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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3101 | 27 de Maio de 2013

EMPRESAR 2013: Evento inicia nesta segunda-feira, em Curitiba

Empresar 2013 27 05 2013Começa nesta segunda-feira (27/05), em Curitiba, o Empresar 2013 - Fórum Internacional de Sustentabilidade e Empreendedorismo, promovido pela Escola de Negócios da Universidade Positivo (UP), com apoio do projeto Empreender-PME, da Gazeta do Povo, e de várias entidades, entre elas a Ocepar e o Sebrae/PR. A abertura acontece às 14h30, com a presença do governador Beto Richa. Na oportunidade, o superintendente adjunto da Ocepar, Nelson Costa, vai representar o presidente da entidade, João Paulo Koslovski. A programação se estende até terça-feira (28/05) com a presença de 12 palestrantes internacionais especializados em diversos temas referentes ao empreendedorismo.

Serviço - O Empresar 2013 acontece nos dias 27 (das 14h30 às 22 horas) e 28 de maio (das 9 às 17h30), na Universidade Positivo (Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300, Campo Comprido, Curitiba). Programação e inscrições no site www.up.com.br/empresar

 

AGROSAFRA: Boletim traz variação de preços dos grãos

agrosafra 27 05 2013A Gerência Técnica e Econômica da Ocepar (Getec) divulgou, nesta segunda-feira (27/05), mais um boletim Agrosafra, mostrando a evolução dos preços recebidos pelos produtores paranaenses de soja e milho, entre abril de 2012 e abril de 2013. “As cotações atuais da soja e do milho estão em patamar similares as de um ano, no entanto, no segundo semestre de 2012 elas foram bem maiores”, afirma o analista técnico e econômico, Robson Mafioletti.

 

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Trigo – Em relação ao trigo, atualmente os valores pagos aos agricultores do Paraná estão 50% maiores que há um ano. “Nas últimas três safras, os preços ficaram estáveis e abaixo do mínimo garantido pelo Governo Federal”, lembra Mafioletti.

 

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Chicago– O Agrosafra traz ainda os valores da soja, milho e trigo cotados na última sexta-feira (24/05), na Bolsa de Chicago (Cbot). “Observar que as cotações em Chicago para a soja e milho mais próximas, ou seja, referente ao mês de julho, estão bem mais elevadas que na época da colheita nos Estados Unidos, que vai de setembro a novembro”, observa o analista da Ocepar. 

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UNIMED LONDRINA: Clínica de Vacinas comemora quatro anos

unimed londrina 27 05 2013Na última quinta-feira (23/05), a Unimed Londrina comemorou o aniversário de quatro anos da Clínica de Vacinas, a Unidade de Negócios da cooperativa, que atende à toda comunidade - colaboradores, cooperados e clientes. A comemoração é merecida pelos ótimos resultados atingidos pela Clínica desde sua inauguração.

Números - Os números apontam que até março deste ano, a Unidade de Negócios teve metade da rentabilidade atingida no ano de 2012 todo, tendo comercializado 22.974 doses de vacina. Desde sua inauguração até o primeiro trimestre deste ano, a clínica apresenta um total de 84.238 doses aplicadas, somente entre as vacinas mais prevalentes.

Atendimento - Para a gestora de Negócios, Zenaide Camilo, este resultado deve-se principalmente pelo atendimento diferenciado prestado pela equipe da recepção e das técnicas de enfermagem. “Elas carinhosamente, acolhem o paciente, em sua grande maioria bebês, e seus pais na sala de aplicação. Um atendimento de qualidade, garante que o cliente pense em nossa Clínica sempre que necessitar, além de recomendar o nosso serviço a outras pessoas”, afirma Zenaide. (Imprensa Unimed Londrina)

 

UNIMED CASCAVEL: Novos cooperados participam de curso sobre cooperativismo

unimed cascavel 27 05 2013A Unimed Cascavel realizou, na manhã de sábado (25/05), o Curso de Cooperativismo destinado aos novos cooperados que estão aderindo aos ideais cooperativistas, não só da própria cooperativa, como também da Unimed Maringá e Oeste do Paraná. As atividades tiveram início às 07h30, no hotel Bourbon Cascavel, tendo como facilitadores o Willian Procópio dos Santos, diretor de Projetos / Núcleo Desenvolvimento Humano da Unimed Estado do Paraná; Roberto Menoli, coordenador do Núcleo de Desenvolvimento Humano da Unimed Estado do Paraná e Adilson Cleto Bier, conselheiro Regional da IV Região. “O curso de cooperativismo é fundamental, pois a cooperativa precisa e valoriza o relacionamento. Este curso vem para alinhar e aproximar cooperativa e cooperado,” enfatiza Willian.

Temas - Com parte do conteúdo programático, o curso abordou vários temas dentro do cooperativismo: resumo da história; origem da Unimed; destino dos recursos da singular; direitos, deveres, benefícios dos cooperados; dentre outros. “Colocar o cooperado diante da rotina operacional e estratégica da cooperativa, apresentar a Diretoria, os Conselhos e os colaboradores diretamente relacionados a eles é de extrema importância,” comenta Humberto Golfieri Junior, diretor de Provimento de Saúde da Unimed Cascavel. O objetivo do encontro foi permitir que os cooperados conheçam com maior profundidade a filosofia, princípios, vantagens, benefícios e prática do cooperativismo, além de incentivar um envolvimento maior no dia a dia da singular, enaltecendo que a cooperativa é um empreendimento de todos os cooperados. (Imprensa Unimed Cascavel)

 

SICOOB PR: Conselheiros da Central PR utilizam o Sicoobnet no celular

Na última reunião do Conselho de Administração do Sicoob Central Paraná, no dia 17 de maio, os nove conselheiros realizaram transações com o aplicativo SicoobNet em seus celulares. A atividade fez parte do incentivo que a Central está dando para que o uso dos canais alternativos de atendimento cresça em toda a rede. Segundo o presidente Jefferson Nogaroli, os conselheiros e executivos da Central devem dar o exemplo na realização de transações automatizadas. "Em se tratando de um posicionamento estratégico, que é a eficiência operacional, o uso do SicoobNet precisa ser incentivado por todos os dirigentes. Este é um dos melhores aplicativos do mercado para uso em celulares e em tablets", destacou Nogaroli.

Título - Cada conselheiro pagou um título do Instituto Sicoob no valor de R$ 10,00 e aprovaram o uso do aplicativo. Por conta disso, o Conselho aprovou o lançamento de uma ação de marketing nos PA's, com atendentes fazendo a instalação do aplicativo para os associados, pessoa física, e também com equipes indo nas empresas para instalar o SicoobNet Empresarial. O PA com o melhor índice de transações automatizadas terá um bônus. Os conselheiros também aprovaram uma resolução para que todos os conselhos de administração e suplentes, conselhos fiscais e seus suplentes e diretores executivos da Central e singulares, tenham instalado em seus aparelhos celulares o aplicativo Sicoob para realização de transações financeiras via mobile banking até 30 de junho de 2013. (Informativo Sicoob Central PR)

SICOOB ALIANÇA: Ponto de atendimento é reinaugurado em Apucarana

No dia 15 de maio, foi reinaugurado o Ponto de atendimento do Sicoob Aliança, que fica localizado na Rua Oswaldo Cruz. O ponto de atendimento havia fechado para reforma e o público estava sendo atendido provisoriamente no endereço Avenida Curitiba. O ponto de atendimento foi entregue aos cooperados totalmente remodelado e dentro dos novos padrões de identidade visual, oferecendo mais agilidade e conforto ao público. Também houve um incremento da área de atendimento, que passa a contar com um maior espaço destinado ao público, inclusive com a nova sala de auto-atendimento, que passa a contar com quatro caixas eletrônicos. Participaram da solenidade lideranças da área empresarial, dirigentes, cooperados e colaboradores do Sicoob.

União e participação - “Todas as conquistas que o Sicoob tem alcançado em nossa região são fruto da união e da participação dos nossos cooperados, que estão priorizando suas movimentações financeiras nesta empresa que é de todos nós. Agradecemos também aos conselheiros e colaboradores da cooperativa, pela dedicação em levar adiante a missão do Sicoob, que é promover o desenvolvimento das nossas comunidades por meio do cooperativismo de crédito” enfatizou o presidente do Sicoob Aliança, Osnei José Simões Santos. (Informativo Central Sicoob PR)

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LAR: Encontro comemora resultados obtidos pelo Projeto Integração Bayer

lar 27 05 2013Profissionais da área técnica da Cooperativa Lar e representantes da Bayer CropScience estiveram reunidos, no dia 5 de maio, em Medianeira, no Oeste do Estado, para comemorar os avanços obtidos por meio do projeto Integração. “O Integração cria condições para que as cooperativas levem adiante ações que tenham impactos positivos sobre os negócios dos associados, contribuindo direta e indiretamente para a evolução da cadeia produtiva e, apoiar este elo, é fundamental e vai muito além do fornecimento de insumos”, afirmou o coordenador de Relacionamento da Bayer CropScience com as cooperativas, José Símaro.

Outras ações - Por meio do Integração, a  Bayer CropScience também desenvolve outros projetos com a Cooperativa Lar, como o E-learning; patrocínio de eventos; instalação de equipamentos para a Sala de Treinamentos no CDT; viagens técnicas e de integração; apoio a campanhas comerciais e medidas de segurança alimentar para a cadeia.

Campanha especial - De acordo com o diretor presidente Lar, Irineo da Costa Rodrigues, a ideia é ampliar ainda mais esse trabalho conjunto. “Tudo está bem encaminhado e a Bayer, que é uma empresa de ponta, será nossa parceira em mais uma campanha especial, que será oferecida em breve para os associados, tendo em vista a safra de verão, que é sempre o maior investimento”, declarou ele, agradecendo a participação e o envolvimento da equipe para com os objetivos da cooperativa, que é de fornecer insumos, produtos e serviços de qualidade, gerando satisfação e segurança aos associados e clientes. (Com informações da Imprensa Lar)

 

COAMO: Regional Sul e Centro-Sul de Futebol soma 126 jogos e mais de 1.300 atletas

Foi um sucesso a regional Sul/Centro-Sul da Copa Coamo de Cooperados – Futebol Suíço 2013. No sábado (25/05) a bola rolou nos campos de Candói, Cantagalo, Coronel Vivida e Mangueirinha, no Paraná, além dos municípios de São Domingos e Abelardo Luz, no extremo-oeste de Santa Catarina. Na etapa de Candói, participaram também os cooperados de Pinhão e Guarapuava, e os de Palmas jogaram em Mangueirinha. 

Equipes - No total foram 99 equipes com a participação de mais de 1.380 atletas numa festa dos agricultores cooperativistas. A regional foi marcada por um grande número de gols, totalizando 376 em 126 jogos, uma média de três por partida.

Campeões - Em Abelardo Luz (SC), a equipe Três Linhas foi a campeã após derrotar na final o time Pinheiro Marcado B por 1 x 0. Por Candói (PR), o São Roque ganhou nos pênaltis do Garrafão, sendo 0 x 0 no tempo normal e 3 x 1 nas penalidades. Campo Alto venceu a equipe Atlético Perpétuo A por 1 x 0 e é a representante de Cantagalo (PR). Em Coronel Vivida (PR), o Cruzeiro da Abundância derrotou o Rio Quieto nos pênaltis (3 x 2) após empatar em 1 x 1 no tempo normal. A equipe Araucária venceu por 7 X 0 o Portão e se sagrou campeão em Mangueirinha. Já por São Domingos (SC), o campeão foi Passo do Leão após vencer nos pênaltis A Arvorezinha A (0 x 0 no tempo normal e 3 x 2 nas cobranças de pênaltis).

Projeto de sucesso - Para o presidente da Coamo e presidente de honra da Copa Coamo, José Aroldo Gallassini, A Copa Coamo é um projeto de lazer e esporte com absoluto sucesso, aguardado com muita expectativa pela família cooperada. "A Copa Coamo 2013 começou muito bem com as três primeiras regionais. É muito bom ver a satisfação e felicidade de cooperados e familiares, e a comunidade presente nesta grande festa do cooperativismo", comemora Gallassini.

Regional Oeste – A Regional Oeste, programada para o próximo sábado (1º de junho), terá um total de 78 equipes com previsão de mais de mil atletas. Os jogos serão disputados em Toledo (19 times), São Pedro do Iguaçu (14 equipes), Nova Santa Rosa (14 equipes), Bragantina (17 equipes) e Goioerê (14 equipes). (Imprensa Coamo)

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SESCOOP: Diretor do MTE recebe materiais do programa Aprendiz Cooperativo

Aconteceu, na última quinta-feira (23/05), em Brasília (DF), a primeira reunião ordinária do Fórum Nacional de Aprendizagem Profissional. O auge da pauta foi a aprovação do Plano Nacional de da Aprendizagem Profissional (PNAP), documento que contempla nove ações destinadas a jovens com idade entre 14 e 24 anos, metas e cronogramas para ampliação quantitativa e principalmente qualitativa da oferta dos programas de aprendizagem.

Portaria - A programação contemplou, também, discussões a respeito de possíveis adequações à Portaria 723/2012 – que trata dos referenciais de qualidade para desenvolvimento e validação dos cursos de aprendizagem a distância – e apresentação de proposta do Catálogo Nacional da Aprendizagem (CONAP).

Entrega - Na ocasião, foram entregues os materiais do Programa Aprendiz Cooperativo a algumas instituições diretamente ligadas a aprendizagem, como Ministério Público da União (MPU), Secretaria de Políticas Públicas (SPP), Coordenadoria Geral de Preparação e Intermediação de Mão de Obra Juvenil e Diretoria de Políticas Públicas de Trabalho e Emprego para a Juventude do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Qualidade - A gerente de Formação e Qualificação Profissional do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), Andrea Sayar, acompanhada da analista de Desenvolvimento em Gestão Edlane Melo, do gerente de formação, Alexandre Ambrogi e da coordenadora de Aprendizagem, Flávia Afonso - ambos do Sescoop/SP, foram convidados a fazer a entrega do material pessoalmente ao diretor de Políticas Públicas de Trabalho e Emprego do MTE, Josbertini Virginio, que os recebeu em seu gabinete. “Fico muito feliz em ver que estão primando pela qualidade da aprendizagem, principalmente quanto aos manuais da avaliação e de procedimentos para acompanhamento de egressos. Esta metodologia está muito alinhada com o que o MTE pensa para suas futuras ações de aprendizagem. É uma boa prática que merece ser divulgada” disse Virginio.

Relato - Andrea Sayar aproveitou a oportunidade para relatar que o desenvolvimento do material envolveu representantes da unidade nacional de todas as regiões do Brasil, com a participação de Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, São Paulo e Tocantins. Falou ainda da distribuição das Unidades temáticas e da formação integral do aprendiz pautada em valores cooperativistas, oportunidade em que Ambrogi reforçou: “Disponibilizar cursos que atendam o empregador, no nosso caso a cooperativa, favorece o aumento da retenção do aprendiz concluinte no mercado de trabalho, realidade constante nos programas de aprendizagem do Sescoop/SP”.

Detalhes – O conjunto de materiais didáticos do Programa Aprendiz Cooperativo – Auxiliar Administrativo, desenvolvido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) é composto por 9 apostilas do aluno e do professor a ainda de Diretriz Nacional da Aprendizagem, Mapa de Competências, Manual de avaliação, Plano de curso, Manual de gestão e Manual de pesquisa de egressos. (Informe OCB)

SIMPLIFICA JÁ: Ato por reforma no sistema tributário reuniu representantes de 45 entidades

Cerca de 500 pessoas participaram sábado (25/05) do ato público Simplifica Já, organizado pela Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), no calçadão da rua XV, em frente à Associação Comercial do Paraná (ACP), no centro de Curitiba. Juntamente com 45 entidades, a Federação apresentou para a população os principais impactos da alta carga tributária na vida de cada um. Como solução, a Fiep elaborou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) pela simplificação no sistema tributário brasileiro. Além de propor uma discussão sobre o tema, os organizadores da mobilização aproveitaram o momento para arrecadar assinaturas a favor da PEC.

Abertura - Quem abriu a manifestação  foi o presidente da Fiep, Edson Campagnolo. Ele lembrou que o brasileiro trabalha de primeiro de janeiro a 25 de maio de cada ano apenas para pagar seus impostos. Campagnolo destacou a necessidade de envolvimento da população para sensibilizar o poder público sobre a necessidade urgente de mudanças. “Queremos arrecadar 1,2 milhão de assinaturas para mostrar aos congressistas e para a presidente Dilma que do jeito que está, não dá. Não só pelo peso dos impostos sobre a produção e o consumo, mas também pela complexidade das nossas regras tributárias, que atrapalham a economia e o desenvolvimento do país”, defende Campagnolo.

Justo - Para o presidente do Sindicato das Indústrias de Fiação e Tecelagem no Estado do Paraná (Sinditextil), Nelson Furman, o sistema tributário precisa ser mais justo. “Hoje, 62% do preço que se paga por um perfume é só imposto. No preço de um lápis, estão embutidos impostos que chegam a representar 48% do valor total do produto”, alerta o presidente.

Diferenciação - O presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, João Eloi Olenike, destacou a necessidade de ter um sistema que diferencie os contribuintes por sua renda. “Todas as pessoas pagam o mesmo valor sobre bens e serviços. Esse sistema é injusto”, pondera Olenike.

Defesa - Também defenderam a simplificação tributária o vice-presidente e coordenador do conselho de jovens empresários da Associação Comercial do Paraná, Henrique Domakoski; a presidente do Conselho Regional de Contabilidade – Paraná, Lucelia Lecheta; o presidente do Conselho de Administração da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Marcelo Wollner Pereira; o presidente do Sindicato de Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado do Paraná (Sescap), Mauro Kalinke;  o presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef), Clécio Chiamulera e o diretor geral das faculdades batistas do Paraná, Jasiel Martins.

União dos empresários - O diretor do Sindicato da Indústria de Panificação e Confeitaria do Estado do Paraná (Sipcep), Joaquim Cancela Gonçalves, participou da manifestação e defendeu a união dos empresários pela mobilização pública. “A classe empresarial não pode se calar. Precisamos conscientizar a população sobre esses abusos no sistema tributário”, disse Cancela.

Alerta - Para o presidente do Sindicato da Indústria Audiovisual do Paraná (Siapar), Rodrigo Martins, o Simplifica Já é um alerta necessário da classe empresarial para a população. “O empresariado está aqui hoje, fazendo o alerta, mas a carga é de todos nós. O consumidor precisa entender quanto ele paga de imposto, por exemplo, cada vez que compra um produto ou serviço”, ressalta.

Queixa - O vice-presidente do Sindicato da Indústria do Mobiliário e Marcenaria do Estado do Paraná (Simov), Aurélio Sant’Anna, reclama dos altos tributos. “O governo está assassinando o setor industrial com o atual sistema tributário”, desabafa.

Empenho - Para o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Gráficas – Regional Paraná (Abigraf-PR), Sidney Paciornik, é preciso empenho para sensibilizar a população a favor da simplificação tributária. “Nossa missão é convencer o governo que é preciso mudar a forma de arrecadar impostos. Nós sabemos que não é uma missão fácil, mas com dedicação e apoio da população, nós conseguiremos”, defende.

Interior - O ato público Simplifica Já foi realizado simultaneamente em outras 16 cidades do interior do estado: Ponta Grossa, Londrina, Maringá, Guarapuava, Pato  Branco, Francisco Beltrão, União da Vitória, Irati, Bandeirantes, Cornélio Procópio, Cianorte, Campo Mourão, Rio Negro, Paranaguá, Cascavel e Chopinzinho. Durante a manifestação de Curitiba, foram arrecadadas cerca de 500 assinaturas pela simplificação tributária por meio da PEC Simplifica Já.

PEC Simplifica Já – O documento foi redigido por um grupo de trabalho formado dentro do Conselho Temático de Assuntos Tributários da Fiep, que abriga representantes das 45 entidades parceiras do movimento. Composto por advogados tributaristas, economistas, contabilistas e empresários, o grupo analisou uma série de projetos de lei sobre o tema que já tramitam no Congresso Nacional e, a partir daí, elaborou as medidas de simplificação do sistema tributário. (Assessoria de Imprensa da Fiep)

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CRÉDITO RURAL: Agricultura empresarial se aproxima de R$ 100 bi em financiamentos

Os financiamentos obtidos pela agricultura empresarial entre julho de 2012 e abril deste ano somaram R$ 96 bilhões, alta de 30% sobre os R$ 73,9 bilhões obtidos no mesmo período da safra anterior. Os números do Plano Agrícola e Pecuário 2012/13 foram divulgados sexta-feira (24/05), pelo Departamento de Economia Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Perspectivas - De acordo com o secretário de Política Agrícola do Mapa, Neri Geller, a perspectiva é que os R$ 115,25 bilhões disponibilizados para a safra atual sejam contratados. “O Governo espera um volume histórico de empréstimos com base na confiança do produtor rural. O agronegócio tem perspectivas de ganhos recordes este ano e o reflexo está no volume de financiamentos, especialmente nas modalidades de investimento”, explicou.

Investimento - Destaque desde o início da safra, os empréstimos para investimento aumentaram 88,5% em relação à temporada 2011/12. O crédito liberado para custeio e comercialização também apresentou alta expressiva no período, de 81,6%.

PSI e Pronamp - Os programas de Sustentação de Investimento (PSI-BK) e o Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) seguem como os principais em volume de liberação de crédito. O primeiro alcançou R$ 9,4 bilhões, ultrapassando em 56,6% os recursos previstos para a safra atual. Já o Pronamp somou R$ 8,9 bilhões no período.

ABC - Pelo Programa Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC), restam R$ 800 milhões dos R$ 3,4 bilhões disponibilizados na safra 2012/13. Esse é o maior volume já contratado para o financiamento de técnicas sustentáveis na agricultura e representa alta de 202% sobre os mesmos meses da temporada anterior.

Atualização - A avaliação atualizada mensalmente das contratações do crédito agrícola é realizada pelo Grupo de Acompanhamento do Crédito Rural, coordenado pela Secretaria de Política Agrícola (SPA/Mapa). (Mapa)

EMBARQUES I: Exportação das cooperativas cresce 9,8% no quadrimestre

embarques I 27 05 2013As exportações das cooperativas brasileiras nos quatro primeiros meses do ano cresceram 9,8% em relação ao mesmo período de 2012 e alcançaram US$ 1,8 bilhão, confirmando uma tendência positiva que ocorre desde 2009.  Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) e apontam o Paraná como o segundo maior exportador do país, atrás apenas do estado de São Paulo.

Valor - Os embarques das cooperativas paranaenses alcançaram US$ 443,2 milhões, representando 24,1% do total nacional. Entre elas se destacam a Coamo (de Campo Mourão, centro-oeste do estado), cujas vendas ultrapassaram US$ 100 milhões entre janeiro a abril. A lista das dez maiores exportadoras conta ainda com outras três cooperativas da região oeste: C. Vale (Palotina), Copacol (Cafelândia) e a Lar (Medianeira).

Planejamento - “Esses dados indicam que o planejamento das cooperativas do Paraná foi muito bom, e que elas estão preparadas para o mercado internacional”, avalia Robson Mafioletti, analista técnico e econômico da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar). Ele destaca que os embarques de milho ajudam a explicar o crescimento. “A última safra brasileira foi muito boa, mas também o mercado internacional teve que enfrentar a quebra da produção americana”, complementa.

Balança comercial - O desempenho positivo do setor puxou também o saldo da balança comercial das cooperativas que, de janeiro a abril, alcançou saldo positivo de US$ 1,76 bilhão. O valor é 10,2% acima do resultado registrado no mesmo período de 2012.

Produtos - Entre os principais produtos enviados ao exterior se destacam: açúcar refinado (que representa 25,5% valor do total), frango (11,5%), café em grãos (10,8%) e etanol (8,3%). O principal comprador foi o grupo de países dos Emirados Árabes Unidos, que teve participação de 11,8% nos negócios. Na sequência aparecem Estados Unidos e China, com 8,8% e 7,6% de participação, respectivamente.

Importações - No primeiro quadrimestre de 2013, as cooperativas do Paraná foram também as que mais importaram. O volume de negócios somou US$ 45 milhões, valor que representa 65,6% do total de importações do setor em todo o país. Os principais produtos importados brasileiras potássio e ureia. (Gazeta do Povo)

 

EMBARQUES II: Japão autoriza importação de carne suína brasileira

Após sete anos de negociações, o Japão autorizou a compra de carne suína proveniente do Estado de Santa Catarina para o seu mercado. A medida foi publicada na sexta-feira (24/05) no diário oficial daquele país. As vendas do produto estarão aptas a começar assim que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) enviar ao governo japonês a lista de estabelecimentos exportadores que atendem requisitos sanitários do país. Esta lista encontra-se em elaboração pela Secretaria de Defesa Agropecuária, em consulta com as empresas. “Essa é uma notícia alvissareira, não só para a suinocultura nacional, mas para os governos Federal e de Santa Catarina”, comemorou o ministro Antônio Andrade.

Primeiro - O Secretário de Relações Internacionais do Mapa, Célio Porto, informou que o Brasil será o primeiro país que se beneficiará do reconhecimento de zona livre de febre aftosa para exportar carne suína para o Japão. “Até agora, o Japão só aceitava importações de carnes de animais susceptíveis à doença se o país fosse inteiramente livre”, explicou.

Bom momento - Porto observou, ainda, que a abertura do mercado japonês ocorre em um ótimo momento para o setor, tendo quem vista que a Ucrânia, que era o segundo maior importador de carne suína brasileira, suspendeu as importações do produto desde o dia 30 de março de 2013  sob alegação da presença da bactéria listeria em lotes de carnes oriundas do Brasil.

Benefício - De acordo com o secretário, as exportações de carne suína para o Japão podem beneficiar fortemente o segmento no Brasil. “As negociações começaram em 2006 e a conclusão de todo o processo terá impacto muito positivo para a economia regional. Finalmente Santa Catarina irá auferir benefícios econômicos positivos por seus esforços para se tornar Estado livre da doença, sem vacinação”, salientou.

Mercado - O Japão é o maior importador mundial de carne suína in natura, totalizando US$ 5,1 bilhões em 2012, equivalentes a 779 mil toneladas, o que representa cerca de 31% das compras mundiais, em valor. O segundo maior mercado é a Rússia, que importou US$ 2,5 bilhões no ano passado. Em 2012 os principais fornecedores de carne suína in natura para o Japão foram Estados Unidos (US$ 2,1 bilhões), União Europeia (US$ 1,4 bilhão) e Canadá (US$ 1,1 bilhão). No ano passado, o Brasil – que é o quarto maior exportador de carne suína in natura do mundo – vendeu o produto para 63 mercados, totalizando US$ 1,3 bilhão (quase 500 mil toneladas). Santa Catarina está no topo da lista dos Estados exportadores, vendendo US$ 492 milhões, isto é, cerca de 181 mil toneladas em 2012. (Mapa)

DEFESA VEGETAL: Grupo discute diretrizes de controle da mosca branca e de lagartas

O Grupo de Trabalho responsável pela elaboração do Programa Nacional de Controle de Lagartas e Mosca Branca se reuniu, pela primeira vez, na sexta-feira (24/05), na sede do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em Brasília (DF). Os participantes do grupo discutiram quais diretrizes de manejo serão adotadas para auxiliar os produtores rurais no combate à mosca branca e alguns gêneros de lagartas com grande potencial de infestação, entre elas, a Helicoverpa armigera.

Proposta - De acordo com o coordenador do grupo e diretor do Departamento de Sanidade Vegetal (DSV/Mapa), Cosam Coutinho, a equipe tem 30 dias para apresentar ao ministro uma proposta de programa nacional de controle dessas pragas, no qual haverá participação de todos responsáveis pela produção agrícola de produtos vegetais que são hospedeiros das mesmas. “As medidas priorizaram a utilização de manejo integrado como sistema de produção que evite a explosão populacional desses agentes biológicos”.

Composição - O grupo de trabalho, responsável por apresentar essas propostas, foi criado pela Portaria N° 75, publicada em 21 de maio no Diário Oficial da União, e é composto por representantes da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil) e da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), além do Ministério da Agricultura.

Consolidação - Coutinho avisa que em 15 dias, a primeira proposta do programa será encaminhada para todos os integrantes do grupo e, em no máximo três semanas, uma nova reunião será marcada para consolidar as sugestões e encaminhar o documento para análise do ministro da Agricultura, Antônio Andrade.

Monitoramento - Entre as propostas, está a de criar um sistema de monitoramento, com o cadastro de produtores agrícolas nacionais, que permita acompanhar problemas decorrentes de infestações de pragas. O sistema será criado em parceria com a Embrapa e alimentado com informações coletadas pelos órgãos estaduais de defesa agropecuária, que fazem parte do Fórum Nacional dos Executores de Sanidade Agropecuária (Fonesa). (Mapa)

CNA/CEPEA: PIB do campo reage no primeiro bimestre

Puxado por bons desempenhos nos segmentos primário e de insumos, sobretudo nas atividades ligadas à pecuária, o Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio cresceu 1,17% no primeiro bimestre deste ano, de acordo com cálculos conjuntos da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" (Cepea).

Insumos - No segmento de insumos, o crescimento no período foi calculado em 1,82%, favorecido sobretudo por combustíveis e rações; no primário, em 1,89% com destaque para o salto da pecuária (2,73%). O PIB das agroindústrias aumentou 0,46% no bimestre, enquanto o das atividades ligadas à distribuição dos produtos do setor subiu 0,88%. Com reflexos sobre toda a cadeia, a pecuária cresceu embalada por preços melhores nos mercados de frango e suínos e a agricultura (1,3%) sentiu os efeitos da recuperação da safra de grãos, mesmo que revisões para baixo na colheita esperada tenham provocado uma desaceleração em fevereiro.

Aumento - Ainda assim, a CNA projeta um aumento de 8,42% para o volume total a ser produzido pelo conjunto das lavouras do país em 2013, e preços mais elevados. A entidade destacou suas projeções de aumentos expressivos para os valores brutos da produção de arroz, batata, feijão, fumo, mandioca, soja, tomate e trigo. Mas fez uma ressalva em relação ao arroz, já que o excesso de chuvas e as baixas temperaturas durante o desenvolvimento da safra gaúcha por comprometer os resultados inicialmente esperados. (Valor Econômico)

MEIO AMBIENTE: Paraná terá mais três novos Comitês de Bacias Hidrográficas

meio ambiente 27 05 20132O Paraná irá instalar em junho três novos Comitês de Bacias Hidrográficas para discutir e apontar ações de proteção e conservação dos rios. São eles: o Comitê dos Afluentes do Baixo Iguaçu, Comitê das Bacias do Rio Piquiri e Paraná 2 e Comitê da Bacia do Alto Ivaí. O secretário estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Luiz Eduardo Cheida, vai presidir nesta terça-feira (28/05) a 21ª Reunião Ordinária do Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CERH/PR), onde será apresentada a proposta de composição dos novos comitês.

Colegiados - Previstos na Lei nº 9.433/1997, a chamada "Lei das Águas", os comitês de bacia são colegiados compostos por representantes da União, dos Estados, dos Municípios, dos usuários de água e das entidades civis de recursos hídricos com atuação na própria bacia hidrográfica. Os comitês devem ter no mínimo 10 membros - entre titulares e suplentes- e, no máximo, 40 integrantes.

Coração - Para Luiz Eduardo Cheida, os comitês de bacias são o coração da gestão do meio ambiente. “Os comitês incentivam a participação dos diversos segmentos da sociedade no planejamento das bacias hidrográficas, sendo responsáveis pela gestão descentralizada dos recursos hídricos em sua área de atuação", afirma.

Atuação - O comitê tem poder deliberativo para decidir os conflitos relacionados aos recursos hídricos. Também são responsáveis pela aprovação do plano de recursos hídricos da Bacia e por acompanhar sua execução e sugerir as providências necessárias ao cumprimento de metas.

Planos - O presidente do Instituto das Águas do Paraná, Marcio Nunes, explica que os Comitês de Bacias devem se reunir para deliberar sobre os planos de bacias, que incluem diagnóstico, projetos a serem implementados e o enquadramento dos cursos de água em classes de rio. "As classes representam a qualidade da água que a bacia deverá ter para o futuro", informa Márcio.

Cobrança - Com o plano de bacias aprovado, os Comitês serão responsáveis por discutir como será implementada a cobrança pelo uso da água na bacia hidrográfica - a exemplo do que está sendo realizado na bacia do Alto Iguaçu, na área que vai da Região Metropolitana de Curitiba (RMC) até União da Vitória, primeira a discutir a cobrança pelo uso da água. A instalação dos Comitês de Bacia está prevista no Plano Estadual de Recursos Hídricos do Paraná.

Oito comitês instalados - A secretária-executiva do Conselho Estadual de Recursos Hídricos, Mariana Sophie Roorda, conta que o Paraná já possui oito comitês já instalados - Alto Iguaçu/Afluentes do Alto Ribeira, Jordão, Baixo Ivaí/Paraná I, Paraná 3, Litorânea, Tibagi, Cinzas/Itararé/Paranapanema 1 e 2, Pirapó/Paranapanema 3 e 4. "Após a instalação destes três novos comitês, faltará apenas a instalação do Comitê do Médio Iguaçu para totalizarmos 12 comitês de bacias hidrográficas, abrangendo todo o Paraná", enfatiza Mariana.

Serviço - A reunião do Conselho Estadual de Recursos Hídricos acontece no dia 28, às 8h30, na Sala do Conselho do Cietep.

Temas - Entre os outros temas que fazem parte da pauta da reunião estão a discussão sobre a minuta de Decreto que dispõe sobre o regime de outorga de direitos de uso de recursos hídricos no Paraná, apresentação do Pacto Nacional pela Gestão das Águas e apresentação do Programa de Saneamento Rural e Programa de Combate à erosão urbana pelo Aguasparaná. (Agência de Notícias do Paraná)

 

RODOVIAS I: Dilma impõe tolerância zero para atraso em obras

O governo fechou o cerco às concessionárias de rodovias que assumiram, em 2008, a responsabilidade de ampliar e cuidar de sete trechos de estradas federais. A partir de agora, a ordem do Ministério dos Transportes é adotar tolerância zero com os atrasos de obras nessas concessões - que somam 3,1 mil km e foram realizadas durante a gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Multas - Em entrevista ao Valor, o ministro dos Transportes, César Borges, afirmou que as multas frequentemente impostas pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) não se mostraram eficientes para impedir os atrasos nas obras e que, de agora em diante, a ordem é instaurar processos administrativos contra as empresas. Essa ação já está em curso. Procurada pelo Valor, a ANTT confirmou que acaba de abrir processos contra as concessionárias Autopista Litoral Sul (BR-101 SC), Autopista Planalto Sul (BR-116 PR/SC), Autopista Fernão Dias (BR-381 MG/SP), Autopista Régis Bittencourt (BR-116 SP/PR), ViaBahia (BR-116 BA) e Transbrasiliana (BR-153 SP). Apenas uma rodovia - BR-101 RJ, da Autopista Fluminense - não foi notificada pela agência.

Aval - É uma medida dura e que tem o aval da presidente Dilma Rousseff. Ao receber a notificação, o concessionário tem dez dias para justificar as causas do atraso e apresentar um termo de ajustamento de conduta. Se os argumentos não convencerem, o processo pode levar à caducidade do contrato e à relicitação do trecho. "Minha posição é de inflexibilidade com o descumprimento dos contratos. Agora, ou executa ou abriremos processo administrativo", diz Borges.

Primeira - A primeira notificação foi enviada à Autopista Litoral Sul, do grupo Arteris. "A empresa tem seus argumentos, que agora poderá relatar formalmente. Mas, no fundo, as alegações não me parecem procedentes", diz o ministro.

Pedágio - César Borges afirma ainda que o governo vai bancar obras em rodovias concedidas na década de 90, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, para evitar aumento no preço dos pedágios. Sobre as ferrovias da estatal Valec, adianta que uma nova licitação de trilhos será lançada nos próximos dias e que um empréstimo de até 40 mil toneladas de barras de aço está em vias de ser viabilizado por meio de um acordo com a Transnordestina. (Valor Econômico)

RODOVIAS II: Obra atrasada pode ser retomada

rodovias II 27 05 2013Prestes a realizar a maior rodada de concessões de rodovias do país, com a entrega de 7,5 mil quilômetros de estradas federais para a iniciativa privada, o governo decidiu apertar as atuais concessionárias de rodovias, por conta de uma série de atrasos verificados em contratos que tiveram início em 2008.

Críticas - Essas concessões, que foram realizadas durante a gestão de Luiz Inácio Lula da Silva, são alvo de críticas da oposição, que acusa o governo de ter concedido estradas com taxas pequenas de pedágios, mas que não apresentam boas condições ou mesmo as duplicações previstas em contrato. O governo refuta as acusações, diz que terá de usar dinheiro público para realizar obras extras nas concessões da década de 90, de Fernando Henrique Cardoso, para não onerar os contratos.

Postura rígida - Há menos de dois meses à frente do Ministério dos Transportes, o ministro César Borges adotou uma postura rígida para que os contratos sejam cumpridos e não descarta a possibilidade de tomar concessões de volta, caso as concessionárias não assumam novos compromissos e, mais do que isso, os cumpra.

Mudanças - Borges reconhece que mudanças em projetos de engenharia e trâmites de licenciamento ambiental tornaram mais lenta a execução de obras, mas afirma que essas questões já estão resolvidas e que a maior parte das concessionárias tem retido investimentos necessários. Sobre a atuação da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e a fragmentação de sua cúpula, afirma que todos os membros de sua diretoria foram indicados pela presidente Dilma Rousseff.

Senado - "Agora, isso depende do Senado, não é mais atribuição do Executivo. Não controlamos esse processo. Espero que o Senado aprove o mais rápido possível", comenta. Pelo número de multas dadas, diz Borges, a ANTT mostrou-se presente. "Acontece que, no momento atual, se as multas não têm o efeito desejado, partiremos para o processo administrativo." (Valor Econômico)

Clique aqui e acesse os principais trechos da entrevista concedida pelo ministro ao Valor Econômico

 

COMÉRCIO: Em Paris, uma reunião vital para a OMC

Mais de 20 ministros de Comércio de países com maior peso no fluxo global se reunirão em Paris, esta semana, em meio à expectativa de que deem nova orientação para seus negociadores em Genebra tentarem preparar um acordo, mesmo simbólico, para a conferência da Organização Mundial do Comércio (OMC) em Bali (Indonésia) no fim do ano.

Encontros bilaterais - Vários ministros que estarão em Paris querem ter encontros bilaterais com o diretor-eleito para a OMC, Roberto Azevêdo, jogando as esperanças nele como facilitador de um acordo em dezembro para evitar que a entidade caia mais na irrelevância. Mas na fase atual de negociações, de forte importância política, a possibilidade de um pacote antecipado de liberalização, mesmo modesto, parece pequena. Na semana passada, os EUA advertiram que uma proposta para países desenvolvidos cortarem imediatamente 50% dos subsídios às exportações agrícolas, apresentada pelo G-20 liderado pelo Brasil, reduz as chances de um acordo em Bali.

Setor agrícola - Países industrializados consideraram que essa redução não é aceitável sem um acordo mais amplo em todo o setor agrícola. Os EUA se mostraram "desapontados e perplexos" e consideram que as chances de acordo em Bali se "tornaram piores" com a proposta. Curiosamente, os subsídios diretos à exportação de produtos industriais foram eliminados há mais de 40 anos, mas a resistência a fazer o mesmo em agricultura continua sendo enorme.

Divergências - A reação americana mostra a dimensão das divergências entre os 159 países membros para tentar revigorar a combalida Rodada Doha de abertura agrícola, industrial e de serviços. Também a negociação de um acordo para facilitação de comércio se arrasta. Várias delegações dizem que houve progressos na semana passada, com a eliminação de 58 dos 650 colchetes que significavam divergências, mas admitem que está difícil ter um esboço de acordo antes das férias de verão, em agosto.

Atraso - Países em desenvolvimento insistiram que um problema é que progressos na parte sobre tratamento especial e diferenciado continuam atrasados na discussão. Com relação à proposta do G-33 (inclui Indonésia, China, India e outros grandes importadores de alimentos) para a flexibilidade no uso de subsídios para fazer estoques visando segurança alimentar, o sentimento é que não haverá consenso nem mesmo antes de os negociadores partirem para Bali em dezembro, o que amplia o risco de um novo fiasco na OMC.

Fenômeno - O pacote simbólico de Bali é afetado pelo mesmo fenômeno: o negociador de um lado tem medo que uma concessão seja embolsada de graça pelo outro lado, e no fim do dia ninguém se move. Em entrevista ao Valor, o professor Jagdish Bhagwati, da Universidade de Columbia, foi incisivo: "O máximo que pode sair de Bali, se Azevêdo for bem sucedido, é um acordo light descafeinado. Cada país poderá então cantar vitória e voltar para a OMC para discutir novos temas do comércio mundial. Mas sempre sem dizer que enterraram Doha". (Valor Econômico)

FOCUS: Analistas do mercado financeiro esperam que Selic suba para 7,75% ao ano

Analistas de instituições financeiras consultados semanalmente pelo Banco Central (BC) esperam por elevação de 0,25 ponto percentual na taxa básica de juros, a Selic, na próxima quarta-feira (29/05). O BC usa a taxa Selic como instrumento para calibrar a inflação. Atualmente a taxa está em 7,50% ao ano, depois de ter subido 0,25 ponto percentual na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC do mês passado. Neste mês, a reunião está marcada para terça e quarta-feira (28 e 29/05). Ao final do ano, a expectativa das instituições financeiras é que a Selic esteja em 8,25% ao ano – previsão que se mantém inalterada há cinco semanas. Para o final de 2014, a projeção subiu de 8,25% para 8,50% ao ano.

Inflação - A expectativa de aumento da Selic acontece devido à alta da inflação. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador do governo para a meta de inflação, ficou em 6,49% em 12 meses encerrados em abril. O resultado ficou um pouco abaixo do teto da meta, que é 6,50% para o ano. O centro da meta, que deve ser perseguida pelo BC, é 4,50%.

IPCA - De acordo com as expectativas dos analistas, o IPCA deve encerrar este ano em 5,81%, contra 5,80% previstos na semana passada. Para 2014, a mediana das expectativas (que desconsidera os extremos nas projeções) permanece em 5,80%.

Tombini - No último dia 21, o presidente do BC, Alexandre Tombini, ressaltou que a inflação, depois de atingir picos no primeiro trimestre, começou a desacelerar e tende a continuar em queda nos próximos meses. Em audiência pública na Câmara dos Deputados, Tombini assegurou que os preços estão sob controle e que não há risco de o índice oficial fechar o ano acima do teto da meta.

IPC-Fipe - A pesquisa do BC a instituições financeiras também traz projeções para outros índices de inflação. A estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe) passou de 4,90% para 4,92%, neste ano e segue em 5%, em 2014.

IGP-DI - A projeção para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) foi alterada de 4,39% para 4,36%, neste ano e permanece em 5,10%, em 2014. Para o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), a estimativa passou de 4,50% para 4,40%, este ano e de 5,30% para 5,28%, em 2014. (Agência Brasil)

SAÚDE: Sesa divulga o primeiro boletim sobre a gripe de 2013

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou na sexta-feira (24/05) o primeiro informe sobre casos de gripe em 2013. O boletim será divulgado quinzenalmente. O monitoramento serve para identificar e avaliar o comportamento dos vírus e bactérias respiratórias que mais circulam no Paraná, possibilitando também análises regionais. Desde o início do ano, foram registrados 115 casos de gripe, 38 foram de Influenza A (H1N1), 46 de Influenza A (H3N2) e 29 de Influenza B. Outros dois casos foram confirmados como vírus Influenza A, mas sem especificação do subtipo viral.

Regionais - As regionais de saúde que apresentaram mais casos foram a 9.ª RS - Foz do Iguaçu (24), 15.ª RS Maringá (18), 17.ª RS - Londrina (17) e 2.ª RS – Metropolitana de Curitiba (15). Em todo o Estado, 34 municípios apresentaram amostras positivas para Influenza. O subtipo A (H3N2) registrou o maior número de confirmações e representa 40% dos casos de gripe confirmados até o momento.

Mortes - Neste informe também foram confirmadas duas mortes pela doença, na 19.ª Regional de Saúde - Jacarezinho. A morte em Maringá, anteriormente divulgada por estar em investigação, foi descartada. Um morador de Santo Antônio da Platina, de 30 anos, portador de obesidade mórbida, começou a apresentar sintomas de gripe em 25 de abril e morreu cinco dias depois. A segunda morte foi de uma mulher, de 45 anos, moradora de Ibaiti. Os sintomas de gripe começaram em 29 de abril e ela morreu em 10 de maio, pois procurou tardiamente o serviço de saúde. Ambas as mortes foram investigadas e reavaliadas pela equipe técnica da Secretaria estadual da Saúde.

Monitoramento - Como a gripe não é uma doença de notificação obrigatória, os números divulgados são resultados do monitoramento de 26 micro-organismos (vírus e bactérias) feito pela Secretaria de Estado da Saúde. O monitoramento é feito por amostras coletadas nas 52 unidades sentinelas (pronto-atendimentos, unidades de saúde e hospitais) em 21 municípios. As amostras são processadas no Laboratório Central do Estado (Lacen), em São José dos Pinhais. O trabalho a metodologia desenvolvida no Center for Disease Control and Prevention (CDC de Atlanta), órgão governamental norte-americano responsável por pesquisas e ações na área de saúde pública.

Estratégias - Como forma de evitar casos graves e mortes por gripe, o Governo do Paraná prevê três estratégias. A primeira é a prescrição do antiviral oseltamivir nas primeiras 48 horas após o início dos sintomas. “Os profissionais de saúde do Paraná estão orientados, desde 2011, a prescrever o medicamento, independentemente da confirmação laboratorial, para todos os casos de síndrome gripal (doentes) e síndrome respiratória aguda grave (internados)”, explica o superintendente.

Distribuição gratuita - O antiviral é distribuído gratuitamente nos serviços de saúde da rede estadual e municipal. De acordo o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) são mais de 202 mil tratamentos em estoque no Estado, incluindo a solução oral para crianças. A vacina é outra das estratégias para conter o avanço da gripe no Estado. O Paraná já imunizou mais de 2,1 milhões de pessoas dentro dos grupos prioritários, aproximadamente 92% do público-alvo inicialmente previsto (gestantes, idosos, crianças de seis meses a menores de dois anos, trabalhadores de saúde, indígenas, população privada de liberdade e doentes crônicos). “Ampliamos também a campanha para crianças menores de cinco anos com as vacinas que sobraram”, destaca Sezifredo Paz.

Prevenção – A tendência é que o número de casos aumente com a chegada do frio. A principal recomendação é manter as mãos bem higienizadas, se possível com o uso de álcool em gel. Abrir janelas, deixar os ambientes bem arejados e com as superfícies sempre limpas também ajudam a evitar a transmissão da doença. O boletim está disponível no site da Secretaria da Saúde – www.saude.pr.gov.br. (Agência de Notícias do Paraná)


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