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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3182 | 18 de Setembro de 2013

CAPACITAÇÃO: Fórum dos diretores executivos será realizado em parceria com o TJ

capacitacao 18 09 2013O Sistema Ocepar promove, nos dias 26 e 27 de setembro, em Curitiba, o Fórum dos diretores executivos das cooperativas paranaenses – evento especial que será realizado em conjunto com o Tribunal de Justiça do Paraná, como parte das atividades do Programa Internacional de Formação de Executivos e Líderes Cooperativistas. O primeiro dia do evento acontece na sede do Tribunal e é exclusivo para os participantes da quarta turma da formação internacional.

Escola de Magistratura - No segundo dia, as atividades acontecem na Escola de Magistratura do Paraná, das 9h às 13h, com a presença dos integrantes das quatro turmas do Programa Internacional de Formação de Executivos e Líderes Cooperativistas. O desembargador Carvilio da Silveira Filho ministra a primeira palestra, com o tema “Poder judiciário brasileiro – sua estrutura”. Haverá ainda a explanação do desembargador Jurandyr Souza Júnior sobre atos cooperativos, com enfoque para o enfrentamento pelo poder judiciário.

Mestrado - Já o pró-reitor acadêmico da PUCPR, professor Eduardo Damião da Silva, tratará de estratégias corporativas e fornecerá informações sobre o mestrado profissional em cooperativismo que a entidade vai iniciar no ano que vem, em parceria com o Sistema Ocepar.

Importância - “Esse fórum é de extrema importância pois deve promover a integração dos executivos das cooperativas com o poder judiciário. Também é uma oportunidade de conhecer detalhes sobre o primeiro mestrado de cooperativismo promovido pela PUCPR com o nosso apoio”, ressalta o superintende do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken. 

 

SICREDI PARQUE DAS ARAUCÁRIAS: Ativos já superam valor projetado para o ano, diz presidente da cooperativa

Faltando três meses para encerrar o ano, a Sicredi Parque das Araucárias PR/SC contabiliza R$ 266 milhões em ativos, o que representa crescimento de 26% em relação ao ano passado e já supera o valor inicialmente projetado para 2013 no planejamento estratégico da cooperativa, que era de R$ 260 milhões. Até o momento também houve o incremento de cinco mil novos cooperados, totalizando 32 mil associados.  “Tivemos ainda aumento considerável na linha de crédito e o nosso novo desafio é crescer na área de investimento voltado à melhoria da infraestrutura das propriedades rurais, para que o nosso agricultor associado possa adquirir máquinas e implementos”, afirmou o presidente da cooperativa de crédito, Clemente Renosto, na tarde desta terça-feira (17/09), durante visita ao Sistema Ocepar, em Curitiba. Ainda de acordo com ele, o agronegócio é o principal setor atendido pela Sicredi Parque das Araucárias. E, para 2014, a novidade é que será implantada uma mudança de governança, com três diretores fazendo parte do Conselho Administrativo, no lugar do superintendente: um executivo, um de negócios e outro de operações. “Nesse caso, eles podem ser responsabilizados pelos atos praticados, diferentemente do que ocorre hoje com o superintendente”, explicou.

Diferenciais – Renosto avalia que o bom desempenho da Sicredi Parque das Araucárias se deve às particularidades proporcionadas pelo cooperativismo em relação a outros agentes financeiros. “O nosso grande diferencial é o ser cooperativa. Nós estamos presentes, não só no momento de apoiar o negócio do associado, como também fazemos parte da comunidade. Quer dizer, através de uma participação efetiva junto à sociedade, temos obtido essa credibilidade. Outro fator primordial é o investimento feito na preparação do nosso quadro de colaboradores, proporcionando a eles novos conhecimentos para que possam estar cada vez mais bem preparados e poder prestar um bom atendimento ao nosso associado”, ressaltou.

Área de atuação – A Sicredi Parque das Araucárias PR/SC tem sua sede administrativa em Pato Branco, no Sudoeste do Estado, e 20 unidades de atendimento. No Paraná, atua ainda nos municípios de Mariópolis, Vitorino, Coronel Vivida, Mangueirinha, Honório Serpa, Domingos Soares, Palmas e Clevelândia. Há cerca de 15 anos, também presta atendimento em Santa Catarina e atualmente está presente em Videira, Caçador, Friburgo, Treze Tílias, Quilombo, Ouro Verde, São Domingo, Abelardo Luz e Galvão. A cooperativa possui 212 colaboradores.

Formação Internacional – Clemente Renosto integra a quarta turma do Programa Internacional de Formação de Executivos e Líderes Cooperativistas, promovido pelo Sistema Ocepar em parceria com o Sebrae. Por meio dessa iniciativa, o presidente da Sicredi Parque das Araucárias PR/SC viajou para a Argentina, Itália, Alemanha, Canadá e Estados Unidos. “É uma experiência muito positiva porque abre novos horizontes, possibilitando o conhecimento sobre os demais modelos de cooperativas existentes em outras partes do mundo. Estamos tendo a oportunidade de fazer parte de um grupo fantástico, que mescla representantes do ramo crédito, do agronegócio e profissionais que atuam com prestação de serviços. Isso tem propiciado uma ampliação de horizontes. Há uma troca de conhecimentos entre nós, dentro do contexto do cenário mundial. Estamos conhecendo sistemas adotados por outros países, conferindo o que está sendo colocado em prática e, aos poucos, adequando aquilo que é possível à nossa realidade, principalmente no campo da gestão e da governança, proporcionando ganhos a nossa cooperativa”, completou. 

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INSTITUTO SICOOB: Terceira turma de voluntários é capacitada em Foz do Iguaçu

O Instituto Sicoob Paraná realizou, no último dia 13 de setembro, em Foz do Iguaçu, a capacitação da terceira turma de voluntários de 2013, com 13 participantes. As ações promovidas pela entidade são realizadas voluntariamente por colaboradores e associados, que se mobilizam para por em prática o 7º princípio cooperativista – Interesse pela comunidade.

Palestras - Entre essas atividades estão as palestras “Educação Cooperativista” e “Educação Financeira” e, para que os voluntários tenham mais subsídios, os instrutores – também voluntários – apresentaram conceitos, história, princípios e valores do cooperativismo, além de noções de sistema financeiro e orientações para educação financeira.

Cooperativismo - A capacitação da terceira turma de voluntários começou com a apresentação analista de RH, Vera Regina de Paula e Silva, que falou sobre os reflexos do cooperativismo nas comunidades onde está presente. Além de contextualizar historicamente o cooperativismo no mundo, no Brasil e, principalmente, no Paraná, a palestrante demonstrou com dados estatísticos a força e representatividade do setor.

Educação financeira - O consultor Tiago Luz Boeira discorreu sobre conceitos e princípios básicos de uma educação financeira – a importância da consciência financeira para as pessoas e como ensiná-las desde a infância e com reforço na vida adulta. Para uma população financeiramente saudável são necessárias práticas simples, como poupar e consumir com planejamento, afirma Tiago. (Com informações do Sicoob PR)

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UNIMED PARANÁ: Entre as finalistas do Prêmio Alberto Urquiza Wanderley de Comunicação

unimed 18 09 2013A Unimed Paraná é finalista no 9º Prêmio Alberto Urquiza Wanderley de Comunicação da Unimed do Brasil. Após a inscrição dos trabalhos, foram divulgados os primeiros resultados, quando a Federação conquistou a posição de finalista nas categorias Jornal Mural, com o trabalho TV U – O Mural Eletrônico da Unimed e Publicação Especial, com o Manual de Atendimento ao cliente.

Vencedores - Os vencedores do 9º Prêmio Alberto Urquiza Wanderley de Comunicação serão conhecidos durante a 43º Convenção Nacional Unimed, que está sendo realizada nesta semana em Belo Horizonte. As Unimeds vencedoras terão seus trabalhos premiados disponibilizados na Agência Nacional de Notícias, na íntegra, para consulta.

Entre as maiores - Outra novidade é que a Unimed Paraná consta neste ano, novamente entre as 500 maiores empresas da região sul, segundo a Revista Amanhã. (Imprensa Unimed Paraná)

 

UNIODONTO CURITIBA: Dentistas participam de primeiro treinamento “Hands On”

No dia 13 de setembro, a Uniodonto Curitiba realizou, no Centro de Atendimento ao Dentista – CAD, a 1ª edição dos treinamentos Hands On – um novo projeto de capacitação para os profissionais dentistas cooperados, cuja proposta é “aprender fazendo”. O objetivo é realizá-los mensalmente, em parceria com os fornecedores da Dental Uni Pro, loja de suplementos odontológicos da Uniodonto Curitiba. O primeiro treinamento teve como parceira a FGM, que trouxe para versar sobre reconstrução de dentes com pinos estéticos e resina direta, os professores Fabiano Araújo e Yasmine Mendes. (Imprensa Uniodonto Curitiba)

 

uniodonto curitiba 18 09 2013

 

LAR: Colaboradores participam de campeonato entre áreas técnicas e de apoio

lar 18 09 2013A arte do futebol foi o elo, pelo segundo ano consecutivo, do torneio entre as áreas técnicas da Cooperativa Lar, o 2º Campeonato Inter técnica, reunindo também profissionais dos setores de apoio, como fornecimento, balança e recepção. “O motivo é realmente interagir, sair do ambiente puro de trabalho, conhecer quem está nas demais Unidades e promover a amizade”, disse um dos patrocinadores da competição, Cesar Jardim, da Bayer.

Final - Após sete rodadas com a participação de 98 atletas, no dia 12 de setembro, foram realizadas as finais, definindo os quatro primeiros colocados. Decidindo o 3º lugar, disputaram São Miguel do Iguaçu e Itaipulândia, cabendo a vitória para São Miguel do Iguaçu pelo placar de 3 a 1. Decidindo a competição, se enfrentaram Medianeira e Céu Azul, com vitória de Medianeira por 5 a 2.

Importância - Em nome dos atletas, Odacir Oro, da área técnica de Medianeira, ressaltou a importância de eventos assim, para que haja maior interatividade entre os profissionais da cooperativa. Ele lembrou que o título foi conquistado em equipe e que cada um desempenhou seu papel com responsabilidade. “O empenho e a responsabilidade no futebol, na empresa e na vida, nos levam ao triunfo. Todos somos responsáveis, e contribuímos com o nosso empenho”, finalizou. (Imprensa Lar)

Classificação Final

Campeão: Medianeira

Vice-Campeão: Céu Azul

3º Lugar: São Miguel do Iguaçu

4º Lugar: Itaipulândia

Destaques

Troféu disciplina: Missal

Artilheiro: Marcelo – São Miguel do Iguaçu

Goleiro menos vazado: São Miguel do Iguaçu

Torcedor destaque: Cleitinho / Céu Azul

 

ATO COOPERATIVO: Cooperativismo está a poucos passos para ter regulamentação definitiva

ato cooperativo 18 09 2013A regulamentação do Ato Cooperativo teve mais um importante passo em Brasília. Em reunião na Casa Civil, nesta terça-feira (17/09), foi apresentada a proposta do Governo para o setor. Já estão claros pontos como a destinação da lei, a definição do Ato Cooperativo em si e o adequado tratamento tributário. “A intenção do governo é incentivar o cooperativismo”, afirma o primeiro-vice-presidente da Câmara, Deputado Federal André Vargas (PT-PR). O parlamentar que foi relator do tema na Comissão de Fiscalização Financeira procura o consenso entre o setor e o Governo. “Agora na vice-presidência da Câmara coloquei minha assessoria para colaborar na construção do texto”, afirma. Vargas participou da reunião na Casa Civil ao lado do secretário-executivo Gilson Bittencourt, com membros dos diversos órgãos do governo envolvidos no tema. Em outras ocasiões, a própria ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, se comprometeu a colaborar na solução que regulamente de uma vez por todas o cooperativismo.

Reuniões - Ainda nesta semana, serão realizadas reuniões entre a Receita Federal, Secretaria de Relações Institucionais, Casa Civil e o setor. A divergência maior está na questão das cooperativas de médicos. Para solucionar o impasse, o corpo técnico dos envolvidos estará reunido na quarta-feira (18/09) para construírem o texto de consenso, sobretudo no que diz respeito às cooperativas médicas, que será apresentado aos parlamentares noutra reunião na próxima semana. Alcançado o acordo, "vamos agilizar a votação do projeto, por ser fundamental para o País", diz Vargas. (Assessoria de Imprensa do deputado André Vargas)

 

COMÉRCIO EXTERIOR I: EUA já é terceiro maior comprador de milho do Brasil

De um inexpressivo mercado ao terceiro mais importante comprador de milho brasileiro. A mudança de cenário vem sendo protagonizada pelos Estados Unidos em menos de três anos. Enquanto em 2011 os norte-americanos adquiriram US$ 35,6 mil ou 6,7 toneladas do cereal produzido no Brasil, as compras saltaram para US$ 284,37 milhões ou 982,85 mil toneladas apenas entre janeiro e agosto deste ano. As informações são da Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SRI/Mapa).

Ano passado - No ano passado, o país norte-americano já havia comprado um volume recorde de milho do Brasil: US$192,1 ou 726,8 mil toneladas. O panorama deve-se a uma das piores secas dos últimos 50 anos que afetou a produção dos EUA e levou à quebra da safra de milho na temporada 2012/13. A colheita prevista era de 375,7 milhões de toneladas, mas teve resultado consolidado de 272,4 milhões de toneladas, de acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês). O fator pesou no mercado internacional e favoreceu outros países exportadores do produto, como o Brasil.

Nova mudança - No entanto, com a provável recuperação da produção norte-americana nas próximas safras, esse quadro deve mudar novamente. “Apesar da estiagem que afetou o meio oeste norte-americano em agosto deste ano, a safra daquele país voltará para o nível fantástico de produção de milho. Portanto, o volume exportado pelos EUA retornará ao patamar que os colocam como primeiro exportador mundial, já descontada a parcela que se destina à produção de etanol. Por outro lado, o Brasil firmou-se como o segundo maior exportador, ultrapassando a Argentina em 2012. Este ano deveremos ter outro resultado excepcional, vendendo ao exterior aproximadamente 20 milhões de toneladas”, explica o diretor do Departamento de Assuntos Comerciais do Agronegócio do Mapa, Benedito Rosa.

Oito meses - Nos primeiros oito meses de 2013, as exportações de milho brasileiro totalizaram US$ 3,28 bilhões, alta de 104,2% sobre os US$ 1,6 bilhão no mesmo período do ano passado. Os principais compradores, este ano, foram a Coreia do Sul (US$ 573,49 milhões), Japão (US$ 538,5 milhões), EUA, Taiwan (US$ 257,03 milhões) e Egito (US$ 240,94 milhões). (Mapa)

COMÉRCIO EXTERIOR II: Exportações da avicultura alcançam US$ 5,8 bi

As exportações de produtos da avicultura brasileira somaram US$ 5,8 bilhões de janeiro a agosto, 7,4% acima de igual intervalo de 2012, segundo a União Brasileira de Avicultura (Ubabef). Em volume, houve queda de 2,6% na mesma comparação, para 2,68 milhões de toneladas. Os números consideram carnes de frango, peru, pato, marreco e ganso, ovos, ovos férteis e material genético.

Agosto - No mês de agosto, as exportações desses produtos alcançaram 350,6 mil toneladas, 5,1% acima de igual mês de 2012. Em receita, essas vendas geraram US$ 690 milhões, crescimento de 7,3% na comparação com agosto do ano passado. Em nota, o presidente da Ubabef Francisco Turra, afirma que, apesar de o ano não ser de crise - como ocorreu em 2012 por conta de custos elevados de produção -, ainda não se pode dizer que "seja um ano de crescimento". Ele diz que persistem fatores adversos, como os elevados custos industriais, de transporte e de insumos, como o farelo de soja.

Frango - As exportações de frango respondem pela maior parte dos embarques totais da avicultura. As vendas externas somaram 2,56 milhões de toneladas entre janeiro e agosto, 2% abaixo de igual intervalo de 2012. A receita do segmento no período subiu 8,62%, para US$ 5,4 bilhões.

Peru - Outro item importante, a carne de peru ainda sofre os efeitos da crise na Europa. Entre janeiro e agosto, os embarques do produto caíram 4,3% em relação a igual período de 2012, para 107,1 mil toneladas. Também houve queda em receita, de 0,7%, para US$ 307,2 milhões.

Ovos - No segmento de ovos, os embarques tiveram queda expressiva no período. Os volumes somaram 7,8 mil toneladas, recuo de 53,7% sobre o mesmo período de 2012. O Brasil exporta ovos in natura e processados. Receita - A receita com os embarques atingiu US$ 14,4 milhões, recuo de 45,5% na comparação com janeiro a agosto de 2012. O principal destino do produto é o continente africano.

Outras aves - Conforme a Ubabef, as exportações de carnes de outras aves caíram 53,6% de janeiro a agosto deste ano, alcançando 954 toneladas. A receita também teve queda expressiva, de 59%, para US$ 3,4 milhões.

Material genético - No caso das exportações de material genético, os embarques subiram 10,1% na comparação com o mesmo período de 2012, para 734,9 toneladas. Em receita, a alta foi de 27,5%, para US$ 35,5 milhões. Em ovos férteis, os volumes somaram 4,8 mil toneladas, um recuo de 37,4% sobre igual intervalo de 2012. A receita caiu 38,8%, para US$ 47,1 milhões. (Valor Econômico)

COMÉRCIO EXTERIOR III: Embarques de carne bovina crescem 21% em volume até agosto

Apesar das dificuldades para exportar para alguns países, as vendas externas de carne bovina registraram crescimento de 20,57% de janeiro a agosto deste ano, atingindo 944 mil toneladas, segundo dados divulgados nesta terça-feira (17/09) pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec). Com o aumento dos embarques, o faturamento chegou a US$ 4,168 bilhões, avanço de 14,12% sobre o mesmo período de 2012.

Projeção - A Abiec prevê que as exportações de carne bovina superem US$ 6 bilhões este ano. De janeiro a agosto, as vendas externas de carne in natura somaram US$ 3,3 bilhões e volume exportado de 738 mil toneladas. Apesar do embargo da Rússia, o país liderou o ranking de compradores internacionais da carne bovina brasileira em agosto. Ao todo, foram 32 mil toneladas embarcadas, ultrapassando Hong Kong, que atingiu 29 mil toneladas.

Plantas - Das 56 plantas de carne bovina brasileiras cadastradas para exportação com destino à Rússia, 14 estão autorizadas a exportar, 32 estão com restrições temporárias e 4 em controle reforçado. Outras 6 plantas aguardam o resultado de análise laboratorial da amostra colhida. “Nos últimos meses, percebemos forte recuperação da competitividade brasileira com a abertura de novos mercados, a modernização das tecnologias no campo, especialmente na logística de embarque da carne, aumentando, assim, a produtividade. Tudo isso nos leva a crer em fechar o ano com um faturamento superior a US$ 6 bilhões na exportação de carne bovina”, disse, em nota, o presidente da Abiec, Antônio Jorge Camardelli. (Valor Econômico)

INSUMOS: Venda de fertilizantes foi recorde em agosto

Reflexo da boa demanda para o plantio da safra de verão, as entregas de fertilizantes ao produtor rural no Brasil somaram 3,67 milhões de toneladas em agosto, um aumento de 5,6% em relação ao mesmo mês de 2012, segundo a Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda). O resultado de agosto é um recorde histórico para um único mês, de acordo com a entidade. Nos oito primeiros meses de 2013, as vendas de adubos subiram 5,5% na comparação com igual intervalo do ano passado e somaram 18,82 milhões de toneladas.

Nitrogenados - Na divisão pelos principais nutrientes, as entregas de fertilizantes nitrogenados apresentaram evolução de 6,5%, em virtude da aquecida demanda ainda para as safras de inverno e para a cobertura de cana-de-açúcar. Para atender ao plantio de soja e milho na temporada de verão da safra 2013/14, as entregas de adubos fosfatados cresceram 3,2% e a de potássicos, 3%.

Produção - A produção nacional de fertilizantes nos primeiros oito meses do ano recuou 1,2%, para 6,25 milhões de toneladas. Já a importação de fertilizantes intermediários cresceu 10,1% no período, para 13,959 milhões de toneladas. (Valor Econômico)

SOJA: Cai o número de infrações por descumprimento ao vazio sanitário

sanidade vegetal 18 09 2013Neste ano, os produtores paranaenses respeitaram mais a legislação brasileira para dar início à safra de soja. O período do vazio sanitário — que restringe o plantio de soja por 90 dias no Paraná — terminou com queda no número de autuações neste ano, conforme balanço divulgado pela Agência de Defesa Agropecuária do estado (Adapar). O órgão informou nesta terça-feira (17/09) que foram registradas 78 ocorrências entre os dias 15 de junho e 15 de setembro, contra 130 irregularidades em 2012. A prática é adotada desde 2008 e visa evitar a propagação do fungo causador da ferrugem asiática (Phakopsora pachyrhizi).

Área - As 78 ocorrências correspondem a uma área aproximada de 1,3 mil hectares, calcula Maria Celeste Marcondes, da gerência de Sanidade Vegetal da Adapar. “O produtor tem cumprido as normas. Há muitos casos em que ele fez o plantio da soja safrinha e simplesmente não planejou a colheita para antes do dia 15 [de julho, quando o vazio começa]”, explica. Os casos irregulares estão sendo analisados pela Adapar, que vai definir as punições. As multas variam entre R$ 220 a R$ 12 mil.

Estados - O período de vazio sanitário é adotado em outros 11 estados (Tocantins, Maranhão, Bahia, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina). Com o fim do prazo os produtores começam a por em prática o plantio da safra 2013/14, dependendo apenas do cronograma estabelecido pelo zoneamento agroclimático.

Plantio - A Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab) informou nesta terça que o plantio da soja ainda não começou no estado. Já os trabalhos nos campos de milho de verão seguem adiantados. Até o momento, 17% da área a ser ocupada pelo cereal foi plantada, contra 10% registrados nesta mesma época do ano passado. O início da semeadura da soja deve ser confirmada no próximo levantamento de plantio e colheita do órgão, que será divulgado na semana que vem. (Gazeta do Povo)

 

APPA: Serviços pela internet dos portos sofrerão alterações de 20 a 23 de setembro

A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) informa que, em virtude das mudanças que ocorrerão no Data Center da Celepar, entre os dias 20 e 23 de setembro, os sistemas informatizados da Appa funcionarão em modo de contingência. O sistema Carga Online (que faz a liberação de senhas para envio de cargas à Paranaguá) funcionará somente pela Intranet e, para realizar o cadastro antecipado dos caminhões, os usuários deverão se dirigir ao prédio da administração do Pátio de Triagem do Porto de Paranaguá, pois o site da Internet da Appa estará inacessível.

PEV - As emissões de PEV (para acesso de veículos à faixa primária do cais) serão feitas apenas pela Seção de Execução Operacional (Sexeco), em Paranaguá.

Licitação - Empresas que estiverem participando de processos licitatórios e tiverem prazos recursais serão atendidas através do fax (número informado no edital do certame), pois neste período não estarão acessíveis os e-mails e o site Compras Paraná.

Protocolo Geral - O Protocolo Geral estará funcionando e recebendo processos manualmente nas datas mencionadas, tanto para novos protocolos quanto para consultas. A tramitação será atualizada quando o sistema estiver funcionando normalmente.

Informações - Quem tiver dúvidas sobre a situação pode encaminhar e-mail para infoporto@appa.pr.gov.br ou ainda telefonando para (41) 34201198 ou diretamente às comissões de licitação:

CPLC (41) 3420-1371/1127;

Pregão: (41) 3420-1138/1127;

Comissão Especial: (41) 3420-1252.

(Assessoria de Imprensa da Appa)

MERCOSUL: Para reduzir tributação, lista de exceção à tarifa comum será alterada

O governo trabalha numa revisão ampla e detalhada da lista de exceção à tarifa externa comum do Mercosul (Letec) com dois objetivos: reduzir a tributação de insumos, principalmente industriais, e retirar produtos com tributação elevada, passando a usar a lista prioritariamente para reduzir impostos em vez de aumentar a proteção a setores da economia.

Mecanismo permanente - A lista de exceção é um mecanismo permanente do Mercosul. Pelas regras em vigor, cada sócio pode incluir até cem produtos com alíquotas superiores, ou inferiores, ao que é praticado pelo mercado comum. A expectativa é que a nova versão seja concluída apenas no início de 2014, já que a Letec é normalmente revisada em janeiro e julho de cada ano.

Mudança de cenário - A avaliação que vem servindo como guia para a revisão conduzida pela equipe econômica é que a desvalorização cambial mudou o cenário de proteção aos produtos nacionais, que estão mais competitivos. Por isso, a proposta de retirar da lista insumos protegidos por tarifas elevadas.

É também uma forma de reduzir custos para a indústria e, por tabela ter algum ganho marginal na inflação. Além disso, o barateamento de insumos industriais é uma alternativa que o governo enxerga para contornar as limitações fiscais que inviabilizam novas desonerações tributárias.

Bens intermediários - Das 100 vagas disponíveis na Letec, os bens intermediários somam 53 itens, geralmente beneficiados pela redução de tarifa de importação, segundo levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) feito a pedido do Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor.

Outros alvos - Os outros alvos são os bens de consumo e itens que já estão na lista há mais de 15 anos. O governo entende que em muitos desses casos o volume de comércio, ou o tamanho da indústria nacional que recebe proteção, não justificam uma barreira tarifária. Os bens de consumo não duráveis, por exemplo, ocupam 27 vagas na Letec e grande parte dessas alíquotas passa dos 30%.

Impacto - O trabalho que vem sendo feito pelo Ministério da Fazenda procura avaliar o impacto dos produtos da lista de exceção na economia. Já se observou, por exemplo, que a importação de um tipo de cogumelo, alvo de elevação do imposto, não chegou a US$ 300 mil de janeiro a agosto deste ano e foi de US$ 3,2 milhões no caso de pêssego em calda. Já as compras de sulfato de amônio - item da lista com redução tarifária e usado pela indústria - somaram US$ 276,1 milhões.

Bens de capital - A ideia é que a partir dessa revisão, o governo consiga abrir espaço para que sejam incluídos cerca de 15 bens de capital. Esses produtos faziam parte de uma outra lista de proteção tarifária que foi criada como resposta à crise econômica mundial. Trata-se de um mecanismo temporário e que perderá a validade no fim de setembro, conforme anunciou o ministro da Fazenda, Guido Mantega. De acordo com um integrante do governo, aumentos na tributação serão "casos excepcionais".

Insumos - A maioria dos insumos que hoje estão incluídos na lista de exceção do Mercosul é do segmento químico, farmacêutico e plástico, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). "Essa é uma medida de redução de custo de produção", que incentiva o setor manufatureiro nacional, avaliou Fabrizio Panzini, economista da CNI.

Resistência - A equipe econômica sabe que enfrentará resistências a qualquer mudança mais profunda na lista do Mercosul. Inclusive internas - - O Ministério do Desenvolvimento, por exemplo, não é grande entusiasta. Por isso, as conversas estão sendo conduzidas nos bastidores.

Alíquotas - Normalmente, as alíquotas do imposto de importação podem chegar a 20%, pela Tarifa Externa Comum (TEC) do Mercosul. Na Letec há itens com redução de alíquota a zero, assim como bens tributados até 55% com o objetivo de impedir a entrada no país.

Outros meios - Além da Letec, o Mercosul prevê outros mecanismos tarifários. Se empresas brasileiras precisarem de bens de capital, de informática e telecomunicações não produzidos no país, o governo reduz temporariamente o imposto de importação, assim como em caso de desabastecimento. (Valor Econômico)

LEGISLATIVO: Congresso conclui votação de vetos a sete propostas

legislativo 18-09 2013O Congresso votou, nesta terça-feira (17/09), os vetos parciais ou totais da presidente Dilma Rousseff a sete propostas aprovadas pelos parlamentares. O principal deles era o veto total ao Projeto de Lei Complementar 200/12, que acaba com a multa adicional de 10% sobre o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) no caso de demissão sem justa causa. A discussão da proposta dominou o debate entre os parlamentares.

Cédulas - A votação ocorreu por meio de cédulas. Ao todo, foram 95 itens analisados em sete vetos. O deputado ou senador pôde aceitar ou rejeitar todos os itens vetados em uma única proposta. A Medida Provisória 610/13 foi a que teve o maior número de itens vetados (85). Para derrubar um veto são necessários os votos de 257 deputados e 41 senadores, no mínimo, a favor da derrubada. Sem esse mínimo, o veto é mantido. Por ser uma votação em cédulas, a apuração está sendo feita pela Secretaria Especial de Informática do Senado (Prodasen), acompanhada por uma comissão de parlamentares indicados pelos líderes partidários. O resultado será conhecido nesta quarta-feira (18/09).

FGTS - Atualmente, quando uma empresa demite um trabalhador sem justa causa, precisa pagar a ele multa de 40% do seu salário e mais 10% sobre o FGTS que recolheu para o trabalhador no período em que trabalhou para a empresa. Os microempresários e o empregador doméstico não pagam esse adicional, que deve ser direcionado ao fundo.

Justificativa - De acordo com o governo, o fim da cobrança significaria queda de arrecadação de mais R$ 3 bilhões por ano, que são usados para financiar o programa Minha Casa, Minha Vida. Em uma última tentativa de manter o veto, o governo apresentou um projeto de lei complementar (328/13) que vincula a arrecadação dessa multa adicional ao programa Minha Casa, Minha Vida. Se o trabalhador não for beneficiado pelo programa, poderá receber os recursos quando se aposentar, segundo a proposta.

Origem - A multa de 10% foi criada em 2001 para ajudar o fundo a quitar, com os trabalhadores, dívidas reconhecidas pela Justiça relativas aos planos econômicos Verão e Collor I. Outra contribuição criada pela Lei Complementar 110/01 foi paga pelos empregadores durante cinco anos. Ela incidiu à alíquota de 0,5% sobre a folha de pagamentos.

Negociação - Como a dívida global era grande, o governo e as centrais sindicais negociaram, na própria lei complementar, regras para permitir a antecipação do pagamento. Na época, ainda não havia súmula vinculante em decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) e os processos individuais demorariam muito para serem concluídos.

Desconto - Para quem aceitou receber a correção desses planos econômicos, em até três anos, o desconto variou de 8% a 15%, conforme o saldo da conta. O próprio fundo entrou com R$ 27 bilhões para sanar o passivo e o Tesouro Nacional com R$ 6 bilhões.

Passivo reduzido - Segundo justifica o autor do projeto, então senador Renato Casagrande (PSB-ES), o patrimônio líquido do FGTS tinha alcançado, em 2006, R$ 21,1 bilhões, e 40% do ativo total estava aplicado em títulos públicos, com remuneração próxima a 15% pela taxa Selic na época. Em razão do que considerou boa saúde financeira do fundo, ele defendeu o deferimento (lançamento contábil de prejuízos) mais rápido da dívida, cujo prazo inicial era de 15 anos (2016). Apresentado em 2007, o projeto previa o fim da contribuição em 31 de dezembro de 2010. (Agência Câmara)

 

OPINIÃO: A Copagra retoma o crescimento

opiniao 18 09 2013* Jonas Keiti Kondo

 Em 21 de junho de 2011, quando foi convocada uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE), que deliberou pela venda da destilaria de álcool, a Copagra possuía uma necessidade de caixa daquela data até o final do ano da ordem de R$ 129 milhões (sendo boa parte de financiamentos bancários e outra com fornecedores), com encargos financeiros anuais em torno de R$ 16 milhões, conforme demonstrativo apresentado pelo gerente financeiro da época. Sabia-se que a continuar aquele estado de coisas e ação, com prejuízos constantes em vários setores, a cooperativa fatalmente se tornaria insolvente.

É do conhecimento de todos, no entanto, que graças à ação pronta dos cooperados que confiaram na melhor solução (votaram pela venda da destilaria) neste ano a Copagra conseguiu realizar o saneamento financeiro, quitando todas as dívidas então pendentes.

Não foi a primeira vez que a Copagra vendeu, desfez ou desativou uma parte de seus ativos. Ela já teve (informações de funcionários, cooperados e diretores mais antigos), máquinas de beneficiamento (descaroçamento) de algodão em Glória de Dourados, Naviraí e Querência do Norte; unidades de vendas de insumos e recepção de algodão em Naviraí, Culturama, Vicentina (continha também silos para recepção de grãos), Deodápolis, Glória de Dourados, Taquarussú, Batayporã e Primavera; posto de recebimento de leite em Guairaçá (onde inclusive foi construído também um prédio) por pouco tempo; fazendas em Paragominas e Iguatemi (próximo Naviraí), bem como outros bens imóveis e ações, tais como a da indústria de sucos em Paranavaí, da PASA (parte das ações foram vendidas antes) e da CPA (parte das ações também haviam sido vendidas). Também possuiu tecelagem na unidade de Nova Londrina; supermercado em Nova Londrina; e máquina de beneficiamento de café em Nova Londrina, Loanda, Santa Isabel do Ivaí e Marilena; laticínio em Nova Londrina, etc.

De março de 2011 até esta data, várias ações foram tomadas no sentido de reduzir as despesas dentro da Cooperativa, que tanto assombravam os cooperados. Obtendo ajuda da Ocepar, concluiu-se uma grande reestruturação administrativa e financeira, visando redução de custos e despesas.

Adequou-se a sede administrativa com integração das equipes, criando-se um clima favorável de interação entre os colaboradores e melhor atenção aos cooperados, disponibilizando um prédio inteiro (do RH), que está sendo alegado pelo município de Nova Londrina.

Estamos investindo maciçamente em pessoas, com realização de cursos, palestras, dias de campo, com apoio do Sescoop, Senar, fornecedores, porque sabemos que o nosso maior capital é o capital humano. O Dia de Campo da mandioca, por exemplo, hoje é considerado pelas autoridades do setor, como "o maior evento do Brasil nessa modalidade".

Com a centralização do setor de compras, todas as aquisições na cooperativa vêm precedidas de cotações de preços, com vistas à qualidade e ao valor.

Houve diminuição significativa de valores dos serviços de telefonia fixa, celulares, internet, tarifas e consultas bancárias, com novos modelos de trabalho e de operadoras.

E também houve economia expressiva na folha de pagamentos com a saída de alguns funcionários e substituição das empresas terceirizadas por outras com valores significativamente menores, cotados pelos setores competentes.

Os impostos em atraso foram parcelados e pagos.

As lavouras de cana vendidas para a ETH em 2010 foram entregues em 2011, e as pendentes de 2012 também foram objetos de acordo junto ao grupo Melhoramentos.

Foram renovadas as frotas de maquinários, tratores e adquiridos implementos, bem veículos de passeio, de serviços (assistência técnica) e caminhões, para poder atender melhor os anseios dos cooperados.

No período ainda foi comprado o posto de combustíveis em Querência do Norte, que foi totalmente reformado, para amoldar ao padrão de qualidade e exigência dos cooperados.

Neste ano iniciaram-se as reformas, adequações às normas legais e modernização de todas as unidades de auto postos (não observavam as prescrições), com substituição de tanques e bombas antigos por modernos, melhoria dos sanitários e das estruturas das lojas de conveniência, tudo visando atendimento de alto nível. Os cooperados contam com preço diferenciado no óleo diesel. Os postos passarão agora a contar com Diesel S-10, Gasolina Aditivada, fraldário, layout moderno, novas lojas de conveniência. Os investimentos somarão, ao final de todas as obras em auto postos, aproximadamente R$ 2.000.000,00.

Do mesmo jeito as unidades de atendimento de vendas de insumos serão modernizadas e adaptadas para atender às normas legais e buscar qualidade para os nossos cooperados. Em Santa Cruz de Monte Castelo já foi reestruturada e modernizada investindo-se aproximadamente 70 mil reais.

Na unidade de Terra Rica, foi construído um grande depósito com 800 m², dispensando as despesas com aluguel de barracão, transporte e logística, com 300 mil reais de gastos, e ampliando a loja, sem custos orça-dos em 150 mil reais.

Em Querência do Norte, foi dobrada a capacidade de recepção e armazenagem de grãos, com a construção de mais 3 silos, com estrutura de recebimento, secador e moega, que estarão prontos em breve. Investimento de quase R$ 3 milhões de reais.

Outrossim, será investido nessa unidade na compra de terreno e construção de barracões (está faltando estrutura de armazenagem), para evitar despesas com alugueres, fretes e montadores.

Modernizou-se a fecularia, substituindo-se todos os maquinários por outros modernos, dando maior rentabilidade tanto ao produtor quanto à cooperativa, estando tudo projetado e contratado para mudar todo o sistema de recepção, para que o produtor receba o preço justo e a Copagra pague somente pelo produto entregue (deixando de comprar terra, em razão da ausência de aparelho confiável para quantificar as impurezas); bem como da forma de descarregamento de produto (será implantado o tombador hidráulico), para permitir a entrega com caminhões caçamba. Ainda foi remodelada a estrutura, com conjuntos sanitários, refeitórios e local para descanso de motorista, e adquirido balança nova para pesagem.

A nova fecularia produz hoje fécula de excelente qualidade e textura sendo elogiada pelos clientes e até pelos próprios concorrentes.

E a fecularia não somente produz fécula, mas também polvilho doce e azedo para o atacado e fécula de 1 kg para o mercado varejista; tapioca e goma (experimentos já realizados) estarão em breve à disposição do público consumidor.

Os investimentos chegaram a quase R$ 2 milhões de reais até o momento. Pretende-se dobrar a capacidade de recebimento com investimento nessa segunda etapa na ordem de 2,5 milhões de reais.

A indústria do arroz, com estrutura arcaica foi substituída por equipamentos modernos, passando da venda de 700 fardos/mês para 14.000 fardos/mês, com pretensões de se atingir 32.000 fardos/mês, estando a Copagra hoje atuando em 500 pontos de venda no país. Investimento de 850 mil reais.

O sistema CIGAM, substituindo-se o antigo Cooperate, a ser implantado até o ano de 2014 trará significativa economia e grande agilidade no processamento de dados e emissão de notas fiscais aos cooperados.

Atualmente, todos os investimentos na cooperativa são precedidos de planejamento adequado, estudos de viabilidade econômica e financeira.

Os prefeitos dos municípios de Rosana-SP (Primavera) e Ivinhema – MS visitaram (comitiva formada por autoridades e produtores) a Copagra, demonstrando grande interesse em nossa Cooperativa; a prefeita de Rosana pediu o restabelecimento da unidade de Primavera e o prefeito de Ivinhema pediu a criação de uma unidade naquela cidade. Esses pedidos estão sendo analisados.

O saneamento financeiro trouxe como grande diferencial, não só a economia dos gastos com encargos financeiros, mas também preços mais competitivos a ofertar ao cooperado, por estar a Copagra comprando melhor por agora ter crédito junto aos fornecedores e instituições financeiras, e atualmente possuir capital de giro.

A possibilidade de compra à vista garante maior rentabilidade ao cooperado e à Cooperativa.

Não se pode olvidar ainda que só o fato de a Copagra possuir uma unidade de atendimento no local baliza e reduz o preço de mercado, sendo um grande diferencial para todos os produtores da região.

O melhor de todas as ações, contudo, não foi só o fato de quitar as dívidas, ou retomar o crescimento, mas o retorno da credibilidade do mercado. A cooperativa hoje inspira a confiança, a perseverança e o comprometimento dos cooperados, fornecedores e dos próprios colaboradores, os quais crêem que a Copagra realmente manterá um ritmo de crescimento e expansão, porque um novo futuro se vislumbra. Só precisamos acreditar e aceitar o novo desafio, porque o pior (aquele grande endividamento financeiro) já foi resolvido.

*Jonas Keiti Kondo é diretor-presidente da Copagra

 


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