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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4682 | 11 de Outubro de 2019

SANIDADE: Ocepar convoca cooperativas para participar de cerimônia que visa a retirada da vacina contra a febre aftosa no PR

 

sanidade 11 10 2019Na próxima terça-feira, dia 15 de outubro, as 11 horas, acontecerá no Palácio Iguaçu, sede do governo do Estado, em Curitiba, cerimônia de assinatura da Instrução Normativa (IN) que proíbe a comercialização, distribuição e uso da vacina contra a febre aftosa no Paraná. Esse é o primeiro passo do processo que visa retirar a vacinação contra a doença do rebanho paranaense de bovinos e bubalinos. “Esta é uma conquista importante que trará ganhos para o setor e precisamos comparecer para dar apoio a esta importante iniciativa do governo federal e do Paraná”, frisou José Roberto Ricken, presidente do Sistema Ocepar. Ele participará do evento ao lado de lideranças cooperativistas, do governador Ratinho Júnior e da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, que virá especialmente para este momento histórico.

 

Benefícios -  A medida reforça o trabalho para que o Paraná obtenha o reconhecimento de área livre de febre aftosa sem vacinação junto à OIE (Organização Mundial de Saúde Animal) em 2021; antecipando em 2 anos, em relação ao Programa Nacional de Erradicação de Febre Aftosa – PNEFA, do MAPA. Ter o reconhecimento internacional de área livre de febre aftosa sem vacinação é o reconhecimento de um serviço veterinário de excelente qualidade. Parar de gastar dinheiro para vacinar contra uma doença que não existe mais; continuar vacinando os rebanhos, além de prejudicar a conquista de novos mercados representa um custo ao produtor rural da ordem de R$ 30 milhões anuais com a aquisição das vacinas. Separação do Paraná dos demais blocos formados por 25 Estados considerados como área livre com vacinação, vai proteger contra a eventual reintrodução da enfermidade e da consequente perda de status, em algum dos outros estados. As três principais cadeias de proteína animal (ave, suíno e bovino) têm um peso significativo na socioeconomia do Paraná. Em 2018, o Valor Bruto de Produção (VBP) do frango atingiu R$ 14,43 bilhões, valor que representa 16,1% do faturamento da produção agropecuária paranaense, de acordo com dados do Departamento de Economia Rural - Deral, da Seab/PR. No mesmo ano, a suinocultura contabilizou R$ 3,57 bilhões, enquanto a bovinocultura outros R$ 3,79 bilhões, ambas as cadeias com cerca de 4% de participação no Valor Bruto da Produção agropecuária. Com o reconhecimento de Área Livre de Febre Aftosa Sem Vacinação, esses valores tendem a aumentar significativamente, com o acesso a mercados que pagam mais. Ampliação do comércio mundial de carnes produzidas pelo Paraná, pelo acesso aos mercados que não importam de quem vacina; esse novo status sanitário colocará o Paraná ao lado dos principais países exportadores de alimentos, além de simplificar os requisitos de obtenção de certificado sanitário e licenças de exportação junto aos principais mercados compradores.

 

Avanços - O novo status sanitário permitirá ao Paraná dobrar as exportações de carne suína, das atuais 107 mil toneladas para 200 mil toneladas por ano. Este cenário é previsto se o Paraná conquistar apenas 2% do mercado potencial, liderado por Japão, México e Coreia do Sul, que pagam mais pelo produto com reconhecida qualidade sanitária, e representam 64% do comércio mundial de carne suína, que não é acessado por conta da vacinação. Os principais mercados da carne bovina atualmente são China, Hong Kong, e Rússia, mercados que remuneram menos a tonelada exportada. Como o novo status, a carne bovina vai poder acessar mercados como Japão, Coreia do Sul, México, além de ampliar participação no mercado Europeu, importantes mercados no cenário mundial e que remuneram melhor. A nova condição sanitária também trará maior sustentação para a evolução da cadeia produtiva de leite e derivados, uma vez que a nova realidade sanitária vai proporcionar um maior reconhecimento da qualidade, abrindo assim oportunidades para a comercialização de leite em pó, queijos e demais derivados, movimentado este importante setor.

 

Setor pecuário - As principais vantagens para o setor pecuário com área livre sem vacinação são: Expansão do mercado interno e externo; melhoraria da competitividade dos negócios; Melhor visibilidade das marcas nacionais; Melhora nos negócios em todas as cadeias produtivas; movimentação econômica; Sustentabilidade das cadeias e maior retorno com investimento na indústria e campo; Geração de empregos diretos (estimados entre 8 - 12 mil em 10 anos).

 

 

VISITA: Consul Geral de Cuba, Pedro Monzón, conhece o Sistema Ocepar

 

Com objetivo de estreitar relações comerciais e culturais com o sistema cooperativista paranaense, o Consul Geral de Cuba, Pedro Monzón, acompanhado da representante do país caribenho no Paraná, Teresita Campos Avella, foram recebidos na manhã desta sexta-feira (11/10), pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken. “Ficamos muito felizes em poder conversar com a liderança do senhor José Ricken e poder falar um pouco dos atributos do nosso país e o que podemos prospectar em negócios, especialmente na compra de carne de frango e leite em pó das cooperativas paranaenses”, lembrou o Consul. 

 

Destaques - Monzón lembrou que atualmente Cuba possui 11,8 milhões de habitantes e com muitos atrativos turísticos, culturais e produtivos. Se destacam como atividades primárias a produção de níquel, tabaco, rum, açúcar e alto grau de desenvolvimento em medicina e biotecnologia. “Na área médica já temos estudo avançados na cura de diversos tipos de câncer”, comentou o Consul. José Roberto Ricken afirmou que o Sistema Ocepar está à disposição para atender e encaminhar as possíveis demandas de Cuba com negócios com as cooperativas. “Nossas cooperativas exportam para mais de 100 países e, no passado, Cuba já comprou leite em pó nosso e outros produtos. Podemos dar continuidade através do contato que o país indicar para a área comercial”, frisou o dirigente. A visita foi acompanhada pelos superintendentes da Fecoopar e Ocepar, Nelson Costa e Robson Mafioletti, respectivamente, e pelo coordenador de comunicação, Samuel Milléo Filho.

 

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SISTEMA OCEPAR: Doces e chocolates são entregues a crianças do CMEI Vila Nori

 

A visita de funcionários do Sistema Ocepar ao Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Vila Nori, em Curitiba, fez a alegria das 45 crianças que frequentam a instituição. Na manhã desta sexta-feira (11/10), foram entregues no CMEI os doces e chocolates arrecadados pela campanha promovida pela Associação dos Funcionários do Sistema Ocepar (Afoca), com o apoio da diretoria executiva da organização. “Para algumas, esse será o único presente que irão receber no Dia das Crianças. Podem ter certeza de que uma ação como essa faz uma grande diferença na vida desses pequenos, por isso agradecemos por mais esse gesto de solidariedade”, comentou a diretoria do CMEI, Rosângela Darc Toaldo Stela.

 

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UNIMED CURITIBA: Parceria com a RPC promove saúde e qualidade de vida

 

unimed curitiba 11 10 2019O Globo Esporte Paraná, produzido pela RPC - afiliada da Globo no Paraná -, e a Unimed Curitiba firmaram uma parceria inédita. Uma série especial abordará como a prática esportiva, alimentação consciente e a prevenção influenciam diretamente na qualidade de vida das pessoas. É a primeira vez que uma afiliada da Rede Globo e uma singular do Sistema Unimed realizam uma ação como esta na TV e WEB. O projeto tem quatro episódios, produzidos e exibidos pelo Globo Esporte Paraná, que começaram a ser exibidos nesta quinta-feira (10/10). O objetivo das duas empresas é incentivar o público a buscar uma vida mais equilibrada e voltada para a saúde e o bem-estar. Por isso, o conteúdo abordará maneiras de abandonar rotinas sedentárias e ter mais qualidade de vida, com a prática de atividades físicas e uma alimentação equilibrada. 

 

Mudança de hábitos - Na web, um canal patrocinado trará matérias com dicas de médicos e profissionais da área da saúde, especialistas em bem-estar e qualidade de vida. Além disso, serão apresentadas histórias de pessoas que mudaram hábitos em favor da saúde. Nos dois canais, as pessoas terão acesso a orientações e dicas, por meio de entrevistas com médicos cooperados da Unimed Curitiba, e a depoimentos de quem trilhou um novo caminho para viver uma vida mais saudável. Eduardo Abilhoa, gerente de esportes da RPC, analisa que a emissora paranaense e Unimed Curitiba são pioneiras. “Certamente a nossa primeira ação comercial esportiva será um sucesso. É inovadora, demonstra que podemos trazer para o público mais conteúdos relevantes do meio esportivo. Além disso, temos a possibilidade de destacar a importância do esporte na qualidade de vida, na saúde e no bem-estar das pessoas”, destaca Abilhoa. 

 

Parceria - "Somos a maior operadora de planos de saúde do Paraná e só poderíamos pensar em uma parceria deste tipo com a maior emissora de TV do nosso Estado. E, para incentivar práticas mais saudáveis e criar uma onda de cuidados para todas as idades e em todos os locais, nada melhor do que estar dentro de um programa de esportes. Afinal, a atividade física é um dos grandes desafios que a maioria das pessoas precisa vencer para ter uma vida melhor e um envelhecimento bem-sucedido”, explica Valéria Lopes, supervisora de Marketing da Unimed Curitiba. 

 

Temas - Entre os temas a serem abordados, histórias de pessoas comuns -- atletas amadores -- que praticam esporte e se preocupam com a alimentação, sempre em busca de um boa performance e qualidade de vida. Outro assunto que sempre desperta a atenção também será contemplado no projeto: como e quando começar a praticar atividades físicas? Mudar hábitos não é uma tarefa fácil, principalmente para pessoas sedentárias. Porém, também não está no hall das coisas impossíveis, e o objetivo é justamente mostrar que pode, sim, ser algo simples. Um dos episódios vai tratar dos motivos pelos quais o corpo clama por atividade física e os benefícios para a saúde, que vão muito além da queima de calorias. E, por fim, uma matéria mostrando a rotina dos atletas de alta performance como inspiração para uma vida mais saudável. 

 

Conscientização - Já na web, serão abordados temas como: o esporte como meio de prevenção à saúde e bem-estar, exercícios para a terceira idade, a importância de mudar hábitos para conquistar uma vida saudável, a importância do check-up anual para manter uma boa saúde e estado físico, corridas de rua, como melhor o desempenho de atletas de rua, além da alimentação saudável como protagonista para a prática esportiva e a qualidade de vida. Ainda de acordo com a gestora da área de marketing da cooperativa, a parceria nasceu do desejo de conscientizar as pessoas e, principalmente, mostrar que mudar um hábito pode ser mais simples do que se pode imaginar: com pequenos ajustes de rotinas diárias e que não estão restritas a atletas e esportistas. “Mudar um hábito -- seja na alimentação, na rotina de atividades físicas, no olhar cuidadoso consigo mesmo e na busca de alternativas mais saudáveis para o dia a dia -- é benéfico e pode ser adotado a qualquer momento da vida", afirma. (Assessoria de Imprensa RPC)

 

AGROPECUÁRIA I: Ministra defende incremento dos investimentos privados nacionais e estrangeiros no agro brasileiro

 

agropecuaria i 11 10 2019A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) disse nesta quinta-feira (10/10) que o Brasil já é reconhecido como uma potência agrícola, mas tem espaço para continuar crescendo, de forma sustentável. Ao participar do painel Brasil: Potência Agrícola Sustentável, durante o Fórum de Investimentos Brasil 2019, em São Paulo, a ministra disse que o Brasil quer avançar para além dos atuais 7% de participação no comércio mundial. “Somos um dos poucos países do mundo com capacidade de expandir significativamente a oferta de alimentos de forma sustentável. Para seguir incrementando a produção nacional e minimizando os impactos ao meio ambiente, o governo brasileiro e o setor privado precisam continuar trabalhando juntos”, disse a ministra, destacando que o Brasil deve, efetivamente, assumir sua vocação de potência agroambiental global.

 

Crescimento - Ela também destacou a importância da ampliação dos investimentos estrangeiros no país, para garantir a continuidade do crescimento. Segundo ela, existem oportunidades ao longo de toda a cadeia produtiva do agro, como em insumos, maquinário, produção, processamento, estocagem, distribuição e transporte. “Para garantir o contínuo aumento da produtividade e o fortalecimento da capacidade do produtor brasileiro de não apenas identificar tendências globais, mas também de criar ou moldar essas tendências, a ampliação do volume de investimento estrangeiro no Brasil é fundamental”, disse. Segundo ela, o governo brasileiro vê com bons olhos todo investimento voltado para a diversificação da produção nacional e para a ampliação de mercados.

 

Vantagens - Ao falar para empresários brasileiros e estrangeiros, a ministra lembrou as vantagens de se investir no agro brasileiro. Além de ter um mercado interno formado por 210 milhões de consumidores, a participação no Mercosul permite o acesso a mais 55 milhões de pessoas residentes nos países vizinhos. Além disso, nos próximos anos, esse número de consumidores será ainda maior, considerando os dois acordos recém-fechados pelo Brasil com União Europeia e EFTA, formado pela Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein, que somam juntos quase 510 milhões de habitantes. “A conclusão desses dois acordos é um sinal claro à comunidade internacional de que o Brasil está aberto ao mundo, em prol do livre comércio”, disse a ministra, lembrando que Brasil tem defendido, ainda, negociações de acordos comerciais do Mercosul com outros mercados importantes como Canadá, México, Japão, Singapura.

 

Qualidade - O presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Sergio Segovia, destacou que o trabalho é para tornar o Brasil “protagonista inquestionável na quantidade e qualidade da produção agropecuária”. Segundo o presidente, a Apex apoia a internacionalização das 1 mil empresas agropecuárias, que exportaram US$ 20 bilhões, o equivalente a 19% do total das exportações do agro. Ele ressaltou ainda que é preciso buscar “produtos e soluções que traduzam a responsabilidade ambiental e social” do país.

 

Crescimento sustentável - A ministra reafirmou que o crescimento da atividade agropecuária e a proteção do meio ambiente não são premissas conflitantes. “Pelo contrário. A agricultura é um dos setores mais afetados pelos efeitos das mudanças climáticas: temperaturas médias mais altas, mudanças nas chuvas, aumento na frequência e intensidade de eventos climáticos, assim como a possibilidade de aumento de danos causados por pragas e doenças poderão afetar fortemente o trabalho no campo”, disse. 

 

Diálogo - Ela contou que vem conversando com associações, autoridades e imprensa internacional sobre a realidade da agricultura brasileira, que é pujante, moderna e sustentável, e lembrou que as previsões de organizações como FAO e OCDE apontam que a demanda por alimento, energia e recursos naturais básicos, como água potável, deverá aumentar.

“O produtor rural brasileiro, tenho absoluta certeza, é um aliado da preservação ambiental. A promoção da agricultura empreendedora, da agricultura inovadora, da agricultura inclusiva, é também a promoção do meio ambiente”, concluiu a ministra. 

 

Conectividade - Durante o painel, a ministra destacou a importância de se levar conectividade a pequenos e médios produtores. " A conectividade é importantíssima. Precisamos ter conectividade para que o produtor possa utilizar a tecnologia. A conectividade está atrelada à infraestrutura que precisamos. Os investimentos são muito bem-vindos nessas áreas", afirmou. 

O painel foi mediado pelo professor Marcos Jank e teve a participação do CEO da Solinftec, Rodrigo Lafelice dos Santos, do CEO Global da Bayer, Werner Baumann, e do chefe economista global da John Deere, Luke Chandler. 

 

Encontros com investidores - Antes do painel, a ministra teve reuniões com empresas que investem ou querem investir no agronegócio. Nos encontros, a ministra tratou de conectividade no campo, projetos de irrigação, cooperação com Embrapa, propostas inovadoras na segurança alimentar, financiamento agrícola e pauta de exportação. Participaram das reuniões os secretários de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Orlando Leite Ribeiro, e de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação, Fernando Camargo. 

 

BIF - Organizado pelo governo brasileiro, por meio da Apex-Brasil, do Ministério da Economia e do Ministério das Relações Exteriores, em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento, o BIF é o maior evento voltado à atração de investimentos na América Latina. Mais de 2 mil participantes de 45 países e de 37 setores da economia participam do evento. São autoridades governamentais, empresários, investidores brasileiros e estrangeiros, startups e executivos de grandes corporações. (Mapa)

 

AGROPECUÁRIA II: Barreiras à exportação de carne devem ser derrubadas, diz Tereza Cristina

 

agropecuaria ii 11 10 2019Durante visita à Organização Mundial do Comércio (OMC), a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Tereza Cristina, falou sobre as atuais barreiras das exportações para os Estados Unidos, os embargos europeus e aproximação com a China. A ministra manifestou esperança sobre a derrubada das atuais barreiras para exportações brasileiras de carne bovina aos Estados Unidos, que poderá ocorrer antes da reabertura do mercado europeu, referente a 20 frigoríficos de carne de frango embargados em 2018.

 

Prejuízos - De acordo com ela, em entrevista ao Valor Econômico, perante a relação com os Estados Unidos, uma missão de vistoria esteve no Brasil e agora espera respostas até o final do mês. Já sobre as 20 plantas de carne de frango suspensas pela UE, a ministra levantou que não há mais motivos para tal ação, já que as devidas recomendações foram concluídas. Salientado por estimativas privadas, sobre a barreira europeia, é estimado que o Brasil esteja perdendo a chance de realizar vendas de US$ 1 bilhão por ano. No dos EUA, o potencial seria de US$ 300 milhões por ano.

 

UE - Mesmo com a suspensão do embargo imposto pela UE, no ano passado, após a terceira fase da Operação Carne Fraca, o bloco fez um novo balanço, sinalizando que ainda há um caminho a ser percorrido antes que a situação volte a se normalizar. E de acordo com informações publicadas pelo Valo Econômico, um relatório, ainda não divulgado, reconhece melhoras no sistema sanitário brasileiro com as medidas adotadas para corrigir as deficiências detectadas por Bruxelas, mas acrescenta que é preciso confirmar que as medidas foram implementadas na íntegra e testadas num tempo suficientemente longo para avaliar sua aplicação na prática. 

 

China - Em relação a China, Tereza Cristina alimenta boas perspectivas ao se preparar para sua ida a Pequim, no dia 20, onde continuará a negociação para que mais frigoríficos brasileiros possam exportar carne ao mercado chinês. Recentemente, Pequim habilitou 25 novos frigoríficos. (Fonte: Valor Econômico, adaptado pela equipe feed&food) (Foto: Rodrigo Leal).

 

ECONOMIA: CNI diz que PIB crescerá 0,9% este ano

 

economia 11 10 2019Diante do cenário de recuperação gradual da econômica, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) manteve a previsão de crescimento de 0,9% do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Também foi mantida a estimativa de expansão de 0,4% do PIB industrial em 2019, segundo o Informe Conjuntural do terceiro trimestre, divulgado nesta sexta-feira (11/10) pela CNI. Segundo a entidade, o fraco desempenho da atividade econômica e industrial é explicado por dois fatores: “o sentimento crescente de que o processo de aprovação das reformas indispensáveis ao crescimento da economia será mais demorado e complexo do que inicialmente percebido e os poucos avanços na agenda de redução do Custo Brasil”.

 

Consumo - O consumo das famílias, com um crescimento estimado de 1,5%, será novamente o principal motor da expansão do PIB em 2019. Na comparação com anos anteriores, a taxa de 1,5% é inferior ao registrado em 2018 (1,9%) e levemente superior ao registrado em 2017 (1,4%). O Informe Conjuntural indica um descolamento entre o ritmo de crescimento do consumo e da produção industrial. “As vendas no comércio varejista têm crescido, mas este movimento não tem sido transmitindo para a indústria, que segue quase estagnada principalmente por conta da falta de competitividade”, disse o gerente-executivo de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco.

 

Investimento - O investimento passou por uma leve revisão, indo de 2,1% no informe do segundo trimestre para 2,5% no terceiro, como resultado da melhora gradual da economia. O documento revisou também a taxa média de desemprego, que deve ficar em 11,9% em 2019, um recuo de 0,4 ponto percentual em relação ao verificado em 2018 (12,3%).

 

Juros - A previsão da CNI é que a taxa básica de juros, a Selic, encerre 2019 em 5% ao ano. Atualmente, a taxa está em 5,5%. A expectativa da CNI é que haja reduções nas reuniões de outubro e dezembro deste ano.

 

Dívida pública - O déficit nominal deve recuar de 7,14% do PIB, em 2018, para 6,43%, em 2019. A redução é explicada pela manutenção do patamar de déficit primário e a redução de 0,7 ponto percentual do PIB nas despesas com juros nominais. O déficit nominal, no entanto, continua a ser superior ao necessário para estabilizar a relação Dívida Bruta/PIB, que deve passar de 77,2%, em 2018, para 78,4%, em 2019.

 

Dólar - Para o dólar, a previsão é que valerá R$ 4,02 no fim deste ano. Segundo a CNI, a elevação em relação ao Informe Conjuntural do segundo trimestre (R$ 3,75) é justificada pelo crescente impacto de fatores conjunturais, como a guerra comercial entre Estados Unidos e China e a crise na Argentina. A presença de mudanças estruturais, pelo menos no médio prazo, da política monetária doméstica também afeta a desvalorização do real frente ao dólar, diz a confederação.

 

Balança comercial - A CNI projeta o saldo comercial de US$ 49,2 bilhões, com as exportações registrando US$ 228,4 bilhões e as importações US$ 179,2 bilhões. Se confirmar a projeção, o superávit será 16,12% menor que o registrado em 2018 – R$ 58,659 bilhões. (Texto e foto: Agência Brasil)

 

SICREDI VALE DO PIQUIRI I: Programa Sua Saúde Vale Mais busca melhorar a qualidade de vida no trabalho

 

sicredi vale piquiri i 11 10 2019Trabalhar com hábitos de vida que envolvam atividade física, alimentação saudável, saúde financeira e emocional dos profissionais do Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP. Esses são os objetivos do programa de qualidade de vida no trabalho, intitulado ‘Sua Saúde Vale Mais’. A iniciativa da área de Gestão de Pessoas da Cooperativa em parceria com o Sesi teve início nesta terça-feira (8/10), em Palotina (PR).

 

Turma piloto - A turma piloto conta com 29 profissionais, com encontros que serão realizados todas as semanas. Serão seis meses de programação, com atividades que visam trabalhar melhor os hábitos de vida dos colaboradores e de associados, além de outros fatores que podem comprometer ao longo do tempo a capacidade produtiva dos profissionais. “O ‘fator pessoas’ ´é fundamental para o sucesso das empresas. Vários estudos apontam que o comprometimento do indivíduo pode ser influenciado por ações voltadas à qualidade de vida no trabalho, o que impacta diretamente na performance das organizações”, avaliou a Gerente de Gestão de Pessoas da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, Elisângela Mancini.

 

Áreas - O programa vai trabalhar áreas como saúde e bem-estar, qualidade de vida, autoconhecimento e gestão de propósitos, prática de vida saudável, melhora na produtividade, performance e engajamento, exercícios de autorresponsabilidade, disciplina, concentração, foco no resultado, protagonismo, capacidade de superar limites, administração do tempo e trabalho colaborativo, entre outros. 

Sobre a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP - A Sicredi Vale do Piquiri é uma cooperativa com 31 anos de história, mais de 130 mil associados, distribuídos em 75 agências. A Cooperativa atua nas regiões Oeste e Noroeste do Paraná e Capital e Abcd Paulista. A instituição se destaca pelo atendimento aos associados e pela preocupação com o desenvolvimento da comunidade. (Imprensa Sicredi)

 

SICREDI VALE DO PIQUIRI II: Cooperativa amplia rede de agências no ABC paulista

sicredi vale piquiri ii 11 10 2019O Sicredi Vale do Piquiri ABCD PR/SP inaugurou nesta quinta-feira (10/10) sua segunda agência em Santo André, na região metropolitana de São Paulo. O novo espaço, situado no centro comercial da cidade, será mais um local para atender os associados. Contrariando uma tendência do mercado financeiro, o Sicredi vem expandindo sua rede de agências físicas. “Oferecemos a nossos associados a praticidade do mundo digital, mas não abrimos mão do contato pessoal. Por isso, estamos inaugurando nossa 11ª unidade na região do Grande ABC”, declara Jaime Basso, presidente do Sicredi. 

 

Atendimento - Atualmente, a instituição possui mais de 4 milhões de associados em todo o Brasil e 1.700 espaços de atendimentos. O Sicredi acredita que, por meio do cooperativismo, é possível promover o crescimento dos empresários e da comunidade local, de forma a contribuir com o crescimento do Brasil, ao levar soluções financeiras a preços justos e realizar o compartilhando dos resultados financeiros com os associados. Atualmente já são mais de 1.700 espaços de atendimento e 4 milhões de associados em todo o País. A nova agência está localizada na Rua Senador Flaquer, 176, Centro, em Santo André (SP). Para conhecer outros endereços ou saber mais sobre o Sicredi, acesse www.sicredi.com.br.

 

Sobre a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP - A Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP é uma cooperativa com 30 anos de história, mais de 130 mil associados, distribuídos em 75 agências. A Cooperativa atua nas regiões Oeste e Noroeste do Paraná, São Paulo Capital e ABCD Paulista. A instituição se destaca pelo atendimento aos associados e pela preocupação com o desenvolvimento da comunidade.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.  (Imprensa Sicredi)

 

SICREDI RIO PARANÁ PR/SP: Cooperativista é selecionada em programa de liderança

 

sicredi rio parana 11 10 2019A colaboradora da Sicredi Rio Paraná PR/SP, Carolina Mussolini, foi selecionada para participar do programa “Somos Líderes”, que foi criado para formar uma liderança cooperativista comprometida e engajada em defender a bandeira do cooperativismo em toda a sociedade. Carolina é defensora do cooperativismo e é colaboradora da Sicredi Rio Paraná que tem participação nos estados de São Paulo e Paraná. 

 

Jovens - Os 35 jovens que participam do programa Somos Líderes, desenvolvido pelo Sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), foram apresentados oficialmente para representantes de cooperativas de todo o país. O evento ocorreu na noite da terça-feira (8/10), em Brasília-DF, e contou com a presença de cooperados de norte a sul do Brasil, além de autoridades e parlamentares. Esta primeira turma será formada por jovens moradores das cinco regiões do país, com idades entre 21 e 35 anos, recém-graduados ou cursando o último ano do curso superior de qualquer área.

 

Roberto Rodrigues - O embaixador especial da FAO para o cooperativismo, Roberto Rodrigues, um verdadeiro líder cooperativista, deu as boas-vindas aos alunos. Segundo Rodrigues, um bom líder deve ter não somente a capacidade de ouvir e entender as demandas das bases, mas também tomar decisões com agilidade e antecipar soluções. “O novo líder não é apenas um intérprete, não é apenas um entendedor do que a média dos seus cooperados deseja. Ele é o propositor de projetos. O novo líder tem que rasgar o horizonte, enxergar à frente.”, aconselhou Roberto Rodrigues.

 

Módulos - Esse foi o primeiro encontro entre os participantes do Somos Líderes. Até abril de 2020, eles terão aulas virtuais e presenciais de assuntos como Tendência, Inovação e Liderança; Liderança no contexto cooperativista; Liderança no contexto organizacional; Liderança no contexto social; e Liderança no contexto político. Cada um desses módulos conta com metodologia inovadora, conteúdo via podcasts e encontros virtuais em webnários.

 

Quem sabe ensina - Um diferencial do curso é que todos os alunos terão acompanhamento feito por mentores, escolhidos entre os dirigentes das cooperativas reconhecidas pelo Prêmio SomosCoop Excelência em Gestão. Essa orientação personalizada continua por até dois anos após a conclusão do curso. Os módulos presenciais serão realizados em Recife (PE), Chapecó (SC), São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG) e Brasília (DF). E para potencializar o aprendizado, estão previstas visitas técnicas a instituições e organizações que implantaram soluções que mostram na prática os conteúdos trabalhados durante o programa. (Imprensa Sicredi)

 

SICOOB MERIDIONAL: Com vantagens para universitários, cooperativa oferece atendimento totalmente digital

sicoob meridional 11 10 2019O uso de aplicativos para realizar transações financeiras tem se tornado cada vez mais comum no Brasil, principalmente devido à popularização dos smartphones e à facilidade que eles proporcionam ao usuário. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o número de operações realizadas por celular e tablets já supera as transações presenciais.

 

Cooperconta - Seguindo essa tendência, desde o mês de agosto, o Sicoob Meridional conta com um novo formato de agência, totalmente digital. Todo o processo de abertura de conta corrente é feito por meio do celular e o cooperado recebe atendimento via WhatsApp Business. Simples e prático. Além dessas vantagens, a agência digital também conta com outro diferencial: a Cooperconta Universitária. Pensado para atender o público jovem, esse modelo de conta é isento de tarifa de manutenção e também não cobra anuidade do cartão de crédito. Para ter acesso a essas vantagens, basta acessar a loja de aplicativos do seu celular, baixar o app Faça Parte e criar a sua conta. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB ALIANÇA: Cooperado é contemplado em sorteio do seguro PPR Sicoobcard

 

Quem utiliza o Sicoobcard tem à disposição o Seguro de Proteção Perda e Roubo (PPR), que garante tranquilidade nos casos de perda ou roubo do cartão, saque sob coação e morte acidental. Além de toda a segurança e comodidade proporcionada pelo PPR, quem adere ao seguro concorre todo mês a um prêmio de R$ 5 mil.

 

Entrega - No último sorteio, um dos contemplados foi o cooperado do Sicoob Aliança em Telêmaco Borba, Luiz Gustavo Antunes. No dia 7 de outubro, ele esteve na agência para receber o prêmio. “Entramos em contato com o cooperado e pedimos que viesse até a agência, pois tínhamos uma boa notícia para dar. Quando ele chegou, reunimos a equipe e entregamos um envelope com um cheque simbólico”, conta a gerente Evelise Pucci. “Fiquei bem surpreso em ser sorteado. O Sicoob realmente faz a diferença”, comemora Luiz Gustavo. (Imprensa Sicoob Aliança)

 

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SICOOB ARENITO: Realizada a segunda edição do Se Liga Finanças

 

sicoob arenito 11 10 2019No último dia 5 de outubro, o Sicoob Arenito realizou mais uma edição do workshop Se Liga Finanças com a participação de colaboradores da Unidade Administrativa e das agências da cooperativa. Ao todo, participaram 12 jovens que trabalham na singular, um colaborador terceirizado e uma convidada, que é filha de um colaborador que também esteve presente. Ministrada pela voluntária Janaína Oliveira, que responsável pelas ações do Instituto Sicoob na cooperativa, a capacitação abordou princípios primordiais da Educação Financeira, privilegiando o aspecto prático e a interatividade entre os participantes.

 

Metodologia - Composto de seis módulos e desenvolvido sob uma metodologia recomendada pela ENEF (Estratégia Nacional de Educação Financeira), o Se Liga Finanças tem como objetivo incentivar a reflexão dos participantes a respeito das consequências que as escolhas financeiras podem acarretar a curto, médio e longo prazo.

 

Conteúdo - Participando pela primeira vez de um programa ligado ao Instituto Sicoob, o assistente de Marketing, Matheus Prata, afirma que está aproveitando muito os conteúdos apresentados. "Minha parte preferida no segundo workshop foi a abordagem do tema de investimentos. Eu já tinha um interesse nesse assunto, mas nunca parei para estudar de fato. O que foi apresentado atiçou ainda mais a minha vontade de conhecer profundamente sobre o assunto, sem falar que me deu uma boa base de como funciona e dos principais meios. (Imprensa Sicoob Arenito)

 

COCAMAR: Com irrigação, produtor dribla a estiagem e prospera

 

cocamar 11 10 2019Para quem ainda vai fazer o plantio de soja, a preocupação continua a mesma: a chuva que não vem. E quando ela vem, pode acontecer como no último final de semana: foi tão mal distribuída que em muitos dos municípios da região da Cocamar, nos estados do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul, nem chegou a baixar a poeira. Para uma boa safra, está ao alcance do produtor investir em tecnologias e maquinários, mas com relação ao clima não há o que fazer, a menos que a propriedade conte com um sistema de irrigação. 

 

Déficit hídrico - O Rally Cocamar de Produtividade visitou nos últimos dias duas propriedades em regiões que têm sido bastante afetadas pelo déficit hídrico e viu de perto como é providencial contar com uma estrutura assim.  

 

Plantio concluído - Em Florestópolis, norte do estado, enquanto a maior parte dos agricultores ainda não conseguiu plantar e vai ficando cada vez mais aflita com o passar dos dias, a família Baíse já concluiu o plantio no início de outubro. Ao visitar a área cultivada na terça-feira (8/10), a equipe do Rally observou o bom desenvolvimento da cultura. 

 

Normal - “Tudo vai caminhando normalmente e as plantas apresentam um bom padrão”, comentou o engenheiro agrônomo Elton Oliveira da Silva, da cooperativa, que presta atendimento à família. O pivô central roda em horário noturno, assegurando a necessária umidade. O agrônomo acompanhou o Rally em companhia do gerente das unidades da Cocamar em Porecatu e Florestópolis, Sérgio Lemos. 

 

Quase pago - Na quarta-feira (9/10), o Rally seguiu para o noroeste onde, no distrito de Herculândia, em Ivaté, próximo a Umuarama, conheceu a propriedade da família Lavagnoli, produtora de grãos. Arcino e o filho Marcelo implantaram o pivô central em 2013 e o equipamento está praticamente pago. “A gente consegue ter estabilidade da produção e planejar a atividade”, afirmou Marcelo. 

 

Resultados - Na última safra de soja a média foi de 135 sacas por alqueire (55,7/hectare), enquanto em cultivos não irrigados, na região de Itambé, a estiagem prejudicou bastante a produtividade. Eles também cultivam milho no inverno - já alcançaram a média de 300 sacas por alqueire (123,9/hectare) -, algo que tem sido impraticável na maioria das propriedades ali, por causa do clima seco e quente. 

 

Feijão - E, de quebra, os Lavagnoli ainda colhem uma terceira safra, de feijão, cujas plantas estão carregadas de vagens - diferente de uma área que não recebe umidade. A captação da água é feita no Rio Ivaí, que passa nos fundos da propriedade.

 

Produtividade - O técnico Gabriel Teixeira, da Cocamar em Douradina, que presta assistência à família, enfatiza que a irrigação é uma tecnologia a mais no processo de gestão que tem como objetivo avançar para uma alta produtividade nas lavouras. 

 

Crescer - Segundo o técnico, a irrigação, somada ao manejo adequado do solo, à análise periódica do mesmo, à correção e à adubação e um bom acompanhamento fitossanitário, aumenta as possibilidades de o produtor se sair bem e crescer mesmo em períodos de clima adverso.  Os Lavagnoli também são pecuaristas, trabalhando com cria, recria e engorda. Eles vieram de Lobato, próximo a Maringá, e estão em Ivaté desde 1966. 

 

A equipe - Na viagem à Ivaté, o Rally foi acompanhado também, entre outros, do gerente Alisson Rodrigues Nunes (que responde pelas unidades de Douradina, Tapira e Querência do Norte) e do supervisor de unidade Pedro Henrique Espírito Santo. O engenheiro agrônomo Alfredo Fabrom Neto, responsável pela área de irrigação na Cocamar, e o médico-veterinário Riccardo Tonon, da empresa Elanco, também acompanharam a equipe.  

 

O Rally - Em seu quinto ano e com o objetivo de valorizar as boas práticas agropecuárias, o Rally Cocamar de Produtividade conta com o patrocínio das empresas Basf, Spraytec, Sicredi União e Zacarias Chevrolet (principais), Sancor Seguros, Cocamar TRR, Texaco Lubrificantes, Elanco e Altofós Suplemento Mineral Cocamar (institucionais) e o apoio da Unicampo, Aprosoja/PR e Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb). (Assessoria de Imprensa Cocamar)

COMÉRCIO INTERNACIONAL I: China se consolida como grande comprador de carne bovina do Brasil

 

comercio internacional i 11 10 2019Com a peste suína ainda fora de controle na Ásia, a potência chinesa se tornou o principal comprador de carne bovina brasileira neste ano. Além disso, as exportações de carne in natura estão colaborando para a sustentação dos preços da arroba em melhores patamares. Segundo o Pesquisador do Cepea, Thiago Bernardino de Carvalho, a expectativa de preços é boa no curto prazo, principalmente pela a exportação estar com a demanda aquecida. “É o primeiro ano em que exportamos mais de 100 mil toneladas de carne bovina in natura por mês. Esse cenário deve se manter até o final do ano e isso ajuda a segurar os preços do animal”, comenta. O principal comprador de carne bovina era Hong Kong, que sempre comprou separado da China, mas, no mês de setembro, os chineses começaram a liderar. “Esse mercado ainda tem potencial de crescimento em que cada habitante consome 5,00 kg por ano de carne bovina”, diz. 

 

Preços e demanda - “As referências da arroba tiveram picos de preços no mês de setembro dos anos anteriores por outros motivos, como a delação da JBS em 2017 e as cotações do milho valorizadas em 2018”, conta Carvalho. Para os próximos meses, a tendência é que o consumo no mercado interno fique mais intenso com a aproximação das festas de final de ano. “Há uma demanda aquecida em que o traseiro registra valorizações nesse período e acaba puxando as cotações do boi gordo. Com as exportações aquecidas e um consumo interno melhorando acaba ajudando a sustentar os preços do boi”, ressalta.

(Fonte: Notícias Agrícolas); (Foto: José Adair Gomercindo/Secs)

 

COMÉRCIO INTERNACIONAL II: Exportação de milho continua em alta e soma US$ 1,1 bilhão em setembro

 

comercio internacional ii 11 10 2019As exportações de milho alcançaram recorde histórico para os meses de setembro em quantidade e valor. Foram exportadas 6,5 milhões de toneladas (+93,4%), equivalente a US$ 1,1 bilhão (+85,5%). Segundo a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a safra de milho 2018/2019 foi recorde, o que aumentou a oferta do cereal e ampliou o excedente para exportação. Os embarques do milho também tiveram desempenho favorável no acumulado do ano, de janeiro a setembro. Foram US$ 4,98 bilhões (+134,7%), com a expansão de 130% na quantidade comercializada (29 milhões de toneladas). Os principais países compradores do milho brasileiro foram: Japão (US$ 605,13 milhões), Coreia do Sul (US$ 386,40 milhões), União Europeia (US$ 371,25 milhões), Vietnã (US$ 293,96 milhões) e Taiwan (US$ 292,61 milhões).

 

Algodão - O algodão foi outro produto com destaque nas exportações com incremento nas vendas no mês de 50%, com US$ 229 milhões e embarques de 142 mil de toneladas (62%). "O produto tem se beneficiado das tensões comerciais entre China e Estados Unidos, com forte elevação das exportações para a China", diz nota da secretaria. 

 

Resultado do mês - Em setembro de 2019, as exportações do agronegócio somaram US$ 7,75 bilhões, valor foi 3,9% inferior em relação ao montante exportado em setembro de 2018 ( (US$ 8,06 bilhões). "A queda das exportações ocorreu em função da redução dos índices de preços dos produtos do agronegócio exportados pelo Brasil, que registraram recuo médio de 4,5%.  Por outro lado, o índice de quantum aumentou 0,7% na comparação entre setembro de 2019 e setembro de 2018, ajudando a abrandar a queda no valor exportado", explica.

 

Agronegócio - Do valor total exportado pelo país em setembro, o agronegócio foi responsável por 41,4% (US$ 18,74 bilhões). No mesmo mês de 2018, as exportações do agronegócio tiveram participação de 42% nas exportações totais. As importações de produtos do agronegócio apresentaram baixa, passando de US$ 1,07 bilhão em setembro de 2018 para US$ 1,05 bilhão em setembro de 2019, queda de 2,1%. (Mapa)


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