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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3102 | 28 de Maio de 2013

SISTEMA OCB: Reunião do Núcleo Sul é realizada na sede da Ocesc, em Florianópolis

Foi realizada, na tarde de sexta-feira (24/05), na sede da Ocesc (Sindicato e Organização das Cooperativas de Santa Catarina), em Florianópolis, mais uma reunião do Núcleo Sul do Sistema OCB. O evento contou com a participação do presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski, que também ocupa a função de diretor no Sistema OCB para a região Sul, dos superintendentes José Roberto Ricken, da Ocepar/Sescoop-PR; Geci Pungan, do Sescoop/SC; Neivo Luiz Panho, da Ocesc; dos representantes do Sistema OCB, Tânia Zanella, Carla de Oliveira, Emanuel Malta Falcão Caloete; Derli Schmidt, da Faculdade de Tecnologia do Cooperativismo – Escoop de Porto Alegre, gerentes e coordenadores de Santa Catarina e Paraná. A delegação do Sistema Ocergs ficou impedida de participar devido ao cancelamento do voo que sairia do aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, por causa das condições climáticas adversas na capital gaúcha.

Detalhamento - A reunião foi aberta por João Paulo Koslovski que explicou aos presentes que era continuidade da primeira reunião realizada na sede da Ocepar, no dia 16 de janeiro deste ano, que contou com a presença do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, e de representantes dos três estados do Sul. “Estamos trazendo aqui para validarmos alguns assuntos que foram discutidos na reunião em Curitiba, para podermos dar prosseguimento ao trabalho iniciado naquela ocasião”, disse. Koslovski relacionou os principais pontos discutidos na reunião de Florianópolis: Aprimorar o relacionamento com parlamentares locais e regionais. Fortalecer o processo de atuação e consulta às bases. Desenvolver e implantar iniciativas estruturantes regionais e compartilhar boas práticas. Aperfeiçoar o processo de comunicação e desenvolvimento de iniciativas conjuntas com o Nacional.  Monitorar e avaliar resultados.  Fomentar iniciativas de intercooperação. O dirigente também apresentou algumas propostas para formação gerencial e profissional no âmbito das três organizações estaduais, coordenadas pelo Sistema OCB.

Interação - Para Koslovski, os três estados têm muito em comum e esta oportunidade de dialogar sobre diversos temas é uma oportunidade para que as três entidades troquem informações. “Desejamos com essa interação, buscar a melhoria das condições de trabalho das OCEs, através de programas de treinamento para aperfeiçoar os profissionais que atuam na linha de frente, sempre com apoio da OCB e do Sescoop e assim prestar uma melhor oferta de serviços para nossas cooperativas”, disse.

Melhores práticas - Durante a reunião de Florianópolis foi possível analisar o que está sendo feito de monitoramento e acompanhamento das cooperativas. “Utilizando as melhores práticas de cada um dos estados sobre o assunto, poderemos realizar de forma conjunta, integrada, para que tenhamos uma otimização de resultados e assim dar o suporte necessário para o crescimento sistemático e geométrico que o cooperativismo vem experimentando nos últimos anos”. O presidente do Sistema Ocepar afirmou que ficou bastante otimista com a reunião e que agora tudo será encaminhado para validação da diretoria do Sistema Ocergs. “Acredito que encaminhamos os assuntos de forma positiva e que as decisões daqui serão analisadas pelas lideranças do Rio Grande do Sul e assim possamos fortalecer ainda mais o relacionamento do cooperativismo na região Sul”, destacou Koslovski.

Anseios da base – Na opinião da gerente geral da OCB, Tania Zanella, reuniões como essas são essenciais para o desenvolvimento do trabalho do sistema cooperativista brasileiro.   “Este anseio da base, não só a nível regional mas em termos de Brasil é necessário ser discutido e levado para que a OCB e o Sescoop possam analisar e viabilizar suas implementações. Fóruns como esses aqui das três entidades do Sul, são importantes e devem ter continuidade para que possam ser discutidas as principais demandas e necessidades, além da grande oportunidade para a troca de experiências entre as organizações estaduais”, lembrou.

Sistema Ocepar – Pelo Paraná participaram da reunião em Florianópolis, além do presidente João Paulo Koslovski e do superintendente, José Roberto Ricken, os gerentes Leonardo Boesche, de Desenvolvimento Humano e Gerson Lauermann, de Desenvolvimento e Autogestão do Sescoop Paraná, do coordenador de Comunicação, Samuel Milléo Filho, do assessor Jurídico, Paulo Roberto Storbel e do assessor da gerência Técnica e Econômica, Robson Mafioletti.

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ENCONTROS DE NÚCLEOS: Cooptur sedia primeiro evento, no dia 3 de junho

1encontros de nucleos 28 05 2013 A primeira rodada dos tradicionais Encontros de Núcleos Cooperativos, promovidos duas vezes por ano pelo Sistema Ocepar, vai começar por Carambeí, na região paranaense dos Campos Gerais, no dia 3 de junho, reunindo representantes das cooperativas do Centro-Sul, tendo como cooperativa anfitriã a Cooptur. A programação terá continuidade no dia 4 de junho, em Pato Branco, no Sudoeste (Coopertradição), e dia 05 de junho, em Toledo (Primato), no Oeste. Já o Encontro das regiões Norte e Noroeste acontece dia 06 de junho, em Ubiratã, na nova sede da Unitá. Os eventos são destinados a presidentes, dirigentes, líderes, cooperados, funcionários das cooperativas paranaenses e convidados, devendo reunir ao todo 350 participantes. Os trabalhos serão abertos pelo presidente da Ocepar, João Paulo Koslovski, pelos coordenadores de cada Núcleo Regional e pelos presidentes das cooperativas anfitriãs.

Programação – A programação dos Encontros contempla o debate sobre a implantação de um programa de inovação para o cooperativismo paranaense. O assunto será tratado pelo gerente executivo do Centro Internacional de Inovação do Senai, Filipe Cassapo, que vai ministrar palestra com o tema “O processo de inovação para o desenvolvimento empresarial”. Os eventos têm ainda o propósito de discutir o plano de metas elaborado pelo Sistema Ocepar para o ano. Os destaques do documento serão apresentados pelo superintendente José Roberto Ricken. 

Clique aqui e acesse a programação dos Encontros de Núcleos do Centro-Sul, Sudoeste e Oeste

Clique aqui e acesse a programação do Encontro de Núcleo do Norte/Noroeste

 

EXPOCOOP BRASIL: Feira Internacional das Cooperativas será de 15 a 17 de maio, em Curitiba

expocoop 28 05 2013Foi definida a data de realização da Expocoop Brasil - Feira Internacional de Negócios para o setor cooperativo. Será de 15 a 17 de maio de 2014, na Expo Unimed, em Curitiba. O evento será realizado com o apoio dos Sistemas OCB e Ocepar. Além da exposição de produtos e serviços de cooperativas do Brasil e do mundo, acontecerão vários eventos paralelos envolvendo diversas organizações e entidades. A Feira é realizada a cada dois anos, sendo que as edições anteriores aconteceram em Portugal, Índia e Inglaterra. 

 

EMPRESAR 2013: Bons modelos para empreender

 Começou nesta segunda-feira (27/08) o Fórum Internacional de Sustentabilidade Empreendedorismo (Empresar 2013), promovido pela Escola de Negócios da Universidade Positivo (UP) com o apoio do projeto Empreender-PME da Gazeta do Povo e de diversas entidades, como o Sistema Ocepar, que foi representado na abertura pelo superintendente Nelson Costa. O evento, que tem por objetivo incentivar novas práticas empreendedoras no país, traz a Curitiba, até esta terça-feira (28/05), doze palestrantes internacionais para discutir questões relacionadas ao empreendedorismo de alto impacto.

Palestra - A palestra de abertura de evento discutiu o papel da nova economia dentro do empreendedorismo. Ricardo Catto, consultor empresarial da Ernst & Young Terco, discutiu as características do empreendedor e a necessidade da empresa ir além das obrigações legais. Para Catto, é de extrema importância que os colaboradores estejam cientes da contribuição do trabalho que realizam para a sociedade. “É importante que o empresário crie valores dentro da instituição”, afirmou.

Áreas - O consultor ainda destacou as principais áreas que um empreendedor deve investir para obter êxito, de acordo com os presidentes de 80 empresas de sucesso – educação, cidade sustentável, indústria, agronegócio, nova economia e serviços de biodiversidade. “De acordo com essa pesquisa, quem investir em qualquer uma dessas seis áreas terá sucesso. É importante que o empreendedor invista no que a sociedade precisa”, explicou o consultor.

Sucesso - Em outra palestra, Hans Wahl, diretor executi­vo do Programa de Empreendedorismo Social da Insead, elencou cinco opções para criar um empreendimento de sucesso: conhecer a escala de impacto e a urgência do problema; mensurar o nível de negligência; saber quais os benefícios para superar a exclusão; pontuar o valor a ser criado; e ponderar quais oportunidades existem para criar uma economia sustentável.

Mais investimento - Já Renee Ben-Israel, vice-presidente para Propriedade Intelectual do Yissum Co de Jerusalem, em Israel, defendeu maiores investimentos públicos em educação e tecnologia. Segundo ela, o estado de Israel, que investe em educação 5,9% do Produto Interno Bruto (PIB) e injeta 66% dos fundos estatais para pesquisa em startups, é um bom exemplo disso.

Novos empregos - De acordo com ela, é necessário apostar na pesquisa tecnológica para que as empresas inventem e criem novos empregos – gerando renda como consequência. Com a criação da Lei da Inovação de 2004 e da Lei do Bem de 2005, o Brasil também está no caminho certo, segundo ela. “As universidades são o lugar adequado para que isso aconteça, no mundo inteiro são reconhecidas como o melhor lugar para investir”, explica. (Com informações da Gazeta do Povo)

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INTERCOOPERAÇÃO: Copacol e Coagru inauguram Abatedouro de Aves da Unitá

No dia 6 de junho, às 11 horas, o governador do Paraná, Beto Richa, inaugura mais uma importante obra para o Estado: o Abatedouro de Aves da Unitá – Cooperativa Central, na cidade de Ubiratã. O investimento está sendo realizado pelas cooperativas Copacol e Coagru, na ordem de R$ 135 milhões e vai gerar 800 empregos diretos neste primeiro momento. A Cooperativa Central foi criada no ano de 2011 com a proposta de fortalecer os negócios de ambas as cooperativas.  Esta parceria inédita no cooperativismo paranaense vem reforçar a sustentação dos mais de 7 mil associados integrados às cooperativas ao viabilizar as  propriedades através da diversificação do campo.

Produtores - Cerca de 130 produtores associados da Unitá já estão se beneficiando com a diversificação das suas propriedades e a estabilidade econômica que a avicultura promove. Juntas e ainda mais fortes, as cooperativas Copacol e Coagru trabalharão pelo interesse comum e na colaboração recíproca, onde quem ganha é o produtor.

Consumidores - Para os consumidores, a referência estará na qualidade dos produtos, onde serão abatidas nesse início 80 mil aves ao dia, até o Abatedouro chegar a sua capacidade máxima de 180 mil aves abatidas ao dia nessa primeira fase. Com ampliações previstas até 2017, o abatedouro chegará a 350 mil aves abatidas por dia.

Empregos diretos - Agora serão gerados 800 empregos diretos e oportunidades para melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores da região. Segundo o presidente da Coagru Áureo Zamprônio, a avicultura vai permitir uma segurança a mais para os produtores integrados. “A diversificação é fundamental para garantir renda e o crescimento dos associados e da Cooperativa”, comenta.  

Intercooperação - Para o presidente da Copacol e Unitá, Valter Pitol, a inauguração do Abatedouro de Aves, entrará para a história do cooperativismo brasileiro como um exemplo de intercooperação e geração de renda e oportunidades para os produtores integrados. “Com esse investimento os associados, colaboradores e parceiros da Copacol e Coagru, vão compartilhar a oportunidade de melhorar a renda e, consequentemente, a qualidade de vida com o desenvolvimento e crescimento da região”, ressalta Pitol. (Imprensa Copacol)

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SICREDI AGROEMPRESARIAL: Programa A União Faz a Vida é lançado em Apucarana

sicredi agroempresarial 28 05 2013A Cooperativa de Crédito Sicredi Agroempresarial PR realizou, na última terça-feira (21/05), o lançamento do Programa A União Faz a Vida em parceria com o colégio SESI de Apucarana. Estiveram presentes no evento além dos educadores e equipe pedagógica, representantes do Sistema Fiep, do Núcleo Regional de Educação e dirigentes do Sicredi. Durante o evento a equipe pedagógica apresentou a metodologia de ensino do Colégio e a cooperativa um panorama do que é o Programa e detalhou seu envolvimento, enquanto instituição financeira, no ambiente escolar.

Semelhança - Para o presidente da Sicredi Agroempresarial, Agnaldo Esteves, as semelhanças entre as metodologias utilizadas pelo Sesi e pelo Programa irão contribuir para o sucesso da parceria. “Me emocionei com o depoimento da Diretora do Colégio Sesi de Ortigueira. Lá iniciamos a parceria em 2012 e já colhemos os frutos com grandes projetos voltados para a comunidade. Enxergamos que a parceria está consolidando tudo que sonhamos para o Programa e aqui em Apucarana não será diferente. Já fomos muito bem recebidos pela equipe que demonstrou interesse e curiosidade”, afirma o Presidente.

Sobre o Programa A União Faz A Vida - Nos municípios de Mandaguari, Ortigueira e Apucarana participam do programa 1800 alunos, 100 educadores, 9 escolas municipais e 2 colégios Sesi. Esta é uma iniciativa do Sistema Sicredi que existe desde 1998 e é desenvolvido pelas cooperativas filiadas, em parceria com prefeituras municipais e instituições de ensino privado. Tem por objetivo construir e vivenciar atitudes e valores de cooperação e cidadania, por meio de práticas de educação cooperativa, contribuindo para a educação integral de crianças e adolescentes, em âmbito nacional. Atualmente, mais de 158 mil alunos e 13,5 mil educadores praticam a sua metodologia, em 154 municípios do Brasil. (Imprensa Sicredi Agroempresarial)

 

SICREDI UNIÃO PR: Programa educativo será lançado nesta terça, em Ivatuba

A Sicredi União PR promove, nesta terça-feira (28/05), às 19h30, no Country Club de Ivatuba, a 40km de Maringá, o programa “A União Faz a Vida”. A ação é direcionada para professores da rede pública de ensino e tem como princípio a cidadania e o cooperativismo. Durante o evento haverá uma palestra com a pedagoga Fernanda Sobreira, pós-graduada em Psico-Pedagogia e Gestão de Pessoas. A expectativa é de que 100 convidados participem. A diretoria da cooperativa de crédito confirmou presença, assim como autoridades do município. No próximo mês haverá mais dois lançamentos: no dia 18 em Floraí e no dia 28 em Jussara.

História - O “União Faz a Vida” atende a mais de mil escolas, trabalha com 15 mil professores e atinge, aproximadamente, 157 mil alunos do ensino fundamental. Está presente em dez Estados. No Paraná, por exemplo, é desenvolvido em 28 cidades, entre as quais Nova Esperança e Londrina – regiões atendidas pela Sicredi União PR. O programa foi criado em 1994 com o objetivo de construir e vivenciar atitudes e valores de cooperação e cidadania, por meio de práticas de educação cooperativa, contribuindo para a educação integral de crianças e adolescentes, em âmbito nacional.

Localização - O Country Club de Ivatuba fica na  Avenida João XXIII, s/n. (Imprensa Sicredi União PR)

COCARI: Especialista em estratégia de negócios ministra palestra em Mandaguari

O especialista em estratégia de negócios, gestão de desenvolvimento e distribuição e marketing, Matheus Alberto Cônsoli, autor de 10 livros e 98 publicações, ministrou palestra na Associação Atlética Cocari, em Mandaguari, no dia 23 de maio. Doutor pela EESC/USP, ele é sócio da Markestrat, Centro de Pesquisas e Projetos em Marketing e Estratégia, organização fundada por doutores e mestres em Administração de Empresas, formados pela USP. A palestra foi assistida pelos membros do Conselho de Administração e Fiscal da Cocari, coordenador e secretário da Comissão Central, gerentes, colaboradores, assessores externos, alunos do MBA – Gestão de Cooperativas e integrantes da Liderança Jovem da Cocari.

Reflexão De acordo com o presidente da Cocari, Vilmar Sebold, o objetivo de proporcionar essa palestra ao grupo, formado por pessoas de várias faixas etárias, foi trazer reflexão. “Temos aqui a Liderança Jovem – a geração Y, que representa o nosso futuro – e temos pioneiros da Cocari, quer seja como colaboradores ou associados. Eu me considero um passageiro neste processo, e teremos de respeitar sempre as decisões dos cooperados, que serão soberanos sempre. Isso não pode ser diferente. O grande desafio é passar a bola. Este é um momento importante para trazer essa reflexão”, ressaltou Sebold.

Desenvolvimento do cooperativismo O palestrante discorreu sobre “O desenvolvimento do cooperativismo e o papel das lideranças no agronegócio”, tanto lideranças internas, como os gestores, quanto com relação aos cooperados. “A cooperativa é um negócio integrado. O produtor é um cliente, do ponto de vista de vir comprar produtos, mas ao mesmo tempo é dono da cooperativa. Os resultados da Cocari apresentados deixam isso muito claro. Se os cooperados só comprassem insumos e entregassem os grãos, talvez a cooperativa não teria o mesmo resultado. Gradativamente as cooperativas, e a Cocari é um exemplo disso, vão se diversificando. Eu fui visitar a fábrica de rações, o abatedouro, a fiação e tem a UBS. Não é só diversificação de negócios, mas também de regiões. Nós não cabemos mais na nossa cidade, no nosso Estado”, salientou.

Processo natural Essa diversificação é um processo natural, mas que traz também desafios. “O negócio fica maior, fica mais difícil de ser gerenciado, e se fica mais difícil de ser gerenciado, as pessoas, que sempre foram necessárias, cada vez vão ficando mais importantes por um motivo muito simples, está faltando gente capacitada, com qualidade”, disse. “Na Cocari a gente vê que tem desafios, mas é uma cooperativa bem gerenciada. Eu diria que a cooperativa tem mente aberta, tem diferentes tipos de gerações hoje conversando sem tabu, considerando a sucessão em seu planejamento”, afirmou.

Existência da cooperativa De acordo com o palestrante, a cooperativa precisa ter três coisas para justificar sua existência. “Precisa ser necessária (O que vai acontecer se a gente desaparecer?); ter espírito associativista (Nós entendemos que juntos somos maiores do que a soma de nós separados?); e ser viável economicamente (Temos sobra?). É preciso responder a essas questões para justificar se a cooperativa é necessária. Ser necessária significa que a cooperativa consegue agregar valor à sociedade e ao associado, consegue oferecer soluções, serviços, produtos e é relevante”, frisou Cônsoli.

Sucessão Sobre o perfil do novo líder, o palestrante ressaltou que “terão de saber lidar com o futuro mais ambíguo, do ponto de vista de onde quer chegar, o que quer fazer, mas também trabalhar com o passado. Não é uma substituição, é uma transição de geração”. Ele lembrou que a cooperativa precisa planejar a sucessão de cooperados, que darão continuidade ao trabalho nas propriedades. “A relação entre cooperados e cooperativa é simbiótica. Planejar a sucessão é, no fundo, garantir o futuro da cooperativa. Chega uma fase da vida do produtor que ele precisa começar a conversar sobre isso em casa. Não significa que esse filho vai assumir a propriedade, significa que é para conversar, planejar, preparar a qualificação dele, direcionar os cursos e a qualificação profissional e gerencial. É um assunto de família que aos poucos vai virar um assunto de negócio”, completou. Ele terminou a palestra deixando um recado. “Como em tudo na agricultura, nós temos de plantar para depois colher. Temos de nos preparar, procurar pessoas e investir nelas. Vamos plantar uma nova liderança, uma nova geração e brigar pelo resultado”, finalizou.  (Imprensa Cocari)

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COCAMAR I: Plano Safra Verão é apresentado para cooperados

A Cocamar organizou, na última sexta-feira (24/05), reuniões com a participação de cooperados da região Norte do Estado. O objetivo foi divulgar o Plano Safra Verão 2013/2014 da cooperativa, para as culturas de milho e soja. Houve 18 encontros com 1.469 produtores presentes. O Plano Safra é uma campanha de vendas de insumos agrícolas que vai até o dia 17 de junho, oferecendo a oportunidade para que os cooperados antecipem seus negócios com a cooperativa, adquirindo produtos de qualidade a preços competitivos.

Planejar - De acordo com o gerente comercial de Insumos João Carlos Ruiz, o ponto chave é o planejamento. “Se o produtor não planejar antecipadamente, a cooperativa e o fornecedor não conseguem se organizar”, explica. Comprando agora, o agricultor terá os produtos à disposição no momento que necessitar, podendo optar por travar os custos com a sua soja, efetuando um contrato de entrega futura. O produtor tem também a alternativa de solicitar a opção de venda na Unidade ou vender no momento que desejar. (Imprensa Cocamar)

COCAMAR II: Cooperados conhecem desempenho de colhedora de café em Dia de Campo

cocamar II 28 05 2013(1)Cooperados da Cocamar reuniram-se na Unidade de Difusão Tecnológica da cooperativa, em Guairaça (região de Paranavaí) no último dia 17 de maio, para mais um Dia de Campo. A principal atração do evento foi a colhedora de café, automotriz, adaptada para realizar a colheita em lavouras novas de primeira safra, que possibilita a utilização mínima de mão-de-obra.

Capacidade - “Ela tem capacidade para colher em média 50 sacos, de 60 litros, de café por hora. Uma pessoa colhe manualmente 5 sacos, de 60 litros, durante 8 horas trabalhadas. O serviço é otimizado. Além do mais, está muito difícil encontrar trabalhadores qualificados para realizar a colheita”, diz César Junior Maia, engenheiro agrônomo da Cocamar. Segundo ele, o déficit de pessoas para atuar na colheita de café é de, aproximadamente, 60%.

Antecipação - A colheita mecanizada é feita, geralmente, a partir do 4º ano de plantio do café. Com este equipamento é possível fazer a partir do 3º. “Consegue-se antecipar a colheita mecanizada para a primeira safra”, afirma Maia. Outra vantagem apresentada pela colheita mecanizada é a redução do custo em até 50%, quando comparada com a colheita manual.

Aprovado - Eurípedes Rebola é produtor de café em Paranavaí e aprovou a tecnologia apresentada. “Achei muito interessante o trabalho dessa máquina. A colheita da minha produção é manual e tem faltando mão-de-obra. A maioria prefere ir trabalhar na colheita da laranja, que dura um período maior. Hoje tenho seis funcionários, mas preciso de dez”, conta.

Futuro - Hércules Cestaro é produtor em Guairaça e planeja plantar 30 mil pés de café nos próximos anos. O plantio vai ser feito, segundo ele, de uma forma que permita a colheita mecanizada. “É o futuro! Meu amigo, a colheita manual está ficando cada vez mais difícil”, aponta.

Desempenho - Para Sérgio Villela Lemos, também engenheiro agrônomo da Cocamar, os produtores de café mostraram-se surpresos com o desempenho da colhedora. “Eles têm vontade de evoluir a colheita tecnologicamente e estão vendo que essa é uma saída segura para suprir a necessidade de mão-de-obra”, finaliza. (Imprensa Cocamar)

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AGENDA PARLAMENTAR: Votação de MPs são destaques da semana

Duas importantes Medidas Provisórias aguardam votação no Plenário da Câmara dos Deputados. A MPV 601/2012 trata do período de aplicação do Reintegra e da desoneração da folha de pagamentos dos setores da construção civil, varejista, naval, entre outros. Já a MPV 605/2013 tem como objetivo utilizar os Recursos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) para garantir a redução do valor da tarifa de energia elétrica. Na última, a atuação do Sistema OCB permitiu a aprovação, na Comissão Mista, da emenda do senador Sérgio Souza (PR) que possibilita a redução de distorções geradas entre as tarifas das cooperativas e as tarifas dos demais entes do setor elétrico.

Eficácia - As Medidas Provisórias perdem a eficácia no dia 03/06 e são estrategicamente importantes para o Poder Executivo. O Governo trabalha para que votação das Matérias no Congresso Nacional antes do feriado de Corpus Christi. A oposição faz o trabalho inverso e já obstruiu a votação das MPV’s na última quarta-feira (22/05). Os opositores exigem a votação do PLP 200/12, que versa o fim da multa de 10% do FGTS para demissão sem justa causa, antes das Medidas Provisórias.

Audiência Pública - A falta de armazéns e silos é tema de debate na Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados.  A audiência acontece na terça-feira (28/5) às 14h30.  Entre os convidados estão o diretor de Operações e Abastecimento da Companhia Nacional de Abastecimento e o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Neri Geller.  O debate foi sugerido pelo deputado Afonso Hamm (RS), integrante da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), que está preocupado com a estocagem e a logística de escoamento da super-safra de 2013. (Blog OCB no Congresso)

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MEIO AMBIENTE I: OCB participa do debate sobre o primeiro ano de vigência do Código Florestal

meio ambiente I 28 05 2013O novo Código Florestal completou um ano de vigência no dia 26 de maio. Sua aplicação foi tema de Seminário realizado na última terça-feira (21/05), pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (CMADS) da Câmara dos Deputados. O evento contou com a presença de representantes do Governo Federal, organizações não governamentais, entidades representativas, além de debutados federais. O Sistema OCB esteve representado no debate por seu Consultor Ambiental, Leonardo Papp.

Desafios - Papp ressaltou a importância do tema para OCB afirmando que a Lei lança desafios, oportunidades e riscos. Para o consultor ambiental os desafios podem ser divididos em quatro principais pontos: O Cadastro Ambiental Rural; a regularização ambiental; as ADINS contra o Código Florestal; e as medidas de incentivos.

Cadastro - Quanto ao Cadastro Ambiental Leonardo Papp destacou a importância de sua aplicabilidade imediata. Neste sentido, ressaltou o acordo firmando entre a OCB e o Governo Federal para sensibilizar os produtores rurais ligados ao cooperativismo. (Blog OCB no Congresso)

 

MEIO AMBIENTE II: IAP capacita técnicos para atuar no Cadastro Ambiental Rural

meio ambiente 28 05-2013(1)O Instituto Ambiental do Paraná (IAP) promove nessa segunda e terça-feira (27 e 28/05) o segundo curso de capacitação de seus técnicos para o cadastramento e análise do Cadastro Ambiental Rural (CAR). A meta é cadastrar mais de 532 mil propriedades no Estado, uma forma de integrar as informações ambientais e compor uma base de dados para controle, monitoramento, planejamento ambiental e para o combate ao desmatamento.

Total - Ao todo, serão formados 45 servidores do instituto em todas as regiões do Estado. Eles vão auxiliar os proprietários rurais e atuar na aprovação e certificação do cadastro das propriedades. O Paraná é o terceiro Estado do país em número de propriedades rurais - são mais de mais de 532 mil imóveis que devem ser cadastrados.

Objetivo - O curso tem como objetivo ensinar os servidores a fazer o novo cadastro das propriedades rurais e analisar os dados para a emissão do certificado e de termos de compromisso para recuperação de áreas degradadas, de acordo com o Novo Código Florestal. O grupo formado nessa capacitação atuará no apoio para a implementação do cadastro no Paraná. “A idéia do curso é dar uma noção geral do que é o CAR, como é o sistema de informação e como nós estamos planejando e pensando trabalhar com essas informações”, explicou o diretor de Desenvolvimento Florestal do IAP, Mauro Scharnik.

Prazo - A partir da data da homologação do CAR pela presidente Dilma Rousseff, o cadastro deverá ser realizado em todas as propriedades rurais em um ano, podendo ser prorrogado por mais 12 meses. Os órgãos ambientais terão cinco anos para analisar os dados.

Benefícios - Aqueles que se cadastrarem no CAR terão benefícios como o acesso a crédito, prazo de até 20 anos para a readequação dos seus imóveis e outros apoios para subprogramas. No Paraná, o cadastro também vai auxiliar o Programa Bioclima com o pagamento por serviços ambientais.

Modelo de gestão - “A implantação do CAR vai ser um modelo de gestão ambiental para o nosso Estado, onde teremos um desenho de todas as nossas propriedades. Com esses dados nós poderemos aplicar nossas políticas públicas de forma coerente e de acordo com cada necessidade, garantindo áreas preservadas”, declarou o presidente do IAP, Luiz Tarcísio Mossato Pinto.

CAR - O Cadastro Ambiental Rural (CAR), criado com o Novo Código Florestal (Lei Federal nº 12.651/2012), é obrigatório e prevê o cadastramento das reservas legais e de áreas de proteção ambiental de todas as propriedades rurais do país.

Parceria - Para auxiliar os proprietários rurais no cadastramento, o IAP está firmando parcerias com a Secretaria do Estado de Agricultura e Abastecimento, Emater, Incra, Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Paraná (Fetaep) e Ocepar. O objetivo das parcerias capacitar 1,5 mil técnicos na capital e no interior, nos próximos dois meses, para auxiliar o produtor rural no cadastramento de suas propriedades. (Agência de Notícias do Paraná)

meio ambiente 28 05-2013

 

SENADO: Publicação traz atuação parlamentar de Sérgio Souza em 2011 e 2012

O Sistema Ocepar recebeu o exemplar de uma publicação, editada pelo Senado Federal, contendo os projetos e principais discursos proferidos pelo senador Sérgio Souza entre os anos de 2011 e 2012. “São 28 proposições legislativas de minha autoria que abordam temas relevantes para melhorar a vida das pessoas e o convívio em sociedade nas áreas da administração pública, relações de consumo, direito dos deficientes físicos, direito eleitoral, educação, emprego, ética, relações familiares, meio ambiente, política social, saúde, segurança e transportes”, afirma o parlamentar na apresentação do livro. O parlamentar explica ainda que, no âmbito dos poderes que regem a sociedade brasileira, também apresentou propostas de emendas à Constituição no Judiciário e no Legislativo “com o intuito de dar mais celeridade ao atendimento aos cidadãos e às decisões em favor dos brasileiros. Ainda nesse sentido, apresentei projetos de resolução para aprimorar a atividade legislativa do Senado Federal”, complementou. 

 

Sergio Souza 28 05 2013

 

TRF/PR: PEC dos Tribunais será promulgada, diz deputado

Vice-presidente da Câmara dos Deputados, o petista André Vargas afirmou nesta segunda-feira (27/05) trf 28 05 2013que até o próximo dia 15 de junho deve ser promulgada a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 544/02, que cria quatro Tribunais Regionais Federais (TRFs) no país, um deles no Paraná – os outros ficariam na Bahia, em Minas Gerais e no Amazonas. Segundo ele, um entendimento político já teria sido feito com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), para que isso ocorra.

Promulgação - Aprovada há quase dois meses, a PEC só precisa ser promulgada numa sessão do Congresso convocada por Renan para começar a valer. Mas ele tem resistido a marcar a data da promulgação, sob o argumento de que há “erros materiais” na tramitação da proposta. A dúvida gira em torno da necessidade de uma nova apreciação pelo Senado, uma vez que o texto teria sido alterado na Câmara. “Essa hipótese de erro de tramitação está refutada. A PEC está em condições de ser promulgada”, disse Vargas.

Dados - De acordo com o petista, Renan teria se convencido pela promulgação da matéria diante dos dados exatos expostos a ele em relação aos novos TRFs. “Mostramos a ele todos os dados, não a contrainformação do ministro Joaquim Barbosa [presidente do Supremo Tribunal Federal]. É importante garantirmos a Justiça mais próxima do cidadão”, afirmou o petista.

Contra - Barbosa é contrário à criação das novas instâncias da Justiça Federal por entender que haverá aumento exagerado de gastos públicos. Questionado se o Executivo – que também é contra a medida – concordou com a decisão de promulgar a PEC, Vargas defendeu que essa é uma questão que envolve apenas Legislativo e Judiciário.

Responsável - Na prática, o próprio Vargas poderá ser o responsável pela promulgação, durante algum dos afastamentos de Renan da presidência do Congresso nas próximas semanas. Indagado se essa seria a forma encontrada pelo peemedebista para não se comprometer com o Executivo, Vargas disse apenas: “Pode ser”.

Formalização - Se a promulgação de fato ocorrer, o prazo para a formalização dos tribunais será de seis meses a partir dessa data. Segundo o texto, o TRF da 6.ª Região terá sede em Curitiba e receberá ações que tramitam na segunda instância da Justiça Federal dos estados do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. (Gazeta do Povo)

 

PARANÁ: Bancada federal quer agilizar a liberação de empréstimos

parana 28 05 2013Os deputados federais vão cobrar agilidade da União nas autorizações dos empréstimos nacionais e internacionais que o Paraná está pleiteando e que ainda estão pendentes na Secretaria do Tesouro Nacional (STN). Este foi um dos principais assuntos do encontro do governador Beto Richa com a bancada federal paranaense nesta segunda-feira (27/05), no Palácio Iguaçu.

Financiamentos - O Estado tem pedidos de financiamentos internos e externos para desenvolver projetos nas áreas social, de infraestrutura, agricultura, segurança e meio ambiente que somam R$ 3,5 bilhões, incluindo a contrapartida do governo estadual. “É um apoio muito importante e os deputados podem nos ajudar a viabilizar os empréstimos de forma mais rápida”, disse Richa.

Pendências - Richa adiantou aos deputados que o Governo do Estado está regularizando “todas as pendências” que travavam os pedidos de empréstimos do Paraná, entre elas os registros no Cadastro Único de Convênios. “Acabamos nesta semana este trabalho do governo para estarmos de uma vez por todas sem nenhuma restrição em relação ao governo federal”, completou Richa.

Prioridade - Após o encontro, o coordenador da bancada, deputado federal Marcelo Almeida, disse a liberação dos empréstimos se tornou prioridade aos deputados paranaenses. “Discutimos várias questões, dos quais o Governo do Estado deve estar ciente e participar, mas essa questão dos empréstimos se tornou prioritária. Há 10 anos, o Paraná não consegue um empréstimo no governo federal. Vamos trabalhar junto a Secretaria do Tesouro Nacional para as autorizações sejam liberadas”, disse.

Empenho - O vice-presidente da Câmara dos Deputados, André Vargas, reconheceu as pendências registradas pelo governo federal vem de gestões anteriores no Estado. “Sabemos que não é um problema pontual deste governo, mas a bancada vai se empenhar junto aos órgãos do governo federal para os empréstimos sejam liberados. Não há mais razão para entraves”, disse André Vargas.

Gargalos - O deputado Eduardo Sciarra disse que os investimentos elencados pelo governador e que dependem dos empréstimos são muito importantes para superar os gargalos no Estado principalmente na área de infraestrutura. “Nós estaremos aqui quantas vezes for necessário para fazer esta ação junto ao governo do Paraná”, disse.

Importante - “Esta reunião foi extremamente importante. É fundamental que o Estado possa ter acessos a linhas de crédito. Há um compromisso de todos os deputados e deputadas presentes, no sentido de formarmos fileiras ao lado do Governo do Estado em defesa do Paraná”, disse a deputada Rosane Ferreira.

Recursos - Além de Almeida e Vargas, participaram do encontro os deputados fernando Francischini (PSDB), Alfredo Kaefer (PSDB), Leopoldo Meyer (PSB), Alex Canziani (presidente do PTB), Cida Borgheti (PP), Osmar Serraglio (presidente do PMDB), Nelson Padovani (PSC), Rubens Bueno (presidente do MD), Ricardo Arruda (PSC), Eduardo Sciarra (presidente do PSD), André Zacharow (PMDB) e Rosane Ferreira (presidente do PV).

Secretários - Também participaram do encontro os secretários Reinhold Stephanes (Casa Civil), Luiz Carlos Hauly (Fazenda), Amauri Escudero Martins (Representação em Brasília) e Deonilson Roldo (chefe de Gabinete). Stephanes adiantou que as pendências no Cadastro Único de Convênios - ferramenta da União que afere o cumprimento de requisitos fiscais para repasses de transferências para estados e municípios – estão sendo limpas pelo governo do Estado.

Tesouro - Da Secretaria do Tesouro Nacional, o Paraná espera as autorizações para contratar os empréstimos de R$ 157,7 milhões junto ao BNDES, R$ 127,2 milhões no Banco Interamericano de Desenvolvimento, R$ 816,8 milhões junto ao Banco do Brasil, e US$ 350 milhões do Banco Mundial. (Agência de Notícias do Paraná)

 

LEITE: Amostras de produto comercializado no Paraná não indicam adulteração

leite 28 05 2013A Secretaria Estadual da Saúde divulgou nesta segunda-feira (27/05) os primeiros resultados do novo sistema de monitoramento da qualidade do leite vendido no Paraná. Desde a semana passada, o Laboratório Central do Estado passou a verificar a presença de substâncias que podem adulterar a composição do leite, como o formol.

Análises - De acordo com as análises, nenhuma das dez amostras processadas pelo Laboratório Central do Estado apresentou indício de fraude. Foram avaliadas dez amostras de quatro marcas sob suspeita de adulteração: Líder, Mu-mu, Cativa e Polly. Os laudos já foram encaminhados ao Ministério Público, que está acompanhando os casos de fraude.

Coleta - Todos os produtos avaliados foram coletados em mercados de Curitiba, Colombo e Londrina. Vigilâncias sanitárias de outros municípios também estão orientadas a coletar amostras, principalmente de lotes produzidos em fevereiro e março.

Fiscalização intensificada - Segundo o superintendente de Vigilância em Saúde, Sezifredo Paz, as fiscalizações foram intensificadas depois que produtos irregulares vindos do Rio Grande do Sul estavam sendo vendidos no Paraná. “Por enquanto, não há a comprovação de adulteração nos leites produzidos em nosso Estado”, destacou o superintendente. Nesta semana, além das amostras já recebidas, o Lacen-PR avaliará produtos de fornecedores do programa “Leite das Crianças”. A fiscalização de fraude envolve tanto o leite tipo longa vida, quanto o pasteurizado.

Monitoramento - De acordo com a diretora do Lacen-PR, Célia Fagundes, a adição de formol é apenas uma das fraudes utilizadas para aumentar o volume do leite. “Já estamos adquirindo uma série de reagentes que vão possibilitar identificar adulterações com o uso de uréia, amido, cloreto de sódio e água oxigenada”, afirmou. A maioria das substâncias utilizadas nas fraudes é adicionada em pequenas quantidades e por isso, talvez não causem complicações imediatas. Contudo, se o produto irregular for consumido em grande quantidade ou por um longo período de tempo, a intoxicação por formol, por exemplo, pode causar até o câncer.

Denúncias – Caso alguém tenha informações sobre casos suspeitos de fraude no leite, o governo disponibiliza a Ouvidoria Estadual do SUS para denúncias. As manifestações podem ser feitas através do site www.saude.pr.gov.br (banner Ouvidoria) ou pelo telefone 0800-644-4414. (Agência de Notícias do Paraná)

 

BRASIL: Investimento pode fazer o PIB ter a maior alta da era Dilma

O investimento decolou no primeiro trimestre e ajudou a sustentar uma taxa de crescimento mais forte da economia no período, em relação aos últimos três meses de 2012. No entanto, a recuperação do setor industrial, que pareceu ganhar força em janeiro mas perdeu fôlego nos meses seguintes, continua a ocorrer de forma gradual e lenta, frustrando expectativas de expansão superior a 1% da atividade doméstica no período.

Projeção - Após alta de 0,6% no último trimestre de 2012, 14 instituições financeiras e consultorias ouvidas pelo Valor Data projetam, em média, que o Produto Interno Bruto (PIB) aumentou 0,9% entre janeiro e março, na comparação com o último trimestre do ano passado, feitos os ajustes sazonais. O intervalo entre as estimativas é de 0,6% a 1,1%. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga as Contas Nacionais Trimestrais nesta quarta-feira (29/05), mesmo dia em que o Comitê de Política Monetária (Copom) se reunirá para definir a taxa básica de juros do país para os próximos 45 dias.

Maior crescimento - Se a média dos economistas estiver correta, esse pode ser o trimestre de maior crescimento do governo da presidente Dilma Rousseff. Até então seu melhor resultado foi obtido no primeiro trimestre do seu mandato (janeiro a março de 2011), quando a economia cresceu 0,8% em relação ao fim de 2010.

Retomada - A retomada do investimento, que amargou queda de 4% no ano passado, é o principal destaque positivo do lado da demanda, avaliam economistas. Pela primeira vez desde o terceiro trimestre de 2011, a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF, medida das Contas Nacionais do que se investe em máquinas e equipamentos e em construção civil) deve crescer mais do que o consumo das famílias.

Capital fixo - Nove economistas ouvidos pelo Valor Data projetam, em média, alta de 4,9% da formação de capital fixo no primeiro trimestre deste ano, sempre na comparação com o trimestre imediatamente anterior, feitos os ajustes sazonais. Para a demanda das famílias, a média das estimativas é de avanço de 0,8%.

Concentração - Para Ilan Goldfajn, economista-chefe do Itaú, a boa performance do investimento no primeiro trimestre refletiu alta mais disseminada dos componentes da formação de capital fixo, que em janeiro ainda foi muito concentrada no segmento de transportes, como caminhões. Para o economista, em fevereiro e março foram os bens para a construção civil e para o setor industrial que puxaram o bom desempenho. A produção de máquinas e equipamentos, por exemplo, aumentou 3,8% no período, enquanto a atividade no setor de bens de capital avançou expressivos 9,1% na passagem trimestral.

Sinais mistos - Para Goldfajn, no entanto, há sinais mistos relativos ao investimento para os próximos trimestres, como os pedidos de desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) fortes no início do segundo trimestre, convivendo com indicadores de confiança do empresário bem menos robustos.

Setor externo - Ainda que gradual, a aceleração da atividade fez com que o setor externo pesasse negativamente no primeiro trimestre, na avaliação da Tendências Consultoria. De acordo com os cálculos da economista Alessandra Ribeiro, o PIB avançou 2,3% entre janeiro e março, na comparação com igual período do ano passado. A absorção interna, no entanto, aumentou 3,8% neste período, o que significa dizer que 1,5 ponto porcentual da demanda "vazou" para o setor externo. Em outras palavras, a demanda interna ajudou outros países, que abasteceram o Brasil com importações, a crescer no período.

Quarto trimestre - Em relação ao quarto trimestre, Alessandra projeta que as exportações tenham encolhido 3,6%, enquanto as importações aumentaram 6,4% entre janeiro e março, sempre considerando a série com ajuste sazonal.

Melhora - Para a economista, deve haver alguma melhora das vendas para o exterior ao longo do ano, mas nada expressivo, já que o contexto internacional ainda é desafiador, com menor crescimento na China, recessão na Europa e sinais ainda mistos nos Estados Unidos. Ao mesmo tempo, as importações devem seguir em patamar elevado, dada a expectativa de continuidade da recuperação da atividade e dos investimentos, o que costuma acarretar aumento das compras de produtos importados.

Setor agrícola - Do lado da oferta, o setor agrícola também deve ter um trimestre de forte crescimento, após um ano ruim, com a expectativa de safra recorde neste ano, avalia Roberto Padovani, economista-chefe da Votorantim Corretora. Mais otimista do que a média, com estimativa de alta de 1% do PIB no primeiro trimestre, Padovani avalia que este é um "resultado bom e mostra que há uma retomada em curso".

Indústria - Para a indústria, contudo, o cenário que prevalece ainda é de cautela. Após alta de 0,4% do setor no quarto trimestre do ano passado, os economistas ouvidos pelo Valor Data projetam, em média, avanço um pouco menor, de 0,3%, da indústria no PIB. O resultado contrasta com a alta de 0,8% observada na Pesquisa Mensal da Indústria, do IBGE. Em relatório, o Itaú nota que o setor extrativo, que recuou 7,3% entre janeiro e março, de acordo com a PIM, tem peso maior nas contas trimestrais do que no levantamento sobre a indústria do instituto. As diferenças de ajuste sazonal entre as duas pesquisas também ajudam a explicar a projeção de leve queda de 0,1% da indústria no PIB no início deste ano, afirma o economista Aurélio Bicalho.

Estímulos - Para Alessandra, da Tendências, a indústria, embalada por uma série de estímulos, como câmbio mais desvalorizado, desonerações tributárias e juros menores, segue em recuperação gradual, com avanço de 0,4% em relação ao quarto trimestre. O setor de serviços ainda dará a principal contribuição positiva para o avanço da economia do lado da oferta, com alta projetada de 0,7%, o que significa dizer que o setor manufatureiro continuará a perder participação no PIB neste trimestre e também no ano, diz.

Sustentação - Igor Velecico, economista do Bradesco, projeta alta de 2,8% do PIB no ano. Embora estime avanço de 1,0% da atividade no trimestre, Velecico avalia que o ritmo mostrado pela atividade entre janeiro e março não se sustentará no segundo trimestre deste ano. A indústria, diz, continua a depender do setor automotivo, mas há certo esgotamento da capacidade dos estímulos dados pelo governo em impulsionar a demanda e, consequentemente, a atividade nas fábricas. "As vendas e as exportações já mostram alta inferior à produção, o que está contribuindo para a formação de estoques", afirma. Assim, a estimativa é que entre abril e junho a economia tenha crescido 0,7%, em relação ao primeiro trimestre, com ajuste sazonal.

Potencial - Para o economista, o debate que ficará mais visível após a divulgação do PIB do primeiro trimestre será em torno do potencial de crescimento da economia brasileira. "O que imaginávamos é que a economia brasileira fosse capaz de crescer, no auge dos estímulos, algo como 1,5% por trimestre", e menos, em torno de 0,8%, em velocidade "normal".

Momento mais expansionista - No entanto, avalia Velecico, a passagem de 2012 e 2013 deve ter sido o momento de política econômica mais expansionista, já que o Banco Central passou a elevar a taxa básica de juros em abril. Nesse período, se confirmado o resultado esperado para o primeiro trimestre, o país cresceu 1%. Essa seria, portanto, a 'velocidade máxima' possível para a economia, que tenderia a ter expansão menor nos trimestres seguintes. Esse é um ponto preocupante, diz Velecico, porque se o potencial de crescimento (ou a expansão do PIB que, em tese, não gera inflação) for mais próximo de 2,5% do que de 3% ao ano, aumentam os riscos inflacionários para o futuro.

Projeção - Para 2013, o economista projeta PIB de 2,8%. O risco para a inflação, portanto, tenderia a se materializar apenas se a atividade surpreender para cima e caso a recuperação projetada para os investimentos, que geram oferta futura e ampliam a capacidade de expansão da economia, seja menor do que a esperada. (Valor Econômico)

JUROS: Ritmo do aperto divide BC e diretoria busca consenso

juros 28 05 2013A diretoria do Banco Central inicia nesta terça-feira (28/05) a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) com o desafio de construir um consenso mínimo para dar seguimento ao ciclo de aperto monetário iniciado em abril. A análise de documentos oficiais do Copom e de pronunciamentos de seus membros desde o último encontro mostra uma divisão de opiniões.

Posições - O diretor de política econômica, Carlos Hamilton de Araújo, é um dos mais preocupados com a inflação e candidato natural a defender a intensificação da alta dos juros. O diretor de assuntos internacionais, Luiz Awazu Pereira, é o mais inclinado a considerar que o ambiente de incerteza internacional poderá ajudar a trazer algum alívio à alta dos preços. O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, estaria em posição intermediaria entre as duas anteriores.

Ciclo - O BC iniciou um ciclo de elevação dos juros em abril, com um aumento da taxa básica de 7,25% ao ano para 7,5%. Indicações dadas por Tombini nos últimos dias ampliam as chances de intensificação no ritmo de aperto monetário, com alta de 0,5 ponto, embora não esteja descartada uma elevação mais contida, de 0,25 ponto.

Discordância - O principal ponto de discordância é sobre o impacto do cenário externo na inflação. Na reunião de abril do Copom, Awazu e o diretor de política monetária do BC, Aldo Luiz Mendes, disseram que "está em curso uma reavaliação do crescimento global e que esse processo, a depender de sua intensidade e duração, poderá ter repercussões favoráveis sobre a dinâmica dos preços domésticos".

Leitura oposta - Em evento em São Paulo, Hamilton fez discurso com leitura totalmente oposta. "Em se concretizando um ritmo de crescimento global mais robusto no horizonte relevante para a política monetária, a tendência é que isso se traduza em expansão da demanda agregada doméstica, bem como em pressões altistas nas cotações de commodities nos mercados internacionais", afirmou. (Valor Econômico)

 

IBGE: Indústria registra alta de 0,35% em 23 setores em abril

A inflação de produtos na saída das fábricas, sem incidência de impostos e fretes, de 23 setores das indústrias de transformação subiu 0,35% em abril na comparação com março, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Esatística (IBGE). O Índice de Preços ao Produtor (IPP) divulgado nesta terça-feira (28/05) mostra que a taxa foi superior à observada entre março e fevereiro (0,04%) e que, no acumulado no ano, ela chegou a -0,06%, ante -0,41% em março. Já o acumulado nos últimos 12 meses caiu, chegando a 5,48%, ante 6,65% em março.

Aumento - Em abril, 18 das 23 atividades tiveram aumento nos preços, enquanto em março a alta da inflação atingiu 14 atividades. As atividades industriais que mais sofreram alta na taxa foram: farmacêutica (1,95%), borracha e plástico (1,43%), papel e celulose (1,31%) e têxtil (1,29%). As maiores influências foram outros produtos químicos (-0,09 ponto percentual), metalurgia (0,07 ponto percentual), borracha e plástico (0,05 ponto percentual) e máquinas e equipamentos (0,05 ponto percentual).

Acumulado - No acumulado deste ano, as atividades com as maiores variações foram: alimentos (-5,08%), têxtil (4,38%), borracha e plástico (3,04%) e confecção de artigos do vestuário e acessórios (2,95%). Os setores de maior influência sobre o acumulado no ano foram: alimentos (-1,03 ponto percentual), refino de petróleo e produtos de álcool (0,31 ponto percentual), metalurgia (0,20 ponto percentual) e borracha e plástico (0,11 ponto percentual). Essa foi a primeira vez no ano, segundo a pesquisa, que a taxa no setor de alimentos subiu (0,16%) na comparação mensal, embora seja a menor taxa positiva de toda a série.

Transformação - Ainda segundo o IBGE, os preços das indústrias de transformação acumularam, em 2013, variação de -0,06%, o que se explica pelos resultados negativos de janeiro (-0,10%) e fevereiro (-0,35%). Esta é a primeira vez, na série, em que o primeiro quadrimestre do ano acumulou resultado negativo.

Maiores variações - No acumulado dos últimos 12 meses (5,48%) as maiores variações foram: fumo (11,60%), bebidas (9,89%), borracha e plástico (9,18%) e outros produtos químicos (9,11%).  As principais influências nesta comparação vieram de alimentos (1,11 ponto percentual), outros produtos químicos (0,98 ponto percentual), refino de petróleo e produtos de álcool (0,92 ponto percentual) e borracha e plástico (0,34 ponto percentual). (Agência Brasil)

ESTUDO: Aeroportos precisarão de R$ 34 bi de investimentos nos próximos 17 anos

Em 2030 o Brasil terá uma demanda anual de 312 milhões de passagens aéreas por ano, segundo estudo da Fundação Getulio Vargas divulgado nesta segunda-feira (27/05). Para poder atender a esse fluxo serão necessários investimentos entre R$ 25 bilhões e R$ 34 bilhões, de acordo com o trabalho elaborado pelo Grupo de Economia da Infraestrutura & Soluções Ambientais da instituição. Atualmente a oferta dos 20 principais aeroportos do país é cerca de 130 milhões de passageiros por ano.

Crescimento - O estudo leva em consideração o crescimento expressivo do setor, que a partir de 2004 começou a expandir o número de passageiros em taxas superiores a 10% ao ano. “O Brasil, pela primeira vez, teve um sinal de massificação do transporte aéreo”, disse o coordenador do grupo, Gesner Oliveira, ao indicar o aumento da renda, o aumento da oferta de crédito e a redução real dos preços das passagens como fatores responsáveis pelo fenômeno.

Infraestrutura - O grande crescimento no número de usuários não foi acompanhado, no entanto, por uma expansão da infraestrutura aeroportuária. O levantamento cita, por exemplo, que no Brasil são feitos em média 38 pousos e decolagens por hora, apenas 43% da média internacional.

Modelo - Por isso, para viabilizar os investimentos que preparem os terminais para o tamanho da demanda,  o estudo aponta para a necessidade de um modelo de concessões de aeroportos que garanta a concorrência no setor. Foram analisados dois modelos de privatização: o adotado pelo Reino Unido e pela Austrália.

Caso britânico - A pesquisa aponta que no caso britânico, em 1987,  optou-se por uma concessão em bloco que transferiu para uma única empresa o controle de 60% dos passageiros do Reino Unido. “O órgão de investigação da concorrência [Office of Fair Trading] constatou que a concentração no setor aeroportuário era prejudicial. Verificaram-se baixos investimentos, saturação dos terminais, altas tarifas e piora da qualidade do serviço”, diz a pesquisa, que acrescenta que a situação fez com que o órgão regulador determinasse a venda de três aeroportos. A última venda foi feita neste ano.

Austrália - Em 1997, a Austrália privatizou os quatro principais terminais aéreos do país, porém, restringiu a participação dos agentes que arremataram um dos outros aeroportos nas outras concessões. O estudo diz que em 2011 os aeroportos do país registrou tarifas abaixo da média internacional e investimentos elevados.

Próximas concessões - Oliveira defende um modelo semelhante para as próximas concessões no Brasil, que restrinja a participação de grupos que já administrem outros terminais como forma de estimular a concorrência. “Não é uma proibição absoluta, porque pode haver alguma aplicação de capital. Não pode haver uma ingerência estratégica sobre dois complexos aeroportuários”, diz. Na Austrália os grupos podiam participar com no máximo 15% do capital em outra concessão, sem direito a participação na gestão.

Concorrência - O conselheiro do Conselho de Desenvolvimento Econômico (Cade) Ricardo Ruiz ressaltou que os problemas de infraestrutura nos aeroportos se refletem na concorrência entre as empresas aéreas. “Dependendo da estratégia de negócios, a companhia pode trombar com algum estrangulamento de infraestrutura”, disse ao lembrar que as modificações da malha aérea, por exemplo, depende de disponibilidade dos terminais. “Para criar uma nova rota precisa do aeroporto, do slot, da pista e do pátio”. (Agência Brasil)


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