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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4684 | 15 de Outubro de 2019

SANIDADE: Ministério da Agricultura autoriza suspensão da vacina contra aftosa no Paraná

A partir de 31 de outubro, o uso e a comercialização de vacinas contra a febre aftosa estarão proibidos no Paraná. A Instrução Normativa (IN) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) que autoriza a suspensão da vacinação no estado foi assinada em Curitiba, nesta terça-feira (15/10), pela ministra da pasta Tereza Cristina. A solenidade realizada no Palácio Iguaçu reuniu produtores e diversas autoridades políticas e empresariais, entre as quais, o governador Carlos Massa Ratinho Junior, o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, e o diretor-presidente da Agência de Defesa Agropecuária (Adapar), Otamir Cesar Martins. O cooperativismo foi representado pelos presidentes Marcio Lopes de Freitas (Sistema OCB) e José Roberto Ricken (Sistema Ocepar). Prestigiaram ainda a solenidade os superintendentes Robson Mafioletti (Ocepar) e Nelson Costa (Fecoopar), além dos dirigentes Dilvo Grolli (Coopavel), Luiz Lourenço (Cocamar), Renato Greidanus (Frísia), Erik Bosch (Capal), Elias Zydek (Frimesa), Frans Borg (Castrolanda), Artur Sawatzky (Witmarsum), George Guedes (Sicredi Rio Paraná), Paulo Buso (Sicredi Norte Sul) e Edson Zonta (Coopercaf). Os deputados federais Luiz Nishimori e Sergio Souza, integrantes da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) também participaram do evento.

Dever de casa foi feito - Para a ministra, o Paraná está preparado para suspender a vacina contra febre aftosa e, ao fazer isso, dá início a uma nova fase para a pecuária do estado.  “Desde o início da minha gestão e do governador Ratinho Junior, nós falamos sobre esse assunto e o Paraná fez todo o dever de casa. Esse é o início, o primeiro passo, ainda temos trabalho a fazer, mas acho que o Paraná inaugura uma nova era de sanidade e de sustentabilidade”, disse. Segundo Tereza Cristina, assim que concretizar o status de área livre de febre aftosa, o Paraná passa para um outro patamar, principalmente na suinocultura e avicultura. “O Paraná pode entrar em mercados que são muito mais exigentes do que outros, ou seja, abre-se um leque de oportunidades”, disse.

 

Momento histórico - Ao falar sobre a suspensão da vacinação contra febre aftosa, o governador Ratinho Júnior disse se tratar de um momento histórico para o Paraná. “O agronegócio é prioridade para o governo, pela vocação que temos em produzir alimentos. E o que está sendo feito é preparar o estado para que as cooperativas possam cada vez mais industrializar o que sai da propriedade dos agricultores e, acima de tudo, fazer com que o Paraná seja o grande protagonista para a produção de alimentos para o Planeta”, destacou o governador. “O mundo precisa de proteína animal, e nós estamos prontos para produzir”, completou o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken. “Isso vai ser bom para os produtores, que terão mais oportunidades de negócios, e será muito bom para o estado porque vai gerar desenvolvimento”, afirmou.

 

Bolsonaro - Antes do início do evento, Ricken formalizou convite à ministra e ao presidente da República, Jair Bolsonaro, para que participem do Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses, que vai acontecer no dia 6 de dezembro, no Centro de Eventos da Cooperativa Lar, em Medianeira, Oeste do estado. A ministra repassará o convite ao presidente Bolsonaro. Na conversa com Tereza Cristina, Ricken também entregou pleito de cooperativistas do Sudoeste, para mudanças no zoneamento do milho safrinha em alguns municípios da região. O presidente da Ocepar pediu ainda o agendamento de uma reunião com a ministra e a diretoria da entidade, no dia 12 de novembro, em Brasília, para tratar de temas de relevância do cooperativismo paranaense.

 

Monitoramento - Com a suspensão da vacina, a partir de novembro, o rebanho de 9,2 milhões de bovinos e bubalinos do estado não será mais vacinado contra a febre aftosa. O Mapa fará o monitoramento do Paraná para avaliar a atuação dos postos de fiscalização nas divisas e, posteriormente, irá reconhecer nacionalmente o estado como área livre da febre aftosa sem vacinação. Essa etapa está dentro do objetivo brasileiro de ampliar gradualmente as áreas sem vacinação contra a doença no país, previsto no plano estratégico 2017-2026 do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA 2017/2026).

 

Economia - “Sem a vacinação, o produtor paranaense vai economizar cerca de R$ 20 milhões por ano, valor equivalente a aquisição apenas da vacina, sem incluir os demais custos ssociados ao manejo dos animais”, calcula o chefe da Divisão de Febre Aftosa do Ministério, Diego Viali dos Santos, as doses de vacinas contra a febre aftosa estocadas no Paraná serão remanejadas pela iniciativa privada para os estados que ainda irão aplicar o produto.

 

Reconhecimento mundial - A suspensão da vacina é mais uma etapa no processo de declarar o Paraná como área livre de febre aftosa sem vacinação. O estado caminha para finalizar, até o final do ano, as ações pendentes para se tornar área livre sem vacinação, com a contratação de médicos veterinários e técnicos para atuação na vigilância para a febre aftosa e a construção de um posto de fiscalização agropecuária, na divisa com São Paulo.

 

Trânsito de animais - Não haverá modificações no trânsito de animais e produtos e subprodutos de origem animal provenientes ou destinados ao Paraná até 31 de dezembro deste ano. A partir de 2020, será proibido o ingresso de animais vacinados, bovinos e bubalinos, no Paraná. Posteriormente, quando houver o reconhecimento nacional do estado como livre de febre aftosa sem vacinação, assim como já ocorre em Santa Catarina, as demais regras de trânsito de animais suscetíveis à febre aftosa e seus produtos passará a vigorar conforme legislação vigente. Por fim, seguindo os trâmites da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), em setembro de 2020, o Brasil vai pleitear o reconhecimento internacional do Paraná como área livre de aftosa sem vacinação, que deverá ser oficializado pela OIE, em maio de 2021. (Com informações do Mapa)

 

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LEGISLAÇÃO: Publicado decreto que regulamenta o trabalho temporário

O decreto que regulamenta o trabalho temporário, e que trata a Lei nº 6.019, de 3 de janeiro de 1974, está publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira (15/10). O documento assinado nessa segunda-feira (14/10) pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, define trabalho temporário como “aquele prestado por pessoa física contratada por uma empresa de trabalho temporário que a coloca à disposição de uma empresa tomadora de serviços ou cliente, para atender à necessidade de substituição transitória de pessoal permanente ou à demanda complementar de serviços”.

Direitos - O decreto diz ainda que ao trabalhador temporário são assegurados direitos como: remuneração equivalente àquela percebida pelos empregados da mesma categoria da empresa tomadora de serviços ou cliente, calculada à base horária, garantido, em qualquer hipótese, o salário-mínimo regional; pagamento de férias proporcionais, calculado na base de um doze avos do último salário percebido, por mês trabalhado.

Jornada - A jornada de trabalho será de, no máximo, 8 horas diárias, podendo ter duração superior a 8 horas na hipótese de a empresa tomadora de serviços ou cliente utilizar jornada de trabalho específica. "As horas que excederem à jornada normal de trabalho serão remuneradas com acréscimo de, no mínimo, 50%, e assegurado o acréscimo de, no mínimo, 20% de sua remuneração quando trabalhar no período noturno".

Fiscalização - Sobre a empresa prestadora de trabalho temporário, o decreto diz que ela fica obrigada a apresentar à fiscalização, quando solicitada, o contrato celebrado com o trabalhador temporário, a comprovação do recolhimento das contribuições previdenciárias e os demais documentos comprobatórios do cumprimento das obrigações estabelecidas pelo decreto que regulamenta a atividade.

Decreto - Leia o Decreto nº 10.060, de14 de outubro de 2019, que regulamenta o trabalho temporário. Ele entra em vigor a partir desta terça-feira, data de sua publicação. (Agência Brasil)

SICREDI: Presente no evento que discute revolução tecnológica na agricultura

O Congresso Smart Farm Brasil, que será realizado nesta terça e quarta-feira (15 e 16/10), em Curitiba, busca apresentar o impacto da tecnologia no cotidiano da agricultura. As estimativas da Organização das Nações Unidas (ONU) são de que, em 2050, o mundo deve chegar aos 9,7 bilhões de habitantes – atualmente, são aproximadamente 7,7 bilhões. Para conseguir alimentar toda essa população, há a necessidade de uma transformação tecnológica no modelo usado para a produção de alimentos: a agricultura 4.0.

Estudo- Um estudo do banco suíço UBS projeta a criação de um mercado de US$ 700 bilhões em escala global em 2030 – só no ano passado, em 2018, foi investido US$ 16,9 bilhões. No evento, serão apresentadas discussões sobre como usar melhor a tecnologia no campo, visando a ampliação da eficiência, da sustentabilidade e da melhoria da qualidade de vida. Entre as discussões, estão os modelos de financiamento usados no agronegócio e as vantagens das cooperativas para os produtores rurais.

Novidades - O gerente de Desenvolvimento de Crédito da Central Sicredi PR/SP/RJ, Gilson Nogueira Farias, e o gerente de Seguros, Devanir Brisola, vão apresentar novidades sobre o mercado de crédito e de seguros. “O crédito é fundamental para a sustentabilidade do agro e para que as inovações possam acontecer. No Sicredi, além dos recursos, o associado se beneficia com a possibilidade de retorno do investimento”, afirma Farias. “Temos soluções diversas para contribuir com o associado em sua necessidade, além de preocupação especial com o atendimento”, ressalta.

AgTech - Neste ano, o Sicredi firmou parceria com a AgTech Garage, um hub de inovação que promove a conexão com startups, instituições de ensino, produtores rurais e outros atores do ecossistema, com o objetivo de facilitar e acelerar o desenvolvimento de soluções tecnológicas e inovadoras para o agronegócio. Outro ponto de conexão visa agregar as startups voltadas ao agronegócio.

Conexões - O objetivo da instituição é criar conexões que possam contribuir com inovações e oportunidades de negócio, que permitam ao Sicredi se aproximar ainda mais dos associados com soluções inovadoras para aumento da produção e mudanças de gestão.

Sobre o Sicredi- O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

SERVIÇO

Smart Farm Brasil e Demo Day Smart Farm

Quando: 15 e 16 de outubro, das 8h30 às 18h30

Local: Mabu Curitiba Business: Rua XV de Novembro, 830 – Centro, Curitiba/PR

Palestras

Cooperativismo na Produção - Robson Mafioletti (Ocepar)

Financiamento - Carmem R. Truite (BRDE)

Seguro Rural - Devanir Brisola e Gilson Nogueira Farias (Sicredi)

Quando: 15 de outubro

Horário: das 15h30 às 17h

Inscrições e programação completa no site smartfarmbrasil.com.br

Informações: (41) 99984-1734 ou smartfarm@sponsorship.com.br

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SICREDI PARQUE DAS ARAUCÁRIAS: Inaugurada agência em Jardinópolis (SP)

A Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP inaugurou, na noite de 8 de outubro, uma agência em Jardinópolis (SP). Com a abertura, a cidade passa a contar com todos os produtos e serviços oferecidos pela primeira instituição financeira cooperativa do Brasil.

Presenças - Participaram da inauguração o presidente da Sicredi Parque, Clemente Renosto, o diretor executivo, Fabio Vedelago Burille, o gerente da nova agência, Henrique Krauss De Lima Lorencato, além de colaboradores, lideranças políticas e outros convidados.

Novo layout - Localizada na Rua José Theodoro, 267, centro, o espaço foi projetado de acordo com o novo layout das agências do Sicredi, mais convidativo e favorável à convivência, pois o relacionamento com as pessoas e a comunidade é um dos grandes diferenciais do Sicredi.

Vigésima sétima - Esta é a vigésima sétima agência inaugurada pela cooperativa e a quinta inaugurada na região noroeste de São Paulo. A Sicredi Parque também possui três agências em Ribeirão Preto e uma em Batatais. Ainda em 2019, uma nova agência deve ser inaugurada em Ponte Serrada (SC). (Imprensa Parque das Araucárias PR/SC/SP)

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SICREDI UNIÃO PR/SP: Alunas de corte e costura fazem planos de empreender em Paraíso do Norte

sicredi uniao 15 10 2019Costureira há 20 anos, Adeliane Neris Galiza faz planos de ter a própria marca de roupas. Para isso, precisa aprender a fazer moldes e cortar, já que hoje ela recebe, de uma indústria, as peças cortadas e apenas costura e dá acabamento. Adeliane é uma das alunas do programa Vestindo Minha Família, desenvolvido pela Sicredi União PR/SP em Paraíso do Norte (PR). Ela e as colegas de curso tiveram a oportunidade de participar da primeira Feira do Microempreendedor Individual (MEI) e venderam parte das peças que confeccionaram – foram dezenas de peças vendidas.

Produção - Quem passou pela feira na última sexta-feira (11/10) encontrou guardanapos, aventais, porta-pratos, puxa-sacos, entre outros, a partir de R$ 5. A produção foi feita durante as aulas. A feira foi promovida pela Sala do Empreendedor, prefeitura e Sebrae/PR. Lá também foi possível encontrar bolos, salgados, pizzas, decoração de festa e artesanato, em outras barracas de microempreendedores.

Confecção infantil - Adeliane quer ter uma marca própria de confecção infantil. Ela já tem máquinas de costura, reta, galoneira, overloque e interloque. Agora quer reformar um cômodo da casa para abrigar a pequena fábrica e juntar dinheiro para comprar tecidos e aviamentos para colocar o projeto em prática.

Aumentar a renda - Quem também faz planos de aumentar a renda é a dona de casa Mirian Nogueira dos Anjos Silva. Ela é outra aluna do curso de corte e costura. “Estou gostando muito”, confessa. Assim que concluir o curso gratuito, Mirian quer trabalhar para uma facção ou confeccionar peças para vender de casa, contribuindo com a renda da família. “Meu marido é cortador de cana e contamos só com a renda dele. Quero ajudar e quem sabe conseguirmos comprar a casa própria?”.

Programa - O Programa Vestindo Minha Família, em Paraíso do Norte, é uma iniciativa da Sicredi União PR/SP em parceria com a Agência do Trabalhador e com o apoio da Kollan Confecções. Implantado este ano no município, a primeira turma será formada em dezembro.

Carga horária - O curso oferece 280 horas/aulas teóricas e práticas durante cinco meses. Os encontros acontecem duas vezes por semana. Além disso, há palestras e oficinas sobre educação financeira, cooperativismo, empreendedorismo, criatividade e inovação e saúde da mulher. Ao final do curso, a Sicredi União PR/SP disponibiliza microcrédito, de acordo com critérios do programa, para que as mulheres iniciem carreira no ramo de confecção.

Segunda turma - Uma segunda turma deve ser aberta a partir de janeiro em Paraíso do Norte. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

SICREDI FRONTEIRAS: Associado ganha prêmio de R$ 50 mil

sicredi fronteiras 15 10 2019No final do mês de setembro, a cooperativa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP entregou o primeiro prêmio de R$ 50 mil na Promoção Poupança Premiada “Vem poupar e ganhar”. Tiago José Hupfer, produtor rural, associado da agência de Santo Antonio do Sudoeste/PR há mais de 3 anos, recebeu o prêmio pelas mãos de Luiz Pedro Fedrigo, gerente da agência. Antes dele, outros 13 associados foram premiados na área de atuação da cooperativa, porém todos os anteriores com prêmios de R$ 2 mil.

Educação financeira - Segundo José César Wunsch, presidente da cooperativa Sicredi Fronteiras, a premiação dada aos ganhadores da Promoção Poupança Premiada vem com o intuito de reforçar o conceito de educação financeira e incentivar os associados a guardar recursos para conquistar seus objetivos e sonhos. “O interessante da ação é o diferencial cooperativo, já que o recurso da poupança Sicredi beneficia as regiões em que é captado, resultando em mais desenvolvimento local por meio de concessão de crédito”, ressalta o presidente.

Sobre a promoção - Com as perspectivas de retomada da economia, a capacidade do brasileiro de economizar tende a crescer também. Dessa maneira, para incentivar o brasileiro a poupar ainda mais em 2019, a instituição financeira cooperativa realiza pela quarta vez a campanha Poupança Premiada Sicredi.

Sorteios - A ação está realizando, desde abril, sorteios semanais de 10 prêmios de R$ 2 mil, um sorteio mensal de R$ 50 mil e o prêmio final de R$ 500 mil, entregue em dezembro de 2019. Nos nove meses de campanha, a soma de prêmios distribuídos chega a R$ 1,5 milhão. Para participar é muito simples: a cada R$ 100,00 de incremento líquido na poupança do associado, um número da sorte será distribuído – se as aplicações forem na modalidade programada (quando há o débito programado mensal para conta poupança do associado), dobra-se a chance de ganhar.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICOOB UNICOOB: UDC inicia workshops de sensibilização para relacionamento com os cooperados

Foi dada a largada! A equipe da Unidade de Desenvolvimento Cooperativo (UDC) do Sicoob Central Unicoob realizou, no dia 5 de outubro, em Cascavel (PR), o primeiro workshop dos programas Integrar e Desenvolver, elaborados para aprimorar o relacionamento com os cooperados. O evento reuniu aproximadamente 300 pessoas do Sicoob Credicapital e apresentou os objetivos dos programas, além da importância de cada colaborador na execução das propostas.

Resgate - Durante o evento, os colaboradores participaram de um momento em que resgataram a essência e os valores do cooperativismo, analisaram os diferenciais de uma cooperativa de crédito em relação aos bancos e, juntos, participaram de uma atividade prática para sugerir ações que podem mudar a relação com os cooperados e dar a eles o sentimento de pertencimento.

Valores históricos - Participante do evento, o diretor superintendente do Sicoob Credicapital, Valdir Pacini, ressalta que, embora a mudança de cultura leve algum tempo para ser vista na prática, os dois programas vão diretamente ao encontro dos valores históricos do cooperativismo. “Era necessário juntar todos os nossos colaboradores para que eles entendessem que o cooperado é a razão da existência de nossa cooperativa. São dois programas que resgatam nossa essência e eu não tenho dúvida de que teremos uma mudança radical muito positiva.”

Marco - O gerente regional Gisélio Linhares acredita que o evento é um marco para o início de uma nova fase no que diz respeito ao relacionamento com o cooperado. “Tenho certeza que a implantação desses programas vai promover o encantamento de nossos associados e o entendimento dos diferenciais que temos como cooperativa e, a partir disso, o nosso cliente de hoje encontrará motivos nas ações para ser nosso cooperado de amanhã; e o nosso cooperado do amanhã vai ter mais consciência cooperativista, garantindo nossa sustentabilidade como sistema e, acima de tudo, vai contribuir para uma comunidade melhor e mais cooperativista em todos os segmentos.”

Impacto - Embora tenha como foco a integração e desenvolvimento dos cooperados, desde a entrada na cooperativa até a possível participação como dirigente, Linhares entende que os programas também impactam diretamente os colaboradores da cooperativa. “Por meio do Integrar e do Desenvolver vamos fortalecer e dar muito mais corpo para o que é, de fato, o cooperativismo, inclusive para o público interno, porque ainda hoje, temos colaboradores que precisam aprimorar o sentimento cooperativista. Então, a formação interna irá possibilitar o estreitamento desse relacionamento com o cooperado, trazendo a fidelização”, afirma o gerente.

Alinhados - Para o gerente executivo da UDC, Sérgio Gini, o evento em Cascavel superou as expectativas e foi uma demonstração de que os colaboradores estão alinhados com a ideia de um projeto uniforme e sistêmico de relacionamento com os cooperados. “A resposta dos colaboradores foi extremamente positiva, houve uma interação acima do que esperávamos e a contribuição para os programas demonstrou o desejo dos colaboradores em valorizarem, ainda mais, a razão de existir da cooperativa: os cooperados”, destaca.  

Próximos workshops - O Sicoob Credicapital foi a primeira singular a receber o workshop, que, até o fim do ano, passará por todas as outras 17 cooperativas da Central Unicoob. Nesta semana, quatro singulares receberão o workshop:

- Sicoob Ouro Verde: dia 14, em Londrina (PR);

- Sicoob Horizonte: dia 15, em Arapongas (PR);

- Sicoob Ouro Branco: dia 17, em Paranavaí (PR);

- Sicoob Arenito, dia 19, em Umuarama (PR).

Programas Integrar e Desenvolver - Criados pela UDC do Sicoob Central Unicoob, os programas têm o objetivo de integrar e desenvolver os cooperados, estimulando uma aproximação e contato mais frequente com as cooperativas, não relacionado diretamente aos produtos e serviços. O programa Integrar trabalhará a entrada, manutenção e a fidelização dos associados na cooperativa por meio de ações de inclusão, no intuito de compartilhar informações sobre a cultura cooperativista e apresentar as diferenças em relação às instituições financeiras tradicionais, ou seja, trabalhar a aderência do cooperado apresentando trilhas de desenvolvimento para que ele entenda que o Sicoob é a casa dele.

Representatividade - No Desenvolver o objetivo é ampliar a representatividade nos comitês e conselhos dentro das singulares, capacitando cooperados para integrarem o Conselho de Orientação Estratégica (COE) e o colégio de delegados. (Imprensa Sicoob Unicoob)

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SICOOB METROPOLITANO: Cooperativa inaugura escritório de negócios com espaço para coworking

Nesta segunda-feira (14/10), Maringá (PR) ganhou mais uma unidade do Sicoob Metropolitano. Localizado na Av. Mandacaru, no Jd. Tropical, o escritório de negócios traz uma proposta que valoriza o compartilhamento e reforça o propósito da cooperativa, que é humanizar as relações financeiras.

Instalações - São 270m² de instalações modernas, porém sem alguns dos espaços que tradicionalmente encontrados nas instituições financeiras. No local, o cooperado poderá receber atendimento sobre as soluções financeiras oferecidas pela cooperativa e terá à disposição um espaço de coworking, sala para videoconferência e espaço criança. Outra vantagem é o horário de atendimento diferenciados, das 9h30 às 17h.

Endereço - O endereço do escritório de negócios do Sicoob Metropolitano no Jd. Tropical, em Maringá, é Av. Mandacaru, 2099. (Imprensa Sicoob Unicoob)

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SICOOB ALIANÇA: Mais uma cooperada é contemplada no sorteio do seguro PPR Sicoobcard

sicoob alianca 15 10 2019Depois de fazer um ganhador na cidade de Telêmaco Borba (PR), o sorteio do Seguro de Proteção Perda e Roubo (PPR) do Sicoobcard contemplou mais um cooperado do Sicoob Aliança. Dessa vez, a sortuda foi a associada Rosemeire Aparecida Passoni, de Apucarana (PR).

Cheque simbólico - Na sexta-feira (11/10), ela compareceu à agência localizada na Av. Curitiba para receber o cheque simbólico no valor de R$ 5 mil. “Estou muito feliz por ser cooperada e ter esse retorno", agradece.

Tranquilidade - Ao aderir o seguro PPR, o cooperado garante tranquilidade nos casos de perda ou roubo do cartão, saque sob coação e morte acidental. Além de toda a segurança e comodidade proporcionada, quem adere ao seguro concorre a prêmios mensais. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

COAMO: Destaque em "Empresas Mais" do Estadão

coamo 15 10 2019Maior e mais completo ranking econômico do Brasil. Este é o perfil da premiação Empresas Mais promovida pelo Estadão, entregue na manhã desta terça-feira (15/10), em São Paulo, para as empresas melhores colocadas em 24 setores da economia nacional.

Atacado - A Coamo Agroindustrial Cooperativa foi premiada com o segundo lugar na categoria Atacado, atrás da Raízen Combustíveis e a frente da empresa Ipiranga. A cooperativa foi destaque também com o troféu Governança Corporativa.

Lista - O ranking do Estadão destaca as 1.500 maiores empresas do país, em uma lista elaborada apresentando um raio-x de 24 setores da economia.

Critérios - Além dos critérios econômicos, o Empresas Mais também avalia atuação de cada empresa na área de Governança Corporativa e Inovação, avaliando as empresas com melhor gestão e geração de resultados.

Conquista - O presidente da Coamo, engenheiro agrônomo José Aroldo Gallassini, comemora a conquista e partilha a premiação com a família Coamo. "Recebemos o troféu destaque em governança corporativa e entre as melhores empresas no setor Atacado e Distribuição. São premiações que consolidam o trabalho que realizamos com transparência, ética e profissionalismo, aliado a uma gestão administrativa, reconhecida pelos associados", explica Gallassini. (Imprensa Coamo)

 

C.VALE I: Premiada por excelência de gestão

cvale I 15 10 2019A C.Vale obteve pela quarta vez, o prêmio Somos Coop, da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). O troféu foi entregue, no dia 8 de outubro, durante cerimônia em Brasília. Para chegar aos finalistas do Prêmio SomosCoop Excelência em Gestão, as cooperativas responderam a questionários e passaram por auditoria independente. O prêmio é dividido em três níveis conforme enquadramento de cada cooperativa em critérios previamente estabelecidos. A C.Vale ficou entre as melhores em excelência de gestão do Brasil na categoria Primeiros Passos – Prata.

Autoconfiança - O presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, justificou a premiação. “A melhoria das práticas de governança gera autoconfiança e possibilita ocupar melhores espaços no mercado dentro e fora do país. Além disso, é fundamental destacar que as cooperativas trabalham para melhorar a vida de seus cooperados”, afirmou.

Trabalho conjunto - Para o presidente da C.Vale, Alfredo Lang, a premiação reflete o trabalho conjunto de diretoria, associados e funcionários em aprimorar a gestão para tornar a cooperativa cada vez mais competitiva. Segundo ele, esse é um esforço deve ser permanente para que os resultados da C.Vale melhorem ano a ano. (Imprensa C.Vale)

 

C.VALE II: Cooperativa e Corteva doam brinquedos para escolas

cvale II 15 10 2019Centros de educação infantil de oito municípios do Paraná foram beneficiados por uma iniciativa da C.Vale e Corteva. A ação das empresas resultou na doação de brinquedos pedagógicos para instituições de ensino de Palotina, Maripá, Terra Roxa, Guaíra, Francisco Alves, Assis Chateaubriand, Brasilândia e Alto Piquiri. A entrega dos brinquedos reuniu, na Asfuca de Palotina, representantes da cooperativa, da multinacional e das secretarias municipais de Educação, no dia 10 de outubro.

Contribuição - Para o representante técnico de vendas da Corteva, Raphael Volpato, o gesto é “uma pequena contribuição da empresa à educação das nossas crianças”. O vice-presidente da C.Vale, Ademar Pedron, agradeceu aos professores “que estão dando carinho às crianças enquanto o pai e a mãe estão trabalhando”. (Imprensa C.Vale)

 

COCAMAR I: Com ILP, quebra de paradigmas em Douradina

Pastos arrasados pelo inverno e a persistente estiagem. Na região de Douradina e em todo o noroeste do Paraná, de solos arenosos, a pecuária sofre com as condições climáticas adversas, trazendo muitos prejuízos aos produtores.

Oásis - Entretanto, lá mesmo em Douradina – que fica a 58km de Umuarama -, a propriedade conduzida pelo médico-veterinário Nicholas Martins, 35 anos, e o engenheiro agrônomo Diego Pereira, 26, até parece um oásis.

Empolgados - No inverno, enquanto os pastos degradados do entorno já estavam secos e, de tão ralos, se podia ver a terra, restringindo a alimentação dos rebanhos, Nicholas e Diego conseguiam engordar seus animais e estavam empolgados com os resultados. O Rally Cocamar de Produtividade foi conferir essa experiência a convite do gerente Alisson Rodrigues Nunes, da Cocamar, que responde pelas unidades de Douradina, Tapira e Querência do Norte.

Ampliando - É uma quebra de paradigmas em relação à realidade de grande parte dos pecuaristas tradicionais. Orientados pela Cocamar, os dois sócios implantaram há três anos a integração lavoura-pecuária (ILP). Começaram com dez alqueires (24,2 hectares), aumentaram a área para 37 (89,5 hectares) e planejam incorporar ao sistema mais 40 alqueires (96,8 hectares) no ciclo 2020/21.

Massa verde - Eles cultivam soja no verão, seguida do plantio de capim braquiária após a colheita da oleaginosa. A braquiária, espécie de fácil adaptação ao clima e solo regionais, é que garante pasto em quantidade e qualidade para o gado por pelo menos 100 dias – justamente na época mais crítica do inverno. Nicholas registrou em fotos: era tanta massa verde que chegou a encobrir as laterais de sua caminhonete.

Engorda - Com comida à vontade, eles alojaram em maio a média de 10,5 cabeças de gado por alqueire (4,3/hectare), o dobro da quantidade quando ainda não haviam aderido à integração. Para se ter ideia, a média nos depauperados pastos do noroeste do Paraná tem sido de apenas um animal por hectare, segundo dados da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab). O rebanho entrou pesando 10,5 arrobas cada cabeça e foi terminado com 14,5 arrobas, o que dá um ganho de peso de 600g/dia, em média, por cabeça. Além da braquiária, Nicholas conta que foi fornecida aos animais uma suplementação de ração. “De qualquer forma, sobrou pasto e pretendemos colocar mais animais na mesma área em 2020”, afirmou.

Soja - Nicholas e Diego não adubam os pastos, que vicejam sobre os nutrientes deixados pela soja, no verão. Aliás, a soja entrou não apenas para fazer a reforma dos pastos, mas para ser uma nova fonte de renda na propriedade. No primeiro ano, a média de produtividade foi de 120 sacas por alqueire (49,5/hectare) e, na safra 2018/19, marcada por forte estiagem, a colheita fechou em 88 sacas por alqueire (36,3/hectare), o que ainda possibilitou cobrir os custos diretos. Os sócios se estruturaram com maquinários para realizar todas as operações, exceto a colheita, contratada junto a prestadores de serviços. “A soja complementa a renda da pecuária, que é o nosso carro-chefe”, disse Diego.

Palha - Os pastos de braquiária foram dessecados quimicamente em setembro, o que constituiu outra quebra de paradigma para os pecuaristas da região que, na época, faziam das tripas coração para alimentar o gado. A dessecação é parte dos preparativos para o plantio direto da soja, efetuado na palhada.

Solo protegido - Ao visitar a propriedade no dia 9/10, o Rally se deparou com uma palhada volumosa a proteger o solo e, na oportunidade, o técnico agrícola Gabriel Teixeira, da cooperativa, que presta assistência aos sócios, demonstrou o quanto ela é necessária. Em um ponto escolhido aleatoriamente, retirou a palha para examinar as condições do solo e demonstrou que mesmo com o forte calor no momento e sob uma temperatura ambiente superior a 30ºC, o solo estava fresco e apresentava umidade. Diferente do que se podia observar em solo desprotegido, que estava seco e muito quente.  

Pesquisaram - Antes de implantar a integração lavoura-pecuária (ILP), Nicholas Martins e Diego Pereira participaram de dias de campo e, a convite da Cocamar, visitaram propriedades no Paraná e no oeste paulista, onde esse sistema é praticado, ficando convencidos de que seria um bom negócio. Três anos depois da implantação, veem que está valendo a pena, prosperam e, como já dito, seus planos são de ampliar.

Inércia - Segundo Nicholas, não existe mais espaço para a pecuária tradicional, dada a baixa produtividade e os custos altos, “a conta não fecha”. No entanto, observa uma situação de inércia dos pecuaristas mais tradicionais, relutantes em adotar práticas modernas e comprovadamente viáveis, que poderiam ajudá-los a se tornarem mais eficientes, produtivos e rentáveis.

Benefícios - O gerente da Cocamar, Alisson Rodrigues Nunes, enfatiza que o sistema de integração é a solução para reverter o quadro de empobrecimento da pecuária, como se observa em várias outras regiões do Paraná. “A integração diversifica os negócios, potencializa a pecuária, aumenta o fluxo de caixa, moderniza a gestão e valoriza a propriedade”, resume. E lembra que a Cocamar está preparada para orientar tecnicamente os produtores em todas as fases para a implantação do projeto.

Sustentável - Na região da Cocamar, que compreende parte dos estados do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul, já existem mais de 200 mil hectares mantidos com diferentes formatos de integração, assegurando sustentabilidade aos negócios.

Sobre o Rally - Com o objetivo de conhecer e valorizar as boas práticas agropecuárias, o Rally Cocamar de Produtividade já está no seu quinto ano e conta com o patrocínio dos seguintes parceiros da cooperativa: Basf, Spraytec, Sicredi e Zacarias Chevrolet (principais), Sancor Seguros, Texaco Lubrificantes, Cocamar TRR, Elanco e Altofós Suplemento Mineral Cocamar, e o apoio da Unicampo, Cesb e Aprosoja/PR. Na viagem à Douradina, acompanharam a equipe o médico-veterinário Riccardo Tonon, da Elanco, e o técnico Alfredo Fabrão Neto, responsável pela área de irrigação na Cocamar. A gerente da Sicredi União PR/SP em Douradina, Silvia Ortiz, e o gerente de negócios agência, Mateus Santim, também participaram. (Imprensa Cocamar)

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COCAMAR II: Produtividade elevada mesmo sob estiagem na citricultura

Enquanto os produtores de laranja do noroeste do Paraná já projetam uma redução de 30 a 40 por cento na produtividade da safra deste ano, causada pelo déficit hídrico, uma família de Presidente Castelo Branco – município a 33,6km de Maringá – está colhendo volumes típicos de anos de clima favorável e muito além das médias regional e nacional.

História - Com sua história associada ao início da implantação da citricultura comercial na região, em 1989, os Schilive se tornaram uma referência na atividade. Não por acaso, o dedicado produtor Izaías Schilive (falecido em maio deste ano) se tornou um dos maiores vencedores do Concurso Cocamar de Produtividade de Laranja, realizado ao longo de anos, amealhando uma coleção de troféus que podem ser vistos em um armário de vidro no escritório da residência onde vivia com a esposa Aparecida.

Negócio produtivo - Izaías partiu aos 62 anos incompletos deixando como legado aos familiares o amor pela citricultura e a determinação em fazer dessa atividade um negócio bem cuidado e altamente produtivo. Hoje, a propriedade é conduzida pelas filhas Eliata e Josiane que, desde pequenas, acompanhavam o pai nos pomares e foram por ele preparadas para sucedê-lo na gestão. O Rally Cocamar de Produtividade visitou os Schilive para relatar essa história.

Atencioso - “Ele era um conhecedor, só de bater o olho percebia algum problema nas plantas”, afirma Eliata, referindo-se ao pai. “Tinha o hábito de fazer um check-list toda vez que ia viajar, mas ficava sempre telefonando para saber do andamento das coisas”, lembra Josiane, explicando que o pai, pacientemente, nunca deixava de esclarecer as dúvidas das filhas.

Muito acima - Neste ciclo 2018/19, em que a insuficiência de chuvas e as altas temperaturas vêm prejudicando os pomares, Eliata e Josiane estão registrando a colheita de 3,8 caixas de 40,8kg, em média, por planta (155kg). Elas não têm do que reclamar, pois a média regional em anos de clima favorável é de 2,3 caixas por planta (93,8kg) e a média nacional não passa de 1,8 caixa por planta (73,4kg).

Poderia ser mais - No entanto, mesmo com uma média tão alta, as duas irmãs consideram que se o tempo tivesse ajudado, elas poderiam ter repetido a excepcional produtividade obtida no ciclo 2017/18, que foi de 7 caixas de 40,8 quilos por planta (285,6 quilos) da variedade valência. Da mesma forma, se tivesse chovido bem neste ano, as laranjas teriam ficado maiores.

Números - São, no total, 25.950 pés em pomares cultivados com as variedades pera, valência e folha-murcha, dos quais 3.500 remanescem do primeiro plantio efetuado em 1989 e que apresentam potencial produtivo já em seu declínio natural. O objetivo, em breve, é renovar inteiramente essa área.

Os cuidados - Eliata, 38 anos, e Josiane, 39, seguem à risca o rigor em relação aos cuidados transmitidos pelo pai e se orientam, tecnicamente, por meio da assistência prestada pela engenheira agrônoma da Cocamar, Amanda Caroline Zito. Em matéria de tratos culturais, a cada dois meses são feitos adubação e manejo preventivo contra pragas e doenças. A cada 20 dias o pragueiro (profissional especialista na identificação de pragas) vistoria os pomares e a engenheira agrônoma emite o receituário, visitando regularmente a propriedade, que integra o grupo + de assistência personalizada. Por sua vez, ao apresentarem sintomas do greening (doença letal causada por uma bactéria), as plantas são sumariamente erradicadas.

Resíduos - Os cuidados com os pomares não terminam aí. Prestadoras de serviços para a Cocamar, as produtoras fazem a retirada de cascas de eucaliptos da usina de beneficiamento de madeira da cooperativa, ali mesmo em Presidente Castelo Branco, e de cinzas das caldeiras do parque industrial em Maringá (mediante liberação do Instituto Ambiental do Paraná). Tais resíduos, que não têm aproveitamento industrial, são misturados a esterco e cama de frango e depositados nas entrelinhas dos pomares. Essa matéria orgânica, além de enriquecer o solo, retém umidade, o que reduz o impacto dos veranicos.

Pouco herbicida - As duas irmãs também procuram economizar o quanto possível com herbicidas, preferindo as roçadas periódicas no pomar, ocasião em que as quantidades de mato cortado são acumuladas para decomposição embaixo das plantas.

Quase normal - “Esta é, de longe, uma das melhores propriedades de laranja atendidas pela Cocamar”, resume a engenheira agrônoma, comentando que se não fosse pelo tamanho dos frutos, dificilmente se perceberia que os pomares estão sendo afetados pela estiagem. “Os pés estão muito carregados e quase nem se vê laranjas pelo chão”, conclui.

Participantes do Mercado Justo - A propriedade dos Schilive é uma das 42 integrantes da Coopsoli, a cooperativa fundada no ano passado pela Cocamar para congregar exclusivamente produtores de laranja. O objetivo é atender às exigências do Mercado Justo (Fairtrade) e, desse modo, o suco elaborado com as laranjas produzidas pelo grupo segue para países da União Europeia (UE), onde é distribuído nos pontos de venda com um selo do mercado solidário internacional.

Retorno - Para cada tonelada que adquire, o Fairtrade retorna 200 dólares ao setor produtivo, que são convertidos na compra de equipamentos de proteção individual (EPI) aos trabalhadores, realização de melhorias na propriedade, estruturação do depósito de agroquímicos e aquisição de sanitários móveis. Os Schivile contam com 18 funcionários devidamente protegidos pela legislação – outra exigência do mercado justo.

Sobre o Rally Cocamar de Produtividade - Em sua 5ª edição consecutiva, a realização conta com o patrocínio dos seguintes parceiros: Basf, Spraytec, Sicredi União PR/SP e Zacarias Chevrolet (principais), Sancor Seguros, Texaco Lubrificantes, Cocamar TRR, Elanco e Altofós Suplemento Mineral Cocamar (institucionais) e o apoio do Cesb (Comitê Estratégico Soja Brasil), Aprosoja/PR e Unicampo. (Imprensa Cocamar)

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AGRÁRIA: Franz Jaster 2019 vai premiar melhores trabalhos jornalísticos sobre o WinterShow

Mais uma vez, Cooperativa Agrária Agroindustrial e Unicentro (Universidade Estadual do Centro-Oeste) se unem para valorizar a produção jornalística relacionada ao principal evento de cereais de inverno do país: o WinterShow. A edição 2019, que ocorre entre os dias 15 a 17 de outubro, traz várias novidades em termos de conteúdo, palestras e pesquisas agrícolas, que ampliam as possibilidades de cobertura do evento.

Valor - Para essa edição, a cooperativa destinou R$ 18.500 para contemplar os autores e veículos responsáveis pelas melhores reportagens sobre o WinterShow inscritas no Prêmio Franz Jaster de Comunicação. Esse valor vai ser dividido entre as melhores peças jornalísticas de cada uma das categorias da premiação, que nesse ano são seis. A categoria Universitários – que teve início em 2017 – é mantida. Além disso, o Franz Jaster segue reconhecendo os trabalhos em Jornalismo impresso ou online; Fotografia; Reportagem Radiofônica; Material Televisivo; e, ainda, a novidade desse ano, Assessoria de Imprensa. “Esse é um público que não vínhamos assistindo, não vínhamos dando a devida atenção, digamos. O Prêmio se concentrou nos jornalistas que estão nas redações, que vão cobrir o WinterShow. Mas o assessor de imprensa também faz esse papel. Já era uma proposta de um ou dois anos que, agora, a organização entendeu que era pertinente, que é o momento de fazer isso. Nossa expectativa é que dê muito certo – empresas expositoras, mas também sindicatos, entidades, associações”, explica um dos coordenadores do Prêmio, professor Marcio Fernandes.

Veiculação - Para concorrer, os materiais precisam ser veiculados entre os dias 12 de outubro e oito de novembro e devem versar sobre aspectos relativos ao WinterShow 2019 e as pesquisas desenvolvidas pela Cooperativa Agrária, através da Fapa, que é a Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária. Cada veículo de comunicação poderá concorrer com até cinco peças, que devem ser inscritas individualmente. Os primeiros colocados em cada uma das modalidades receberão 2 mil reais, os segundos mil reais e os terceiros 500 reais. Já a categoria Universitários contará com prêmios de 500 reais para o primeiro colocado, de 300 reais para o segundo e de 200 reais para o terceiro. “O principal objetivo do Prêmio Franz Jaster é reconhecer e premiar os diversos meios de comunicação que atuam na difusão das tendências e das tecnologias voltadas ao agronegócio, um tema muito relevante na medida em que impulsiona o desenvolvimento da cadeia produtiva de Guarapuava e região”, avalia a coordenadora da premiação, professora Ariane Pereira.

Importância da pesquisa - De acordo com o diretor-presidente da Agrária, Jorge Karl, as principais motivações da cooperativa em promover o Prêmio são mostrar a importância da pesquisa para o agronegócio e valorizar o trabalho da classe jornalística. “A Fapa é nossa vitrine tecnológica e um polo difusor de tecnologia para o sul do Brasil. Queremos premiar o bom jornalismo, técnico e que se aprofunda nos temas. Não falamos do jornalismo científico, mas daquele que mostra a importância da pesquisa para o grande público”, destaca.

Café da manhã - Nesta terça-feira, dia 15 de outubro, a Cooperativa Agrária e a Fapa receberão os jornalistas e integrantes dos veículos de comunicação num café da manhã, com o objetivo de apresentar o Prêmio Franz Jaster 2019 e, também, a programação do WinterShow desse ano. O café tem início às 8h30, no Auditório da Fapa, que fica no distrito de Entre Rios.

Como participar - O regulamento completo e a ficha de inscrição do Prêmio Franz Jaster estão disponíveis na página da premiação, no site da Unicentro. Os interessados têm até o dia 13 de novembro para encaminhar, por e-mail, a ficha de inscrição acompanhada do trabalho concorrente. A lista dos finalistas será divulgada em 29 de novembro e a premiação está agendada para seis de dezembro. (Imprensa Agrária)

agraria 15 10 2019

 

AGROHACKATON: Em maratona tecnológica, estudantes buscam soluções para problemas do campo

A maratona tecnológica Agrohackathon 2019, realizada em Curitiba entre os dias 11 e 13 de outubro, reuniu 62 estudantes do setor de ciências agrárias, tecnologia e negócios para propor soluções inovadoras para problemas do setor de seguro rural e gestão de riscos rurais.

Propostas - Os competidores de 11 equipes propuseram soluções relacionadas a uso de tecnologias para o monitoramento das lavouras, gerenciamento eletrônico de laudos, alternativas para cálculo de riscos, conectividade no campo, gerenciamento digital de fiscalizações e plataformas de acesso a informações ao produtor rural. Os vencedores foram a equipe Hold, com uma proposta para gerenciar digitalmente os laudos de verificação de perdas do seguro rural; a AHA, com aplicativo para o cálculo de riscos, e; a Athon, com a proposta de uma rede nacional dos profissionais peritos (pool de peritos).

Interação - Para o diretor do Departamento de Gestão de Riscos Rurais do Mapa, Pedro Loyola, a interação da academia com o setor produtivo é fundamental para o desenvolvimento de soluções tecnológicas aplicadas ao agronegócio brasileiro. “Além disso, o setor de seguros rurais está crescendo e precisa cada vez mais de profissionais que estejam antenados para a tecnologia e inovação. O Agrohackathon contribuiu para formar profissional com perfil inovador e que trabalhe em equipe e foi muito recompensador ter sido um dos mentores das equipes”, complementa.

Potencial - “Mesmo as equipes não vencedoras apresentaram projetos com grande potencial para transformação em negócios viáveis”, ressaltou o Gilson Martins, coordenador do evento durante a cerimônia de encerramento. Para o docente da UFPR, “os estudantes não devem desistir das ideias e seguir com o desenvolvimento de projetos para incubação, seja dentro da universidade seja na parceria com entidades públicas e privadas”, ressalta.

Envolvimento - A organização do evento contou com o envolvimento de pelo menos 40 colaboradores, do Centro de Economia Aplicada, Cooperação e Inovação no Agronegócio (CEA) da UFPR, do Campus Curitiba da UTFPR e das organizações parceiras.

Apoio - O Agrohackathon contou com o apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), do Sistema Faep/Senar, da Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), do Serviço Nacional de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), da Agência de Inovação da UFPR, a Cooperativa Castrolanda, da empresa Positivo Tecnologia, e da UniFM. No setor de seguros, destaca-se o apoio das seguradoras BB Seguros, da Fairfax e da Markel, que recentemente passou a atuar com o nome Newe.

Mentoria - Cerca de 35 profissionais de empresas de tecnologia, seguradoras, universidades e entidades setoriais prestaram mentoria aos estudantes. “A presença de mentores é uma ajuda fundamental aos maratonistas, que têm um prazo muito curto para se inteirar de conhecimentos bastante específicos”, ressalta o professor Cleverson Cunha, da agência de inovação da UFPR.

Experiência - Uma das novidades do Agrohackathon foi a realização de uma imersão de campo. Na ocasião, os 62 competidores visitaram propriedades de dois cooperados da Cooperativa Castrolanda, no município de Castro, onde puderam aprender sobre o uso e as necessidades de alta tecnologia na produção.

Oportunidade - Foi uma oportunidade para os estudantes entenderem onde está a fronteira do uso tecnológica na produção rural, e a partir daí pensar em soluções que podem ser disseminadas ao maior número possível de produtores (escalabilidade), que é um dos objetivos da inovação. “A realização de visitas técnicas é um método pouco explorado nos hackathons, mas tem um potencial enorme para sensibilizar os participantes para os problemas práticos”, explica o professor Martins. (Mapa)

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EMBRAPA: Curso de Produção de Soja tem inscrições abertas

embrapa 15 10 2019A Embrapa Soja promove o Curso de Produção de Soja, módulo de manejo fitossanitário, entre os dias 18 e 22 de novembro, na sede da Embrapa, em Londrina (PR). São oferecidas 35 vagas, o que facilita a interação entre participantes e instrutores. A programação está organizada com aulas teóricas e práticas e visitas técnicas a campo. As inscrições devem ser feitas pela internet.

Temas - O conteúdo programático irá abordar temas como: Fisiologia Vegetal, Manejo integrado de doenças, Manejo de nematoides, Manejo integrado de pragas e Tecnologia de aplicação de agroquímicos. Os módulos serão ministrados por pesquisadores que irão demonstrar resultados de tecnologias recomendadas pela Embrapa. O pesquisador André Prando, coordenador do Curso, diz que o objetivo é promover a atualização e a capacitação de técnicos e produtores sobre as tecnologias de produção de soja. O curso é oferecido em dois módulos independentes e o primeiro foi realizado em junho sobre manejo do solo e da cultura.

Programação - Confira aqui a programação: http://www.cnpso.embrapa.br/cursodeproducao/index.html. (Imprensa Embrapa Soja)

SERVIÇO

Curso de Produção de Soja

Data: 18 a 22 de novembro

Local: Londrina (PR)

Inscrições: 12 de outubro a 08 de novembro - R$1.200,00 / 09 de novembro a 15 de novembro - R$1.500,00. Somente via internet: clique aqui

 

CRÉDITO RURAL: Contratações nos três primeiros meses da safra 2019/2020 somam R$ 59 bilhões

credito rural 15 10 2019O valor das contratações das operações de crédito rural nos três primeiros meses da safra 2019/2020 (julho a setembro) foi de R$ 59 bilhões, representando alta de 3% na comparação com a safra passada (2018/2019). As operações de custeio somaram R$ 35,9 bilhões (+ 4%), investimento, R$ 11,9 bilhões (+8%), comercialização, R$ 6,3 bilhões (-28%) e as de industrialização, R$ 4,7 bilhões (+60%).

Custeio - O destaque na elevação do valor contratado foi o de custeio, que aumentou R$ 1,5 bilhão, sendo que o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) teve o melhor desempenho (+ 29%). Para essa finalidade, o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) apresentou 14% de crescimento nas contratações e o crédito de custeio aos demais produtores registrou queda de 5%.

Investimento - Em relação às contratações de investimento, houve elevação de R$ 841 milhões. Destacam-se os programas de investimento ABC (Agricultura Emissão de Baixo Carbono) e o Inovagro (Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária) por apresentarem o maior nível de desembolso no primeiro trimestre da safra (39% e 36%, respectivamente).

Comercialização - Em comparação com a safra 2018/19, as contratações de crédito rural destinadas à comercialização têm apresentado queda de 28% sobre o valor, apesar do aumento de 1% no número de contratos.

Balanço - Os números fazem parte do Balanço de Financiamento Agropecuário da Safra 2019/2020, divulgado na sexta-feira (11/10) pela Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), com base nos dados do Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro (Sicor), do Banco Central.

Agricultura Familiar - No Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), mais de R$ 10 bilhões foram contratados, com 453.339 operações foram realizadas no primeiro trimestre da safra 2019/2020. O valor contratado representou 32,5% dos R$ 31,2 bilhões disponibilizados no início da safra.

Nominais - Em termos nominais, a safra 2019/2020 apresentou aumento superior a R$ 1,27 bilhão no Pronaf, quando comparado com igual período da safra anterior (2018/2019), ou acréscimo de 14,42%. Com destaque para o aumento no Pronaf Mais Alimentos de R$ 466,2 milhões, que representa um aumento de 21,35% em relação ao mesmo período da safra anterior. Quando se compara a quantidade de operações, observa-se um decréscimo de -0,64%, resultado da redução de -2% no custeio e de -12% na industrialização, amenizado pela variação positiva no investimento de 0,5%. (Mapa)

 

ECONOMIA I: Caixa oferece crédito a caminhoneiros e juros podem ser de 2,29%

economia 15 10 2019A Caixa está oferecendo a caminhoneiros linha de crédito pessoal, com taxas de juros que variam entre 3,29% e 3,99% ao mês, podendo chegar a 2,29% para clientes com conta salário no banco, além de prazo de até 72 meses e carência de até 90 dias.

Campanha - As novas condições fazem parte da campanha Você no Azul na Estrada, que, além de oferecer descontos na regularização de dívidas, passa a conceder crédito para a categoria.

Desconto - A campanha oferece até 90% de desconto em dívidas com atraso. Na renegociação do crédito comercial, por exemplo, os caminhoneiros podem unificar os contratos em atraso e parcelar em até 96 meses; realizar uma pausa no pagamento de até uma prestação vencida ou a vencer; e efetuar a repactuação de dívida, com possibilidade de aumento do prazo.

Contratos habitacionais - A proposta também engloba contratos habitacionais, em que os clientes podem pagar uma entrada e incorporar as demais parcelas em atraso; incorporar as prestações em atraso ao saldo do contrato; e utilizar o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para reduzir em até 80% o valor de 12 prestações, inclusive até três prestações atrasadas.

Canais de atendimento - Para atender aos caminhoneiros, a Caixa estará em 10 postos de combustíveis distribuídos pelo país nos dias 17 e 18 de outubro. A lista com as localidades pode ser consultada no site ou pelo telefone 0800 726 8068 (opção 8).

Limite aprovado - Para quem já possui o limite aprovado, o crédito pessoal pode ser contratado por meio dos terminais de autoatendimento, Internet Banking e pelos telefones 3004-1105 (Capitais), opção 2/4, ou 0800 726 0505 (demais cidades).

Em atraso - A renegociação dos contratos em atraso pode ser feita por meio do site, via telefone e WhatsApp 0800 726 8068, nos perfis do banco no Facebook e no Twitter, nos caminhões Você no Azul e nas agências da Caixa.

Serviço - Na habitação, os clientes contam ainda com a possibilidade de renegociar pelo serviço Habitação na Mão do Cliente nos telefones 3004-1105 (Capitais), opção 7, ou 0800 726 0505 (demais cidades). (Agência Brasil)

 

ECONOMIA II: Governo vai propor fim da multa de 10% do FGTS para empregador

temporario 15 10 2019A partir do próximo ano, os empregadores podem deixar de pagar a multa adicional de 10% do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, disse nesta segunda-feira (14/10) que a extinção da multa deverá constar de uma mensagem modificativa da proposta de Orçamento para 2020.

Folga - O fim da multa abrirá uma folga de R$ 6,1 bilhões no teto de gastos para o próximo ano. Isso porque o dinheiro da multa adicional deixará de passar pela conta única do Tesouro Nacional, não sendo mais computado dentro do limite máximo de despesas do governo.

Pagamento - Atualmente, as empresas pagam 50% de multa nas demissões. Desse total, 40% ficam com o trabalhador. Os 10% restantes vão para a conta única do Tesouro Nacional, de onde são remetidos para o FGTS.

Pressão - A engenharia para transferir os recursos da multa extra ao FGTS pressiona o teto de gastos. Mesmo o governo não gastando nenhum recurso da multa de 10%, a simples passagem do dinheiro pela conta única do Tesouro é registrada no cálculo do teto de gastos.

Espaço - O sistema atual reduz o espaço do governo para executar despesas discricionárias (não obrigatórias), como investimentos e gastos com a manutenção de órgãos e de serviços públicos (como água, luz, telefone e limpeza).

MP - A mudança depende de medida provisória (MP) ou de projeto de lei e precisa ser aprovada pelo Congresso. O relator da medida provisória que libera os saques do FGTS, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), incluiu o fim da multa de 10% do empregador no texto. No entanto, o secretário especial de Fazenda disse que o governo pode incluir a extinção da multa na MP que modifica o Orçamento.

Função - “Essa multa já cumpriu sua função, foi constituída na década de 1970. Ela onera o empregador e traz um incentivo não desejável ao mercado de trabalho. A medida tem um efeito fiscal, mas do lado da oferta traz melhoria no custo de contratação”, disse Rodrigues.

Outras medidas - O secretário especial disse que a MP com a mensagem modificativa do Orçamento apresentará outras medidas para “recompor o limite orçamentário de 2020”. O secretário, no entanto, não adiantou nenhuma outra ação.

Cessão onerosa - No início da noite, o governo anunciou a liberação de R$ 7,27 bilhões do Orçamento de 2019 por causa da inclusão de recursos de dois leilões do petróleo no cálculo de receitas e despesas. Além do leilão da cessão onerosa, a ser realizado em novembro, o governo incluiu a arrecadação de R$ 8,9 bilhões do leilão da concessão de petróleo na camada pós-sal, ocorrido na semana passada.

Valor - O leilão de 5 bilhões de barris excedentes na cessão onerosa renderá R$ 106,6 bilhões ao governo, dos quais o governo conta com R$ 70 bilhões da Petrobras garantidos. Desse total, R$ 52,5 bilhões entrarão no caixa do governo neste ano, sendo usados para descontingenciar (desbloquear) o Orçamento, e R$ 17,5 bilhões serão pagos em 2020.

Limite - O secretário-adjunto de Gestão Orçamentária, Bruno Grossi, explicou que o montante de R$ 17,5 bilhões não alivia o cenário de gastos para 2020. Isso ocorre porque a proposta orçamentária do próximo ano está limitada pelo teto de gastos. Para que o dinheiro da cessão onerosa possa ser gasto sem pressionar o limite de gastos, o governo precisa modificar o Orçamento no Congresso, o que ocorrerá “provavelmente” por meio de medida provisória. (Agência Brasil)

 

ORÇAMENTO: Governo libera R$ 7,27 bi com recursos do petróleo

orcamento 15 10 2019Contando com parte dos recursos do leilão do excedente da cessão onerosa, que ocorrerá no início de novembro, o governo liberou R$ 7,27 bilhões que estavam contingenciados (retidos) no Orçamento Geral da União de 2019. O secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, anunciou o valor nesta segunda-feira (14/10).

Arrecadação - Para liberar os recursos, a equipe econômica considerou R$ 52,5 bilhões dos R$ 106,6 bilhões que deverão entrar nos cofres públicos com o leilão. Além disso, foi considerada a arrecadação de R$ 8,9 bilhões do leilão da 16ª rodada de concessões da Agência Nacional do Petróleo (ANP), ocorrido na última quinta-feira (11/10). Essas receitas extras compensaram a frustração de R$ 1,8 bilhão na arrecadação da Receita Federal registrada em setembro.

Receitas líquidas - Os três fatores – cessão onerosa, leilão da ANP e frustração de receitas – reforçarão o caixa da União em R$ 59,906 bilhões em receitas líquidas. A liberação final para os órgãos do Poder Executivo ficou próxima dos R$ 7 bilhões porque o governo fará uma reserva de R$ 52,47 bilhões para ser paga à Petrobras e ser repartida com os estados e os municípios.

Liberação - Apenas para o Poder Executivo, o governo liberará R$ 4,966 bilhões. Também serão liberados R$ 145,9 milhões para os Poderes Legislativo, Judiciário, Ministério Público e Defensoria Pública da União e R$ 2,156 bilhões para as emendas impositivas de parlamentares, totalizando R$ 7,268 bilhões.

Conservadorismo - Segundo Rodrigues, a liberação de recursos não considerou os R$ 7,8 bilhões do leilão de partilha da produção do pré-sal, previsto para ocorrer em 7 de novembro. O secretário explicou que a equipe econômica decidiu ser cautelosa nas estimativas com as receitas de petróleo no segundo semestre. “Se fosse considerado o leilão de partilha, o valor liberado poderia ser ainda maior, mas a gente decidiu ser conservador”, disse.

Setembro - Em setembro, o governo tinha desbloqueado R$ 8,3 bilhões do Orçamento , a liberação de recursos na ocasião foi possível por causa da melhora na previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, de 0,81% para 0,85%, neste ano, à expansão da arrecadação nos últimos meses e à antecipação de dividendos de empresas estatais.

Total - Com a decisão de hoje, o total de despesas discricionárias (obrigatórias) desbloqueado para órgãos do Executivo Federal sobe para R$ 15,5 bilhões. Até julho, o bloqueio efetivo no Orçamento chegava a R$ 31,225 bilhões. Caiu para R$ 22,077 bilhões no fim de setembro e para R$ 17,111 bilhões.

Venda de excedentes - Por meio da cessão onerosa, a União vende o direito de petroleiras explorarem o petróleo na camada pré-sal, sem licitação. Em 2010, a Petrobras pagou R$ 74,8 bilhões ao Tesouro Nacional para extrair até 5 bilhões de barris. Nos últimos anos, no entanto, descobriu-se que o pré-sal abriga até 15 bilhões de barris a mais do que o inicialmente previsto, o que requererá novo leilão.

6 de novembro - Marcado para 6 de novembro, o leilão arrecadará R$ 106,6 bilhões e vai ofertar os excedentes em quatro áreas do pré-sal na Bacia de Santos: Atapu, Búzios, Itapu e Sépia. A Petrobras manifestou direito de preferência pelos campos de Búzios e Itapu, que renderá R$ 70 bilhões, dos quais 75% (R$ 52,5 bilhões) serão pagos ainda em 2019, e os 25% restantes (R$ 17,5 bilhões) serão pagos em 2020. A primeira parcela só será paga em 27 de dezembro.

Restante - Os R$ 36,6 bilhões restantes, sobre os quais a Petrobras não manifestou direito de preferência, não foram considerados na liberação de recursos. Esse valor cobre os campos de Sépia e Atapu, que serão leiloados à iniciativa privada. (Agência Brasil)

 

ANTT: Agência terá economia de R$ 590 milhões com desburocratização

antt 15 10 2019A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) divulgou nesta segunda-feira (14/10) que a adoção de medidas de desburocratização vai resultar em uma economia de aproximadamente R$ 590 milhões em cinco anos.

Revogação - Após mapeamento e classificação, a agência reguladora revogou 1.419 resoluções de um total de 6.077 e simplificou processos relacionados a habilitação de transportes de passageiros; aos financiamentos dos contratos das concessões de rodovias e ferrovias; às autorizações de investimentos em ferrovias; e também à adoção de um sistema remoto de fiscalização e monitoramento.

Caráter normativo - Durante o processo de classificação, a ANTT verificou que pouco mais de 2% das normas mapeadas (136 resoluções) tinham caráter normativo de fato. Com relação a economia gerada com as mudanças, a ANTT disse que, do total, R$ 373 milhões serão obtidos com a automação do sistema de habilitação de transportes de passageiros. O processo foi simplificado e o prazo passou de 10 dias para um dia.

Ferrovias - A ANTT estima que outra mudança, voltada para o processo de autorização de investimentos em ferrovias, vai gerar uma economia de R$ 128 milhões. O prazo de autorização de investimentos pela ANTT foi reduzido de 90 dias para cinco dias.

Manual de anuência prévia - Outros R$ 48 milhões devem ser economizados com a adoção de um manual de anuência prévia em financiamentos contratados por concessionárias de rodovias e ferrovias federais concedidas. Segundo a ANTT, a medida vai dar "maior previsibilidade e correta alocação de riscos decorrentes da racionalização e padronização das análises, estima-se que o custo imposto ao setor regulado será reduzido em 59%", disse a agência.

Sistema remoto - Outros R$ 45 milhões virão da adoção de um sistema remoto de fiscalização e monitoramento. Segundo a ANTT, a operação remota de pesagem otimizou processos, reduzindo em 30.000 horas por ano as interrupções desnecessárias em transportes de cargas. (Agência Brasil)

 

COMÉRCIO EXTERIOR: Balança comercial tem superávit de US$ 444 mi na 2ª semana de outubro

comercio exterior 15 10 2019A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 444 milhões na segunda semana de outubro, resultado de US$ 4,244 bilhões em exportações e US$ 3,799 bilhões em importações, disse a Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Soma - No mês, as exportações somam US$ 7,552 bilhões e as importações, US$ 6,781 bilhões, com saldo positivo de US$ 770 milhões. No ano, as exportações totalizam US$ 174,757 bilhões e as importações, US$ 140,370 bilhões, com saldo positivo de US$ 34,388 bilhões.

Média - A média das exportações da segunda semana chegou a US$ 848,7 milhões, 2,6% acima da média de US$ 827,0 milhões da primeira semana, em razão do aumento nas exportações de produtos manufaturados (+20,4%, de US$ 253,1 milhões para US$ 304,7 milhões, em razão de gasolina, máquinas e aparelhos para terraplanagem, etanol, óleos combustíveis, automóveis de passageiros) e básicos (+1,1%, de US$ 441,7 milhões para US$ 446,7 milhões, por conta de minério de ferro, minério de cobre, petróleo em bruto, carne bovina, minério de manganês).

Semimanufaturados - Por outro lado, diminuíram as vendas de produtos semimanufaturados (-26,3%, de 132,2 milhões para US$ 97,4 milhões, por conta de semimanufaturados de ferro e aço, ouro em formas semimanufaturadas, ferro-ligas, ferro fundido, catodos de cobre).

Crescimento - Do lado das importações, houve crescimento de 1,9%, sobre igual período comparativo (média da segunda semana, de US$ 759,9 milhões sobre a média da primeira semana, de US$ 745,5 milhões), explicada, principalmente, pelo aumento nos gastos com combustíveis e lubrificantes, cereais e produtos da indústria da moagem, cobre e suas obras, plásticos e obras, papel e obras. (Valor Econômico)

 


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