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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3100 | 24 de Maio de 2013

INTERCÂMBIO: Dirigentes capixabas conhecem cooperativas no Paraná

Encerrou com uma visita ao Sistema Ocepar, em Curitiba, na manhã desta sexta-feira (24/04), a viagem de intercâmbio que 28 dirigentes cooperativistas do Espírito Santo fizeram ao Paraná e Santa Catarina nessa semana. O grupo, liderado pelo presidente da OCB/Sescoop-ES, Esthério Sebastião Colnago, tinha representantes de 11 cooperativas capixabas de leite, café e frutas, além de profissionais da organização cooperativista daquele estado. O superintendente adjunto da Ocepar, Nelson Costa, recebeu o grupo, juntamente com outros representantes do sistema, que apresentaram dados sobre as atividades desenvolvidas pelo cooperativismo paranaense.

Roteiro - A viagem pelo Paraná começou na última quarta-feira (22/05), quando os capixabas conheceram as cooperativas Lar e Frimesa, em Medianeira. Na quinta-feira (23/05), eles passaram pela Coopavel, em Cascavel, e pela Copacol, em Cafelândia, todas no oeste paranaense. O grupo foi acompanhado pelo coordenador de Desenvolvimento Humano do Sescoop/PR, Humberto César Bridi. “O sistema cooperativista paranaense é parceiro e nada melhor repassar os bons exemplos para os interessados em implantá-los”, frisou. Antes de passar pelo Estado, o grupo esteve na Organização das Cooperativas de Santa Catarina (Ocesc), em Florianópolis, e nas cooperativas catarinenses Alfa e Aurora, em Chapecó.  

Avaliação positiva - O presidente da OCB/Sescoop-ES fez uma avaliação positiva das visitas. “Pudemos verificar in loco o desenvolvimento das cooperativas paranaenses, o trabalho de diversificação feito por elas, os investimentos em formação e o trabalho de organização do quadro social, com a valorização dos jovens e das mulheres. Para nós, foi muito importante porque existem cooperativas nesse intercâmbio que não realizam ações como essas, principalmente em relação à organização do quadro social e, ao ver o que está sendo feito no Paraná, foi possível verificar que podemos fazer algo semelhante em nosso estado. Dessa forma, a experiência foi muito valiosa e os nossos dirigentes estão muito satisfeitos”, disse Esthério Sebastião Colnago.

Exemplos - Atualmente a OCB/Sescoop-ES representa 152 cooperativas dos ramos agropecuário, crédito, consumo, educacional, habitacional, de produção, saúde, trabalho e transporte, que somam 220 mil cooperados. “Estamos em processo de evolução, por isso precisamos crescer mais e termos algum diferencial. Necessitamos profissionalizar mais a gestão e diversificar as atividades das cooperativas. Foi o que nos trouxe ao Paraná porque aqui nós encontramos tudo isso de forma fácil, efetiva e com resultados. O cooperativismo capixaba já deu um passo de qualidade mas precisa continuar evoluindo e, para tanto, temos que conhecer exemplos positivos como os que nós encontramos no Paraná”, acrescentou.  

Honra – Para o diretor secretário da Cooperativa Lar, Urbano Inácio Frey, que recebeu os cooperativistas capixabas e apresentou as principais ações e resultados da Lar, o intercâmbio foi muito importante. “Sentimo-nos honrados com a presença e reconhecemos humildemente que também vamos buscar sempre exemplos de sucesso para implementar”.  Ele ressaltou ainda que o trabalho de conscientização dos cooperados é longo e trabalhoso, porém é gratificante. “Associado forte se traduz em cooperativa forte”, completou.

Impressionado – Na Copacol, o grupo foi recepcionado pelo gerente administrativo/financeiro, James Fernando de Morais, e pela assessora de cooperativismo Elizete Lunelli Dal Molin, que repassaram informações gerais sobre os negócios, planejamento estratégico, entre outros trabalhos e ações da cooperativa. O presidente da Coocafé, Fernando de Cerqueira, disse que ficou impressionado com a organização e forma de atuação da Copacol e que muitas coisas servirão como base para o trabalho a ser realizado na cooperativa que dirige. “O que nos marcou muito foi o empreendedorismo, a diversificação, a industrialização e o trabalho presente com a família cooperada, que é o que buscamos. A cooperativa está de parabéns e mostra que essa atuação, com profissionalismo e eficiência, é responsável pelos bons resultados”, destacou.

Parceria - O intercâmbio foi realizado em parceria com a Cooptur (Cooperativa Paranaense de Turismo), Sistema Ocepar/Sescoop-PR e OCB/Sescoop-ES. (Com informações das assessorias de imprensa das Cooperativas Lar e Copacol)

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VISITA: Grupo de mulheres da Coasul faz imersão em cooperativismo

Um grupo de 26 mulheres, entre cooperadas e esposas de cooperados da Cooperativa Coasul, visitou a sede da Ocepar, na manhã desta sexta-feira (24/05), em Curitiba. Elas foram recebidas pelo superintendente adjunto da entidade, Nelson Costa, que fez uma explanação sobre a forma de organização do sistema cooperativista paranaense. Houve ainda a participação de outros profissionais do Sistema Ocepar, que apresentaram os trabalhos desenvolvidos nas áreas de formação, monitoramento, autogestão, técnica e comunicação, entre eles, Leandro Macioski (analista de Desenvolvimento Humano do Sescoop/PR), Sílvio Krinski (assessor da Gerência Técnica e Econômica da Ocepar), João Gogola (coordenador de desenvolvimento cooperativo do Sescoop/PR) e Ricardo Rossi (assessor de Comunicação da Ocepar).

Integração e conhecimento - A visita à Ocepar fez parte da imersão ao cooperativismo promovida pela Coasul, com apoio da Cooperativa Paranaense de Turismo (Cooptur). De acordo com encarregada do setor de Promoção Sócio Cultural da cooperativa, Cristhiane Fachin, a atividade está sendo realizada pelo terceiro ano consecutivo e já foi incorporada à agenda de eventos do grupo feminino da Coasul, que possui mais de 300 mulheres. “O objetivo é promover uma integração entre elas e aproveitar para que as participantes possam conhecer outras realidades do cooperativismo”, disse.

Roteiro - O grupo que passou pela Ocepar nesta sexta era composto por representantes dos municípios de Renascença, Verê, Chopinzinho, Francisco Beltrão, São João e São Jorge do Oeste, todos da região sudoeste paranaense. A viagem começou na última quarta-feira (22/05), por União da Vitória. Depois, elas estiveram em São Mateus do Sul, onde obtiveram informações sobre o ciclo econômico da erva mate no Paraná. Na Lapa, elas visitaram a cooperativa Bom Jesus e o Centro Histórico. A cooperada Iraci Zili Brufatti, de Francisco Beltrão, participou pela segunda vez da imersão promovida pela Coasul. “Estou gostando muito porque nós fazemos amizade com outras pessoas, aprendemos coisas novas e experiências que mostram a realidade de outras cooperativas. Isso é muito importante”, afirmou ela. 

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LEGISLATIVO: Deputados defendem a aprovação do ato cooperativo no plenário da Câmara

Uma legislação tributária sobre o ato cooperativo que atenda os anseios dos 13 ramos do cooperativismo brasileiro. Com este objetivo, vários deputados defenderam a bandeira do setor durante a sessão extraordinária do Plenário da Câmara que votou a urgência do Projeto de Lei Complementar (PLP) 271/2005, proposição que busca demonstrar exatamente em que momento incide a legislação tributária brasileira nas operações que envolvem as cooperativas. “Em nome de todos os cooperados, todos os cooperativistas, todas as cooperativas do Brasil, quero defender um ato cooperativo completo, para que nós possamos atender aos 13 ramos do cooperativismo. Nesse momento, nós estamos quebrando o tabu de fazermos com que o sistema mais social que existe no mundo, que é o cooperativismo, seja respeitado e adotado neste País para que nós possamos fazer com que a sociedade seja beneficiada”, disse o deputado Abelardo Lupion, integrante da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop). Clique aqui e acesse o Blog OCB no Congresso, onde constam as manifestações de outros parlamentares e os discursos na íntegra. (Blog OCB no Congresso)

Clique aqui e acesse  Agenda da Semana de 20 a 24 de maio

PLANO SAFRA: Presidente da OCB reforça demandas para o PAP 2013/14

pap 24 05 2013O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, foi recebido em audiência pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Andrade, nesta quinta-feira (23/05), para tratar do Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2013/2014. Na oportunidade, o dirigente reforçou os pontos prioritários para a política, visando a continuidade dos investimentos para as cooperativas agropecuárias. “Estamos falando de demandas fundamentais para que o setor cooperativista continue investindo e propiciando melhores condições de renda e de qualidade de vida aos cooperados”, pontuou Lopes de Freitas.

Atendimento - Segundo o dirigente, a boa relação com o ministério vem garantindo ao longo dos anos o atendimento aos pleitos necessários ao crescimento do setor. ““Historicamente, o cooperativismo brasileiro vem conquistando avanços importantes junto ao Mapa no que diz respeito à inclusão das requisições do setor no Plano Agrícola e Pecuário. Sinceramente, acredito que veremos grandes avanços, especialmente nos planos e linhas especiais de crédito voltados às cooperativas”, relatou.

Demandas – Resumidamente, são quatro os pontos principais elencados pelo Sistema OCB: o Programa de Capitalização das Cooperativas Agropecuárias (Procap-agro); o Programa de Desenvolviento Cooperativo para Agregação de Valor à Produção Agropecuária (Prodecoop); o Programa de Capitalização das Cooperativas de Crédito (Procap-cred) e as operações de crédito de custeio às cooperativas.

Principais pontos - Confira no quadro abaixo as principais solicitações que o Sistema OCB pretende ver atendidas quando do anúncio oficial do Plano, que deve ocorrer no próximo mês de junho. (Informe OCB)

1. Programa de Capitalização das Cooperativas Agropecuárias (Procap-Agro)

- Reduzir a taxa de juros do financiamento na modalidade do Procap-Agro giro dos atuais 9,0% para 4,0% ao ano e aumentar o prazo de reembolso para 4 anos.

- Simplificar o acesso das cooperativas aos financiamentos do Procap-Agro na modalidade de integralização de cotas partes para capitalização e reduzir a taxa de juros para 4,0% ao ano.

- Alterar a norma em vigor no BNDES (item 5.4 da Circular SUP/AGRIS n°30/2012) - “operações de crédito de capital de giro em ser contratadas” para “saldo devedor em ser”, para viabilizar a possibilidade de novas contratações nas operações ainda não integralmente liquidadas.

2. Programa de Desenvolvimento Cooperativo para Agregação de Valor à Produção Agropecuária (Prodecoop)

- Aumentar o limite de financiamento para R$200 milhões/cooperativa/ano respeitando-se a capacidade de pagamento da cooperativa e a disponibilização das garantias necessárias.

- Ampliar o prazo de reembolso dos financiamentos de investimentos de 12 para 15 anos e reduzir os juros para 4% ao ano.

- Alterar a redação do item X do MCR (13.6.1-c) para: aquisição de ativos operacionais de empreendimentos já existentes inclusive o terreno onde está localizado, relacionados às ações enquadradas.

- Reduzir a taxa de juros de 5,5% para 3% ao ano e alongar prazos de 12 para 18 anos nos financiamentos do Prodecoop destinados a investimentos em novas unidades armazenadoras ou à modernização e utilização de novas tecnologias nas unidades existentes, além da inclusão de bônus de adimplência aos pagamentos efetuados no período determinado.

3. Crédito de custeio às cooperativas

- Aumentar os limites dos créditos destinados às cooperativas, para aquisição de insumos e de bens para fornecimento aos associados, com recursos obrigatórios (MCR 6-2), que estão limitados, por safra, ao valor médio de R$ 200 mil para R$ 300 mil por associado ativo e ao teto de R$ 400 mil para R$ 600 mil por associado beneficiário.

4. Programa de Capitalização das Cooperativas de Crédito - Procap-Cred

- Alocar R$ 3 bilhões para o programa.

- Reduzir a taxa de juros para 4,0% ao ano e prazo de 240 meses.

 

MEIO AMBIENTE: Ministra indica OCB para compor GT de regulação do Código Florestal

Com o objetivo de acompanhar o processo de regulamentação da Lei no 12.651/2012 – o novo Código Florestal brasileiro – a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, instituiu nesta quarta-feira (22/05) o Grupo de Trabalho responsável por esta atividade. Entre os representantes da sociedade civil no GT está a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), juntamente com outras grandes instituições representativas do setor, como a Confederação Nacional da Agricultura (CNA), além de diversos órgãos do governo. O GT vai atuar consultivamente, avaliando sugestões em favor do processo de regulamentação do Código Florestal e acompanhando a sua implementação. A coordenação dos trabalhos será exercida pelo próprio Ministério do Meio Ambiente (MMA). O grupo foi instituído pela Portaria MMA nº 173/2013 e seu prazo de validade é de dois anos. (Informe OCB)

SESCOOP/PR: Silvicultores são orientados sobre constituição de cooperativa

Os analistas do Sescoop/PR, Edson Luis Carvalho de Sousa e Emerson Barcik, estiveram reunidos com 20 agricultores que trabalham com cultivo florestal, na última segunda-feira (20/05), na sala de treinamento da Agência do Trabalhador, em Telêmaco Borba, para orientá-los sobre constituição de cooperativas. O grupo pretende se organizar e, por meio de uma cooperativa, prestar serviços aos associados, além de buscar a padronização e a comercialização de seus produtos. Localizada na região paranaense dos Campos Gerais, Telêmaco Borba possui várias indústrias madeireiras que colocam o município como centro de referência nacional no setor, considerado o 6º maior polo industrial do Paraná. É lá que está localizada a sede da Klabin, uma das maiores empresas nacionais do segmento de papel e celulose.

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CONFEPAR: Nota de esclarecimento sobre as declarações divulgadas pelo MP

Confepar 24 05 2013Frente às afirmações feitas por Antenor Pedro Signor e divulgadas em nota por meio do Ministério Público do Rio Grande do Sul, temos a dizer que são infundadas e, a nosso ver, trata-se de uma estratégia da quadrilha responsável pela adulteração do leite no Rio Grande do Sul, buscando desviar a atenção da mídia e da investigação para as indústrias. Estamos entrando em contato com o Ministério Público do Rio Grande do Sul, para que possamos apresentar a nossa defesa. As análises feitas diariamente por nós e pelo Ministério da Agricultura com o nossos produtos confirmam a integridade dos mesmos. Portanto, continuamos a afirmar aos clientes e consumidores que nossos produtos podem ser consumidos com a mesma segurança que garantimos há mais de 30 anos. (Confepar – Agroindustrial Cooperativa Central)

 

PRIMATO: Comitiva de Goiás visita Toledo

primato 24 05 2013Uma comitiva composta por prefeitos, técnicos e assessores de governo e empresários do estado de Goiás visitaram Toledo e estiveram na Primato, terça-feira (21/05). O grupo foi recepcionado pelo presidente Ilmo Werle Welter,e pelo diretor executivo Anderson Sabadin, e puderam conhecer a estrutura e o negócio da cooperativa.

Boas experiências - Segundo Flávia Fleury, da assessoria de atração de investimentos e novos negócios, da Secretaria de Indústria e Comércio de Goiás, o grupo está fazendo visita técnica a municípios da região Oeste, entre eles, Toledo, Cascavel e Foz do Iguaçu, visando conhecer as boas experiências na área de cooperativismo e associativismo, piscicultura, entre outras.

Associação dos municípios - A troca de experiências iniciou por meio da Associação dos Municípios do Oeste do Paraná (Amop), na gestão do presidente e na época prefeito de Toledo, José Carlos Schiavinato. “Em junho será assinado termo de cooperação técnica com Toledo e Cascavel, por meio da Amop. A região tem experiências de sucesso e estamos procurando aprender e crescer com estas iniciativas”, comentou Flávia Fleury.

Modelo de desenvolvimento - O prefeito de Palmeira de Goiás, Alberani de Souza Marques, ressaltou que a Região Oeste é considerada modelo de desenvolvimento e a intenção foi conhecer como se dá este processo. “A região é referência em muitas cadeias produtivas, no agronegócio e ainda na educação, saúde, meio ambiente e estamos vendo excelentes experiências. Queremos levar estas boas práticas para nossas cidades”, comentou o prefeito.

Primato - O prefeito goiano também destacou a atuação da Primato.  “A cooperativa tem objetivos bem definidos e claros junto aos cooperados e comunidade, tem persistência e rigor em cumprir seus princípios e buscar resultados. Pude perceber a firmeza da diretoria, a competência em fazer os negócios e os números falam por si, a cooperativa é nova, com grandes resultados”, ressaltou.

Orgulho - Para o presidente da cooperativa, Ilmo Werle Welter, é motivo de orgulho receber a comitiva e mostrar as atividades realizadas. “É uma satisfação que nossa cooperativa tenha sido escolhida para a visita do grupo e mostrar nosso trabalho.” (Imprensa Primato)

 

CAPAL: Cooperados tem palestra sobre perspectivas de mercado

Nesta quinta-feira (23/05), os cooperados da Capal das unidades de Arapoti e Itararé participaram de uma palestra com o tema "Perspectivas do Mercado Agrícola Mundial e Brasileiro no Ciclo 2013/2014". A palestra foi conduzida por Aldo Lobo, da Granopar, e foi realizada em Itararé, na própria unidade, e em Arapoti, na Asfuca.

Mercado imprevisível - Logo no início, Aldo deixou claro que, apesar de seu trabalho ser voltado para previsões e estudo de mercado, é impossível chegar numa palestra e dizer aos participantes o que fazer com sua produção. “É um mercado muito imprevisível. Infelizmente não posso chegar aqui e dizer como vai ser daqui a alguns meses. Existem inúmeros fatores, inúmeras variáveis que impossibilitam uma certeza nos preços a longo prazo", afirma Lobo.

Fatores - Por isso, o objetivo da palestra foi mostrar quais fatores podem - e devem - ser analisados para que se tenha uma ideia do que pode acontecer no mercado de grãos no futuro. Foram citados fatores sociais, políticos, econômicos e climáticos. Além disso, as culturas de soja, milho e trigo foram analisadas individualmente, o que incita o produtor a já pensar no próximo plantio.

Cenário - O gerente comercial da Capal, Eliel Magalhães Leandro, lembrou que o cenário do mercado de grãos atual é idêntico ao do ano passado, principalmente no mercado de milho. "O que parecia tão preocupante - safra recorde, com previsão de preços futuros para baixo - mudou rapidamente com as notícias de clima da América do Norte. A safra deste ano, no Brasil, já está praticamente definida. Agora é acompanhar o mercado e o clima americano e chinês", afirmou Eliel.

Atenção - Ao final da palestra, Aldo ressaltou a importância do produtor estar sempre antenado a todos os fatores que podem influenciar os preços dos grãos. "O produtor precisa estar sempre ligado em tudo. Não adianta se preocupar a cada 15 dias. De um dia para o outro, tudo muda e isso pode significar prejuízo. Aliás, tenho outra ressalva: deixar de ganhar é bem diferente de perder. Fiquem atentos", finalizou ele. (Imprensa Capal)

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COOPERTRADIÇÃO: Evento reúne cooperados e técnicos para tratar sobre alta produtividade

coopertradicao 24 05 2013O relevo e o clima fazem do Sudoeste do Paraná um importante produtor de grãos, mas o desafio está em manter as lavouras com nível adequado de sanidade e elevar a produtividade. Este foi o objetivo do evento que reuniu mais de 80 pessoas, entre agricultores e técnicos, na sede social da Coopertradição para a palestra “Manejo de Alta Produtividade – Milho, Soja e Trigo”. A palestra ocorreu também em Palma Sola com mais de 70 participantes.

Temas - A palestra foi ministrada pelo membro fundador do Grupo Gatt (Grupo de Agrônomos e Técnicos de Tibagi) e Diretor Técnico da Sementes Mutuca, Ivo Frare. Durante a palestra, Frare falou sobre análise de solo, abordagem do sistema de produção, sistema de adubação e correção do solo e estiagem. “Na realidade, a seca é consequência de um solo mal corrigido, com pouca palhada e pouca rotação de cultura”, afirmou. Durante o evento, Frare mostrou análises de solos obtidas com diversas profundidades. “Vou demonstrar aos agricultores como podemos zerar o alumínio há um metro de profundidade”.

Culturas - Ao longo do encontro, Frare expôs seu conhecimento sobre as principais culturas plantadas em nossa região, com destaque para o trigo, cultura que já está sendo plantada pelos agricultores. O engenheiro agrônomo deu dicas de como minimizar os impactos climáticos na produção agrícola. Entre os pontos destacados, esteve o mofo branco, doença que ataca o feijão, principal cultura plantada na safrinha. “O controle de pragas começa na escolha de sementes com alta tecnologia”.

O Gatt - O Gatt é um grupo formado por 10 agricultores que abrangem uma área de 65 mil hectares e que geram suas próprias pesquisas. (Imprensa Coopertradição)

 

COPAGRIL: Sipat encerra atividades nesta sexta-feira

Após uma semana de atividades interativas, palestras e treinamentos, será realizado o encerramento da Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (Sipat), na noite desta sexta-feira (24/05), na Associação Atlética Cultura Copagril (AACC), em Marechal Rondon, das 20h às 21h30. Haverá game show, além de apresentação artística e cultural, e sorteio de prêmios entre um grande número de funcionários. (Imprensa Copagril)

MDIC: Novo recorde nas exportações das cooperativas

As exportações das cooperativas brasileiras alcançaram o recorde de US$ 1,838 bilhão no primeiro quadrimestre deste ano, 9,8% mais que em igual intervalo de 2012, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). As importações caíram 0,7% na mesma comparação, para US$ 68,5 milhões.

Açúcar - O açúcar refinado, carro-chefe da paulista Copersucar, liderou os embarques entre janeiro e abril. No total, as vendas do produto ao exterior renderam US$ 469,5 milhões, ou 25,5% do total exportado pelas cooperativas. Em seguida aparece a carne de frango, com vendas de US$ 210 milhões (11,5% do total) e açúcar bruto, com US$ 199 milhões (10,8%). Outros destaques da pauta no quadrimestre são o café em grão, cujas exportações, puxadas pela mineira Cooxupé, foram de US$ 197 milhões, etanol, com US$ 152 milhões, e farelo de soja, com US$ 139 milhões.

Estados - Os dados do Mdic mostram que 108 cooperativas de 17 Estados do país realizaram exportações no primeiro quadrimestre. Os embarques das cooperativas de São Paulo alcançaram US$ 801,3 milhões, ou 43,6% do total, seguidos pelas vendas dos grupos do Paraná (US$ 443,2 milhões), de Minas Gerais (US$ 178,6 milhões), e de Santa Catarina (US$ 128,9 milhões).

Destinos - As exportações de produtos de cooperativas brasileiras chegaram a 124 países nos quatro primeiros meses deste ano, segundo o Mdic. Os Emirados Árabes Unidos foram o principal destino das vendas, com US$ 216,5 milhões, ou 11,8% do total. EUA, com US$ 161,4 milhões, e China, com US$ 138,8 milhões, também estão entre os maiores compradores. (Valor Econômico)

FINANCIAMENTO: Linha do FAT para inovação tecnológica terá R$ 250 mi

O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) formalizou, nesta sexta-feira (24/05) a criação do Programa de Fomento à Inovação Tecnológica (FAT-Inovacred), que financiará projetos de micro e pequenas empresas com faturamento de até 16 milhões. A criação do programa foi aprovada pelo Conselho na quarta-feira (22/05).

Aporte - Para este ano, o programa terá um aporte de R$ 250 milhões do FAT. O teto financiável é de R$ 2 milhões, com prazo de até 96 meses e carência de 24 meses, com juros limitados à Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP). Para empresas com faturamento até R$ 7,5 milhões, o teto fica limitado a R$ 1 milhão.

Limite - O limite de financiamento é de 90% do projeto para empresas com faturamento operacional bruto anual de até R$ 3,6 milhões. Já as empresas com faturamento superior a R$ 3,6 milhões terão o financiamento limitado a até 80% do valor do projeto.

DOU - A Resolução Codefat nº 710, que cria o FAT-Inovacred, está publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (24/05). (Agência Estado)

NEGÓCIOS: Paraná receberá missão de empresários da Bélgica em outubro

negocios 24 05 2013O Paraná vai receber em outubro uma missão de empresários da Bélgica, da região de Valônia, com os objetivos de fechar negócios e estabelecer acordos bilaterais de cooperação. A visita foi assunto de uma reunião nesta quinta-feira (23/05) entre o cônsul-geral da Bélgica, Didier Vanderhasselt, e o diretor-geral da secretaria da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul, Horácio Monteschio, no Palácio das Araucárias, em Curitiba.

Áreas - O cônsul belga explicou que a missão será formada por empresas da região de Valônia, no Sul da Bélgica, interessadas principalmente em negócios nas áreas da agricultura (agroindústria), aeronáutica, infraestrutura portuária, alta tecnologia e saúde hospitalar. "Detectamos no Paraná ótimas oportunidades de contatos e negócios", disse Vanderhasselt.

Valônia - A Valônia é uma das três regiões federais da Bélgica. Possui cinco províncias, 3,5 milhões de habitantes e suas principais cidades são Charleroi, Liègee e Namur, a capital da Região.

Características - Monteschio detalhou ao cônsul características econômicas das regiões do Paraná e também o programa Paraná Competitivo, que assegura benefícios à iniciativa privada em troca da geração de emprego e renda. "Em pouco mais de dois anos foram mais de R$ 20 bilhões em novos investimentos, o que comprova que o Paraná está aberto a parcerias com investidores", disse Monteschio.

Programação -O diretor-geral da secretaria reforçou a necessidade de tornar a missão produtiva. "Na reunião, definimos as áreas de interesse da Valônia e do Paraná para que possamos elaborar uma programação que possibilite o fechamento de negócios e a assinatura de acordos bilaterais de cooperação", explicou. A coordenação paranaense da missão será do presidente da Agência de Internacionalização do Paraná, Rui Lemes.

Participação - Também participaram do encontro o cônsul-honorário da Bélgica em Curitiba, João Casillo, e os assessores da Secretaria de Indústria e Comércio Mauro Corbellini e Marcos Granado. (Agência de Notícias do Paraná)

 

MILHO: Governo define parâmetros para contratos de opção de venda

Os preços para Contratos de Opção de Venda público (COV) para a saca de 60kg de milho em grãos foram definidos em R$ 15,12 no Mato Grosso e Rondônia e de R$ 19,74 nos estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste (exceto Mato Grosso). A portaria, assinada pelos ministros da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Andrade, e da Fazenda, Guido Mantega, foi publicada nesta quinta-feira (23/05), no Diário Oficial da União (DOU).

Governo ou mercado - Nessa modalidade de contrato futuro, o vendedor tem a opção de vender o produto para o Governo ou no mercado. O volume de recursos disponível para as operações é de R$ 580 milhões. Os contratos serão firmados em múltiplos de 27 toneladas, que é a quantidade calculada por caminhão de transporte.

Antecipação - Caso haja decisão pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para a antecipação do contrato, será deduzido para cada mês de adiantamento R$ 0,46/60kg para os estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste, exceto Mato Grosso, e de R$ 0,42/60kg para Mato Grosso e Rondônia.

“A termo” - O Governo também lançará contratos “a termo” para aquisição de um milhão de toneladas de milho. Nessa modalidade, o produtor é obrigado a entregar o milho nos armazéns da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Recomposição - “Esses instrumentos são fundamentais para a recomposição dos estoques públicos do Governo. Além disso, vão viabilizar uma alternativa de comercialização do cereal aos produtores”, explica o secretário de Política Agrícola do Mapa, Neri Geller. (Mapa)

LEI 12/805: Política nacional deve incentivar plantios florestais no Paraná

O setor florestal do Paraná tem motivos para comemorar a sanção da Lei 12.805, que institui a nova Política de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta. A medida, que começa a valer em 180 dias, foi recebida com bons olhos pela Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE), que acredita que a integração proporcionará o aumento no plantio de florestas no Estado. Isso será possível, pois a nova lei prevê que produtores que adotarem o sistema terão incentivos diferenciados como taxa de juros de 5% para crédito agrícola. Além disso, será incentivado também o produtor que plantar três culturas ou somente duas como a floresta com pecuária ou floresta com agricultura.

Pequenos produtores - Na avaliação do diretor-executivo da APRE, Carlos Mendes, a lei irá beneficiar principalmente os pequenos produtores. “A diversificação é necessária porque o investimento na produção de floresta começa a aparecer em longo prazo”, diz. O diretor aponta ainda que outra consequência será o aumento da atividade de silvicultura no país. 

Consumo - Atualmente, o Paraná consome em torno de 35 milhões de m³ de madeira por ano e produz, em 850 mil hectares, 30 milhões de metros cúbicos. A lei sancionada pela presidente Dilma Rousseff tem como objetivo melhorar a produtividade, a qualidade dos produtos e a renda da atividade agropecuária do Brasil.

Consórcio - O consórcio entre pecuária, agricultura e silvicultura tem se tornado uma prática cada vez mais utilizada em várias regiões do país, além de ser utilizado como modelo de sustentabilidade nas propriedades de florestas plantadas. A opção por adotar esse tipo de sistema tem como objetivo principal garantir a preservação dos recursos naturais e otimizar a produção. (Assessoria de Imprensa APRE)

TRIBUTOS: Governo vai propor MP para isentar ônibus do PIS e Cofins

tributos 24 05 2013A suspensão da cobrança de dois impostos federais – o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) – que incidem sobre o transporte público pode reduzir em R$ 0,11 o valor da tarifa técnica da Rede Integrada de Transporte (RIT) de Curitiba e região metropolitana. A isenção foi confirmada nesta quinta-feira (23/05) pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega,

A suspensão da cobrança de dois impostos federais – o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) – que incidem sobre o transporte público pode reduzir em R$ 0,11 o valor da tarifa técnica da Rede Integrada de Transporte (RIT) de Curitiba e região metropolitana. A isenção foi confirmada nesta quinta-feira (23/05) pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, com previsão de entrar em vigor no próximo dia 1.º, em todo o país. Uma medida provisória (MP) deve ser publicada nos próximos dias.

Inflação - O objetivo é reduzir o impacto do aumento das tarifas sobre a inflação. A medida já influencia a definição dos novos valores de passagens em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro. Na capital paulista, o prefeito Fernando Haddad (PT) anunciou um reajuste menor (6,75%) já contando com a desoneração das alíquotas. No Rio, o prefeito Eduardo Paes (PMDB) sinalizou, ainda em abril, que o reajuste sairia só em junho, ciente de que o Planalto preparava a isenção do PIS e Cofins.

Peso - Os dois impostos têm um peso de 3,65% sobre a receita bruta das empresas. No caso do cálculo da tarifa técnica de Curitiba, ao zerar os custos com esses tributos na tabela de remuneração das empresas, é possível estimar que a tarifa técnica passe dos atuais R$ 3,1174 para R$ 3,0081. A Urbanização de Curitiba (Urbs) informou que vai aguardar a medida provisória ser editada para refazer os cálculos e se manifestar sobre o assunto, mas vê a medida com bons olhos.

Perdas e ganhos - De acordo com Otávio Cunha, presidente da As­­sociação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), essa desoneração vai custar ao governo federal em torno de R$ 1 bilhão, mas vai permitir que as empresas façam melhorias na frota e na qualidade do serviço oferecido. Até 2016, o setor deve investir R$ 8 bilhões na aquisição de novos veículos ou implantação de sistemas para informação ao usuário ou de rastreamento dos veículos. “Tanto a desoneração da folha quanto o PIS e Cofins dão uma contribuição importante para o setor. Se o governo avançasse um pouco mais e estendesse o benefício para toda a cadeia produtiva do transporte teríamos uma redução mais significativa”, analisa.

Toda cadeia produtiva - O presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, João Eloi Olenike, concorda que se a medida fosse adotada em toda a cadeia produtiva o impacto seria mais relevante. “Parece jogo de cena para mostrar que o governo está fazendo alguma coisa, mas o que precisa mesmo é uma reforma que diminua esse impacto enorme que os tributos têm nos preços de mercadorias e serviços para o consumidor”, defende. (Gazeta do Povo)

 

COMÉRCIO: Novo diretor da OMC diz que Brasil deve se orgulhar em exportar commodities

comercio1 24 05 2013Primeiro brasileiro eleito diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), o embaixador Roberto Carvalho de Azevêdo, alertou nesta quinta-feira (23/05) que o Brasil deve ter orgulho de ser um exportador de commodities e produtos agrícolas. Mas, segundo ele, é fundamental que isso não limite o potencial exportador do país. Para Azevêdo, o Brasil apresenta condições de atuar em “várias frentes”.

Contrário - “Não vejo a menor vergonha de o Brasil ser um exportador de commodities e produtos agrícolas. Vergonha seria o contrário, algo que não se justificaria. Mas o Brasil tem capacidade de ser exportador em várias frentes”, disse o diplomata, que participa de audiência pública na Comissão de Relações Exteriores do Senado.

Negociações - Ao ser perguntado pelos senadores sobre as negociações da União Europeia com o Mercosul, o embaixador disse que elas ocorrem bilateralmente e, não no âmbito da OMC. Segundo ele, é importante também ressaltar que a organização não tem um papel fiscalizador desse tipo de negociação. “A organização não fiscaliza, os membros é que fiscalizam”, ressaltou.

Estratégia - Responsável pelas negociações comerciais internacionais há cerca de 20 anos, o embaixador brasileiro destacou que o Brasil é um “grande exportador” e apelou para que se adote uma estratégia voltada à competitividade. “Temos de olhar mais a competitividade, não apenas no setor industrial, mas também no agronegócio”, disse. “O Brasil não é um país importante não apenas porque é exportador, mas porque é também um importador.” (Agência Brasil)

 

 

PESQUISA: Brasileiro vê situação positiva da economia, aponta Pew Research Center

A inflação alta e o crescimento pouco exuberante não abalam a percepção do brasileiro de que a economia vai bem e continuará a melhorar. Segundo pesquisa divulgada nesta quinta-feira (23/05) pelo Pew Research Center, com informações sobre 39 países, 59% dos brasileiros dizem que a situação econômica do país é boa e 79% acreditam que ela ficará ainda melhor nos próximos 12 meses. A avaliação sobre a situação econômica pessoal é ainda mais positiva - 74% afirmam que ela vai bem e 88% apostam que ficará melhor nos próximos 12 meses, o percentual mais alto entre todos os países pesquisados.

Emergentes - "O desempenho das economias emergentes como Brasil e China, que passaram pela crise de 2008, ajuda a explicar a avaliação positiva dos cidadãos desses países sobre o estágio atual da economia e a confiança no futuro", diz o diretor associado do projeto de atitudes globais do Pew, Richard Wike. Na China, 80% dos entrevistados acredita que a situação econômica vai melhorar nos próximos 12 meses.

Futuro - Os brasileiros e chineses também são confiantes no futuro quando questionados a comparar a vida dos filhos com a dos pais. No Brasil, 79% dos entrevistados acreditam que ela será melhor, muito próximo aos 82% da China.

Contraste - O quadro contrasta com os países avançados, especialmente na Europa - 90% dos franceses veem um futuro pior para os seus filhos. Nos EUA, 62% dizem que os filhos terão uma vida pior que os pais.

Principal problema - Ao apontar o principal problema que o governo deve enfrentar, 46% dos brasileiros ouvidos na pesquisa apontaram a falta de oportunidades de emprego, ainda que a taxa de desocupação esteja hoje nas mínimas históricas. É uma fatia bem superior aos 24% que pedem mais atenção aos preços em alta, mesmo num cenário em que a inflação segue perto do teto da meta, de 6,5%.

Desigualdade - Apesar da redução da desigualdade de renda apontada por indicadores socioeconômicos nos últimos anos, 75% dos entrevistados no Brasil dizem que esse ainda é um grande problema, com 50% dizendo que a distância entre ricos e pobres tem aumentado.

Entrevistas - A pesquisa do instituto, que entrevistou mais de 37,6 mil pessoas em 39 países, mostra que a maior parte da população dos emergentes considera boa a situação da economia de seus países, ao passo que a avaliação é muito negativa entre a maioria dos cidadãos de países avançados e moderadamente negativa nos países em desenvolvimento (um grupo que inclui nações como Paquistão, Egito, Gana, Bolívia, Filipinas).

Outros países - Na Grécia, 1% dos entrevistados dizem que a economia vai bem. Na Itália, são 3%. Entre as economias avançadas, porém, há populações que veem como favorável a situação econômica atual. Na Alemanha, essa parcela bate em 75%. Nos EUA, só um terço dos entrevistados vê a economia bem. (Valor Econômico)

EUROPA: Alemanha confirma PIB de 0,1% no 1º trimestre

A economia da Alemanha evitou a recessão no início do ano devido ao consumo privado robusto, mostraram dados oficiais nesta sexta-feira (24/05). O Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre cresceu 0,1% ante os três últimos meses de 2012, afirmou o escritório federal de estatísticas Destatis, confirmando uma estimativa anterior. O consumo privado sustentou a atividade econômica, enquanto as exportações e o investimento das empresas recuaram, disse o Destatis. O consumo do governo não teve impacto significativo sobre o crescimento econômico no primeiro trimestre.

Zona do euro - Apesar do resultado fraco, a economia da Alemanha continua a superar a da zona do euro, que estava se mostrou em recessão no primeiro trimestre. "O cenário fundamental permanece saudável, e prevemos uma aceleração da atividade econômica alemã no segundo semestre do ano", disse Dirk Schumacher, economista-chefe do Goldman Sachs alemão, em Frankfurt. "As empresas devem ser menos relutantes em investir à medida que a perspectiva global melhora", disse ele, prevendo uma recuperação sólida na atividade de construção.

Consumo privado - O consumo privado na Alemanha aumentou 0,8% em relação ao trimestre anterior ajudado pelo baixo nível de desemprego e o aumento dos salários, acrescentando 0,4 ponto porcentual para a taxa de crescimento trimestral.

Investimento - Investimento em máquinas e equipamentos caiu pelo sexto período seguido, com uma queda de 0,6% em relação ao quarto trimestre de 2012, tendo em vista que o investimento em construção caiu 2,1%. Os dados são ajustados pela inflação e levam em conta variações sazonais, assim como o número de dias úteis em cada trimestre.

Exportações líquidas - As exportações líquidas adicionaram 0,1 ponto porcentual para a taxa de crescimento trimestral da Alemanha, mas apenas porque as exportações caíram menos do que as importações. As exportações caíram 1,8% no trimestre, enquanto as importações recuaram 2,1%.

Contração - O PIB alemão contraiu 0,2% em relação ao primeiro trimestre de 2012 em termos ajustados ao calendário. As informações são da Dow Jones. (Agência Estado)


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