mortes e 12,9 mil casos em 24 horas


saude I 06 09 2021

O Brasil registrou, em 24 horas, 266 mortes e 12.915 novos casos de covid-19, segundo o último boletim epidemiológico divulgado neste domingo (5/09) pelo Ministério da Saúde. Até agora foram registrados 20.890.779 de casos confirmados da doença e 583.628 óbitos. Segundo o boletim, há 19.862.438 casos de pessoas que se recuperaram da covid-19, o equivalente a 95,1% do total. Há ainda 444.713 casos em acompanhamento e 3.474 mortes em investigação.

 

Dados - A atualização consolida dados sobre casos e mortes enviados por secretarias estaduais de Saúde. Os dados em geral são menores aos domingos e às segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação do sistema pelas secretarias estaduais. Às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pela regularização dos registros acumulados durante o fim-de-semana. 

 

Estados - O estado de São Paulo é o que concentra o maior número de casos e de mortes por covid-19, com 4,29 milhões e 146.5 mil, respectivamente. Entre os casos, a segunda unidade da Federação com maior número de casos é Minas Gerais (2,08 milhões) e a terceira é o Paraná (1,46 milhão). Os estados com menos casos são Acre (87.875), Amapá (122,5 mil) e Roraima (122,4 mil). Em número de mortes, o segundo estado com maior número de mortes é o Rio de Janeiro (63.234) e o terceiro Minas Gerais (53.323). Os estados com menos mortes são Acre (1.814), Roraima (1.956) e Amapá (1.959).

O Brasil registrou, em 24 horas, 266 mortes e 12.915 novos casos de covid-19, segundo o último boletim epidemiológico divulgado neste domingo (5/09) pelo Ministério da Saúde. Até agora foram registrados 20.890.779 de casos confirmados da doença e 583.628 óbitos. Segundo o boletim, há 19.862.438 casos de pessoas que se recuperaram da covid-19, o equivalente a 95,1% do total. Há ainda 444.713 casos em acompanhamento e 3.474 mortes em investigação.

 

Dados - A atualização consolida dados sobre casos e mortes enviados por secretarias estaduais de Saúde. Os dados em geral são menores aos domingos e às segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação do sistema pelas secretarias estaduais. Às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pela regularização dos registros acumulados durante o fim-de-semana. 

 

Estados - O estado de São Paulo é o que concentra o maior número de casos e de mortes por covid-19, com 4,29 milhões e 146.5 mil, respectivamente. Entre os casos, a segunda unidade da Federação com maior número de casos é Minas Gerais (2,08 milhões) e a terceira é o Paraná (1,46 milhão). Os estados com menos casos são Acre (87.875), Amapá (122,5 mil) e Roraima (122,4 mil). Em número de mortes, o segundo estado com maior número de mortes é o Rio de Janeiro (63.234) e o terceiro Minas Gerais (53.323). Os estados com menos mortes são Acre (1.814), Roraima (1.956) e Amapá (1.959).


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