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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3106 | 04 de Junho de 2013

PAP 2013/14: Governo anuncia R$ 136 bilhões para a próxima safra

O governo federal anunciou que irá destinar R$ 136 bilhões para a safra 2013/14, dos quais R$ 97,6 bilhões para financiamentos de custeio e comercialização e R$ 38,4 bilhões para os programas de investimento. O valor é 18% superior ao disponibilizado na safra passada. O lançamento do Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2013/14 aconteceu nesta terça-feira (04/06), em Brasília, com a presença da presidenta Dilma Rousseff e do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Andrade.

Avaliação - O Sistema Ocepar avaliou positivamente o repasse maior de recursos para os agricultores. Outra medida considerada boa foi o aumento no montante de recursos para subvenção ao prêmio do seguro rural, que passou de R$ 400 milhões para R$ 700 milhões, ou seja, 75% a mais que na safra passada. Desse total, 75% serão aplicados em regiões e produtos agrícolas prioritários, com subvenção de 60% do custo da importância segurada. A expectativa é segurar uma área superior a 10 milhões de hectares e beneficiar 96 mil produtores.

Armazenagem – A Ocepar também aprovou a alocação de R$ 25 bilhões para o Programa Nacional de Armazenagem, com juros de 3,5% ao ano. O governo federal vai utilizar esse recurso para construir novos armazéns privados no país nos próximos cinco anos, sendo R$ 5 bilhões na temporada 2013/14. O prazo será de até 15 anos para pagamento. Além disso, serão investidos mais R$ 500 milhões para modernizar e dobrar a capacidade de armazenagem da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Juros - Outra decisão aguardada pelo setor cooperativista paranaense era a redução de juros do Procap Agro Giro, que passou de 9% para 6,5% ao ano.  As taxas também foram reduzidas no Pronamp, de 5% para 4,5% ao ano e houve ainda aumento do montante de recursos, de R$ 11,15 bilhões para R$ 13,2 bilhões. A Ocepar aindaconsiderou bem-vinda a criação de novos programas de investimentos em irrigação, que terá recursos de R$ 400 milhões, com juros de 3,5% ao ano e prazo de até 15 anos para pagamento, e em Inovação Tecnológica, o Inovagro, cujo objetivo é impulsionar a produtividade e a competitividade do agronegócio brasileiro por meio da inovação tecnológica. De acordo com o ministro da Agricultura, o governo vai destinar R$ 3 bilhões para o agronegócio, sendo R$ 2 bilhões para pesquisa e desenvolvimento de máquinas e equipamentos e R$ 1 bilhão para que os produtores rurais possam incorporar tecnologias.

Anater– Para o Sistema Ocepar, a criação da Anater (Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural), que será vinculada à Embrapa, deve contribuir para melhoria do atendimento aos agricultores e acesso às novidades produzidas pela pesquisa. Outro ponto considerado positivo foi o aumento do limite de financiamento de custeio por produtor, que foi alterado de R$ 800 mil para R$ 1 milhão por safra, ou seja, aumento de 25%.

Adequação – Por outro lado, a entidade lamentou que o governo não tenha reajustado os preços mínimos. Para a Ocepar, isso é fundamental devido aos custos de produção terem aumentado nesta safra. Ainda há preocupação com a não operacionalização do Fundo de Catástrofe e com a manutenção das taxas de juros para custeio e investimento da agricultura comercial.

Outros itens– O PAP 2013/14 prevê ainda que, dos R$ 136 bilhões disponibilizados para a nova safra, R$ 115,6 bilhões serão com taxas de juros controladas, crescimento de 23% sobre os R$ 93,9 bilhões previstos na temporada 2012/13. A taxa de juros anual média é de 5,5%, sendo que serão menores em modalidades específicas: de 3,5% para programas voltados à aquisição de máquinas agrícolas, equipamentos de irrigação e estruturas de armazenagem; de 4,5% ao médio produtor rural; e de 5% para práticas sustentáveis.

PSI-BK e ABC- Pelo Programa de Sustentação de Investimento (PSI-BK), destinado ao financiamento de máquinas e equipamentos agrícolas, serão destinados R$ 6 bilhões. Já pelo Programa Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC), que financia tecnologias que aumentam a produtividade com menor impacto ambiental, o volume de recursos saltou de R$ 3,4 bilhões para R$ 4,5 bilhões.

Comercialização - Para apoiar a comercialização, o novo Plano Agrícola e Pecuário terá R$ 5,6 bilhões. Deste total, R$ 2,5 bilhões se destinam à aquisição de produtos e manutenção de estoque e R$ 3,1 bilhões para equalização de preços.

Defesa agropecuária- No evento de lançamento do PAP também houve o anúncio de iniciativas para aprimorar o sistema de defesa agropecuário do Brasil. Serão R$ 120 milhões para ampliação e modernização dos seis Laboratórios Nacionais Agropecuários (Lanagros) do governo federal. Esse valor será utilizado ainda para oferecer diagnósticos mais rápidos e ainda mais precisos. Quanto ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (o Sisbi-POA), será criada uma coordenação que garantirá a consolidação do sistema, facilitando o acesso dos estados e municípios ao Programa. (Com informações do Mapa)

 *Em breve a Ocepar vai disponibilizar um documento com a análise do PAP 2013/14

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ENCONTROS DE NÚCLEOS: Sessenta cooperativistas do Sudoeste prestigiam evento em Pato Branco

O Sistema Ocepar promoveu, na manhã desta terça-feira (04/06), o segundo Encontro de Núcleos Cooperativos da semana, em Pato Branco, com a presença de 60 lideranças de 16 cooperativas do Sudoeste do Estado. O evento foi prestigiado pelo prefeito da cidade, Augustinho Zucchi, pelo secretário municipal da Agricultura, Clodomir Ascari, pelo coordenador do Núcleo Sudoeste e presidente da Coasul, Paulino Fachin, e pelo presidente da Coopertradição, anfitriã do evento, Julinho Tonus, que compuseram a mesa de abertura juntamente com o presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski.

Mobilização - Koslovski falou sobre a expectativa em relação ao anúncio do Plano Agrícola e Pecuário referente à safra 2013/14, ocorrido no final da manhã desta terça. Ele também destacou o trabalho realizado pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) no atendimento às demandas apresentadas pela base. Outro ponto enfocado foi a mobilização da Ocepar em torno das questões de interesse das cooperativas. “O Sistema Ocepar tem realizado um trabalho intenso nesse sentido. Um exemplo é o ato cooperativo, uma das demandas do nosso setor em tramitação no Congresso Nacional. Nossos técnicos estão acompanhando de perto os debates sobre o assunto e atentos para que seja aprovada uma lei condizente com a nossa realidade e necessidades”, afirmou.

Programação – A programação do Encontro de Núcleo do Sudoeste contemplou uma apresentação sobre a Coopertradição, feita por Julinho Tonus, e palestra sobre inovação, com Filipe Cassapo, gerente executivo do Centro Internacional de Inovação do Senai. Já o superintendente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, tratou dos resultados econômicos obtidos pelo cooperativismo no último ano e, ainda, lembrou das atividades promovidas em capacitação. Ele também falou sobre as ações planejadas pela Ocepar, Sescoop/PR e Fecoopar para o ano de 2013.

Continuidade – Ao todo serão realizados quatro Encontros de Núcleos Cooperativos nesta semana. O primeiro aconteceu nesta segunda-feira (03/06), em Carambeí, com a participação de 60 representantes das cooperativas do Centro-Sul. Nesta quarta-feira (05/06), a Primato será a anfitriã do evento que acontece em Toledo, no Oeste. Já o Encontro das regiões Norte e Noroeste ocorre quinta-feira (06/06), em Ubiratã, na nova sede da Unitá, que será a anfitriã. Os eventos são destinados a presidentes, dirigentes, líderes, cooperados, funcionários das cooperativas paranaenses e convidados.

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AUDIÊNCIA PÚBLICA: Ocepar participa de debate sobre sustentabilidade ambiental

O engenheiro agrônomo e assessor da área de meio ambiente do Sistema Ocepar, Sílvio Krinski, foi um dos debatedores convidados da audiência pública promovida pela Comissão Mista Permanente sobre Mudanças Climáticas (CMMC) do Congresso Nacional e realizada no Plenarinho da Assembleia Legislativa, nesta segunda-feira (03/06), em Curitiba. Destinada a discutir a questão da sustentabilidade ambiental, especialmente no setor agrícola, a reunião teve a participação da presidente da comissão, senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), do senador Sérgio Souza (PMDB-PR), dos deputados federais André Zacharow (PMDB-PR) e Rosane Ferreira (PV-PR), além dos deputados estaduais Rasca Rodrigues (PV) e Ademir Bier (PMDB). Técnicos da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sema) e representantes da Federação da Agricultura do Paraná (Faep) e da Embrapa também estiveram presentes

Desafio - “Nosso desafio é produzir de forma sustentável, com qualidade, em quantidade, com custos adequados em total equilíbrio ambiental e com resultados positivos para os agricultores e cooperativas”, salientou Krinski em sua palestra. Ele lembrou que a população está crescendo e se concentrando nos centros urbanos. Ainda de acordo com o assessor da Ocepar, com o aumento da renda que vem ocorrendo especialmente nos países emergentes, as pessoas estão tendo condições de consumir mais alimentos, sendo que está crescendo a demanda por itens processados, o que exigirá maior disponibilidade de energia nas indústrias. “Em 2030, seremos mais de 8 bilhões de pessoas no mundo e teremos que produzir nos próximos 50 anos o que produzimos nos últimos 10 mil anos”, frisou.

Cooperativismo – Krinski repassou ainda informações sobre o trabalho que o cooperativismo vem realizando para garantir a sustentabilidade na agricultura. “Em 2012, o setor foi reconhecido na Rio + 20 com modelo de fomento da economia verde e da redução da pobreza”. Ele destacou ainda que as cooperativas no Paraná adotam uma série de práticas visando produzir alimentos de qualidade, em equilíbrio com a conservação ambiental, como plantio direto na palha, o sistema lavoura, pecuária e floresta, o aproveitamento de resíduos na transformação de energia, entre outras. (Com informações e fotos da Assessoria de Imprensa da Assembleia Legisltativa)

Clique aqui e confira o conteúdo da palestra do assessor da Ocepar na audiência pública 

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COCARI: Lançado o projeto Meio Ambiente “Eu Cuido!”

Aproveitando as comemorações da Semana do Meio Ambiente, a Cocari, em parceria com a Bayer e Prefeitura de Jandaia do Sul, com apoio do IAP, lançará, nesta quarta-feira (05/06), o projeto Meio Ambiente – Eu Cuido!A ação envolve 60 alunos de escolas da rede municipal de Jandaia do Sul, para o plantio de árvores. Cada criança plantará 10 mudas, que terão o desenvolvimento acompanhado pelas crianças, com supervisão da Cocari, pelos próximos cinco anos.

Mudança de concepção - Para o presidente da Cocari, Vilmar Sebold, o projeto é uma oportunidade de mudar a concepção das crianças acerca da vida.  “Não é chegar lá e plantar a mudinha e não mais olhar. A ideia é voltar ao local de plantio há cada seis meses,  sentar com os alunos, analisar o desenvolvimento das plantas e o entendimento deles sobre a importância da ação da qual participam.  É o caminho do inverso. Nós estamos tirando crianças da área urbana, que não vivenciam a área rural, e promovendo essa mudança de cultura”, disse Sebold.

Atividade - O Meio Ambiente – Eu Cuido! será realizado em um hectare do Sítio São José, em Jandaia do Sul, área cedida pelo proprietário para a cooperativa. As mudas que serão plantadas são produzidas pelos alunos da Apae de Mandaguari, por meio do projeto Cultivando Cidadania, também realizado pela Cocari, que promove a inclusão social de pessoas com necessidades especiais. O projeto Meio Ambiente – Eu Cuido! é uma ação do Programa Integração, da Bayer, que tem a sustentabilidade como um dos principais pilares.

O objetivo é que juntamente com o crescimento da árvore, cresça a conscientização das crianças.

Autoridades – O evento contará com a presença do presidente da Cocari, Vilmar Sebold; diretoria e representantes da Bayer; o prefeito de Jandaia do Sul, Dejair Valerio; e representantes da Secretaria de Educação.

Serviço - Lançamento do projeto Meio Ambiente: Eu Cuido! / Data: Dia 5 de junho / Horário: 9 horas / Local: Sítio São José – Estrada Pedro Dias – Km 6 – Jandaia do Sul (Imprensa Cocari)

CAMISC: Cooperativismo em sala de aula

camisc 04 06 2013Ensinar aos alunos os princípios cooperativistas e fomentar o cooperativismo como forma efetiva de exaltar valores essenciais como cooperação, voluntariado e solidariedade. Pensando nisso, uma parceria entre a Faculdade Mater Dei e a Cooperativa Agrícola Mista São Cristóvão (Camisc) possibilitou alunos do curso de Tecnologia em Agronegócios conhecerem um pouco mais sobre o tema.

Temas - Ministrada pela gerente administrativa da Camisc, Rita Vazzata de Bortoli, a palestra abordou o cenário econômico e financeiro das cooperativas, o número de associados e empregos, além  é claro de programas desenvolvidos pela Camisc como, por exemplo, o Camisc Mulher, o Camisc Jovem, oficinas e cursos destinados aos cooperados e o Camisc Novos Tempos, uma nova etapa administrativa pela qual a cooperativa vem passando.

Funcionamento - Para Rita, a palestra ajudou acadêmicos a terem uma ideia mais ampla do cooperativismo e uma oportunidade para entenderem seu funcionamento e conhecerem mais sobre a Camisc. “Foi uma grande oportunidade de apresentarmos a Camisc e seus programas a futuros profissionais do agronegócio que em breve estarão no mercado de trabalho compartilhando espaço conosco”.

Debate - Segundo ela, os temas ligados ao cooperativismo devem ser cada vez mais debatidos dentro do ambiente acadêmico. “As cooperativas estão em ritmo crescente. Os dados da Ocepar nos mostram isso. O cooperativismo tem crescido em diversas áreas e está cada vez mais presente no nosso dia-a-dia”, afirma.

Formação - De acordo com a professora de Fundamentos do Agronegócio, Simone Sasso, a palestra foi de extrema importância, pois auxilia na formação de um profissional com competências e com responsabilidade social. “A palestra nos deu uma visão mais humanística do sistema cooperativista e desenvolvendo o pensamento crítico dos aspectos sociais e econômicos, integrando o meio acadêmico e a sociedade”.

Positiva - A aluna do 1º período, Nicoli Tschá, avaliou a palestra como positiva. “Achei muito boa e interessante a apresentação dos projetos que são trabalhados pela Camisc. O fato de as mulheres pedirem aulas de informáticas também me chamou muito atenção. Já conhecia a cooperativa, mas não tinha ideia dos programas que por ela são desenvolvidos”.

Dados - Segundo dados da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), hoje existem mais de 6 mil cooperativas espalhadas pelo Brasil e são responsáveis por empregar mais de 300 mil trabalhadores. Destas 6 mil cooperativas, 23% trabalham com produtos agropecuários. Somente no Paraná, em 2012, as cooperativas faturaram mais de R$ 250 bilhões. (Imprensa Camisc)

 

COPAGRIL: Adapar alerta produtores sobre aquisição de mudas de frutíferas

O engenheiro agrônomo e fiscal da Agência da Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), Ricardo Moraes Witzel, fez um alerta para quem se interessa em cultivar mudas de plantas frutíferas. Ele orienta que é importante priorizar mudas de viveiros e comerciantes idôneos, que possuam registro no ministério da agricultura e, desta forma, garantir a qualidade da planta. Para Ricardo, adquirir mudas sem registro pode acarretar em prejuízos ao setor agropecuário da região, pois elas podem levar pragas e doenças às propriedades. Já ocorreram casos na região em que o solo foi infestado com nematoides.

Preocupação - A Adapar tem uma preocupação muito grande em evitar prejuízos aos produtores. Segundo o fiscal, há uma procura muito grande pelas plantas cítricas, como a laranja. Mas desde 1972 o plantio de citros na região de Marechal Cândido Rondon é restrito, devido o cancro cítrico (doença causada pela bactéria Xanthomonas axonopodis) e é somente mediante a autorização da agência e da Secretaria da Agricultura do Estado que podem ser comercializadas. 

Novas doenças - Além desta, há registros de entrada de novas doenças, como CVC e HLV, que têm trazido mortandade aos pomares. “Temos realizado um trabalho de fiscalização, abordando carros no trânsito  também em floriculturas e temos aprendido mudas fora do padrão, que apresentam estas doenças”, relatou o fiscal. Ricardo revelou que muitas vezes o produtor investe alto na aquisição das mudas, mas em menos de dois anos a planta morre e o pomar é dizimado.

Orientação - “Não queremos de forma alguma inviabilizar os pomares caseiros, mas pedimos muita atenção ao produtor. Orientamos para que adquiram somente mudas de empresas credenciadas, confiáveis, que possuam o termo de confiabilidade, que é uma espécie de “certidão de nascimento” da muda”, recomenda. O agrônomo pede que o produtor se atente às etiqueta, onde constam o nome da espécie e do viveiro, em cada planta. “Se a muda não está identificada, com certeza é clandestina e o produtor deve desconfiar”, explicou.

Proibido - Conforme o técnico, é proibida a venda de mudas por ambulantes. Somente empresas especializadas, que possam dar garantia, estão autorizadas. Isto acontece porque, caso a muda apresente algum problema, a Adapar pode rastrear e identificar quem está produzindo as mudas sem qualidade, colocando em risco a atividade agropecuária. “É importante que o produtor sempre converse com o seu assistente técnico na Copagril, que poderá repassar indicações e evitar a entrada de doenças e fungos nas propriedade rurais”, concluiu.

Pedidos - A Copagril está aceitando pedidos de mudas frutíferas, algumas espécies de flores e também mudas de árvores em todas as unidades localizadas no Paraná. As mudas são de boa procedência, vindas de viveiros que garantem segurança, qualidade, excelente vigor e produtividade comprovada. Os interessados devem entrar em contato com o departamento agronômico para fazer os pedidos. (Imprensa Copagril)

LAR: Campanha de vendas sorteia mais um carro

lar 04 06 2013Zulmira Thomas, de Itaipulândia, foi a ganhadora do automóvel Etios/Toyota/2013/zero km, sorteado pela campanha de vendas Compra Premiada, promovida por Lar supermercados e os postos de combustíveis Lar, iniciada em março e que distribuiu 6.300 prêmios instantâneos através da raspadinha. No mesmo cupom, há espaço para a participação do sorteio do automóvel. 

Sorteio – O sorteio foi realizado de forma simples e direta, reunindo diretores, conselheiros, gerentes e o grande público presente na loja Lar supermercados em Medianeira, no último sábado (01/06). A entrega do automóvel será sábado (08/06) às 14 horas, na loja Lar supermercados de Itaipulândia. Programação especial será desenvolvida na loja já pelo período da manhã.

Satisfação - O diretor presidente Lar, Irineo da Costa Rodrigues reiterou a satisfação com a campanha, onde 600 mil cupons foram entregues, premiados mais de 6 mil clientes com a raspadinha da sorte. “Estamos satisfeitos com a campanha e lembramos que prossegue a campanha lar 50 anos”. Aproveitando a oportunidade, o dirigente ressaltou que a campanha é desenvolvida com parceiros comerciais e agora há a campanha única denominada lar 50 anos, que vai sortear o 2º automóvel já no próximo dia 27 de junho.

Sorteios e shows - Na campanha de vendas Lar 50 anos, a cada 50 dias ocorre o sorteio de 1 automóvel zero km e, ao final, 2 caminhonetes em shows que serão realizados em Missal, no dia 18 de março, com o cantor Leonardo, e no dia 19 de março de 2014, com Michel Teló, em Medianeira. Cupons que forem depositados ao longo da campanha e não premiados concorrem aos sorteios seguintes.

Participação - Para participar, os clientes devem fazer compras no Lar supermercados, postos de combustíveis Lar, e também nas unidades Lar do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. A cada R$ 50,00 em compras o cliente recebe 1 cupom que deve ser preenchido corretamente e depositado na urna específica. (Imprensa Lar)

 

SESCOOP: Relatório de Gestão 2012 é divulgado

O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) publicou em seu site na internet o Relatório de Gestão referente ao exercício 2012. Peça obrigatória para prestar contas junto a órgãos como o Tribunal de Contas da União e a Controladoria Geral da União, o documento apresenta, detalhadamente, as atividades realizadas ao longo do ano. Como integrante do chamado “Sistema S”, o Sescoop possui três objetivos principais: estimular a formação, a promoção social e o monitoramento da qualidade da gestão das quase sete mil cooperativas registradas junto ao Sistema OCB.

Investimentos - “Em tempos de crescimento moderado da economia, as pessoas estão sempre em busca de bons investimentos. E é por isso que o movimento cooperativista aplica recursos e esforços no único investimento com retorno líquido e certo, independentemente do cenário econômico ou político: a educação. Há quatorze anos, os mais de 10 milhões de brasileiros que escolheram se associar a uma cooperativa – modelo de negócios mais humano e sustentável do planeta – contam com o apoio do Sescoop para se capacitar”, destaca o presidente da instituição, Márcio Lopes de Freitas.

Transparência - Reconhecido no setor pela transparência e pela assertividade de suas ações, o Sescoop orgulha-se de atuar de maneira responsável, sustentável e ética pelo desenvolvimento das cooperativas brasileiras. Outro foco prioritário da Casa é a eficiência das ações e programas. “Fazemos questão de mensurar os resultados obtidos por cada contrato, projeto ou iniciativa que carregue consigo a marca do Sescoop. Só assim, conseguiremos honrar a confiança depositada por cada cooperado brasileiro em nosso trabalho”, ressalta Lopes de Freitas. (Informe OCB)

O Relatório de Gestão 2012 do Sescoop pode ser acessadoclicando aqui.

PARANÁ: Safra de inverno será 23% maior que a anterior

parana 04 06 2013Agricultores paranaenses esperam colher 38 milhões de toneladas de grãos, somadas as três safras: de verão, outono/inverno e de inverno. Esta última representa acréscimo de 23% sobre a anterior. A informação é da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, que divulgou nesta segunda-feira (03/06) a pesquisa da produção agrícola realizada pelo Departamento de Economia Rural (Deral) referente a maio.

Clima - A Secretaria explica que o resultado poderia ser maior, pois a produção agrícola paranaense sofreu com variações do clima, falta de chuvas em regiões localizadas e excesso em outras, que afetaram as produções de milho e feijão da segunda safra.

Liderança - Lidera o ranking da produção paranaense, o cultivo de soja que, na safra 2012/13, está rendendo volume recorde de 15,7 milhões de toneladas, aumento de 45% sobre a produção da safra passada, quando foram colhidas 10,82 milhões de toneladas do grão no Estado. Desse total, estima-se que dois terços da produção já estão vendidos e o restante é comercializado em ritmo lento. “É uma forma de reserva de capitalização pelo produtor”, observou o chefe de conjuntura do Deral, Marcelo Garrido.

Desempenho - O desempenho, considerado excelente, com a produção de soja, foi alavancado pela combinação de área recorde de plantio, clima favorável e preços atraentes no mercado internacional que induziram o produtor a ampliar a área ocupada com a cultura. Segundo levantamento do Deral, dos 5,8 milhões de hectares ocupados com o plantio de grãos de verão, as lavouras de soja ocuparam 4,7 milhões de hectares, correspondendo a 81% da área total de plantio do Estado durante a safra de verão. Depois da soja, 15% da área plantada no Estado, durante o verão, foi ocupada pelas lavouras de milho, restando em torno de 4% da área total para outros produtos como algodão, arroz sequeiro e irrigado e feijão.

Culturas – O milho da segunda safra, que está em campo, tem expectativa de produção de 10,84 milhões de toneladas, também recorde para esse período do ano, o que representa acréscimo de 9% em relação à safra passada. A previsão anterior apontava colheita de 11,38 milhões de toneladas de milho safrinha, mas foi reduzida em 702 mil toneladas, em decorrência da estiagem em abril e maio, principalmente na região Norte Pioneiro, que ficou cerca de 40 dias sem chuvas.

Preços - “Os preços do milho estão em torno de R$ 19,12 (preço médio recebido pelos produtores no Paraná em maio/13) a saca/60kg, refletindo a boa produção do grão nesse período do ano, que já está maior do que no período de plantio convencional durante o verão”, explicou a engenheira agronôma do Deral, Juliana Tieme Yagush.

Feijão segunda safra - O feijão da segunda safra também sofreu com a falta de chuvas, mas na região Sudoeste. Por ser uma cultura bastante sensível, o desempenho da lavoura também foi prejudicado pelo excesso de chuvas da semana passada. Em decorrência dessa situação, há quebra de 10% da produção. “Mesmo assim, estão sendo colhidas 421.515 toneladas do grão, volume 22% maior em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram colhidas 344.979 toneladas de feijão na segunda safra”, informou o engenheiro agrônomo do Deral, Carlos Alberto Salvador.

Trigo - O trigo está com metade da área estimada já plantada e a maioria com bom desenvolvimento. Este ano, a área ocupada cresceu 15%, passando de 782.308 hectares plantados no ano passado para 896.867 hectares, cujo plantio deve ser concluído em todo o Estado até o mês que vem. Os produtores estão animados com a possibilidade de manutenção dos preços firmes para o trigo, também no momento da comercialização.

Concentração – O diretor do Deral, Francisco Carlos Simioni, alerta que trabalhar com a produção de apenas uma cultura, eleva o grau de dependência de fatores, como clima, comercialização (nos mercados interno e externo) e de estrutura de logística, desde dentro da porteira até o porto (armazéns, rodovias, ferrovias e porto). Simioni explica que se o produtor paranaense continuar a arriscar todas suas possibilidades apenas numa mesma cultura, como vem acontecendo com a soja nas últimas três safras, quando as cotações do grão foram as melhores dos últimos anos, poderá ficar muito vulnerável. “Isso deverá interferir no nível de renda do produtor e até na economia agrícola do Estado, considerando a importância do agronegócio no PIB estadual, em especial no que se refere à produção de grãos”, destacou.

Risco baixo - Para a safra de soja 2012/2013 o risco é baixo, porque a maior parte da produção está praticamente vendida. “Para as próximas safras, o produtor deve observar bem o mercado e avaliar o desempenho da produção de soja dos Estados Unidos e da América do Sul, antes de tomar sua decisão”, alertou. Ele orienta o produtor para o plantio da safra 2013/14 não arriscar todas suas possibilidades numa mesma cultura, mas optar pela diversificação de culturas para escapar de possíveis riscos de clima ou de mercado.

Alerta - O diretor do Deral avaliou que o produtor está otimista com o plantio de soja, mas alerta que os preços do grão podem não se sustentar se a safra das outras regiões produtoras no mundo forem boas. “Antes de se decidir pelo plantio da nova safra, é necessário pensar em reduzir o risco de perdas abruptas, com as ferramentas que possui a sua disposição, sejam contra as variações do clima, fazendo um bom seguro da produção (seguro rural, Proagro etc.), e de mercado, comercializando parte da produção antecipadamente, ou fazendo operações de bolsa (hedge), diversificar a produção de acordo com as recomendações da pesquisa e ter um bom acompanhamento técnico”, recomendou. (Agência de Notícias do Paraná)

 

SUSTENTABILIDADE: Contratos do Programa ABC aumentam mais de 500% em três anos

Desde a criação da linha de crédito do Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC) no Plano Agrícola e Pecuário 2010/11, já foram realizados mais de 14 mil contratos, totalizando R$ 4,46 bilhões dos financiamentos firmados. Em três anos, houve um crescimento de 507% na aquisição de empréstimo pelos produtores para adoção de tecnologias para recuperação de pastagens degradadas, integração lavoura-pecuária-floresta, plantio direto, florestas plantadas, entre outros.

2010/11 - Na temporada 2010/11 foram contratados R$ 418 milhões, enquanto até abril deste ano, esse valor alcançou R$ 2,54 bilhões. “Esse é um indicativo de que as tecnologias utilizadas para redução da emissão de gases do efeito estufa estão sendo cada vez mais empregadas no campo”, disse o secretário de Desenvolvimento e Cooperativismo do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, Caio Rocha.

Divulgação - O programa de crédito tem sido difundido no país por intermédio dos Grupos Gestores Estaduais (GGEs) do Plano ABC, que já foi implantado nos 26 estados da federação e no Distrito Federal. O último a ser formado foi o GGE do Acre, no dia 22 de maio deste ano. Já foram capacitadas mais de 8,9 mil pessoas, sendo que 70% são profissionais das áreas técnicas.

Sustentabilidade - De acordo com Caio Rocha, um grande esforço vem sendo realizado para divulgação e incentivo à adoção de uma agricultura mais sustentável, o que consequentemente acarretará na redução das emissões de CO2. “Tendo por base a dinâmica do Plano ABC, que a cada ano safra observa o crescimento do número de projetos contratados, será possível cumprir o compromisso assumido pelo governo brasileiro na COP-15”, salientou.

Compromisso - Durante a Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP-15), realizada em 2009, na cidade de Copenhagen, na Dinamarca, o Governo brasileiro assumiu voluntariamente o compromisso de reduzir as suas emissões de Gases de Efeito Estufa entre 36,1% e 38,9% até 2020. (Mapa)

GRÃOS: Produtor aproveita intervalo de chuvas para plantar nos EUA

graos 04 06 2013Chuvas ocasionais ao longo dos próximos dez dias continuarão a reduzir o ritmo do plantio de milho e soja nos Estados Unidos, ameaçando diminuir a área de cultivo e a produtividade no país. “Ainda há um sistema [de chuvas] ativo”, disse o meteorologista John Dee da Global Weather Monitoring. “Não é um modelo perfeito para terminar o plantio.”

Dificuldades - Agricultores norte-americanos estão enfrentando dificuldades para plantar suas lavouras depois que a chuva atrasou a etapa final da semeadura de milho e empurrou o plantio de soja para a menor taxa em 17 anos, disse o Departamento de Agricultura dos EUA. O quadro vem elevando as cotações na Bolsa de Chicago, com reflexos no mercado internacional de commodities. No Brasil, as chuvas do Hemisfério Norte sustentam os preços da soja e atenuam as quedas nas cotações de milho, que recuam devido à oferta da safra de inverno.

Avanço - Segundo Dee, as chuvas durante as próximas duas semanas não serão tão pesadas como anteriormente, o que permitirá avanço do plantio. Chuvas leves de 7 a 20 milímetros caem sobre a parte ocidental do Meio-Oeste hoje e amanhã e sobre a parte leste até quinta-feira, informou. Os períodos de sol continuarão breves até o fim de semana.“As fortes chuvas estão ficando distantes, e haverá algumas oportunidades com janelas de plantio”, disse Dee. “É um passo na direção certa, e para as culturas que estão no solo, está perto de uma situação perfeita.”

Rendimento  - A semeadura lenta de milho e soja têm levantado preocupações sobre a redução de rendimentos na colheita uma vez que fases importantes do desenvolvimento da safra provavelmente serão postergadas para até o período de calor de verão no Hemisfério Norte. A plantação tardia também aumenta a possibilidade de que geadas precoces possam causar mais danos às culturas.

Perto do fim - O Usda informa que o plantio de milho está perto do fim, com avanço de até 15 pontos porcentuais por semana. Esse avanço faz com que a tarefa alcance o ritmo médio dos últimos cinco anos. As perspectivas ficaram muito melhores na comparação com o quadro de duas semanas atrás, quando os campos enlameados atrasaram o cultivo do milho.

Soja - Os agricultores cultivaram perto da metade da área prevista para a soja. Um ano atrás, nesta mesma época, o plantio estava sendo concluído. Apesar de os índices estarem se normalizando em relação às médias dos últimos cinco anos, o ritmo registrado nos últimos meses foi o mais lento para a soja desde 1996. (Gazeta do Povo)

 

BNDES: Banco vai priorizar desembolsos para máquinas e equipamentos em 2013

bndes 04 06 2013O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai priorizar os desembolsos para o setor de máquinas e equipamentos neste ano, enquanto busca reduzir sua participação no financiamento de outros segmentos que podem ter o crédito fomentado por outras instâncias, como o mercado de capitais, disse nesta segunda-feira (03/06) o presidente da instituição, Luciano Coutinho (foto). “Estamos buscando reduzir nossa participação em várias áreas, mas o que não vamos reduzir é o apoio ao investimento de máquinas novas para a indústria, o que é um investimento prioritário na busca de competitividade”, disse. “O BNDES apoia o investimento em vários setores, como serviços, comércio, construção e a própria indústria. O que estou dizendo é a introdução de máquinas passará a ser prioridade”, afirmou durante abertura da Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura (Feimafe), em São Paulo.

Finame - De acordo com Maurício Borges, diretor do BNDES também presente ao evento, até maio os desembolsos do Finame, linha de financiamento de bens de capital, tiveram aumento de 50% puxado por caminhões e máquinas agrícolas. O crédito apenas para máquinas e equipamentos teve crescimento de 30% no período e a expectativa é fechar no ano com esse nível de expansão, alcançando desembolsos de R$ 35 bilhões em 2013. O Finame total deve crescer 30%, para R$ 100 bilhões neste ano, segundo Borges.

Juros - Questionado sobre o eventual impacto que o aumento na Selic possa ter sobre as linhas de crédito fornecidas pelo banco, Coutinho disse que isso não altera, ao menos por enquanto, os juros da instituição. “O BNDES trabalha com taxas que estão fixadas até o final do ano”, disse. Na quarta-feira passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central elevou a Selic em 0,50 ponto percentual, para 8,0% ao ano. Para Coutinho, o aumento dos juros para controlar a inflação não entra em conflito com o esforço do governo para elevar a confiança dos empresários para que os investimentos continuem em ascensão. (Valor Econômico)

 

BRASIL: Lançado sistema unificado de declarações de impostos

O Ministério da Fazenda anunciou por meio de nota o lançamento do portal eSocial. O projeto pretende unificar as informações que o empregador tem de prestar à Receita, ao Ministério do Trabalho, à Caixa Econômica Federal e ao Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). A previsão inicial, conforme noticiou o Valor PRO, na sexta-feira (31/05), era de que a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, fizesse o anúncio nesta segunda-feira (03/06). No entanto, houve um desencontro entre os ministérios envolvidos sobre quem faria tal divulgação.

Experimental - Ainda em fase experimental, o site do programa já está no ar e, de acordo com informações da página, “o eSocial é um projeto do governo federal que vai unificar o envio de informações pelo empregador em relação aos seus empregados”.

Primeira etapa - Nesta primeira etapa, o chamado “Portal do Empregador Doméstico – módulo empregador doméstico” - permitirá que o contribuinte utilize essa plataforma para cálculo e obtenção de informações referentes aos empregados domésticos. De acordo com o site do programa, será possível a emissão de código de acesso e cadastramento do empregador e empregado, a geração de contracheque/recibo, folha de ponto, cálculo das contribuições previdenciárias e controle de horas extras.

Congresso - Como ainda falta a regulamentação da profissão pelo Congresso, o sistema não estará habilitado a emitir uma guia única de recolhimento de impostos. No entanto, tal funcionalidade estará disponível assim que a regulamentação for aprovada.

Cálculos - Com a regulamentação da profissão, o sistema, segundo o site, também poderá efetuar o cálculo de FGTS e Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF), registro de jornada de trabalho, banco de horas, registro de afastamento e outros eventos e emissão de documentos como férias, licença maternidade e outros.

Competência - Segundo o comunicado da Fazenda, o novo sistema terá como período inicial para registro das informações do empregado o mês de competência junho de 2013, com vencimento do recolhimento da contribuição previdenciária no mês de julho de 2013. Até que seja feita a regulamentação, o recolhimento do FGTS continua opcional e segue sendo efetuado na Caixa Econômica Federal.

Para todos - O escopo do programa, no entanto, é bem mais amplo do que esse. A ideia é que até o fim do ano todos os contribuintes, pessoas físicas e jurídicas passem a utilizar essa plataforma para prestar informações de forma unificada. Atualmente existem diversas declarações pedindo as mesmas informações em plataformas diferentes. O objetivo é que todas as obrigações estejam em um único documento digital, reunindo os dados que devem ser prestados a esses órgãos.

Apresentação - Esse projeto foi apresentado pela Receita durante reunião do Conselho Nacional de Previdência Social realizada em fevereiro. Na época, em entrevista ao Valor, o técnico da Receita Federal Daniel Belmiro Fontes, disse que o sistema, quando em vigor, deve reduzir a economia informal, o risco de fraudes, além de aumentar a arrecadação. Para as empresas, a vantagem é a redução de custos, pois basta um documento para prestar contas para quatro órgãos distintos. (Valor Econômico)

MDIC: Governo ainda espera superávit em 2013

Mesmo com o déficit de US$ 740 milhões de maio - o pior para o mês desde 2002 -, os números do comércio internacional do período apontam uma recuperação, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), que reforçou a expectativa de uma reviravolta que permita fechar o ano com superávit.

Recuperação - "O resultado de maio é um sinal claro dessa trajetória de recuperação", disse ontem a secretária de comércio exterior do Mdic, Tatiana Prazeres. Entre os fatores destacados por ela para a balança comercial fechar o ano com exportações superiores a importações estão o bom desempenho da safra agrícola, a retomada das exportações do setor automotivo, a produção de milho e as exportações em patamares próximos dos verificados em 2011 e 2012 - anos de recorde de vendas ao exterior.

Resíduo - Um dos motivos apontados pelo Mdic para o déficit recorde até maio é a importação de aproximadamente US$ 4,6 bilhões de petróleo e derivados ocorrida no fim de 2012, mas que só agora terminou de ser contabilizada. "Todo o resíduo de importação de petróleo e derivados que ainda restava do ano passado foi contabilizado até maio", disse Tatiana. Além da entrada de petróleo e derivados feita no ano passado e com efeitos apenas em 2013, há ainda o impacto do "aumento do consumo doméstico e queda das exportações" desses itens neste ano, frisou Tatiana.

Acumulado - No acumulado dos últimos 12 meses até maio, a o saldo registrado é um superávit de US$ 7,8 bilhões, informou a secretária, ao reforçar que o governo segue com expectativa de superávit na balança para o ano e que ainda não fará uma estimativa de valor de exportações em 2013.

Vendas externas - A perspectiva do Mdic é que as vendas externas vão ficar "em patamar elevado, no mesmo nível de 2011 e 2012, recordes para exportações", disse Tatiana. Mesmo com a queda de 2,8% das exportações brasileiras no acumulado até maio em relação ao mesmo período do ano passado, o resultado ainda significa um patamar elevado nos embarques, visto que o momento é de crise internacional, quando há impacto tanto no preço como na quantidade exportada, avaliou.

Efeitos - Sobre os efeitos da desvalorização do real no comércio exterior, a secretária disse que o impacto "não costuma ser imediato". Ela lembrou ainda que os contratos de comércio internacional são fechados em prazos maiores. Assim, a interferência do câmbio não é significativa no curto prazo, lembrou Tatiana ao ser questionada se as recentes mudanças no patamar do dólar influenciam uma alta nas exportações e baixa nas importações. (Valor Econômico)

CNC: Varejo deve começar a reagir no segundo semestre

O varejo deve encerrar o segundo trimestre em desaceleração, mas, a partir de julho, uma reação deve ocorrer, de acordo com Fabio Bentes, economista da Confederação Nacional do Comércio (CNC). “Não há novidades positivas neste segundo trimestre. Para não descartar qualquer evento positivo, podemos esperar desaceleração da inflação de alimentos nos próximos meses, o que deve ajudar nas vendas de supermercados e hipermercados”, afirmou Bentes.

Confiança - De acordo com a Confederação Nacional do Comércio (CNC), a confiança dos empresários do setor voltou a cair em maio, recuando 1,5% na comparação com abril, para 124,7 pontos. Em relação a maio de 2012, o indicador caiu 3,3%. “O que faz o indicador ceder mês após mês é a queda nas vendas, que estão em patamares baixos, considerando o histórico recente”, disse ele. Crédito mais caro e inflação, sobretudo de alimentos, são os motivos.

Inadimplência - Além do arrefecimento na inflação de alimentos Bentes espera queda na inadimplência nos próximos meses, o que deve beneficiar as vendas do comércio no segundo semestre. Nesse cenário, a CNC estima que o setor deverá crescer entre 4,5% e 5% neste ano, depois de avançar 8,5% em 2012.

Juros - Segundo ele, o aumento das taxas de juros não deve prejudicar a melhora no varejo. “A alta dos juros pode dificultar um pouco as vendas de bens duráveis, mas elas estão em um patamar bom. Com a inflação mais branda, as vendas de bens não duráveis, que estão baixas, devem melhorar. Dessa forma, as vendas do comércio devem ficar mais equilibradas”, disse ele. (Valor Econômico)

IBGE: Produção industrial tem segundo mês de crescimento

ibge 04 06 2013A produção da indústria brasileira registrou a maior alta desde o início do ano e superou estimativas. De acordo com a Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aumentou 1,8% em abril, na comparação com março, na série com ajustes sazonais. O resultado ficou acima da média de 0,9% das projeções de 12 consultorias e instituições financeiras ouvidas pelo Valor Data. O intervalo das estimativas foi de 0,5% a 1,7%.

Alta - A produção é a mais alta desde janeiro, quando aumentou 2,7%, ante dezembro, feitos os ajustes sazonais. Em março, a produção avançou 0,8% sobre fevereiro, dado revisado de uma alta de 0,7%.

Abril - Na comparação com abril de 2012, a produção industrial brasileira subiu 8,4%. No acumulado do ano, registrou alta de 1,6% e, em 12 meses, recuo de 1,1%.

Bens de capital - A comparação entre abril e março mostrou alta de 3,2% na produção de bens de capital, já com ajustes sazonais. Na mesma base de comparação, a produção de bens intermediários subiu 0,4%, enquanto a de bens de consumo duráveis avançou 1,1% e a de bens de consumo semi e não duráveis subiu 0,9%. Em relação a abril de 2012, a produção de bens de capital avançou 24,4%, a de bens intermediários subiu 5,0%, ao passo que a produção de bens de consumo duráveis cresceu 14,9% e a de bens de consumo semi e não duráveis avançou 5,2%.

Alta - No acumulado de 2013 até abril, a produção de bens de capital subiu 13,4%, a de bens intermediários cresceu 0,4%, enquanto a de bens de consumo duráveis subiu 4,5%. No período, a produção de bens de consumo semi e não duráveis caiu 1,6%.

Doze meses - Nos últimos 12 meses encerrados em abril, a produção de bens de capital caiu 4,4%, a de bens intermediários cedeu 0,9%, a de bens de consumo duráveis avançou 1,4% e a de bens de consumo semi e não duráveis diminuiu 0,7%. (Valor Econômico)

 


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