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FÓRUM: Debate sobre o Selo Combustível Social reúne 70 profissionais das cooperativas em Cafelândia

O Sistema Ocepar promoveu, nesta terça-feira (17/09), o Fórum sobre o Selo Combustível Social, com a presença de 70 profissionais de 17 cooperativas paranaenses. O evento ocorreu na sede da Cooperativa Copacol, em Cafelândia, Oeste do Paraná.

Entendimento - Na oportunidade, foram repassadas informações com o objetivo de uniformizar a compreensão sobre as normas mais recentes publicadas pelo Ministério da Agricultura relativas ao tema, como a Portaria nº 144, que trata da concessão, manutenção e uso do Selo Combustível Social, e a de nº 174, que dispõe sobre a participação e a habilitação de cooperativas como fornecedoras de matéria-prima e prestadoras de serviço de assistência técnica e extensão rural no âmbito do Programa Selo Combustível Social.

Informações - Segundo o analista da Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar, Maiko Zanella, o evento foi organizado com o intuito de munir as cooperativas com informações sobre sua participação no programa e proporcionar maior entendimento sobre o mercado de biocombustíveis.

Abertura - A abertura do Fórum foi feita pelos presidentes do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, e da Copacol, Valter Pitol. Logo após, o coordenador técnico da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Paulo César Dias do Nascimento Junior, falourespeito da atuação do cooperativismo nas discussões sobre o Selo Combustível Social. Ele destacou que as normativas publicadas pelo Mapa, referindo-se às Portarias 144 e 174, são uma conquista do setor cooperativista. “Temos trabalhado para que os agricultores familiares de cooperativas que não possuíam DAP jurídica passassem a ser incluídos na política governamental do Selo Combustível Social. Esse pleito foi trabalhado por anos junto à equipe governamental, que entendeu como genuína a demanda das cooperativas”, disse.

Beneficiados no Paraná - “Com a publicação das Portarias, cerca de 40 mil agricultores familiares no Paraná terão a possibilidade de serem inclusos na política do governo, por meio das cooperativas. Assim, poderão ter maior renda com a agregação de valor gerada no processo”, frisou o superintende da Ocepar, Robson Mafioletti, que também acompanhou o evento.

Operacionalização - Andrea Cristina Veloso, da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Mapa, esclareceu como as cooperativas podem se preparar para operacionalizar o Selo Combustível Social. “O Ministério entende que as cooperativas são fundamentais para fazer com que as políticas cheguem ao pequeno agricultor. Elas organizam o setor e colocam o desenvolvimento do cooperado em primeiro lugar, o que está alinhado com o objetivo do governo, de desenvolver e promover a prosperidade das famílias no campo”, afirmou.

Estratégias - O coordenador de Crédito Rural da Emater/PR, Osmar Schultz, abordou as estratégias da Emater para a emissão de Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) - pessoa física no Paraná. “É fundamentar fazermos um trabalho junto aos produtores familiares, demonstrando todos os benefícios de eles possuírem e renovarem a DAP, que é o passaporte para que possam acessar inúmeras políticas governamentais de apoio ao seu desenvolvimento”, sublinhou.

Mercado - Já o economista-chefe da Abiove, Daniel Amaral Furlan, falou sobre a questão do mercado e as perspectivas para o biodiesel. De acordo com Furlan, o mercado de biocombustíveis tende a crescer no Brasil, com o aumento do percentual na mistura do combustível e com o aumento da demanda. “É estratégico para o país depender cada vez menos de combustíveis derivados do petróleo, pois somos importadores desse tipo de produto. Além do mais, os biocombustíveis são fontes renováveis, alternativas para a redução das emissões de CO2, e promovem o desenvolvimento da economia do país, com geração de renda e empregos”, disse.

Esclarecimento - Segundo o presidente da Ocepar o Fórum foi importante e esclareceu os representantes das cooperativas sobre a viabilidade e as normativas da produção e do mercado de biocombustíveis. “Tivemos a oportunidade de conhecer as mudanças que ocorreram no selo do combustível social e como as cooperativas vão poder participar do programa junto com os seu cooperados”, destaca o presidente Ricken.

Oportunidade - Para o presidente Pitol da anfitriã Copacol, o Fórum foi a oportunidade de esclarecer e apresentar como a Copacol pode participar deste mercado, com o objetivo de remunerar melhor os produtores da soja. (Com informações e fotos da Assessoria de Imprensa da Copacol)

Clique nos links abaixo para conferir as apresentações feitas no Fórum sobre o Selo Combustível Rural

Mapa

Emater-PR

Abiove

 

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