CASTROLANDA II: Frans Borg, “embaixador” da intercooperação

No final da Assembleia Geral Ordinária da Cooperativa Castrolanda, realizada nesta quinta-feira (13/02), na Colônia Castrolanda, em Castro (PR), membros da diretoria, cooperados, colaboradores, amigos e familiares fizeram uma homenagem ao ex-presidente Frans Borg, que ficou no comando da cooperativa durante 24 anos. Foi apresentado um filme sobre a trajetória de vida do líder cooperativista, com diversas fotos da sua vida em família, com os pais, irmãos, esposa, filhos, netos, eventos da cooperativa, etc. Algumas lideranças cooperativistas também gravaram depoimentos para o amigo Frans. Um desses depoimentos foi do presidente da cooperativa Capal, Erik Bosch que enalteceu uma das principais qualidades de Frans: o consenso e o diálogo constante. “Frans foi uma peça fundamental no processo de intercooperação das nossas cooperativas (Capal, Frisia e Castrolanda). Mesmo em momentos mais tensos ele sempre procurava uma forma de conciliar. Podíamos até debater, mas no final sempre terminávamos com um aperto de mão. Por isso considero o Frans Borg um Embaixador da Intercooperação”, lembrou Bosch. Aspecto este também confirmado pelo presidente da Frísia, Renato Greidanus. “O Frans é um líder nato e um grande amigo e com certeza muito do que pudemos realizar em conjunto, devemos a sua forma de atuar e de liderar”.

Sistema Ocepar-  Outro depoimento foi do presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken. O presidente afirmou que a missão do Frans não se encerra com sua saída da diretoria da cooperativa. “Uma liderança expressiva, um exemplo que deverá ser seguido por aquelas pessoas que estão entrando agora no cooperativismo. Foi muito importante a participação dele no processo de intercooperação que resultou na Unium. Tive a oportunidade de acompanhar diversas reuniões dos três conselhos na época, onde a participação dele foi decisiva para que se chegasse a um entendimento. Junto com os outros presidentes houve uma sintonia perfeita e isso se deve muito a sua forma de atuar e liderar. E o Frans tem uma missão importante para o futuro. O trabalho em prol do cooperativismo do Frans não pode parar. Ele tem uma grande contribuição ainda para dar não só para a cooperativa, mas para todo o sistema cooperativista brasileiro. Uma referência como ele não pode parar. O cooperativismo não sai das pessoas. Quem é cooperativista continuará sendo para o resto de suas vidas. Por isso convidamos o Frans para continuar participando da diretoria da Ocepar, ele tem muito a contribuir ainda”, frisou Ricken.

Koslovski - O ex-presidente do Sistema Ocepar, fez questão de prestigiar a assembleia da Castrolanda e poder dar um abraço no amigo Frans Borg. “Tive oportunidade de conviver com ele durante oito anos na diretoria da Ocepar. Foram dois mandatos onde ele contribui sobremaneira para o cooperativismo paranaense de brasileiro, com ideias e propostas. São muitas suas qualidades: uma pessoa séria, ética e muito responsável. Sempre nas reuniões defendia a visão dos cooperados em primeiro lugar, este era seu foco principal nas decisões que tomávamos. O grande legado deixado por ele, sem sombra de dúvidas é o processo de intercooperação, onde sempre brigou, lutou e junto com as lideranças do Renato da Frísia e Erik da Capal, constituíram este processo de integração que é exemplo para o Brasil e para o mundo.”

Sucessão - Koslovski também fez questão de ressaltar o momento que o cooperativismo vive em relação a sucessão em suas diretorias. “Estamos vendo movimento neste sentido no setor e que é muito salutar. Um exemplo foi a assembleia que participamos de hoje aqui na Castrolanda, onde todo o processo foi conduzido de uma forma harmônica e a nova diretoria eleita por unanimidade sem disputa. Importante destacar que para isto acontecer é necessário fomentar todo um processo de qualificação e preparação dessas novas lideranças assumirem a missão de presidir com responsabilidade a vida da cooperativa. Assim temos uma modernização, com novas ideias e o resultado é uma evolução, um crescimento, mas sem perder de vista tudo aquilo que já foi realizado no passado. E posso afirmar que o caso da Castrolanda e de outras cooperativas é um exemplo que deve ser seguido”, destacou Koslovski.

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