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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3150 | 05 de Agosto de 2013

COPA COAMO: Agricultura foi tema da cerimônia de encerramento do torneio 2013

Inovando a cada edição, a Copa Coamo de Cooperados – Futebol Suíço celebrou 20 anos de existência com homenagem à agricultura brasileira. O evento de encerramento do torneio de 2013 aconteceu no sábado (03/08), em Campo Mourão, Centro-Oeste do Paraná. A pira foi idealizada com uma bandeira do Brasil estilizada mostrando as 27 estrelas representando os estados e o Distrito Federal, e o lema “Ordem e Progresso”, reunindo várias jovens em uma coreografia representando importantes produtos agrícolas - soja, milho, trigo, café, feijão, algodão, girassol, frutas e legumes - cultivados em várias regiões do nosso país e presentes no dia-a-dia dos brasileiros. “Foi um momento emocionante, bonito e de grande surpresa, muito bem organizado e preparado pela nossa organização. Uma homenagem ao agricultor, que conforme o enredo apresentado é um forte, é feliz, otimista por natureza e tem orgulho de produzir alimentos para o Brasil e o mundo. Assim, a Coamo presta um tributo, gratidão e reconhecimento ao agricultor brasileiro”, comemora o presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini.

Atrações – Um grande público lotou o ginásio de esportes da Associação Recreativa dos Funcionários da Coamo (Arcam), onde foi realizada a cerimônia da final do maior evento esportivo rural do Brasil. A primeira atração foi do grupo de ginástica rítmica de Toledo, integrado por 30 meninas campeãs brasileiras, do pré-infantil ao adulto e apoiado pelo  Sesi, Sadia, município de Toledo e Unimed Costa Oeste. O grupo fez várias apresentações – mãos livres, fita, 10 maças, bola, entre outros, encantando o público e as autoridades presentes.

Madrinhas - Na sequência, uma apresentação especial com as madrinhas das delegações - funcionárias e filhas de funcionários. Com a coreografia da professora Mariana Sambatti, de Campo Mourão, e ao som da música “Cidade Grande”, interpretada pelos funcionários Emerson Pires (Cantagalo) e Rogério Dobbins (Goioxim), as madrinhas fizeram uma bonita coreografia com porteiras que tinham a identificação das equipes finalistas da Copa Coamo.

Desfile – Na festa da família Coamo e do Cooperativismo, os cooperados finalistas entraram na quadra do ginásio em momento de muita emoção para o desfile dos campeões e apresentação das 33 equipes finalistas da grande final da Copa Coamo 2013.

Civismo – O momento cívico foi marcado pela entrada e o hasteamento das bandeiras ao som do Hino Nacional cantado por Emerson Pires e Rogério Dobbins. A bandeira do Brasil foi hasteada pelo senador da República, Sérgio de Souza; a do estado do Paraná, por João Paulo Koslovski, presidente da Ocepar – Organização das Cooperativas do Estado do Paraná; a bandeira de Santa Catarina foi hasteada por Denilson Casal, prefeito do Município de Ipuaçu; a do estado do Mato Grosso do Sul, representado pelo cooperado e vereador Ademar Dal Bosco, de Laguna Carapã; a bandeira da Coamo, hasteada por José Aroldo Gallassini, presidente da Coamo; Cooperativismo por Renato Nóbile, superintendente da OCB – Organização das Cooperativas Brasileiras, e a bandeira da Copa Coamo, por Marcelo Sumiya, presidente da CCO – Comissão Central Organizadora da Copa Coamo.

Emoção - Em dos momentos emocionantes do cerimonial, o cooperado César Luis Schon, da equipe UTI de Pitanga,  acendeu a pira da fase final da Copa Coamo 2013.

Juramento - O cooperado Antonio Pierezan, da equipe Os Caipiras, de Aral Moreira, no Mato Grosso do Sul, prestou o Juramento do Atleta, juntamente com todos os campeões finalistas - atletas e dirigentes. 

Homenagem – Em agradecimento pelo apoio na organização e motivação das equipes, a diretoria da Coamo através do presidente José Aroldo Gallassini, homenageou os dirigentes com a entrega de uma bola e troféu alusivo aos 20 anos da Copa Coamo. Na sequência, a Comissão Central Organizadora, pelo seu presidente Marcelo Sumiya, agradeceu e homenageou a diretoria da Coamo com o troféu “Copa Coamo 20 anos”, entrega ao presidente José Aroldo Gallassini, ao vice-presidente Claudio Francisco Bianchi Rizzatto e ao diretor-secretário Ricardo Accioly Calderari.

Agradecimento - Antes da confraternização dos atletas e das fotos oficiais com as equipes, o presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini usou da palavra perante mais de duas mil pessoas. Ele destacou a importância da Copa Coamo, agradeceu os campeões finalistas, cooperados participantes das etapas regionais, funcionários voluntários e a comissão organizadora pela dedicação e atuação no grande evento. “A Copa Coamo é um grande projeto de lazer, esporte e integração, estamos felizes em ver o sucesso deste evento. Esta abertura emociona muito e nos deixa orgulhosos por este reconhecimento a uma classe tão importante que faz a sua parte e tem a missão de produzir para alimentar o Brasil e o mundo. Parabéns a todos por este grande evento de cooperativismo que é a nossa Copa Coamo.”

Rua da Cidadania – Durante o dia, milhares de pessoas prestigiaram na Copa Coamo 2013 a Rua da Cidadania, um projeto de Responsabilidade Social, que apresentou aos visitantes trabalhos e serviços disponibilizados pela Coamo aos seus cooperados. Foram montadas barracas com vários temas nas áreas de Meio Ambiente com distribuição de mudas para mata ciliar e frutíferas, Programa de Qualidade 5S, na área Educacional e Social com cursos oferecidos às cooperadas e esposas, e também atividades na Credicoamo e na  Via Sollus Corretora de Seguros, além  da apresentação da “História da Copa Coamo”, que comemorou 20 anos.  

Futebol – Após a abertura no ginásio, a bola rolou durante o dia na mais perfeita harmonia nos cinco campos da Arcam. Foram realizadas 44 partidas em mais de 1.300 minutos, com bom futebol e nível técnico/disciplinar.

Premiações - No início da noite de sábado, foram conhecidos os primeiros colocados da Copa Coamo 2013. Em quarto lugar, a equipe Safra Velha, de Manoel Ribas. Em terceiro, equipe Três Linhas, de Abelardo Luz, Santa Catarina. Em segundo, como vice-campeão, a  equipe Sambatti, de Campo Mourão - que foi o campeão da primeira edição da Copa Coamo em 1993. E como campeão da Copa Coamo 2013, a equipe UTI, de Pitanga.

União – Para o secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo, Erikson Chandoha, é indescritível a união promovida na Copa Coamo. “Sempre tenho comentado no Ministério Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para as pessoas que estão envolvidas no cooperativismo que eles precisam conhecer o que é uma família cooperativista e o que significa a união por meio do esporte. Convencer 500 equipes com toda essa programação, é uma Copa do Mundo mesmo que deve extrapolar os limites de ação da cooperativa Coamo em seus três estados, para que chegue em todo país. É muito importante para abrir o coração das pessoas e fazer aquilo que a gente sempre deseja: a união”, afirma Chandoha.

Cooperativismo – O presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski, diz que esse é um trabalho fantástico realizado pela Coamo. “Um evento importante e que mostra a grandeza da organização da Coamo em sediar um dos maiores torneios de futebol suíço do país em sua 12ª edição. A Copa Coamo é prova de que a diretoria da cooperativa não está preocupada apenas com a questão econômica mas também com o social, reunindo para este grande evento de lazer, cooperados, familiares, diretores e funcionários de diversas regiões do Paraná. Muitas dessas comunidades tem na realização deste evento, uma alternativa de lazer e de congraçamento, integrando cada vez mais os cooperados e a cooperativa e fortalecendo os princípios do cooperativismo.”

Renovação - Para o superintende da OCB, Renato Nóbile, a Copa Coamo foi um momento de emoção, onde ele parabeniza o desempenho de todos os envolvidos. “A Final da Copa Coamo deixou em mim  a marca de uma renovação da maravilhosa energia emanada pela harmonia, organização impecável, participação e alegria reinantes na festa. Como Dr. Aroldo bem falou no seu discurso, o dia a dia do agricultor é carregado de trabalho, intempéries, dificuldades de comercialização, porém, aquele momento de confraternização por meio do torneio de futebol, é uma oportunidade de agregar as famílias, divertir e comemorar as conquistas. Volto a Brasília renovado e convicto da importância de nosso trabalho na defesa dos interesses da Coamo e demais cooperativas por este Brasil afora, sempre com o apoio e dedicação da Ocepar”, comemora.

Desenvolvimento - Segundo o senador Sérgio Souza, a Copa Coamo é também uma importante ferramenta do cooperativismo. “O cooperativismo avançou tanto no tempo que não é só mais comprar o grão e vender para o produtor os insumos. É mais do que isso, o cooperativismo é fornecer para o cooperado cultura, esporte e isso que aconteceu hoje na abertura da final da Copa Coamo é um exemplo onde o cooperado tem seu momento de cultura, por meio das apresentações artísticas da abertura e depois de lazer e esporte com os jogos. Algo maravilhoso e emocionante, onde a Coamo deu exemplo de cidadania e de organização.” (Imprensa Coamo)

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PLANALTO DAS ARAUCÁRIAS: Convenção com 240 participantes marca os 25 anos da cooperativa

A Sicredi Planalto das Araucárias PR/SC realizou, no último sábado (03/08), a Convenção 2013, na Lapa, região Centro-Sul do Estado, com a presença de aproximadamente 240 pessoas, entre colaboradores, coordenadores de núcleo, representantes dos conselhos fiscal e administrativo das 10 unidades de atendimento da cooperativa. O objetivo do evento foi fazer um alinhamento das conquistas, reconhecimentos e metas atingidas no primeiro semestre do ano. O presidente da cooperativa, Luiz Roberto Baggio, também falou sobre as projeções para o segundo semestre. A Convenção também marcou a passagem dos 25 anos de fundação da Sicredi Planalto das Araucárias, completados no dia 16 de maio, com homenagem aos fundadores da cooperativa e momentos de integração e confraternização entre os antigos e os atuais colaboradores. A programação do dia contemplou ainda homenagens a formandos e às Unidades de Atendimento que alcançaram os melhores resultados em vendas de produtos. Também foi realizado um treinamento vivencial entre todos os presentes. O Sistema Ocepar foi representado no evento pelo superintendente José Roberto Ricken. 

Aniversário – Desde o início de maio, a Sicredi Planalto das Araucárias PR/SC vem realizando ações comemorativas ao aniversário de 25 anos da cooperativa. Uma delas é a campanha Super Aniversário Sicredi, lançada no dia 6 de maio, que vai sortear uma caminhonete S10 entre os associados que utilizarem os produtos e serviços do Sicredi entre os dias 02 de maio a 30 de setembro de 2013. O sorteio final acontecerá no dia 14 de outubro de 2013, na sede da cooperativa.

 

Sicredi Planalto das Araucarias 05 08 2013

 

ESPECIALIZAÇÃO: Profissionais da Capal e Ceral iniciam pós graduação em Gestão Estratégica

Foi realizada, na última sexta-feira (02/08), a aula inaugural da segunda turma da Pós Graduação em Gestão Estratégica e o Agronegócio, em Arapoti. O curso é promovido pelo Sescoop/PR em parceria com a Fundação Getúlio Vargas e conta com a participação de 40 alunos, entre colaboradores e cooperados das cooperativas Capal e Ceral. Prestigiaram abertura do evento recepcionando os alunos o superintendente da Capal, Adilson Roberto Fuga, a coordenadora de RH da cooperativa, Eliane Andreani, o analista de Desenvolvimento Humano do Sescoop/PR, Fernando Mendes, e o professor e coordenador acadêmico, Fábio Matuoka Mizumoto. Na aula inaugural foi apresentada uma palestra sobre os cenários do agronegócio. As aulas terão início efetivamente em 16 e 17 de agosto, com o módulo de Avaliação de Empresas e Projetos Agroindustriais.

Reciclagem - O superintendente da Capal destacou que essa é uma oportunidade de reciclagem para quem recém concluiu a graduação e para quem está há algum tempo longe dos bancos escolares. “A turma é composta por funcionários e cooperados, o que é muito bom para a troca de experiências”, frisou Fuga. Ele também falou sobre a importância dos planos de negócios de conclusão de curso que estão sendo avaliados para serem colocados em prática na cooperativa.

Aquisição de conhecimento - Segundo Eliane, que já participou da primeira turma, essa é uma ótima oportunidade para aquisição de conhecimentos e troca de experiências cotidianas, principalmente pela qualidade dos professores que possuem, além da titulação, experiências profissionais nas áreas das disciplinas ministradas. (Com informações da Capal)

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UNIMED LONDRINA: Cooperativa é líder da Região Sul na 9ª Pesquisa de Gestão Sustentável

Pelo segundo ano consecutivo, a Unimed Londrina conquista o primeiro lugar na Pesquisa de Gestão Sustentável. A pesquisa compõe o Guia de Sustentabilidade, publicação de maior renome em práticas de gestão sustentável e responsabilidade social do Sul do Brasil. A 9ª edição da pesquisa contou com a participação de 93 empresas de diversos setores (indústria, serviços, saúde, energia, comunicações, cooperativas e organizações sem fins lucrativos) e novamente reconheceu a Unimed Londrina como destaque no ranking e referência em ações de responsabilidade social.

Questionário - A pesquisa é realizada por meio do preenchimento de um questionário no site da Aequo Soluções em Sustentabilidade, consultoria renomada e responsável pela aplicação e processamento dos dados, que posteriormente são publicados no Guia de Sustentabilidade, da Editora Expressão. O questionário abrange os sete temas centrais da NBR ISO 26000, a primeira norma desenvolvida mundialmente e elaborada por especialistas de 90 países, que oferece uma visão global sobre o tema. É uma valiosa ferramenta para as empresas diagnosticarem seu estágio de responsabilidade social. Em todos os sete temas, a média da Unimed Londrina foi superior à média geral e à média das empresas do mesmo setor (Saúde). Neste último quesito, outras 18 singulares da Unimed no Paraná também participaram da pesquisa.

Perspectivas - Além disso, a pesquisa também aborda as quatro perspectivas do Balanced Scorecard – BSC: “Financeira”, “Cliente”, “Processos Internos” e “Aprendizado e Crescimento”. O BSC é um conjunto de indicadores que proporciona rápida e abrangente visão do desempenho empresarial sob diferentes perspectivas, neste caso sob a perspectiva da responsabilidade social.

Parcerias - De acordo com a especialista em Responsabilidade Social da Unimed Londrina, Fabianne Piojetti, o que chamou a atenção da consultoria foi o fato de a gestão da cooperativa ser realizada por meio de diversas parcerias, altamente alinhada aos princípios de Responsabilidade Social e sem a aplicação de altos investimentos. Ela ainda destaca algumas conquistas e projetos realizados no ano passado. “Em 2012, tivemos vários pontos positivos, como a classificação entre as 150 Melhores Empresas Para Você Trabalhar, da Revista Exame, a abrangência mais ampla nos projetos ambientais, como o Teatro Ambiental, a aprovação do Instituto e a realização de encontros com os públicos de prestadores e fornecedores”, enumera.

Devolutiva - No entanto, Piojetti considera a conquista da liderança na Pesquisa de Sustentabilidade o resultado da consolidação de um trabalho desenvolvido durante anos e avalia a importância da pesquisa. “Apesar de o diagnóstico ser novamente favorável, este resultado é muito importante como devolutiva, pois demonstra em quais pontos ainda precisamos melhorar”, explica.

Premiação - Devido ao seu excelente desempenho na pesquisa, a Unimed Londrina receberá o certificado de sustentabilidade no Fórum de Gestão Sustentável 2013, que será realizado no dia 16 de agosto, na sede da Fiesc, em Florianópolis. A cerimônia agrega apresentação de cases com a premiação aos destaques da 9ª Pesquisa de Gestão Sustentável e aos vencedores do 20º Prêmio Expressão de Ecologia. (Imprensa Unimed Londrina)

COPAGRIL I: Ação cooperativa é realizada em Quatro Pontes

Na sexta-feira (02/0), a Copagril em parceria com a Escola Municipal Dona Leopoldina de Quatro Pontes, realizou a Ação Cooperativa aos alunos do Cooperjovem de Quatro Pontes. O objetivo foi proporcionar um momento diferenciado para as crianças ampliarem seu aprendizado sobre a cooperação e melhorarem a convivência, seja na escola, com a família, amigos e na comunidade.

Dinâmicas e palestra - Por meio de dinâmicas e palestra, a assessora de cooperativismo da Copagril, Cremilde Andreolli, repassou informações sobre o Programa Cooperjovem, abordou a importância de cooperar consigo, na família, na escola e na comunidade. Falou sobre o relacionamento familiar e na escola, destacando os direitos e os deveres dos pais, professores e alunos. Cremilde também alertou sobre os perigos da internet d os cuidados que os pais precisam ter com os filhos. “A educação vem de berço, ou seja, de casa, a escola só complementa e repassa conhecimento”, frisou.

Bulluing - Também abordou os perigos para o ser humano quanto aos apelidos e bullying. A importância da aceitação e inclusão de alunos novos. Valores éticos, morais, humanos e cristãos. A questão do respeito com o próximo e a si mesmo. “A intenção é fazer com que as crianças evitem muros e aprendam a construir pontes através da cooperação”, finalizou Cremilde. (Imprensa Copagril)

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COPAGRIL II: Maratona Cultural da ACJC mais uma vez é um espetáculo

No último sábado (03/08), a Associação dos Comitês de Jovens da Copagril (ACJC), realizou a final da Maratona Cultural, na Casa da Cultura de Pato Bragado. O público assistiu 10 declamações de poesias de temas variados, apresentação de 7 danças de vários estilos e interpretação de 3 músicas de diversos cantores. O objetivo foi promover maior entrosamento entre os jovens cooperativistas, conscientizando-os sobre a importância da inclusão social, além de levar cultura para a comunidade.

Premiações - Ao final das apresentações, foi feita a entrega da premiação aos que apresentaram melhor desempenho, inclusive na categoria de teatro que foi apresentado na primeira fase da Maratona. A assessora de cooperativismo da Copagril, Cremilde Andreolli, parabenizou a todos os artistas da maratona. “Todos se apresentaram muito bem, e cada vez mais pessoas vêm se destacando, superando o medo e descobrindo seus talentos e suas potencialidades”. “Também mostraram que o trabalho em equipe mostra a cooperação um com o outro, e isso é muito importante para o sucesso da apresentação”, destacou. (Imprensa Copagril)

Classificação de cada categoria

Teatro

1º lugar: CJC Verdes Campos, de Novo Horizonte – peça “A loucura de Albert Stein”

2º lugar: CJC Força e Poder, da Linha Concórdia – peça “A praça é nossa”

3º lugar: CJC Progresso sem Fronteiras, de Pato Bragado – peça “Caixinha de Surpresas”

Poesia

1º lugar: CJC Força e Poder, da linha Concórdia – poesia “Jovem cooperativista”

2º lugar: CJC Ação Jovem, de Novo Três Passos -  poesia “Morte”

3º lugar: CJC Força Jovem, de linha Ajuricaba – poesia “Violência não”

Dança

1º lugar: CJC Ação Jovem, de Novo Três Passos – dança “Strumpfhosentanz”

2º lugar: CJC Progresso sem Fronteiras, de Pato Bragado – dança “Música anos 80”

3º lugar: CJC Força e Poder, da linha Concórdia – dança “Festa e arromba”

Música

1º lugar: CJC Força Jovem, de linha Ajuricaba – música “Estoy aqui”

2º lugar: CJC Caminhos do Saber, de Mercedes – música “Cabocla Tereza”

3º lugar: CJC Ação Jovem, de Novo Três Passos – música “Cowboy vagabundo”

Classificação geral

1º lugar: CJC Força e Poder, de linha Concórdia

2º lugar: CJC Ação Jovem, de Novo Três Passos

3º lugar: CJC Força Jovem, de linha Ajuricaba

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COCAMAR I: Dirigentes participam do Congresso da Abag

Dentro da fazenda, o produtor agrícola brasileiro é um dos mais eficientes e produtivos do mundo. Prova disso é que a produção média brasileira por hectares era de 1.500 quilos de grãos, em 1992, e na safra 2011/12, saltou para 3.250 quilos por hectare, um aumento de 116%. O agricultor brasileiro começa a perder vantagem acumulada da porteira para dentro da fazenda na hora de escoar sua safra, pois se depara com uma estrutura de transporte arcaica, insuficiente, deteriorada ou, em muitos casos, inexistente. Com isso, o custo, por exemplo, de um container de grãos colocado no porto brasileiro alcança a marca de US$ 1.790, contra US$ 690 de outros países concorrentes do Brasil.

Debate - Para debater o problema e apontar saídas para a falta de infraestrutura, a Abag - Associação Brasileira do Agronegócio promove nesta segunda-feira (05/08), em São Paulo, o 12º Congresso Brasileiro do Agronegócio sobre o tema Logística e Infraestrutura - O Caminho da Competitividade do Agronegócio. "A falta de infraestrutura adequada é o principal Calcanhar de Aquiles do agronegócio brasileiro", diz Luiz Carlos Corrêa Carvalho, presidente da Abag. "Precisamos encontrar políticas que nos possibilite virar esse jogo para termos melhores condições de competir com produtores dos Estados Unidos, Argentina e de outros países com os quais disputamos o comércio internacional de commodities agrícolas", completa Carvalho.

Participação - O presidente da Cocamar, Luiz Lourenço (também diretor da Abag), acompanhado do vice-presidente da cooperativa, José Fernandes Jardim Júnior, participam do evento. Na avaliação do presidente da Abag, as deficiências devem se agravar ainda mais em função das perspectivas de aumento da produção e também da maior necessidade de alimentos e de energia projetada pela OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico. Segundo a organização, o mundo necessitará de um aumento da ordem de 20% na produção de alimentos até 2020 para atender a demanda da população. E a maior parte dessa elevação na produção - 40% - deverá ser conseguida, segundo a OCDE, pela agricultura brasileira.  (Imprensa Cocamar, com informações da Abag)

COCAMAR II: Arcebispo de Maringá, falecido nesta segunda, foi incentivador da cooperativa

Em 1965, quando a diretoria liderada por José Cassiano Gomes dos Reis Júnior assumiu o comando da Cocamar, a primeira pessoa a ser procurada, em busca de apoio, foi o então bispo diocesano de Maringá, dom Jaime Luiz Coelho. O religioso, uma das personalidades mais influentes do município, poderia ajudar a cooperativa a fortalecer o relacionamento com os produtores da região. Fundada dois anos antes, a entidade passava por sérias dificuldades, corria o risco de fechar as portas e muitos cafeicultores haviam se afastado.

Atitude - Dom Jaime não apenas prontificou-se a ajudar a Cocamar como determinou que a Mitra se tornasse associada, passando a depositar na cooperativa todas as sacas de café doadas pelos produtores para financiar a construção da Catedral. Sua atitude ajudou a resgatar a confiança dos produtores. 

Episódio - Em entrevista no ano passado ao Jornal Cocamar, ele se recordou desse episódio. Disse, inclusive, que antes da fundação da Cocamar, havia planejado a fundação de uma cooperativa de pequenos produtores, mas a ideia não evoluiu.

Falecimento - Primeiro arcebispo metropolitano de Maringá e uma das pessoas mais importantes da história do município, onde chegou em 1957, dom Jaime Luiz Coelho faleceu na madrugada desta segunda-feira (05/08), aos 97 anos, vítima de insuficiência renal crônica. Ele chefiou a igreja da cidade por 40 anos, até 1997. Em 2008, quando da celebração dos 45 anos da Cocamar, dom Jaime foi um dos homenageados pela diretoria. “Seu apoio, naquele momento inicial, foi decisivo para que a cooperativa se reerguesse”, conta o presidente Luiz Lourenço, que diz ser um admirador da obra realizada pelo religioso, lamentando a sua perda.

Iniciativas - Já em 1958 ele idealizou o formato da Catedral e conduziu sua construção, concluída em 1972; entre tantas outras iniciativas, viabilizou a Santa Casa de Misericórdia, o Seminário Diocesano, o Lar Escola da Criança, foi um dos primeiros a lutar pela implantação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Maringá (o embrião da Universidade Estadual de Maringá) e incentivou a comunicação: fundou a Folha do Norte do Paraná e a TV Cultura de Maringá.

Entrevista - Mesmo avesso a entrevistas, dom Jaime aceitou conversar com o jornalista Lincoln Sousa, da Flamma Comunicação, ao final da manhã do último dia 12 de julho, em seus intervalos de hemodiálise. Sousa produzia o conteúdo do Repórter Cocamar - série de 23 capítulos sobre a história dos 50 anos da cooperativa, veiculada na Rádio CBN Maringá -, para o dia 16. Na oportunidade, o primeiro arcebispo lembrou o apoio à entidade, dizendo que “via muito valor no cooperativismo e também nas pessoas”. Depois, com o gravador desligado, disse, em tom resoluto: “essa é a minha última entrevista”. O depoimento pode ser acessado no site do Jornal Cocamar, www.jornalcocamar.com.br. (Imprensa Cocamar)

 

AGROSAFRA: Expectativa de produção mundial de grãos influencia mercado interno

agrosafra 05 08 2013Os preços médios recebidos pelos produtores paranaenses nesta segunda-feira (05/08), levantados pela Seab/Deral, foram de R$ 57,45/saca de 60 kg para a soja, R$ 17,96/saca de 60 kg para o milho e de 44,22/saca de 60 kg para o trigo. Levantamento realizado pela Gerência Técnica e Econômica da Ocepar (Getec) mostra que, nos últimos 12 meses, o mercado interno registrou elevação significativa de preço do trigo e redução do valor recebido pelos agricultores do Paraná em relação à soja e ao milho. “Isso aconteceu basicamente devido à expectativa de produção mundial na safra 2013/14 liderada pelos Estados Unidos. Neste momento, as lavouras norte-americanas estão em fase de desenvolvimento vegetativo e o milho já adentrando no estágio reprodutivo. Sessenta e três por cento das lavouras de milho e soja estão classificadas na condição de boas e excelentes”, explica o analista técnico e econômico da Ocepar, Robson Mafioletti.

tabela1 05 08 2013

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Estimativa – De acordo com estimativas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (Usda) divulgadas em julho, a safra norte-americana para o ciclo 2013/14 está estimada em:

Soja – 93,1 milhões de toneladas, contra 82,1 milhões de toneladas na safra 2012/13, correspondendo a um aumento de 11,0 milhões de toneladas.

Milho – 373,6 milhões de toneladas, contra 303,0 milhões de toneladas na safra 2012/13, correspondendo a um aumento de 70,6 milhões de toneladas.

Trigo - 61,7 milhões de toneladas, contra 54,5 milhões de toneladas na safra 2012/13, correspondendo a uma redução de 7,2 milhões de toneladas.

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AGRICULTURA: Governo Federal leva ao Paraná Plano Safra e máquinas do PAC 2

plano safra 05 08 2013No último sábado (03/08), o ministro do Desenvolvimento Agrário (MDA), Pepe Vargas, anunciou os R$ 39 bilhões destinados para o fortalecimento da agricultura familiar brasileira. O recurso total do Plano está distribuído entre as políticas estruturantes do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), como o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf)- R$ 21 bilhões, serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) e compras institucionais do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). Máquinas da segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) também foram entregues, durante a cerimônia, a 33 municípios paranaenses. A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, compareceu a solenidade.

Agricultores familiares - “Nós temos 5,1 milhões de estabelecimentos rurais no Brasil, 84% são estabelecimentos da agricultura familiar, portanto a ampla maioria dos agricultores brasileiros é de agricultores familiares. Eles são responsáveis por 1/3 de tudo que a agricultura e a pecuária brasileira produzem. E isso na menor extensão de terras porque apenas 24% da área agrícola são ocupadas por eles. Aproximadamente, 12 milhões de pessoas tem seu trabalho vinculado a propriedades da agricultura familiar. Por isso, assegurar o Plano Safra da Agricultura Familiar é muito importante”, afirmou o ministro.

Aprimoramento - De acordo com o ministro, o Plano vem se aperfeiçoando durante seus dez anos de existência e melhorado, cada vez mais, a vida dos agricultores familiares. “Este ano nós concluímos o ano safra 2012/2013 e tínhamos anunciado R$18 bilhões de crédito. Chegamos a R$19,8 bilhões. Pela primeira vez os agricultores contrataram mais crédito do que foi anunciado, inclusive aqui no Paraná. O estado ultrapassou o anunciado”, ressaltou.

Momento importante - Para a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, o evento é um momento importante para tratar de questões relevantes para região, municípios e estado. “A agricultura é fundamental, é o centro da economia paranaense e uma grande atividade econômica brasileira. Se não fosse por nossa agricultura não teríamos os resultados que temos em nossa balança, no Brasil. Não teríamos a cadeia de emprego e a produtividade em todas as áreas”, salientou.

Retroescavadeira - Na aquisição das retroescavadeiras o MDA investiu R$ 4,7 milhões. As máquinas beneficiarão mais de 25 mil agricultores familiares do estado com a recuperação de estradas vicinais, favorecendo melhora no escoamento de sua produção. “Nós precisamos do apoio do governo federal e hoje o Brasil está no patamar que está de desenvolvimento por conta de um olhar, de uma forma e de um jeito de governar. Hoje, a entrega dessas máquinas demonstra a preocupação que a União tem para com os municípios”, enfatizou o prefeito de Toledo, um dos municípios contemplados com retroescavadeira, Beto Lunitti.

O Plano Safra - O Plano Safra 2013/2014 destina R$ 39 bilhões para o fortalecimento da agricultura familiar brasileira. O recurso total do Plano está distribuído entre as políticas estruturantes do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), como o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), os serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) e as compras institucionais do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).

Cooperativas – O Sistema Ocepar foi representado na solenidade pelo diretor da entidade e presidente da Cooperativa Copagril, Ricardo Chapla. (Com informações do MDA)

Confira a relação dos municípios beneficiados com a entrega de retroescavadeiras

Assis Chateaubriand

Boa Esperança

Cafelândia

Campo Bonito

Céu Azul

Entre Rios do Oeste

Farol

Goierê

Guaíra

Ibema

Itaipulândia

Janiópolis

Juranda

Mamborê

Marechal Cândido Rondon

Maripá

Medianeira

Mercedes

Missal

Moreira Sales

Nova Santa Rosa

Palotina

Pato Bragado

Quarto Centenário

Quatro Pontes

Rancho Alegre D’Oeste

Santa Helena

Santa Terezinha de Itaipu

Serranópolis do Iguaçu

Tapira

Terra Roxa

Tupãssi

Ubiratã

 

SANIDADE AVÍCOLA: Evento reunirá renomados especialistas em Cascavel

O Brasil vai produzir em 2013 mais de 6 bilhões de frangos, que resultarão em 12,3 milhões de toneladas de carne. Com vendas programadas de 3,9 milhões de toneladas para mais de 70% das nações do planeta, o Brasil vai reafirmar sua posição de maior exportador mundial, figurando entre os 10 países que mais consomem carne de frango. São 45 quilos per capita, índice já superior ao dos Estados Unidos. É nesse virtuoso cenário, que vem se superando ano após ano com números cada vez mais vigorosos e promissores, que vai se realizar em Cascavel (PR), no próximo dia 12 de setembro, o 9º Encontro MercoLab de Avicultura, evento com prestígio já consolidado no âmbito na cadeia produtiva do setor.

Promoção - O seminário foi idealizado e é promovido anualmente pelo MercoLab, laboratório veterinário que presta serviços de diagnóstico e monitoria para mais de 500 clientes de diversas regiões do país, atuando como um elo facilitador no processo de transferência de novas tecnologias, ferramentas essenciais para manter o dinamismo da indústria ligada à cadeia do frango.

Foco - Desempenhando papel de destaque no crescimento e fortalecimento da avicultura comercial brasileira, o MercoLab tem seu foco principal na prevenção de doenças avícolas com potencial de impor severas barreiras sanitárias ao país e provocar prejuízos incalculáveis para a economia nacional. “Além de debater temas relacionados à sanidade avícola, o 9º Encontro vai apresentar novidades em resultados de pesquisas e novos conhecimentos, que certamente vão contribuir para otimizar custos e melhorar a produção”, destaca o médico-veterinário Alberto Back, diretor-geral do MercoLab e coordenador do evento.

Excelência - Relembrando que mais de 150 países compram a carne de frango brasileira, Back enfatiza que para fidelizar essa clientela e expandir ainda mais o número de parceiros é fundamental investir continuamente no aprimoramento científico e tecnológico, equipamentos modernos e mão-de-obra qualificada. “O desafio permanente é a excelência”, sublinha.

Programa - O 9º Encontro MercoLab de Avicultura terá lugar no Centro de Convenções e Eventos de Cascavel, das 9h às 18h do dia 12 setembro, e sua programação, ressalta o coordenador-geral Alberto Back, “foi estabelecida com base em sugestões de colegas que fazem a avicultura da nossa região.” Enfatizando que os palestrantes são profissionais extremamente capacitados em suas áreas, Back afirma que “a sinergia desses convidados com os demais participantes farão do evento uma fonte renovadora de informações. Muitas das dificuldades da avicultura podem ser minimizadas e até resolvidas pelo debate e busca de soluções em fóruns como este”, finaliza. (Assessoria de Imprensa do MercoLab)

INFRAESTRUTURA: PR quer safra do Mato Grosso do Sul embarcada em Paranaguá

infraestrutura 05 08 2013Os produtores do Mato Grosso do Sul vão ter o apoio do Governo do Paraná para escoarem a safra de grãos pelo Porto de Paranaguá, sem enfrentar filas e de maneira mais ordenada. Um encontro em Campo Grande, na quinta-feira (01/08), o secretário estadual de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, mostrou aos representantes da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul) e do governo estadual, os planos logísticos para receber a safra paranaense e também do resto do Brasil.

Planejamento - Na reunião o secretário disse que o Paraná trabalha com planejamento de mais de um ano de antecedência para definir a logística de escoamento da safra que vai ao porto. Richa Filho aproveitou o encontro para anunciar que a Ferroeste já tem autorização para subconceder a operação de transporte de grãos, agilizando o processo de criação do novo ramal ferroviário entre Maracajú (MS), Paranaguá e o futuro porto de Pontal do Paraná.  “Com a ferrovia que ligará Mato Grosso do Sul ao Porto de Paranaguá pronta em cinco anos, o escoamento das safras agrícolas terá custo reduzido, valorizando a produção brasileira”, disse Richa Filho.

Boa receptividade - A notícia agradou os sul-matogrossenses. “A maior parte da nossa safra é escoada pelo Porto de Paranaguá, por isto esta reunião é estratégica”, disse o governador André Puccinelli. Ainda de acordo com Puccinelli, a integração não deve se prender apenas à consecução de ferrovias, mas sim a toda logística. “Para o que for colocado no frete FOB (Free on Board), as nossas commodities embarquem com menos custo de chegada”, explicou.

Redução de filas - De acordo com superintendente da Appa, Luiz Henrique Dividino, o Porto tem como meta reduzir as filas de acesso ao porto em 35% nos próximos seis meses; reduzir o prêmio negativo ao produtor - deságio que o preço da saca de grãos sofre ao embarcar relacionado com a cotação da soja na Bolsa de Chicago; abrir novos espaços para transferência de cargas; licitar novos terminais portuários em 2013 e estabelecer terminais privados no Paraná até 2016/17, entre outras medidas.

Ferrovia - A construção de um novo ramal da Ferroeste ligará, em cinco anos, Maracaju a Lapa (PR) e terá investimento de R$ 10 bilhões do governo federal, através do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC). “A médio prazo, o Paraná terá uma ferrovia de mais mil quilômetros com capacidade de transportar cerca de 40 milhões de toneladas de grãos ao ano. Este volume – que supera a atual capacidade de transporte - representa quase toda a atual safra paranaense deste ano”, disse o presidente da Ferroeste, João Vicente Bressolin Araújo.

Nova modelagem - A nova modelagem da Ferroeste está em discussão entre o Governo do Paraná e a União. Depois de 25 anos, a ferrovia - restrita entre Cascavel e Guarapuava – chegará ao Litoral, levando a produção do Oeste e de parte do Noroeste do Paraná, além das safras sul-mato-grossenses, mato-grossenses e paraguaias.

 Salto - “A ampliação da Ferroeste representa um salto na logística paranaense. A nova ferrovia será moderna, segura, produtiva e dotada de uma logística mais eficiente, com preços mais competitivos que vão influir na expansão dos mercados internacionais, proporcionando mais emprego e renda para os produtores. A economia vai beneficiar os produtores, aumentando a renda no Paraná”, disse Araújo. (Agência de Notícias do Paraná)

 

CONGRESSO NACIONAL: Parlamentares retomam trabalho com longa lista de votações

Na volta do recesso branco esta semana, deputados e senadores têm uma longa lista de votações. A pauta começa a ser definida em várias reuniões de bancadas e líderes previstas para esta terça-feira (06/08). Entre as matérias que dependem de análise em sessão conjunta do Congresso, os parlamentares já vão encontrar a pauta trancada por dezenas de dispositivos vetados pela presidenta Dilma Rousseff.

Temas polêmicos - Na lista estão temas polêmicos que prometem encher as galerias do plenário, como os vetos ao projeto de lei sobre o Ato Médico (Lei 12.842/13), o veto total ao Projeto de Lei Complementar 200/12, que extinguia a multa de 10% sobre o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de trabalhadores em casos de demissão sem justa causa, e o veto à Lei Complementar 143/13, que trata da distribuição dos recursos do Fundo de Participação dos Estados (FPE).

LDO - Sem a votação de todos esses vetos, que devem ser apreciados em sessão convocada para o dia 20 de agosto, o Congresso não pode avançar na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que deveria ter sido votada até 17 de julho. Ela serve como base para a elaboração da proposta do Orçamento Geral da União que deve ser enviada pelo Executivo ao Congresso até o dia 30 de agosto. Caso a LDO não seja votada a tempo, a peça orçamentária terá que ser feita com base na do ano passado.

Royalties - Fora a pauta conjunta, os deputados precisam concluir a votação do projeto de lei que destina recursos dos royalties do petróleo para educação e saúde (PL 323/07). Quatro destaques apresentados ao texto têm urgência constitucional e trancam a pauta. A votação de um marco regulatório para a mineração - PL 5.807/13 - é outra matéria importante que vai exigir muita negociação entre os deputados. A expectativa é que a tramitação em regime de urgência seja derrubada para que uma comissão mista debata o tema antes da votação em plenário, prevista para o final de outubro.

Crime hediondo - A Câmara também deve votar em agosto a proposta que torna a corrupção crime hediondo. Projeto nesse sentido foi aprovado em julho no Senado (PLS 5.900/13). 

Senado - Além de propostas como a que cria o passe livre no transporte público para estudantes (PLS 248/2013) e o Plano Nacional de Educação (PLC 103/2012), estão prontas para votação no plenário do Senado as propostas de emenda à Constituição que tornam mais severas as punições disciplinares para magistrados e membros do Ministério Público (PEC 53/2011 e PEC 75/2011).

PEC 2-/2013 - Na volta dos trabalhos também deve ser incluída na pauta do plenário do Senado a PEC 20/2013 que acaba com o voto secreto em exame de indicação de autoridades, cassação de mandatos e vetos. (Agência Brasil)

DEMOGRAFIA Expectativa de vida cresce 11 anos no Paraná

demografia 05 08 2013Um dos principais indicadores de bem-estar da população, a esperança de vida ao nascer aumentou 11,3 anos no Paraná em um período de 30 anos – entre 1980 e 2010. Com 75,3 anos de idade, a expectativa de vida do paranaense é a sétima do país e se encontra acima da média nacional (de 73,8 anos). Os dados constam da pesquisa “Tábuas abreviadas de mortalidade por sexo e idade”, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). O estudo também traz outros elementos que denotam avanços em todo o Brasil, como a queda acentuada da taxa de mortalidade infantil e aumento da sobrevida de idosos.

Mapeamento - O mapeamento mostra que os índices mais altos continuam concentrados no Sul e Sudeste. No Paraná, os indicadores melhoraram mais do que em Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A mortalidade infantil, por exemplo, despencou 43% por aqui, chegando a 10,8 óbitos por mil recém-nascidos. Ainda assim, os outros estados da região ainda têm taxas melhores que as paranaenses. “Assim como o Índice de Desenvolvimento Humano dos Municípios (IDH-M), os números do IBGE revelam que a vida do brasileiro está melhorando. E o desempenho do Paraná foi muito positivo”, resume diretor de pesquisa do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Eco­nô­mico e Social (Ipardes), Júlio Suzuki.

Políticas públicas estruturais - Dentre os elementos que explicam a melhoria dos índices, destaca-se a consolidação de políticas públicas estruturais, que ao longo dos anos se traduziram na ampliação do acesso a serviços básicos. Neste contexto, analistas apontam que a assistência de saúde e a educação tiveram peso maior. “Apesar de críticas da população, o serviço público tem papel determinante neste processo. O acesso aos serviços está mais fácil”, observa Suzuki.

Renda - Para os especialistas, houve, de modo geral, um avanço significativo no “pa­drão de vida” dos brasi­leiros, puxado pelo aumento da renda familiar. Para o professor de economia da Universidade Tuiuti do Paraná (UTP), Wilson Mendes Valle, que por 25 anos foi analista de pesquisas do IBGE, programas de transferência de renda têm um papel determinante neste contexto. “Essas iniciativas garantem o aumento da renda per capita e possibilita o acesso a vários serviços e bens fundamentais, além de manter os recursos em pequenas comunidades”, aponta Valle.

Desafio - Para o professor, um dos maiores desafios é homogeneizar os índices entre as diferentes regiões, tanto em âmbito nacional, quanto estadual. Neste sentido, Valle ressalta a necessidade de descentralizar recursos para as áreas onde há maior carência de infraestrutura. “No Paraná, por exemplo, precisamos de um investimento mais focado no Vale do Ribeira. As políticas devem ser voltadas para equalizarmos os indicadores”, diz. (Gazeta do Povo)

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BRASIL: Governo avalia novos cortes em tarifas de importação

Após anunciar que não renovará a lista de cem produtos com tarifas de importação elevadas desde o ano passado, e informar que jogou no lixo a lista adicional de mais cem autorizada no Mercosul, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e seus auxiliares pensam em retirar, da lista de Exceções da Tarifa Externa Comum do Mercosul (TEC), outros insumos industriais - cerca de 40 - que têm, no Brasil, tarifa acima da praticada por outros sócios do bloco. Estudos do governo mostram que essas medidas têm efeito limitado na inflação, mas ajudam a aumentar a competitividade da indústria.

Decisão final - "Não posso negar que a gente tem estudado [a retirada de insumos com tarifas mais altas da lista de exceções da TEC], mas não temos decisão final nem estudos completos ainda", confirmou para a coluna o secretário de Política Econômica, Márcio Holland. Segundo membros da equipe econômica, Mantega tinha expectativa de que a saída de insumos industriais das listas de aumento de tarifa tivesse impacto na taxa de inflação. Estudos disponíveis no Ministério do Desenvolvimento mostraram que não.

Esperanças - Há quem diga, no governo, que ainda há esperanças, no ministério, de dar uma ajuda à queda da inflação com essa medida. O fato é que mudou a postura do governo em relação às barreiras às importações. Contra economistas que lamentam a desnacionalização de elos da cadeia produtiva, e indústrias que dizem ainda sofrer implacável concorrência estrangeira, o governo defende a redução de tarifas como mecanismo para aumentar a competitividade.

Significativo - É significativo que o anúncio de queda de tarifas tenha ocorrido, semana passada, no mesmo dia em que o governo anunciava um déficit recorde no comércio exterior (o que poderia levar a um movimento contrário, de aumento do protecionismo). Mantega sequer esperou, para o anúncio, a reunião da Camex, órgão interministerial que, oficialmente, é quem toma decisões do tipo. Não consultou o Itamaraty e nem esperou a volta a Brasília do ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, representado, no anúncio, por seu secretário-executivo, Ricardo Shaeffer. O ministro parece ter pressa para sinalizar ao setor privado sua nova estratégia para estimular investimentos.

Redução de custos - "Há claramente forte redução de custos industriais em setores que nem pensávamos em considerar, como têxtil e calçados, até por causa da embalagem", disse Holland, baseado em análises de matriz insumo-produto da equipe econômica.

Argumento - Ele argumenta que as medidas de apoio à indústria, como o financiamento favorecido à compra de bens de capital e a desoneração das folhas de pagamento e do PIS-Cofins, combinaram-se à desvalorização do real para criar uma nova situação, bem mais favorável às empresas de resinas plásticas e aço, entre outras que perderam a proteção tarifária adicional.

Resultados bons - "As empresas, no setor químico, no aço, no alumínio, mostram resultados bons, não havia necessidade de continuar [a lista de tarifas elevadas]", diz Holland. Como Mantega, ele insiste que a influência sobre os índices de inflação "não é motivação central". Mas espera efeito positivo na redução de custos das empresas que usam esses insumos, aliviando pressões de preço.

Participação das importações - Estudos disponíveis no governo mostram que, apesar das tarifas mais altas, a participação das importações no consumo aparente continuou nos mesmos patamares em muitos setores, como fiação e fibras têxteis (acima de 18,5% de importados no consumo aparente), produtos de material plástico (mais de 1,6%) e metalúrgicos não ferrosos (cerca de 2,4%). Até subiu bastante em alguns, como partes para calçados (de 16% para 27%) e mídias virgens, magnéticas e óticas (de 8% a 19%).

Queda - Ajudadas também pelo fim da guerra dos portos, pela qual Estados subsidiavam importações para atrair movimento comercial, caíram bastante as importações de resinas e elastômeros (de 10% para 8,4%), produtos de borracha (de 9% para 3%), tubos de aço, exceto sem costura (de 3,4% para 0,8%), bens de capital para extração mineral ou construção (de 8% para 5%), e químicos orgânicos (0,24% para 0,09%).

Impacto baixo - Segundo estudo que chegou ao Ministério do Desenvolvimento, o impacto na inflação, e no PIB, das reduções recém-anunciadas é baixo: uma inflação de 6% em 12 meses cairia, na melhor das hipóteses, para 5,97%; o PIB ganharia acréscimo de alguns pontos na segunda casa decimal.

Novos itens - A inclusão, em estudo, de novos itens da lista de exceções da TEC não melhoraria muito o quadro, mas o efeito em redução de custos, para certos setores industriais, é notável: prevê-se um corte de quase 5% nos custos da indústria têxtil, em torno de 3,5% para máquinas, aparelhos e materiais elétricos e aparelhos e instrumentos médico-hospitalares.

Proteção - O outro lado das medidas é o impacto nos setores que perderam proteção. A simulação obtida por esta coluna aponta uma queda na atividade de 4% para artigos de borracha, 7,6% para resinas e eslastômeros e 4,7% para produtos químicos, entre outros. Dados que são vistos com desconfiança no Ministério da Fazenda.

Exceções - As empresas se movimentam para voltar à lista de exceções. Para o consultor Welber Barral, da Barral M Jorge Associados, o anúncio do governo foi "precipitado". "Há situações distintas de mercado, setores ainda sob concorrência predatória que não afetam a inflação", diz Barral, ex-secretário de Comércio Exterior. "Se reduzissem paulatinamente as tarifas, teriam gerado menor imprevisibilidade e garantiriam investimento nesses setores, que agora enfrentam um mercado incerto".

Sensibilidade - Holland garante que o governo avaliará "com sensibilidade" os impactos das medidas e as demandas dos empresários. Não devem sobrar assentos para executivos nos voos para Brasília. (Valor Econômico)

MANTEGA: Governo decide frear inflação ao custo de reduzir crescimento

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse em entrevista à revista “Veja” desta semana, que o país - e o mundo - foram pegos de surpresa com o agravamento da crise europeia no ano passado e, por isso, o Brasil não tem crescido a taxas mais altas. Também afirmou que o governo Dilma Rousseff resolveu fazer um ajuste ainda em 2011 para controlar a inflação “mesmo ao custo de reduzir o crescimento”. Naquele ano, a economia se expandiu apenas 2,7%, pouco mais da metade do que se esperava inicialmente para o período. Após ter crescido 7,5% em 2010, o governo cortou R$ 50 bilhões do orçamento em 2011. Antes, o Banco Central (BC) tomou medidas macroprudenciais para conter a expansão do crédito.

Otimismo - “Havia um otimismo realista no ar. Em 2011, no entanto, começamos o ano com pressões inflacionárias. Tivemos de tomar medidas para controlar a inflação. Ainda assim, a taxa ficou em 6,5% naquele ano, no limite superior da meta inflacionária. A pior coisa que existe para o Brasil é a inflação, e por isso decidimos fazer um ajuste em 2011, mesmo ao custo de reduzir o crescimento. Se tivéssemos deixado de agir, a economia teria crescido muito mais que os 2,7% registrados”, disse na entrevista.

Perspectivas - Mantega lembrou que, naquele momento, a percepção geral no mundo era que o pior da crise internacional havia sido superado, o que abria boas perspectivas para o Brasil. “Imaginamos que haveria uma reação a partir de 2012. Acabamos, no entanto, surpreendidos com o agravamento da crise europeia. O panorama mudou”, afirmou.

Reversão do quadro - Para o ministro, a queda nos diversos de confiança dos empresários e dos consumidores está sendo revertida. “A confiança no Brasil permanece alta, apesar de algumas análises em contrário. Fechamos o primeiro semestre com mais de US$ 30 bilhões em investimentos estrangeiros diretos, recursos destinados ao setor produtivo. Foi um número superior ao registrado em igual período do ano passado. Se isso não é confiança, eu não sei o que é”, afirmou.

Destino dos investimentos - Mantega recordou que o Brasil foi, no ano passado, o terceiro principal destino de investimentos diretos, atrás apenas dos Estados Unidos e da China. (Valor Econômico)

ECONOMIA: Mudança de cenário global não é sinônimo de crise

Após surfar nos efeitos positivos do aumento da liquidez global e do forte crescimento do apetite da China por commodities, o Brasil deve enfrentar um cenário global mais adverso nos próximos anos. Para parte dos economistas, no entanto, essa mudança não é necessariamente sinônimo de crise e pode representar oportunidades para setores exportadores, como a indústria.

Preparação - O Valor perguntou aos colaboradores do seu serviço de coleta de projeções, o Valor Data, como o país deve se preparar para enfrentar a perspectiva de redução da liquidez global, com a diminuição de estímulos monetários já sinalizada pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano), e a menor velocidade de expansão da economia chinesa.

Liquidez externa - Fernando Genta, economista-chefe da MCM Consultores, estima que a abundante liquidez externa contribuiu, em média, com um ponto percentual do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro entre 2003 e 2011. Para ele, o país não aproveitou o período de bonança em toda sua potencialidade, mas ainda há espaço para virar o jogo. O governo, afirma, precisa reconquistar a confiança dos agentes econômicos na política fiscal, cuja credibilidade foi perdida nos últimos anos, e trabalhar para reduzir o custo Brasil.

Mudanças estruturais - Para Paulo Pereira Miguel, economista-chefe da Quest Investimentos, o Brasil enfrentará mudanças estruturais nos próximos anos, mas não se pode considerar o novo cenário como sinônimo de crise, até porque a recuperação da economia americana "é uma boa notícia para todos no médio prazo, a despeito da incerteza sobre o ritmo de aperto das condições monetárias."

Consumo - No caso da China, diz Miguel, o consumo tende a ganhar espaço, "o que oferece novas oportunidades, inclusive para o Brasil, que precisa aproveitar o novo cenário, com câmbio mais desvalorizado, para reconfigurar a indústria e alavancar a capacidade exportadora". A ideia é que o país pode dar a volta por cima a partir de 2015 com maior responsabilidade fiscal e retomada da agenda de reformas estruturais. "Mas até lá as incertezas serão altas e é preciso reconhecer e trabalhar com o risco de cenários mais adversos."

Base mais forte - O economista-chefe da LCA Consultores, Bráulio Borges, destaca que o crescimento chinês se dará sobre uma base muito mais forte daqui para frente, o que sustentará a demanda por produtos brasileiros em patamar elevado. Borges também diz que um cenário de menor liquidez global pode trazer vantagens por causa da desvalorização do real, abrindo espaço para uma "reindustrialização" da economia. De qualquer modo, para que esse processo seja bem-sucedido, o economista da LCA acredita que serão necessárias medidas que reduzam o custo Brasil.

Fluxo de capitais - A menor liquidez global também não deve minar a capacidade de atração de fluxos de capitais do país, na opinião de Octavio de Barros, economista-chefe do Bradesco. Para ele, o Brasil será sempre "candidatíssimo" a atrair capital estrangeiro. "Acho que melhorando minimamente a confiança com medidas que só foquem na produtividade, no melhor ambiente de 'equity' e na sustentação e transparência fiscal de longo prazo, não faltarão jamais fluxos de financiamento por investimento no país."

Apetite - Thaís Zara, economista-chefe da Rosenberg & Associados, pondera que o apetite pelo risco dos países emergentes nesse cenário tende a se reduzir, e o Brasil, para se destacar, precisará se sair melhor em termos relativos. Nesse caminho, diz Thaís, é essencial reconquistar a credibilidade. "Evitar o rebaixamento pelas agências de classificação de risco seria a cereja do bolo."

Infraestrutura - Para Daniel Moreli Rocha, economista do Indusval & Partners, a saída para enfrentar o cenário global de menor liquidez está em "uma de nossas grandes fraquezas, a infraestrutura". Já Roberto Padovani, da Votorantim Corretora, afirma que o Brasil deve manter a disciplina na gestão macroeconômica.

Providências - José Francisco de Lima Gonçalves, economista-chefe do Banco Fator, considera "substancial" o risco de o país devolver a parte dos avanços conquistados entre 2005 e 2010, mas duas providências ainda podem entrar na agenda: a diversificação das parcerias comerciais e a implementação de ganhos de produtividade.

Mais crítico - Em tom um pouco mais crítico, Alessandra Ribeiro, da Tendências Consultoria, avalia que o Brasil já deveria estar se preparando para essa nova fase da conjuntura global. Como a "lição de casa" não foi feita, um dos resultados possíveis é um período de baixo crescimento.

Mudança positiva - Sérgio Vale, economista-chefe da MB Associados, discorda da visão de que a desvalorização do câmbio pode trazer benefícios ao país. Só haveria alguma mudança positiva para a economia, em sua opinião, se o governo voltasse "ao padrão crível" de reformas e ao tripé macroeconômico. (Valor Econômico)

BC I: Projeção de crescimento da economia cai para 2,24%

A projeção de instituições financeiras para o crescimento da economia, este ano, foi ajustada para baixo. De acordo com a pesquisa semanal do Banco Central (BC) ao mercado financeiro, a estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, caiu de 2,28% para 2,24%, este ano. Para 2014, a projeção foi mantida em 2,60%. A estimativa para a expansão da produção industrial foi ajustada de 2,10% para 2%, este ano, e mantida em 3%, em 2014.

Dívida líquida - A projeção das instituições financeiras para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB segue em 35%, este ano, e foi ajustada de 35% para 34,90%, no próximo ano.

Dólar - A expectativa para a cotação do dólar foi mantida em R$ 2,25, ao final deste ano, e em R$ 2,30, ao fim de 2014. Na última sexta-feira (02/08), o dólar encerrou o dia em R$ 2,288.

Superávit comercial - A previsão das instituições financeiras para o superávit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) passou de US$ 5,7 bilhões para US$ 5,09 bilhões, este ano, e de US$ 8,92 bilhões para US$ 8 bilhões, em 2014.

Transações correntes - Para o déficit em transações correntes (registro das transações de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior), a estimativa passou de US$ 76,15 bilhões para US$ 76,3 bilhões, este ano, e de US$ 79,5 bilhões para US$ 80 bilhões, em 2014.

Investimento estrangeiro - A expectativa para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) foi mantida em US$ 60 bilhões tanto para 2013 quanto para o próximo ano. (Agência Brasil)

BC II: Estimativa para inflação é mantida em 5,75% este ano

A projeção de analistas de instituições financeiras pesquisadas pelo Banco Central (BC) para a inflação, medida pelo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foi mantida em 5,75%, este ano. Para 2014, houve leve ajuste de 5,88% para 5,87%. As estimativas estão acima do centro da meta de inflação, 4,5%, e abaixo do limite superior de 6,5%. Cabe ao BC perseguir a meta de inflação. A taxa básica de juros é usada pelo BC como instrumento para influenciar a atividade econômica e, por consequência, a inflação.

Selic - De acordo com a pesquisa do BC, as instituições financeiras esperam que a taxa Selic chegue a 9,25% ao final deste ano, a mesma projeção para o fim de 2014. Atualmente, a Selic está em 8,5% ao ano.

IPC-Fipe - A pesquisa do BC também traz a mediana das expectativas para a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), que passou de 4,66% para 4,28%, este ano, e segue em 5,43%, em 2014.

IGP-DI - A projeção para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) passou de 4,90% para 4,81%, este ano. Para o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), este ano, a estimativa também caiu de 4,94% para 4,69%. Em 2014, para ambos os índices, a projeção é 5,5%. (Agência Brasil)

CLIMA: Lazinski analisa condições de julho e tendências para os próximos meses

Durante o mês de julho, o Centro-Sul do Brasil registrou precipitações abaixo da média na maior parte da região, principalmente entre o Centro e Oeste. Nas outras áreas, as precipitações apresentaram totais dentro do normal. No Paraná, o maior volume de chuvas foi observado entre a região Central e Leste do estado, onde os valores acumulados ficaram muito acima da média para o mês de julho. Já no Oeste, as precipitações ficaram abaixo da média para a época do ano.

Distribuição das chuvas - A distribuição destas chuvas, a exemplo dos últimos meses, continuou muito irregular em todo Centro-Sul do Brasil. No Paraná, as precipitações variaram entre 160 mm no Leste a menos de 10 mm no Oeste do estado. As chuvas foram provocadas principalmente pela passagem de uma frente fria, sobre o Sul do Brasil entre os dias 16 a 22 de julho. A variabilidade das precipitações vem refletindo a grande variação de umidade no solo na região, sendo que nas áreas mais centrais e leste a umidade do solo vem mantendo bons níveis de água no solo para o bom desenvolvimento das lavouras. Já nas áreas mais a Oste observamos deficiência hídrica. No Sudeste e Centro-Oeste também foram registradas chuvas acima da média, na maior parte destas regiões.

Neve e geada - O mês de julho foi marcado pela passagem de uma massa de ar fria de forte intensidade entre os dias 23 e 26 de julho, que provocou queda de neve nos três estados do Sul e em algumas áreas do Mato Grosso do Sul, além de formação de geadas fortes no Sul e algumas áreas do Sudeste e do sul do Centro-Oeste. As temperaturas médias ficaram abaixo da média em todo o Sul do Brasil e sul das regiões Sudeste e Centro-Oeste.

Temperaturas - O comportamento das temperaturas das águas superficiais no Oceano Pacífico Equatorial, bem como os padrões de circulação de grande escala, vem mantendo o mesmo padrão dos últimos meses, próximas à média e seguindo a tendência de neutralidade. A temperatura da superfície do mar nas áreas mais a leste do Oceano Pacífico apresentaram valores um pouco mais baixos que o normal. Já nas áreas Central e Oeste mantiveram-se dentro da normalidade. Estas condições, aliadas a outras variáveis climatológicas em escala global, continuam indicando uma situação de neutralidade climática (nem “El Niño” e nem “La Niña”).

Precipitações - Para os próximos meses, os prognósticos para as precipitações continuam com a tendência de chuvas muito irregulares, intercalando períodos curtos que concentram chuva acima da média com períodos maiores com pouca ou nenhuma precipitação, para o Centro-Sul do Brasil, devido a continuidade desta situação de neutralidade climática. Para as regiões Centro-oeste e Sudeste, as chuvas devem ficar dentro da média, nos próximos meses.

Períodos intercalados  - As temperaturas continuam intercalando períodos um pouco mais quentes, com quedas acentuadas de temperaturas, a exemplo do que ocorreu no decorrer do mês de julho para o Centro-Sul do Brasil. Os extremos de temperatura se acentuam. Nas demais regiões do Brasil, as temperaturas seguem com os valores dentro da média. (Luiz Renato Lazinski, Meteorologista/ INMET/Mapa)


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