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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3174 | 06 de Setembro de 2013

PARCERIA: Governo do PR e Integrada lançam programas para melhoria nas pulverizações

A Cooperativa Integrada, Secretaria da Agricultura do Paraná e Emater/PR acabam de lançar o ‘Projeto Mais’ e a etapa estadual do programa ‘Acerte o Alvo’, duas iniciativas que buscam capacitar profissionais da assistência técnica e produtores rurais de todo o Paraná para garantir a excelência na aplicação de agrotóxicos. O evento de lançamento foi realizado nesta quinta-feira (05/09), em Londrina, e contou com a presença do Secretário da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, Norberto Ortigara, além do corpo técnico da Cooperativa Integrada e lideranças de instituições de pesquisa e extensão rural de todo o Estado.

Origem - O programa Acerte o Alvo surgiu em 2004, em Londrina, devido problemas com a deriva de agrotóxicos na região. “Deriva é o desvio da trajetória das gotas produzidas na pulverização, para fora da lavoura ou do alvo que se pretende atingir. Isso pode afetar pessoas ou áreas mais distantes. O local atingido pode ser outra lavoura, cursos d’água ou qualquer vegetação próxima do local de aplicação”, explica Nelson Harger, coordenador estadual de Grãos do Emater e articulador do programa.

Rede - Na ocasião, órgãos do governo, associações e a iniciativa privada formaram uma Rede de Prevenção para orientar o capacitar os profissionais da assistência técnica e agricultores sobre o problema. Durante anos o projeto foi desenvolvido na região de Londrina e em algumas cidades do norte o oeste do Paraná com excelentes resultados. Agora, o Acerte o Alvo será levado para todas as regiões e municípios paranaenses. “O programa surgiu da união de diversos elos do setor produtivo. O objetivo de todos é ter mais qualidade nas pulverizações para que o problema da deriva seja resolvido em curto prazo”, diz Harger.

Pioneiro - Ele lembra ainda que o Paraná é pioneiro no Brasil nesse tipo de iniciativa estruturada para enfrentamento da deriva. “O estado tem a agricultura muito diversificada. Por isso, controlar a deriva significa ter mais qualidade também para todas as outras culturas”, ressalta. (Imprensa Integrada)

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INTEGRADA: Lançamento do Projeto Mais representa avanço para a cooperativa

O Acerte o Alvo é um programa do Governo do Paraná que vai abrigar e dar suporte para todas as ações e projetos da iniciativa privada. A Integrada é pioneira neste sistema de parceria e participa do Acerte o Alvo desde a implantação do programa em Londrina, dez anos atrás. Agora, a cooperativa dá mais um passo com o lançamento do Projeto Mais, que busca reduzir o problema da deriva e garantir para os 7 mil cooperados mais qualidade e mais eficiência em suas pulverizações, além de facilitar o acesso a equipamentos e tecnologias modernas de aplicação.  “A Integrada vai oferecer treinamento para os agricultores e também para os mais de 90 engenheiros agrônomos e técnicos da cooperativa”, explica Irineu Baptista, gerente técnico da Integrada.

Qualidade - Ele ressalta que a melhoria nas aplicações resulta em mais qualidade para o ambiente e para a rentabilidade dos produtores. “Quando melhoramos as aplicações, é possível reduzir a carga dos produtos utilizados, contribuindo para reduzir os custos de aplicação e mantendo a qualidade ambiental e a saúde de todos”, diz. Uma ação piloto do Projeto mais foi realizada com cerca de 80 cooperados dos municípios de Uraí e Rancho Alegre. A fruticultura é uma atividade muito forte na região e vinha sofrendo com a deriva das aplicações realizadas nas lavouras de grãos vizinhas.

Forma correta - Os produtores participaram de treinamentos e palestras para capacitação sobre técnicas corretas de aplicação, tipos e usos de bicos, dosagens, regulagem de equipamentos, e avaliação de condições climáticas para aplicação. “Muitas vezes nós achamos que estamos fazendo a coisa certa durante a aplicação, mas na verdade podemos estar pecando em alguns pontos. Queremos evitar qualquer tipo de problema. Afinal, utilizar de forma correta esses produtos e acabar a deriva é algo bom pra todo mundo”, conta o produtor Vicente Fontana Neto, cooperado de Rancho Alegre. (Imprensa Integrada)

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TREINO&VISITA: Controle de doenças da soja estará em debate na próxima reunião

treino visita imagem 06 09 2013Será realizada, nos dias 3 e 4 de outubro, em Londrina, Norte do Paraná, a 51ª reunião do grupo Treino&Visita, que reúne profissionais das cooperativas, extensão rural e pesquisa. No primeiro dia, a pesquisadora da Embrapa Soja, Cláudia V. Godoy, vai apresentar os resultados dos ensaios realizados com fungicidas para controle de doenças na cultura da soja e resistência da mancha alvo a esses produtos. Na sequência, o extensionista Celso Seratto, do Instituto Emater Paraná,vai tratar do uso do coletor de esporos como ferramenta para o monitoramento da ferrugem. Nelson Harger, também do Emater, trará informações sobre a tendência do clima para a safra 2013/14.

Plantio direto– O segundo dia do evento será dedicado ao debate sobre plantio direto. Em relação a esse sistema, o pesquisador da Embrapa Trigo, José Eloir Denardin, falará sobre práticas hidráulicas e mecânicas para controle de enxurradas, e o especialista Henrique Debiasi abordará temas ligados à diversificação de cultura. Também faz parte da programação a discussão sobre o manejo do solo para convivência com o nematoide Pratylenchus, com o pesquisador da Embrapa Soja, Júlio C. Franchin.

Clique aqui e confira a programação completa da 51ª Reunião do Treino&Visita

 

 

RAMO CRÉDITO: Sistema OCB faz ponte entre cooperativas e Banco Central

ramo credito 06 09 2013O Banco Central do Brasil reconhece, cada vez mais, a importância do cooperativismo de crédito para o país. Nesta quinta-feira (05/09), uma delegação do BC – incluindo o secretário-executivo Geraldo Magela – esteve na Casa do Cooperativismo para participar da reunião do Conselho Consultivo de Crédito do Sistema OCB (Ceco). Na pauta, os ajustes finais para o lançamento do Fundo Garantidor de Créditos das Cooperativas (FGCoop), mecanismo que promete fortalecer ainda mais nossas cooperativas, além – é claro – de auxiliar a inclusão bancária de milhares de brasileiros.

Credibilidade - O principal objetivo do FGCoop é evidenciar à sociedade a credibilidade que os sistemas de cooperativos de crédito efetivamente possuem, deixando os cooperados cada vez mais tranquilos sobre a solidez da instituição, mesmo em tempos de  turbulências no mercado financeiro. Previsto para ser lançado em novembro, o fundo depende agora, da realização de uma assembleia de constituição, com representantes de todos os sistemas de créditos do País. A convocação deve acontecer nas próximas semanas.

Espelho - “A ideia do Sistema OCB é espelhar o FGCoop no modelo praticado pelo pujante e sólido cooperativismo de crédito alemão, onde – há 70 anos – não se conhece um único caso de liquidação de cooperativa”, explica o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.

Articulação - Satisfeito com o resultado da reunião, o coordenador do Ceco, José Salvino de Menezes, reconheceu a importância do Sistema OCB no processo de articulação do lançamento do FGCoop. “Desde que o Sistema OCB criou o Ceco, nós passamos a ter bom relacionamento com as entidades de regulação, com o governo e com a frente parlamentar. Eu acho que a entidade tem contribuído bastante com o sucesso das cooperativas de crédito”.

Confira, a seguir, alguns pontos da pauta da reunião do Ceco e o nome de todos os participantes desse importante encontro:

Subsídio – O FGCoop será subsidiado por contribuições das próprias cooperativas e recursos representados pelo ingresso de receitas oriundas de taxas de serviço

Números – Atualmente, o cooperativismo de crédito reúne 1.255 cooperativas, mais de 6 milhões de cooperados e, praticamente, 40 mil empregados.

Otimiza BC – os representantes do BC também apresentaram outra boa notícia aos membros do Conselho Consultivo de Crédito: a criação de um grupo para discussão de projetos importantes para o cooperativismo de crédito. Formado por representes do Sistema OCB, do Ceco e do o Banco Central, o grupo discutirá periodicamente pautas do projeto “Otimiza BC”, coordenado pela Secretaria Executiva do BC, tendo como uma das funções reduzir a duplicidade de informações requeridas pelo próprio Banco às cooperativas de crédito.

Programa próprio - Ainda com relação ao Otimiza BC, o secretário-executivo do BCB, Geraldo Magela, sugeriu que o sistema cooperativista de crédito brasileiro desenvolva seu próprio programa de otimização de processos: o Otimiza Cooperativismo de Crédito. “Até a criação do Otimiza, diversos departamentos do BC solicitavam informações das cooperativas, que eram obrigadas repassar seus dados mais de uma vez. Desde março, quando o Otimiza foi criado, enviamos diversas sugestões de melhorias normativas e operacionais”, comenta o coordenador do Conselho Consultivo de Crédito, José Salvino de Menezes. (Informe OCB)

PARTICIPANTES DA REUNIÃO DO CECO DO DIA 05/09/2013

Membros da coordenação do Ceco:

José Salvino de Menezes (Sicoob) – coordenador

Celso Régis Ramos (Confebras) – vice-coordenador

Euclides Reis Quaresma (Unicred) – 1º secretário

Manfred Alfonso Dasenbrock (Sicredi) – 2º secretário

Diretoria do Sistema OCB

Márcio Lopes de Freitas – presidente

Renato Nobile – superintendente

Tânia Zanella – gerente geral

Comitiva do Banco Central:

Geraldo Magela - Secretário executivo

Sergio Odilon dos Anjos - chefe do Departamento de Normas (Denor)

José Ângelo Mazzillo - chefe do Departamento de Supervisão de Cooperativas e Instituições Não Bancárias (Desuc)

Adalberto Gomes da Rocha - chefe do Departamento de Organização do Sistema Financeiro do Banco Central (Deorf)

 

 

SENADO: Comissão de Agricultura promove debate sobre seguro rural

Um tema determinante para a sustentabilidade da agricultura brasileira – o seguro rural – foi pauta de uma audiência realizada nesta quinta-feira (05/09), na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado Federal, em Brasília (DF). Durante todo o debate – que contou com a participação de representantes do setor, além dos parlamentares – a união de esforços, um dos principais diferenciais do cooperativismo, foi ressaltada com um caminho interessante. A intenção do grupo é justamente trabalhar na construção de uma proposta conjunta para a operacionalização de um seguro rural eficiente no Brasil.

Ideia - A ideia foi lançada logo no início das discussões pelo presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Milho, Alysson Paolinelli, que já foi ministro da Agricultura. “O Brasil não tem uma política agrícola permanente, e a falta de um seguro rural eficiente é um dos fatores que mais pesam para a agricultura brasileira. Para conseguirmos resolver esse problema, precisamos unir forças. Poderíamos trabalhar com um modelo participativo, com o envolvimento de todos os atores envolvidos: produtores, governo, indústrias, bancos e seguradoras”.   

Solução – O movimento cooperativista foi representado pelo presidente da Coamo Agroindustrial Cooperativa, José Aroldo Gallassini. “Para nós, o seguro rural é um ponto de extrema importância. É o que faltava à agricultura brasileira. Precisamos de um seguro agrícola que tire o produtor de uma situação de instabilidade – bem em alguns momentos e, em outros, endividado. Há 25 anos, por exemplo, eles vêm pagando dívidas relacionadas à securitização. Temos de acabar com isso e a solução está no seguro”.

Produtividade e preço – Durante todo o debate, os projetos desenvolvidos pela Coamo foram apontados como modelos a serem aplicados em todo o País “Com informações sobre o perfil e o comportamento dos nossos cooperados, conseguimos implantar um projeto-piloto de cobertura do seguro rural. Fazemos isso com base na produtividade do associado, a partir de uma média dos últimos cinco anos, e no preço dos produtos. No caso da soja, por exemplo, usamos o índice da Bolsa de Chicago. Atualmente, mais de 90% das operações de crédito rural dos nossos cooperados estão adequadamente seguradas”.  

Modelo para o Brasil - “Acredito que o projeto-piloto da Coamo, de cobertura pela relação produtividade e preço, é o modelo mais adequado para o Brasil. Ele paga realmente todo o custeio do produtor e ainda sobra alguma coisa. O preço é viável e com a subvenção de 60% do governo, acredito que será o melhor para o nosso País. Mas, nesse processo de extensão a todo o setor produtivo brasileiro, é preciso ficar atento a um ponto importante: nós, na Coamo, aliás, em todo o setor cooperativista, temos informações sobre o produtor, que é associado. Esse banco de dados é fundamental para que o seguro possa efetivamente funcionar e garantir a continuidade da produção no País. Hoje, para os produtores não vinculados a uma cooperativa, utiliza-se uma média de produtividade calculada pelo IBGE, que é baixa. Por isso, é melhor fazer de acordo com a produtividade real e garantir uma cobertura maior”.

Conscientização – De acordo com o presidente da Coamo, para ter sucesso, é preciso conscientizar o governo de que ele também ganha colocando recurso na subvenção ao seguro agrícola. “Essa subvenção viabiliza o agricultor brasileiro. Não há dúvidas de que se ganha muito mais no investimento ao seguro do que assumindo uma frustração em nível de Brasil. Estamos falando de algo bom tanto para o governo quanto para o produtor, e essa conscientização também deve ser feita junto a eles, que estão no campo. Eles precisam entender a necessidade de fazer o seguro. Já fazem isso para o uso de automóveis e têm de fazer o mesmo para a sua lavoura. E não só para as de risco, como trigo e milho safrinha, mas para todas elas”. 

Planejamento – “O seguro tem de fazer parte do custeio, compondo dos insumos na produção agrícola e fazendo parte integrante do planejamento do produtor. Ele compra adubo, sementes e deve comprar, também, seguro. É um custo absolutamente necessário para ser embutido já no custeio, podendo fazer parte de um único financiamento. Na Credicoamo, há a possibilidade de se optar, ainda, pelo prazo de safra. Assim, o produtor não tem de arcar com um recurso de imediato, fica segurado e vai ter sucesso. Ele vai colher o seguro ou vai ter uma safra normal, mas não vai se endividar”.           

Desafio – Ao final, o presidente da Sociedade Rural Brasileira, Cesário Ramalho da Silva, manifestou apoio à ideia de se trabalhar em cadeia. “Isso não pode ficar só de um lado, só na mão do agricultor. Por isso, temos de levar esse debate politicamente. Precisamos ter conceitos políticos ordenados e organizados. Depois disso, sair para especificações técnicas. Esse é o grande desafio. E nada melhor do que debater isso aqui, no Congresso, especificamente no Senado Federal, com senadores, todos eles representantes dos maiores estados produtores do Brasil”. 

Proposta – O senador Acir Gurgacz (RO), vice-presidente da Comissão de Agricultura do Senado Federal, pediu à secretaria do colegiado que consolide os pontos discutidos durante a audiência e os reúna em um documento, que será debatido novamente e encaminhado ao governo federal.  O requerimento para a discussão do tema foi uma iniciativa do senador Rodrigo Rollemberg (DF). Também estavam presentes, participando dos debates, o presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), senador Waldemir Moka (MS), e a senadora Ana Amélia (RS), representante do Ramo Educacional na Frencoop, além de outros políticos e representantes do setor produtivo. (Informe OCB)

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ESPÍRITO SANTO: Sistema OCB/ES comemora 41 anos de história de e cooperação

espirito santo 06 09 2013O dia 4 de setembro foi muito festejado na região Sudeste do País. Ao completar 41 anos, o Sistema OCB/ES teve muito a comemorar. O Estado conta hoje com 149 cooperativas e com 229 mil cooperados, cuja geração de emprego e renda beneficia a mais de 20 mil pessoas direta e indiretamente. São mais de 600 mil pessoas envolvidas com o cooperativismo.

Apoio - Desde 4 de setembro de 1972, as pessoas que acreditam na filosofia do cooperativismo no Espírito Santo contam com o apoio do Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras do Espírito Santo (OCB/ES). O órgão de representação das cooperativas tem como objetivo realizar estudos, promover a divulgação do sistema cooperativista, criar novas cooperativas, dar assessoria técnica, manter a integração com outros órgãos do cooperativismo e representar o Sistema perante as autoridades.

Capacitação - No Espírito Santo, a OCB e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Espírito Santo (Sescoop) atuam em conjunto, formando um Sistema cujo principal objetivo é defender e capacitar às cooperativas, preparando-as para atuar no estado, no País e no mundo de forma competitiva. No Sistema OCB/ES, as cooperativas encontram suporte ao seu crescimento e desenvolvimento.

Serviços - Dentre os serviços prestados, estão assessoria e consultoria jurídica, assessoria técnica, planejamento, organização e execução de palestras, cursos, treinamentos, assessoria a grupos interessados em constituir novas cooperativas, assessoria de comunicação, entre outros. As cooperativas também podem contar com consultoria contábil, tributária, financeira e fiscal.

Desenvolvimento sustentável - O cooperativismo capixaba contribui de forma destacada para o desenvolvimento sustentável do Espírito Santo e do país. Com participação expressiva na economia do Estado, em 2012 as cooperativas capixabas tiveram um faturamento de R$ 3,35 bilhões, representando 3,6% no PIB capixaba e geraram cerca de R$ 138 milhões em impostos para os cofres públicos estaduais e federais.

Encargos - Além disso, em 2012 as cooperativas capixabas contribuíram com mais de R$ 95 milhões em encargos trabalhistas e previdenciários. No interior do Estado, 90 cooperativas mostram que a força da união gera desenvolvimento social e econômico. Atuante em vários mercados, o cooperativismo leva os produtos capixabas para outros estados e países. (Assessoria de Imprensa do Sistema OCB/ES)

 

ESCRITURAÇÃO DIGITAL: Receita Federal vai flexibilizar o e-Social

Alívio para as empresas, especialmente as pequenas e micros, que corriam contra o tempo para se adaptar ao e-Social — o sistema de Escrituração Fiscal Digital, que estabelece o envio de forma digital das informações de folha de pagamento e das obrigações trabalhistas, previdenciárias e fiscais. O governo resolveu flexibilizar e, ao invés da obrigatoriedade de que todas as empresas implantem o sistema conjuntamente a partir de janeiro de 2014, como estava previsto no Ato Declaratório nº 5 da Receita Federal, a implementação será feita de maneira gradual.

Novo ato - Um novo ato a ser assinado conjuntamente, em outubro, pelos órgãos envolvidos na criação do sistema - ministérios do Trabalho e Emprego, da Previdência Social, além da Receita Federal e Caixa Econômica Federal - definirá o cronograma de implantação do sistema. A ideia é que apenas os grandes empregadores, classificados como “lucro real”, iniciem o cadastramento em janeiro, sem a obrigatoriedade de terem de pronto todas as informações inseridas no sistema. Haverá um período dedicado apenas para o cadastramento inicial dos seus funcionários, em seguida a inclusão dos eventos trabalhistas e, por último, as informações relacionadas à folha de pagamento. Todo o processo para as grandes empresas devem ser concluídos em junho. Somente a partir de julho as empresas optantes pelo lucro presumido e as que integram o Simples Nacional passarão pelo mesmo processo, com conclusão prevista para dezembro de 2014.

Espaço - “Estamos dando um espaço para que tanto as empresas possam preparar os seus sistemas quanto para que as empresas de softwares tenham condições de atender a todos em tempo hábil para que cumpram os prazos”, afirma Daniel Belmiro Fontes, coordenador do Sistema de Fiscalização da Receita Federal, ao informar que as mudanças foram pensadas a partir da demanda de representações de vários setores, como federações empresariais, empresas de contabilidade e consultorias em software.

Impacto - A decisão surgiu depois do impacto que as empresas sofreram diante do Ato Declaratório nº 5 ao saberem que teriam prazo curto para se adequar e levantar um grande volume de informações até janeiro, conforme matéria publicada pelo Brasil Econômico em sua edição de 29 de julho.

Gesto positivo - “Essa flexibilização é um gesto positivo por parte do governo. Trata-se de um exemplo claro de abertura para o diálogo social. O que se espera é que o bom senso prevaleça, levando em consideração a opinião de todos e o melhor encaminhamento para essa questão tão profunda que mexe com todas as empresas do país”, comenta Adauto Duarte, diretor adjunto sindical da Federação das Empresas do Estado de São Paulo (Fiesp).

Dilatação de prazos - Além da implantação gradual do sistema, também a partir das demandas do empresariado, o governo decidiu dilatar prazos em alguns tipos de informações que, pelo modelo inicialmente proposto pela Receita, deveriam ser apresentadas em tempo real ou com antecedência. Segundo o coordenador da Receita, a equipe técnica do projeto está definindo quais eventos serão flexibilizados. A regra básica será que a informação que gere um direito trabalhista terá que ser transmitida imediatamente. É o caso da contratação. “A admissão é um evento fundamental. A partir dela, começa o vínculo do trabalhador com a empresa e passa a ter todos os direitos trabalhistas e previdenciários”, cita Fontes.

Perdas trabalhistas - Já as informações que não gerem perdas trabalhistas, como os avisos de férias, poderão ser transmitidas após o fato ter ocorrido. “Todos os eventos que puderem ter a data de transmissão flexibilizada e essa data não gere nenhum prejuízo aos controles dos órgãos fiscalizadores serão flexibilizados”, complementa o coordenador.

Proposta - O diretor da Fiesp propõe que, a exemplo da gradação na implantação do sistema, haja uma cronograma para a implementação dos tipos de informações a serem obrigatoriamente fornecidas ao e-Social. O argumento é de que as empresas não estão preparadas para repassar de maneira online muitos dados que hoje não são exigidos e que passarão a ser, como os atestados médicos. “O ideal seria implantar num primeiro momento o que já é obrigatório dentro dos sistemas atuais. Depois, poderia introduzir aquilo que é novidade. Esse sistema está criando uma espécie de sobrecarga para as empresas, sejam elas grandes, médias ou pequenas”, argumenta.

Sped - O e-Social é mais um projeto do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped). O objetivo, além de desburocratizar e simplificar, é aumentar o poder de fiscalização do governo sobre empresas fraudadoras e ampliar a garantia dos direitos dos trabalhadores. (IG Economia)

SICREDI VALE DO PIQUIRI: Coordenadores de núcleos visitam o Centro Administrativo, em Porto Alegre

sicredi vale piquiri 06 09 2013A Sicredi Vale do Piquiri ABCD PR/SP levou os líderes da cooperativa para visitar o Centro Administrativo Sicredi – o CAS. A comitiva ficou dois em Porto Alegre e foi composta por conselheiros, coordenadores e vices coordenadores de núcleos. Na programação, passeio pelo centro da capital gaúcha, Expointer e visita técnica ao Centro Administrativo Sicredi, em 2 de setembro.

Instalações - Cinquenta e um associados participaram da comitiva e tiveram oportunidade de conhecer as instalações do Sistema Sicredi, onde estão instalados: Banco Cooperativo, Confederação, Sicredi Participações S.A, Fundação Sicredi, Superintendência de TI e Segurança da Informação, Corretora de Seguros e Previdência, Administradora dos Cartões Sicredi e Administradora de Consórcios. “A visita teve o objetivo de favorecer a integração do grupo e oferecer a liderança conhecimento sobre o Sicredi”, avaliou o presidente da Sicredi Vale do Piquiri ABCD PR/SP, Jaime Basso.

Recepção - O diretor executivo do Banco Cooperativo Sicredi, Ademar Schardong, recepcionou o grupo e conversou sobre o posicionamento do Sicredi no mercado financeiro, a forma de organização cooperativa e a importância das lideranças para a perenidade do empreendimento cooperativo.

Avaliação positiva - Os líderes que participaram da visita técnica fizeram uma avaliação positiva. “Voltei com a certeza de que fazemos parte de um grande empreendimento. Fiquei impressionado com a organização, segurança e ampla forma de participação do Sicredi no sistema financeiro.”, avaliou o coordenador de núcleo de Palotina Marcos Flávio Frazão. (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri ABCD PR/SP)

 

UNIMED I: Florianópolis sedia Encontro do Mercosul sobre atenção integrada em saúde

Acontece no dia 25 de outubro, no Hotel Majestic, em Florianópolis (SC), o 2° Encontro de Atenção Integrada em Saúde da Unimed Mercosul. O tema do evento será: “Práticas e perspectivas de um novo modelo”. O histórico da implantação e consolidação de um novo modelo  em Cambridge Health Alliance será apresentado por  Robert Janett. A programação do evento contempla ainda debates sobre regulamentação e padronização, conceitos e perspectivas, entre outros temas. (Imprensa Unimed Paraná

 

unimed 06 09 2013

UNIMED II: Curso capacita colaboradores para a função de ouvidor

unimed II 06 09 2013Com o objetivo capacitar os colaboradores para a função de ouvidor e, assim, atender à Resolução Normativa (RN) 323, foi realizado, na Unimed Paraná, o Curso de Ouvidoria na Saúde Suplementar. O treinamento, ministrado nos dias 22 e 23 de agosto, teve como eixo principal o entendimento sobre o conceito de ouvidoria e a implantação desse serviço em cada cooperativa singular.

Cliente - O curso contou com a presença do diretor de Mercado, Faustino Garcia Alferez, que fez a abertura dos estudos ressaltando que, “antes de atender às expectativas da empresa em relação à RN 323, é necessário procurar atender às expectativas do cliente”, ouvindo e resolvendo as suas necessidades. Além disso, o diretor ainda agradeceu a presença dos interessados em conhecer mais sobre o tema e desejou um bom e proveitoso evento a todos.

Atendimento de qualidade - Para dar início ao curso, os participantes se apresentaram e expuseram as suas dúvidas e esperanças em relação ao treinamento. Como principal objetivo, a maioria dos presentes destacou a necessidade de obter mais conhecimento sobre a ouvidoria a fim de poder oferecer um atendimento com qualidade aos seus clientes.

Tópicos - Dividido em três principais tópicos, o conteúdo preparado e ministrado pela instrutora Fernanda de Almeida abordou, na introdução, a diferença entre atendimento de primeira e de segunda instância, a mediação de conflitos, o restabelecimento da comunicação, a análise crítica e o relacionamento com o consumidor.

Prática - O segundo tópico mostrou o lado prático do processo de criação de uma ouvidoria, explicando como podem ser feitos os sistemas de acolhimento, o registro de demandas e as estatísticas dos atendimentos. Itens como sigilo, ética, respeito e isonomia também foram abordados. O terceiro e último tópico revelou de que forma a ouvidoria pode ser utilizada como estratégia, não só na resolução como também na prevenção de conflitos. A necessidade de se investir em soluções definitivas e não paliativas também foi amplamente discutida.

Obrigatoriedade - A RN 323, resolução normativa que demandou a realização desse curso, foi adotada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) em 14 de março de 2013. Como objetivo principal, ela instituiu a obrigatoriedade do serviço de ouvidoria nas operadoras de planos privados de assistência à saúde. (Imprensa Unimed Paraná)

 

COPACOL: Propriedade de Goioerê é referência para cooperativistas argentinos

Um grupo composto por 15 produtores integrados às cooperativas Margarita e Coovaeco, de Córdoba e Santa Fé, na Argentina, conheceram a estrutura da Copacol na quarta-feira (04/09). No período da manhã, os visitantes participaram de apresentações feitas pela diretoria e gerentes de algumas áreas da Copacol.

Propriedades - Já na parte da tarde o grupo teve a oportunidade de visitar algumas propriedades e uma das que mais impressionou, foi a propriedade do associado João Roberto Coelho, em Goioerê que trabalha com a bovinocultura leiteira. A organização da propriedade e a forma profissional de atuar do produtor de Goioerê, que tem no plantel 75 vacas em lactação chamou a atenção dos argentinos, que pretendem implantar o mesmo sistema em suas propriedades.

Boa imagem - De acordo o líder do grupo, o engenheiro agrônomo Cristian Acunha, a visita teve como foco principal a busca de conhecimento sobre a forma de atuação da Copacol. “Levamos uma boa imagem da Copacol, e ficamos impressionados com a organização da cooperativa, que em suas diversas atividades atua de forma integrada com o associado”, finaliza Acunha.

Motivação - O proprietário, João Roberto Coelho, se sentiu gratificado em saber que a sua propriedade foi indicada pela cooperativa como referência para a troca de experiência com produtores argentinos. “Isso mostra que estamos no caminho certo e só nos motiva ainda mais para continuar apostando na atividade”, ressalta o bovinocultor. (Imprensa Copacol)

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CVALE: Ações da cooperativa são apresentadas em Encontro de líderes

cvale 06 09 2013Integrantes dos Comitês Educativos, Núcleos Femininos e do Núcleo Juvenil da C.Vale participaram, na manhã de quarta-feira (04/09), do 1º Encontro da Liderança Cooperativista. No evento, que reuniu mais de 150 pessoas, o analista de mercado da corretora Granopar, Aldo Lobo, apresentou as tendências do mercado agrícola para os próximos meses. Profissionais do Departamento Agronômico da C.Vale falaram sobre seguro, agricultura de precisão, produção de sementes e aviação agrícola.

Informações - Para o presidente da C.Vale, Alfredo Lang, o encontro serviu para os lideres obterem mais informações sobre os trabalhos da cooperativa. Ivanor Paslauski, integrante do Comitê Educativo da C.Vale, em Terra Roxa, diz que as informações apresentadas esclareceram as dúvidas dos associados. “São assuntos que interessam para todo o quadro social. Estou muito satisfeito.” Rozemar Walker, integrante do Núcleo Feminino em Maripá, também avalia positivamente o encontro. “Participando de eventos como este nós aprendemos mais sobre a cooperativa e o agronegócio”, completou. A jovem cooperativista, Thaís Regina De Chechi, de Assis Chateaubriand, revela que o conteúdo apresentado irá contribuir nas atividades da propriedade e em sua vida pessoal. “Precisamos estar atentos ao que a cooperativa tem para oferecer. Tudo o que é ensinado no presente pode ser aproveitado no futuro”, finalizou Thaís Dechechi. (Imprensa C.Vale)

 

COCAMAR I: Mulheres rurais participam de 1º Encontro em Doutor Camargo

Participativas, mulheres ligadas ao cooperativismo e entidades de classe se integram em núcleos, desenvolvem uma série de ações voltadas à comunidade e, não bastasse, assumem um papel cada vez mais importante na gestão dos negócios da família, ao lado de seus maridos e filhos. Os desafios para elas, no entanto, ainda são muitos e, por isso, eventos organizados com o objetivo de discutir sobre a importância de seu papel ganham especial relevância. 

Doutor Camargo - No próximo dia 12, um Encontro de Mulheres Rurais acontece pela primeira vez em Doutor Camargo – a 30 quilômetros de Maringá – com a expectativa de reunir ao menos 300 participantes na Casa da Cultura, entre as quais representantes de municípios vizinhos. A iniciativa é das cooperativas Cocamar, C. Vale e Integrada, Emater, Sindicato Rural de Maringá e Opção Sistema Educacional. Às 12h começa o credenciamento e, às 13h, a abertura solene, seguida de duas palestras: às 13:50h, Helen Messias Gusmán aborda o tema “O que faz você feliz?” e, às 16h, Delma Fukui fala sobre “Sucessão familiar”. Apresentação de ballet, sorteio de brindes e jantar completam o programa.

Cascavel – Nessa mesma linha, no último dia 30, um grupo de 35 mulheres, dentre elas coordenadoras de núcleos da Cocamar e colaboradoras responsáveis pelo projeto nas unidades, participaram em Cascavel, no Monte Carlo Treinamentos, de um treinamento vivencial. Os temas trabalhados, entre outros, foram motivação e liderança, superação de desafios e a importância de trabalhar em equipe. (Imprensa Cocamar)

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COCAMAR II: Cooperativa participa do 24º Festival Nipo Brasileiro, que inicia nesta sexta

Com a habitual participação da Cocamar, a comunidade de origem nipônica realiza em Maringá, a partir desta sexta-feira (06/09), um de seus maiores e mais tradicionais eventos culturais e gastronômicos no País. Até o dia 15, a 24ª edição do Festival Nipo Brasileiro de Maringá espera acolher 120 mil visitantes na Associação Cultural, Esportiva e Recreativa de Maringá (Acema). Além de apresentações artísticas, mostras culturais e atividades diversas, o Festival é reconhecido especialmente pelo esmero e a qualidade dos pratos típicos preparados e servidos por diversas entidades assistenciais. Os visitantes contam, ainda, com exposição de veículos e comercialização de uma série de outros produtos. Como faz todos os anos, a Cocamar – que possui um grande número de cooperados de origem nipônica - participa do Festival com um estande institucional ao lado da praça de alimentação. (Imprensa Cocamar)

AGRÁRIA: Museu Histórico recebe visitantes neste feriado

O Museu Histórico de Entre Rios, na região Centro-Sul do Estado, estará aberto para visitação neste sábado, dia 7 de setembro. Com o intuito de estender a possibilidade de conhecer a instituição cultural, nos primeiros sábados do mês o museu abre as portas em horário especial. Desta vez os visitantes poderão aproveitar o feriado para conhecer os mais de 1.800 m² e 5.000 objetos históricos da mostra, que abriga a trajetória única dos Suábios do Danúbio que se estende por mais de 300 anos. O museu estará aberto das 10h às 12h e das 13h às 16h. O ingresso custa R$ 5,00. (Imprensa Agrária)

 

agraria 06 09 2013

 

MEIO AMBIENTE: Paraná vai formar 40 consórcios municipais para gerenciamento do lixo

O Paraná deverá ter, até agosto de 2014, 40 consórcios intermunicipais para o gerenciamento e o tratamento dos resíduos sólidos. Este foi um dos temas debatidos durante a 4ª Conferência Estadual de Meio Ambiente, que começou nesta quinta-feira (05/09) e segue até sexta (06/09), em Foz do Iguaçu. O secretário estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Luiz Eduardo Cheida, explica que os consórcios devem resolver a principal barreira encontrada pelas prefeituras: o financiamento dos aterros sanitários.

Saída - "O Paraná tem mais de 200 municípios com menos de 10 mil habitantes. Essas prefeituras não dispõem dos cerca de R$ 30 mil necessários por mês para a destinação adequada do lixo. Com o sistema de consórcios, o número de aterros a serem implantados diminuirá significativamente. É uma saída econômica, tecnicamente viável e com facilidades do ponto de vista da gestão", afirmou Cheida. O gerenciamento e o tratamento dos resíduos sólidos é responsabilidade constitucional dos municípios.

Experiência - Vicente Andreu, que representou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, na Conferência Estadual, compartilhou a ideia: "A formação dos consórcios públicos é uma ótima solução. A experiência nos mostra que não é possível pensar os graves problemas do Brasil apenas a partir da esfera municipal. Então, negar os consórcios seria um atraso".

Mobilização - Andreu elogiou a mobilização do Paraná em torno da Conferência. "Dos 399 municípios do Paraná, praticamente metade fez as conferências municipais, além de participar das etapas regionais. Ou seja, de uma maneira muito positiva o estado está atingido os objetivos propostos das conferências", destacou.

Participação - Entre os meses de junho e agosto, 20 mil pessoas participaram das seis Conferências Macrorregionais e das 187 Conferências Municipais de Meio Ambiente para debater soluções para a coleta, reaproveitamento, reciclagem e destinação final dos resíduos sólidos. O primeiro dia da 4ª Conferência Estadual do Meio Ambiente reuniu mais de 630 pessoas entre observadores, técnicos e delegados eleitos para representar todas as regiões do Paraná.

Exemplos – Wenceslau Braz, no Norte Pioneiro, é um dos municípios que decidiu gerenciar o aterro sanitário de forma consorciada. “Depois de um ano lutando para licenciar o nosso aterro, encontramos no consórcio a solução. Com apoio financeiro de outros cinco municípios vizinhos, o local terá condições de funcionar da forma adequada”, contou o secretário municipal de Meio Ambiente, Cleberson Nazareth. Wenceslau Braz tem 19,8 mil habitantes, que geram 12 toneladas de lixo por dia. Somadas às outras cidades que formarão o consórcio, o volume passará a 60 toneladas por dia.

Guarapuava - A região de Guarapuava, no Centro-Sul, é outra que vai aderir ao sistema de consórcio. O aterro do de Guarapuava passará a receber o lixo gerado por outros 15 municípios vizinhos, atendendo ao todo uma população de 330 mil pessoas. “Para isso, planejamos ampliar o espaço do nosso aterro, que tem vida útil estimada de seis anos apenas com a demanda municipal", explica o secretário de Meio Ambiente de Guarapuava, Celso Araújo.

Outras propostas - Além da formação dos consórcios, outras 120 propostas serão discutidas na Conferência Estadual de Meio Ambiente. “Elas foram levantadas durante as conferências municipais e macrorregionais e refletem os principais anseios dos paranaenses relacionadas à questão dos resíduos sólidos”, destaca o coordenador de resíduos sólidos da Secretaria do Meio Ambiente, Laerty Dudas.

Propostas - Nesta sexta-feira (06/09), serão eleitas as 20 propostas paranaenses que serão apresentadas na Conferência Nacional de Meio Ambiente, que acontece no mês de outubro, em Brasília. Elas estão divididas em quatro assuntos: produção e consumo sustentáveis, redução dos impactos ambientais, criação de emprego e renda e educação ambiental. No segundo dia de evento também serão escolhidos os 50 delegados que representarão o estado na etapa nacional.

Presenças - Estiveram presentes na abertura da 4ª Conferência Estadual do Meio Ambiente o presidente da Itaipu Binacional, Jorge Samek, o superintendente do Ibama Paraná, Jorge Augusto Calado, o prefeito de Foz do Iguaçu, Reni Pereira, a procuradora do Trabalho, Margaret Matos, o procurador de Justiça do Meio Ambiente, Saint Clair Honorato dos Santos, o diretor de Coordenação e Meio Ambiente da empresa Itaipu Binacional, Nelton Friedrich, o deputado estadual Rasca Rodrigues e a representante da Comissão Organizadora Nacional da Conferência de Meio Ambiente, Maria de Nazaré Pedrosa. (Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado do Meio Ambiente)

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AGRICULTURA FAMILIAR: Acordo entre Conab e BNDES destinará R$ 5 mi a projetos agrícolas

Mais de cem projetos da agricultura familiar, de 19 Estados brasileiros, receberão R$ 5 milhões para investimento em infraestrutura, incluindo a compra de equipamentos, itens de armazenagem e veículos. O investimento é fruto do 1º edital de chamada pública do acordo de atuação conjunta entre a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que foi divulgado nesta quinta-feira (05/09).

Fortalecimento - O acordo entre Conab e BNDES visa o fortalecimento da agricultura familiar. Neste primeiro edital foram liberados recursos para 102 projetos, entre 1.633 inscritos, de associações ou cooperativas de produtores que operacionalizam o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), com prioridade às mulheres e aos indígenas, quilombolas e povos tradicionais.

Projetos selecionados - A Bahia foi o Estado que teve o maior número de projetos selecionados, seguida de Minas Gerais, Maranhão, Paraná, Amazonas e Goiás. (Valor Econômico)

CÂMARA DOS DEPUTADOS: Votação da MP que beneficia produtores de cana é novamente adiada

camara 06 09 2013Ainda sem acordo, a votação da Medida Provisória (MP) 615, que originalmente previa a concessão de subsídios para produtores de cana-de-açúcar e de etanol para compensar as perdas na safra 2011/12, foi mais uma vez adiada pelo presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). A MP perde a validade no próximo dia 16 e ainda precisa ser apreciada no Senado, depois que for votada pelos deputados.

Sessão extraordinária - Henrique Alves anunciou nesta quinta-feira (05/09) a convocação de nova sessão extraordinária para a próxima segunda-feira (09/09), às 14h. “Quero esclarecer que esta Casa não tem culpa do fato de uma matéria enviada ao Congresso em maio só ter chegado ontem aqui. Não se pode exigir que os deputados consigam decidir sobre um tema tão complexo em menos de 24 horas”, frisou o peemedebista.

Parecer - A comissão especial mista criada para analisar a Medida Provisória 615/2013 aprovou somente terça-feira (03/09) o parecer do relator senador Gim Argello (PTB-DF), que incluiu várias alterações no texto enviado pelo Poder Executivo que dificultam a negociação em plenário. A votação na Câmara já havia sido adiada ontem, a pedido dos líderes.

Risco - Mesmo se for aprovada na próxima segunda-feira, a MP corre o risco de não ser votada pelo Senado. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), prometeu hoje que não vai recuar da decisão de só apreciar medidas provisórias que cheguem da Câmara com, pelo menos, sete dias de antecedência do prazo final de validade.

Apelo - Na quarta-feira (04/09), Henrique Alves chegou a fazer um apelo para que Renan abrisse mão desse prazo para o caso da MP 615, mas não foi atendido. “O Senado só apreciará qualquer medida provisória se ela chegar com sete dias, para que nós possamos estudar a matéria. Com menos de sete dias, nós vamos fazer o que já fizemos, não vamos apreciar”, garantiu Calheiros

Falta de consenso - Nesta quarta à tarde, a MP chegou a ser pautada, mas também não houve consenso para votar a matéria. A maioria dos partidos concordou em votar o texto original enviado pelo Executivo, mas o PMDB reivindica a votação do texto aprovado pela comissão especial que analisou o mérito da proposta.

Alterações - Na comissão especial, a MP sofreu diversas alterações, entre outras, a inclusão de dispositivo para a reabertura dos prazos do chamado Refis da Crise (programa de renegociação de dívidas tributárias cujo prazo de adesão encerrou-se em 2009), a desoneração de vários setores, a retomada da discussão sobre a transferência de licenças de taxistas e a regularização de terras do Distrito Federal ocupadas por templos e entidades de assistência social e educação. (Agência Brasil)

 

MERCADO: Preço do potássio pode recuar 20% após fim de cartel; Brasil será beneficiado

Os preços do potássio devem recuar cerca de 20%, depois que a surpreendente dissolução do maior cartel produtor do mundo fez com que compradores e vendedores corressem para estabelecer novos patamares de valores, com os primeiros sinais de queda surgindo no mercado brasileiro, disseram operadores.

Mercado global - O mercado global do potássio - um dos três nutrientes vitais para a agricultura- continua em grande parte congelado depois que a russa Uralkali saiu da parceria Belarusian Potash Co (BPC) em julho. Juntamente com um cartel rival norte-americano, as empresas controlavam cerca de 70% do mercado. A prisão em retaliação realizada por Belarus do presidente-executivo da Uralkali, Vladislav Baumgertner, em Minsk na semana passada reforçou ainda mais a grande cisão entre os produtores russos e bielorussos. "Como um cartel, os produtores são capazes de cortar o fornecimento a fim de controlar os preços. Como competidores, os produtores devem reduzir os preços rapidamente para ganhar negócios", disse uma fonte da indústria.

Queda no preço - No primeiro resultado concreto do colapso do controle rígido do mercado, os preços no mercado à vista no Brasil caíram para US$ 370 a tonelada de potássio granulado, um grau mais caro, ante cerca de US$ 450 por tonelada no início de julho. A Belaruskali e a alemã K + S Kali venderam carregamentos a US$ 370 por tonelada, disseram fontes da indústria.

Expectativa - Produtores e compradores esperam que os preços no Brasil caiam ainda mais para de US$ 350 a US$ 360 por tonelada nas próximas semanas, a medida que os produtores lutam por uma fatia no importante mercado local, que importou cerca de 7 milhões de toneladas de potássio em 2012, cerca de 14% do consumo global. "Esta é uma situação muito difícil para os vendedores, que estão buscando reduzir os preços a fim de conseguir negócios. As atuais incertezas no mercado são a nossa principal preocupação", disse uma fonte sênior de uma produtora. (Reuters)

INFRAESTRUTURA I: BNDES financiará até 70% de projetos de concessionárias de rodovias

A diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou as condições de financiamento aos projetos vencedores da 3ª Etapa do Programa de Investimentos em Logística (PIL) Rodovias. O banco de fomento poderá financiar até 70% do volume de investimentos obrigatórios previstos no plano de negócios da concessionária, observado o índice de cobertura do serviço da dívida de 1,2. O prazo total será de 25 anos, com cinco anos de carência e 20 anos de amortização, e o custo do financiamento será de TJLP mais 2% ao ano.

Empréstimo ponte - As condições incluem a possibilidade de empréstimo ponte com o mesmo custo do financiamento total, de TJLP mais 2% ao ano, com valor limitado a 30% do financiamento de longo prazo. O início do desembolso, nesse caso, será em até 90 dias, após a assinatura do contrato de concessão. O empréstimo ponte terá como garantia fiança corporativa ou fiança bancária.

Conversão - O apoio do BNDES às concessionárias também prevê a possibilidade de o empreendedor converter o instrumento de amortização da dívida do Sistema de Amortização Constante (SAC) para o sistema Price. Isso poderá ser feito nos casos em que a beneficiária do crédito do BNDES realize a emissão de debêntures de infraestrutura como forma de cofinanciar o investimento.

Aproveitamento - O objetivo é possibilitar um melhor aproveitamento da geração de caixa da empresa no pagamento das debêntures, contribuir para desenvolver o mercado de capitais de longo prazo, complementarmente ao crédito do BNDES, e aumentar a atratividade dos projetos para os investidores.

Renda variável - As condições de apoio do BNDES por meio de renda variável permanecem sem alteração em relação às políticas anteriores do banco, que poderá ocorrer via subscrição de ações ou valores mobiliários conversíveis ou permutáveis em ações. A concessionária deverá ser uma sociedade anônima, com sede no Brasil e com controle majoritariamente privado.

Valor mínimo - O valor mínimo de apoio da BNDESPar é de R$ 100 milhões e a participação máxima de até 20% do capital social da beneficiária ou o equivalente a 30% do capital próprio (equity) relativo à referida concessão, dos dois valores o que for menor. (Valor Econômico)

INFRAESTRUTURA II: Rodovias concedidas terão monitoramento eletrônico de tráfego

O Conselho Diretor da Agência Reguladora de Serviços Públicos de Infraestrutura do Paraná (Agepar) aprovou resolução sobre a implantação de sistemas eletrônicos de monitoramento do volume e da evolução do tráfego de veículos nas rodovias concedidas do Estado. A resolução, publicada no Diário Oficial do Estado no dia 29 de agosto, regula e determina que em 180 dias o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-PR) implante, mantenha e opere sistema de coleta e armazenamento de dados de tráfego nos contratos que integram o Programa de Concessões do Estado.

Projetos futuros - O diretor-presidente da Agepar, Antonio José Correia Ribas, entende que a contagem eletrônica do fluxo de veículos nas rodovias vai gerar informações para o planejamento e projetos futuros, como necessidade de duplicações, avaliações de níveis de serviço e restauração de pavimentos, entre outros. “Além disso, servirá para avaliação dos atuais contratos de rodovias concedidas”, destacou Ribas.

Subsídio - As informações coletadas formarão um banco de dados que oferecerá subsídio para a análise de Fluxo de Caixa Marginal. Tais informações deverão ser consideradas pelo DER em futuras revisões de contratos de concessões. A medida já é utilizada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) por recomendação do Tribunal de Contas da União (TCU). A definição dos locais de instalação dos equipamentos deverá seguir critérios técnicos, respeitada a finalidade principal, que é a verificação da contagem de tráfego junto às praças de cobrança.

Contagem e separação por categoria - Os equipamentos deverão realizar a contagem e a separação dos veículos por categorias, definidas pelas resoluções e portarias do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). (Agência de Notícias do Paraná)

INFRAESTRUTURA III: Governo disponibiliza toda a documentação sobre pedágio

infra pedagio 06 09 2013O Governo do Paraná reuniu em um mesmo local todas as informações sobre os contratos de pedágios e aditivo, firmados ao longo de 16 anos de concessão. Agora a população poderá acessar livremente as cópias dos contratos originais e também dos termos de ajustes para saber detalhes sobre os seis lotes de concessão do Anel de Integração. O link está na página da Secretaria de Infraestrutura e Logística (www.infraestrutura.pr.gov.br), no banner “Saiba mais sobre Pedágio”.

Pedidos - O diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-PR), Nelson Leal Junior, disse que diante dos pedidos da população foram reunidos em um mesmo local todas as informações sobre as concessões, que antes estavam dispersas no site do DER. “Agora estão agrupados facilitando o acesso a qualquer cidadão, mostrando transparência a respeito das concessões”, disse Leal Junior.

Dados - Os documentos, que podem ser baixados em arquivos PDF, têm todos os dados referentes ao contrato das concessões. Além dos contratos, há também o aditivo firmado em 2002, que postergaram ou retiraram obras do contrato original. O DER vai colocar ainda neste mês os termos de ajustes administrativos estabelecido após 2002. Estes termos de ajustes também alteraram o projeto original, da mesma forma que o aditivo de 2002.

Contrato - O contrato de pedágio, firmado em 1997, começou a cobrança em 1998. No mesmo ano, houve redução unilateral pelo Governo do Estado, cuja decisão foi derrubada na justiça em 2000. Em 2002, foi firmado um termo aditivo, retirando obras, que somam mais de 487 quilômetros de duplicações, marginais e terceiras faixas. De 2003 a 2008 aconteceram alguns ajustes administrativos, que retiraram novas obras, como as duplicações entre Foz do Iguaçu e Cascavel e de Guarapuava e Palmeira, além das terceiras faixas entre Guarapuava e Ponta Grossa.

Ações - Por causas destas mudanças, há quase 200 ações pendentes na Justiça questionando as alterações de pedágios. Entre as ações, há pedidos de reparações financeiras pelos atrasos em aplicar a reposição inflacionária anual prevista em contrato, no período de 2003 a 2010. A atual gestão conseguiu suspender os processos judiciais, buscando a negociação com as concessionárias.

Obras - O Governo do Paraná já conseguiu a retomadas de obras, como as do Contorno de Mandaguari e o de Campo Largo e as duplicações entre Jandaia do Sul e Apucarana, Matelândia a Medianeira. Estão começando as obras na PR 445, entre Londrina e o distrito de Warta, além das duplicações programadas entre Matelândia e o trevo de Ramilândia e o viaduto São Cristovão e a Ferroeste, em Cascavel. Tem também a duplicação da PR 407, em fase final de negociação, e a duplicação da Rodovia do Café, entre Ponta Grossa e Apucarana. Ao todo as estas negociações, que incluíram novas obras e a antecipação de outras, somam R$ 1,2 bilhão.

CPI do Pedágio - O DER encaminhou nesta quinta-feira (05) aos integrantes da Comissão Parlamentar de Inquérito do Pedágio, da Assembleia Legislativa, 6 caixas e 16 pastas contendo mais de 6 mil documentos com as informações sobre a concessão rodoviária do Estado. Também foram entregues dois DVDs, constando também as medições e tabelas que originaram os contratos. (Agência de Notícias do Paraná)

 

ECONOMIA I: Poupança tem captação recorde de R$ 42 bi no ano

poupanca 0 168 0 416 272A caderneta de poupança marca o 18º mês seguido com captação líquida de recursos. Os depósitos superaram os saques em R$ 4,646 bilhões no mês. O resultado é recorde para meses de agosto. No último dia 30, houve uma captação líquida extraordinária de R$ 3,131 bilhões. A captação nesse dia foi, obviamente, preponderante para o resultado do mês inteiro. O ingresso líquido de recursos nos oito primeiros meses do ano soma R$ 42,251 bilhões, o que também resulta em recorde histórico para o período. Nos oito primeiros meses de 2012, essa cifra estava em R$ 27,234 bilhões.

Patrimônio - Há 18 meses a aplicação registra um saldo positivo entre os depósitos e resgates dos investidores. Segundo os dados do BC, a captação líquida acumulada nesse período chega a R$ 92,386 bilhões em agosto. Considerando o rendimento de R$ 2,617 bilhões registrado no mês passado, o patrimônio total da poupança subiu a R$ 557,480 bilhões em agosto.

Crédito imobiliário - Os bancos que aplicam recursos da caderneta em crédito imobiliário mostraram captação líquida de R$ 3,941 bilhões no mês passado (SBPE). Já as instituições que destinam os recursos para o crédito rural registram ingresso líquido de R$ 704 milhões (SBPR).

Alteração - Em maio do ano passado, o governo alterou o rendimento da caderneta de poupança atrelando a fórmula à taxa Selic. Os recursos aplicados a partir de 4 de maio de 2012 rendem o equivalente a 70% da Selic mais a Taxa Referencial (TR). Com a Selic acima dos 9% foi retomada, na semana passada após a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), a fórmula antiga de rendimento de 0,5% ao mês mais TR. (Valor Econômico)

 

ECONOMIA II: BC já prevê estabilidade fiscal

A ata do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, divulgada nesta quinta-feira (05/09), traz informações importantes pelo que está escrito e também pelo que não está. O que mais chamou a atenção e desagradou os mercados foi a indicação sobre uma possível "neutralidade" da política fiscal.

Superávit primário - Uma das razões para essa nova visão do Copom, segundo o Valor apurou, é que o superávit primário já caiu o quanto podia. Portanto, a tendência é de que o superávit de 2014 seja praticamente igual ao de 2013. Sem variação, o efeito da política fiscal sobre a demanda e, consequentemente, sobre a taxa de inflação, deixaria de ser expansionista e passaria a ser neutro no horizonte relevante, que é 2014.

Política expansionista - Outro argumento é que, com uma revisão para baixo da trajetória do PIB, mesmo que o superávit seja um pouco menor o resultado estrutural das contas públicas pode se manter constante sem necessariamente significar uma política expansionista.

Impacto inflacionário - Um aspecto curioso da ata refere-se ao impacto inflacionário da desvalorização cambial. A taxa usada para o cenário de referência era de R$ 2,25 na ata de julho. Agora, a taxa é R$ 2,40, mas mesmo com essa depreciação adicional a projeção para a inflação de 2013 manteve-se estável. Não está escrito, mas a desaceleração da atividade econômica esperada para o terceiro trimestre e a eventual modesta recuperação aguardada para o quarto trimestre não avalizaria um repasse forte da desvalorização do real para o IPCA.

Desaceleração - A desaceleração está se confirmando. Os dados divulgados nesta quinta pela Anfavea apontam aumento da produção e queda acentuada das vendas de carros em agosto. Os estoques da indústria automobilística aumentaram para 36 dias, acima dos 30 dias considerados razoáveis. O aumento dos estoques não passa despercebido pelo Copom que, apesar de um cenário mais favorável, assegura que o ciclo de aperto monetário vai continuar e a Selic deve subir para 9,5% na reunião de outubro, mas deve ser um ciclo curto. (Valor Econômico)

G20: Dilma defende parceria estratégica com China baseada em tripé

g20 06 09 2013Na entrevista coletiva que concedeu nesta sexta-feira (06/09), comentando as reuniões do G-20 em São Petersburgo, a presidente Dilma Rousseff disse que o Brasil defendeu uma parceria estratégica com a China baseada em um tripé. De acordo com ela, o primeiro ponto é a diversificação da pauta das exportações brasileiras para os chineses. “O Brasil quer espaço para valor agregado, portanto produtos manufaturados. Reconhecemos a importancia de nossas commodities, mas ao mesmo tempo queremos diversificar a pauta”, disse a presidente.

Pareceria - O segundo pilar, segundo ela, é a parceria entre empresas chinesas e brasileiras em áreas como logística e energia. “Convidamos os chineses a participar de licitações de aeroportos, ferrovias etc”, disse Dilma. A terceira parte do tripé, apontou ela, é a parceria em ciência, inovação e tecnologia. Entre os setores abordados nessa parceria estariam a tecnologia de informação, nanotecnologia e a tecnologia espacial.

G-20 veem recuperações dos EUA e da UE como frágeis - Dilma afirmou ainda que os participantes da reunião do G-20 concordam que os sinais de recuperação dos países desenvolvidos ainda são frágeis, tanto nos Estados Unidos quanto na União Europeia. "Não se pode apenas exibir estabilidade porque, neste momento de fragilidade, a recuperação pode ainda sofrer uma reversão. É preciso combinar estabilidade com expansão, principalmente os que têm superávit em suas balanças comerciais ou situação fiscal mais equilibrada", disse e acrescentou: "O  momento exige políticas de expansão". A presidente afirmou ainda que defendeu, durante a reunião, o avanço na reforma das cotas do FMI, com uma participação no fundo baseada no PIB de cada país. Isso, segundo ela, diminuiria seu déficit de legitimidade. (Valor Econômico)

 


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