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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4681 | 10 de Outubro de 2019

IBGE: Paraná sediará evento nacional de divulgação do Censo Agropecuário 2017

ibge 10 10 2019O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, recebeu, na manhã desta quinta-feira (10/10), a visita do chefe do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE no Paraná, Sinval Dias dos Santos, e do supervisor de agropecuária, Jorge Mryszka, que entregaram convite para a cerimônia de divulgação dos resultados do Censo Agropecuário 2017, que acontecerá no dia 25 de outubro, às 9h30 no Palácio Iguaçu, em Curitiba.

Apoio das cooperativas - Segundo Sinval, a escolha do Paraná para sediar esta divulgação nacional se deve ao fato da importância do agronegócio para e economia e pela forma organizada da produção, através das cooperativas representadas pelo Sistema Ocepar. “Durante uma reunião com o supervisor nacional do IBGE, nós argumentados que o Paraná tem características bem diferenciadas na sua composição fundiária, com pequenos, médios e grandes produtores, bem distribuídos em cooperativas, e talvez seja o setor mais organizado do País. E, como vocês nos apoiaram desde o início na realização do Censo, ajudando na divulgação e na recepção dos técnicos para realizarem os levantamentos, nada mais justo que o Paraná possa sediar o anúncio nacional do Censo”. Além do Sistema Ocepar, o mesmo convite está sendo realizado a outras entidades do setor rural mas, também, do setor produtivo, como o G-7 e associação de municípios. “Esperamos os presidentes das cooperativas agropecuárias para a solenidade, que contará com a presença do governador Ratinho Júnior, do secretário da Agricultura, Norberto Ortigara, e de autoridades do governo federal e representantes das entidades parceiras”, ressaltou Sinval.

Importância - Para o presidente do Sistema Ocepar, apoiar na realização do Censo para que todos os dados fossem levantados de forma precisa, é mais do que um dever. “Afinal, as próprias cooperativas irão se beneficiar com esse levantamento. O último Censo havia acontecido em 2006, os dados já estão defasados. Agora, com essas informações atualizadas sobre a estrutura e a produção agropecuária, podemos saber quem e quantos produtores existem no estado, quantos integram o sistema cooperativista, o que e onde produzem, enfim, ira subsidiar estudos, planejamentos e estratégias para políticas públicas voltadas para o setor e para o cooperativismo”, frisou. Ricken se comprometeu em convidar os presidentes de cooperativas agropecuárias e de crédito filiadas a Ocepar para que participem e possam conhecer, no dia 25 de outubro, detalhes do novo Censo.

Lançamento - Sinval lembrou que foi no auditório do Sistema Ocepar, no dia 19 de junho de 2017, que aconteceu o lançamento da realização do Censo Agropecuário 2017, com a presença, naquela ocasião, do presidente do IBGE, Roberto Luís Olinto Ramos e da governadora do Paraná, Cida Borghetti. “Este apoio de primeira hora do Sistema Ocepar, através do presidente José Roberto Ricken, e das cooperativas do estado, foi fundamental para que 1.350 recenseadores no Paraná realizassem seu trabalho de forma mais rápida e objetiva.

Levantamento no Paraná - O supervisor de agropecuária do IBGE do Paraná, Jorge Mryczka, que coordenou o Censo Agropecuário no Paraná, disse que houve um pequeno atraso no cronograma, especialmente pelos períodos de chuvas, que impediram o acesso dos recenseadores em algumas localidades mais distantes. “Foram cinco meses de coletas de dados em todas as propriedades rurais do Paraná. A agricultura e a pecuária são destaques em nosso estado, somos o segundo maior produtor de grãos, de soja, milho, maior produtor de feijão e trigo, aves, suínos, peixes, carnes de uma forma geral. As próprias cooperativas do Paraná contribuem muito para este desenvolvimento. E os dados que serão anunciados no dia 25 de outubro servirão de norte para que os municípios e o estado possam focar em investimentos regionais”. Mryczka destacou que nesse levantamento alguns indicadores mostrarão como está o Paraná na questão do acesso a novas tecnologias e a conectividade. “Perguntamos aos produtores sobre o uso de internet e de ferramentas tecnológicas em suas propriedades e posso adiantar que o Paraná se destaca no quesito de inovação”, destacou.

 

SICREDI: Instituição destaca impacto positivo do segmento no Dia Internacional das Cooperativas de Crédito

 

sicredi 10 10 2019Celebrado anualmente na terceira quinta-feira de outubro, o Dia Internacional das Cooperativas de Crédito (DICC) neste ano será comemorado no dia 17. A data exalta a contribuição das cooperativas de crédito em todo o mundo para tornar realidade os sonhos pessoais e profissionais dos seus associados por meio da atuação local. Integrante do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo, o Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 116 anos, cujas raízes estão ligadas ao surgimento do cooperativismo de crédito no Brasil – celebra também o crescimento sólido e sustentável da sua atuação, que hoje compreende 22 estados e o Distrito Federal, com presença em mais de 1.300 municípios brasileiros.

 

Tema - Neste ano, o Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (World Council of Credit Unions – Woccu, na sigla em inglês) anunciou como tema da data comemorativa “Serviço Local. Alcance Global”.  O objetivo é destacar como a soma da atuação local das cooperativas de crédito resulta em um impacto positivo mundial. No Brasil, a campanha do DICC é liderada pela Confederação Brasileira das Cooperativas de Crédito (Confebras), com apoio da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB). Saiba mais sobre a campanha em confebras.coop.br/dicc2019.

 

Crescimento do cooperativismo de crédito - A abrangência internacional das cooperativas de crédito é evidenciada pelo Woccu. Os dados mais recentes divulgados pela entidade internacional mostram que o segmento já conta com mais de 260 milhões de associados e 89 mil cooperativas de crédito, localizadas em 117 países. A taxa de penetração do segmento – que é calculada dividindo o número total de membros de cooperativas de crédito pela população em idade economicamente ativa de 15 a 64 anos – é de 9,09% no mundo, 11,03% na América Latina e 6,66% no Brasil.

 

SNF - Embora pequena, quando comparada a países da Europa, aos Estados Unidos e ao Canadá, por exemplo, a participação das cooperativas de crédito no Sistema Financeiro Nacional (SFN) tem registrado um constante incremento.

 

Anuário - Segundo o Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2019, o número de associados cresceu 42% no país entre 2014 e 2018, chegando a 9,8 milhões de pessoas. São 909 cooperativas de crédito, que empregam mais de 63 mil pessoas e têm uma carteira de crédito superior a R$ 115 bilhões. Essas cooperativas totalizam R$ 190 bilhões em ativos e R$ 41,1 bilhões em patrimônio líquido. Ao todo, as cooperativas de crédito brasileiras disponibilizam mais de 6.200 pontos de atendimento, sendo que em 594 municípios elas são a única instituição financeira presente fisicamente, evidenciando o papel de acesso a serviços e produtos financeiros.

 

Resultados do Sicredi no 1º semestre - De acordo com as Demonstrações Financeiras Combinadas do Sicredi no primeiro semestre de 2019, o resultado líquido da instituição financeira cooperativa no período cresceu 10%, quando comparado ao primeiro semestre de 2018, chegando a R$ 1,5 bilhão, enquanto que o patrimônio líquido registrou aumento de 16,2%, superando a marca dos R$ 16 bilhões. Já os ativos atingiram R$ 99,2 bilhões, crescimento de 13% no comparativo com o mesmo período do ano passado.

 

Crescimento - Na captação, o Sicredi obteve um crescimento de 13,3% em depósitos totais, alcançando R$ 64,8 bilhões. A carteira de poupança – um dos focos da instituição financeira cooperativa, tendo em vista que incrementa e auxilia a fomentar o crédito rural – teve um aumento de 20,9%, ultrapassando o volume de R$ 14 bilhões. Já a carteira de crédito, no período, totalizou R$ 60,8 bilhões, incremento de 33% em relação ao primeiro semestre de 2018. Por sua vez, a carteira de crédito rural do Sicredi fechou em R$ 21,4 bilhões, com crescimento de 24,5%, enquanto que a receita de crédito registrou um aumento de 20%, totalizando R$ 4,95 bilhões.

 

Associados - Outro dado relevante é o número de associados do Sicredi. No começo deste ano, a instituição ultrapassou a marca de 4 milhões de cooperados e registrou crescimento de 10,5% até junho deste ano. Atualmente, o Sicredi conta com 112 cooperativas de crédito filiadas, está presente em 22 estados e no Distrito Federal e em 1.334 cidades brasileiras, sendo que em mais de 200 delas é a única instituição financeira presente.

 

Pontos de atendimento - No primeiro semestre deste ano, o Sicredi também registrou crescimento no número de pontos de atendimento, totalizando 1.752 em todo o Brasil. De janeiro a junho, foram inauguradas mais de 70 agências, uma delas em Belo Horizonte, marcando a chegada da instituição na capital de Minas Gerais.

 

Distribuição de resultados aos associados - Em 2018, do montante de R$ 677 milhões gerados no exercício de 2017, com base nas decisões tomadas nas assembleias gerais, R$ 526 milhões foram distribuídos aos associados, representando 77,7% do total. É a maior distribuição de resultados registrada até o momento na história do Sicredi, seguindo uma sequência de desempenhos positivos da instituição.

 

Capital próprio - O montante pago de juros sobre o capital próprio aos associados foi de R$ 390 milhões, representando 14% do resultado do exercício. Após decisão nas assembleias, a distribuição dos resultados é feita por depósito na conta corrente do associado ou por meio de integralização na cota capital, proporcionalmente à receita que cada associado gerou para a sua cooperativa de crédito, por meio da utilização de produtos e serviços.

 

Ações de impacto positivo - No âmbito da responsabilidade social, o Programa A União Faz a Vida, liderado pela Fundação Sicredi, um dos maiores programas sociais voltados para a educação de crianças e adolescentes de escolas públicas e privadas no Brasil, mobilizou, em 2018, cerca de 25 mil educadores e 284 mil crianças e adolescentes em mais de 1.900 escolas de 369 municípios. O Programa tem o objetivo de incluir no dia a dia dos estudantes da educação básica valores de cooperação e cidadania para formar cidadãos mais justos, solidários, que respeitem a diversidade e que dialoguem para tomar decisões.

 

Sustentabilidade - Com o objetivo de promover a sustentabilidade por meio da gestão do negócio, parte dos recursos que o Sicredi oferece na forma de crédito são alocados na chamada Economia Verde. Em 2018, a instituição apresentou aumento significativo nos produtos e serviços da Economia Verde, chegando a R$ 10,1 bilhões, valor 29% maior do que no período anterior. Em microcrédito, modalidade que auxilia o desenvolvimento de pequenos empreendimentos, a concentração da carteira atingiu R$ 1,9 bilhão em 2018.

 

Cooperativas escolares - Outra iniciativa da instituição são as chamadas cooperativas escolares, associações de estudantes com a finalidade educativa que busca formular uma proposta pedagógica de participação dos jovens em atividades práticas que possibilitem a eles a formação de futuros líderes, gestores, empreendedores e cidadãos com senso de responsabilidade e participação, por meio da vivência de um modelo cooperativo sustentável. Ao todo, são mais de 100 cooperativas escolares no Brasil.

 

Programa Crescer - O Sicredi também desenvolve o Programa Crescer que, em 2018, impactou mais de 39,7 mil pessoas. Voltada para a educação cooperativa, o programa tem como objetivo, além de oferecer formação de novas lideranças para o Sicredi, ampliar a atuação dos associados em suas comunidades, expandindo as práticas de cidadania e ligadas ao desenvolvimento local.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

SICOOB UNICOOB I: Movimento Cooperjovem discute futuro da educação

 

sicoob unicoob 10 10 2019Muita animação e aprendizado resumem o Movimento Cooperjovem, evento que aconteceu no último dia 3, no Fashion Hall, em Maringá (PR). O encontro, que também foi uma grande comemoração ao Dia do Professor, reuniu 450 educadores, entre professores e secretários de Educação dos municípios que participam do Programa Cooperjovem na área de atuação das cooperativas do Sicoob Unicoob.

 

Palestra - A programação teve uma palestra com o jornalista Marcos Piangers, que falou sobre “A Escola do Futuro”. Autor do best-seller “O Papai é Pop”, com mais de 350 mil livros vendidos e lançados em Portugal, Espanha, Inglaterra e EUA, Piangers é especialista em novas tecnologias, criatividade, inovação e uma das maiores referências do País quando o assunto é paternidade.

 

Educação - Em sua fala, ele abordou a educação como parte do desenvolvimento humano em um mundo tomado por máquinas e por inovação. “O que precisamos trabalhar com os alunos e com as pessoas é o desenvolvimento do que temos de único e que nos diferencia da tecnologia, que é a criatividade, a inteligência emocional, o autoconhecimento, a autogestão, a capacidade de trabalho em equipe e muitos outros”, afirma.

 

Mais produtiva - Segundo Piangers, nos últimos anos, rodeadas de tecnologia, as pessoas começaram uma busca incessante para se tornarem mais produtivas. “Produção tem a ver com automação, com algoritmos e com máquinas. É diferente da inovação, que é uma característica propriamente humana. O humano é produtivo e é inovador, isso que o diferencia das máquinas”, explica.

 

Dinâmicas - Após a palestra, os professores participaram de dinâmicas cooperativistas com os professores João Carlos de Oliveira e Evandro Teixeira. O objetivo foi mostrar, de forma divertida, como as competências pessoais podem ser transformadas em atitudes geradoras de resultados e colaborar para o fortalecimento da cultura cooperativista no dia a dia escolar.

 

O Cooperjovem - Promover a cultura da cooperação a partir da inserção de uma proposta educacional construída com base nos princípios e valores do cooperativismo e da prática da cooperação. Essa é a proposta do Programa Cooperjovem, que é implementado pelo Instituto Sicoob nas escolas da área de atuação das cooperativas do Sicoob Unicoob e administrado pela equipe da Unidade de Desenvolvimento Cooperativo (UDC), da Central.

 

Valores - Por meio do programa, os alunos, educadores e a comunidade são estimulados a vivenciar valores essenciais como: cooperação, voluntariado, solidariedade, autonomia, responsabilidade, democracia, igualdade e equidade, honestidade e ajuda mútua. O professor recebe uma formação em cooperativismo e o material de suporte para trabalhar o tema cooperação nas diversas disciplinas da grade curricular.

 

Revolução - Para o gerente executivo da UDC do Sicoob Central Unicoob, Sérgio Gini, o Programa Cooperjovem é uma revolução que está sendo feita nas escolas. Para ele, a atuação dos profissionais da educação é essencial para o sucesso do programa. “Entendemos que esse é um movimento que vai mudar o País, porque tem na raiz a cooperação e o cooperativismo. Com certeza, esses dois fatores são fundamentais para darmos um rosto humano ao capitalismo e assim transformamos o Brasil em um País muito melhor para os nossos filhos e netos”, afirma Gini. (Imprensa Sicoob Unicoob)

SICOOB UNICOOB II: Três cooperativas do sistema estão entre as melhores empresas para trabalhar no setor financeiro

Na terça-feira (08/10), o instituto Great Place To Work (GPTW) anunciou os destaques do prêmio Melhores Empresas para Trabalhar - Instituições Financeiras. Na categoria cooperativas de crédito, três singulares do Sicoob Unicoob estão no ranking: Sicoob Metropolitano ocupa o 2º lugar; Sicoob Ouro Verde aparece em 3º e o Sicoob Três Fronteiras, em 9º lugar.

Reconhecimento - Durante o evento, realizado no Hotel Renaissance, em São Paulo, foram reconhecidas as instituições que desenvolvem boas práticas que incentivam um sistema financeiro saudável, ético, eficiente e que geram uma melhor experiência para toda a sociedade, além de condições essenciais para impulsionar o desenvolvimento econômico do país.

Equipe - Para o diretor-presidente do Sicoob Metropolitano, Ideval Curioni, que esteve no evento, o prêmio é um reconhecimento a um grupo de pessoas que não mediu esforços para ter o melhor ambiente de trabalho “É uma equipe que optou por trabalhar e ser feliz. Uma equipe que ousou em colocar em funcionamento o Programa FIC, que promove a felicidade e faz a diferença na vida de todos que fazem parte da cooperativa. Minha gratidão a cada um”, comemora.

Satisfação - Representando os dirigentes do Sicoob Ouro Verde na premiação, o diretor Administrativo e Financeiro, Ademir Aparecido de Lucca, falou sobre a satisfação de ter uma equipe que trabalha em conjunto e que faz a diferença. “A nossa cooperativa compra as ideias, vence os desafios e supera as expectativas. Isso contribuiu para a conquista desse e de outros grandes prêmios recebidos na trajetória do Sicoob Ouro Verde e do cooperativismo financeiro da nossa região”, ressalta.

Conquista - O diretor superintendente do Sicoob Três Fronteiras, Dirceu Luiz Tessaro, comemorou a conquista. “Esse prêmio foi uma consequência do trabalho desenvolvido pelo Conselho de Administração, Diretoria Executiva, setor de Gestão de Pessoas e por cada colaborador que se engaja e participa das ações propostas pela cooperativa para obtermos um bom ambiente para trabalhar”, afirma.

Sobre o ranking - O ranking inédito foi criado por meio de uma parceria entre a Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (ACREFI) e o instituto GPTW, que é autoridade global no mundo dos negócios quando o assunto é análise e avaliação de qualidade de vida no ambiente de trabalho.

Inscrições - Nesta primeira edição, foram inscritas 90 empresas, representando mais de 200 mil funcionários. Entre elas estão médios e grandes bancos, financeiras, serviços financeiros e cooperativas de crédito.

Bom desempenho - As cooperativas de crédito se destacam na lista pelo bom desempenho alcançado nas pesquisas de clima aplicadas pela GPTW. Além dos diversos benefícios e de outros fatores de permanência dos colaboradores nas instituições financeiras, nas cooperativas os colaboradores dizem se sentir mais desenvolvidos, percebem menos politicagem, comemoram mais e sentem que trabalham em um ambiente psicológico mais saudável. Reforçando esses dados, neste ano 14 cooperativas do Sicoob Unicoob foram certificadas e duas delas foram ranqueadas como Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil em 2019. (Imprensa Sicoob Unicoob)

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SICOOB OURO VERDE: Realizada segunda edição da Campanha Irradiando o Bem e a Felicidade

 

sicoob ouro verde 10 10 2019Pelo segundo ano consecutivo, o Sicoob Ouro Verde realiza a Campanha Irradiando o Bem e a Felicidade. Durante todo o mês de outubro, os colaboradores estão promovendo ações de apoio em prol de diversas instituições beneficentes nas cidades de atuação da cooperativa.

 

Kits de higiene pessoal - Na Unidade Administrativa, por exemplo, a campanha tem por objetivo apoiar a Casa de Repouso Bom Samaritano, com kits com produtos de higiene pessoal. Para isso, estão sendo arrecadados sabonetes, escovas e pastas de dente, além de produtos de limpeza que serão entregues para os moradores de rua que passam diariamente pela instituição em Londrina (PR).

 

Fraldas - Em Bandeirantes (PR), a agência se mobilizou para ajudar o Lar Infantil Doutor Bezerra de Menezes com a arrecadação de fraldas. A entidade sem fins lucrativos acolhe crianças do munícipio em situação de risco social.

 

Emocionante - Segundo a gerente geral de agência, Dayanne Altes, os colaboradores estão animados por poder contribuir. Para ela, a entrega dos materiais arrecadados é o momento mais emocionante da campanha. “Percebo que todo mundo se empenha, pede ajuda aos cooperados e trabalha com entusiasmo. É uma oportunidade de colocarmos em prática essa nossa essência cooperativista, de viver nossa missão e nossos valores de uma cooperativa que tem cuidado com a comunidade”, complementa. (Imprensa Sicoob Unicoob)

COCAMAR I: Cooperativa é ouro no Prêmio SomosCoop 2019

 

cocamar I 10 10 2019A Cocamar Cooperativa Agroindustrial foi reconhecida na categoria Compromisso com a Excelência na faixa ouro na 4ª edição do Prêmio SomosCoop Excelência em Gestão realizada na noite de terça-feira (08/10) em Brasília. Receberam a homenagem, em nome da Cocamar, o presidente do Conselho de Administração, Luiz Lourenço, e a gerente executiva de TI e Gestão, Paula Cristina Agulhas Rebelo. 

 

Maturidade - De acordo com o Sistema Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), em anos ímpares são avaliados transparência, prestação de contas, equidade e responsabilidade corporativa. As cooperativas participam do Programa de Desenvolvimento da Gestão cooperativa (PDGC) e são classificadas nas categorias Primeiros Passos para a Excelência, Compromisso com a Excelência e Rumo à Excelência, “que revelam o seu grau de maturidade”, segundo o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas. Dentro de cada categoria de acordo com o atendimento às melhores práticas, as cooperativas são reconhecidas nas faixas ouro, prata ou bronze.

 

Única - Ao todo, 272 cooperativas estavam inscritas no ciclo 2019/2020 do Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas (PDGC) implementado pelo Sistema Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). Dessas, 70 foram selecionadas para visita de avaliação e 56 obtiveram o reconhecimento, sendo a maioria delas em primeiros passos. Detalhe: nenhuma do segmento do agronegócio foi reconhecida na categoria da Cocamar. 

 

Análise e feedback - No período de sete meses, as cooperativas inscritas no PDGC foram avaliadas, o que incluiu até visitas, in loco, a 70. Os objetivos foram analisar os procedimentos gerenciais praticados, bem como oferecer um feedback a respeito da gestão atual.

 

Quem avaliou - A comissão julgadora contou com representantes do CNPQ, Banco Central, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Ministério da Economia, Fundação Getúlio Vargas e Universidade Federal de Minas Gerais.

 

Boas práticas - O Prêmio SomosCoop Excelência em Gestão ocorre a cada dois anos e é o resultado do PDGC. Por meio dele, é possível destacar as boas práticas e promover a troca de iniciativas entre as cooperativas reconhecidas, no Workshop de Boas Práticas em Governança e Gestão, realizado no ano seguinte ao da premiação. Além disso, as boas práticas passam a compor um compêndio referente a cada ciclo do PDGC. (Imprensa Cocamar)

COCAMAR II: Fazenda de cana em Porecatu inova com integração pecuária-floresta

 

A produção de cana-de-açúcar é, por tradição, a base da Fazenda Candiolinda, em Porecatu, norte do Paraná, que o Rally Cocamar de Produtividade foi conhecer no dia 8 de outubro. De seus 911 hectares, quase a metade é ocupada por essa cultura.

 

Reminiscências - Desbravada na década de 1940, a propriedade conserva inúmeras construções dos tempos do café, quando chegou a empregar mais de 80 famílias de trabalhadores. A capela, onde ainda é celebrada mensalmente a missa, se eleva entre o bem conservado casario de paredes amarelas. 

 

História - Pertencente a quatro mulheres – Maria Virgínia e suas filhas Ana Thereza, Ana Beatriz e Ana Cândida – a Candiolinda não apenas é parte da história da região como se propõe a escrever uma nova história. 

 

IPF - Com visão empreendedora, as proprietárias têm investido em um programa de diversificação de negócios. Há seis anos, elas inovaram ao implantar a integração pecuária-floresta (IPF) com o cultivo de eucaliptos em 47 hectares de pastagens. No total, a pecuária soma 100 hectares e o foco é a produção de bezerros a partir do cruzamento industrial de nelore com angus. 

 

Soja - A cana também impera em outra propriedade da família, a Fazenda Retiro, de 540 hectares, onde a soja começou há cinco anos a fazer parte da receita, cultivada nesta safra em 133 hectares de plantio direto sobre palhada de capim braquiária. 

 

No comando - A gestão, no dia a dia, está à cargo de Ana Thereza, engenheira agrônoma, e Ana Beatriz, médica-veterinária. Coube à outra irmã, Ana Cândida – que trabalha em indústria química  – a tarefa de modernizar a estrutura administrativa e financeira, implantando controles mais modernos. A família conta com a assessoria técnica do engenheiro agrônomo Henrique Lopes Moimo, da empresa Unisafe de Londrina. 

 

Afinidade - “Sempre gostamos da agropecuária, é o nosso mundo desde crianças”, afirma Ana Thereza. Elas assumiram efetivamente a fazenda em 2012, mas há pelo menos duas décadas as irmãs, com o acompanhamento da mãe, começaram a se envolver na gestão. Atualmente, enquanto Ana Thereza responde pela parte agrícola, Ana Beatriz, que por anos trabalhou como instrutora do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) é quem cuida da pecuária. 

 

Melhorar sempre - Uma das atribuições do engenheiro agrônomo contratado é elaborar um planejamento que vai sendo seguido e avaliado pelas proprietárias. “Estamos sempre pensando onde melhorar, como racionalizar custos e a projetar novos negócios”, afirma Ana Thereza. Líder de classe, ela está à frente do Sindicato Rural Patronal de Porecatu e, em nível estadual, é vice-presidente do Conselho dos Produtores de Cana-de-Açúcar, Açúcar e Etanol do Estado do Paraná (Consecana). 

 

Cocamar - Ao lado da irmã, ela diz ter ficado satisfeita com a chegada da Cocamar à região. Em 2018, a cooperativa absorveu estruturas da Cofercatu e, com isso, a unidade de recebimento em Florestópólis, vizinha a Porecatu, fica praticamente nos fundos da Fazenda Retiro, onde produzem soja. O gerente Sérgio Lemos e o engenheiro agrônomo Elton Oliveira da Silva, da cooperativa, prestam atendimento à família. 

 

Cooperativistas - Ana Beatriz conta que a família sempre cultivou a mentalidade cooperativista e, além da Cocamar, elas também são associadas da cooperativa de crédito Sicredi. 

 

Diferencial - A integração pecuária-floresta (IPF) é um diferencial e também um cartão de visitas da Fazenda Candiolinda na região. A ideia começou a nascer em 2014 após um contato de Ana Beatriz com o engenheiro agrônomo Renato Watanabe, da Cocamar, atual gerente executivo técnico e na época responsável pelo sistema de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) na cooperativa. “Na época, Porecatu ainda estava fora da região da Cocamar mas decidimos que seria oportuno investir nesse projeto”, relata a médica-veterinária. 

 

Proteção - Segundo ela, o sistema silvipastoril tem ajudado a aplacar os efeitos dos veranicos, com o seu sombreamento, mantendo o solo mais fresco e úmido, além de as árvores conterem os ventos fortes, que também secam o solo. “Nós tratamos pastagem como agricultura”, pontua Ana Beatriz, explicando que os pastos são as áreas mais férteis da fazenda.   

 

Conforto - Os 47 hectares de integração, com muitas árvores, trazem conforto térmico para os animais e acabam refrescando o ambiente na sede da fazenda, ao lado. 

 

Animais - Os bezerros são desmamados aos oito meses com os machos pesando de 240 a 230 quilos e as fêmeas entre 230 a 220 quilos, fornecidos a um comprador habitual.  

 

Rally - O Rally Cocamar de Produtividade é um projeto de valorização das boas práticas agrícolas, que conta com a participação de Spraytec, Basf, Sicredi União PR/SP e Zacarias Chevrolet (patrocinadores masters), Elanco, Altofós Suplemento Mineral Cocamar, Cocamar TRR, Texaco Lubrificantes e Sancor Seguros (patrocinadores institucionais), Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb), Aprosoja/PR e Unicampo (apoiadores). (Imprensa Cocamar)

 

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COAMO: Alimentos Coamo lança nova campanha com Ana Maria Braga

coamo 10 10 2019A linha de margarinas da Coamo, consagrada e bem conceituada pelos consumidores, está com novo visual. Para divulgar essa novidade a Coamo mais uma vez conta com a sua embaixadora Ana Maria Braga que, desta vez, não está sozinha. Entrou no ar esta semana a 2ª fase da campanha que apresenta, além de Ana Maria, também participantes da cadeia produtiva, desde aqueles que trabalham no campo, passando pelo processo de fabricação até a mesa de milhares de brasileiros. Isso mostra o quanto os produtos desenvolvidos por cooperativa são mais saudáveis, tanto pela proximidade com o campo quanto pelo trabalho realizado pelos cooperados. Ainda mais com a nova fórmula das Margarinas Coamo, que agora vem também com vitaminas e Ômega 3.

Evolução - Trata-se de uma evolução nas margarinas, elogiadas pelos consumidores em diversas pesquisas de mercado, conforme destaca o gerente Comercial dos Alimentos Coamo, Wagner Schneider. “Nosso foco está na expansão de mercado, na conquista de novos clientes e consumidores com apresentação estética sempre moderna, com sabor, aroma e qualidade diferenciada para despertar atratividade no consumidor final. As Margarinas Coamo Família, Coamo Cremosa e Coamo Light, envasadas em potes de 500 gramas, ganham agora espaço comercial especial em emissoras de rádio e TV, além de revistas e mídias on.”

Parceria importante - O superintendente Comercial da Coamo, Alcir José Goldoni destaca que a parceria com a Ana Maria Braga tem sido muito importante para os Alimentos Coamo. “Nossa embaixadora é especialista no preparo de dicas e receitas para o dia a dia. É uma personalidade com relevância para o nosso público, que transmite credibilidade e proximidade. Além disso, não existe alguém do segmento dela que tenha a sua experiência. Ela está desde 1999 apresentando o “Mais Você”, na TV Globo e seu site possui mais de 1 milhão de visitas mensalmente. Consideramos a Ana Maria, mais que uma personalidade, um agente que interage com a marca e conversa com o público no off e on. Diretamente ligado ao universo de receitas e dicas para o dia a dia”, explica.

Resultados positivos - Para o presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini, a parceria com a Ana Maria Braga traz resultados positivos. " Nossos mais de 28 mil associados pensam no consumidor final de toda a matéria-prima que é produzida em seus campos, desde a fundação da Coamo. Sabemos que produzir alimentos é uma grande responsabilidade e, por isso, cumprimos essa tarefa com muita seriedade e comprometimento. Com a divulgação dos Alimentos Coamo pela nossa embaixadora, Ana Maria Braga, os consumidores estão, cada vez mais, conhecendo nossos produtos e escolhendo um produto com origem e qualidade para consumirem junto com suas famílias", registra o presidente.

Matéria-prima - Goldoni ainda reforça que as Margarinas Coamo permanecem com a origem da matéria-prima reconhecida e rastreada. “Aliamos à matéria-prima de alta qualidade para a produção das Margarinas Coamo, as vitaminas A, D e E, e o Ômega 3 na formulação, agregando mais benefícios à saúde do consumidor. A Coamo pensa no cliente e no consumidor em todas as etapas da produção dos Alimentos Coamo”, afirma Goldoni.

Informações - Para outras informações e consulta técnica de cada alimento, acesse os sites da cooperativa: www.coamo.com.br ou www.alimentoscoamo.com.br. Curta também a fan page dos Alimentos Coamo, onde você encontra deliciosas receitas de família para curtir e compartilhar. (Imprensa Coamo)

 

COPAGRIL: Colaboradoras recebem orientações sobre câncer de mama

 

As colaboradoras da Cooperativa Agroindustrial Copagril foram convidadas para participar de uma palestra de orientação realizada, na tarde desta quarta-feira (09/10), no salão social da Associação Atlética e Cultural Copagril (AACC). O encontro foi organizado pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) e Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (Sesmt) da Copagril em parceria com o Convênio Sempre Vida para apresentar mais informações sobre o câncer de mama, sintomas e prevenção.

 

Presença - A tarde contou com a presença das colaboradoras do Convênio Sempre Vida, Silmara Souza e Suelen do Santos, que conversaram com as convidadas sobre o que é o câncer de mama, quais os principais sintomas, quais as características do grupo de risco, também sobre a importância e como realizar o autoexame preventivo. Silmara chamou a atenção para o dado alarmante divulgado pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA) e Ministério da Saúde, o qual estima 59.700 casos novos de câncer de mama em 2019 no Brasil. “Todas as mulheres e até mesmo os homens, que hoje são um em cada 100 mulheres, devem dar atenção aos sintomas, especialmente os grupos de risco, acima dos 40 anos, e aquelas que já tem histórico familiar de câncer”, comentou Silmara ao explicar para as participantes sobre os sintomas e características que devem ser acompanhados.

 

Autoexame - O câncer de mama é segundo tipo que mais acomete mulheres no Brasil, representando em torno de 25% de todos os cânceres que afetam o sexo feminino. Suelen ressalta que a principal prevenção é o autoexame regular, que deve ser mensal. “Quando mais a mulher conhece seu corpo, mas fácil será detectar as alterações, como um caroço. A chance de cura em casos diagnosticados precocemente é de 95%”, destaca. Ela ainda reforça que em caso de constatação de irregularidades, deve-se procurar um profissional da saúde.

 

Experiência - Marcia Azarias também falou com as mulheres. Ela já passou por dois casos de câncer de mama e contou sobre suas experiências, revelando que realizava o cuidado preventivo e foi através do autoexame que percebeu os primeiros sintomas. “Poucos meses antes do primeiro diagnóstico havia feito o exame clínico e não tinha nada, mas foi no autoexame que identifiquei um caroço e posteriormente foi constado como câncer”, descreveu ao enfatizar sobre o autoexame de rotina.

 

Dúvidas - As participantes também puderam conversar e tirar dúvidas durante o encontro. As ações da campanha Outubro Rosa seguem durante todo o mês de outubro e conforme destacado durante a conversa, a prevenção deve ser rotina. (Imprensa Copagril)

 

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UNIMED PONTA GROSSA: Cooperativa lança projeto Linda de Lenço em apoio ao Outubro Rosa

 

unimed ponta grossa 10 10 2019A Unimed Ponta Grossa lança, nesta semana, o Projeto Linda de Lenço, em apoio ao outubro rosa, mês voltado para conscientização do câncer de mama. Durante todo o mês, às quartas-feiras, colaboradoras da cooperativa médica, do Hospital Geral Unimed (HGU) e dos Laboratórios Unimed usarão lenços na cabeça como forma expressar solidariedade às pacientes que estão passando por tratamento oncológico.

 

Empatia - De acordo com a médica radiologista, Lucimara Maeda, idealizadora do projeto, a intenção é despertar mais empatia, fazendo com que as pessoas se sintam um pouco pacientes. “Empatia não é ter piedade, é a gente sai rum pouco de nós e conseguir ver o problema do outro sob o olhar dele”, explica.

 

Lenços - Foram confeccionados 500 lenços que, após a ação, serão higienizados e doados para as pacientes com câncer. A cor neutra e o tecido leve foram escolhidos para que o lenço possa ser facilmente customizado pelas mulheres que receberem o lenço e para que possa ser utilizado em dias de temperatura alta.

 

Corte especial - “O lenço também tem um corte especial para que seja fácil de amarrar. Muitas pacientes, após a quimioterapia, têm uma fadiga muscular muito grande, o que dificulta ficar erguendo os braços pro muito tempo para arrumar o lenço”, conta a médica.

 

Experiência pessoal - A ideia do projeto surgiu de uma experiência pessoal da radiologista com uma amiga próxima. O vídeo que conta a história que inspirou o Linda de Lenço está disponível na página oficial da Unimed no Facebook. (Imprensa Unimed Ponta Grossa)

ACREFI/GPTW: Divulgado o ranking das “Melhores Empresas Para Trabalhar – Instituições Financeiras”

A Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi)e a Great Place to Work (GPTW) divulgaram, na terça-feira (08/10), as 34 instituições financeiras premiadas como “Melhores Empresas Para Trabalhar – Instituições Financeiras Brasil 2019”. Trata-se do primeiro ranking que reconhece boas práticas do setor na gestão de pessoas, em uma iniciativa inédita idealizada e promovida em parceria entre Acrefi e GPTW.

Categorias - Nessa primeira edição, as instituições foram divididas em quatro categorias (Bancos, Cooperativas de Crédito, Financeiras e Serviços Financeiros) e 90 empresas foram submetidas a rigorosos critérios de avaliação, conforme a metodologia do GPTW, que envolve questionários junto aos colaboradores e avaliação das práticas das empresas. Ao final da análise, 34 empresas foram premiadas (ver relação abaixo neste texto).

Iniciativas - A premiação valoriza iniciativas que contribuem para um sistema financeiro saudável, ético, eficiente e que promove a melhor experiência para toda a sociedade -- condições essenciais para impulsionar o desenvolvimento econômico do País. Além disso, tem como objetivo incentivar um ambiente organizacional mais favorável ao colaborador.

Círculo virtuoso - Hilgo Gonçalves, presidente da Acrefi, destaca que iniciativas como essa ajudam a criar um círculo virtuoso envolvendo gestores, funcionários e clientes: “Pela minha experiência de vida, sei que o clima organizacional se torna favorável quando o colaborador é tratado com respeito e é valorizado. Por outro lado, o cliente, ao ser bem tratado pelo funcionário, passa a ser fiel à marca ou ao serviço, melhorando resultados e gerando mais lucro aos acionistas”.

Positivo - Para Victor Garcia, diretor da GPTW, empresa que é autoridade global em pesquisa de clima organizacional desde 1997, um caminho positivo para a construção de uma sociedade melhor é transformar cada organização em um “great place to work for all”. “Isso será positivo para as pessoas, para as empresas e para a sociedade”, afirma Garcia.

Ranking - Nesta primeira edição do ranking, as categorias Bancos, Cooperativas de Crédito e Serviços Financeiros tiveram 10 empresas cada na seleção final. Em Financeiras, 4 figuraram no ranking final. A partir do terceiro lugar, as empresas são classificadas em ordem alfabética.Os 34 que entraram no ranking foram:

Bancos:

1.     Losango

2.     Banco DLL

3.     Itaú Unibanco

Outras instituições participantes de A a Z

A-Z: Agibank

A-Z: Bradesco

A-Z: Banco Mercantil

A-Z: Banco RCI Brasil

A-Z: Banco Votorantim

A-Z: Citi

Cooperativas de Crédito:

1.     ViacredI

2.     Sicoob Metropolitano

3.     Sicoob Outro Verde

Outras instituições de A a Z

A-Z: Sicoob Central – NE

A-Z: Sicoob Engecred – CE

A-Z: Sicoob Três Fronteiras

A-Z: Sicredi Ceará Centro Norte

A-Z: Sicredi Pernambucred

A-Z: Sicredi Vale do Piquiri ABCD PR/SP

A-Z: Unicred

Financeiras:

1.     Santander Financiamentos

2.     Portocred

3.     Omni

Outra instituição participante

A-Z: Sorocred

Serviços financeiros:

1.     Visa do Brasil

2.     Ticket

3.     Ford Credit

Outras instituições participantes de A a Z

A-Z: ACQUIO

A-Z: Alelo

A-Z: Cielo

A-Z: Credi-Shop

A-Z: ELO

A-Z: Getnet

A-Z: Mastercard

(Assessoria de Imprensa da Acrefi / GPTW)

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CONAB: Primeiro levantamento da safra 2019/20 de grãos indica produção de 245 milhões de t

 

conab 10 10 2019O 1º levantamento da safra de grãos 2019/2020, divulgado nesta quinta-feira (10/10) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), aponta que a produção brasileira está estimada em 245,8 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 1,6% ou 3,9 milhões de toneladas, em comparação à safra 2018/19. Com isso, a safra atual mantém-se como recorde.

 

Metodologia - Na metodologia utilizada para esse 1º levantamento, foram utilizados cerca de 900 informantes, entre os dias 22 e 28 de setembro, para buscar informações relacionadas à intenção de plantio das culturas de verão que se iniciam. As produtividades estimadas para esta safra refletem condições normais de rendimento e são apuradas com a análise estatística das séries históricas e dos pacotes tecnológicos, existentes na base de dados da Companhia.

 

Milho - O resultado do estudo aponta que o milho primeira safra tem produção estimada em 26,3 milhões de toneladas, 2,5% superior à de 2018/19, com um crescimento de 1% na área, totalizando 4,14 milhões hectares. Já o milho segunda safra, que representa cerca de 70% do total do grão, começará a ser plantado após a colheita da soja, que está vigente no momento. A soja inclusive vem mantendo a tendência de crescimento na área cultivada e aponta para crescimento de 1,9% em relação aos números anteriores, com 120,4 milhões de toneladas.

 

Feijão - Com relação ao feijão primeira safra, devido a problemas de chuva na colheita nas safras anteriores, a primeira previsão de 2019/20 indica redução de 3,9% na área a ser cultivada. Neste momento, a cultura perde espaço para o milho e a soja, que apresentam melhor rentabilidade. Já o arroz tem uma produção de 10,6 milhões de t, 1,9% superior à de 2018/19, mesmo com redução de 0,6% na área a ser cultivada, totalizando 1,7 milhão de ha. No caso do algodão, houve um pequeno acréscimo de 1,2% na área, alcançando 1,6 milhão de ha. Para o trigo, a safra 2019 ainda não foi totalmente colhida e a projeção é que este cereal alcance cerca de 5,1 milhões de toneladas.

 

Área total- Quanto à previsão da área plantada total no país, a expectativa é que sejam cultivados 63,9 milhões hectares, ou seja, uma variação positiva de 1,1% em comparação à safra passada. (Conab)

 

Clique aqui para acessar o estudo completo.

 

ALEP: Audiência pública debate fusão de instituições da agricultura

 

O projeto de lei que prevê a junção de instituições e a reestruturação do Sistema Estadual de Agricultura tem como objetivo melhorar a qualidade da agropecuária paranaense, torná-la cada vez mais competitiva e garantir uma redução da desigualdade no meio rural. A proposta está em análise na Comissão de Agricultura, Pecuária e Abastecimento da Assembleia Legislativa e, nesta quarta-feira (09/10), foi discutida em audiência pública com a presença de cerca de 250 pessoas.

 

Entidades - A proposta é que a fusão do Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), Companhia de Desenvolvimento Agropecuário do Paraná (Codapar) e Centro Paranaense de Referência de Agroecologia (CPRA), criando o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná, possibilite também uma economia de cerca de R$ 16 milhões ao ano. “É preciso tornar mais racional o serviço público”, afirmou o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara. “Ou a gente se moderniza ou a gente morre”.

 

Essência - “Estamos preservando a essência de cada uma das entidades para criar uma instituição única dedicada ao desenvolvimento rural, que vai prestar, de uma forma mais ágil e eficiente, serviço de pesquisa e experimentação agrícola, de assistência técnica e extensão rural, de fomento no meio rural, e vai expandir a base de agroecologia”, acentuou. Um dos propósitos da nova autarquia é somar esforços para garantir o cumprimento da meta de ter a alimentação escolar no Paraná totalmente orgânica até 2030.

 

Aproximação - Segundo Ortigara, a atividade agropecuária exige cada vez mais uma aproximação entre os diversos atores do processo, sejam públicos ou privados, para que o caminho até o agricultor seja mais curto. “Precisamos ter mais pernas, mais braços, aproximar o pesquisador do técnico que presta assistência, aproximar ambos dos agricultores e usar muitas das propriedades rurais como unidades de referência para ampliar o esforço pela qualidade do produto”, disse. Ele reforçou que o Estado tem em vista, sobretudo, o atendimento ao agricultor familiar, ao pequeno produtor.

 

Economia - O secretário destacou que, apesar dos avanços em pesquisa e assistência técnica que se tornaram referência nacional e até internacional, o modelo com unidades separadas estava se exaurindo, entre outras razões, pela falta de capacidade de o Estado recolocar pessoal na velocidade necessária. “Ao fundir as entidades, será estimulada a saída de celetistas, e poderão ser contratados novos pesquisadores e técnicos em áreas prioritárias e de maior demanda na agricultura”, afirmou. As quatro entidades têm aproximadamente 1.800 servidores, dos quais cerca de 200 já teriam condições de se aposentar.

 

Renovação - De acordo com o diretor de pesquisa do Iapar, Rafael Fontes Llanillo, a criação do instituto traz a perspectiva de renovação do quadro de pesquisadores. “Se a gente não fizer nada, a extinção viria de qualquer jeito”, salientou. Para o presidente do Instituto Emater, Natalino Avance de Souza, a revolução da agropecuária paranaense deve muito aos quatro institutos previstos para junção. No entanto, ele destacou que há desafios a serem vencidos, entre eles a perda de 60 mil estabelecimentos rurais nos últimos 10 anos. Segundo Souza, para entregar um serviço melhor há necessidade de “ter coragem de cortar na carne”.

 

Diretorias - A previsão é que, das 13 diretorias existentes hoje, sejam mantidas apenas seis, o que proporcionaria uma redução de 62% nos gastos de gestão com esses funcionários. O número de cargos comissionados e funções gratificadas deve ter redução de 50%, refletindo em queda de 24% no valor anual de pagamento. Além disso, haverá economia em aluguéis de imóveis e na racionalização do uso de instalações pelo Estado. “As economias são importantes, mas o propósito maior é juntar esforços para ser mais forte a contribuição para a nossa agricultura”, reforçou Ortigara.

 

Melhoria no serviço - O presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, da Assembleia Legislativa, deputado Anibelli Neto, afirmou que um Grupo de Trabalho composto por deputados estudará alterações que acharem necessárias para aperfeiçoamento do projeto. “A exemplo do que aconteceu em outros Estados quero acreditar que esse projeto vem para melhorar a prestação do serviço aos produtores rurais”, disse.

 

Preocupação - A líder da Frente Parlamentar Temática da Agricultura Familiar, deputada Luciana Rafagnin, que também convocou a audiência, disse que a principal preocupação é que as instituições continuem cumprindo as suas funções especialmente em relação à assistência técnica e a pesquisa. “Vamos analisar todas as sugestões”, afirmou.

 

Participantes - Entre os participantes da audiência técnica também estavam os deputados Adilson Chiorato, Goura, Professor Lemos, Tadeu Veneri e Tercílio Turini, o diretor-presidente da Adapar, Otamir Cesar Martins, a diretora-presidente da Codapar, Débora Grimm, a diretora-adjunta do CPRA, Solange Maria da Rosa Coelho, o diretor-geral da Seab, Richardson de Souza, o diretor-técnico da Seab, Rubens Niederheitmann, e a chefe de Gabinete Vera Zardo. O superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, e o gerente de desenvolvimento técnico Flávio Turra também acompanharam os debates.  (Com informações da Agência de Notícias do Paraná)

 

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LEGISLATIVO I: Senado aprova MP que deu fim a prazo para o cadastro ambiental rural

 

legislativo I 10 10 2019O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (09/10) o projeto de lei de conversão (PLV 22/2019) originado da MP 884/2019, que reabriu as inscrições no Cadastro Ambiental Rural (CAR) por tempo indeterminado. O PLV segue para sanção presidencial.

 

Norma - O texto aprovado estabelece que a inscrição no CAR é obrigatória e por prazo indeterminado para todas as propriedades e posses rurais. No entanto, os proprietários e possuidores dos imóveis rurais que os inscreverem no CAR até o dia 31 de dezembro de 2020 terão direito à adesão ao Programa de Regularização Ambiental (PRA).

 

Programas de regularização - O texto, que altera dispositivos do Código Florestal (Lei 12.651, de 2012), estabelece ainda que a União, os estados e o Distrito Federal deverão implantar programas de regularização ambiental de posses e propriedades rurais, com o objetivo de adequá-las à legislação vigente. Na regulamentação desses programas, a União estabelecerá normas de caráter geral, incumbindo-se aos estados e ao Distrito Federal o detalhamento por meio da edição de normas de caráter específico.

 

Condição - A inscrição do imóvel rural no CAR é condição obrigatória para a adesão ao PRA. Caso os estados e o Distrito Federal não implantem o PRA até 31 de dezembro de 2020, o proprietário ou possuidor de imóvel rural poderá aderir ao PRA implantado pela União.

 

Inclusão de dados - A MP 884/2019, que tem prazo de vigência até 11 de outubro, tornou o CAR um sistema aberto a atualizações e novas inscrições, de modo a possibilitar a constante inclusão de dados. Criado pelo Código Florestal em 2012, o CAR determinou o cadastramento das propriedades e a implementação dos mecanismos previstos no PRA para adequação dos produtores às exigências legais. Foi dado um prazo de adesão, que se encerrou em 31 de dezembro de 2018, e quem não aderiu estava proibido, por exemplo, de acessar linhas de crédito.

 

Prorrogação - Desde 2017, o prazo tem sido prorrogado porque o descumprimento dele estava vinculado ao impedimento de o produtor rural obter créditos agrícolas em qualquer modalidade. Quando o prazo final de inscrição foi prorrogado nessas ocasiões, a penalidade de restrição de crédito foi suspensa pelo mesmo prazo novo.

 

Restrição ao crédito - Agora, como o texto especifica que o prazo para adesão ao cadastro é indeterminado, o prazo para valer a restrição de concessão de crédito também passa a ser indeterminado, ou seja, o crédito poderá ser concedido, contanto que o produtor esteja inscrito no CAR.

 

Registros - Atualmente há mais de 5 milhões de propriedades registradas, o que demonstra a maciça adesão dos produtores rurais, na avaliação do governo, segundo o qual os ajustes são necessários para permitir que a lei não gere exclusão e impeça a regularidade de novas matrículas.

 

Plataforma - O relator do projeto, senador Irajá (PSD-TO), exaltou o CAR como uma plataforma de dados “confiáveis e precisos” sobre as propriedades rurais, trazendo informações sobre tamanho, área produtiva e reservas de preservação ambiental. Esses dados são consultados por órgãos ambientais dos estados e da União e usados por instituições financeiras para orientar a liberação do crédito rural.

 

Projeto de lei - A MP foi transformada em projeto de lei porque foi modificada pelos parlamentares. A senadora Eliziane Gama (Cidadania-ES) destacou a retirada de anistias que eram concedidas pelo texto, e que ela avalia como inadequadas.

 

Pequenos produtores - Para a senadora Rose de Freitas (Podemos-ES), a medida deve beneficiar principalmente os pequenos produtores rurais, que têm mais dificuldade de se inserir no Cadastro. O senador Paulo Rocha (PT-PA) também apoiou o projeto e afirmou que o Congresso deveria avançar nessa área, com iniciativas de regularização fundiária. (Agência Senado)

LEGISLATIVO II: Congresso aprova LDO para 2020

 

legislativo II 10 10 2019Com intensa discussão sobre a valorização do salário mínimo, o Congresso Nacional aprovou, nesta quarta-feira (09/10), o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO - PLN 5/2019) para 2020. A LDO aponta as prioridades do governo para o próximo ano e orienta a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA - PLN 22/2019). O texto segue para sanção do presidente da República.

 

Salário mínimo - A LDO foi aprovada em agosto pela Comissão Mista do Orçamento (CMO) e mantém a proposta original do Poder Executivo de reajuste do salário mínimo para R$ 1.040 em 2020, sem ganhos reais com relação à inflação. Em relação ao valor atual (R$ 998), o aumento nominal será de pouco mais que 4%, mesma variação prevista para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação, em 2019. Porém, o PLN 22/2019, encaminhado pelo governo no final de agosto, estabelece salário mínimo ligeiramente menor para 2020: R$ 1.039.

 

Crítica - A proposta foi criticada pela oposição que defendeu a retomada da política de valorização do piso nacional adotada pelos governos dos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff e valeu entre 2005 e 2019 (a última versão da política está definida na Lei 13.152, de 2015).

 

Superação da crise - De acordo com o deputado Bohn Gass (PT-RS), sem o reajuste anual calculado a partir da variação do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) e pela inflação do ano anterior, o salário mínimo seria hoje de R$ 573 reais em vez de R$ 998. Para ele, a retomada da política de valorização real do salário mínimo ajudaria o país a superar a crise. O deputado defendeu a aprovação de emenda com esse objetivo, mas o texto foi rejeitado pelo Congresso. “Essa LDO precisa ter o reajuste do salário mínimo acima da inflação. A LDO tem que prever isso”, defendeu o deputado Bohn Gass (PT-RS).

 

Mudanças - O deputado Cacá Leão (PP-BA) lamentou que o governo tenha enviado uma proposta sem ganho real, mas ressaltou que mudanças podem ser feitas no projeto de lei orçamentária. “O governo enviou para cá uma proposta que não tem o reajuste do ganho real do salário mínimo, pois a política do salário mínimo está vencida. Eu gostaria muito de poder acatar os destaques que foram apresentados aqui pelos diversos partidos. Eu já vi que o PCdoB apresentou e o Partido dos Trabalhadores também apresentou, mas a gente não tem amparo legal para fazê-lo. Eu preciso seguir o que está na Constituição e torcer para que o governo envie, até o final do ano, a nova política do salário mínimo”, disse Cacá Leão.

 

Responsabilidade fiscal - Líder do governo no Congresso, Joice Hasselmann (PSL-SP) afirmou que a LDO evidencia a responsabilidade fiscal do governo Bolsonaro. “É um exemplo de responsabilidade com equilíbrio fiscal e sobretudo com compromisso de reconstrução de um futuro melhor para o nosso país”, defendeu.

 

Renda - Contrário à política de reajuste do salário mínimo, o deputado Kim Kataguiri (DEM-SP) afirmou que aumentar o piso nacional não significa aumento de renda. “A gente pode aumentar o salário mínimo o quanto a gente quiser, isso não significa aumento de consumo, isso não significa aumento de renda, porque se fosse simples assim, se fosse por uma mera caneta do Parlamento, era só a gente fazer que nem no Zimbábue, aumentar o salário mínimo para R$ 1 milhão e fazer a inflação disparar”, defendeu

 

Apontamento - A deputada Luiza Erundina (PSol-SP) criticou o "congelamento do salário mínimo" e apontou que o reajuste acima da inflação é importante instrumento de distribuição de renda. “O reajuste anual com valorização nominal é um mecanismo de distribuição de renda, de diminuição de pobreza”, sustentou.

 

Fundamental - Para a senadora Zenaide Maia (PROS-RN), o salário mínimo é fundamental para fazer girar a economia. “Quem ganha o salário mínimo já vai ao comércio, já gira a economia. Não querer que o trabalhador brasileiro tenha reajuste no salário mínimo é entender muito pouco de economia”, criticou.

 

Defesa - O senador Rogério Carvalho (PT-SE) defendeu a política de valorização do piso salarial como caminho para garantir que as famílias tenham o mínimo de dignidade. “Não é só uma questão de justiça, é uma questão de justiça com os mais pobres, mas acima de tudo de promover aquecimento da economia”, assinalou o parlamentar.

 

Fundo eleitoral e emendas parlamentares - A LDO também trata da destinação de recursos para o Fundo Eleitoral em 2020. Segundo Cacá Leão, o texto prevê que parte dos recursos destinados às emendas de bancada estadual poderá amparar o custeio das campanhas das eleições municipais.

 

Correção - Durante a votação da LDO, alguns parlamentares pediram a correção do valor destinado ao Fundo Eleitoral. “Ainda não foi recebida a mensagem do governo corrigindo o valor do fundo eleitoral. Esse fundo, a nosso cálculo, deveria ser de R$ 1,8 bilhão. O valor enviado pelo governo foi de R$ 2,5 bilhões, ou seja, mais de R$ 700 milhões equivocadamente direcionados para os partidos”, criticou Tiago Mitraud (Novo-MG).

 

LOA - O relator afirmou que a discussão sobre o valor deve ser feita na LOA e não na LDO. “Essa é uma briga que não cabe à relatoria da LDO, até porque o governo já mandou o Fundo Eleitoral, de R$ 2,5 bilhões. Isso não é problema meu”, respondeu.

 

Emendas - Em relação às emendas parlamentares, o relator ressaltou que o texto atende à Emenda Constitucional 100, de 2019, que prevê a execução obrigatória de emendas das bancadas estaduais no Orçamento e com a com a Emenda 102, de 2019, que exclui do teto de gastos o dinheiro que a União repassa a estados, DF e municípios pela exploração de petróleo.

 

Texto original - “O texto do projeto original preservou minimamente o disciplinamento apenas para a inclusão ou acréscimo de ações por meio das emendas. Em nosso substitutivo, não apenas reforçamos as regras quanto o processo de emendamento individual, mas também ampliamos a discussão das normas relativas às emendas coletivas de bancada estadual, já em consonância com a Emenda Constitucional 100, de 2019”, explicou o deputado.

 

Notícias - O relator criticou notícias veiculadas pela imprensa de que estaria em curso uma “manobra para dobrar emendas obrigatórias”. Segundo alguns sites, o texto da LDO abriria brecha para que as emendas indicadas por comissões da Câmara e do Senado e pelo relator do Orçamento sejam impositivas, ou seja, com execução obrigatória. Hoje, somente as emendas indicadas individualmente pelos congressistas e pelas bancadas estaduais têm essa exigência.

 

Inverídico - “Esse fato é inverídico. Nós apenas criamos dois novos marcadores para as emendas de comissão e para as emendas de relator, que é uma inovação realmente feita nesse relatório, com o apoio da consultoria, com o apoio do governo, para trazer ainda uma maior transparência para a questão do acompanhamento fiscal do Orçamento na União”, argumentou Cacá Leão.

 

Indicadores econômicos - O texto da LDO prevê para 2020 um deficit primário de R$ 124,1 bilhões para o governo central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central), menor, portanto que o deste ano, de R$ 139 bilhões. Desde 2014, as contas do governo federal estão no vermelho e o texto prevê que essa situação perdure até 2022.

 

Estimativa - O governo estima na LDO um crescimento de 2,7% do PIB no ano que vem. Já na LOA, a estimativa de crescimento da economia para 2020 é de 2,17%. No texto final da proposta, Cacá Leão ressaltou que o substitutivo prevê revisões do governo.

 

Inflação - O texto também projeta que a inflação do próximo ano medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) será de 4%. Tanto as estimativas para o PIB como de inflação são importantes para determinar as projeções de receitas e de gastos para o Orçamento do próximo ano.

 

Policiais Rodoviários - O parecer do relator na CMO, deputado Cacá Leão (PP-BA), incorporou a criação de um anexo com metas e prioridades para o governo Bolsonaro no próximo ano. 

 

Reajuste - Cacá Leão também incluiu a possibilidade de reajustes salariais para os servidores civis, mas delega a decisão ao Poder Executivo, que só prevê alterações nas remunerações das Forças Armadas.

 

Nomeação - O texto final autoriza a nomeação em 2020 de candidatos aprovados no concurso mais recente da Polícia Rodoviária Federal. Cacá Leão fez um apelo ao presidente da República: “O presidente mandou, para esta Casa, um pedido, uma determinação que acabava com os radares móveis. Então, presidente, se Vossa Excelência decidir acabar com os radares móveis, por favor, vamos substituí-los por pessoas e vamos convocar os remanescentes do concurso da Polícia Rodoviária Federal, porque há um deficit muito grande de policiais rodoviários em todo o Brasil”, defendeu Cacá Leão. (Agência Senado)

ECONOMIA I: Serviços bancários por celular são acessados por 65% dos brasileiros

 

economia I 10 10 2019Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (09/10) pelo IDC, empresa líder em inteligência de mercado, apontou que mais da metade dos entrevistados de 18 a 49 anos de idade na Colômbia, Brasil e México usam o smartphone para acessar os serviços bancários e financeiros. Entre as pessoas de 30 a 39 anos, o uso do smartphone para acessar os serviços bancários e financeiros chega a 61%.

 

Brasil - No Brasil, 65% do total dos entrevistados já usam mais o aplicativo do celular para abrir uma conta bancária ou acessar um produto ou serviço do que ir pessoalmente a uma agência tradicional, que somam 58%.

 

Digitalização - “Conforme destacado pela pesquisa, a forma como as pessoas interagem e usam serviços financeiros reflete como a digitalização está mudando os mercados financeiro e bancário. Mais da metade da amostra pesquisada usa smartphones para abrir contas bancárias ou adquirir produtos ou serviços financeiros, que servem como base da pirâmide para outros serviços no futuro”, disse Jay Gumbiner, vice-presidente de Pesquisas do IDC para a América Latina.

 

Cartões - A pesquisa mostrou ainda que 45,3% dos brasileiros entrevistados usam cartões de crédito e débito separadamente, enquanto 28,6% têm um cartão múltiplo. Entre os três países analisados, o Brasil é onde mais se utiliza o cartão de crédito (57%), enquanto no México, segundo colocado, o cartão de crédito é utilizado por 38% dos entrevistados.

 

Sete em cada dez - Entre os brasileiros, sete em cada dez usa o cartão de crédito principalmente para compras com valor acima de US$ 50, enquanto 39% diz usar o cartão de débito para compras abaixo desse valor.

 

Pesquisa - A pesquisa Como as FinTechs e Bancos Podem Democratizar os Serviços Financeiros na América Latina foi feita com 1.067 usuários de smartphones das classes A, B e C do Brasil, da Colômbia e do México, em maio deste ano. (Agência Brasil)

ECONOMIA II: Criado grupo que proporá medidas para aperfeiçoar sistema tributário

 

economia II 10 10 2019Um grupo de trabalho com objetivo de propor medidas para o aperfeiçoamento do sistema tributário brasileiro foi instituído pelo governo federal, por meio de portaria do Ministério da Economia, publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (10/10).

 

Prazo - De acordo com o documento, o grupo de trabalho disporá do prazo de 60 dias, prorrogável por igual período, contado a partir desta quinta, para apresentar o relatório final.

 

Integrantes - O colegiado será formado pelo ministro da economia, Paulo Guedes, que presidirá o grupo; procurador-geral da Fazenda Nacional; secretário especial da Receita Federal do Brasil; secretário especial de Fazenda; secretário especial de Previdência e Trabalho; secretário de Política Econômica; e um assessor especial, designado pelo ministro da Economia.

 

Especialistas e representantes - Paulo Guedes poderá solicitar a participação de especialistas e representantes de outros órgãos e entidades, inclusive da sociedade civil, para assessoramento técnico aos trabalhos.

 

Reuniões - O grupo se reunirá em caráter ordinário mensalmente e, em caráter extraordinário, sempre que convocado por seu presidente. As reuniões, preferencialmente, terão que ser presenciais e realizadas em Brasília. (Agência Brasil)

 

Foto: Pixabay

COMÉRCIO MUNDIAL: Brasil eleva o tom, na OMC, contra barreiras e subsídios

 

comercio mundial 10 10 2019O Brasil sinalizou que vai elevar a pressão na Organização Mundial do Comércio (OMC) pela negociação de disciplinas complementares no Acordo de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias - conhecido como Acordo SPS, que trata da segurança de alimentos e vegetais - para frear barreiras que não são técnicas e afetam exportações agrícolas.

 

Debate - A delegação brasileira organizou nesta quarta-feira (09/19) um debate sobre agricultura no Fórum Público anual da OMC, durante o qual o embaixador Alexandre Parola avisou que o foco, além de continuar no ataque a subsídios agrícolas, deve ser também melhorar o Acordo SPS.

 

Questão importante - Para o Brasil, a questão é importante, já que o país é o maior exportador de carnes de frango e bovina, açúcar, café, suco de laranja e soja. O país tem uma fatia de quase 6% das exportações agrícolas mundiais.

 

Impacto - Parola observou que nenhuma outra área pode ter um impacto mais importante hoje para o acesso a mercado do que medidas não tarifárias. A delegação brasileira na OMC fez articulações durante as férias do verão europeu para melhorar o trabalho regular do Comitê de SPS. Mas agora quer ir além e reforçar o próprio Acordo SPS.

 

Novas preocupações - “Tanto quanto o apoio doméstico e a questão de acesso a mercados (redução de tarifas), há novas preocupações agora sobre SPS”, disse. “Medidas SPS injustificadas continuam a proliferar em mercados-chaves”.

 

Espaço - Para o Brasil, existe espaço para um compromisso mais ambicioso na OMC nessa área, a exemplo de negociações ocorridas em acordos comerciais na região conhecida como Ásia-Pacífico envolvendo regionalização, equivalência sanitária, análise de risco e ciência, controle de importações e transparência.

 

Abordagem científica - A avaliação é que fortalecer a abordagem científica é outro meio de tornar o Acordo SPS atualizado, mas a ideia é ir além disso. Parola considerou que há uma proliferação de rumores, além de artigos que têm efeito real no comércio mas pouca ou nenhuma base em ciência ou fato concreto. “Essa desinformação, que cria uma percepção errada e incompreensões entre consumidores e produtores, precisa ser tratada”.

 

Próximo passo - “Expandir o alcance das provisões do Acordo SPS para novas disciplinas parece ser o próximo passo”, acrescentou Parola. Pouco antes, o representante brasileiro mencionou uma série de cifras para ilustrar a visão brasileira de que a produção agrícola cresceu não como resultado de desmatamento, mas com aumento da produtividade. Citou, por exemplo, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP, na sigla em inglês), segundo o qual o Brasil mantém um dos maiores sistemas de áreas protegidas no mundo.

 

Cobrança - Ao mesmo tempo, Parola manteve a cobrança por progressos para a redução de subsídios domésticos que distorcem o comércio agrícola mundial. A questão é que os grandes países que subsidiam mudaram, lembrou, sem mencionar explicitamente China e a Índia.

 

Sugestão - No debate, o professor Aluisio de Lima Campos, da American University, em Washington, sugeriu que uma maneira de facilitar um entendimento seria um acordo plurilateral (participa quem quiser) onde direitos e obrigações dos países são aplicados apenas para os signatários do tratado. Ou seja, não há “free riders”, ou aproveitadores, como EUA e Europa, que não querem eliminar esse tipo de subsídio para seus agricultores. “Esperar um acordo global, com mais de 161 países, por consenso, não vai acontecer nunca”, disse.

 

Mobilização - O Brasil fez uma ampla mobilização no Fórum Público da OMC para mostrar que protege a Amazônia e que sua agricultura é sustentável. O agricultor Charles Louis Peteers, de Rio Verde (GO), fez uma apresentação, num coquetel com caipirinha, em uma galeria da OMC. “Em Goiás, somos exemplo de agricultura sustentável”, disse.

 

Cobrança - Ele exporta soja e milho, e disse não ter recebido nenhuma cobrança de compradores por questões ambientais. Karsten Maier, diretor-geral de uma associação europeia que reúne também importadores de carne bovina, previu que no fim, na Europa, vai prevalecer o pragmatismo e não eventuais sanções contra produtos brasileiros. (Valor Econômico)

INTERNACIONAL: China reduz expectativa com rodada comercial nos EUA

 

internacional 10 10 2019Surpresa e irritada com a inclusão de empresas chinesas numa lista negra pelos EUA, a China reduziu sua expectativa de progresso significativo nas discussões comerciais desta semana nos EUA, mesmo com o presidente americano, Donald Trump, demonstrando otimismo. A afirmação foi feita por autoridades chinesas à Reuters. 

 

Tamanho e alcance - Teoricamente, Pequim quer encerrar a guerra comercial, mas autoridades do Partido Comunista não estão otimistas quanto ao tamanho e alcance de um eventual acordo com os EUA no curto prazo, disseram as autoridades chinesas.

 

Reunião - As principais autoridades comerciais e econômicas dos EUA e da China reúnem-se em Washington nesta quinta e sexta-feira (10 e 11/10) para tentar encerrar uma guerra comercial que já dura 15 meses, que está desacelerando a economia mundial e ameaça derrubar sistemas comerciais estabelecidos há décadas. O vice-premiê chinês, Liu He, o representante comercial dos EUA, Robert Lighthizer e o secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin, devem participar das discussões.

 

Elevação - Se não houver progresso significativo, Trump deverá elevar na terça-feira, de 25% para 30%, a tarifa sobre produtos chineses avaliados em US$ 250 bilhões. Falando a jornalistas em Washington, Trump disse: “Se pudermos fazer um acordo, vamos fazer um acordo. Há uma chance realmente boa. Na minha opinião, a China quer fazer um acordo mais do que eu”.

 

Impasse - Na situação atual, há uma possibilidade de as discussões desta semana entre as duas maiores economias do mundo chegarem a um impasse, disse uma autoridade chinesa informada sobre os preparativos para as negociações e que falou sob a condição de permanecer anônima. Perguntado sobre a probabilidade se um acordo, a autoridade disse: “Essa não é uma tarefa fácil. Ela exige muita preparação e consenso dos dois lados”.

 

Mais tempo - Para as relações comerciais ou os laços gerais entre os dois países melhorarem, será preciso mais tempo, disseram os chineses Negociações prévias em nível inferior entre americanas e chinesas visaram criar um clima bom para a reunião de hoje e amanhã, mas a colocação de 28 empresas chinesas numa lista negra pelos EUA gerou um clima negativo.

 

Lista - O Departamento do Comércio dos EUA colocou na lista, na segunda-feira (07/10), a empresa de vigilância por vídeo Hikvision e 27 outras de tecnologia e inteligência artificial, dias antes das negociações. Isso as proíbe de fazer negócios com empresas americanas, devido a acusações de violação aos direitos humanos de grupos minoritários muçulmanos em Xinjiang. Autoridades chinesas disseram que a medida fere a soberania chinesa.

 

Visto de permanência - As negociações comerciais acontecem ainda após a negação sistemática de vistos de permanência para autoridades dos dois países e uma controvérsia gerada por uma postagem no Twitter de um executivo da equipe de basquete do Houston Rockets apoiando as manifestações contra o governo chinês em Hong Kong.

 

Acréscimo - “Podemos acrescentar a guerra diplomática às guerras financeira, cambial e tecnológica que já temos”, disse John Browning, diretor-gerente da corretora Bands Financial, de Xangai, em uma nota.

 

Delegação - Um grande contingente de autoridades graduadas chinesas está a caminho de Washington, mas “pela minha percepção cansada, ele se parece menos com uma delegação e mais com um cortejo fúnebre”, escreveu Browning.

 

Exigência - Os EUA exigem que o Partido Comunista Chinês mude basicamente a maneira como dirige a enorme economia chinesa, encaminhando-a mais para um modelo ocidental do capitalismo de livre mercado. Mas um diplomata chinês nos EUA disse que isso é algo irracional e equivocado. “O que conquistamos nas últimas décadas mostra que nosso sistema é bom para o desenvolvimento da China”, disse a autoridade, sob a condição de anonimato.

 

Questionamento - A China não pediria aos EUA que mudassem para uma economia dependente de empresas estatais ou que financiassem totalmente a educação, como a China faz, disse. “Então, por que Washington espera isso de Pequim?” 

 

Novas exigências - Os EUA deverão fazer novas exigências à China, visando a proteção da propriedade intelectual dos EUA, mas os dois lados têm pontos de vista muito diferentes sobre esse assunto também.

(Valor Econômico)


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