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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4649 | 27 de Agosto de 2019

SEGURO RURAL: Redução de subvenção para algumas modalidades preocupa setor cooperativista

Durante reunião do Grupo Técnico do Seguro Rural, realizada nesta segunda-feira (26/08) na sede das Ocepar, em Curitiba, com a participação de 20 representantes de cooperativas agropecuárias e de crédito do Paraná, Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, da Ocepar e Ocesc e Fecoagro, além da OCB, o diretor do Departamento de Risco do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Pedro Loyola, expôs as alterações advindas com a edição da Resolução nº 68, publicada no último dia 13 de agosto no Diário Oficial da União, como a redução da subvenção do prêmio do seguro rural para grãos de verão em até 10 pontos percentuais, enquanto estipula aumento na mesma proporção das subvenções para grãos de inverno, além de incorporar outras atividades na cobertura. Os cooperativistas deixaram claro a preocupação com os reflexos que a redução do percentual e do limite máximo de subvenção para grãos de verão terão sobre a atividade agrícola.  

Preocupação – O superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, lembrou que  o governo federal havia anunciado, por ocasião do lançamento do Plano Safra 2019/2020, a previsão de R$ 1 bilhão no Orçamento para subvenção ao seguro rural para o próximo exercício, frente aos atuais R$ 370 milhões. No entanto, a Resolução 68, que definiu as regras de operacionalização da subvenção dos prêmios do seguro rural reduziu o apoio por produtor. “Por exemplo, nas culturas de verão houve redução de 30% a 40% para 20% a 30% do valor da apólice. Isso realmente preocupa, porque o apoio menor para cada produtor pode não estimular a procura pelo seguro”, ponderou.

Cultura – Mafioletti disse ainda que, ao lado da intenção do governo, por intermédio do Ministério da Agricultura, de ampliar a base de produtores que possam ter acesso ao seguro rural, é preciso ter em conta que o seguro é uma questão cultural. “Estamos avançando desde 2003, quando saiu a lei, e 2006, quando se iniciaram as primeiras ações de campo. A procura vem crescendo, mas o ritmo não está no patamar de triplicar o número de produtores que vão aderir ao seguro. Este é o cenário. Torcemos, claro, para que haja incremento. Por isso, na reunião com o diretor do Ministério da Agricultura, as cooperativas  expuseram essas preocupações e pediram a revisão da Resolução 68 e que volte a valer a regra anterior, que apoiava com percentual maior os produtores rurais”, disse.

Massificação – O  diretor do Departamento de Gestão de Risco do Mapa, Pedro Loyola sustentou que a Resolução 68 visa realmente abranger um número maior de produtores. “Então, para os produtores das culturas de inverno a subvenção ao prêmio, que antes era de 35%, como também frutas, pecuária, floresta e aquicultura, foi aumentada para 40%”, acrescentou ao confirmar a redução para as demais atividades, principalmente grãos de verão. Segundo ele, o   que houve foi uma estratificação melhor conforme os riscos das atividades. “Isso vai refletir em mais produtores dentro do programa, uma massificação do seguro no país, visto que está prometido R$ 1 bilhão em subvenção ao prêmio do seguro rural para o ano de 2020”, garantiu.

Aumento – Loyola estimou que a alteração introduzida pela Resolução 68 irá proporcionar um aumento significativo no número de produtores que serão estimulados a acessar o seguro rural. “Hoje, com R$ 370 milhões, o programa de subvenção atende em torno de 70 mil apólices para uma área de cinco milhões de hectares. Com as novas regras e o volume de R$ 1 bilhão, vamos ter 250 mil apólices, com mais de 18 milhões de hectares com área segurada no país. Então, vamos mais que triplicar o programa, o que faz com que possamos atender bem os produtores de grãos e também as atividades que, atualmente, são desassistidas. Temos poucos seguros nos casos da pecuária, de atividade aquícola e florestas, bem como algumas regiões do país, como o Norte e o Nordeste, que têm pouco acesso ao seguro”, argumentou.

Novas regras – As novas regras do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), aprovadas pelo Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural durante reunião realizada no dia 8 de agosto, entrarão em vigor no dia 1º de janeiro de 2020. A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) elaborou um documento com as principais alterações.    

Clique aqui para conferir na íntegra a Resolução nº 68, que traz ajustes no PSR

Clique aqui para conferir o documento da Getec sobre as mudanças

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INFRAESTRUTURA: Paraná lança maior banco de projetos executivos de sua história

 

O governador Carlos Massa Ratinho Junior lançou nesta segunda-feira (26/08), no Palácio Iguaçu, um banco de projetos executivos de R$ 350 milhões para viabilizar e agilizar obras de reestruturação de rodovias, ferrovias e da segurança pública. É o maior aporte de recursos para planejamento da história do Estado. Ele tem formato inédito e foi desenvolvido para resolver os grandes gargalos históricos do Paraná.

 

Plano diretor - Ratinho Junior destacou que a iniciativa demandou o envolvimento de diversas áreas do Governo e é parte de um programa maior de investimentos e atração de recursos para renovar toda a infraestrutura do Estado, preparando o Paraná para ser o hub logístico da América do Sul. “Esse não é um programa do nosso mandato, mas um banco que vai ficar por muitos anos à disposição dos próximos governadores, deputados e secretários. É um plano diretor de infraestrutura”, afirmou.

 

Agronegócio - O governador também destacou que assumiu o Governo sem nenhum projeto executivo estruturado, o que inviabilizava a atração dos recursos necessários para as obras. Ele também afirmou que a produção do agronegócio dobra de tamanho a cada dez anos, ritmo que precisa ser acompanhado pela administração pública.

 

Base - “Nós temos que começar pela base, pelos projetos, o Paraná nunca pensou dessa maneira. Com os projetos executivos estruturados nós teremos condições de buscar recursos para concretizar as obras que são vitais para o nosso desenvolvimento econômico”, complementou.

 

Recursos - Fazem parte do banco de projetos R$ 290 milhões para melhorar ou implementar pavimentação, trevos, contornos e pontes em ligações rodoviárias; R$ 40 milhões para estruturar a malha ferroviária e concretizar as ligações Foz do Iguaçu-Cascavel e Dourados-Paranaguá; e R$ 20 milhões para segurança pública, o que inclui a Cidade da Polícia, penitenciárias, institutos de criminalística e batalhões. A maior parte dos recursos será disponibilizado pelo Tesouro Estadual, mas também serão usadas linhas de financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

 

Obras - Nessa primeira etapa serão liberados editais para a licitação de R$ 51 milhões em projetos executivos para 26 trechos de rodovias em todas as regiões do Estado, envolvendo as PRs 323 (Norte/Noroeste), 280 (Sul/Sudoeste), 092 (Capital/Campos Gerais), 445 (Norte), 317 (Noroeste), 412 (Litoral), 466 (Centro/Norte), 151 (Campos Gerais/Norte) e 180 (Oeste).

 

Primeiros doze meses - O banco de projetos prevê investimentos de R$ 105 milhões nos primeiros doze meses (2019 e 2020) e outros dois aportes de R$ 155 milhões e R$ 90 milhões nos anos subsequentes.

 

Planejamento - O chefe da Casa Civil, Guto Silva, disse que o banco de projetos prepara o Estado para tirar do papel as grandes obras. Ele também destacou o apoio da Assembleia Legislativa, que contribuiu para apontar os maiores gargalos das regiões. “É uma decisão que não é eleitoreira, não é em função do processo eleitoral, é de quem está pensando o futuro do Paraná. Essas obras serão compartilhadas com todos os deputados estaduais, que também vão ajudar a fiscalizar e eventualmente incluir verba no orçamento para tocar as obras”, afirmou.

 

Médio e longo prazos - O governador Ratinho Junior disse, ainda, que o banco de projetos aponta para um planejamento de médio e longo prazos. “Os próximos governadores terão projetos à disposição para tocar, duplicações a serem feitas, terceiras faixas. O Paraná terá planejamento. Nós temos um potencial geográfico e o mínimo que temos que fazer é ter inteligência para planejar o Estado como um grande referencial logístico próximo da maior parte do Produto Interno Bruto (PIB) de toda a América do Sul”, complementou.

 

Referência - Segundo o secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex, o banco de projetos do Paraná será uma referência no País. A área recebeu os maiores recursos para dar conta da evolução da economia do Estado. Estarão incluídos, por exemplo, os contornos de Umuarama, Campo Mourão, Cascavel, Londrina e Cianorte; o Trevo das Cataratas; trechos de rodovias que somam mais de mil quilômetros; e a ponte de Guaratuba.

 

Pavimentação - “São rodovias que precisam de pavimentação, o que é aguardado há décadas. Que precisam de ampliação de capacidade, o que oferece mais segurança. O Paraná é um Estado logístico e que tem um fluxo muito grande de movimentação para escoamento da produção”, afirmou o secretário. “Vamos estruturar as malhas viária e ferroviária para atender o setor produtivo e ampliar nossa capacidade de gerar emprego e renda”.

 

Mais engenheiros - O governador Ratinho Junior também autorizou a incorporação de cinquenta novos engenheiros ao quadro técnico do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR) para dar conta da demanda dos projetos.

 

G7 - Antes da solenidade de lançamento do banco de projetos, o governador apresentou o pacote ao G7, grupo formado pela Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Federação da Agricultura do Paraná (Faep), Federação e Organização das Cooperativas do Paraná (Fecoopar), Federação do Comércio do Paraná (Fecomércio-PR), Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Paraná (Fetranspar), Associação Comercial do Paraná (ACP) e Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná (Faciap) e Sebrae-PR.

 

Entusiasmo - José Roberto Ricken, coordenador do G7, disse que o setor empresarial vê com entusiasmo a ideia. “O setor produtivo do Paraná não aguenta mais produzir sem investimentos decisivos em infraestrutura. O poder de competição em nível internacional depende da redução do custo da logística. Nós não temos outro endereço. Queremos produzir no Paraná e gerar desenvolvimento principalmente no interior, onde é mais necessário”, afirmou.

 

Presenças - Estiveram presentes o vice-governador Darci Piana; os secretários Valdemar Bernardo Jorge (Planejamento e Projetos Estruturantes) e Márcio Nunes (Desenvolvimento Sustentável e Turismo); o diretor-geral do DER-PR, Fernando Furiati; o presidene da Comec, Gilson dos Santos; os deputados estaduais Hussein Bakri (líder do Governo), Ademar Traiano, Alexandre Curi, Tiago Amaral, Nelson Justus, Artagão Junior, Delegado Recalcatti, Boca Aberta Júnior, Cobra Repórter, Delegado Fernando, Douglas Fabrício, Elio Rusch, Alexandre Amaro, Emerson Bacil, Evandro Araújo, Gilson de Souza, Jonas Guimarães, Romanelli, Luiz Fernando Guerra, Marcel Micheletto, Paulo Litro, Márcio Pacheco, Wilmar Reichembach e Tercílio Turini; além de 75 prefeitos municipais.

 

Projetos que integram o banco - Integram o pacote de projetos executivos mais de mil quilômetros de trechos de rodovias importantes para o Paraná, como as Prs 092, 180, 280, 323, 158, 151, 239, 506, 466, 445, 412, 317, 574, 575, 460, 486, 082, 170 e 281. Eles envolvem melhoria e ampliação da capacidade, restauração, implementação de pavimentação e Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA).

 

Contornos - Também estão presentes os contornos de Londrina (Norte), Cianorte, Umuarama, Campo Mourão, Castro, Curitiba (Norte), além do Trevo Cataratas, em Cascavel, e as pontes Querência e Japurá (Noroeste), Ariranha Ivaí (Centro), Guaratuba e Nhundiaquara (Litoral).

 

Ferrovias - No pacote de infraestrutura ferroviária, de R$ 40 milhões, o Governo do Estado incluiu os Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) dos trechos Foz do Iguaçu-Cascavel, Dourados-Cascavel, e Guarapuava-Paranaguá.

 

Transporte - De acordo com estudos da Secretaria de Infraestrutura e Logística, cerca de 10 milhões de toneladas circularam pelas ferrovias paranaenses com destino aos portos do Paraná em 2018, contra 43 milhões de toneladas transportadas por caminhões, o que mostra um desequilíbrio no escoamento que precisa ser enfrentado.

 

Segurança - Fazem parte do banco de projetos executivos os Institutos de Criminalística de Maringá, Ivaiporã, Londrina e Curitiba (Sítio Cercado), o 19° Batalhão da PM de Toledo, a Cadeia Feminina de Londrina e o 4º CIPM de Londrina, a Cadeira Feminina de Guarapuava, a Cadeira Pública do Litoral, o Centro Integrado da Ilha do Mel, a Cidade da Polícia e recursos para sede, almoxarifado e centro de ensino e treinamento dos funcionários do Depen.

 

Nova Estrada de Guaraqueçaba - O governador Carlos Massa Ratinho Junior também anunciou, durante o lançamento do banco de projetos, a ordem de serviço para o estudo de viabilidade da Estrada de Guaraqueçaba, trecho de 80 quilômetros sem pavimentação que será modernizado para finalmente conectar os moradores do município ao Estado. A licitação da empresa já foi feita. “É uma região que sempre foi esquecida pelo Poder Público e finalmente vamos colocar no mapa logístico do Estado do Paraná”, afirmou Ratinho Junior.

 

Símbolo - O secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex, disse que Guaraqueçaba é um símbolo do Paraná e que a população do Litoral aguarda há décadas uma solução de pavimentação. “A estrada tem que ser ecológica. Esse estudo vai indicar qual é a obra que nós vamos licitar para poder colocar a comunidade em contato com o Estado, porque estão isolados. Essa assinatura é o passo mais importante: o projeto para a concretização de um sonho”, complementou. (Agência de Notícias do Paraná)

 

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FORMAÇÃO: Curso vai abordar retenções previdenciárias, da teoria à prática

O contador especializado em direito tributário, Werinton Garcia dos Santos, vai orientar os profissionais das cooperativas paranaenses sobre vários aspectos ligados às retenções previdenciárias. Será nos dias 26 e 27 de setembro, no auditório do Sistema Ocepar, em Curitiba, das 8h30 às 17h. O curso vai tratar das estruturas tributárias, solidárias ou não, vinculadas aos compromissos de retenções na fonte que devem ser seguidos pelas instituições que prestam serviços e/ou as contratantes de serviços, oferecendo de forma prática a visão dos processos internos, especialmente nas sociedades cooperativas, para que haja compreensão da importância das rotinas na nova escrituração fiscal de retenções e respectivas obrigações acessórias vinculadas. 

Inscrições - As inscrições devem feitas com Esdras Silva (esdras.silva@sistemaocepar.coop.br/ 41 3200-1138).

 

Foto: Pixabay

 

formacao folder 27 08 2019

FÓRUM JURÍDICO: Ocepar promove debate sobre propostas de reforma tributária

 

A Ocepar, Organização das Cooperativas do Paraná, está fomentando o debate sobre a reforma tributária para preparar as cooperativas para as mudanças que vem por aí. O Fórum Jurídico sobre o tema foi realizado na sexta-feira (23/08), na sede da Cooperativa Cocamar, em Maringá, Noroeste do Paraná. Pela manhã, o palestrante foi o auditor fiscal da Receita Estadual e ex-diretor da Secretaria da Fazenda, Gilberto Calixto. Ele explica que o país já tentou por diversas vezes reformar tributos, mas sem sucesso. Desta vez, porém, temos um governo reformista e é grande a possibilidade de avanço.

 

PEC 45 - A proposta mais adiantada é a PEC 45, do deputado Baleia Rossi, elaborada pelo economista Bernard Appy, do CCF, Centro de Cidadania fiscal. Os estados também têm uma proposta apresentada pelo Conselho Nacional dos Secretários de Fazenda. Há ainda a proposta do ex-deputado federal Luiz Carlos Hauly, que está no Senado. Hauly falou à tarde no Fórum Jurídico da Ocepar. E, para completar, tem a proposta do Governo Federal, que ainda não foi traduzida em projeto de emenda constitucional. O coordenador jurídico da Ocepar, Rogério Croscato, diz que as cooperativas têm acompanhado com muito interesse esse debate. (CBN Maringá)

 

Clique aqui para conferir a matéria e a entrevista concedida por Rogério Croscato à CBN Maringá

 

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COCARI: Aniversário de 50 anos da Aurora Alimentos é comemorado ao lado da filiada

 

Na manhã desta segunda-feira (26/08), o município de Mandaguari (PR) recebeu um espetáculo em homenagem aos 50 anos da Cooperativa Central Aurora Alimentos, da qual a Cocari é filiada, desenvolvendo trabalhos em intercooperação no setor de avicultura.  

 

Professores e alunos - Realizado no Ginásio de Esportes de Mandaguari, o popular “Xanduzão”, o evento recebeu aproximadamente 1.500 pessoas, entre professores e alunos da rede municipal de ensino, estudantes de colégios estaduais, colaboradores da Aurora, Cocari e comunidade para prestigiar a trajetória de sucesso que a cooperativa catarinense vem trilhando.

 

O espetáculo - Intitulado “A Soma de Todos Nós – A Arte da Cooperação”, o espetáculo narra a trajetória desde a fundação da Aurora até os dias atuais. Desenvolvida pelo Espaço Sou Arte, de Campo Mourão (PR), a peça mescla teatro, circo e dança, com participação de 20 artistas.   

 

Produção exclusiva - A produção é exclusiva e exigiu meses de intenso trabalho. Cada detalhe foi planejado minuciosamente por dramaturgos, diretores teatrais e circenses, além de coreógrafos. O espetáculo vem sendo encenado nos 11 municípios onde estão localizadas as cooperativas filiadas e em algumas unidades da Aurora.

 

Abertura - A comemoração foi prestigiada pelo prefeito do município, Romualdo Batista; pelo gerente do abatedouro da Aurora de Mandaguari, Gilmar Gruber; pelo vice-presidente da Cocari, Marcos Trintinalha.  Na abertura do evento, Gilmar Gruber ressaltou a importância da intercooperação. “Este ano é muito especial porque comemoramos os nossos 50 anos de fundação! São 50 anos de uma história de superação, crescimento e aprendizado. Essa trajetória foi escrita a muitas mãos, por nossos produtores associados, colaboradores, produtores, clientes, consumidores, parceiros e toda a sociedade”, afirmou. 

 

Números - Em sua fala, o gerente também destacou os números da cooperativa, que conta com mais de 29 mil colaboradores. “Mais de 100 mil famílias brasileiras fazem parte dessa grande família chamada Cooperativa Central Aurora Alimentos. Continuaremos escrevendo essa história juntos e diremos por muito tempo ‘Aurora: a hora mais gostosa do seu dia’”, concluiu Gilmar Gruber.

 

Investindo no município - Na ocasião, o prefeito de Mandaguari agradeceu a presença das cooperativas no município. “Nós agradecemos pela confiança que a Aurora e a Cocari depositaram no município de Mandaguari, trabalhando em intercooperação, gerando empregos e mostrando a força do cooperativismo. Isso muda a vida de muitas famílias no campo e na cidade!”, afirmou. 

 

Cocari - Representando o orgulho da filiada Cocari em fazer parte deste momento de celebração, o vice-presidente, Marcos Trintinalha, deu ênfase ao sucesso dos 7 anos de intercooperação. “Se não fossem duas cooperativas aqui hoje, esse momento talvez não existiria. Quem divide o que se recebe com a comunidade é o Sistema Cooperativista”, frisou, destacando, em especial, o sucesso da Aurora na produção de carne. “Para nós é uma honra receber esse espetáculo e celebrar ao lado da nossa parceira Aurora Alimentos. Temos a terceira maior produtora de proteína animal do país ao nosso lado, isso é motivo de orgulho para a Cocari”, reconheceu.

 

Convite - Sobre o convite às escolas, o vice-presidente destacou a importância da difusão dos princípios cooperativistas. “Nós fizemos questão de convidar as crianças para colocar no coraçãozinho delas a questão da cooperação.  Queremos que elas se lembrem desse evento, em que duas cooperativas fizeram seu papel, mostrando o que é o cooperativismo”, disse. (Imprensa Cocari)

 

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INTEGRADA: Livro baseado em artista de rua de Londrina é lançado para crianças

 

integrada 27 08 2019Levar as crianças ao mundo mágico de Toshiyuki Tsuda, mais conhecido como “Circuito”, um dos artistas que fizeram parte da história de Londrina, é o objetivo do livro “O mágico japonês”. Elaborado pelo artista plástico Paulo Tio, a obra, fruto da parceria com a Cooperativa Integrada, conta de uma forma lúdica a história de um imigrante japonês que construía Kirigamis (arte em papel) nas ruas da cidade na década de 1980.

 

Ideia - O artista plástico conta que a ideia da produção do livro surgiu em 2017 em uma conversa com a bibliotecária da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Sueli Bortolin, que sempre estudou sobre “Circuito”. “O livro é uma narrativa visual para crianças, trabalhado com sonhos”. Mas o motivo principal da obra, segundo o artista, é resgatar a história desse personagem. Em preto e branco, as ilustrações contam em um determinado momento as passagens do “Circuito” por pontos turísticos da cidade, como a barragem do lago Igapó, o museu histórico, o relógio, entre outros monumentos de Londrina.

 

Lançamento - A obra foi lançada oficialmente no último sábado (24/08), durante o Londrina Mais, evento voltado para educação que ocorreu no Parque Ney Braga, em Londrina. O artista plástico afirma que a parceria com a Integrada foi muito positiva porque o trabalho do “Circuito” está baseado na cooperação, sendo este a base do sistema cooperativista.

 

Doação - No lançamento do livro foram doados 100 exemplares para escolas municipais e bibliotecas públicas da cidade. O diretor-secretário, Sérgio Otaguiri, observa que a Integrada está muito envolvida nas questões sociais, principalmente no que diz respeito à educação por meio ao incentivo à leitura. “Esta obra revive a história do ‘Circuito’, que também fez parte da minha vida e da história da Londrina”, destaca.

 

Princípios - Otaguiri completa que incentivar a cultura faz parte dos princípios do cooperativismo pela inclusão da cooperativa na comunidade. O superintendente geral da Integrada, Haroldo Polizel, completa que o envolvimento com a comunidade e a educação é muito forte e crescente dentro da cooperativa.

 

Apoio - “A Integrada sempre acreditou nisso e sempre apoiamos. Há mais de 10 anos temos projetos e iniciativas justamente para se aproximar das crianças. Nós acreditamos e entendemos que o futuro está nas crianças e temos a obrigação e o prazer de poder apoiar todas as iniciativas que melhorem a nossa educação”, observa o superintendente geral.

 

Resgate importante - Maria Tereza Paschoal de Moraes, secretária municipal de educação, esteve presente no lançamento do livro e afirmou que os personagens históricos se perdem ao longo do tempo, por isso a importância da obra. “Circuito marcou uma época da cidade que é importante lembrar. Com o livro indo para as escolas, a Integrada nos proporciona um resgate muito importante da história de Londrina”, completa a secretária municipal. (Imprensa Integrada)

SICOOB UNICOOB: Realizado o maior número de atividades na Semana Enef em todo o Brasil

 

O Sicoob Central Unicoob ficou com o primeiro lugar geral no Desafio Semana de Educação Financeira de 2019. Promovida pelo Instituto Sicoob, a disputa saudável teve o objetivo de incentivar a realização de ações de educação financeira por parte das cooperativas e Centrais do sistema durante a 6ª Semana Enef, realizada, neste ano, entre os dias 20 e 26 de maio.

 

Empenho - As 18 cooperativas pertencentes à Central Unicoob contaram com o empenho de centenas de colaboradores voluntários do Instituto Sicoob que realizaram palestras, Clínicas Financeiras, orientações, entrega de informativos e outras atividades em várias cidades, totalizando 886 ações, o que rendeu ao Unicoob o primeiro lugar geral no Desafio e, consequentemente, a primeira colocação também na categoria “12 a 30 singulares”, que contempla outras seis Centrais do País. De modo geral, as singulares do Sicoob Central Unicoob foram responsáveis por 19,32% do total de ações realizadas pelo Sicoob em todo o Brasil.

 

Missão - “Com o objetivo de fortalecer e disseminar a cidadania financeira, nossas cooperativas vestiram a camisa e toparam o desafio da Semana Enef, colocando em ação a missão de desenvolvimento local e a promoção da justiça financeira. Estamos em comemoração com os resultados das cooperativas pertencentes à Unicoob por saber o quanto contribuíram para o resultado total”, destaca Júlia Fagan, gerente operacional da Unidade de Desenvolvimento Cooperativo (UDC) do Sicoob Central Unicoob. 

 

Troféu - O troféu do Desafio Semana de Educação Financeira de 2019 foi entregue na sede do Instituto Sicoob, em Brasília (DF), para os representantes de cada Central do sistema. Jefferson Nogaroli, presidente do Conselho de Administração, foi o representante do Sicoob Central Unicoob na solenidade que contou com a presença do presidente do Instituto Sicoob, Marco Aurélio Borges de Almada Abreu, e do superintendente, Luiz Edson Feltrim. 

                                                                                   

Classificação - O Desafio Semana de Educação Financeira teve os seguintes vencedores, de acordo com cada categoria:

- Até 11 cooperativas | Sicoob Central Rio (oito cooperativas): 584 ações

- De 12 a 30 cooperativas | Sicoob Central Unicoob (18 cooperativas): 886 ações

- Mais de 31 cooperativas | Sicoob Central Crediminas (79 cooperativas): 402 ações

 

Números gerais - Ao todo, o Sicoob, com o apoio do Instituto Sicoob, realizou 4.584 ações por todo o País durante a Semana Enef, o que significa um aumento de 446% em relação ao ano passado. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

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SICOOB OURO VERDE: Felicitadores participam de encontro para discutir ações do FIC

 

sicoob ouro verde 27 08 2019Na última quarta-feira (21/08), o Sicoob Ouro Verde realizou um encontro que reuniu os 34 colaboradores da Unidade Administrativa e das agências que atuam como felicitadores do programa de Felicidade Interna do Cooperativismo (FIC).

 

Ciclo anual - A ação faz parte do ciclo anual do programa, em que os colaboradores respondem a um questionário e, em uma segunda etapa, participam de workshops em que têm a oportunidade de analisar os processos e programas já realizados dentro da cooperativa, além de sugerir ações.

 

Pontos - No encontro, os felicitadores conhecem os pontos levantados para considerar o que pode ser feito para melhorar a relação com singular, bem como a saúde e o bem-estar dos colaboradores. A apresentação foi realizada com o apoio da diretora vice-presidente, da Pluricoop, Cristiane Mari Tomiazzi. A instituição é atualmente a responsável pelo FIC junto ao Sescoop.

 

Novo encontro - Em breve, ela retorna à cooperativa para um novo encontro, em que serão apresentadas as ações imediatas que serão implantadas na cooperativa, já validadas pela diretoria e traçadas a partir dos passos anteriores do programa.

 

Desenvolvimento pessoal - Segundo o colaborador Victor Da Costa Goncalves Almeida, é muito importante ter na cooperativa um programa que se importa com o desenvolvimento pessoal, a saúde física e mental dos colaboradores. “Gostei da liberdade que nós, felicitadores tivemos para propor novas ideias e novos projetos para melhorar ainda mais o FIC”, afirma.

 

Expectativa - Já a assistente de agência, Eliane Andrade de Souza, se diz muito feliz com os resultados apresentados. “Minha expectativa agora é que o trabalho continue sendo realizado com qualidade, com comprometimento e de forma eficaz”, ressalta. (Imprensa Sicoob Unicoob)

SICREDI VALE DO PIQUIRI: Comitê Jovem comemora três anos com evento em Palotina (PR)

 

Organizado pelos membros do Comitê Jovem da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, com auxílio dos colaboradores, o Young Night Sicredi 2019 aconteceu para celebrar as realizações ao longo dos três anos do movimento. Os jovens engajados no Comitê pensam e desenvolvem ações para melhorar o lugar onde vivem. O evento em Palotina (PR) reuniu mais de 1.400 participantes de vários municípios da área de atuação da cooperativa no Paraná.

 

Abertura - A abertura do Young Night Sicredi foi feita por Jaime Basso, presidente da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP. Ele ressaltou a importância da participação do jovem para fortalecer o cooperativismo. Para Andre Assis, gerente de Desenvolvimento do Cooperativismo da Central PR/SP/RJ, o movimento se torna um diferencial que cresce nos Estados. 

 

Projetos - Durante o evento, foram apresentados projetos realizados e em andamento, desde o início do Comitê Jovem. Entre eles, o projeto de Bruno Cassoli Bortoloto e Diego Figueredo, de Assis Chateaubriand, que estiveram no Encontro Nacional da OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras). Outro destaque foi a iniciativa “Leite com Qualidade” de Marcos Gea Paulino, de Iporã, que participou do Programa Internacional Wycup – World Young Credit Union People. Além do “Horta Com Criança”, de Douglas Milani, de Maripá, que se transformou no projeto coletivo do comitê: Cooperar para Transformar. 

 

Protagonismo - “Os projetos valorizam o protagonismo dos jovens”, disse o assessor de desenvolvimento do cooperativismo, Adriano Gil. “A ideia é que, para o próximo ano, tenhamos comitês organizados em todas as agências do Paraná”, explica Cláudia Bonatti, Gerente de Desenvolvimento do Cooperativismo da Sicredi Vale do Piquiri.

 

Modelo de formação - Outra pauta foi a apresentação do modelo de formação do comitê para integrantes das cooperativas do Mundo, na Conferência Mundial das Cooperativas de Crédito – Woccu, realizada em final de julho. O modelo foi compartilhado com integrantes de 13 países. 

 

Palestra - A palestra do maestro e conferencista Alexander Baer chamou a atenção para a importância da proatividade e iniciativa pessoal. “É preciso estar atento ao que podemos realizar, pois mesmo que pequeno, fará a diferença”, completou. 

 

Ação social - A ação social proposta para o evento foi a doação de caixas de leite. Desta forma, os jovens puderam exercitar o espírito de cooperação e contribuir com diversas entidades da região. Ao todo, foram 846 litros arrecadados e distribuídos para os asilos de idosos: Lar da Fraternidade, de Palotina, Lar São Vicente de Paula, de Umuarama e Lar São Francisco de Assis, de Altônia. 

 

Animação - A animação da noite ficou por conta do colaborador Dj Marcos e da Companhia de Dança Encantart.

 

Sobre a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP - A Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP é uma cooperativa com 30 anos de história, mais de 131 mil associados, distribuídos em 77 agências. A Cooperativa atua em São Paulo (capital), Abdc Paulista e regiões do Oeste e Noroeste do Paraná. A instituição se destaca pelo atendimento aos associados e pela preocupação com o desenvolvimento da comunidade. (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

 

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SICREDI PARANAPANEMA: Cooperativa marca presença na 21ª edição do Gigante Vermelho em Cândido Mota

 

sicredi paranapanema 27 08 2019Entre os dias 08 e 11 de agosto, a Sicredi Paranapanema PR/SP participou da tradicional festa Gigante Vermelho em Cândido Mota (SP). Em sua 21ª edição, o evento recebeu cerca de 70 mil pessoas e contou com praça de alimentação, rodeio e arena de shows com grandes artistas de reconhecimento nacional como: Matheus e Kauan, Rionegro e Solimões, Dj Thascya, Humberto e Ronaldo, Matogrosso e Mathias e Bruno e Marrone.

 

Ações - A cooperativa esteve presente no evento com diversas ações como, atendimento ao público para esclarecer dúvidas, realizar negócios, distribuição de brindes e a instalação de um espelho fotográfico ao qual os visitantes tiveram a oportunidade de levar fotos instantâneas como recordação do evento.

 

Contribuição - Para a gerente da agência Sicredi de Cândido Mota, Maria Angélica Sordi da Silva, a participação no evento é de grande importância para a cooperativa, pois possibilita contribuir com o desenvolvimento da comunidade. “É o sétimo ano que participamos ativamente e estamos muito felizes em estar presentes em mais uma edição do Gigante Vermelho, apoiando e contribuindo para o desenvolvimento da nossa comunidade. Para nós do Sicredi estar juntos nessa belíssima festa é motivo de orgulho e realização.  Parabenizamos a comissão organizadora pela dedicação e trabalho nesse grande movimento”, declarou Maria Angélica. 

 

Recursos - Além das atrações, o evento também arrecadou recursos junto ao Fundo Social de Solidariedade para compra de equipamentos para a Santa Casa Imaculada Conceição de Cândido Mota/SP.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Paranapanema PR/SP)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

UNIMED LONDRINA: Corrida noturna Unimed Inspira 2019 movimentou Londrina no último sábado

 

unimed londrina 27 08 2019A Etapa Night das Corridas Unimed Inspira 2019 movimentou Londrina, no Norte do Paraná, no último dia 24 de agosto. Mil e oitocentos corredores participaram das provas de 4 km e 8 km. A arena foi montada no Mercadão da Prochet, onde serviços de saúde e bem-estar foram oferecidos gratuitamente.

 

Premiação - O evento premiou os três primeiros colocados em cada categoria e na classificação geral (masculina e feminina). Confira abaixo os melhores corredores da edição:

 

4 km

Masculino

1º Lugar: Everton Pereira da Silva - Pileu Team

2º Lugar: Marcelo Junior - Os Tucanos

3º Lugar: Antonio Marcos Delmonico - Os Tucanos

Feminino

1º Lugar: Michelly Neves Lira - LGM Runners

2º Lugar: Kerolen Fernanda - 5Correndo

3º Lugar: Julia Maria Rosa da Silva - Athled Grupo de Corrida

 

8 km

Masculino

1º Lugar: Claudio da Silva - Believe & Run

2º Lugar: Fernando Alisson Ferreira - Athled Grupo de Corrida

3º Lugar: Reginaldo José da Silva - Believe & Run

Feminino

1º Lugar: Keroly Cristiane Achilles - Move Running/Acorrecop

2º Lugar: Maristela da Silva Pedro Santos - Os Tucanos

3º Lugar: Sandra Regina de Souza - Portal das Corridas/JC Carvalho

 

Equipe - A equipe da Unimed Saúde esteve no evento. Eles oferecerem gratuitamente serviços de aferição de pressão, realizaram teste de glicemia e deram orientações de saúde ao público presente.

 

Grande procura - A gerente de Marketing e Comunicação da Unimed Londrina, Dayane Santana, destaca que nesta edição a procura do público foi tanta que as inscrições foram encerradas 20 dias antes da realização do evento. "Acredito que um dos motivos é a ótima aceitação do público pela nossa corrida. Nas pesquisas de satisfação que fazemos com os participantes, o resultado é bem positivo", avalia a gerente. (Imprensa Unimed Londrina)

ECONOMIA: Pacote desonera folha para elevar emprego

 

economia 27 08 2019O governo finaliza um pacote de combate ao desemprego que prevê medidas de estímulo ao primeiro emprego, por meio da desoneração da folha de pagamento e de acesso facilitado ao microcrédito, entre outras. As ações estão sendo desenvolvidas pelo núcleo do secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, mas envolvem outras secretarias e já foram levadas ao ministro da Economia, Paulo Guedes, e ao secretário da Receita Federal, Marcos Cintra.

 

Contratação de jovens - Uma das medidas prevê a desoneração da folha de pagamento para a contratação, prioritariamente, de jovens que buscam o primeiro emprego ou de pessoas que estão desempregadas há mais de dois anos.

 

Defesa pública - A proposta de desonerar a folha para induzir a geração de empregos tem sido defendida publicamente pelo ministro Paulo Guedes, embora sem associá-la ao pacote de ações contra o desemprego que ainda está em gestação. Ele defende substituir a contribuição patronal de 20% para o INSS sobre a folha de pagamento por um novo imposto: a Contribuição sobre Pagamentos (CP), que recairia sobre todos os pagamentos, de alcance muito mais amplo que o extinto imposto sobre o cheque.

 

Premissa - A premissa do governo é a mesma para o combate ao desemprego e criação da CP: embora sejam medidas distintas, o ministro da Economia está convencido de que a redução ou extinção da carga tributária sobre a folha de pagamento é gatilho para novas vagas no mercado de trabalho. "Se a classe política achar que as distorções causadas pelo imposto são piores que os 30 milhões de desempregados sem carteira que têm aí, eles decidem", disse Guedes na última quarta-feira (21/08).

 

Outra frente - Em outra frente, o governo elabora um programa de acesso ao microcrédito com inspiração no Crediamigo do Banco do Nordeste. O alvo são microempreendedores da indústria, comércio ou serviços, incluindo pessoas na informalidade, como ambulantes, vendedores de cosméticos, feirantes, entre outros.

 

Desburocratização do acesso - A ideia do microcrédito não é nova, mas o governo quer desburocratizar o acesso, garantir orientação ao beneficiado na aplicação dos recursos, reduzir juros. Pelo programa do Banco do Nordeste, o empréstimo é liberado de uma vez em até sete dias e pressupõe que o interessado demonstre um faturamento de até R$ 200 mil ao ano. Existe a figura do "aval solidário", e que um grupo de amigos empreendedores, que morem ou trabalhem próximos e confiem uns nos outros, presta a garantia conjunta para o pagamento das parcelas.

 

Déficit previdenciário - Outra linha de ação que aparece no estudo elaborado por Marinho - documento que circulou de forma restrita entre empresários - teria impacto no déficit previdenciário. Uma delas implica o retorno ao mercado de trabalho de aposentados por invalidez. A reabilitação trabalhista desse segmento levaria à diminuição de gastos previdenciários.

 

Sistema S - Outras medidas contemplam o reforço de programas de qualificação profissional, mantendo a parceria com o Sistema S. E a alteração na faixa de limite de renda do microempreendedor individual (MEI). Com a elevação dessa faixa de renda, o MEI poderá ter dois empregados. Atualmente, ele tem limite de contratação de um funcionário.

 

Desempregados - Havia 12,8 milhões de desempregados no Brasil segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) mais recente, equivalente a 12% da população. Paulo Guedes tem declarado que esse número sobe para 30 milhões, considerando-se os subutilizados (qualificados que estão em subempregos) e desalentados (que desistiram de procurar emprego).

 

Por conta própria - Reportagem do Valor mostrou na última semana que 24,1 milhões de brasileiros estão trabalhando "por conta própria", em atividades que exigem pouca qualificação e geram menor rendimento. Levantamento da consultoria IDados mostrou que 10,1 milhões vivem com menos de um salário mínimo por mês, e 3,6 milhoes vivem com R$ 300 por mês.

 

Estudos - Procurado, Rogério Marinho afirmou, por meio de sua assessoria, que a secretaria tem feito estudos de ações para o combate ao desemprego e os tem levado ao ministro. Mas não quis se pronunciar sobre as medidas. O Ministério da Economia ressalta que ainda são estudos e não há definição sobre as medidas. (Valor Econômico)

AMAZÔNIA: Condições do G-7 desagradam, e ajuda é recusada

 

amazonia 27 08 2019O presidente Jair Bolsonaro decidiu nesta segunda-feira (26/08) recusar a ajuda de emergência de US$ 20 milhões (aproximadamente R$ 83 milhões) oferecida pelo G-7 para a Amazônia.

 

Condições - O grupo formado por sete das maiores economias do mundo aprovou a liberação do dinheiro na manhã de segunda-feira, mas estipulou condições para o desbloqueio do dinheiro que desagradaram Bolsonaro.

 

Ongs e população - Para receber a ajuda das grandes potências, o governo brasileiro teria que trabalhar com organizações não governamentais e populações locais. O dinheiro seria usado sobretudo para o envio de aviões Canadair, que costumam ser usados para fazer combate a incêndios florestais.

 

Cúpula - A liberação da verba foi decidida durante uma sessão de cúpula sobre o ambiente em que foi debatida a situação da floresta amazônica entre os líderes do G-7 (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido). Coube ao presidente francês, Emmanuel Macron, desafeto de Bolsonaro, fazer o anúncio.

 

Rumores - Desde a manhã desta segunda, circulavam no Palácio do Planalto rumores de que Bolsonaro recusaria a ajuda, sobretudo por causa das condições impostas pelo clube dos países ricos.

 

Inaceitável - O presidente brasileiro considerou inaceitável trabalhar com as ONGs, a quem acusa de atuar em favor dos interesses de outros países na Amazônia.

 

Suspeitas - Na semana passada, Bolsonaro chegou a apontar essas organizações como "principais suspeitas" pelos incêndios na Amazônia. Depois recuou, apontando para produtores rurais na região.

 

Porta-voz - Antes da decisão de Bolsonaro, o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, disse que o Ministério das Relações Exteriores iria "se debruçar sobre a ajuda internacional quando essa oferta se efetivar".

 

Ajuda militar - O governo federal confirmou que, por enquanto, recebeu ajuda militar de forma oficial apenas por parte dos governos do Chile e do Equador. "O Chile ofereceu quatro aeronaves de combate a incêndios e o Equador ofereceu um avião e 30 especialistas", disse o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva.

 

Homens - Segundo o governo, foram enviados aproximadamente 2700 homens para ajudar no combate aos focos de incêndios, sendo que eles foram divididos em dois grupos: um de 1 mil homens e outro que tem quase 1700. Além disso, há 43 mil militares de forma permanente na região. "Os ministérios estão trabalhando desde sábado para debelar essa crise. Estamos prontos para ficar com esse efetivo por cerca de um mês", explicou o porta-voz da Presidência.

 

Diminuindo - Tanto Azevedo e Silva quanto Rêgo Barros enfatizaram que os focos de incêndio já estão diminuindo na região e que a situação não está foram de controle, mas não divulgaram dados consolidados. (Valor Econômico)

MERCADO I: China perderá um terço da carne suína

 

A epidemia de peste suína africana deverá acabar com a produção de 16 milhões de toneladas de carne suína na China neste ano, um terço do volume normal e o dobro das exportações globais anuais. A estimativa é da consultoria INTL FCStone.

 

Déficit na oferta mundial - Em apresentação realizada nesta segunda-feira (26/08), Renato Rasmussen, diretor de inteligência da empresa, indicou que as perdas nos rebanhos de suínos na China e em outros países que também estão sendo afetados pela doença não serão totalmente compensadas por importações de carne suína ou mesmo de outras proteínas, e haverá um déficit na oferta mundial de proteína animal de quase 10 milhões de toneladas em 2019.

 

Produção - Na avaliação da INTL FCStone, a produção chinesa de carne suína deverá cair ainda mais no próximo ano e alcançar 34 milhões de toneladas, ante as 38 milhões esperadas para este ano e 54 milhões de toneladas de 2018. A produção do país só deverá começar a se recuperar em 2021, quando deverá retornar ao patamar de 38 milhões de toneladas.

 

Efeitos distintos - A INTL FCStone reforçou que esse encolhimento do plantel de suínos na China tem dois efeitos distintos nos mercados agropecuários globais: diminuição da demanda chinesa por grãos e aumento das importações de carnes.

 

Projeções - Nas projeções da consultoria, a China terá que importar 3,3 milhões de toneladas de carne suína neste ano e 4,2 milhões em 2020, ante 2,1 milhões de toneladas importadas no ano passado.

 

Recuo - A consultoria estima que, se a produção chinesa de carne suína recuar 30% - como projeta que vá ocorrer neste ano -, a demanda do país asiático por ração deverá cair 27,7 milhões de toneladas. Nesse cenário, a demanda por milho deverá recuar 17,2 milhões de toneladas e a demanda por farelo de soja tende a ficar 7,7 milhões de toneladas menor.

 

Outros países - Outros países também têm sofrido com a peste suína africana. No Vietnã, onde a doença já levou à perda de 16% do rebanho de suínos, a produção de carne suína deverá diminuir entre 15% e 20% em 2019, segundo a consultoria. "Grande parte do sudeste da Ásia terá dificuldade em repovoar seu rebanho e garantir suprimentos provisórios de proteína. As perdas causadas pela peste suína africana no sudeste da Ásia vão exacerbar as deficiências globais de proteína, adicionando mais pressão aos mercados globais", afirmou Rasmussen.

 

Oferta mais restrita - Como resultado, a consultoria espera que haverá uma oferta mundial de carne suína mais restrita e preços mais elevados no mercado internacional em 2020. 

 

Brasil - Entre os países exportadores que podem ofertar proteínas aos mercados asiáticos, a INTL FCStone acredita que o Brasil é um dos mais bem posicionados, embora existam dúvidas sobre se a situação atual represente um aumento estrutural na demanda e de acesso ao mercado chinês.

 

UE - A União Europeia, embora seja a principal fornecedora para o mercado chinês - atualmente é a origem de 70% das importações do país asiático -, tem limitações para atender sozinha a esse aumento de demanda. Os Estados Unidos, que ocupam o segundo lugar, estão em guerra comercial com a China, e o Canadá, terceiro maior exportador para os chineses, sofre com barreiras não-tarifárias, algumas inclusive relacionadas à guerra comercial entre Washington e Pequim. (Valor Econômico)

 

mercado I 27 08 2019

MERCADO II: Queda do milho em Chicago chega ao país

 

mercado II 27 08 2019A recente queda das cotações do milho no mercado internacional começou a ter reflexos sobre as negociações do cereal no Brasil, o que pode ser negativo para as exportações, apesar do câmbio favorável, mas beneficia os frigoríficos de aves e suínos, por manter os custos das rações sob controle.

 

Queda acumulada - Em decorrência de fatores como colheita nos EUA, demanda americana por etanol, disputas comerciais entre Washington e Pequim e peste suína africana na China, os preços dos contratos futuros acumulam queda de cerca de 10% na bolsa de Chicago neste mês. Com isso, a variação acumulada em 2019, que era positiva, passou a ser negativa e já supera 3%, de acordo com o Valor Data.

 

Mercado brasileiro - Apesar de o mercado brasileiro não ter seus preços totalmente balizados por Chicago, como acontece com a soja, a queda não é ignorada pelos agentes do país, que tem se consolidado como o segundo maior exportador de milho do mundo, atrás dos EUA.

 

Importação - "Temos uma safra e um estoque enorme de milho no Brasil, mas se ficar mais barato importar, com certeza as empresas farão isso", diz Cleiton Gauer, analista do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea/Famato). "Isso fez todos se movimentarem nas últimas duas semanas".

 

USDA - O tombo na bolsa americana foi aprofundado depois que o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) divulgou uma estimativa de área de cultivo no país maior que a esperada pelo mercado - o órgão cortou em "apenas" 2% sua projeção esta safra 2019/20, para 36,4 milhões de hectares, e o mercado esperava 35,6 milhões.

 

Rendimento - A estimativa de rendimento divulgada pelo USDA ficou em 10,6 toneladas por hectare, ante expectativa média de analistas de 10,4 toneladas por hectare, e com isso a colheita americana foi projetada em 353,1 milhões de toneladas, 20 milhões a mais que o esperado.

 

Compensação - Parte da baixa em Chicago foi compensada pelo fortalecimento do dólar em relação ao real, mas não toda. E a paridade de exportação do milho em Mato Grosso para o contrato de julho de 2020 (o principal negociado no momento), apresentou forte queda de quase 9% na média de agosto (até o dia 16), chegando a uma mínima no mês de R$ 19,63 a saca. Houve uma pequena reação, mas o patamar ainda é inferior aos R$ 22 negociados em julho.

 

Paridade - "Mesmo que o dólar tenha exibido uma valorização significativa, superior a 4% em relação ao mesmo período de 2018, diante do retorno do embate comercial entre China e EUA, o que puxou a paridade para baixo foi a forte desvalorização em Chicago em dois ou três dias", afirma Gauer.

 

Prêmio - Além disso, o prêmio de exportação no porto de Paranaguá (PR) caiu. Passou de US$ 0,25 o bushel, em julho, para US$ 0,20 na média de agosto até o dia 16, o que contribuiu para que o preço de paridade recuasse ainda mais. Esse declínio nas últimas semanas, afirma o analista, despertou o interesse dos compradores, que tentaram avançar nas negociações. Mas a demanda elevada permitiu que os produtores ficassem um pouco retraídos.

 

Cenário de demanda - "Temos um cenário de demanda forte particularmente em Mato Grosso, com novas indústrias de etanol de milho e tradings atuantes nos mercados interno e externo. E o cenário de crescimento das vendas de aves e suínos também ajuda a aumentar a demanda pelo cereal", diz.

 

Negociações - Apesar da "calma" dos produtores em vender, as negociações com o cereal disponível (2018/19) em Mato Grosso aumentaram 6 pontos percentuais até a terceira semana de agosto ante julho, para 83,23% do total colhido. E também garantiram um interesse maior da próxima safra (2019/20), ampliando o total negociado antecipadamente para 32,38% da colheita prevista.

 

Insumos - Animados, os produtores mato-grossenses já começaram a adquirir insumos para o plantio da próxima safrinha, no início do ano que vem, e a expectativa é de crescimento da semeadura. Na safrinha de 2018/19, a estimativa é que a colheita tenha alcançado 31,14 milhões de toneladas, 19% mais que no ciclo anterior, quando a safra quebrou por problemas climáticos. (Valor Econômico)

COMÉRCIO EXTERIOR: Balança comercial registra superávit parcial de US$ 30 bilhões no ano

 

comercio exterior 27 08 2019A balança comercial brasileira registrou saldo positivo de US$ 30,963 bilhões desde o início do ano até domingo (25/08), informou nesta segunda-feira (26/08) balanço divulgado pela Secretaria Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia. O valor representa uma queda de 16,4% com relação ao mesmo período de 2018.

 

Total - No ano, as exportações totalizam US$ 144,767 bilhões e as importações, US$ 113,804 bilhões. No mês de agosto, as exportações somam US$ 14,767 bilhões e as importações, US$ 12,279 bilhões, com saldo positivo de US$ 2,488 bilhões. 

 

Superávit - Segundo o ministério, a balança também registrou um superávit de US$ 1,078 bilhão na quarta semana de agosto de 2019. O saldo é resultado de exportações no valor de US$ 4,590 bilhões e importações de US$ 3,512 bilhões. Na comparação entre as médias de terceira e quarta semana de agosto houve um crescimento de 8,2%. 

 

Média diária - A média diária das exportações da quarta semana chegou a US$ 917,9 milhões, contra de US$ 848,1 milhões da terceira semana. O resultado se deveu ao aumento de 21,2% nas exportações de produtos básicos, que subiram de US$ 453,8 milhões para US$ 549,9 milhões. Os destaques foram minério de ferro, petróleo em bruto, soja em grãos, milho em grãos e café em grãos.

 

Semimanufaturados - Contudo, no mesmo período de comparação, as vendas de produtos semimanufaturados apresentaram queda de 13,9%, de US$ 110,2 milhões para US$ 94,8 milhões. O resultado foi puxado por açúcar de cana em bruto, celulose, semimanufaturados de ferro/aço, óleo de soja em bruto e alumínio em bruto. A balança também apresentou redução nas vendas de manufaturados de 3,8%, de US$ 284,1 milhões para US$ 273,2 milhões. 

 

Diminuição de gastos - Por outro lado, a queda nas importações foi resultante da diminuição de gastos, especialmente com equipamentos mecânicos, bebidas e álcool, farmacêuticos, algodão e equipamentos eletroeletrônicos. A diminuição no volume de importações foi 3,9% na comparação entre a média da quarta semana, de US$ 702,3 milhões, sobre a média até a terceira semana, de US$ 730,6 milhões. 

 

Comparação - Apesar do resultado positivo, na comparação entre as quatro semanas de agosto de 2019 e o mesmo e do ano anterior, houve uma redução de 7,3% nas exportações. Em agosto de 2019, a balança comercial registrou US$ 868,6 milhões, contra US$ 937,1 milhões em 2018. 

 

Reflexo - "A redução refletiu a baixa de 25,6% nas vendas de produtos manufaturados, de US$ 377,6 milhões para US$ 280,9 milhões. Já as vendas de produtos semimanufaturados subiram 14,9%, de US$ 91,9 milhões para US$ 105,7 milhões. As exportações de produtos básicos também tiveram alta, de US$ 459,9 milhões para US$ 482,1 milhões (+4,8%)", disse o ministério.

 

Julho - O ministério disse ainda que relativamente a julho de 2019, houve queda de 0,4% nas exportações, devido à diminuição de 2,2% nas vendas de produtos manufaturados, de US$ 287,1 milhões para US$ 280,9 milhões. Já as vendas de semimanufaturados subiram 1,4%, de US$ 104,2 milhões para US$ 105,7 milhões, e as de básicos aumentaram 0,3%, de US$ 480,6 milhões para US$ 482,1 milhões.

 

Importações - Já nas importações, a média diária até a quarta semana de agosto de 2019 foi de US$ 722,3 milhões, 11,5% abaixo da média de agosto do ano passado, de US$ 816,4 milhões. Nesse caso, as principais reduções foram de combustíveis e lubrificantes (-35,4%), cobre e suas obras (-35,0%), veículos automóveis e partes (-23,8%), adubos e fertilizantes (-4,0%) e plásticos e obras (-3,7%).

 

Retração - "Em relação a julho de 2019, houve retração de 6,5% nas importações, provocada pelas quedas em aeronaves e peças (-50,5%), combustíveis e lubrificantes (-32,7%), cobre e suas obras (-26,0%), farmacêuticos (-24,1%) e plásticos e obras (-8,4%)", disse a pasta. (Agência Brasil)

CGE: Controladoria abre processos contra concessionárias de rodovias do Paraná

 

cge 27 08 2019A Controladoria-Geral do Estado (CGE) desmembrou a investigação sobre as seis concessionárias que administram estradas do Anel de Integração do Paraná. Nesta segunda-feira (26/08), foi publicada no Diário Oficial do Estado a resolução que constitui o grupo que trabalhará no processo administrativo de responsabilização da Econorte. As outras cinco empresas serão incluídas de acordo com cronograma estabelecido pela Coordenação de Corregedoria, da CGE.

 

Fim de novembro - A expectativa é concluir a abertura dos processos contra as concessionárias até o fim de novembro. Porém, a abertura do processo administrativo não impede que as empresas procurem a CGE para compactuar acordos de leniência. “Vamos agir com a maior celeridade possível. Por esse motivo, estamos abertos a conversar com as concessionárias para, juntos, buscarmos soluções para restituir ao Estado valores desviados, caso se comprove os atos ilícitos”, esclareceu Raul Siqueira, controlador-geral do Estado.

 

Estrutura - A comissão formada em outubro do ano passado, com empregados do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), previa a investigação de todas as seis concessionárias em um único processo. “A CGE avocou para si a responsabilidade da investigação e definição de responsabilidades. Como ficaria muito moroso e tecnicamente complicado trabalhar com todas as empresas em um mesmo processo, resolvemos desmembrar a investigação”, explicou o controlador-geral do Estado, Raul Siqueira.

 

Seguimento - “Reestruturamos a área de corregedoria para poder dar seguimento às investigações de forma independente e isenta”, completou Siqueira. A Coordenação de Corregedoria foi estruturada em espaço específico para a atividade e recebeu reforço de pessoal.

 

Prazos - O processo administrativo de responsabilização (PAR) da Econorte tem o objetivo de apurar eventuais atos ilícitos que tenham lesado o Estado, conforme estabelecido na Lei Federal Anticorrupção (12.846/2013) e Lei das Licitações (8.666/1993). O prazo para a conclusão do trabalho é de 180 dias, que podem ser prorrogados por igual período, caso comprovada a necessidade dessa extensão.

 

Outros processos - Daniel Berno, diretor de Inteligência e Informação da CGE, afirmou que os outros processos serão abertos. “Já foi instaurado processo de investigação há 90 dias, que levantou suspeitas quanto a algumas irregularidades. Vamos analisar caso a caso”, detalhou Berno.

 

PIP - O procedimento de investigação preliminar (PIP), que abrangia as seis concessionárias, soma mais de 30 mil páginas. “O volume de dados e informações foi um dos motivos que nos fez desmembrar os processos administrativos. Dessa forma, os resultados serão mais rápidos”, completou o diretor.

 

As concessionárias - As concessionárias investigadas são, além da Econorte: Viapar, Ecovia – Caminhos do Mar, Caminhos do Paraná, Ecocataratas e CCR Rodonorte. (
Agência de Notícias do Paraná)

ABASTECIMENTO: Unidades das Ceasas no Paraná recebem obras de revitalização

 

abastecimento 27 08 2019A Ceasa Paraná está executando uma série de melhorias e reparos nas infraestruturas de suas unidades atacadistas no Estado. São 12 obras que envolvem desde a construção de novos gradis, montagens de corrimãos e alambrados, recuperação de pavimentações de vias internas, além de serviços de reforços estruturais e de cobertura das áreas de atendimento e comercialização direta de hortigranjeiros pelos agricultores cadastrados. Os investimentos somam R$ 7 milhões, recursos próprios da Ceasa Paraná.

 

Revitalização - “São ações que ajudam a revitalizar as atividades dos nossos produtores e permissionários atacadistas que atuam nos mercados. Além disso, proporcionamos também mais segurança e comodidade para todos os compradores e demais trabalhadores que diariamente frequentam as unidades, auxiliando a abastecer o setor varejista”, destaca o diretor-presidente da Ceasa Paraná, Eder Eduardo Bublitz.

 

Pedidos - O dirigente da empresa disse ainda que estas melhorias atendem também aos pedidos discutidos com as respectivas entidades representativas dos produtores e atacadistas das Ceasas do Estado.

 

Avaliação - A Comissão Permanente de Licitações (CPL) também avalia os processos de outras 13 intervenções que poderão ser licitadas, conforme os acompanhamentos da Assessoria Jurídica da Ceasa e orientações do Ministério Público do Paraná.

 

Cronograma e ações - “Estamos seguindo um cronograma de acompanhamento de cada uma dessas intervenções que estão acontecendo em nossos mercados atacadistas”, explica o engenheiro civil Marco Antônio de Figueiredo, chefe da Divisão de Engenharia e Manutenção da Ceasa Paraná. Ele acrescenta que as obras são executadas por empresas de engenharia que passaram pelos processos de licitação promovidas pela CPL.

 

Curitiba - Na Ceasa de Curitiba estão em andamento trabalhos de melhorias e reforços das estruturas. Um novo estacionamento de 14 mil metros quadrados está em implantação ao lado esquerdo da entrada de acesso à unidade. O Mercado do Produtor também recebeu novos reforços estruturais, trocas de calhas e um novo gradil em torno da área de 13,5 mil metros quadrados. No terreno situado atrás do Pavilhão H, de 2 mil metros quadrados, estão sendo colocadas caixa de passagem para a drenagem do local e feita a terraplanagem.

 

Maringá - A Casa do Comprador, na Ceasa de Maringá, ganhou uma nova estrutura com a reforma. Além da remodelação dos banheiros, foi também ampliada a área de espera da abertura do mercado destinada aos compradores. No espaço de fundos da unidade está em fase de conclusão a terraplanagem de 12 mil metros quadrados. Depois, o espaço receberá também canalização para águas pluviais, destinadas a futuras construções no local.

 

Londrina - Na Ceasa de Londrina já foram realizados o projeto de estruturação da nova Praça de Alimentação da unidade. Na Ceasa de Cascavel, está em andamento a recuperação da pavimentação de todo o mercado. O Mercado do Produtor da Ceasa de Foz do Iguaçu também recebe uma nova cobertura.

 

Licitações para novas obras - Segundo o diretor-presidente, outras 13 obras – como reformas de áreas, revitalização de pavimentações, construções de novos banheiros, eficiência energética e melhorias de iluminação nas unidades – serão feitas ainda neste ano nas Ceasas do Paraná. “Essas ações estão em processo de análise e elaboração junto à Comissão Permanente de Licitação para serem colocadas em licitação em breve”, Bublitz completa. (Agência de Notícias do Paraná)

INTERNACIONAL: Trump muda tom e acena à China com negociação

internacional 27 08 2019O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, adotou um tom conciliatório no último dia da cúpula do G-7, onde foi pressionado pelo presidente francês, Emmanuel Macron, a reduzir a escalada na guerra comercial com a China e aliviar as tensões com o Irã. Ao lado de Macron, Trump soou otimista nesta segunda-feira (26/08) sobre as negociações comerciais com a China, um dia depois de ter reforçado sua política de sobretaxas.

Acordo - "Eu acho que eles querem fazer um acordo", disse Trump. Mais cedo, ao ser indagado se consideraria adiar ou cancelar tarifas planejadas contra a China, ele respondeu: "Tudo é possível."

Investidores - A retórica mais leve sobre a China ajudou a acalmar investidores preocupados com uma nova escalada nas tensões comerciais entre os EUA e a China. Ontem, em Nova York, o índice Dow Jones subiu 1%, enquanto o S&P 500 avançou 1,1%.

Calma - As propostas suavizaram o encerramento da cúpula no balneário francês, que ficou marcada por três dias turbulentos. Ao longo do encontro, Macron conseguiu manter Trump sob controle. A cúpula começou com o presidente francês pressionando Trump para discutir o Irã e a China sem a presença de assessores da Casa Branca - e seguiu com a imprevista chegada do ministro das Relações Exteriores iraniano, Javad Zarif, nos bastidores do encontro. No fim, Trump parecia apreciar a atmosfera improvisada da cúpula.

Elogio - "Estávamos nos entendendo muito bem, ninguém queria ir embora", disse Trump. Ele chamou o presidente chinês, Xi Jinping, de um "homem brilhante"; e descreveu como "muito positiva" a reunião que Macron teve do outro lado da rua, onde ocorreu a cúpula com Zarif - que recentemente foi alvo de sanções americanas. Trump elogiou o governante francês, acrescentando que Macron o manteve informado sobre os movimentos do diplomata iraniano.

Confusão - Em alguns momentos, o otimismo renovado de Trump provocou confusão. Ele contou a jornalistas nesta segunda-feira (26/08) que a China tinha entrado em contato com funcionários americanos na noite anterior e dito "vamos voltar à mesa de negociações". O porta-voz do Ministério de Assuntos Exteriores chinês, Geng Shuang, disse que "não tinha conhecimento" de tal telefonema da China para os EUA.

Sem resposta - Um porta-voz do Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) não respondeu a perguntas sobre quando o telefonema havia sido feito ou quem foram os interlocutores. Quando lhe pediram, mais tarde, para esclarecer quem eram as pessoas que tinham participado das ligações, Trump disse: "Não quero falar sobre telefonemas. Nós recebemos chamadas. Tivemos telefonemas nos níveis mais altos."

Fim da discussão - O secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, procurou acabar com a discussão. "Houve discussões que foram e voltaram, vamos deixar por isso", disse ele. "Ontem à noite", interveio Trump.

Mudança - Ainda assim, os comentários foram uma mudança com relação à escalada de sexta-feira (23/08), quando Pequim impôs novas tarifas sobre bens americanos e Trump respondeu com o aumento nas tarifas sobre produtos chineses. O presidente também instruiu as empresas americanas que fazem negócios com a China a explorar sua realocação, uma ordem que ele não tem autoridade para dar.

Lei - Trump tem dito que pode se valer da Lei dos Poderes Econômicos de Emergência de 1977, que permite ao presidente americano bloquear as atividades de empresas individuais, mas apenas se ele declarar emergência nacional primeiro.

Encontro sem precedentes - Um encontro entre os governantes dos EUA e do Irã é algo sem precedentes desde a revolução iraniana de 1979 e qualquer assistência enfrenta forte oposição dos conservadores em Teerã, assim como dos linha-dura da política externa em Washington. Os EUA aumentaram as sanções contra o Irã nos últimos meses. Ainda assim, Trump indicou que ele estaria aberto a possibilidade de se reunir com o presidente iraniano, Hassan Rouhani.

Solução dos problemas - Em discurso televisionado mais cedo nesta segunda, Rouhani disse que seu governo "não vai rejeitar nenhum caminho para resolver problemas", afastando-se de sua recusa de muitos meses sobre qualquer possibilidade de negociação com o governo Trump. "Se eu sei que uma reunião com alguém fará meu país florescer e resolverá os problemas do povo, não vou evitá-la", disse

Rouhani.

Pressão - A França tem pressionado os EUA a permitir que o Irã receba empréstimos, que teriam o petróleo iraniano como garantia, como uma medida para criar confiança para possíveis negociações. Nesta segunda, Trump disse estar aberto à ideia. "Estamos falando de uma carta de crédito", afirmou ele.

Merkel - Mais cedo, Trump parecia desejoso de se dar bem com seus colegas governantes, incluindo a primeira-ministra alemã, Angela Merkel, com quem tem relações glaciais. Ele a chamou de "mulher brilhante" e prometeu fazer sua primeira visita à Alemanha em breve. "Eu tenho alemão no meu sangue", disse Trump, provocando uma gargalhada de Merkel.

Imposto digital - Autoridades americanas e francesas também fizeram progressos na direção de um acordo para reduzir as tensões decorrentes do novo imposto digital da França. No fim do segundo trimestre, o imposto provocou a ira de Trump, que prometeu retaliar com tarifas sobre o vinho francês.

Proposta - Macron afirmou que os dois países tinham concordado com uma proposta que estipula que a França reembolsará empresas de tecnologia americanas que terminem por pagar mais impostos sob a nova lei francesa do que pagariam sob as regras tributárias que a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) está negociando atualmente. "Posso confirmar que a primeira-dama adora vinhos franceses", brincou Trump, ao ser questionado sobre o imposto digital.

Abordagem - Ainda assim, a abordagem de fazer tudo sozinho do presidente ficou evidente na manhã desta segunda, quando os jornalistas foram conduzidos a uma sessão de trabalho sobre mudanças climáticas, biodiversidade e oceanos. Seis dos sete líderes do G-7 estavam presentes na sessão, enquanto a cadeira de Trump estava vazia. Funcionários americanos tinham criticado Macron por incluir questões de "nicho", tais como as mudanças climáticas, na agenda da cúpula.

Pacote - Os líderes do G-7 acertaram um pacote de US$ 20 milhões para ajudar os países da bacia amazônica a combater os incêndios devastadores e realizar um esforço de longo prazo para restaurar as florestas tropicais, uma soma irrisória dada a escala de destruição dos incêndios.

Prioridade - Indagado na entrevista coletiva se considera as mudanças climáticas uma prioridade depois de ter ignorado uma sessão sobre o assunto mais cedo, Trump disse que os EUA reviveram uma "tremenda riqueza" sob seu governo. "Eu não vou perder essa riqueza em sonhos, em moinhos de vento", concluiu, aparentemente se referindo a combustíveis fósseis. (Valor Econômico)

 


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