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WEBINAR: OCB debate maturidade digital e inovação no agro

webnar 25 09 2020Estão cada vez mais indefinidas as fronteiras entre o mundo industrial e o mundo agrícola, e o avanço tecnológico é essencial para o fortalecimento do ecossistema do agronegócio. Essas foram algumas das conclusões do webinar Maturidade Digital e Inovação no Agronegócio, promovido pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), na terça-feira (22/09).

Participações - O evento contou com a participação do analista de relações institucionais da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Leonardo Meira Reis; do diretor executivo de tecnologia da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), João Alfredo Delgado; do gerente executivo da ESALQtec, Sérgio Barbosa; do Fundador do Food Tech Hub Brasil, Paulo Silveira, com mediação do gerente de Difusão Tecnológica da ABDI, Bruno Jorge.

Cooperativas - O webinar teve por objetivo chamar a atenção para a importância do salto tecnológico para toda a cadeia de produção do agronegócio. Na avaliação dos participantes, as cooperativas podem representar o principal elo para baratear e tornar todo o avanço tecnológico acessível, para que o pequeno produtor possa competir no mercado. “Mais de 50% da safra de grãos vem de produtores associados a cooperativas. A maioria desses produtores, 71%, é da agricultura familiar. Por meio das cooperativas, os pequenos se tornam grandes”, afirmou Leonardo Meira Reis, da OCB.

Startups - Quando se fala em tecnologia no agronegócio, as startups estão fortemente ligadas ao setor. No mundo, segundo o Banco Mundial, existem cerca de 30 mil agritechs, que movimentam 20 bilhões de dólares em investimentos. No Brasil, a revolução das startups do agronegócio tem ajudado os produtores a migrar soluções industriais para as máquinas agrícolas.

O ecossistema - formado por empresas, startups, academia, universidades e centros de pesquisas - equilibra os atores envolvidos, segundo Sérgio Barbosa, da ESALQ TEC. Ele ressaltou que o Brasil tem hoje o maior movimento de agritechs do mundo no que se refere à quantidade de desenvolvimento de ecossistemas do agro. “A condição do ecossistema é que faz com que tenhamos um posicionamento mundial em termos de desenvolvimento de tecnologias de startups”, disse. O edital Agro 4.0 permite a participação de startups.

Ecossistema - O Food Tech Hub, por exemplo, é um ecossistema “que olha a ponta da cadeia por duas verticais: o investimento nas foodtechs, e a inovação aberta”, pontuou Paulo Silveira, Food Tech Hub Br. Segundo ele, a inovação aberta na indústria de alimentos é uma necessidade. “Nos sistemas alimentares, food systems, não tem porteira para fora ou para dentro, existe um sistema que não é mais linear, é circular, conectado com o consumidor no centro”, disse e complementou: o céu é o limite para a gente agregar valor para o Brasil e para o mundo.

Sem separação- O diretor executivo da ABIMAQ ressaltou também que não existe mais a separação entre mundo industrial e mundo agrícola. “O campo hoje é fortemente conectado, 90% dos produtores rurais tem celulares e se comunicam por meio deles, sendo que 68% são smartphones, embora o setor ainda se ressinta de conectividade, que é o grande desafio atual”, destacou.

Perdeu o evento? - Se você não pode acompanhar o evento ao vivo, clique aqui para assistir. (OCB, com informações da ABDI)

 

 

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