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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4685 | 16 de Outubro de 2019

ENCONTROS DE NÚCLEOS: Cooperativas do PR se reúnem para discutir desenvolvimento do setor

encontros nucleos 16 10 2019Cooperativistas de todas as regiões do Estado vão estar reunidas na semana que vem nos Encontros de Núcleos Cooperativos que o Sistema Ocepar promove, entre os dias 21 e 24 de outubro, em Prudentópolis, Cascavel, Francisco Beltrão e Mandaguari. Em entrevista ao programa de rádio Paraná Cooperativo, o superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, destaca que os eventos fazem parte da estratégia de gestão adotada pela entidade para promover o desenvolvimento do setor. “É um modelo de governança do Sistema Ocepar. Estamos bastante motivados para fazer mais esta rodada e contamos com a presença dos nossos cooperativistas, presidentes, dirigentes, líderes, jovens, mulheres, pessoas que fazem o dia a dia do cooperativismo nas diversas regiões do Estado. Hoje, estamos com 215 cooperativas registradas na Ocepar, mais de dois milhões de cooperados, mais de 105 mil funcionários e um faturamento superior a R$ 83,5 bilhões até o final do ano passado. Então, realmente é uma força econômica e social muito grande e nós estaremos discutindo questões ligadas ao desenvolvimento do cooperativismo, a partir de uma pauta bem abrangente.” Clique aqui para conferi na íntegra o aúdio.

Cooperativas anfitriãs Os eventos terão como cooperativas anfitriãs o Sicredi Centro Sul, na região Centro-Sul; a Coopavel, Cotriguaçu, Credicoopavel e a Credicapital, no Oeste; a Cresol, no Sudoeste; e a Cocari e Rodocoop, no Norte/Noroeste. Todas farão uma apresentação no início de cada reunião.

Pesquisa - A programação contempla ainda a participação do diretor do Grupo Datacenso, Cláudio Shimoyama, que irá apresentar o resultado da segunda pesquisa sobre a imagem e o posicionamento das marcas das cooperativas do Paraná. Desta vez, a coleta de dados ocorreu entre os meses de junho e julho, quando foram entrevistados 1.015 consumidores, na capital e no interior do Estado, 10 diretores de cooperativas e 50 profissionais responsáveis pela aquisição das mercadorias nos supermercados. As conclusões deste trabalho têm sido utilizadas pelo Sistema Ocepar e cooperativas como subsídio para direcionar as estratégias de divulgação e promoção dos produtos e serviços ofertados pelo setor à comunidade. A primeira pesquisa foi realizada em 2017.

Mais - O Programa Trabalho Seguro e Sustentabilidade será outro tema tratado nos Encontros de Núcleos Cooperativos. Quem vai discorrer sobre o assunto é o advogado Ernesto Emir Kugler Batista Junior. Na sequência, a diretoria da Ocepar irá fazer um relato sobre o PRC100, o planejamento estratégico do cooperativismo paranaense, e apresentar o Programa Cooper Universitário lançado em Maringá, no dia 10 de setembro, com o objetivo de disseminar os princípios cooperativistas no ensino superior, por meio da interação entre cooperativas e universidades.

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COOPERATIVISMO: Mapa e OCB firmam acordo para promover intercâmbio e internacionalização de cooperativas

cooperativismo 16 10 2019O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento assinou nesta terça-feira (15/10) um acordo de cooperação técnica com a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) para promover a intercooperação e a internacionalização da produção de cooperativas brasileiras, no âmbito do Programa Brasil Mais Cooperativo. O acordo foi assinado em Chapecó (SC).

Compromisso - O Ministério se compromete, junto com a OCB, a favorecer a troca de conhecimento, de experiências e de boas práticas entre cooperativas, considerando as realidades regionais, e a estimular a formação de redes produtivas, beneficiadoras e de comercialização. A intercooperação visa qualificar a gestão de cooperativas em diversas regiões do país, enquanto a internacionalização trata da abertura de mercados para as cooperativas brasileiras.

Ampliação e consolidação - Segundo a ministra Tereza Cristina, a participação do Mapa no acordo tem como objetivo ampliar e consolidar este mercado não só para as grandes, mas também para as médias e pequenas cooperativas. “O cooperativismo é um dos melhores sistemas que eu conheço. É justo, traz igualdade social, enfim, é um sistema que temos que replicar”, disse a ministra.

Assistência técnica - A ministra destacou que a assistência técnica é a "palavra mágica" para o desenvolvimento do agronegócio brasileiro, especialmente para os pequenos produtores. “Não podemos ter empresas de excelência, que trabalham com a mais alta tecnologia e ter o pequeno agricultor, aquele assentado, ele precisa receber essa assistência técnica para ter renda, ter qualidade de vida, ter dignidade e a liberdade para fazer o que ele quer com a sua propriedade”, disse.

Oportunidade - Para Tereza Cristina, o Brasil tem uma oportunidade de ouro para mostrar a importância do seu agronegócio para o mundo todo. “Me dá muito orgulho poder sair do nosso país e ir lá fora e poder contar o que temos de bom. Tem muitos maus brasileiros que gostam de falar mal do nossos pais, mas eu tenho orgulho, porque estou falando a verdade. Temos problemas, mas temos muito mais sucesso que fracasso no Brasil”, disse.

Frigorífico - A ministra também participou em Chapecó da ampliação do frigorífico Aurora. Segundo a empresa, investimentos de R$ 268 milhões permitiram dobrar a capacidade instalada para 10 mil cabeças por dia. Com a ampliação, o número de trabalhadores diretos da unidade sobe dos atuais 3.000 para 5.480 empregados diretos. (Mapa)

 

CMN: Produtores rurais poderão refinanciar dívidas com juros de 8% ao ano

cmn 16 10 2019Produtores rurais e cooperativas de produção que tiveram problemas climáticos ou de comercialização poderão ter acesso a uma nova linha de crédito para refinanciar a dívida. Em reunião extraordinária nessa terça-feira (15/10), o Conselho Monetário Nacional (CMN) definiu as condições para o novo financiamento.

Composição de dívidas - Nessa modalidade, chamada de composição de dívidas, os bancos concedem novo crédito para a liquidação integral de débitos. Ao todo, o governo vai oferecer até R$ 1 bilhão para a composição de dívidas de empréstimos de custeio e investimento rural contratadas até 28 de dezembro de 2017.

Teto - Cada produtor só poderá contrair até R$ 3 milhões para a composição de dívidas, com juros efetivos de 8% ao ano e prazo de pagamento de até 12 anos. O beneficiário terá 36 meses de carência, só começando a pagar a nova linha de crédito três anos depois da contratação.

Alongamento - Em nota, o Ministério da Economia informou que a composição de dívidas pretende permitir que os produtores e as cooperativas alonguem os prazos financiamentos contratados anteriormente, cujo cronograma original de pagamento foi dificultado por imprevistos climáticos ou problemas na venda da produção. (Mapa)

 

CBN AGRONEGÓCIOS: “Cooperativismo é um modelo que deveríamos testar mais e fazer dar certo no Brasil”, afirma Bruno Blecher

cbn agro 16 10 2019O diretor de redação da revista Globo Rural, Bruno Blecher, fala sobre as gigantes do cooperativismo em entrevista à rádio CBN. Ele destaca que elas já sofreram muitas crises no Brasil, mas hoje estão bem sadias. “Cooperativismo é muito bacana e faz todo mundo crescer junto”, diz. Blecher ressaltou ainda que, enquanto há perspectivas do PIB brasileiro alcançar menos de 1,5% neste ano, as cooperativas agropecuárias do Paraná devem atingir crescimento de 6% neste exercício. “É um crescimento muito importante. No Estado há 69 cooperativas agropecuárias que reúnem mais de 150 mil cooperados”. Esse também é o tema da reportagem de capa da edição de outubro da Revista Globo Rural.

Clique aqui para conferir o áudio na íntegra

 

 

INTERCOOPERAÇÃO Cocamar e Sicredi desenvolvem ação conjunta em comunicação e marketing

A intercooperação é um dos sete princípios cooperativistas, e que vem sendo incorporado especialmente por duas cooperativas de Maringá (PR). A Cocamar e Sicredi iniciaram, em 2019, um processo de intercooperação inovador na cidade e, desde então, compartilham projetos, experiências e novas perspectivas, com objetivo de alavancar o cooperativismo na região.

Encontros - Os encontros tiveram início em julho de 2019, quando as equipes de comunicação e marketing das duas cooperativas estabeleceram um plano de ações com o propósito de fortalecer o cooperativismo a partir de soluções compartilhadas. Após este primeiro momento, as equipes foram segregadas de acordo com aptidões e novos projetos foram concretizados. Os projetos têm como temas desde plataformas de e-commerce e acervo de dados até projetos sociais para a comunidade.

Potencialização - “Entendemos que a intercooperação entre as duas cooperativas, que são de ramos distintos, faz com que as experiências trocadas possam potencializar ainda mais a entrega de benefícios à comunidade. Desta forma, unem se os propósitos das duas cooperativas que é fortalecer as comunidades onde atuamos”, declara o gerente de comunicação e marketing da Sicredi, Diego Rigon Menão. Para ele, a intercooperação mostra que as cooperativas estão no caminho certo e que ainda há muito a crescer e compartilhar, pois os frutos colhidos desta parceria demonstram cada vez mais a força que o cooperativismo tem.

Frentes de trabalho - “Com o propósito cooperativista estabelecido, definimos três frentes distintas de trabalho: ampliar práticas cooperativistas por meio de ações conjuntas para a comunidade, gerar novos negócios compartilhados e criar núcleo de inteligência competitiva (cientista de dados)”, conta a coordenadora de comunicação, eventos, responsabilidade social e patrimônio histórico da Cocamar, Sabrina Morello.

Eventos intercooperativos - Além da troca de experiencias, a partir da intercooperação Cocamar e Sicredi também planejaram a participação em eventos e já concretizaram alguns como: União solidária, Festival Nipo Brasileiro, Rally Cocamar de Produtividade, Purity Sicredi Open e Agrobit.

Além dos números - Juntas, as cooperativas contam com um time de mais de 4.000 colaboradores, somam cerca de 250 mil cooperados e associados em 200 Unidades espalhadas em suas áreas de atuação. No entanto, além dos números consideráveis de geração de empregos e atendimento à comunidade, juntas, Cocamar e Sicredi somam forças e impulsos para um futuro onde o cooperativismo é base e referência para um mundo melhor. (Assessoria Cocamar)

intercooperacao 16 10 2019

 

AGRÁRIA: WinterShow 2019 tem recorde de expositores

agraria 16 10 2019O 16º WinterShow, que está sendo realizado nesta semana em Entre Rios, Distrito de Guarapuava (PR), deve se consolidar como uma das maiores edições do evento, realizado anualmente pela Fapa (Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária) e Cooperativa Agrária. Isso porque já acumula dois recordes: de público e de expositores.

Participantes - Mais de 1.100 pessoas participaram do primeiro dia e, com relação às marcas expostas nos estandes, houve um aumento de 24% em comparação à edição anterior. Há, por exemplo, expositores apresentando novas cultivares de trigo, novos materiais de cevada, máquinas adaptadas ao plantio das culturas de inverno, máquinas de pulverização que respeitam a sustentabilidade e uma variedade de novos produtos registrados e recomendados para o cultivo dos cereais.

Interesse - Para o coordenador da Fapa e Assistência Técnica, Marcio Mourão, os números refletem, sobretudo, o interesse dos cooperados e demais produtores rurais de se atualizar sobre as melhores técnicas para rentabilizar as culturas de inverno. “O nosso primeiro dia foi fantástico, com grande participação do público e uma programação muito interessante que abordou, entre outros temas, o cultivo do trigo, que é muito importante para o Paraná e a nossa região. Também temos a Estação da Cevada, cereal igualmente importante para o Estado, para falar sobre o manejo da cultura para altas produtividades, já que estamos num polo cervejeiro e de produção”, destacou.

Referência nacional- A Oro Agri é um dos expositores. Participa do WinterShow há vários anos e o prestigia por ser uma “referência nacional” de cereais de inverno, conforme contou o Responsável Técnico Comercial, Juliano Woruby.

Idoneidade - “A empresa preza muito pela parceria com a Fapa e a Cooperativa Agrária, pois são conhecidas nacionalmente pela sua idoneidade. O público tem procurado bastante o nosso estande, seja para conhecer as novidades seja para trocar informações técnicas. Tivemos, inclusive, a visita de produtores de Ponta Grossa e de Minas Gerais”, contou.

Empresa - A Oro Agri é uma multinacional de origem sul-africana e a única empresa no mundo que detém a patente para uso de óleo de casca de laranja em seus produtos, destinados à agricultura e à pecuária. Nesta edição do WinterShow, está apresentando duas novidades: Air Truck, um surfactante anti-deriva de alta performance, e o Detonator, um surfactante de última geração que melhora a eficácia dos herbicidas. (Imprensa Agrária)

 

FRIMESA: Painel com cheiro de linguiça na grelha surpreende quem passa pela Estação da Sé

frimesa 16 10 2019A Frimesa tem colocado mais força na mídia exterior por meio da campanha lançada no mês de julho “Quem experimenta, recomenda!”. Inspirado em manifestações dos consumidores da marca, criou, em parceria com a Opus Múltipla, um painel que chama a atenção até de quem não olha pra ele. Trata-se do "Painel Irresistível". Instalado na estação de metrô da Sé, em São Paulo, ele dispara periodicamente um apetitoso aroma de churrasco, enquanto exibe o vídeo de uma suculenta linguiça Frimesa perfeitamente grelhada.

Painéis e adesivagem - Além disso, foram instalados painéis e feita a adesivagem de vagões. Para a supervisora da área de marketing da Frimesa, Elis D’Alessandro, o ator principal da comunicação são as linguiças que valorizam o churrasco para acompanhar o futebol. “Neste ano, além de continuarmos nos comunicando com as mulheres, entramos no universo masculino nas diferentes formas e momentos, aproveitando as características de cada meio de comunicação e respeitando as peculiaridades e cada mercado”, reforça.

Viabilização - Para o diretor de criação da Opus Múltipla, Alexandre Catarino, foram quatros meses para viabilizar a tecnicamente a ideia da melhor forma possível. “Valeu muito a pena. Ficamos bem felizes com o resultado final e com a reação das pessoas impactadas pela ação", afirma.

Vídeo - Clique aqui e assista ao painel sendo montado e depois já em ação, dando fome em quem passava pela estação da Sé. (Imprensa Frimesa)

 

SICOOB UNICOOB: Central recebe prêmio Sesi ODS 2019

sicoob unicoob 16 10 2019Em setembro, o Sicoob Central Unicoob recebeu o Selo Sesi ODS 2019, um reconhecimento por ser uma empresa que realiza ações que proporcionam desenvolvimento social, econômico e ambiental à comunidade. O selo é destinado a instituições que desenvolvem práticas em consonância com ao menos um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas.

Missão - Por meio dos projetos desenvolvidos pelo Instituto Sicoob em suas cooperativas filiadas que atuam no Paraná, o Sicoob Central Unicoob busca colocar em prática a missão de contribuir para o desenvolvimento sustentável das comunidades onde está inserido. Segundo o gerente de Desenvolvimento Cooperativo, Sérgio Gini, esse reconhecimento público ratifica a vocação de contribuir para a transformação do estado por meio de ações cooperativistas, que vão desde a educação financeira até o acesso ao crédito de maneira democrática e barata.

Importância - “Receber o selo Sesi ODS é muito importante para o Sicoob Central Unicoob, tanto no que diz respeito à responsabilidade social, quanto às ações sociais realizadas pelas cooperativas do sistema. Esse reconhecimento vem para reafirmar o compromisso institucional de trabalhar em prol dos objetivos do desenvolvimento sustentável, contribuir para a redução das desigualdades e para uma sociedade financeiramente equilibrada e justa”, afirma.

Sobre o Prêmio Sesi ODS - Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) têm como meta fazer do mundo um lugar melhor para se viver. Para que estes objetivos sejam cumpridos, empresas, indústrias e organizações devem realizar ações que proporcionem desenvolvimento social, econômico e ambiental. Há quatro anos, o Sistema Fiep, por meio do Sesi no Paraná, promove o Prêmio Sesi ODS, com o intuito de estimular as instituições a realizarem projetos relacionados aos ODS e, assim, contribuir para o alcance da Agenda 2030. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB VALE DO IGUAÇU: Em expansão para o RS, cooperativa agora é Sicoob Vale Sul

sicoob vale 16 10 2019O Sicoob Vale do Iguaçu, cooperativa com sede em Francisco Beltrão e que atua em 22 cidades do Paraná, está em processo de expansão. Agora, a área de atuação da singular também abrange 12 municípios do Rio Grande do Sul.

Novo nome - Para acompanhar essa nova fase, a cooperativa adotou o nome Sicoob Vale Sul. A mudança foi aprovada em Assembleia Geral Extraordinária (AGE) no mês de maio e depois, homologada pelo Banco Central em setembro.

Cinco agências - Inicialmente, o Sicoob Vale Sul irá inaugurar cinco agências em território gaúcho. Uma delas fica em Santa Maria, cidade de grande influência na região central e a 5ª mais populosa do Rio Grande do Sul.

Benéfica - "Nossa expectativa é que a expansão seja muito benéfica para a cooperativa, pois já temos uma atuação consolidada na Região Sudoeste do Paraná e atendemos todos os municípios da nossa área de atuação. Esperamos ter o sucesso almejado e estamos muito otimista com a oportunidade deste novo Estado", comenta o presidente do Conselho de Administração, João Bactista Manfroi. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICREDI PARQUE DAS ARAUCÁRIAS: Jogo da Galera reúne associados da cooperativa e atletas do Botafogo-SP

Foi realizada, no último sábado (12/10), em Ribeirão Preto (SP) a ação promocional “Jogo da Galera”, partida de futebol entre associados, convidados, colaboradores e membros da diretoria da Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP, e atletas do Botafogo – SP, equipe patrocinada pela cooperativa.

Prêmio - A ação premiou com uma vaga no jogo associados que ingressaram na cooperativa por meio da plataforma Juntos pelo Botafogo, criada especialmente para torcedores do clube. Além de ter acesso aos produtos e serviços da primeira instituição financeira cooperativa do Brasil, o torcedor também contribui para o desenvolvimento do Botafogo de Ribeirão ao associar-se por meio da plataforma. Os sorteados também ganharam uma camisa oficial do clube.

Estádio - O jogo aconteceu no Estádio Santa Cruz, casa do time que atualmente disputa a Série B do Campeonato Brasileiro.

Juntos pelo Botafogo- Os torcedores do Botafogo-SP ainda podem se tornar associados da cooperativa e contribuir para o time por meio da plataforma Juntos pelo Botafogo. Para isso, é necessário acessar a plataforma (www.juntospelobotafogo.com.br) e preencher um pré-cadastro. Em até 24h será feita uma confirmação via telefone agendando um atendimento. Depois, basta ir até uma agência de Ribeirão Preto no horário marcado. (Imprensa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP)

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UNIMED CASCAVEL: Abertas as inscrições para 5ª Corrida Noturna

unimed cascavel 16 10 2019A nova vida do Antonio Cezar dos Santos nasceu ao mesmo tempo que a Corrida Noturna Unimed Cascavel. No ano de 2015, Antonio pesava 106 kg e foi diagnosticado com trombose na perna esquerda. “Eu passava meus dias em desespero entre morrer ou perder a perna”, lembra o hoje aposentado de 52 anos.

Mudança - Ali começava um período de dieta alimentar, cirurgia e uma mudança fundamental de vida indicada pelo médico. “Ele recomendou que eu passasse a fazer algum exercício físico. Comecei a malhar na academia, e o pessoal de lá comentou que a Unimed Cascavel estava lançando a 1ª edição da Corrida Noturna. Nós nos inscrevemos todos e foi então que eu concretizei a minha paixão por correr.”

Quilos a menos - Cinco anos se passaram, 30 quilos foram eliminados e a trombose está entre os problemas que não deram mais as caras na vida do Antonio. “Eu participo de todas as edições da Corrida Noturna da Unimed Cascavel. Além de melhorar o meu condicionamento físico, correr também foi a solução para a minha saúde emocional, pois eu estava sofrendo de depressão e síndrome do pânico.”

Viagem - Neste ano, Antonio terá que viajar em dezembro. Mas, como tudo na vida, existem prioridades: “Eu tinha uma viagem marcada para o dia 7 de dezembro, bem no dia da corrida. Por isso, reprogramei a viagem para o dia seguinte.”

Alegria - E a mãe do Antonio, aos 85 anos, é só alegria por ver o filho recuperado e bem-disposto. “Quando ele começou a correr, eu fiquei faceira Foi a solução para ele, porque esse guri já havia sofrido muito”, conta a dona Amália Antunes dos Santos, que percebeu na prática o que o médico Juliano Maximiano David reforça: “A atividade física previne inúmeros males. Ela é boa para a saúde física e mental. Não existe tratamento de depressão ou pânico sem uma atividade física regular”, explica o médico da Unimed Cascavel.

Corrida Noturna Unimed Cascavel 2019 - A Corrida Noturna Unimed Cascavel é um movimento idealizado para colocar em prática o propósito de cuidar das pessoas. Nesta 5ª edição, a cooperativa quer se aproximar ainda mais dos corredores para mostrar que podemos ir muito mais longe quando corremos juntos.

Inscrições - As inscrições para os percursos de 3K, 6K e 12K podem ser feitas pela página oficial do evento: corridaunimed.com.br. As vagas são limitadas paras 1.200 corredores. Ao se inscrever, cada participante passa a ter direito ao kit composto por camiseta, meia personalizada e canudo ecológico (pois também cuidamos do planeta).

Apoio - Além do kit atleta, cada participante também tem garantia de apoio médico, hidratação, chip de cronometragem, uso das instalações na arena do evento e seguro contra acidentes pessoais no dia da prova. O primeiro lote de inscrições vai até 25 de outubro. O valor para beneficiários Unimed é de R$49,00. Para beneficiários com mais de 60 de idade, a inscrição neste primeiro lote custa R$ 37,50.

Inscrições para grupos - Grupos de corrida podem enviar a lista de nomes para a inscrição coletiva. O e-mail é contato@globalvita.com.br.

Arena - A programação na arena que será montada em frente à Prefeitura de Cascavel começará às 18h. Confira os horários de largada:

• 20h25 - cadeirantes

• 20h30 - 6K e 12K

• 20h35 - 3K

Kids Run - A categoria especial para crianças entre 4 e 9 anos é limitada para 100 participantes. O valor da inscrição é de R$10, além de uma taxa de R$4,50. A largada será às 10h, com percursos de 50 até 300 metros, dependendo da faixa etária. (Imprensa Unimed Cascavel)

 

PESQUISA: Embrapa Soja abre suas portas para comunidade em semana de popularização da ciência

Em comemoração à 16ª Semana de Ciência e Tecnologia, promovida em âmbito nacional pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), de 21 a 27 de outubro, a Embrapa Soja e a Universidade Estadual de Londrina (UEL) promovem atividades em Londrina (PR), relacionadas a mobilizar a população, em especial os jovens, para atividades científico-tecnológicas.

Primeiro evento- O primeiro evento será realizado no dia 22 de outubro, a partir das 13h30, na sede da Embrapa Soja, e será dirigido a estudantes de nível técnico e graduação. O pesquisador da Embrapa Soja, Adeney de Freitas Bueno, irá ministrar a palestra sobre produção sustentável com ciência. Na sequência, os estudantes terão a oportunidade de visitar as instalações Embrapa Soja. A ideia é apresentar como uma instituição de pesquisa está organizada. Os interessados podem se inscrever pelo Sympla, clicando aqui.

Bate-papo- Outra atividade prevista é um bate-papo entre cientistas e estudantes, aberto a todo a comunidade, a ser realizado no dia 23 de outubro, a partir das 19h, no Cheers Irish Pub. A professora da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Silvia Helena Sofia, irá começar o bate-papo falando sobre o papel das abelhas como agentes polinizadores em agroecossistemas e o risco do mal uso dos agrotóxicos. Em seguida, o pesquisador da Embrapa Soja Adeney de Freitas Bueno, irá apresentar a importância da ciência na produção de alimentos. A proposta do encontro é aproximar os cientistas da comunidade e esclarecer questões relacionadas à produção científica. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

Evento: Agricultura movida à ciência

Data: 22 de outubro

Horário: 13h30 às 16h

Local: Embrapa Soja – Londrina (PR)

Inscrição aqui

Evento: “Papo com ciência” - Insetos do Bem: um novo olhar para nossa agricultura

Data: 23 de outubro

Horário: 19h

Local: Cheers Irish Pub - Rua Alagoas, 1005 – Londrina (PR)

Promoção: Embrapa Soja e UEL

Entrada gratuita

pesquisa 16 10 2019

MERCADO: Preço da soja sobe R$ 1 por dia

mercado 16 10 2019Segundo apurou a pesquisa diária do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da USP), no mercado físico brasileiro a soja fechou a terça-feira (15/10) com preços médios nos portos do Brasil sobre rodas para exportação subindo mais 0,79%, para a média de R$ 89,66/saca. Com isto, o acumulado do mês saltou para positivos 3,34%.

Dólar - “A forte alta de 0,89% na cotação do dólar, foi quase toda contrabalanceada pela queda de 0,69% na cotação da soja em Chicago, mas, mesmo assim, os preços que os compradores ofereceram sobre rodas nos portos do sul do Brasil ou seus equivalentes em outros estados tiveram alta”, explica o analista da T&F Consultoria Agroeconômica, Luiz Pacheco.

Interior - No interior, o avanço foi menor, de 0,28%, para R$ 83,33/saca, contra R$ 83,10/saca do dia anterior, com o acumulado do mês também aumentando para 3,04%, contra 2,76% anterior. Os preços do mercado físico do Rio Grande do Sul subiram cinquenta centavos para R$ 91,00 no porto; safra nova caiu para R$ 88,00 (contra R$ 89,00 anterior) para junho.

Passo Fundo - No mercado interno, Passo Fundo subiu para R$ 86,00, contra R$ 85,50 anterior, pagos pelas indústrias, mas em Ijuí o preço oferecido pelos exportadores continuou inalterado em R$ 85,00. No Paraná, o preço subiu mais um real/saca em Ponta Grossa para R$ 80,00, contra R$ 79,00 balcão, no dia útil anterior, permaneceu inalterado no atacado para R$ 83,00, para novembro, permaneceu inalterado em R$ 84,00 para maio, e mais um real e meio no porto para R$ 91,50, contra R$ 90,50 para dezembro.

China - “A China esteve novamente ausente do mercado nesta terça-feira, assim como no dia anterior, mas as Tradings continuaram cobrindo suas posições (de cerca de 31 MT) e se preparando para novas vendas, porque os chineses esfriaram sensivelmente as negociações com os EUA, devendo usar as compras na América do Sul como estratégia de negociação”, explica Pacheco.

Prêmios - Mesmo assim, ressalta, os prêmios da soja nos portos brasileiros recuaram 15 cents/bushel para novembro, 15cents para dezembro, 7 cents para fevereiro, 8 cents para março, 5 para abril e maio e 10 cents para junho e julho. (Agrolink)

 

IBGE: Pesquisa indica alta de 4,6% do mercado de trabalho no Brasil

ibge 16 10 2019O mercado de trabalho brasileiro registrou 90,1 milhões de pessoas ocupadas com idade igual ou superior a 14 anos. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é uma recuperação da queda anotada há três anos.

Crescimento médio anual - Entre 2012 e 2015, o crescimento médio anual foi de 1,2%. A trajetória foi interrompida em 2016, quando houve queda de 1,0%. Em 2017, se manteve estável para, em 2018, subir um pouco: 1,5%. Entre 2012 e 2018, a alta ficou em 4,6%.

Mulheres - Embora as mulheres representem mais da metade da população em idade para trabalhar (52,3%), cabem aos homens a maior parcela de trabalhadores: 56,7%. A participação masculina supera a feminina em todas as regiões do país.

Sudeste - Em 2018, o Sudeste anotou a maior participação feminina na ocupação atingindo 44,6%. Entretanto, se for observado o período de seis anos, em relação a 2012, o Nordeste teve o maior avanço no percentual de mulheres ocupadas, passando de 39,8% em 2012, para 42,1% em 2018.

Avaliação - Os dados fazem parte da avaliação dos rendimentos de todos os tipos de trabalho e de outras fontes de pessoas residentes no Brasil, incluída na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (PNAD Contínua) Rendimento de Todas as Fontes 2018, divulgada, nesta quarta-feira (16/10), no Rio de Janeiro, pelo IBGE.

Rendimentos - A diferença entre homens e mulheres fica clara também quando se analisam os rendimentos de cada grupo. Em 2018, o rendimento médio mensal real de todos os trabalhos ficou em R$ 2.234,00. Enquanto os homens alcançavam R$ 2.460,00, as mulheres não passavam de R$ 1.938,00.

Proporção - Segundo o IBGE, isso indica que a proporção do rendimento das mulheres em relação ao dos homens chegou a 78,8%.

Histórica - Para a gerente da PNAD, Maria Lúcia Vieira, já é histórica a questão de diferença de rendimento entre homens e mulheres. “Se manteve em 2018 na comparação com 2017. A gente está pegando todos os rendimentos de mulheres e homens ocupados e está vendo a média que ainda é uns 20% abaixo”, disse.

Cor e raça- A pesquisa indica ainda que, em 2018, a população branca somou 45,2% da população ocupada. A parda era de 43,5%, mas a preta era bem menor (10,1%). Na comparação com 2012, a banca diminuiu 3,7 pontos percentuais, ao contrário da preta que cresceu 2,0 pontos percentuais, e da parda com alta de 1,3 ponto percentual.

Renda - Com rendimento médio mensal real de todos os trabalhos de R$ 2.897,00, em 2018, as pessoas brancas apresentaram rendimentos 29,7% superiores à média nacional: R$ 2234,00.

Pardas e pretas - As pessoas pardas com R$ 1.659,00 eram 25,7%, e as pretas com rendimento de R$ 1.636,00 representavam 26,8%. Na visão de Maria Lúcia, esta é mais uma questão histórica que se verifica com a diferença de vencimentos.

Análise - “A mesma coisa em relação à cor. A gente percebe que a população branca tem rendimentos superiores na ordem de dois mil e poucos reais, enquanto a população preta e parda está na ordem de R$ 1,6 mil. Então essa população preta e parda percebe, ainda, salários inferiores ao da população branca”, afirmou.

Escolaridade - Em relação a 2012, o maior crescimento no nível de instrução deu-se no ensino superior completo. Passou de 14,8% da população ocupada para 20,3% em 2018.

Ensino médio- Neste ano, as pessoas com ensino médio completo eram 59,3%, o que representou um crescimento, uma vez que, no ano anterior, tinha-se 57,4%. Ainda no total de ocupados, 25,8% se referiam aos sem instrução ou com ensino fundamental incompleto. Em 2017 eram 27,1%. “É um reflexo da distribuição de escolaridade da população como um todo”, disse.

Determinante - A pesquisa mostra ainda que, em relação à escolaridade, o nível de instrução foi determinante para o rendimento médio mensal real de todos os trabalhos, indicando que, quanto maior o nível de instrução, maior é o rendimento.

Menor - Conforme a PNAD Contínua Rendimento de Todas as Fontes 2018, as pessoas que não possuíam instrução recebiam R$ 856, o menor rendimento médio registrado.

Maior - Quem tinha ensino fundamental completo ou o equivalente, houve um valor 67,8% maior, e alcançou R$ 1.436,00. Mas, para o ensino superior completo, o rendimento médio (R$ 4.997) era, aproximadamente, três vezes maior dos com ensino médio e cerca de seis vezes para os sem instrução. “A relação entre rendimento do trabalho e escolaridade é relação positiva”, completou a pesquisadora. (Agência Brasil)

 

ANEEL: Agência quer rever regras para consumidores que geram energia elétrica

aneel 16 10 2019A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu, nesta terça-feira (15/10), abrir uma consulta pública para rever as regras que tratam da chamada geração distribuída, modalidade na qual os consumidores também podem gerar a própria energia elétrica em suas residências, geralmente por meio de painéis solares ou outra solução com fontes renováveis. As contribuições poderão ser recebidas entre 17 de outubro e 30 de novembro. Está prevista também a realização de uma audiência pública em Brasília para manifestações presenciais no dia 7 do mês que vem.

Micro e minigeração - Elaborada em 2012, a resolução que trata da micro e minigeração de energia distribuída diz que o consumidor pode tanto consumir quanto injetar na rede de distribuição a energia produzida. Esse excedente fica como crédito e pode ser usado para o abatimento de uma ou mais contas de luz do mesmo titular.

Subsídios - Além disso, a resolução estabelece subsídios para incentivar esse tipo de prática, como a isenção do pagamento de tarifas pelo uso da rede elétrica e também do pagamento de outros componentes da conta de energia, como os encargos setoriais (que geram receita para subsidiar a tarifa social, por exemplo).

Consumidores - Porém, esses incentivos são cobrados de todos os consumidores, inclusive dos usuários “comuns” que recebem a energia somente da distribuidora. Com a revisão da norma, a intenção da agência reguladora é reduzir gradualmente esses subsídios. Na avaliação da Aneel, atualmente a produção desse tipo de energia já tem um custo viável, diferentemente de quando a medida foi implantada.

Período de transição - A proposta que a Aneel vai colocar em consulta prevê um período de transição para as alterações nas regras. Quem possui o sistema vai permanecer com as regras atuais em vigor até o ano de 2030. Os consumidores que realizarem o pedido da instalação de geração distribuída após a publicação da norma (prevista para 2020), passam a pagar o custo da rede.

Encargos setoriais - Em 2030, ou quando atingido uma quantidade de geração distribuída pré-determinada em cada distribuidora, esses consumidores passam a compensar a componente de energia da Tarifa de Energia (TE) e pagam, além dos custos de rede, os encargos setoriais.

Geração remota - No caso da geração remota, quando o consumidor instala seu sistema gerador em local diferente do local de consumo, desde que ambos estejam em sua titularidade e dentro da área de concessão da mesma distribuidora, a proposta prevê dois cenários. Segundo a agência, quem já possui a geração distribuída continua com as regras atualmente vigentes até o final de 2030. Já os novos pedidos de acesso após a publicação da norma passam a pagar custos de rede e encargos.

Equilíbrio - “As alterações ao sistema de compensação propostas equilibram a regra para que os custos referentes ao uso da rede de distribuição e os encargos sejam pagos pelos consumidores que possuem geração distribuída. Isso vai permitir que a modalidade se desenvolva ainda mais e de forma sustentável, sem impactar a tarifa de energia dos consumidores que não possuem o sistema”, disse à agência.

Avanço da modalidade - De acordo com o relator do processo e diretor da Aneel, Rodrigo Limp, as alterações na regra proporcionarão um “avanço responsável da modalidade”. “A proposta em consulta reconhece que a geração distribuída veio para ficar, que a modalidade está crescendo exponencialmente e alcançou a maturidade, portanto, é tempo de revisarmos o normativo para mais adiante não termos um efeito colateral negativo ao sistema elétrico”, disse.

Condições mais favoráveis - De acordo com a Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), a resolução trouxe condições mais favoráveis para a geração distribuída em um período no qual o custo das placas fotovoltaicas era muito elevado, mas, com a diminuição dos valores, a medida está impactando o caixa das distribuidoras. Com isso, as empresas acabam solicitando a compensação por meio das tarifas.

Cálculo - A associação calcula que atualmente em cerca de 120 mil o número de consumidores beneficiados pela geração distribuída. A Abradee estima em cerca de R$ 650 milhões por ano o valor pago pelos demais consumidores com os subsídios para este tipo de geração.

Regulamentação atual - “Pela regulamentação atual, os consumidores que usam a geração distribuída acabam pagando menos pelos serviços das distribuidoras, embora continuem usando suas redes. Isso significa que os demais consumidores vão pagar pela diferença”, disse a associação.

Serviços de distribuidoras - Segundo o presidente da Abradee, Marcos Madureira, pela regulamentação atual, os consumidores que usam a geração distribuída acabam pagando menos pelos serviços das distribuidoras, embora continuem usando as redes. "Além disso, esses usuários ficam desonerados de outras componentes da conta de energia, como os encargos setoriais -que geram receita para subsidiar a tarifa social, por exemplo- e, dessa forma, a diferença é arcada pelos demais consumidores". (Agência Brasil)

 

SENADO: Depois da reforma da Previdência, reforma tributária é prioridade, diz Davi

senado 16 10 2019O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, confirmou em entrevista nesta terça-feira (15/10), o calendário de tramitação da reforma da Previdência (PEC 6/2019), que passou pela segunda sessão de discussão no Plenário do Senado nesta terça. A PEC será votada em segundo turno no dia 22 de outubro. Davi acrescentou que, concluída essa etapa, a reforma tributária terá prioridade na Casa. Ele disse esperar um texto conciliatório. “Quero conversar um pouco com o ministro [da Economia] Paulo Guedes para tratarmos a construção do texto da reforma tributária entre Câmara, Senado e governo”, declarou.

Debate - Conforme acordo estabelecido com os senadores, a reforma da Previdência será debatida na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) nesta quinta-feira (17/10), às 11h. (Agência Senado)

 

CÂMARA: Plenário aprova MP que modifica estrutura do governo federal

camara 16 10 2019O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (15/10) a Medida Provisória 886/19, que reformula novamente a estrutura do Poder Executivo, anteriormente tratada pela MP 870/19 (Lei 13.844/19). A matéria, que perde a vigência nesta quarta-feira (16/10), deve ser votada ainda pelo Senado.

Inclusão - O relator da MP 886, senador Marcos Rogério (DEM-RO), incluiu no projeto de lei de conversão a reformulação das atribuições da Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos (Seppi), aproveitando o texto do relatório da MP 882/19, que perdeu vigência e tratava do tema. A Seppi passará da Secretaria de Governo da Presidência da República para a Casa Civil.

Atribuições - Além de coordenar, monitorar, avaliar e supervisionar as ações do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), a secretaria deverá subsidiar a atuação dos ministérios, dos órgãos e do Fundo de Apoio à Estruturação de Parcerias (Faep); avaliar a consistência das propostas a serem submetidas para qualificação no PPI; e propor mudanças no marco regulatório dos setores e mercados suscetíveis de parceria.

Licenciamento ambiental - Caberá ao órgão também apoiar o processo de licenciamento ambiental dos empreendimentos; promover diálogo com agentes de mercado e da sociedade civil organizada para divulgar oportunidades de investimentos e mudanças regulatórias; e celebrar acordos para a ação coordenada de projetos em regime de cooperação mútua.

Novidade - Nessas atribuições, a novidade do texto é que a secretaria deverá manter diálogo com as confederações nacionais patronais desses setores, com comissões temáticas e frentes parlamentares do Congresso Nacional relacionadas a infraestrutura.

Conselho do PPI - O Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (CPPI) também terá novas atribuições, como propor medidas para integrar os transportes aéreo, aquaviário e terrestre; definir os elementos de logística do transporte multimodal; harmonizar as políticas nacionais de transporte com as políticas estaduais e municipais; e aprovar as políticas de prestação de serviços de transporte às áreas mais remotas ou de difícil acesso do País.

Consulta pública - Uma novidade nessas regras do PPI é a necessidade de submeter as minutas do edital e do contrato à consulta pública ou à audiência pública antes da licitação da parceria. Entretanto, o local dessa audiência poderá ser definido pelo conselho.

Texto original - Marcos Rogério retoma ainda texto original da MP 882/19 que permite ao ministro-chefe da Casa Civil, em conjunto com o ministro da pasta setorial correspondente, deliberar ad referendum do CPPI. Essa decisão será submetida ao conselho em sua primeira reunião após a deliberação.

Secretaria de Governo - Enquanto as atribuições relacionadas ao programa de parcerias passam para a Casa Civil, esta pasta deixa de cuidar da articulação com o Congresso Nacional, que ficará a cargo da Secretaria de Governo.

Vetado - A MP 886/19 retoma texto que tinha sido vetado referente à coordenação do governo federal com as organizações internacionais e organizações da sociedade civil que atuem no território nacional. Essa atribuição continua com a Secretaria de Governo.

Verificação - Essa pasta cuidará ainda da verificação prévia da constitucionalidade e da legalidade dos atos presidenciais; da sanção e veto de projetos de lei; e da publicação e preservação de atos oficiais e de mensagens do Executivo ao Congresso Nacional. Em razão disso, ficará em sua estrutura a Imprensa Nacional.

Ministério da Agricultura - No Ministério da Agricultura, o número de membros e as atribuições das câmaras setoriais do Conselho Nacional de Política Agrícola serão definidos por ato do ministério e não mais pelo regimento interno do conselho.

Zoneamento - Já o zoneamento ecológico econômico retornou à alçada do Ministério do Meio Ambiente. Essa atribuição tinha sido vetada quando da publicação da Lei 13.844/19.

Coaf - Um dos pontos mais polêmicos da MP 886 era a subordinação do antigo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) ao Ministério da Justiça e Segurança Pública. Esse ponto, no entanto, foi retirado do texto pelo relator, senador Marcos Rogério, pois o assunto passou a ser disciplinado pela MP 893/19, que alocou o órgão no Banco Central sob a denominação de Unidade de Inteligência Financeira (UIF).

Ideia original - A ideia original do presidente da República, Jair Bolsonaro, era colocar o Coaf no Ministério da Justiça, comandado pelo ministro Sérgio Moro, retirando-o do Ministério da Economia, que herdou a estrutura do Ministério da Fazenda, no qual já estava. O órgão é responsável por investigações relacionadas à lavagem de dinheiro.

BC - No Congresso, os parlamentares retornaram o órgão para a pasta da Economia, mas Bolsonaro vetou esse ponto e voltou atrás com a MP 886/19, mantendo o Coaf nessa pasta. Por meio da MP 893/19, entretanto, a UIF foi para o Banco Central.

Indígenas - Após o Supremo Tribunal Federal (STF) considerar inconstitucional trechos da MP 886/19 sobre o tema porque tratavam de texto já aprovado como lei na mesma sessão legislativa, o relator decidiu deixar de fora do projeto de lei de conversão a atribuição dada ao Ministério da Agricultura para demarcar terras indígenas.

Manutenção - Essa mudança constava da MP 870/19, mas quando ela tramitou no Congresso, os parlamentares decidiram manter a Funai no Ministério da Justiça com essa atribuição. O ponto foi vetado e nova tentativa realizada com a 886/19, cujo trecho foi considerado inconstitucional.

Conselho - Ainda sobre o tema indígena, o Conselho Nacional de Política Indigenista volta ao âmbito do Ministério da Justiça. A MP 870 previa que o colegiado ficaria com o Ministério da Mulher, mas os congressistas não concordaram e o mantiveram no Ministério da Justiça. Após o veto a essa mudança, a MP 886/19 restabeleceu o texto vetado. (Agência Câmara)

 

GUERRA COMERCIAL: China quer remoção de tarifas para comprar US$ 50 bi em produtos agrícolas

guerra comercial 16 10 2019A China terá dificuldades para comprar US$ 50 bilhões em produtos agrícolas americanos anualmente, a menos que os EUA removam tarifas retaliatórias, e isso exigiria uma ação recíproca do presidente Donald Trump, disseram pessoas familiarizadas com o assunto à agência de notícias “Bloomberg”.

Disposta - Pequim está disposta a começar a comprar mais produtos agrícolas dos EUA como parte da "primeira fase" do acordo comercial, mas não é provável que atinja os US$ 40 bilhões a US$ 50 bilhões anunciados por Trump nas circunstâncias atuais, disseram as fontes. As pessoas pediram para não serem identificadas, pois estão em negociações privadas.

Distância - A situação mostra a distância entre Washington e Pequim, mesmo depois de chegar ao acordo divulgado pelos EUA na semana passada. Washington havia dito que a China, que importou cerca de US$ 20 bilhões em produtos agrícolas dos EUA em 2017, concordou em fazer grandes compras agrícolas em troca de alívio nas próximas tarifas. A posição de Pequim torna o acordo mais complexo do que o inicialmente descrito. Os índices futuros dos EUA reduziram os ganhos e o iene estendeu um avanço com a notícia, à medida que o otimismo dos investidores diminuía sobre as perspectivas de um acordo comercial entre as duas maiores economias do mundo.

Gastos - Sob os termos do acordo comercial parcial, os gastos chineses em produtos agrícolas dos EUA subirão para um valor anual de US$ 40 bilhões a US$ 50 bilhões em dois anos, disse o secretário do Tesouro Steven Mnuchin. No passado, Pequim concedeu isenções para que suas empresas possam comprar produtos agrícolas dos EUA sem pagar tarifas chinesas. Isso poderia ser feito novamente para iniciar as compras, disseram as fontes. No entanto, as renúncias são consideradas impraticáveis para volumes de até US$ 50 bilhões por ano, disse uma das pessoas.

Aquisições - As empresas chinesas compraram produtos agrícolas dos EUA, incluindo 20 milhões de toneladas de soja e 700.000 toneladas de carne suína até agora este ano e vão acelerar suas compras, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Geng Shuang na terça-feira. Questionado sobre a “primeira fase” do acordo comercial, ele disse que o que os EUA disseram está “exato” e que os americanos e os chineses têm o mesmo entendimento da situação.

Acordo - Os dois lados estão trabalhando para um acordo que pode ser assinado na cúpula de Cooperação Econômica da Ásia-Pacífico no próximo mês, no Chile. A China quer novas negociações até o final de outubro para definir os detalhes do acordo, disseram fontes mais cedo à “Bloomberg”. Mnuchin também disse à CNBC que espera que as autoridades trabalhem nas próximas semanas para preparar a primeira etapa para os dois lados assinarem. Se isso não ocorrer, novas taxas de importação dos EUA sobre produtos chineses serão impostas a partir de 15 de dezembro, disse ele.

Variedade de itens - A China está considerando comprar uma ampla variedade de itens para aumentar as importações, incluindo soja, cereais, algodão, etanol, fertilizantes, suco, café e carne, disseram as fontes, e também pode retirar barreiras aos destiladores de grãos secos e remover uma proibição de importação de frango. Máquinas, madeira e pesticidas também podem ser adicionados na lista, disseram as fontes, que acrescentaram que essas compras valeriam mais de US$ 40 bilhões. As fontes disseram, contudo, que a China não decidiu valores específicos para os itens.

Resposta - O Ministério do Comércio da China não respondeu imediatamente a um questionamento da “Bloomberg”, solicitando comentários sobre possíveis compras agrícolas dos EUA para esta reportagem.

Tarifas - Pequim adotou robustas tarifas antidumping e contra subsídios sobre os grãos secos dos destiladores dos EUA, um subproduto da produção de etanol de milho usado na alimentação animal, em 2017. A redução das tarifas dos grãos secos dos destiladores permitiria à China, o maior comprador do mundo, retomar as compras do principal fornecedor, em uma transação que já valeu no passado US$ 2 bilhões antes de cair para quase zero. A China também possui tarifas retaliatórias em produtos como soja, milho e porco dos EUA. (Valor Econômico)

 

FMI I: Fundo reduz estimativa de crescimento do Brasil para 2%

O FMI alterou as projeções para o avanço do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, elevando de 0,8% para 0,9% em 2019, mas reduzindo de 2,4% para 2% a estimativa de crescimento econômico no próximo ano. Com esses cenários, a expectativa de crescimento do Brasil segue entre as mais modestas da América do Sul.

Outros países - O cenário brasileiro perde para a Argentina, cujo PIB deve sofrer contração de 3,1% este ano e de 1,3% no ano que vem, segundo o FMI; Venezuela (-35% em 2019 e -10% no ano que vem); Equador (-0,5% este ano e 0,5% em 2020). No caso do Uruguai, o crescimento está projetado em 0,4% para 2019 e em 2,3% para 2020. Na região, o país que deve ter o crescimento mais forte, de acordo com as estimativas do Fundo, é a Bolívia, de 3,9% em 2019 e de 3,8% no ano seguinte.

Retomada - No caso do Brasil, o FMI observa que houve uma retomada do crescimento no segundo trimestre, após a contração provocada pelo desastre de Brumadinho nos três primeiros meses do ano – sem que isso melhore as perspectivas para 2020.

Previdência - Segundo o relatório do FMI, a reforma da Previdência é um degrau “essencial” na direção da garantia da viabilidade da seguridade social e da sustentabilidade da dívida pública. Além disso, a consolidação gradual da política fiscal será necessária para o cumprimento do teto de gastos pelos próximos anos.

Política monetária - A política monetária pode continuar acomodatícia para dar suporte ao crescimento econômico, desde que as expectativas de inflação continuem ancoradas. Para elevar o potencial de crescimento, o governo precisará perseguir uma ambiciosa agenda, incluindo reforma tributária, abertura comercial e investimentos em infraestrutura.

Alta - O FMI projeta uma alta do IPCA de 3,8% em 2019 e de 3,5% em 2020. Para o déficit em conta corrente, a estimativa é de 1,2% em 2019 e de 1% em 2020. O Fundo também tem uma projeção para a taxa de desemprego, de 11,8% para este ano e de 10,8% no calendário seguinte. (Valor Econômico)

FMI II: Crescimento mundial é o menor desde 2009

fmai II destaque 16 10 2019A economia mundial segue em desaceleração e caminha para ter o pior desempenho anual desde a crise financeira de 2009. A guerra comercial entre EUA e China, com efeitos nocivos sobre o volume do comércio internacional, confiança e investimentos, é um dos principais motivos para o enfraquecimento econômico, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI).

PIB global - Segundo o relatório Panorama Econômico Mundial, divulgado nesta terça-feira (15/10) na reunião anual do FMI, o PIB global deve crescer 3% neste ano, projeção 0,2 ponto percentual menor que a anterior, de julho. Para 2020, espera-se expansão de 3,4%, ante 3,5% em julho. Essas taxas representam uma desaceleração significativa da atividade em relação a 2018, quando houve avanço de 3,6% do PIB mundial.

Per capita - A projeção de expansão do PIB per capita para mais da metade dos países é menor que a média dos últimos 25 anos. Esse cenário vale tanto para países desenvolvidos como emergentes, embora o segundo grupo tenha desaceleração mais forte – em especial Brasil, China, Índia, México e Rússia.

Economias desenvolvidas e emergentes - Segundo o FMI, as economias desenvolvidas devem crescer 1,7% neste ano, 0,2 ponto abaixo da projeção de julho. Para 2020, a projeção foi mantida em 1,7%. Já os países emergentes devem crescer 3,9% em 2019 (ante 4,1% no cenário de julho) e 4,6% em 2020, abaixo dos 4,7% da estimativa anterior.

Precária - “A perspectiva global segue precária, com uma desaceleração sincronizada e recuperação incerta”, disse a economista-chefe do FMI, Gita Gopinath. “Não há espaço para políticas erradas e há a necessidade urgente de que as autoridades deem apoio ao crescimento.”

Sistema de comércio - Gopinath alertou que o sistema global de comércio precisa ser aprimorado, não abandonado. “Países precisam trabalhar juntos porque o multilateralismo continua sendo a única solução para combater as principais questões, como os riscos das mudanças climáticas, riscos de segurança cibernética, taxas de evasão e as oportunidades e desafios das tecnologias financeiras emergentes.”

Guerra comercial - Segundo Gopinath, a guerra comercial entre EUA e China pode tirar cerca de 0,8 ponto percentual do PIB mundial, de forma cumulativa, até 2020. Um dos efeitos do aumento de tarifas dos EUA e da retaliação da China é a redução do crescimento do comércio mundial: o FMI cortou de 2,5% para 1,1% a projeção para a expansão do comércio em 2019, o que seria a menor taxa desde 2012. Para o próximo ano, a projeção também foi reduzida, de 3,7% para 3,2%.

Contraponto - O que tem sido um contraponto aos efeitos negativos da guerra comercial é a atuação dos principais bancos centrais. “A política monetária tem um importante papel em dar apoio ao crescimento”, diz Gopinath. “Sem os estímulos monetários dos BCs, o crescimento global seria menor em 0,5 ponto porcentual neste ano e em 2020.”

Alerta - Mas ela alerta que a política monetária não deve ser o único suporte. Onde houver espaço, diz, é preciso usar também a política fiscal. Ela sugere que países como Alemanha e Holanda devem aproveitar as baixas taxas de juros para investir em capital e infraestrutura social. “Se o crescimento se deteriorar de forma mais severa, uma resposta fiscal coordenada, adequada para as circunstâncias dos países, pode ser necessária.”

Outras fontes de pressão - Além dos efeitos da guerra comercial, o FMI vê também outras fontes de pressão sobre a economia global: a forte queda da produção e venda da indústria automobilística, de 3% em 2018; e a desaceleração da demanda da China.

China e EUA - A China deve crescer 6,1% neste ano, segundo o FMI, projeção 0,1 ponto inferior à de julho. Para 2020, a expectativa é de crescimento de 5,8%, abaixo dos 6% estimados antes. Já para os EUA, o FMI revisou de 2,6% para 2,4% o crescimento em 2019, mas elevou a estimativa de 1,9% para 2,1% em 2020. Ainda assim, o cenário do FMI contempla uma clara desaceleração em relação aos 2,9% de 2018.

Riscos - Os riscos para os cenários traçados pelo FMI apontam para um crescimento ainda menor do que o projetado. Embora a recente flexibilização monetária pelos BCs possa aquecer a demanda mais do que se espera, especialmente se os piores efeitos da guerra comercial e do Brexit forem evitados, o risco de rebaixamento domina o cenário.

Pequeno grupo - Isso porque, segundo o FMI, cerca de 70% do crescimento previsto para 2020 vêm de um pequeno grupo de países emergentes que estão tendo uma performance pior em relação à média dos últimos anos - como Brasil, México e Rússia - ou estão sob tensão - caso da Argentina, Turquia, Irã e Venezuela. Se houver alguma frustração no desempenho desses países, então o crescimento global ficará abaixo do que está sendo previsto.

Abrandamento - Segundo Gopinath, a expectativa é que as tensões comerciais se abrandem. Mas o FMI alerta que “se as tensões nessas áreas se intensificarem, o prejuízo para os investimentos pode se aprofundar e pode haver um deslocamento da cadeia de suprimentos global, assim como uma redução da grande oferta de tecnologia.” (Valor Econômico)

fmai II 16 10 2019

 

SAÚDE: Boletim confirma 86 novos casos de dengue no Paraná

saude 16 10 2019O boletim epidemiológico semanal divulgado nesta terça-feira (15/10) pela Secretaria de Estado da Saúde registra 682 casos confirmados de dengue no Paraná. O aumento em relação ao informe anterior é de 14,43%, com 86 casos a mais que na semana passada. Apresentam notificações para a doença 226 municípios e 108 têm casos confirmados. O Paraná totaliza 5.972 notificações para a dengue desde julho deste ano.

Foz do Iguaçu - Foz do Iguaçu teve dois casos de dengue grave. Neste tipo, além dos sintomas clássicos, como febre e dores no corpo, os pacientes necessitam de maiores cuidados em leitos de observação ou internação. A dengue grave apresenta sintomas como sangramentos, palidez, sudorese, dificuldade de respirar e comprometimento de alguns órgãos.

Londrina - O município de Londrina apresentou nesta semana um caso de dengue com sinais de alarme. Nesta fase, o paciente tem sintomas como dores abdominais fortes e contínuas, vômitos persistentes e acúmulo de líquido no corpo, sinalizando que pode evoluir para a forma grave. Estes sintomas ocorrem, geralmente, entre o terceiro e quinto dia da doença.

Epidemia - Dois municípios seguem em situação de epidemia: Santa Isabel do Ivaí, com 35 casos autóctones, e Inajá, com 16 casos também autóctones – quando as pessoas contraem a doença na cidade onde moram.

Alerta - Doze municípios se mantêm em situação de alerta. Uniflor e Quinta do Sol entraram para a relação nesta semana. As outras dez cidades que estão sem alerta são Lindoeste, Juranda, Nova Cantu, Douradina, Indianópolis, São Carlos do Ivaí, Floraí, Flórida, Florestópolis e Uraí.

Atenção - O Governo do Estado pede a atenção de toda a população para dengue. “Reforçamos semanalmente, junto com o boletim, a orientação para que todos verifiquem os recipientes que acumulam água parada em seus quintais e residências”, disse o secretário da Saúde, Beto Preto.

Novos criadouros - Ele explica que esses locais são propícios à formação de novos criadouros e, consequentemente, à proliferação do mosquito transmissor da doença. “Na próxima estação, com os dias ainda mais quentes, abafados e chuvosos, os casos de dengue podem aumentar ainda mais. Precisamos eliminar urgentemente os criadouros para evitarmos a dengue. Esta é uma missão de todos nós”, afirma Beto Preto.

Imóveis - No Estado, quase 80% dos criadouros estão nos imóveis residenciais e comerciais. “A mudança comportamental da população em relação à remoção dos criadouros é fundamental sempre, e mais ainda neste momento que antecede o verão e favorece o desenvolvimento do vetor”, complementa a coordenadora de Vigilância Ambiental da secretaria, Ivana Belmonte.

Água parada - Os criadouros se formam em todo recipiente que acumula água parada, como pratos de vasos de plantas, lixeiras dentro e fora de casa, coletor de água e do ar-condicionado, ralos, lajes, calhas e pneus velhos, entre outros.

Dengue - A dengue é atualmente a arbovirose mais prevalente no país. É transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti e apresenta como principais sintomas febre alta com início súbito, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, náuseas e vômitos e dores nos ossos e articulações. (Agência de Notícias do Paraná)

 


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