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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3161 | 20 de Agosto de 2013

SESCOOP/PR: Lideranças do Nordeste conhecem sistema de gestão das pequenas cooperativas paranaenses

A metodologia do sistema integrado de gestão utilizada pelas pequenas cooperativas do Paraná e desenvolvida especialmente para a coleta de dados e alimentação do Programa Integral de Apoio às Pequenas Cooperativas (Procoope) foi o tema da reunião desta segunda-feira (19/08), na sede do Sistema Ocepar, em Curitiba, entre cooperativistas do Nordeste, o gerente de Desenvolvimento e Autogestão do Sescoop/PR, Gerson Lauermann, e o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo, João Gogola Neto. Estiveram presentes o presidente do Sistema OCB-Sescoop/Ceará, João Nicédio, a superintendente da OCB/Alagoas, Márcia Túlia Pessôa, os  analistas em Monitoramento do Sescoop/Bahia, Geisa Félix e Valter Sampaio, e o coordenador financeiro da OCE-BA,  Márcio Santos. Também participaram do encontro a gerente de Monitoramento e Gestão das Cooperativas do Sescoop Nacional, Susan Miyashita Vilela,e Ana Paula Cunha Campelo, colaboradora do setor contábil da OCB/Sescoop/Ceará.

Compartilhando experiências - “Estamos no mesmo barco que é o cooperativismo, por isso,  compartilharmos com alegria a nossa experiência”, disse Gerson Lauermann. Ele lembra que, dentro do programa de Autogestão, sempre houve uma preocupação muito grande com as pequenas cooperativas, motivo que acabou originando o Procoope, no Paraná. Pelo Procoope, elas são acompanhadas por meio da realização de um diagnóstico preliminar e elaboração de projeto individual para acompanhamento de seu desenvolvimento, que deve ser submetido à aprovação da Assembleia Geral da cooperativa para ser implantado. A cooperativa também recebe assessoria direta para a implantação de controles e regularização da documentação quanto à manutenção dos livros obrigatórios, aspectos societários, contábeis, legais, fiscais, tributários, previdenciários e trabalhistas.

O Sistema - “O Procoope surgiu há cerca de 11 anos mas, com o tempo, percebemos que os problemas eram recorrentes nas cooperativas, ou seja, envolviam sempre as mesmas questões – controle,  contabilidade, fechamento de balanço, orçamento, fluxo de caixa, entre outras. E, identificado que o problema era a falta de integração entre as áreas (comercial, financeira, etc.), partimos em busca de uma solução”, conta. Segundo ele, um sistema próprio, desenvolvido pelo Sescoop/PR para fazer o diagnóstico e auxiliar no monitoramento e acompanhamento das cooperativas, se mostrou inviável em função do custo, por isto, foi firmada uma parceria com uma empresa que já conhecia o sistema cooperativista para que fosse desenvolvido um software específico, o qual está em uso até hoje.

Consultoria - “Foi assim que surgiu o Sistema Integrado de Gestão. A ideia com ele é ensinar a pescar. Por um ou dois anos, treinamos as pessoas para utilizá-lo. Neste tempo, organiza-se, estrutura-se e coloca-se a cooperativa para funcionar. Depois, ela caminha sozinha”, explica. A Cooperativa Agrícola Campo do Tenente (Cooperante), com sede em Campo do Tenente e que recebe a visita dos cooperativistas nordestinos nesta terça-feira (20/08), é um exemplo de cooperativa que se estruturou e hoje colhe os resultados  da boa utilização da metodologia do sistema integrado de gestão do Sescoop/PR. Segundo o  presidente da Cooperante, Guilherme Grein, somente a expansão da capacidade armazenadora da cooperativa chegou a 800% nos últimos anos. Atualmente, a Cooperante possui 220 associados e respondeu por um faturamento de R$ 32,8 milhões em 2012, desempenho 40% superior em relação ao ano anterior. O total de ativos soma R$ 11,7 milhões, sendo que as sobras, antes das destinações, atingiram R$ 2 milhões. Além da Cooperante, os cooperativistas visitaram a Cooperativa Agrícola União Castrense (Unicastro), de Castro, uma das menores cooperativas agrícolas do Paraná, com apenas 50 cooperados, e que atua com os mais diferentes produtos, entre os quais hortifrutícolas.

Aprovação - Ao final da reunião, o presidente da OCB-Sescoop/Ceará, João Nicédio, se mostrou satisfeito com a metodologia utilizada no Paraná e afirmou que pretende adotá-la para as pequenas cooperativas cearenses. “É uma proposta muito interessante, no entanto, lanço um desafio para que ela seja expandida para as cooperativas do meio urbano. Na Bahia, a nossa maior demanda são as cooperativas de transporte, principalmente de passageiros. Lá, o transporte complementar é regulamentado. Temos cerca de 40 cooperativas de passageiros e 1.200 micro-ônibus cooperativados. Precisamos, portanto, desenvolver um projeto nessa linha e que ajude a estruturar e organizar as nossas cooperativas”, afirmou. “É uma proposta extremamente interessante, importante e passível de ser implantada para a realidade do nosso estado”, completou a superintendente da OCB/Alagoas Márcia Túlia Pessôa. “Mas também sugiro que ela seja adaptada para as cooperativas urbanas porque em Alagoas há a necessidade e um número significativo de cooperativas que precisam de assistência”, disse.

Especialização - Já o coordenador financeiro do Sescoop/Bahia, Márcio Santos, lembra que o projeto resolve um problema sério das pequenas cooperativas, que é a falta de especialização dos profissionais que atuam na área contábil. “As pequenas cooperativas têm muita dificuldade em se adequar ao programa de gestão, principalmente no que se refere à área contábil, e um dos motivos é que elas terceirizam a contabilidade, ou seja, não possuem contador próprio e que entenda profundamente da área cooperativista. Mas este programa resolve isto, além de unificar a contabilidade das cooperativas e viabilizar o fluxo de informações”, comenta.  “O sistema cooperativista da Bahia já tinha a intenção de realizar um trabalho focado nas pequenas cooperativas que têm dificuldades com a contabilidade e o programa utilizado no Paraná é a concretização do que precisamos”, conclui a analista em Monitoramento do Sescoop/BA, Geisa Félix.

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ALEP: Koslovski defende aprovação de lei para micro e pequenas empresas do PR

O presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae/PR, João Paulo Koslovski, defendeu, na tribuna da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), nesta segunda-feira (19/08), a aprovação do projeto de lei do Poder Executivo que estabelece legislação estadual em favor do empreendedorismo e das micro e pequenas empresas. A Lei Geral Estadual, como é chamada, regulamenta no Paraná dispositivos da legislação federal em vigor desde dezembro de 2006 e que institui menos impostos, menos burocracia, novos mercados e acesso ao crédito e à inovação.

Tratamento diferenciado - “Estou falando hoje em nome do Sebrae/PR”, disse Koslovski, que também é presidente da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar). “A Lei Geral Nacional ajudou muito as micro e pequenas empresas e o trabalho aqui no Paraná sempre foi muito intenso nesse sentido. Dos 399 municípios do Estado, 366 já tem legislações municipais de apoio aos pequenos negócios. O projeto encaminhado à Assembleia já está em tramitação e realmente institui um tratamento diferenciado às micro e pequenas empresas do Estado (em âmbito estadual).”

Força da economia - Para Koslovski, as micro e pequenas empresas são uma força importante da economia, por isso precisam ser valorizadas com uma legislação específica. “Estamos falando de um público que, efetivamente, precisa ser estimulado.” “Hoje, o Paraná tem mais de 507 mil micro e pequenas empresas, que geram mais de 1,1 milhão de empregos com carteira assinada, o equivalente a 50% da massa salarial. Os pequenos negócios representam 99% dos estabelecimentos formais hoje no Estado e no País.”

Divisor de águas - O presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae/PR afirmou que a aprovação, pela Assembleia, do projeto de lei que cria a Lei Geral Estadual “será um marco, um divisor de águas para as micro e pequenas empresas e microempreendedores individuais”. Microempresas, explicou Koslovski, são os empreendimentos com faturamento bruto anual de até R$ 360 mil. Pequenas, aquelas com faturamento anual maior de R$ 360 mil e menor que R$ 3,6 milhões. E microempreendedores individuais, os pequenos negócios formalizados com faturamento bruto anual de até R$ 60 mil.

Expectativa - “Queremos que o Paraná seja o sétimo estado brasileiro a ter sua Lei Geral Estadual, o primeiro da Região Sul”, destacou Koslovski, informando que seis estados brasileiros, dentre os quais Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Amapá, Ceará e Distrito Federal, já têm legislações estaduais em vigência e com foca especial nos pequenos negócios.

Trabalho conjunto - O presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae/PR assinalou que o projeto que deve ser votado na Assembleia - num prazo de 30 dias, de acordo com estimativa feita pelo líder do governo no Poder Legislativo, deputado Ademar Traiano – é fruto de um trabalho em conjunto e de um consenso entre a Secretaria de Estado da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul, Secretaria de Estado da Fazenda, Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte do Paraná, Sebrae/PR e do setor produtivo representado pelo G7, grupo que reúne federações do comércio, da indústria, da agricultura, do transporte, das cooperativas.

Consolidação - “Queremos aprovar uma lei específica para que o Estado consolide as conquistas da Lei Geral Nacional e amplie os benefícios para fortalecer ainda mais as micro e pequenas empresas, e, por consequência, a economia do Estado.” Koslovski destacou alguns pontos do projeto da Lei Geral Estadual, dentre os quais a simplificação e desburocratização de processos e a redução do tempo médio necessário para formalizações, operações cadastrais e baixas de pequenos negócios.

Carga tributária - Koslovski afirmou também que é preciso diminuir a carga tributária para os empreendimentos. “Temos de criar condições e canais de acesso aos mercados, como as compras governamentais, de aquisição de produtos de pequenos fornecedores locais.” O presidente do Conselho do Sebrae/PR disse que é preciso avançar ainda na formação de grupos e na constituição de sociedades voltadas para a realização de negócios de compra e venda em comum, o que, na sua avaliação, poderia reduzir significativamente os custos das micro e pequenas empresas, tornando-as mais viáveis. Assim como reforçou a necessidade de promoção do acesso a serviços financeiros. “Já temos um bom trabalho realizado pelo Sebrae, Caixa Econômica, Fomento Paraná, Banco do Brasil e cooperativas de crédito, mas precisamos melhorar ainda mais esse quesito”, ponderou.

Destaques - O presidente do Conselho do Sebrae/PR destacou pontos do projeto de lei que tramita na Assembleia como a formalização do Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte do Paraná, que terá como papel a formalização e coordenação da política estadual para as micro e pequenas empresas. E também falou do caráter orientativo, previsto no projeto de lei, junto aos empresários sobre questões tributárias e de natureza fiscal. “O pequeno empresário, muitas vezes, não tem noção do erro que está cometendo. Precisa de orientação.”

Taxa - Para Koslovski, a legislação estadual ajudará a diminuir a taxa de mortalidade dos pequenos negócios, hoje estimada em 25% nos dois primeiros anos de vida, considerado o mais crítico nos pequenos negócios. “Há dez anos, a mortalidade era de 50%. Conseguimos, num trabalho conjunto entre a Secretaria de Estado da Indústria Comércio e Assuntos do Mercosul, Secretaria de Estado da Fazenda e Sebrae/PR, aumentar os índices de sobrevivência, mas ainda é possível melhorar mais.”

Cultura empreendedora - A disseminação da cultura empreendedora no Paraná também foi citada pelo presidente do Conselho do Sebrae/PR, durante seu pronunciamento na tribuna da Assembleia. Koslovski disse que a legislação estadual ajudará a inserção da disciplina do empreendedorismo nas escolas públicas paranaenses. “Isso é de fundamental importância para estimularmos o empreendedorismo entre os nossos jovens que, ao saírem das faculdades, poderão ser donos do próprio negócio. Esse processo ajudará no desenvolvimento do Estado e do País”, pontuou.

Tramitação - O projeto que institui a Lei Geral Estadual, para micro e pequenas empresas, já passou pelas Comissões de Finanças e Indústria e Comércio do Poder Legislativo. Antes de ir para plenário, precisa passar por outras comissões da Casa. A estimativa é de que a matéria esteja pronta para apreciação parlamentar em 30 dias.

Sobre o Sebrae/PR -  O Sebrae/PR - Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Paraná é uma instituição sem fins lucrativos criada nos anos 1970 para dar apoio aos empresários de micro e pequenas empresas e aos empreendedores interessados em abrir o próprio negócio. No Brasil, são 27 unidades e 800 postos de atendimentos espalhados de norte a sul. No Paraná, seis regionais e 11 escritórios. A entidade chega aos 399 municípios do Estado por meio de atendimento itinerante, pontos de atendimento e de parceiros como associações, sindicatos, cooperativas, órgãos públicos e privados. O Sebrae/PR oferece palestras, orientações, capacitações, treinamentos, projetos, programas e soluções empresariais, com foco em desenvolvimento de empreendedores; impulso a empresas avançadas; competitividade setorial; promoção de ambiente favorável para os negócios; tecnologia e inovação; acesso ao crédito; acesso ao mercado; parcerias internacionais; redes de cooperação; e formação de líderes. (Assessoria de Imprensa do Sebrae/PR)

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INDÚSTRIA: Fiep comemora 69 anos reforçando seu papel para o desenvolvimento do Estado

A Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) comemorou na noite desta segunda-feira (19/08), com uma solenidade em Curitiba, os seus 69 anos de fundação. A celebração, que contou com a presença de lideranças empresariais e políticas de todo o Estado, foi marcada por homenagens a empresários e personalidades que contribuem ou contribuíram com o crescimento industrial paranaense. O presidente o Sistema Ocepar e do Conselho Deliberativo do Sebrae/PR, João Paulo Koslovski, prestigiou o evento.

Desenvolvimento econômico e social do Estado - O presidente da Fiep, Edson Campagnolo, destacou o papel da Fiep, em seus 69 anos de atuação, na defesa dos interesses da indústria paranaense e na busca pelo desenvolvimento econômico e social do Estado. “É muito agradável saber que esta casa, carregada de valores e de ética, tem sido objeto de um olhar diferenciado”, afirmou. “Nosso Sistema S, com suas ações, é maravilhoso. E isso é fruto dos senhores industriais e empresários que contribuem com ele”, acrescentou.

Missão - Campagnolo também lembrou que é missão da Fiep se posicionar em relação a temas que interferem diretamente no desempenho do setor produtivo. É o caso da busca por melhorias na infraestrutura de transportes do Estado. “Regiões mais próximas de Curitiba têm atraído mais investimentos, ao contrário de outras regiões, que não têm a mesma condição de infraestrutura. É por isso, por exemplo, que a Fiep trabalhou fortemente pelo projeto da ferrovia Maracaju-Paranaguá”, disse, referindo-se à obra que deve ser licitada pelo governo federal ainda este ano. “Também é por isso que nos posicionamos em relação ao pedágio. Não somos contra, mas precisamos de mais informações e transparência nos contratos. É preciso que haja bom senso para que esses contratos sejam renegociados e seja cobrado um valor justo para a produção do Paraná”, completou.

Apelo - O presidente da Fiep também fez um apelo aos parlamentares presentes à solenidade para que derrubem o veto do governo federal ao projeto que acaba com a contribuição adicional de 10% nas multas do FGTS. Veto que deve ser analisado pelo Congresso Nacional nesta terça-feira (20/08). “O setor produtivo julga que esse dinheiro adicional já cumpriu seu objetivo. Reivindico aos nossos deputados aqui presentes a derrubada deste veto”, declarou Campagnolo. Participaram da solenidade os deputados federais André Vargas, Edmar Arruda e Marcelo Almeira, além do senador Sergio Souza.

Anseios - O senador, por sua vez, afirmou que é papel do Congresso dar respostas aos anseios da população, principalmente após a recente onda de manifestações ocorrida no Brasil. Souza defendeu a adoção de medidas que tornem mais dinâmico o ambiente de negócios brasileiro. “Evoluímos enormemente nas últimas décadas, mas perdemos velocidade em questões como a transparência, a diminuição da carga tributária, a utilização dos modais de transportes e o excesso de burocracia”, disse. “Temos responsabilidade de fazer um país mais justo, voltado para a sociedade, e só podemos fazer isso se olhamos as necessidades de nosso povo”, completou o senador.

Parcerias - Já o secretário de Estado da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul, Ricardo Barros, que representou o governador Beto Richa, destacou as parcerias que a administração estadual mantém com o Sistema Fiep. “Temos conquistado avanços no Paraná, com crescimento da nossa indústria, e isso se dá por essa articulação, por essa sinergia na busca por melhores resultados”, afirmou.

Presenças - Também prestigiaram a solenidade, entre outras autoridades, o secretário de Estado do Trabalho e Emprego, Luiz Claudio Romanelli, e o diretor brasileiro da Itaipu Binacional, Jorge Samek, além de deputados estaduais, vereadores, presidentes de sindicatos industriais e integrantes da diretoria da Fiep.

Homenagens - Os 69 anos da Fiep foram marcados também por homenagens a empresários que têm um trabalho reconhecido e admirado nos mais diferentes segmentos e de diversas regiões do estado. A Federação também prestou homenagens póstumas a pessoas que deixaram um legado para a indústria paranaense. Na categoria Mérito Industrial foram homenageados Amado Góis, José Roberto dos Santos e Tomoru Oda. Já na categoria Benemérito da Indústria: Lauro Pastre, Pedro Kowalski e Ricardo Albuquerque Rezende. Em Honra ao Mérito, foram homenageados Darci Piana e Márcia Rigon. (Com informações da Agência Fiep de Notícias)

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UNIMED CASCAVEL: MBA em Gestão de Negócios em Saúde tem início em Cascavel

A Unimed Cascavel, em parceria com o Sescoop/PR e Fundação Unimed, iniciou, neste segundo semestre, o curso de MBA em Gestão de Negócios em Saúde. A abertura aconteceu na última sexta-feira (16/08), no Hotel Copas Verdes, com 30 alunos. O MBA de Gestão de Negócios em Saúde tem o objetivo de capacitar os médicos cooperados, colaboradores da Unimed e profissionais da área de saúde para atuarem com conhecimento administrativo especializado na gestão de clínicas, hospitais, secretarias de saúde e outros negócios da área e do Sistema Unimed. Na grade curricular, os módulos abrangem as áreas de gestão de negócios, gestão de pessoas, estratégia organizacional, legislação da saúde, gestão contábil e financeira.  As aulas serão ministradas nas sextas-feiras (das 13h30 às 22h30) e aos sábados (das 8h às 12h e das 13h30 às 18h) de acordo com o cronograma acadêmico. (Imprensa Unimed Cascavel)

unimed cascavel 20 08 2013

 

CÂMARA DOS DEPUTADOS: Aprovado projeto que inclui a carne suína na política do preço mínimo

Uma boa notícia para os suinocultores brasileiros. Como resultado do esforço do Sistema OCB e da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), foi aprovado, na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, o projeto de lei nº 7.416/10, que inclui a carne de porco na lista de produtos amparados pela Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM). A aprovação ocorreu na quarta-feira (14/04). A pauta que faz parte da Agenda Legislativa do Cooperativismo foi relatada pelo deputado Vilson Covatti (RS), integrante Frencoop.

Sustentabilidade - Para o coordenador do ramo Agropecuário da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Paulo César Dias, a Comissão de Constituição e Justiça, ao aprovar esse projeto de lei, assegura a sustentabilidade da suinocultura brasileira. “O Sistema OCB entende que a inserção da carne suína na PGPM é importante por ser um instrumento criado para garantir a remuneração mínima do custo de produção, por meio da aquisição dos produtos pelo governo federal”, enfatizou.

Estoques públicos - Para ele, outro ponto positivo do projeto de lei, é a formação de estoques públicos. “Além de evitar quedas acentuadas de preços e de mitigar a elevada volatilidade, poderá inibir a degradação da renda do produtor rural. Deste modo, os preços mínimos serão referência para financiamentos às agroindústrias e às demais políticas de comercialização dos produtos da suinocultura”, avalia Paulo César.

Proposição - A proposição, de autoria do senador Valdir Raupp (RO), também integrante da Frencoop, já foi aprovada pelo Senado Federal e segue agora para sanção presidencial.

Entenda - a Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM) foi criada pelo Decreto-Lei nº 79/1966 e determina que a União garanta os preços dos produtos das atividades agrícola, pecuária ou extrativa, determinados pela Lei.  A garantia de preços deve ser estabelecida exclusivamente em favor dos produtores ou de suas cooperativas. Já estão incluídos na política do preço mínimo produtos como o algodão, arroz, feijão, farinha de mandioca e o milho. (Informe OCB)

COODETEC: Híbridos para aumentar produção de silagem serão apresentados no Tecnoleite

A Coodetec participa da terceira edição da Tecnoleite Complem, que acontece em Morrinhos/GO, entre os dias 21 e 23 de agosto. O compromisso dos organizadores é ampliar a difusão de tecnologias e informações, para que o resultado se transforme em maior rendimento para o produtor. Nesse sentido, a Coodetec apresenta híbridos de milho desenvolvidos especialmente para quem busca silagem de qualidade. “Nossos híbridos passaram por diversos testes e hoje estão nas lavouras de produtores da região. A aceitação está aumentando e o nosso portfólio apresenta diversas opções. Na Tecnoleite vamos mostrar híbridos precoces, com sanidade e que rendem silagem de alto teor nutritivo, aumentando assim o rendimento do gado leiteiro”, informou o representante técnico de vendas, Rivelino Xavier da Costa.

Híbridos - Durante a feira de Morrinhos, os visitantes conhecerão de perto os híbridos CD 397PRO, CD 384Hx, CD 3715PRO, CD 333Hx e CD 3590Hx. Todos com alto potencial produtivo e com características específicas para a produção de silagem. O CD 397PRO foi destaque na Fazenda-Modelo da Complem. O híbrido da Coodetec ficou em primeiro lugar na competição de silagem, na qual concorreram os híbridos mais plantados da região. (Imprensa Coodetec)

COAMO: Cooperativa conquista troféu Onda Verde e 20º Prêmio Expressão de Ecologia

Com o projeto Atlas Ambiental Campo Mourão, desenvolvido para mais de seis mil crianças de 10 a 14 anos, no ensino Fundamental da rede pública de Campo Mourão, no Paraná, a Coamo Agroindustrial Cooperativa conquistou o 20º Prêmio Expressão de Ecologia na categoria Educação Ambiental. A entrega do troféu “Onda Verde” aconteceu na sexta-feira (16/08), durante o Fórum de Gestão Sustentável, em Florianópolis, na sede da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc) em evento prestigiado por autoridades e lideranças, com a coordenação da Editora Expressão.

Desenvolvimento sustentável - “O Fórum de Gestão Sustentável reuniu empresas, entidades, ONGs que são pesos pesados no ranking econômico, com faturamento de cerca de R$ 400 bilhões e que empregam cerca de 700 mil pessoas. Eles investem R$ 2 bilhões em projetos ambientais e mais de R$ 4 bilhões em projetos sociais. São as locomotivas do desenvolvimento sustentável na Região Sul”, informa Rodrigo Coutinho, coordenador executivo da Editora Expressão.

Cases - Segundo Coutinho, vários cases sociais e ambientais foram premiados no Fórum, que incluem entre outros, jovens em situação de risco, marginalizados, que ganharam formação, profissão e nova perspectiva, mulheres de baixa renda transformadas em pequenas empreendedoras, comunidades e bairros abandonados que foram revitalizados. “Para a organização foi uma satisfação ver o trabalho da Coamo premiado, mostrando o que foi  realizado junto a milhares de crianças despertando esta consciência sócio-ambiental para uma cidade e região cada vez melhor. Merecidamente, a Coamo foi agraciada com o troféu Onda Verde”, considera.

Compromisso socioambiental - A Coamo foi representada no evento pelo engenheiro agrônomo e diretor-secretário da cooperativa Ricardo Accioly Calderari, em nome dos mais de 25 mil cooperados e mais de 6 mil funcionários da Coamo, que tem sua sede em Campo Mourão e unidades distribuídas por outros 62 municípios do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. Segundo Calderari, o prêmio é muito importante na medida em que divulga o trabalho realizado pela Coamo nas ações sociais e ambientais, visando um mundo mais consciente e sustentável. “Este projeto foi um precioso presente que a Coamo recebeu da Basf e da Fundação Espaço Eco, e posterior repasse a comunidade estudantil. Quem merece os parabéns são os mais de 6 mil alunos e as dezenas de professores, orientadores e diretores das escolas municipais e estaduais do ensino fundamental, que acreditaram na proposta deste trabalho difundido e organizado pela Coamo com o patrocínio da Basf e do Espaço Eco.”

Atlas Ambiental – O projeto Atlas Ambiental Campo Mourão, que integra o Programa Mata Viva de Adequação e Educação Ambiental, consiste em uma ferramenta pedagógica de educação socioambiental que levou aos alunos da rede pública informações sobre o contexto geográfico, histórico e biológico do município de Campo Mourão. Eles aprenderam a leitura dos mapas, e tiveram acesso ao conteúdo multidisciplinar envolvendo História, Geografia e Ciências, com conhecimentos sobre as matas, oceanos, animais, urbanidade, clima, cultura, história e política local, do Brasil e do mundo, mostrando a conexão com temas globais e locais.

Projeto de educação ambiental - “O Atlas Ambiental é mais que um material didático, é um projeto de educação ambiental que auxilia professores e alunos a se tornarem multiplicadores da sustentabilidade em sua região. Com o concurso criado “Em que Campo Mourão eu quero viver” isto ficou ainda mais evidenciado”, observa Fernando Feitoza, gerente de Educação para a Sustentabilidade da Fundação Espaço ECO. (Imprensa Coamo)

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CASTROLANDA: Agroleite supera previsões de R$ 40 milhões em negócios

castrolanda 20 08 2013A 13ª edição da Agroleite, uma das maiores exposições da cadeia do alimento que movimentou a região dos Campos Gerais na última semana, encerrou a edição com metas superadas. De acordo com a organização, 80 mil pessoas passaram pelo Parque de Exposições Dario Macedo, em Castro. Os negócios somaram R$ 50 milhões, distribuídos entre 152 empresas presentes no evento. A previsão inicial da Cooperativa Castrolanda era ultrapassar a barreira de R$ 40 milhões em negócios. Um dos destaques do evento foi a inauguração da Vila Holandesa, que vai contar com 25 casas, onde serão instaladas empresas ligadas ao agronegócio. Também foram promovidos torneios para avaliar o desempenho de 594 animais das raças holandesa, jersey, pardo-suíça, simental e simlandês. (Portal do Agronegócio / Gazeta do Povo)

 

CAPAL: Cooperativa contrata oito alunos do Programa Jovem Aprendiz

capal 20 08 2013A partir do dia 5 de agosto, fazem parte do grupo de funcionários da Capal Arapoti, oito jovens aprendizes, que irão atuar em diversas áreas. A cooperativa acredita que oportunizar o primeiro emprego é uma forma de apostar no potencial destes jovens, para assim formar profissionais e cidadãos qualificados para um mercado de trabalho cada vez mais competitivo. Para a coordenadora de Recursos Humanos, Eliane Andreani, o Programa Jovem Aprendiz abrirá muitas oportunidades para esses jovens, já que iniciam a vida profissional com uma experiência significativa. Samuel da Silva, um dos jovens contratados, conta que está empolgado com o primeiro emprego, e quer se esforçar para garantir um bom desempenho tanto na empresa, como no curso.

Parceria - O Programa Jovem Aprendiz surgiu da parceria entre algumas empresas da região, Senai e Prefeitura Municipal, e visa habilitar alunos entre 17 e 24 anos, oferecendo formação básica que envolve trabalho teórico e prático, facilitando a sua inserção efetiva no mercado de trabalho após a formação. A rotina do jovem aprendiz é dividida entre o curso do Senai, as aulas de ensino médio ou graduação, e o trabalho na empresa, nesta,  têm contato direto com profissionais de diversas áreas, podendo assim perceber sua vocação e direcionar seus estudos posteriores.

Contratos - Os aprendizes são contratados por tempo determinado e recebem remuneração e benefícios conforme legislação vigente, porém, tudo isso está atrelado ao seu desempenho e participação nas aulas e atividades do curso. Nas Unidades Capal de Itararé e Taquarituba (SP) o Programa Jovem Aprendiz já funciona desde 2011. Além da Capal, outras empresas do Grupo Valor Compartilhado, como Stora Enso, Arauco Florestal, Medsonda e Prefeitura Municipal de Arapoti também estão iniciando o programa neste mês. (Imprensa Capal)

 

LAR: Posto de Combustível de Medianeira é ampliado e recebe melhorias

Após mais de 10 meses de trabalho, foram inauguradas, na sexta-feira (16/08), as novas instalações do Posto de Combustíveis Lar em Medianeira, Oeste do Estado. Agora, os 22 pontos de abastecimento estão disponibilizados em uma estrutura ampla, funcional e moderna. Na oportunidade, também foram apresentadas as diversas melhorias realizadas no local, que representam um investimento de aproximadamente R$ 1,5 milhão, em parceria com a Companhia Petrobras. Para o diretor-presidente da Lar, Irineo da Costa Rodrigues, a entrega dessa nova estrutura celebra o bom momento que vive a cooperativa e também foi especial devido à comemoração dos 50 anos que serão completados em março do próximo ano. “Estamos vivendo um bom momento, e chegaremos a meio século de fundação da cooperativa com estruturas modernas, funcionais, de acordo com o mercado moderno exigente, cuidando e preservando o patrimônio dos associados”, declarou o dirigente.

Sorteio - Na sequência, às 17h30, foi realizado o sorteio do 3º automóvel Etios/Toyota da Campanha de Vendas Lar 50 Anos, no Lar Supermercados, também em Medianeira, com a presença de membros da diretoria executiva, Conselheiros de Administração, Conselheiros Fiscais, vereadores, gerentes, funcionários e um grande público. Em cerimônia rápida, entre aproximadamente 1,5 milhão de cupons, a contemplada foi Dosolina Ines Guisso, moradora no Parque Independência, de Medianeira.

Melhorias – Confira abaixo a lista de melhorias realizadas no Posto de Combustível de Medianeira:

-Construção predial da loja de conveniência e lubrificação numa área de 300m², com banheiros, vestiários e cozinha.

- Demolição antigo prédio;

- Ampliação pista de atendimento;

- Ampliação número de bicos nas bombas, dispondo do mesmo produto em vários pontos, acelerando o atendimento;

- Substituição das bombas por modelos novos e mais eficientes;

- Geração de emprego e renda além da maior arrecadação de impostos dos produtos comercializados no local;

- Inclusão do Diesel S-10 1 tanque novo com capacidade de 30.000 litros;

- Atualmente a capacidade máxima de condicionamento esta em 150.000 litros podendo ser suprido diariamente se necessário;

- Pista de rolagem nova e sinalizada;

- Tubulações, área de monitoramento de bombas e Samp, Sistema de automação e sistema de frente de caixa novos, sendo este último desenvolvido pela área de TI da cooperativa;

- Revisão da cobertura, substituição do forro, adição de sonorização na pista e área monitorada por câmeras 24 horas inclusive com infravermelho;

- Área pavimentada com lama asfáltica, melhorando a circulação e evitando assim a poeira;

- Plantio de 90 árvores nativas na Área de Preservação Permanente (APP) ao fundo do estacionamento de caminhões;

- Implantação do sistema de circuito fechado de reuso da água com caixas separadores de água, óleo e areia, água reutilizada para lavagem de veículos;

- Destinação correta de resíduos sólidos por meio da empresa Paraná Ambiental. (Imprensa Lar)

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COPACOL: Entregue o segundo veículo da promoção 50 anos

Foi realizada nesta segunda-feira (19/08) a entrega do segundo veículo HB20 da promoção Copacol 50 anos 50 Super Prêmios, na cidade de Cascavel, Oeste do Paraná. A contemplada com o carro zero km foi Francisca Fernanda Souza de Pinho, de Brasília-DF, que foi recebida com grande alegria. “Estou muito feliz, não tenho palavras para descrever essa emoção de ganhar um carro novo, sempre fui consumidora dos produtos Copacol e agora vou aumentar ainda mais o meu estoque para quem sabe poder ganhar outro prêmio”, afirmou Francisca no momento da entrega do prêmio.

Objetivo - O prêmio foi entregue pelo presidente da Copacol, Valter Pitol, vice-presidente, Emílio Gonçalves Mori e pelo gerente da divisão comercial de carnes Valdemir Paulino dos Santos. “Entregamos o segundo carro e os demais prêmios da nossa promoção em que comemoração aos 50 anos de cooperativa, que traz objetivo claro, fortalecer a presença dos produtos Copacol que saem da propriedade dos nossos associados e que vão para a mesa dos consumidores”, destaca Pitol.

Campanha - A maior campanha já realizada pela Copacol em comemoração ao cinquentenário da cooperativa começou no mês de junho e segue até dezembro. Os próximos sorteios comtemplam uma Range Rover, três veículos HB20, além de Televisores, X Box, Home Theaters, Câmeras Digitais, Tabletes e Blue Rays.

Participação - Para participar é fácil, basta comprar dois produtos Copacol, cadastrar os cupons fiscais e o código de barras da embalagem no hotsite www.promocopacol.com.br e já estará concorrendo. O próximo sorteio acontece no dia 04 de setembro, são mais oito prêmios, com destaque para o segundo veículo HB20.

Lista - Confira a lista com os ganhadores do segundo sorteio realizado no dia 7 de agosto:

- 1º Prêmio: Câmera digital Cyber-Shot, modelo: DSC-W690 16.1MP, marca: Sony

Eliandro da Silva Santos - Cascavel - PR

- 2º Prêmio: Blu-ray 3d Smart TV com WI-FI modelo: BDPS490, marca: Sony

Cleyton Lazzarini - Tupãssi - PR

- 3º Prêmio: X Box 360, 4 GB com 1 controle sem fio, marca: Microsoft

Rafael do Espirito Santo Lacerda - Campo Grande - MS

- 4º Prêmio: Tablet 9,4'' Wi-Fi, Android 4.0, 32GB, Bluetooth, modelo: SGPT112BRS, marca: Sony

Neuza de Lira Gulak - Cafelândia - PR

- 5º Prêmio: Tablet 9,4'' Wi-Fi, Android 4.0, 32GB, Bluetooth, modelo: SGPT112BRS, marca: Sony

Fabiana de Oliveira Guerra - Brasília - DF

- 6º Prêmio: Home Teather e Blu-Ray 3D, modelo: BDVE290, marca: Sony

Loyanne Cristina Ribeiro dos Santos - Brasília - DF

- 7º Prêmio: TV Led 40, 3D, Slim, modelo: KDL40HX755, marca: Sony

Edson Luis Centenaro - Jesuítas - PR

- 8º Prêmio: veículo Hyunday HB20 confort 1.0 flex, cambio manual, ano, 2013/2013, cor vermelho, zero KM

Francisca Fernanda Souza de Pinho - Brasília – DF (Imprensa Copacol)

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COPAGRIL: ACJC realiza abertura da olimpíada esportiva

No último domingo (18/08), a Associação dos Comitês de Jovens da Copagril (ACJC) realizou a abertura da tradicional olimpíada esportiva, no ginásio de esportes de Margarida. A solenidade de abertura contou com a presença do coordenador do Conselho Consultivo da Copagril, Cesar Luiz Petri, autoridades do município, como o prefeito de Marechal Cândido Rondon, Moacir Froehlich, do vice-prefeito, Silvestre Cottica, do secretário de esportes do município, Roberto Braatz, além dos sócios dos Comitês de Jovens da Copagril (CJCs) e seus familiares. Também, para marcar a abertura, foi acesa a pira olímpica.

Objetivos - A olimpíada esportiva visa promover o intercâmbio entre os comitês, fortalecer o relacionamento entre os jovens, além incentivar a prática esportiva. “É um momento de confraternizar, cooperar entre as equipes e comitês, trocar experiências, rever amigos e fazer novas amizades”, destacou a assessora de cooperativismo da Copagril, Cremilde Andreolli. O presidente da ACJC, Fernando André Adam, ressaltou que é muito importante a cooperação entre todos os jovens nos jogos. “Além de competir, precisamos cooperar e manter o bom relacionamento”, enfatizou.

Rodadas - A olimpíada é realizada em quatro rodadas, divididas em modalidades – futsal, futebol, voleibol e jogos de mesa e atletismo. Esta rodada contemplou a modalidade de futsal na categoria masculina e feminina. Sendo que, na última rodada é feita a premiação dos Comitês que conquistarem a melhor classificação em todas as rodadas. (Imprensa Copagril)

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CONGRESSO: Evento em Cascavel vai debater manejo e conservação do solo e da água

congresso 20 08 2012O Centro de Evento de Cascavel, no Oeste do Paraná, vai sediar, de 28 a 30 de agosto, o Congresso Paranaense de Engenheiros Agrônomos, cujo tema é “Rediscutindo o Manejo e Conservação do Solo e da Água”. Os organizadores esperam a participação de mais de 1000 profissionais, inclusive das cooperativas paranaenses.  O objetivo do Congresso é abordar temas voltados à conservação de solo e água, a fim de se garantir, por meio do manejo correto de solo, uma produção agrícola limpa e sustentável. “Pretendemos discutir durante o evento e encontrar soluções para os problemas, irradiando de forma ampla informações para que os produtores possam utilizar as melhores práticas, evitando prejuízos decorrentes do mau uso dos solos”, explicou o presidente da Associação de Engenheiros Agrônomos de Cascavel, Marcos Roberto Marcon. Entre os temas que serão debatidos estão o manejo através de técnicas conservacionistas, como o plantio direto e integração lavoura/pecuária/floresta; mecanização e a biologia do solo; estradas rurais; além da responsabilidade do profissional e do produtor rural na preservação do meio ambiente.

Intercâmbio – O intercâmbio de ideias entre os profissionais também é um ponto a ser destacado do Congresso. “Os posicionamentos dos engenheiros agrônomos serão reivindicações que levaremos ao congresso nacional da categoria, que acontecerá em Cuiabá, em novembro”, afirmou o presidente da Federação dos Engenheiros Agrônomos do Paraná (Feap), Luiz Lucchesi. O Congresso Paranaense conta com o apoio da Ocepar.

Inscrições – As inscrições para o Congresso podem ser feitas pelo site www.areac.org.br.

 

STF: Supremo não aceita pedido de suspensão do Código Florestal Brasileiro

stf 20 08 2013O Supremo Tribunal Federal (STF) não aceitou o pedido de suspensão da vigência do Código Florestal Brasileiro requerida via ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) pelo Ministério Público em janeiro deste ano. Em função disso, o Código Florestal Brasileiro (Lei 12.651/2012) está em pleno vigor, em todos os seus itens, e em fase de implantação em todo o país.

Informação - A informação foi recebida pelo deputado federal Valdir Colatto (PMDB/SC) nesta semana. Colatto é autor do Projeto de Lei 5.367 do ano de 2009 que iniciou a discussão da necessidade de mudança na legislação ambiental em todo o país e que resultou na atual legislação, o Código Florestal Brasileiro - Lei 12.651/2012. O deputado também atuou de forma decisiva para aprovação do Código Ambiental Catarinense, em vigor desde 2009.

Relatoria - A ADI 4901 teve a relatoria do ministro Luiz Fux e estava sendo questionada em seu artigo 12 (parágrafos 4º, 5º, 6º, 7º e 8º) que trata sobre Reserva Legal e por não concordar com o respeito às áreas consolidação, ou seja, àquelas já em uso, com ocupação.

Alegação - Segundo Colatto, o PMDB entrou com alegações no sentido de fazer prevalecer o Código Florestal, considerando na petição que o partido tem responsabilidade em manter o texto que ajudou aprovar no Congresso Nacional. “Estamos em plena fase de implantação da nova lei. Apesar de alguns pontos falhos que ainda falta melhorar, ela avançou em vários aspectos e seria muito prejudicial uma decisão desfavorável à Lei”, destaca Colatto. (Assessoria de Imprensa do deputado Valdir Colatto)

 

PARANÁ: Governo revisa lei para ordenar ocupação das áreas de mananciais

meio ambiente 20 08 2013A lei que normatiza a ocupação de áreas de mananciais no Paraná passará por alterações, sugeridas pelo grupo de trabalho, coordenado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos. As mudanças na chamada Lei dos Mananciais (8.935/89) devem torná-la mais moderna, para garantir a ocupação ordenada, sem deixar de proteger o meio ambiente.

Composição - A equipe é composta por representantes da coordenadoria de recursos hídricos da Secretaria do Meio Ambiente, Secretaria do Planejamento, Instituto das Águas do Paraná, Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Instituto de Terras, Cartografia e Geociência (ITCG), Mineropar, Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec) e Sanepar. O grupo também fará a revisão dos decretos que dispõem sobre áreas de abastecimento humano no estado.

Lacunas - “A lei de 1989 estabelece uma série de proibições para atividades nas áreas de mananciais, mas não faz isso de forma clara, criando lacunas e dificuldades de interpretação”, afirma o secretário estadual do Meio Ambiente, Luiz Eduardo Cheida. “A lei atual permite habitações de pequena e média densidade, por exemplo, e proíbe as de alta densidade, sem especificar o que caracteriza alta densidade. Sem este critério, o IAP tem dificuldade de estabelecer quais são os empreendimentos possíveis”, exemplifica o secretário.

Esgoto – A ocupação por habitações só deverá ser permitida se não houver qualquer despejo de esgoto. Investidores e moradores deverão garantir que o esgoto seja tratado ou ligado à rede do serviço de água e esgoto. “Devemos assegurar que os corpos hídricos das bacias não recebam efluentes tóxicos, poluídos ou contaminados”, avalia o diretor geral da Secretaria do Meio Ambiente e coordenador do grupo de trabalho, Antonio Caetano de Paula Júnior.

Ocupação irregular - Atualmente, essas áreas são ocupadas de forma irregular, levando todo o esgotamento sanitário diretamente aos rios que servem de abastecimento para a população. “Há várias áreas de ocupação irregulares em mananciais, como o Guarituba, em Piraquara. A situação de lugares como este demonstra que a legislação atual não tem conseguido proteger as áreas imensas de abastecimento, criando um grave problema ambiental”.

Integração - Outro passo importante em busca da proteção dos mananciais paranaenses foi selado na semana passada. A Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos se tornou membro da Rede Latino-Americana de Organismo de Bacias Hidrográficas (Relob). O ofício promovendo a filiação foi aprovado e assinado durante a IX Assembleia Geral da Rede de Organismos de Bacias (Riob), que reuniu mais de 600 participantes de 64 países, em Fortaleza, Ceará.

Contexto -  “O Paraná é importante neste contexto por abrigar águas que fluem para outros estados e países, como é o caso do Paranapanema, Iguaçu e Paraná III, onde está localizado o Lago da Itaipu Binacional”, salienta o coordenador de recursos hídricos da Secretaria do Meio Ambiente, Mauri Pereira, que passou a ser secretário técnico adjunto da Relob. A Relob é uma organização sem fins lucrativos, criada em 1998, em Bogotá. (Assessoria de Imprensa da Secretaria Estadual do Meio Ambiente)

 

TRANSPORTE I: Governo redesenha concessão de ferrovia

Os 11 mil quilômetros de ferrovias incluídos no pacote de concessões vão passar por uma reconfiguração de lotes. O governo, apurou o Valor, decidiu redimensionar os trechos, com o propósito de transformar as estradas de ferro em investimentos mais atrativos ao setor privado.

Lotes - Com a decisão, ferrovias que inicialmente seriam objeto de uma oferta única, agora serão fatiadas e oferecidas em lotes. É o que está previsto para acontecer, por exemplo, na malha de 1,7 mil quilômetros que liga a cidade de Mairinque, em São Paulo, a Rio Grande (RS). Em vez de ser oferecida como uma única proposta, essa ferrovia deverá ir a leilão em três concessões distintas. A razão da fragmentação é clara. Somente esse trecho requer investimentos da ordem de R$ 25 bilhões. Depois de analisar o custo da obra e a futura demanda de transporte, o governo concluiu que é muito dinheiro para ser aplicado por um único consórcio. A melhor saída, portanto, é dividi-lo.

Mais trechos - O mesmo tipo de alteração está previsto para pelo menos mais dois trechos. A malha que liga Salvador a Belo Horizonte, com extensão de 1.419 km e orçamento estimado em R$ 12 bilhões, deve ser dividida em dois lotes. Outra concessão que será fatiada parte de Uruaçu, em Goiás, até Campos (RJ), cortando a região da Zona da Mata, em Minas Gerais. Com 1,7 mil km, os investimentos projetados chegam a R$ 28 bilhões, segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). A previsão é que seja oferecida em três lotes.

Linha de corte - Uma linha de corte foi estabelecida para cada trecho ferroviário. O objetivo do governo é oferecer trechos onde o custo total da obra não ultrapasse R$ 10 bilhões. Esse redesenho de trechos deve resultar em mais de 15 consórcios na disputa das malhas que irão a leilão.

Alívio - Na avaliação de técnicos que participam do planejamento das concessões, a mudança ajuda a aliviar a pressão imposta ao investidor privado, que se vê frente a uma infinidade de ofertas de concessões, de todo o tipo e ao mesmo tempo. Reduzir o valor de investimento significa abrir mais espaço para que empresas de menor porte possam entrar na disputa.

Desconfiança - Paralelamente, a medida ajuda a minimizar a desconfiança que o mercado passou a alimentar da estatal Valec. Empresários têm levantado dúvidas sobre o compromisso da estatal em honrar seus compromissos futuros, uma vez que as concessões têm prazos de 35 anos. Em termos práticos, o setor privado ainda espera uma resposta precisa e objetiva do governo: exigem uma garantia de receita e de financiamento aos empreendimentos. Nas concessões de rodovias, avaliam os empresários, esses temas já estão amadurecidos. No caso das ferrovias, ainda restariam algumas desconfianças por parte dos investidores que precisam ser afastadas.

Investimentos - O pacote de concessões de rodovias e ferrovias, lançado no Palácio do Planalto em 15 de agosto do ano passado pela presidente Dilma Rousseff, em cerimônia que contou com a presença de centenas de empresários e autoridades, previa investimentos de R$ 91 bilhões em 10 mil km de ferrovias. Esse orçamento certamente já ultrapassa a casa dos R$ 100 bilhões, uma vez que o governo incluiu outros trechos no pacote, como a ligação entre as cidades de Feira de Santana (BA) e Parnamirim (PE).

Plano original - Pelo plano original, todas as ferrovias já deveriam ter seus contratos assinados, com obras em andamento. Nenhum leilão, porém, foi realizado até agora. O primeiro trecho que tem previsão de ser finalmente licitado é o que liga o município de Açailândia (MA) até o porto de Vila do Conde, em Barcarena, no Pará. O leilão deve ocorrer em outubro.

Licenciamento ambiental - Para reduzir os riscos dos empreendedores, a Empresa de Planejamento e Logística (EPL) decidiu assumir a responsabilidade do licenciamento ambiental de todos os projetos de rodovias e ferrovias até a etapa da licença de instalação de cada concessão, ou seja, até o momento de liberação efetiva da obra. Até o mês passado, o compromisso da EPL se limitava em tocar o licenciamento até o momento da assinatura dos contratos. A partir dessa assinatura, a empresa é que ficaria responsável por seguir com o processo. A mudança é mais um aceno de segurança que o governo dá ao investidor. (Valor Econômico)

TRANSPORTE II: Novo modelo para rodovias

Ao dar o tiro de largada para a terceira etapa de concessões rodoviárias federais no próximo dia 18 de setembro o governo estará mirando não apenas na redução dos custos logísticos do país, mas também na reanimação da economia em geral. Se tudo correr bem, serão concedidos à iniciativa privada nove lotes que somam 7.026 quilômetros de estradas. As concessões são por 30 anos, prorrogáveis pelo mesmo período, e o critério de seleção dos leilões é o menor valor da tarifa de pedágio. O investimento previsto é de R$ 50,42 bilhões, o que excede o montante das concessões realizadas até hoje no âmbito federal.

Início - O novo programa terá início com o leilão de dois lotes cujas viabilidades técnica, ambiental e econômica foram recentemente aprovadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU). O primeiro é o trecho de 436,6 quilômetros na BR-050 (GO/MG), abarcando nove municípios. O outro, de 375,6 quilômetros, abrange 22 municípios na BR-262 (ES/MG). A soma desses lotes corresponde a 14% do total dessa terceira etapa. Atualmente o TCU está em processo de análise dos demais trechos.

Taxa de retorno - Depois de muita negociação, a taxa de retorno sobre o fluxo de caixa estabelecida pelo governo foi fixada em 7,2 % ao ano, sem inflação. Mas ainda há insatisfação quanto a esse ponto. Segundo Leonardo Viana, diretor de novos negócios da CCR, a taxa de retorno melhorou em relação aos 5,5% anteriormente propostos pelo governo, mas está aquém das reais necessidades dos investidores. "O mais adequado seria que a taxa ficasse acima de 8% ao ano."

Interesse - Viana diz que a CCR tem interesse em tomar parte de todos os leilões. "Mas a decisão de participar ou não está atrelada à viabilidade de cada um dos trechos, principalmente porque nossas atuais concessões estão situadas nos Estados de São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro, sem sinergia com nenhum dos nove lotes do novo certame", ressalva.

Participação - Em nota ao Valor, a Odebrecht Transport confirmou sua participação no leilão inicial. Para os demais lotes, informa que aguarda a definição das condições dos editais. Também a EcoRodovias já mostrou interesse pelos dois lotes. "Estamos fazendo os estudos finais para decidir por nossa participação", diz Marcelino Rafart de Seras, presidente do grupo.

Maior disputa - A disputa mais acirrada deve recair sobre o trecho da BR-262 que vai de Viana (ES) a João Monlevade (MG). Esse lote é o de menor extensão no programa e o que exigirá o mais reduzido montante de investimentos: R$ 2,07 bilhões (a preços de maio de 2012). A receita de pedágio está prevista em R$ 7,82 bilhões, considerados os 30 anos. Já os custos operacionais estão calculados em R$ 1,74 bilhão no período.

Concorrente mais forte - O mercado estima que a EcoRodovias seja a concorrente mais forte do lote porque a companhia já tem a concessão do trecho da BR-101 que cruza o Espírito Santo de alto a baixo e criaria sinergia com o lote a ser leiloado, caso vencesse o certame. Na prática significaria economia de custos, pois se poderia, entre outras coisas, usar o mesmo centro de controle operacional para os dois trechos.

Medição de força - É possível, no entanto, que a EcoRodovias tenha que medir forças com a Arteris (ex- OHL Brasil), que já tem a concessão do trecho da BR-381 (Fernão Dias) que liga Contagem, na Grande Belo Horizonte, a Guarulhos, na Grande São Paulo. Isso porque, se levasse o trecho da BR-262, a nova companhia também teria a seu favor o fator sinergia. Como o apetite da Arteris por licitações ainda é uma incógnita, ninguém sabe se a disputa irá ocorrer. A antiga OHL Brasil era agressiva, tanto que conquistou cinco de sete rodovias leiloadas em 2007.

Outra disputa - Outra disputa que promete lances aguerridos é a do trecho da BR-050 que se inicia no entroncamento com a BR-040, em Cristalina (GO), e se estende até o município mineiro de Delta, na divisa de Minas com São Paulo. Nesse percurso cruza-se as cidades de Uberlândia e Uberaba, no "triângulo mineiro", cujas estradas têm enorme volume de tráfego.

Vantagem - O grupo BRVias conta com a vantagem de operar, por meio da subsidiária Transbrasiliana, um trecho de 321,6 quilômetros de estrada que vai da divisa de São Paulo com Minas à divisa entre São Paulo e Paraná. O presidente da BRVias, José Efraim, diz que não pode comentar se o processo de sinergia existente será decisivo ou não para o grupo entrar na disputa. "Mas temos estudos avançados sobre o assunto", revela. Os investimentos previstos alcançam R$ 3,03 bilhões e a receita do pedágio deve chegar a R$ 10,14 bilhões nos 30 anos. Os custos operacionais estão calculados em R$ 1,97 bilhão nas três décadas. (Valor Econômico)

COMÉRCIO EXTERIOR I: País quer ampliar acordo comercial com a Índia

comercio exterior 20 08 2013O governo brasileiro negocia ampliar o Acordo Preferencial de Comércio entre Mercosul e Índia para incluir na lista de preferências tarifárias itens considerados estratégicos para a balança comercial brasileira. As negociações, segundo apurou o Valor, estão concentradas em commodities como açúcar, óleo de soja, sucos de fruta, carnes, café, máquinas e motores.

Consulta pública - A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, abriu, neste mês, uma consulta pública para ampliar o acordo com a Índia, assinado em janeiro de 2004 e vigente desde junho de 2009.

Acordo - Atualmente, o acordo prevê preferências na tarifa de importação para um total de 902 linhas tarifárias, sendo 452 concedidas pelo Mercosul e 450 pela Índia. Os itens recebem descontos nos impostos de importação em relação a outros países. As mudanças precisam ser decididas no Mercosul. Por isso, cada país faz uma lista específica e a lista final deve ser fechada após uma reunião do bloco.

Resultados - "O acordo gerou resultados importantes em termos de comércio bilateral nos produtos incluídos. Tendo em vista os benefícios gerados, tendo em vista a posição da Índia como parceiro importante tanto politicamente, por causa dos Brics, quanto comercialmente, as duas partes resolveram ampliar o acordo existente", disse o secretário de Comércio Exterior, Daniel Godinho (foto).

Embarques - De 2008 até 2012, as exportações do Brasil com destino à Índia aumentaram cinco vezes, para US$ 5,5 bilhões no ano passado. No primeiro semestre de 2013, foram exportados R$ 1,5 bilhão, queda de 44% em comparação ao mesmo período de 2012. As importações de produtos indianos, porém, cresce um ritmo acelerado, deixando o déficit da balança comercial cada vez maior.

Compras - Durante todo o ano de 2012, foram importados R$ 5 bilhões, deixando o saldo anual positivo em R$ 534 milhões. Já no primeiro semestre de 2013, o Brasil importou R$ 4,2 bilhões, o que provocou um saldo negativo de R$ 2,6 bilhões.

Ampliação - A intenção do governo brasileiro, segundo Godinho, é ampliar o acordo de duas formas. Em primeiro lugar, mantendo os produtos atuais com maior preferência alfandegária. Em segundo, ampliando o total de produtos. O óleo de soja, por exemplo, é o terceiro maior produto na pauta de exportações do Brasil para a Índia e não recebe nenhuma preferência tarifária. "Os termos da negociação ainda estão em aberto e há possibilidade de ampliação da lista sem um número máximo. A quantidade de itens depende dos dois lados", disse Godinho.

Desconto - Existe um desconto de 10% no Imposto de Importação do produto, mas só se aplica para o Paraguai. "Nós queremos incentivar as exportações. Hoje, podemos ter um produto com a preferência baixa. Ao aumentar esse desconto, vamos gerar interesse do empresário em exportar. De repente essa diferença é que vai colocá-lo no mercado", disse o secretário de Comércio Exterior. O açúcar, segundo maior produto exportado aos indianos, está nas prioridades do governo e também deve ser incluído no acordo. O pedido foi feito por empresários é apoiado pelo governo, segundo Godinho.

Preferência tarifária - "Vamos tentar ampliar ao máximo a preferência tarifária aos produtos já incluídos. Atualmente, apenas 16 dos 450 produtos recebem 100% de preferência. Além disso, queremos incluir novos produtos na pauta", disse o secretário.

Retirada - Da mesma forma que empresas e setores podem pedir inclusões de produtos, a retirada também pode ser feita. Nesse caso, é necessário justificar o posicionamento. Ao optar pela exclusão de algum produto do acordo, deverão ser apresentados argumentos para embasar o pedido. (Valor Econômico)

 

COMÉRCIO EXTERIOR II: UE pode reduzir cotas para carne bovina e frango do Mercosul

A União Europeia (UE) sinalizou ao Mercosul que, se fizer antes acordos comerciais com os Estados Unidos e com o Canadá, vai dar cotas (volume limitado, com tarifa de importação menor) para os produtores de carnes bovina e de frango desses dois parceiros, diminuindo o volume para cotas aos produtores do Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Os europeus alegam que não tem capacidade 'infinita' de abertura de seu mercado, e muito menos para produtos agrícolas, onde são conhecidos pelo protecionismo.

Mudança de ambiente - Os europeus constatam que o ambiente mudou no Brasil depois que a UE abriu negociações para um acordo de comércio e investimentos com os EUA. Notam que o setor industrial brasileiro está agora pedindo o acordo Mercosul-UE, também como um meio de modernizar o parque industrial e atrair mais investimentos europeus. Nesse cenário, a tática europeia é tentar mostrar que o acordo birregional é mais vantajoso para o Mercosul e que o bloco precisa fazer "mais gestos de abertura" de seu mercado em direção à UE.

Compensação - Já no Mercosul, negociadores dizem que a UE está tirando boa parte do superávit de sua balança comercial nas vendas para países como Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Venezuela, e que, para consolidar essa vantagem em relação a chineses e americanos, precisará compensar o bloco sul-americano.

Equilíbrio - Assim, prospera entre negociadores do Mercosul a ideia de que, para estabelecer equilíbrio na negociação, o jeito será estabelecer cotas no Mercosul para certos produtos industriais considerados mais sensíveis. A situação é diferente de 2004, quando o Mercosul queria estabelecer cotas para o setor automotivo como alternativa à recusa europeia de aceitar liberalização do setor ao longo de 18 anos.

Problema central - Para importantes negociadores, isso mostra que o problema central na negociação não será o fato de o Mercosul admitir que terá de apresentar listas separadas de produtos e prazos diferentes de liberalização. Isso é considerado uma realidade cada vez mais plausível, por causa da persistente resistência da Argentina em abrir seu mercado e da situação especial da Venezuela como membro recente do Mercosul.

Convencimento - 'O problema essencial é como chegar ao equilíbrio do acordo, ao ponto em que os dois lados conseguem convencer seus respectivos produtores que ganharam alguma coisa', diz um negociador. "Os europeus vão chiar [sobre cotas para produtos industriais], mas é uma maneira lógica que existe para avançar o acordo", afirma.

Espaço pequeno - Nos dois lados, o espaço para fixar cotas é pequeno. O acerto entre os dois blocos prevê que o acordo birregional deverá cobrir cerca de 90% do intercâmbio comercial. Isso é necessário para respeitar o artigo 24 do Gatt, que estabelece que acordos de livre comércio somente podem ser firmados se abrangerem a maior parte dos bens transacionados entre os dois lados. Só que as cotas ficam fora dessa exigência dos quase 90% do comércio. Ou seja, será preciso muita negociação para acomodar interesses exportadores do Mercosul em carnes e açúcar, e da Europa na área industrial - ainda mais com prazos diferenciados no Mercosul, de acordo com cada país do bloco. (Valor Econômico)

CÂMBIO: BC e Tesouro fazem pesadas intervenções

Banco Central e Tesouro Nacional foram obrigados a usar um pesado arsenal, nesta segunda-feira (19/08), para conter a intensa pressão de alta que se formou nos mercados de dólar e juros futuros no Brasil. No caso do câmbio, o BC voltou a anunciar leilões de linhas pela primeira vez em dois meses, com oferta de até US$ 4 bilhões, nesta terça-feira 20/08). Para profissionais, o anúncio desse tipo de instrumento foi importante porque reforçou o compromisso da autoridade monetária em ofertar liquidez ao mercado, endossado novamente em nota divulgada pela autoridade monetária após o fechamento dos mercados. Mas seu uso conseguirá, no máximo, aliviar pressões mais intensas no câmbio e não reverterá a tendência global de apreciação do dólar, diante da expectativa de mudança na política monetária americana.

Leilões swap - Apesar do anúncio do leilão de linhas, que ocorreu num dia em que o BC realizou três leilões de swap cambial tradicional e anunciou outra operação do tipo para hoje, o dólar cravou a sexta sessão consecutiva de alta e bateu novamente na cotação máxima desde março de 2009.

Pressão - O que chamou atenção de agentes de mercado nesta segunda foi a pressão no cupom cambial. Essa taxa, que equivale ao juro em dólar no Brasil e reflete tanto a liquidez presente quanto as expectativas para ela, manteve-se em forte alta ao longo de todo o pregão, o que não ocorreu nem mesmo na sexta-feira passada, quando o dólar disparou mais de 2%. A alta do cupom acendeu a luz amarela no mercado, que no meio da tarde levou o dólar às máximas mesmo depois de intervenções do BC via swaps.

Comportado - Segundo o tesoureiro de um banco, o cupom cambial estava "comportado" nos últimos dias porque o mercado estava fazendo hedge nesse instrumento. "Toda a motivação da alta do dólar estava no mercado futuro", afirma. Mas, ontem, segundo ele, o quadro mudou. "A forte abertura do cupom é um sinal claro de que algo não vai bem na liquidez, e problema de liquidez é o que pode causar um estrago maior no mercado", diz o profissional, lembrando que toda a tensão recente no mercado de câmbio ocorreu até então num ambiente sem problemas na oferta de dólar físico.

Alta maior - O profissional avalia que o dólar pode ainda ir mais para cima, ameaçando a marca dos R$ 2,50, se o rendimento do título americano de dez anos alcançar os 3%, na semana em que o Federal Reserve divulgará a ata de sua última reunião de política monetária. No fim da sessão desta segunda, o rendimento do Treasury de dez anos estava em 2,882%, ante 2,825% no fechamento anterior e após máxima de 2,9% alcançada nesta segunda.

Fechamento - No fechamento, o dólar comercial subiu 0,83%, a R$ 2,416. É o maior nível desde 2 de março de 2009, quando a moeda terminou em R$ 2,442. Em seis sessões, o dólar já subiu 6,24%. O FRA de cupom cambial para outubro subiu a 1,41% ao ano, não muito longe da máxima do dia, de 1,48%, e após ter fechado a sexta-feira em 1,33% e em 1,27% no fim de julho.

Desafio - "O desafio do BC é fazer com que os bancos supram os dólares", diz o economista e diretor-executivo da NGO Corretora, Sidnei Moura Nehme. "Os bancos podem tomar linhas de financiamento lá fora, mas elas estão ficando cada vez mais caras, já que há uma percepção geral de que o Fed vai começar a redução da liquidez", acrescenta, lembrando que a posição comprada dos bancos em dólar à vista reduziu-se a pouco mais de US$ 500 milhões, ante US$ 3,063 bilhões no fim de junho.

Liquidez - Na visão do economista e estrategista do Standard Chartered Bank para a América Latina, Italo Lombardi, a intenção do BC ao utilizar o leilão de linhas é principalmente prover liquidez ao mercado e não exatamente direcionar o dólar a um nível desejado, até porque o BC está ciente de que o movimento de alta do dólar é global. "Fez todo sentido o BC ter feito um leilão dessa natureza hoje [ontem]. Mas ainda acho que essa modalidade de leilão é para atender demandas pontuais. A procura por hedge deve continuar sendo atendida pelos swaps", afirma Lombardi.

Tentativa - Em conferência com a imprensa, o economista-chefe do Santander Brasil, Mauricio Molan, afirmou que as intervenções do BC via leilões de câmbio são uma tentativa de "suavizar" oscilações e não de induzir a definição de uma taxa cambial "descolada" dos fundamentos. Para Molan, o dólar sobe mais aqui porque o Brasil é o país mais líquido entre os emergentes e também por ter uma economia ainda bastante fechada.

Previsão - Apesar das pressões no câmbio, o economista do Santander prevê que o dólar termine este ano em R$ 2,30, recuando ante os níveis atuais, mas volte a subir em 2014 e termine o próximo ano em R$ 2,45.

Juros futuros - A puxada do dólar serviu de argumento para uma nova rodada de alta dos juros futuros, que poderia ter sido ainda mais forte se o Tesouro Nacional não tivesse realizado leilão de recompra de títulos públicos. Hoje, o Tesouro fará novo leilão de recompra de papéis, dando parâmetros de preço aos agentes.

Contrato de DI - O contrato de DI para janeiro de 2017 terminou em 11,84% (11,61% na sexta-feira). A taxa para janeiro de 2015 fechou em 10,66%, ante 10,33%. (Valor Econômico)

BANCO INTERNACIONAL: Real é a terceira moeda mais desvalorizada entre 61 economias

Ao fim de julho, o real brasileiro já era a terceira moeda mais desvalorizada entre 61 divisas, em relação aos principais parceiros comerciais, de acordo com o Banco Internacional de Compensações (BIS), espécie de banco dos bancos centrais. O índice de taxa de câmbio efetiva real (EER, na sigla em inglês) do BIS mostra que somente o iene do Japão e o rand da África do Sul estavam mais desvalorizados que a moeda brasileira no fim de julho. Em contrapartida, o bolívar da Venezuela era o mais apreciado em termos reais. O renminbi da China também vem ganhando valor gradualmente.

Média cambial - O EER representa a média cambial da moeda de um país relativa a uma cesta de outras divisas ajustadas pelo preço ao consumidor. O índice abaixo de cem significa que a moeda está desvalorizada. Em março de 2012, a taxa de câmbio real efetiva era equivalente a 100,22 por unidade da moeda brasileira. Depois, passou a cair e chegou a 92,38 em julho do ano passado. Um ano depois, chegou a 87,14 em julho de 2013.

Fechamento em julho -No caso do Japão, o indicador fechou em 78,41 por unidade do iene em julho - mantendo a moeda japonesa em primeiro lugar no ranking das mais desvalorizadas. Em segundo lugar, aparece o rand da África do Sul com 81,06. Em quarto, a rupia da Índia em 88,30. Depois da Índia, vem a Turquia com 90,68. A taxa efetiva real do renminbi chinês ficou em 117,27, e o bolívar venezuelano, em 136,00.

Déficit comercial - Sem surpresas, o governo japonês anunciou nesta segunda-feira (19/08) que o déficit comercial quase dobrou para US$ 10 bilhões de euros em julho. Se de um lado a moeda japonesa perdeu valor ante o dólar desde janeiro, favorecendo suas exportações, de outro esse movimento encareceu o custo de certas importações, sobretudo a fatura de petróleo e gás natural que o país compra bastante.

Real - Conforme o BIS, o real se valorizou cerca de 45% entre 2005 e 2011 em relação às moedas dos principais parceiros comerciais e teve a segunda maior alta globalmente no período.

Ano-base - Mais recentemente o banco alterou o ano-base de seu índice, de 2005 para 2010, para "refletir mudanças no comércio mundial", como a importância da China como principal parceiro de várias economias, incluindo o Brasil.

Cálculo - Para calcular o peso da taxa de câmbio real da moeda brasileira, o BIS leva em conta a participação da China, Estados Unidos, Argentina, zona do euro e outros parceiros no comércio brasileiro (matérias-primas não são incluídas no cálculo), além de um fator que reflete a concorrência em outros mercados nos quais os dois países são exportadores (por exemplo, Brasil e China competindo no mercado americano.

Peso - O peso da China no cálculo da taxa real de câmbio da moeda brasileira passou de 2,8 sobre 100 no período entre 1999 e 2001; para 9,7 em 2005-2007; e 14,3 em 2008-2010. No caso dos EUA, o peso declinou de 31,2 para 23,4 e, agora, para 18,9. E, no caso da zona do euro, passou de 24,5 para próximo de 21 desde 2005. O peso da Argentina ficou estável, em torno de 10. (Valor Econômico)


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