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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3116 | 18 de Junho de 2013

FÓRUM DE ENERGIA: Mercado e regulamentação estarão em debate, em Curitiba

forum energia 18 06 2013O Sistema Ocepar promove, no dia 4 de julho, o Fórum de Energia, com a participação de gestores, engenheiros eletricistas e profissionais das cooperativas do Paraná. Será na sede da entidade, em Curitiba, das 9h30 às 17h. As inscrições devem ser feitas até o dia 28 de junho, com o agente de Desenvolvimento Humano da cooperativa, por meio do site (www.paranacooperativo.coop.br). Mais informações com Sílvio Krinski (41-3200 1112 /  silvio.krinski@sistemaocepar.coop.br) e Leandro Macioski (41-3200 1128 /  Leanro.macioski@sistemaocpear.coop.br).

Programação – Detalhes sobre o mercado livre de energia elétrica serão repassados no evento por Luis Gameiro, da Trade Energy. Depois, o professor da Fundação Getúlio Vargas e da Universidade Positivo, Franklin Kelly Miguel, vai falar sobre a regulamentação tarifária do setor elétrico. Haverá ainda a apresentação de palestra sobre as ações do Crea-PR nas áreas de engenharia elétrica e eficiência energética, com Sérgio Luiz Cequinel Filho. Já Rodrigo Augusto Neves, da WEG Equipamentos Elétricos, vai tratar do tema “Motores: oportunidades de redução de custos operacionais”.

Clique aqui e confira na íntegra a programação do Fórum de Energia

 

VISITA: Cascavel sediará Congresso Paranaense de Engenheiros Agrônomos

Na manhã desta terça-feira (18/06), o presidente da Federação dos Engenheiros Agrônomos do Paraná (FEAP), Luiz Lucchesi, acompanhado do presidente da Associação de Engenheiros Agrônomos de Cascavel, Marcos Roberto Marcon, visitou a sede do Sistema Ocepar, em Curitiba. Os dirigentes foram recebidos pelo presidente João Paulo Koslovski e pelo gerente técnico e econômico da Ocepar, Flávio Turra. Lucchesi e Marcon vieram divulgar o Congresso Paranaense de Engenheiros Agrônomos, que vai acontecer nos dias 28, 29 e 30 de agosto no Centro de Eventos de Cascavel. O tema do encontro será “Rediscutindo o manejo e conservação do solo e da água”, e mais de 1000 profissionais são esperados, de acordo com estimativa da FEAP.

Objetivo - O objetivo do Congresso é abordar temas voltados à conservação de solo e água, a fim de se garantir, por meio do manejo correto de solo, uma produção agrícola limpa e sustentável. “Pretendemos discutir durante o evento e encontrar soluções para os problemas, irradiando de forma ampla informações para que os produtores possam utilizar as melhores práticas, evitando prejuízos decorrentes do mau uso dos solos”, explicou Marcon. Entre os temas que serão debatidos estão o manejo através de técnicas conservacionistas, como o plantio direto e integração lavoura/pecuária/floresta; mecanização e a biologia do solo; estradas rurais; além da responsabilidade do profissional e do produtor rural na preservação do meio ambiente. 

Intercâmbio - O intercâmbio de ideias entre os profissionais também é um ponto a ser destacado do Congresso. “Os posicionamentos dos engenheiros agrônomos serão reivindicações que levaremos ao congresso nacional da categoria, que acontecerá em Cuiabá, em novembro”, afirmou Lucchesi. O Congresso Paranaense contará com o apoio da Ocepar.

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PARANÁ COOPERATIVO: Revista mostra as oportunidades geradas pelo cooperativismo

Capa Revista Maio 17 06 2013Os investimentos do setor cooperativista paranaense estão contribuindo para gerar renda e empregos nas cidades e no campo, movimentando a economia do Estado. A edição mais recente da revista Paraná Cooperativo, produzida pela assessoria de Comunicação do Sistema Ocepar, mostra várias histórias de vida de cooperados e colaboradores que haviam migrado para as cidades mas voltaram às suas origens, no meio rural, graças às oportunidades de melhoria de trabalho, renda e qualidade de vida, ofertadas pelas cooperativas, seja por meio das agroindústrias ou de outros projetos de diversificação das atividades dos cooperados, como a piscicultura e a pecuária leiteira. Também há exemplos nos ramos crédito e saúde. “O cooperado é a razão de ser de uma cooperativa. Toda a ação do sistema cooperativista tem por objetivo o fortalecimento e a viabilidade das atividades de seus associados. Organizadas por meio do cooperativismo, as pessoas têm melhores possibilidades de prosperar”, afirma o presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski, na seção “Palavra do Presidente”.

Entrevista - Nesta edição, a revista Paraná Cooperativo traz ainda uma entrevista com a agricultora e cooperada do Sicredi Planalto das Araucárias PR/SC e da Bom Jesus, Luciane Dranka. Natural de Quitandinha, município localizado no Sul do Estado, ela conta um pouco de sua trajetória de vida, marcada por momentos difíceis após a morte súbita do marido, e de como se tornou uma liderança feminina do cooperativismo. A publicação traz ainda informações sobre as medidas anunciadas pelo governo federal para o plano safra 2013/14. Também mostra como foi a experiência de um grupo de cooperativistas paranaenses em uma viagem de estudos pelo Canadá e Estados Unidos e muito mais.

Clique aqui e confira na íntegra o conteúdo da revista Paraná Cooperativo

 

SEBRAE/PR: Conselho Deliberativo elege nova diretoria executiva

O Conselho Deliberativo do Sebrae/PR elegeu, nesta segunda-feira (17/06), nova Diretoria Executiva. Vitor Roberto Tioqueta, que ocupava a Diretoria de Gestão e Produção, é o novo diretor-superintendente do Sebrae/PR, no lugar de Allan Marcelo de Campos Costa, que deixa a organização para dedicar-se à iniciativa privada. Julio Cezar Agostini permanece como diretor de Operações do Sebrae/PR e José Gava Neto, que até então respondia como gerente de Programas Estaduais, assume como diretor de Gestão e Produção.

Colegiado - A eleição, seguida de posse, foi na sede do Sebrae/PR, em Curitiba, e contou com a presença de representantes das 13 entidades do Conselho Deliberativo do Sebrae/PR, um colegiado formado por segmentos do setor produtivo, instituições de crédito e poder público que dita diretrizes a serem seguidas pela Diretoria Executiva.

Apoio unânime - A escolha de Vitor Tioqueta, Julio Agostini e José Gava teve apoio unânime dos conselheiros do Sebrae/PR. João Paulo Koslovski, presidente do Conselho Deliberativo, destacou o nível de profissionalização do Sebrae/PR. “O Conselho Deliberativo está prestigiando, mais uma vez, profissionais da Casa, pessoas que de fato estão preparadas para assumir e para conduzir ações em favor do empreendedorismo e das micro e pequenas empresas, razão de o Sebrae existir.”

Prioridade - O novo diretor-superintendente do Sebrae/PR, Vitor Tioqueta, diz que o Projeto Sebrae 2022, que prepara a organização para daqui dez anos, quando completa 50 anos, será uma das prioridades da Diretoria Executiva. “Os pequenos negócios empregam mais que as médias e grandes empresas, geram renda e movimentam a economia. Por isso, merecem um tratamento especial. O Sebrae, parceiro das micro e pequenas empresas e especialista em pequenos negócios, deve evoluir junto. Precisa estar sempre atento e aparelhado para atender as necessidades de empresários e potenciais empresários.” Para o diretor-superintendente, as propostas, com foco em 2022, podem ser trabalhadas, concomitantemente, com outras ações e sempre em parceria com as entidades que compõem o Conselho Deliberativo.

Desenvolvimento - Julio Cezar Agostini, que já ocupa há seis anos a função de diretor de Operações, entende que o papel do Sebrae/PR, e por consequente de sua Diretoria, é ajudar a tornar realidade o ‘sonho empreendedor’, das pessoas que desejam ser donas do próprio negócio, e fazer com que as micro e pequenas empresas sejam cada vez mais potencializadoras do desenvolvimento do Paraná e do Brasil, gerando mais riquezas para a sociedade. É necessário ainda oferecer, no seu entendimento, novas soluções para os pequenos negócios, que estão cada vez mais expostos à economia internacional.

Responsabilidade - Para o novo diretor de Gestão e Produção do Sebrae/PR, José Gava, o empreendedorismo e as micro e pequenas empresas não são mais os mesmos de dez anos atrás. “Hoje, os empreendedores estão mais de olho nas oportunidades, estão mais preparados, têm necessidades que precisam ser atendidas em tempo menor e de forma diferente, e isso, por consequência, exige mais de organizações como o Sebrae. Nossa responsabilidade aumenta à medida que o empreendedorismo se torna cada vez mais uma alternativa para a nova geração”, assinala Gava.

Despedida - Allan Marcelo de Campos Costa renunciou ao cargo de superintendente do Sebrae/PR para dedicar-se à iniciativa privada, depois de 20 anos de Casa, seis anos na função. Num discurso emocionado, logo após a eleição realizada na Sala do Conselho, em Curitiba, o ex-superintendente se despediu. “Saio com o coração partido, mas feliz do dever cumprido e certo que o Sebrae/PR ficará em boas mãos, com profissionais competentes. Foi um orgulho desempenhar um papel tão relevante nesta instituição.” Allan Costa destacou o trabalho desenvolvido pelos colaboradores do SebraE/PR. “Quem faz as coisas acontecerem são as pessoas. Nosso time de consultores e credenciados não mediu esforços.”

Salto - Na gestão de Allan Costa - com Julio Agostini e Vitor Tioqueta, como diretores de Operações e Gestão e Produção, respectivamente -, a organização deu um salto no número de atendimentos, batendo por dois anos consecutivos, em 2011 e 2012, a marca de 100.000 empresas atendidas. Também houve avanço na qualidade dos serviços prestados. Os empreendedores atendidos em 2012, por exemplo, atribuíram nota 9,5 aos serviços prestados.

Agradecimento - Foi na gestão de Allan Costa, como diretor-superintendente, que nasceu, em 2011, o Projeto Sebrae 2022. João Paulo Koslovski e Vitor Tioqueta entregaram uma placa de agradecimento em nome do Conselho Deliberativo do Sebrae/PR.

Sobre o Sebrae/PR - O Sebrae/PR( Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Paraná) é uma instituição sem fins lucrativos criada nos anos 1970 para dar apoio aos empresários de micro e pequenas empresas e aos empreendedores interessados em abrir o próprio negócio. No Brasil, são 27 unidades e 800 postos de atendimentos espalhados de norte a sul. No Paraná, seis regionais e 11 escritórios. A entidade chega aos 399 municípios do Estado por meio de atendimento itinerante, pontos de atendimento e de parceiros como associações, sindicatos, cooperativas, órgãos públicos e privados. O Sebrae/PR oferece palestras, orientações, capacitações, treinamentos, projetos, programas e soluções empresariais, com foco em desenvolvimento de empreendedores; impulso a empresas avançadas; competitividade setorial; promoção de ambiente favorável para os negócios; tecnologia e inovação; acesso ao crédito; acesso ao mercado; parcerias internacionais; redes de cooperação; e formação de líderes. (Assessoria de Imprensa do Sebrae/PR)

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G7: Proposta de inovação da Fiep é apresentada às lideranças

O gerente executivo do Centro Internacional de Inovação do Senai, Filipe Cassapo, apresentou às demais lideranças que integram o G7 a proposta de fomento à inovação elaborada pela Federação das Indústrias do Paraná (Fiep). Foi durante reunião ocorrida nesta segunda-feira (17/06), na sede do Sebrae/PR, em Curitiba. O encontro foi conduzido pelo presidente do Sindicato e Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar) e coordenador do G7, João Paulo Koslovski, também presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae/PR.

Presenças - Estiveram ainda presentes representantes das demais entidades que fazem parte do grupo, entre eles, o presidente da Fiep, Edson Campagnolo; o presidente do Sistema Fecomércio, Darci Piana; o  diretorfinanceiro daFederação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), João Luiz Rodrigues Biscaia, representando o  presidente Ágide Meneguette;  o assessor da diretoria da Faep, Carlos Augusto; o presidente da Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Paraná (Fetranspar), Sérgio Malucelli, e o presidente da Associação Comercial do Paraná (ACP), Edson Ramon. O Sistema Ocepar foi ainda representado na reunião pelo superintendente adjunto, Nelson Costa. Também participarou o assessor da diretoria da Fiep, João Arthur Mohr.

Outros temasDurante a reunião, as lideranças do G7 debateram ainda a promulgação da Proposta de Emenda Constitucional que cria quatro Tribunais Regionais Federais no País, um deles no Paraná e a Medida Provisória (MP) que trata do ICMS, entre outros temas. 

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COOPTUR: Modelo paranaense é apresentado a cooperativistas argentinos

No último dia 14 de junho, a Cooperativa Paranaense de Turismo (Cooptur) esteve em Buenos Aires, na Argentina, participando do Seminário de Integração Cooperativas e Mutuais: O Turismo como Meio, a convite da Fedetur (Federação de Cooperativas e Mutuais da Rede Federal de Turismo). O evento foi organizado pela Fedetur, Conam (Confederação Nacional de Mutuais da República Argentina) e Fedemsa (Federação de Entidades Mutuais de Buenos Aires). Única convidada do Brasil no evento, a Cooptur foi representada pelo vice-presidente Márcio Canto de Miranda que, durante 30 minutos, falou sobre a experiência de turismo da cooperativa no País.

Importante - Segundo Márcio, o seminário foi importante para apresentar a Cooptur e os destinos turísticos operados pela cooperativa aos representantes da Argentina, tendo em vista a possibilidade de intercâmbios entre os dois países. “Isso poderá refletir, no futuro, em grupos de cooperativistas visitando o nosso estado, bem como poderá aprofundar contatos com cooperativas argentinas que operam rotas turísticas no país, visando a criação de novos roteiros e de grupos oriundos do Brasil para a Argentina”, disse o vice-presidente da Cooptur. “Também saímos do evento com o projeto de assinarmos, com a Fedetur, um convênio visando o intercâmbio turístico entre nossas entidades”, acrescentou Márcio. (Com informações da Cooptur)

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UNIMED CASCAVEL: Cooperativa atinge o estágio quatro no Selo de Responsabilidade Social

unimed cascavel 18 06 2013A Unimed Cascavel conquistou, pelo décimo primeiro ano consecutivo, o Selo Unimed de Responsabilidade Social. A novidade deste ano é que, pela primeira vez, a cooperativa alcançou o nível 4 – estágio máximo da classificação, o que faz  ela avançar mais um degrau no alcance de sua visão que é “Até 2015 ser uma cooperativa de referência no Estado do Paraná, em promoção da saúde e bem estar dos beneficiários, cooperados, colaboradores e prestadores, com sustentabilidade”.     

Reconhecimento - O selo é um reconhecimento às cooperativas que adotam práticas socialmente responsáveis, este é conferido pela Unimed do Brasil. Uma premissa para o desenvolvimento e planejamento do seu negócio, tornando-o além de sustentável referência neste quesito. “O reconhecimento é resultado do trabalho de diversas áreas envolvidas no processo de evolução e adaptações. Além disso, é uma importante ferramenta de autodiagnóstico que auxilia na estratégia da gestão.” comenta Tatiane Trespach, coordenadora de Responsabilidade Social Unimed Cascavel.

Evolução - Para chegar ao topo do ranking, foi necessário evoluir a cada ano e preencher requisitos para somar pontos. O estágio quatro qualifica e estabelece que a singular possui uma Política de Responsabilidade Social definida e é um exemplo a ser seguido. Dispõe de indicadores que demonstram o resultado alcançado nas ações, assim como o seu impacto, no que tange à diminuição da desigualdade social; à relação ética e transparente nos negócios; ao relacionamento com o público interno; à preservação do meio ambiente; ao fortalecimento da comunidade; e ao amadurecimento das relações com os clientes/comunidades, fornecedores e governo, contribuindo para uma sociedade mais justa e sustentável. (Imprensa Unimed Cascavel)

 

SICREDI AGROEMPRESARIAL: Programa A União Faz a Vida é lançado em parceria com o município de Itambé

A Cooperativa de Crédito Sicredi Agroempresarial PR realizou, no último dia 10 de junho, o lançamento do Programa A União Faz a Vida em parceria com o município de Itambé. O objetivo do encontro foi apresentar o programa para a comunidade local e mostrar aos educadores os benefícios da metodologia. Estiveram presentes educadores, representantes do poder público municipal e do Sicredi. O ponto alto do evento foi a palestra ministrada pela pedagoga Fernanda Sobreira com o tema “Educar hoje: novos cenários e novas tendências”, que destacou as mudanças ocorridas na educação e a necessidade de acompanhar essas mudanças.

Valores fundamentais - Para o presidente da Sicredi Agroempresarial, Agnaldo Esteves, a metodologia adotada pelo programa resgata valores fundamentais para a formação das crianças e adolescentes. “É através da educação que podemos construir um mundo melhor e a Sicredi tem muito orgulho do Programa A União Faz a Vida”, afirma o Presidente.

Sobre o Programa A União Faz a Vida -Nos municípios de Mandaguari, Ortigueira, Apucarana e Itambé participam do programa 2200 alunos, 150 educadores, 11 escolas municipais e 2 colégios Sesi. O Programa A União Faz a Vida é um programa de responsabilidade social do Sicredi com metodologia própria que tem o objetivo de formar cidadãos capazes de empreender e pensar coletivamente. É uma iniciativa do Sistema Sicredi que existe desde 1998 e é desenvolvido pelas cooperativas filiadas, em parceria com prefeituras municipais e instituições de ensino privado. Tem por objetivo construir e vivenciar atitudes e valores de cooperação e cidadania, por meio de práticas de educação cooperativa, contribuindo para a educação integral de crianças e adolescentes, em âmbito nacional. Atualmente, mais de 158 mil alunos e 13,5 mil educadores praticam a sua metodologia, em 154 municípios do Brasil. (Imprensa Sicredi Agroempresarial)

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SOJA: CESB anuncia vencedores do Desafio Nacional de Máxima Produtividade

O Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB) anunciará os vencedores do Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja, Safra 2012/2013, no dia 27 de junho, em Cascavel/PR. Junto com a premiação, acontecerá o IV Fórum Nacional de Máxima Produtividade de Soja, que apresentará alguns dos temas mais relevantes para a soja no País, além de revelar as técnicas de cultivo adotadas pelos sojicultores brasileiros que alcançaram as máximas produtividades.

Temáticas principais - O Fórum Nacional, realizado pelo CESB em parceria com a Cooperativa Central de Pesquisa Agrícola (Coodetec) e com a Faculdade Assis Gurgacz (FAG), terá como temáticas principais o mercado brasileiro e mundial de soja, o papel e as perspectivas do Brasil nesse contexto.  Além disso, haverá discussão sobre os resultados e técnicas inovadoras adotadas pelos campeões do Desafio 2012/2013. “Será uma grande oportunidade para produtores e técnicos da região. Em anos anteriores sediávamos os fóruns regionais e dessa vez topamos o desafio de realizar, em Cascavel, o Fórum Nacional. Dessa forma, fica o convite para que todos participem, troquem experiências e compreendam melhor as técnicas que aumentarão as produtividades em suas lavouras”, disse o presidente executivo da Coodetec, Ivo Carraro.

Missão - O Fórum Nacional faz parte da missão do CESB, que consiste em discutir e apresentar temas relevantes para o desenvolvimento da soja no país, além de disseminar técnicas e métodos bem-sucedidos e ainda reconhecer os esforços dos campeões do Desafio. “O CESB incentiva os sojicultores a usarem a criatividade e inovarem nas técnicas de cultivo, para que outras práticas sejam descobertas e contribuam para o aumento da produtividade de soja no País”, explica Orlando Carlos Martins, presidente do CESB.

Premiação - Na edição desse ano, 1.198 áreas, distribuídas por mais de 300 municípios, em 15 estados brasileiros, estão concorrendo ao Desafio. Além disso, houve uma ampliação nas categorias de premiação na Safra 2012/2013, com a inclusão dos campeões de municípios que tiveram cinco ou mais inscritos (soja irrigada e não irrigada). Produtor e consultor técnico também serão premiados. Ainda terão as seguintes categorias:

- Soja irrigada: campeão nacional

- Soja não irrigada: um campeão do Sul; um campeão do Sudeste; um campeão do Centro-Oeste; e, um campeão do Norte-Nordeste.

- Soja irrigada e não irrigada: um campeão para cada estado representado no Desafio.

Viagem técnica - O campeão nacional de soja irrigada e os quatro campeões regionais de soja não irrigada receberão, como prêmio, uma viagem técnica aos Estados Unidos, de 4 a 11 de agosto, onde, entre outras atividades, visitarão culturas de soja de alta produtividade, centros de pesquisas e universidades. Os campeões de todas as categorias receberão um certificado do CESB e serão reconhecidos nos municípios e estados como referências em produtividade de soja no País.

Evento - O IV Fórum Nacional de Máxima Produtividade e a premiação dos vencedores do Desafio acontecerão no auditório da Faculdade Assis Gurgacz (FAG), na Avenida das Torres, 500. O evento está marcado para as 8 horas e deve seguir até as 17 horas. Produtores, técnicos e pessoas relacionadas ao agronegócio podem participar gratuitamente do evento, fazendo a inscrição pelo e-mail  forumsoja@nobrecerimoniais.com.br. (Imprensa Coodetec)

 

coodetec 18 06 2013

INTACTA: China oficializa liberação de nova semente da Monsanto

O Ministério da Agricultura da China liberou oficialmente a importação de uma nova soja transgênica da Monsanto desenvolvida para cultivo no Brasil. A companhia já havia sido informada da decisão pelo governo brasileiro, mas ainda aguardava uma posição oficial. A aprovação era a única pendência para que a múlti americana começasse a comercializar a nova variedade, liberada pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) em 2010. Com o novo produto, batizado de ‘Intacta RR2 Pro’, a Monsanto espera substituir a tecnologia Roundup Ready (RR), presente em quase 90% das lavouras de soja do país e cuja patente venceu em 2010. (Valor Econômico)

GRÃOS: Iowa lidera atraso no plantio de soja nos EUA

graos 18 06 2013Iowa, o estado que mais planta e colhe soja nos Estados Unidos, lidera o atraso no plantio de soja no país, confirmou o Departamento de Agricultura norte-americano (Usda) nesta segunda-feira (17/06). Em relatório divulgado no final da tarde, o órgão apontou que a semeadura da oleaginosa alcança 77% do terreno reservado à cultura até o último domingo. Nesta época do ano passado, os produtores já haviam concluído o plantio nesta época do ano. Em relação à média de cinco anos, o atraso é de 19 pontos porcentuais.

Milho - No caso do milho, o plantio foi concluído, porém, com quatro semanas depois do período considerado ideal para o desenvolvimento das lavouras. O indicador de emergência do cereal também aponta atraso. A média dos 18 estados acompanhados ficou em 92%, contra 100% no ano passado e 97% na média de cinco anos.

Intempéries - Chuvas excessivas e frio estão complicando a vida dos produtores norte-americanos, que vêm de um ano traumático, de quebra histórica na colheita de grãos. Somente em maio, algumas regiões de Iowa, por exemplo, receberam de 100% até 300% a mais do volume normal de chuva esperado para esta época do ano. Em junho, a parcial indica que as precipitações acumulam alta de 75% a 150% em relação à média. (Gazeta do Povo / Portal Agronegócio)

 

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MEIO AMBIENTE: Projeto estimula plantio de araucárias e criação de renda para produtores

meio ambiente II 17 06 2013A Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos incentiva o plantio e a conservação da araucária, árvore-símbolo do Paraná e ameaçada de extinção, contribuindo para redução do gás carbônico na atmosfera. O projeto Estrada com Araucárias garantiu, em um ano, o plantio de cerca de 10 mil árvores em 46 propriedades rurais na Lapa e em Irati, e renda para os proprietários. Esses dois municípios foram os primeiros a aderir ao projeto, desenvolvido em parceria com a Embrapa Florestas. É previstos plantio de araucárias nas divisas entre propriedades e estradas federais, estaduais, municipais e particulares, desde que fora da faixa de domínio da estrada. O termo de cooperação é assinado pela Coordenadoria de Mudanças Climáticas, da Secretaria e Prefeitura.

Compensação - Além de recuperar a vegetação da propriedade, o proprietário é remunerado por muda plantada por empresas que queiram compensar emissões de gases de efeito estufa. Os pagamentos efetuados por estas empresas aos proprietários rurais são as fontes de recursos para implantação e manutenção do projeto. Já os municípios participantes do projeto são beneficiados com a recuperação de um ecossistema ameaçado, captura de gás carbônico, melhoria do ciclo hidrológico, embelezamento, melhoria do clima local, aumento da biodiversidade, turismo rural e aumento da consciência ambiental.

Financiamento – O Estrada com Araucárias pode ser financiado por qualquer empresa do setor privado. A Embrapa Florestas atua no mapeamento das propriedades e orientação dos proprietários. A iniciativa também conta com o apoio do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), que fornece as mudas de araucárias, além de universidades e escolas agrícolas. O secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Luiz Eduardo Cheida, explica que a meta é ampliar o projeto nos próximos meses. “A ideia é envolver o maior número possível de municípios situados em regiões propícias para o cultivo da araucária, com prioridade para aqueles com baixo IDH”, afirma Cheida. “As novas árvores ajudam a recompor as formações ciliares, reconstituindo os corredores ecológicos e oferecendo condições propícias à fauna silvestre”, ressalta Cheida.

Renda - Cada produtor rural que cultiva o pinheiro pelo Estrada com Araucária recebe R$ 5 por muda a cada ano, até o valor máximo de R$ 1 mil, referentes a 200 mudas. “É possível, porém, o fornecimento de mudas acima dessa quantidade sem acréscimo no valor do pagamento, que é repassado diretamente pelas empresas privadas que aderem ao projeto”, informa o coordenador de mudanças climáticas da Secretaria do Meio Ambiente, Carlos Garcez. Rosa Fiesrzt tem 250 pinheiros plantados em sua propriedade pelo projeto. “Além da remuneração pelo cultivo das árvores, pretendemos aumentar a nossa renda daqui alguns anos com a venda do pinhão”, projeta. Com 16 alqueires, a propriedade da família, na área rural da Lapa, cultiva verduras e frutas. Rosa ainda produz geleias, frutas cristalizadas e molhos. Toda a produção é comercializada na Lapa e em cidade vizinhas.

Municípios - Além de Rosa, outros 40 produtores rurais da Lapa são remunerados pelo projeto. No ano passado, eles receberam juntos mais de R$ 40 mil. A Secretaria do Meio Ambiente plantou 8 mil mudas de pinheiros no município.  Irati, no sudeste do Paraná, tem seis agricultores envolvidos no Estrada com Araucárias. Lá foram plantadas 1,2 mil mudas, o que corresponde a R$ 6 mil por ano. Até o fim do ano, está prevista a adesão de mais 34 produtores.  O pagamento aos proprietários é feito por 21 anos. Depois deste período, embora seja permitido ao produtor cortar a araucária, já que não se trata de uma árvore nativa, ela se torna lucrativa por conta da produção do pinhão. “Por isso, é um projeto sustentável, com a figura do poluidor pagador e do protetor recebedor”, destaca o secretário Cheida.

Parceira – A empresa parceira do Estrada com Araucárias na Lapa e em Irati é a Loga Logística Transportes, que pagou R$ 46 mil aos proprietários rurais da região no ano passado. Com isso, a empresa já compensou 20% das suas emissões de carbono. “Além da compensação, a empresa melhora sua imagem institucional junto a clientes e comunidade. O marketing verde traz retorno comercial e dá credibilidade para as empresas”, comenta Carlos Garcez. O projeto Estrada com Araucárias é uma das 30 iniciativas que integram a “Agenda Verde do Paraná”, conjunto de ações estratégicas para a área ambiental do Estado.

Dados - O último diagnóstico oficial dos remanescentes de floresta com Araucária no Paraná, publicado em 2004, mostra a situação das florestas em estágio inicial de conservação (intensamente exploradas restando pouco da composição inicial) totalizam 14,04% da área do bioma no Estado. As florestas com araucárias em estágio médio de sucessão, que passaram por uma degradação intensa, mas ainda guardam um pouco da diversidade florística e de formas de vida, representam 14,47% da área do bioma no Estado. Já as florestas em estágio avançado de sucessão, que representam as florestas de maior diversidade, correspondem a apenas 0,8% da área total de florestas com Araucárias no Paraná. (AEN)

 

MDIC: Balança comercial tem superávit de US$70 milhões na 2ª semana de junho

mdic 18 06 2013A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 70 milhões na segunda semana de junho, informou nesta segunda-feira (17/06) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). O valor resulta de US$ 4,710 bilhões em exportações e US$ 4,640 bilhões em importações. No ano, as compras e vendas de bens ao exterior apresentam um déficit de US$ 5,039 bilhões.

Média diária - A média diária de US$ 1,008 bilhão nas exportações no acumulado de junho até a segunda semana é 4,1% superior à média diária de US$ 967,7 milhões dos embarques realizados em todo o mês de junho do ano passado. Esse aumento é atribuído ao maior embarque de produtos básicos.

Produtos básicos - As exportações de produtos básicos subiram 14,9%, de US$ 468,3 milhões da média diária de junho de 2012 para US$ 538 milhões no acumulado deste mês. O resultado foi puxado, principalmente, por milho em grão, soja em grão, farelo de soja, bovinos vivos, carne de frango e bovina e petróleo.

Semimanufaturados - No caso dos semimanufaturados, a média recuou 2,7%, passando de US$ 122,1 milhões em junho de 2012 para US$ 118,7 milhões no acumulado deste mês. O resultado se deve ao menor embarque de semimanufaturados de ferro/aço, óleo de soja em bruto, ouro em forma semimanufaturada e ferro fundido.

Manufaturados - Já os manufaturados apresentaram queda de 7,3% na comparação entre a média diária no acumulado deste mês (US$ 328,6  milhões) com junho ano passado (US$ 354,6 milhões). As maiores baixas foram registradas nas vendas de máquinas e aparelhos de terraplenagem, motores e geradores, óxidos e hidróxidos de alumínio, açúcar refinado, pneumáticos e bombas e compressores.

Importações - Na outra ponta, as importações subiram 4,8% até a segunda semana de junho, com média diária de US$ 972,2 milhões, ante US$ 927,7 milhões em todo o mês de junho do ano passado. Nessa comparação, cresceram os gastos com veículos automóveis e partes (+42,7%), farmacêuticos (+35,3%), aparelhos eletroeletrônicos (+22,8%), plásticos e obras (+22,5%), siderúrgicos (+18,6%) e adubos e fertilizantes (+14,7%). (Valor Econômico)

 

CÂMBIO: BC intervém no mercado, mas dólar fecha no maior nível em quatro anos

O Banco Central (BC) injetou quase US$ 2 bilhões no mercado de câmbio depois que o dólar atingiu R$ 2,1728. A venda dos dólares no mercado futuro conteve o ritmo de alta. O dólar comercial fechou em R$ 2,1661 para venda, alta de 0,84%, o maior valor desde 30 de abril de 2009. O leilão de swap cambial tradicional foi anunciado às 16h30. O BC ofertou 40 mil contratos com vencimento em 1º de agosto e 2 de setembro de 2013, dos quais 39 mil foram vendidos por US$ 1,96 bilhão.

Cotação - A moeda norte-americana chegou a iniciar o dia em queda, atingindo R$ 2,1441 na mínima do dia, por volta das 9h30. A cotação subiu de forma consistente nas horas seguintes, até atingir R$ 2,16 por volta das 15h. A pressão sobre o dólar intensificou-se até o câmbio ultrapassar R$ 2,17 por volta das 15h30 desta segunda-feira (17/06).

IOF - Na semana passada, o BC promoveu quatro intervenções no mercado de câmbio, vendendo dólares no mercado futuro, quando a moeda ultrapassou R$ 2,15. O governo também retirou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de 1% cobrado sobre a venda de moeda estrangeira no mercado futuro para aumentar a oferta e segurar a cotação.

Federal Reserve - A alta da cotação do dólar nas últimas semanas ocorreu devido à indicação de que o Federal Reserve, o Banco Central norte-americano, reduzirá os estímulos monetários que têm impulsionado a economia dos Estados Unidos nos últimos anos. Com a diminuição do volume de dólares em circulação, a moeda fica mais cara, o que afeta as cotações em todo o mundo. (Agência Brasil)

RELAÇÕES EXTERIORES I: Dilma vê riscos em acordos bilaterais de comércio

relacoes exteriores I 18 06 2013A presidente Dilma Rousseff alertou nesta segunda-feira (17/06) para os riscos de o Brasil buscar acordos bilaterais de liberalização comercial, sinalizando que seu governo continuará trabalhando por uma saída multilateral para os desafios do comércio exterior do país. Num momento em que setores da iniciativa privada questionam o governo pelo fato de o Brasil estar supostamente alheio aos movimentos realizados pela Aliança do Pacífico, o chanceler Antonio Patriota aproveitou a mesma solenidade para defender o Mercosul e a estratégia de integração do Brasil com os demais países do continente.

Cooperação - Os discursos foram feitos durante a formatura da mais recente turma de diplomatas brasileiros, no Itamaraty. Dilma destacou que, ao enfrentar os efeitos da crise financeira internacional, o Brasil não propõe o isolamento ou o protecionismo, mas sim a consolidação da cooperação e dos laços regionais. Dilma afirmou acreditar que os problemas para o comércio exterior brasileiro serão solucionados num marco multilateral. "Acordos bilaterais, sobretudo aqueles entre economias assimétricas, oferecem muitas vezes a ilusão de ganhos imediatos, mas terminam por produzir um resultado oposto, enfraquecendo a indústria nacional, a agricultura e o setor de serviços", discursou a presidente.

Outros países - Além de frisar a importância das relações do país com a América Latina e a África, Dilma lembrou que o Brasil aprofundou os contatos com outros países em desenvolvimento. Citou a formação de grupos como o Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), Ibas (Índia, Brasil e África do Sul) e uma maior integração entre países sul-americanos, árabes e do Caribe, além de Mercosul e Unasul.

UE e EUA - "Todas essas iniciativas não nos afastaram de nenhum dos países desenvolvidos e, por isso, temos relações extremamente qualificadas com a União Europeia e com os Estados Unidos", disse Dilma. "O bom relacionamento com esses países desenvolvidos não impede, ao contrário do que aconteceu no passado, que tenhamos personalidade própria na cena mundial. A política externa brasileira tem vocação universalista."

Continente americano - Patriota defendeu a estratégia brasileira de inserção no continente americano. Em seu discurso, o ministro das Relações Exteriores afirmou que o Brasil continua a sedimentar a América do Sul como uma zona de paz e cooperação, a qual tem na democracia um compromisso político irrenunciável e requisito essencial dos processos de integração. As declarações ocorreram justamente num momento em que setores da iniciativa privada criticam o Mercosul e comparam o bloco à Aliança do Pacífico, que reúne Colômbia, Chile, Peru e México.

Entorno - "Continuamos promover na zona de nosso entorno imediato uma zona de crescimento econômico com justiça social, em que as relações econômicas estão a serviço do desenvolvimento inclusivo, que é o nosso propósito comum", afirmou o chanceler.

Mercosul - Segundo Patriota, o Mercosul ampliou-se e fortaleceu-se com o ingresso da Venezuela. Além disso, acrescentou, a Bolívia assinou um protocolo de adesão para também tornar-se membro pleno e o Equador já demonstrou a intenção de seguir o mesmo caminho. Guiana e Suriname estão se tornando Estados associados do bloco, disse o ministro.

Integração - "Ao valorizarmos o acervo do Mercosul, que traz ganhos decisivos para a nossa indústria e gera empregos de qualidade, trabalhamos olhando para frente. Trabalhamos para fazer mais e melhor. Para além do Mercosul, mas sempre a partir dele, levamos adiante desde há muito tempo esforços de integração econômico e comercial por toda a nossa região, destino da maior parcela de nossas exportações de produtos manufaturados", disse Patriota.

Rede de acordos - Segundo o ministro, "sob a égide" da Aladi [Associação Latino-Americana de Integração] o Brasil negociou uma rede de acordos que cobre ou cobrirá num futuro próximo a quase totalidade das trocas comerciais na região. (Valor Econômico)

 

RELAÇÕES EXTERIORES II: EUA e UE vão negociar acordo de livre comércio

relacoes exteriores II 18 06 2013Os Estados Unidos e a União Europeia disseram nesta segunda-feira (17/06) que vão dar início às negociações para a construção de um ambicioso acordo de livre comércio entre os dois lados que pode estimular o crescimento e criar empregos.

Anúncio - Os presidentes dos EUA, Barack Obama, da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, e do Conselho Europeu, Herman van Rompuy, e o primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, anunciaram o lançamento das negociações em entrevista coletiva antes de uma reunião de líderes do G-8. A primeira rodada de negociações vai ocorrer em Washington no mês que vem.

Ambicioso - Os representantes dos países querem que o acordo seja ambicioso. Eles esperam que o pacto vá eliminar em larga medida as tarifas comerciais e harmonizar a regulamentação para uma série de setores.

Complicadas - Mas as negociações tornam-se mais complicadas à medida que a ambição aumenta. A União Europeia precisa equilibrar os interesses de seus 27 integrantes - serão 28 quando a Croácia entrar no bloco nos próximos meses - com as do Parlamento Europeu. Já o governo de Obama tem de lidar com o Congresso e com lobistas de setores industriais cujas fortunas podem ser afetadas pelo acordo.

Pontos sensíveis - “Haverá pontos sensíveis dos dois lados”, disse Obama. “Haverá questões políticas de ambos os lados, mas se pudermos olhar além das preocupações estreitas e focar no cenário maior - a importância econômica e estratégica dessa parceria - eu espero que conseguiremos chegar ao acordo abrangente que o sistema de comércio global espera de nós”, afirmou. “É importante fazermos isso direito, e resistirmos à tentação de diminuir nossas ambições apenas para fechar um acordo.”

Outras áreas - Obama ressalvou, no entanto, que um acordo de livre comércio, embora fundamental, não será uma “bala de prata” capaz de resolver todos os problemas econômicos e que uma maior cooperação em uma série de outras áreas é necessária para estimular a criação de empregos e o crescimento. (Dow Jones Newswires / Valor Econômico)

 

INTERNACIONAL: G-8 quer transparência fiscal, mas multinacionais rejeitam

internacional 18 06 2013Grupos empresariais americanos têm se posicionado contra até as menores exigências de divulgação de imposto pago país por país, em debate pelos líderes do G-8. Isso evidencia a dificuldade de implementar tais medidas, mesmo que seja alcançado um acordo na cúpula na Irlanda do Norte. Um elemento-chave na agenda do G-8 de ampliar a transparência tributária das multinacionais é forçá-las a divulgar quanto imposto elas pagam em cada país.

Resistência - A UE e os EUA tomaram medidas nesse sentido no que diz respeito a companhias de petróleo e gás e a mineradoras, mas a imposição dessas exigências a todos os setores deverá enfrentar resistência em todo o mundo empresarial.

Contestação - Nos EUA, a imposição da publicação de dados desagregados país por país para o setor de energia (contida na lei Dodd-Frank, que reformou práticas de Wall Street e foi promulgada há três anos) tem sido alvo de contestação legal e de pressões visando liquidá-la antes que entre em vigor, em 2014. "Eles estão à beira de um ataque de nervos por causa disso", disse um assessor democrata no Senado americano, que apoia a divulgação país por país. Ele disse ser um "pequeno milagre" o fato de a medida ter sido incorporada à lei de 2010.

Divulgação - Na União Europeia, o debate sobre a divulgação de impostos país por país está mais avançado. Na esteira da audiência em maio no Senado dos EUA sobre esquemas adotados pela Apple para minimizar seus impostos a pagar, a UE passou a considerar a possibilidade de expandir tais exigências para além do setor energético e bancário, a todas as multinacionais.

A favor - José Manuel Barroso, presidente da Comissão Europeia, disse ser "pessoalmente a favor "dos relatórios país por país. "Maior transparência das atividades das grandes empresas parece necessária para proteger as receitas e assegurar confiança e equanimidade."

Investigações - Ian Gary, gerente sênior de políticas da ONG Oxfam, disse que o impulso político está crescendo, devido aos resultados de investigações sobre as práticas tributárias de empresas como a Apple. "As pessoas verão as conquistas obtidas no setor extrativo e defenderão uma aplicação mais ampla."

Experiência - Mas a experiência nos EUA mostra que as empresas americanas vão tentar impedir que isso ocorra. Grupos empresariais americanos escreveram a Obama pedindo que o presidente não apoie relatórios tributários país por país. "As regras não devem incluir exigências onerosas de divulgação pública e devem concentrar-se em possíveis melhorias na transparência [discutidas com] autoridades tributárias onde apropriado", disseram.

Projeto de lei - No Congresso americano, Carl Levin, democrata que presidiu a investigação sobre a Apple no Senado, apresentou em fevereiro um projeto de lei exigindo a divulgação dos impostos pagos país por país por todas as multinacionais. O projeto faz parte de medidas destinadas a reprimir a brechas tributárias internacionais, mas não obteve muito apoio no Congresso.

Processo - Enquanto isso, uma coalizão empresarial liderada pelo American Petroleum Institute abriu processo contra a SEC (a CVM americana) na tentativa de bloquear a implementação da medida de escopo mais limitado contida na lei Dodd-Frank, ou seja, aquela focada unicamente nas empresas do setor de energia. O objetivo é ajudar a erradicar a corrupção em todo o mundo, mas críticos dizem que a lei viola os direitos de liberdade de expressão assegurados pela Primeira Emenda, colocando as empresas americanas em desvantagem competitiva frente a empresas estatais estrangeiras que não são obrigadas a divulgar tais informações. "Essa regra é prejudicial para a nossa segurança energética e para os consumidores americanos e não deveria ser mantida", disse Karen Harbart, funcionária da Câmara de Comércio dos EUA.

Rejeição - Mas o senador democrata Ben Cardin rejeita essa visão. "Mais transparência não colocará as empresas em desvantagem competitiva, mas sim reduzirá os riscos para os investidores americanos e permitirá que os cidadãos dos países ricos em recursos naturais cobrem seus líderes." (Valor Econômico)

 


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