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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5158 | 20 de Setembro de 2021

DIREITO COOPERATIVO: Seminário debate medidas atípicas do processo de execução para recuperação de crédito

 

Na manhã de sexta-feira (17/09), foi realizado mais um painel do Seminário de Direito Cooperativo da Região Sul, evento on-line que, nesta edição, tem como anfitrião o Sistema Ocepar. O tema deste terceiro encontro foi “Medidas atípicas do processo de execução para recuperação de crédito, alienação fiduciária e decisão do STF”, tendo como palestrantes os advogados e professores Liliane Maria Busato Batista e Oksandro Gonçalves. Cerca de 100 pessoas acompanharam o Seminário, que é dirigido a advogados e assessores jurídicos de cooperativas e das Unidades Estaduais do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Desde sua primeira edição, em 2017, é realizado em cooperação entre os Sistemas Ocepar (Organização das Cooperativas do Paraná), Ocesc (Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina) e Ocergs (Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul) e tem contado com a participação de representantes do Sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras).

Relevância - O terceiro painel foi aberto pelo superintendente do Sistema Ocepar, Robson Mafioletti, que ressaltou a importância das discussões do Seminário. Após as palestras, foi realizado um debate on-line, mediado pelo assessor jurídico do Sistema Ocesc, Gilson Flores. Os palestrantes responderam perguntas enviadas pelos espectadores e aprofundaram aspectos do tema do painel. O quarto encontro do Seminário de Direito Cooperativo da Região Sul vai ser realizado na próxima sexta-feira (24/09), com o tema “Gestão eletrônica de documentos e assembleias digitais”. Segundo Flores, o evento discute temas de relevância no cotidiano das cooperativas, com destaque para a qualidade e conhecimento dos palestrantes. “O Seminário demonstra também a força da intercooperação, que é um dos princípios do cooperativismo e é cada vez mais presente entre cooperativas e organizações representativas do setor na Região Sul”, disse.

Inscrições - As inscrições para o quarto painel podem ser efetivadas pelo link: https://bit.ly.3CCbPE5.

Rádio PR Cooperativo - Ouça aqui o áudio produzido pelo jornalista Alexandre Salvador sobre o Seminário para a rádio Paraná Cooperativo.{vsig}2021/noticias/09/20/seminario/{/vsig}

 

GETEC: Informe nº 45 apresenta expectativas de mercado sobre indicadores econômicos

getec destaque 20 09 2021A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulgou, nesta segunda-feira (20/09), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central (BC), levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2021, 2022 e 2023.

Clique aqui para conferir o Informe Expectativas de Mercado Semanal

 

SISTEMA OCB: Semana Inovacoop debate a construção de futuros

sistema ocb 20 09 2021A Semana Inovacoop, realizada entre os dias 13 e 17 pelo Sistema OCB, chegou ao fim e trouxe a sensação de dever cumprido. A avaliação foi feita pela superintendente Tânia Zanella, na sexta-feira (17/09). Segundo ela, todos os feedbacks já recebidos foram muito positivos.

Divisor de águas - “Para nós, é um divisor de águas. É por isso que estamos com esse sentimento de tarefa concluída com sucesso. Afinal, o tema de inovação foi uma demanda das cooperativas ao final do 14º Congresso Brasileiro do Cooperativismo, realizado em maio de 2019. Todas as diretrizes, em especial as prioritárias, foram cumpridas. Estamos entregando tudo o que foi estabelecido e, por isso, também queremos agradecer às unidades estaduais do Sistema OCB, sempre tão parceiras e incansáveis ao nosso lado”, comentou a superintendente.

Resumo - E seguida, a gerente geral da OCB, Fabíola Nader, fez um resumo de como foi a programação da Semana e sobre tudo o que está disponível para as cooperativas inovarem, começando pelo site www.inova.coop.br, onde é possível encontrar o que tem de melhor a respeito da inovação disponível no mercado, além de cursos, e-books, posts com novidades, mais de 80 cases de coops inovadoras do Brasil e do mundo e muito mais.

Palestra - Na sequência, Thiago Mattos, investigador de futuros e membro da Singularity University nos EUA, ministrou a palestra Construir Futuros, na qual explicou sobre o que, na opinião dele, deve ser a prioridade para as cooperativas que querem manter e conquistar novos espaços no mercado: conhecer as quatro forças dominantes do mundo digital.

Tendências - Segundo o Mattos, a digitalização, a automação, a personalização e a distribuição ditam e ditarão as tendências do mundo. Além de explicar cada uma das forças e como elas nos afetam diretamente, o futurista trouxe exemplos de como o mundo digital já está muito mais presente na nossa vida do que podemos imaginar, entre os exemplos estão: comida impressa sob medida, relógio que em contato com a pele confere a quantidade de calorias a cada refeição e roupas que crescem junto com os bebês.

Conexão com Startups - Também foram abertas as inscrições para a 2ª edição do programa Inovacoop Conexão com Startups, que está focada na solução dos desafios das coops do Ramo Agro, com inovação e intercooperação. Confira aqui todos os detalhes.

Inovacoop Play- O encerramento da Semana Inovacoop teve, ainda, o pré-lançamento do canal Inovacoop Play, onde serão disponibilizados, às cooperativas, conteúdos como dicas, entrevistas e ferramentas para ajudar no desenvolvimento da cultura de inovação. Em breve, o Sistema OCB vai divulgar todas as informações sobre essa nova opção de imersão em inovação.

Assista - E se você quer rever ou não viu a palestra do futurista Thiago Mattos, clique aqui. (OCB)

 

SICOOB: Melhor instituição na concessão de crédito do Prêmio Finanças Mais

sicoob 20 09 2021Pela terceira vez (2018, 2019 e 2021), o Sicoob, instituição financeira cooperativa, ficou em primeiro lugar na categoria Financiamentos da 5ª edição do Prêmio Finanças Mais. O ranking é resultado de uma parceria do Estadão e do Broadcast com a agência classificadora de risco Austin Rating, o mais completo prêmio das instituições financeiras que atuam no Brasil, com base nos dados financeiros de 2020.

Trajetória - Para Francisco Reposse Junior, Diretor de Comercial e de Canais do Centro Cooperativo Sicoob, o reconhecimento reflete a longa trajetória da instituição em fornecer taxas mais justas, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do país e dos brasileiros, mesmo durante um ano tão desafiador como 2020. "Nos mantivemos firmes ao lado dos nossos cooperados durante a pandemia, concedendo crédito saudável no momento que eles mais precisavam. É uma grande felicidade que nosso propósito nos levou a mais este excelente reconhecimento", comemora.

Donos do negócio - Nas cooperativas financeiras, os cooperados são os verdadeiros donos do negócio, já que têm direito a voto nas decisões, participam da distribuição dos resultados da instituição e contam com o que há de melhor entre os serviços e produtos financeiros uma vez que não se visa o lucro. Por isso, em 2021, o Sicoob segue com a sua diretriz de prover um crédito de maneira justa.

Carteira de crédito - Somente no primeiro semestre de 2021, a instituição atingiu R$ 101 bilhões em sua carteira de crédito, o que representa um aumento de quase 50% com relação ao mesmo período do ano passado. Somente para Pessoas Jurídicas (PJ), a carteira chegou a R$ 45,9 bilhões. Em junho de 2020, eram R$ 31,3 bilhões.

Ganho social - Um outro diferencial no Sistema é seu ganho social. A instituição registrou que os cooperados deixaram de gastar mais de R$ 8 bilhões em juros, tarifas e taxas só de fazerem negócios com o Sicoob, conforme mostra uma pesquisa realizada pela própria instituição em 2020.

Sobre o Sicoob - Instituição financeira cooperativa, o Sicoob tem mais de 5,3 milhões de cooperados e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. Oferecendo serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, marketplace, dentre outras soluções financeiras, o Sicoob é a única instituição financeira presente em mais de 300 municípios. É formado por 360 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e pelo Centro Cooperativo Sicoob (CCS), composto por uma confederação e um banco cooperativo, além de processadora e bandeira de cartões, administradora de consórcios, entidade de previdência complementar, seguradora e um instituto voltado para o investimento social. Ocupa a segunda colocação entre as instituições financeiras com maior quantidade de agências no Brasil, segundo ranking do Banco Central, com 3,5 mil pontos de atendimento em 1.922 cidades brasileiras. Acesse www.sicoob.com.br para mais informações. (Imprensa Sicoob)

 

SICOOB TRÊS FRONTEIRAS: Caixas de leite arrecadadas em ação interna são doadas para entidades da comunidade

sicoob tres fronteiras 20 09 2021Como parte das comemorações pelo seu aniversário de 20 anos, o Sicoob Três Fronteiras promoveu uma ação interna de arrecadação de caixas de leite longa vida. Ao todo, foram doados mais de 3.500 litros de leite, distribuídos entre entidades que atendem as comunidades onde a cooperativa está presente no Paraná e no Rio Grande do Sul.

Centro de Nutrição Infantil - Uma delas é o Centro de Nutrição Infantil de Foz do Iguaçu (CENNI), que desde 1993 atua na prevenção e recuperação de crianças e adolescentes com distúrbios nutricionais e doenças associadas por meio de um atendimento multiprofissional, além de uma equipe de apoio e voluntários. “Agradecemos a confiança pela doação, que será muito útil e importante para nós, para ajudar as crianças atendidas bem como seus familiares”, agradece Gelsi Rucker.

Comunidade Sagrada Família - A Comunidade Sagrada Família também foi beneficiada e demonstrou gratidão pela contribuição, que será essencial para dar continuidade aos trabalhos realizados para a reabilitação e a reinserção social de dependentes químicos em Foz do Iguaçu.

Lar do Idosos - Para o Lar dos Idosos de Medianeira, a doação será muito importante para auxiliar na alimentação dos 19 moradores. A entidade dispõe de recursos limitados para poder prestar atendimento integral, prestar serviços e realizar ações assistenciais sem fins lucrativos.

Programação de aniversário - A campanha de doação de leite foi uma das atividades desenvolvidas pela cooperativa para comemorar suas duas décadas de história. A programação de aniversário também contou com palestras para os cooperados, café da manhã e uma edição especial do tradicional encontro semestral, com sorteios e homenagens para os colaboradores. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

CAPAL: Cooperativa comemora 61 anos com resultados promissores e confiança dos associados

capal 20 09 2021No dia 19 de setembro, a Capal Cooperativa Agroindustrial completou 61 anos de atuação no mercado agropecuário brasileiro, destacando os Campos Gerais do Paraná e o sudoeste paulista como regiões agrícolas relevantes para o abastecimento do País. Atualmente, a Capal conta com 967 profissionais em seu quadro de colaboradores, e está presente com 21 unidades de negócio distribuídas em 13 cidades, com alcance de mais de 77 municípios.

Associados - Em 2021, a cooperativa já totaliza 3.412 associados e, até o final do ano, estima mais de 168 mil hectares de área assistida, o que reflete na recepção abundante de soja, trigo, milho, café e demais culturas nas propriedades rurais dos cooperados. Como resultado dos investimentos em tecnologia e infraestrutura, hoje a Capal possui capacidade total de armazenagem para 460 mil toneladas de grãos.

Investimento - No início deste ano, a cooperativa anunciou o investimento de R$ 88 milhões nos próximos dois anos, para aprimoramento de suas unidades, incluindo Taquarivaí (SP), Arapoti (PR), Curiúva (PR) e a construção de novas lojas agropecuárias em Santo Antônio da Platina (PR) e Santana do Itararé (PR).

Direcionamento - Conforme planejamento apresentado em assembleia, os recursos serão direcionados para a construção de novos silos e demais compartimentos do pátio industrial, ampliação de armazéns e aquisição de novos equipamentos de logística e maquinários de setores diversos.

Wenceslau Braz - Em Wenceslau Braz (PR), a Unidade Operacional e a Unidade de Beneficiamento de Sementes (UBS) recebem recursos para expansão e revitalização do espaço. Só a UBS recebeu aporte de R$19,1 milhões para a construção de mais um armazém de sementes com capacidade para quase 250 mil sacas, fornalha e pavimentação.

Faturamento - Até o mês de agosto, a Capal obteve R$ 2,03 bilhões em faturamento em 2021, resultado de R$ 84 milhões. Para efeito de comparação, em 2020, o resultado líquido foi de R$ 114 milhões.

Satisfação - Para Erik Bosch, presidente do Conselho de Administração da cooperativa, os bons resultados são motivo de satisfação. “Sempre olhamos para trás com muita gratidão e vemos o quanto a cooperativa cresceu. Estamos atendendo em muitos municípios em dois estados, fazendo com que os sonhos dos produtores se realizem. Temos muito orgulho do modo como estamos melhorando cada vez mais o atendimento aos cooperados”, afirmou.

Exemplo - O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, que participou ativamente da trajetória da cooperativa como um dos responsáveis pela implementação do modelo pioneiro de autogestão na década de 1990, parabeniza a Capal pelos seus 61 anos. “Pouquíssimas empresas alcançam seis décadas de existência, e a Capal ultrapassou essa marca com excelentes resultados, sendo um exemplo para nós de competência, persistência e de profissionalismo com o seu sistema de comando e gestão muito avançados.”

Unium - Ricken também destaca como força do cooperativismo a criação em 2019 da Unium, modelo de intercooperação integrado pela Capal, ao lado da Frísia e Castrolanda. “Este modelo é pioneiro em âmbito nacional e uma honra que tenha sido desenvolvido no Paraná pelas cooperativas da região Centro Sul”, conclui.

Sobre a Capal Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1960, a Capal conta atualmente com mais de 3,4 mil associados, distribuídos em 21 unidades de negócios, nos estados do Paraná e São Paulo. A cadeia agrícola responde por cerca de 65% das operações da cooperativa, produzindo mais de 750 mil toneladas de grãos por ano, com destaque para soja, trigo, milho e café. A área agrícola assistida ultrapassa os 153 mil hectares. O volume de leite negociado mensalmente é de 12 milhões de litros, proveniente de 320 produtores. Além disso, a cooperativa comercializa mais de 31 mil toneladas de suínos vivos. (Imprensa Capal)

 

COOPAVEL: Cooperativa define com coordenadores início de preparativos do Show Rural

A 34ª edição do Show Rural Coopavel será realizada de 7 a 11 de fevereiro de 2022. O anúncio oficial da data foi feito pelo presidente Dilvo Grolli durante o 2º Show Rural de Inverno, realizado de 1º a 3 de setembro.

Preparativos - A coordenação geral e a gerência já começaram os preparativos do retorno da etapa presencial – em 2021, devido à pandemia, o evento foi realizado apenas em versão digital.

Definições - Encontros com coordenadores de áreas já acontecem para definições dos primeiros ajustes e encaminhamentos. “A pandemia trouxe lições e aprendizados. Estamos reaprendendo a fazer um evento que se transformou, em seus mais de 30 anos de realização, em um dos três maiores do mundo com foco à disseminação de novos conhecimentos para o campo”, afirma Dilvo Grolli.

Teste - O primeiro teste de retorno da etapa presencial foi com a edição de inverno e os resultados foram muito bons, avalia o coordenador geral Rogério Rizzardi. “Inúmeras mudanças foram feitas e cuidados adotados, tudo para garantir o sucesso da dinâmica escolhida associada a rigorosos protocolos de segurança”, segundo Rizzardi.

Nova referência - A edição de inverno cria uma nova referência para esse tipo de evento e em fevereiro estaremos ainda mais preparados para receber produtores rurais, técnicos e pessoas interessadas em conhecer as novidades de algumas das mais reconhecidas empresas do agronegócio brasileiro e mundial, ressalta Dilvo Grolli. “Será um evento diferente, não tenho dúvida. Observaremos, como sempre, os pilares centrais que historicamente asseguram o êxito do Show Rural Coopavel”.

Ajustes - Nos encontros com os coordenadores de área, inúmeros pontos são debatidos e avaliados, tudo para que o parque esteja pronto para a abertura oficial do calendário de mostras e feiras nacionais do agronegócio de 2022. “Teremos quatro meses de trabalho intenso pela frente. Não tenho dúvidas de que tudo dará certo, porque superação, compromisso e entusiasmo são marcas fortes de todos que se doam para fazer o Show Rural acontecer”, afirma Dilvo Grolli. (Imprensa Coopavel)

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COAMO: Gallassini recebe homenagem da Associação dos Engenheiros Agrônomos do Estado de São Paulo

coamo 20 09 2021O engenheiro agrônomo José Aroldo Gallassini, presidente dos Conselhos de Administração da Coamo e Credicoamo recebeu, dia 17 de setembro, a “Medalha Fernando Costa” como Mérito na área de Cooperativismo. A homenagem foi concedida pela Associação dos Engenheiros Agrônomos do Estado de São Paulo (Aeasp), em evento especial denominado “Cerimônia Deusa Ceres”, promovido em Piracicaba (SP).

Outras áreas - Juntamente com Gallassini receberam as honrarias profissionais da agronomia de outras seis áreas com láureas por mérito profissional, intituladas “Medalha Fernando Costa”, sendo: Mérito na área de Ação Ambiental, na Assistência Técnica e Extensão Rural, na Defesa Agropecuária; no Ensino e na Iniciativa Privada.

Sociedade - A Associação dos Engenheiros Agrônomos do Estado de São Paulo outorga estas honrarias a engenheiros agrônomos que tenham prestado relevantes serviços à sociedade brasileira, no campo agronômico, em âmbito regional ou nacional, com reflexos positivos para a agronomia e a sociedade.

Orgulho - Com satisfação e orgulho, Gallassini agradece a distinção pela escolha do seu meu nome com a “Medalha Fernando Costa”, como mérito na área de Cooperativismo. “O meu ideal de vida sempre foi ser engenheiro agrônomo e quando a gente quer, a gente consegue. Por isso, sempre disse que é imprescindível persistir no seu ideal, acreditar e buscar a realização de seu sonho. Fui o idealizador e dei a minha contribuição para o surgimento das cooperativas Coamo e Credicoamo, com apoio de muitos, que beneficia com uma assistência direta para desenvolver os 30 mil produtores do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul”, afirma o homenageado. (Imprensa Coamo)

 

EMBRAPA SOJA: Bioinsumos será tema de evento no Dia da Bioproteção

embrapa soja 20 09 2021A Embrapa Soja, em parceria com o Centro Internacional de Biociência Agrícola (CABI - Centre for Agricultural Bioscience International), promoverá no dia 23 de setembro, às 14h, um painel comemorativo ao Dia da Bioproteção (Bioprotection Day), cujo objetivo é debater diferentes aspectos sobre o controle biológico de pragas e doenças e sobre o uso de bioinsumos. O evento contará com a participação do Guy de Capdeville, Diretor de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Embrapa e Daniel Elger, CEO CABI mundial.

Plataforma - O evento será gratuito e realizado pela plataforma do CBSoja GoLive. O CABI é uma organização internacional, intergovernamental e sem fins lucrativos que busca fornecer informações e utilizar conhecimentos científicos para resolver problemas na agricultura e no meio ambiente. “A realização conjunta do evento vem estreitar a parceria entre o CABI e a Embrapa Soja e fortalecer as ações de internacionalização de nossas atividades e redes de colaborações”, destaca o pesquisador Adeney Bueno, coordenador internacional da Embrapa Soja.

Realidade - Bueno explica que o uso do controle biológico é uma realidade na agricultura nacional e mundial e é um dos segmentos do setor de proteção de plantas que mais cresce. Porém, a pesquisa, o desenvolvimento e o uso correto do controle biológico de pragas e doenças são essenciais para o sucesso da tecnologia, por isso, é relevante a realização de eventos como o Dia da Proteção.

Sustentabilidade - “Além de seguro ao meio ambiente e essencial para sustentabilidade de nossa agricultura, o controle biológico de pragas e doenças é também uma grande demanda do mercado consumidor que busca cada vez mais alimentos que tenham sido produzidos com menor uso de agrotóxicos sintéticos”, complementou Bueno.

Programação - A programação do evento inclui palestra sobre a história do controle biológico de pragas no Brasil, a ser ministrada pelo professor José Roberto Postali Parra, Esalq/USP. O diretor do CABI Ulrich Kuhlmann irá apresentar o Portal CABI de Bioproteção como uma ferramenta de apoio à decisão de acesso livre.

Experiência - Para abordar a experiência da Embrapa Soja para o controle biológico de pragas e doenças, o evento contará com a pesquisadora da Embrapa Soia Claudine Dinali Santos Seixas. Também compõe a programação, a diretora do Departamento de Apoio à Inovação do Ministério da Agricultura, Sibelle Silva, abordando o Programa Nacional de Bioinsumos no Brasil.

Controle biológico - Além disso, o presidente da IOBC/NTRS Germán Vargas ministrará palestra sobre o controle biológico e a importância da transferência de tecnologia para a sua adoção. Outra temática a ser ressaltada é o papel da indústria do controle biológico no Brasil, com a diretora de produtos biológicos da CropLife Brasil, Amália Cristina Piazentim Borsari. O evento destacará ainda depoimentos experienciais de empresas de biocontrole, temática que será conduzida por Carlos Muñoz Alarcón, de Bio Insumos Nativa e Gustavo Ranzani Herrmann, da Koppert. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

PROGRAMAÇÃO

14h Apresentação do evento pelos moderadores - TRADUÇÃO SILMULTÂNEA (português - inglês - português)

14h10 Boas-vindas aos participantes

Guy de Capdeville, Diretor de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Embrapa e Daniel Elger, CEO CABI mundial

14h30 A história do controle biológico de pragas no Brasil

José Roberto Postali Parra, ESALQ/USP

14h50 Portal CABI de Bioproteção: uma ferramenta inovadora de apoio à decisão de acesso livre - (CABI BioProtection Portal: an innovative free access decision support tool)

Ulrich Kuhlmann, CABI Global Director of Operation

15h10 Controle biológico de pragas e doenças: a experiência da Embrapa Soja

Claudine Dinali Santos Seixas, pesquisadora da Embrapa Soia e

coordenadora do grupo de trabalho em bioinsumos.

15h30 O Programa Nacional de Bioinsumos no Brasil

Sibelle Silva, MAPA

15h50 Intervalo

16h Controle Biológico e a importância da transferência de tecnologia para a sua adoção

Germán Vargas, Presidente IOBC/NTRS

16h10 A indústria do controle biológico no Brasil: Presente, futuro e suas perspectivas com relação ao Portal de Bioproteção

Amália Cristina Piazentim Borsari, Biological Products Director at CropLife Brasil

16h30 Depoimentos Experienciais de Empresas de Biocontrol

Carlos Muñoz Alarcón -Bio Insumos Nativa

Gustavo Ranzani Herrmann- Koppert

16h40 Discussões e divulgação dos vencedores da dinâmica de gamificação

Adeney de Freitas Bueno, Embrapa Soja e

Yelitza Coromoto Colmenarez, CABI - América Latina

17h Encerramento

SERVIÇO

Dia da Bioproteção (Bioprotection Day)

Data: 23 de setembro

Horário: 14h às 17h

Transmissão pela plataforma do CBSoja GoLive: cbsojagolive.yazo.com.br.

 

AGRICULTURA: Países do G20 devem liderar ações para crescimento com gestão social e ambiental, diz ministra

agricultura 20 09 2021A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, disse no sábado (18/09), na reunião com ministros da Agricultura do G20, em Florença (Itália), que as principais economias do mundo devem cumprir os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e o Acordo de Paris e apoiar os países que não têm condições para fazer a transição para uma produção sustentável. Ao participar de sessão sobre a contribuição do G20 para a próxima Cúpula dos Sistemas Alimentares (Food Systems Summit) e para a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 26), ela destacou que o mundo vive um momento decisivo na trajetória global em direção ao desenvolvimento sustentável.

Transformação - “Estou convencida da capacidade de nossos países de liderar a transformação para um mundo de crescimento econômico, inclusão social e gestão ambiental. Para isso, precisamos que os países desenvolvidos reconheçam e assumam suas responsabilidades históricas. Precisamos implementar os mecanismos necessários para remunerar as nações em desenvolvimento por seus serviços ambientais. O Brasil está pronto para fazer a sua parte, de acordo com sua história e realidade. Esperamos o mesmo compromisso de outras nações”, disse.

Engajado - No encontro com os ministros do Grupo, Tereza Cristina garantiu que o Brasil está ativamente engajado nos processos preparatórios para os dois eventos internacionais, que devem ter como destaque a contribuição da agricultura para a sustentabilidade. “Em ambas as ocasiões, nossas discussões devem ocorrer no contexto da contribuição vital da agricultura para a segurança alimentar global e sua vulnerabilidade aos impactos do aquecimento global e das mudanças climáticas”.

Cúpula - A Cúpula dos Sistemas Alimentares (Food Systems Summit) acontece no dia 23 de setembro, em Nova York (EUA), e a COP 26 será realizada em novembro, em Glasgow, na Escócia.

Inovação - Assim como no discurso de sexta-feira (17/09), a ministra voltou a citar a importância da ciência, da inovação e do desenvolvimento tecnológico para promover as transformações necessárias. Segundo ela, a inovação está no centro da revolução verde do Brasil, que deixou de ser um importador de alimentos para ser um exportador líder em pouco mais de 50 anos. “É por meio da inovação que continuaremos a promover o crescimento sustentável da produtividade na agricultura, com esforços de mitigação e adaptação”.

G20 - Em comunicado oficial divulgado no sábado (18/09), os ministros da Agricultura do G20 enfatizaram os compromissos com a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e o Acordo de Paris, e garantiram que vão continuar trabalhando para promover sistemas alimentares sustentáveis ​​e resilientes que criem benefícios para as pessoas, o planeta e a prosperidade “Tomaremos ações urgentes para lidar com as causas e impactos das mudanças climáticas e conservar, proteger e restaurar a biodiversidade e os ecossistemas”, diz o comunicado.

Membros - Os membros do G20 são: África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Reino Unido, Rússia, Turquia e a União Europeia. A Espanha é convidada permanente. Os membros do G20 respondem por mais de 80% do PIB mundial, 75% do comércio global e 60% da população do planeta.

Avaliação positiva - Ao final do evento, a ministra avaliou como positivo o encontro dos representantes dos 20 países. “Foi uma reunião muito boa para ouvir as diversas opiniões dos países do G20 sobre meio ambiente, agricultura sustentável. Foi muito bom colocar a posição do Brasil que nossa agricultura é sustentável”. (Mapa)

FOTO: Massimiliano de Giorgi

 

LÁCTEOS: Cadeia produtiva vai realizar campanha nacional para estimular o consumo do produto no país

lacteos 20 09 2021A Campanha da 1ª Semana do Leite, prevista para ocorrer na primeira quinzena de novembro, foi o tema central da 18ª Reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Leite e Derivados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), realizada na sexta-feira (17/09). O órgão consultivo e propositivo é constituído por 30 instituições membros e convidados permanentes.

Mensagem - Em mensagem transmitida durante a reunião, a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, destacou a relevância do setor de leite para o desenvolvimento do país. “Movimenta a economia, contribui para o PIB Nacional, gera emprego e renda para milhares de brasileiros, em todos os elos da cadeia produtiva, do produtor familiar aos grandes laticínios, dos distribuidores aos minimercados, que levam o produto às mãos do consumidor. O Brasil, como um dos maiores produtores de leite do mundo, precisa valorizar, aqui e no exterior, os pontos positivos do setor lácteo”.

Objetivo - Este será um dos objetivos da 1º Semana do Leite: reunir produtores, laticínios e supermercados em um projeto exclusivo para mostrar a importância econômica e a saudabilidade desse alimento e seus derivados. “Uma campanha já foi pensada para ter desdobramentos futuros para todos os públicos e idades”, disse Tereza Cristina.

Primeiro passo - A ministra destacou que esse será apenas o primeiro passo para fomentar o setor. “Estamos preparando mais ações para divulgar a importância e a qualidade do leite e seus derivados produzidos aqui no Brasil. A ideia é que essa ação seja de longo prazo e faça parte do calendário anual deste segmento. O leite e seus derivados são essenciais para o crescimento do Brasil e dos brasileiros, alimentam as pessoas e a economia".

Boas perspectivas - O presidente da Câmara Setorial e da Comissão Nacional de Pecuária de Leite da Confederação da Agricultura do Brasil (CNA), Ronei Volpi, falou sobre as boas perspectivas do setor. “Nós, que há pouco mais de 20 anos éramos o maior importador mundial de lácteos, hoje temos a segurança do abastecimento e também da segurança alimentar de 215 milhões de brasileiros e estamos partindo para um tempo breve em que seremos também um player no mercado internacional de lácteos”, afirma Volpi.

Potencial - O secretário adjunto de Política Agrícola do Mapa, José Ângelo Mazzillo Júnior, garantiu que o Mapa não mede esforços para apoiar o setor. “Temos a convicção de que o Brasil tem potencial para ser a maior bacia leiteira do mundo. Então, esse evento vai ajudar a criar esse ambiente pró-leite, que a gente precisa resgatar e que precisa potencializar”.

Reuniões - Para construir a campanha de forma coletiva, foram realizadas reuniões com a participação de representantes do Mapa, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), de cooperativas, indústrias e produtores, da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), da Associação Brasileira de Laticínios (Viva Lácteos) e outros parceiros. “Acredito que nós estamos aqui fazendo história e que essa ação será a primeira de várias que virão. Nós temos toda a capacidade de mostrar que o nosso setor consegue agir de forma coordenada e esse trabalho que está para ser iniciado é um exemplo disso”, disse o consultor da Câmara Setorial, Marcelo Martins.

Fundamental - A campanha visa mostrar que a cadeia produtiva do leite é fundamental para a saúde dos brasileiros, com seus nutrientes; para a economia, com a geração de empregos diretos e indiretos; para o meio ambiente, com boa alimentação e bem-estar animal; e para o país, que se desenvolve com o crescimento de todos os setores envolvidos.

Quarto maior produtor do mundo - O Brasil é o 4ª maior produtor de leite do mundo, produz mais de 34 bilhões de litros por ano. Dos 5.570 municípios brasileiros, 99% são produtores de leite. São mais de 1 milhão de produtores nacionais, a maioria da agricultura familiar. O setor movimenta mais de R$ 100 bilhões ao ano, gerando mais de 4 milhões de empregos no campo. (Mapa)

FOTO: iStock / Mapa

 

MERCADO: Soja inicia semana com forte queda em Chicago com 2ª feira de aversão ao risco nos mercados

mercado 20 09 2021A semana começa com baixas intensas para os preços da soja na Bolsa de Chicago. Por volta de 7h30 (horário de Brasília) desta segunda-feira (20/09), as cotações recuavam entre 14 e 16,75 pontos nas posições mais negociadas, levando o novembro a US$ 12,68 e o maio a US$ 12,86 por bushel.

Colheita nos EUA - O mercado segue acompanhando o início da colheita nos EUA, que conta com condições favoráveis de clima aos trabalhos de campo, e também o começo do plantio da safra 2021/22 do Brasil, que espera colher uma safra recorde nesta temporada, também dependendo do cenário climático.

Produtividade - Segundo o diretor do Grupo Labhoro, Ginaldo de Sousa, os traders acompanham os relatos de produtividade norte-americanos para confrontá-los com o último relatório mensal de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).

Projeção - "Produtores falam de soja abaixo de 50 bushels por acre, exatamente como a Labhoro vem anunciando baseado nas condições de lavouras boas/excelentes, que estão piores que na safra passada e que, matematicamente, não podem ter produtividade superior", explica Sousa.

Aversão ao risco - Além dos fundamentos, a aversão ao risco no mercado financeiro global, com todas as commodities e índices acionários recuando nesta segunda. Entre os fatores de pressão estão o futuro dos juros nos EUA, no Brasil, preocupações com a chinesa Evergrande, avanço da variante Delta do coronavírus e mais a incerteza sobre o pacote de estímulos à economia norte-americano.

Demais commodities - Assim, entre as demais commodities, perda de quase 2% no dólar - brent e WTI - mais de 1% no óleo de soja e no milho. Na Bolsa de Nova York, café e algodão cedem mais de 2%. No mesmo momento, o dólar index subia 0,15%.

Feriado - Nesta segunda é ainda feriado na China e no Japão, o que deixa o mercado sem algumas referências asiáticas, mas em Cingapura o minério de ferro perdeu forte neste começo de semana e acumula nove sessões de baixa. (Notícias Agrícolas)

FOTO: Arquivo Danilo Estevão / Embrapa

 

AQUECIMENTO GLOBAL: Mudanças podem ser irreversíveis entre 2040 e 2050

aquecimento global 20 09 2021A capacidade de adaptação dos países às mudanças causadas pelo aquecimento global pode acabar, caso as emissões de gases de efeito estufa não sejam drasticamente reduzidos nesta década. Segundo relatório da Chatham House, think tank (instituições que se dedicam a produzir conhecimento sobre temas políticos, econômicos ou científicos) britânica de pesquisa sobre o desenvolvimento internacional, fundada em 1920, as mudanças podem ser irreversíveis entre 2040 e 2050.

Alerta - O alerta está na Avaliação de Riscos das Mudanças Climáticas, documento desenvolvido para subsidiar as tomadas de decisões dos chefes de Governo e ministros antes da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2021 (COP26), marcada para ocorrer de 31 de outubro a 12 de novembro, em Glasgow, na Escócia.

Esperança - Para o pesquisador sênior do Programa de Meio Ambiente e Sociedade da Chatham House, Daniel Quiggin, um dos autores do relatório, as metas estabelecidas por muitos países para neutralizar as emissões de carbono e a maior ambição com relação às metas nacionais de redução de gases de efeito estufa são uma esperança. Embora, segundo ele, não passem de promessas.

Preocupação - “Muitos países não têm políticas, regulamentações, legislação, incentivos e mecanismos de mercado proporcionais para realmente cumprir essas metas. Além disso, os NDCs [da sigla em inglês para Contribuição Nacionalmente Determinada] revisados globalmente ainda não fornecem uma boa chance de evitar o aquecimento em 2ºC. Devemos lembrar que muitos cientistas do clima estão preocupados que, além dos 2ºC, uma mudança climática descontrolada possa ser iniciada”, alerta.

Acordo de Paris - As metas nacionais foram determinadas a partir do Acordo de Paris, tratado negociado durante a COP21, em 2015, no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima. O acordo rege a redução de emissão de gases de efeito estufa a partir de 2020, para tentar manter o aquecimento global abaixo de 2ºC até o fim do século, num contexto de desenvolvimento sustentável.

Neutralidade - Quiggin alerta que as metas definidas ainda não garantem a neutralidade do carbono. “O balanço zero líquido das emissões depende de tecnologias de emissão negativa, que atualmente não são comprovadas empiricamente em escala comercial. Em resumo, as metas que os países buscam estão se movendo na direção certa, mas ainda não conseguem evitar a devastadora mudança climática. E as políticas de apoio às metas existentes são insuficientes para atingir essas metas”, disse.

Ondas de calor - A avaliação, lançada na semana passada em Londres, aponta que a falta de medidas concretas por parte dos governos pode levar a temperaturas extremas a partir da década de 2030, causando 10 milhões de mortes ao ar livre. Ondas de calor anuais podem afetar 70% da população mundial e 700 milhões de pessoas estarão expostas a secas severas e prolongadas todos os anos.

Produção agrícola - O documento também alerta para a redução de 30% na produção agrícola até 2050 e que 400 milhões de pessoas não poderão mais trabalhar ao ar livre por causa do aquecimento global. Para 2040, há uma expectativa de perda de rendimento de pelo menos 10% nos quatro principais países produtores de milho: Estados Unidos, China, Brasil e Argentina.

Nível do mar - Na virada do próximo século, um aumento de 1 metro no nível do mar pode aumentar a probabilidade das grandes inundações em cerca de 40 vezes para Xangai, 200 vezes para Nova York e mil vezes para Calcutá.

Esforços globais - Segundo Quinggin, os atuais esforços globais para conter o aquecimento dão ao mundo menos de 5% de chance de manter o aquecimento abaixo de 2°C.

Mortes adicionais - “Sem ações radicais em todos os setores, mas especialmente dos grandes emissores, temperaturas extremas, quedas dramáticas nos rendimentos agrícolas e secas severas prolongadas provavelmente resultarão em milhões de mortes adicionais na próxima década. Ainda há uma janela de oportunidade real (embora ela esteja se fechando) para uma ambição muito maior de todos os governos, para evitar os impactos mais catastróficos das mudanças climáticas”.

Ritmo - A avaliação da Chatham House indica que o ritmo atual dos esforços de descarbonização pode segurar o aquecimento até 2100 em 2,7°C, mas a chance de a temperatura média do planeta subir 3,5°C é de 10%. O pesquisador explica que as restrições de mobilidade ocorridas por causa da pandemia da covid-19 contribuíram apenas momentaneamente para a redução das emissões.

Insuficiente - “Nós consideramos isso, mas dado que as emissões se recuperaram muito rapidamente, e agora estão subindo novamente, o breve alívio oferecido pelos bloqueios nas emissões foi insuficiente para mudar nossa avaliação do ritmo e gravidade das mudanças climáticas”, explica.

Primeiro - A Avaliação de Riscos das Mudanças Climáticas é o primeiro de uma série de relatórios de pesquisa aprofundados que a Chatham House vai lançar até a COP26, analisando as consequências do aquecimento do planeta e indicando as ações que precisam ser tomadas para evitar o desastre climático. O trabalho é feito por cientistas e analistas políticos no Reino Unido e na China. (Agência Brasil)

FOTO: Luciano Teixeira / Pixabay

 

FOCUS: Mercado financeiro eleva projeção da inflação para 8,35%

focus 20 09 2021A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, subiu, novamente, de 8% para 8,25% neste ano. É a 24ª elevação consecutiva na projeção. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (20/09), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Próximos anos - Para 2022, a estimativa de inflação é de 4,10%. Para 2023 e 2024, as previsões são de 3,25% e 3%, respectivamente.

Acima da meta - A previsão para 2021 está acima da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2,25% e o superior de 5,25%.

Alta - Em agosto, puxada pelos combustíveis, a inflação subiu 0,87%, a maior inflação para o mês desde o ano 2000, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isso, o indicador acumula altas de 5,67% no ano e de 9,68% nos últimos 12 meses, o maior acumulado desde fevereiro de 2016, quando o índice alcançou 10,36%.

Taxa de juros - Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 5,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Amanhã (21) e quarta-feira (22), o Copom realiza a sexta reunião do ano para definir a Selic.

Nova elevação - Na ata da última reunião, em agosto, os membros do comitê já indicaram que deve haver nova elevação, de 1 ponto percentual. Essa também é a expectativa do mercado financeiro, de que a taxa suba para 6,25% ao ano no encontro do Copom desta semana.

Expectativa - Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic encerre 2021 em 8,25% ao ano. Na semana passada a projeção era 8%. Para o fim de 2022, a estimativa é de que a taxa básica suba para 8,50% ao ano. E para 2023 e 2024, a previsão é 6,75% e 6,50% ao ano, respectivamente.

Aumento - Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas podem dificultar a recuperação da economia. Além disso, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Redução - Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio - As instituições financeiras consultadas pelo BC mantiveram a projeção para o crescimento da economia brasileira este em 5,04%. Para 2022, a expectativa para Produto Interno Bruto (PIB) - a soma de todos os bens e serviços produzidos no país - é de crescimento de 1,63%. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 2,30% e 2,50%, respectivamente.

Cotação - A expectativa para a cotação do dólar também se manteve em R$ 5,20 para o final deste ano. Para o fim de 2022, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5,23. (Agência Brasil)

FOTO: Banco Central do Brasil

 

IPEA: Instituto analisa o rendimento do trabalhador brasileiro durante a pandemia de Covid-19

ipea 20 09 2021Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado na sexta-feira (17/09), mostra que houve queda significativa na renda habitual (-6,6%) e um aumento na renda efetiva (+0,9%) do trabalhador brasileiro no segundo trimestre de 2021, na comparação com o mesmo trimestre do ano passado - que foi o pior momento do mercado de trabalho durante a pandemia. A parcial recuperação da população ocupada reduziu o impacto negativo na massa salarial real habitual, uma vez que, no segundo trimestre deste ano, a queda da massa de rendimentos habituais foi de 1,7% (somando R$ 215,5 bilhões) e o aumento da massa efetiva foi de 6,1% na comparação com o ano anterior, totalizando R$ 215,1 bilhões.

Conta própria - Os trabalhadores por conta própria tiveram o maior impacto em suas rendas, com crescimento de 19,5% na renda efetiva no segundo trimestre de 2021, na comparação com o mesmo trimestre de 2020. Ainda no segundo trimestre deste ano, eles receberam 76% do habitual. Os trabalhadores com carteira do setor privado tiveram aumento de 2% na renda efetiva, enquanto para os trabalhadores sem carteira, a alta foi de 6,9%. Nordeste foi a região com renda mais afetada pela segunda onda da pandemia, com queda de 2,6% na renda efetiva no segundo trimestre de 2021. No corte por gênero, o crescimento da renda efetiva das mulheres (+1,40%) foi superior ao dos homens (+0,48%), no mesmo período.

Efeito composição - Parte do comportamento da renda do trabalho em 2020 e 2021 foi gerada por um efeito composição. A elevação da renda habitual média se deve ao fato de que a perda de ocupações se concentrou naquelas com menor remuneração (nos setores de construção, comércio, alojamento e alimentação), além dos empregados sem carteira assinada e, principalmente, trabalhadores por conta própria, de forma que permaneceram ocupados aqueles com renda relativamente mais alta. Com o retorno dos trabalhadores informais e por conta própria ao trabalho, o rendimento habitual médio foi se reduzindo. O arrefecimento do aumento da renda habitual e da renda efetiva indica o início de retorno à normalidade no mercado de trabalho.

Sem renda - Apesar do grande número de domicílios sem renda do trabalho, no segundo trimestre de 2021, houve pequena redução neste percentual, em relação ao primeiro trimestre deste ano: de 29,3% para 28,5%, o que demonstra lenta recuperação no nível de ocupação aos patamares anteriores à pandemia para as famílias de renda mais baixa. Neste trimestre, houve também um aumento na proporção de domicílios na faixa de renda mais baixa e uma diminuição da proporção nas demais faixas.

Jovens adultos - A renda dos jovens adultos (de 25 a 39 anos) foi a mais afetada pela pandemia, com queda de 3,2% nos rendimentos efetivos reais médios, no segundo trimestre deste ano. Em contrapartida, os rendimentos dos ocupados com mais de 60 anos cresceram 1,3% no período, influenciados pela alta proporção de trabalhadores por conta própria nessa faixa etária. Quanto ao grau de escolaridade, as recuperações da renda efetiva foram generalizadas, sendo mais intensa para os trabalhadores com menor escolaridade.

Recuperação lenta - "As horas efetivamente trabalhadas e a proporção de afastados do trabalho não foram afetados pela segunda onda da pandemia de Covid-19. A análise mostra que, apesar da melhora nos rendimentos no segundo trimestre deste ano, a recuperação ainda é lenta. O afastamento da ocupação atinge 16,26% dos trabalhadores, afetando mais de 13,5 milhões", comentou o pesquisador do Ipea e autor do estudo, Sandro Sacchet.

Queda - A análise apontou forte queda nas horas efetivamente trabalhadas que alcançaram apenas 78% das horas habituais, o que representa uma jornada semanal média efetiva de 30,7 horas. O impacto foi maior entre os trabalhadores por conta própria (73%) e entre trabalhadores do setor público informais (72%).

Base - A nota “Retrato dos rendimentos e horas trabalhadas durante a pandemia” tomou como base os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua e Pnad Covid), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). (Assessoria de Imprensa do Ipea)

Acesse a íntegra da nota de conjuntura

 

 

 

ECONOMIA I: Governo anuncia leilão para compra simplificada de energia em outubro

economia I 20 09 2021Em meio à maior crise hídrica já registrada nos últimos 91 anos e considerando estudos sobre as condições de fornecimento nos próximos anos, em outubro haverá um leilão emergencial de energia para garantir o suprimento a partir de 2022.

Portaria - Segundo portaria normativa do Ministério de Minas e Energia (MME), publicada em edição extra do Diário Oficial da União de sexta-feira (17/09), o objetivo é a contratação de forma simplificada. O edital está sendo elaborado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Recomendação - A medida atende recomendação do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) e foi aprovada pela Câmara de Regras Excepcionais para Gestão Hidroenergética (Creg), órgão presidido pelo Ministério de Minas e Energia (MME) para tratar da crise hídrica.

Reserva - O leilão emergencial vai contratar energia de reserva, na modalidade por quantidade para usinas termelétricas a biomassa, eólica e solar fotovoltaica, e na modalidade por disponibilidade para termelétricas a gás natural, óleo combustível e óleo diesel, sendo estas duas mais caras para o consumidor, ambas com suprimento entre 1º de maio de 2022 e 31 de dezembro de 2025.

Como será - Pelas regras, não poderão participar do leilão emergencial usinas que não estejam nos submercados Sudeste/Centro-Oeste e Sul, hidrelétricas, além de empreendimentos com capacidade instalada menor ou igual a três megawatts (MW) para usinas a óleo diesel e cinco MW para as demais, e termelétricas com Custo Variável Unitário (CVU) superior a R$ 750 por megawatt-hora (MWh) para gás natural e R$ 1 mil por MWh para diesel e óleo combustível.

De fora - Também ficarão de fora térmicas a diesel, óleo combustível ou gás natural que não sejam despachadas centralizadamente pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e térmicas a diesel cuja indisponibilidade programada seja diferente de zero, em ciclo combinado e a biomassa, além de eólica e solar cujo CVU seja diferente de zero. (Agência Brasil)

FOTO: Pexels / Pixabay

 

ECONOMIA II: Governo zera imposto de remédio para câncer

economia II 20 09 2021O governo federal zerou o Imposto de importação para cinco produtos, entre eles um remédio para tratamento de câncer e dispositivos para uso de pessoas com deficiência. A medida foi aprovada na quarta-feira (15/09) pelo Comitê Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex) do Ministério da Economia.

Lista - O medicamento atezolizumabe foi incluído na Lista Brasileira de Exceções à Tarifa Externa Comum (Letec) com redução de 2% para 0 na alíquota de importação. Trata-se de um anticorpo monoclonal indicado para o tratamento de câncer metástico. A medida também incluiu três tipos de próteses endoesqueléticas transfemurais – em titânio, fibra de carbono ou alumínio – e todas tiveram redução de alíquotas de 4% para zero.

Teclados especiais - Além disso, foi reduzida a taxa de importação, de 12% para 0 para dois tipos de teclados especiais para computadores: o alternativo e programável e o teclado especial com possibilidade de reversão de função mouse/teclado. As máscaras de teclado e os softwares de teclado virtual com dispositivo de varredura, apresentados em forma de memory cards, também tiveram suas alíquotas reduzidas a 0 de um patamar vigente de 8% e 2%, respectivamente.

Pessoas com deficiência - No caso dos teclados e dos softwares, o instrumento de redução tarifária utilizado foi a Lista de Bens de Informática e Telecomunicações (Lebit). Todos eles são dispositivos de tecnologia assistiva para pessoas com deficiência. (Agência Brasil)

FOTO: Tânia Rêgo / Agência Brasil

 

SAÚDE I: Brasil registra 21,2 milhões de casos e 590,7 mil mortes

O número de mortes por covid-19 no Brasil subiu para 590.752. Em 24 horas, foram registradas 244 mortes.

Infectadas - Já o total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus desde o início da pandemia chegou a 21.239.783. Em 24 horas, foram confirmados pelas autoridades sanitárias 9.458 novos casos.

Atualização diária - Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite deste domingo (19/09). O balanço é produzido a partir de informações fornecidas pelas secretarias estaduais de saúde.

Acompanhamento - Há, ao todo, 395.758 pessoas com casos ativos da doença em acompanhamento por profissionais de saúde e 20.253.273 pacientes já se recuperaram.

Estados - Na lista de estados com mais mortes estão São Paulo (148.099), Rio de Janeiro (64.895), Minas Gerais (54.080) e Paraná (38.456). As unidades da Federação com menos óbitos são Acre (1.817), Amapá (1.969), Roraima (1.987) e Tocantins (3.738).

Casos - Em número de casos, São Paulo também lidera (4.350.530), seguido por Minas Gerais (2.112.043), Paraná (1.490.543) e Rio Grande do Sul (1.428.678).

Vacinação - De acordo com a última atualização do Ministério da Saúde, 222,3 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 foram aplicadas no país, sendo 141,8 milhões de primeiras doses e 80,5 milhões de segundas doses ou doses únicas.

Distribuição - Ainda segundo a pasta, foram distribuídas, até o momento, 267,6 milhões de doses aos estados e ao Distrito Federal. Desse total, 259,4 milhões já foram entregues e 8,2 milhões estão em processo de distribuição. (Agência Brasil)

 

saude I tabela 20 09 2021

SAÚDE II: Paraná confirma mais 2.122 casos e 53 óbitos em decorrência da Covid-19

saude II 20 09 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou neste domingo (19/09) mais 2.122 casos confirmados e 53 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 1.484.369 casos confirmados e 38.239 mortos pela doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de setembro (1.761), agosto (175), julho (28), junho (115), maio (41), abril (1) de 2021 e outubro (1) de 2020.

Internados - 804 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 584 pacientes em leitos SUS (334 em UTI e 250 em leitos clínicos/enfermaria) e 220 em leitos da rede particular (122 em UTI e 98 em leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 1.396 pacientes internados, 737 em leitos UTI e 659 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos da rede pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 53 pacientes. São 262 mulheres e 27 homens, com idades que variam de 23 a 95 anos. Os óbitos ocorreram entre 21 de outubro de 2020 a 19 de setembro de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Curitiba (12), Ponta Grossa (6), São José dos Pinhais (5), Ortigueira (3), Foz do Iguaçu (3), Maringá (2), Londrina (2) e Cascavel (2).

Uma morte - A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa em cada um dos seguintes municípios: Sabáudia, Rosário do Ivaí, Prudentópolis, Pinhais, Paraíso do Norte, Moreira Sales, Laranjeiras do Sul, Lapa, Imbaú, Iguaraçu, Francisco Beltrão, Fazenda Rio Grande, Diamante do Norte, Colombo, Centenário do Sul, Campo Mourão, Bituruna e Arapongas.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra um total de 6.174 casos de residentes de fora do Estado, destes, 217 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira aqui o informe completo. 

 

SAÚDE III: Mais 348.660 vacinas contra a Covid-19 chegaram neste domingo ao Paraná

saude III 20 09 2021O Paraná recebeu neste domingo (19/09) mais 348.660 vacinas contra a Covid-19 da Pfizer/BioNTech. Os lotes foram enviados em três horários distintos. O primeiro desembarcou no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, às 13h55, no voo AD4830. Na sequência, às 14h35, no voo G31106, o segundo lote, e às 15h30, no voo LA4791, a carga destinada ao Estado foi finalizada.

Destinação - Ainda não há confirmação se as vacinas são destinadas a primeira ou segunda dose. A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) aguarda a divulgação do Informe Técnico do Ministério da Saúde para definir a descentralização dessas doses para as Regionais de Saúde.

Cemepar - Os imunizantes foram encaminhados para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), onde serão conferidos e armazenados até que sejam distribuídos.

Total - Somente neste final de semana, o Estado recebeu 712.460 vacinas, que devem ser distribuídas aos municípios nos próximos dias.

Mais - Além dessas doses, outras 164.700 estão previstas para chegar no período da manhã desta segunda-feira (20/09). Desse total, 450 são imunizantes da Janssen e 164.250 da AstraZeneca/Fiocruz.

Vacinação - Segundo os dados do Vacinômetro nacional, 12.398.967 doses já foram aplicadas no Estado. Destas, foram 7.886.055 D1, 322.479 doses únicas (DU) e 4.191.301 D2. Entre D1 e DU, o Paraná já atingiu 94,12% da população adulta estimada em 8.720.953 pessoas. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Américo Antonio / Sesa

 

SAÚDE IV: Mais 2,2 milhões de doses da Pfizer chegam a Viracopos

saude IV 20 09 2021Chegaram, na tarde deste domingo (19/09), no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), mais 1,14 milhão de doses da vacina contra a covid-19 da Pfizer. Pela manhã, já havia chegado outro carregamento do mesmo tamanho, totalizando 2,28 milhões de doses.

Disponibilização - Os imunizantes produzidos pelo laboratório norte-americano serão disponibilizados a todo o país.

Contrato - Até o final de 2021, segundo a Pfizer, serão entregues 200 milhões de doses do imunizante por meio de dois contratos de fornecimento da vacina. O primeiro, fechado com o Ministério da Saúde em 19 de março, prevê a entrega de 100 milhões até o final de setembro. Já o segundo, assinado em 14 de maio, prevê mais 100 milhões de doses entre outubro e dezembro.

Vacinação - De acordo com a última atualização do Ministério da Saúde, 222,3 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 foram aplicadas no país, sendo 141,8 milhões de primeiras doses e 80,5 milhões de segundas doses ou doses únicas.

Distribuição - Ainda segundo a pasta, foram distribuídas, até o momento, 267,6 milhões de doses aos estados e ao Distrito Federal. Desse total, 259,4 milhões já foram entregues e 8,2 milhões estão em processo de distribuição. (Agência Brasil)

FOTO: Américo Antonio / Sesa

 


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