DIA DA INDÚSTRIA: Coamo agrega maior valor com a agroindustrialização

coamo 25 05 2020Originados dos campos dos cooperados, os grãos que chegam até as indústrias da Coamo são processados e ampliam a renda dos cooperados gerando maior qualidade de vida no campo, além de garantir divisas para o país. Na Coamo a transformação não para. Mudam as colheitas, as estações, as pessoas, o mercado. Tudo está o tempo todo se transformando. E com as indústrias surgiram novas tecnologias, métodos inovadores e muito trabalho, que faz parte da busca constante da cooperativa, por oferecer produtos cada dia melhores.

Agroindustrialização - Fundada em 1970, a Coamo completará, em novembro, 50 anos de existência e a agroindustrialização sempre esteve presente. Passados essas cinco décadas, novas indústrias surgiram e outros produtos foram industrializados, sempre buscando a agregação de valor à produção dos cooperados.

Início - O processo de industrialização na Coamo começou em 1975 com a implantação do moinho de trigo. Seis anos mais tarde, em 1981, entrou em funcionamento a primeira indústria de esmagamento de óleo de soja. Em 1985, a fiação de algodão, 1990 a indústria de processamento de soja e Terminal Portuário em Paranaguá, 1996 refinaria de óleo de soja, 1999 indústria de hidrogenação, 2000 fábrica de margarina e gordura vegetal, 2009 torrefação e moagem de café e 2015 novo moinho de trigo. Em novembro de 2019, a cooperativa inaugurou em Dourados (MS), suas mais novas indústrias para processamento de óleo e refinaria de óleo de soja.

Visão estratégica - “Quem tem indústria pode possibilitar uma margem maior e até pagar mais com a venda do produto industrializado”, afirma o presidente do Conselho de Administração da Coamo, José Aroldo Gallassini. Segundo ele, desde o início da aprovação e funcionamento das suas indústrias, a Coamo sempre pensou em industrializar os produtos in natura para agregar maior valor à produção dos seus cooperados com a venda desses produtos no mercado interno ou externo, dependendo da demanda e do mercado consumidor. “É preciso que as indústrias sejam viáveis e na maior do tempo é isso que acontece. Temos uma grande satisfação e orgulho em ver os produtos acabados com a marca da Coamo nos mercados e estabelecimentos de vários estados brasileiros, e no caso da soja, em se falando de grãos, óleo e farelo, ver os nossos produtos que gozam de excelente conceito pela qualidade e confiabilidade nos processos, sendo exportados para várias parte do mundo”.

Alimentos - O trabalho dos cooperados no campo e a industrialização consolidada pela cooperativa estão impressos na força da marca Coamo. É uma cadeia que inicia no campo, passa pelas indústrias e chega na mesa de milhares de famílias. Esses valores são cultuados desde a fundação da cooperativa e que estão internalizados em cada uma das pessoas que estão ligadas direta e indiretamente com os negócios da Coamo.

Marcas - Do parque industrial saem os Alimentos Coamo, por meio das marcas Coamo, Primê, Anniela e Sollus. Com a aplicação dos critérios de sustentabilidade, os Alimentos Coamo primam pela qualidade e sabor, além de obedecerem a todas as boas práticas de produção, e com a soma desses fatores se destacam em vendas nas redes de atacados, supermercados e mercearias do Paraná e dos principais estados brasileiros.

Mercados interno e externo - Os produtos Coamo são comercializados nos mercados interno e externo, com qualidade reconhecida, graças à observância de rigorosos padrões de controle de produção, como os programas ISO 9000, BPF/APPCC, sistemas certificados internacionalmente para segurança alimentar. Segundo o diretor Industrial da Coamo, Divaldo Corrêa, com as indústrias, a cooperativa têm melhores resultados. “É importante ter sempre duas pontas: uma com as comodities, produtos in natura, e a outra com os produtos industrializados. Isso porque quando uma não estiver passando por um bom momento, a outra equilibra”, comenta, acrescentando que “O objetivo do cooperativismo é valorizar a produção e incrementar a renda do homem do campo. Então, na década de 1970, a Coamo percebeu que o caminho era esse, a industrialização.” (Imprensa Coamo)

Linha do tempo

1975 – Moinho de Trigo – Campo Mourão

1981 – Indústria de Processamento de Soja – Campo Mourão

1985 – Fiação de algodão – Campo Mourão

1990 – Indústria de Processamento de Soja e Terminal Portuário – Paranaguá

1996 – Refinaria de Óleo de Soja – Campo Mourão

1999 – Indústria de Hidrogenação – Campo Mourão

2000 – Fábrica de Margarina e Gordura Vegetal – Campo Mourão

2009 – Torrefação e Moagem de Café – Campo Mourão

2015 – Novo Moinho de Trigo - Campo Mourão

2019 – Indústrias de Processamento de Soja e Refinaria de Óleo de Soja – Dourados

 

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