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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3177 | 11 de Setembro de 2013

CAPACITAÇÃO: Fórum de RH vai orientar sobre novas regras previdenciárias e trabalhistas

As novas regras previdenciárias e trabalhistas serão tema do Fórum dos Profissionais de RH que o Sistema Ocepar promove, por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), no próximo dia 20 de setembro, no Crystal Palace Hotel, em Londrina, Norte do Paraná. O evento será realizado com apoio da Cooperativa Integrada e é dirigido a colaboradores das cooperativas paranaenses que atuam na área de Recursos Humanos. 

Congresso Latino Americano – Os presentes no Fórum de RH poderão participar do III Congresso Latino Americano de Recursos Humanos (CLARH), que será realizado no teatro Marista, também em Londrina, no dia 21 de setembro. Neste ano, o evento tem como tema “Confiança – valor maior de uma empresa”, que será abordado na palestra magna de abertura pelo doutor em Ciências Humanas pela Universidade de São Paulo e diretor geral da RHS – Serviços Científicos, Roberto Hery Srour. A programação contempla ainda a participação de diversos outros especialistas da área de RH. O Congresso é uma realização da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTC/PR) e Administradores de Recursos Humanos das Cooperativas (ARHCO).

Clique aqui e acesse o site do III CLARH

Clique aqui e acesse a programação completa do Fórum dos Profissionais de RH

 

ABRATES: Representantes da área de sementes se reúnem na próxima semana, em SC

Os principais representantes e empresas da área de sementes brasileira são aguardados nos próximos dias na capital catarinense. Cerca de 1400 pessoas, entre técnicos, produtores, empresários, pesquisadores, professores e estudantes de graduação e pós-graduação participam da 18ª edição do Congresso Brasileiro de Sementes, que começa na segunda-feira (16/09), no Centro de Convenções Centro Sul, em Florianópolis (SC). O maior evento nacional da Área de Sementes é promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes (Abrates).

Temas - Com o tema “A semente na produtividade agrícola e conservação de recursos genéticos”, o Congresso é direcionado aos interessados nas áreas de grandes culturas, forrageiras, florestais e olerícolas. “Pela primeira vez, o Congresso vai agrupar o XII Simpósio Brasileiro de Patologia de Sementes, o VII Simpósio Brasileiro de Tecnologias de Sementes Florestais e o I Simpósio Brasileiro de Sementes de Espécies Forrageiras, o que mostra a integração entre os diversos segmentos”, afirma José de Barros França Neto, presidente do evento.

Feira - Nesta edição, junto ao Simpósio de Sementes Florestais, a Comissão Organizadora do CBSementes apresentará a 1ª Feira Brasileira de Sementes Nativas, uma exposição com o objetivo de informar, promover e incentivar parcerias no setor florestal para a oferta de sementes de qualidade. “Será um espaço para a troca de sementes florestais nativas brasileiras e atenderá as áreas de silvicultura, sistemas agroflorestais, Recuperação de Áreas Degradadas (RAD) e produção não madeireira”, revela Manuel de Jesus Vieira Lima Junior, coordenador do Simpósio e do Centro de Sementes Nativas do Amazonas da Universidade Federal do Amazonas (UFAM).

Programação - A programação científica conta com palestras, painéis, minicursos, sessões pôster, além do showroom tecnológico com a presença de empresas renomadas do segmento de sementes, insumos, máquinas e equipamentos, tecnologia e áreas afins. Acesse a programação completa: www.abrates.org.br/cbsementes. (Assessoria de Imprensa da Abrates)

UNIMED PONTA GROSSA: Hospital usa metodologias diferenciadas com foco na segurança do paciente

Com o objetivo de dar continuidade à intensificação das metas internacionais de segurança da assistência à saúde, o Hospital Geral Unimed (HGU), em Ponta Grossa, desenvolveu uma metodologia baseada em cores, utilizada para identificar pacientes, armazenar e dispensar medicamentos. Para os pacientes, são utilizadas as cores verde, amarela ou vermelha, de acordo com o perfil e a complexidade do atendimento exigido e riscos ao quais o paciente está exposto.

Prevenção - Segundo Rodrigo Della Torres, Coordenador da Qualidade, a metodologia permite dimensionar e direcionar as atividades da equipe assistencial para prevenir eventos e erros. “Utilizamos uma classificação com uma cor para cada grau de risco. Pacientes que estão lúcidos, alimentando-se bem e internados há menos de cinco dias, são pacientes de baixo risco e identificado com a cor verde. No caso de pacientes psiquiátricos, que sofreram cirurgia ou que estão se alimentando por sonda, é utilizada a identificação de alto grau de risco, a cor vermelha”, exemplifica.

Comunicação visual - Della Torres explica que essa informação comunica visualmente a atenção requerida às equipes, funcionando como uma alerta geral. “São muitos profissionais envolvidos no cuidado ao paciente e esse método alerta para os cuidados específicos de que cada paciente precisa”.

Medicamentos - Os medicamentos potencialmente perigosos, que são aqueles que podem gerar algum tipo de reação adversa, ou que possuem nome, frasco ou ampola semelhantes, também são contemplados na metodologia de diferenciação por cor.

Atenção - O primeiro sinal visual para captar a atenção são as etiquetas coloridas fixadas nas prateleiras de armazenamento, que indicam se o medicamento requer conferência simples, dupla checagem ou é de alta vigilância. “A intenção é garantir que a medicação correta vá para o paciente correto. Algumas requerem checagem de mais de uma informação, outros têm nome parecidos, mas vias diferentes de administração”, detalha Della Torres.

Orientações - Nas etiquetas das embalagens destes medicamentos, constam orientações como “agite antes de usar”, “uso interno”, “uso externo” e “alta vigilância”, relevantes para que a medicação seja devidamente conferida e rastreada pelo profissional que irá administrá-lo ao paciente.

Relação - Para fortalecer e complementar esse processo, o HGU disponibiliza e capacita às equipes do Hospital, uma relação que informa o nome do medicamento, o tipo de administração e outras informações relevantes. “Com todas essas sistemáticas, a probabilidade de erro é muito menor, aumentando o nível de segurança ao paciente enquanto ele estiver senso assistido no HGU”, finaliza o coordenador. (Imprensa Unimed Ponta Grossa)

UNIMED LONDRINA: Pelo segundo ano consecutivo no ranking do Guia Você S/A

Pelo segundo ano consecutivo, a Unimed Londrina foi considerada como uma das 150 Melhores Empresas para se Trabalhar no Brasil. O ranking faz parte de uma pesquisa realizada pelo Guia Você S/A da Revista Exame, a maior do mundo sobre clima organizacional, fonte e referência em políticas e práticas de gestão de pessoas há mais de 15 anos.

Etapas - Assim como em 2012, o processo seletivo foi realizado em duas etapas classificatórias. A primeira, na qual foi aplicado um questionário sobre o ambiente de trabalho, contou com a participação de 70% dos colaboradores. A segunda etapa teve caráter qualitativo, através de uma dinâmica com alguns colaboradores selecionados pela própria equipe da Você S/A. Estes colaboradores participaram de entrevistas e reuniões com um jornalista designado pela comissão organizadora.

Colaboradores - A gestora de Desenvolvimento Humano, Lucia Baum, ressalta que este resultado é exclusivamente mérito dos colaboradores. “Ficamos muito orgulhosos, porque quem define este resultado são os próprios colaboradores, que participaram e apontaram as suas percepções em relação à empresa. Por sinal, percepções muito positivas. Isso nos deixa felizes, pois mostra não só a satisfação dos nossos colaboradores, mas também o reconhecimento pelas boas práticas adotadas pela cooperativa”.

Competência e comprometimento - O diretor presidente, Issao Iassuda Udihara, reconhece que a Unimed Londrina é um exemplo de cooperativa médica de sucesso e que este sucesso só existe devido à competência e comprometimento de todos os seus colaboradores. O Presidente agradece o reconhecimento de cada um e fala da importância de estarmos entre as melhores empresas do país.

Reconhecimento - “Estou grato pelo reconhecimento, por entender a importância da cooperativa, a filosofia que nós implantamos aqui e de ter a crença de que este é o caminho que devemos seguir para a melhoria da saúde em Londrina e, quiçá ser um exemplo para o Brasil, com uma forma de trabalho que recompense os nossos colaboradores”. (Imprensa Unimed Londrina)

SICREDI PARANAPANEMA: Associada é premiada pelo Sicredi Seguros

sicredi paranapanema 11 09 2013A associada Aparecida de Fátima de Brito, da unidade de atendimento de São Sebastião da Amoreira, recebeu, no último dia 6, um prêmio de aproximadamente R$ 21 mil (valor bruto), referente ao sorteio semanal oferecido pelo Seguro de Vida do Sicredi, realizado pela Loteria Federal. A premiação foi entregue pelo presidente da cooperativa, Claudinei Angelin. Para Angelin, é muito satisfatório proporcionar momentos como esse para os associados da cooperativa. "Além de ter produtos de qualidade, o Sicredi oferece benefícios adicionais que valorizam as escolhas dos cooperados, promovendo ainda mais essa parceria de sucesso", frisou o presidente.

Comemoração - A associada comemorou seu prêmio, consolidando ainda mais seu grau de relacionamento com a unidade de atendimento. "Só tenho a agradecer o atendimento e a dedicação de todos os colaboradores da unidade que me tratam com muito carinho e sempre me mostram os melhores caminhos a seguir”, diz. Aparecida ressaltou ainda que o prêmio veio em boa hora e que vai ajudar muito sua família.

Alegria - A gerente da unidade, Adriana Hideko Nagata, demonstrou muita alegria em premiar a primeira associada com o seguro de vida e defende que o fato vai estimular a comercialização do produto. "Isso demonstra o quanto a cooperativa trabalha em prol dos associados e de suas escolhas, proporcionando um futuro cheio de possibilidades, esperança e fé, incentivando assim mais pessoas a acreditarem na cooperativa", finalizou.

Presenças - Participaram também da entrega o gerente regional de desenvolvimento da Sicredi Paranapanema PR/SP, Bruno Petrelli Schultz, a assessora de seguros Neliza Binelli Zanata e o assessor comercial da Icatu Seguros Sandro Augusto Firmino.

Sicredi Paranapanema PR/SP - É uma das 108 cooperativas que integram o sistema Sicredi. Fundada em 1985, tem uma história marcada pela expressiva expansão, fortalecendo as comunidades e associados de toda a região do norte do Paraná e sul de São Paulo. Atualmente presente em 23 municípios, tem aproximadamente 30 mil associados e cerca de R$ 200 milhões em recursos administrados.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa com mais de 2,3 milhões de associados e 1.232 pontos de atendimento, em 10 Estados* do País. Organizado em um sistema com padrão operacional único conta com 108 cooperativas de crédito filiadas, dentre elas a Sicredi Paranapanema PR/SP, distribuídas em quatro Centrais Regionais – acionistas da Sicredi Participações S.A. - uma Confederação, uma Fundação e um Banco Cooperativo que controla uma Corretora de Seguros, uma Administradora de Cartões e uma Administradora de Consórcios. Mais informações no site sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Paranapanema PR/SP)

* Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Pará, Rondônia e Goiás.

 

SICREDI VALE DO PIQUIRI: Cooperativa presente na Expo Palotina 2013

A Sicredi Vale do Piquiri ABCD PR/SP reafirmou o compromisso com o desenvolvimento regional ao participar da Expo Palotina, no último final de semana. A cooperativa de crédito ocupou um espaço exclusivo, com peças alusivas aos 25 anos de fundação no município. Ao longo deste período foram muitas ações desenvolvidas em busca do crescimento, seja no financiamento das atividades dos associados ou em parcerias com entidades e instituições, atuando como agente financeiro local. “A cooperativa de crédito nasceu respaldada na relação de confiança entre os fundadores e vem se mostrando cada vez mais comprometida com o desenvolvimento regional. Essa é nossa marca principal”, lembra o gerente da unidade em Palotina, Ronaldo Augusto Ioris.

Destaque - O estande teve ainda outros temas em destaque. Entre eles, a Sustentabilidade incentivando a geração de renda, aliada ao desenvolvimento sustentável. A disponibilidade de linhas de crédito para financiamentos de máquinas agrícolas, aviários, veículos, entre outros e Poupança, um espaço destinado para as crianças destacando o Poupedi, como forma de incentivo aos depósitos e dando sequência no trabalho de conscientização da importância em guardar dinheiro para garantir um futuro mais tranquilo. (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri ABCD PR/SP)

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COPACOL I: Qualidade de semente é preocupação constante da cooperativa

A semeadura da soja começa no dia 20 de setembro e os produtores já começaram a se preparar. A escolha da semente utilizada é um dos principais fatores que levam os agricultores a se preocuparem, mas para isso a cooperativa traz ao longo de anos, sementes de qualidade que garantem a boa produtividade das safras.

Produção - Na região de Aberlado Luz - SC, cidade que é considerada a “Capital da Nacional das Sementes de Soja”, a Copacol, através de produtores associados, produz as sementes que são disponibilizadas aos associados do Paraná. De acordo com o engenheiro agrônomo Fernando Fávero, a semeadura dos campos de sementes naquela região acontece no mês de novembro sendo colhidas entre abril e maio, período em que a temperatura ambiente diminui melhorando a qualidade fisiológica das sementes de soja.

Transporte - Já entre os meses de junho a julho, as sementes são transportadas para sede da Copacol, em Cafelândia, onde ocorre o beneficiamento e todos os controles de qualidade no laboratório da cooperativa. “Fazemos analises prévias com uma pequena quantidade de sementes e quando elas chegam começam mais uma bateria de avaliações. Além disso, são realizados testes de germinação no canteiro, simulando uma condição de campo, pois assim teremos um resultado mais próximo à condição real dos produtores”, explicou o agrônomo.

Tratamento de semente - A cooperativa também instalou uma máquina de tratamento de sementes industrial que as trata com inseticida, fungicida e outros produtos que vão preservar o estande de plantas na fase inicial, essa operação dispensa o tratamento na propriedade e minimiza o risco de intoxicação pelos agrotóxicos. Antes ainda de chegar ao produtor, quando está sendo feito o ensaque e tratamento de sementes é mandado outra amostra de volta para o laboratório, para reanalisar os resultados e assim ver se aquele lote está liberado ou não. “Para ser comercializada a semente deve apresentar 80% de germinação, os lotes da Copacol estão acima dos 90%, é alta qualidade, vigor e segurança ao produtor”, finalizou Fávero. (Imprensa Copacol)

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COPACOL II: Produtor agrega renda com produção de moranguinho

A diversificação na propriedade rural tem ganhado espaço a cada dia na região. Muitos produtores, além das atividades tradicionais, estão encontrando outras formas de agregar valor e renda em suas propriedades. Este é o caso do associado da Copacol em Jotaesse, município de Tupãssi, Edinaldo Augusto Barbosa, que há 12 anos  em uma pequena área de terra  cultiva moranguinho. No início a produção era apenas para o consumo da família, mas nos últimos anos diante da demanda pelo produto na região, o cooperado aumentou  a área de plantio e nesta safra cultiva 35 mil pés da fruta. Segundo ele, o maior desafio com a atividade se refere à mão de obra, uma vez que por se tratar de um trabalho manual, poucas pessoas se habilitam.

Consumo - O produtor salienta que apesar de ter um alto custo de produção, o cultivo de moranguinho tem um bom consumo e assim a produção é comercializada em supermercados de cidades da região, como Toledo, Cascavel, Assis Chateaubriand entre outras. A fruta é vendida in natura e congelada, inclusive recentemente foi feito investimento em um sistema de resfriamento.

Outras atividades - Além do moranguinho, o cooperado atua nas atividades agrícolas e suinícolas com a família que no cultivo da fruta se ocupa de mão de obra terceirizada. “Apesar do alto custo de cultivo e da escassez de mão de mão obra, estamos satisfeitos com a produção que em safras anteriores já chegou a 180 mil pés”, conta o associado que tem a ajuda da esposa Adriana Lopo Barbosa, que cuida da comercialização da produção”, finaliza Edinaldo. (Imprensa Copacol)

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CONAB: Produção de grãos no Brasil é 12,6% superior à safra passada

O Brasil deverá colher este ano 187,09 milhões de toneladas de grãos. É o que aponta o 12º levantamento da safra 2012/13, realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e divulgado nesta terça-feira (10/09), às 10h, na sede da estatal, em Brasília (DF). O número é 12,6% superior à safra 2011/12, quando atingiu 166,20 milhões de toneladas.

Incremento - De acordo com a Gerência de Avaliação de Safras (Geasa), esse resultado representa um aumento de 20,90 milhões de t. Este incremento é devido, sobretudo, às culturas de soja, com crescimento de 22,7% (15,05 milhões de toneladas) e de milho segunda safra, com aumento de 18,1% (7,07 milhões de toneladas) sobre a produção obtida na safra anterior.

Área plantada - Com relação à estimativa de área plantada, a estimativa para esta safra é de 53,34 milhões de hectares, 4,8% (2,46 milhões de hectares) maior que a cultivada em 2011/12, que totalizou 50,89 milhões de hectares. O destaque também foi para a soja, com crescimento de 10,7% (2,68 milhões de hectares), passando de 25,04 para 27,72 milhões de hectares, e para o milho segunda safra, com aumento de 18,1% (1,38 milhão de hectares), passando de 7,62 para quase 9,0 milhões de hectares. A área plantada com milho, primeira e segunda safra, totaliza 15,90 milhões de hectares, ou seja, crescimento de 4,8% (726,5 mil hectares).

Outras culturas - Outras áreas onde se observou aumento foram relativas às culturas de amendoim primeira safra (5,1%), feijão terceira safra (9,6%), sorgo (1,9%) e triticale (2,3%). As demais culturas tiveram redução na área cultivada, sobretudo, as de feijão total e milho primeira safra. O milho 1ª safra contabiliza decréscimo de 8,6% (651,7 mil hectares), e o feijão (total), redução de 4,6% (148,9 mil hectares), com a maior perda na cultura de primeira safra, com menos 9,2% (114,2 mil hectares).

Estudo - O estudo foi realizado entre 19 a 23 de agosto de 2013. Os técnicos da Conab visitaram os principais municípios produtores do país e também instituições ligadas à produção agrícola, com destaque para profissionais de Cooperativas, Secretarias de Agricultura, órgãos de Assistência Técnica e Extensão Rural (oficiais e privados), agentes financeiros, revendedores de insumos e produtores rurais. (Conab)

INFRAESTRUTURA I: Exportação do complexo soja registra alta no Porto de Paranaguá

infraestrutura I 11 09 2013As exportações de soja em grãos, farelo de soja e óleo de soja somaram 10 milhões de toneladas até o mês de agosto, no Porto de Paranaguá. O volume é levemente superior ao registrado no mesmo período do ano passado – quando foram exportadas 9,5 milhões de toneladas do complexo soja – e demonstra a recuperação das exportações da commodity, que vinha apresentando queda desde o início do ano.

Atraso - A supersafra do milho, que acabou se sobrepondo à soja, atrasou os embarques. No entanto, a expectativa é que a partir de agora as exportações da soja ganhem mais força. “Como os produtos não se misturam, tivemos que dar vazão ao milho que recebemos em grande quantidade para depois abrir lugar para a soja. Sem contar as chuvas, que desde o início do ano já somaram mais de 90 dias de paralisações. Agora, com o tempo mais seco, nossa intenção é conseguir escoar os produtos com grande agilidade porque uma nova safra de milho já está sendo colhida e precisa ser escoada”, explica o superintendente dos portos de Paranaguá e Antonina, Luiz Henrique Dividino.

Total movimentado - Considerando todas as mercadorias, até o mês de agosto os portos paranaenses movimentaram 30,8 milhões de toneladas de produtos. O volume é 4% superior ao registrado no ano passado. Entre os destaques está a exportação de milho, que atingiu 2,7 milhões de toneladas até agosto, com alta de 30% em relação a 2012. A soja somou até agora 6,2 milhões de toneladas exportadas (com alta de 2% em relação ao mesmo período do ano passado) e o farelo de soja somou 3,5 milhões de toneladas, com alta também de 2%.

Fertilizantes - Entre os produtos importados, o fertilizante é o destaque, tendo somado 6,4 milhões de toneladas movimentadas até agosto, com alta de 12% em relação a 2012. No total das importações, foram quase 11,2 milhões de toneladas este ano. O volume é 11% maior que o registrado no ano passado.

Caminhões - De janeiro a agosto, passaram pelo Pátio de Triagem do Porto de Paranaguá quase 265 mil caminhões, sem registro de filas. No ano passado, no mesmo período, foram 254 mil veículos. (Assessoria de Imprensa da Appa)

 

INFRAESTRUTURA II: Governo prevê deságio de até 40% em rodovias

O governo espera obter um deságio de até 30% a 40% nas tarifas máximas de pedágio das duas rodovias que serão leiloadas na próxima quarta-feira. A expectativa no Palácio do Planalto é de uma disputa intensa pelos dois lotes que inauguram o programa de concessões de infraestrutura da presidente Dilma Rousseff: a BR-262 (MG-ES) e a BR-050 (GO-MG). Para auxiliares da presidente, pelo menos quatro consórcios devem entrar com apetite na concorrência por cada um dos trechos. A aposta oficial é que não haja competição que envolva apenas as gigantes do setor - como CCR, Ecorodovias e Odebrecht TransPort -, mas também empresas de médio porte, atuando em grupos. Até sexta-feira passada, 32 companhias haviam requerido certidão negativa de débito, documento necessário para participar da licitação.

Investimento menor - Dos nove lotes de rodovias que serão repassados à iniciativa privada, somando 7,5 mil quilômetros, a BR-262 e a BR-050 são as duas estradas que exigem menor nível de investimento. Por isso, em tese, são mais viáveis para investidores de médio porte. Pesa ainda o fato de que parte dos "gigantes" pode adotar uma atitude mais cautelosa e se "resguardar" para os leilões dos próximos meses, inclusive em outros segmentos, como o de aeroportos.

Expectativa - No governo, existe a expectativa de participação de companhias que têm enfrentado dificuldades em casa, como as espanholas. Isolux, Acciona e Arteris (atual dona dos ativos que pertenciam à OHL) detêm concessões rodoviárias no Brasil e se posicionam, na avaliação oficial, como potenciais concorrentes.

Competição - Em Brasília, a competição acirrada no leilão da próxima quarta-feira é vista como fundamental para derrubar as tarifas-teto de pedágio, fixadas em R$ 11,26 (BR-262) e em R$ 7,87 (BR-050) a cada cem quilômetros. Vence quem oferecer o menor lance (o maior deságio sobre a tarifa máxima). Com a necessidade de duplicar todas as rodovias em um prazo de cinco anos, exigência que é um dos pilares do plano lançado por Dilma em agosto do ano passado, o alto investimento exigido das futuras concessionárias fez saltar a tarifa-teto dos leilões. Por isso, tornou-se ainda mais importante fortalecer a concorrência e criar um ambiente que permita reduzir o pedágio.

Taxa de retorno - A taxa de retorno das concessões de rodovias, inicialmente fixada em 5,5% ao ano, foi elevada para 7,2% após reclamações do setor privado. O governo destaca, no entanto, que a rentabilidade para o capital próprio investido nos projetos pode superar 15% ao ano, porque boa parte dos recursos aplicados virá de empréstimos a taxas módicas oferecidos pelo BNDES.

Disputa - No único leilão de rodovias feito até agora pelo governo Dilma, o da BR-101 no Espírito Santo, um consórcio liderado pela Ecorodovias venceu a disputa com deságio de 45,6% sobre o lance inicial. A licitação do trecho ocorreu em janeiro de 2012.

Equação - Para fontes de um dos consórcios, a vitória na próxima semana será de quem mais conseguir encolher os gastos com duplicação, por tratar-se de um investimento concentrado nos cinco primeiros anos de contrato. Esse é considerado o principal fator da equação. (Valor Econômico)

COMÉRCIO: Cepal prevê estabilidade para exportação brasileira em 2013

As exportações brasileiras devem ficar estáveis neste ano em relação ao ano passado, mas as importações aumentam, segundo projeções divulgadas nesta terça-feira (10/09) pela Comissão Econômica para América Latina e o Caribe (Cepal) no relatório "Panorama da Inserção Internacional da América Latina e do Caribe 2013".

Semelhante - O comportamento do comércio exterior brasileiro, de acordo com o documento, é parecido com o da América Latina e Caribe. A região, afirma a Cepal, deve ter pequena expansão de 1,5% nas exportações de 2012 para 2013, semelhante ao aumento de 1,4% registrado de 2011 para 2012. As importações regionais devem crescer 4,5% de 2012 para 2013 - a alta foi de 3% no período anterior.

Recuo - Segundo o relatório, o Brasil deve fechar 2013 com recuo de 0,1% nas exportações, praticamente o mesmo volume exportado em 2012 -US$ 242,6 bilhões. Essa tendência de estabilidade difere do registrado entre 2011 e 2012, quando houve queda de 5,3% nas exportações (US$ 256 bilhões para US$ 242,6 bilhões).

Importações - Sobre as importações, o estudo afirma que o Brasil registrará alta de 4,6% com relação ao ano passado. Entre 2011 e 2012, houve recuo de 1,4% nas importações brasileiras (de US$ 226,2 bilhões para US$ 223,15 bilhões). Quando considerados apenas os países da América Latina, a alta nas exportações deve ser de 2%, diz o relatório. E a alta das importações, 3,7%.

Apresentação - Durante a apresentação do documento, em Santiago, no Chile, a secretária-executiva da Cepal, Alicia Bárcena, disse, em teleconferência, que os países da América Latina e do Caribe precisam atuar de forma mais integrada no comércio exterior.

Negociações - As negociações de tratados de livre comércio entre as grandes economias, disse Alicia, tornam mais urgente a necessidade dos mercados latino-americanos serem mais integrados. Segundo ela, Brasil, México e Trinidad e Tobago "deveriam ter uma clara visão sobre para onde querem ir na integração regional" e que as negociações do Brasil com a União Europeia poderiam ajudar no processo, porque muitos países latinos estão fora dos tratados. (Valor Econômico)

OMC: Brasil quer avanço na área agrícola para acordo de liberalização comercial

omc 11 09 2013Um acordo para desbloquear as negociações para liberalização do comércio internacional, durante a conferência ministerial de Bali (Indonésia) em dezembro, precisa apresentar algum avanço na parte agrícola, na avaliação do governo brasileiro. O recado foi dado pelo ministro das Relações Exteriores, Luiz Figueiredo, ao discursar nesta terça-feira (10/09) na Organização Mundial de Comércio (OMC).

Desenvolvimento - "Não devemos esquecer que Doha é sobre desenvolvimento, e desenvolvimento é inextricavelmente ligado a progressos na área agrícola', disse o ministro, diante de representantes de 159 países. A manifestação brasileira é claramente dirigida aos países desenvolvidos, que estão colocando ênfase em medidas para facilitação de comércio, ou seja, redução de burocracia nas alfândegas, resistindo a compromissos na área agrícola.

Mensagem - Além do discurso, Figueiredo leu mensagem de Dilma Rousseff, dirigida ao novo diretor-geral da OMC, o embaixador brasileiro Roberto Azevêdo. "O desafio de colocar as negociações de volta e revigorar a OMC é importante. Você pode contar com o forte comprometimento do Brasil para a OMC e para o multilateralismo como instrumento essencial para promover prosperidade e desenvolvimento para todas as nações', afirmou a presidente na mensagem.

Reforço - Para Dilma, a OMC deve dar um novo e vigoroso reforço ao comércio mundial nos próximos, para permitir que a economia global entre "num novo período de crescimento com justiça social". O diretor-geral da entidade elogiou a mensagem da presidente. "Eu detecto o compromisso do Brasil com o sistema multilateral e as negociações globais. E isso é muito importante, vindo de um comprometimento explicito", afirmou.

Alerta - Azevêdo aproveitou para fazer um alerta aos países-membros para o fato de que "o mundo não vai esperar pela OMC indefinidamente". O diretor-geral colocou pressão sobre os negociadores, dizendo que os países devem estar comprometidos com um pacote de liberalização antes mesmo de pegar o avião em direção a Bali. "Flexibilidade deve ser chave nas negociações", disse Azevêdo. Lembrou que vários países já começaram a olhar em direção a outras soluções, não multilaterais, em referência a tentativas de acordos regionais e bilaterais. "Isso não é do interesse de todos nós aqui, e não é do interesse do mundo."

Crescimento - Segundo Azevêdo, o comércio mundial deve crescer apenas 2,5% neste ano, em vez dos 3,3% estimados em abril, por causa principalmente da persistente fragilidade da União Europeia (UE). O Valor PRO revelou a nova estimativa sexta-feira. Para Azevêdo, os economistas esperavam melhora nas exportações no segundo trimestre na UE, o que não ocorreu. No terceiro trimestre, a expectativa é de melhora, mas não a ponto de evitar a revisão feita. (Valor Econômico)

 

FAO: Desperdício de alimentos causa prejuízos anuais de US$ 750 bi

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) advertiu nesta quarta-feira (11/09), em estudo publicado em Roma (Itália), que os desperdícios com alimentos no mundo podem causar cerca de US$ 750 bilhões anuais de prejuízos. Pelo relatório, 1,3 bilhão de toneladas de alimentos desperdiçadas por ano provocam estragos no solo e no meio ambiente. O estudo alerta que o mau uso do lixo alimentar gera prejuízos também à qualidade de vida. O diretor-geral da FAO, José Graziano da Silva, disse que medidas preventivas devem ser adotadas por todos – agricultores, pescadores, processadores de alimentos, supermercados, os governos locais e nacionais, assim como os consumidores. “Temos que fazer mudanças em todos os elos da cadeia alimentar humana para impedir que ocorra o desperdício de alimentos, em seguida temos de promover a reutilização e reciclagem”, disse.

Práticas inadequadas - Graziano lembrou que há situações que dificultam o desperdício de alimentos devido às “práticas inadequadas” na produção. Ele ressaltou que a FAO criou um manual que mostra medidas adotadas por governos nacionais e locais, agricultores, empresas e consumidores para resolver o problema.

Sustentabilidade - O diretor executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), Achim Steiner, ressaltou que o ideal é buscar o caminho da sustentabilidade, ao qual devem aderir todos os que participam da cadeia alimentar – do produtor ao consumidor.

Fase inicial - Pelo relatório, 54% dos resíduos dos alimentos no mundo ocorrem na fase inicial da produção – na manipulação, após a colheita e na armazenagem. Os restantes 46% de prejuízos ocorrem nas etapas de processamento, distribuição e consumo de alimentos. Os produtos que se perdem ao longo do processo variam em cada região.

Ásia - Na Ásia, o problema são as perdas envolvendo os cereais, em particular, o arroz. O prejuízo com carne é menor, segundo os dados. Porém, os resíduos de frutas contribuem significativamente para o desperdício de água no Continente Asiático, assim como na Europa e na América Latina.

Pós colheita - Nos países em desenvolvimento, os maiores prejuízos ocorrem na fase após a colheita. A FAO recomenda que seja feito um esforço coletivo para orientar as colheitas e equilibrar a produção com a demanda. Também faz sugestões sobre a reutilização e recuperação de alimentos. Uma síntese do estudo, publicado nesta quarta, está na página da FAO. (Agência Brasil)

ECONOMIA: Inadimplência cresce e consumo cai pela primeira vez em 20 meses

economia 11 09 2013A inadimplência do consumidor no comércio cresceu 0,72% em agosto, na comparação com o mesmo mês do ano passado. É o primeiro aumento após quatro meses de queda. Em relação a julho deste ano, houve alta de 1,34% no calote. As vendas a prazo tiveram retração de 0,62% frente a agosto de 2012, o primeiro recuo registrado em 20 meses. Na comparação com julho, subiram 0,80%.

Dados - Os dados foram divulgados nesta terça-feira (10/09) pela Câmara Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL),que coordena o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). De acordo com o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Jr., o endividamento está contribuindo para o consumidor colocar o pé no freio. Pellizzaro informou que a entidade voltou a revisar a estimativa de crescimento das vendas do varejo para 2013. A previsão inicial, de 6%, foi ajustada para 4,5% há dois meses e agora está em 4%. Para a CNDL, a inadimplência terá novas altas nos próximos meses e só apresentará recuo próximo às festas de final de ano.

Menos crédito - “Os indicadores estão confirmando o que vínhamos observando desde o início do ano e agora se concretiza. Nosso indicador mede a venda com utilização do crédito. O crédito, como fomentador, vem perdendo força. É muito fruto do comprometimento do orçamento”, disse Pellizzaro. Segundo ele, o cenário não é considerado de todo ruim. “[O cuidado do consumidor em não fazer novas dívidas] vai permitir que, no futuro, a sustentação do crescimento seja em base firme." Para ele, haveria problema se a liberação de crédito fosse feita de forma pouco criteriosa.

Preocupações - A CNDL preocupa-se, no entanto, com o desempenho de fatores como juros, renda e emprego. De acordo com Pellizzaro, além do receio do consumidor em contrair mais débitos, a elevação pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central da taxa básica de juros, a Selic, em 0,5 ponto percentual, para 9%, é outro fator que restringirá as compras a crédito. “Tudo está indicando que [a elevação dos juros] vai continuar. Deve impactar o fim do ano”, avaliou.

Aumento modesto - Para Roque Pellizzaro, o aumento do salário mínimo, que no próximo ano deve ficar em R$ 722,90, foi modesto. A CNDL acompanha com atenção, ainda, os resultados do Cadastro Geral de Empregados e e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. “A coluna emprego é pilar  para manutenção de vendas. Se o Caged vier mais uma vez ruim, mostrará uma tendência”, opinou Pellizzaro. (Agência Brasil)

 


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