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FALCONI: Agro Brasil, a diferença em 2020 e 2021 é tema de live

live 18 09 2020Gestão de gente com tecnologia, fatores-chaves para transpor os desafios do setor agropecuário brasileiro. Com esta temática, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken participou no final da tarde dessa quinta-feira (17/09) de uma live promovida pela Falconi. Também participaram do debate, Francisco Turra, presidente do Conselho Consultivo da ABPA - Associação Brasileira de Proteína Animal e ex-ministro da Agricultura, Odílio Balbinotti, CEO do Grupo ATTO Adriana Sementes, Jacyr Costa Filho, membro do Comitê Executivo do Grupo Tereos e os sócios da Falconi, Alexandre Lunkes e Luiz Roberto Prates. 

Novo ciclo - Segundo Alexandre Lunkes, que mediou o debate, o setor agropecuário se consolida como uma das principais alavancas da economia brasileira. E este encontro tem finalidade discutir o novo ciclo de oportunidades e quais serão os fatores-chaves para transpor os desafios do segmento agropecuário. “Nós acreditamos no potencial que temos. Aqui no Paraná, de um total de 40 milhões de toneladas de grãos produzidos, as cooperativas são responsáveis por cerca de 60% e 48% já são industrializamos, agregando valor para milhares de produtores cooperados”, destacou Ricken. 

Pandemia - Segundo ele, “a pandemia trouxe alguns problemas, ninguém vai estar imune, afinal, estamos numa atividade essencial. Somente as cooperativas que industrialização carne de frango aqui no Paraná, abatem 2,5 milhões de aves por dia e para que isso aconteça, precisamos ter alojadas cerca de 100 milhões de frangos para manter o ciclo de atividade. O que jamais poderíamos pensar é ter uma pandemia com desabastecimento, sem comida na mesa”, lembrou o dirigente cooperativista.

Providências- O presidente da ABPA, Francisco Turra disse que existem no setor de abate de frango 500 mil trabalhadores em todo. “Está sendo uma luta dura, mas estamos vencendo pela informação correta, tanto para a sociedade como para as autoridades. Também alertamos que haveria muito mais dificuldades se as pessoas não tivessem alimento na mesa. Tanto o Ministério Público, entidades de saúde e a população compreendeu. Tomamos todas as providências necessárias nas plantas industriais para preservar a vida. ​O que nos permitiu ser diferente dos Estados Unidos foi implementar de maneira rápida os protocolos recomendados pela OMS Somos muito inspecionados e vigiados pelo mundo e temos as melhores plantas agroindustriais do mundo. Por isso que estamos em 165 países com nossos produtos”.

Tecnologia - Jacyr Costa Filho, falou sobre o setor sulcroalcooleiro. "Mesmo durante a pandemia, o Brasil exportou 10 tolenadas a mais de açúcar, em comparação a 2019. Estamos abastecendo o mundo. É necessário inovar e buscar oportunidades. O grande drive para o futuro do Agronegócio é a tecnologia”.

Segurança alimentar - Odílio Balbinotti, CEO do Grupo ATTO Adriana Sementes, afirmou que "segurança alimentar é essencial. No cenário recente, a possibilidade de estrangulamento logístico assombrou países com baixa capacidade produtiva. O Brasil se saiu bem. A Transformação Digital será o diferencial competitivo do Agronegócio para os próximos anos. Agregar tecnologia a Processos, Gestão, Logística e Pessoas. Velocidade é fundamental”, comentou.

Tecnologia - “Num passado recente, éramos sinônimo de atraso. Hoje, não faz sentido falar em 'Rural e Urbano', lembrou Ricken. Para ele, o desenvolvimento regional já é realidade, e a responsabilidade do agronegócio é enorme! O agronegócio não é carente de tecnologias. É necessário investir em acesso e Implementação, sob a ótica de desenvolvimento regional. A nossa responsabilidade aumentou muito. Se hoje nós tirarmos o agro no atendimento as demandas mundiais, nós teríamos um colapso a economia brasileira. O setor é que vem sustentando o equilíbrio da balança comercial ao longo do tempo. E diante desta tamanha responsabilidade, nós temos que também ter direito de ter um maior acesso as novas tecnologias. O setor tem uma tecnologia embarcada muito avançada, mas ainda somos carentes em conectividade, em especial no campo. Precisamos reivindicar isso. Como eu vou operar uma máquina se não tenho acesso a internet no local. O país precisa investir muito em conectividade para que todos tenham acesso para que possamos treinar e planejar”, finalizou Ricken.

Desenvolvimento - Ao fazer um resumo das falas dos convidados, Luiz Roberto Prates, destacou sobre o tripé: gestão, tecnologia e pessoas. “Como é importante em todas as atividades integrar esses três elementos. Vivemos num ambiente muito competitivo e precisamos cada vez mais planejar, ter indicadores, metas, ter um caminho bem claro para seguir. Se soubermos utilizar as tecnologias para melhoria dos processos, além de qualificar mais as pessoas para saber liderar, seguiremos crescendo ainda mais no setor”.

Clique aqui para assistir a live compeleta

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