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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3175 | 09 de Setembro de 2013

SISTEMA OCEPAR I: Reinhold Stephanes participa de reunião da diretoria

A 29ª reunião ordinária da diretoria da Ocepar, referente à gestão 2011/2015, realizada nesta segunda-feira (09/09), na sede da entidade, em Curitiba, contou com a presença especial do ex-ministro da Agricultura e atual chefe da Casa Civil do Governo do Paraná, Reinhold Stephanes. Ele fez uma apresentação sobre os principais projetos que está coordenando na Casa Civil, com enfoque especial às áreas de interesse do cooperativismo, como infraestrutura, por exemplo. Antes da participação de Stephanes, os diretores da Ocepar discutiram ainda ações ligadas à Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e ao G7, grupo formado por entidades representativas do setor produtivo, a CPI do Pedágio em andamento na Assembleia Legislativa do Paraná, entre outros temas. 

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SISTEMA OCEPAR II: Diretores analisam cenário econômico nacional

O momento econômico em que o país atravessa e as expectativas em relação a 2014 foram analisadas pelos dirigentes de cooperativas paranaenses que participaram, na manhã desta segunda-feira (09/09), da 29ª reunião ordinária da diretoria do Sistema Ocepar, na sede da instituição, em Curitiba. De acordo com o superintendente estadual do Sicoob, Marino Delgado, a variação cambial era uma necessidade para que alguns empresários conseguissem equilibrar suas finanças. “Isto ocorreu, só que numa rapidez muito intensa, e alguns desses empresários não estavam preparados para enfrentar o que veio”, disse. Na sua opinião, a expectativa é que, a partir de agora a situação comece a se acomodar. “Esperamos que haja um equilíbrio, e o governo tome as rédeas e domine a inflação.”

Crescimento – Delgado lembra que o domínio inflacionário é importante porque o Brasil ainda tem muito que crescer e evoluir. “Acho que os problemas que enfrentamos este ano não vão tirar o embalo do Brasil. Na minha visão, o que país precisa mais é cuidar de outras questões, como a impunidade, e corrigir alguns desvios e que estão sendo motivo de cobrança por parte da população. A gente está observando isso por meio dos movimentos nas ruas. É um chamamento da nossa população para que o governo tome medidas imediatas e corrija esses desvios”, alerta.

Investimentos – O dirigente lembra ainda que, como o Sicoob é um repassador de recursos, principalmente para o setor produtivo, o cenário da economia interna nesse ano, marcado pela alta da inflação e estimativas de baixo crescimento do PIB, não teve grandes reflexos no dia a dia da instituição. “Não vemos o impacto no nosso negócio como uma grande dificuldade, pois quando você capta ou empresta, sempre atrela-se à variação da Selic. E a tomada de novos investimentos pelos nossos clientes, tem sido um processo natural e não houve um recuo muito significativo”, comenta.

Reflexão profunda - Para Alfredo Lang, presidente da C.Vale, quando se trata de conjuntura econômica é preciso fazer uma reflexão mais profunda e que passa pela necessidade urgente de se investir em infraestrutura do País. O dirigente disse que o momento vivido pelo Brasil nos últimos meses é de “incertezas do que teremos pela frente. Não temos um rumo certo o que irá acontecer com a economia, inflação, disponibilização de recursos para os produtores, etc.”, frisa. Ele recorda que o Brasil deixou de crescer nos patamares que todos desejávamos. “As próprias metas de crescimento estabelecidas pelo governo não foram cumpridas no último ano, ficando abaixo do que se esperava e isto nos traz certa preocupação sim”, afirma Lang.

Planejamento - Mesmo diante deste cenário de incertezas, o dirigente afirma que o planejamento estabelecido pela cooperativa para os investimentos em 2013 continuam sendo cumpridos à risca. “Nossa meta é investir cada vez mais em infraestrutura e logística para trazer uma maior tranquilidade aos nossos produtores, especialmente dando condições de armazenar sua produção”. Mesmo assim, este e é um assunto que preocupa Lang. “Em 2013, nós só vimos só a ponta do iceberg na questão de falta de logística e com certeza isto se agravará ainda mais por falta de investimentos ao longo dos anos. Segundo ele, aumentou a produção e não tivemos melhoria nas rodovias e principalmente nos portos”. 

Novas tecnologias - Na opinião do presidente da C.Vale, todo esforço feito para a melhoria do escoamento da produção foi comprometida pelo fato que os produtores estão se utilizando cada vez mais de tecnologias modernas para produzir mais, em tempo cada vez menor. “Ano a ano aumentamos nossa produtividade. Nossos produtores estão tendo cada vez mais acesso a linhas de financiamentos para aquisição e ampliação de implementos e modernização de seus parques de máquinas, estão mais eficientes e rápidos para colher em menor espaço de tempo. Em contrapartida, a indústria de equipamentos de processamento de recepção, secagem e limpeza não evoluiu na mesma velocidade que o setor de implementos e máquinas e isto é preocupante porque nos traz um problema para agilizar o recebimento da produção, ocasionando filas nas cooperativas”, frisa Lang. Para ele é algo que precisa ser debatido junto a este importante setor da cadeia produtiva.

Inflação – A volta da inflaçãoé apontadapor Renato Greidanus, presidente da Cooperativa Batavo, como o aspecto mais inquietante do cenário econômico brasileiro atual. “Logicamente, o que mais preocupa, não só a Cooperativa Batavo, como toda a sociedade, é, principalmente, a volta da inflação, que é iminente. Hoje, os custos para se manter a máquina pública estão cada vez mais altos. Sabemos ainda que há uma certa inflação represada como na área de energia, por exemplo. Fatalmente, os combustíveis terão que ser reajustados em algum momento e a sociedade vai arcar com esse aumento no seu custo de vida. Isso terá impacto na demanda por produtos e no poder de compra do público em geral, que acaba sendo retraído”, ressalta.  

Cautela - Diante dessa situação, Renato disse que a cooperativa deverá avaliar com bastante cautela a realização de novos investimentos a partir do ano que vem, mas que os projetos em andamento deverão ser concluídos.  “Hoje estamos com projetos na área de industrialização de trigo, um frigorífico de carne suína e outro de leite, em parceria com outras cooperativas. Todos estão em fase final de conclusão e provavelmente as operações iniciam no primeiro semestre de 2014. Mas os próximos projetos talvez nós tenhamos que dar uma reavaliada antes de implementá-los de fato”, acrescentou. Ainda de acordo com ele, o planejamento financeiro da cooperativa prevê a aplicação de 20% de recursos próprios em seus projetos de investimentos e os demais 80% são viabilizados por meio de agentes financeiros. A Batavo acredita que irá concluir o exercício de 2013 atingindo faturamento entre R$ 1,3 bilhão e R$ 1,4 bilhão, o que representa aumento de 20% em relação ao valor alcançado no não passado.

Crescimento - Para 2013, a Cooperativa Integrada, com sede em Londrina, planeja um faturamento de R$ 1,7 bilhão, um crescimento de 13% em comparação à movimentação econômica obtida em 2012. O planejamento de expansão segue o ritmo previsto, com investimentos estimados em R$ 100 milhões neste ano, incluindo duas novas plantas industriais, de sucos – já inaugurada – e de processamento de milho – com inauguração prevista para março de 2014. Segundo o presidente Carlos Murate, mesmo com perdas verificadas na safra de inverno, quebra de produtividade e qualidade nas culturas de trigo e milho, as estimativas de crescimento não foram modificadas e o ritmo dos investimentos se manterá. “Até o momento não desviamos em nada dos nossos objetivos. Além da indústria de sucos já concluída, e a de milho em fase final de construção, temos também o projeto de uma indústria de rações. Tudo segue dentro daquilo que já foi planejado e definido pelos cooperados”, afirmou.

Preocupação - Para o presidente da Integrada, a oscilação do câmbio preocupa, pois sofre influências de questões políticas, muitas vezes imprevisíveis. Ele cita como exemplo as discussões em torno do conflito na Síria e a retomada econômica dos Estados Unidos, que causam impactos cambiais. “Atuamos na área de grãos, que representa o maior movimento da cooperativa, e a alta do dólar nesse aspecto nos favorece. Por outro lado, o custo para a compra de insumos também se eleva”, ressalta. “São situações de momento, o panorama do câmbio rapidamente se modifica, muitas vezes surpreende até mesmos os especialistas e analistas econômicos. Por isso, temos que administrar com bastante cautela para que essas mudanças não tragam impactos no planejamento da cooperativa”, conclui Murate. 

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Revista traz matéria especial sobre o pedágio no Paraná

Capa Revista Agosto 09 09 2013O pedágio é o tema da reportagem de capa da nova edição da revista Paraná Cooperativo, produzida pela Assessoria de Comunicação do Sistema Ocepar. Sempre polêmica, mais uma vez a cobrança pelo uso dos 2,5 mil quilômetros de rodovias paranaenses administradas por seis concessionárias voltou a ganhar destaque com as negociações em andamento entre as empresas e o governo do Estado, os relatórios do Tribunal de Contas do Estado e da União e a instalação de mais uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa do Paraná. Entidades representativas do setor produtivo paranaense que integram o G7, entre elas a Ocepar, defendem maior transparência nas negociações para a redução de tarifas e a realização das obras nas estradas concedidas à iniciativa privada.

Prejuízos - “O Paraná tem um dos pedágios mais caros do país e isso prejudica a competitividade da economia do estado, quer seja na agropecuária, comércio, indústria e serviços. O G7 quer saber: qual é o cronograma das obras daqui para frente, já que tivemos uma série de ações judiciais e alguns acordos feitos por governos passados reduzindo investimentos em relação a duplicações? Quais obras serão realizadas até o término da concessão, em 2022? Outra questão é o acompanhamento em relação à execução das obras. Como será feito o acompanhamento, a vistoria e as realizações das obras em cada uma das concessionárias? Precisamos analisar com profundidade o que está ocorrendo, bem como o aumento que tivemos no fluxo de veículos nas rodovias, e que deveria ser considerado, junto a outros fatores, para uma redução significativa no preço no pedágio no Paraná”, afirma o presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski, na seção Palavra do Presidente.

Entrevista – O pedágio também é o principal tema tratado pelo entrevistado do mês da revista Paraná Cooperativo, o ex-ministro da Agricultura e atual secretário da Casa Civil do Governo do Paraná, Reinhold Stephanes. Este número mostra ainda como foi a 22ª edição do Jovemcoop, que reuniu jovens lideranças cooperativistas de todo o Estado em Maringá. Também traz um balanço do Ação Cooperativa, uma iniciativa conjunta dos programas Cooperjovem, do Sescoop/PR, e A União faz a Vida, do Sicredi, que visa disseminar a cultura da cooperação entre as crianças paranaenses. A revista publica ainda um balanço das exportações das cooperativas e muito mais. 

 

COPACOL: R$ 150 milhões serão investidos em modernização e ampliação de unidades

Com a profissionalização dos produtores e a evolução da produção em cada safra, é preciso investir em estruturas de armazenagem e recebimento para atender os associados com qualidade e agilidade no momento da entrega da produção. Analisando esta demanda, a cooperativa, por meio do seu Conselho de Administração, definiu em reunião realizada no último dia 5 de agosto, investimentos na modernização e ampliação da capacidade de recebimento e armazenagem de todas as unidades.

Valores - Com valores que somam R$ 150 milhões, as melhorias serão divididas em duas etapas com investimentos em tombadores de caminhões bitrem em todas as unidades, aumento dos secadores, novas máquinas e equipamentos e aumentos das estruturas de armazenagem de soja e milho, que serão entregues em junho de 2014. A segunda etapa de investimentos contempla uma nova unidade para recebimento e armazenagem na cidade de Nova Aurora, próximo ao Abatedouro de Peixes da Copacol em uma área de 14,5 alqueires que foi adquirida. A estrutura tem a previsão para ser concluída em julho de 2015 e será construída em etapas.

Planejamento estratégico - Conforme o planejamento estratégico da empresa os recursos serão disponibilizados através da participação dos agentes financeiros parceiros da cooperativa, BNDS, BRDE e Banco do Brasil. Segundo o diretor presidente da Copacol, Valter Pitol, hoje a capacidade de recebimento da cooperativa é de 180 mil sacas de milho por dia, que com a conclusão de todas as melhorias e a nova unidade em Nova Aurora a passará para 300 mil sacas por dia, o que representa mais de 60% de ampliação. “Estamos fazendo um investimento extraordinário com responsabilidade e segurança em reconhecimento a participação e comprometimento dos nossos cooperados, que vêm aumento a entrega da produção de forma significativa nos últimos anos. Sabemos da necessidade do associado e com estes investimentos vamos poder atender melhor e com mais agilidade os produtores”, afirma Pitol. (Imprensa Copacol)

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C.VALE: Atlas Ambiental Mata Viva é lançado em Palotina

Professores, lideranças e autoridades de Palotina participaram, na manhã da última sexta-feira (06/09), no auditório da C.Vale, do lançamento do Atlas Ambiental Mata Viva. O material que será direcionado para cerca de quatro mil alunos de escolas públicas e particulares do município é uma iniciativa da Basf, através da Fundação Espaço Eco, com apoio da C.Vale e Prefeitura de Palotina.  “Fiquei encantado com o conteúdo deste material. É muito didático, prático e fácil de ser compreendido. Toda a população será beneficiada com o atlas, isso mostra como estamos colocando a sustentabilidade em prática na nossa comunidade”, comentou presidente da C.Vale, Alfredo Lang.

Abrangência - Além dos alunos, o projeto educacional beneficiará 22 escolas e capacitará de 44 professores. Para o prefeito de Palotina, Jucenir Stentzler, a qualidade do material e do recurso humano proporcionará um excelente trabalho em sala de aula. “O atlas juntamente com os educadores vão desenvolver um grande trabalho com os estudantes do nosso município”. O gerente Regional de Vendas da Basf, Jorge Luiz Fontana, comentou sobre a importância do programa e das parcerias estabelecidas. “A realização atlas ambiental é resultado uma parceria que tem mais 40 anos com a C.Vale. O objetivo do atlas é mostrar que é possível trabalhar o desenvolvimento econômico com o socioambiental.

Conteúdo - O Atlas Ambiental Mata Viva é composto por textos, infográficos, imagens de satélite que aborda grandes áreas do conhecimento humano relacionadas às características do município. O material também é rico em história, geografia, aspectos econômicos e temas socioambientais.

Autoridades - Além de professores e lideranças, estiveram presentes no lançamento do Atlas Ambiental, o presidente da C.Vale Alfredo Lang, prefeito de Palotina, Jucenir Leandro Stentzler, gerente Regional de Vendas da Basf, Jorge Luiz Fontana, presidente da Câmara de Vereadores de Palotina, Eurico Fernandes Barbosa, chefe do Núcleo Regional de Educação Léo Inácio Anschau, coordenador de Restauração Ambiental da Fundação Espaço ECO, Emerson Coutinho e a secretária de Educação Judith Sendtko. (Imprensa C.Vale)

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SICREDI PARANAPANEMA: Programa A União Faz a Vida é lançado em Nova América da Colina

O dia 04 de setembro ficará marcado na história da educação municipal de Nova América da Colina (PR). Toda a comunidade escolar, líderes municipais, estaduais e dirigentes da cooperativa Sicredi Paranapanema PR/SP se reuniram para o evento de lançamento do Programa A União Faz a Vida, que objetiva construir e vivenciar atitudes e valores de cooperação e cidadania, por meio de práticas de educação cooperativa, contribuindo para a educação integral de crianças e adolescentes. A iniciativa é uma idealização do sistema Sicredi, praticada em parceria com as secretarias municipais de educação. Nova América da Colina é o segundo município da área de ação da Sicredi Paranapanema PR/SP a receber o programa – o primeiro foi Itambaracá.

Resultados - O prefeito de Itambaracá, Amarildo Tostes, esteve presente e falou sobre os grandes resultados e avanços obtidos na educação no município por meio do apoio do programa A União Faz a Vida. “Tivemos inclusive aumento considerável na nota do nosso Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – IDEB. A parceria tem sido de extrema importância para nossas crianças”, disse Amarildo.

Presença - O evento contou com a presença especial do deputado estadual Luiz Cláudio Romanelli, que em seu pronunciamento exaltou a iniciativa em prol da educação e parabenizou as duas instituições (prefeitura e Sicredi) pela visão e preocupação com o futuro. “O modelo cooperativo de trabalho é algo que aprecio e acredito. Certamente, é uma grande força que impulsiona o desenvolvimento”, diz. Romanelli destacou ainda a importante evolução na educação dos municípios de Itambaracá e Nova América da Colina e que continuarão avançando por meio dessa importante parceria com o Sicredi.

Prioridade - Na sequência, o prefeito do município de Nova América da Colina, Ernesto Alexandre Basso, falou que a educação é uma prioridade da gestão e que não medirá esforços para alcançar sua constante melhoria para crianças e professores.

Coragem - Em seu pronunciamento, o presidente da cooperativa, Claudinei Angelin, parabenizou o município pela coragem e atitude em fazer algo diferente e acreditar no esforço coletivo em prol do progresso. “O programa A União Faz a Vida não é do Sicredi e, sim, da comunidade de Nova América da Colina. Juntos, promoveremos a melhoria tão sonhada para nossas crianças e adolescentes, contribuindo com a formação de cidadãos mais cooperativos, solidários e empreendedores. É uma grande alegria presenciar e participar desse momento tão importante para nossa região” destacou Angelin.

Reflexões - Logo em seguida, Eliseu Felipe Hoffmam, da Ame Consultoria de Campo Mourão PR, fez uma palestra na qual promoveu reflexões sobre os impactos que os professores exercem na vida de seus alunos e frisou que a educação municipal está prestes a avançar para uma nova etapa na qual o engajamento e o comprometimento dos envolvidos serão fundamentais para o sucesso. “Alcançamos resultados excepcionais em tudo que é feito com amor. Devemos atuar e educar as crianças com nossa alma a fim de nunca perdermos o brilho nos olhos e o desejo de impactar positivamente a vida das pessoas”.

Finalização - A cerimônia foi finalizada com a entrada da mascote do programa, a abelha, e a assinatura do protocolo de intenções pelo presidente da Sicredi Paranapanema PR/SP, Claudinei Angelin, pelo prefeito de Nova América da Colina, Ernesto Alexandre Basso, e pela secretária de educação, Ana da Luz Setni Rogatti.

Sobre o Programa A União Faz a Vida - Principal iniciativa de Responsabilidade Social do Sicredi que objetiva construir e vivenciar atitudes e valores de cooperação e cidadania, por meio de práticas de educação cooperativa, contribuindo para a educação integral de crianças e adolescentes em âmbito nacional. O Sicredi é seu gestor e o desenvolve através de parcerias com municípios e instituições de ensino que implementam suas ações através de capacitações de educadores e projetos educacionais que promovem a cooperação, a solidariedade e o empreendedorismo. Atualmente o programa contempla aproximadamente 160 mil crianças e adolescentes, mais de 13 mil educadores, mais de mil escolas em 154 municípios.

Sicredi Paranapanema PR/SP - É uma das 108 cooperativas que integram o sistema Sicredi. Fundada em 1985, tem uma história marcada pela expressiva expansão, fortalecendo as comunidades e associados de toda a região do norte do Paraná e sul de São Paulo. Atualmente presente em 23 municípios, tem aproximadamente 30 mil associados e cerca de R$ 200 milhões em recursos administrados.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa com mais de 2,3 milhões de associados e 1.232 pontos de atendimento, em 10 Estados* do País. Organizado em um sistema com padrão operacional único conta com 108 cooperativas de crédito filiadas, dentre elas a Sicredi Paranapanema PR/SP, distribuídas em quatro Centrais Regionais – acionistas da Sicredi Participações S.A. - uma Confederação, uma Fundação e um Banco Cooperativo que controla uma Corretora de Seguros, uma Administradora de Cartões e uma Administradora de Consórcios. Mais informações no site sicredi.com.br.

* Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Pará, Rondônia e Goiás.

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RAMO TRANSPORTE: Representantes de oito estados participam da reunião de alinhamento

ramo transporte 09 09 2013O cooperativismo de transporte está em boas mãos. Técnicos de oito estados – representando quatro regiões do Brasil – estiveram quinta-feira (05/09), na Casa do Cooperativismo, para definir as prioridades de atuação do ramo para os próximos meses. Eles participaram das reuniões das câmaras temáticas de Passageiros e de Cargas, composto por representantes de cooperativas indicados pelas unidades estaduais. “Está evidente para todos nós, do Sistema OCB, o compromisso dos estados com o fortalecimento do ramo transporte e também de todos os outros setores do cooperativismo”, elogiou o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile.

Intercooperação - Segundo o executivo, a reunião das câmaras temáticas do ramo Transporte mostrou como a intercooperação é importante também entre os técnicos das unidades estaduais e da unidade nacional. “Fiquei bastante impressionado com o grau de conhecimento que cada técnico trouxe para o encontro. Sem dúvida, a soma desses conhecimentos – tão diferentes entre si – engrandecem os debates relacionados ao ramo, permitindo que encontremos novas soluções e estratégias para fortalecer ainda mais o cooperativismo brasileiro”.

Destaques - Confira alguns pontos de destaque da reunião:

Segurança jurídica - “Estamos muito contentes com os encaminhamentos dados nos encontros de hoje. A participação dos técnicos dos estados é o caminho para o alinhamento das práticas das cooperativas e a construção de um ambiente jurídico seguro para o crescimento sustentável das cooperativas de transporte de passageiros e cargas”, avalia o coordenador do ramo, Abel Moreira Paré.

Fórum – Com a finalidade de aproximar os técnicos das unidades estaduais e, ainda, de contribuir com o aprofundamento das discussões, o Sistema OCB apresentou aos membros das câmaras temáticas o Fórum do Ramo Transporte – um espaço virtual localizado no endereço http://forumtransporte.brasilcooperativo.coop.br/. A partir desta ferramenta de comunicação, os membros do Conselho Consultivo e das câmaras temáticas terão a oportunidade de trocar informações, armazenar documentos e de manter um diálogo constante uns com os outros.

Próxima reunião - A próxima reunião do Conselho Consultivo do Ramo Transporte será realizada no dia 9 de outubro, na cidade de Arroio do Meio (RS), onde também ocorrerá, no dia 10/10, o IV Seminário de Transporte Cooperativo, com o tema: "Mudar ou Morrer". O seminário é uma realização da Central de Cooperativas do Rio Grande do Sul (REDE TRANSPORTE) e acontece com apoio do Sescoop/RS. (Informe OCB)

 

SEAB: Paraná vai aumentar área de plantio na safra de verão 2013/14

seab 06 09 2013A primeira estimativa para a safra paranaense de grãos de verão 2013/14 aponta para um aumento na área plantada de 0,3%, que corresponde a uma incorporação de quase 19 mil hectares a mais em relação ao plantio anterior. A área de plantio cresce de 5.805.502 hectares para 5.824.502 hectares. Em condições normais de clima, o volume de produção poderá atingir 22,6 milhões de toneladas, cerca de 3,6% menos que no mesmo período da safra passada (2012/13), que chegou a 23,4 milhões de toneladas.

Primeiro levantamento - Essas são as previsões do primeiro levantamento de intenção de plantio feito pela Secretaria estadual da Agricultura e do Abastecimento, divulgado nesta sexta-feira (06/09) pelo secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara. Conforme a estimativa, deve ocorrer aumento na área plantada e na produção de soja, feijão e batata, e redução na área plantada e produção de milho da primeira safra, cebola e tomate.

Indicativo - Na avaliação de Ortigara, a estimativa de aumento de área para o plantio de grãos no Paraná é um indicativo que o ano 2012/13 que está encerrando foi bom para a agricultura paranaense e aponta para boas perspectivas para as próximas previsões.

Oscilações normais - Sobre a redução na área de plantio e produção de culturas como o milho, Ortigara explica que essas oscilações são normais e ocorrem motivadas principalmente pelos preços recebidos pelos agricultores. Muitos agricultores optaram em substituir o plantio de milho, durante a safra de verão, que está com cotações retraídas no mercado externo, pelas culturas da soja e feijão.

Clima - De acordo com o secretário, o clima da safra de verão anterior (2012/2013) ajudou o campo. "Tivemos clima favorável naquele período que contribuíram com o aumento da produtividade”. A expectativa é que essa tendência climática volte a favorecer a produção esse ano também, prevê Ortigara.

Mais soja - A elevação nas cotações da soja nos últimos dois anos estimulou os agricultores paranaenses a ampliarem as áreas de cultivo. A previsão é de que na safra de verão de 2013/2014 sejam plantados 4,85 milhões de hectares de soja, um crescimento de 3,6% de área em relação à temporada anterior. A perspectiva de produção é de 16,13 milhões, podendo superar em 2% a safra recorde de 2012/2013 que chegou a 15,82 milhões de toneladas colhidas no Estado.

Fatores - Segundo análise dos técnicos do Deral, a quebra na safra norte-americana de grãos no ano passado, mais a redução na produção de soja na América do Sul na safra 2011/12 e a alta demanda pela commodity, principalmente na China, está mantendo as cotações do grão em patamares elevados, em torno de R$ 65,00 a saca de 60 quilos.

Feijão - A produção de feijão da próxima safra de verão poderá chegar a 426,8 mil toneladas, um aumento de 29% - cerca de 97 mil toneladas a mais do que a obtida na safra anterior. Segundo o levantamento do Deral, a opção pelo aumento de área (7,6%) e de produção (29%) do feijão da primeira safra se deve aos preços recebidos pelos agricultores, considerados satisfatórios. No mês de agosto, a cotação da saca de feijão preto atingiu R$ 136,89, 42% acima do preço médio alcançado no mesmo período de 2012, quando a saca de 60 quilos estava em R$ 96,43. Já com o feijão de cor o produtor também teve um bom lucro, recebendo em agosto R$ 138,38 a saca, 24% acima do preço médio praticado de R$ 96,43.

Menos milho - Em relação ao período anterior (2012/13), o milho da primeira safra deverá ter uma área de plantio de 711 mil hectares, uma redução de 18,9%, que correspondem a 165 mil hectares a menos para a safra de verão 2013/14. Os técnicos do Deral apontam que a maior parcela desta área foi destinada para as culturas da soja e feijão.

Produção - A estimativa para a próxima safra de milho aponta para um volume de 5,9 milhões de toneladas, queda de 17%, o que equivale a redução de 1,246 milhão de toneladas em relação à safra 2012/13.

Cenário - Entre os fatores que influenciaram na redução de área plantada e na produção de milho estão os preços praticados no Paraná, e a previsão de uma boa safra do grão nos Estados Unidos. Em 2013, o cenário vem sendo menos positivo, com queda significativa nas cotações a partir do último mês de março. O preço médio recebido pelos agricultores em agosto deste ano ficou em R$ 17,42 a saca de 60 quilos, com queda de 35% em relação ao mesmo período de 2012, cotada na época a R$ 26,66 a saca.

Avanços tecnológicos - A cada ano observa-se que o cultivo do milho vem apresentando expressivos avanços tecnológicos, o que resulta em incrementos significativos na produtividade e qualidade do produto. Na primeira safra, a produtividade média obtida no início dos anos 2000 era de 5 mil quilos por hectare. “A média alcançada, por exemplo, na última safra ficou em 8.158 quilos por hectare, um avanço de 63% no período”, comparou a engenheira agrônoma Juliana Tieme Yagushi, do Deral.

Batata, mandioca, cebola e tomate - Em outras culturas produzidas no Paraná, a estimativa do Deral mostra que haverá incremento no plantio de batata na próxima safra de verão (2013/14). A área de plantio poderá crescer 9,2%, passando de 15,6 mil hectares para 17 mil hectares. Na produção a expectativa é de uma colheita de 483,4 mil toneladas, cerca de 61 mil toneladas a mais que a obtida na safra anterior.

Redução - Para a cultura da cebola, a previsão indica para redução no plantio. Deverão ser plantados 5,8 mil hectares, cerca de 1,1 mil hectares a menos que a temporada anterior. A maior parcela desta área deve se destinar às culturas de feijão e batata, dizem os técnicos do Deral. A produção deverá chegar a 132 mil toneladas, contra as 145,3 mil toneladas colhidas na safra passada.

Plantio e produção menor - A previsão para a cultura do tomate também aponta redução de área de plantio e de produção. Os altos custos de produção e os preços mais atrativos de outras hortaliças foram os principais fatores que influenciaram na decisão dos produtores em reduzir a área de plantio. A safra de verão 2013/14 prevê 2,9 mil hectares de área – redução de 5,5%, e uma produção de 184,6 mil toneladas, diminuição de 2,5% em relação ao período anterior.

Disputa - Apesar dos excelentes preços recebidos pelos produtores de mandioca, com variação durante o mês de agosto entre R$ 390,00 a R$ 400,00 a tonelada da raiz, a área para a próxima safra será de apenas 1,6% superior ao período anterior. Os motivos para o baixo crescimento de área são basicamente a disputa de terra pela cana-de-açúcar, pela soja e principalmente a falta de mão de obra, que vem limitando o plantio da mandioca no Paraná. A previsão é que a safra de verão 2013/2014 da cultura tenha uma área de 172,2 mil hectares, e uma produção de 3,82 milhões de toneladas. (Agência de Notícias do Paraná)

 

CAFÉ: Governo divulga parâmetro para leilões de opções

O Governo Federal estabeleceu os parâmetros para o lançamento do Contrato de Operações de Venda de Café para 3 milhões de sacas, no valor de R$ 343 a saca, com recursos de R$ 1,050 bilhão. A Portaria Interministerial nº 842 foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (06/09), entre os ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e da Fazenda.

Três leilões - O contrato de operações de venda de café, com preços de exercício para 31 de março de 2014, será realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em três leilões, com recursos do orçamento das Operações Oficiais de Crédito (OOC). Os beneficiários são os produtores rurais e as cooperativas agrícolas. O valor de R$ 343 por saca de 60 kg foi estabelecido levando em consideração o preço mínimo de R$ 307 por saca de café tipo 6, bebida dura para melhor, com até 86 defeitos, peneira 13 acima e teor de umidade de até 12,5%, fixado pela Portaria nº 309, de 17 de maio de 2013, do Ministério da Agricultura. (Mapa)

Clique aqui e confira na íntegra a Portaria nº 842

MEIO AMBIENTE I: Paraná escolhe 20 propostas para gestão de resíduos sólidos

A 4.ª Conferência Estadual de Meio Ambiente, encerrada na última sexta-feira (06/09), em Foz do Iguaçu, definiu as 20 principais propostas do Paraná para o gerenciamento e o tratamento dos resíduos sólidos. O documento será apresentado na Conferência Nacional de Meio Ambiente, em Brasília, de 24 a 27 de outubro.

Soluções - Foram sugeridas soluções para incentivar a produção e o consumo sustentáveis, reduzir os impactos ambientais, gerar de emprego e renda e reforçar a educação ambiental. “As propostas do Paraná foram escolhidas da forma mais democrática possível, de modo que paranaenses de todas as regiões do estado terão seus anseios defendidos na Conferência Nacional”, avalia o secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Luiz Eduardo Cheida.

Propostas - Estão entre as propostas incluir no Código de Defesa do Consumidor regulamentação por maio prazo de garantia de produtos e maior compatibilidade de peças, para evitar descarte de equipamentos. Também foi sugerido estimular técnicas de reutilização de resíduos na construção civil, estimular criação de cooperativas de catadores e trabalhadores da reciclagem e promover a formação continuada dos profissionais de educação em educação ambiental. Dos 44 mil catadores do Paraná, apenas 29% participam de organizações coletivas.

Eleição - A 4.ª Conferência Estadual de Meio Ambiente também elegeu os 50 delegados que vão representar o Paraná na Conferência Nacional: 25 são representantes da sociedade civil, 15 da iniciativa privada e 10 do poder público.

Consórcios - Outra medida anunciada na Conferência foi a formação de 40 consórcios intermunicipais para o gerenciamento dos resíduos sólidos. “Muitos municípios não têm recursos suficientes para a implantação de aterros sanitários. É uma saída econômica, tecnicamente viável e com facilidades do ponto de vista da gestão”, explicou Cheida.

Consórcios municipais - O diretor da Agência Nacional das Águas (ANA) Vicente Andreu, que representou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, também avalia a formação dos consórcios públicos como ótima solução. “A experiência nos mostra que não é possível pensar os graves problemas do Brasil apenas a partir da esfera municipal”.

Adesão - Guarapuava, no Centro-Sul, vai aderir ao sistema de consórcio. O aterro de Guarapuava passará a receber o lixo gerado por 15 municípios vizinhos, atendendo 330 mil pessoas. Para isso, a prefeitura planeja ampliar o espaço, que atualmente tem vida útil estimada de seis anos.

Ações - O Paraná gera 20 mil toneladas de lixo todos os dias. Dos 399 municípios paranaenses, 214 ainda têm lixões, 53% têm programas de coleta seletiva e 6% adotam programas de compostagem. Atualmente, 40% dos resíduos sólidos do estado são destinados inadequadamente. Isso representa 3,5 mil toneladas por dia descartadas de maneira irregular.

Carro-chefe - A Política Estadual de Resíduos Sólidos tem como carro-chefe o programa Paraná Sem Lixões, que é coordenado pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente e tem participação de todos os órgãos estaduais que executam ações relacionadas ao saneamento ambiental e à produção de energia a partir do lixo.

Diretrizes - O programa estabelece as diretrizes para a gestão e o manejo dos resíduos sólidos urbanos e as ações para apoiar os municípios na correta destinação e gerenciamento dos resíduos sólidos. A principal meta é eliminar os lixões a céu aberto do estado até agosto de 2014, conforme prevê a lei Nacional de Resíduos Sólidos (12.305/10).

Comitê Gestor - O comitê gestor do programa envolve representantes da Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos e autarquias - Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e Instituto das Águas do Paraná -, Secretarias do Desenvolvimento Urbano, da Agricultura e Abastecimento, da Fazenda, da Indústria e Comércio, da Família e Desenvolvimento Social, da Educação, do Planejamento, Trabalho e Emprego, da Saúde, da Infraestrutura e Logística, além do Provopar, Sanepar, Copel, Fomento Paraná e Ministério Público.

Metodologia - As propostas para a conferência estadual começaram a ser levantadas em junho, quando 187 conferências municipais e intermunicipais reuniram ao todo 3.740 sugestões de mais de 200 municípios. Elas passaram por uma primeira seleção nas conferências macrorregionais, que elegeram as 20 melhores propostas de cada região, totalizando as 120 que foram apreciadas na Conferência Estadual. Cerca de 20 mil pessoas participaram das conferências anteriores e o encontro estadual reuniu quase 700 pessoas entre observadores, técnicos e delegados.

PROPOSTAS DA 4.ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE:

- Incluir no Código de Defesa do Consumidor uma regulamentação por prazo de maior garantia de bens de consumo e garantir a compatibilidade de peças com o objetivo de combater a obsolência programada

- Estimular técnicas de reutilização de resíduos na construção civil com produtos e técnicas que reduzam o uso de recursos naturais

- Fomentar o estudo e disponibilizar recursos para novas tecnologias na área de compostagem de resíduos sólidos urbanos e rurais orgânicos, bem como dos líquidos em biodigestores

- Cumprimento da logística reversa nos editais de licitação

- Fomentar o desenvolvimento de processos e implementar tecnologias sustentáveis para que o tratamento de todos os tipos de resíduos por meio de parcerias intersetoriais, criando a disponibilidade de recursos para pesquisas em instituições públicas, privadas, cooperativas e atores sociais

- Pontos de coleta de reciclagem: implementar, fomentar e ampliar programas com ações de separação e coleta

- Fomentar e assegurar a criação de cooperativas de catadores e trabalhadores da reciclagem, baseado na economia solidária

- Criar e garantir o cumprimento de leis municipais, estaduais e federais que viabilizem o acesso à seguridade social e a inclusão socioeconômica das cooperativas e associações

- Garantir o sistema de logística reversa no pós-consumo

- Desenvolver projetos e aprovar leis que incentivem a construção de biodigestores

- Investimento das três esferas do Estado na estruturação das organizações de catadores em sua infraestrutura básica de coleta e triagem

- Implantação do Centro Municipal de Educação Ambiental com aproveitamento da área verde dos municípios para práticas multidisciplinares permanentes de educação ambiental

- Promover formação continuada dos profissionais de educação em educação ambiental

- Desenvolver programa de educação ambiental contínuo em escolas, comunidades e empresas

- Desenvolver campanhas educativas continuadas massificadas e pró-ativas

- Criar política de redução de embalagens por parte dos fabricantes com processos que eliminam ou reduzem os resíduos ou permitem o reúso das reciclagem em versão biodegradável

- Eliminar a tributação da industrialização ou comercialização dos reciclados e criar incentivos fiscais e selos verdes aos setores que implantarem ações voltadas à produção e consumo sustentáveis

- Implementar e regulamentar políticas públicas de incentivo à produção e consumo de produtos e serviços ecologicamente corretos

- Tornar obrigatória como disciplina do currículo escolar a educação ambiental em todos os níveis de escolaridade

- Incentivar o eco design e a análise do ciclo de vida dos produtos através de certificação com selo ambiental (Agência de Notícias do Paraná)

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MEIO AMBIENTE II: Capital em favor da água

meio ambiente IIVital para a manutenção da vida, do bem-estar e primordial para o desenvolvimento social e econômico - tanto das cidades como do campo - a água voltou à pauta dos governos federal e estaduais. Como em 2013 é comemorado o Ano Internacional das Nações Unidas da Cooperação pela Água, o Ministério do Meio Ambiente e a Agência Nacional de Águas (ANA) lançaram recentemente o Programa de Consolidação do Pacto Nacional pela Gestão das Águas (Progestão).

Adesão voluntária - Podem participar do Progestão todos os estados brasileiros e a adesão é voluntária. O Paraná foi um dos primeiros a aceitar o convite do governo, que até agora conta com mais oito estados: Acre, Alagoas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Piauí, Rondônia e Sergipe. As entidades ligadas ao setor agrícola aprovaram a ação governamental, que tem o objetivo de criar uma gestão integrada do assunto, abrangendo todo o País.

Recursos - Do orçamento da ANA serão disponibilizados R$ 100 milhões nos próximos cinco anos a serem transferidos aos estados que aderirem ao Progestão. O primeiro ciclo do programa prevê o desembolso de até cinco parcelas de R$ 750 mil para cada estado, mediante o cumprimento de algumas exigências. Cada unidade da Federação que aderir ao programa deve elaborar suas próprias metas, que deverão ser aprovadas pelos Conselhos Estaduais de Recursos Hídricos (CERHs), com as parcelas sendo depositadas pela agência, de acordo com o cumprimento dos objetivos.

Incentivo - O intuito é incentivar os estados a fortalecerem seus Sistemas Estaduais de Gerenciamento de Recursos Hídricos (Segrehs), mediante a adoção de ações que facilitem e melhorem a implementação dos instrumentos de gestão das políticas nacional e estaduais de recursos hídricos.

Receptividade - "A iniciativa do Progestão teve uma excelente receptividade pelos gestores estaduais. Entre os nove estados que já aderiram ao pacto, quatro já aprovaram suas metas de cooperação federativa e de fortalecimento institucional nos respectivos conselhos estaduais de recursos hídricos, entre eles o Paraná. Com a aprovação das metas pelos conselhos, as entidades encarregadas pela coordenação das ações em nível estadual receberão a primeira parcela de recursos, que serão investidos exclusivamente no fortalecimento dos sistemas estaduais de gerenciamento de recursos hídricos", explica o coordenador do Progestão, Paulo Libânio.

Ações - Entre as ações que serão incentivadas - inclusive no Paraná - estão o aperfeiçoamento da rede de monitoramento de rios, capacitação ou implementação da cobrança pelo uso da água nas bacias hidrográficas, formação de banco de dados relativo à disponibilidade hídrica ou emissão de outorga para uso dos recursos hídricos, melhora nos estabelecimento de critérios para emissão de outorga, formação ou melhora de cadastro de usuários de recursos hídricos, fiscalização e elaboração de estudos e planos de bacia. "Com o pacto, nós agora teremos condições de estar dentro dos conselhos estaduais de recursos hídricos. E não é apenas uma questão de dinheiro, mas também de resultados, porque teremos metas", salientou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, durante entrevista coletiva sobre o assunto.

Adequação - Cada estado vai poder se adequar a pelo menos um de quatro níveis de situação pré-determinados (veja o quadro), que variam de acordo com a complexidade da bacia. Vai caber a cada secretaria estipular em qual nível irá se enquadrar. (Folha Rural / Folha de Londrina)

 

MEIO AMBIENTE III: Cooperativas tratam efluentes

Com grande influência sobre os produtores paranaenses, as cooperativas também apostam em ações de preservação das águas e do meio ambiente. Por todo o Estado, são inúmeros projetos para garantir as boas condições da água utilizada no campo, o que inclui a preservação de nascentes, minas e tratamento de efluentes, por exemplo. De acordo com os números da Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), em 2012 foram direcionados por volta de R$ 45 milhões para trabalhos de preservação do meio ambiente. Os números ainda não foram fechados.

Potencial - O gerente técnico e econômico da Ocepar, Flávio Turra, explica que em algumas regiões o trabalho é ainda mais potencializado. "Outro fator importante é quando o produtor acaba recebendo algum incentivo para que realize a preservação. Eles recebem um reconhecimento, o que ajuda a disseminar o trabalho", relata.

Água Viva - Turra cita ainda o Oeste do Estado como uma região que realiza um trabalho importante nesse sentido. A Coopavel Cooperativa Agroindustrial, por exemplo, desenvolve o projeto Água Viva, para preservação de nascentes nas propriedades dos cooperados. A ação iniciou em 2004 e ao longo desses anos já recuperou 7 mil nascentes, incluindo em outros estados como RS, SP, SC, MS, MT, GO, AL, TO. "Nós passamos o nosso conhecimento para outras cooperativas realizarem o mesmo trabalho, inclusive algumas no Paraguai. Anualmente, gastamos em torno de R$ 60 mil com o projeto. Certamente, a ação melhora a qualidade de vida das famílias e até do rebanho que utiliza essas águas ", salienta o presidente da Coopavel, Dilvo Grolli. (Folha Rural / Folha de Londrina)

SUSTENTABILIDADE: Técnica paranaense do plantio direto revoluciona agricultura mundial

plantio direto 09 09 2013Se a economia brasileira tem nos sucessivos recordes de produção de grãos um de seus pontos de sustentação, parte disso se deve a uma mudança radical ocorrida há quatro décadas nas técnicas de plantio do país. O sistema de plantio direto, nascido nos Estados Unidos mas radicado no Paraná, afastou o desastre das erosões, que fazia com que os agricultores perdessem mais de 20 toneladas de solo por hectare todos os anos.

Expansão da fronteira agrícola - A técnica implantada nos Campos Gerais se disseminou de 1972 para cá, e hoje é usada na produção de 80% das commodities agrícolas brasileiras. O novo modelo foi fundamental para a expansão da fronteira agrícola brasileira para áreas antes consideradas inúteis para a cultura de grãos. “Estamos em cima de arenito. A erosão tornava o plantio inviável e precisávamos de uma solução”, afirma Manoel “Nonô” Pereira, um dos pioneiros na aplicação do sistema no país. “Era comum ver todo o solo de uma propriedade ser levado pela chuva”, relembra.

Palha da última safra - Junto de Herbert Bartz e Frank Dijkstra, trio que revolucionou a agricultura nacional, Nonô foi aos Estados Unidos buscar ajuda para adaptar o solo a uma técnica que estava sendo experimentada no estado da Virgínia: ao invés de arar a terra, manter a palha da última safra na plantação. “Ninguém dava nada por nós. Éramos tachados de loucos até que a primeira minhoca aparecesse no meio daquela palhada”, explica o agricultor. Elas apareceram alguns anos mais tarde – junto com um tratamento de pesticidas e adaptações de máquinas – referendando a saúde do solo e a eficiência do sistema, que nas décadas seguintes foi adotado no restante do país.

Consolidado - O Brasil tem hoje a segunda maior área com plantio direto do mundo. São aproximadamente 30 milhões de hectares (pouco menos de 50% de toda a área plantada do país), apenas 2 milhões a menos que os Estados Unidos. Além de aumentar a produtividade, a técnica pode ser mais barata e ambientalmente muito mais sustentável. O custo de produção do milho plantado diretamente sobre a palha é 6% menor que nos métodos tradicionais, além de ter um custo de reposição ambiental 30% mais barato – ou seja, o gasto para evitar o processo de erosão e captação de água é quase um terço menor. No caso da soja, o custo de produção é 0,5% maior, mas o custo ambiental é 80% menor. Além disso, por extinguir o arado, os produtores economizam até 45 litros de combustível por hectare.

Cuidados especiais - A prática exige alguns cuidados especiais. A rotação de culturas, por exemplo, é essencial. “É preciso manter a saúde do solo e ter a palha ideal para a cultura seguinte. Não é possível se guiar somente pelo mercado”, explica o técnico da Embrapa Hildo Callete. Os restos da cultura anterior devem cobrir pelo menos 80% da área cultivada.

Inventor da técnica se surpreendeu no Paraná - Os pioneiros brasileiros do plantio direto, primeira experiência em grande escala da técnica, se inspiraram nas pesquisas do professor norte-americano Shirley Philips, da Universidade de Kentucky. Philips fazia experimentos em uma fazenda-teste havia alguns anos quando recebeu a visita dos agricultores Herbert Bartz, Franke Dijkstra e Nonô Pereira. Treze anos mais tarde, quando o sistema já estava consolidado em algumas regiões do país, os papéis se inverteram. “Mesmo sendo um profundo conhecedor da técnica, ele se impressionou com os resultados. A partir daquele momento, ele disse que o resto do mundo tinha que aprender conosco sobre plantio direto na palha”, relembra Pereira.

Disseminação - Os quatro – pesquisador e os três agricultores – viajaram para dezenas de países disseminando a técnica, e se tornaram uma espécie de embaixadores mundiais do plantio direto. Espanha, Peru, Argentina, Uruguai e Alemanha foram alguns dos lugares por onde passaram.

Agricultura norte-americana - As pesquisas de Philips também foram fundamentais para a evolução da agricultura norte-americana. Atualmente, o país lidera a área plantada mundial com o sistema, com mais de 32 milhões de hectares. As experiências de sucesso nos dois gigantes da produção agrícola na América se espalharam pelos demais países do continente. Apenas 14% de toda a área cultivada com o plantio direto no mundo se encontra do outro lado do Atlântico. (Gazeta do Povo)

 

FINANCIAMENTO: Fomento PR apresenta linha de crédito a taxistas no Aeroporto Afonso Pena

financiamento 09 09 2013Taxistas que prestam serviços no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, podem conhecer e contratar uma operação de crédito da linha Banco do Empreendedor Taxistas, da Fomento Paraná. Nesta segunda (0/09) e terça-feira (10/09), um agente de crédito da instituição vai orientar e atender profissionais e permissionários interessados no financiamento. Para isso, uma unidade móvel da Fomento Paraná estará no pátio de estacionamento dos taxistas do terminal, onde ficam a cooperativa e o sindicato da categoria. Esta linha de crédito especial tem a menor taxa de juros do mercado (a partir de 0,55% ao mês) para aquisição de veículos novos ou para conversão e adaptação de veículos para prestação de serviços de táxi.

Parceria - A disponibilização do espaço para divulgação conta com a permissão da Infraero, que administra o terminal. Há também uma parceria entre a Fomento Paraná e a Prefeitura de São José dos Pinhais, por meio da Secretaria Municipal de Indústria, Comércio e Turismo, do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) e do Sindicato dos Taxistas (Sinditax).

Linha de crédito - A linha de crédito Banco do Empreendedor Taxista é destinada a financiar a aquisição de veículos novos para a prestação de serviços de táxi, para conversão ao uso de Gás Natural Veicular (GNV) ou, ainda, a adaptação do automóvel para transporte de passageiros com necessidades especiais.

Valores - É possível financiar valores entre R$ 3 mil e R$ 50 mil, com taxa de juros a partir de 0,55% ao mês, conforme o enquadramento de cada processo. Os prazos para pagamento são de até 60 meses, com carência de até 75 dias para a primeira parcela.

Beneficiários - Podem solicitar o financiamento pessoas físicas, titulares de autorização, permissão ou concessão registradas nos órgãos municipais que regulam a atividade. A expectativa é atender cerca de 20 mil permissionários de táxis no Estado e as taxas de juros serão reduzidas para profissionais que nos últimos cinco anos participaram de algum dos seguintes cursos de capacitação: Bom Negócio Paraná, Bom Negócio Curitiba, Bom Negócio Araucária ou das capacitações do Curso Taxista Nota 10 ou da capacitação Taxista Empreendedor. (Agência de Notícias do Paraná)

 

PARANÁ: Produção industrial cresce 9,8% em julho

A produção industrial paranaense cresceu 9,8% - bastante acima da média nacional, que mostrou variação de 2,0% -, no comparativo entre julho de 2013 com o mesmo mês do ano passado. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal Regional - Produção Física (PIM-PF), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Avanço - Na comparação com junho, a atividade industrial registrou avanço de 1,9% em julho deste ano, enquanto na média brasileira houve recuou 2,0%. No mês, a maioria das atividades pesquisadas aumentou o volume de produção, com destaque para máquinas, aparelhos e materiais elétricos, veículos automotores, alimentos e madeira. De acordo com a economista do Núcleo de Macroeconomia e Conjuntura, do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), Ana Silvia Martins Franco, o Paraná apresentou a segunda maior expansão da produção da indústria no País, atrás apenas do Pará (3,0%) em julho.

Mês - Dos quatorze ramos pesquisados no Estado, dez tiveram alta no mês. No setor de máquinas, aparelhos e materiais elétricos houve aumento de 56,2%. O resultado é explicado, especialmente, pela maior produção de cabos de fibras ópticas para uso em telecomunicações e transformadores. No segmento de máquinas e equipamentos o acréscimo foi de 47,1%, puxado por equipamentos para processamento de celulose, maquinário agrícola e para a indústria têxtil e elevadores. Também houve expansão nos ramos de edição, impressão e reprodução de gravações (27,5%); minerais não metálicos (10,8%); e veículos automotores (10,4%).

Ano - No ano, a produção da indústria do Paraná acumula alta 2,6%, ante crescimento de 2,0% da média nacional. No Estado, nove dos quatorze setores pesquisados apresentaram expansão das atividades. Para a economista do Ipardes, apesar do bom desempenho, a indústria do Paraná, a exemplo da nacional, ainda sente os reflexos do encolhimento não apenas da demanda externa, provocada pela desaceleração da economia internacional, mas também da demanda interna. “Os números de julho e do acumulado do ano de 2013 sinalizam a recuperação dos níveis de produção da indústria paranaense, determinada pelo aumento da renda do agronegócio, aliados à política de atração de investimentos e da valorização do setor produtivo”, garante Ana Silvia. (Agência de Notícias do Paraná)

POLÍTICA: Dilma sanciona lei que garante mais recursos para educação e saúde

politica 09 09 2013 (1)A lei que destina 75% dos royalties do petróleo para a educação e 25% para a saúde será sancionada nesta segunda-feira (09/09) pela presidente Dilma Rousseff. Apesar de o texto ter contrariado a proposta original do governo, que destinava apenas os rendimentos do Fundo Social do pré-sal às duas áreas, a sanção da lei vai ser feita em uma cerimônia especial no Palácio do Planalto com a presença de estudantes, representantes de entidades das áreas de educação, saúde e autoridades.

Sem vetos - A expectativa pelas declarações de Dilma no primeiro programa Café com a Presidenta depois da aprovação da proposta no Congresso é a de que a lei seja sancionada sem vetos. "Nossos senadores e deputados aperfeiçoaram e votaram a proposta que sempre defendi e que meu governo enviou ao Congresso, para que as riquezas do petróleo, que são finitas e um dia acabam, sejam investidas em educação. Ao garantir esses recursos para a educação, estamos dando um passo decisivo para realizar o compromisso com o presente e com o futuro do país e deixar um grande legado às novas gerações de brasileiros e de brasileiras", comemorou Dilma à época.

Fundo Social - Pelo texto, a aplicação de 50% dos recursos do Fundo Social vai para saúde e para educação até que se cumpra a meta de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) em educação do Plano Nacional de Educação (PNE). Pelo projeto, a expectativa é que, em até 15 anos, os rendimentos obtidos pelo fundo sejam suficientes para cumprir as metas do PNE e da saúde. A mudança, no entanto, vale apenas para os novos contratos da União. Os campos em atividade, que permaneceram controlados pelos governos estaduais, ficaram fora da proposta.

Convite - O presidente do Congresso Nacional, Renan Calheiros (PMDB-AL), comemorou o convite para participar da sanção da lei. “Trata-se de uma ótima notícia tanto para a educação quanto para a saúde que, sabemos todos, demandam mais investimentos. Essa foi uma das contribuições do Congresso para melhorar a qualidade dos serviços públicos que nos é cobrada pela sociedade”, disse.

Esforço - Renan lembrou a que a nova distribuição dos royalties do petróleo faz parte de um esforço do Senado que votou em menos de um mês 40 matérias para atender às reivindicações das ruas. Na lista, que agora depende de votação na Câmara, está a proposta que acaba com a aposentadoria como pena para juízes e promotores condenados por corrupção ou outros crimes, além da que muda os critérios para a escolha de suplente de senador, proibindo o parentesco e da que exige ficha limpa para servidores dos três poderes. (Agência Brasil)

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OMC: Organização reduz projeção de avanço do comércio global para 2,5%

omc 09 09 2013O comércio mundial deve crescer apenas 2,5% em 2013 - ante a previsão de alta de 3,3% de abril - por causa da fragilidade persistente da economia global, revelou na última sexta-feira (06/09) o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo. Para 2014, a OMC anunciará nesta segunda-feira (09/09) uma revisão para baixo na projeção de crescimento do comércio global. A expectativa para o próximo ano é de alta de 4,5%, comparados aos 5% estimados em abril. “As projeções são ligadas ao crescimento da economia global”, afirmou Azevêdo. Não apenas os países em desenvolvimento se recuperam lentamente, como os emergentes sofreram uma desaceleração econômica. A demanda global continua mais fragilizada do que o esperado e as tendências protecionistas ainda deixam autoridades inquietas.

Posse - A cerimônia de posse de Azevêdo como  diretor-geral da OMC ocorre nesta segunda-feira (09/09), em Genebra, na Suíça, embora ele tenha assumido o cargo há uma semana em substituição ao francês Pascal Lamy. O brasileiro contou com o apoio do grupo Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), além dos países de língua portuguesa e várias nações na América Latina, na Ásia e na África. O embaixador brasileiro, de 55 anos, é o primeiro latino-americano a assumir a direção-geral da OMC. Disputada até o último minuto, a eleição envolveu uma longa negociação que vem desde o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Trajetória - Diplomata de carreira e representante permanente do Brasil na OMC desde 2008, o embaixador está diretamente envolvido em assuntos econômicos e comerciais há mais de 20 anos. Ele foi chefe do Departamento Econômico do Ministério das Relações Exteriores, Itamaraty, de 2005 a 2006, e liderou a delegação brasileira nas negociações da Rodada de Doha da OMC, sobre liberalização de mercados. (Com informações do Valor Econômico e Agência Brasil)

 


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