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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3162 | 21 de Agosto de 2013

VALOR 1000: Cooperativas do Paraná sobem posições no ranking das maiores

Valor 1000 21 08 2013Quatorze cooperativas agropecuárias do Paraná estão listadas no ranking Valor 1000, do jornal Valor Econômico, que traz a relação das mil maiores empresas do Brasil, classificadas por receita líquida e agrupadas em 25 setores. Figuram no levantamento a Coamo, C.Vale, Cocamar, Lar, Agrária, Copacol, Castrolanda, Integrada, Coopavel, Frimesa, Batavo, Copagril, Coasul e Capal. Praticamente todas subiram posições em 2012, na comparação com os resultados do ano anterior, com destaque para a Agrária, que passou do 309º para o 212º lugar, ou seja, uma diferença de 97 colocações. As demais subiram entre 7 e 45 posições. Entre elas, nove também estão listadas entre as 50 maiores empresas da região Sul do País. (Veja quadros abaixo)

Setor agropecuário - No setor agropecuário, as cooperativas do Paraná aparecem entre as 10 melhores classificadas, com a Coamo em 5º lugar, a Cocamar em 8º e a Castrolanda na 10ª posição. Em receitas líquidas, a Coamo está na primeira colocação, C.Vale em 2º, Cocamar em 3º, Lar em 5º, Agrária em 7º e Castrolanda em 10º. No item rentabilidade, a Coamo está na 10ª posição e, em liquidez corrente, em 5º lugar, seguida da Castolanda, em 6º e com a Agrária em 10º. No critério sustentabilidade, a Castrolanda está na 3ª posição, a Cocamar em 7º lugar e a Integrada na 8ª colocação. Em relação à geração de valor, a Coamo está na 8ª posição e ocupa a 10ª posição em margem da atividade. Já no critério giro do ativo, a Capal está em 5º lugar e a Integrada em 7º.

Setor financeiro - O Valor 1000 também apresenta o ranking de empresas que atuam no setor financeiro. Os sistemas cooperativos de crédito, representados pelo Bansicredi e o Bancoob, ocupam, respectivamente, a 18ª e a 21ª posição entre os 100 maiores bancos do País. Ambos são ainda citados entre os 20 com melhor rentabilidade operacional, sem a equivalência patrimonial, entre os grandes (Bancoob em 11ª lugar e Bansicredi na 15ª colocação); entre as 20 maiores em operação de crédito (Bansicredi em 15º); entre as 20 maiores em depósitos totais (Bancoob em 12º e Bansicredi em 14º); entre os 20 com menor custo operacional, entre os grandes (Bansicredi em 19º); entre os que mais cresceram em operação de crédito, entre os grandes (Bancoob em 2º e Bansicredi em 4º).

Saúde – As cooperativas médicas vinculadas ao Sistema Unimed aparecem no ranking dos 50 maiores planos de saúde, com as paranaenses Unimed Curitiba em 8º lugar e a Unimed Londrina em 27º. Elas estão ainda entre os 20 maiores em aplicação financeira (Unimed Londrina em 12º e Unimed Curitiba em 18º). Já a Unimed Curitiba ocupa a 10ª posição entre os 20 maiores em ativos totais e está em 12º entre os 20 maiores em patrimônio líquido. 

tabela 21 08 2013

 

GESTÃO INTEGRADA: Unicastro e Cooperante mostram suas experiências a cooperativistas do Nordeste

A Unicastro, em Castro, e a Cooperante, em Campo do Tenente, receberam, nesta terça-feira (20/08), a visita de um grupo de profissionais das Organizações Estaduais da Bahia, Ceará, Alagoas e do Sescoop Nacional. Eles estiveram nas duas cooperativas com o objetivo de conhecer experiências na implantação de sistema integrado de gestão desenvolvido pelo Sescoop/PR e executado por meio do Programa Integral de Apoio às Pequenas Cooperativas (Procoope). A delegação chegou ao Paraná na segunda-feira (19/08), quando passou pela sede do Sistema Ocepar, em Curitiba, e recebeu informações sobre a metodologia adotada no processo. Participaram do intercâmbio o  presidente do Sistema OCB-Sescoop/Ceará, João Nicédio, a superintendente da OCB/Alagoas, Márcia Túlia Pessôa, os analistas em Monitoramento do Sescoop/Bahia, Geisa Félix e Valter Sampaio, o coordenador financeiro da OCE-BA, Márcio Santos, a gerente de Monitoramento e Gestão das Cooperativas do Sescoop Nacional, Susan Miyashita Vilela, e Ana Paula Cunha Campelo, colaboradora do setor contábil da OCB/Sescoop/Ceará. Na visita às cooperativas, o grupo estava acompanhado do analista econômico e financeiro do Sescoop/PR, Emerson Barcik, e do coordenador de Desenvolvimento Cooperativo, João Gogola Neto.

Unicastro – Em Castro, os visitantes foram recebidos pelo presidente da Unicastro, Tsutomu Massuda, e pelo coordenador administrativo, Lucas Roberto Petrech. Eles fizeram um breve histórico da cooperativa, da constituição, sua caracterização e seu desenvolvimento. Também apresentaram as principais melhorias decorrentes da implantação do sistema integrado de gestão, as mudanças e oportunidades geradas, e contaram como conseguiram se organizar a partir da utilização de um software único, contemplando as diferentes áreas da cooperativa.

Cooperante – Já em Campo do Tenente, o presidente da Cooperante, Guilherme Grein, e a gerente financeira, Sueli Bora, receberam os cooperativistas do Nordeste. Grein apresentou a cooperativa, seu histórico e o caminho seguido no processo de informatização, os sucessos e as dificuldades vivenciadas ao longo desse trabalho. Ele também fez um relato da participação da cooperativa como piloto no projeto do sistema integrado de gestão. Por ser pioneira, a experiência da Cooperante serviu para adequar o sistema, deixando-o ainda mais adequado para a utilização e atendimento das necessidades das cooperativas.

Avaliação - “Avalio que as reuniões cumpriram seus objetivos. Ainda, conhecendo as experiências da Cooperante e da Unicastro, foi possível confirmar a importância do projeto para o desenvolvimento da gestão das cooperativas. Verifica-se que, ao mesmo tempo em que viabiliza a organização administrativa, o sistema integrado possibilita uma informação com confiabilidade, agilidade e segurança, permitindo embasamento para as decisões dos dirigentes e administradores da cooperativa. Além disso, o mais importante no projeto é que os resultados alcançacem os cooperados, que são peças chave no negócio cooperativo”, considera o analista do Sescop/PR, Emerson Barcik. 

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TRIGO: Fórum em Londrina vai discutir desafios do mercado

trigo 21 08 2013Um debate amplo vai reunir representantes da cadeia produtiva no 8º Fórum Nacional do Trigo, que será realizado de 27 a 30 de agosto no Parque de Exposições Ney Braga, em Londrina (PR). O evento acontece simultaneamente com a 7ª Reunião da Comissão Brasileira de Pesquisa de Trigo e Triticale (RCBPTT). Um dos pontos altos do evento é a discussão sobre “O mercado do trigo no Brasil”, com abordagens sobre a situação atual de logística, preço mínimo, seguro, mecanismos de apoio à comercialização, tributação, importação e exportação, programada para a manhã do dia 28. Participam do painel Neri Geller, secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa), e representantes dos segmentos da produção, indústria e setor tributário.

Estratégico - “O trigo é um dos produtos estratégicos para o Brasil e que está dentro das prioridades do governo devido à sua importância na cesta básica da população”, diz Neri Geller. A presença do representante do Ministério deve aprofundar a reflexão sobre as principais questões que afetam o setor. Geller vai apresentar os direcionamentos da política governamental com relação ao preço mínimo e aos recursos para seguro, garantias de comercialização e remoção do produto. O secretário também vai abordar a decisão do governo em estimular o cultivo do produto na região Centro Oeste.

Visões - Diferentes visões vão enriquecer a discussão, como a dos produtores, que devem fazer opções sobre o tipo de produto que vão cultivar. De acordo com João Bosco de Souza Azevedo, gerente comercial da Cooperativa Integrada, os cooperados são orientados a plantar variedades que atendam as exigências dos moinhos. “A cooperativa segrega materiais para este tipo de mercado, produzindo sementes para os agricultores”, afirma.

Panificação - Azevedo diz que os produtores atendem ao apelo da indústria, optando pelo trigo panificável. “Eles (triticultores) abrem mão do cultivo de alguns materiais para investir naqueles para panificação, embora essa opção demande muito mais investimentos em tratos culturais e outras exigências”, relata. O gerente da cooperativa afirma que apesar da quebra da safra em virtude das geadas, o trigo paranaense terá boa qualidade.

Indústria - A indústria também terá espaço no debate. O especialista Claudemir Canesin Toschi, da Bunge, leva a sua contribuição ao abordar o processo de seleção do produto para os moinhos. Ele avalia que o trigo produzido no Brasil tem boa qualidade para a panificação, salvo quando ocorrem problemas climáticos. “Uma das principais dificuldades é com relação aos custos de remoção do produto, o que leva o trigo a ficar na região onde é colhido e não abastecer moinhos de outras regiões”, diz.

Tributação - Questões relacionadas à tributação do trigo ficarão a cargo do especialista Fábio Carneiro Cunha, da Legex, empresa de consultoria em comércio internacional. “Temos que analisar a política tributária do país, se tem beneficiado ou não o setor e avaliar, por exemplo, porque o país tem que importar trigo”, afirma.

Programação - O 8º Fórum Nacional do Trigo será aberto no dia 27 (terça-feira), às 19h30, com a conferência “Política agrícola para a produção do trigo no Brasil”. No dia 28, o presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski, participa dos debates em torno da visão do produtor sobre o mercado para o trigo brasileiro, juntamente com representantes da Fecoagro e Coopadap. O tema também será tratado sob a ótica da indústria e do mercado. No período da tarde, os temas serão aprofundados nos painéis “Futuro do Trigo no Brasil” e “Qualidade industrial e pós-colheita”, seguidos de debates.

Reunião - A 7ª Reunião da Comissão Brasileira de Pesquisa de Trigo e Triticale será realizada no dia 29 com a palestra “A importância do trigo em sistemas de produção de grãos no Paraná”, seguida dos trabalhos das subcomissões. A partir das 18 horas, haverá a sessão Pôster. No dia 30, estão previstas a finalização dos trabalhos e atas das subcomissões, a sessão plenária final e premiação dos melhores trabalhos.

Câmara setorial - A 7ª RCBPTT e 8º Fórum Nacional do Trigo serão precedidos da Reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva das Culturas de Inverno, que será realizada durante o dia 27 de agosto.

Promoção e apoio - A promoção é da Embrapa Trigo, Fundação Meridional e Cooperativa Integrada, com o apoio da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar) e Sociedade Rural do Paraná. O Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), Embrapa Soja e Embrapa Produtos e Mercado são instituições parceiras. Outras informações no endereço www.reuniaotrigo2013.com.br. (Agência de Notícias do Paraná)

 

COAMO: Obras do novo moinho de trigo em ritmo acelerado

A construção do moinho de trigo da Coamo continua a todo vapor. A fundação e os pilares do Departamento de Produtos Acabados (DPA) já estão prontos e agora começa outra etapa importante que é o levantamento do prédio do moinho de trigo e a cobertura metálica do DPA. Assim, no segundo semestre de 2014, após as conclusões das obras e montagens dos equipamentos, entrará em funcionamento a mais nova indústria da Coamo para moagem de trigo com tecnologia de ponta e que, também, estará entre as mais modernas da América do Sul.

Investimento - Com investimentos da ordem de R$ 80 milhões e capacidade para produção de 500 toneladas/dia, as obras civis começaram  em abril deste ano. O empreendimento está localizado no parque industrial da cooperativa, em Campo Mourão, no Centro-Oeste do Paraná.

Equipamentos de última geração - Segundo o superintendente Industrial da Coamo, Divaldo Correa, os equipamentos do novo moinho de trigo são modernos e de última geração, tendo sido adquiridos junto a fornecedor europeu que detém a liderança mundial na fabricação de máquinas e equipamentos para moagem de trigo.  Correa informa que a nova fábrica da Coamo irá processar 500 toneladas de trigo por dia com a produção de farinhas especiais que irá atender as demandas das indústrias e do varejo. “A tecnologia adotada para a panificação e fabricação de massas, biscoitos e bolos atenderá as necessidades dos consumidores que estão em busca de alimentos seguros e com qualidade.”

Importância - O presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini, destaca a importância da nova indústria, que além de gerar dezenas de empregos diretos, abrirá novos mercados para a comercialização de trigo visando agregar maior valor a produção dos cooperados da Coamo. “O novo moinho de trigo da Coamo será uma indústria de ponta e terá o que existe de mais moderno para a produção de 500 toneladas/dia de trigo com a matéria-prima oriunda dos nossos cooperados”, explica Gallassini. Segundo ele, com o aumento na produção de farinhas especiais, será possível atender o mercado e buscar a melhoria da rentabilidade dos associados da Coamo. (Imprensa Coamo)

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CREDIALIANÇA: Cooperativa celebra 30 anos de atuação no Norte do Paraná

credialianca 20 08 2013Fundada em 20 de agosto de 1983, em Rolândia, Norte do Paraná, a CrediAliança Cooperativa de Crédito Rural comemora 30 anos nesta terça-feira (20/08). Com área de atuação em 120 municípios da região, possui 18 postos de atendimento, 3.444 associados e 57 profissionais. A cooperativa administra R$ 142,2 milhões de ativos totais e uma carteira de operações de crédito de R$ 55,8 milhões.

Prestação de serviços– A prestação de serviços é um dos pontos fortes da CrediAliança, que tem buscado atender o quadro social com linhas de crédito de repasse de custeios e investimentos para aquisição de máquinas e implementos agrícolas. Também disponibiliza financiamento com recursos próprios para veículos, caminhões, máquinas agrícolas, capital de giro, cheque especial, adiantamento sobre safras estocadas, desconto de cheque, reforma de casas e empréstimos consignados.

Pioneirismo e futuro- A CrediAliança foi a primeira cooperativa de crédito independente a receber autorização do Banco Central (BC) para abertura da conta liquidação, com o número 098, que a credenciou para operar no mercado financeiro com compensação de cheques, transferências e outras operações junto a RSFN-Rede do Sistema Financeiro Nacional. Segundo a direção da cooperativa, os resultados obtidos nessas três décadas de atuação são animadores e novos objetivos já foram traçados para os próximos anos. “Para o futuro, temos metas muito importantes, como a autorização do BC para operar com poupança e participação no Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCOOP), que garante os depósitos dentro dos limites do Fundo. Também estamos empenhados na campanha 'Cada um chama mais um', visando o aumento do quadro social”, afirmam os diretores. 

 

SICREDI IGUAÇU: Ação cooperativa incentiva doação de sangue em São João

A ação cooperativa, realizada pela segunda vez consecutiva em São João, no Sudoeste do Paraná, nesse ano mobilizou a comunidade para doação de sangue. A atividade foi realizada numa parceria do Programa A União faz a Vida, Secretária de Saúde e Escola Municipal São Luiz com objetivo de mobilizar a comunidade para doar e salvar vidas.

Conhecimento - Segundo Tatiane Beatriz Galvão, assessora do Programa A União Faz a Vida, o objetivo foi levar o conhecimento as pessoas que o doador está colaborando para estoques de sangue de qualidade para atender a toda a comunidade, lembrando-se que qualquer um pode vir a precisar de sangue, principalmente nas urgências. O ato de doar sangue traz benefícios a sua saúde. “Quem recebe o sangue beneficia-se com a vida e para quem doa diminui, e muito, as chances de uma pessoa ter problemas cardiovasculares e também, recebe o resultado de exames como hepatite B e C, sífilis, HIV, HTLV I e II e doença de Chagas, tornando-se uma forma de fazer o check-up com frequência, verificando as condições da saúde” comentou.

Grande adesão - A ação aconteceu no mês de agosto e de acordo com a professora Ana Kravec Lottermann, envolvida no projeto, foram 236 pré-cadastros para a doação, dentre esses 26 inaptos a doarem, 97 não compareceram e 113 pessoas doaram. Dos 113 doadores, 77 pessoas doaram sangue pela 1ª vez, e 36 pessoas que já eram doadores cadastrados. Além disso, também ocorreu 01 teste para doador de medula. Devido a grande adesão e reconhecimento da importância, existe a possibilidade de acontecer novamente a doação no mês de novembro.

O Programa A União Faz a Vida - O programa A União Faz a Vida é uma programa cooperativo que visa à vivência de atitudes e valores de cooperação e cidadania nas escolas por meio de práticas pedagógicas envolvendo alunos e educadores. É um programa realizado em parceria com Sicredi prefeituras municipais e secretarias de educação. Em São João o programa existe desde 2010.

Ação cooperativa - A ação cooperativa existe desde 2012, um marco pela passagem do Ano Internacional do Cooperativismo, e pelo seu cunho social terá continuidade todos os anos nos municípios com o Programa A União Faz a Vida e Cooperjovem. (Imprensa Sicredi Iguaçu PR/SC)

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SICREDI PARQUE DAS ARAUCÁRIAS: Vigésima unidade de atendimento é instalada em Tangará (SC)

A Sicredi Parque das Araucárias PR/SC inaugurou, na última segunda-feira (19/08), em Tangará (SC), a sua vigésima Unidade de Atendimento. A nova instalação está localizada na Rua Padre Fridmundo, 88, em um espaço anexo à Associação Comercial, no centro da cidade. A solenidade contou com a presença de autoridades municipais, diretores-executivos, colaboradores e convidados. “O Sicredi chega a Tangará não só para contribuir com o desenvolvimento econômico, mas para ter uma participação ativa na comunidade, especialmente com responsabilidade social”, diz o presidente, Clemente Renosto.

Área de atuação - Atualmente, a Sicredi Parque das Araucárias PR/SC está presente em 19 municípios dentro de sua área de atuação, somando 20 Unidades de Atendimento – sendo dez unidades no Paraná e dez em Santa Catarina. A cooperativa regional integra o Sistema Sicredi, que está presente em dez estados brasileiros, com mais de 1,2 mil pontos de Atendimento e cerca de 2,3 milhões de associados. “No Sicredi, os associados têm acesso a produtos e serviços financeiros, como conta corrente, poupança, cartões de crédito e débito, investimentos, seguros, consórcios, previdência, além de facilidades como caixas eletrônicos e serviços pela internet. E, ao usufruir desses serviços, são beneficiados com o repasse dos resultados pela cooperativa de crédito proporcionalmente ao volume das operações”, afirma o superintendente regional, Fábio V. Burille.

Orgulho - O prefeito de Tangará, Euclides Cruz, destaca o orgulho do município em inaugurar mais uma instituição financeira. “Tenho a certeza que o Sicredi irá ajudar muito os nossos tangaraenses. Que seja uma relação de ‘ganha-ganha’, tanto para o Sicredi quanto para a população tangaraense”, avalia.

Relacionamento com a comunidade - Na apresentação de sua equipe de trabalho, o gerente da unidade, Fernando Luiz Tuni, adota opinião semelhante a do prefeito, afirmando que o grande diferencial do Sicredi é o foco no relacionamento com a comunidade. “A equipe está à disposição da população, buscando sempre a excelência em atendimento para nossos associados” diz. (Imprensa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC)

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CVALE I: Uso de biogás rende prêmio à cooperativa

cvale 21 08 2013Ações de sustentabilidade da C.Vale renderam prêmio nacional à cooperativa. Em solenidade realizada em Florianópolis, dia 16 de agosto, a C.Vale recebeu o Prêmio Expressão de Ecologia, homologado pelo Ministério do Meio Ambiente, concedido pela revista Expressão. A publicação realizou pesquisa com as principais empresas do Brasil e destacou as que possuem as melhores ações sustentáveis.

Biogás - A C.Vale ficou entre as 45 empresas que mais possuem compromissos com a sustentabilidade. A cooperativa foi vencedora na categoria Conservação de Insumos de Produção - Energia, destacando-se com o projeto Aproveitamento de biogás proveniente do tratamento dos efluentes de indústria de produção de amido de mandioca, iniciado em agosto de 2011. Participaram da solenidade, autoridades governamentais, pesquisadores e profissionais da área do meio ambiente.

Ganhos econômicos e ambientais - A cooperativa foi representada pelo supervisor ambiental da C.Vale, Guilherme Daniel. Segundo ele, os resíduos gerados pelo processamento da mandioca se transformaram em uma importante matéria-prima na cadeia produtiva da cooperativa C. Vale, que tem unidades em Assis Chateaubriand e Terra Roxa. “Os resíduos são enviados para biodigestores que transformam o material em biogás utilizado para queima nas caldeiras que realizam a secagem do amido de mandioca. Esse processo representa até 75% de economia na média anual de queima de cavaco”, destacou. “Para a C.Vale as questões ambientais não são somente uma obrigação para atender os requisitos legais, e sim, atividades que podem gerar receitas, com ganhos econômicos e ambientais”, pontuou o presidente da cooperativa, Alfredo Lang. (Imprensa C.Vale)

 

CVALE II: Oeste recolhe 98% das embalagens vazias de agrotóxicos

cvale II 21 08 2013Noventa e oito por cento das embalagens de agrotóxicos usadas pelos produtores rurais de 23 municípios do oeste e noroeste do Paraná são encaminhadas para a unidade de recebimento da associação dos revendedores. Esse desempenho foi comemorado por autoridades que participaram do Dia Nacional do Campo Limpo, dia 16 de agosto, na Central de Recolhimento de Embalagens da Associação Regional Oeste Paranaense de Distribuidores de Defensivos Agrícolas - Ardefa, localizada em Palotina.

Mobilização - O evento mobilizou mais de 300 pessoas. Participaram da solenidade Rubens Ernesto Niederheitmann (presidente da Emater), Norberto Ortigara (secretário da Agricultura do Paraná), Jucenir Stentzler (prefeito de Palotina), Luiz Carlos Paludo (presidente da Ardefa), Ademar Pedron (vice-presidente da C.Vale) e Carlos Piovesan (secretário da Agricultura e Gestão Ambiental de Palotina), agricultores, entre outras autoridades. O presidente da entidade Luiz Carlos Paludo, revela que a associação já recolheu mais de 25 milhões de embalagens, desde que foi fundada em 2001. “Isto é um marco e se deve ao excelente trabalho e conscientização dos agricultores”, destacou Paludo.

Trabalho sério - O secretário da Agricultura do Paraná, Norberto Ortigara, revelou que a Ardefa faz o melhor trabalho de recolhimento de embalagens de agrotóxicos no Brasil. “A associação desenvolve um trabalho sério, organizado e que hoje tem uma eficiência elevada. É uma forma muito interessante de ajudar a preservar o maior patrimônio dos agricultores, que é o seu pedaço de chão”, pontuou Ortigara. (Imprensa C.Vale)

 

UNIODONTO CURITIBA: Inaugurado Centro de Atendimento ao Cooperado

No dia 15 de agosto, a Uniodonto Curitiba inaugurou o Centro de Atendimento ao Dentista – CAD, localizado no prédio da antiga sede administrativa, no bairro Hauer, em Curitiba. O prédio foi totalmente reestruturado para garantir o melhor atendimento e desenvolvimento aos cirurgiões-dentistas cooperados. Lá foram mantidos os setores diretamente ligados aos dentistas, e conta também com espaços diferenciados, como salas de atendimento, treinamento, entre outros.

Nova loja - Outra novidade foi a inauguração da nova loja de suplementos odontológicos Dental Uni Pro, muito mais moderna e com preços atrativos, que também está localizada no CAD.

Vantagens - Durante o discurso de inauguração, o presidente da Uniodonto Curitiba, Luiz Humberto de Souza Daniel, mostrou aos presentes – cooperados, parceiros e colaboradores – as inúmeras vantagens que esse novo espaço vai trazer para a cooperativa. Luiz Humberto falou também sobre o crescimento da Uniodonto Curitiba nos últimos anos, e o esperado para os próximos. “O CAD foi estruturado de forma que atenda a todas as necessidades dos cirurgiões-dentistas cooperados, desde relacionamento, treinamentos, mini cursos hands on, até a compra de suplementos odontológicos em uma loja totalmente nova. Essa é uma conquista para todos nós, que estamos ali no dia a dia, atendendo aos beneficiários em nossos consultórios”, afirmou Luiz Humberto. (Imprensa Uniodonto Curitiba)

UNIMED CASCAVEL: Conselheiro participa do 25º Encontro Nacional de Desenvolvimento Huma-no

Nos dias 15 e 16 de agosto foi realizada em São Paulo, a 25ª edição do Encontro Nacional dos Núcleos de Desenvolvimento Humano. O evento reuniu os profissionais envolvidos com as áreas de relacionamento com o cooperado de todo o Sistema Unimed, proporcionando oportunidades para reflexões, debates e compartilhar práticas de gestão na área que abrange a educação cooperativista. O conselheiro de Atendimento aos Cooperados da Unimed Cascavel, Nilson Zortea Ferreira, participou do encontro e enfatiza a importância do evento “neste encontro percebemos a evolução da nossa cooperativa em suas ações junto ao cooperado, percebemos a importância de discutir e trabalhar as equipes para o alcance de um mesmo objetivo, mantendo o equilíbrio entre o social e o econômico” comenta.

Temas - Os debates foram acerca de quatro eixos temáticos do evento: Eficiência, Inovação, Remuneração e Relacionamento. (Imprensa Unimed Cascavel)

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COMUNICAÇÃO: Conheça o novo vídeo institucional do Sistema OCB

O novo vídeo institucional do Sistema OCB está no ar! Com um formato leve, o filme apresenta os números do setor, a missão e a visão das entidades que compõem o Sistema (OCB, Sescoop e CNCoop). Além de ser assistido, o vídeo também poderá ser baixado, a partir desta terça-feira (20/08). Para isso, basta acessar o site www.brasilcooperativo.coop.br e fazer o download.

Princípios - Desenvolvido pela Gerência de Comunicação, o vídeo institucional pretende reforçar que o conjunto de princípios do cooperativismo tem apenas uma função: tornar a vida das pessoas mais próspera e feliz. É por isso que o slogan do filme é “Cooperativismo: o modelo de negócios do futuro”.

Novos associados - “A cada dia, o cooperativismo brasileiro conquista novos associados, ampliando e fortalecendo a sua atuação em todo o País. Hoje, 44 milhões de pessoas estão ligadas a esse movimento econômico e socialmente responsável, que mostra claramente o poder que temos quando trabalhamos em conjunto. E nós, cooperativistas queremos mais: queremos ser, até 2022, o modelo de negócios preferido da sociedade, o mais sustentável e o mais conhecido”, afirma o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.

Disseminação - A gestora de Comunicação do Sistema OCB, Guaíra Flor, comenta que o vídeo é fundamental para disseminar as ideias e conceitos do cooperativismo brasileiro. “O novo vídeo institucional foi pensando para divulgação nas redes sociais e na internet. As unidades estaduais querem estar presentes nessas plataformas e o Sistema OCB está se preparando para ampliar sua presença na rede mundial dos computadores”, explica. “Os vídeos foram elaborados com uma linguagem muito em voga nas redes sociais: o Draw Your Life (desenhos feitos à mão), destacando a forma com a qual o Sistema OCB tem trabalhado para o desenvolvimento econômico brasileiro”, conclui a Gestora.

Formato - Pensando em potencializar a sua divulgação, o material foi gravado em três formatos: dois minutos, um minuto e trinta segundos. O objetivo da Gerência de Comunicação é possibilitar que essa nova ferramenta visual seja utilizada em apresentações, feiras e outros tipos de eventos. O vídeo também poderá ser postado nos sites institucionais e nos perfis de redes sociais de todas as unidades estaduais e lideranças cooperativistas. (Informe OCB)

 

 

MAPA: Agricultura suspende despacho sobre subvenção ao seguro rural

O Ministério da Agricultura suspendeu o despacho que havia sido publicado segunda-feira (19/08) no  “Diário Oficial da União” (DOU), que previa a regulamentação para ofertar subvenção ao prêmio do seguro rural por meio de leilão. O novo despacho foi publicado no DOU desta terça--feira (20/08) e é assinado pelo ministro da Agricultura, Antônio Andrade.

Texto - O texto suspenso previa que a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) seria a responsável pelos pregões que poderiam ser arrematados pelo produtor rural. O objetivo da Agricultura seria permitir o uso da subvenção na aquisição de uma apólice de seguro rural.

Atropelo - O texto foi suspenso após conversas de técnicos do Ministério da Agricultura com o Ministério da Fazenda. A publicação foi considerada "um atropelo", já que as regras ainda não haviam sido discutidas entre as duas Pastas. Ontem à tarde, técnicos responsáveis pela área de seguros foram ao gabinete do ministro Antônio Andrade para discutir o assunto. Em seguida, os servidores foram à Fazenda e foi tomada a decisão de suspender o despacho.

Recursos - Segundo o Plano Trienal do Seguro Rural (PTSR), o governo prevê gastar R$ 400 milhões em 2013, R$ 459 milhões em 2014 e R$ 505 milhões em 2015. Apesar de já existir o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), o governo quer ampliar a gama de produtores que contratam seguros.

Percentuais - Os percentuais de subvenção variam de 70% do valor do seguro, no caso de feijão, milho, trigo, e até 30% para o setor aquícola. Os limites máximos subvencionáveis, porém, variam de R$ 96 mil para o setor agrícola a R$ 32 mil para os setores pecuário, florestal e aquícola. (Valor Econômico)

PARANÁ: Reitor da UEPG assume Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior

parana 21 08 2013O governador Beto Richa nomeou nesta terça-feira (20/08) o reitor da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), João Carlos Gomes, para o cargo de secretário estadual da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná. Gomes substitui a Alípio Leal, que pediu exoneração no começo do mês.

Pedido - “Atendemos a um pedido das lideranças de Ponta Grossa, que é a indicação de um membro da cidade para fazer parte do secretariado do nosso governo, em uma das mais importantes secretarias, que é a da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior”, afirmou o governador Beto Richa. “Não foi esforço nenhum atender a esse pedido e fico feliz, porque o reitor João Carlos Gomes tem as melhores condições para exercer um cargo desta importância. Tanto que ele foi indicado, também, por todos os demais reitores do Paraná”, disse o governador. “Uma pessoa preparadíssima para o cargo, que tem feito um belíssimo trabalho pelo ensino superior", afirmou Richa, lembrando que a educação é prioridade absoluta do governo.

Experiência - “Com a experiência como reitor, irei buscar parcerias e novos projetos para oferecer um ensino de melhor qualidade, principalmente no interior, onde temos 95% dos cursos”, afirmou o João Carlos Gomes, que toma posse nesta quarta-feira (21/08). Gomes afirmou que a orientação que recebeu do governador é trabalhar para manter as universidades do Estado entre as melhores do Brasil. O Paraná mantém sete universidades estaduais com 100 mil alunos. “O nosso objetivo é dar continuidade ao grande trabalho da área. Temos uma estrutura grande e precisamos de união para manter a qualidade do nosso ensino”, disse.

Formação - Autor de três livros e de 15 capítulos de livros e com 118 artigos científicos publicados em revistas nacionais e internacionais, Gomes é natural de Santo Antônio da Platina e graduado em Odontologia pela UEPG (1978). É doutor em Dentística Restauradora, pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). Desde 1979, integra o corpo docente do curso de Odontologia da UEPG e é reitor pela terceira vez. É acadêmico titular da Academia Brasileira de Odontologia e da Academia Paranaense de Odontologia.

Carreira - Na condição de reitor da UEPG, foi eleito para a presidência da Associação Brasileira de Reitores das Universidades Estaduais e Municipais (Abruem), no período 2008 a 2010. Em 1997, desempenhou as funções de Secretário Municipal de Educação e de Planejamento de Ponta Grossa. No âmbito internacional, foi presidente da Associacion Latinoamericana de Operatória Dental y Biomateriales – ALODYB (2005-2006). (Agência de Notícias do Paraná)

 

CARNES: Paraná atinge recorde histórico no abate de frango

carnes 21 08 2013A retomada da avicultura nacional, principalmente em função da queda no valor da ração, está se refletindo nos números do Paraná, maior produtor e exportador de frango do país. No mês de julho, as indústrias avícolas do estado abateram 128,75 milhões de cabeças de frango, quantidade que representa um recorde histórico de acordo com a série histórica do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar). Anteriormente, o maior volume mensal era de 127,05 milhões de cabeças em maio de 2012.

Fatores - De acordo com o Sindiavipar, dois fatores permitiram a quebra do recorde. Como julho teve 31 dias, o número de dias úteis chegou a 23. O segundo motivo é que muitas indústrias funcionaram nos sábados.

Maior produção - A maior produção foi registrada na região Oeste do Paraná, que concentra oito indústrias avícolas, onde foram abatidas 42,52 milhões de cabeças (33%). O Sudoeste ficou em segundo lugar com 27,57 milhões de aves (21%). Apesar de reunir 11 empresas avícolas, a maior concentração do estado, o Norte abateu 26,27 milhões de aves (20%).

Aumento - Além de superar a marca histórica, o processamento de frango no estado continua aumentando. Comparando julho com junho (116, 15 milhões de aves), o crescimento é de 10,85%. Considerando o mesmo período do ano passado, o aumento chega a 15,78%. O aumento no abate de aves, ainda de acordo com o Sindicato, é reflexo do mercado aquecido para absorver a produção. A expectativa é de que a produção avícola siga em crescimento no segundo semestre, por causa das festas de final de ano, aumento nas exportações e a quantidade de dias úteis. (Portal do Agronegócio / Gazeta do Povo)

 

EXPEDIÇÃO SAFRA: Jornalistas e técnicos desembarcam na Índia

safra-200813A Expedição Safra Gazeta do Povo desembarca nesta terça-feira (20/08) na Índia para cumprir sua última parada na temporada 2012/13. As viagens começaram em setembro do ano passado. Depois de percorrerem 14 estados brasileiros, os Estados Unidos, a Argentina e o Paraguai, jornalistas e técnicos do projeto desvendam particularidades da produção, da logística e do consumo no país asiático. O roteiro extraordinário tem como objetivo ampliar a discussão em relação à demanda e à oferta de um dos mercados mais promissores do mundo.

Importância - O projeto chega à Índia num momento em que o país ganha importância no cenário econômico mundial. Com 1,2 bilhão de habitantes, o mercado atrai especialmente fornecedores de alimentos como Brasil, Estados Unidos e Argentina. A influência indiana abrange a soja e a cana-de-açúcar. “Essas cadeias têm impacto direto nos negócios do Brasil e também do Paraná. Por isso a necessidade de conhecer a demanda do mercado indiano”, explica Giovani Ferreira, gerente de Agronegócio da Gazeta do Povo e coordenador da Expedição.

Grãos - No setor de grãos, apesar da grande extensão da Índia, a produção de soja e milho do país ainda é discreta. Na safra 2012/13, os agricultores indianos produziram 22,5 milhões de toneladas do cereal e 11 milhões de toneladas da oleaginosa, conforme o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (Usda). Toda a soja é convencional – o país não planta semente transgênica.

Referências - A Expedição, durante os 11 dias em solo indiano, também vai buscar referências concretas sobre o crescimento do mercado consumidor. O poder aquisitivo da população (1,2 bilhão de pessoas) cresceu nos últimos anos, elevando o consumo local. Porém, o país não possui tecnologia suficiente para suprir a demanda, tornando o Brasil um parceiro exponencial.

Interesse - Com os saltos na produção registrados nos últimos anos, o Brasil tem interesse em ampliar as relações do agronegócio com a Índia. A importação indiana de milho e soja é praticamente nula. Atualmente, a agricultura brasileira tem sobras principalmente de cereal, que se expande na safra de inverno. 

Safra brasileira - De acordo com estimativa da Expedição Safra Gazeta do Povo, a safra brasileira 2013/14, que começa a ser plantada no próximo mês, deve romper a barreira dos 200 milhões de toneladas de grãos, crescimento de 8% em relação à temporada passada (184 milhões de toneladas). Além dos grãos, insumos estão na pauta da equipe. A Índia é um dos principais fornecedores mundiais de fertilizantes e agroquímicos, produtos que o Brasil importa em grande escala. Cerca de 70% do adubo utilizados nas lavouras brasileiras são importados.

Viagem - O roteiro pela Índia inclui três grandes polos produtivos: Mumbai, Indore e Nova Deli. Ao longo de duas semanas no país asiático, a equipe irá cumprir agenda que inclui compromissos com representantes de entidades públicas e privadas, incluindo a Embaixada do Brasil, o Ministério da Agricultura da Índia, cooperativas, usinas de açúcar, portos, fábricas de insumo e produtores.

Profissionais - Além dos profissionais do jornal, o grupo é formado por técnicos da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), Grupo Ceagro, UPL Brasil e a revista Globo Rural. A viagem à Índia pode ser acompanhada pelo site www.agrogp.com.br.

Projeto volta à Ásia para visitar décimo país - Lançada na safra 2005/06, a Expedição Safra Gazeta do Povo completa sete anos desembarcando no seu décimo país. O projeto tem um roteiro fixo que é cumprido nas temporadas de plantio e colheita: Brasil, Argentina, Paraguai e Estados Unidos. A cada edição, é realizada uma viagem extra. A equipe já esteve na Bélgica, Alemanha, Holanda, França, China (principal centro consumidor de soja do planeta). O objetivo é sempre discutir a relação desses mercados produtores e consumidores com o Brasil e o mundo.

Apoio - A Expedição tem apoio da Federação da Agricultura do Paraná (Faep), da Ocepar, da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e da Toyota. Integram o projeto Grupo Ceagro e Governo do Paraná. Os patrocinadores são Caixa Econômica Federal, New Holland, UPL Brasil, além de Intacta RR2 PRO e Seara. Participa com apoio institucional o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. (Portal do Agronegócio / Gazeta do Povo)

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COMMODITIES: Grãos têm forte volatilidade em Chicago

Após as fortes valorizações registradas na segunda-feira (19/08) na bolsa de Chicago, motivadas por um clima mais quente e seco que o esperado em áreas do Meio-Oeste americano, as cotações dos grãos devolveram parte dos ganhos na sessão desta terça-feira (20/08). As quedas foram influenciadas por realizações de lucros e por novos relatos de produtividades acima da média em lavouras de milho e soja dos EUA.

Milho - No mercado de milho, os contratos com vencimento em dezembro (que ocupam a segunda posição de entrega, normalmente a de maior liquidez) fecharam a US$ 4,7550 por bushel (medida equivalente a 25,2 quilos), em queda de 10 centavos de dólar. No caso da soja, os papéis para entrega em novembro (segunda posição) caíram 12,75 centavos de dólar, para US$ 12,9050 por bushel (27,2 quilos).

Comum - Nesta fase de desenvolvimento das lavouras americanas - a safra atual no país é a 2013/14 e a colheita ganhará força nas próximas semanas -, a alta volatilidade é comum, pois reflete as variações climáticas nos polos de produção dos EUA. (Valor Econômico)

CNI: Produção aumenta em julho, mas estoques também sobem

cni 21 08 2013A produção industrial voltou a subir em julho e o emprego no setor também melhorou, mas a frustração nas vendas de mercadorias levou a um aumento dos estoques no período. Mesmo com a perspectiva de maior demanda por bens industrializados com a proximidade do fim do ano, a quantidade de produtos finais ainda não vendidos está maior que o desejado pelos empresários.

Índice - O índice de produção industrial, divulgado nesta terça-feira (20/08) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), ficou em 52,1 pontos em julho, ante 46 pontos em junho. Esse indicador varia de zero a cem pontos, sendo que valores abaixo de 50 pontos representam recuo de produção em relação ao mês anterior. Acima disso significa alta na comparação. Em julho do ano passado, o índice ficou em 51,1 pontos.

Mercadorias estocadas - A Sondagem Industrial também mostrou que o índice de evolução de mercadorias estocadas ficou em 52,1 pontos, o que representa expansão da quantidade de produtos finais não consumidos. Em junho, o indicador foi de 50,6 pontos, ou seja, também houve avanço em relação ao mês anterior. Com esses resultados, o nível de estoques se afastou ainda mais do nível desejado pelos empresários. O índice efetivo em relação ao planejado ficou em 51,7 pontos, o que representa mais produtos estocados além do previsto. O índice em junho foi de 51,4 pontos.

Erro de expectativa - "Geralmente, quando há aumento de estoques acima do planejado é um erro de expectativa. O empresário acha que vai vender, mas a venda não foi tão grande como esperado", explicou o gerente de pesquisa da CNI, Renato da Fonseca.

Lado positivo - Além de alertar para o acúmulo de estoques das grandes indústrias, cujo indicador chegou a 54,5 pontos em julho, a CNI ressaltou também um "lado positivo" dos números: a produção voltou a crescer na maioria dos setores da indústria de transformação. Em julho, as indústrias operaram, em média, com 72% da capacidade instalada, mesmo patamar de junho, porém um ponto percentual abaixo de julho do ano passado. Apesar do recuo, o uso da capacidade instalada ficou mais próximo do usual para o período. O índice de utilização de capacidade efetiva-usual ficou em 44,4 pontos, frente a 42,9 pontos em junho, sendo que 50 pontos representa o normal para cada período.

Volatilidade - "Não tem como dizer que a indústria está numa retomada segura. Não entrou numa crise, mas está apresentando muita volatilidade" com meses de indicadores positivos e outros com resultados negativos, disse Fonseca.

Emprego - O indicador de nível de emprego na indústria ficou em 48,5 pontos em julho, ante 48,1 pontos em junho, o que também mostra desempenho melhor que no mês anterior apesar de continuar abaixo dos 50 pontos. A pesquisa da CNI foi feita com 1,98 mil empresas entre 1º e 13 de agosto.

Otimismo - Na passagem de julho para agosto, os empresários ficaram menos otimistas em todos os itens analisados: demanda nos próximos seis meses, exportação, compra de insumos e emprego. A maior queda foi em relação a vendas ao exterior, cujo índice de expectativa caiu de 54,2 pontos para 51,1 pontos.

Exportações - Apesar do recuo, a indústria brasileira ainda mantém expectativas positivas em relação às exportações nos próximos seis meses, pois o indicador continuou acima de 50 pontos. O menor otimismo foi verificado mesmo com a forte desvalorização do câmbio no período, que favorece os embarques internacionais.

Explicação - Uma das explicações levantadas pela CNI é que, apesar desse movimento cambial ser "bom para a competitividade, a volatilidade gera incerteza muito grande", segundo Fonseca. Além disso, o baixo dinamismo do comércio internacional pode ser outra razão para o "ajuste" desse índice, que apresentou consecutivas altas nos meses anteriores. (Valor Econômico)

 

ECONOMIA: Câmbio começa a impactar projeções para inflação e juros

economia 21 08 2013A desvalorização adicional do câmbio nas últimas semanas - em pouco mais de 20 dias, o dólar saltou de R$ 2,25 para cerca de R$ 2,40 - pode colocar em risco o compromisso do Banco Central de entregar este ano um IPCA menor do que os 5,84% observados no ano passado, principalmente diante da pressão da Petrobras por um novo reajuste da gasolina, avaliam economistas ouvidos pelo Valor. Neste cenário, afirmam, não está descartado que o BC possa prolongar o ciclo de aperto monetário na tentativa de conter o repasse da desvalorização cambial para a inflação doméstica.

Primeiros sinais - Os primeiros sinais de que os economistas começam a incorporar o real mais fraco em relação ao dólar nos seus cenários pode ser visto no Boletim Focus. Embora as projeções para o IPCA neste ano e em 2014 praticamente não tenham se alterado recentemente, as estimativas para o índice nos próximos 12 meses estão em alta há sete semanas. Em 28 de junho, os economistas projetavam que a inflação nos 12 meses à frente seria de 5,65%, expectativa que subiu para 5,97% no dia 16 de agosto.

Mercado - Para Daniel Moreli Rocha, economista do Banco Indusval & Partners, este é um indício de que o mercado está incorporando o real mais fraco às suas contas gradativamente. Rocha afirma que os riscos para a sua projeção de IPCA de 5,85% em 2013 aumentaram nas últimas semanas, com a mudança de patamar do câmbio. Em sua avaliação, é questão de tempo até que o mercado trace novo cenário para a economia neste ano, a partir de uma taxa de câmbio mais desvalorizada. Seria, em termos, uma repetição do quadro observado em junho, quando a mudança no patamar de câmbio resultou em uma onda de revisões de estimativas no mês seguinte. "Talvez as expectativas para inflação neste ano ainda estejam um pouco tímidas, se considerada a forte alta do câmbio desde maio", diz.

Expectativa - Eduardo Velho, economista-chefe da INVX Global Partners, afirma que caso o dólar se estabilize no patamar de R$ 2,40 até o fim do terceiro trimestre, o IPCA encerrará 2013 com alta de 6%. Por ora, Velho estima avanço de 5,7% para o indicador oficial de inflação no ano. O economista considera que após a nova disparada da moeda americana, R$ 2,30 virou piso para a taxa de câmbio. O Banco Central, no entanto, deve intensificar o uso da política cambial, bem como de medidas macroprudenciais, para controlar pressões excessivas sobre o dólar, diz o economista.

Política monetária - Parte da resposta também deve vir da política monetária, na avaliação de Velho. O economista acredita que mediana de apostas do Focus para a Selic, atualmente em 9,25% ao ano ao fim de 2013, deve ser revista para cima nas próximas semanas em função do novo patamar do câmbio. "9,5% virou 'o piso do piso'", afirma.

Aperto monetário - Fabio Romão, economista da LCA Consultores, avalia que o Banco Central vai prolongar o atual ciclo de aperto monetário em resposta à desvalorização recente do câmbio, levando a taxa básica de juros para 10% até novembro, com aumentos de 0,5 ponto percentual por reunião.

Austeridade - Para Romão, a política monetária mais austera será suficiente para que o atual nível de câmbio, que chegou a R$ 2,40 nesta semana, não se mantenha até o fim do ano. Ainda assim, diz, a desvalorização mais acentuada do câmbio nas últimas semanas complica o cenário inflacionário para os próximos meses porque aumenta a defasagem do preço da gasolina em relação ao mercado externo e pressiona a Petrobras. Em função da escalada da moeda americana, o economista passou a contar com aumento do combustível em setembro e elevou sua projeção para o IPCA neste ano de 5,7% para 6%. Romão calcula que a Petrobras irá aumentar, já em setembro, a gasolina em 8% nas bombas.

Risco - Para Thaís Marzola Zara, economista-chefe da Rosenberg & Associados, o dólar mais alto é um dos principais riscos ao cenário inflacionário. No entanto, a economia pondera que para que haja um repasse do dólar a R$ 2,40 aos preços é preciso que a taxa de câmbio fique estacionada neste nível por pelo menos três meses - hipótese que não está em seu cenário. "Se os leilões de concessão em infraestrutura derem certo, o investidor estrangeiro pode voltar a se interessar pelo Brasil, revertendo as expectativas em relação ao país", comenta a economista, que estima avanço de 5,8% no IPCA neste ano.

Repasse - O atual cenário econômico, na avaliação de Flávio Serrano, economista do BES Investimento, é favorável ao repasse do aumento do dólar aos preços ao consumidor. Para ele, a deterioração das expectativas, o perfil expansionista do governo, os incentivos ao consumo e a intensidade da variação cambial contribuem para um maior impacto do câmbio na inflação. A desaceleração da economia brasileira, em sua avaliação, não será suficiente para frear o aumento de preços no varejo. "Vamos ver um reflexo direto nos produtos comercializáveis e, daqui um ano, nos preços administrados."

Perenidade - O reflexo do câmbio na inflação depende, entre outras variáveis, da percepção do mercado quanto à perenidade da mudança, afirma o economista-chefe do Banco ABC Brasil, Luís Otavio Leal. "O dólar a R$ 2,40 chegou ao mercado financeiro, mas ainda não bateu na economia real. As empresas continuam trabalhando com um dólar ao redor de R$ 2,30", afirma Leal, que projeta avanço de 5,7% no IPCA neste e no próximo ano. (Valor Econômico)

 

BRASIL: País precisa de novo sistema tributário, diz economista

O país precisa de um novo sistema tributário. "Não dá para fazer reforma. Nosso sistema é obsoleto, lembra uma casa com vários puxadinhos, e o sistema vai ficando cada vez mais torto", disse nesta terça-feira (20/08) José Roberto Afonso, pesquisador da Fundação Getulio Vargas (FGV), durante debate sobre reforma tributária promovido pela "Folha de S. Paulo". Afonso participou do evento ao lado de Bernard Appy, sócio da LCA e ex-secretário-executivo do Ministério da Fazenda, e Joaquim Levy, diretor-superintendente da Bradesco Asset Management.

Regimes especiais - Segundo Afonso, no âmbito federal começou-se a solucionar distorções com regimes especiais. "Passou-se a criar tantos regimes especiais, que não se sabe mais qual é o "regime normal", afirma. "Falamos muito de guerra fiscal. Creio que os regimes especiais são primos próximos, ou quase irmãos, da guerra fiscal."

Cuidadosa - Para Levy, uma reforma tributária precisa ser extremamente cuidadosa. "É preciso levar em conta os riscos jurídicos. Quando há uma mudança, há sempre o risco de uma medida judicial que pode comprometer a arrecadação. Num momento em que o governo tem preocupação com a performance fiscal, esse risco jurídico precisa ser levado em conta." Segundo ele, uma maneira "maravilhosa" de se aumentar a carga tributária é dar a isenção no fim da cadeia nos casos de tributação sobre valor adicionado. Uma isenção no fim da cadeia impede o uso de créditos e há aumento de carga tributária.

Consequências - Levy ressalta que as medidas tributárias precisam "medir as consequências". Dá como exemplo a desoneração sobre a folha de salários. "Essa desoneração, que não é trivial, mudou a base de cálculo, que funciona em cascata, já que migra da folha de salários para o faturamento", diz ele. Uma reforma tributária, segundo Levy, tem que ter objetivo claro, precisa ser simples conceitualmente e fácil implementação.

Política fiscal - Para Appy, uma reforma tributária nem sempre leva a uma redução de carga tributária. Segundo ele, debate de carga tributária é debate de política fiscal, porque isso inclui o que se fazer com os gastos. O sistema tributário, diz, tem um objetivo,, que é arrecadação e o sistema também tem impacto sobre eficiencia tributária e sobre equidade e distribuição de renda.

Distorções - Dentre as distorções do sistema atual, Appy destaca os tributos indiretos, que incidem ao longo da cadeia de produção e comercialização. Na verdade, é um tributo sobre consumo, diz. Num sistema tributário bem desenhado, afirma, não se tributa investimento, nem exportação, e sim consumo. "Para isso, os países costumam ter um imposto sobre valor adicionado. No Brasil temos o ICMS estadual, o ISS municipal e o IPI federal, que incidem de forma diferente e com áreas conflitantes", o que, segundo ele, acaba gerando restrições em relação a créditos. (Valor Econômico)


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