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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3113 | 13 de Junho de 2013

VISITA: Secretário dos Esportes divulga o programa Talento Olímpico Paranaense

O secretário dos Esportes do Paraná, Evandro Rogério Roman, visitou, na tarde desta quarta-feira (12/06), a sede do Sistema Ocepar, em Curitiba. Roman foi recebido pelo presidente João Paulo Koslovski, e explicou em detalhes o andamento do Programa Talento Olímpico Paranaense (TOP 2016), que terá sua terceira edição lançada em julho. “Nesse ano, o objetivo é conceder incentivos a cerca de 2 mil atletas. As bolsas vão de R$ 150,00 a R$ 1.500,00 mensais, um apoio importante para que esses atletas tenham possibilidades de treinar e permanecer no Paraná”, disse.

Apoio - Atualmente, o TOP apoia 1000 atletas em todas as regiões do Paraná, com incentivos para que eles possam investir em seus treinamentos. O programa visa tornar o estado uma referência nacional do esporte até 2016, ano em que o país sediará os Jogos Olímpicos, que acontecerão no Rio de Janeiro. “O TOP é o principal programa de incentivos do Paraná, com foco principalmente nas crianças e jovens atletas paranaenses. Para 2013, estimamos que os investimentos do Talento Olímpico Paranaense chegarão a R$ 13 milhões”, afirmou. Roman pediu o apoio do setor cooperativista para a difusão do programa em todo o estado. “O TOP tem um forte cunho social”, enfatizou o secretário.

Lançamento - Ainda sem data marcada, o lançamento do programa da edição 2013 deve reunir, segundo Roman, cerca de dois mil atletas paranaenses. As metas para 2014 preveem disponibilizar incentivos para mais de 3600 atletas. Acompanharam o secretário durante a visita à Ocepar, o diretor do Instituto Paranaense de Ciência do Esporte (IPCE), Lissandro Moisés Dorst, e representantes da Syngenta, empresa apoiadora do programa: João Paulo Kriigner Zampieri, diretor da Unidade de Negócios Sul, Rogerio dos Santos Larroque, gerente de marketing, e Lydia Christina Cabral Damian, gerente de relações institucionais. 

Categorias - O TOP é dividido por categorias, que determinam o valor da bolsa mensal: TOP Formador, destinado a atletas de 11 a 14 anos que estejam estudando em escolas públicas; TOP Escolar, destinado a atletas de 11 a 18 anos, indicados pelas federações esportivas; TOP Nacional, que beneficia atletas com trajetória de reconhecimento nacional, entre eles atletas paraolímpicos; TOP Internacional, voltado a atletas que tenham defendido o Brasil em competições internacionais; TOP Técnico, para treinadores de diversas modalidades esportivas.

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SISTEMA OCEPAR: Diretoria promove reunião ordinária no dia 2 de julho

 

 

 

sistema Ocepar 13 06 2013 (2)A 27ª Reunião Ordinária da Diretoria da Ocepar, referente à gestão 2011/2015, será realizada no dia 2 de julho, na sede da entidade, em Curitiba. Entre os assuntos em pauta estarão os Encontros de Núcleos Cooperativos, ocorridos entre os dias 3 e 6 de junho, com a presença de cooperativistas de todo o Estado. O projeto de lei sobre o ato cooperativo em tramitação no Congresso Nacional e a promulgação da Proposta de Emenda Constitucional, que cria quatro Tribunais Regionais Federais no País, um deles no Paraná, também serão debatidos. Na sequência, será realizada a reunião da diretoria da Fecoopar. Já o Sescoop/PR promove a 13ª Reunião Ordinária do Conselho Administrativo a partir das 17h. Normalmente, as diretorias das três entidades se reúnem no início da segunda semana do mês, mas desta vez a data foi ajustada para o mesmo dia em que terá início o Fórum dos Presidentes das Cooperativas do Paraná, às 19h.

 

 

SUESPAR: Koslovski participa da abertura do Simpósio das Unimeds do Paraná

suespar 13 06 2013O presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski, participa, na noite desta quinta-feira (13/06), da abertura do 21º Simpósio das Unimeds do Estado do Paraná (Suespar), que acontece até sábado (15/06), no Bourbon Cataratas Convention & SPA Resort, em Foz do Iguaçu. O evento terá ainda a participação do coordenador jurídico da entidade, Paulo Roberto Stöberl, que vai ministrar conferência sobre capital social. Já o gerente de Desenvolvimento Humano do Sescoop/PR, Leonardo Boeshe, apresenta uma palestra para os integrantes do Núcleo de Desenvolvimento Humano (NDH) da Unimed. Nesta edição, o Suepar tem como tema central “Atenção à saúde: política e prática”.

Público - Em 2012, aproximadamente 900 pessoas participaram das palestras e eventos sociais, e percorreram a feira de negócios, que contou com expositores de diferentes segmentos de atuação. O objetivo da edição deste ano é dar continuidade ao debate iniciado no ano passado sobre visões diferentes em assistência em saúde, discutindo formas de implantação do novo modelo assistencial e da sustentabilidade do negócio. Além de discutir também maneiras de estimular a mudança cultural necessária, seja da população, seja dos próprios médicos, no que diz respeito à relação médico-paciente.

Clique aqui para obter mais informações sobre o 21º Suespar

 

INFORME AGROECONÔMICO: Boletim traz levantamento sobre os custos de produção dos principais grãos

A Gerência Técnica e Econômica da Ocepar (Getec) acaba de publicar mais uma edição do Informe Agroeconômico, com o levantamento sobre os custos de produção dos principais grãos cultivados no Estado, tomando como base os preços pagos e recebidos pelos agricultores paranaenses em maio. De acordo com o estudo, nos últimos doze meses, a variação dos custos operacionais foi de 15% no milho; 11,6% na soja e de 8,5% no trigo. Os fertilizantes e os herbicidas se destacaram entre os insumos de maior aumento nos custos variáveis.

Clique aqui e confira o Informe Agroeconômico na íntegra

MEIO AMBIENTE: Profissionais da Unicampo recebem capacitação sobre o CAR

Nesta quarta-feira (12/06), foi promovido em Maringá, por iniciativa da cooperativa de profissionais de agronomia Unicampo e da Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), um evento de capacitação para cerca de 40 profissionais, entre engenheiros agrônomos e técnicos agrícolas cooperados, sobre o novo Código Florestal e o Cadastro Ambiental Rural (CAR). O conteúdo foi ministrado pelo engenheiro agrônomo e assessor de meio ambiente da Ocepar, Sílvio Krinski.

Regularização - O CAR é o primeiro passo para a regularização da propriedade rural frente ao novo Código Florestal. O cadastro está descrito na Lei Federal, mas, apesar de já ter sido criado há um ano e meio, ainda não foi regulamentado pelo Ministério do Meio Ambiente e pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP). Somente após essa regulamentação é que passará a ser exigido, mas, antecipando-se, a Unicampo organizou o evento para orientar seus cooperados como será o seu funcionamento. “O produtor deve aguardar a regulamentação do CAR para tomar qualquer decisão ou para regularizar sua propriedade quanto ao novo Código Florestal”, afirmou Krinski.

Paraná - Em todo o Paraná há 514 mil propriedades rurais que precisarão ser cadastradas, independente do tamanho ou se já foi feita ou não a adequação ambiental. Segundo Krinski, o CAR é autodeclaratório e o produtor é quem deverá entrar no sistema SICAR, que será disponibilizado via internet, e fornecer as informações solicitadas no cadastro do produtor, da propriedade e do uso do solo da propriedade.

Orientação - Com a capacitação, os profissionais da Unicampo ficam preparados para prestar orientações aos produtores. Depois de feito o CAR é que o IAP se pronunciará sobre como o produtor deve adequar sua propriedade ao novo Código Florestal. (Imprensa Unicampo)

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UNIMED MARINGÁ: Cooperativa médica desenvolve ações ambientais

Durante este mês de junho, como parte das celebrações voltadas ao Meio Ambiente, a Unimed Maringá está fazendo, desde o dia 6, a distribuição de mais de 700 mudas de árvores nativas a clientes que adquirirem planos de saúde junto a empresa comercializadora Ânima, também aos usuários da unidade de Medicina Preventiva (MEP) e do Centro Integrado de Assistência à Saúde Unimed (Ciasu). As mudas são da espécie palmeira e da frutífera araçá. O projeto foi batizado de “Pegadas de Carbono” e é uma das ações que compõem o programa Unimed Verde, que inclui outras iniciativas.

Descarte correto - Uma delas está relacionada ao descarte correto de pilhas e baterias. No último ano foram arrecadados mais de 18 quilos e este ano a expectativa é superar essa quantidade. “As caixas de coleta ficam na MEP, Ciasu e na sede administrativa, onde também são recebidas pilhas e baterias de toda a comunidade”, informa a analista de responsabilidade socioambiental, Patrícia Sodré.

Coleta de óleo - A cooperativa médica faz também a coleta de óleo usado de cozinha. Em 2012, foram recolhidos aproximadamente 2 mil litros para a destinação ambientalmente correta, a cargo de uma empresa de  Campo Mourão, assim como os mais de 20 mil quilos de papel que também foram direcionados à reciclagem. Os copos descartáveis também terão destino correto este ano, preservando do meio ambiente mais de 1 milhão de unidades. “As ações não param por aí. Estamos sempre estudando soluções para minimizar o impacto e contribuir para o desenvolvimento sustentável”, acrescenta a analista.

Ganho - Moradora em Maringá desde 1946, a agricultora Maria Aparecida Thomas, de 72 anos, cliente Unimed, recebeu uma das mudas e elogia a iniciativa da cooperativa médica. “Se todas as empresas fizerem a sua parte, a natureza e todos só temos a ganhar”, cita. (Imprensa Unimed Maringá)

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SICRED PARQUE DAS ARAUCÁRIAS: Finalizada a Campanha Inverno Cooperativo 2013

Pelo quinto ano consecutivo, a cooperativa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC realizou a campanha “Inverno Cooperativo”, que mobiliza colaboradores e integrantes das comunidades dos 18 municípios dos estados do Paraná e Santa Catarina, nos quais está presente, arrecadando doações e destinando-as a famílias carentes das comunidades. Na grande maioria dos municípios a campanha foi encerrada e outros se preparam para a finalização esta semana, destinando o que foi arrecadado no período de um mês nas Unidades e nas ações conjuntas com o “Dia D” de visita nas casas e empresas. Todo o montante é entregue às secretarias municipais, que possuem famílias cadastradas, ou a entidades próprias, que recebem a ajuda da social da comunidade.

Iniciativas - Em todas as cidades os colaboradores fizeram parcerias com Rotary, Lions, secretarias de Ação Social, Associações e rádios locais, para estimular o voluntariado e aumentar a volume arrecadado. Em Mangueirinha (PR), a parceria envolveu outras empresas, que arrecadaram e se empenharam na separação das peças.

Escolas - Em Honório Serpa, alunos e professores de três escolas se uniram à Unidade e para arrecadar doações que “lotaram” as caixas do Inverno Cooperativo. As roupas e cobertores foram encaminhados à Creche Municipal, que fará um bazar (vendendo por preços simbólicos) para arrecadar dinheiro e adquirir outros equipamentos que necessitam.

Santa Catarina - Em Santa Catarina, o exemplo é o mesmo: em Treze Tílias foram feitas pelo menos oito entregas através da Unidade do Sicredi, a partir das doações. Três encaminhadas a pastores de igrejas locais e outras cinco doações diretas às famílias do município. Em Abelardo Luz, a partir de uma parceira com o CDL, além da arrecadação na Unidade os colaboradores participaram no sábado, 08, de uma recolha pelas ruas da cidade. Feita a separação, nesta semana serão feitas entregas ao Rotary, ao Lions e á prefeitura para a destinação às famílias carentes. (Imprensa Sicredi Parque das Araucárias)

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SICREDI VALE DO PIQUIRI: Programa A União Faz a Vida é lançado em Campo Mourão

Os convidados a participar do lançamento do Programa A União Faz a Vida em Campo Mourão foram recepcionados por alunos da escola Sesi, que apresentaram um repertório musical especial. A solenidade de lançamento do Programa A União Faz a Vida aconteceu na tarde de quarta-feira (12/06), no auditório do Sesi, com a presença de diretores das instituições, educadores do Sesi, equipe da Sicredi e convidados. “Essa nova etapa da realização do programa com a escola Sesi trará com certeza bons resultados a todos os envolvidos e também a busca na melhoria da qualidade de vida das pessoas que vivem próximas a escola”, comenta o presidente Jaime Basso.

Metodologia - A escola também encontrou uma forma diferente de apresentar a metodologia, com um vídeo preparado por alunos e depoimentos de egressos, formados na primeira turma. “Para falar do resultado da metodologia, nada melhor que os alunos que vivenciam juntamente com os educadores essa experiência única”, afirma a professora Adriana Maria Ferreira que apresentou a metodologia do Sesi aos convidados.

Complemento - Para a gerente do Sesi de Campo Mourão, Ana Rosélis Kvitschal, o programa complementa as ações já realizadas pela escola e irá contribuir para a formação dos educandos. “Acredito muito que a prática do programa no cotidiano irá reforçar o que já realizamos na escola, com o objetivo de preparar os nossos jovens para uma vida mais comprometida com o social. A ideia é melhorar a vida da comunidade onde estamos inseridos”, avalia.

Importância - O presidente da Central Sicredi PR/SP e da Sicredipar participou do evento e ressaltou a importância dessa parceria com o Sesi em âmbito estadual. “Nós começamos a parceria no ano passado e os frutos colhidos nos permitem ampliar essa rede de relacionamento, despertando em um número bem maior de educadores e alunos princípios da cidadania e da cooperação. Essa é uma parceria que chegou para ficar”, diz. (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri PR/SP)

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SICREDI OESTE PR: Cooperativa participa da Feira Shopping 2013, em Toledo

sicredi oeste 13 06 2013A Sicredi Oeste PR marcou presença na tradicional Feira Shopping de Toledo (PR), que aconteceu de 05 a 09 de junho, no Centro de Eventos Ismael Sperafico. O evento que completou 20 anos consolidou-se por realizar bons negócios, proporcionar cultura e entretenimento aos visitantes. Segundo o diretor executivo da cooperativa, Inácio Cattani, a feira fomenta um público de 60 mil pessoas e mais de 95 expositores com atrações para todas as idades e é uma ótima oportunidade para realizar negócios. “Oferecemos aos empresários da região solidez no âmbito nacional e regional. A Sicredi Oeste PR possui 16,5 mil associados, destes 77% são pessoas jurídicas do nosso munícipio, por isso a cooperativa preza pelo bom relacionamento e conta com uma estrutura diferenciada, através do Sicredi Empresas, para atender os empresários de Toledo e região”, enfatiza.

Valorização - Pensando na valorização dos sócios e pautados no mote “A Vida é melhor quando cooperativa”, os produtos e serviços convergem com a filosofia. Conforme o gerente de unidade de atendimento, Jeter Suptitz, a participação na Feira Shopping foi um sucesso. “Aproveitamos a ocasião para divulgar a campanha Aplique e Ganhe, lançada no mês de maio e que, além de proporcionar excelentes rendimentos aos associados, dá direito a brindes”, diz. O gerente conclui observando que o clima e o período colaboraram com o evento e isso motivou todos os envolvidos: expositores, fornecedores e o público visitante. (Imprensa Sicredi Oeste do Paraná)

 

 

 

PLANALTO DAS ARAUCÁRIAS PR/SP: Sicredi promove palestra para mais de 200 pessoas

Nos dias 6 e 7 de junho, foi realizada a palestra "Diferencial Competitivo, Motivação e Vendas", em São Mateus do Sul e Campo Largo. O evento, promovido pelo Sicredi, Icatu Seguros e Associação Comercial Industrial e Agropecuária, contou com a participação de aproximadamente 120 pessoas em cada cidade.

Conferencista - A palestra foi comandada por Marcos Monteiro, conhecido como "Marcos Pulga", conferencista motivacional e consultor de empresas na área de Vendas, com experiência há mais de 15 anos em treinamentos, conferências e congressos. Com foco nas exigências do mercado, o palestrante buscou desenvolver e melhorar a qualidade do público na área de vendas, além de levar criatividade e bom humor aos presentes.

Temas - Os participantes puderam ouvir sobre diversos temas, como Seguros, Atendimento, Liderança, Administração do Tempo, entre outros. Além disso, ajudaram o Lar São Mateus, entidade sem fins lucrativos que atende crianças de 5 a 10 anos, e a ERCE - Escola de Educação Infantil e Fundamental, na modalidade Educação Especial, de Campo Largo, que receberam os litros de leite doados pelos participantes. (Imprensa Sicredi Planalto das Araucárias PR/SP)

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FRENCOOP: Diretoria se reúne na sede da OCB

Pautas prioritárias para as cooperativas brasileiras foram discutidas pelos diretores da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) na terça-feira (11/06), em Brasília (DF). Os temas fazem parte do plano de ação estabelecido pelo Sistema OCB para o ano de 2013 – baseado nas proposições reunidas na Agenda Legislativa do Cooperativismo. A reunião contou com a presença do presidente do Sistema, Márcio Lopes de Freitas, de deputados e senadores de nove unidades da Federação e do coordenador político da Frencoop, Odacir Zonta.

Matérias - Durante o encontro, falou-se sobre o andamento das matérias na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, com a definição de estratégias que visem à aprovação das proposições no menor tempo possível. O Projeto de Lei Complementar 271/2005 – que dispõe sobre o adequado tratamento tributário ao ato cooperativo – estava na pauta, assim como o Projeto de Lei 3.067/2011 – o qual propõe o acesso das cooperativas de crédito aos recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Os diretores também debateram sobre a Lei 12.619/2012 e seus desdobramentos para o movimento cooperativista.

Dia Internacional do Cooperativismo – Na oportunidade, o deputado Osmar Serraglio (PR) informou ao grupo a data de realização da sessão solene em comemoração ao Dia Internacional do Cooperativismo - prevista para a manhã do dia 11 de julho. A celebração ocorre anualmente, sempre no primeiro sábado do mês.

Nova diretoria – Ao final, o coordenador político da Frencoop lembrou que a posse da nova diretoria da Frente será realizada no dia 2 de julho.

Presenças - Também acompanharam o debate, o superintendente e as gerentes Geral e de Relações Institucionais da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Renato Nobile, Tânia Zanella e Fabíola Nader, respectivamente, além da equipe técnica da entidade. (Informe OCB)

SEGUROS UNIMED: Nova patrocinadora do futebol brasileiro

A Seguros Unimed é a nova patrocinadora das seleções brasileiras de futebol. O contrato, assinado no último dia 02, terá a duração de seis anos, com término previsto para julho de 2019, após a realização da Copa América. Serão contemplados todos os times – Principal, Olímpica, Sub 15, Sub 17, Sub 20 e Sub 23, além das seleções femininas e da própria Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O grupo contará, ainda, com os benefícios do plano de saúde da seguradora.

Trajetória natural - "Estar com a CBF é uma trajetória natural de nossa história de marca. Nos últimos anos, investimos em duas modalidades: no futebol e nas provas de corridas de rua. Já patrocinamos, por exemplo, o Palmeiras e o Santos. Agora, elegemos apoiar os principais eventos esportivos que ocorrerão em nosso país: Copa das Confederações, Copa do Mundo e Paraolimpíadas", declara Rafael Moliterno Neto, presidente da Seguros Unimed.

Exposição da marca - A parceria permitirá à Seguros Unimed a exposição da marca em todas as ações e os eventos que tiverem a participação da CBF, no Brasil e no exterior. Também poderá utilizar mundialmente o título de "Patrocinadora Oficial da Seleção Brasileira de Futebol", bem como os uniformes da Seleção, nome, marcas, outros sinais distintivos e emblemas para a realização de ações publicitárias e promocionais. Os sinais oficiais e imagens da CBF e da Seleção também poderão ser usados para tal finalidade.

Outras contrapartidas - A seguradora ainda terá sua marca exposta no backdrop padrão da CBF durante entrevistas, na placa de publicidade estática, em amistosos de mando da Confederação, e em todos os treinos das seleções. E mais – haverá a exposição da logomarca da Seguros Unimed no site oficial da CBF como patrocinadora, e a logo da CBF também poderá ser aplicada nas carteirinhas do seguro saúde, envelopes e demais canais de venda e materiais publicitários. Terá direito, ainda, de ter sua ambulância nos jogos oficiais de mando da Seleção Brasileira e a extensão de todas essas ações para o Sistema Unimed. (Seguros Unimed)

GRÃOS I: USDA mantém cenário de retomada da oferta de grãos

Em um relatório com poucas novidades, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) reiterou nesta quarta-feira (12/06) o cenário de recomposição da oferta e queda dos preços dos grãos para a safra 2013/14. Como esperado, o USDA reduziu sua previsão para a produção mundial de soja, milho e trigo, mas os cortes foram considerados tímidos e não ameaçam a perspectiva de crescimento em relação à safra 2012/13.

Produção mundial - De acordo com o órgão, a produção mundial de milho pode chegar a 962,6 milhões de toneladas, uma redução de 0,34% ante a estimativa divulgada em maio. A projeção para os estoques finais também caiu, 1,8%, para 151,8 milhões de toneladas. Ainda assim, trata-se de um aumento de 11,4% na produção e de 22,1% nos estoques, quando comparados aos da safra anterior.

EUA - A questão mais relevante, agora, é o que vai acontecer com a produção nos EUA. Como o cultivo atrasou, em virtude do excesso de chuvas entre abril e maio, avalia-se que parte da área que seria destinada ao grão foi transferida para a soja - ou mesmo tenha sido abandonada. De acordo com Stefan Tomkiw, do Jefferies Bache, em Nova York, acreditava-se que de 1 milhão a 1,5 milhão de acres passariam do milho para a soja, mas agora as apostas foram reduzidas para um intervalo entre 500 mil e 1 milhão de acres [202,34 mil a 404,69 mil hectares]. "Acho que o restante dos produtores de milho recorrerá ao seguro de produção", disse.

Redução - Nesta quarta, o USDA reduziu em 0,95%, a 355,7 milhões de toneladas, sua estimativa para a nova safra americana de milho. Ainda assim, o número indica um aumento de quase 30% ante a colheita anterior e 6,9% sobre a produção recorde de 2011/12. Contudo, o ajuste refletiu um corte na produtividade esperada, e não na área. Ou seja, baseou-se na projeção de plantio divulgada em 31 de março, que será revista no fim deste mês. "O relatório de 28 de junho certamente trará uma redução na área", afirmou Tomkiw.

Estoques americanos - O USDA também previu que os estoques americanos de milho somarão 49,52 milhões de toneladas ao fim da safra - 3% abaixo da estimativa de maio, mas 153% maiores que o volume remanescente da safra anterior. O ajuste foi menor do que o esperado pelo mercado - analistas ouvidos pela Dow Jones Newswires haviam antecipado um corte de 12%. Em reação, os preços do milho negociado em Chicago caíram 2,5% nos contratos para entrega em dezembro.

Neutro - O relatório do USDA foi praticamente neutro para a soja. De acordo com o USDA, o mundo deve colher 285,3 milhões de toneladas no próximo ciclo, apenas 200 mil a menos do que o previsto em maio. O volume representa, porém, um crescimento de 6,6% ante a safra anterior.

Países - O órgão manteve em 92,26 milhões de toneladas a projeção para a produção americana, aumento de 12,4% ante a safra anterior. Também foram mantidas as previsões para a produção de Brasil (85 milhões de toneladas) e Argentina (54,5 milhões), que só começam a plantar a nova safra no último trimestre.

Corte - O USDA também reduziu, em 1,69%, para 73,69 milhões de toneladas, a projeção para os estoques finais mundiais da safra 2013/14. O corte deveu-se a um ajuste nos estoques remanescentes da safra passada, reduzidos em 1,93%. Apesar disso, o volume ainda representa uma alta de 20,4% ante o de 2012/13.

Mercado - O mercado de soja praticamente não se moveu após a divulgação dos números. Em Chicago, os contratos da commodity para entrega em julho, mais negociados, fecharam em baixa de 0,16%. Os lotes para novembro cederam 0,86%.

Trigo - O USDA também reduziu em 0,7% sua projeção para a produção mundial de trigo na próxima safra, a 695,86 milhões de toneladas - volume ainda 6,1% superior ao de 2012/13. Com isso, o estoque de passagem esperado foi cortado em 2,75%, para 181,25 milhões de toneladas. Trata-se, porém, de um aumento de 0,8% ante o volume remanescente da safra anterior.

Estoque de passagem - A produção americana foi elevada em 1,1%, para 56,61 milhões de toneladas, embora o volume seja 8,3% inferior ao colhido no ano passado. Já o estoque final de passagem esperado foi reduzido em 1,75%, a 17,93 milhões de toneladas, o que significa uma queda de 11,6% em relação à safra anterior. Ainda assim, os contratos de trigo para entrega em julho amargaram queda de 1,97% em Chicago.

Algodão - Em contrapartida, o USDA publicou um relatório considerado altista para o algodão. O órgão reduziu em 0,56%, para 117,2 milhões de fardos, sua estimativa para a produção mundial da pluma. Trata-se de uma redução de 3,1% em relação à safra anterior. O órgão revisou para baixo hoje a previsão para a safra 2013/14 de algodão ao redor do mundo. A expectativa, agora, é de uma colheita de 117,16 milhões de fardos da fibra, ligeira queda de 0,56% na comparação com os 117,82 milhões de fardos estimados no relatório de maio. Contrariando as expectativas do mercado, o USDA cortou a previsão para a safra dos EUA - em 3,7%, para 13,5 milhões de fardos - reflexo dos problemas climáticos durante o plantio. Em Nova York, os contratos de segunda posição, para outubro, fecharam em alta de 2,83%. (Valor Econômico)

GRÃOS II: Brasil 'perde' liderança na produção de soja

graos II 13 06 2013Nos últimos metros da corrida, o Brasil perdeu para os EUA a disputa pelo posto de maior produtor mundial de soja da safra 2012/13. Nesta quarta-feira (12/06), o Departamento de Agricultura (USDA) reduziu de 83,5 milhões para 82 milhões de toneladas sua estimativa para a colheita brasileira no ciclo. São 60 mil toneladas a menos do que os americanos colheram, segundo o órgão. Os EUA são, historicamente, os maiores produtores mundiais de soja. A vantagem em relação ao Brasil, que já vinha diminuindo nos anos anteriores, evaporou em 2012/13 devido à seca que castigou as lavouras americanas. Até maio, a previsão era de que o Brasil colhesse pelo menos 1,5 milhão de toneladas a mais que os concorrentes no período.

Problemas na colheita - Contudo, os números foram revistos após os problemas com a colheita no Cerrado nordestino e em Mato Grosso. No começo do mês, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estimou a produção em 81,28 milhões de toneladas - volume ainda menor que o previsto pelo USDA. Apesar disso, o Brasil se mantém como o maior exportador mundial. Em 2012/13, serão embarcadas 37,9 milhões de toneladas, ante 36,2 milhões pelos EUA.

Produção - Para 2013/14, os EUA tendem a ampliar a vantagem em termos de produção. A previsão do USDA é que os americanos colham 92,26 milhões de toneladas, ante 85 milhões do Brasil. (Valor Econômico)

 

GRÃOS III: Rentabilidade da soja recua em MT, mas avança no PR

graos III 13 06 2013Apesar da combinação de produção e preços recordes, os produtores de soja de Mato Grosso amargaram uma queda de rentabilidade no ciclo 2012/13, que termina oficialmente no fim do mês. Em média, os sojicultores do médio-norte de Mato Grosso embolsaram R$ 900 por hectare depois de pagar todas as despesas operacionais, uma queda de aproximadamente 10% em relação à safra anterior, estima a consultoria Agroconsult. Os resultados foram afetados pelo desempenho das lavouras, prejudicadas pelo excesso de chuvas entre janeiro e fevereiro. "As margens seriam recorde, não fosse a queda da produtividade", afirma André Pessôa, sócio da Agroconsult.

Rendimento médio - Segundo ele, o rendimento médio das lavouras na região ficou próximo de 50 sacas por hectare na safra atual, ante 54 na anterior. A redução significa uma perda de receita de quase R$ 200 por hectare aos preços de hoje. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), os produtores mato-grossenses ampliaram em 12% a área plantada, mas a produção cresceu apenas 7,7% neste ano devido a uma queda de quase 4% na produtividade.

Comercialização - Os números indicam ainda que os produtores perderam na estratégia de comercialização. De acordo com o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), quase metade da produção foi vendida até junho de 2012, quando os preços da soja para entrega em março deste ano ainda oscilavam na faixa de US$ 13,50 por bushel (cerca de R$ 60 por saca de 60 quilos) na bolsa de Chicago, muito abaixo dos picos ao redor de US$ 17 por bushel (R$ 75 por saca) atingidos em agosto.

Margem - Mesmo assim, os produtores de Mato Grosso não têm do que reclamar. O rendimento de R$ 900 por hectare representa uma margem bruta de quase 65% em relação ao custo médio de produção, estimado pela Agroconsult em R$ 1.400 por hectare. A conta não considera despesas como o preço do arrendamento da terra e a depreciação de tratores e colheitadeiras.

Paraná - Já os produtores da região Sul só têm motivos para comemorar. Segundo a Agroconsult, a renda bruta dos produtores no Paraná cresceu 74% neste ano, para cerca de R$ 1.500 por hectare. Trata-se de um retorno de 115% sobre os custos diretos de produção, estimados pela consultoria em cerca de R$ 1.300 por hectare. Na região de Londrina, o rendimento sobre o custo operacional chegou a 139%, o maior do país, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Mesmo colocando-se na conta o custo total - que leva em conta itens como depreciação e o custo de oportunidade da terra - o lucro chegou a 64% do capital investido.

Produtividade - Assim como em Mato Grosso, a principal variável para a rentabilidade no Paraná foi a produtividade. Segundo a Agroconsult, no ano passado, os produtores paranaenses colheram apenas 41 sacas por hectare por causa de uma severa estiagem; neste, foram 56. A diferença corresponde a uma receita adicional de quase R$ 750 por hectare, aos preços de hoje. A produção total do Estado deve crescer 44,9%, para 15,85 milhões de toneladas.

Custo de produção - Segundo José Aroldo Gallassini, diretor-presidente da Coamo, a maior cooperativa do país, com sede em Campo Mourão (PR), os agricultores cooperados embolsaram cerca de R$ 30 por saca de soja em 2012/13, de um preço médio de venda de R$ 52. Esse cálculo também desconsidera despesas com o arrendamento da terra e a depreciação de máquinas. A Coamo contabilizou neste ano uma produção recorde, de 3,6 milhões de toneladas. Em 2011/12, sob o impacto de uma grave seca, foram 2,6 milhões.

Capitalização - "A rentabilidade foi muito boa, e os agricultores aproveitaram para se capitalizar. Isso permite que eles comprem à vista a maioria dos insumos para a safra 2013/14", destaca Gallassini. O presidente da Coamo acrescenta que a taxa de inadimplência dos produtores que se financiam por meio da Credicoamo, o braço de financiamento da cooperativa, "é praticamente zero", outro reflexo da renda elevada.

Mudança - Marcelo Garrido, economista do Departamento de Economia Rural (Deral), ligado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paraná, pondera que a rentabilidade final da safra 2012/13 ainda pode mudar nos próximos meses, já que um terço da soja colhida no Estado ainda não foi comercializada. Entre os cooperados da Coamo, cerca de 45% da colheita ainda não foi vendida.

Efeitos - Ou seja, uma parte relativamente importante da renda ainda sofrerá os efeitos da variação dos preços durante os próximos meses. Historicamente, os preços da soja tendem a subir entre julho e agosto diante da redução dos estoques no Brasil e das especulações em relação ao clima e ao tamanho da produção nos EUA.

Milho - Entretanto, o cenário pode ser diferente neste ano, uma vez que parte da área que seria plantada com milho nos Estados Unidos pode migrar para a soja devido ao clima, que atrapalhou o plantio dos milharais. "Neste momento, o que temos são rumores de 1 milhão a 1,5 milhão de acres a mais para a soja, o que pode trazer maior pressão aos preços", disse Garrido. (Valor Econômico)

 

POLÍTICA AGRÍCOLA: Governo pode intervir no abastecimento de milho na região Sul

O Governo Federal vai auxiliar no abastecimento de milho na região Sul do País este ano, caso necessário. A informação foi dada pelo secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Neri Geller, durante reunião na sede da União Brasileira de Avicultura (Ubabef), em São Paulo, nesta quarta-feira (12/06). De acordo com Neri Geller, os estoques públicos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) podem ser acionados. “É preciso ter equilíbrio. O Governo Federal vai intervir, caso necessário, para viabilizar alternativas de compra do cereal aos produtores de aves e suínos e também à agroindústria”, afirmou.

Leilões - O abastecimento será garantido por meio de leilões de Prêmio para Escoamento de Produto (PEP) ou de Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural (Pepro), visando tanto apoiar a comercialização de milho nos principais estados produtores quanto viabilizar uma alternativa aos produtores para comprarem o cereal. Para recompor os estoques públicos neste ano, o Governo Federal pretende adquirir 2 milhões de toneladas de milho por meio de contrato de opção, modalidade na qual o produtor pode ou não vender o produto ao Governo em um período pré-determinado. Mais um milhão de toneladas do cereal serão compradas por contrato a termo, onde o produtor é obrigado a entregar o produto para armazéns indicados pela Conab em data futura.

Contemplada - A região Sul já vinha sendo contemplada com leilões públicos do produto. O Nordeste também tem recebido apoio governamental. Por meio da Conab, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) enviou quase 600 mil toneladas do milho, desde o ano passado, para a região de atuação da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene). (Mapa)

IBGE: Emprego industrial cresce pelo 19.º mês consecutivo no Paraná

ibge 13 06 2013O emprego nas indústrias do Paraná registrou a terceira maior expansão no País e o 19.º aumento consecutivo. A Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário (Pimes), divulgada nesta quarta-feira (12/06) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou aumento de 0,5% em abril, na comparação com o mesmo mês do ano passado, contra recuo de 0,5% na média brasileira.

Avaliação - A pesquisa avalia dez estados, mais as regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste. O Paraná ficou atrás apenas de Santa Catarina (1,4%) e Norte e Centro Oeste (1,1%). As principais contribuições vieram dos ramos de fumo (12,3%), têxtil (11,1%), química (4,1%), máquinas e equipamentos (3,0%) e alimentos e bebidas (2%).

Setor fabril - “O setor fabril do Estado vem apresentando, desde 2011, bons resultados, na contramão dos índices negativos verificados no País, devido à pífia expansão econômica, atrelada à redução das exportações, por conta da crise internacional, além da orientação macroeconômica contra o investimento mantida pelo governo federal”, analisou Ana Silvia Martins Franco, técnica do Núcleo de Macroeconomia e Conjuntura, do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes)

Folha – O valor da folha de pagamento real (descontada a inflação), em abril, frente ao mesmo mês de 2012, expandiu 4,6% na indústria paranaense, enquanto a média nacional ficou em 2,6%. “O Paraná exerceu a maior influência positiva sobre o total nacional”, registou Ana Silvia. O resultado foi puxado pela boa performance dos setores de máquinas e aparelhos elétricos e eletrônicos (15,4%), máquinas e equipamentos (10,2%), borracha e plástico (9,7%) e fabricação de meios de transporte (8,0%). Em relação ao número de horas pagas, o setor fabril do Paraná avançou 0,3%, frente crescimento de 0,1% na média do País, que interrompeu 19 meses de taxas negativas.

Acumulados – O nível de emprego no Paraná, no acumulado do primeiro quadrimestre, exerceu a pressão positiva mais importante em comparação aos demais Estados, com variação de 1,4%, diante redução de -0,9% para o Brasil. Além do Paraná, apenas Santa Catarina (0,7%), Região Norte e Centro-Oeste (0,3%) e Minas Gerais (0,1%) registraram variações positivas nesse item.

Salários reais - Em relação à folha de salários reais, a indústria do Estado ampliou 2,5%, em confronto com o resultado de 2% do complexo fabril nacional. Em horas pagas, a indústria do Estado registrou crescimento de 0,9% nos quatro primeiros meses de 2013, diante retração de -1,3% do País. Somente o Paraná e o Rio de Janeiro (0,1%) acumularam taxas positivas para este indicador.

Topo - No acumulado de 12 meses terminados em abril, a indústria paranaense se manteve no topo do ranking nacional, com expansão de 1,4% do contingente ocupado, em trajetória contrária à indústria nacional, que reduziu 1,3%. “O volume de salários reais denota o comportamento positivo do Estado, que se manteve na dianteira nacional ao crescer 6,6%, frente aumento de 3,6% para o Brasil”, completou Ana Silvia.

Horas trabalhadas - Em relação ao número de horas trabalhadas, o Paraná foi o Estado que registrou o maior crescimento (0,7%), frente queda de -1,8% para o País. As atividades que apresentaram melhor desempenho na geração de empregos foram máquinas e aparelhos elétricos, fumo, têxtil e produtos químicos. Ana Silvia explica que as informações da Pimes para abril confirmam “o estágio de acentuado dinamismo exposto pelas variáveis do mercado de ocupações no Paraná - ancorado na agroindústria, metalmecânica, petroquímica e construção civil -, apontado por outras cestas de indicadores”.

Caged – Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho em Emprego (MTE), o Paraná foi responsável por 12,4% dos empregos líquidos, com carteira assinada, da indústria de transformação criados no Brasil, nos doze meses terminados em abril. Tal comportamento colocou o Paraná em quarto lugar no ranking nacional, atrás apenas de Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, que representaram 17,7%, 15,8% e 14,4% respectivamente, do total de postos criados, no mesmo período.

Interior - No Paraná, 88,9% dos empregos industriais foram criados no interior do Estado. “Temos que considerar a influência positiva da política de atração de investimentos e da valorização do setor produtivo, por conta do Programa Paraná Competitivo, que já atraiu mais de R$ 20 bilhões em investimentos para o Estado, além das obras de restauração e ampliação da infraestrutura”, disse Ana Silvia. (Agência de Notícias do Paraná)

 

COMÉRCIO BILATERAL: Indústria quer manter Mercosul com 'ajustes'

Com o desempenho frustrante das exportações brasileiras de manufaturados nos primeiros meses do ano, a discussão de uma agenda para ampliar os acordos bilaterais ganha mais força e revela diferenças sobre o Mercado Comum do Sul (Mercosul) entre entidades que representam a indústria.

Divergência - A divergência pode ser vista dentro da própria Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). A entidade está lançando um documento em que diz que é "um falso problema" a ideia de que a participação do Brasil no Mercosul é um impeditivo para a realização de acordos preferenciais de comércio. A federação defende que o Brasil precisa liderar a definição dos países com os quais o bloco deve iniciar negociações de acordos.

Posição - Essa não foi, porém, a posição da Fiesp que veio a público durante muito tempo. O diretor de comércio exterior da federação, Roberto Giannetti, já declarou que o Mercosul, como união aduaneira, cria uma "camisa de força" por impedir o Brasil de assinar acordos sem a anuência dos demais membros do bloco. Ele chegou a defender a transformação do Mercosul em área de livre comércio.

Crítico - O Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) também tem sido mais crítico. Em estudo recente, a entidade observou que "o Mercosul e os demais países da América Latina são insuficientes para garantir o volume das exportações brasileiras e as novas cadeias de valor que se formam através dos blocos econômicos não contam com a presença do Brasil. Desse modo, mostra-se a necessidade de o Brasil buscar novos parceiros preferenciais de comércio." Procurados, os dirigentes da entidade não se manifestaram.

Fôlego - O Mercosul, para o Brasil, perdeu fôlego. Enquanto a corrente de comércio com Argentina, Uruguai e Paraguai cresceu 158% entre 2003 e 2007, com o superávit saindo de quase zero para US$ 5,7 bilhões, nos cinco anos seguintes a corrente de comércio do país com o bloco cresceu só 14%. O saldo positivo, por sua vez, encolheu 51% segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Opinião semelhante - José Augusto de Castro, presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), tem opinião semelhante. "Numa área de livre comércio os países poderiam se beneficiar de reduções tarifárias entre si, mas cada um teria independência para celebrar acordos", defende. "O problema do Mercosul é a necessidade da anuência de todos. O Mercosul é o Confaz do comércio exterior", compara.

Entendimento - Thomas Zanotto, diretor-adjunto de comércio exterior da Fiesp, diz que não houve mudança de postura da entidade. Segundo ele, a presidência sempre defendeu o fortalecimento do Mercosul em razão da importância dos países do bloco como destino das exportações brasileiras, principalmente manufaturados. "Roberto Giannetti é uma das melhores cabeças de comércio exterior, mas em relação ao Mercosul ele tem entendimento diametralmente oposto ao da Fiesp", diz Zanotto.

Dificuldades comerciais - O diretor-adjunto lembra que hoje há dificuldades comerciais com a Argentina, o maior parceiro comercial do Brasil dentro do bloco. "Os argentinos estão numa situação complexa, mas são nossos clientes e continuarão nossos vizinhos após a crise." Ele destaca o comércio brasileiro de veículos e autopeças com os argentinos, além da importância do país vizinho na venda de máquinas, têxteis e calçados. "Isso não quer dizer, porém, que podemos ser complacentes e aceitar práticas como desvio de comércio, por exemplo."

Regras flexíveis - Segundo Zanotto, o Mercosul tem regras flexíveis. Isso permite, inclusive, que em acordos comerciais amplos haja adesão gradual de alguns Estados membros. "E não podemos partir do princípio de que algum país não vai anuir um acordo-quadro."

TEC - Rabih Nasser, professor de direito internacional da Direito GV, diz que, dentro do Mercosul, a Tarifa Externa Comum (TEC) é um fator que dificulta as negociações. Embora haja exceções, pela TEC se define que os países cobram as mesmas tarifas dos que estão fora do bloco. "Isso é o que caracteriza a união aduaneira." Juridicamente, nada impede que os países do Mercosul estabeleçam flexibilizações negociadas dentro dos acordos, com prazos diferenciados para adesão às regras e tarifas, diz ele.

Paraguai - No documento "Agenda de Integração Externa", a Fiesp defende a reincorporação do Paraguai ao Mercosul até 15 de agosto, quando tomará posse o novo presidente paraguaio eleito. O documento também propõe buscar alternativas negociadas às barreiras comerciais existentes no bloco, sem permitir, porém, que ocorra qualquer tipo de retrocesso à livre circulação de mercadorias, serviços e capitais.

Solução - A Confederação Nacional da Indústria (CNI) também é mais favorável à tentativa de solução dentro do Mercosul. Para Carlos Abjaodi, diretor de desenvolvimento industrial da entidade, o "Brasil não tem que desanimar do bloco, mas precisa de novos caminhos." Ele também aponta a flexibilização de regras do Mercosul como alternativa. Um exemplo, diz, é o acordo com a União Europeia, ao qual a Argentina resiste. "Se três países estão dispostos a fechar o acordo, os outros dois não assinam e aguardam para ver se querem ou não entrar mais tarde", sugere.

Restrições - O diretor afirma que até mesmo em virtude do cenário externo, o Mercosul "deveria estar mais forte, mas estamos sentindo uma série de restrições." Abjaodi diz que há uma necessidade de ampliação de acordos, pois "o mercado doméstico não aguenta a nossa indústria." "Se o Mercosul está deprimido, temos que buscar novos parceiros, mas sempre tentando encontrar soluções dentro do bloco."

Entidades - Entidades setorizadas, como Abimaq e Abicalçados, também apontam as vantagens do bloco, apesar das dificuldades em ampliar acordos comerciais. A redução de tarifas de exportação proporcionada pelo Mercosul ajudou o setor brasileiro de máquinas e equipamentos a se internacionalizar. Contudo, o bloco coloca atualmente "um freio maior do que o desejado" nos acordos de livre comércio com outros países e blocos, diz Klaus Curt, diretor de comércio exterior da Abimaq, que representa as empresas do setor.

Termos - A associação está negociando os termos de inclusão do setor no acordo geral entre Mercosul e União Europeia. A Argentina, porém, não acena com uma possibilidade de entendimento. Um dos principais pontos citados por Curt é a cesta de produtos sensíveis que deve ser negociada tanto do lado do Mercosul quanto da União Europeia. Os europeus querem no máximo 10% dos produtos do setor sem diminuição de tarifas de importação. A indústria brasileira pleiteia uma porcentagem maior, enquanto a Argentina disse não ter interesse em incorporar máquinas e equipamentos no acordo.

Calçados - A indústria de calçados brasileira é um dos setores que mais se beneficiaram com a redução a zero de tarifas de importação adotadas com a criação do Mercosul, mas o setor também deseja mais acordos. Segundo Heitor Klein, presidente da Abicalçados, estão em andamento negociações para reduzir tarifas com a indústria de calçados italiana, dentro do acordo entre Mercosul e União Europeia, e com os fabricantes mexicanos, como parte da ampliação do acordo bilateral entre os dois países. (Valor Econômico)

CÂMBIO: Sob pressão do câmbio, governo retira IOF de operações de derivativos

tributos 13 06 2013Depois da recente valorização do dólar perante o real, o governo brasileiro anunciou na noite desta quarta-feira (12/06) uma medida de flexibilização das regras de controle cambial. Foi retirada a cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre a ampliação de posição líquida vendida no mercado de câmbio, decisão válida a partir desta quinta-feira (13/06).

Cobrança - Essa cobrança foi instituída em 27 de julho de 2011, época em que a posição vendida (aposta contra o dólar) dos estrangeiros na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) marcou recorde histórico acima dos US$ 24,6 bilhões. Na ocasião, foi fixado um IOF de 1% sobre a ampliação líquida de posição superior a 1%. Foi a medida de maior efeito no mercado - ao longo dos meses seguintes essa “aposta” foi zerada, passando para posição comprada (aposta no dólar) no começo de outubro.

Mudança de cenário - De acordo com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, responsável pela divulgação, hoje o cenário mudou e “temos, ao invés de uma desvalorização do dólar, uma valorização da moeda. Então, não faz sentido manter esse empecilho”. A nova conjuntura, lembrou ele, é provocada pela acomodação do mercado cambial mundial e pelas novas diretrizes do Federal Reserve (Fed, banco central americano), que pode começar a apertar sua política monetária. Ao retirar essa cobrança de IOF, Mantega espera que aumente a oferta de dólares no mercado futuro, com a consequente redução da pressão sobre o real.

Cotação - A medida já era esperada nesta quarta pelo mercado, mas a demora no anúncio e a ausência do Banco Central nas operações do dia fizeram o dólar encerrar o pregão com alta de 0,84% em relação ao real, a R$ 2,1540, a maior cotação desde 30 de abril de 2009. (Valor Econômico)

 

BANCO MUNDIAL: Previsão de crescimento global é rebaixada a 2,2% para 2013

O Banco Mundial rebaixou ligeiramente nesta quarta-feira (12/06) as previsões de crescimento global para 2013, a 2,2%, dois décimos a menos que em janeiro, para depois subir progressivamente a 3% em 2014 e 3,3% em 2015. Como freio a este crescimento, está a atual contração da zona do euro, cujas previsões para 2013 pioraram de -0,1% a -0,6%, devido "às altas taxas de desemprego e uma confiança ainda fraca das empresas", embora estime que a economia europeia volte a crescer em 2014 a um tímido 0,9%.

Relatório semestral - Em seu relatório semestral de Perspectivas Econômicas Globais divulgado nesta quarta, o Banco Mundial ressaltou que a economia mundial "parece transitar agora por um período de crescimento mais estável, mas mais lento". As economias emergentes, por sua parte, continuarão à cabeça da expansão global, com previsões de crescimento de 5,1% para 2013, e 5,6% e 5,7% para os próximos dois anos, taxas notáveis, mas abaixo dos anos prévios à crise financeira. "Brasil, Índia, Rússia, África do Sul e Turquia viram sua expansão freada por gargalos do lado da oferta", explicou o relatório, que pede reformas estruturais nestes países.

China e Índia - Tanto a China como a Índia, principais motores de crescimento, veem reduzidas suas previsões até 7,7% e 5,7%, respectivamente, em 2013. "O arrefecimento da economia está resultando inusualmnete longo", afirmou Kaushik Basum, vice-presidente e primeiro economista do BM, em entrevista coletiva.

América Latina - Por sua parte, a América Latina verá fortalecer-se "marginalmente" seu crescimento até 3,3% este ano, depois do 3% em 2012, devido à diminuição dos preços dos produtos básicos e da enfraquecida atividade mundial. (EFE / Gazeta do Povo)


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